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Projeto Pedagógico: Arquitetura e Urbanismo

O Projeto Pedagógico do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Faculdade de Rondonópolis, parte do Grupo Kroton Educacional, visa orientar a gestão acadêmica e pedagógica, articulando ações conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais. O documento é elaborado pelo Núcleo Docente Estruturante e busca formar profissionais críticos e competentes, promovendo um aprendizado ativo e significativo. A estrutura do projeto inclui objetivos do curso, matriz curricular, metodologias de ensino e recursos necessários para o pleno funcionamento do curso.

Enviado por

Tatiane Giuriati
Direitos autorais
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Projeto Pedagógico: Arquitetura e Urbanismo

O Projeto Pedagógico do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Faculdade de Rondonópolis, parte do Grupo Kroton Educacional, visa orientar a gestão acadêmica e pedagógica, articulando ações conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais. O documento é elaborado pelo Núcleo Docente Estruturante e busca formar profissionais críticos e competentes, promovendo um aprendizado ativo e significativo. A estrutura do projeto inclui objetivos do curso, matriz curricular, metodologias de ensino e recursos necessários para o pleno funcionamento do curso.

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Projeto Pedagógico do

Curso - Arquitetura e Urbanismo

Rondonópolis- MT
2022

Público
2

SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO ..................................................................................................................... 6
1 CONTEXTUALIZAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO
SUPERIOR E DO CURSO........................................................................................................ 8
1.1 Grupo Kroton Educacional S.A.................................................................................. 8
1.2 Dados de identificação da Mantenedora ................................................................. 8
1.3 Dados de identificação da Instituição de Ensino Superior (IES) ...................... 9
1.4 Dados gerais do curso ............................................................................................... 22
2.1 Princípios filosóficos .................................................................................................. 30
2.2 Responsabilidade Social ........................................................................................... 32
2.3 Políticas institucionais no âmbito do curso ......................................................... 41
2.3.1 O PDI e as políticas de ensino do curso ............................................................. 41
2.3.2 O PDI e as políticas de extensão do curso ........................................................ 44
3 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DO CURSO ............................................ 46
3.1 Conceitos acadêmicos ............................................................................................... 46
3.1.1 A importância do modelo acadêmico KLS para o aluno .................................. 48
3.1.2 Modelo acadêmico ................................................................................................. 50
3.1.3 Ensinar para a vida ................................................................................................ 51
3.1.4 Concepção e organização da matriz curricular ................................................. 54
3.2 Metodologias: aula modelo e material didático institucional .......................... 56
3.2.1 Aula modelo............................................................................................................. 60
3.2.2 Material didático ...................................................................................................... 64
3.2.3 Processo de controle de produção ou distribuição de material didático
(Logística) .......................................................................................................................... 67
3.3 Objetivos do curso ...................................................................................................... 70
3.4 Perfil profissional do egresso e área de atuação ............................................... 74
3.4.1 Acompanhamento de egressos............................................................................ 78
3.5 Estrutura curricular ..................................................................................................... 80
3.5.1 Matriz curricular ...................................................................................................... 81
3.5.2 Interdisciplinaridade ............................................................................................... 85
3.5.3 Flexibilização curricular ......................................................................................... 86
3.5.4 Acessibilidade metodológica e instrumental ...................................................... 87
3.5.5 Compatibilização da carga horária ...................................................................... 89
3.5.6 Articulação da teoria com a prática ..................................................................... 89

Público
3

3.5.7 Oferta da disciplina de LIBRAS ............................................................................ 90


3.5.8 Disciplinas na modalidade a distância ................................................................ 91
3.5.9 Mecanismos de familiarização com a modalidade a distância........................ 94
3.5.10 Articulação entre os componentes curriculares no percurso de formação . 95
3.6 Conteúdos curriculares ............................................................................................. 96
3.6.2 Conteúdos pertinentes de Educação das Relações Étnico-raciais e para o
ensino de História e Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena ........................... 101
3.6.3 Conteúdos pertinentes de Educação em Direitos Humanos ......................... 102
3.6.4 Conteúdos pertinentes de Educação Ambiental ............................................. 104
3.7 Atividades práticas do curso.................................................................................. 105
3.8 Trabalho Final de Graduação (TFG) ..................................................................... 107
3.9 Atividades Complementares .................................................................................. 109
3.10 Apoio ao discente.................................................................................................... 112
Programas de participação em centros acadêmicos ou em intercâmbios... 127
3.11 Gestão do curso e os processos de avaliação interna e externa .............. 128
3.12 Atividades de tutoria .............................................................................................. 131
3.12.1 Conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias às atividades de tutoria
........................................................................................................................................... 133
3.13 Tecnologias de Informação e Comunicação no processo de ensino-
aprendizagem .................................................................................................................... 134
3.13.1 Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) ..................................................... 138
3.14 Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem ... 139
3.15 Número de vagas..................................................................................................... 143
4.1 Núcleo Docente Estruturante (NDE) ..................................................................... 144
4.2 Equipe multidisciplinar ............................................................................................ 145
4.3 Atuação do coordenador de curso ....................................................................... 147
4.4 Regime de trabalho do coordenador de curso .................................................. 148
4.4.1 Gestão do curso e relação com os docentes, discentes, tutores e equipe
multidisciplinar................................................................................................................. 148
4.4.2 Representatividade nos colegiados superiores, plano de ação e indicadores
de desempenho da coordenação ................................................................................ 149
4.5 Corpo docente: titulação ......................................................................................... 152
4.6 Regime de trabalho do corpo docente do curso............................................... 153
4.7 Experiência profissional do docente.................................................................... 155
4.8 Experiência no exercício da docência superior ................................................ 156
4.9 Atuação do colegiado de curso ............................................................................. 157
4.10 Tutores ....................................................................................................................... 160

Público
4

4.10.1 Experiência no exercício da tutoria na educação a distância ......................... 160


4.10.2 Titulação e formação do corpo de tutores do curso ......................................... 160
4.10.3 Experiência do corpo de tutores em educação a distância ............................. 160
4.10.4 Interação entre tutores, docentes e coordenadores de curso a distância .... 161
4.11 Produção científica, cultural, artística ou tecnológica .................................. 162
5.1 Espaço de trabalho para professores em tempo integral (TI) ....................... 163
5.2 Espaço de trabalho para coordenação do curso e para serviços
acadêmicos ........................................................................................................................ 164
5.3 Sala dos professores ................................................................................................ 165
5.4 Salas de aula ............................................................................................................... 166
5.5 Acesso dos alunos a equipamentos de informática ........................................ 171
5.6 Biblioteca ..................................................................................................................... 174
5.6.1 Acervo .................................................................................................................... 175
5.6.2 Bibliografia básica por Unidade Curricular (UC) .............................................. 177
[Link]. Plano de contingência ..................................................................................... 179
[Link] E-books ............................................................................................................... 179
[Link] Periódicos científicos eletrônicos.................................................................... 180
[Link] Academic Video Online .................................................................................... 181
5.7 Laboratórios ................................................................................................................ 182
4.3.1 Salas de Desenho................................................................................................... 185
Figura 12 – Laboratório de Desenho I / Informática VIII ........................................ 185
Desenho II ....................................................................................................................... 187
Figura 13 – Laboratório de Desenho II ..................................................................... 187
Desenho III ...................................................................................................................... 189
Figura 14 – Laboratório de Desenho III .................................................................... 189
Laboratório de Informática III ............................................................................................ 191
Figura 15 – Laboratório de Informática III.................................................................. 191
Laboratório de Informática VII .......................................................................................... 192

Público
5

Figura 16 – Laboratório de Informática VII

........................................................................................................................................... 192

Quadro 22. Sala de Informática VII- descrição .......................................... 193


Laboratório de Informática VIII / (Desenho I) ................................................................. 194
14 Laboratório de Materiais de Construção Civil .......................................................... 195
Laboratório de Conforto e Maquetaria ............................................................................ 199
Anexo I - Disciplinas, Ementas e Bibliografias ........................................................ 205

Público
6

APRESENTAÇÃO

A Instituição entende o projeto pedagógico como um documento


orientador de um curso, que traduz as políticas acadêmicas institucionais,
fundamenta a gestão acadêmica, pedagógica e administrativa e articula as
ações a serem adotadas em conformidade com as Diretrizes Curriculares
Nacionais. O projeto contempla conhecimentos e saberes necessários à
formação das competências, estabelecidas a partir do perfil do egresso e que
norteiam todo o processo de ensino-aprendizagem. Sua estrutura prevê diversos
elementos, dentre eles o contexto educacional e suas particularidades, os
objetivos do curso, a matriz curricular com observância aos seus elementos e à
sua respectiva operacionalização, a metodologia e as estratégias de ensino, os
recursos humanos e materiais, bem como a infraestrutura adequada ao pleno
funcionamento do curso.
Com esse entendimento, o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de
Arquitetura e Urbanismo foi construído coletivamente, e é implementado por
meio do seu Núcleo Docente Estruturante (NDE), órgão que elabora e
acompanha a consolidação do projeto em sintonia com o colegiado do curso. O
processo de elaboração do PPC considerou a concepção de um curso superior
que venha a se concentrar na aprendizagem, no aluno e no professor. No que
concerne à aprendizagem, ela se processa por meio de uma atividade cognitiva.
Nesse sentido, aprender é operar mentalmente, é raciocinar, é refletir, é agir.
Consequentemente, aprender resulta em mudanças de comportamento.
Entende-se o aluno como um sujeito ativo que, ao assumir o papel de
protagonista do seu processo de ensino-aprendizagem, viabiliza o
desenvolvimento de suas capacidades intelectuais e atitudinais. Nesse contexto,
o professor assume o papel de mediador da aprendizagem, um processo em que
a transmissão de conhecimentos evolui para uma postura dinâmica que estimula
o diálogo, a interação e a cooperação. Ao professor compete ter a capacidade
de adequar sua linguagem, suas estratégias e seus recursos ao perfil dos alunos,
de forma a viabilizar uma comunicação assertiva, tornando significativa a
aprendizagem.

Público
7

A preocupação que permeia todo esse PPC é a formação de um


profissional com senso crítico e reconhecida capacidade de articular os
conceitos para resolver problemas, agindo de forma ética, com competência,
criatividade, autonomia, determinação, objetividade, sensibilidade e
sociabilidade, capacidades tão reconhecidas e valorizadas pelo mundo do
trabalho.
Cabe ao NDE zelar para que esse documento se reflita como o produto
de olhares atentos ao perfil do profissional, às competências e habilidades, aos
conteúdos (conceituais, procedimentais e atitudinais), à matriz curricular, à
metodologia de ensino, às atividades de aprendizagem e ao processo de
avaliação, de modo que todos sejam objetos de discussões, de revisão de
paradigmas, de mudança de modelos mentais, de hábitos e de culturas.
Ressalta-se que este projeto pedagógico está aberto às inovações, às
práticas e às legislações que exijam fazer reestruturações capazes de propiciar
o fortalecimento dos vínculos entre educação e sociedade, visando, em última
instância, direcionar, positivamente, os destinos das pessoas e as políticas
públicas que as influenciam. Por essas razões, esse documento será atualizado
sempre que se fizer necessário.

Público
8

1 CONTEXTUALIZAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO


SUPERIOR E DO CURSO

1.1 Grupo Kroton Educacional S.A

A Instituição Unic faz parte do grupo Kroton Educacional, empresa privada


do ramo da educação, com uma trajetória de mais de 50 anos, iniciada por meio
da marca Pitágoras, na prestação de serviços educacionais, com várias
unidades de ensino distribuídas pelos estados brasileiros. Dentre as instituições
de ensino que compõem o grupo, estão as marcas ANHANGUERA, FAMA,
PITÁGORAS, UNIC, UNIME, UNOPAR e UNIDERP.

Dados institucionais da Kroton Educacional

 CNPJ/MF nº 02.800.026/0001-40
 Avenida Paulista, 1106 – Bela Vista – CEP: 01310-914 – São Paulo/SP
 Fone: (11) 3775-2000
 e-mail: comunicacao@[Link]
 Homepage: [Link]

1.2 Dados de identificação da Mantenedora

 Unic Educacional Ltda.


 CNPJ/MF nº: 14.793.478/0001-20
 Endereço: Avenida Manoel José de Arruda, nº 3100, Sala 01 - Jardim
Europa - CEP: 78065-900 - Cuiabá/MT
 Fone: (31) 2126-0700
 Homepage:[Link]

Público
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1.3 Dados de identificação da Instituição de Ensino Superior (IES)

 Nome da Mantida: Faculdade de Rondonópolis


 CNPJ/MF nº: 14.793.478/0019-50
 Endereço: Avenida Ari Coelho, 829, Cidade Salmem, Rondonópolis - MT
 E-mail: [Link]@[Link]
 Home Page: [Link]
 Telefone: (66) 3411-3900

 Atos legais:
Decreto nº 95.754 de 29/02/1988.
Portaria de Recredenciamento n° 706 de 28/08/2020, publicado no DOU
no dia 31/08/2020.

Dirigentes da IES

Nome Função
Ana Paula Lopes Lima Lucena Diretora Geral
Cleciene dos Anjos Musquim Coordenadora Acadêmica

Histórico da IES
A Faculdade de Rondonópolis, situada na Avenida Ary Coelho, nº 829,
Bairro: Vila Birigui, CEP: 78705-050, no município de Rondonópolis, Estado de
Mato Grosso, é cadastrada no Ministério de Educação sob o nº 781 e iniciou
suas atividades no ano letivo de 1988. Foi credenciada pelo Decreto nº 95.754,
publicado pelo Diário Oficial da União de 29/02/1988, Seção 1, página 3.203.
A Faculdade de Rondonópolis teve o recredenciamento autorizado pela
portaria MEC nº 420, publicada no Diário Oficial da União de 14/04/2011, Seção
1, página 40.
Recentemente a IES teve alteração de nomenclatura, de Faculdade
Anhanguera de Rondonópolis, para Faculdade de Rondonópolis, pela Portaria
SESU sob o nº 404/2017, publicada no Diário Oficial da União em 08/05/2017,

Público
10

Seção 1, página 33. Nesse mesmo ano, teve sua mantença alterada de Entidade
Anhanguera Educacional – Ltda, para a Entidade UNIC Educacional – Ltda, pela
Portaria SESU nº 853, publicada no Diário Oficial da União no dia 07/08/2017,
Seção 1, página 150. A entidade UNIC EDUCACIONAL LTDA, é pessoa jurídica
de direito privado, com fins lucrativos, inscrita no CNPJ/MF sob o nº
14.793.478/0019-50, e tem como representante legal a Senhora Gislaine Moreno
(Diretora de Desenvolvimento Institucional). O endereço eletrônico da IES é
ddi@[Link]/[Link]@[Link].
A Faculdade de Rondonópolis credenciada pela Portaria nº 95.754,
publicada pelo Diário Oficial da União em 29/02/1988, Seção 1, página 3.203,
passou por um processo de unificação com a Faculdade de Ciências Sociais e
Humanas Sobral Pinto credenciada pela Portaria nº 1.691, de 02 de dezembro
1994, mantendo o nome de FACULDADE DE RONDONÓPOLIS, como
representante das duas IES, que seguem unificadas a partir de 2019.
No ano de 2020, a Faculdade de Rondonópolis obteve recredenciamento
por meio da Portaria n° 706 de 28/08/2020.
A Faculdade de Rondonópolis insere-se na região sudeste do estado de
Mato Grosso e tem atuado nas áreas das ciências humanas, exatas e agrárias
buscando desempenhar seu papel social atendendo às necessidades de
mercado regidas pela economia local, impulsionada pelo ritmo ascendente de
crescimento do município, e, buscando o preparo de indivíduos com grandes
diferenças sociais e culturais, a fim de que possam viver em contextos plurais.
Depreende-se que a Faculdade de Rondonópolis é responsável pela cota
de, aproximadamente, 42% dos graduandos em formação superior, o que lhe
confere um alto grau de responsabilidade e compromisso com uma qualificação
voltada aos interesses da sociedade e afinada com a demanda do mercado de
trabalho de Rondonópolis e Região.
Rondonópolis também desponta como a mais nova promessa de
crescimento industrial de Mato Grosso, diversificando a economia local que foi
inicialmente impulsionada pela agricultura, mas esta já não é mais a vocação
principal, e sim a mola propulsora das suas inúmeras outras vocações
econômicas.

Público
11

Com uma importante localização geográfica, a cidade tem, na


industrialização, um novo salto de crescimento. Hoje, a diversificação de
segmentos industriais tem gerado títulos importantes para o município: maior
polo de esmagamento, refino e envaze de óleo de soja do Brasil, maior polo
misturador de fertilizante do interior brasileiro, maior produção estadual de ração
e suplementos animais, frigoríficos com padrões internacionais e prepara-se
para se consolidar como um dos principais polos têxteis do centro-oeste, a partir
do incentivo e investimento na indústria de tecelagem e confecções. Mais
recentemente, Rondonópolis começou a receber investimentos no setor de
metalurgia (PREFEITURA DE RONDONÓPOLIS, 2021).
A cidade representa um importante polo que atende mais de 30
municípios e cerca de 500 mil habitantes. Investe em qualificação profissional,
infraestrutura, tecnologia e desenvolvimento humano, como incentivo para o
crescimento da produção agropecuária, da indústria, do comércio e do turismo,
gerando emprego, renda e qualidade de vida de todos que vivem e investem
aqui. Rondonópolis também se destaca, atualmente, pelo alto uso de tecnologia
em suas propriedades rurais, ou seja, maquinaria para o manejo do solo e a
realização e aplicação de pesquisas. Estes fatores garantem índices recordes
de produtividade, tornando o município um dos destaques do agronegócio
nacional e uma das cidades de maior crescimento econômico do interior
brasileiro.
Tal perspectiva de crescimento orientou a Faculdade de Rondonópolis,
que possuiu todos os seus cursos com conceitos satisfatórios e IGC nota 3, a
implantar cursos em diversas áreas para atender aos anseios da sociedade.
Estão em funcionamento: Administração, Agronomia, Arquitetura e Urbanismo,
Biomedicina, Ciências Contábeis, Curso Superior Tecnólogo (CST) em
Agronegócio, CST em Gestão de Recursos Humanos, Direito, Educação Física
Licenciatura, Educação Física Bacharelado, Enfermagem, Engenharia Civil,
Engenharia de Produção, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica,
Engenharia da Computação, Engenharia de Controle e Automação, Farmácia,
Fisioterapia, Nutrição, Odontologia, Pedagogia e Psicologia.

Público
12

A partir de 2021 todos os cursos ofertados pela Faculdade de


Rondonópolis passaram a funcionar no prédio Avenida Ary Coelho, nº 829, bairro
Cidade Salem, CEP 78705-050, Rondonópolis – MT.
A Direção da IES é exercida pela Ana Paula Lopes Lima Lucena,
responsável não apenas pela direção, mas também pela coordenação geral,
fiscalização e superintendência das atividades da Faculdade.
A Coordenação Acadêmica, é realizada pela Professora Cleciene dos
Anjos Musquim, a qual é responsável pela organização e coordenação da
execução das atividades de ensino da Faculdade, dando suporte aos
coordenadores de curso e aos professores na realização de seus planos e
atividades, como forma de garantir a máxima qualidade acadêmica no âmbito da
graduação.
A missão de uma Instituição representa sua finalidade, sua identidade,
sua razão de ser.

VISÃO: Ser a melhor experiência, transformando conhecimento e


oportunidades em sucesso para todos
PROPÓSITO: Levar a muitos a transformação que hoje é acessível a
poucos
VALORES:
Sucesso do aluno é o nosso sucesso
Somos um time, não heróis
Fazemos das nossas diferenças a base da nossa convivência
Aqui o papo é direto e com respeito
Vai lá e faz: focamos nos resultados e somos responsáveis pelas
entregas
Temos coragem para fazer melhor, diferente e com simplicidade
Celebramos as vitórias, aprendemos com os tropeços e nos divertimos
na jornada

Dados socioeconômicos e socioambientais da região


A Faculdade de Rondonópolis é credenciada no cenário econômico,
social e educacional que se descreve a seguir.

Público
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Mato Grosso tem uma população estimada no ano de 2021 de 3.567.234


milhões de habitantes (IBGE, 2021) nos seus 141 municípios, distribuídos em
903.198 km², em um espaço físico com quatro ecossistemas complexos –
Pantanal, Cerrado, Floresta Amazônica e Araguaia; que associados à baixa
densidade demográfica apresentam grandes desafios para área educacional e
socioambiental, derivadas do processo de (re)ocupação ocorridos nos anos 70,
com forte presença dos estados do Sul e Sudeste, influenciando sobretudo nos
saberes tradicionais.
Em relação ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) o estado de
Mato Grosso ocupa a 27ª posição, segundo os dados IBGE (2017), o que deixa
o estado na pior posição em relação aos demais do Centro-Oeste, com um valor
de 0,725, que é inferior ao valor do Brasil (0,727), cuja variação é de 0 a 1; para
especialistas isto é considerado um médio desenvolvimento nacional. Dos 141
municípios, 48 tem alto índice e 05 baixos; esses parâmetros de referência são
baseados na longevidade, nível de escolaridade e renda.
Em contrapartida o PIB é um dos mais altos do país (11º), com R$ 142.122
bilhões no ano de 2019, devido à grande arrecadação do agronegócio (IBGE,
2019). Conforme dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica
(IDEB) no Ensino Médio constata-se – rede estadual- que a situação permanece
grave, quando Mato Grosso que ocupa a 27ª posição no ranking nacional
atingindo uma pontuação de 5,7 pontos (IBGE, 2019).
Rondonópolis é um município brasileiro do estado de Mato Grosso,
localiza-se a uma latitude 16º28'15" sul e a uma longitude 54º38'08" oeste,
estando a uma altitude de 227 metros. Sua população em 2021 foi estimada em
aproximadamente 239.613 mil habitantes, o que coloca Rondonópolis em 138º
lugar no Brasil, 54º lugar entre os municípios interioranos brasileiros, 8° lugar
dos municípios do Centro-Oeste e 3º lugar no estado.

Público
14

Figura 1: População estimada de Mato Grosso em 2021.

Fonte IBGE (2021).

Figura 2: População estimada de Rondonópolis em 2021 e sua posição em


comparação a outros municípios.

Fonte IBGE (2021).

Público
15

O município é cortado pelas rodovias federais BR 364 e BR 163, as mais


importantes vias de escoamento da produção e ligação do Mato Grosso e região
Norte com o sul do país. Esta localização estratégica faz com que Rondonópolis
se consolide a cada ano, como Polo Industrial do Centro-Oeste. A Ferronorte
deve impulsionar ainda mais o desenvolvimento da região devido entre outros
fatores, à implantação do Porto Seco. O Porto Seco, que é uma zona
exportadora, irá reduzir os custos de exportação da produção local e estadual.
Rondonópolis tem como divisa ao norte, os municípios de Juscimeira e Poxoréo;
ao sul Itiquira; ao leste São José do Povo e Pedra Preta e ao oeste Santo Antônio
do Leverger. A zona urbana do município é banhada pelo rio Vermelho e o
Arareau. Já a zona rural é cortada pelos rios Ponte de Pedra, Jurigue e
Tadarimana. Rondonópolis está a 210 quilômetros de distância da capital
Cuiabá.
O município originalmente era conhecido como "Ponte de Pedra", por
causa do rio de mesmo nome que banha a região. Com a passagem da
Comissão Rondon pela região, a fim de fazer levantamentos para a construção
de linhas telegráficas, veio o tenente Otávio Pitaluga, que mediu e instituiu as
diretrizes para uma futura cidade. Com esse projeto, a localidade foi rebatizada
de Rondonópolis, em homenagem a Marechal Rondon, em 1918.
Até a década de 1940, a cidade permaneceu em decadência. Poxoréo,
perto dali, era elevada a município e crescia com o garimpo, enquanto
Rondonópolis ficava estagnada. Somente depois de 1947 a cidade se
desenvolveria, com a instalação de colônias agrícolas pelo governo do estado.
Começa a haver um fluxo de migração, inicialmente de outras partes do estado
e de Minas Gerais, São Paulo, do Nordeste e até de outros países, e mais tarde
principalmente da região Sul.
O processo de expansão se acelera, e Rondonópolis passa pelo mais
rápido processo de modernização do campo que se tem notícia na região Centro-
Oeste. Já como polo econômico, nas décadas de 1980 e 1990 fica conhecida
como "Capital nacional do agronegócio".
Rondonópolis faz limite com os municípios de Juscimeira, Poxoréo,
Itiquira, São José do Povo, Pedra Preta e Santo Antônio do Leverger. A região

Público
16

tem vegetação típica do cerrado, e o clima é tropical quente e úmido, com chuvas
concentradas na primavera e no verão. A temperatura média é de 25°C podendo
chegar aos 7°C no inverno e 43°C no verão.
A cidade está localizada em posição privilegiada, no entroncamento das
rodovias BR-163 e BR-364, e através da Ferronorte, ligada por ferrovia com os
principais portos do país.
Rondonópolis é hoje a 2ª maior economia do estado de Mato Grosso e
está entre as 100 maiores economias do país, com um PIB per capita de
43.175,13 em 2015, PIB 48. 787, 08 em 2019 e Índice de Desenvolvimento
Humano Municipal – IDHM em 2010 de 0,755 (IBGE, 2017), a cidade já é
considerada a mais industrializada do estado.

Figura 3: PIB per capita de Rondonópolis

Fonte: IBGE (2019).

Público
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Conforme pesquisas do IBGE o salário médio mensal dos trabalhadores


de Rondonópolis, em 2019, era de 2,4 salários mínimos. Já a proporção de
pessoas ocupadas em relação à população total era de 28,7%.

Figura 4: Informações de renda e empregabilidade em Rondonópolis.

Fonte: IBGE (2019).

Nos últimos anos houve um intenso processo de industrialização e


verticalização da economia. Diversas indústrias se instalaram no município, a
Cervejaria Petrópolis (Crystal), a TBM Têxtil, a Santana Textiles, Nortox
Agrotóxicos, Bunge Alimentos, ADM, Agra, e outras são exemplos dessa
industrialização. O agronegócio já não é a principal fonte de economia, e sim a
"mola propulsora" para diversos outros setores secundários da economia local.

Público
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Rondonópolis já foi considerada a "Capital nacional do agronegócio", hoje volta


seus ideais para a indústria, com o objetivo de agregar valores a seus produtos
como soja e algodão, com instalação de grandes esmagadoras de soja e
indústrias têxteis. A cidade também é um importante polo comercial, além de ser
considerada "capital regional", por sua importância econômica. A edição de
Janeiro/2010 da Revista "Pequenas Empresas Grandes Negócios", mostra
estudo exclusivo, feito pela consultoria paulistana Geografia de Mercado que deu
origem à lista de 25 cidades boas para se empreender e Rondonópolis está no
7º lugar da lista das cidades, entre 100 e 200 mil habitantes.
A chegada da Ferronorte (Ferrovia Vicente Vuolo) deverá consolidar
Rondonópolis como uma das cidades mais industrializadas do país. Junto com
a ferrovia está previsto a construção do maior terminal rodoferroviário da américa
latina, que terá capacidade para o carregamento de 10 mil contêineres por mês
e será administrado pela ALL logística. Rondonópolis está entre as 40 maiores
cidades exportadoras do Brasil.
Hoje Rondonópolis conta com o "Rondon Plaza Shopping", o shopping da
cidade. O "Montello Centro Comercial", um pequeno complexo de lojas destinado
a classe "A". O "Shopping Popular", mais conhecido como "Camelódromo",
localizado no Cais, ponto turístico e de lazer da cidade. A cidade também conta
com uma loja da rede Supermercados Big Master e Havan. Duas opções no
segmento de atacado: o Atacadão e o Assaí.
Como quase todas as cidades do estado, Rondonópolis cresceu muito de
1960 até os dias de hoje. De 22.554 habitantes em 1960 passou a 62.551 em
1970, 82.293 em1980, 126.082 em 1991,150.227 em 2000 e mais de 198.357
em 2010. A densidade demográfica é de 48,34hab/km².
O Turismo de Rondonópolis é movimentado pelo agronegócio, mas
devido às belezas naturais da região, o ecoturismo já surge como atração para
o setor. Outra área que começa a atrair visitantes é o Esporte devido a vários
campeonatos de diversas modalidades. As feiras agropecuárias como a
Agrishow Cerrado (feira internacional de tecnologias agrícolas), que acontece
em abril e a Exposul (exposição agropecuária oficial da cidade), realizada em
julho atraem milhares de pessoas de todo o Brasil para o município. O Parque

Público
19

Ecológico João Basso (área de preservação ambiental particular) é formado por


cachoeiras, grutas, inscrições rupestres e trilhas que levam à Cidade de Pedra.
Há também por toda a região de Rondonópolis uma série de cachoeiras
e rios propícios para os amantes da boa pescaria, para a prática de esportes
radicais como o rapel ou simplesmente para contemplar a natureza exuberante
do cerrado. Os campeonatos de skate, Motocross, Fórmula Uno, Festival de
Arrancadas e o circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia também contribuem
para o Turismo local.
Para atender a demanda de turistas e visitantes a cidade de Rondonópolis
dispõe de um aeroporto municipal que faz a ligação aérea com Cuiabá, Barra do
Garças, Rio Verde, Goiânia, Vilhena, Ji-Paraná, Porto Velho e Manaus e um
terminal rodoviário composto por 22 empresas de transportes que ligam o
município a todos os outros Estados do Brasil.
A cidade ainda conta com: Cidade de pedra, um complexo rochoso e sítio
arqueológico; Parque Ecológico João Basso, uma Reserva Particular do
Patrimônio Natural; Rio Ponte de Pedra, local de prática de esportes radicais;
Cais, às margens do Rio Vermelho; local para lazer, com bonitas paisagens ao
entardecer. Horto Florestal; lugar ideal para realizar excelentes caminhadas ao
amanhecer e ao entardecer.
Rondonópolis é conhecida como a capital nacional do bi trem. O
Transporte Coletivo é feito por uma única empresa, a Cidade de Pedra. Possui
o Terminal Rodoviário Alberto Luz.
O Aeroporto Municipal Maestro Marinho Franco, atualmente conta com
voos para Cuiabá, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, estado de Santa Catarina,
dentre outros.
Rondonópolis não é uma referência cultural. Embora haja o projeto para
a construção de um Teatro Municipal, não houve anúncio formal para sua efetiva
implementação. Todavia, há lugares destinados à cultura e ao lazer, podendo
ser citados o Caiçara Tênis Clube, Centro de Eventos Ideias, Centro de Eventos
Millenium e o Museu Municipal Rosa Bororo.
Rondonópolis conta com o Estádio Municipal Engenheiro Luthero Lopes,
com capacidade para cerca de 18.500 torcedores, local de jogos muito
importantes pelo Campeonato Estadual de Futebol, organizado pela FMF

Público
20

(FEDERAÇÃO MATOGROSSENSE DE FUTEBOL). Possui no município três


times: União Esporte Clube (campeão estadual em 2010), Sociedade Esportiva
Vila Aurora (2005), e o mais novo time de Mato Grosso, o Rondonópolis Esporte
Clube (REC). Este belo município também conta com o Ginásio Marechal
Rondon, o Parque das Águas (que é utilizado para a prática esportivas como o
skate, a caminhada, o vôlei e o bicicross), e o Horto Florestal. Também
lembremos das praças municipais, onde quase todas contam com campo de
areia ou de futsal.
Os principais meios de comunicação são a internet, as rádios, os jornais
impressos, a televisão e as companhias de telefonia fixa e móvel.
As principais empresas responsáveis pela telefonia fixa na cidade são a
Embratel, VIVO e a OI. Já a telefonia móvel fica a cargo da Vivo, Tim, Claro e
Oi.
Em relação aos dados de Educação em Rondonópolis a taxa de
escolarização (para pessoas de 6 a 14 anos) foi de 98.4 em 2010. Tais números
posicionava o município na posição 24 de 141 dentre as cidades do estado e na
posição 1440 de 5570 dentre as cidades do Brasil (IBGE, 2017).

Figura 5: Taxa de escolarização de 6 a 14 anos.

Fonte: IBGE (2019).

Público
21

Figura 6: Taxa de matrícula cidade de Rondonópolis.

Fonte: IBGE (2019).

Dados mais recentes mostram que as estimativas de matrículas no ensino


fundamental são de 477.717 no ano de 2020.
O município possui 105 escolas com 31.311 matrículas no ensino
fundamental e 8.687 matrículas no ensino médio. O IDEB nos anos finais do
ensino médio foi de 4,7 em 2019 (IBGE, 2020; INEP, 2019).
Conforme do Plano Diretor do Município, essas instituições oferecem
ensino infantil, técnico e superior, sendo que a maior parte delas é para o ensino
fundamental e estão concentradas na área urbana. As etapas que possuem
menor oferta são ensino médio e superior. Ainda, o Ensino de Jovens e Adultos
(EJA) é ofertado em 18 instituições de ensino públicas (DIAS et al., 2015)
Rondonópolis hoje conta com a Faculdade de Rondonópolis que oferta os
cursos de Administração, CST em Agronegócio, Biomedicina, Ciências
Contábeis, Direito, Enfermagem, Educação Física, Engenharia Civil, Engenharia
de Produção, Farmácia, Fisioterapia, CST em Gestão de Recursos Humanos,
Odontologia e Psicologia, Agronomia, Arquitetura, Engenharia Civil, Engenharia
de Produção, Engenharia Mecânica, Engenharia Elétrica, Nutrição e Pedagogia.
Outras instituições de ensino superior instaladas no município são a
Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) que oferece os seguintes cursos
superiores: Administração, Biblioteconomia, Ciências Biológicas, Ciências

Público
22

Contábeis, Ciências Econômicas, Enfermagem, Engenharia Agrícola,


Engenharia Mecânica, Geografia, História, Sistemas de Informação, Letras
Inglês, Letras Português, Matemática, Medicina, Pedagogia, Psicologia,
Zootecnia, o campus de Rondonópolis tenta sua emancipação para a criação da
Universidade Federal de Rondonópolis (UFR); um campus do Instituto Federal
de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT), com cursos
técnicos na área de Química, Secretariado, Informática e Alimentos. A cidade
conta também com a FACER (Faculdade Cenecista de Rondonópolis),
Faculdade Fasipe, que oferece cursos na área de saúde, Direito e Engenharia,
Faculdade Uniasselvi. Fazem parte do cenário educacional superior várias
Faculdades EAD entre elas UNOPAR Virtual, CESUMAR Virtual, conta com 33
escolas estaduais, 61 escolas de Pré Escola, 90 escolas de Ensino
Fundamental, 32 escolas de Ensino Médio entre públicas e privadas. Conta
também com SENAI, SENAC, SEST/SENAT e SECITEC de ensino técnico.

1.4 Dados gerais do curso

 Instituição: Faculdade de Rondonópolis


 Nome do curso: Arquitetura e Urbanismo
 Nº de vagas pretendidas: 210 vagas.
 Turno de funcionamento: MATUTINO E NOTURNO
 Regime de matrícula: Semestral
 Tempo de Integralização: 10 semestres (mínimo)/ 15 semestres (máximo)
 Carga horária total: 3600
 Coordenador do curso: JESSICA MARIA MONTEIRO
 Portaria de Autorização n°604 de 03 de outubro de 2016, publicada em
14 de outubro de 2016.

