Norma PETROBRAS N-2006: Sistemas de Iluminação
Norma PETROBRAS N-2006: Sistemas de Iluminação
Procedimento
Cópias dos registros das “não conformidades” com esta Norma, que possam
contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a
SC - 06 CONTEC - Subcomissão Autora.
Eletricidade As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC -
Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a
seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a
justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os
trabalhos para alteração desta Norma.
Apresentação
As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho
- GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são
comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas
Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as
Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos
representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS
está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a
cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são
elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas
sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.
Prefácio
Esta Norma (PETROBRAS N-2006 REV C 08/2017) é uma revisão integral da PETROBRAS N-2006
REV B 10/2008. Ela também cancela a PETROBRAS N-2429 REV C 10/2015 e incorpora o seu
conteúdo.
1 Escopo
1.1 Esta Norma fixa as condições mínimas exigíveis para a elaboração de projetos de sistemas de
iluminação interna e externa e seus níveis mínimos de Iluminância.
1.2 Esta Norma contempla a alimentação de tomadas para equipamentos de até 4,4 kVA.
1.3 Esta Norma não se aplica a projetos de sistemas de iluminação para instalações marítimas.
1.4 Esta Norma se aplica a projetos iniciados a partir da data de sua edição.
2 Referências Normativas
ABNT NBR IEC 60529 - Graus de Proteção Providos por Invólucros (Código IP);
ASTM F1166 - Standard Practice for Human Engineering Design for Marine Systems,
Equipment, and Facilities.
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3 Termos e Definições
3.1.1
iluminação predial de uso geral
Iluminação interna de prédio ou parte dele, cuja finalidade seja puramente administrativa, quer o
prédio esteja localizado em áreas industriais ou não
3.1.2
iluminação industrial
iluminação das unidades de processo e de utilidades, casas de bombas e de compressores, áreas de
tanques e esferas, subestações, casas de controle e de controladores e demais prédios de uso
industrial
3.1.3
iluminação viária
iluminação externa de pistas de trânsito de veículos motorizados e de tráfego de pessoas
3.2.1
Iluminação normal
sistema de alimentação e distribuição de iluminação para ambientes prediais, industriais e viários
3.2.2
iluminação de emergência essencial
sistema de alimentação e distribuição destinado à iluminação na ausência da iluminação normal
permitindo a realização de tarefas específicas
3.2.3
iluminação de emergência crítica
sistema de alimentação e distribuição destinado à iluminação para abandono e resgate na ausência
da iluminação normal
3.2.4
posto de trabalho
local do equipamento ou da atividade onde se realiza determinada tarefa
3.2.5
iluminação geral
iluminação uniformemente distribuída e difusa suprida pela fonte de energia elétrica principal ou
natural, que ilumina o local de trabalho não objetivando um único local, atividade ou posto de trabalho
3.2.6
iluminação suplementar
iluminação adicionada à iluminação geral com o objetivo de atender o nível mínimo de iluminância
adequado ao posto de trabalho, mesmo que eventual
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3.2.7
iluminância (lux)
densidade de fluxo luminoso (lúmens) recebido por uma superfície (m²)
4 Condições Gerais
4.1 O nível mínimo de iluminância considerado para os projetos abrangidos por esta Norma é
referenciado aos postos de trabalho e indicado na Seção 6.
4.2 Para desenvolvimento dos cálculos de iluminância podem ser considerados o método “ponto por
ponto”, o método dos “lúmens” ou o método das “cavidades zonais” (ver Seção 5).
4.5 Para iluminação exterior e viária é recomendada a utilização de luminárias e projetores a LED.
Podem ser utilizadas também as tecnologias de vapor de sódio de alta pressão e vapor metálico.
[Prática Recomendada]
4.6 Na utilização de lâmpadas de descarga (fluorescentes, vapor metálico e vapor de sódio) devem
ser utilizados reatores com fator de potência no mínimo igual a 0,92. Para lâmpadas fluorescentes
devem ser utilizados reatores de partida rápida ou eletrônico.
4.7 O projeto luminotécnico deve evitar a projeção de sombras na área a ser iluminada além de
considerar o ponto onde haja a intervenção do operador.
NOTA É recomendado que a verificação das interferências que podem causar sombras seja
realizada por meio de maquete eletrônica. [Prática Recomendada]
4.8 A locação dos pontos de iluminação deve ser feita de forma a facilitar os processos de
manutenção das instalações de iluminação, evitando pontos inferiores congestionados ou
excessivamente altos.
NOTA É recomendado que as luminárias sejam instaladas em alturas inferiores a 4,0 metros para
iluminação predial de uso geral e iluminação industrial. [Prática Recomendada]
4.9 Para redução dos riscos que podem ser causados pelo efeito estroboscópico, em áreas onde
existam equipamentos rotativos expostos, a alimentação de lâmpadas de descargas adjacentes deve
ser proveniente de fases distintas.
4.10 Na especificação das luminárias em ambientes fechados, devem ser utilizados elemento difusor
e proteção mecânica.
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4.12 Os painéis de iluminação devem ser instalados de acordo com os critérios ergonômicos
ilustrados na Figura 1.
4.13 Devem ser previstos espaços de reserva para ampliações futuras nos painéis de iluminação, na
quantidade prevista pela ABNT NBR 5410. Deve ser deixada uma reserva de potência para utilização
futura nos transformadores de iluminação correspondente a 20 % de sua potência nominal.
4.14 Os condutores destinados à iluminação industrial devem ser encordoados e com isolamento e
cobertura, atendendo as normas técnicas de cabos elétricos de baixa tensão vigentes.
4.15 A seção nominal do condutor deve ser dimensionada de acordo com os critérios da
ABNT NBR 5410, inclusive do condutor neutro.
4.16 As partes metálicas dos equipamentos e luminárias relacionados nesta Norma devem ser
aterrados ou equipotencializados de acordo com os critérios da ABNT NBR 5410.
4.17 Os condutores elétricos devem ser certificados pelo Sistema Brasileiro de Avaliação da
Conformidade (SBAC/Inmetro).
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4.18 O encaminhamento dos circuitos para o atendimento das diversas cargas deve ser o mais curto
possível, devendo ser evitados cruzamentos e curvas desnecessários. O encaminhamento dos
circuitos deve acompanhar as direções das arestas do ambiente.
4.19 A distância e a deflexão máximas entre 2 pontos consecutivos quaisquer de puxamento, bem
como as curvas nos encaminhamentos, devem respeitar os requisitos da ABNT NBR 5410.
4.21 É recomendado que os circuitos de iluminação industrial e predial sejam distribuídos de tal
forma que as luminárias fiquem intercaladas em circuitos distintos. [Prática Recomendada]
5 Condições Específicas
5.1.1 Para instalações elétricas prediais de uso geral devem ser considerados os requisitos da
ABNT NBR 5410.
5.1.2 A iluminação predial de uso geral deve ser realizada com base no método dos “lúmens”. Em
locais que exijam uma iluminação direcionada, como fachada de edifícios, deve ser utilizado o
método “ponto por ponto”.
5.1.3 Os dispositivos de comando das luminárias devem ser localizados próximos às entradas dos
ambientes.
5.1.4 O controle da iluminação geral deve ser realizado através dos dispositivos de comando, dos
respectivos circuitos, no painel de iluminação. Para postos de trabalho que utilizam iluminação
suplementar podem ser adotados interruptores independentes.
5.1.5 A distribuição das luminárias para ambientes com divisórias deve ser planejada de forma a
permitir uma distribuição homogênea de iluminação, de acordo com as divisões previstas em projeto.
5.1.6 Podem ser utilizados pontos de luz nas partes externas dos prédios para iluminação de
fachadas, passeios e jardins, a critério da Unidade.
5.1.7 Devem ser utilizados pontos de luz nas partes externas dos prédios para iluminação dos
acessos, portões e guaritas, bem como outros locais definidos pela segurança patrimonial.
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5.2.1 A iluminação industrial para interiores deve ser realizada com base no método dos “lúmens” ou
das “cavidades zonais”. Em ambientes externos e locais que exijam uma iluminação direcionada, ou
postos de trabalho que exijam leitura ou manobra, como locais com válvulas e instrumentos, deve ser
utilizado o método “ponto por ponto”.
5.2.2 É recomendado que a instalação seja do tipo aparente com a utilização de bandejamento para
encaminhamento dos cabos. A interligação entre o bandejamento e os equipamentos ou dispositivos
de controle pode ser realizada por meio de perfilados ou eletrodutos, conforme PETROBRAS N-1997.
[Prática Recomendada]
NOTA Onde não for possível a instalação aparente, é recomendado o encaminhamento dos cabos
em trechos subterrâneos com eletrodutos envelopados em concreto ou eletrodutos de
Polietileno de Alta Densidade (PEAD), conforme a PETROBRAS N-1996.
[Prática Recomendada]
5.2.3 No caso de interiores os dispositivos de comando das luminárias devem ser localizados
próximos às entradas dos ambientes. Quando os dispositivos comandarem luminárias situadas em
áreas classificadas, como sala de baterias, esses dispositivos devem ser instalados externamente.
5.2.4 O controle da iluminação geral deve ser realizado através dos dispositivos de comando dos
respectivos circuitos, no painel de iluminação.
5.2.5 O painel de iluminação deve possuir um disjuntor geral de entrada e disjuntores para proteção
e desligamento dos circuitos.
5.2.6 O controle da iluminação externa deve ser com comando automático atuando no controle dos
circuitos de iluminação, que deve ser provido com chave seletora automático-manual.
5.2.7 Nos acessos de subestações e salas elétricas podem ser utilizados para comando das
luminárias, a critério do projeto e do porte dessas edificações:
5.2.8 Deve ser projetada iluminação para as áreas externas das subestações, como
transformadores, geradores de emergência e bancos de capacitores. Os painéis de iluminação
devem ser internos às subestações.
5.2.9 As instalações dos painéis de iluminação e seus transformadores necessitam ser realizadas
conforme 5.2.9.1 à 5.2.9.5.
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5.2.9.1 Em pátios de bombas a instalação sobre o piso deve ser feita em perfis engastados em
bases de concreto com elevação aproximada de 300 mm do piso acabado. Deve ser colocada
próxima à entrada do pátio para facilitar o acesso do operador.
5.2.9.2 Em áreas de compressores ao tempo, a instalação deve ser idêntica à do pátio de bombas
(ver 5.2.9.1). Em áreas de compressores abrigados os equipamentos podem ser instalados nas
colunas ou na própria parede.
5.2.9.3 Em unidades de processo a instalação deve ser realizada aproveitando o pilar de concreto da
estrutura do “pipe-rack”.
5.2.9.4 Os painéis de iluminação e seus transformadores devem ser próprios para instalação em
unidades industriais e apresentar grau de proteção IP adequado para o ambiente onde devem ser
instalados. Dependendo do local da instalação, pode ser necessária a inclusão de requisitos contra
ambientes agressivos.
5.2.10 A instalação das luminárias necessita ser realizada conforme 5.2.10.1 à 5.2.10.5.
5.2.10.1 Nos pátios de bombas - em suportes fixados a corrimãos, estruturas, perfis, passarelas ou
postes de concreto.
5.2.10.2 Nas áreas de compressores ao tempo - idêntica ao pátio de bombas (ver 5.2.10.1). Em
instalações abrigadas, as luminárias devem ficar apoiadas nas próprias paredes laterais, colunas
suportes ou vigas suportes da cobertura.
5.2.10.3 Nas unidades de processo - com aproveitamento das estruturas (vigas, colunas, suportes de
equipamentos, tubovias, plataformas de circulação no entorno de torres e vasos, escadas de acesso a
equipamentos) ou em postes dedicados para a fixação de luminárias.
5.2.10.4 Nas subestações elétricas abertas - em postes dedicados para a fixação de luminárias.
5.2.11 As luminárias utilizadas devem ser próprias para instalação em unidades industriais e
apresentar grau de proteção IP adequado para o ambiente onde devem ser instaladas. Dependendo
do local da instalação, pode ser necessária a inclusão de requisitos contra ambientes agressivos.
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5.2.13 O projeto de iluminação industrial externa pode contemplar a utilização de mastros elevados
(“high mast”), superiores a 25 m de altura, a fim de otimizar o número de pontos de iluminação, caso
seja identificada viabilidade técnico-econômica. Os mastros elevados devem possuir dispositivo para
permitir a subida e descida das luminárias para manutenção.
5.2.14 É recomendado que a proporção entre tomadas monofásicas e bifásicas seja de 3:1, ou seja,
3 tomadas monofásicas para cada tomada bifásica. [Prática Recomendada]
5.3.1 A iluminação viária deve ser realizada com base no método “ponto por ponto”.
5.3.3 O controle da iluminação deve ser com comando automático atuando no controle dos circuitos
de iluminação, que deve ser provido com chave seletora automático-manual.
5.3.4 Os painéis de iluminação viária e seus transformadores devem ser instalados no prédio da
subestação ou outro local abrigado mais próximos da área a ser iluminada e devem servir
exclusivamente a esta finalidade.
5.3.5 Devem ser utilizadas luminárias com grau de proteção mínimo IP-54, conforme
ABNT NBR IEC 60529. Dependendo do local da instalação, pode ser necessária a inclusão de
requisitos contra ambientes agressivos.
5.3.6 Nas instalações trifásicas a 3 fios, a distribuição das luminárias deve ser feita de modo a
equilibrar o sistema. Para isso, as lâmpadas devem ser ligadas alternadamente às fases A e B, B e C
e C e A de forma que a cada 3 postes a carga instalada seja a mesma em todas as fases.
5.3.7 Devem ser empregados postes de concreto ou metálicos. No caso de haver braços metálicos
para fixação das luminárias, os braços metálicos devem ser de aço zincado, tubulares e providos de
braçadeira de aço. Os postes metálicos devem ser de aço zincado adequados para engastamento no
solo ou fixação em base por chumbadores, cilíndricos, conicidade contínua, com extremidade curva,
própria para a fixação de luminária e providos de janela de inspeção.
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PÚBLICA
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NOTA Os postes metálicos fixados em base devem possuir aterramento no local da instalação da
base.
5.3.8 A iluminação por meio de postes autônomos, que utilizam a solução de energia solar, eólica ou
híbrida, pode ser adotada, caso seja identificada viabilidade técnico-econômica.
5.4.2 Devem ser obedecidas as recomendações da ABNT NBR 10898 com relação a todo sistema
de iluminação de emergência a ser instalado em edificações ou em outras áreas fechadas.
5.4.3 Nenhuma outra carga pode ser ligada aos circuitos de iluminação de emergência.
5.4.6 A iluminação de emergência crítica deve ser composta de luminárias autônomas com bateria
incorporada com autonomia mínima de 3 horas.
5.4.7 Os circuitos de iluminação de emergência crítica devem ser provenientes da mesma fonte de
alimentação dos circuitos de iluminação de emergência essencial ou da fonte de alimentação dos
circuitos de iluminação normal, quando não existir iluminação de emergência essencial na instalação.
5.4.9 A instalação das luminárias de emergência essencial deve ser realizada considerando aspectos
operacionais e de segurança pessoal. Para a iluminação de “pipe-racks”, deve ser instalada, pelo
menos, uma luminária de emergência para cada quatro luminárias conectadas ao sistema de
iluminação normal. Na iluminação de plataformas e estruturas dos equipamentos de processo devem
ser instaladas luminárias de emergência próximas às escadas e locais que necessitem de iluminação
para operação ou leitura de instrumentos durante períodos de ausência de iluminação normal.
5.4.10 A instalação das luminárias de emergência crítica deve ser realizada nas rotas de fuga das
instalações prediais e industriais e deve garantir o nível mínimo de iluminância apresentado na
Tabela 1.
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PÚBLICA
-PÚBLICA-
6.1 O nível mínimo de iluminância para a iluminação geral de um determinado ambiente é indicado
nas linhas denominadas “Áreas de circulação” na Tabela 1.
6.2 Um determinado ambiente geralmente é composto por uma área de circulação e por um posto de
trabalho. Essas áreas podem possuir níveis mínimos de iluminância distintos, conforme apresentados
na Tabela 1.
6.3 Quando não puder ser definido o posto de trabalho este deve ser considerado como um plano
horizontal a 75 cm do piso para efeito de projeto de iluminação.
6.4 Os ambientes que possuem mais de um posto de trabalho e áreas de iluminação com
interferências, cujos níveis mínimos de iluminância exigidos sejam distintos, deve-se adotar o maior
deles.
6.5 Os níveis mínimos de iluminância estabelecidos nessa Norma são aplicáveis durante a execução
das atividades ou tarefas fins do ambiente ou posto de trabalho.
NOTA É admitido que o ambiente possa ter um nível de iluminância menor, a critério da Unidade,
durante o período que não houver a realização de atividades.
6.6 A iluminação suplementar fixa pode ser utilizada para atender aos níveis mínimos de iluminância
de projeto exigidos por esta Norma.
6.7 Uma iluminação suplementar temporária pode ser utilizada para trabalhos diferentes dos
realizados rotineiramente nos locais sob intervenção, como montagem, inspeção, manutenção ou
movimentação de carga.
6.8 Para leitura da medição local de instrumentos, equipamentos ou medidores que possuem
controle ou medição remota, pode não ser necessária a instalação de iluminação específica.
6.9 Lanternas portáteis são itens de utilização rotineira para leituras em pontos ou equipamentos
específicos e devem ser utilizadas de forma suplementar ao sistema de iluminação fixa.
6.11 Para ambientes não citados na Tabela 1, podem ser consultados níveis de iluminância
presentes em normas internacionais, como o API RP 540.
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PÚBLICA
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ÁREAS DE PROCESSO
Áreas gerais
Áreas de circulação 10 Piso
Escadas 10 Piso
Plataformas de manutenção (ocasionalmente ocupada) 10 Piso
Plataformas de operação (frequentemente ocupada) 30 Piso
Pátios de bombas 50 Equipamento
Pátios de coque e de enxofre 10 Piso
Locais de válvulas 50 Equipamento
Locais de “manifolds” 50 Equipamento
Locais de flanges, bocas de visita e janelas de inspeção
30 Flanges
de unidades de processo
Trocadores de calor 30 Flanges
Instrumentos e pontos de medição 50 Equipamento
Frontal de painéis, pontos de medidas e coleta de
50 Equipamento
amostras
Interior de salas de equipamentos (ex.. motores,
200 Equipamento
bombas, compressores etc.)
Sala de controle
Áreas de circulação - Casa de Controle Local (CCL) 300 Piso
Sala de painéis de instrumentação - CCL 300 Piso
75 cm do piso
Sala de operação (Console) - CCL 300
(ver Nota 1)
Áreas de circulação - Centro Integrado de Controle (CIC) 500 Piso
Painel de instrumentação - CIC 500 Piso
75 cm do piso
Console - CIC 500
(ver Nota 1)
Área de processo específica
Equipamentos das torres de resfriamento 30 Equipamento
Fornos (flanges) 30 Flanges
Fornos (painéis e equipamentos) 50 Equipamento
Separadores 50 Equipamento
Correia transportadora 20 Equipamento
Casa de transferência da correia transportadora 50 Equipamento
Casa ou sala de catalisador 200 Piso
Central de gases (pontos de operação e painéis) 200 Cabeça dos cilindros
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PÚBLICA
-PÚBLICA-
ÁREAS DE UTILIDADES
Recebimento, expedição, central de água gelada etc.
Pátios de bombas de transferência 50 Equipamento
75 cm do piso
Sala de operadores 150
(ver Nota 1)
Sala de painéis de controle 200 Piso
Caldeiras 50 Piso
Geração de ar comprimido 50 Piso
Áreas de tancagem
Escadas 10 Piso
Plataformas 10 Piso
Janelas de inspeção 10 Janela de inspeção
Área de “manifold” 10 Equipamento
Rotas de acesso aos “manifolds” dos tanques de
10 Piso
armazenamento (ver Nota 2)
Áreas de carregamento e descarga de caminhões ou vagões
Áreas de circulação 50 Piso
Bocais de carregamento/descarga 100 Bocais
Plataformas para carregamento e descarregamento 200 Piso
Subestações elétricas
Pátios de subestações ao tempo 20 Piso
Frontal dos painéis de subestações abrigadas 150 Piso
Áreas de circulação de subestações abrigadas 50 Piso
Área dos transformadores de subestações abrigadas 50 Piso
Sala de baterias 50 Piso
Sala de painéis de automação 150 Piso
Sala de “Heating, Ventilation and Air Conditioning “
150 Piso
(HVAC)
Sala de cabos 30 Piso
“Switch racks” 50 Piso
Estação de Tratamento de Águas (ETA), Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) e Estação de
Tratamento de Despejos Industriais (ETDI)
Áreas abertas (lagoas de aeração etc.) 10 Piso
Áreas fechadas (salas de controle, sistemas dosadores
150 Piso
etc.)
Ponto de amostragem 50 Piso
Passarelas de tanques 30 Piso
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PÚBLICA
-PÚBLICA-
PRÉDIOS
Prédios administrativos e escritórios
Ver ABNT NBR ISO/CIE 8995-1 (ver Nota 3) - -
Laboratórios
Laboratórios químicos 500 Bancada
Planta piloto 300 Bancada
Laboratórios físicos 300 Bancada
Lavagem de vidrarias 300 Bancada
Capelas 300 Bancada
Sala de armazenamento 150 Bancada
Almoxarifados e depósitos
Armazenamento abrigado 100 Piso
Armazenamento ao tempo 10 Piso
Área de descarte de resíduos 50 Piso
Armazenamento de peças pequenas 200 Piso
Bancadas 300 Bancada
Oficina
Áreas de circulação 50 Piso
Fabricação 200 Bancada
Bancadas de instrumentação, elétrica e chaparias 200 Bancada
Trajeto de empilhadeira 150 Piso
Vestiários
Ver ABNT NBR ISO/CIE 8995-1 (ver Nota 3) - -
Portaria
Catracas 100 Piso
Portão de entrada (inspeção) 150 Piso
Áreas de circulação 50 Piso
Restaurante
Ver ABNT NBR ISO/CIE 8995-1 (ver Nota 3) - -
Serviço médico
Ver ABNT NBR ISO/CIE 8995-1 (ver Nota 3) - -
Combate a incêndio
Áreas de circulação (armários de EPI) 50 Piso
Casa de bombas 50 Piso
Painéis elétricos 150 Piso
Área de estacionamento de viaturas 10 Piso
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PÚBLICA
-PÚBLICA-
Segurança
Rotas de fuga (ver Nota 4) 10 Piso
Pontos de encontro (ver Nota 5) 30 Piso
Iluminação viária
ABNT NBR 5101
Uso frequente Piso
(ver Notas 3 e 6)
ABNT NBR 5101
Uso ocasional Piso
(ver Notas 3 e 6)
GERAL
Área de estacionamento de carros 10 Piso
Guaritas e postos de vigilância 100 Piso
Salas da Tecnologia da Informação e Comunicação
150 Piso
(TIC)
Áreas de recebimento e despacho 500 Bancada
Balanças 200 Piso
7 Aceitação do Projeto
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PÚBLICA
-PÚBLICA-
ÍNDICE DE REVISÕES
REV. A
Partes Atingidas Descrição da Alteração
1a5 Revisados
REV. B
Partes Atingidas Descrição da Alteração
Revalidação
REV. C
Partes Atingidas Descrição da Alteração
IR 1/1
PÚBLICA