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Administração em Engenharia de Segurança

O documento aborda conceitos fundamentais da administração aplicados à engenharia de segurança do trabalho, destacando funções como planejamento, coordenação, liderança, execução e controle. Apresenta também a evolução histórica da administração, desde o trabalho artesanal até a Indústria 4.0, e discute teorias administrativas, incluindo o Taylorismo, Fayolismo e a Teoria das Relações Humanas de Elton Mayo. Além disso, menciona a hierarquia das necessidades humanas de Maslow, enfatizando a importância do ambiente de trabalho e das relações sociais na produtividade.

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Victor Fabiano
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Administração em Engenharia de Segurança

O documento aborda conceitos fundamentais da administração aplicados à engenharia de segurança do trabalho, destacando funções como planejamento, coordenação, liderança, execução e controle. Apresenta também a evolução histórica da administração, desde o trabalho artesanal até a Indústria 4.0, e discute teorias administrativas, incluindo o Taylorismo, Fayolismo e a Teoria das Relações Humanas de Elton Mayo. Além disso, menciona a hierarquia das necessidades humanas de Maslow, enfatizando a importância do ambiente de trabalho e das relações sociais na produtividade.

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Administração aplicada à Engenharia de

Segurança do Trabalho
Filipe Siqueira Mazzaro
UNIDADE 1
Conceitos de Administração
CONCEITO DE ADMINISTRAÇÃO

- Processos de resolução dos problemas e do manejo dos


recursos (MAXIMIANO, 2012);

- Realizar uma tarefa por meio das pessoas, com os melhores


resultados.
Como vou resolver
esses problemas?
DECISÕES OU FUNÇÕES DA ADMINISTRAÇÃO

Fonte: Elaborado pelo autor (2023)


DECISÕES OU FUNÇÕES DA ADMINISTRAÇÃO

1) Planejar: objetivos; metodologias; previsão; traçar o


programa de ação;
2) Coordenar: estruturação das atividades; recrutamento;
treinamento;
3) Liderar: dirigir e orientar o pessoal; entusiasmo;
4) Executar: realizar aquilo que foi planejado;
5) Controlar: ocorreu o planejado; comparativo; ações
corretivas.
Princípios do Planejamento
PRINCÍPIOS DO PLANEJAMENTO

Princípio da precedência do planejamento sobre as demais


funções:

O planejamento aparece no início do processo administrativo.


PRINCÍPIOS DO PLANEJAMENTO

Princípio da contribuição aos objetivos:

O planejamento deve buscar os objetivos máximos da


empresa.

Os objetivos devem ser “hierarquizados”, de forma que todos


eles sejam cumpridos em sua totalidade.
PRINCÍPIOS DO PLANEJAMENTO

Princípio da maior influência (ou penetração) e abrangência:

O planejamento pode provocar diversas modificações nas


características e nas atividades da empresa, por ser a função
mais abrangente e mais influente.

As modificações podem ocorrer em pessoas, tecnologia,


sistemas, etc.
PRINCÍPIOS DO PLANEJAMENTO

Princípio das maiores Eficiência, Eficácia e Efetividade:

O planejamento deve buscar maximizar os resultados e


minimizar as deficiências.
EFICÁCIA

- Atingir objetivos e metas;

- Quanto maior o alcance dos objetivos, mais eficaz será a


organização (MAXIMIANO, 2012);

- Capacidade de satisfazer uma necessidade da sociedade por


meio do suprimento de seus produtos (bens e serviços).
EFICIÊNCIA

- Organização utiliza de maneira econômica seus recursos;

- Não basta atingir os objetivos. Estes devem ser


conquistados com o gasto mínimo de recursos;

- Utilizar menor quantidade de recursos para produzir mais


(MAXIMIANO, 2012).
EFETIVIDADE

- Impacto das ações;

- Alcançar os resultados pretendidos, de forma a alterar a


realidade;

- Não basta alcançar os objetivos; deve haver transformação.


Processo Histórico da Administração
e do Trabalho
Fonte: Elaborado pelo autor (2023)
1ª ETAPA – ANTES DE 1760

- Trabalho realizado por meio da energia física do ser


humano ou do animal;

- Produção essencialmente artesanal;

- Realizado em pequenas oficinas instaladas nas próprias


residências dos artesãos.
2ª ETAPA – 1ª REVOLUÇÃO INDUSTRIAL (1760)
- Invenção da Máquina a Vapor por James Watt;
- Início das fábricas e do uso de máquinas.

CONSEQUÊNCIAS
- Condições precárias;
- Altas jornadas de trabalho;
- Diversos acidentes;
- Salários baixos;
- Trabalho infantil.
3ª ETAPA – 2ª REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
- Houve uma grande transformação com a abordagem
clássica: Taylor, Ford e Fayol;
- Grande êxodo rural;
- Estabeleceu regras de funcionamento no nível operacional
(“chão de fábrica”);
- Produção em massa e divisão do trabalho;
- Período de grandes invenções (desenvolvimento tecnológico,
motores à combustão).
4ª ETAPA – 3ª REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

- Mudança da forma de produção: robótica, controlador lógico


programável, automação;
- Mudança nas relações de trabalho;
- Terceirizações;
- Trabalho em departamentos/células.
5ª ETAPA – 4ª REVOLUÇÃO INDUSTRIAL OU INDÚSTRIA 4.0

- Estratégia de alta tecnologia promovida pelo governo


alemão;

- Conjunto de tecnologias relacionadas à internet com o


objetivo de tornar os sistemas de produção mais flexíveis
(produtos x demanda) e colaborativos.
Principais aspectos relacionados à
Teoria da Administração
PRINCIPAIS ASPECTOS RELACIONADOS À TEORIA DA
ADMINISTRAÇÃO
Teoria da Administração Científica
Frederick Winslow Taylor
Teoria Clássica ABORDAGEM
Jules Henri Fayol
Fordismo
CLÁSSICA
Henry Ford

Teoria das Relações Humanas


Elton Mayo ABORDAGEM
Hierarquia das Necessidades Humanas HUMANÍSTICA
Abraham Maslow

Toyotismo
MODELO
Eiji Toyoda e Taiichi Ono JAPONÊS
Teoria da Administração Científica
(Taylorismo)
TAYLOR (1856 - 1915)

- Formado em Engenharia Mecânica;


- Aos 28 anos já era chefe na indústria onde atuava;
- Em 1903 publicou o livro Administração de Oficinas
(preocupou com as técnicas de racionalização do trabalho);
- Em 1906 se tornou presidente da Associação Americana de
Engenheiros;
- Em 1911 publicou o livro Princípios da Administração
Científica (concluiu que a racionalização do trabalho deveria
ser acompanhada de estruturação geral da empresa).
PRINCÍPIOS DA TEORIA DA ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA
DE TAYLOR
- Análise racional do trabalho a fim de
instituir a “técnica correta de trabalho”;
O foco foi dividir
tarefas complexas
- Estudo dos Tempos e Métodos (preocupação em tarefas
com o método de trabalho, com as tarefas e simples.
com o tempo para executá-las).

- Adaptação do homem ao trabalho;


Fonte: Couto (2002)
PRINCÍPIOS DA TEORIA DA ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA DE
TAYLOR
- Autoridade técnica do engenheiro sobre os demais
trabalhadores para fazer a análise do trabalho;

- Pagamento diferenciado por produção;

- Precursor da seleção de pessoal e treinamento.

Fonte: Couto (2002)


PRINCÍPIOS DA TEORIA DA ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA DE
TAYLOR

Operário 1 Operário 2 Operário 3 Operário 4


Vantagens
1) Admissão de operários com qualificações mínimas e
salários menores;
2) Custo reduzido de treinamento;
3) Redução de erros;
4) Facilidade de supervisão.
Fonte: Chiavenato (2014)
PRINCÍPIO DA TEORIA DA ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA DE
TAYLOR
Método

Adaptação do Pagamento
Técnica homem por
TAYLOR Tarefa
correta ao trabalho produtividade

Tempo
Teoria Clássica (Fayolismo)
FAYOL (1841 - 1925)

- Engenheiro de Minas;
- Em 1888 assumiu o cargo de Diretor-Geral da empresa de
mineração;
- Reergueu a empresa quando assumiu essa função;
- Em 1916 publicou o livro Administração Industrial Geral;
- Em 1918 aposentou-se.
FAYOL (1841 - 1925)
Processo administrativo: prever, organizar, comandar,
coordenar e controlar.
- Prever: avaliar o futuro;
- Organizar: mover recursos;
- Comandar: orientar;
- Coordenar: harmonizar atividades, criar cooperação.
- Controlar: verificar se está de acordo com o previsto.
14 PRINCÍPIOS DA TEORIA CLÁSSICA DE FAYOL

1) Autoridade: responsabilidade de acordo com a função e a


dimensão do erro;
2) Disciplina: seguir as regras da empresa;
3) Interesse geral: interesse coletivo sobrepõe ao interesse
individual;
4) Unidade de direção: trabalhadores compreendem o
objetivo da empresa;
14 PRINCÍPIOS DA TEORIA CLÁSSICA DE FAYOL

5) Unidade de Comando: para facilitar a compreensão dos


objetivos;
6) Centralização: poucos comandam e muitos executam;
7) Cadeia Escalar: hierarquia na empresa;
8) Remuneração do pessoal: maior a responsabilidade, maior
o salário;
14 PRINCÍPIOS DA TEORIA CLÁSSICA DE FAYOL

9) Ordem: disposição dos equipamentos; organização; layout;


10) Equidade: tratar a todos com igualdade,
independentemente se estão em um nível hierárquico
inferior;
11) Estabilidade: criar melhores condições, a fim de reduzir a
rotatividade e, consequentemente, o operário ser mais
produtivo;
12) Iniciativa: inovar.
14 PRINCÍPIOS DA TEORIA CLÁSSICA DE FAYOL

13) Espírito de equipe

14) Divisão do Trabalho: dividir em setores para que o


operário fique melhor em suas atividades.
Fordismo
FORD (1863 - 1947)
- Mecânico;

- Aos 40 anos fundou a Ford Motor Company;

- Sua ideia foi popularizar a venda de carros;

- Grande inovação do século XX: a produção em massa


(redução dos custos de produção e dos preços dos produtos);
PRINCÍPIOS DO FORDISMO

- Linha de montagem;

- Empregado ficava fixo no posto de trabalho;

- Ritmo de trabalho pré-determinado em função da


velocidade da esteira;

- Exigência de alta produção;


PRINCÍPIOS DO FORDISMO

- Instituiu o salário de 5 dólares por dia (five-dollars day);

- Reduziu a jornada de trabalho para 8 horas por dia (quanto


menor o tempo na fábrica, mais irá
consumir); Assista ao filme
Tempos Modernos
- Salário que tornasse possível a eles de Charles Chaplin.
adquirir os carros que fabricavam.
FORDISMO

Não se limitou apenas aos aspectos da fábrica, mas passou a


controlar a vida das pessoas;

- Políticas de incentivo a não beber, não fumar, não chegar


tarde em casa;

- Ford oferecia benefícios de salários para os empregados


com mais de 6 meses de serviços prestados à empresa.
FORDISMO
↑ Velocidade
esteira

↑ Produção

↑ Remuneração

↑ Consumo

↑ Venda de carros

↑ Lucro
CONTEXTO SOCIAL

- Crescimento populacional próximo à indústria;

- Culturas diferentes;

- Início dos conglomerados;

- Condições de vida e saúde precárias;

- Falta de saneamento básico;


PROBLEMAS OCASIONADOS PELO
TAYLORISMO/FORDISMO
- Trabalho exaustivo;

- Ocorrência de Distúrbios Osteomusculares relacionados ao


trabalho (DORT) e Lesões por Esforços Repetitivos (LER).
PROBLEMAS OCASIONADOS PELO
TAYLORISMO/FORDISMO
- Impossibilidade de apenas uma “única maneira correta” de
trabalho (cada ser humano é único e tem suas características
peculiares);

- Falta de possibilidades profissionais (cada pessoa sabia


exercer apenas uma função).
CONTEXTO DO TRABALHO NO SÉCULO XX

- Crise do Taylorismo/Fordismo;

- Pressão social (greves, boicotes);

- Início da Teoria das Relações Humanas de Elton Mayo em


1934;
CONTEXTO DO TRABALHO NO SÉCULO XX

- Início do modelo japonês de produção (Toyotista);

- Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) - Decreto-Lei nº


5.452/1943

- Normas Regulamentadoras (NRs) – Portaria nº 3.214/1978


Teoria das Relações Humanas
(Elton Mayo)
ELTON MAYO (1880 - 1949)

- Psicólogo, sociólogo e pesquisador;

- Supervisionou a experiência de Hawthorne (Chicago) em


uma fábrica da Western Eletric Company;

- Escreveu livros baseados nessa experiência;

- A partir dessa experiência, surgiu a Teoria das Relações


Humanas.
TEORIA DAS RELAÇÕES HUMANAS DE ELTON MAYO

Elton Mayo verificou que o desempenho das pessoas não é


determinado apenas pelo método de trabalho, segundo o
Taylorismo/Fordismo, mas também pelo comportamento
(MAXIMIANO, 2002).
A EXPERIÊNCIA DE HAWTHORNE (1927 A 1933)

- Um grupo de pesquisadores da Universidade de Harvard


foi contratado para desenvolver um estudo em uma fábrica
da Western Eletric;

- A experiência consistia em descobrir se as variações na


iluminação teriam algum efeito sobre o desempenho dos
trabalhadores;
A EXPERIÊNCIA DE HAWTHORNE (1927 A 1933)

1ª FASE: Influência da intensidade da luz

↑ intensidade da luz, ↑ produção

↓ intensidade da luz, ↑ produção


A EXPERIÊNCIA DE HAWTHORNE

RESULTADOS

- Não havia relação da variação da iluminação com o


rendimento dos operários;

- Os operários sentiam obrigação de produzir mais quando a


intensidade era maior e, assim, verificaram que havia o fator
psicológico envolvido.
A EXPERIÊNCIA DE HAWTHORNE

2ª FASE

- 5 mulheres foram alocadas em uma mesma sala;

- Receberam aumento de salário, lanche e intervalos de


descanso;

- Os benefícios foram retirados, mas a produção aumentou.


A EXPERIÊNCIA DE HAWTHORNE

RESULTADOS

- O desempenho estava relacionado com ambiente de trabalho


agradável, pois o supervisor era calmo e flexível, além de
permitir que as mulheres participassem das decisões da
empresa.
A EXPERIÊNCIA DE HAWTHORNE

3ª FASE

- Foram analisadas as diferenças de atitudes dos grupos de


operários e das 5 mulheres;

Resultados
- Os operários formavam grupos informais para se
protegerem das ameaças da Administração.
A EXPERIÊNCIA DE HAWTHORNE

4ª FASE

- Foram analisados os grupos informais dos operários;

Resultados

- Grupos informais influenciavam os grupos formais;


- A união do grupo informal determinava o ritmo de trabalho
e sua contribuição para a organização.
CONCLUSÕES DA EXPERIÊNCIA DE HAWTHORNE

Conclusões

1) Nível de Produção: determinado pela integração social, e


não pela capacidade física;

2) Competência e eficiência: determinada pela capacidade


de socialização, e não por executar movimentos
calculados em dado tempo;
CONCLUSÕES DA EXPERIÊNCIA DE HAWTHORNE

Conclusões

3) Empresa como organização social, composta de grupos


sociais informais. Sanções e recompensas sociais produzidas
pelo grupo informal são mais importantes e com maior
poder do que normas e recompensas da organização formal;

4) Elementos emocionais são importantes;


CONCLUSÕES DA EXPERIÊNCIA DE HAWTHORNE

Conclusões

5) Tratamento dos gestores influencia diretamente no


desempenho dos empregados;

6) O moral do trabalhador é influenciado pelo conteúdo e


pela natureza do trabalho;
CONCLUSÕES DA EXPERIÊNCIA DE HAWTHORNE

Conclusões

7) A especialização defendida pelo Taylorismo não era


eficiente, pois operários trocavam de posição para evitar a
monotonia.
Hierarquia das Necessidades
Humanas de Maslow
HIERARQUIA DAS NECESSIDADES HUMANAS

Fonte: Soares (2021)


HIERARQUIA DAS NECESSIDADES HUMANAS DE MASLOW

1) Necessidades básicas (do corpo): respiração, alimento,


água, dormir.

2) Necessidades de segurança: proteção contra ameaças,


perda de emprego, risco à integridade física e patrimonial.

3) Necessidades sociais: amor, amizade, afeto, sentir-se útil e


aceitação perante à sociedade.
HIERARQUIA DAS NECESSIDADES HUMANAS DE MASLOW
4) Necessidades estima: autoestima, confiança, conquista,
respeito dos outros, reconhecimento e atenção.

5) Necessidades de realização pessoal: uso de habilidades e


autodesenvolvimento.
APLICAÇÃO DA HIERARQUIA DE MASLOW

1) Necessidades básicas: horários flexíveis, descanso físico e


mental;

2) Necessidades de segurança: segurança no trabalho, bom


salário e garantias de estabilidade;

3) Necessidades sociais: amizades, boas relações com os


superiores no trabalho;
APLICAÇÃO DA HIERARQUIA DE MASLOW

4) Necessidades de estima: manter o retorno para a empresa,


ser reconhecido pelo trabalho e receber promoções;

5) Necessidades de realização pessoal: autonomia no


trabalho.
Toyotismo (Ohnoísmo)
TOYOTISMO (OHNOÍSMO)

- Controle de qualidade em cada etapa da fabricação (defeitos


são tratados de forma pontual) ;

- Quando há um problema, a linha de produção é


interrompida até que se encontre o erro;

- Just in time (tudo é produzido, transportado ou comprado no


momento exato);
TOYOTISMO(OHNOÍSMO)

- Eliminação de desperdícios (materiais,


espaço, tempo e pessoal);
No Toyotismo,
o empregado
- Empresa é vista como família (mais
não fica somente
tempo na empresa, maior o salário); “apertando parafusos”

- Estabilidade no trabalho (gera conforto


e benefícios psicológicos);
TOYOTISMO

- Os trabalhadores ficam cada vez mais envolvidos com a


empresa;

- Cada equipe de trabalho discute e resolve seus problemas;


TOYOTISMO

- Mão de obra mais qualificada;

- Os trabalhadores entendem o processo inteiro, e não


apenas de sua atividade (diferentemente dos modelos
Taylorista/Fordista);

- Trabalho em células (os trabalhadores entendem todo o


processo e essa “célula é multiplicada”).
Modelo brasileiro adotado
atualmente
BRASIL NOS DIAS ATUAIS

- Adotar apenas um modelo de


gestão seria inviável devido à
diversidade cultural;
Ainda existem empresas
no Brasil que adotam
- Modelo Híbrido: apenas o modelo
Taylorismo/Fordismo + Toyotismo. Taylorista/Fordista.
As Indústrias 4.0 e 5.0 e a Engenharia
de Segurança do Trabalho
4ª REVOLUÇÃO INDUSTRIAL OU INDÚSTRIA 4.0
- A competividade entre empresas
acelerou os processos de inovação;
- Exigência de rapidez, flexibilidade e
confiabilidade.
- Redução dos tempos de
desenvolvimento, de produção e de
entrega de novos produtos no Fonte: Shutterstock

mercado.
4ª REVOLUÇÃO INDUSTRIAL OU INDÚSTRIA 4.0
- Sistemas Ciber-físicos (CPS): composto por elementos
computacionais que interligam os mundos real e virtual (Ex:
robôs que realizam o controle de estoque);

- Internet of Things (Internet das Coisas): rede inteligente que


conecta todas as coisas à internet;

- Cloud Computing (Computação em nuvem): hospeda


recursos, programas e informações.
4ª REVOLUÇÃO INDUSTRIAL OU INDÚSTRIA 4.0
- Big Data: base de dados em que se pode consultar e analisar
todos os dados referentes à produção e intervir, se necessário,
nas máquinas e produção sem a ação humana.

Exemplos: RFID (Identificação por Radiofrequência); Impressão


3D; Realidade Aumentada; Realidade Virtual.
INDÚSTRIA 4.0 NA ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO
TRABALHO
- Drone: inspeção em espaço confinado; inspeção em canteiros
de obra;
- Simulados de Realidade Virtual: auxílio em treinamentos de
segurança;
- Wearebles (Tecnologia de Vestir): pulseiras para
monitoramento contínuo do trabalhador em áreas de risco;
- Smartwatch: checklist de EPI e controle de produção.
INTERAÇÃO HOMEM-MÁQUINA
- A Indústria 4.0 ocasionou uma nova
concepção da SST, uma vez que se
tornou possível a interação homem-
máquina;

- Anteriormente, as boas práticas


indicavam a necessidade de
neutralizar essa interação. Fonte: Shutterstock
ROBÔS TRADICIONAIS X ROBÔS COLABORATIVOS
(COBOTS)

Robôs Colaborativos: operadores


trabalham em proximidade com o
sistema robótico, podendo, a
depender do método de colaboração
utilizado, ocorrer contato físico entre
o operador e o sistema robótico
dentro de um espaço de trabalho Fonte: Shutterstock
colaborativo.
Fonte: NT 31/2018/CGNOR/DSST/SIT (2018)
NOTA TÉCNICA 31/2018/CNGNOR/DSST/SIT
A emergência de novas tecnologias relacionadas à Indústria
4.0, à Internet Industrial das Coisas (IoT) e aos robôs
colaborativos (COBOTS), por exemplo, vêm carreando rápidas
e profundas transformações nos diferentes setores industriais
com impactos consideráveis nas condições de trabalho e nas
formas de prestações laborais em diversos países. A
velocidade de tais mudanças, em regra, supera a
das regulamentações ou das normalizações necessárias ao
uso seguro destes avanços.
NOTA TÉCNICA 31/2018/CNGNOR/DSST/SIT
Ver especificações: ISO 10218-1; ISO 10218-2; ISO/TS 15066;
ISO 12100.
A INDÚSTRIA 5.0
Utilização de tecnologias de ponta para melhorar a
eficiência e a produtividade das fábricas, ao mesmo tempo
em que se busca uma maior integração entre o homem e as
máquinas.
Busca criar um ambiente de trabalho mais colaborativo,
seguro e sustentável, no qual as pessoas possam se
concentrar em tarefas que exigem mais habilidades
cognitivas e criativas, enquanto as máquinas atuam como
assistentes. Fonte: Fiemglab
A INDÚSTRIA 5.0
Caracteriza-se pela combinação de máquinas e pessoas,
com o objetivo de agregar valor à produção e criar produtos
customizados, que atendam às necessidades específicas dos
clientes. Tem potencial para otimizar a eficiência humana e
a possibilidade de facilitar a hiper-customização no
processo de fabricação.

Fonte: Sebrae (2023)


REVOLUÇÕES INDUSTRIAIS
Informática aplicada à Engenharia de
Segurança do Trabalho
INFORMÁTICA APLICADA À ENGENHARIA DE SEGURANÇA
DO TRABALHO
- Cabe à informática organizar, agilizar e processar dados.

- Existem no mercado inúmeros softwares de gestão da saúde


e segurança do trabalho;

- Há possibilidade da empresa desenvolver seu próprio


software, de acordo com suas demandas.
INFORMÁTICA APLICADA À ENGENHARIA DE SEGURANÇA
DO TRABALHO
Existem softwares para:
- Gestão do EPI;
- Exames médicos;
- PCMSO;
- PPRA;
- Cronograma de ações;
- Ergonomia;
- Análise de risco;
- Estatísticas dos acidentes.
INFORMÁTICA APLICADA À ENGENHARIA DE SEGURANÇA
DO TRABALHO
Na gestão do EPI, por exemplo, são avaliados:
- Área de produção;
- Grupo Homogêneo de Exposição (GHE);
- Cargo e função;
- Durabilidade média para aquela função;
- Datas e validades;
- Próxima troca;
- Notas fiscais;
- Certificado de Aprovação (CA).
INFORMÁTICA APLICADA À ENGENHARIA DE SEGURANÇA
DO TRABALHO
Há também softwares de Gestão Integrada que abrangem
diversas áreas da empresa, como: Departamento pessoal,
Departamento de compras, Departamento financeiro,
Medicina do trabalho, Contabilidade, Meio ambiente,
Departamento de Qualidade e Saúde e Segurança do
Trabalho.
EXEMPLO: RUÍDO
Alimento o software com
Avaliação Avaliação informações: cargo, função,
qualitativa quantitativa EPIs necessários, medidas de controle
e limites de exposição.

Departamento Departamento Departamento Medicina


Pessoal de Compras Financeiro e do trabalho
Alta Direção
Receberá as Verificará as
Fará aquisição Fará a análise
informações concentrações e
dos EPIs da viabilidade
de cada solicitará Exames
descritos econômica
trabalhador Audiométricos periódicos
ALGUNS SOFTWARES DE GESTÃO DA SSO
- Sistema ESO – https://sistemaeso.com.br
- Metra Web – http://metraweb.com.br
- SGG - https://sgg.net.br/
- Nexo CS - http://nexocs.com/pt-br/
- RS Data - https://rsdata.com.br/solucoes/dataseesmt
- Fazsoft SMT – https://fazsoftsmt.com.br
- SOC - https://ww2.soc.com.br/
INFORMÁTICA APLICADA À ENGENHARIA DE SEGURANÇA
DO TRABALHO
- Existem aspectos que devem ser considerados antes de
adquirir um software;
- O Engenheiro de Segurança do Trabalho deve conhecer
profundamente as demandas organizacionais;
- Trabalhar em conjunto com o departamento de Tecnologia
da Informação (TI) no intuito de buscar a melhor alternativa,
seja ela pela aquisição de um software ou o desenvolvimento
de um sistema interno de gestão.
PRINCIPAIS FATORES ANALISADOS PARA ESCOLHA DE UM
SOFTWARE DE SSO
- Módulos disponíveis: recepção dos empregados, saúde e
segurança, faturamento, financeiro, saúde ocupacional;
- Submódulos disponíveis: resultados exames, PCMSO, Perfil
Profissiográfico Previdenciário (PPP), Laudo Técnico das
Condições Ambientais do Trabalho (LTCAT), PPRA, Controle EPIs,
integração ao eSocial;
- Custos: de aquisição, mensais, de treinamento;
- Suporte técnico: verificar se na licença já está incluso; verificar
valor por hora do suporte;
PRINCIPAIS FATORES ANALISADOS PARA ESCOLHA DE UM
SOFTWARE DE SSO
- Treinamentos ;

- Manuais;

- Nº de usuários que utilizarão: existem softwares que


cobram pelo nº de usuários que vão ter acesso ao sistema;

- Nº de empregados/vidas: existem softwares que cobram


pelo nº de empregados que serão cadastrados no sistema;
PRINCIPAIS FATORES ANALISADOS PARA ESCOLHA DE UM
SOFTWARE DE SSO
- Customizações: é um dos maiores problemas, pois deve-se
verificar, antecipadamente, quais módulos serão necessários e
quais deles serão disponibilizados para a licença adquirida.

- IMPORTANTE: solicitar auxílio aos profissionais de TI ou


profissional capacitado na aquisição do software, bem como
verificar o contrato de licença.
Relação custo-benefício
RELAÇÃO CUSTO-BENEFÍCIO

- A cultura organizacional prevencionista


é fundamental para redução dos custos A vida não
com acidentes; tem preço!

- Pensamentos como “gastar com


segurança” devem ser abolidos das
organizações.
RELAÇÃO CUSTO-BENEFÍCIO

- Benefícios: redução de riscos associados aos investimentos


realizados;

- Custos: investimentos feitos para solucionar os problemas


relacionados à SST.
RELAÇÃO CUSTO-BENEFÍCIO

Exemplo: Ruído
Sim Substituição da máquina
Ruído $
Não Enclausuramento
Benefícios: redução do ruído, redução do risco da doença,
melhoria da comunicação, redução custos judiciais
(advogado, processuais, peritos), melhoria da qualidade do
produto.
RELAÇÃO CUSTO-BENEFÍCIO
Custos com acidentes
- Interrupção da produção; O empregado deve
- Tempo perdido; sair saudável de sua
- Despesas com primeiros socorros; residência e retornar
- Despesas com equipamentos; saudável!
- Substituição dos trabalhadores;
- Treinamento de mão de obra;
- Pagamento de hora extra;
RELAÇÃO CUSTO-BENEFÍCIO

Custos com acidentes

- Recuperação dos empregados;


- Salários pagos aos trabalhadores afastados;
- Ações judiciais;
- Prejuízo à imagem da empresa.
RELAÇÃO CUSTO-BENEFÍCIO
Benefícios ao investir em SST
- Empregados satisfeitos, pois notam que a empresa se preocupa
com sua saúde;
- Qualidade de vida no trabalho e qualidade de vida geral;
- Baixo número de acidentes;
- Preservação da integridade física e psicológica dos trabalhadores;
- Gasto reduzido com doenças ocupacionais e ações judiciais;
- Alta produtividade;
- Boa imagem social da empresa;
- Qualidade dos produtos.
Considerações para elaboração
orçamentária de programa de
engenharia de segurança do trabalho
ELABORAÇÃO ORÇAMENTÁRIA

- Avaliar o custo para elaborar um programa de SST e o custo


de sua manutenção;

- Deve-se realizar a integração com as áreas financeira, de


projetos e de planejamento, a fim de buscar a melhor
alternativa para o problema.
RELAÇÃO CUSTO-BENEFÍCIO
Exemplo: Calor
Verificar com
Insuflação de ar setor de tecnologia
Calor Valor acima fresco e
do tolerável e qualidade se vai
saída de prejudicar a qualidade
quente do produto.

- Caso prejudique, deve-se buscar outra alternativa. Caso


contrário, o orçamento deverá ser realizado.
ELABORAÇÃO ORÇAMENTÁRIA

- Todos os custos, impostos e benefícios devem ser


considerados;

- Os custos devem ser feitos para cada grupo, como: EPI, EPC,
exames médicos, pessoal (salários, impostos e benefícios) e
treinamentos.
ELABORAÇÃO ORÇAMENTÁRIA

Em uma análise orçamentária é preciso:

- Verificar os custos;
- Apoio da Diretoria;
- Prever oscilações de custo;
- Buscar as melhores tecnologias e os melhores profissionais;
- Know-how de mercado (conhecimento);
- Agilidade, afinal os riscos estão iminentes.
ELABORAÇÃO ORÇAMENTÁRIA

Considerações em um projeto orçamentário:

- Custos com salários, impostos e benefícios do SESMT;


- Custos com treinamentos (realizados por cargo e função);
- Custos dos EPIs e EPCs;
- Sistemas de gestão SSO;
- Sistemas de combate a incêndio;
ELABORAÇÃO ORÇAMENTÁRIA

Considerações em um projeto orçamentário:

- Sistemas de sinalização;
- Cursos de aperfeiçoamento do SESMT;
- Consultorias especializadas;
- Custos de exames;
- Material de primeiros socorros;
- Campanhas educativas.
CÁLCULO DE ESTOQUE DE EPI

Principais maneiras:

1) Experiência da empresa;

2) Indicação do fabricante;

3) Vida média presumível.


VIDA MÉDIA PRESUMÍVEL

Cálculo de estoque de EPI

- Para calcular a demanda de estoque de EPI, deve-se estudar a


demanda (consumo) e calcular a vida média do equipamento,
dada pela fórmula:
VIDA MÉDIA PRESUMÍVEL

Vm: vida média do EPI;


N: número médio de empregados;
p: porcentagem de empregados que usará efetivamente o
EPI;
t: período de tempo estudado em meses;
q: número de EPIs fornecidos.
EXEMPLO

Calcule a vida média de capacetes de segurança utilizados


em uma empresa, a partir dos dados abaixo.
q = 600 capacetes ; t= 12 meses ; N= 215 empregados;
p = 86% = 0,86.

Vm = (215 x 0,86 x 12) / 600


Vm = 3,7 meses
Entidades nacionais e internacionais
ESCOLA NACIONAL DA INSPEÇÃO DO TRABALHO (ENIT)

- Vinculada à Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), órgão


do Ministério da Economia.
- Destinada a coletar, registrar, produzir e disseminar o
conhecimento dirigido às atividades da Inspeção do Trabalho.
FUNDAÇÃO JORGE DUPRAT DE FIGUEIREDO DE SEGURANÇA
E MEDICINA DO TRABALHO (FUNDACENTRO)
- Produção e difusão do conhecimento para a promoção da
segurança e da saúde dos trabalhadores;
Link: http://www.fundacentro.gov.br/

- Elaboração das Normas de Higiene Ocupacional (NHO)


Link: http://www.fundacentro.gov.br/biblioteca/normas-de-
higiene-ocupacional
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR

- Ações de defesa civil, prevenção e combate a incêndio,


perícias de incêndio, busca e salvamento e o estabelecimento
de normas relativas à segurança das pessoas e bens contra
incêndio e catástrofes.

Link: http://www.bombeiros.mg.gov.br/component/content/art
icle/471-instrucoes-tecnicas.html
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT)

Link: www.abnt.org.br
- É responsável pela elaboração das Normas Brasileiras
(ABNT/NBR), elaboradas por seus Comitês brasileiros
(ABNT/CB), Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS)
e Comissões de Estudo Especiais.
- A ABNT contribui para elaboração de políticas públicas,
desenvolvimento de mercados, defesa dos consumidores e
segurança da sociedade.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HIGIENISTAS OCUPACIONAIS
(ABHO)
Link: https://www.abho.org.br/
- Associação que congrega higienistas, que são profissionais
que atuam na área de higiene ocupacional;
- Promoção de cursos.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA PARA PREVENÇÃO DE
ACIDENTES (ABPA)
Link: http://www.abpa.org.br/
- Educar trabalhadores e empresários para a prevenção de
acidentes e segurança no trabalho.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS DISTRIBUIDORES E IMPORTADORES DE EQUIPAMENTOS
E PRODUTOS DE SEGURANÇA E PROTEÇÃO NO TRABALHO (ABRASEG)

Link: http://abraseg.com.br/
- Defesa dos interesses dos distribuidores, revendedores e
importadores.
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA DE MATERIAL DE
SEGURANÇA E PROTEÇÃO AO TRABALHO (ANIMASEG)
Link:https://animaseg.com.br/animaseg/

- Congrega as empresas do setor de segurança e proteção ao


trabalho, fabricantes de equipamentos de proteção individual e
coletiva, bem como de equipamentos afins.
- Luta pela melhoria da qualidade e produtividade no setor
-Objetivo: reduzir acidentes do trabalho.
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE MEDICINA DO TRABALHO
(ANAMT)
Link: https://www.anamt.org.br/portal/

- Agregar os Médicos do Trabalho, proporcionando capacitação


de excelência em assistência à saúde do trabalhador,
readaptação laboral e atuar na defesa profissional.
Associação Brasileira de Empresas de Saúde e Segurança no
Trabalho (ABRESST)
Link: http://abresst.org.br/sobre-a-abresst/

- Objetivo: reunir e representar as empresas do setor.


- Reúne empresas da área de saúde e segurança no trabalho e
cria normas e métodos de qualificação dos serviços da
categoria.
REVISTAS

Plataforma Sucupira
https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/colet
a/veiculoPublicacaoQualis/listaConsultaGeralPeriodicos.jsf

Área de Avaliação: Engenharia III


REVISTAS

- Revista CIPA – www.revistacipa.com.br


- Revista Proteção – www.protecao.com.br
- Revista Ação Ergonômica -
http://www.abergo.org.br/revista/index.php/ae
- Revista Brasileira de Saúde Ocupacional - -
http://www.fundacentro.gov.br/rbso/inicio
- Revista da ABHO - https://www.abho.org.br/revistas/
- Revista Produção Online -
https://www.producaoonline.org.br/rpo
REVISTAS

- Revista Produto & Produção -


https://seer.ufrgs.br/ProdutoProducao
- Revista Eletrônica da Rede Estudos do Trabalho -
http://www.estudosdotrabalho.org/RevistaRET01.htm
- Revista Brasileira de Saúde e Segurança no Trabalho -
https://periodicos.ifpb.edu.br/index.php/rebrast/about
- Revista Incêndio - http://revistaincendio.com.br/
- Revista Emergência - https://www.revistaemergencia.com.br/
REVISTAS

- Revista Produção & Engenharia -


https://periodicos.ufjf.br/index.php/producaoeengenharia/index
- Revista Latino-americana de Inovação e Engenharia de
Produção - https://revistas.ufpr.br/relainep
- Revista Gestão Industrial -
https://periodicos.utfpr.edu.br/revistagi/about
REVISTAS

- Revista Fatecnológica-
http://fatecjahu.edu.br/ferramentas/ojs/index.php/revista
- Revista Gestão e Produção-
https://www.gestaoeproducao.com/
Revista Gestão da Produção Operações e Sistemas -
https://revista.feb.unesp.br/index.php/gepros/index
ASSOCIATION ADVANCING OCCUPATIONAL AND
ENVIRONMENTAL HEATLH (ACGIH)
Link: www.acgih.org

- A ACGIH é uma instituição sem fins lucrativos, patrocinada


por instituições governamentais e educacionais dos E.U.A.
- Essa instituição realiza pesquisas e análises relativas à
saúde e à segurança do trabalho.
ACGIH
- As publicações são referências mundiais na análise de riscos
ambientais;

- Esses limites são utilizados em vários países na elaboração de


normas de segurança e proteção à saúde;
ACGIH

-Esses limites são utilizados em vários países para


a elaboração de normas de segurança e proteção à saúde;
- No site da instituição são apresentados os TLV’s e BEI’s;
- Threshold Limit Values (TLV): limites de tolerâncias;
- Biological Exposure Indices (BEI): índices de exposição
a agentes biológicos;
- Os TLV’s e BEI’s são baseados em estudos técnicos
e científicos.
ACGIH
- No site da instituição são apresentados os TLV’s e BEI’s;

- Threshold Limit Values (TLV): limites de tolerâncias;

- Biological Exposure Indices (BEI): índices de exposição a


agentes biológicos;

- Os TLV’s e BEI’s são baseados em estudos técnicos e


científicos.
ACGIH e a NR 9
- NR 9 Item 9.6.1.1 Na ausência de limites de tolerância
previstos na NR-15 e seus anexos, devem ser utilizados como
referência para a adoção de medidas de prevenção aqueles
previstos pela American Conference of Governmental
Industrial Higyenists - ACGIH.
NIOSHI
National Institute for Occupational Safety and Health-
(NIOSHI)
Instituto Nacional de Segurança e Saúde Ocupacional
link: https://www.cdc.gov/niosh/index.htm

- Responsável pela realização de pesquisas e recomendações


para a prevenção de lesões e doenças relacionadas ao
trabalho.
OCCUPATIONAL SAFETY AND HEALTH ADMINISTRATION
(OSHA)
Link: https://www.osha.gov/

- Administração de Segurança e Saúde Ocupacional dos EUA;


- Normas sobre saúde e segurança no trabalho (força de lei
nos EUA).
AMERICAN INDUSTRIAL HYGIENE ASSOCIATION (AIHA)

Link: www.aiha.org

Fundada em 1939 por profissionais envolvidos com a promoção


da saúde, entre eles químicos, engenheiros e médicos.
National Fire Protection Association (NFPA)
Link: https://www.nfpa.org/

- Associação de Proteção Contra Incêndios;


- Desenvolvimento de códigos e normas que oferecem padrões
de segurança contra incêndios.
ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO (OIT)

Link: www.ilo.org
Busque
outras entidades
Dispõe de representantes dos governos, nacionais e
das organizações de empregadores e de internacionais.
trabalhadores dos 187 estados-membros.

Missão: trabalho decente e produtivo, em


condições de igualdade, equidade, segurança e
dignidade.
LINKS

Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho no Brasil


https://smartlabbr.org/sst

Convenções
https://www.ilo.org/brasilia/convencoes/lang--pt/index.htm

Publicações
https://www.ilo.org/brasilia/publicacoes/lang--pt/nextRow--
20/index.htm
REFERÊNCIAS
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração: uma visão abrangente da moderna
administração das organizações. 9. ed. São Paulo: Manole, 2014.

COUTO, Hudson de Araújo. Como implantar ergonomia na empresa: a prática dos comitês de ergonomia.
Belo Horizonte: Ergo, 2002.

LANZA, Maria Beatriz de Freitas. Administração aplicada à engenharia de segurança do trabalho. Belo
Horizonte: PUC Minas, 2017.

MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Teoria Geral da Administração: da Revolução Urbana à Revolução
Digital. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
REFERÊNCIAS
Nota Técnica nº 31/2018/CGNOR/DSST/SIT. Esclarecimentos quanto às novas tecnologias de robôs,
denominados "Robôs Colaborativos", e Robôs Tradicionais em "Aplicações Colaborativas".
Disponível em: https://sogi8.sogi.com.br/Arquivo/Modulo113.MRID109/Registro1289856/nota%20tecnica%20
n%C2%BA%2031.pdf. Acesso em 17 Mar. 2020.

Santos Júnior, J.R.; Benatti, André Luis. Gestão e indicadores em segurança do trabalho: uma abordagem
prática. São Paulo: Érica, 2019.
REFERÊNCIAS
LANZA, Maria Beatriz de Freitas. Administração aplicada à engenharia de segurança do trabalho. Belo
Horizonte: PUC Minas, 2017.

TAVARES, José da Cunha. Tópicos de Administração aplicada à segurança do trabalho. São Paulo: Editora
Senac São Paulo, 1995.

www.areasst.com/acgih-definicoes-de-saude-e-seguranca-do-trabalho/
www.aiha.org
www.acgih.org
www.cdc.gov/niosh/index.htm
www.fundacentro.gov.br
www.ilo.org
www.protecao.com.br
www.revistacipa.com.br

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