Contexto educacional da IES


O contexto educacional no qual foi concebido os Curso da Faculdade de
Rondonópolis busca contemplar, com qualidade, as demandas efetivas de

Público
23

natureza econômica, social e socioambientais, como pode ser mostrado nas


informações apresentadas neste capítulo.
Segundo estudos realizados no sítio arqueológico Ferraz Egreja, os
primeiros sinais de vida em terras que hoje pertencem ao município de
Rondonópolis, datam de pelo menos cinco mil anos atrás.
Desde o final do século XIX, a ocupação local é marcada por um
contingente de índios Bororo e pelo efetivo do destacamento militar em Ponte de
Pedra (1875-1890), seguidas pelas comitivas de aventureiros que se arriscavam
pela região em busca de ouro e de pedras preciosas. Por último, chegaram as
expedições da Comissão Construtora das Linhas Telegráficas (1907/1909) sob
o comando do então primeiro tenente Cândido Rondon, que determinavam o
traçado da linha telegráfica para interligar o estado de Mato Grosso e Amazonas
ao resto do país – fruto dessa investida, em 1922 é inaugurado o posto
telegráfico, às margens do rio Poguba (rio Vermelho).
A partir de 1902, inicia-se a história de povoamento do Rio Vermelho, com
a fixação de famílias procedentes de Goiás, Cuiabá e de outras regiões do
estado. Em 1915 havia cerca de setenta famílias na localidade, estas viviam com
certa organização econômica, social e política e também tinham preocupação
com as primeiras letras. Neste mesmo ano, Joaquim da Costa Marques,
Presidente de Estado do Mato Grosso, promulga o Decreto Lei nº 395, que
estabelecia uma reserva de 2.000 hectares para o patrimônio da povoação do
rio Vermelho. Esse decreto marca oficialmente a existência do povoado (a futura
cidade de Rondonópolis), cuja data de fundação (10 de agosto de 1915) foi
regulamentada pela Lei Municipal 2.777 de 22 de outubro de 1997.
Em 1918, o deputado, agrimensor e tenente Otávio Pitaluga conclui o
projeto de medição, alinhamento e estética da localidade, projeto que em 1948
foi aproveitado pelo engenheiro Domingos de Lima para edificar o traçado do
atual quadrilátero central. Pitaluga também foi o responsável pela alteração de
nome do povoado para Rondonópolis, em 1918 - uma homenagem a Rondon
que passa, então, a ser considerado o patrono do lugar.
Em 1920, Rondonópolis transforma-se em distrito de Santo Antônio do
Leverger e em comarca de Cuiabá. Todavia, na década de 20, o recém-criado
distrito começa a sofrer problemas ligados a enchentes, epidemias e

Público
24

desentendimento entre os moradores, no mesmo período, João Arenas


descobre os garimpos de diamantes na vizinha região de Poxoréo (1924). A
combinação desses fatores provoca o processo de despovoamento de
Rondonópolis, no período de 1931 a meados de 1947, ao mesmo tempo em que
os garimpos projetam o crescimento de Poxoréu o que, em 1938, foi elevado à
categoria de município.
Em consequência, pela proximidade, Rondonópolis é incluído como
distrito de Poxoréu o, através da Lei Estadual nº 218 de 1938.
A partir do ano de 1947, Rondonópolis retoma o processo de crescimento,
à medida que o município é inserido no contexto capitalista de produção como
fronteira agrícola mato-grossense, resultado da política do sistema de colônias
implantado pelo Governo do estado. A emancipação política acontece em 10 de
dezembro de 1953.
Nas décadas de 50 e 60, o crescimento econômico de Rondonópolis vem
através do campo, enquanto produtor de alimentos e extensão do capital
paulista. Nesse período destaca-se a força da mão-de-obra de migrantes mato-
grossenses, nordestinos, paulistas, mineiros, japoneses e libaneses.
Na década de 70, acelera-se no município o processo de expansão
capitalista, e Rondonópolis desenvolve o mais rápido processo de modernização
do campo que se teve notícia no Centro-Oeste - incrementando as atividades da
soja, da pecuária e do comércio. Aqui, a migração sulista é o destaque. Em 1980,
Rondonópolis passa a ser polo econômico da região e é classificado como
segundo município do estado em importância econômica, demográfica e urbana.
Já na década de 90, Rondonópolis projeta-se como “A Capital Nacional do
Agronegócio”, ao mesmo tempo em que cresce o setor agroindustrial.
Os primeiros anos do século XXI assistem ao avanço de Rondonópolis no
setor industrial e espera pelo advento da metrópole Rondonopolitana, município
pólo do Sul do estado de Mato Grosso.
Com o segundo maior PIB do estado de Mato Grosso, Rondonópolis já é
conhecida nacionalmente pelo seu excelente desempenho agropecuário, que lhe
garante a liderança do ranking de exportações do Estado e o reconhecimento
como a capital do agronegócio e do bitrem.

Público
25

O município também desponta como a mais nova promessa de


crescimento industrial de Mato Grosso e do Brasil, a agricultura já não é mais a
vocação principal, e sim a mola propulsora das suas inúmeras outras vocações
econômicas.
Com uma importante localização geográfica, a cidade tem na
industrialização um novo salto de crescimento. Hoje, a diversificação de
segmentos industriais tem gerado títulos importantes para o município: maior
pólo de esmagamento, refino e envaze de óleo de soja do Brasil, maior pólo
misturador de fertilizante do interior brasileiro, maior produção estadual de ração
e suplementos animais, frigoríficos com padrões internacionais e prepara-se
para se consolidar como um dos principais pólos têxteis do centro-oeste, através
do incentivo e investimento na indústria de tecelagem e confecções. Mais
recentemente, Rondonópolis começa a receber investimentos no setor de
metalurgia. A instalação do Complexo Intermodal de Rondonópolis (CIR),
situada na BR-163, saída para Campo Grande (MS), marca novas perspectivas
de crescimento e fortalecimento do setor industrial local, propiciada pela logística
imposta pela ferrovia que alia as atividades do terminal ferroviário e rodoviário.
Nesse complexo, estão sendo instaladas 3 distribuidoras de combustível,
empresas de fertilizantes, de commodities agrícolas, fábrica de biodiesel
(COFCO), entre outras, além de um novo distrito industrial privado.
A chegada dos trilhos da ferrovia em 2013, com a inauguração do Complexo
Intermodal da Ferronorte, revolucionou ainda mais a logística local. Se percebe no
município o início de processo de impacto em termos de incremento de receita pública
e da circulação de renda dos trabalhadores. Os gastos com o frete diminuíram e
ampliou-se o escoamento de produção de grãos, tornando a produção agropecuária
mais competitiva no mercado internacional. Fruto desse contexto, em 2018, as
exportações colocaram Rondonópolis em 39º lugar dos municípios que mais exportaram
no país.

Assim, nesta segunda década do século XXI, pode-se dizer que Rondonópolis está
a caminho de se tornar uma metrópole, município polo da região Sul, que tem galgado
também no setor industrial um avanço significativo – o município está entre as 100

Público
26

maiores economias do país. O agronegócio, em especial, continua a trazer para


a cidade pessoas de diferentes lugares do país.

Contexto educacional do curso

O contexto educacional no qual foi concebido o curso de Arquitetura e


Urbanismo da Faculdade de Rondonópolis busca contemplar, com qualidade, as
demandas efetivas de natureza econômica, social e socioambientais, como pode
ser mostrado nas informações apresentadas neste capítulo.
Após a primeira fase de implantação com os ajustes e as adaptações
necessários, o curso de Arquitetura e Urbanismo cresceu e solidificou-se
usufruindo, atualmente, de elevado conceito junto à comunidade acadêmica e
perante os segmentos empresariais da região sul-mato-grossense.
O aspecto pedagógico também foi se estruturando, nesse período o
projeto pedagógico do curso tem sua relevância, com o objetivo de organizar sua
proposta curricular, dentro das orientações do Ministério da Educação em suas
Diretrizes Curriculares e articulando a proposta interdisciplinar.
O curso de Arquitetura e Urbanismo está inserido em um cenário de
grande crescimento de instalações fabris no estado de Mato Grosso. O município
de Rondonópolis está localizado estrategicamente no entroncamento das
Rodovias BR-163 e BR-364 e é a ligação entre as regiões norte e sul do país.
Por estas vias são transportadas toda a produção agrícola e industrial para os
grandes centros metropolitanos e portos do Brasil. A chegada da Ferrovia com
criação de um terminal para carga e descarga oportunizou a abertura de grandes
empresas no entorno deste terminal, ampliando ainda mais as possibilidades de
empregabilidade para os estudantes e egressos do curso.
Com uma importante localização geográfica, a cidade tem na
industrialização um novo salto de crescimento. Hoje, a diversificação de
segmentos industriais tem gerado títulos importantes para o município: maior
polo de esmagamento, refino e envaze de óleo de soja do Brasil, maior polo
misturador de fertilizante do interior brasileiro, maior produção estadual de ração
e suplementos animais, frigoríficos com padrões internacionais e prepara-se
para se consolidar como um dos principais polos têxteis do centro-oeste. Além

Público
27

disso, em poucos anos houve uma grande mudança no cenário energético do


país, iniciada pela quebra do monopólio estatal de exploração de energia,
levando a uma nova regulamentação desse setor. Soma-se a isso a entrada de
capital. Nos últimos anos, estas duas características colocaram as energias
renováveis no cenário energético mundial, pois, se as atuais taxas de consumo
de combustíveis fósseis forem mantidas, eles só serão capazes de satisfazer as
nossas necessidades de energia para mais algumas décadas antes de esgotar-
se. Os danos ao meio ambiente, por outro lado, causados pela queima de
combustíveis fósseis e as mudanças climáticas resultantes, forçam-nos a
considerar as fontes alternativas de energia, se quisermos preservar o planeta e
garantir o bem-estar das gerações futuras.
Além do município de Rondonópolis, a região sul do estado de Mato
Grosso abrange cerca de 30 municípios e uma população de aproximadamente
500.000 habitantes. A região apresenta potencial de empregabilidade para os
estudantes e egressos do curso. Conta com forte produção de soja, milho e
algodão além da pecuária, e devido aos incentivos governamentais e questões
estratégicas conta com a instalação de grandes empresas nos ramos frigoríficos,
extração de óleo vegetal, sucro energéticas e de beneficiamento.
A profissão do arquiteto e urbanista é regulamentada pela Lei
12.378/2010 e pelas Resoluções CAU/BR 21/2012 e CAU/BR 51/2013,
baseadas na mesma lei. O profissional atua em atividades relativas à arquitetura
de interiores, de edificações, conjuntos arquitetônicos e monumentos, de
patrimônio histórico e cultural, à arquitetura paisagística, ao planejamento
urbano e regional, e, também, em serviços afins e correlatos a essas áreas.
Com foco em uma formação abrangente na área da Arquitetura e
Urbanismo, cujo perfil do egresso deve refletir as demandas dos arranjos
produtivos, sociais e culturais locais e regionais, é visível o papel social do curso
de Arquitetura e Urbanismo e sua inserção na Região Sul do Estado de Mato
Grosso e sua ramificação para as esferas Estadual e Federal, sendo importante
ressaltar que a missão do curso, em convergência com a missão da IES, se
efetiva quando há a interação entre a formação e atuação profissional.

Público
28

Formas de acesso ao curso

O ingresso na IES é disciplinado pela Constituição Federal,


pelos Pareceres CNE/CP nº 95/98 e, sobretudo, pelo que determina a Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), em seu artigo 44, inciso II:

Art. 44. A educação superior abrangerá os seguintes cursos e


programas: [...] II - de graduação, abertos a candidatos que tenham
concluído o Ensino Médio ou equivalente e tenham sido classificados
em processo seletivo.

Desse modo, há cinco formas de acesso ao curso:

 Concurso vestibular
Visando selecionar candidatos semestralmente, a instituição oferece
concursos vestibulares, cujas questões buscam mensurar no candidato o
domínio de suas competências e habilidades, tais como aquelas definidas e
avaliadas pelo Exame Nacional de Ensino Médio (Enem). As condições para
submissão aos exames de seleção são que os candidatos tenham concluído
o ensino médio ou equivalente, ou que estejam em processo de conclusão
até o início das atividades letivas no ensino superior. Após os exames formais
de seleção, caso haja vaga, o candidato pode agendar e se submeter a um
exame simplificado, que busca avaliar uma produção textual argumentativa.
Uma vez aprovado no exame simplificado, o candidato poderá ter acesso ao
curso. O candidato pode acessar as informações sobre o concurso de
vestibular no site institucional.

 Transferência externa
Indicada para alunos regularmente matriculados, ou com matrícula
trancada em outra IES, cujo curso seja devidamente autorizado ou reconhecido
pelo MEC. Os alunos podem solicitar transferência externa, em um processo que
está condicionado à existência de vagas no curso pretendido. Caso o número de
candidatos seja superior ao número de vagas, o candidato será submetido a um
processo seletivo específico.

 Reaproveitamento de curso

Público
29

Esta é uma forma de ingresso em que o candidato portador de diploma de


nível superior devidamente reconhecido, solicita isenção do vestibular para
ocupar uma vaga nos cursos da IES. Esse processo está condicionado à
existência de vaga no curso pretendido. Caso o número de vagas seja inferior
ao número de candidatos, será realizado um processo seletivo específico.

 Enem
Considerando que o Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) avalia
competências e habilidades inerentes ao ensino médio, o candidato pode optar
por ingressar na instituição de ensino superior utilizando as notas obtidas nesse
exame, de acordo com os critérios estabelecidos pelo MEC. Este processo está
condicionado à existência de vaga no curso pretendido.

 ProUni
Por meio do Programa Universidade Para Todos (ProUni), do Governo
Federal e a partir de seleção feita com base nas notas do Enem e,
posteriormente avaliação documental, é possível o ingresso de alunos de baixa
renda em instituições particulares credenciadas pelo Ministério da Educação
com bolsas integrais e/ou parciais.

Público
30

2 PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS, RESPONSABILIDADE SOCIAL E POLÍTICAS


INSTITUCIONAIS

2.1 Princípios filosóficos

A filosofia adotada pela Instituição prevê um processo educacional no qual


predominem a formação crítica dos indivíduos a respeito da sociedade, seu
papel enquanto cidadãos transformadores e o compromisso com a formação do
sujeito com o desenvolvimento social, científico e tecnológico. Acredita-se na
necessidade de articular a formação científico-profissional e ética, política e
estética; a aprendizagem como atividade de
assimilação/compreensão/produção do conhecimento; e o processo de ensino-
aprendizagem, que tem como proposta explícita a liberdade, igualdade,
autonomia de direitos, democracia, cidadania, humanização da natureza e
existência social e do próprio homem.
A instituição trabalha ações na administração, nos cursos, nos colegiados
e nos núcleos docentes estruturantes, no sentido de manter uma estrutura
organizacional dinâmica e flexível, que permitirá ajustes permanentes, com
adaptações e inovações contínuas e rupturas, quando necessárias, buscando as
transformações relacionadas ao desenvolvimento cognitivo dos alunos,
suportado pela tecnologia. Para tanto, as aulas têm propostas dinâmicas, com
conteúdos que usam a problematização e os estudos de caso como forma de
tornar o aluno agente ativo no processo de ensino-aprendizagem. Ao mesmo
tempo, esta proposta metodológica é flexível e estimula a discussão e a
contextualização acerca de temas atuais entre alunos e professor, alinhados
com a proposta das competências a serem desenvolvidas na aula. Essa
proposta desloca qualquer ideia de que a diretriz acadêmica definida pelo
corporativo possa causar engessamento ou falta de coerência com as demandas
locais.
A relação entre a concepção filosófica e a prática pedagógica é
acompanhada por meio de avaliações dos processos e avaliações do ensino-
aprendizagem, e tem como ferramentas fundamentais a avaliação institucional e
a Comissão Própria de Avaliação (CPA), bem como discussões sobre o curso

Público
31

nos aspectos administrativos e didático-metodológicos e atividades do cotidiano


dos colegiados.
O projeto pedagógico da instituição, conforme descrito no Plano de
Desenvolvimento Institucional (PDI), visa proporcionar aos alunos uma formação
prática, realista, cidadã e solidária com as necessidades do meio, integrando
aspectos regionais e nacionais, por meio de currículos flexíveis que permitam
eleger, reformular e ampliar as modalidades de formação. Esse trabalho é
desenvolvido no curso por meio dos seus colegiados, Núcleos Docentes
Estruturantes, avaliações aplicadas pela Comissão Própria de Avaliação e
reuniões entre coordenadores de curso, diretores e alunos. Na matriz curricular,
há disciplinas optativas que permitem atender a demandas de necessidade
locais, caso não sejam contempladas em outras disciplinas, ou não sejam
contextualizadas em discussões em salas de aula.
A identidade da IES é construída continuamente a partir dos princípios
ético-políticos, epistemológicos e educacionais. Os princípios ético-políticos que
embasam o planejamento e as ações institucionais se refletem nos valores e nas
atitudes da comunidade acadêmica, nas atividades de ensino, nas relações entre
as pessoas e destas com o conhecimento. Esses princípios são:
I. O respeito ao ser humano, entendendo-o como cidadão integrante da
sociedade, portador de direitos e deveres.
II. O respeito às diversidades de pensamento e às ideologias como
possibilidades de crescimento individual e social.
III. O compromisso com as finalidades e os objetivos da instituição,
considerando a atividade-fim, a educação, acima de qualquer interesse
particular.
IV. A busca constante da qualidade institucional através da qualidade de seus
elementos humanos, de sua estrutura organizacional e de seus
programas de ação.
V. O respeito às limitações físicas, mentais e emocionais.

A IES também adota o princípio Ser Educador, o qual norteia as ações


de todos os colaboradores, pois a instituição acredita que a educação somente
é possível se houver comprometimento de todos em educar. O Ser Educador

Público
32

possui, essencialmente, como característica do seu trabalho, a capacidade


formadora, empreendedora e reflexiva, que contribui para o desenvolvimento de
indivíduos conscientes, guiados por valores éticos e morais, necessários à
coletividade.
Em consonância com os princípios filosóficos, a instituição reconhece a
importância de sua contribuição para com a melhoria das condições sociais da
população, razão pela qual desenvolve ensino e extensão voltados para a
diversidade e consciência humana, que buscam a democracia, a promoção da
cidadania e o atendimento às demandas de diversos segmentos da sociedade.

2.2 Responsabilidade Social

A IES reconhece a importância de sua contribuição para a comunidade,


razão pela qual desenvolve ensino e extensão voltados para a melhoria da
qualidade de vida da população, almejando o desenvolvimento da democracia,
a promoção da cidadania e o atendimento às demandas de diversos segmentos
da sociedade.
As ações de responsabilidade social são norteadas pelas diretrizes de seu
Projeto de Desenvolvimento Institucional (PDI). Assim, a Faculdade desenvolve
projetos institucionais de impacto socioambiental, os quais visam à articulação
entre o conhecimento científico advindo do ensino e as necessidades da
comunidade na qual está inserida, interagindo e transformando a realidade
social, buscando gerar valor e impactos positivos no curto e longo prazo. Os
programas, os projetos, as atividades e as ações visam aproximar academia e
sociedade, em promoção ao desenvolvimento sustentável, que engloba
aspectos econômicos, sociais e culturais, de preservação do meio ambiente, dos
saberes locais e da memória histórica.
Nesse sentido, a instituição assume compromissos voluntários, sendo
eles, a saber: os Dez Princípios do Pacto Global, relacionados aos Direitos
Humanos, Direitos do Trabalho, Proteção do Meio Ambiente e combate à
corrupção em todas as suas formas e os Dezessete Objetivos do
Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que envolvem temáticas

Público
33

diversificadas, como erradicação da pobreza, segurança alimentar e agricultura,


saúde, educação, igualdade de gênero, redução das desigualdades, energia,
água e saneamento, padrões sustentáveis de produção e de consumo, mudança
do clima, cidades sustentáveis, proteção e uso sustentável dos oceanos e dos
ecossistemas terrestres, crescimento econômico inclusivo, infraestrutura e
industrialização, governança e meios de implementação.
Em nível local, a entidade assume seu papel de gerador de valor social
através dos seguintes projetos institucionais:
o Trote solidário: programa com o objetivo de engajar alunos,
professores, coordenadores, colaboradores, gestores e diretores
no desenvolvimento de ações que promovam cidadania, educação
e trabalho em equipe, reafirmando o compromisso da IES
socialmente responsável e marcando posição contrária ao trote
violento.
o Semana da Responsabilidade Social: destinada para promover
e divulgar as ações relacionadas à Política de Responsabilidade
Social e que serão desenvolvidas pela IES, como as ações
relacionadas aos direitos humanos, à defesa do meio ambiental, à
proteção da memória cultural, artística e do patrimônio cultural e ao
desenvolvimento econômico e social.
o Atendimentos comunitários: atendimentos técnicos realizados
pelos alunos - gratuitamente ou a baixo custo, a fim de garantir a
melhoria de qualidade de vida da comunidade no entorno da IES e
agregar valor ao aprendizado. Tal programa não congrega as
atividades curriculares obrigatórias de estágios e modalidades
pedagógicas práticas.
o Semana global de empreendedorismo: evento que envolve 190
países, com o objetivo de fortalecer e disseminar a cultura
empreendedora, conectando, capacitando e inspirando as pessoas
a empreenderem a partir do movimento. A IES participa todos os
anos dessa semana, a qual ocorre durante todo o mês de
novembro, por meio de diversas atividades, como oficinas,
workshops, palestras, feiras e apresentação de projetos, e

Público
34

envolverá alunos, professores, colaboradores e comunidade,


abordando o empreendedorismo de alguma maneira.

Para reforçar ainda mais o compromisso com a comunidade, mantemos


a Aliança Brasileira pela Educação (ABE), movimento da Kroton em parceria com
a Fundação Pitágoras em prol da educação no país. Por meio de uma aliança
intersetorial são realizadas iniciativas junto ao Ministério da Cidadania, Conselho
Nacional de Justiça, empresas e instituições parceiras. A ABE nasceu em 2016,
como forma de expandir para todo o Brasil o movimento Conspiração Mineira
pela Educação, criado em 2006 com o objetivo de contribuir para a melhoria da
qualidade da educação nas escolas públicas de Minas Gerais. Ao longo de sua
história a Aliança Brasileira pela Educação beneficiou mais de 105 mil pessoas,
com impacto econômico avaliado em mais de 5 milhões de reais.
A IES adota mecanismos de incentivo e apoio à inclusão social,
envolvendo a alocação de recursos que possibilitem o acesso e a permanência
dos estudantes, tais como:
 A inclusão social: a ser alcançada por meio da adoção de mecanismos
de incentivo e apoio a processos de inclusão social, envolvendo a
alocação de recursos que possibilitem o acesso e a permanência dos
estudantes (bolsas de estudo, atendimento ao público-alvo da educação
especial, financiamentos alternativos, programas de extensão que visem
à integração e ampliação da participação da sociedade como um todo,
desenvolvimento de conteúdo específico que estimule a inclusão social
de pessoas com deficiências, além de ações que busquem incentivar a
integração social da comunidade local com a comunidade acadêmica).
 A promoção humana e igualdade étnico-racial: partindo da premissa
que “a escola tem papel preponderante para eliminação das
discriminações e para emancipação dos grupos discriminados”, a
instituição proporciona acesso aos conhecimentos científicos, aos
registros culturais diferenciados e à conquista da racionalidade que rege
as relações sociais e raciais. Promove, também, os conhecimentos
avançados indispensáveis para a consolidação e o ajuste das nações
enquanto educacionais, que valorizam e respeitam as pessoas para que

Público
35

não haja nenhum tipo de discriminação em sua comunidade acadêmica.


Para isso, são utilizadas ações, como palestras, trote solidário, projetos
de pesquisa, atendimentos e orientações em laboratórios, empresas
juniores e de conteúdos curriculares, com o objetivo de fomentar a
promoção e o respeito à igualdade entre as pessoas. Há eventos para
recepção de estrangeiros e sua integração na comunidade local e feira
das nações, com a missão de integração e propagação cultural, tais como
costumes, danças e comidas típicas. A instituição também promove
mutirões de atendimentos integrados para atividades gratuitas à
sociedade, como orientações e atendimentos nas diversas áreas e apoio
a causas relacionadas aos direitos humanos.
 Ao desenvolvimento econômico e social: almejado por meio de ações
e programas que visam concretizar e integrar as diretrizes curriculares
com os setores sociais e produtivos, incluindo o mercado profissional, por
meio de experiências de produção e transferência de conhecimentos,
tecnologias e dispositivos decorrentes das atividades científicas, técnicas
e culturais. A finalidade é atender às demandas locais, regionais e
nacionais por meio de cursos, capacitações pessoais, atendimentos
gratuitos à comunidade, núcleos de práticas, ações de extensão e ações
que primem pelo desenvolvimento social da comunidade local.
 A defesa do meio ambiente: está presente em ações e programas que
visam concretizar e integrar as diretrizes curriculares com políticas
relacionadas à preservação do meio ambiente, estimulando parcerias e
transferência de conhecimentos. Também está presente em experiências
de produção e transferência de conhecimentos e tecnologias decorrentes
das atividades científicas, técnicas e culturais voltadas para a
preservação e melhoria do meio ambiente. Para tal fim, há palestras
voltadas à educação ambiental para a comunidade acadêmica e local, de
modo a estimular coleta seletiva, consumo racional de água e energia,
preservação de áreas verdes na região, incentivo de logística reversa e
gestão dos resíduos sólidos.
 À preservação da memória cultural, da produção artística e do
patrimônio cultural: buscada por meio de ações e programas que

Público
36

concretizam e integram as diretrizes curriculares com as políticas


relacionadas ao patrimônio histórico e cultural, visa à sua preservação e
ao estímulo à transferência de conhecimentos e tecnologias decorrentes
das atividades científicas, técnicas e culturais com vistas à preservação
da memória e do patrimônio cultural. Para isso, há a implantação de
política de preservação cultural da região por meio de projeto de extensão,
primando pela preservação e manutenção das origens, dos costumes e
das memórias locais. Ocorre a realização de palestras e orientações para
estímulo de produções típicas artesanais, agrícolas, industriais e culturais.
Ademais, são realizadas orientações e palestras, com o objetivo de
informar à comunidade local sobre a importância da produção artística e
sua proteção.
 Empreendedorismo: está concretizada por meio de ações e programas
que promovam o desenvolvimento e aproveitamento de duas
potencialidades no âmbito profissional e pessoal, articulando
conhecimentos de cunho racional e intuitivo de modo equilibrado,
buscando o processo de ensino-aprendizagem permanente através de
novas experiências e paradigmas. As ações também podem ser efetivas,
por meio de capacitações, cursos, conteúdos e componentes curriculares,
práticas e simulações, como também de iniciação cientifica, fomentando
a conexão entre teoria e prática, permitindo o desenvolvimento da
sociedade acadêmica e civil.

Ademais, a IES desenvolve ações complementares de modo a contemplar e


promover a Responsabilidade Social no curso, observando atender às
demandas locais e regionais e contribuir para a entrega dos compromissos
voluntários assumidos pela IES.
.

Público
37

Princípios institucionais relacionados à Responsabilidade Social e


Previsão de ações a serem desenvolvidas no curso

 Programas de atendimento à comunidade


 Inclusão social: Inclusão social: A Faculdade de Rondonópolis
adota mecanismos de incentivo e apoio à inclusão social, envolvendo a alocação
de recursos que possibilitem o acesso e a permanência dos estudantes, tais
como:
 À inclusão social: a ser alcançada por meio da adoção de
mecanismos de incentivo e apoio a processos de inclusão social, envolvendo a
alocação de recursos que possibilitem o acesso e a permanência dos estudantes
(bolsas de estudo, atendimento ao público-alvo da educação especial,
financiamentos alternativos, programas de extensão que visem à integração e
ampliação da participação da sociedade como um todo, desenvolvimento de
conteúdo específico que estimule a inclusão social de pessoas com deficiências,
além de ações que busquem incentivar a integração social da comunidade local
com a comunidade acadêmica).

 Promoção humana e igualdade étnico-racial: Partindo da premissa


que “a escola tem papel preponderante para eliminação das discriminações e
para emancipação dos grupos discriminados”, a instituição proporciona acesso
aos conhecimentos científicos, aos registros culturais diferenciados e à
conquista da racionalidade que rege as relações sociais e raciais. Promove,
também, os conhecimentos avançados indispensáveis para a consolidação e o
ajuste das nações enquanto educacionais, que valorizam e respeitam as
pessoas para que não haja nenhum tipo de discriminação em sua comunidade
acadêmica. Para isso, são utilizadas ações, como palestras, trote solidário,
projetos de pesquisa, atendimentos e orientações em laboratórios, empresas
juniores, Núcleo de Práticas Jurídicas e de conteúdos curriculares, com o
objetivo de fomentar a promoção e o respeito à igualdade entre as pessoas. Há
eventos para recepção de estrangeiros e sua integração na comunidade local e
feira das nações, com a missão de integração e propagação cultural, tais como

Público
38

costumes, danças e comidas típicas. A instituição também promove mutirões de


atendimentos integrados para atividades gratuitas à sociedade, como
orientações e atendimentos nas diversas áreas e apoio a causas relacionadas
aos direitos humanos.
Segue abaixo a descrição dos programas realizados pela IES:
- Trote solidário: é um programa com o objetivo de engajar alunos,
professores, coordenadores, colaboradores, gestores e diretores no
desenvolvimento de ações que promovam cidadania, educação e trabalho em
equipe, reafirmando o compromisso de IES socialmente responsável e
marcando posição contrária ao trote violento.
- Semana da Responsabilidade Social: amostra de Responsabilidade
Social.
- Atendimentos gratuitos à comunidade: atendimentos técnicos realizados
pelos alunos, a fim de garantir a melhoria de qualidade de vida da comunidade
ao entorno da IES e agregar valor ao aprendizado. Tal programa não congrega
as atividades curriculares obrigatórias de estágios e modalidades pedagógicas
práticas.
- Ações de educação e conscientização: cursos gratuitos regulares, de
férias, palestras, workshops e cursos preparatórios, os quais sejam pertinentes
à construção intelectual e social do aluno e da comunidade.
- Campanhas de sensibilização, ações sociais e doações: campanha de
doação de sangue, arrecadação de roupas, alimentos, roupas, livros,
medicamentos, materiais de higiene pessoal, brinquedos, ração e feiras de
adoção de cães e gatos.
- Ações de sensibilização à igualdade e ao respeito à diversidade: negros,
comunidade indígena, causa LGBT, mulheres e pessoas com deficiências.
- Ações de reintegração social e para pessoas em situação de
vulnerabilidade social: privados de liberdade, população em situação de rua,
pessoas transexuais, refugiados, dependentes de drogas e outras drogas,
soropositivos e mães adolescentes.

 Desenvolvimento econômico e social: Ao desenvolvimento


econômico e social é almejado por meio de ações e programas que visam

Público
39

concretizar e integrar as diretrizes curriculares com os setores sociais e


produtivos, incluindo o mercado profissional, por meio de experiências de
produção e transferência de conhecimentos, tecnologias e dispositivos
decorrentes das atividades científicas, técnicas e culturais. A finalidade é atender
às demandas locais, regionais e nacionais por meio de cursos, capacitações
pessoais, atendimentos gratuitos à comunidade, núcleos de práticas, ações de
extensão e ações que primem pelo desenvolvimento social da comunidade local.

 Programas de ação e difusão cultural

 Preservação da memória cultural, da produção artística e do


patrimônio cultural:
o A preservação da memória cultural, da produção artística e do
patrimônio cultural é buscada por meio de ações e programas que concretizam
e integram as diretrizes curriculares com as políticas relacionadas ao patrimônio
histórico e cultural, visa à sua preservação e ao estímulo à transferência de
conhecimentos e tecnologias decorrentes das atividades científicas, técnicas e
culturais com vistas à preservação da memória e do patrimônio cultural. Para
isso, há a implantação de política de preservação cultural da região por meio de
projeto de extensão, primando pela preservação e manutenção das origens, dos
costumes e das memórias locais através de feiras, peças de teatro, projetos de
incentivo à cultura e de preservação histórica e cultural. Há a realização de
palestras e orientações para estímulo de produções típicas artesanais, agrícolas,
industriais e culturais. Ademais, são realizadas orientações e palestras, com o
objetivo de informar à comunidade local sobre a importância da produção
artística e sua proteção.

 Programas de inovação e empreendedorismo

 Empreendedorismo: No Programa de Inovação e


Empreendedorismo se destaca as seguintes ações:

Público
40

o Semana global de empreendedorismo: é um evento que envolve


190 países, com o objetivo de fortalecer e disseminar a cultura empreendedora,
conectando, capacitando e inspirando as pessoas a empreenderem a partir do
movimento. A Faculdade de Rondonópolis participa todos os anos dessa
semana, a qual ocorre durante todo o mês de novembro, por meio de diversas
atividades, como oficinas, workshops, palestras, feiras, apresentação de
projetos, e envolve alunos, professores, colaboradores e comunidade,
abordando o empreendedorismo de alguma maneira.
o Ações de empreendedorismo e empregabilidade: capacitações,
palestras e feira Conecta.
o Projetos de inovação: trazem melhoria da qualidade de vida das
pessoas.

O empreendedorismo está concretizado por meio de ações e programas


que promovam o desenvolvimento e aproveitamento de duas potencialidades no
âmbito profissional e pessoal, articulando conhecimentos de cunho racional e
intuitivo de modo equilibrado, buscando o processo de ensino-aprendizagem
permanente através de novas experiências e paradigmas. As ações também
podem ser efetivas, por meio de capacitações, cursos, conteúdos e
componentes curriculares, práticas e simulações, como também de iniciação
cientifica, fomentando a conexão entre teoria e prática, permitindo o
desenvolvimento da sociedade acadêmica e civil.

 Programas de sustentabilidade
 Defesa do meio ambiente: A defesa do meio ambiente está
presente em ações e programas que visam concretizar e integrar as diretrizes
curriculares com políticas relacionadas à preservação do meio ambiente,
estimulando parcerias e transferência de conhecimentos. Também está presente
em experiências de produção e transferência de conhecimentos e tecnologias
decorrentes das atividades científicas, técnicas e culturais voltadas para a
preservação e melhoria do meio ambiente. Para tal fim, há palestras voltadas à
educação ambiental para a comunidade acadêmica e local, de modo a estimular

Público
41

coleta seletiva, consumo racional de água e energia, preservação de áreas


verdes na região, incentivo de logística reversa e gestão dos resíduos sólidos.
 Os programas de sustentabilidade direcionados ao meio ambiente
são:
o Ações de educação e conscientização ambiental: reciclagem,
geração de energia limpa, disposição de resíduos, alternativas sustentáveis, etc.
o Projetos ligados ao meio ambiente: hortas, agricultura familiar,
plantio de árvores e revitalização de áreas verdes.

2.3 Políticas institucionais no âmbito do curso

As políticas institucionais de ensino, e extensão, constantes no PDI, estão


implantadas no âmbito do curso conforme segue.

2.3.1 O PDI e as políticas de ensino do curso

Apresentam-se, a seguir, as Políticas de Ensino previstas no PDI e a


previsão de ações a serem implementadas para que as políticas sejam
efetivadas, oportunizando aprendizagens que ensejem ao alcance do perfil do
egresso projetado.
Seguem as políticas institucionais previstas no PDI e que estão
correlacionadas com o curso, conforme seguem:

1. Política PDI: Elaboração e execução de projeto para estimular a


abordagem interdisciplinar e a convivência, com foco em resolução de
problemas, inclusive de natureza regional, respeitando as diretrizes curriculares
pertinentes.
Para o curso: O aluno de arquitetura e urbanismo busca, nas atividades práticas
e no estágio, a execução de projetos integradores.

2. Política PDI: Preparação do contexto e das circunstâncias para


implementação das novas metodologias de ensino-aprendizagem adotadas.

Público
42

Para o curso: A constante avaliação dos resultados de aprendizagem e adoção


de novas metodologias de ensino em consonância com as regras da instituição
visando a melhor aquisição do conhecimento.

3. Política PDI: Elaboração e execução de projeto que, com base na


abordagem interdisciplinar, maximize a integração entre a teoria e a prática, bem
como entre a instituição e o seu entorno.
Para o curso: O aluno de arquitetura e urbanismo busca, nas atividades práticas
e no estágio, a execução de projetos integradores.

4. Política PDI: Elaboração e execução de projeto de oferta de cursos


baseados em currículos por competências e habilidades.
Para o curso: Periodicamente são ofertados cursos que visam o
aperfeiçoamento e atualização com base nas competências e habilidades
desenvolvidas. Estes são ofertados na própria faculdade ou em instituições
parceiras, fomentando o convívio dos alunos com a comunidade em geral,
instigando a expansão da network do acadêmico.

5. Política PDI: Adaptação do Balanced Scorecard (BSC) acadêmico para


cada curso.
Para o curso: O BSC é frequentemente revisado, objetivando o melhor
desenvolvimento das competências e habilidades propostas.

6. Política PDI: Elaboração de atividades provocadoras de aprendizagem


que visem incutir no aluno o interesse pelo tema abordado nas atividades de
aprendizagem presencial e/ou não presencial.
Para o curso: As atividades realizadas a campo, com origem em uma
problemática apresentada em sala de aula propiciam ao aluno o despertar do
senso crítico e raciocínio lógico acerca dos conteúdos teóricos ministrados.

7. Política PDI: Promoção do estágio supervisionado, com o objetivo de


oferecer ao estudante experiências práticas que complementem sua
aprendizagem, de forma a aperfeiçoar o seu processo de formação profissional

Público
43

e humana. As especificidades do estágio serão contempladas no Plano de


Ensino e aprendizagem, que respeitará as determinações das diretrizes
curriculares e do Projeto Pedagógico do Curso, assim como todos os dispositivos
legais federais e os fixados pelo Ministério da Educação e órgãos competentes.
Para o curso: O curso conta com Estágio não obrigatório e Obrigatório (320h)
fomentado a ser realizado em empresas da região e de outros estados na área
de atuação do profissional do arquiteto e urbanista. As áreas de atuação são
diversas, abrangendo as mais diversas linhas de conhecimento oferecidas pelo
curso.

8. Política PDI: Revisão e atualização contínua dos projetos pedagógicos


segundo escala de prioridades baseada nas avaliações institucionais e nas
Diretrizes Curriculares Nacionais.
Para o curso: O projeto pedagógico é periodicamente discutido nas reuniões do
Núcleo Docente Estruturante, visando sua permanente atualização.

9. Política PDI: Promoção de eventos de difusão do conhecimento científico


em áreas prioritárias, com envolvimento dos corpos docente e discente, inclusive
com efeitos multiplicativos de outros eventos que professores e alunos
participem.
Para o curso: O curso realiza localmente eventos como as semanas de
minicursos e palestras, bem como incentiva os discentes a participarem de
eventos externos.

10. Política PDI: Desenvolvimento de ações que reduzam as taxas de


evasão.
Para o curso: As taxas de evasão são constantemente monitoradas, havendo
atuação direta da coordenação de curso, direção, professores e do SAE (setor
de apoio ao estudante).

Público
44

2.3.2 O PDI e as políticas de extensão do curso

A IES possibilita ao seu aluno a participação em atividades de extensão


por meio de sua Política Institucional de Extensão Universitária, alinhada com o
respeito à diversidade, da cultura da paz e dos direitos humanos, estabelecendo
seu funcionamento e aproveitamento em regulamentos próprios, fomentando
atividades e ações junto à sociedade de modo multidisciplinar, objetivando o
desenvolvimento de competências atitudinais, articulando-as com as
competências profissionais necessárias para sua futura profissão, apresentadas
no perfil profissional do egresso.
Seguem as ações relacionadas às políticas previstas no PDI:

1. Política PDI: Aperfeiçoamento das atividades de extensão nos cursos, à


luz da autoavaliação institucional e de cursos.
Para o curso: Durante o curso os alunos são instigados a participar de eventos
tais como semanas acadêmicas, eventos ligados a inovação tecnológica como
seminários e palestras. Também é fomentada a participação em ações sociais
que envolvam a atividade da arquitetura e urbanismo, como a conscientização
acerca da importância de pensar projetos sustentáveis, entre outras ações
similares.

2. Política PDI: Ampliação das atividades, segundo áreas prioritárias,


especialmente onde for considerado mais necessário o estreitamento das
relações entre a teoria e a prática.
Para o curso: O curso conta com seus laboratórios, com o propósito de
gerenciar atividades práticas consonante ao currículo do aluno, visando a
prestação de serviços à comunidade em geral.

3. Política PDI: Oferecimento de cursos de extensão em áreas


selecionadas, conforme as demandas da comunidade a serem detectadas
mediante sondagem sistemática.
Para o curso: No período de férias são realizados ciclos de minicursos para a
comunidade acadêmica e população em geral. A temática a ser abordada é

Público
45

levantada junto aos professores e acadêmicos e envolvem temas atuais


direcionados à áreas afins do curso. Podendo citar alguns cursos ocorridos nos
últimos semestres, V-ray para arquitetura e noções em Corel Draw.

4. Política PDI: Estímulo à experimentação de novas metodologias de


trabalho comunitário ou de ações sociais que envolvam o aluno com diferentes
possibilidades de atuação, no sentido de reduzir as mazelas sociais e promover
a disseminação do conhecimento do bem público.
Para o curso: Promovendo a troca entre os saberes acadêmico e popular em
que o envolvimento do acadêmico com a sociedade é uma constante
preocupação, uma vez que a atuação do aluno sob supervisão de um professor
possibilita a inserção do profissional no mercado de trabalho, uma das
preocupações da instituição com o egresso. Para isso, os alunos são instigados
a participarem de atividades que relacionem o aprendizado técnico com sua
aplicação direta em atividade sociais, através da participação de eventos
privados e públicos destinados a sociedade, bem como no desenvolvimento das
disciplinas de atelier de projeto.

5. Política PDI: Estabelecimento de ações que aliem a projeção da imagem


da instituição a serviços específicos a serem prestados à comunidade.
Para o curso: As ações sociais desenvolvida pela comunidade acadêmica em
geral é divulgada pelos mais diversos meios de comunicação, a saber: rádios –
a Faculdade tem convênio permanente com a Radio Shalon, mídia digital em
canais próprios e de servidores no Facebook, Whatsapp, Instagram, além de
inserções oriundas de mídia espontânea nos canais de televisão e outdoors.

6. Política PDI: Estabelecimento de estratégias para parcerias na busca de


recursos financeiros externos, governamentais ou não governamentais, desde
que compatíveis com as normas e políticas da instituição.
Para o curso: O curso objetiva a formação de um profissional crítico e
alinhado às demandas do mercado de trabalho, proporcionando aos acadêmicos
a participação em projetos, que têm como objetivo a vivência social, política e
profissional, para isso, o curso de Arquitetura e Urbanismo fomenta a parceria

Público
46

com construtoras, empresas do ramo da construção civil e profissionais atuantes


no mercado objetivando expor o aluno aos mais modernos e atuais
equipamentos e tecnologias de produção.

3 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DO CURSO

3.1 Conceitos acadêmicos

Para a construção dos conceitos acadêmicos da instituição,


primeiramente, debruça-se acerca de respostas que possam elucidar a seguinte
pergunta: qual metodologia de ensino poderia estimular o aluno no curso de
graduação?
Muitas são as razões que direcionariam um ingressante a optar pelo curso
de Arquitetura e Urbanismo: aquisição de conhecimento, fruto da convergência
entre amigos para realizarem o mesmo curso, vivência em uma comunidade
acadêmica, condução da própria sociedade ou, ainda, a realização de um projeto
pessoal para a conclusão de um curso superior. Entretanto, independentemente
dos motivos iniciais, uma preocupação constante da instituição é garantir que os
seus discentes se sintam estimulados, desafiados e sejam protagonistas em seu
processo de aprendizagem.
Para atender a esse propósito, a IES recorre à metodologia pedagógica
conhecida como Ensino Híbrido, ou Blended Learning, em inglês.
A origem da expressão é incerta. Algumas pesquisas sugerem que ela
tenha sido cunhada no final do século XX, no entanto, desde 2006, o termo
passou a ser utilizado no contexto do ensino superior, primeiro, com a publicação
do livro Handbook of blended learning: Global perspectives, local designs,
organizado pelos pesquisadores Curtis J. Bonk e Charles. R. Graham; e no ano
seguinte, Blended Learning in Higher Education: Framework, Principles, and
Guidelines, dos canadenses Randy Garrison e Norman Vaughan.
As ideias de Graham, Garrison e Vaughan convergem para um mesmo
ponto, com o qual concordamos: a Blended Learning, ou Ensino Híbrido,

Público
47

pressupõe a combinação do ensino presencial com ferramentas pedagógicas


digitais.
Em linhas gerais, podemos afirmar que o Ensino Híbrido será uma
proposta pedagógica que propõe a reorganização do tempo e do espaço da aula,
misturando diferentes momentos e ferramentas de aprendizagem (com destaque
para as digitais) em torno de um mesmo tema. Dessa forma, os alunos terão a
chance de aplicar e construir o conhecimento em etapas, valorizando os diversos
tipos de inteligência e estimulando o desenvolvimento de diferentes
competências e habilidades.
No âmbito do ensino superior, um estudo realizado pela UNESCO (2016),
com alunos da Ásia e da Europa, apontou que a introdução das tecnologias
digitais no processo de aprendizagem otimiza o tempo destinado à abordagem
de conteúdos teóricos no contexto da sala de aula, sobrando mais tempo para
que o professor discuta contextos de aprendizagem e situações-problema,
ampliando o espaço de interação entre os alunos sobre os temas trabalhados.
Para os pesquisadores envolvidos no estudo, com a introdução do modelo de
educação híbrida, os estudantes passam a ter maior controle sobre o tempo, o
local, a sequência e o ritmo que acessarão os conteúdos oferecidos por meio de
diferentes plataformas, de acordo com os objetivos que os levaram a ingressar
no curso.
Tradicionalmente, os alunos do ensino superior recebem passivamente
muitas informações por meio das aulas expositivas, cabendo a eles a absorção
de todo esse conteúdo. Em seguida, os estudantes são submetidos a uma prova,
na qual eles devem demonstrar conhecimento sobre os conteúdos que
aprenderam, ou apenas memorizaram. Nesse processo, os conteúdos são
abordados de forma estanque, desarticulados da realidade e exigem pouca
reflexão crítica. Partindo de outros paradigmas e buscando dialogar com as
características da sociedade moderna, o Ensino Híbrido desconstrói o modelo
tradicional de ensino, o que contribui sobremaneira na formação e no
desempenho profissional.
Dentre as propostas de aprendizagem discutidas pelos especialistas e
professores entusiastas do Ensino Híbrido, talvez, a que melhor se ajusta à
realidade das universidades brasileiras e internacionais é a Flipped

Público
48

classroom ou Sala de Aula Invertida, em português. Mais do que uma


metodologia, a Sala de Aula Invertida é uma abordagem que pretende tornar a
experiência de aprendizagem na sala de aula mais estimulante para os alunos,
dar a eles maior controle sobre seu aprendizado e otimizar o tempo de aula nos
encontros.
Para que a Sala de Aula Invertida alcance os efeitos esperados, é
necessário que professores e coordenadores se empenhem em construir, juntos
aos alunos, uma cultura de estudo que os engajem e os empoderem, dando
autonomia aos estudantes para escolherem caminhos que atendam às suas
necessidades, despertem a curiosidade, resgatem o prazer pelo conhecimento,
alcancem os ideais pretendidos desde o ingresso no curso e, sobretudo,
reforcem sua responsabilidade no processo de ensino-aprendizagem.
No contexto da Sala de Aula Invertida, o monitoramento das atividades
executadas na plataforma de aprendizagem é fundamental. Os alunos sentem-
se confiantes quando percebem que estão sendo acompanhados pelos
professores, quando comentam os resultados obtidos, compartilham materiais e
propõem desafios específicos para reforçar e desenvolver competências. Em
última instância, o engajamento dos professores do curso é a mola propulsora
de todo esse processo: antes, durante e depois da aula!

3.1.1 A importância do modelo acadêmico KLS para o aluno

O Kroton Learning System, KLS 2.0, é o modelo acadêmico utilizado pela


IES. Esse modelo é estruturado pela Kroton e tem como objetivo desenvolver as
habilidades e as competências necessárias para a vida e para a empregabilidade
de nossos estudantes, utilizando o que há de mais moderno em ferramentas
pedagógicas e acadêmicas.
Alinhado às pesquisas recentes em torno do Ensino Híbrido, as quais
sinalizam novos paradigmas e metodologias para a educação contemporânea,
o KLS 2.0 propõe uma nova forma de enxergar o processo de ensino-
aprendizado, na qual as novas tecnologias são utilizadas como ferramentas
importantes para garantir o protagonismo e a autonomia de nossos alunos em
suas trajetórias de formação. Nesse sentido, as matrizes curriculares são

Público
49

pensadas tendo em vista competências cognitivas e competências


socioemocionais imprescindíveis para uma formação ampla e conectada à
realidade do século XXI.
Levando em consideração a demanda do mercado por profissionais
preparados e competentes, o modelo acadêmico é desenvolvido a partir de três
propostas pedagógicas contemporâneas: o just time, a Aprendizagem Baseada
em Problemas (ABP) e a Sala de Aula Invertida.
Desde o final da década de 1980, os especialistas reiteram a
responsabilidade do ensino superior em formar profissionais com habilidades
técnicas desenvolvidas sem abandonar o desenvolvimento de competências
cognitivas e emocionais. Porém, as rápidas transformações no mercado de
trabalho e nas relações interpessoais, promovidas pela expansão das novas
tecnologias, estão obrigando o poder público e as empresas e instituições
ligadas à educação a remodelarem seus modelos educacionais. Espera-se,
assim, que o egresso do curso seja capaz de interagir com as mais diversas
ferramentas digitais. Nesse sentido, a IES será a pioneira no ensino superior no
Brasil a empregar os princípios do Ensino Híbrido e as metodologias ativas em
seu modelo acadêmico.
A noção de Ensino Híbrido implica a integração do ensino presencial e do
ensino em plataformas de aprendizagem, a fim de reorganizar o tempo e o
espaço da aula, misturando diferentes momentos de aprendizado em torno de
um mesmo tema. Nesse sentido, o uso de tecnologias digitais no dia a dia da
sala de aula abre uma gama enorme de possibilidades de interação, apreensão
de conteúdos, execução de tarefas e, principalmente, produção, sistematização
e difusão de conteúdos e saberes.
O primeiro passo na estruturação do KLS 2.0 será a seleção e a
organização dos conteúdos que comporão o curso, em uma construção conjunta
das matrizes curriculares. Esse procedimento leva em consideração o perfil
desejado para o egresso, tendo em vista as diversas áreas de atuação desse
profissional.
Como o foco de nosso modelo é garantir a empregabilidade dos alunos,
integrando o universo acadêmico ao mundo profissional, a matriz curricular
estabelece as competências essenciais para a atuação em cada área. Tais

Público
50

competências são definidas em função das demandas efetivas do mercado de


trabalho e de exigências legais.
O Canal Conecta é uma ferramenta utilizada na concepção e execução
do KLS 2.0 que visa efetivar o contato com os empregadores e permite definir
com clareza as expectativas do mercado em relação às habilidades e
competências desejadas em um candidato. Nesse processo, as informações
obtidas por meio do Canal Conecta retroalimentam o modelo acadêmico,
permitindo que ele esteja sempre atualizado e conectado aos desafios
contemporâneos.
Em síntese, no processo de construção da matriz e dos produtos
acadêmicos do curso (webaulas, livros textos e plataformas), essas habilidades
e competências são priorizadas, garantindo uma educação de qualidade
conectada às exigências do século XXI e com o foco na melhoria da vida de
nossos alunos e ex-alunos.

3.1.2 Modelo acadêmico

O modelo acadêmico implementado considera o propósito e os valores da


Instituição e remete ao objetivo de transformar a vida das pessoas e ser
referência em educação com ética, respeito e integridade, promovendo o
desenvolvimento e atuando de forma inovadora e sustentável.
O curso tem uma matriz curricular configurada para propiciar que o aluno
desenvolva competências e habilidades necessárias à construção de seu projeto
de vida e para que também possa contribuir socialmente como indivíduo
transformador na promoção dos direitos humanos, da responsabilidade social,
ambiental e do mercado de trabalho.
Atualmente, tendo em vista a complexidade do mercado de trabalho e sua
rápida transformação, é cada vez mais imprescindível que um profissional
apresente conhecimentos técnicos, além de criatividade, conhecimento social e
cultural, raciocínio crítico para a solução de problemas, autocontrole,
autoconfiança, amabilidade, senso de justiça e respeito à diversidade, tudo isto
a fim de contribuir para o desenvolvimento de uma sociedade justa, democrática
e solidária.

Público
51

3.1.3 Ensinar para a vida

As inovações tecnológicas estão transformando, decisivamente, a


maneira como os indivíduos interagem, acessam e disseminam informações e,
de modo geral, se organizam em sociedade. Somos, segundo os especialistas,
uma sociedade em rede, pois, desde o aparecimento da internet, a sociabilidade
acontece em uma dimensão virtual que transcende as noções de espaço e
tempo.
O mundo contemporâneo passa por uma profunda mudança. As novas
tecnologias de comunicação, processamento e informação estão promovendo
uma grande revolução, a qual pode ser comparada à Revolução Industrial do
final do século XVIII. Todo esse processo produz incertezas e gera insegurança
no corpo social, contudo, aos poucos, estamos estabelecendo um novo
paradigma característico de um mundo digital.
Novos hábitos cotidianos relacionados ao uso da internet, como ler
notícias, buscar um perfil, publicar uma foto ou vídeo, permitem que ampliemos
significativamente nossos contatos e nosso conhecimento sobre o mundo.
Podemos interagir com uma gama plural de pessoas e pesquisar uma infinidade
de temas. Definitivamente, os impactos políticos, econômicos e sociais são
irreversíveis e tocam diferentes áreas, de modo que a educação não estaria à
margem desse processo.
A rapidez das novas descobertas técnicas e as incertezas com relação ao
futuro que elas geram exigem que a educação moderna repense seus objetivos
e reposicione seus profissionais frente aos novos desafios. Uma educação em
rede, conectada às demandas do mundo contemporâneo, é aquela que coloca
o aluno na posição de produtor, protagonista do processo de ensino-
aprendizagem, enquanto os professores, fundamentais para o processo
formativo, assumem a tarefa de mediação ao conduzirem os alunos à
observação da realidade e apropriação do conteúdo que se relacionam com ela.
Dessa forma, tendo como suporte pressupostos teóricos de autores como
Delors (1999), Perrenoud (2013) e Zabala (2010), em termos práticos, são

Público
52

desenvolvidas ações para cada um dos pilares que a IES define como
conhecimento: o SABER, o FAZER, o SER e o CONVIVER.
Cada um dos quatro pilares “deve ser objeto de atenção igual por parte
do ensino estruturado, a fim de que a educação apareça como um processo de
formação integral capaz de preparar o indivíduo nos planos cognitivo e prático,
enquanto pessoa e membro da sociedade” (DELORS, 1999, p. 90).
A aprendizagem baseada em conteúdos acumulados é substituída pela
visão de que conteúdos não constituem o núcleo de uma proposta educacional,
mas representam suporte para o desenvolvimento de competências. Assim, os
métodos, as técnicas e as estratégias não são meios no processo de ensinar e
aprender, mas se identificam com o próprio exercício das competências,
mobilizado pelas habilidades, atitudes e conhecimentos em realizações
profissionais.
Por meio da integração entre o SABER, o FAZER, o SER e o CONVIVER,
o curso de desenvolve nos alunos não apenas uma nova mentalidade para o
exercício profissional, mas um conjunto de habilidades procedimentais e
atitudinais, as quais contribuem para a formação cidadã, o desenvolvimento de
pensamento crítico, o respeito à diversidade e o autoconhecimento.
A facilidade com a qual os alunos obtêm informações variadas, por meio
das ferramentas digitais, exige que os preparemos para pesquisarem as fontes,
selecionarem conteúdos relevantes, confrontarem pontos de vista e discutirem
ideias entre seus pares, de modo que, ao projetarmos o curso da IES,
atenderemos a essas demandas relevantes em uma realidade tão complexa e
que está conectada diretamente ao que será exigido desse aluno enquanto
egresso e profissional.
O KLS 2.0 foi concebido diante do conceito de competência, que apesar
de não haver consenso sobre o tema, entendemos na esteira de Perrenoud
(2013, p. 45) como a faculdade de “agir com eficácia em uma situação,
mobilizando e combinando, em tempo real, e de modo pertinente, os recursos
intelectuais e emocionais”.
Nesse sentido, acredita-se que o processo de ensino-aprendizagem não
pode se sustentar na abordagem de conteúdos estanques da realidade; pelo
contrário, é necessário que os alunos sejam apresentados a situações-problema,

Público
53

a fim de mobilizarem seus saberes e experiências para darem respostas aos


desafios da vida profissional e da vida em sociedade de forma satisfatória e
consistente.
O Kroton Learning System (KLS 2.0) é o produto acadêmico que, de
forma mais completa, desenvolve as competências e habilidades em nossos
alunos, permitindo que ocupem papéis de protagonistas no processo de ensino-
aprendizagem. É desenvolvida uma metodologia própria como solução
acadêmica, baseada em contextos de aprendizagem, os quais visam refletir
situações prático-profissionais, que são exemplos de situações que o egresso
enfrenta na prática, e situações-problema, que são desdobramentos desses.
A importância de se trabalhar com problematizações em sala de aula foi
objeto de estudo por diversos autores; entre eles, destacamos a reflexão de Silva
e Ximenes (2015), que apontam que tal abordagem contribui para a autonomia
dos estudantes a partir da articulação entre teoria e prática.
Ao aluno, é exigido mobilizar e aplicar os conteúdos necessários para a
resolução dos questionamentos apresentados na situação-problema, bem como
transferi-los a novos contextos. Dessa forma, entende-se que ele desenvolve
autonomamente competências para operacionalizar e transformar o
conhecimento, compreendendo a inter-relação entre as disciplinas do curso, e
aperfeiçoa suas habilidades pessoais e profissionais.
Para a organização da matriz curricular, levando em consideração o perfil
do egresso do curso e as diferentes áreas de atuação, é construída uma
metodologia adaptada de ferramentas de gestão (Balanced Scorecard – BSC)
desenvolvida pelos professores da Harvard Business School (HBS), Robert
Kaplan e David Norton, permitindo a escolha, organização, disponibilização e
avaliação das competências, das habilidades e dos conteúdos do curso.
O BSC considera o perfil do egresso, as competências, as atitudes, os
resultados de aprendizagem, as unidades, os temas, os conteúdos e a carga-
horária (CH) de cada uma das disciplinas. O BSC da disciplina é o documento
norteador para a produção dos materiais didáticos, buscando oferecer todos os
elementos necessários para compatibilizar aprofundamento com coerência,
aliando teoria e prática.

Público
54

Pensando na qualidade da educação oferecida que a Kroton passa a


priorizar a elaboração e a produção de materiais didáticos. Como será
demonstrado em detalhes no item específico (Material Didático), esses suportes
educacionais compreendem a análise, a disponibilização e o acompanhamento
de uma variada gama de materiais didáticos e plataformas digitais, de maneira
a oferecer instrumentos para que a comunidade docente possa implementar a
metodologia de ensino proposta, considerando o perfil do egresso e as
competências e habilidades necessárias para a sua empregabilidade e para
atender às demandas sociais no contexto em que se inserem.

3.1.4 Concepção e organização da matriz curricular

O processo de concepção e organização da matriz curricular e,


consequentemente, das disciplinas que a compõem, segue um percurso
particular dentro do KLS 2.0. Esse percurso se inicia com a definição das
competências que subsidiam o ensino crítico, reflexivo e criativo por meio do
desenvolvimento de conteúdos curriculares que contemplam saberes
fundamentais à construção do perfil do egresso. O foco da construção da
disciplina como elemento fundador resultante no currículo é desviado sem,
contudo, deixar de ser considerada sua importância no conjunto organizado que
compõe a estrutura de uma matriz curricular.
No contexto do KLS, as competências podem ser compreendidas como
aptidões adquiridas quando da junção e coordenação de conhecimentos,
habilidades, valores e atitudes, que permitem ao aluno constituir domínio
suficiente para exercer, de modo eficaz e eficiente, as atividades requeridas no
contexto do trabalho, nas diversas áreas de atuação de sua profissão. Essa
capacidade de mobilizar recursos cognitivos em resposta às diversas situações
determina a seleção das técnicas apropriadas (o fazer associado ao aplicar, às
habilidades exigidas pela prática) e suporta a definição dos conteúdos que
devem ser ministrados em uma disciplina.
O currículo é visto como conjunto integrado e articulado de situações-
problema didaticamente concebidas e organizadas para promover
aprendizagens significativas e funcionais, de modo a desenvolver as

Público
55

competências previstas no perfil do egresso. A Instituição trabalha o currículo


por competências, no qual o professor tem o papel de mediar o processo de
ensino-aprendizagem e o aluno passa a ser responsável pelo ato de aprender e
de construir a trajetória de sua aprendizagem, em contraposição ao ensino
tradicional, no qual o professor transmite uma gama de conteúdos e o aluno os
absorve passivamente.
Nessa construção, é assumido o conceito de que uma disciplina consiste
na soma de competências. As derivações da competência em seus
componentes constitutivos dependem, porém, da categorização das disciplinas,
a saber: disciplinas de fundamentos ou disciplinas profissionalizantes.
Em consonância com o modelo acadêmico KLS 2.0, a matriz curricular do
curso abrange disciplinas de formação geral, cuja preocupação é refletir sobre
conceitos fundamentais da área conectados a outras áreas do saber. Para além
disso, preocupado em oferecer uma aprendizagem que associe conhecimento e
aplicação, o PPC também prevê disciplinas profissionalizantes.

Disciplinas de Fundamento

Uma disciplina de fundamento é, como se anuncia, elaborada para


abranger as competências e os conteúdos que estabelecem as relações de base
e subsidiam a posterior imersão em conteúdos de cunho profissional. É o alicerce
que consolida a estrutura conceitual necessária para o aluno progredir, e engloba
conteúdos fundamentais que se interligam aos eixos de formação.
Por meio de conteúdos que orientam a construção do conhecimento, é
proporcionado ao aluno conhecer e aprender conceitos e contextos para que ele
seja capaz de desenvolver as competências profissionalizantes. Uma boa
fundamentação conceitual contextualizada facilita a aprendizagem dos
conteúdos profissionalizantes.
Uma disciplina de fundamento é, portanto, a base estruturante para que
as disciplinas profissionalizantes possam oportunizar o desenvolvimento das
competências exigidas durante o exercício profissional.

Público
56

Disciplinas Profissionalizantes

As disciplinas profissionalizantes propiciam o desenvolvimento de


competências exigidas para a atuação do futuro egresso. É no momento do seu
percurso formativo que o aluno desenvolve o fazer prático e articula os saberes,
as habilidades, técnicas e atitudes que prenunciam sua capacidade com as quais
os profissionais se deparam cotidianamente. Essa capacidade de aprendizagem
e de resposta às situações concretas contribui para o desenvolvimento de uma
atitude profissional e possibilita a construção dessas experiências em novos
saberes, possíveis de serem mobilizados em diferentes contextos.
A disciplina profissionalizante é, portanto, concebida para atender ao
conceito acadêmico do KLS 2.0, por meio de um ambiente de ensino-
aprendizagem no desenvolvimento de competências com enfoque na
empregabilidade.

3.2 Metodologias: aula modelo e material didático institucional

Nos dias de hoje, o ensino superior visa, fundamentalmente, a preparação


para o exercício da cidadania e à formação integral do egresso, cabendo aos
cursos de graduação o preparo para a vida profissional, a partir de uma
aprendizagem significativa, na qual sejam considerados as experiências, os
interesses e as necessidades dos alunos e das demandas do mercado de
trabalho, em consonância com as políticas públicas e as diretrizes de órgãos
regulatórios.
Nesse sentido, todas as ações do curso ocorrem para quebrar o
paradigma do ensino tradicional, centrado no professor, em que o aluno recebe
passivamente o conteúdo, e consolidar um modelo dialógico, em que professor
e aluno interajam no processo de ensino-aprendizagem, por meio de diferentes
estratégias, canais e procedimentos, com o intuito de que a aprendizagem se
torne significativa, ou seja, que dialogue com a realidade do estudante.

Público
57

Os materiais didáticos produzidos visam à promoção de uma


aprendizagem significativa, pois mobilizam os conceitos já aprendidos e
estimulam os alunos a reconstrui-los de forma ampla.
Pensando na qualidade dos materiais didáticos, e a instituição possui uma
equipe multidisciplinar dedicada exclusivamente à sua produção. Esta equipe
multidisciplinar está organizada nas seguintes ocupações funcionais:
consultores de conteúdos das mais diversas áreas de conhecimento e níveis de
titulação, prioritariamente mestres e doutores, com experiência profissional e
acadêmica, além de profissionais das áreas de designer instrucional, multimídia,
ilustração, diagramação, revisão, entre outros.
Contudo, o professor da IES, atento às diversidades regionais, tem a
autonomia de adaptar os temas de acordo com as necessidades observadas no
contexto em que ele está inserido e de acordo com o interesse, as expectativas
e experiências dos alunos. Desse modo, o planejamento da aula é importante
para que se privilegie uma formação holística, desafiadora e personalizada.
Neste sentido, são encontradas estratégias de ensino-aprendizagem que
utilizam recursos, tais como: mapas conceituais, metodologias baseadas em
projetos, tecnologias interativas de ensino, visitas técnicas, estudo de caso,
problematização, grupos de verbalização e de observação, metodologias de
simulação, oficinas (workshops), aulas expositivas dialogadas, tempestade
cerebral, seminários temáticos, aprendizagem baseada em problema, sendo
todos permeados pela ausência de barreiras comunicacionais, digitais e
metodológicas
O curso adota uma metodologia de trabalho que considera o perfil do
ingressante e enseja, a cada disciplina ofertada, meios de possibilitar o
desenvolvimento das habilidades e competências projetadas, permitindo que o
egresso venha a ter um perfil que lhe garanta uma boa empregabilidade. Para
tal, a metodologia nasce do planejamento, que propõe novos métodos, mais
atualizados e condizentes com os perfis dos ingressantes e egressos na
atualidade, além disso, sempre considerando os requisitos de acessibilidade.
Entende-se que a acessibilidade se remete ao direito assegurado ao
público-alvo da educação especial às condições de igualdade no acesso, na
permanência e na conclusão dos estudos na educação superior. Tais condições

Público
58

são promovidas institucionalmente pela busca da eliminação do conjunto de


barreiras, a saber: metodológica, instrumental, atitudinal, comunicacional, digital
e arquitetônica.
A acessibilidade atitudinal relaciona-se ao respeito e ao acolhimento.
Dessa maneira, está associada à capacidade do indivíduo de se identificar como
parte integrante da diversidade, livre de preconceitos, estigmas, estereótipos e
discriminações, visto que são as atitudes que impulsionam a remoção de
barreiras. Essa dimensão de acessibilidade ocorre por meio de cursos, ações e
atividades relacionados à acessibilidade e inclusão.
As acessibilidades metodológica e instrumental são implementadas para
reduzir as barreiras nos métodos e nas técnicas de trabalho desenvolvidos pelo
docente. Percebe-se a aplicação dessas dimensões de acessibilidade no
ambiente educacional quando os professores promovem processos
pedagógicos diversificados e utilizam recursos que viabilizam a aprendizagem
dos estudantes da educação especial, tais como:
I) texto com fonte ampliada;
II) pranchas de comunicação;
III) flexibilidade na correção de textos;
IV) ampliação de tempo para realização de provas e atividades;
V) envio de resumos e materiais complementares;
VI) aprofundamento de estudos;
VII) ações comunitárias, baseadas na participação ativa dos
estudantes;
VIII) atividades de lazer, desporto e recreação, que contam com a
utilização de dispositivos que atendam às limitações sensoriais,
físicas e intelectuais;
IX) disponibilização de recurso de tecnologia assistiva, por exemplo,
teclado adaptado de computador;
X) outros recursos que possibilitem a inexistência de barreiras nos
instrumentos de aprendizagem.

A acessibilidade digital e nas comunicações compreende a


implementação de ferramentas que reduzem as barreiras na comunicação

Público
59

interpessoal, escrita e virtual, e se efetivará por meio das variadas formas de


comunicação sem obstáculos, como Libras, o uso de softwares leitores de tela e
outros programas específicos, textos com fonte ampliada, textos compatíveis
com leitores de tela, auxílio de ledor/transcritor, entre outros.
Para contribuir com o processo de eliminação de barreiras, a IES oferece
para todos os seus colaboradores, via Universidade Corporativa (UK), cursos de
capacitação em LIBRAS, que são divididos em: Libras Básico: módulo I, Libras
Básico: módulo II, Libras Básico: módulo III.
Também estão disponiveis os cursos de formação continuada em:
I. Audiodescrição;
II. Programas de acessibilidade para pessoas com deficiência visual: NVDA
e MEC DAISY;
III. Formação em Educação Inclusiva e
IV. Transtorno do Espectro Autista.

Além dos cursos de formação continuada e capacitações, existem diretrizes


e manuais que irão contribuir para o trabalho desenvolvido na IES, como:
I. Acessibilidade na prática
II. Diretrizes de acessibilidade nas provas e atividades avaliativas;
III. Diretrizes de acessibilidade para a biblioteca;
IV. Guia de acessibilidade;
V. Manual de gestão de intérprete da Libras;
VI. Manual de orientação para instalação e utilização do programa leitor de
telas NVDA;
E constantemente organizam-se momentos de reflexão e sensibilização por
meio de comunicação acadêmica e regulatória, realizada via comunicados
oficiais, transmissões e lives.
O procedimento metodológico para execução das aulas considera o que
determina o KLS 2.0, cujos princípios, fundamentação e evolução já foram
descritos.
Além das orientações para a contratação dos intérpretes de Libras, em
atenção à formação do professor e à familiarização com o contexto dos alunos,
a instituição oferece curso de capacitação em educação inclusiva e em Libras,

Público
60

oportunizando o contato e a difusão dessa língua. Essas orientações contribuirão


para a eliminação de barreiras comunicacionais.
O Atendimento Educacional Especializado (AEE) ao público-alvo da
educação especial no curso é realizado pelo NuEEI, e baseia seu atendimento,
suas ações e seus projetos, que compõem a Kroton Educacional, na Resolução
da Diretoria de Desenvolvimento Institucional nº 01/2018, a qual regula o
atendimento educacional especializado, e é composto por profissionais da área
da educação especial, designados pelo diretor geral da IES.

3.2.1 Aula modelo

Em sintonia com as reflexões das pesquisas pedagógicas recentes


refletidas nos conceitos acadêmicos do Modelo KLS 2.0, o curso se propõe a
utilizar estratégias e ensino-aprendizagem baseadas nas metodologias ativas
que desenvolvem competências cognitivas e socioemocionais necessárias ao
egresso, pautadas no desenvolvimento do pensamento crítico, da autoanálise e
da autoaprendizagem.
O KLS 2.0 considera que a sala de aula é um espaço privilegiado de
aprendizado dialógico, baseado em contextos de aprendizagem e situações-
problema (SPs) que instiguem reflexão e ação.
Desse modo, nosso modelo acadêmico se estrutura no conceito de aula-
modelo, cujos principais objetivos são:
a) Maximizar a eficácia das atividades em sala de aula.
b) Estruturar o tempo fora da sala de aula para o máximo benefício de
aprendizagem.
c) Criar e manter o espírito de colaboração entre alunos e professores.

Figura 7: Modelo KLS 2.0

Público
61

Fonte: Dados institucionais.

A ideia de aula modelo se adequa à estratégia da Sala de Aula


Invertida (Flipped classroom), estruturada em três momentos didáticos, a saber:
a) Pré-aula: momento que antecede a aula e que terá por objetivos desafiar,
incentivar e estimular o aluno para a aprendizagem, por meio de
proposições, via webaula (WA), livro didático (LD), objetos de
aprendizagem, textos ou outros recursos que o professor julgar
relevantes, disponíveis no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA).
b) Aula mediada: momento em que são retomados conceitos trabalhados na
pré-aula, bem como desenvolvidas atividades para resolver situações-
problema e estimular o debate e a troca de experiências e conhecimentos.
c) Pós-aula: momento destinado à realização de atividades que consolidam
os temas trabalhados e em que são propostos novos desafios, a fim de
despertar os alunos para novas aprendizagens.
O professor, tendo o plano de ensino como referência, estrutura a sua
aula modelo e disponibiliza, junto ao plano de ensino, no Ambiente Virtual de
Aprendizagem (AVA), uma sequência sistematizada do que deve ser
desenvolvido em sala de aula, como: os conteúdos, os textos, os exercícios e/ou

Público
62

as atividades a serem realizadas. Os materiais sugeridos pelo professor não


devem se limitar apenas ao assunto abordado, mas devem também permitir ao
aluno o estudo aprofundado do tema.
Todo o material e as atividades de aprendizagem a serem utilizados ficam
disponíveis para o aluno durante todo o tempo de sua formação. Assim, a
qualquer momento, ele pode revisar o tema estudado e, a cada semestre, terá à
sua disposição não apenas os materiais e atividades de aprendizagem desse
período, mas também os de todos os demais já cursados.
Resumidamente, a aula modelo está representada pela figura a seguir:

Figura 8: Aula modelo.

Fonte: Dados institucionais.

Esse modelo tem como pressuposto de que o conhecimento não deve


ocorrer apenas ao tempo previsto para a duração das aulas, conforme determina
a Resolução nº 3/2007, e o Parecer CNE/CES nº 261/2006 define que:

Cabe às Instituições de Educação Superior, respeitado o mínimo dos


duzentos dias letivos de trabalho acadêmico efetivo, a definição da
duração da atividade acadêmica ou do trabalho discente efetivo que
compreenderá:
I. preleções e aulas expositivas;
II. atividades práticas supervisionadas, tais como laboratórios,
atividades em biblioteca, iniciação científica, trabalhos individuais e em
grupo, práticas de ensino e outras atividades no caso das licenciaturas.

Público
63

Deste modo, o aluno desenvolve, no mínimo, 60 minutos de atividades


acadêmicas efetivas, 50 minutos de aula e 10 minutos de atividades orientadas,
compreendidas entre a pré-aula e a pós-aula. Todo o conteúdo é planejado pelo
professor da disciplina, de modo a promover uma inter-relação entre os tempos
didáticos e, consequentemente, viabilizar o desenvolvimento do aluno. Nesse
cenário, o professor está presente em todo o processo, orientando, auxiliando e
intermediando o processo de ensino-aprendizagem.
É importante ressaltar que, para a aula modelo, é estruturado um material
didático baseado na sistematização conceitual e no ensino fundamentado na
problematização, que possibilita ao aluno o desenvolvimento do pensamento
crítico e a aplicação dos conhecimentos em situações práticas e reais. Os
materiais didáticos visam potencializar o processo ensino-aprendizagem por
meio de livro didático, webaula, roteiro de aulas práticas, entre outros. Para além
desses materiais, o professor pode, se julgar necessário, agregar novos recursos
e materiais que contribuam para o desenvolvimento da disciplina. As disciplinas
que não possuam material didático têm, da mesma forma, os três momentos
didáticos planejados e aplicados pelo professor da disciplina.
Em cada disciplina, a problematização do conteúdo é realizada a partir de
sua competência e dos resultados geradores de aprendizagem.
Resumindo, a metodologia adotada pelo KLS 2.0 é representada por meio
da aula modelo e pelos materiais adotados, conforme figura a seguir:

Figura 9: Tempos didáticos.

Fonte: Dados institucionais.

Público
64

Por fim, a metodologia adotada, em consonância com o modelo


acadêmico, propicia o desenvolvimento de conteúdos e promove estratégias de
aprendizagem sob o contínuo acompanhamento das atividades, visando
desenvolver as competências necessárias para a empregabilidade dos seus
alunos. Além disso, tal metodologia busca atender à acessibilidade metodológica
e à autonomia do aluno por meio de práticas pedagógicas que estimulam a ação
dele em uma relação teoria-prática.
Sabe-se que, entre os principais desafios da era contemporânea, é
necessário que os jovens sejam protagonistas de seu próprio desenvolvimento
e do de suas comunidades. Uma das abordagens adotadas passa pelo
desenvolvimento de competências socioemocionais. Nesse processo, aprende-
se a colocar em prática as atitudes e habilidades que possibilitam ao aluno
gerenciar suas emoções, alcançar objetivos, demonstrar empatia, manter
relações sociais positivas e tomar decisões de maneira responsável.
Dessa forma, com base nos quatro pilares da educação – aprender a
conhecer, aprender a fazer, aprender a ser e aprender a conviver –, a IES
prepara os alunos não apenas para o aprendizado dos conteúdos curriculares,
mas também para serem pessoas colaborativas e críticas, preparadas para
desenvolverem uma atividade profissional.

3.2.2 Material didático

O foco do material didático da IES são os nossos alunos, e sabemos que,


hoje, atendemos a diferentes gerações em uma mesma sala de aula. A forma
como cada aluno interage com os nossos produtos visa valorizá-lo como
indivíduo transformador.
Esse material é um recurso pedagógico relevante, o qual auxilia o
processo de ensino-aprendizagem e materializa o ensino por competências. A
cada aula, que corresponde a uma seção do material, o conteúdo é abordado de
forma contextualizada e exemplificada em um contexto de aprendizagem que
origina uma situação-problema (SP). Isso exige que o aluno compreenda e
mobilize os conteúdos teóricos e práticos para análise, síntese e aplicação deles

Público
65

na resolução da situação, competências essas que são cada vez mais exigidas
pelos empregadores.
Para o corpo docente, são disponibilizados planos de aulas contendo
orientações de didática de ensino do conteúdo e técnicas de mediação para
resolução da situação-problema. Tais materiais auxiliam o planejamento do
professor em relação à aula, permitindo a avaliação contínua e formativa da
aprendizagem em sala de aula. Também estimulam a autonomia do professor
em sala de aula, permitindo a flexibilidade e interdisciplinaridade, focando nas
necessidades locorregionais de seus alunos.
A produção dos materiais didáticos segue etapas rigorosas de qualidade,
as quais são organizadas por processos, que interligam uma cadeia, que tem
como princípio a elaboração, revisão metodológica e didática, homologação,
revisão e diagramação e, por fim, a disponibilização do material ao aluno no
Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), e conta com a elaboração/validação
de equipe multidisciplinar.
O material didático oferecido ao aluno da IES também é pensado de
acordo com os requisitos de acessibilidade metodológica e instrumental,
apresentados anteriormente, e prevê a linguagem inclusiva e acessível
necessária para a inclusão do público-alvo da educação especial, a saber,
pessoas com:
a) Deficiência (física, visual, auditiva, intelectual, surdo-cegueira e múltipla);
b) Transtorno do Espectro Autista; e
c) Altas habilidades/superdotação.
Para tanto, há materiais compatíveis com leitores de tela e textos com
fonte ampliada, vídeos com janela da Libras e, quando solicitado, a
disponibilização de recursos e adaptações específicas.
A IES disponibilizará:
O Atendimento Educacional Especializado (AEE) ofertado ao público-alvo
da educação especial nos cursos de graduação, pós-graduação e técnicos,
matriculado na Faculdade de Rondonópolis, é realizado sob a orientação do
Núcleo de Educação Especial Inclusiva (NuEEI), núcleo corporativo, situado na
Mantenedora.
As ações do NuEEI estão pautadas nos seguintes princípios:

Público
66

I. Garantia dos direitos dos alunos caracterizados como público-


alvo da educação especial, de acordo com as especificidades,
oportunizando acesso e permanência nos cursos técnicos e no ensino
superior.
II. Desenvolvimento de seu papel de responsabilidade social como
Instituição de Ensino Superior, acolhendo a diversidade, garantindo
educação justa e igualitária.

São atribuições do NuEEI:


 Assessorar os setores corporativos quanto à elaboração e à oferta
de materiais institucionais em formato acessível.
 Orientar as unidades e os polos quanto ao atendimento voltado aos
alunos caracterizados como público-alvo da educação especial.
 Promover ações de inclusão voltadas à comunidade acadêmica.
 Oferecer aos colaboradores da instituição cursos de formação
continuada relacionados à área da inclusão.
 Orientar tutores e professores quanto à flexibilização nas correções
de provas e atividades.
 Elaborar diretrizes de acessibilidade a serem implementadas na
instituição.
 Verificar a acessibilidade nos ambientes virtuais de aprendizagem.
 Elaborar o Plano de Atendimento Educacional Especializado, com
base no Diagnóstico Inicial encaminhado pelo Núcleo.
 Acompanhar o desenvolvimento acadêmico do aluno até a
conclusão do curso.

Caracteriza-se como público-alvo da educação especial:


I. Deficiência (física, visual, auditiva, intelectual, surdo-cegueira e
múltipla).
II. Transtorno Global do Desenvolvimento.
III. Altas habilidades/superdotação.

Os casos não classificados como público da educação especial, como


Transtorno Funcional Específico e distúrbios de aprendizagem, também serão
orientados pelo NuEEI.

Público
67

Acessibilidade metodológica e instrumental

A IES promove o acesso dos alunos público-alvo da educação especial


às ferramentas e aos instrumentos necessários para o processo de ensino-
aprendizagem, por meio da oferta de recurso de tecnologia assistida, de acordo
com as necessidades apresentadas. São exemplos de recursos ofertados:
intérprete de libras, teclados em braile, mouses adaptados, acionadores, entre
outros.

A acessibilidade metodológica é articulada com auxílio do NuEEI, com a


colaboração do coordenador de curso, do NDE e dos professores, objetivando
romper as barreiras apresentadas junto aos métodos, às teorias e às técnicas de
ensino-aprendizagem com a capacitação de professores e profissionais que
auxiliam os alunos, como também nas ações sociais e comunitárias e do
trabalho, com o desenvolvimento de ações que promovem a integração e a
inclusão dos alunos público-alvo da educação especial junto à comunidade
acadêmica, de modo a desenvolver competências e habilidades para o exercício
da futura profissão.

O livro didático impresso é distribuído pelo setor de logística corporativo


diretamente à IES, a qual, por sua vez, realiza a entrega aos alunos. Estes
também podem acessá-lo por meio da Biblioteca Virtual. Em relação às aulas,
os materiais chegam a comunidade acadêmica por meio do AVA, cada um
acessando-o em sua área restrita. Contudo, os alunos também podem acessá-
los por meio da Biblioteca Digital.

3.2.3 Processo de controle de produção ou distribuição de material didático


(Logística)

O material didático possui processos de controle e de distribuição


definidos, os quais atendem às demandas da IES e possuem plano de
contingência para a garantia de funcionamento, sendo apresentados em
documento próprio, de modo a apresentar alternativas, como a disponibilização

Público
68

em dois servidores distintos, no caso de material digital, e mudanças de rotas de


modo emergencial para o material impresso.
O material didático, em relação à sua produção e distribuição, segue um
fluxo sistematizado, com estabelecimento de áreas envolvidas, cronogramas e
etapas, sendo apresentados os indicadores mensurados durante a produção e
distribuição, disponibilizados no Power BI, ferramenta que possibilitará a análise
dos indicadores e permitirá o planejamento e a gestão de diversos processos.
Neste acompanhamento são disponibilizados inúmeros painéis, que possibilitam
a análise dos indicadores da companhia, permitindo o planejamento e a gestão
de diversos processos.
O processo de elaboração do Livro Didático é envolto pela equipe
multidisciplinar descrita neste documento.
Importante acrescentar, além das informações já oferecidas, que para
cada material didático elaborado pelo consultor acadêmico, a instituição assina
um contrato de direito autoral/uso de imagem que estabelece o início da escrita
do material didático. Para a sua elaboração, o consultor considera a ementa da
disciplina, as bibliografias básicas e complementar e as orientações para o
desenvolvimento do conteúdo.
Em seguida, a equipe realiza a análise e validação do conteúdo segundo
a estrutura pedagógica e metodológica do material, bem como a análise e
validação do conteúdo em consonância com o plano de ensino da disciplina.
Após a elaboração e cura do material, inicia-se o processo de editoração,
que compreende as etapas de planejamento, revisão metodológica e textual,
diagramação e disponibilização. A etapa de planejamento organiza o material de
acordo com as suas especificidades, distribuindo-o aos demais setores. Em
seguida, realiza-se a revisão metodológica, no que se refere à análise de
similaridade e formatação do material (ABNT), para depois ser feita a revisão
textual, analisando aspectos ortogramaticais, bem como a semântica e estilística
do texto.
Finalizada a revisão textual, inicia-se a diagramação do material didático
de acordo com a identidade e a programação visual. A última etapa de editoração
compreende a disponibilização do material didático no AVA, de acordo com a
estrutura de salas e a oferta da disciplina. É no AVA que o aluno assiste ao vídeo

Público
69

da disciplina, no qual o professor explica os principais conceitos, dá exemplos,


sugere leituras e indica atividades para que o aluno exercite o que aprendeu.
Todos os alunos têm acesso ao Livro Didático Digital (LDD)
disponibilizado, gratuitamente, na Biblioteca Virtual e no Ambiente Virtual de
Aprendizagem (AVA). Além dos alunos, tutores, professores e coordenador de
curso acessam os materiais didáticos digitais em sua área restrita, de acordo
com o seu perfil de acesso.
Concomitante a este processo, todo aluno de graduação da modalidade
presencial, regularmente matriculado, que desejar o livro impresso – Livro
Didático Impresso (LDI) – pode fazer a solicitação pelo AVA. O LDI é o livro
didático do KLS, portanto utilizado pelos docentes em sala de aula e com
conteúdo idêntico ao LDD.
O discente pode solicitar o LDI, respeitando o seguinte processo:
1. Tem direito a este benefício, os alunos do ensino presencial;
2. As vendas do LDI são liberadas no AVA e no Portal Digital do
Aluno (PDA) a partir do início das aulas;
3. Os valores são definidos semestralmente e divulgados ao início
dele;
4. O pagamento é feito direto no boleto da mensalidade, com
possibilidade de parcelamento (o número de parcelas depende do
número de meses/momento que o aluno fizer seu pedido);
5. O frete para a chegada do LDI até o aluno é gratuito. O pedido é
entregue e disponibilizado para a retirada do aluno na Biblioteca da
unidade em que está matriculado;
6. A oferta do LDI depende das disciplinas disponibilizadas ao
aluno semestralmente, acompanhando sua matriz curricular;
7. A distribuição é feita por lotes a partir do início do semestre e
visa garantir que o aluno tenha o material desde o início de suas aulas
– quanto antes o aluno solicitar, antes ele recebe.

Este processo de elaboração e distribuição (conforme pedidos de compra


realizados pelo aluno) é viabilizado pelo setor de Marketing E-commerce da
Kroton à IES e a sua vantagem decorre de preferência do aluno pelo material
impresso em detrimento ao virtual, da qualidade do material e ao preço
acessível, quando comparados ao material xerocopiado por conta do aluno.

Público
70

3.3 Objetivos do curso

Os objetivos do curso estão previstos, considerando o perfil profissional


do egresso, a estrutura curricular, o contexto educacional e as características
locais e regionais.
Nesse contexto caracteriza-se o perfil profissional a ser formado pela IES
com a expressão das principais competências a serem desenvolvidas pelo
aluno, durante sua formação acadêmica, à luz da Diretriz Curricular do Curso.
A estrutura curricular foi concebida para atender às necessidades locais
e regionais, permitindo a integração social na comunidade externa por meio de
ações desenvolvidas no decorrer do curso.
O contexto educacional em que o curso foi constituído contempla as
demandas da região, de modo efetivo, considerando as questões de natureza
social, econômica e educacional.
Os objetivos do curso de Arquitetura e Urbanismo estão previstos,
considerando o perfil profissional do egresso, a estrutura curricular, o contexto
educacional e as características locais e regionais.
Nesse contexto, definido o BSC do curso, caracteriza-se o perfil
profissional do Arquiteto e Urbanista a ser formado pela Faculdade de
Rondonópolis com a expressão das principais competências a serem
desenvolvidas pelo aluno durante sua formação acadêmica à luz das Diretrizes
Curriculares Nacionais, dispostas na Resolução CNE/CES nº 1, de 26 de março
de 2021, que atualiza o artigo 6 da Resolução CNE/CES nº 2, de 17 de junho de
2010.

Assim, o curso desenvolve as seguintes características:

Sintonizado com os objetivos de formação, anteriormente expostos, com


as Diretrizes Curriculares, a Faculdade de Rondonópolis vem aprimorando o
perfil do egresso destinado ao desenvolvimento e pleno desempenho
profissional futuro dos seus graduandos.
O Curso de Arquitetura e Urbanismo da Faculdade de Rondonópolis
objetiva formar um profissional capaz de organizar e dirigir o conjunto de
atividades relativas à Arquitetura e ao Urbanismo, incluindo: capacidade de

Público
71

elaboração de projetos, com soluções técnicas economicamente viáveis e


culturalmente responsáveis; capacidade de absorver novas tecnologias e de
visualizar, com criatividade, novas aplicações; capacidade de análise de
problemas e síntese de soluções; desenvolvimento de liderança e de trabalhoem
equipes multidisciplinares; consciência da necessidade de contínua atualização
profissional; capacidade de resolver problemas concretos, modelando situações
reais, levando em conta os aspectos humanísticos, sociais, éticos e ambientais.

Para tanto, o perfil do egresso desejado contempla conhecimentos


multidisciplinares e vivências das rotinas ligadas à Arquitetura e ao Urbanismo,
e de suas realidades locais e regionais. O profissional egresso da FAR deve ser
capaz de planejar, coordenar, controlar e avaliar as funções inerentes à sua área
de atuação profissional.

Assim, com formação generalista, vários campos de atuação profissional


podem ser buscados pelo arquiteto e urbanista, no qual, entre outros, com
interesse no Planejamento Urbano, poderá aplicar conhecimentos da evolução
urbana, do uso e ocupação do solo, de legislação urbanística, de novas
intervenções urbanísticas, de ecologia, de morfologia da paisagem e de
morfologia urbana, de preservação e recuperação de paisagens, de edifícios e
de áreas urbanas.

Se o interesse do arquiteto e urbanista for pela tecnologia, poderá


desenvolver estudos desde novas técnicas construtivas e de materiais, à
racionalidade estrutural de edificações e de cálculo estrutural; aos aspectos de
conforto do ambiente construído, até o gerenciamento e execução de obras.

Há o arquiteto e urbanista que tem interesse no desenvolvimento de


projeto de edificações para atender o contexto sociocultural e as suas relações
com o meio ambiente, buscando atender as demandas por habitações de
interesse social e utilizando tecnologias de menor impacto ambiental, visando a
racionalização de custos e otimização e reaproveitamento dos recursos naturais.
Neste sentido, a formação do arquiteto e urbanista do Curso de
Arquitetura e Urbanismo da Faculdade de Rondonópolis, pretende que o aluno,
com base no conjunto de conhecimentos adquiridos nas várias disciplinas,

Público
72

desenvolva sua capacidade de assimilação da teoria e dos instrumentos de


projeto, por meio de uma série de exercícios e estudos de problemas de projeto.
Assim, o aluno deverá partir do aprendizado da teoria e da aplicação de
métodos analíticos, e desenvolver soluções práticas com técnicas sofisticadas.
As disciplinas de projeto, presentes nos semestres do curso e ministradas em
Atelier, simulam situações reais, possibilitando a investigação, para futura
aplicação da síntese do conhecimento, por meio de processo gradual para a
aquisição de conhecimento.

A formação que capacita o profissional de Arquitetura e Urbanismo ao


exercício das atividades explicitadas acima, requer uma preparação didático-
pedagógica adequada, obtida via integração de conhecimentos pertinentes às
áreas de fundamentação, profissional e complementar através das quais se
estrutura o Curso. Tal formação incentiva particularmente:

· Trabalhos em equipe;

· Monitorias;

· Trabalhos sociais, envolvendo a comunidade;

· Estágios extracurriculares.

O objetivo da estrutura curricular do curso é atender às necessidades


locais e regionais, permitindo a integração social na comunidade externa por
meio das seguintes atividades:

Formar um Arquiteto e Urbanista generalista e humanista, com senso


crítico, apto a agir, eticamente, respondendo às necessidades de abrigo da
sociedade, projetando e acompanhando a execução de edificações, conjuntos
arquitetônicos e monumentos, arquitetura paisagística e de interiores, bem como
realizando o planejamento físico, local, urbano e regional, valorizando o
patrimônio histórico, considerando o equilíbrio do ambiente natural e a utilização
sustentável dos recursos disponíveis, sempre atendendo às necessidades da
comunidade, permitindo a integração social.

Público
73

A cidade de Rondonópolis, que apresenta uma forte tendência de


crescimento no setor agroindustrial, exige uma população cada vez mais
qualificada. Nesta região a demanda por profissionais para área de
planejamento, construções e serviços relacionados a construção civil, tem se
mostrado crescente e exige profissionais preparados para enfrentaram o
mercado de trabalho cada dia mais desafiador e globalizado.

Por outro lado, os novos conhecimentos e novas tecnologias impõem


rápidas transformações na sociedade, e no mercado de trabalho se refletem nas
condições de exercício profissional, de modo que o mercado vem exigindo do
profissional de arquitetura uma visão generalista, domínio da tecnologia da
informação, atração por desafios, e flexibilidade intelectual no trato de situação
de incertezas.

O curso de Arquitetura e Urbanismo, da Faculdade de Rondonópolis ao


mesmo tempo em que alicerça a base técnico-científica necessária a execução
das atividades profissional de arquitetura, cria estímulos à imaginação e a
criatividade de seus alunos, de modo a que saibam exercitar o raciocínio lógico
e analítico, despertando-lhes, inclusive, a compreensão da necessidade de
contínuo aperfeiçoamento profissional.

Deste modo, sintonizando o caráter dinâmico e flexível do mercado de


trabalho, o profissional egresso do curso de Arquitetura e Urbanismo formado na
Faculdade de Rondonópolis, adquire uma formação teórica e humanística com
habilidade numérica, com conhecimento dos conceitos, sociabilidade, expressão
criativa, iniciativa e capacidade liderança.

O Arquiteto e Urbanista precisa compreender o como fazer e o porquê


fazer, ou seja, deve dominar o saber-pensar, o aprender- aprender para não ser
objeto de modernidade, mas o seu sujeito criativo, marca fundamental do
cidadão moderno, capaz de atualizar a autonomia crítica, isto gerando, aliado a
responsabilidade social e a ética, um profissional agente do desenvolvimento.

Público
74

3.4 Perfil profissional do egresso e área de atuação

O curso, por meio do modelo acadêmico, preocupa-se com uma formação


do profissional-cidadão competente e capacitado a ingressar e manter-se no
mercado de trabalho, desenvolvendo-se com eficiência e eficácia na área que
escolheu atuar.
Para a formação desse egresso, a proposta de organização curricular foi
realizada em função das competências que os alunos precisam desenvolver,
respeitando-se as aprendizagens, os conhecimentos e as construções
adquiridas anteriormente. Nessa proposta, a elaboração do currículo teve como
referência o que a IES busca para seu egresso, definindo as áreas de atuações
profissionalizantes, a composição das competências a serem desenvolvidas e,
consequentemente, o conjunto de componentes curriculares que contribuem
para se estabelecer as conexões necessárias para o futuro profissional.
Assim, a IES busca que o egresso do curso seja um profissional que, de
acordo com as determinações legais do Curso bacharelado em Arquitetura e
Urbanismo, tenha como pressupostos essenciais o compromisso de atuar no
contexto socioeconômico e político do país, sendo um profissional e um cidadão
comprometido com os interesses e desafios da sociedade contemporânea e
capaz de acompanhar a evolução científica e tecnológica da sua área de
atuação, mantendo adequado padrão de ética profissional, conduta moral e
respeito ao ser humano, apto a:
• atuar com base em princípios éticos e críticos, de maneira
sustentável, empregando criatividade e visão empreendedora, de modo
reflexivo, propositivo, humanístico e dinâmico, na solução de problemas
presentes na sociedade, considerando aspectos políticos, econômicos,
ambientais, culturais e sociais
• conhecer os fundamentos e a aplicabilidade de saberes, para o
embasamento teórico necessário para o desenvolvimento das competências
técnicas profissionais previstas para a prática profissional de Arquitetura e
Urbanismo;
• apresentar competência técnica e tecnológica em sua área de
atuação;

Público
75

• desenvolver formação humanística e cultura geral, integrada à


formação técnica, tecnológica e científica;
• interagir, aprimorar e compartilhar continuamente seus
aprendizados a partir da convivência democrática com culturas, modos de ser e
pontos de vista divergentes;
• atuar respondendo às necessidades de abrigo da sociedade;
• projetar e acompanhar a execução de edificações, conjuntos
arquitetônicos e monumentos, arquitetura paisagística e de interiores;
• realizar o planejamento físico, local, urbano e regional, valorizando
o patrimônio histórico, considerando o equilíbrio do ambiente natural e a
utilização sustentável dos recursos disponíveis;
• conhecer, projetar e conduzir soluções tecnológicas retrospectivas
para a preservação e a restauração;
• conhecer e aplicar fundamentos a respeito de condições térmicas
e aspectos de acústica, lumínica, energia e topografia;
• empregar práticas adequadas e econômicas das tecnologias da
construção e dos sistemas construtivos;
• elaborar orçamentos, realizando a mensuração e o controle da
qualidade;
• executar e fiscalizar obras e serviços técnicos e acompanhar a
instalação, montagem, operação, reparo e manutenção de obras;
• executar desenho técnico;
• conduzir análise, experimentação, ensaio, divulgação e produção
técnica especializada;
• coordenar e supervisionar equipes de trabalho;
• realizar estudos de viabilidade técnico-econômica;
• efetuar vistorias, perícias e avaliações e emitir laudos e pareceres.

Diante do perfil apresentado, este profissional será capaz de atuar nas


principais áreas da Arquitetura e Urbanismo, a saber
• Estética, História e Teoria;
• Desenho e Meios de Representação e Expressão;
• Estrutura, Topografia e Tecnologia das Construções;

Público
76

• Projeto de Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo;

Dessa maneira, compreende-se que os conteúdos previstos desenvolvem


o conhecimento científico, acadêmico e profissional no aluno, contudo no
processo de ensino-aprendizagem do aluno também são desenvolvidas as
competências esperadas para o egresso.
Vale destacar que, as disciplinas e competências a serem trabalhadas no
curso estão de acordo com as determinações legais e demandas do mercado de
trabalho para o curso. Uma das estratégias utilizadas para retroalimentar essa
característica é obtida através do Canal Conecta, que por meio das pesquisas
de empregabilidade permite conhecer a evolução do desempenho do egresso
em suas carreiras.
O perfil apresentado ainda tem como cerne aquilo que o egresso
necessitará conhecer para ser capaz de desenvolver suas atividades nas
diversas áreas da sua profissão, articulando-as com suas realidades locais e
regionais. Destaca-se que as competências que serão desenvolvidas ao longo
do curso estão no Anexo do documento.
Dessa forma, espera-se que o egresso assuma o compromisso de atuar
no seu contexto socioeconômico e político, sendo um profissional e cidadão
comprometido com os interesses e desafios da sociedade contemporânea e
capaz de acompanhar a evolução científica e tecnológica da sua área, mantendo
adequado padrão de ética profissional, conduta moral e respeito ao ser humano.
Partindo do princípio de que o aluno ingressa no ensino superior,
principalmente, para ter empregabilidade, o curso de Arquitetura e Urbanismo da
Faculdade de Rondonópolis por meio do KLS 2.0, preocupa-se com uma
formação do profissional-cidadão competente e capacitado a ingressar e manter-
se no mercado de trabalho, desenvolvendo-se com eficiência e eficácia na área
que escolher atuar.

Para a formação desse egresso, a proposta de organização curricular é


realizada em função das competências que os alunos precisam desenvolver,
respeitando-se as aprendizagens, os conhecimentos e as construções
adquiridas anteriormente.

Público
77

Nessa proposta, a elaboração do currículo tem como referência o perfil do


egresso. É esse perfil que orienta a definição das áreas de atuação, a
composição das competências a serem desenvolvidas e, consequentemente, o
conjunto de elementos que contribuem para se estabelecer as conexões
necessárias.

Compreendendo que as competências permitem mobilizar


conhecimentos para enfrentar determinadas situações, as atividades de
aprendizagem vão além dos conteúdos conceituais, abrangendo também os
conteúdos procedimentais e atitudinais, os quais garantem o perfil profissional
do egresso que se deseja formar.

As competências a serem trabalhadas no curso estão de acordo com as


respectivas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) e têm como foco o que o
egresso necessita conhecer bem para ser capaz de desenvolver suas atividades
nas diversas áreas de atuação de sua profissão, articulando-as com suas
realidades locais e regionais.

Neste contexto, o egresso deve ter como pressupostos essenciais o


compromisso de atuar no contexto socioeconômico e político do país, sendo um
profissional e cidadão comprometido com os interesses e desafios da sociedade
contemporânea e capaz de acompanhar a evolução científica e tecnológica da
sua área de atuação, mantendo adequado padrão de ética profissional, conduta
moral e respeito ao ser humano.

Considerando as concepções filosóficas e educacionais, os objetivos


formativos da IES, sua missão, visão, valores, e os preceitos dispostos no seu
PDI; a Faculdade de Rondonópolis busca que os egressos de todos os seus
cursos superiores, sejam profissionais que

 Tenham competência técnica e tecnológica em sua área de atuação;

 Sejam capazes de se inserir no mundo do trabalho de modo


compromissado com o desenvolvimento regional sustentável;

Público
78

 Tenham formação humanística e cultura geral integrada à formação


técnica, tecnológica e científica;

 Atuem com base em princípios éticos e de maneira sustentável;

 Saibam interagir e aprimorar continuamente seus aprendizados a partir


da convivência democrática com culturas, modos de ser e pontos de vista
divergentes; e

 Sejam cidadãos críticos, propositivos e dinâmicos na busca de novos


conhecimentos.

3.4.1 Acompanhamento de egressos

Com a finalidade de conhecer a vida profissional e educacional dos seus


egressos, a IES, por meio do programa de Política de Acompanhamento ao
Egresso, busca restabelecer e manter o relacionamento com seus ex-alunos, de
graduação e pós-graduação, por meio do Portal do Aluno e de ferramentas de
comunicação síncronas e assíncronas.
Por meio deste programa, é possível estabelecer uma troca de
informações entre IES e egresso, de forma que a primeira é beneficiada com
informações acerca dos interesses educacionais, científicos e profissionais dos
ex-alunos, sua atuação no mercado, a importância de sua formação no contexto
de sua profissão, entre outros assuntos. Em contrapartida, o egresso tem acesso
livre às informações acerca de oportunidades de formação continuada e
eventuais benefícios em cursos, palestras e inscrições em eventos organizados
pela IES ou suas parceiras, além de participação em eventos como ouvinte e
como profissional, em processos de seleção para o corpo técnico-administrativo
ou docente da IES, entre outros temas que a IES venha a desenvolver e divulgar.
Os egressos podem, ainda, trocar e atualizar informações entre eles sobre
questões profissionais e pessoais.
A IES entende que acompanhar os egressos de seus cursos permite,
além da integração e do estabelecimento de uma rede de comunicação entre
egressos de diferentes áreas e entre estes e a IES, a retroalimentação do modelo

Público
79

acadêmico, uma vez que os resultados desse relacionamento podem redundar


em importantes feedbacks, os quais trazem indicadores relevantes, que
subsidiam um processo de reavaliação, adaptação ou inovação de suas
estratégias e de seus projetos acadêmicos. Além disso, é possível intensificar a
integração entre os egressos e o corpo discente e docente das IES.
Para viabilizar essa rede de comunicação, relacionamento e
conhecimento, os egressos são submetidos a um processo de cadastramento
voluntário, em que, além de seus dados pessoais, informam dados referentes à
sua inserção profissional e social por meio de uma pesquisa sistemática que visa
gerar informações, tais como:
a) Feedback sobre o curso que concluiu na IES.
b) Compatibilidade entre a formação e as demandas da sociedade.
c) Sucessos do egresso no mercado de trabalho.
d) Oportunidades e dificuldades encontradas no mercado de trabalho.
e) Setores de atividade econômica que mais absorvem os profissionais.
f) Necessidade e interesse em buscar o aperfeiçoamento profissional.
g) Importância do desenvolvimento de competências profissionais versus
competências atitudinais no contexto do trabalho.
Além do levantamento de informações, o egresso tem oportunidades de
se apresentar como potencial profissional para empresas da região por meio do
acesso ao Canal Conecta e à IES. Ao incluir em seus dados um currículo
atualizado, torna-se candidato às vagas disponíveis no Canal Conecta
apresentadas pela IES. A manutenção desse vínculo viabiliza também a
promoção de encontros de confraternização com outros egressos, eventos
acadêmicos e científicos para alunos da IES, além da possibilidade de utilização
da infraestrutura e dos serviços mantidos pela IES.
Nesse contexto, a ferramenta é um espaço que oportuniza o
relacionamento, as trocas de informações e materiais e o conhecimento acerca
do desempenho institucional, resultante da análise do acompanhamento da
situação profissional de seus egressos.
O sistema consta das seguintes fases:

Público
80

a) Fase de cadastro: recurso destinado ao cadastramento dos dados


referentes aos egressos e preenchimento de pesquisa por meio de
formulário on-line.
b) Identificação pessoal: idade, sexo, nacionalidade, endereço, cidade,
estado, e-mail, curso e ano de conclusão da graduação e/ou pós-
graduação.
c) Identificação profissional: informações relacionadas à sua trajetória
profissional, incluindo estágios; mapeamento da situação atual do
egresso, que irá informar se está empregado ou é profissional autônomo,
desempregado, aposentado, afastado ou abandonou a profissão;
questões referentes ao primeiro emprego e à progressão profissional, aos
salários e à carreira. Também são relevantes as dificuldades e
oportunidades que o egresso enfrentou para encontrar uma ocupação e
manter-se empregado.
d) Fase de relacionamento e comunicação: recurso destinado à troca de
informações entre egressos da IES e entre os egressos e a IES.
A estratégia para tornar pública a ferramenta é estabelecer a
comunicação entre a IES e os alunos do último semestre dos cursos de
graduação e do último módulo de pós-graduação, informando e orientando sobre
a importância do programa e, assim, estimulando a adesão deles. Igualmente
relevante é mapear egressos dos cursos da IES e iniciar o contato por meio de
convite eletrônico e/ou telefone, além de estimular esses ex-alunos a convidarem
outros para o programa.

3.5 Estrutura curricular

A estrutura curricular implementada neste curso considera a flexibilidade,


interdisciplinaridade, acessibilidade metodológica e compatibilidade da carga
horária total em horas-relógio.
Busca ainda, evidenciar a ocorrência da articulação da teoria com a
prática, da oferta da disciplina de LIBRAS e dos mecanismos de familiarização
com a modalidade de distância.

Público
81

Ao apresentar uma matriz curricular, o curso tem como preocupação


realizar um currículo voltado para o alcance do perfil definido para o profissional,
a partir do desenvolvimento das competências previstas no BSC, estabelecidas
mediante as exigências legais do curso, tendo em vista o mercado de trabalho e
sua articulação com as tendências da profissão na sociedade contemporânea.
Conforme estabelecidas na legislação específica do curso, Resolução
CNE/CES nº 1, de 26 de março de 2021, que atualiza o artigo 6 da Resolução
CNE/CES nº 2, de 17 de junho de 2010.

3.5.1 Matriz curricular

Em atendimento ao que recomendam as legislações específicas para o


curso de Arquitetura e Urbanismo, a matriz curricular será a seguinte:

Quadro 1. Matriz curricular do curso de Arquitetura e Urbanismo.


CH
CH TEÓRICO CH CH CH
DISCIPLINA SEMESTRE TEÓRICO
PRESENCIAL PRÁTICA OUTROS TOTAL
AVA
DESENHO DE 1 30 0 40 0 70
ARQUITETURA E
URBANISMO
ED - CULTURA 1 0 0 0 6 6
DIGITAL
ESTUDOS SOCIAIS E 1 30 40 0 0 70
ECONÔMICOS
EXPRESSÃO E 1 30 10 30 0 70
REPRESENTAÇÃO -
OFICINAS
GEOMETRIA 1 30 0 40 0 70
DESCRITIVA
APLICADA À
ARQUITETURA
ATELIER DE PROJETO 2 30 0 40 0 70
DE ARQUITETURA
RESIDENCIAL DE
BAIXA
COMPLEXIDADE
ED - PROJETO DE 2 0 0 0 6 6
VIDA
FUNDAMENTOS DE 2 30 20 20 0 70
TOPOGRAFIA

Público
82

HISTÓRIA E TEORIA 2 30 40 0 0 70
DA ARQUITETURA,
URBANISMO E
PAISAGISMO
MAQUETES 2 30 0 40 0 70
ATELIER DE PROJETO 3 30 0 40 0 70
DE ARQUITETURA
CULTURAL
ED - MARKETING 3 0 0 0 6 6
DIGITAL
ESTÉTICA E HISTÓRIA 3 70 0 0 0 70
DA ARTE
HISTÓRIA E TEORIA 3 30 40 0 0 70
DA ARQUITETURA -
DO PRÉ-
MODERNISMO AO
DESCONSTRUTIVISMO
INFORMÁTICA 3 30 0 40 0 70
APLICADA À
ARQUITETURA E
URBANISMO -
PROJEÇÕES
ORTOGONAIS
URBANISMO DE 3 30 20 20 0 70
BAIXA
COMPLEXIDADE
ATELIER DE PROJETO 4 30 0 40 0 70
DE ARQUITETURA
RESIDENCIAL DE ALTA
COMPLEXIDADE
ED - CONSTRUINDO 4 0 0 0 6 6
UMA CARREIRA DE
SUCESSO
FUNDAMENTOS DE 4 30 40 0 0 70
RESISTÊNCIA DOS
MATERIAIS
INFORMÁTICA 4 30 10 30 0 70
APLICADA À
ARQUITETURA E
URBANISMO -
PERSPECTIVAS
INFRAESTRUTURA 4 30 40 0 0 70
URBANA
ATELIER DE PROJETO 5 30 0 40 0 70
DE ARQUITETURA
EDUCACIONAL
CONFORTO 5 30 20 20 0 70
AMBIENTAL -
TÉRMICO
ED - MINDSET ÁGIL 5 0 0 0 6 6

Público
83

INSTALAÇÕES 5 30 25 15 0 70
ELÉTRICAS DE BAIXA
TENSÃO
TECNOLOGIA DA 5 30 30 10 0 70
CONSTRUÇÃO CIVIL
ATELIER DE PROJETO 6 30 0 40 0 70
DE ARQUITETURA
PARA ESPAÇOS
TERCIÁRIOS
CONFORTO 6 30 20 20 0 70
AMBIENTAL -
ACÚSTICO E
LUMÍNICO
ED - DESIGN 6 0 0 0 6 6
THINKING
INSTALAÇÕES 6 30 30 10 0 70
HIDROSSANITÁRIAS
OPTATIVA I 6 70 0 0 0 70
ARQUITETURA 7 70 0 0 0 70
BRASILEIRA
ATELIER DE PROJETO 7 30 0 40 0 70
DE ARQUITETURA
HOSPITALAR
ED - 7 0 0 0 6 6
EMPREGABILIDADE
SISTEMAS 7 30 25 15 0 70
ESTRUTURAIS -
CONCRETO
URBANISMO DE ALTA 7 30 20 20 0 70
COMPLEXIDADE
ATELIER DE PROJETO 8 30 0 40 0 70
DE ARQUITETURA
ESTAÇÃO
RODOVIÁRIA
ECOLOGIA URBANA 8 30 40 0 0 70
ED - 8 0 0 0 6 6
DESENVOLVIMENTO
DE CARREIRA
EST. CUR. SUPERV. I 8 0 0 160 0 160
PLANEJAMENTO 8 30 25 15 0 70
URBANO E REGIONAL
SISTEMAS 8 30 40 0 0 70
ESTRUTURAIS -
MADEIRA E AÇO
ATELIER DE PROJETO 9 30 0 40 0 70
DE ARQUITETURA DE
USO MISTO EM
MODELAGEM BIM
ATELIER DE PROJETO 9 30 10 30 0 70
DE PAISAGISMO

Público
84

ED - 9 0 0 0 6 6
EMPREENDEDORISMO
EST. CUR. SUPERV. II 9 0 0 160 0 160
SOCIEDADE 9 80 0 0 0 80
BRASILEIRA E
CIDADANIA
TRABALHO FINAL DE 9 0 70 0 0 70
GRADUAÇÃO I
ATELIER DE PROJETO 10 30 20 20 0 70
DE ARQUITETURA DE
INTERIORES
ED - 10 0 0 0 6 6
RESPONSABILIDADE
SOCIAL
OPTATIVA II 10 70 0 0 0 70
TÉCNICAS 10 30 25 15 0 70
RETROSPECTIVAS,
RESTAURAÇÃO E
PATRIMÔNIO
HISTÓRICO
TRABALHO FINAL DE 10 0 70 0 0 70
GRADUAÇÃO II
ATIVIDADES - 0 0 0 340 340
COMPLEMENTARES

Quadro 2. Disciplinas optativas do curso de Arquitetura e Urbanismo.

*DISCIPLINA

AÇÕES EDUCATIVAS EM SEGURANÇA NO TRABALHO


CONSTRUÇÕES RURAIS
CONSTRUÇÕES SUSTENTÁVEIS
EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO
GESTÃO DE PROJETOS
IMPLANTAÇÃO E LOGÍSTICA DE CANTEIRO DE OBRAS
LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
MODELOS DE GESTÃO
PRÁTICA PROFISSIONAL EM ARQUITETURA
PROCESSOS DE GESTÃO DE OBRAS E PROJETOS

Quadro 3. Resumo da carga horária do curso de Arquitetura e Urbanismo.


RESUMO DA CARGA HORÁRIA
Total da Carga Horária Teórica 590
Presencial
Total da Carga Horária Prática 770

Público
85

Total da Carga Horária Teórico AVA 1.380


ACO - ED
Atividades Complementares 60
400
ACO - EI
340
Total da Carga Horária de TCC 140
Total da Carga Horária de Estágio 320
TOTAL GERAL 3.600
*ROL DAS DISCIPLINAS OPTATIVAS NÃO COMPÕE A CARGA HORÁRIA TOTAL DO
CURSO

3.5.2 Interdisciplinaridade

A interdisciplinaridade é uma estratégia de abordagem em que duas ou


mais disciplinas deverão interagir, estabelecendo relações entre os conteúdos,
com o objetivo de proporcionar um conhecimento mais abrangente e
contextualizado ao aluno.
Nessa concepção, permanecem os interesses próprios de cada disciplina,
porém buscando soluções dos seus próprios problemas através da articulação
com as outras disciplinas.
No modelo KLS 2.0, essa articulação se inicia com a escolha das
disciplinas de fundamento que embasam as disciplinas profissionalizantes, as
quais dão suporte, a partir das competências previstas e desenvolvidas, para a
atuação do futuro egresso nas diferentes áreas da profissão.
Ademais, a interdisciplinaridade é operacionalizada articulando-se as
disciplinas da matriz entre semestres, áreas afins e entre os cursos que serão
ofertados na IES, permitindo a atuação dos alunos e professores de áreas e
olhares distintos, trabalhando não só de modo interdisciplinar, mas também
multidisciplinar.
A interdisciplinaridade se efetiva por meio de atividades coletivas entre
turmas distintas, permitindo a reunião de professores de disciplinas distintas, de
modo a fomentar o debate, o trabalho em equipe e a pesquisa sob diferentes
olhares, por meio da problematização, que é realizada no ambiente acadêmico
ou social.

Público
86

3.5.3 Flexibilização curricular

O princípio da flexibilização da matriz curricular do curso é promover


fluidez na oferta dos componentes curriculares e, dessa forma, possibilitar que
coordenador e professores desenvolvam ações, entendidas como
desdobramentos das competências previstas, que fortaleçam a identidade do
curso, a partir de suas características e necessidades locais e regionais.
Considerando que o KLS 2.0 é organizado por competências, a
flexibilidade para a oferta das disciplinas se potencializa. Significa dizer que a
oferta das disciplinas se torna um processo dinâmico, o qual oportuniza ao aluno
um percurso que o desafie e o prepare para o desenvolvimento de uma visão
crítica. A barreira da rigidez de oferta é rompida, valorizando-se e respeitando-
se a articulação entre as disciplinas. Esse dinamismo estimulará o trabalho com
a diversidade, a interação entre os alunos e a interdisciplinaridade.
A flexibilidade permite que alunos definam suas trajetórias de formação
por meio da escolha de conteúdos e atividades e do desenvolvimento de
competências e habilidades por meio dos componentes curriculares ofertados
ao longo de sua formação.
Também é oportunizada a flexibilidade de oferta das disciplinas
curriculares para as turmas, observando requisitos de complexidade, de
conhecimentos prévios necessários e de competências e habilidades
desenvolvidas para o futuro egresso. Esse processo é desempenhado pelo
coordenador do curso, sempre observando as considerações do Núcleo Docente
Estruturante (NDE), que considera o perfil profissional do futuro egresso, as
necessidades locais e regionais e o desenvolvimento e entrosamento dos alunos
em cada turma.
Além dessa maleabilidade na oferta e disposição de disciplinas, a
flexibilização curricular se efetiva também por meio de componentes
acadêmicos.

Disciplinas optativas

Público
87

A disciplina optativa prevista é parte integrante da matriz curricular, e traz


a oportunidade de flexibilização do currículo, por meio de um elenco de
disciplinas à escolha dos alunos.
Está prevista na matriz e pode ser substituída por uma das disciplinas
escolhidas, devendo ser cursada com êxito pelos alunos para o cômputo da
carga horária do curso e desenvolvimento das competências nela previstas. As
disciplinas previstas no elenco de disciplinas optativas apresentam congruência
com as áreas de atuação do egresso e com a legislação vigente, no que se refere
à disciplina de Libras.

3.5.4 Acessibilidade metodológica e instrumental


A acessibilidade metodológica corresponde a uma das espécies de
acessibilidade, compreendendo a eliminação de qualquer barreira quanto aos
métodos, às teorias e técnicas de ensino/aprendizagem, assim como no setor
profissional, nas ações culturais, artísticas e culturais, contemplando também a
família.
A IES busca ofertar ao seu aluno um modelo acadêmico isento de
qualquer obstáculo quanto à acessibilidade metodológica, promovendo o
desenvolvimento de métodos e técnicas de ensino/aprendizagem, que acolhe e
inclui seus alunos nas mais diferentes necessidades, seja por meio da oferta de
instrumentos e ferramentas que auxiliam o processo de ensino-aprendizagem,
seja no desenvolvimento de ações e competências no campo teórico, prático,
profissional, cultural e social, tais como a resolução de situações-problema reais,
ações sociais, atividades em grupos, ações multidisciplinares, entre outros.
A acessibilidade metodológica corresponde a uma das espécies de
acessibilidade, compreendendo a eliminação de qualquer barreira quanto aos
métodos, às teorias e técnicas de ensino/aprendizagem, assim como no setor
profissional, nas ações culturais, artísticas e culturais, contemplando também a
família.
A FAR busca ofertar ao seu aluno um modelo acadêmico isento de
qualquer obstáculo quanto à acessibilidade metodológica, promovendo o
desenvolvimento de métodos e técnicas de ensino/aprendizagem, que acolhe e

Público
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inclui seus alunos nas mais diferentes necessidades, seja por meio da oferta de
instrumentos e ferramentas que auxiliam o processo de ensino-aprendizagem,
seja no desenvolvimento de ações e competências no campo teórico, prático,
profissional, cultural e social, tais como a resolução de situações-problema reais,
ações sociais, atividades em grupos, ações multidisciplinares, entre outros.
A acessibilidade metodológica (também conhecida como pedagógica) é
promovida pela eliminação de barreiras por meio de métodos e técnicas de
estudo desenvolvidas pelo docente. É possível notar a acessibilidade
metodológica nas salas de aula quando os professores promovem processos
pedagógicos, flexibilização do tempo e utilização de recursos para viabilizar a
aprendizagem de estudantes com deficiência, como: pranchas de comunicação,
texto impresso e ampliado, softwares ampliadores e leitores de tela,
comunicação alternativa, aprofundamento de estudos, entre outros recursos,
conforme a Resolução VP Acadêmica de Graduação n°1/2015, que regulamenta
o atendimento ao público-alvo da educação especial, por meio do Núcleo de
Educação Especial INCLUSIVA - NUEEI.
A acessibilidade digital e nas comunicações se efetiva por meio das
variadas formas de comunicação sem obstáculos, como a língua de sinais, o
aprofundamento de estudos, o uso de programas específicos por intermédio de
computadores, bem como a difusão e facilidade no uso de novas tecnologias,
mecanismos digitais e tecnologias assistivas. Para garantir a contratação e
gestão do intérprete, o NUEEI disponibiliza para as unidades o manual de
orientações para gestão do intérprete de Libras e a declaração para solicitação
de intérprete de Libras.
Além das orientações para a contratação dos intérpretes de Libras, em
atenção à formação do professor e à familiarização com o contexto dos alunos,
a IES oferece curso de capacitação em educação inclusiva e em Libras,
oportunizando o contato e a difusão dessa língua. Essas orientações contribuirão
para a eliminação de barreiras comunicacionais.
O Atendimento Educacional Especializado (AEE) ao público-alvo da
educação especial no curso é realizado pelo NUEEI, composto por profissionais
da área da educação especial, que conta com a participação colaborativa de
outros profissionais do Núcleo de Acessibilidade, Inclusão e Direitos Humanos

Público
89

(NAID), responsável pelo atendimento local na IES, composto por um


representante dos coordenadores, um representante docente, um representante
do corpo técnico-administrativo e um representante da CPA.
O procedimento metodológico para execução das aulas considera o que
determina o KLS, cujos princípios, fundamentação e evolução já foram descritos.

3.5.5 Compatibilização da carga horária

A carga horária dos cursos é orientada pela Resolução CNE/CES nº


2/2007 e nº 3/2007 e pelo Parecer CNE/CES nº 261/2006, que instituem o
mínimo de duzentos dias letivos de trabalho acadêmico efetivo, por meio de
preleções e aulas expositivas e/ou atividades práticas supervisionadas, tais
como laboratórios, atividades em biblioteca, iniciação científica, trabalhos
individuais e em grupo, práticas de ensino e outras atividades.
Dessa forma, no modelo KLS 2.0, a carga horária é mensurada em horas
(60 minutos), composta de 50 minutos de aula mediada e 10 minutos de
atividades orientadas, totalizando 60 minutos de efetiva atividade acadêmica. As
atividades orientadas foram concebidas com a finalidade de desenvolver no
aluno a cultura de autoestudo. Assim sendo, cada professor preparará e
disponibilizará, antecipadamente, no ambiente virtual, o planejamento das
atividades que prepararão o aluno para a aprendizagem dos conteúdos da aula,
conforme descrito anteriormente.
Durante as atividades orientadas, sempre ocorre a orientação do
professor da disciplina, de modo a aplicar os conceitos teóricos na resolução de
situações-problema presentes no cotidiano profissional do futuro egresso. Essas
atividades são realizadas em ambientes acadêmicos e/ou profissionalizantes,
podendo ocorrer intra e extramuros.

3.5.6 Articulação da teoria com a prática

A articulação da teoria com a prática é contemplada na abordagem dos


diversos conteúdos, observando o equilíbrio teórico-prático, permitindo o
desenvolvimento de temas inerentes às atividades profissionais de forma

Público
90

integrada, propiciando ao aluno o aprimoramento científico e a busca do avanço


tecnológico.
Nesse contexto, a estrutura curricular desenvolvida possui coerência com
o perfil traçado para o profissional egresso, e é organizada de forma a propiciar
uma articulação dinâmica entre ensino e labor profissional, prática e teoria,
ambiente acadêmico e convívio comunitário, o básico e o profissionalizante, de
modo que assegure, ao longo do curso, a formação científico-ético-humanista do
profissional almejado, e que agregue diversas competências necessárias ao
desenvolvimento autônomo no pensar e decidir.
Para isso, podem ser utilizados outros ambientes de aprendizagem, como
laboratórios, empresas juniores, escritórios de aplicação, núcleos de prática,
clínicas modelo, escolas de aplicação, hospitais universitários e outros
ambientes externos, quando possível.
Na elaboração da estrutura curricular, também são adotados princípios
que promovam a organização do curso, partindo do geral para o específico, em
níveis crescentes de complexidade e em sucessivas aproximações. Assim, uma
sequência de conhecimentos define os objetivos a serem alcançados – novos
conhecimentos e habilidades são introduzidos em momentos subsequentes,
reforçando o que já se sabe e mantendo as interligações com as informações
previamente aprendidas. Deste modo, o estudante, gradualmente, se apropriará
do conhecimento em uma maior amplitude e profundidade, havendo uma
concentração maior de disciplinas específicas à medida que o estudante vai
avançando no curso. Contudo, se buscará essa articulação desde o início da
formação acadêmica, por meio da metodologia de ensino a ser adotada.
Entre os meios que promovem a articulação entre teoria e prática, pode-
se elencar ações de atendimento à sociedade, realização de atividades práticas
em sala de aula ou outros ambientes acadêmicos que permitam a aplicação
concreta de conceitos teóricos em situações similares aos reais, de modo a
permitir o desenvolvimento de competências e habilidades necessária para a
profissão.

3.5.7 Oferta da disciplina de LIBRAS

Público
91

A disciplina Libras compõe a matriz curricular, conforme determinam a Lei


nº 10.436/2002 e o Decreto nº 5.626/2005, sendo obrigatória para as
licenciaturas e os bacharelados em Fonoaudiologia e Odontologia, e optativa
para os demais cursos.

3.5.8 Disciplinas na modalidade a distância

A Portaria nº 2117, de 06 de dezembro de 2019, autoriza as instituições


de ensino superior a introduzir, na organização pedagógica e curricular de seus
cursos de graduação presenciais regularmente autorizados, a oferta de até 40%
(quarenta por cento) da carga horária total do curso de disciplinas na modalidade
a distância.
Essa mesma legislação define a oferta de disciplinas na modalidade a
distância como quaisquer atividades didáticas, módulos ou unidades de ensino-
aprendizagem centrados na autoaprendizagem e com a mediação de recursos
didáticos organizados em diferentes instrumentos de informação que utilizem as
Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs).
A introdução da oferta dessa modalidade objetiva complementar o modelo
pedagógico, promovendo a inovação e o uso da tecnologia digital no processo
de ensino-aprendizagem, contribuindo significativamente para aproximar ainda
mais o aluno da realidade do mercado de trabalho, o qual requer, além das
habilidades e competências previstas na formação técnica do egresso,
habilidades e competências digitais integradas no momento econômico e social
vivenciado nos possíveis locais de atuação do formando.
A oferta de disciplinas na modalidade a distância nos cursos presenciais
inclui métodos e práticas de ensino-aprendizagem que incorporam o uso
integrado de Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs), as quais podem
ocorrer de maneira integral ou parcial com o auxílio do Ambiente Virtual de
Aprendizagem (AVA), bem como de materiais didáticos que ampliam as
possibilidades de interação no fazer pedagógico e se constituem em importante
elemento de flexibilização curricular, no que diz respeito às condições individuais
do aluno, como sua realidade cultural, econômica e social, ao ritmo de
aprendizagem, ao local, à autonomia e ao tempo de dedicação aos estudos.

Público
92

As disciplinas que possuem elementos pedagógicos aplicados de forma


interativa, têm por objetivos:

 Promover a inovação e o uso da tecnologia no processo de ensino-


aprendizagem.
 Potencializar o uso das ferramentas tecnológicas.
 Oportunizar a autonomia na aprendizagem do aluno.
 Flexibilizar o currículo, no que diz respeito às condições individuais do
estudante, ao ritmo de aprendizagem, ao local e ao tempo de dedicação aos
estudos.
 Contribuir para a formação de um aluno comprometido com o estudo e
responsável pela organização de seu tempo.
 Contribuir para aproximar o aluno da realidade do mercado de trabalho.
São disciplinas compostas por um conjunto de atividades proporcionais à
carga horária semestral, de acordo com o estabelecido na Matriz Curricular de
cada Curso. As competências e os conteúdos curriculares são explicitados nos
planos de ensino das disciplinas. O aluno tem um cronograma de atividades
virtuais a serem realizadas no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) e uma
agenda presencial, composta pela realização de atividades e avaliações na IES.
Essas disciplinas podem ser reconhecidas nas matrizes curriculares como
Disciplinas Interativas, com os tipos Interativa (DI) e Híbrida (HAMI/HAMP), a
saber:
1) Disciplinas Interativas (DI): As Disciplinas Interativas são constituídas de
webaulas, atividades diagnósticas, atividades de aprendizagem, avaliações da
unidade, atividade discursiva e avaliação oficial presencial. Os conteúdos
curriculares planejados para essas disciplinas são teóricos e estão descritos em
seus respectivos planos de ensino.
Para esse formato, a carga horária integral da disciplina contempla um
conjunto de atividades cujo cronograma considera atividades realizadas no
Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), sob o acompanhamento de um tutor
com formação na área, para sanar dúvidas durante todo o semestre e avaliar a
atividade, prevendo também uma agenda presencial, composta pela realização
de atividades e avaliações na IES.

Público
93

Algumas disciplinas interativas possuem ainda um encontro síncrono


semanal, isto é, com um professor ministrando a aula ao vivo e permitindo a
interação dos alunos em tempo real. A mesma aula ocorre três vezes durante a
semana, em horários e dias distintos, e o aluno pode escolher o que melhor lhe
convém. Ou seja, o aluno tem mais de uma oportunidade de participar da aula
ao vivo, interagir com os demais alunos e professor, já que o mesmo conteúdo
será ministrado de forma síncrona em três momentos da semana.
A aula síncrona será gravada e ficará disponível ao aluno, que poderá
assisti-la novamente, quantas vezes for necessário já que ficará disponível em
seu ambiente virtual de aprendizagem.

2) Disciplinas Híbridas: As disciplinas híbridas, representadas pelas


siglas HAMI - Híbrida Aula Modelo Institucional e HAMP – Híbrida Aula Modelo
Professor, possuem estruturas de operacionalização que se assemelham às
disciplinas presenciais AMI - Aula Modelo Institucional e AMP - Aula Modelo
Professor. As disciplinas HAMI e AMI possuem material didático institucional
elaborado, pela equipe multidisciplinar, com base na ementa da disciplina e
disponibilizado no AVA. Nesta proposta, o papel do professor na IES é conhecer
esses materiais e aplicá-los de acordo com os encontros previstos na carga
horária presencial da disciplina. O professor na unidade tem a opção de incluir
materiais complementares a cada encontro, enriquecendo o conteúdo da
disciplina e disponibilizando mais recursos para que os alunos se preparem para
as atividades e avaliações. As disciplinas do tipo AMP - Aula Modelo Professor
e como HAMP – Híbrida Aula Modelo Professor, seguem os mesmos princípios
abordados anteriormente, porém sem a apresentação de alguns dos recursos
institucionais como o livro didático, roteiro de aulas práticas, entre outros, sendo
que o professor possui uma maior interação para possibilitar ao aluno acesso
aos materiais complementares à aula.

As disciplinas híbridas possuem carga horária presencial, seja teórica ou


teórico-prática, realizada na IES sob orientação e supervisão do professor da
disciplina. O professor responsável pela disciplina aplicará a carga horária
presencial alinhando com o conteúdo presente no material didático institucional.

Público
94

Para os elementos práticos, os mesmos serão aplicados conforme os roteiros de


aulas práticas (RAPs), como forma de garantir plena interação dos componentes
práticos e teóricos e um percurso de aprendizagem adequado ao aluno. O total
da carga horária prática da disciplina híbrida direciona a quantidade de roteiros
de aulas práticas (RAPs) que devem ser desenvolvidos pelo professor, o
componente EaD da disciplina será desenvolvido no AVA e contará com apoio
de tutores, como nos demais formatos de disciplinas interativas.
Assim, todas as disciplinas interativas (integrais ou parciais) possuem
material didático, que oferece suporte ao autoestudo do aluno, com o objetivo de
sistematizar previamente o que é ministrado, dispondo ao aluno as leituras
prévias e os materiais complementares de estudo, dentro de uma perspectiva
que coloca o estudante no centro do processo de ensino-aprendizagem,
tornando-o ator e responsável pelo seu aprendizado.
A oferta das disciplinas na modalidade a distância, nos cursos
presenciais, é normatizada por meio de resolução própria. A escolha da relação
de disciplinas, bem como o tipo a ser ofertado é estruturado semestralmente, de
acordo com as necessidades das turmas e cursos. Dessa forma, o tipo de oferta
das disciplinas pode ser submetido a novas escolhas, oportunidade em que o
coordenador do curso poderá fazer opções por tipos de modalidade (presencial
ou a distância parcial/integral) que estejam mais aderentes ao perfil de cada
turma e/ou à sua necessidade de organização didático-pedagógica.
O aluno tem acesso a relação de disciplinas da sua Matriz Curricular e,
semestralmente, ao conjunto de componentes curriculares que constituem a
oferta de seu curso, no Portal do Aluno. O horário de aulas é confirmado, via
web, pelo aluno e registrado no Sistema Acadêmico.

3.5.9 Mecanismos de familiarização com a modalidade a distância

Os mecanismos de familiarização com a modalidade a distância estão


presentes no curso, especialmente junto ao Ambiente Virtual de Aprendizagem
(AVA).

Público
95

Além do AVA, o aluno conta com o Portal do Aluno, que disponibiliza


diversas orientações e manuais para utilizar as Tecnologia de Informação e
Comunicação utilizadas no curso.
Todo início do semestre, ocorre a Semana de Recepção, objetivando a
apresentação do curso. Neste momento, os alunos recebem toda a explanação
de professores e coordenação de curso quanto ao uso e acesso do AVA, do
Portal do Aluno, da Biblioteca Virtual e das demais tecnologias empregadas no
curso.
Há ainda atividades de acompanhamento entre o coordenador de curso e
os professores quanto à realização de estudo e atividades nas disciplinas na
modalidade a distância. Para isso, são apresentados relatórios acessíveis pelo
ambiente virtual do professor da disciplina e do coordenador de curso.

3.5.10 Articulação entre os componentes curriculares no percurso de formação

A articulação entre os componentes curriculares, durante o percurso da


formação do aluno, é explicitada por meio de ações que promovem a integração
de ações sociais com os conceitos teóricos, de modo a desenvolver no curso as
competências e habilidades necessárias ao futuro egresso.
Os componentes curriculares, como disciplinas, estágios, atividades
complementares e Trabalho Final de Graduação, no percurso de formação do
aluno, é explicitada por meio de ações que promovem a integração de ações
sociais com os conceitos teóricos, de modo a desenvolver as competências e
habilidades necessárias ao futuro egresso.
Ademais, são realizadas a partir de princípios que promovam a
organização do curso, partindo do geral para o específico, em níveis crescentes
de complexidade e em sucessivas aproximações. Assim, uma sequência de
conhecimentos definirá o objetivo s serem alcançados – novos conhecimentos e
habilidades (cognitivos, afetivos e psicomotores) são introduzidos em momentos
subsequentes, reforçando o que já se sabe e mantendo as interligações de
informações previamente aprendidas. Deste modo, o estudante irá gradualmente
se apropriar do conhecimento em maior amplitude, havendo uma concentração
maior de disciplina especificas à medida que o estudante vai avançando no

Público
96

curso. Contudo, se buscará essa articulação desde o início da formação


acadêmica, por meio de metodologia de ensino a ser dotada.

Conforme apresentado anteriormente no BSC Acadêmico, o curso de


Arquitetura e Urbanismo desenvolve competências e habilidades necessárias
para o futuro egresso nos seguintes eixos profissionais: Estética, História e
Teoria; Desenho e Meios de Representação e Expressão; Estrutura, Topografia
e Tecnologia das Construções; Projetos de Arquitetura, Urbanismo e
Paisagismo.

3.6 Conteúdos curriculares

Em cumprimento à Lei nº 13.425, de 30 de março de 2017, a IES


considera, em sua matriz curricular, os conteúdos que contemplam os temas
relativos à “prevenção e ao combate a incêndio e a desastres”, em disciplinas
específicas do curso, como:

Em cumprimento a Lei Nº 13.425, de 30 de março de 2017, a IES considera


em sua matriz curricular os conteúdos que contemplam os temas relativos à
“prevenção e ao combate a incêndio e a desastres”. A disciplina que contempla
essa necessidade é a ATELIER DE PROJETO PARA ESPAÇOS
TERCIÁRIOS.

Atelier V - Escritórios: Normas Técnicas (lei do combate à incêndio)

Competências:

Compreender e aplicar as normas de desenho, legislações e


acessibilidade para desenvolvimento e apresentação do projeto de galeria
comercial.
Compreender e aplicar as normas de desenho, legislações e
acessibilidade para desenvolvimento de projeto de escritórios.

Os conteúdos curriculares definidos para o curso estão em consonância


com o que preconiza legislação específica para o curso, busca possibilitar, com
qualidade, o desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando os
aspectos: coerência com as DCNs e objetivos do curso; necessidades
locorregionais; acessibilidade metodológica; adequação das cargas horárias (em

Público
97

horas-relógio); adequação da bibliografia e abordagem de conteúdos pertinentes


às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos, de
educação das relações étnico-raciais e ao ensino de história e cultura afro-
brasileira, africana e indígena e pessoas com deficiência. O curso de Arquitetura
e Urbanismo busca a atualização da área profissional, diferenciando-se dentro
dela, e para tal considera as necessidades locorregionais, com o objetivo de
atendê-las e supri-las, gerando bem-estar à comunidade local e regional,
primando pela formação de qualidade de seu futuro egresso.
Entre as necessidades locorregionais, encontram-se:
Os conteúdos curriculares definidos para o curso estão em consonância
com o que preconiza a Resolução CNE/CES nº 2, 17 de junho de 2010, que
instituiu as diretrizes nacionais para cursos de Arquitetura e Urbanismo busca
possibilitar, com qualidade, o desenvolvimento do perfil profissional do egresso,
considerando os aspectos: coerência com as DCNs e objetivos do curso;
necessidades locorregionais; acessibilidade metodológica; adequação das
cargas horárias (em horas-relógio); adequação da bibliografia e abordagem de
conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em
direitos humanos, de educação das relações étnico-raciais e ao ensino de
história e cultura afro-brasileira, africana e indígena e pessoas com deficiência.
Integram esse tópico do PPC os anexos com todos os conteúdos das disciplinas
do curso.

A adequação da carga horária é demonstrada por intermédio da matriz


curricular presente no item “Matriz curricular”, contemplando 3600 horas como
carga horária total do curso, observando a norma legal sobre a carga horária
mínima do curso.

3.6.1 Plano de ensino

O plano de ensino do curso é um instrumento de ação educativa, que


promove a organização do conteúdo programático, o planejamento do processo
metodológico e avaliativo e a sistematização do processo educacional das ações

Público
98

dos docentes e discentes, em vista à consecução dos objetivos de aprendizagem


estabelecidos.

O processo de elaboração considera a participação ativa dos docentes e


deve ser consciente, refletido e planejado, trazendo consigo a característica da
flexibilidade e da adaptabilidade a situações novas e imprevistas. O plano de
ensino é elaborado e disponibilizado no Ambiente Virtual de Aprendizagem, pois
se trata de um documento em que se pactua o planejamento do semestre e a
comunicação entre professor e aluno, passando a ser um instrumento de
trabalho e um documento de compromisso com o processo de ensino-
aprendizagem.
1. Curso.
2. Identificação da disciplina.
3. Docente.
4. Coordenador.
5. Carga horária.
6. Atividades de aula.
7. Atividades de pré e pós-aula.
8. Competências.
9. Estrutura da disciplina: Unidade de Ensino (conteúdo programático).
10. Proposta metodológica.
11. Sistemática de avaliação.
12. Referências bibliográficas: referências básicas, referências
complementares e outras referências.

Esse modelo de plano de ensino permite ao professor ter clareza sobre o


trabalho que desenvolverá em sala de aula.

Embora a maioria das IES opte por adotar o termo objetivo, a Faculdade
de Rondonópolis opta por utilizar o termo competência, considerando o
entrelaçamento existente entre os conceitos de objetivo geral e competência,
bem como de objetivos específicos e habilidades, depreendidos a partir das
leituras em Perrenoud (2002).

Público
99

A IES trabalha o currículo por competências, no qual o aluno passa a ser


responsável pelo ato de aprender e de construir a trajetória de sua
aprendizagem, em contraposição ao ensino transmissor de conteúdos, em que
aluno atua como sujeito passivo.
O termo competência tem recebido vários significados ao longo do tempo.
Na atual LDB, competência é definida como “Capacidade de mobilizar, articular,
colocar em ação valores, habilidades e conhecimentos necessários para o
desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas pela natureza do
trabalho” (BRASIL, 1996).

Diante de todo o exposto, e considerando que o plano de ensino deve


guiar a ação docente no processo ensino-aprendizagem, a IES opta por utilizar
o termo competências, entendendo que o objetivo não está apenas no campo
cognitivo, não se encontra em algo que o docente deseja para o seu aluno (pois
esse é o seu dever ético), mas naquilo que, após a sua completa mediação, o
aluno é capaz de fazer para demonstrar que, de fato, desenvolveu a competência
projetada.

Nesse contexto, o objetivo do conteúdo é desenvolver competências, cujo


alcance abrange o CONHECER e se evidencia no FAZER do discente/egresso,
prenunciando a qualidade da sua atuação como profissional.

Ementário e bibliografia

As ementas e os conteúdos de cada disciplina estão relacionados no


Anexo I.

A atualização do acervo é feita através de um trabalho conjunto entre os


bibliotecários regionais, os bibliotecários de unidade, os coordenadores e os
professores da unidade, em função das bibliografias adotadas nos Planos de
Ensino e devidamente validades pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE). Esse
trabalho é realizado no início de cada semestre, obedecendo à Política de
Aquisição, Expansão e Atualização do Acervo Bibliográfico.

Bibliografia Básica

Público
100

O acervo da bibliografia básica, com, no mínimo, três títulos por unidade


curricular, de todos os cursos que efetivamente utilizam o acervo, além de estar
informatizado e tombado junto ao patrimônio da IES.

Os periódicos da bibliografia básica, com, no mínimo, três títulos por


unidade curricular, de todos os cursos que efetivamente utilizam o acervo, além
de estar informatizado e disponível na plataforma digital IES.

Bibliografia Complementar

O acervo da bibliografia complementar possui, no mínimo, três títulos por


unidade curricular, de todos os cursos que efetivamente utilizam o acervo, além
de estar informatizado e tombado junto ao patrimônio da IES.

Os periódicos da bibliografia básica têm, no mínimo, três títulos por


unidade curricular, de todos os cursos que efetivamente utilizam o acervo, além
de estar informatizado e disponível na plataforma digital IES.

A adequação da carga horária é demonstrada por intermédio da matriz


curricular presente no item “Matriz curricular”, contemplando 3600 horas como
carga horária total do curso, observando a norma legal sobre a carga horária
mínima do curso.
A unidade oferta ao seu aluno um modelo acadêmico que promove o
desenvolvimento de métodos e técnicas de ensino-aprendizagem que acolhem
e incluem seus alunos nas mais diferentes necessidades, seja por meio da oferta
de instrumentos e ferramentas que auxiliam o processo de ensino-
aprendizagem, seja no desenvolvimento de ações e competências no campo
teórico, prático, profissional, cultural e social, tais como a resolução de situações-
problema reais, atividades em grupos, ações multidisciplinares, entre outros,
estimulando o desenvolvimento de competências que atendam ao perfil
profissional do egresso.
A IES procura adequar os conteúdos ao perfil profissional do egresso,
considerando as especificidades do público-alvo da educação especial. Assim,
organiza o curso de Formação em Educação Inclusiva e oferta para todos os
professores, buscando contribuir com as reflexões pedagógicas e adaptações

Público
101

necessárias para que todos os alunos tenham condições de acesso para


desenvolver esse perfil.

3.6.2 Conteúdos pertinentes de Educação das Relações Étnico-raciais e para o


ensino de História e Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena

De acordo com a Resolução CNE/CP nº 01, de 17 de junho de 2004, a


IES entende que a temática História e Cultura Afro-brasileira e Indígena,
presente nos sistemas de ensino, significa o reconhecimento da importância da
questão do combate ao preconceito, ao racismo e à discriminação da sociedade
em redução às desigualdades.
Essa temática está apresentada nos conteúdos explorados em Sociedade
Brasileira e Cidadania, que articula a formação humano-social, por meio do
estudo do homem e de suas relações sociais, integrando aspectos psicossociais,
culturais, filosóficos e antropológicos, atendendo à temática.
São abordados assuntos, como igualdade básica de pessoa humana
como sujeito de direitos; a compreensão de que a sociedade é formada por
pessoas que pertencem a grupos étnico-raciais distintos, os quais possuem
cultura e história próprias, igualmente valiosas, e que, em conjunto, constroem
sua história na nação brasileira; o conhecimento e a valorização da história dos
povos africanos e da cultura afro-brasileira na construção histórica e cultural
brasileira; a superação da indiferença, injustiça e desqualificação com que os
negros, os povos indígenas e também as classes populares às quais os negros,
no geral, pertencem, são comumente tratados; a desconstrução, por meio de
questionamentos e análises críticas, objetivando eliminar conceitos, ideias e
comportamentos veiculados pela ideologia do branqueamento, pelo mito da
supremacia racial, que tanto mal faz a negros, índios e brancos.
Além desses, outros importantes assuntos serão abordados, como: a
consolidação da sociedade global e as implicações ambientais, sociedade,
exclusão e direitos humanos por meio do desenvolvimento de conteúdos sobre
antropologia, cultura, formação do povo brasileiro, heranças indígenas,
portuguesas e africanas, discriminação racial, sexual, social, de pessoas com
deficiência e de gênero.

Público
102

A Lei nº 11.645/2008 (BRASIL, 2008) e a Resolução CNE/CP nº 1/2004


(BRASIL, 2004), que concedem a mesma orientação quanto à temática indígena,
não são apenas instrumentos de orientação para o combate à discriminação;
são, inclusive, leis afirmativas, no sentido de que reconhecem a escola como
lugar da formação de cidadãos e afirmam a relevância desta em promover a
necessidade de valorização das matrizes culturais que fizeram do Brasil um país
rico e múltiplo.
Cabe esclarecer que o termo raça é utilizado com frequência nas relações
sociais brasileiras para informar como determinadas características físicas,
como cor de pele, tipo de cabelo, entre outras, influenciam, interferem e até
mesmo determinam o destino e o lugar social dos sujeitos no interior da
sociedade brasileira. Contudo, o termo foi modificado pelo Movimento Negro, o
qual, em várias situações, o utiliza com um sentido político e de valorização do
legado deixado pelos africanos.
Outro aspecto importante diz respeito ao emprego do termo étnico, na
expressão étnico-racial, que serve para marcar o tensionamento entre as
relações decorrentes das diferenças na cor da pele e nos traços fisionômicos
advindos da raiz cultural plantada na ancestralidade africana, que difere em visão
de mundo, valores e princípios das de origem indígena, europeia e asiática.
Assim sendo, a educação das relações étnico-raciais impõe
aprendizagens entre brancos, negros e índios, trocas de conhecimentos, quebra
de desconfianças e a criação de um projeto conjunto para construção de uma
sociedade justa, igual, equânime.
Para que isso se efetive, o curso realiza ações e projetos para promover
a igualdade e combater a discriminação, como citado anteriormente, no tópico
de Responsabilidade Social.

3.6.3 Conteúdos pertinentes de Educação em Direitos Humanos

A Educação em Direitos Humanos, conforme disposto no Parecer


CP/CNE n° 8, de 6 de março de 2012, que originou a Resolução CP/CNE n° 1,
de 30 de maio de 2012, estará contemplada na disciplina Sociedade Brasileira e

Público
103

Cidadania e, transversalmente, nas demais disciplinas do curso, como tema


recorrente, garantindo atendimento ao requisito legal.
Os conteúdos relacionados à temática de Educação em Direitos Humanos
estão presentes nos seguintes componentes curriculares:
A Educação em Direitos Humanos, conforme disposto no Parecer
CP/CNE n° 8, de 6 de março de 2012, que originou a Resolução
CP/CNE n° 1, de 30 de maio de 2012, estará contemplada na disciplina
Sociedade Brasileira e Cidadania e, transversalmente, nas demais
disciplinas do curso, como tema recorrente, garantindo atendimento ao
requisito legal.
Os conteúdos relacionados à temática de Educação em Direitos
Humanos estão presentes na disciplina de:
• Sociedade Brasileira e Cidadania;

Importante destacar que tais iniciativas contribuem diretamente para o


compromisso voluntário do Pacto Universitário pela Promoção do Respeito à
Diversidade, da Cultura da Paz e dos Direitos Humanos, iniciativa do Ministério
da Educação, que tem como objetivo a promoção de iniciativas de respeito à
diversidade e ao enfrentamento do preconceito, da discriminação e da violência
no ambiente universitário, por meio do desenvolvimento de atividades de ensino,
pesquisa, extensão e de proteção e promoção dos direitos humanos na IES.
Para que isso se efetive, o curso realiza ações e projetos para promover
a conscientização e educação ambiental, como citado anteriormente, no tópico
de Responsabilidade Social.
A Educação em Direitos Humanos, conforme disposto no Parecer
CP/CNE n° 8, de 6 de março de 2012, que originou a Resolução
CP/CNE n° 1, de 30 de maio de 2012, estará contemplada na disciplina
Sociedade Brasileira e Cidadania e, transversalmente, nas demais
disciplinas do curso, como tema recorrente, garantindo atendimento ao
requisito legal.
Os conteúdos relacionados à temática de Educação em Direitos
Humanos estão presentes nas seguintes disciplinas Sociedade
Brasileira e Cidadania, Ética Política e Sociedade, Enfermagem na
Saúde do idoso, Seminário Integrador na Saúde da Mulher, Seminário
Integrador da Saúde da Criança e nas atividades complementares -
ED’s Políticas Públicas e Democracia, Ética e Cidadania.
Além disso, os cursos da IES realizam ações e projetos para promover
a conscientização e educação ambiental, como citado anteriormente,
no tópico de Responsabilidade Social.
Importante destacar que tais iniciativas contribuem diretamente para o
compromisso voluntário do Pacto Universitário pela Promoção do
Respeito à Diversidade, da Cultura da Paz e dos Direitos Humanos,
iniciativa do Ministério da Educação, que tem como objetivo a
promoção de iniciativas de respeito à diversidade e ao enfrentamento
do preconceito, da discriminação e da violência no ambiente
universitário, por meio do desenvolvimento de atividades de ensino,

Público
104

pesquisa, extensão e de proteção e promoção dos direitos humanos


na IES.

3.6.4 Conteúdos pertinentes de Educação Ambiental

O reconhecimento do papel transformador da temática Educação


Ambiental torna-se cada vez mais visível diante do atual contexto regional,
nacional e mundial em que a preocupação com as mudanças climáticas, a
degradação da natureza, a redução da biodiversidade, os riscos socioambientais
locais e globais e as necessidades planetárias é evidenciada na prática social
atual.
A instituição entende que o termo Educação Ambiental será empregado
para especificar um tipo de educação, um elemento estruturante em constante
desenvolvimento, demarcando um campo político de valores e práticas,
mobilizando a comunidade acadêmica, comprometida com as práticas
pedagógicas transformadoras, capaz de promover a cidadania ambiental.
Neste contexto, em conformidade com a Lei nº 9.795, de 27 de abril de
1999, e Decreto nº 4.281, de 25 de junho de 2002, no curso de Arquitetura e
Urbanismo há a integração da educação ambiental com as disciplinas do curso
de modo transversal, contínuo e permanente. Os componentes curriculares que
abordam a temática educação ambiental durante o período de integralização do
curso serão:

1. Aspectos Gerais da Legislação Ambiental

2. Fundamentação e Controle Ambiental

3. Introdução ao Planejamento e Gestão Ambiental

4. Introdução aos Recursos Naturais e às Questões Ambientais

Algumas disciplinas que tratam do tema no curso de Arquitetura e Urbanismo:

-Infraestrutura Urbana;

- Urbanismo de Alta Complexidade;

Público
105

-Ecologia Urbana;

- Construções Sustentáveis.

O reconhecimento do papel transformador da temática Educação


Ambiental torna-se cada vez mais visível diante do atual contexto regional,
nacional e mundial em que a preocupação com as mudanças climáticas, a
degradação da natureza, a redução da biodiversidade, os riscos socioambientais
locais e globais e as necessidades planetárias é evidenciada na prática social
atual.
Além disso, a FAR concebe, como política institucional, um programa, por
meio do qual serão desenvolvidas ações junto à comunidade acadêmica da
instituição, com os seguintes objetivos: desenvolver a compreensão integrada
do meio ambiente para fomentar novas práticas sociais de produção e consumo;
garantir a democratização e o acesso às informações referentes à área
socioambiental; estimular a mobilização social, política e o fortalecimento da
consciência crítica; incentivar a participação individual e coletiva na preservação
do equilíbrio do meio ambiente; estimular a cooperação entre as diversas regiões
do país, em diferentes formas de arranjos territoriais, visando à construção de
uma sociedade ambientalmente justa e sustentável.
Ademais, o curso realizará ações e projetos para promover a
conscientização e a educação ambiental, como citado anteriormente, no tópico
de Responsabilidade Social.

3.7 Atividades práticas do curso

No contexto didático-pedagógico dos cursos de graduação, é fundamental


o estabelecimento de relações teórico-práticas que permitem o desenvolvimento
das competências necessárias para as áreas de atuação. Nesse sentido, a
estruturação curricular desse curso prevê atividades práticas, na integralização
das cargas horárias, principalmente com o objetivo de inserir a reflexão sobre os
conceitos teóricos das respectivas disciplinas e sua contribuição ou
aplicabilidade na futura profissão.

Público
106

3.7.1 Estágio Curricular Supervisionado

O Estágio Curricular Supervisionado oportuniza ao aluno a realização de


atividades práticas em situações reais de trabalho, enquanto componente da
formação profissional, seja pelo desenvolvimento da competência técnica, seja
pelo compromisso político-social frente à sociedade.

Por ser um componente fundamental na formação profissional e na


cidadania dos alunos, tem como objetivos:

 Proporcionar o exercício do aprendizado compromissado com a realidade


socioeconômica e política do país.
 Promover a realização de experiências de ensino-aprendizagem, visando
à formação profissional continuada, alicerçada no desenvolvimento de
competências e habilidades, bem como no exercício do pensamento
reflexivo e criativo.

No curso de Arquitetura e Urbanismo os estágios estão devidamente


institucionalizados e normatizados pelo regulamento geral dos estágios
curriculares obrigatórios, aprovado pela resolução própria.

Carga horária

Quanto ao aspecto carga horária, o Estágio Curricular aparece na matriz do


curso Arquitetura e Urbanismo como atividade obrigatória, perfazendo um total
de 320 horas, e está, assim, em consonância com a Diretriz do curso.
Avaliação

A avaliação do desempenho do estagiário é realizada de forma contínua


e sistemática, durante o desenvolvimento de todo o estágio, envolvendo a
análise dos aspectos técnicos-científicos, sociais e humanos da profissão. São
considerados, na avaliação, os seguintes aspectos: o grau de aproveitamento
técnico-profissional, a frequência às atividades programadas, o cumprimento das

Público
107

atividades estabelecidas, a ética e o relacionamento pessoal e a entrega dos


diários de campo, dos relatórios parciais e do relatório final de estágio. Os alunos
são avaliados tendo por base o programa de estágio e sua realização, conforme
o cronograma estabelecido e os demais critérios relativos à sua dedicação,
frequência e interesse, constantes nos planos de ensino dos respectivos
estágios.

As demais informações referentes aos critérios de avaliação estão


descritas no Manual do Aluno e em regulamento próprio.

3.8 Trabalho Final de Graduação (TFG)

O Trabalho Final de Graduação (TFG) é uma oportunidade para o aluno


integrar e aplicar conhecimentos adquiridos ao longo do curso, resultando em
trabalhos que tenham cunho prático ou aplicado.
O modelo acadêmico adotado preconiza a importância do Trabalho Final
de Graduação (TFG) como elemento formativo, que estimula a produção
intelectual dos alunos. O TFG é a oportunidade para o aluno demonstrar sua
capacidade de aplicar as competências adquiridas durante o seu percurso
formativo, de forma sistematizada, em um ambiente profissional controlado e sob
orientação.
Por meio do TFG o discente poderá trabalhar temática relacionada à sua
futura área de atuação, incluindo a pesquisa científica visando completar sua
formação de qualidade e atingir o perfil desejado ao futuro egresso.

Objetivos

O TFG tem como objetivos:


 Estimular a produção intelectual dos alunos, à luz de preceitos
metodológicos e da interlocução com a prática profissional do aluno;
 Demonstrar sua capacidade de aplicar as competências, sintetizando
conhecimentos, habilidades e aspectos atitudinais, adquiridos durante o
seu percurso formativo.

Público
108

Carga horária, estrutura, orientação e coordenação

Em termos gerais, o aluno cursará o TFG, conforme previsto na estrutura


curricular do Curso e o que preconizam o Regulamento e o Manual específicos
da atividade. O Regulamento do TFG está institucionalizado em resolução
própria, e é de conhecimento da comunidade acadêmica, estando afixado em
murais do curso e disponível na Biblioteca em local acessível.
A elaboração do TFG deve observar exigências metodológicas
específicas e seguir os critérios técnicos estabelecidos nas normas da ABNT
sobre documentação, no que forem a eles aplicáveis, em relação aos elementos
pré-textuais, textuais e pós-textuais. As instruções referentes à estrutura e as
orientações para a monografia encontram-se no Manual do aluno.
Para realização do Trabalho Final de Graduação I (TFG I), o acadêmico
deverá efetuar o desenvolvimento de um projeto de pesquisa, intimamente ligado
ao TFG II, que, por sua vez, deve cuidar do seu desenvolvimento, resultando,
preferencialmente, em um trabalho que mereça publicação, conforme as
características definidas em regulamento próprio, as quais estão alinhadas às
especificidades do curso de Arquitetura e Urbanismo.
Cabe ao discente escolher o tema, formular o problema, a justificativa; os
objetivos gerais e específicos; elaborar a fundamentação teórica; escolher a
metodologia, elaborar o cronograma de realização do trabalho; e referenciar a
bibliografia básica consultada.

Avaliação

A avaliação do Trabalho de Final de Graduação é contínua e cumulativa,


atendendo a um cronograma definido, considerando aspectos qualitativos e
quantitativos, focalizando a aquisição de competências, habilidades e atitudes
necessárias ao bom desempenho da prática profissional. Para ser considerado
aprovado no TFG I e no TFG II, o acadêmico deve obter nota final igual ou
superior a 6 (seis).

Público
109

Durante a realização do TFG I são contempladas três atividades


avaliativas, que direcionam a elaboração do projeto, que deve ser entregue como
atividade final.
Durante o desenvolvimento do TFG II o acadêmico dará andamento ao
projeto desenvolvido no TFG I, e será avaliado por meio de quatro atividades
avaliativas. As atividades de 1 (um) a 3 (três) correspondem à elaboração do
TFG final e contam como peso 6 para a integralização da nota final do aluno,
enquanto a atividade 4 (quatro) corresponde à defesa presencial do TFG, e conta
como peso 4 para a integralização da nota final do discente.

3.9 Atividades Complementares

As Atividades Complementares são componentes curriculares


obrigatórios, que se efetivam por meio de experiências ou vivências intra ou
extracurriculares do aluno, durante o período em que frequenta o curso. Elas têm
como objetivos flexibilizar, diversificar e enriquecer a formação do aluno,
contemplando atividades que promovam a formação geral como também a
específica, ampliando suas chances de sucesso no mercado de trabalho, e estão
institucionalizadas e regulamentadas.
Assim as Atividades Complementares são diversas atividades
acadêmicas desenvolvidas pelos discentes do curso de graduação, garantindo
a expansão e a flexibilização horizontal dos conhecimentos curriculares.
São consideradas Atividades Complementares as seguintes atividades:
a) Atividades de ENSINO – cumpridas mediante aproveitamento de
disciplinas afins cursadas em outro(s) curso(s) da instituição, mas não
previstas na matriz curricular do aluno; cursos e/ou disciplinas realizados
em outras instituições.
b) Atividades de EXTENSÃO – participação em cursos livres, seminários,
palestras, cursos, jornadas, congressos, conferências, encontros, cursos
de atualização e similares, programas de extensão relativos à área do
curso, realização de estágios curriculares não-obrigatórios e execução de
ações de extensão promovidas pela Faculdade, quando for o caso.

Público
110

c) Atividades de ESTUDO DIRIGIDO – visando desenvolver as capacidades


de refletir, analisar, sintetizar, avaliar, argumentar, buscar novas
informações e construir novos conhecimentos de maneira autônoma; são
propostos estudos de temas que não apenas diversificam, flexibilizam e
enriquecem seus currículos, mas também desenvolvem as competências
e habilidades que são essenciais para a empregabilidade.
Os Estudos Dirigidos (ED´s), são atividades acadêmicas, concebidas
como forma de fomentar uma cultura de autoaprendizagem e de olhar
multidisciplinar e interdisciplinar no discente.
O cômputo de carga horária de Atividades Complementares está descrito
em regulamento próprio. Os documentos comprobatórios das atividades
complementares – ensino, extensão e iniciação científica –, após apreciação
pelo coordenador do curso, com a sua manifestação formal quanto à sua
validação, são encaminhados para o Apoio Acadêmico, para registro no histórico
escolar do aluno, de acordo com regulamento próprio. Já as atividades
cumpridas por meio dos Estudos Dirigidos são aproveitadas mediante aprovação
nas atividades por frequência e por nota, conforme descrito no Manual do Estudo
Dirigido.
Os Estudos Dirigidos (ED) serão instituídos como uma inovadora
modalidade de Atividades Complementares, respaldando-se no Parecer
CNE/CES nº 67, que estabelece um referencial para as Diretrizes Curriculares
Nacionais dos cursos de graduação.
A proposta dos EDs é a concretização do desejo institucional de fazer da
educação, em todos os níveis, um instrumento de inclusão social, comprometida
com a formação de atitudes, habilidades, interesses e valores que perpassam
toda a realidade social, contribuindo, dessa forma, para mudanças de
comportamento, a partir de uma formação acadêmica interdisciplinar.

Objetivos e estrutura dos EDs

Os EDs apresentam-se como instrumento capazes de viabilizar as


exigências de qualidade pedagógica requeridas por um processo educacional
que objetivará propiciar meios para que o aluno desenvolva, entre outras

Público
111

habilidades, a capacidade de se comunicar e interpretar de forma eficaz, de


raciocinar de forma crítica e analítica e de saber conviver com as pessoas.
Além disso, os Estudos Dirigidos incentivarão a autoaprendizagem,
produzirão novos conhecimentos com a integração de informações acadêmicas,
oportunizarão uma nova forma de aprender e desenvolver a criatividade,
contribuirão para mudanças de comportamentos e atitudes e estimular a
autonomia e o aprimoramento do pensamento crítico.
Considerando que o desenvolvimento científico e tecnológico tem
provocado mudanças nas necessidades de formação profissional, as atividades
estarão centradas no desenvolvimento de competências e habilidades e se
vincularão a um conceito mais abrangente e estrutural da inteligência humana.
Nesse sentido, essa formação, antes de valorizar o conteúdo, busca valorizar o
desenvolvimento de habilidades cruciais para a atuação profissional em um
mercado em constante mutação.
Para nortear os estudos, foi elaborada uma matriz pedagógica, definindo-
se em duas etapas:
 Formação Integral: tem como objetivo oportunizar que os alunos
desenvolvam suas competências socioemocionais, conscientizando-os
para a importância da gestão do próprio futuro, durante e após o ensino
superior; são trabalhados conteúdos que contemplam três essenciais
competências socioemocionais: pessoal, social e produtiva. Assim,
busca-se desenvolver as habilidades fundamentais para a
empregabilidade, como o autoconhecimento, a empatia, o relacionamento
interpessoal e a autogestão.
 Formação Geral: tem como meta possibilitar aos alunos o
desenvolvimento do raciocínio crítico e analítico, a partir de temas de
grande relevância social, como políticas públicas, responsabilidade
socioambiental, novas tecnologias, visando à formação de cidadãos
preparados de forma adequada para o mercado profissional.
Os estudos de formação geral privilegiam o desenvolvimento de
habilidades, utilizando-se das seguintes estratégias:
I. Estudo de textos teóricos.
II. Pesquisas.

Público
112

III. Sistematização e esquematização de informações.


IV. Resolução de questões discursivas e de múltipla escolha, com
abordagens de situações-problema e estudos de caso.
V. Simulações e interpretação de textos, imagens, gráficos e tabelas.
VI. Produção escrita.
VII. Discussão em fóruns.
A integralização da carga horária pelo aluno nos Estudos Dirigidos será
validada mediante o cumprimento dos critérios mínimos definidos no manual e a
realização das atividades nos prazos determinados em calendário específico.

3.10 Apoio ao discente

O atendimento aos alunos é fundamental para qualquer IES, visto que o


processo pedagógico só realiza seus objetivos quando contempla as
necessidades dos alunos. Neste sentido, a IES ordena diversas formas
integradas de apoio aos alunos, a fim de buscar contemplar, com
qualidade, ações de acolhimento e permanência, atividades de monitoria,
atividades de nivelamento, intermediação e acompanhamento de estágios não
obrigatórios remunerados, eventuais apoios extraclasse, apoio
psicopedagógico, de acessibilidade metodológica e instrumental e de
participação em intercâmbios.
O atendimento aos alunos é fundamental para qualquer IES, visto que o
processo pedagógico só realiza seus objetivos quando contempla as
necessidades dos alunos. Neste sentido, a FAR ordena diversas formas
integradas de apoio aos alunos, a fim de buscar contemplar, com qualidade,
ações de acolhimento e permanência, atividades de monitoria, atividades de
nivelamento, apoio extraclasse, apoio psicopedagógico, de acessibilidade
metodológica e instrumental e de participação.

Apoio psicopedagógico

Público
113

O apoio psicopedagógico para alunos com dificuldades de aprendizagem


visa fortalecê-los, de modo que eles possam melhorar o desempenho
acadêmico.
Os casos identificados pelos professores de distúrbios de comportamento
do aluno, dificuldades de relacionamento interpessoal, dificuldade de
aprendizagem ou assimilação de determinadas disciplinas, falta de
concentração, depressão e outros, devem ser levados para o coordenador do
curso, que pode solicitar o encaminhamento do aluno para profissionais
qualificados, quando necessário.
Durante o processo de intervenção psicopedagógico, a ser realizado por
profissionais qualificados, podem ser envolvidos: a família, os professores e os
coordenadores da IES, pois exercem um papel incentivador na valorização do
aluno como pessoa ativa no processo de ensino-aprendizagem, colaborando
para o desenvolvimento da sua autoestima e liberdade. Cabe ressaltar que essas
pessoas somente são envolvidas com a permissão e participação do próprio
aluno.
Assim, são realizados encaminhamentos para profissionais das diversas
áreas, tais como: psicopedagogos, fisioterapeutas, psicólogos, fonoaudiólogos,
médicos, entre outros, capacitados em prestar a melhor orientação na busca de
superação das dificuldades do aluno. A qualquer momento, o Núcleo de
Educação Especial Inclusiva (NuEEI) pode ser acionado para as orientações que
lhes competem nestes casos específicos, com o objetivo de permitir uma
educação mais inclusiva, com a igualdade de oportunidades, resguardando-se
as diferenças e concebendo o aluno como sujeito de seu processo de
aprendizagem e de construção.
Quanto ao que lhe compete, o NuEEI orienta a IES quanto aos recursos
e serviços pedagógicos que contribuem para o desenvolvimento das atividades
acadêmicas pelos estudantes com Transtornos Funcionais Específicos ou outras
dificuldades de aprendizagem.

Ações de acolhimento e permanência

Público
114

A IES oferece aos seus alunos diversas ações que promovem o seu
acolhimento e sua permanência. Entre as ações de acolhimento, temos
atividades de recepção de calouros, o Akompanhar, realizado via Telegram,
onde a Diretora e a equipe de Coordenadores acolhem os calouros e mantém
um canal de comunicação ao longo do semestre, também promovem a
integração entre veteranos e calouros, de modo que o veterano acompanhe o
calouro ao longo do semestre, prestando orientações básicas sobre a IES, o
desenvolvimento das aulas, o uso de laboratórios, espaços profissionalizantes e
biblioteca, fomentando o fortalecimento dos relacionamentos de amizade entre
calouros e veteranos.
A IES conta com uma equipe técnica responsável pela recepção, pelo
acolhimento e pela fidelização do aluno, seja calouro ou veterano. Essa equipe
tem como escopo receber o aluno ingressante logo após sua matrícula,
acompanhando-o em diversas situações de adaptação e acolhimento aos
processos acadêmicos da IES, além de auxiliá-lo com questões diversas, como
orientação sobre as TICs presentes em seu curso e encaminhamento de
informativos para os alunos calouros até o início das aulas.
Para os alunos calouros, no primeiro dia de aula, há recepção por parte
desta equipe, direcionando para a aula inaugural, sendo realizada também uma
visita guiada para apresentação de toda a infraestrutura disponibilizada aos
alunos.
O acolhimento também se efetiva com a distribuição de um guia de bolso,
o qual corresponde a um material, disponibilizado na versão impressa e digital,
que apresenta ao aluno os primeiros passos essenciais para a sua jornada no
curso, sendo apresentadas informações para acesso ao Portal Digital do Aluno
e o AVA, além dos demais serviços.
Ainda no acolhimento, são desenvolvidas ações de professores e
coordenador de curso junto aos alunos, fomentando o desenvolvimento de
competências socioafetivas por meio de grupos de estudo, de extensão e ensino.
As ações de permanência também são desenvolvidas por professores e
coordenador de curso, demonstrando a importância da continuidade no curso,
destacando a relevância e melhoria das condições econômicas e sociais do
aluno, seja por meio do Canal Conecta ou de outros mecanismos disponíveis.

Público
115

Essas ações também são desempenhadas pela equipe técnica-administrativa, a


qual desenvolve ações na IES ao longo do semestre.
Na permanência do aluno, há a comunicação de uma pauta
disponibilizada nas redes sociais com a publicação de posts de boas-vindas para
o início das aulas, vídeos orientativos para acesso ao AVA, ajuste de grade de
horários e solicitação de carteira estudantil, entre outros.
O aluno calouro também poderá ser contatado por nossa equipe de
callcenter em dois momentos, sendo antes do início das aulas, onde desejamos
as boas vindas e orientamos sobre os primeiros passos na vida acadêmica. Logo
após o início das aulas contatamos novos calouros e os já contatados para se
aprofundar no modelo de

Avaliação Continuada

A IES oferece aos seus alunos diversas ações que promovem o seu
acolhimento e sua permanência. Entre as ações de acolhimento, são
desenvolvidas atividades de recepção de calouros, além de atividades que
promovem a integração entre veteranos e calouros, de modo que o veterano
acompanhe o calouro ao longo do semestre, prestando orientações básicas
sobre a IES, o desenvolvimento das aulas, o uso de laboratórios, espaços
profissionalizantes e biblioteca, fomentando o fortalecimento dos
relacionamentos de amizade entre calouros e veteranos.
A IES conta com uma equipe técnica responsável pela recepção, pelo
acolhimento e pela fidelização do aluno, seja calouro ou veterano. Essa equipe
tem como escopo receber o aluno ingressante logo após sua matrícula,
acompanhando-o em diversas situações de adaptação e acolhimento aos
processos acadêmicos da IES, além de auxiliá-lo com questões diversas, como
orientação sobre as TICs presentes em seu curso e encaminhamento de
informativos para os alunos calouros até o início das aulas.
Para os alunos calouros, no primeiro dia de aula, há recepção por parte
desta equipe, direcionando para a aula inaugural, sendo realizada também uma
visita guiada para apresentação de toda a infraestrutura disponibilizada aos
alunos.

Público
116

O acolhimento também se efetiva com a distribuição de um guia de bolso,


o qual corresponde a um material, disponibilizado na versão impressa e digital,
que apresenta ao aluno os primeiros passos essenciais para a sua jornada no
curso, sendo apresentadas informações para acesso ao Portal Digital do Aluno
e o AVA, além dos demais serviços.
Ainda no acolhimento, são desenvolvidas ações de professores e
coordenador de curso junto aos alunos, fomentando o desenvolvimento de
competências socioafetivas por meio de grupos de estudo, de extensão e ensino.
As ações de permanência também são desenvolvidas por professores e
coordenador de curso, demonstrando a importância da continuidade no curso,
destacando a relevância e melhoria das condições econômicas e sociais do
aluno, seja por meio do Canal Conecta ou de outros mecanismos disponíveis.
Essas ações também são desempenhadas pela equipe técnica-administrativa, a
qual desenvolve ações na Faculdade de Rondonópolis ao longo do semestre.
Na permanência do aluno, há a comunicação de uma pauta
disponibilizada nas redes sociais com a publicação de posts de boas-vindas para
o início das aulas, vídeos orientativos para acesso ao AVA, ajuste de grade de
horários e solicitação de carteira estudantil, entre outros.

Atividades de Monitoria Acadêmica

A Monitoria Acadêmica corresponde ao conjunto de atividades de apoio


acadêmico que são exercidas sob a orientação de um docente, por alunos
regularmente matriculados no curso.
Objetiva-se propiciar ao aluno a oportunidade de desenvolver suas
habilidades para a carreira docente, nas funções de ensino e extensão,
assegurando a cooperação didática ao corpo docente e aos alunos nas funções
universitárias.
O programa estabelece ao aluno participante, como tarefa (monitor),
auxiliar:
1. Nas tarefas didático-científicas, inclusive na preparação de aulas,
trabalhos didáticos e atendimento a alunos.
2. Nas atividades de pesquisa e extensão.

Público
117

3. Nos trabalhos práticos e experimentais.

Essas atividades visam à atribuição da função colaborativa do aluno, sob


a supervisão docente, na orientação em trabalhos práticos e de laboratório, de
biblioteca, de campo e outros compatíveis com seu grau de conhecimento e
experiência.
As atividades desenvolvidas na Monitoria Acadêmica correspondem aos
mecanismos para a melhoria do ensino, criando experiências e práticas
pedagógicas, com o objetivo de articular teoria e prática, auxiliando na integração
curricular e interdisciplinar.
A seleção dos alunos, a forma de realização e a avaliação das atividades
são apresentadas em regulamento próprio.

Atividades de Nivelamento

A IES, preocupada com a qualidade do ensino e a formação do seu


alunado, e com a finalidade desenvolver as competências dos acadêmicos para
o melhor desempenho no Ensino Superior disponibiliza um programa de ação
sistemática voltada para a recuperação de conteúdos na formação do
ingressante dos diversos cursos da instituição. Assim, são disponibilizadas
atividades de Nivelamento por meio do Programa Desafio Nota Máxima,
permitindo o nivelamento adaptativo de conteúdos de ensino médio, através da
plataforma de Ensino Adaptativo, onde o aluno acessa o conteúdo por meio de
caminhos de aprendizagem. Portanto, o objetivo do Nivelamento é oportunizar
aos alunos momentos de reforço dos conteúdos de ensino médio.
Espera-se que o nivelamento responda satisfatoriamente às expectativas
dos alunos e da instituição, pois, além de serem revistos os conteúdos básicos,
necessários ao adequado prosseguimento de seus estudos em nível superior,
favorece seu desempenho acadêmico na fase inicial do curso superior escolhido.

Intermediação e acompanhamento de estágios não obrigatórios


remunerados

Público
118

No intuito de oportunizar a participação em atividades de estágios


remunerados aos alunos da IES, o curso realiza a intermediação e o
acompanhamento de estágios não obrigatórios remunerados.
Esta categoria de estágio não pode ser aproveitada como atividade de
estágio obrigatório, devendo o aluno realizá-la de modo complementar,
objetivando acrescentar conhecimentos práticos de modo suplementar aos
conhecimentos adquiridos em seu curso, previsto nas diretrizes curriculares.
A intermediação e o acompanhamento são realizados por meio da
assinatura de convênio entre a IES e a empresa/organização pública que
remunera o aluno.
Os alunos devem elaborar relatório descritivo e efetuar a entrega na IES,
até o fim do mês anterior ao término do semestre letivo.
A realização de estágio na modalidade não obrigatória ocorre mediante a
realização de convênios com diversas instituições, sobretudo indústrias,
empresas ligadas as áreas de produção e distribuição de energia elétrica, fontes
alternativas de energia e prestação de assessoria.

Apoio extraclasse

O curso oferece aos seus alunos o apoio extraclasse no que diz respeito
à sua vida acadêmica e à sua aprendizagem. Esse apoio será desenvolvido na
modalidade presencial e também virtual:
Portal do aluno: por meio dele é possível oferecer apoio extraclasse aos
alunos, informando-os sobre o curso, as disciplinas, a biblioteca, os materiais
didático-pedagógicos e demais informações sobre a sua vida acadêmica.
Ambiente Virtual de Aprendizagem: constituído de conteúdo web,
avaliação/exercícios on-line, portfólio e sistema de mensagens, os quais terão
os seguintes objetivos:
I. Conteúdo web: enriquece os conteúdos trabalhados em sala de aula por
meio de conteúdos complementares à disciplina, que podem conter
hipertextos, vídeos e links para sites de interesse.

Público
119

II. Avaliação/exercício on-line: contribui para a fixação e verificação da


aprendizagem dos conteúdos por meio da resolução de problemas de
forma contínua, além de auxiliar na complementação da avaliação
presencial.
III. Portfólio: caracteriza-se como um espaço para a postagem de trabalhos
acadêmicos desenvolvidos, solicitados pelos docentes, dentro dos
objetivos e critérios estabelecidos e com prazo determinado conforme
calendário.
IV. Sistema de mensagens: espaço que possibilita a comunicação para troca
de informações, como avisos, comunicados e orientações entre alunos,
professores e coordenador do curso.

Atendimento virtual ao aluno: é o atendimento disponibilizado aos


alunos que permite a realização de chamados para esclarecimento de dúvidas
sobre os produtos e serviços oferecidos presencialmente, além de acolhimento
de reclamações, sugestões e solicitações diversas. Portanto, além do
atendimento presencial, o aluno conta com o atendimento virtual por meio de:
I. Chat, sendo uma forma de atendimento que o aluno pode acessar por
meio do site da instituição, de qualquer lugar, e ter respostas on-line de
forma rápida e segura.
II. “Fale conosco”, em que o aluno pode acessar o site e encaminhar uma
mensagem via e-mail. Essa demanda é encaminhada para a equipe de
atendimento, que registra as solicitações e as responde no prazo máximo
de 48h, dependendo do tipo de solicitação.

Coordenação do curso: o coordenador do curso, conforme prevê o


regimento, tem como atribuições da gestão do curso: manter o clima
organizacional e motivacional do corpo docente e do corpo discente do curso;
ser corresponsável pela fidelização de alunos, bem como pelo retorno de alunos
evadidos; controlar e minimizar índices de evasão do curso; apreciar todos os
requerimentos formulados pelos alunos; estimular a participação dos alunos na
avaliação institucional; promover ações de autoavaliação do curso; entre
outras. Assim, os alunos dispõem de acesso ao coordenador do curso para

Público
120

atendimento presencial e individual sempre que tiver necessidade, mediante


agendamento prévio.

Atendimento ao aluno: é a estrutura de boas-vindas aos alunos na


instituição. O setor representa o ponto central de atendimento ao aluno, seja qual
for o serviço solicitado. São atribuições do atendimento ao aluno: realizar o
pronto atendimento às demandas presenciais dos alunos; facilitar a
comunicação com os alunos, provendo informações e documentos; facilitar e
solucionar as negociações financeiras; minimizar índices de evasão; representar
a ouvidoria da instituição; atender e encaminhar os alunos com dificuldades
acadêmicas aos serviços de apoio psicopedagógico; atender às solicitações e à
entrega de documentos acadêmicos e financeiros; coordenar e realizar o
processo de matrícula; gerar os serviços solicitados pelos alunos, como: revisão
de provas; segunda via de boletos, etc.; promover negociação financeira com
alunos inadimplentes; atendimento de retenção; efetuar atendimento ao
Programa Universidade para Todos (ProUni), Promuni, Financiamento Estudantil
(FIES) e outros créditos; e entregar documentos, tais como: declarações,
históricos, certificados e diplomas.

Apoio Acadêmico: tem por objetivo promover a integração e a


convivência entre todos os professores e coordenadores; servir de ponto de
atendimento aos alunos que vem a necessitar de contato com professores e
coordenadores; e executar os seguintes processos da Faculdade:
operacionalizar o processo seletivo na unidade, como a organização de salas
que serão utilizadas, convocação de fiscais e garantir a segurança das provas;
confeccionar e controlar processos de alterações de faltas, abono de faltas,
transferências internas e externas; cadastro do quadro de horários das aulas e
dos professores; cadastro, abertura e controle de salas especiais (solicitações
de alunos); cadastro de aproveitamentos de estudos aprovado pelos
coordenadores de curso; coordenar o evento de ajuste de quadro de horários
dos alunos no início de cada semestre; cadastro das datas de provas para cada
disciplina dos cursos da instituição; preparar os processos com documentação

Público
121

física para registro de diplomas no Setor de Registro de Diplomas; gerir o arquivo


físico de documentos dos alunos.

Ouvidoria: canal de comunicação entre as comunidades interna e


externa e a instituição, disponibilizado para atender, registrar e responder às
demandas dos solicitantes, referentes aos serviços prestados pela IES, e que
incluirão sugestões, críticas, elogios, denúncias ou reclamações, os quais serão
contabilizados com vistas a produzir subsídios para as ações de aprimoramento
permanente da instituição.
Caberá à Ouvidoria garantir o acesso direto a todos os membros da
comunidade interna e externa para as seguintes categorias de serviços:
I. Reclamações fundamentadas.
II. Sugestões para mudanças de processos acadêmico-administrativos.
III. Denúncias de natureza acadêmico-administrativa.
IV. Agradecimentos e elogios pelos serviços prestados pelos órgãos/setores
da instituição.

Neste contexto, a Ouvidoria terá, prioritariamente, atendimento eletrônico,


com o objetivo de facilitar e agilizar o processo de comunicação, devendo o seu
endereço eletrônico ser amplamente divulgado na IES. Ela terá até sete dias
úteis para responder aos contatos recebidos pelo canal eletrônico, e qualquer
prazo que exceda a esse limite deverá ser comunicado ao solicitante.
Para garantir a melhoria e a qualidade dos serviços prestados na
instituição, a Ouvidoria deverá expedir relatórios com informação sobre a
quantidade e o tipo de reclamações, denúncias, elogios, críticas ou sugestões,
para integrar o relatório anual da CPA e o plano de ação decorrente do processo
de avaliação institucional.

Setor de Registro Acadêmico

O Setor de Registro de Diplomas é um órgão responsável pelo registro


dos diplomas de cursos de graduação, sequencial de formação específica, e atua

Público
122

em conformidade com a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, art. 48, § 1º.


O processo tem como base a Portaria DAU/MEC nº 33, de 2 de agosto de 1978,
e Parecer CNE/CNS nº 379/2004, de 8 de dezembro de 2004.
O processo de registro é feito eletronicamente, gerando numeração
sequencial em livros virtuais pelo Sistema SRD, um sistema desenvolvido pela
Kroton Educacional, que tem como objetivo garantir a implantação de processos
que resultem em eficiência operacional, melhoria contínua, crescimento e
segurança nos registros de diplomas.
O processo de registro tem como vantagem melhor eficiência no
processo, rapidez e segurança nas informações. Todo o sistema é informatizado,
permitindo acesso de qualquer lugar para um melhor acompanhamento.
O principal objetivo do Setor de Registro de Diplomas é o trabalho cartorial
de dar fé pública em diplomas. Responsabilidades do Setor de Registro de
Diplomas. (SRDC):
1. Receber os processos via on-line pelo sistema SRD.
2. Proceder com a análise dos processos, conferindo as informações da vida
acadêmica dos alunos e toda documentação que comporá o processo de
diplomas.
3. Efetuar o registro que obedecerá à sequência numérica gerada pelo
próprio sistema.
4. Imprimir os diplomas de acordo com o layout de cada unidade que
compõe o Grupo Kroton, em consonância aos seus atos regulatórios.
5. Gerir o controle de registros e seus livros.
6. Armazenar e controlar os processos de registro de diplomas de cada
aluno.

Apoio psicopedagógico

Os alunos com dificuldade de aprendizagem contam com recursos e


serviços pedagógicos que contribuem com seu processo de ensino
aprendizagem, sempre que solicitado. Quando esses recursos não são
suficientes, o NAID orienta o aluno a buscar atendimento psicopedagógico junto

Público
123

a profissionais habilitados, ficando à disposição para desenvolver atividades e


realizar os acompanhamentos pedagógicos que se fizerem necessários.
Os casos que fogem à atuação da Instituição, não relacionados às
questões pedagógicas, como estudantes com transtornos psiquiátricos,
distúrbios de comportamento, dificuldades de relacionamento interpessoal,
depressão e outros são acompanhados pelo NAID, para acolhimento e suporte
emergencial e, quando necessário, também orientados a procurarem
profissionais habilitados ou serviços de atenção psicossocial.
A qualquer momento, o Núcleo de Educação Especial Inclusiva – NuEEI,
poderá ser acionado para as orientações pedagógicas, com o objetivo de
contribuir para uma educação mais inclusiva, com igualdade de oportunidades,
resguardando-se as diferenças e concebendo o aluno como sujeito ativo de seu
processo de ensino aprendizagem.
Quanto ao que lhe compete, o NuEEI orientará o NAID quanto aos
recursos e serviços pedagógicos que contribuam com o desenvolvimento das
atividades acadêmicas pelos estudantes com Transtornos Funcionais
Específicos ou outras dificuldades de aprendizagem.

Atendimento Educacional Especializado

O Atendimento Educacional Especializado (AEE), ofertado ao público-


alvo da educação especial, é organizado pelo Núcleo de Acessibilidade, Inclusão
e Direitos Humanos (NAID), núcleo local da IES, sob as orientações do Núcleo
de Educação Especial Inclusiva (NuEEI), núcleo corporativo, e tem por base os
seguintes princípios:

I. prezar pelos direitos dos estudantes caracterizados como público-


alvo da educação especial, de acordo com suas especificidades, oportunizando
acesso e permanência no Ensino Superior;
II. respeitar a diversidade, promovendo a educação justa e igualitária.

Caracteriza-se como público-alvo da Educação Especial os estudantes


com:
a) Deficiência (física, visual, auditiva, intelectual, surdo-cegueira e múltipla);

Público
124

b) Transtorno do Espectro Autista; e


c) Altas habilidades/superdotação.

Os casos não classificados como público-alvo da educação especial,


como Transtornos Funcionais Específicos e os distúrbios de aprendizagem,
também serão orientados pelo NuEEI, quando solicitado.
O NuEEI, núcleo corporativo, é composto por profissionais da área da
educação especial e atua em colaboração ao NAID, responsável pelo
atendimento local na IES.
São atribuições do NuEEI:

I. gerir os cadastros dos estudantes público-alvo da Educação


Especial, informados pelo NAID;
II. analisar as solicitações dos estudantes público-alvo da Educação
Especial, encaminhadas pelo NAID, e orientar quanto aos serviços e recursos a
serem disponibilizados;
III. assessorar às IES quanto a necessidade de eliminação de
barreiras que interferem nos diferentes espectros de acessibilidade;
IV. elaborar o Plano de Atendimento Educacional Especializado, com
base nas necessidades acadêmicas dos estudantes;
V. orientar os setores administrativos e acadêmicos, sobre a
necessidade de adaptação de materiais didáticos destinados aos estudantes
público-alvo da educação especial;
VI. ofertar cursos de formação continuada, voltados às temáticas da
inclusão e acessibilidade, aos colaboradores das IES, via universidade
corporativa;
VII. orientar os professores, coordenadores, tutores presenciais e a
distância sobre as necessidades específicas dos estudantes público-alvo da
Educação Especial;
VIII. orientar o NAID para o contato com as famílias dos estudantes,
quando detectada a necessidade de intervenção;
IX. orientar professores quanto à flexibilização na correção de provas
e atividades de estudantes com deficiência auditiva/surdez;

Público
125

X. verificar, constantemente, a acessibilidade nos Ambientes Virtuais


de Aprendizagem;
O AEE, oferecido pelo NuEEI, será realizado a partir do Cadastro Online,
entrevista inicial, preenchidos com informações do estudante.
O NAID é instituído na IES, por Resolução própria, e composto pela seguinte
estrutura:

I. coordenação acadêmica;
II. coordenação da CPA;
III. representante do corpo técnico-administrativo; e
IV. colaborador com interesse pela temática (integrante opcional).

São atribuições do NAID:

I. manter os registros dos estudantes caracterizados como público-


alvo da educação especial, atualizados;
II. enviar a entrevista inicial com informações sobre estudante ao
NuEEI;
III. acompanhar o desenvolvimento acadêmico do estudante, com
base no Plano de AEE orientado pelo NuEEI;
IV. providenciar os recursos e serviços indicados pelo NuEEI;
V. elaborar e encaminhar relatórios semestrais ao NuEEI;
VI. verificar a estrutura física e mobiliário adequado para atender as
necessidades dos estudantes com deficiência ou mobilidade reduzida e, se
necessário, solicitar as adaptações ao setor responsável na IES;
VII. orientar os demais atores pedagógicos para o atendimento aos
estudantes público-alvo;
VIII. solicitar ao NuEEI os materiais e/ou provas, quando necessário;
IX. realizar reuniões periódicas para verificar o desempenho
acadêmico dos estudantes e traçar estratégias de atendimento;
X. manter contato constante com o NuEEI para tratar das questões
relacionadas aos processos de inclusão e acessibilidade; e
XI. estimular ações de inclusão e acessibilidade na IES.

Público
126

Figura 10. O atendimento educacional especializado é ofertado na IES


com base no fluxograma.

Fonte: Dados institucionais.

Acessibilidade metodológica e instrumental

A IES promove o acesso dos alunos público-alvo da educação especial


às ferramentas e aos instrumentos necessários para o processo de ensino-

Público
127

aprendizagem, por meio da oferta de recurso de tecnologia assistiva, de acordo


com as necessidades apresentadas. São exemplos de recursos ofertados:
teclados em braile, mouses adaptados, acionadores, entre outros. A
acessibilidade metodológica é articulada com auxílio do NuEEI, com a
colaboração do NAID, coordenador de curso, do NDE e dos professores,
objetivando romper as barreiras apresentadas junto aos métodos, às teorias e
às técnicas de ensino-aprendizagem com a capacitação de professores e
profissionais que auxiliam os alunos, como também nas ações sociais e
comunitárias e do trabalho, com o desenvolvimento de ações que promovem a
integração e a inclusão dos alunos público-alvo da educação especial junto à
comunidade acadêmica, de modo a desenvolver competências e habilidades
para o exercício da futura profissão.

Programas de participação em centros acadêmicos ou em intercâmbios

É interesse do curso aprimorar o ensino, propiciando aos seus alunos a


possibilidade de estabelecer e desenvolver relações com IES estrangeiras, pois
ela entende que o contato com culturas distintas se constitui em um importante
mecanismo de desenvolvimento intelectual para os alunos.
O apoio ao intercâmbio é promovido por meio do Programa de Bolsas de
Mobilidade Internacional Santander Universidades, o qual possibilita a
mobilidade internacional dos seus alunos, e terá por escopo propiciar aos alunos
indicados pelas faculdades conveniadas a oportunidade de acesso às culturas
estrangeiras, realizando cursos em renomadas universidades integrantes do
programa. Além disso, considera-se que o contato com culturas distintas e o
estabelecimento de relações com IES localizadas em outros países constituem
importante instrumento de formação intelectual dos seus estudantes.
Os estudos e as atividades acadêmicas realizados pelos alunos
contemplados junto às IES de destino são computados, para efeito de
integralização curricular, como Atividade Complementar (AC), obedecendo ao
disposto no regimento interno da instituição. Qualquer eventual aproveitamento
de disciplina(s) cursada(s) pelos alunos contemplados nas IES de destino, a

Público
128

título de equivalência e para efeito de dispensa em disciplina(s) cursada(s) ou a


cursar na instituição de origem, está sujeito à análise prévia e específica pelo
colegiado do curso, obedecendo ao disposto no regimento interno.

3.11 Gestão do curso e os processos de avaliação interna e externa

A autoavaliação institucional na unidade, gerida pela Comissão Própria de


Avaliação (CPA), tem como principal objetivo produzir conhecimentos acerca da
realidade da IES e de cada um de seus cursos de graduação, oferecendo
subsídios para a tomada de decisão, com vista ao cumprimento de sua missão.
O Projeto de Autoavaliação Institucional é o documento que norteia o
processo de autoavaliação do curso, em que estão previstas as etapas de:
sensibilização, coleta, análise e divulgação de resultados e elaboração de
diagnósticos e planos de melhorias e apropriação de resultados, que são
desenvolvidos por cada um dos segmentos da comunidade acadêmica
periodicamente, em especial a coordenação de curso, a qual utilizará os dados
oriundos desse processo como indicadores fundamentais para a gestão do
curso.
A sensibilização é uma etapa fundamental no processo de autoavaliação
do curso, sendo realizada por meio de estratégias que visam demonstrar a
importância do envolvimento de toda a comunidade acadêmica. Assim, são
realizadas reuniões com líderes de turmas, professores, coordenadores e corpo
técnico-administrativo, bem como são enviadas mensagens via WhatsApp, e-
mail, vídeos informativos, cartazes, banners etc.
A coleta de dados da autoavaliação institucional é realizada por meio de
instrumentos diversificados, considerando o papel a ser desempenhado pelos
diferentes segmentos da comunidade acadêmica. O principal instrumento
utilizado na avaliação interna são os questionários on-line do AVALIAR –
Sistema de Avaliação Institucional, destinado a alunos, docentes, coordenadores

Público
129

de curso e funcionários administrativos, aplicados anualmente, entre os meses


de outubro e novembro.
O modelo conceitual do AVALIAR contempla três dimensões: Instituição
(Atendimento no Portal do Aluno; Gestão da Instituição; Transformação do
Futuro do Aluno; Plataforma de Empregabilidade; NPS Instituição), Curso
(Organização didático-pedagógica; Atuação do Professor; Atuação do
Coordenador de Curso; Atuação dos Tutores; Formação do Concluinte) e
Infraestrutura (Ambiente Virtual; Biblioteca; Laboratório de Práticas; Sala de
Aula; Recursos de Acessibilidade). Há, também, informações sobre o perfil dos
alunos e dos educadores.
Visando ao pleno desenvolvimento dos temas relacionados ao curso, é
importante o acompanhamento contínuo por parte da coordenação. Para
verificar o engajamento dessa, foi criado um indicador com itens específicos
sobre a atuação da Coordenação de Curso, com os seguintes aspectos:
disponibilidade para orientação acadêmica dos alunos; promoção de inovações
para melhorar a qualidade do ensino; atuação junto aos alunos com dificuldades
no curso; atuação como mediador entre alunos e professores; divulgação de
resultados do curso, nos conceitos do MEC, para os alunos.
Assim, o AVALIAR tem grande abrangência nos diversos segmentos
envolvidos no dia a dia da instituição, gerando indicadores que permitirão
também ao curso identificar suas potencialidades e suas oportunidades de
melhoria, à luz dos eixos/dimensões previstos no SINAES, conforme a Lei nº
10.861/2004 e a Nota Técnica INEP/DAES/CONAES nº 065/2014.
A análise dos dados colhidos possibilita conhecer as potencialidades e os
desafios a serem enfrentados pela IES e pelos seus cursos. Dessa forma, a
autoavaliação é entendida como uma importante ferramenta de aperfeiçoamento
de gestão, pois fornece subsídios para adotar e priorizar melhorias internas.
Os resultados do processo de autoavaliação institucional são divulgados
a comunidade acadêmica interna e comunidade externa por meio de diferentes
canais, tais como, site institucional, mural de resultados, e ainda aos por meio
de reuniões com discentes e docentes realizadas pela CPA e também pela
coordenação de curso. É realizada também a divulgação individual aos
professores, uma vez que o perfil desses é abrangido no questionário do sistema

Público
130

de avaliação. Os gestores dos demais setores da instituição, como biblioteca e


Atendimento ao Aluno, também têm conhecimento dos resultados da avaliação
por meio de relatórios e reuniões com a CPA e a coordenação de curso, para
analisar dados que impactam diretamente a gestão do curso. Há, ainda,
encontros com as lideranças internas (diretoria, coordenações de cursos,
funcionários administrativos, representante da sociedade civil, representantes de
turmas e CPA), conforme calendário estabelecido pela CPA, para discutir as
dificuldades e facilidades encontradas nos percursos das etapas, críticas e
sugestões para aprimorar o processo, quais ações deverão ser implementadas
para que os índices abaixo da média possam ser melhorados nas próximas
avaliações, focando a melhoria da qualidade dos cursos e da IES. Destaca-se
ainda que os indicadores de desempenho do coordenador são públicos e
disponibilizados tanto no mural da IES como no site institucional.
Para complementar o processo de autoavaliação, também são utilizados
os relatórios gerados pela Ouvidoria, canal que possibilita a comunicação da
instituição com a comunidade interna e externa, além dos dados do Canal
Conecta (<[Link] Esse canal integra a política
de egressos da IES, pois, por meio das pesquisas de empregabilidade que
abrangem também os egressos do curso, permite conhecer a evolução do
desempenho dos alunos em suas carreiras, entender os efeitos da formação
superior sobre suas vidas e retroalimentar as decisões no âmbito do curso. Além
da Ouvidoria, as opiniões da comunidade externa são também coletadas por
meio das redes sociais e, ainda, por meio de questionários aplicados aos
usuários dos serviços prestados pela IES.
As avaliações externas, realizadas pelo INEP/MEC, contribuem
sobremaneira para os processos de autoavaliação e, por conseguinte, para a
evolução da IES, uma vez que os resultados possibilitam traçar um panorama
da qualidade do ensino. Também são utilizados os conceitos de avaliações in
loco, ENADE, CPC, entre outras. Os resultados do questionário socioeconômico,
considerando as questões gerais e aquelas relacionadas ao CPC, são
analisados, e as ações são empreendidas em busca de melhorias.
Os conceitos atribuídos nas avaliações in loco e as observações dos
avaliadores são analisados e confrontados com as informações fornecidas pelo

Público
131

Relatório de Autoavaliação Institucional (RAI) e demais documentos


institucionais. Tais informações, consolidadas e articuladas com os dados da
avaliação interna, passam a integrar o próximo relatório, que expressará o
planejamento, a avaliação, os resultados e a eficácia da autoavaliação
institucional, considerando as ações de avaliação e de desenvolvimento
institucional.
Ademais, a fim de contemplar as particularidades do curso no
processo de autoavaliação da IES, temos o Relatório de Autoavaliação do Curso
(RAC), em que constam os resultados do curso no Avaliar e nas avaliações
externas, bem como o diagnóstico desses. O RAC é elaborado e atualizado pela
Coordenação de Curso, com a contribuição da CPA para levantamento de
indicadores, de modo a realizar um diagnóstico do curso, possibilitando aos
interessados obterem resultados essenciais para o desenvolvimento e o
cumprimento dos objetivos do curso. Isto é, a partir da análise dos resultados do
curso, é possível verificar a eficácia e a efetividade do Projeto Pedagógico do
Curso (PPC), com vistas ao seu aprimoramento. Para além dos resultados das
avaliações internas e externas, visando à boa qualidade do processo de ensino-
aprendizagem, são também realizadas reuniões com os docentes, a fim de
discutir o desempenho dos alunos em provas, por exemplo, e de que forma o
curso pode corrigir as fragilidades detectadas. No RAC, há também o Plano de
Melhorias específico do curso. Esse documento sintetiza o processo avaliativo
relativo ao período vigente, como instrumento de gestão, com objetivos, metas
e ações estabelecidas de acordo com os resultados obtidos na autoavaliação.

O trabalho concernente ao processo de autoavaliação a ser desenvolvido


pela coordenação de curso recebe orientação da CPA, com o propósito de que
alunos, docentes, coordenadores, funcionários técnico-administrativos e
sociedade civil se apropriem do processo de autoavaliação e percebam a
importância desse como meio de aprimoramento do curso e da IES.

3.12 Atividades de tutoria

As atividades de tutoria previstas no curso buscam atender com qualidade


às demandas didático-pedagógicas da estrutura curricular.

Público
132

O tutor estabelece a conexão com os alunos, estando diretamente em


contato com eles, pois são parceiros nessa construção do conhecimento. Seu
papel é muito importante, pois terá a tarefa de dialogar diretamente com os
estudantes e demais profissionais envolvidos no processo de formação dos
alunos, compartilhando ideias e conhecimentos, levando às reflexões em torno
do conteúdo proposto.
Para isto, o tutor se prepara para participar ativamente da mediação no
processo pedagógico junto aos alunos, possuindo domínio do conteúdo que está
vinculado, bem como dos recursos disponíveis com o Ambiente Virtual de
Aprendizagem (AVA) e dos materiais didáticos disponibilizados, colaborando e
atuando no acompanhamento e apoio aos alunos em seu processo formativo.
Os tutores das disciplinas na modalidade a distância (Disciplinas
Interativas) são responsáveis por realizar atividades de mediação do processo
de ensino-aprendizagem, tendo como principais atribuições:
1. Conhecer a estrutura e o funcionamento das disciplinas interativas.
2. Participar das capacitações e dos treinamentos organizados pela
coordenação.
3. Participar das reuniões periódicas com o coordenador responsável pela
disciplina para orientações acerca do conteúdo da disciplina e dos
critérios de avaliação do trabalho semestral.
4. Participar das webaulas, com a finalidade de conhecer e dominar os
conteúdos programáticos para a devida orientação e acompanhamento
dos alunos, interagindo com eles em cada atividade a ser realizada.
5. Conhecer e dominar os recursos e materiais didáticos utilizados na
disciplina e no curso.
6. Orientar os alunos nas atividades do curso, acompanhando e prestando
as orientações necessárias à sua realização.
7. Receber do coordenador as orientações sobre os temas dos trabalhos,
bem como sobre os parâmetros de avaliação a serem adotados para a
conceituação deles.
8. Avaliar e conceituar os trabalhos em grupo, de acordo com as orientações
recebidas, oferecendo ao aluno o devido retorno sobre seu desempenho.

Público
133

9. Participar ativa e diariamente no sistema de mensagens disponível no


AVA do fórum de discussão, incentivando a reflexão dos alunos, tirando
dúvidas e fazendo orientações acadêmicas e de conteúdo através da
troca de mensagens.
10. Manter a coordenação da área informada sobre o andamento das
atividades e sobre o desempenho dos alunos.
11. Organizar e encaminhar dúvidas mais frequentes para o coordenador de
área.
12. Elaborar, junto ao coordenador de área, o cronograma de
acompanhamento das atividades a serem realizadas no período letivo.
13. Acompanhar sistematicamente a planilha com o resumo da situação de
cada aluno referente às atividades das disciplinas, bem como com o
detalhamento de seu desempenho em cada atividade proposta.
14. Motivar os alunos para a necessidade de estabelecer rotinas de estudo
independentes para a aprendizagem em colaboração, para a
responsabilidade da autoavaliação, entre outras, com vistas a assumir
com competência o controle de seu aprendizado.
Os tutores são alvo de avaliação pelos alunos no processo de avaliação
institucional e são avaliados por professores e coordenadores de área
anualmente, de modo a identificar qualidades e fragilidades, possibilitando
direcionar o tutor na definição de seu plano de melhorias e do planejamento de
atividades futuras, de modo a articular, apresentar e realizar ações corretivas,
quando necessárias e de melhoria e aperfeiçoamento das atividades de tutoria.

3.12.1 Conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias às atividades de


tutoria

Os conhecimentos, as habilidades e as atitudes da equipe de tutoria estão


implementadas de modo adequado, permitindo que atividades e ações
realizadas estejam alinhadas ao Projeto Pedagógico do Curso, articulando-se às
demandas comunicacionais e tecnológicas utilizadas no curso.
Ante o uso de tecnologias da informação e comunicação, como o AVA e
a Biblioteca Digital, o tutor possui conhecimentos e habilidades para o uso e a

Público
134

orientação junto aos alunos. As orientações e funcionalidades das TICs


utilizadas no curso são repassadas por meio da formação pedagógica realizada
semestralmente. Ademais, a Universidade Kroton disponibiliza a todos os tutores
cursos específicos para a familiarização e o uso das ferramentas tecnológicas
utilizadas institucionalmente.
As atitudes também são enfatizadas na formação pedagógica, sendo
sempre observado que o tutor as possua previamente, permitindo apenas seu
aperfeiçoamento. Entre as atitudes almejadas, destacam-se a capacidade de
comunicação fluída, a facilidade e o entrosamento com as novas tecnologias, a
mediação e articulação de diálogos, a criatividade para inovações na mediação
do processo de ensino-aprendizagem, entre outros.
Os tutores, como já mencionado, são avaliados anualmente e, após a
devolutiva dos gestores, são responsáveis pela elaboração de plano de
melhorias, o qual deve ser planejado e seguir um cronograma, para análise
sequencial no ano posterior. Ademais, os alunos realizam a avaliação dos tutores
na autoavaliação, que também ocorre de modo anual, sendo planejada e
amplamente divulgada, destacando as melhorias necessárias, como a
necessidade de capacitação do tutor, como também das atividades e
ferramentas utilizadas.

3.13 Tecnologias de Informação e Comunicação no processo de ensino-


aprendizagem

Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) representam um


conjunto de recursos tecnológicos que auxiliarão nos processos informacionais
e comunicativos como importante ferramenta para o atendimento às mudanças
educacionais, para a melhoria da qualidade do ensino, do planejamento e da
gestão dos processos educacionais.
Nesse contexto, o curso incorpora continuamente as TICs por meio de
diversas ferramentas. Entre elas, podemos destacar o Livro Didático Digital
(LDD) e os Audiobooks, que corresponde à versão em áudio do conteúdo de um
livro didático digital, narrado vocalmente, seguindo a mesma estruturação do
LDD.

Público
135

Além das TICs que potencializam e enriquecem o processo de ensino-


aprendizagem, existem ferramentas que contribuem para facilitar a jornada
acadêmica, oferecendo, com poucos cliques, tudo que o aluno precisa, ajudando
a comunicar a este os principais marcos e acontecimentos do semestre e do seu
curso.
Nesta linha, é oferecido o Portal Digital do Aluno (PDA). O PDA é um
ambiente cloud e mobile-first (feito para ser exibido no celular), que utiliza design
e técnicas digitais modernas, para oferecer ao aluno uma ótima jornada. Ele é
estruturado em sete grandes blocos:
 Aprendizagem: área na qual é possível o aluno visualizar todas as
disciplinas que está cursando, bem como ter acesso ao Ambiente Virtual
de Aprendizagem (AVA), para acessar os conteúdos instrucionais.
 Organização para o estudo: área na qual o aluno encontra as tarefas que
deve entregar semana a semana, com data de entrega e visualização de
suas notas e faltas.
 Serviços de secretaria: nesta seção, o aluno pode requisitar os principais
serviços de secretaria de forma on-line e simples.
 Oportunidades: nesta área, o aluno encontra oportunidades adicionais,
como vagas de emprego oferecidas pelo Canal Conecta.
 Comunicação: neste local, são exibidas de forma personalizada, as
principais comunicações importantes para a jornada acadêmica do aluno.
 Atendimento agendado: ambiente no qual o aluno pode agendar um
horário para falar com o atendimento da unidade ou com o coordenador
de curso.
 Guia do Aluno: neste local, o aluno tem acesso a um guia completo com
as principais dúvidas.
Além do PDA, as TICs diretamente relacionadas à comunicação dentro
da unidade são bastante diversificadas, envolvendo a Companhia e o conjunto
de unidades. Haverá três grandes áreas na comunicação: a comunicação
interna, direcionada a todos os colaboradores; a comunicação acadêmica,
direcionada a diretores, coordenadores; e a comunicação direcionada aos
alunos.

Público
136

Na comunicação interna, são veiculados informes, comunicações, e-mails


e programas, com o objetivo de divulgar informações fundamentais para o
funcionamento da companhia como um todo, além da difusão de boas práticas
e campanhas adotadas. São encontrados, nesta modalidade, o Portal Informa,
o Boletim Informa, e-mails institucionais e de campanhas voltadas para os
colaboradores, a Revista Conexão e a TV Kroton, disponibilizada via
Universidade Kroton.
Na comunicação acadêmica são direcionadas informações e instruções
para o funcionamento das unidades e dos cursos, envolvendo assuntos
diretamente relacionados às competências da Diretoria Geral, Coordenação
Acadêmica e Coordenação de Curso. O meio utilizado para esse fim é via e-mail,
com o envio constante de comunicados acadêmicos, onde são divulgados:
documentos, informes e outras orientações pertinentes à área acadêmica.
Além disso, no decorrer do semestre, ocorrem transmissões ao vivo,
denominadas como Espaço Acadêmico. As transmissões abordam temas
importantes, permitindo a interação em tempo real e o envio de perguntas sobre
o assunto em questão.
No início de cada semestre, é organizado a Semana Acadêmica em todas
as unidades. Neste evento ocorrem reuniões, momentos de debates, oficinas e
atividades com o corpo docente, coordenação e direção, visando oferecer todas
as informações necessárias, desde questões pedagógicas até institucionais,
além de uma visão sistêmica da área acadêmica da IES a todos os atores
envolvidos diretamente com o modelo de ensino-aprendizagem.
São direcionados e-mails e informes visuais em TVs quando a IES possuir
esse mecanismo de comunicação. A informação também ocorre via afixação de
avisos em painéis em salas de aula e em corredores da unidade, na biblioteca,
em laboratórios e demais locais de convivência acadêmica. O coordenador de
curso e os professores também auxiliam para que essa comunicação se torne
mais efetiva em sala de aula.
Para os alunos calouros, ocorre uma semana de preparação e recepção
nas unidades, com o repasse de todas as informações importantes, como o
acesso ao PDA, ao AVA e à biblioteca virtual.

Público
137

Acerca do Material Didático utilizado pela IES, o modelo acadêmico foi


concebido a partir de metodologias atualizadas e aderentes às TICs centradas
na autoaprendizagem, possibilitando o desenvolvimento da autonomia e da
disciplina. Favorece, portanto, o desenvolvimento de processos de ensino-
aprendizagem modernos, contemporâneos e dinâmicos, primando pelo
desenvolvimento de competências e habilidades alinhadas às demandas sociais
e econômicas.
Desse modo, é possível compor um cenário de aprendizagem
contemporâneo, inovador e motivador para as atividades acadêmicas de ensino,
em que as interações midiáticas são incorporadas como recursos
indispensáveis. Cabe destacar que, tão importante quanto a proposição dessas
TICs no processo de ensino-aprendizagem, é a garantia da acessibilidade e do
processo de assimilação e domínio delas. Para garantir acesso às TICs, o NUEEI
realiza testes de acessibilidade e usabilidade com leitores de tela e orientará os
setores responsáveis pelo desenvolvimento dos produtos. Além das orientações
que visam às melhorias contínuas nos sites, AVA e materiais, os alunos usuários
de tecnologia assistiva são acompanhados, para que as possíveis dificuldades
sejam sanadas. Com base nas dificuldades apresentadas, é possível avaliar e
adequar os produtos às necessidades desse público, de modo a oferecer
acessibilidade comunicacional e digital aos alunos da IES.
Nesse sentido, destaca-se a importância do corpo docente, do
coordenador, do diretor e dos demais colaboradores no monitoramento da
disponibilidade e no acesso a essas tecnologias na IES a qualquer tempo e local,
efetivando acesso pleno aos recursos didáticos utilizados no curso.
Ainda no âmbito das TICS, podemos destacar o Canal Conecta, uma
ferramenta avançada de conexão entre o aluno e o mercado de trabalho por
geolocalização. O Conecta possui algoritmos sofisticados, os quais
compreendem o perfil do aluno e utilizam inteligência de mercado para fazer a
melhor conexão possível entre oferta de mão de obra (aluno) e demanda
(organizações no mercado), suprindo ambos com a(s) melhor(es) alocação(ões)
possível(is).
Há a retroalimentação realizada pelo Conecta sobre dados de aceitação
e demanda dos empregadores. Além de oferecer o que os empregadores

Público
138

necessitam em relação ao perfil profissional, a retroalimentação também permite


que as IES alinhem suas grades curriculares para atender às demandas de
mercado com agilidade e flexibilidade.

3.13.1 Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA)

O espaço virtual AVA proporciona aprendizagem por meio de materiais


didáticos, recursos e tecnologias disponibilizados para as disciplinas do curso.
Nesse espaço, o aluno tem acesso a materiais interativos, como webaulas e
livros digitais, dispõe de recursos de interação com sua turma e realiza atividades
avaliativas e colaborativas. O aluno tem à sua disposição documentos relativos
ao seu curso e às disciplinas, tais como manuais com regras avaliativas,
cronogramas de interações e também o plano de ensino da disciplina. Desse
modo, possibilita desenvolver a cooperação entre tutores, docentes e alunos, de
forma colaborativa e reflexiva, no processo de aprendizagem dos conteúdos
curriculares e pesquisas adicionais de temas correlatos. O AVA é estruturado
com foco na interação entre os usuários, dispondo de sistemas de comunicação
e interação que permitem a rápida localização dos agentes envolvidos no
processo de formação do aluno.
Desse modo, é possível compor um cenário de aprendizagem
contemporâneo, inovador e motivador para as atividades acadêmicas de ensino,
em que as interações midiáticas são incorporadas como recursos
indispensáveis. Cabe destacar que, tão importante quanto a utilização do AVA
no processo de ensino-aprendizagem, é a garantia da acessibilidade e do
processo de assimilação e domínio dela. Para garantir acesso ao AVA, o NuEEI
realiza testes de acessibilidade e usabilidade e orienta os setores responsáveis
pelo desenvolvimento do ambiente. O ambiente é totalmente responsivo e
acessível, dispondo de uma estrutura preparada para adaptação das
necessidades dos alunos e dos recursos utilizados por eles. Além das
orientações que visam às melhorias contínuas no AVA, os alunos usuários de
tecnologia assistiva são acompanhados, para que as possíveis dificuldades
sejam sanadas. Com base nas dificuldades apresentadas, é possível avaliar e

Público
139

adequar o Ambiente às necessidades desse público, de modo a oferecer


acessibilidade comunicacional, metodológica e instrumental aos alunos da IES.
Além disso, professores, tutores, NDE e coordenador de curso trabalham
conjuntamente, de modo a garantir a acessibilidade metodológica e instrumental,
visando à oferta de um modelo acadêmico isento de qualquer obstáculo quanto
à acessibilidade metodológica, promovendo o desenvolvimento de métodos,
teorias e técnicas de ensino/aprendizagem que acolhem e incluem seus alunos
nas mais diferentes necessidades, seja por meio da oferta de instrumentos e
ferramentas que auxiliam o processo de ensino-aprendizagem, seja no
desenvolvimento de ações e competências no campo teórico, prático,
profissional, cultural e social, tais como a resolução de situações-problema reais,
ações sociais, atividades em grupos, ações multidisciplinares, entre outros.
O Ambiente Virtual de Aprendizagem é avaliado periodicamente, junto ao
processo de autoavaliação realizada na IES, de modo anual, sendo verificados
a acessibilidade, o funcionamento e os recursos junto aos alunos, sendo
realizada a divulgação dos resultados em relatório próprio e destinado à equipe
técnica responsável. Tal processo e divulgação de resultados acarreta a
melhoria contínua e efetiva do AVA por meio da análise e do trabalho coletivo de
Comissão Própria de Avaliação (CPA), Núcleo Docente Estruturante (NDE),
professores e alunos.

3.14 Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem

A prática da avaliação do processo ensino e aprendizagem estará


intrinsecamente relacionada a uma concepção do curso e ao propósito de uma
instituição de ensino. Para a IES, a avaliação do processo ensino e
aprendizagem terá como objetivo o desenvolvimento e a autonomia do discente
de forma contínua e efetiva e assumirá os seguintes pressupostos e princípios:

 Será um processo contínuo e sistemático: a avaliação não tem um fim em


si mesma, é um meio, um recurso para acompanhar o desenvolvimento
do processo de ensino e aprendizagem, por isso não poderá ser
esporádica ou improvisada. Deverá ser constante e planejada, ocorrendo
ao longo de todo o processo, para reorientá-lo e aperfeiçoá-lo.

Público
140

 Será funcional: funciona em estreita relação com as competências e


habilidades estabelecidas pelas DCNs, atendendo ao perfil do egresso,
pois é o alcance desses itens que a avaliação deve buscar.
 Será orientadora: indica os avanços e as dificuldades do aluno, ajudando-
o a progredir na aprendizagem, orientando-o no sentido de atingir os
objetivos propostos.
 Será integral: deve considerar o aluno como um ser total e integrado,
analisando e julgando todas as dimensões do comportamento (elementos
cognitivos, socioafetivos e psicomotores).
Diante do exposto, a IES entende que a avaliação será um processo
interpretativo, baseado em aspectos qualitativos e quantitativos, que permitirá
uma redefinição e reorientação para o alcance dos objetivos propostos. Como
tal, constitui-se em um importante instrumento para orientar o processo
pedagógico, fornecendo informações aos alunos, aos professores e à instituição
sobre suas respectivas atuações. Desse modo, a prática da avaliação precisará
cumprir funções, tais como:
 Diagnóstico: será importante para investigar os conhecimentos que o
aluno possui antes de se introduzir um novo assunto.
 Acompanhamento: para saber se as competências e habilidades
propostas para o processo ensino-aprendizagem foram alcançadas.
 Feedback: os resultados de avaliações terão caráter de mão dupla,
fornecendo, aos alunos, informações sobre o seu desempenho
acadêmico, e ao professor, os dados para avaliar sua ação didática.
 Promoção: a ascensão a um nível seguinte deverá ser consequência do
alcance das competências, das habilidades e dos objetivos institucionais
propostos, essenciais para o alcance do perfil projetado para o egresso.
O processo avaliativo do rendimento acadêmico do curso é regido pelas
disposições gerais fixadas pelo Regimento Geral e pelos regulamentos dos
procedimentos de avaliação do processo de ensino e aprendizagem utilizados
no curso, que buscará ser coerentes com as concepções teóricas, filosóficas e
sociais que permearam o PPC. Haverá período de recuperação da
aprendizagem para cada disciplina, nos termos definidos em norma específica.

Público
141

De modo geral, a avaliação de aprendizagem do curso incidirá sobre a


frequência e o rendimento escolar, mediante acompanhamento contínuo do
aluno e dos resultados por ele obtidos. O processo de avaliação se traduzirá em
um conjunto de procedimentos aplicados nas etapas formativa e somativa,
objetivando, na primeira, a aferição da apreensão, pelo aluno, das competências
e habilidades previstas no plano de ensino de cada disciplina, e na segunda, o
consequente resultado.
Participarão das avaliações os alunos regularmente matriculados, e os
critérios, definidos por disciplina e séries, estão dispostos em regulamentos
específicos. De acordo com as diretrizes institucionais, a cada semestre letivo
são divulgados os calendários acadêmicos, com a previsão dos períodos de
avaliação.
A cada verificação de aproveitamento será atribuída uma pontuação, a
qual comporá a nota final da disciplina.
A composição da pontuação será formada pelas avaliações formativas,
as quais, somadas à avaliação oficial, originam a pontuação final de cada
disciplina.
As avaliações formativas serão realizadas ao longo do semestre, durante
o qual o professor deverá estabelecer um processo contínuo de avaliação, a fim
de verificar o desempenho dos alunos, por meio de diversos procedimentos
metodológicos, buscando avaliar, de forma individual e coletiva, tendo em vista
as várias capacidades do aluno: cognitiva, motora, de relações interpessoais e
de atuação. As avaliações contemplam diferentes mecanismos, tais como
trabalhos em grupo, seminários, debates, pesquisas intra e extramuros,
realização de entrevistas e vídeos, entre outros, de modo a permitir o
desenvolvimento da avaliação formativa dos alunos durante todo o processo de
aprendizagem.
A elaboração da avaliação oficial considerará o processo de
aprendizagem dos estudantes por meio da avaliação do seu desempenho em
relação aos conteúdos e às competências previstos nos planos de ensino
aprovados.
A cada avaliação oficial realizada, o docente apresentará o gabarito com
padrão de respostas e suas respectivas pontuações para cada questão,

Público
142

realizando a devolutiva aos alunos de modo a oferecer transparência sobre os


critérios de avaliação como, também, propiciando o desenvolvimento da
autonomia e apropriação de seu percurso de aprendizado, sendo adotadas pelos
professores, a partir das avaliações realizadas, ações para a melhoria da
aprendizagem.
Quando houver motivo justificado, o aluno terá o direito de realizar a
avaliação de segunda chamada, ficando a mesma disciplinada conforme descrito
no Regulamento de Avaliação da Aprendizagem Discente.
Os alunos serão considerados aprovados na disciplina quando obtiverem
média final igual ou superior a 6 (seis). Os alunos que não lograrem aprovação
por meio dos critérios estabelecidos terão à sua disposição um exame final. A
pontuação final será formada pela média aritmética, especificada em
regulamente próprio.
Será considerado reprovado o aluno que não obtiver pontuação mínima
nas avaliações e não apresente 75% de frequência às aulas e às demais
atividades de ensino, em cada disciplina.
Importante destacar ainda que as avaliações são adaptadas, em formato
acessível, para o público-alvo da educação especial, cabendo destaque para a
disponibilização de provas em fonte ampliada e compatíveis com leitores de tela.
Além do formato acessível, será relevante salientar: a ampliação de tempo para
a realização da avaliação pelos alunos com deficiência intelectual, transtorno
global do desenvolvimento e deficiência auditiva, e a flexibilidade de correção
das avaliações.
A flexibilidade de correção visará respeitar a condição dos alunos, levando
em consideração o processo de ensino-aprendizagem. Desta forma, o Núcleo
de Educação Especial Inclusiva (NuEEI) orientará os professores sobre a
valorização do aspecto semântico e do reconhecimento da singularidade
linguística dos alunos com deficiência auditiva/surdez.
Sempre que solicitado, são disponibilizados profissionais para
acompanhar os alunos no momento da realização das provas, quais sejam:
intérpretes da Libras para alunos com surdez e ledor/transcritor para alunos com
deficiência visual, intelectual, transtornos globais do desenvolvimento (autismo,

Público
143

Síndrome de Rett e Síndrome de Asperger) e transtornos funcionais específicos


(dislexia, TDAH, etc.).
Mediante os aspectos apresentados, ocorre, uma avaliação com
interdisciplinaridade em relação à matriz curricular do curso, garantindo o
desenvolvimento e a autonomia das competências necessárias ao egresso.

3.15 Número de vagas

O número de vagas implantadas está fundamentado em estudos


periódicos, quantitativos e qualitativos, com a comunidade acadêmica, que
comprovam sua adequação à dimensão do corpo docente e às condições de
infraestrutura física e tecnológica para o ensino da instituição.
O curso de Arquitetura e Urbanismo possui 210 vagas anuais autorizadas
pela Portaria do curso. Para esse número de vagas, é disponibilizado um corpo
docente e uma infraestrutura de qualidade.

Público
144

4 CORPO DOCENTE E TUTORIAL

4.1 Núcleo Docente Estruturante (NDE)

O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso foi constituído de acordo


com a Resolução CONAES n° 1, de 17 de junho de 2010. Ele é constituído por
um grupo de docentes que exercem liderança acadêmica no âmbito do curso, a
ser percebida na produção de conhecimentos, no desenvolvimento do ensino e
em outras dimensões entendidas como importantes pela instituição. A ata de
constituição do NDE está disponível e arquivada na coordenação do curso.
O Núcleo Docente Estruturante é constituído por cinco professores do
curso, a ser um deles o coordenador de curso. Esses professores estão em
regime de trabalho de tempo parcial ou integral e possuem titulação strictu
sensu. Importante ressaltar que a instituição, por meio do seu regimento,
assegura a estratégia de renovação parcial dos integrantes do NDE, de modo a
garantir a continuidade no processo de acompanhamento do curso.
O NDE do curso realiza reuniões periódicas, conforme atas disponíveis e
arquivadas na coordenação do curso, para acompanhamento, estabelecimento
das estratégias de consolidação e avaliação deste PPC. Para tanto, a
coordenação do curso se reúne periodicamente com os líderes de turma e com
os professores do curso, para avaliar fragilidades e fortalezas das disciplinas e
seus planos de ensino. O resultado dessas reuniões, junto ao resultado das
autoavaliações promovidas pela Comissão Própria de Avaliação (CPA), serão
discutidos com o NDE, que define estratégias de melhorias e adequações
periódicas deste PPC, examinando o impacto do sistema de avaliação de
aprendizagem na formação do estudante e analisando a adequação do perfil do
egresso, considerando a Diretriz Curricular Nacional e as novas demandas do
mundo do trabalho.
O coordenador do curso, junto aos professores, realiza orientações aos
alunos em sala de aula, e faz menção a partes e temas do PPC, de forma a
integrá-los no contexto do documento e da organização do curso, de modo a
estimular a participação da comunidade acadêmica como um todo no
conhecimento e na apropriação do documento, permitindo o debate e o

Público
145

aperfeiçoamento, inter-relacionando essas informações com a análise detalhada


dos resultados refletidos nos relatórios gerados pela CPA.
A versão atualizada e impressa do PPC está disponível, em local público
e acessível.

Quadro 4. Composição do Núcleo Docente Estruturante do curso de


Arquitetura e Urbanismo, ano de 2022.
Regime de Ingresso no
Nome Completo Titulação
Trabalho NDE
Jessica Maria Monteiro Especialização Integral 29/10/2020
Gilberto de Sousa Bruno Mestrado Parcial 02/02/2021
Laura Caroline Rodrigues Vieira Mestrado Parcial 02/02/2021
Danilo Medeiros Gazzotti Doutorado Parcial 03/02/2022
Cristina Piccolo Mestrado Parcial 03/03/2022

4.2 Equipe multidisciplinar

Contamos com uma equipe multidisciplinar, composta por um conjunto de


especialistas de áreas diversas, com o objetivo de conceber, produzir e
disseminar tecnologias, metodologias e recursos de ensino-aprendizagem a
distância.
Figura 11 – Representação das áreas da equipe multidisciplinar

Fonte: Dados institucionais.

Público
146

Nossa metodologia de ensino foi criada especialmente para entregar


conteúdos e materiais didáticos focados no aprendizado, na qualidade
acadêmica, na empregabilidade e, consequentemente, na realização do projeto
de vida dos alunos.
Desde o início da produção do material didático até sua finalização, os
produtos passam por diferentes etapas, respeitando os prazos determinados e
os parâmetros de qualidade estabelecidos pela instituição.
A participação do professor, neste processo, é vital pois é ele quem
oferece, além da sua expertise na sua área de conhecimento, informações a
respeito da IES, contribuindo para a produção de um material contextualizado.
Esta participação pode ocorrer a partir de chamadas públicas para um processo
seletivo que tem como objetivo o desenvolvimento de materiais didáticos
inovadores. São disponibilizados links na unidade, por comunicados via e-mail
corporativo, na rede LinkedIn e em site divulgados na internet, em que o docente
interessado, faz sua inscrição e inicia sua participação. São avaliadas, a partir
de então, a sua formação e aderência às disciplinas que carecem da produção
de material e a sua habilidade na produção escrita.
Temos uma equipe de consultores acadêmicos, advém das áreas de:
Biológicas e Saúde; Humanas; Ciências Sociais Aplicadas; Engenharias, Exatas,
Agrárias e Computação. Os consultores acadêmicos, prioritariamente mestres e
doutores, têm experiência profissional e acadêmica, que lhes permitem pensar
o desenvolvimento do conteúdo sob a perspectiva do professor e do aluno.
O consultor de conteúdo trabalha junto aos professores (autores) e
revisores didático/metodológico, que garantem, respectivamente, a qualidade
dos conteúdos e a qualidade metodológica da disciplina.
Na produção do material didático há intervenções específicas de revisores
linguísticos/textuais, que preparam o material para envio à equipe de editoração
integrada por diagramadores, designers gráficos e web designers, que
desenvolvem os Materiais Digitais e as webaulas. Os conteúdos desenvolvidos
por essa equipe contêm recursos interativos que tornam o conteúdo mais atrativo
para os alunos e passível de originar diversos objetos de aprendizagem
disponibilizados aos alunos, professores e tutores.

Público
147

Outra equipe de profissionais que integra este processo é a de multimídia,


composta por jornalistas e designers, que desenvolve vídeos, matérias
jornalísticas, games e simuladores para agregar conhecimento, interatividade e
imersão à experiência de aprendizagem dos alunos.
Na etapa anterior a publicação do material, novamente, há a participação
dos docentes para a validação dos conteúdos por intermédio do apontamento de
possíveis inconsistências, erros ou na sugestão de melhorias por mecanismos
utilizados pela instituição para este fim (Sistemas de inconsistências, rating dos
materiais, contato com a equipe de consultores acadêmicos).
A disponibilização dos materiais didáticos finalizados é feita no Ambiente
Virtual de Aprendizagem, por uma equipe técnica específica.
Todos estes profissionais trabalham em equipe e organizam-se em um
plano de ação estabelecido entre si, com diálogo permanente, constante
atualização e aperfeiçoamento transformando-se em elementos fundamentais
no processo de ensino-aprendizagem para oferecer materiais de qualidade aos
nossos alunos e professores.

4.3 Atuação do coordenador de curso

O coordenador de curso é designado pelo diretor da instituição e deve


catalisar, na gestão de seu curso, o comprometimento com uma visão clara e
forte, estimulando padrões mais elevados de desempenho de todo o corpo
docente e discente do curso.
Ele busca uma atuação com qualidade, principalmente considerando a
relação com os docentes e discentes do curso, a fim de garantir a dinamização
no processo de ensino- aprendizagem.
A relação do coordenador de curso com os tutores e a equipe
multidisciplinar, igualmente, tem o objetivo de garantir a qualidade do processo
de ensino-aprendizagem, constituindo-se em permanente diálogo, para
aprimorarem e atualizarem a oferta didático-pedagógica aos nossos alunos.
Sobre a representatividade do coordenador de curso nos colegiados
superiores, conforme prevê o regimento interno da instituição, o coordenador do

Público
148

curso preside o colegiado do curso, órgão deliberativo em matéria de natureza


acadêmica operacional, administrativa e disciplinar.
Além disso, o coordenador pode atuar como representante do Conselho
Superior da Instituição, órgão máximo de natureza normativa, consultiva e
deliberativa em matéria de políticas e procedimentos, administrativa, disciplinar,
de natureza didático-científica da Faculdade.
O coordenador também compõe e coordena o Núcleo Docente
Estruturante, órgão consultivo do curso, constituído de um grupo de docentes,
com atribuições acadêmicas de acompanhamento, consolidação e contínua
atualização do Projeto Pedagógico do Curso (PPC).
A relação do coordenador com os docentes e discentes do curso é
avaliada por meio de questionário presente na autoavaliação, respeitando-se os
indicadores de desempenho institucionais, sendo que os relatórios resultantes
desse processo são analisados pela CPA da instituição, e a respectiva devolutiva
é encaminhada à coordenação do curso. Baseado no resultado dos processos
avaliativos realizado pela IES (por exemplo AVALIAR), é elaborado um plano de
ação documentado e compartilhado, com vistas a melhorias permanentes do
desempenho do coordenador na gestão do curso e identificando potencialidades
do corpo docente do curso.

4.4 Regime de trabalho do coordenador de curso

4.4.1 Gestão do curso e relação com os docentes, discentes, tutores e equipe


multidisciplinar

As ações desenvolvidas pelo coordenador do curso buscam promover as


potencialidades do corpo docente, favorecendo a integração e melhoria
contínua.

O regime de trabalho previsto do coordenador é de tempo integral, e


procura o atendimento integral da demanda, considerando a gestão do curso, a
relação com os docentes, discentes, tutores e equipe multidisciplinar e a
representatividade nos colegiados superiores.

Público
149

Em conformidade com o previsto no Regimento da IES, o coordenador de


curso tem como funções, de modo geral, coordenar as atividades dos
professores do curso; convocar e presidir as reuniões do colegiado de curso;
elaborar, em consonância com o diretor da Faculdade, o planejamento
estratégico do curso sob sua gestão; elaborar, implementar e acompanhar o
orçamento do curso; gerenciar e responsabilizar-se pela coordenação dos
processos operacionais, pedagógicos e de registro do curso.

Além disso, em sua relação com os docentes, discentes e tutores, busca


manter o clima organizacional e motivacional do corpo docente e do corpo
discente, procurando melhorias metodológicas de aprendizagem para
implementá-las no curso.

Ainda, incentiva a frequência dos docentes e discentes, buscando a


maximização da qualidade do trabalho dos docentes e estimulando a oferta e
participação dos alunos em Atividades Complementares, eventos e cursos de
extensão. O coordenador também estimula a participação dos alunos na
avaliação institucional, promovendo ações de autoavaliação do curso. As demais
atribuições do coordenador de curso estão descritas no Regimento da IES.

4.4.2 Representatividade nos colegiados superiores, plano de ação e


indicadores de desempenho da coordenação

O coordenador do curso preside o colegiado do curso, órgão deliberativo


em matéria de natureza acadêmica operacional, administrativa e disciplinar.
Além disso, pode atuar como representante do Conselho Superior da
Instituição, órgão máximo de natureza normativa, consultiva e deliberativa em
matéria de políticas e procedimentos, administrativa, disciplinar, de natureza
didático-científica da Faculdade.
O Regimento Geral prevê a atuação do coordenador no que diz respeito
a:
I. Coordenar a elaboração do projeto pedagógico do curso, a partir das
diretrizes curriculares, acompanhando a implantação da infraestrutura

Público
150

necessária à sua execução, observando os padrões de qualidade fixados


pelo MEC e pela Universidade.
II. Coordenar o planejamento e controlar as atividades de ensino, de
pesquisa, de extensão e demais atividades complementares previstas no
projeto pedagógico do curso, assegurando a sua integração e articulação
vertical e horizontal.
III. Conduzir, com relação ao curso, conforme exigências do CNE/MEC e
diretrizes emanadas das pró-reitorias respectivas, os processos de:
a) autoavaliação do curso;
b) reconhecimento e renovação de reconhecimento; e
c) Exame Nacional de Desempenho do Estudante (ENADE).
IV. Convocar e presidir o colegiado de curso e participar dos colegiados de
que fizer parte.
V. Administrar, de forma ética, os relacionamentos, criando condições
favoráveis ao desenvolvimento de um clima de respeito e cordialidade
acadêmica entre os membros da comunidade universitária.
VI. Articular-se com o mercado de trabalho, para a constante adequação do
curso e do processo seletivo dos seus candidatos às necessidades e
exigências econômicas, políticas e sociais.
VII. Elaborar proposta de criação de cursos de formação técnica de nível
médio, de graduação e projetos de pós-graduação, de extensão e ação
comunitária, encaminhando à direção da Unidade respectiva, que
providencia a remessa para as instâncias pertinentes.
VIII. Oficiar ao diretor da Unidade, no prazo de 24 (vinte e quatro) horas, a
partir da data de ciência do fato, as ocorrências disciplinares passíveis de
penalização.
IX. Promover o recrutamento e a seleção dos professores, em articulação
com as pró-reitorias acadêmica e administrativa, com os diretores da
Unidade e Faculdade, e com a coordenadoria de recursos humanos.
X. Supervisionar e subsidiar a avaliação docente, mediante a aplicação de
instrumentos adequados, de acordo com o estabelecido pelo Projeto de
Autoavaliação Institucional e legislação vigente.

Público
151

XI. Promover as atividades de iniciação científica e pesquisa e implementar


parcerias, visando ao desenvolvimento de Trabalho de Conclusão de
Curso (TCC)/Monografias e de Estágios Curriculares, em comum acordo
com as respectivas pró-reitorias.
XII. Supervisionar e subsidiar a avaliação de desempenho discente, de acordo
com os critérios de avaliação aprovados pelas autoridades universitárias.
XIII. Articular-se com o ensino médio, visando à integração entre esse nível de
ensino e o curso sob sua coordenação.
XIV. Articular-se com a direção da Unidade, com vistas ao apoio técnico na
apresentação de propostas, na elaboração de projetos e de instrumentos
de controle e acompanhamento dos processos de trabalho relacionados
ao seu curso.
XV. Apresentar, nos prazos fixados em instrumento próprio, o seu plano
semestral ou anual de trabalho.
XVI. Cooperar com a direção da Unidade na solução das obrigações
financeiras do corpo discente.
XVII. Adotar as providências necessárias ao funcionamento regular do curso e,
em caso de urgência, as medidas que considerar pertinentes, mesmo que
sujeitas à aprovação posterior das autoridades acadêmicas, às quais
deve, de imediato, submeter a decisão tomada.
XVIII. Cumprir e fazer cumprir o calendário acadêmico e o Regimento Geral.
Através do AVALIAR, são fornecidos indicadores que permitem à IES
identificar suas potencialidades e suas oportunidades de melhoria à luz dos
eixos/dimensões previstos no SINAES, conforme a Lei nº 10.861/2004 e a Nota
Técnica INEP/DAES/CONAES nº 065/2014.
A análise dos dados evidencia o processo sistêmico e contínuo de
autoavaliação, com oportunidade de reflexão sobre o curso: potencialidades e
desafios a serem enfrentados. A autoavaliação é entendida, assim, como uma
importante ferramenta de aperfeiçoamento de gestão, pois fornece subsídios
para adotar e priorizar melhorias internas. Portanto, após a devolutiva dos
resultados para todos os segmentos envolvidos, os indicadores são analisados
e, assim, é elaborado um diagnóstico do curso.

Público
152

Com base no Avaliar, principal instrumento de coleta dos dados, e


também a partir dos demais insumos complementares – Ouvidoria, Canal
Conecta, acompanhamento do PDI, entre outros –, a coordenação do curso
realiza análise quantitativa dos resultados. A coordenação de curso inicia a
elaboração do plano de melhorias a partir da análise dos resultados da
autoavaliação referentes ao curso. Identificadas as oportunidades de melhoria,
elenca-se a hierarquia, com a definição das prioridades. Após esse alinhamento
interno, ocorrem reuniões entre coordenação de curso, NDE, docentes, direção
e outros setores que possam colaborar com a implementação das ações
saneadoras. Delimitam-se os responsáveis pelas ações, estabelecendo-se
objetivos, as estratégias, a divisão de tarefas e os prazos.

4.5 Corpo docente: titulação

O corpo docente do curso tem como um de seus objetivos o conhecimento


e a análise dos componentes curriculares, articulando teoria e prática,
demonstrando a relevância deles para a vida profissional do futuro egresso e
que também proporcionem uma vivência acadêmica diferenciada para o aluno.
Tendo em vista o propósito e os valores da IES, que remetem para o
objetivo de transformar o futuro das pessoas, o curso é organizado, e suas
matrizes curriculares são configuradas para promover a relação entre as teorias
essenciais e a prática profissional, a fim de formar os egressos com as
competências necessárias para atenderem às demandas da sociedade e do
mercado de trabalho.
A análise e a construção de conteúdos curriculares contam com o apoio
do corpo docente da IES, que fornece insumos à equipe multidisciplinar, atuando
de modo colaborativo, objetivando oferecer conteúdos que proporcionem o
desenvolvimento do raciocínio crítico no aluno, realizando seu relacionamento
com a bibliografia e referências atualizadas na área com a sua indicação em
cada unidade curricular, colaborando com o Núcleo Docente Estruturante no
desenvolvimento e na melhoria constante do curso.
Por meio do desenvolvimento dos conteúdos e do uso da metodologia
adotada pela IES, o corpo docente proporciona ao aluno a busca e o acesso à

Público
153

pesquisa de ponta, seja por meio dos materiais complementares em sala de aula,
pela indicação bibliográfica, por meio da resolução de situações-problema, da
investigação acadêmica e outras atividades, como extensão, objetivando sempre
articular esses conteúdos de modo a atender aos objetivos da disciplina,
possibilitando o desenvolvimento de competências que são necessárias ao
futuro egresso.
Além disso, a IES busca promover capacitações permanentes do
professor, através de oficinas para troca de experiências, palestras, seminários,
cursos e da reflexão da própria prática e do perfil desejado para o docente. Cabe
destacar que o ingresso na carreira docente é feito por meio de processo de
seleção, mediante comprovação de títulos e banca examinadora, tendo por base
as normas fixadas pelo Conselho Superior e o perfil profissional desejável para
a execução do modelo acadêmico.
Segue a relação de docentes:
Quadro 5. Composição dos docentes do curso de Arquitetura e Urbanismo.

Nome do Docente Titulação


Cristiano Nardes Pause Mestrado
Cristina Piccolo Mestrado
Daniel de Oliveira Especialização
Danilo Medeiros Gazzotti Doutorado
Gilberto de Sousa Bruno Mestrado
Jessica Maria Monteiro Especialização
Juliana Terezinha Sasso Paludo Mestrado
Luana Dourado Doutorado
Laura Caroline Rodrigues Vieira Mestrado
Nathalia Oliveira Especialização

4.6 Regime de trabalho do corpo docente do curso

O regime de trabalho do corpo docente proporciona o atendimento integral


e pleno da demanda existente, considerando a dedicação à docência, o
atendimento aos discentes, a participação no colegiado, o planejamento didático
e a preparação e correção das avaliações de aprendizagem, conforme
documentação disponível.

Público
154

O corpo docente realiza, entre suas atividades, a realização de


atendimentos aos discentes, no caso de professores em regime de tempo
integral, como também atividades relacionadas à extensão, monitoria, visitas
orientadas, entre outras. O corpo docente também tem como atribuição a nobre
função da docência, contemplando todas as atividades de sala de aula,
elaboração de material didático complementar, planejamento didático-
pedagógico do curso, elaboração e correção de avaliações, entre outras.
Conforme prevê o Regimento da IES, os docentes do curso podem
compor o colegiado do curso, órgão deliberativo em matéria de natureza
acadêmica, administrativa e disciplinar, bem como podem ser indicados para
atuarem como representantes no Conselho Superior da instituição, órgão
máximo de natureza normativa, consultiva e deliberativa em matéria de políticas
e procedimentos, administrativa, disciplinar e de natureza didático-científica da
IES.
Os docentes do curso também podem compor o Núcleo Docente
Estruturante, órgão consultivo e deliberativo do curso, constituído de um grupo
de docentes, com atribuições acadêmicas de acompanhamento, consolidação e
contínua atualização do Projeto Pedagógico do Curso (PPC).
A atividade docente pode ser acompanhada de diversas formas, entre
elas: através do plano de ensino, do desenvolvimento das pré e pós-aulas, dos
resultados do AVALIAR e de informações da ouvidoria. Todas essas atividades
são registradas documentalmente e de modo sistematizado, e estão presentes
nas pastas individuais de cada docente, sendo utilizadas no planejamento e na
gestão acadêmica e de curso, transformando-se também em um mecanismo
para propositura de melhorias de modo contínuo.
No início de cada semestre, ocorre a Semana Pedagógica, reunindo corpo
docente, coordenação e direção, e na qual são disponibilizados programas que
visam oferecer todas as informações necessárias, desde questões pedagógicas
até institucionais, além de uma visão sistêmica da área acadêmica da IES para
todos os atores que estão envolvidos diretamente com o modelo de ensino-
aprendizagem. Nesta semana, coordenadores e docentes constroem o
planejamento estratégico do curso para o semestre vigente.

Público
155

4.7 Experiência profissional do docente

A IES possui um corpo docente qualificado, com profissionais que reúnem


tanto a experiência acadêmica como a profissional. Eles atuam em diferentes
cenários profissionais, como demonstrado no Relatório de Estudo Quadro
Docente, apresentando experiência no mundo do trabalho, as quais contribuem
para propiciar aos discentes exemplos contextualizados com relação a
problemas práticos, relacionando-os com a aplicação das teorias ministradas.
O modelo acadêmico proposto considera que a sala de aula é um espaço
de aprendizado dialógico, baseando-se em situações da realidade profissional e
situações-problema que instiguem a reflexão-ação. Assim, o professor tem o
papel de mediar o processo de ensino-aprendizagem, e o aluno passa a ser
responsável pelo ato de aprender e de construir a trajetória de sua
aprendizagem, em contraposição ao ensino tradicional, no qual o professor
transmite uma gama de conteúdos e o aluno os absorve passivamente.
Dessa forma, os professores buscam atualizar-se com relação à teoria-
prática, trazendo os conteúdos necessários para a resolução dos
questionamentos apresentados na situação-problema e buscando conduzir os
discentes a novos contextos, relacionando-os às experiências da prática
profissional.
Para auxiliar o trabalho docente, a IES conta com a Biblioteca Virtual,
espaço que facilita o acesso à informação científica e cultural, além de levar
comodidade aos alunos e eliminar barreiras de espaço e tempo. É referencial de
pesquisa nas diversas áreas do conhecimento, já que promove a difusão
intelectual e periodicamente atualizada.
Além disso, a IES busca promover capacitações permanente do
professor, através de oficinas para troca de experiências, palestras, seminários,
cursos e da reflexão da própria prática e do perfil desejado para o docente. Cabe
destacar que o ingresso na carreira docente é feito por meio de processo de
seleção, mediante comprovação de títulos e banca examinadora, tendo por base
as normas fixadas pelo Conselho Superior da IES e o perfil profissional desejável
para a execução do modelo acadêmico.

Público
156

4.8 Experiência no exercício da docência superior

O corpo docente possui experiência na docência superior para oportunizar


ações que possibilitem identificar as dificuldades dos discentes; apresentar o
conteúdo em linguagem aderente às características da turma e exemplos
contextualizados com os conteúdos dos componentes curriculares; e elaborar
atividades específicas para a promoção da aprendizagem de alunos com
dificuldades e avaliações diagnósticas, formativas e somativas, fazendo uso dos
resultados para redefinição de sua prática docente no período.
A experiência do corpo docente reflete-se, ainda, nas ações realizadas
junto às atividades docentes, inerentes ao seu desempenho como mediador no
processo de ensino-aprendizagem, compreendendo o desenvolvimento de
ações e atividades que possibilitam a identificação das dificuldades dos alunos,
seja por atividades pedagógicas e metodológicas empregadas na sala de aula,
seja por mecanismos inovadores presentes nas TICs.
Os docentes ainda realizam atividades que proporcionam a aprendizagem
junto aos alunos por meio das avaliações formativas e somativas, contribuindo
para o desenvolvendo das competências necessárias e presentes no perfil
profissional do futuro egresso. Essas ações auxiliam o docente a refletir sobre
sua prática, indicando necessidades de redefinição ou difusão de boas práticas
e ações pedagógicas junto ao corpo docente do curso, durante as reuniões de
colegiado.
Em sintonia com os conceitos acadêmicos adotados, o curso incentiva
seus docentes a buscarem estratégias de ensino-aprendizagem por meio de
metodologias ativas que desenvolvam competências e habilidades necessárias
ao egresso que se quer formar, como possibilidade de desenvolvimento do
pensamento, da autoanálise e da autoaprendizagem, essenciais à
empregabilidade.
Por meio de situações propostas, didaticamente concebidas e
organizadas para promover aprendizagens significativas e funcionais, o alvo
constitui-se na geração das competências profissionais gerais e técnicas. Dessa
forma, o modelo acadêmico proposto considera que a sala de aula é um espaço

Público
157

de aprendizado dialógico, baseando-se em situações da realidade profissional e


situações-problema que instiguem reflexão e ação.
Assim, o docente utiliza da metodologia e de ferramentas metodológicas
que permitam a exposição e apresentação do conteúdo com o uso de linguagem
condizente ao alunado, fomentando a apresentação da realidade profissional
ante seu contexto locorregional por meio da resolução de situações-problema
alinhadas aos conteúdos presentes nas diversas disciplinas do curso.
Entre as competências elencadas pela IES, a liderança se destaca, uma
vez que o docente é o mediador do processo de ensino-aprendizagem,
desempenhando também o papel de incentivador junto às conquistas dos
alunos.
Com o propósito de atualização e desenvolvimento profissional, ao se
dedicar à produção acadêmico-científica, o corpo docente poderá ser
reconhecido e recompensado com promoções internas, observando sua
titulação, produção e desenvolvimento de atividades acadêmicas junto à IES.

4.9 Atuação do colegiado de curso

O colegiado do curso possui atuação e está regulamentado e


institucionalizado, conforme Regimento, considerando a representatividade dos
segmentos, a periodicidade das reuniões, o fluxo de encaminhamento de
decisões, os registros, o acompanhamento e a execução de processos e as
decisões e realização de avaliação periódica do desempenho e ajuste de
práticas de gestão.

Representatividade dos segmentos

De acordo com o Regimento da Instituição, o colegiado de curso, órgão


deliberativo em matéria de natureza acadêmica, administrativa e disciplinar, é
constituído:
 Pelo coordenador de curso.
 Por 3 (três) representantes dos professores.

Público
158

 Por 1(um) representante dos alunos, indicado por seu órgão


representativo, que esteja regularmente matriculado no curso e que não
tenha sido reprovado em nenhuma disciplina dentre as já cursadas.

Periodicidade das reuniões

As reuniões do colegiado do curso são realizadas, ordinariamente, uma


vez por semestre. Reuniões extraordinárias podem ocorrer segundo normas do
Regimento Interno.

Registro e encaminhamento das decisões

Nas reuniões do colegiado do curso, são produzidas as atas que, após


lidas e acordadas, são assinadas e arquivadas para fins de registro documental
da coordenação do curso. Após a realização das reuniões, com a discussão e
aprovação dos pontos de pauta, os encaminhamentos são feitos pelo
coordenador de curso após o término de cada reunião.
E, de acordo com o Regimento Interno da Instituição, compete ao
colegiado de curso:
 Apresentar propostas relacionadas ao Projeto Pedagógico do Curso e
acompanhar sua execução.
 Coordenar os programas de ensino e as experiências pedagógicas.
 Propor alterações na regulamentação da verificação do rendimento
escolar, do trancamento de matrícula, da reopção de curso, da
transferência e da obtenção de novo título, para decisão do Conselho
Superior.
 Acompanhar a execução do regime didático e o cumprimento de
programas aprovados.
 Emitir resoluções, normas complementares e ordens de serviço, dentro
de sua esfera de competência.
 Propor práticas de diversificação e flexibilização curricular, ouvindo o
NDE, quando couber, e estabelecer parâmetros para a consolidação da
aprendizagem por todos os alunos do curso, inclusive aqueles com

Público
159

deficiência fisiológica ou psicológica, transtornos globais de


desenvolvimento e altas habilidades/superdotação.
 Analisar e aprovar, em primeira instância, alterações no Projeto
Pedagógico do Curso, propostas pelo NDE, quando couber, e encaminhar
o PPC para aprovação do Conselho Superior.
 Propor e implementar a autoavaliação no âmbito do curso em
complemento à avaliação institucional.
 Deliberar sobre proposta do coordenador do curso para desligamento de
discente da Faculdade, motivado por ato de indisciplina, contrário à lei ou
que apresente risco à integridade física ou moral dos discentes,
professores e empregados da Faculdade.
 Aprovar o plano acadêmico da Empresa Júnior, quando houver.
 Exercer outras funções na sua esfera de competência, de acordo com o
Regimento Interno.

Quadro 6. Composição do Colegiado do curso de Arquitetura e Urbanismo,


ano de 2022.
Nome Representação
Jessica Maria Monteiro Coordenador do curso
Nathalia Oliveira Docente
Juliana Terezinha Sasso Paludo Docente
Daniel Oliveira Docente
Camila Pimentel Discente
Realização de avaliação periódica

Com base no Avaliar, principal instrumento de coleta dos dados, e


também a partir dos demais insumos complementares, como Ouvidoria, a
coordenação do curso realiza análise quantitativa dos resultados de modo
periódico. A coordenação inicia a elaboração do documento de melhorias a partir
da análise dos resultados da autoavaliação referentes ao curso, sinalizando os
indicadores atrelados ao colegiado. Identificadas as oportunidades de melhoria,
elenca-se o modo de implementação, observando também as ações de gestão.
Após esse alinhamento, ocorrem reuniões entre coordenação de curso, NDE,
docentes, direção e outros setores que possam colaborar com a implementação

Público
160

dos ajustes necessários, bem como com a divulgação das mudanças que foram
implementadas.

4.10 Tutores

4.10.1 Experiência no exercício da tutoria na educação a distância

A experiência do corpo tutorial permite fornecer suporte às atividades dos


docentes, realizar mediação pedagógica junto aos discentes e demonstrar
inequívoca qualidade no relacionamento com os estudantes, incrementando
processos de ensino-aprendizagem. Todos os tutores são constantemente
capacitados para desenvolverem suas habilidades de mediação no Ambiente
Virtual de Aprendizagem (AVA), bem como aprimorar os processos de
comunicação com os alunos. Além disso, eles dispõem de recursos que
possibilitam o fomento a atividades complementares aos alunos, bem como
leituras que contribuam para o processo formativo destes e enriqueçam o
material disponibilizado nas disciplinas.

4.10.2 Titulação e formação do corpo de tutores do curso

O corpo de tutores possui formação em nível superior na área da


disciplina, com titulação em pós-graduação lato sensu nas diversas áreas do
saber. O vínculo às disciplinas dar-se-á através da aderência da área de
formação do aluno em relação à área de formação do tutor. Nos semestres
iniciais, nas disciplinas de formação geral, os tutores possuem formação com
aderência nas áreas das disciplinas, de acordo com os conteúdos previstos para
elas. Nas disciplinas intermediárias e profissionalizantes, os tutores possuem
formação específica, de acordo com o curso.

4.10.3 Experiência do corpo de tutores em educação a distância

O advento de novas modalidades de ensino a partir de ferramentas


digitais trouxe consigo alguns desafios. Um deles é disponibilidade, no mercado

Público
161

de trabalho, de tutores com experiência em educação a distância, contudo,


buscamos suprir essa carência oferecendo capacitações e treinamentos. As
capacitações, portanto, têm como objetivo oferecer aos tutores a experiência e
oportunidade de conhecerem plenamente o Ambiente Virtual de Aprendizagem
(AVA) e desenvolverem as habilidades necessárias para atuar nessa plataforma
de aprendizagem. Desse modo, tornam-se melhor preparados para atuar de
maneira efetiva no processo de ensino-aprendizagem dos alunos.
Importante destacar que coordenador e tutores do curso possuem acesso
a relatórios do sistema acadêmico para acompanhamento do desempenho dos
alunos e das turmas, através dos quais é possível identificar dificuldades e, com
isso, planejar melhorias para o desempenho da tutoria. Além disso, a IES conta
com o Atendimento Educacional Especializado (AEE), ofertado ao público-alvo
da educação especial, orientado pelo Núcleo de Educação Especial Inclusiva
(NuEEI), o qual, entre outras ações, assessora as IES quanto à necessidade de
eliminação de barreiras que interferem nos diferentes espectros de
acessibilidade e elabora o Plano de Atendimento Educacional Especializado,
com base nas necessidades acadêmicas dos estudantes.

4.10.4 Interação entre tutores, docentes e coordenadores de curso a distância

Há a interação entre tutores, docentes e coordenadores de curso,


estabelecendo a conexão por meio da mensageria disponibilizada no Ambiente
Virtual de Aprendizagem, pois são parceiros nessa construção do conhecimento.
O papel de todos os atores é muito importante, pois eles têm a tarefa de dialogar
diretamente com os estudantes, compartilhando ideias e conhecimentos,
levando a reflexões em torno do conteúdo proposto.
Cada uma das disciplinas na modalidade a distância possui um professor
definido, responsável por coordenar a respectiva equipe de tutores e
acompanhar o processo de aprendizagem dos alunos. A interação entre os
atores é fundamental para que o processo de ensino-aprendizagem seja efetivo.
Nesse contexto, o tutor – seja ele presencial ou a distância – estabelece
a conexão entre aluno e professor, estando diretamente em contato com ambos,
uma vez que todos são parceiros na construção do conhecimento. Ele precisa

Público
162

estar próximo dos professores, para que consiga trocar saberes e auxiliar nesse
processo. Com um importante papel, tem a tarefa de dialogar diretamente com
os estudantes e professores, compartilhando ideias e conhecimentos, levando a
reflexões em torno do conteúdo proposto. É importante que o tutor passe suas
percepções e experiências aos professores para que eles, constantemente,
possam sugerir alterar, modificar ou enfatizar algo. Os tutores a distância devem
utilizar plenamente os recursos tecnológicos, a fim de manter aquecida a
interação.
O processo de tutoria é avaliado no programa de avaliação institucional
pelos alunos, e os tutores também participam de uma avaliação de desempenho
anualmente, de modo a identificar qualidades e fragilidades, possibilitando
direcionar o tutor na definição de seu plano de melhorias e do planejamento de
atividades futuras, de modo a articular e apresentar ações corretivas, quando
necessárias, e de melhoria e aperfeiçoamento das atividades de tutoria.

4.11 Produção científica, cultural, artística ou tecnológica

A instituição oportuniza meios para as publicações científicas de docentes


e discentes através de Periódicos Científicos, do Encontro de Atividades
Científicas e do Repositório Institucional, todos de acesso livre.
O Portal de Periódicos Científicos (<[Link] é
um veículo acessível aos docentes e discentes da instituição, o qual disponibiliza
revistas editadas em várias áreas do conhecimento, cada uma com ISSN próprio,
indexação em Bases de Dados Nacionais e Internacionais e todas com indicador
Qualis/CAPES.
O Encontro de Atividades Científicas (<[Link] é um
evento em formato virtual, no qual docentes e alunos podem inscrever-se para
apresentação de trabalhos, palestras e minicursos. Todos os trabalhos
aprovados e apresentados no evento são publicados em anais.
O repositório institucional Banco de Produção Acadêmica e Intelectual
(<[Link] é um espaço para publicação e consulta
da produção intelectual de docentes e alunos em formato digital.

Público
163

5 INFRAESTRUTURA

A IES possui uma área destinada às instalações administrativas, as quais


são compostas por diversos ambientes, conforme especificam as informações:
A Faculdade de Rondonópolis possui uma área de 390 m², destinada às
instalações administrativas, as quais são compostas por diversos ambientes,
conforme especifica o quadro 7.

Quadro 7. Infraestrutura da IES.

DEPENDÊNCIA LOCALIZAÇÃO DIMENSÕES (M²) CAPACIDADE

SICP/SAA Bloco A 50,45 m² 40

Diretoria Bloco A 29,15 m² 08

Recepção Bloco A 20m² 10

Almoxarifado TERREO 45m² 0

Arquivo TÉRREO 56,30m² 0


Sala de Reunião
Bloco A 164,35m² 140
Acadêmica
Coord. Operacional Bloco A 24,75m² 02

Total - 390m² 204

Todos os ambientes da IES seguem as premissas previstas na Política de


Gestão Patrimonial e no Plano de Avaliação Periódica dos Espaços. Os serviços
de limpeza e jardinagem são terceirizados e contam com o acompanhamento da
equipe gestora da IES.

5.1 Espaço de trabalho para professores em tempo integral (TI)

Os espaços de trabalho para professores em tempo integral buscam


atender com qualidade aos seguintes aspectos: disponibilidade de recursos de
tecnologias da informação e comunicação em função do número de professores;
privacidade para o uso destes recursos; atendimento aos alunos; guarda de
material e equipamento pessoal; dimensão; limpeza; e segurança.

Público
164

Nesses ambientes, são disponibilizados recursos tecnológicos, para os


professores em regime de tempo integral, como computadores, com o uso de
login específico para acesso aos sistemas e à rede da IES e disponibilizada rede
Wi-Fi para aqueles que trazem seus computadores.
Este espaço também conta com mobiliário com fechaduras ou trancas,
que permitem a guarda de material didático, livros e demais equipamentos
pessoais que o professor deseje utilizar em suas aulas e orientações.
O espaço foi construído de modo a atender a um dimensionamento que
permita o trabalho docente, como também de outras atividades pedagógicas,
como orientações e atendimentos de alunos, contando com acessibilidade
arquitetônica, segurança e privacidade.
A manutenção do espaço é realizada por uma equipe de limpeza,
objetivando a conservação e manutenção diária do espaço na IES.

5.2 Espaço de trabalho para coordenação do curso e para serviços


acadêmicos

O espaço destinado às atividades de coordenação promove a integração


e a convivência entre todos os professores e coordenadores e servir de ponto de
atendimento aos alunos que necessitam de algum contato com coordenadores.
Cada coordenador possui um espaço individual, contando com
computador, arquivos, Internet e telefone. São disponibilizadas senhas para
acesso a todos os sistemas.
As instalações destinadas ao coordenador possibilitam o atendimento
privativo individualizado e também de pequenos grupos de alunos, observando
normas de acessibilidade arquitetônicas.

A sala do coordenador possibilita o atendimento privativo individualizado,


como também de grupos de alunos, observando normas de acessibilidade
arquitetônicas. Para o atendimento de alunos, foi desenvolvido um sistema
eletrônico de agendamento junto ao coordenador de curso, observando sua
disponibilidade em conformidade com a carga horária disponibilizada para a
gestão, que deverá atender o aluno ou grupo, registrando a demanda

Público
165

apresentada e a orientação fornecida, de modo a anotar as solicitações e


identificar possíveis dificuldades ou necessidades de melhorias de processos
burocráticos, de gestão e acadêmicos.

O agendamento eletrônico consiste em uma tecnologia diferenciada, a


qual otimiza o trabalho de coordenador em suas atribuições de gestão e
acadêmicas, permitindo maior atuação junto aos alunos e professores.

A limpeza geral é realizada diariamente por empresa terceirizada.

A iluminação com lâmpadas LED e extintores de incêndio


estrategicamente posicionados.

Possui ar-condicionado e ventilação natural, o ambiente é de fácil acesso.

A unidade possui a coordenação operacional com equipe própria para


conservação da estrutura, equipamentos e mobiliário.

5.3 Sala dos professores


A convivência e cooperação são condições importantes no cotidiano dos
professores de todos os cursos, as quais, na medida em que se busca a melhoria
da qualidade interpessoal e intrapessoal, podem desenvolver e aperfeiçoar
competências na perspectiva de viver juntos e, a partir da troca de experiências,
terem um desempenho melhor no processo de ensino-aprendizagem.
Neste processo, o que se pretende com o Apoio Acadêmico é resgatar e
valorizar atitudes e comportamentos mais humanos e cooperativos, para que
surjam inovações e atividades de aprendizagem conjuntas entre os professores
dos diversos cursos.
A sala coletiva proporciona, ainda, o descanso aos professores entre os
períodos de aula e de outras atividades, como também atividades de lazer e de
integração, pois conta com espaços, que incentivam as conversas e trocas de
ideias.
Nesses ambientes, são disponibilizados recursos tecnológicos para os
professores em regime de tempo integral, sendo ainda disponibilizada rede Wi-

Público
166

Fi para aqueles que trazem seus computadores portáteis e computadores de


mesa com o uso de login específico para acesso aos sistemas e à rede da IES.
Este espaço também conta com mobiliário com fechaduras ou trancas,
que permitem a guarda de material didático, livros e demais equipamentos
pessoais que o professor deseje utilizar em suas aulas e orientações.
O espaço foi construído de modo a atender a um dimensionamento que
permita o trabalho docente, como também de outras atividades pedagógicas,
como orientações e atendimentos de alunos, contando com acessibilidade
arquitetônica, segurança e privacidade. O Quadro 2 mostra a área dessa sala.

Quadro 8. Infraestrutura da sala dos professores e dos professores em TI.


DEPENDÊNCIA LOCALIZAÇÃO DIMENSