Você está na página 1de 17

Escatologia Bíblica

Autor: José Marcílio da Silva


Membro da Assembléia de Deus de
Araguatins-TO, na função de Presbítero
e Superintendente Geral da Escola Dominical

Introdução
“ENTRETANTO, o Espírito Santo nos diz claramente que nos
últimos tempos alguns na igreja se desviarão de Cristo e se tornarão
seguidores de mestre com idéias de inspiração diabólica” 1Tm. 4.1. Alguns
falsos ensinadores têm introduzido no meio do povo de Deus ensinos deturpantes
sobre as coisas que ainda hão de acontecer. Ë de se lamentar que essas heresias
têm desviado muitos cristão que por sua vez perdem o gosto pelo verdadeiro
ensino, contido nas Sagradas Escrituras, concernente ao futuro.

O estudo da Escatologia requer muita atenção e cuidado para não


entrar na classe dos falsos mestres que Paulo enfatizou que, no últimos tempos
surgiriam.

Não é difícil o estudo sobre Escatologia, desde que o estudante


dedicado busque a orientação de Deus que por sua vez iluminará a mente do seu
discípulo. Uma coisa é certa: o Espírito Santo é o único e verdadeiro intérprete
que merece toda a nossa confiança, no que tange a todo o conteúdo plausível da
Bíblia Sagrada, o Livro de Deus.

O autor.

I – DEFININDO O TERMO ESCATOLOGIA.

O termo escatologia deriva de duas palavras gregas: escathos e


logos, que se traduzem por “últimas coisas” e “estudo” ou “tratado”. É o
estudo ou doutrina das últimas coisas. É chamada bíblica, no nosso caso,
porque ela pode ser extrabíblica.

No estudo da escatologia bíblica, é de caráter fundamental, Ter o


cuidado em não apresentar falsas interpretações, evitando, com isso,
questionamento e especulações. Deus nos adverte dizendo que devemos
“manejar bem a Palavra da verdade.”(2 Tm.2.15). “Porque a visão é ainda
para o tempo determinado, e até ao fim falará e não mentirá; se tardar,
espera-o, porque certamente virá, não tardará”.(Hc.2.3).

II – ENTENDENDO O CAMPO DA ESCATOLOGIA BÍBLICA.


Littera scripta manet – “a palavra escrita permanece”, disse Horácio
na Roma Antiga de quase 2.000 anos atrás. O que caracteriza o vislumbre do
cumprimento das profecia no palco da escatologia, é a maneira de como Deus
trabalha para mostrar a sua vontade, revelada na palavra escrita. Este trabalho
consiste em ampliar a revelação divina, nos dando a entender que a palavra
escrita continua em pé, revigorada pela forte atuação e inspiração do Espírito
Santo de Deus. A ordem que o profeta Jeremias recebeu do Senhor foi esta:
“escreve num livro todas as palavras que eu te disse”, Jr. 30.2.

Não podemos duvidar nem admitir falha na palavra de Deus. Ela é


inspirada pelo Espírito Santo; 2Tm. 3.16. A inerrância das escrituras tem sua base
na infabilidade da Palavra do Senhor.

Com isso podemos ir mais além do que Horácio afirmou. “a palavra


escrita ‘não’ apenas permanece – ela floresce como trepadeira nas fronteiras
do nosso entendimento”. Ela alcança o mais profundo dos recônditos da nossa
alma. Para entender o campo da escatologia, precisamos saber de 3 (três)
verdades básicas.

1 – A IGREJA – ALVO DA REVELAÇÃO DIVINA.

Toda a revelação aponta para o futuro. O futuro consiste num plano


traçado por Deus para que a Igreja caminhe neste mundo “pela fé a esta graça,
na qual estando firme, gloria-se na esperança da glória de Deus”, Rm. 5.2

Argumentando o fato de nós sermos alvo da revelação divina, o


apóstolo Paulo escreveu aos Efésios dizendo que Deus “nos elegeu antes da
fundação do mundo , para sermos santos e irrepreensíveis diante dele. Em
amor nos predestinou para sermos filhos de adoção por Jesus Cristo, para
si mesmo, segundo o beneplácito da sua vontade”, Ef. 1.4,5. Somente aqueles
que são santos e filhos de Deus é que têm o privilégio de ter a revelação das
coisas que em breve hão de acontecer.

Em contraste, o mundo pagão, que não tem a revelação de Deus, se


fecha num ciclo de falsas expectativas em relação ao futuro.

No consenso filosófico da humanidade a maior parte da população do


mundo vê com grande otimismo a era que está por vir. Pressentindo um fantástico
progresso material e científico, vivendo na era da velocidade e vendo a aquisição
do conhecimento e acelerar, muitos poderão se tornar otimistas demais. Contudo
o apóstolo Paulo nos adverte: “quando andarem dizendo: paz e segurança, eis
que lhes sobrevirá repentina destruição”, 1Tm. 5.3.

Aos olhos dos franceses do final do século XIX, o novo século parecia
uma espécie de Idade de Ouro. Mas o entusiasmo durou até 1914, quando a 1ª
Guerra Mundial pôs fim ao sonho dourado.
Outra parte da humanidade certamente adentrará o 3º milênio cheia de
superstições, medo, insegurança e pessimismo; preocupada com desgraças,
desemprego, violência e caos social.

A história registra que, na passagem do ano 999 para 1.000, a maior


parte da Europa não conseguiu comemorar a data, pois esperava o
“Apocalipse”. Segundo o historiador Frederick H. Martins, um sentimento de
terror dominou a multidão amontoada na imensa Basílica de São Pedro, em
Roma, na noite de 31 de dezembro de 999. Inclusive o Papa Silvestre II parecia
aterrado.

Isso aconteceu porque o povo não tinha acesso à Bíblia. Quem


conhece a revelação sabe que o mundo irá de mal a pior, mas não se desespera.
E o Senhor Jesus profetiza: “homens desmaiarão de terror, na expectativa das
coisas que sobrevirão ao mundo... e quando estas coisas começarem a
acontecer, fiquem firmes e levantem a cabeça, pois a vossa redenção está
próxima, Lc. 21.26,28.

2 – OS QUATRO TIPOS DE ESCATOLOGIA.

Além de ser um dos capítulos da dogmática cristã, ou seja, o estudo sistemático e


lógico das doutrinas concernentes às últimas coisas, há quatro outros tipos de
escatologia, segundo nos apresenta o Dicionário Teológico (CPAD).

a) Escatologia consistente.

Termo nascido com Alberto Schweitzer, segundo o qual a ações e a doutrina de


Cristo, tinha um caráter essencialmente escatológico. Não resta dúvida, pois de
que o Senhor Jesus haja se preocupado em ensinar aos discípulos as doutrinas
das últimas coisas. Todavia, sua preocupação básica era a salvação do ser
humano. Ele Jamais deixou de se referir à vida prática e sofrida do homem.

b) Escatologia idealista.

Corrente doutrinária que relaciona a escatologia bíblica às verdades infinitas. Os


que defendem tal posicionamento, alegam que a doutrina das últimas coisas não
terá qualquer efeito sobre a história da humanidade. Relegam-na, pois, à condição
de mera utopia, ou seja, projeto irrealizável, fantasia.

Mas, o que dirão elas, por exemplo, acerca das profecias já cumpridas?
Será que estas não referendam as que estão por se cumprirem? Não
esqueçamos, pois, ser a profecia a essência da Bíblia. Se descremos daquela,
não podemos crer nesta.

c) Escatologia individual.
Estudo das últimas coisas que dizem respeito exclusivamente ao indivíduo,
tratando de sua morte, estado intermediário, ressurreição e destino eterno. Neste
contexto, nenhuma abordagem é feita, quer a Israel, quer a Igreja.

d) Escatologia realizada.

Ponto de vista defendida por C.H. Dodd, segundo o qual as previsões


escatológicas das Sagradas Escrituras foram cumpridas nos tempos bíblicos.
Atualmente, portanto, não nos resta nenhuma expectativa profética de acordo com
o ensino de Dodd.

Gostaríamos, porém que ele nos respondesse as seguintes perguntas:

· A 2ª vinda de Cristo já foi realizada?

· A grande Tribulação já é história?

· O julgamento final já foi consumado?

3 – AS SETE DISPENSAÇÕES.

Para melhor compreender o campo da escatologia bíblica, faz-se necessário um


resumido estudo sobre as sete dispensações, sabendo que, a última dispensação
é para o futuro.

Segundo o Pr. Severino Pedro da Silva, em seu livro “Escatologia”, uma


dispensação “é um período em que o homem é experimentado em relação à
sua obediência a alguma revelação especial da vontade tanto permissiva
como diretiva de Deus”.

A palavra dispensação deriva do termo grego “oikonimia” que por sua vez
significa economia que é a “boa ordem na administração na despesa de uma
casa”.

As sete dispensações são:

3.1 – Dispensação da Inocência

Seu início deu-se na criação e findou-se na queda de Adão. O tempo não é


revelado.

3.2 – Dispensação da Consciência

Esta dispensação começou em Gn_____. e durou cerca de 1656 anos: de zero


(0 ) a 1656 a.C., abrangendo o período desde a queda do homem até o dilúvio;
Gn. 7.21,22.
3.3 – Dispensação do Governo Humano

Esta dispensação começou em Gn. 8.20 e perdurou cerca de 427 anos. Desde o
tempo do Dilúvio até a dispersão dos homens sobre a superfície da terra, sendo
consolidada com a chamada de Abraão; Gn. 10.15; 11.10-19;12.1.

3.4 – Dispensação Patriarcal

Teve início com a Aliança de Deus com Abraão, cerca de 1963 a.C., ou seja, 427
anos depois do dilúvio. Sua duração foi de 430 anos; Gl. 3.17; Hb. 11.9,13. A
palavra chave é PROMESSA. Por meio desta dispensação, Abraão e seus
descendentes vieram a ser herdeiros da promessa.

3.5 – Dispensação da Lei

Ela teve início em Êx. 19.8, quando o povo de Israel proclamou dizendo que
“tudo que o Senhor falou, faremos.” Sua extensão é de 1430 anos. Do Sinai ao
Calvário; do Êxodo à cruz.

3.6 – Dispensação da graça

Esta dispensação começou com a morte e ressurreição de nosso Senhor Jesus


Cristo e terminará em plenitude com o arrebatamento da Igreja; porém,
oficialmente falando, seus efeitos continuarão até Apocalipse 8.1-4.

3.7 – Dispensação do Reino

Esta dispensação terá, de acordo com a própria escritura, a duração de 1.000


anos; Ap. 20.1-6. É também chamada de a dispensação do Governo Divino.

Esta dispensação é algo para o futuro, logo após o julgamento das nações
descrito em Mt. 25.31-46, e antes do Juízo do Grande Trono Branco (GTB).

É neste ponto, é que se encontra a essência do entendimento do campo da


escatologia bíblica, ou seja, compreender o que Deus traçou para o futuro da
Igreja, Israel e dos gentios.

Esta última dispensação, que é a juntura do presente século e do vindouro,


fornece um nítido exemplo de sobreposição das dispensações, isto é, que às
vezes há um período transitório entre uma e outra.

III – MÉTODOS DE INTERPRETAÇÃO DA ESCATOLOGIA.

Nesta seção aprenderemos os métodos utilizados na interpretação de porções


bíblicas que concerne ao futuro. Lembrando que, na história da Igreja tem sido
adotados vários métodos de interpretação no que tange às escrituras proféticas.
No entanto, faz-se necessário o bom conhecimento e a maneira correta de se
aplicar dois métodos de interpretação que devem merecer nossa atenção.

1 – Método alegórico ou figurado

O termo alegoria é definido, por alguns teólogos, como qualquer declaração de


fatos supostos que admite a interpretação literal, mas que requer, também, uma
interpretação moral ou figurada. Se não atentarmos para o sentido real, figurado
ou literal, de um profecia bíblica, negamos o seu valor histórico, dando um
interpretação de somemos importância, e assim corremos o risco de anular a
revelação de Deus naquela profecia.

Portanto, o método alegórico deve ser utilizado de maneira correta. Leia Gl. 4.21-
31 e observe que Paulo tomou figuras ilustradas no texto com focos literais da
antiga dispensação, mas apresentou-os como sobras de eventos futuros.

2 – Método literal ou textual

Este método se preocupa em dar um sentido literal às palavras da profecia,


interpretando-as conforme o significado ordinário, de uso normal. A preocupação
básica é interpretar o texto sagrado consoante a natureza da inspiração da
profecia.

Ambos os métodos são válidos. Há uma perfeita ralação entre as verdades literais
e a linguagem figurada. Por exemplo, no texto de Jo.1.6 diz: “Houve um homem
enviado de Deus, cujo nome era João. E em Jo. 1.29 nos fala: “Eis aí o
Cordeiro de Deus.” Palavras pronunciadas pelo próprio João Batista ao ver a
Jesus.

Agora vejamos os métodos de interpretação aplicado em ambos os textos. O 1º


está falando literalmente de um homem, cujo nome, de fato, era João. No 2º texto
João Batista usou a forma figurada para denotar a pessoa de Jesus.

Em se tratando do livro de Apocalipse, que em sua parte, é um livro escatológico,


têm surgido diversas classes de intérpretes, as quais devem ser conhecidas pelos
pastores e por aqueles que exercem o Ministério da Palavra. Por quê?

Porque os crentes pentecostais, em sua maioria, não sabem em que classe de


intérpretes do Apocalipse, eles se encaixam, e por conseguinte deixam ser
levados por ensinos deturpantes que contradizem a Palavra de Deus. Por
exemplo, os Adventistas do 7º Dia, vêem a vinda de Cristo, a este mundo, como
em uma única vez, sem ser dividida em duas fases distintas, e assim não dão
espaço para o período da Grande Tribulação e a restauração de Israel.

Vejamos os principais intérpretes com seus respectivos ensinos.


1º - Os Preteristas. Esta classe crê que a maior parte do Apocalipse já foi
cumprida, a muito tempo atrás. Eles relegam tudo ao passado. O relacionamento
que eles fazem entre o texto e o evento é muito subjetivo e precário.

2º - Os Historicistas. Os intérpretes que assumem esta posição procuram


encaixar todos os acontecimentos previstos no Apocalipse em várias épocas da
história humana. Interpretam o Apocalipse como um estudo progressivo dos
destinos da Igreja desde o seu início até a consumação. Estes asseveram que as
profecias estão cumpridas em parte e em parte estão por cumprir e algumas estão
sendo cumpridas diante de nós.

3º - Os futuristas. Estes interpretes dividem-se em dois grupos:a) Futuristas


extremos – acham que todo o Apocalipse refere-se à vinda do Senhor Jesus
Cristo.b) Futuristas simples – Aceitam que os 3 primeiros caps. do livro como já
cumpridos; tudo o que se segue refere-se à aparição vindoura de Cristo. A maioria
dos Pentecostais Fundamentalistas têm uma visão futurista do livro. Sob esta
perspectiva tudo, ou quase tudo que é narrado após o cap. 4, será cumprido num
curto espaço de tempo (sete anos) após o término da Dispensação da Igreja. Os
intérpretes do Apocalipse estão também divididos na forma COMO ABORDAM O
MILÊNIO. (Os mil anos mencionados no cap. 20). A maneira como se encara o
Milênio afeta a interpretação do Apocalipse com um todo. É necessário
levantarmos, aqui, alguns pontos.

1º - Amilenistas. Ensinam que não haverá nenhum Milênio, pelo menos não na
terra. Alguns simplesmente dizem que, como o Apocalipse é simbólico, não há
sentido algum em se falar em Milênio Literal. Outros interpretam os mil anos como
algo que ocorrerá no céu. Pegam o número mil como um algarismo ideal, um
período indefinido. Assim, esperam que este período da Igreja termine com a
ressurreição e julgamento geral, tanto do justo como do ímpio, seguindo-se
imediatamente o reinado eterno no novo céu e na nova terra. A maioria dos
amilenistas consideram Agostinho (o bispo de Hipona, no Norte da África 396 –
430 d.C.) um dos principais promotores do amilenismo.

2º - Pós-Milenista. Começou a espalhar-se a partir do século XVIII. Seus adeptos


interpretam os mil anos do Milênio, como um extensão do período atual da Igreja.
Ensinam que o poder do Evangelho ganhará todo o mundo para Cristo, e a Igreja
assumirá o controle dos reinos seculares. Após haverá a ressurreição e o
julgamento geral tanto do justo como do ímpio, seguido pelo reinado eterno no
novo céu e na nova terra. O pós-milenismo também espiritualiza irritadamente as
profecias da Bíblia, não dando espaço à restauração de Israel ou reinado literal de
Cristo sobre a terra durante o Milênio.

3º - Pré-Milenista. Acreditam que, o retorno de Cristo, a ressurreição dos salvos e


o tribunal de Cristo, será antes do Milênio. No final deste, Satanás será solto,
engana as nações, mas há de ser prontamente derrotado para todo o sempre.
Segue-se o julgamento do GTB, que sentenciará o restante dos mortos. Aí sim,
teremos o reino eterno no novo céu e na nova terra.
A perspectiva Pré-Milenista e futurista simples, juntas, encaixam-se melhor nas
orientações de Jesus. É essa classe de intérpretes do Apocalipse que a maioria
dos Pentecostais pertence.

IV – VIAGEM AO FUTURO.

Tomaremos agora uma carruagem para fazer um pequena viagem no tempo e no


espaço, para se ter uma visão panorâmica das coisas que em breve hão de
acontecer, e com isso, teremos um compreensão melhor da conjuntura dos fatos
ordenados por Deus na sua Palavra. Esta seção, constitui dos temas que a
Escatologia bíblica estuda. Senhores passageiros, apertem os cintos pois já
estamos decolando.

1 – ESTADO INTERMEDIÁRIO DOS MORTOS.

Para se ter uma seqüência lógica deste fato, vamos fazer uma revisão sobre a
doutrina da Morte.

O QUE É MORTE?

É o resultado do pecado de nossos pais.

A morte caracteriza-se de duas maneiras: 1º, morte como estado; e morte do


agente, Ap.6.8.

Como estado a Bíblia fala de 3 tipos de morte: Física, espiritual e eterna.

a) Morte física. O seu significado é: dissolução vital do organismo.

O que acontece na morte física?

Resposta: alma e espírito separam-se do corpo.

Mas para melhor entender o que é alma, a Bíblia nos revela 4


designações para a alma, a saber:

Primeiro – alma como indivíduo, como cidadão; Rm.13.1.

Segundo – alma no sentido biológico, isto é, o sangue; Lv. 17.11.

Terceiro – como sentimento do homem; Mt. 26.38.

Quarto – alma como parte imortal do homem. Jesus disse: Não temeis o que
mata o corpo e não mata a alma.
Quando a Bíblia fala do sono da alma, refere-se ao corpo físico. Jacó falou: Irei e
dormirei com os meus pais.

No sentido espiritual e eterno, alma não dorme; Ap. 6.9.

b) Morte espiritual. É o estado do pecador separado de Deus. É a


separação da comunhão com Deus; Ef. 2.1

Existe solução para a morte espiritual?

Sim, desde que o pecador aproxima-se de Deus com um coração arrependido.

c) Morte eterna. É a eterna separação da presença de Deus – a impossibilidade


de arrependimento e perdão. Portanto não há solução para esse tipo de morte. É
chamada a 2ª morte, porque a primeira é física. É identificada como punição do
pecado; Rm. 6.23. Os ímpios, depois de julgados, receberão a punição da rejeição
que fizerem à graça de Deus e, serão lançados no Geena (Lago de Fogo); Ap.
20.14,15. Esse tipo de morte tem sido alvo de falsas teorias que rejeitam o ensino
real da Bíblia.

O que é estado Intermediário?E um modo de existir entre a morte física e a


ressurreição final do corpo sepultado. No A.T., esse lugar é identificado como
sheol (no hebraico), e no N.T. como Hades (no grego). Os dois termos dizem
respeito ao reino da morte.

A) OS MORTOS – JUSTOS. Todos os justos, de Adão até à ressurreição de


Cristo, ao morrerem, suas almas (com possível exceção de Enoque e Elias),
desciam ao Paraíso, que naquele tempo constituía um compartimento do
Sheol ; cf. Gn. 37.35.

B) OS MORTOS – ÍMPIOS. Desde o tempo de Adão até o julgamento do GTB, as


almas dos ímpios seguem para o mundo invisível, ou seja, o Sheol ou Hades
aguardando o julgamento final quando serão lançados no Lago de Fogo; cf.
Nu.16.30,33.

CORRIGINDO UM GRAVE ERRO

Infelizmente, estes nomes Sheol e Hades têm sido traduzidos incorretamente em


certos casos em algumas versões das Escrituras, por exemplo, como inferno,
sepultura, e abismo. Por exemplo, Gn. 37.35, Jacó expressou-se: “...na verdade
com choro hei de descer ao meu filho à sepultura”. (grifo nosso). Este termo
sepultura não é a cova, propriamente dito, que no original hebraico é traduzido
por Queber. E sim o Mundo Invisível dos mortos traduzido por Sheol. A Bíblia,
Edição revista e Corrigida, traduz de maneira correta este termo em Jó 17.15,16:
“Onde estaria então agora a minha esperança? Sim, a minha esperança,
quem a poderá ver? Ela descerá até aos ferrolhos (portas) do Sheol”.
Observe agora o contraste entre as palavras Sheol (mundo invisível) e Queber
(sepultura, cova, túmulo) no A.T.

QUEBER SHEOL
- usada no plural; - usada na forma singular; Jó 17.15,16
- existe muitas queberes - existe apenas um Sheol
- abriga ou recebe cadáveres - jamais recebe cadáveres
- localizada na superfície da terra - localizado abaixo (no centro) da terra
- há uma para cada indivíduo - lugar onde há muita gente
- o homem coloca corpos na queber - somente Deus envia o homem ao Sheol;
Lc.16.22,23.

Concluímos, então, que o uso da palavra queber prova que ela significa sepultura,
túmulo, que acolhe o cadáver, enquanto o Sheol acolhe o espírito do homem.

O Sheol-Hades, antes e depois do Calvário.

Antes do Calvário, o Sheol-Hades dividia-se em 3 partes distintas. A primeira parte


é o lugar dos justos, chamada Paraíso, Seio de Abraão, Lugar de consolo; Lc.
16.22,25. A Segunda é a parte dos ímpios, e é denominada lugar de tormento;
Lc.16.23. A terceira fica entre a dos justos e a dos ímpios, e é identificada como
lugar de trevas, Lugar de prisões eternas, Abismo. Lc. 16.22; 2Pe. 2.4; Jd. v. 6.
É aí onde Satanás será preso durante o Milênio, e onde se encontra aprisionada
uma classe de anjos caídos, a qual não sai desse abismo, senão quando Deus
permitir nos dias da Grande Tribulação.

Depois do Calvário, houve uma mudança dentro do mundo dos mortos. Depois da
sua morte Jesus esteve 3 dias no coração da Terra, isto é, no Paraíso, do qual Ele
havia dito ao malfeitor. Por esta ocasião, Cristo aproveitou a oportunidade e
“pregou aos espíritos em prisão, os quais noutro tempo foram rebeldes,
quando a longanimidade de Deus esperava, nos dias de Noé”; 1 Pe. 3.18-20.
Depois disso efetuou a grande mudança no Sheol-Hades “subindo ao alto
levou cativo o cativeiro”; Ef. 4.8, isto é, trasladou o Paraíso para o 3º céu, na
presença de Deus, debaixo do seu altar; Ap. 6.9, separando completamente das
partes inferiores onde continuam os ímpios mortos. E isto foi o cumprimento cabal
de sua promessa, quando esteve ainda na terra: e as portas do inferno (Hades)
não prevalecerão contra a minha Igreja.
Somente os justos gozam dessa mudança em esperança pelo dia final quando
esse estado temporário se acabará, e viverão para sempre com o Senhor, num
corpo espiritual ressurreto.

2 – O ARREBATAMENTO DA IGREJA.

Uma característica singular que identifica a Igreja fiel é o sentimento de constante


expectativa que a domina no tocante ao retorno de Cristo. E ela sabe que não
ficará neste vale de lágrimas. Os crentes sabem que o arrebatamento é uma
realidade que lhe diz respeito.

A definição da 2ª vinda de Cristo é bastante ampla; é vista pelo menos de 2


maneiras diferentes. E localizada, às vezes, para indicar o drama dos tempos do
fim, abrangendo tanto o arrebatamento da Igreja quanto a revelação de Cristo em
glória no Monte das Oliveiras; Zc. 14.4. Outras vezes, é enfocada especificamente
para diferenciar a revelação de Cristo do arrebatamento da Igreja que a
antecederá.

2.1 – Palavras usadas para descrever o arrebatamento

Existem usualmente três palavras que todos nós usamos para explicar tão
maravilhoso fenômeno.

a) Arrebatamento; 1 Ts. 4.17.

b) Trasladação; Na carta aos hebreus vemos Enoque, um símbolo da


Igreja.

c) Rapto. Palavra latina, RAPERE; significa transportar de um lugar


para outro. Eqüivale ao grego: ARPAZO, usado em Jo. 10.28,29;
At.8.39, etc.

2.2 – Propósitos do Arrebatamento

a) Livrar os embaixadores do Rei do perigo iminente; 2Co. 5.20;


Ap.3.10

b) Recompensar a Igreja de Cristo, mediante a outorga de galardões,


no soleníssimo Tribunal de Cristo; 2 Co. 5.10.

c) Conduzir a Igreja à Bodas do Cordeiro, que se dará em seguida


ao Tribunal e, enquanto na Terra ocorrerá a Grande Tribulação.

d) Introduzir a Igreja no Reino da Glória e imortalidade, conforme o


desejo expresso por Jesus; Jo. 14.3
2.3 – A trombeta do arrebatamento

O toque da trombeta no dia do arrebatamento se relaciona com o alarido e a voz


do arcanjo. O alarido significa originalmente uma expressão militar, uma voz de
comando. Nesse dia ouvir-se-á a voz do ARCANJO. Como se sabe, a palavra
ARCANJO significa, chefe de anjos. Certamente a voz do ARCANJO será para
comandar os anjos, que se oporão às hostes demoníacas instaladas nos ares,
abrindo caminho para o povo de Deus que estará sendo arrebatado.

Visto que, em Mt. 24.30,31, encontramos os anjos a recolher os eleitos, logo após
ser proferida a lamentação por todas as nações, alguns serão levados a pensar
que a Igreja não será arrebatada até Cristo haver destruído os exércitos do
anticristo. Ora, devemos considerar, porém, que o cap. 24 de Mateus não
apresenta os eventos em ordem cronológica. Jesus não tinha qualquer intenção
em revelar o dia ou a hora de sua vinda. A palavra então, no início de Mt. 24.30,
traduz um vocábulo grego de sentido muito geral (tote), dando a entender que os
acontecimentos ocorrerão todos dentro do mesmo período de tempo, mas não
necessariamente na ordem apresentada.

2.4 – Fatos ligados ao arrebatamento

Quando Cristo vier para buscar a Igreja, ocorrerá duas coisas na terra, por ocasião
desse evento:

a) Ressurreição dos mortos crentes. Em 1 Ts. 4.14, diz que Cristo


trará em sua companhia os espíritos daqueles que dormem no
Senhor, e Ele ficará parado nas nuvens, enquanto os espíritos
continuam descendo a procura de seus corpos e serem
ressuscitados em um corpo glorioso. ALELUIA!!! cf. 1 Ts. 4.16.

b) Transformação dos vivos. Após a ressurreição do mortos crentes,


segue-se a transformação dos vivos que estiverem preparados para
aquele momento; 1 Co. 15.52.

“Vai pois, povo meu, entra nos teus quartos e fecha as tuas portas sobre ti”.
Is. 26.20a

3 – A GRANDE TRIBULAÇÃO.

Logo após o arrebatamento da Igreja e antes da manifestação pessoal de Jesus a


este mundo, terá lugar uma série de eventos terríveis em sua magnitude e
alcance. É um tempo de tribulação e angústia predito pelos profetas do Antigo
Testamento Daniel refere-se a uma tribulação jamais dantes experimentada; Dn.
12.1. Jeremias descreve-a como o tempo de angústia para Jacó; Jr. 30.7.
confira também as palavras de Jesus em Mc. 13.19. O ponto culminante deste
tempo de angústia será de tal forma que se “o Senhor não abreviasse aqueles
dias, nenhuma carne se salvaria; mas por causa dos escolhidos que
escolheu, abreviou aqueles dias; Mc. 13.20.

Deve ficar bem claro que uma das condições para o desencadeamento da Grande
Tribulação será, precisamente, o rapto da Igreja. O rapto assinalará o fechamento
do longo parêntese que definiu a Dispensação da Graça. Após, é que o Rei Jesus
voltará a tratar diretamente com Israel e com o mundo gentílico.

3.1 - Quanto tempo durará a Grande Tribulação?

A Grande Tribulação durará uma semana de anos, Dn. 9. 27. Será a


Septuagésima semana de Daniel. Uma semana de anos corresponde a sete anos;
a semana será dividida em duas etapas de 3 anos e meio. A última etapa da 70ª
semana é assim designada: tempo, tempos e metade de um tempo.

3.2 – Desvendando um mistério.

O anjo disse a Daniel sobre estas setenta semanas de anos que estão
determinadas sobre o povo de Israel. As primeiras sessenta e nove terminaram
com a crucificação do Messias; Dn. 9.26. Muitos acreditam num interlúdio entre a
69ª e a 70ª semana, como se esta estivesse indefinidamente adiada. Essa
interlúdio é a era da graça. Quando a influência restringidora da operação do
Espírito Santo em, e através da Igreja, for removida, por ocasião do
arrebatamento, então iniciará a última e terrível semana.

3.3 – Quem dominará o mundo naqueles dias?

O líder terreno durante a G.T. será o arquiinimigo do Senhor Jesus: o anticristo. A


palavra anti tem este sentido básico no grego: em lugar de e não contra. Ele
não dirá ser o anticristo. Antes reivindicará ser o verdadeiro Cristo.

O anticristo aparecerá no cenário mundial. Fará um concerto por sete anos com o
povo de Israel. Já que o mundo está em suas mãos, três espíritos imundos
semelhantes a rãs saem da boca da trindade satânica para congregar todas as
nações para a peleja contra Israel, isto é, para a Grande Batalha do Armagedom.
Esta Batalha culminará no triunfo de Nosso Senhor Jesus Cristo. Quanto ao
anticristo e aos seus aliados, serão lançados no Lago de Fogo. Israel, é claro, será
restaurado e purificado; Is. 2.5-22; 16.1-5; 24.1-15; 26.20,21. E as nações serão
julgadas; Mt. 25.31-46.

3.4 – A Igreja passará pela Grande Tribulação?

Mui freqüentemente, os que afirmam que a Igreja passará pela G.T., salientam:
Deus não prometeu que a Igreja escapará da tribulação e do sofrimento. O que
eles não sabem é que a Bíblia usa a palavra tribulação (no grego, thlipsis) de
duas maneiras diferentes. Algumas vezes, ela refere-se à aflição, à perseguição, à
pressão e à angústia que nos são causadas por um mundo ímpio. Ela também é
traduzida por aflições quando Paulo fala de nossas tribulações diárias que, se
comparadas à eternidade, duram apenas um momento; 2 Co. 4.17. Mas os
julgamentos da tribulação, referidos em Apocalipse, não pertencem à mesma
classe; representam ante a ira de Deus. Mas não estamos esperando a ira; quer
vivamos ou morramos, aguardamos o arrebatamento para estarmos para sempre
com o Senhor; 1 Ts. 5.10.

“Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei ‘da


hora da tentação’ que há de vir sobre o mundo, para tentar os que habitam
na terra”; Ap. 3.10. A passagem em foco indica, que a Igreja jamais passará pela
G.T. Aqueles que advogam que a Igreja passará por este sombrio período, fazem
sua defesa no significado da preposição “EK”.

Esta preposição “ek” leva os intérpretes a uma interpretação literal de sair de


dentro. Para emergir de dentro da hora da tentação, deve (segundo este
conceito) ter estado presente durante aquela hora. Mas essa forma de
interpretação, não combina com a tese e argumento principal da natureza do
pensamento das Escrituras, por vários motivos:

a) Ora, usando a preposição gramatical de: “ek” e “apo” (fora de)


reforça o conceito geral das demais escritura. À referência direta
deste versículo, qualquer estudioso sabe que se refere à hora da
G.T., que de um certo modo envolverá todo o mundo, e, na sua fase
final, terá como alvo a cidade de Jerusalém e a Terra Santa.

b) A palavra da significa para fora de e em si traz a idéia de ser


guardado da Tribulação (não meramente conservado através dela,
como alguns asseveram). Ora, se a Igreja estivesse destinada a
passar pela G.T., uma coisa seria certa; em lugar de ler-se: “...eu te
guardarei ‘da’ hora da tentação”. Ler-se-ia: “eu te guardarei ‘na’
hora da tentação”. Convictos, desta verdade podemos afirmar: A
IGREJA NÃO PASSARÁ PELA GRANDE TRIBULAÇÃO.

4 – O MILÊNIO

“...e reinarão com Cristo durante mil anos”; Ap. 20.4b. O milênio será, de
acordo com as escrituras, um tempo de restauração para todas as coisas. Ao
invés do pecado, a justiça encherá a Terra.

Será verdadeiramente a Idade Áurea da Terra, acerca do qual os poetas têm


entoado, e pela qual este mundo triste e sofrido tem esperado através de todos os
séculos, desde que o seu Rei foi crucificado e assim o Senhor da Glória foi
rejeitado pelos que lhe pertenciam e por cuja razão, o reino foi adiado.
Haverá profundas mudanças na Terra, durante o Milênio. A maldição que Deus
pronunciou devido ao pecado, será removida e assim a benção de Deus mover-
se-á sobre a Terra.

Vejamos agora alguns itens a serem considerados sobre o Milênio.

4.1 – A forma de Governo

TEOCRÁTICO, isto é, o próprio Deus regerá o mundo na pessoa do Seu Filho, o


Senhor Jesus Cristo; Dn. 7.4.

4.2 – A Sede do Governo

Jerusalém, será a capital do mundo. A desprezada cidade tantas vezes pisada


pelos exércitos invasores.

4.3 – Condições espirituais

As condições espirituais em evidência durante o Milênio contrastarão fortemente


com as prevalecentes nos dias atuais. Então terá sua total realização a profecia de
Joel 2.28,29, em que, o Espírito Santo será derramado sobre Israel e as demais
nações.

4.4 – O conhecimento do Senhor será universal durante o Milênio; Is. 11.9; Jr.
31.34. Tal qual hoje o mal prevalece e muitas nações jazem nas trevas da
idolatria, naquele tempo a justiça de Deus prevalecerá e todas as nações
conhecerão o nome do Senhor Jeová Rafá.

4.5 – Satanás será amarrado durante o Milênio. Esse inimigo, tanto de Deus
como do homem, será algemado e lançado no abismo, de maneira que ele ficará
impossibilitado de exercer o seu nefasto programa de engano entre os homens;
Ap. 20.1-3.

4.6 – Haverá paz universal durante este período em estudo. Hoje os esforços
humanos para promover a paz entre os homens são vãos. Porém chegará o dia
em que o Príncipe da Paz estabelecerá a perfeita harmonia entre as nações.

4.7 – Fim do Milênio

Satanás será solto do abismo, por um pouco de tempo e enganará as nações afim
de congregá-las para a batalha.
O fato de que o homem dará ouvidos aos enganos de Satanás, embora tenha
usufruído das benção e das melhores influências espirituais, durante este período,
mostrará que o estado de depravação natural do coração humano, ainda se
encontra enraizado dentro do seu instinto pecaminoso, por natureza, e este estado
de depravação será revelado no fim desse período de 1.000 anos.

Mas, no ponto pinacular da rebelião contra o Senhor, Deus enviará fogo do céu
que os devorará.

O fim do Milênio marcará também o fim de todas as dispensações terrestre e o fim


do tempo.

5 – O JULGAMENTO FINAL

E Ap. 20.11-15 descreve-se o julgamento que terá lugar ao fim do Milênio, mil
anos depois do julgamento das nações, realizando-se não sobre a terra, como foi
o caso do julgamento das nações, mas sim nas regiões celestiais onde Deus
habita. A primeira ressurreição, Ap.20.6, ocorrerá antes do início do Milênio e será
para os mortos justos pertencentes a todas as dispensações, à Igreja, e ao grupo
salvo durante a G.T.; Ap.7

Sendo que os participantes da 1ª ressurreição são descritos como bem


aventurados, e santos, naturalmente os demais mortos que não viverem até o
fim do Milênio não o são. Por essa razão cremos que perante o GTB
comparecerão os mortos ímpios.

A presença do Livro da Vida será necessário na condenação daqueles que


alegarão méritos das suas obras, quando deveriam ter aceitado a Cristo como seu
Salvador, fato que teria colocado seus nomes nesse livro do Cordeiro.

Os ímpios serão julgados segundo as suas obras. O registro delas será aberto e
lido para determinar o grau de castigo. O Lago de Fogo será para todos os ímpios.
Para este lugar serão removidos para sempre a morte e o Hades.

6 – O ESTADO PERFEITO E ETERNO.

Jesus não deixou de mencionar sobre essa era perfeita. Apocalipse 21 e 22


descrevem as glórias deste estado eterno.

A cidade de Jerusalém, a celestial, baixará de vez sobre a Terra. A nova terra tem
seu relevo totalmente diferente.
Quem preparou esta cidade foi Jesus. A cidade ser quadrangular. Nessa cidade
não haverá mais noite, nem precisará da luz do sol, porque o Senhor Deus
brilhará sobre os seus e reinarão pelos séculos dos séculos. Deus enxugará de
nossos olhos toda a lágrima.

Conheceremos as águas límpidas do Rio da Vida e sentiremos o gostoso sabor do


fruto da Árvore da Vida. ALELUIA!!!

Fim da viagem.

1. FONTES BIBLIOGRÁFICAS

CABRAL, Elienai. Revista Lições Bíblicas (3º trimestre 1998) CPAD.


FALCÃO, Napoleão. Fita K-7. As cinco verdades sobre a morte.
GILBERTO, Antônio. O calendário da profecia (9ª Edição 1997) CPAD.
GOMES, Gesiel Nunes. O Rei está voltando (1ª Edição 1978) LEAL.
HORTON, Stanley M. Doutrinas Bíblicas (2ª Edição 1996) CPAD.
HORTON, Stanley M. A Vitória Final (1ª Edição 1995) CPAD.
LOCKYER, Sr. Herbert. Apocalipse – O drama dos Séculos, (1ª Edição em
Português 1992) Editora Vida.
OLSON, N. Laurence. O plano Divino Através dos Séculos (18ª Edição 1998)
CPAD.
JEOVÁ, O Senhor. A Bíblia Sagrada.
___, Revista Sinais (1997) CASA.
___, Jornal “Chamada da Meia Noite”. (1995)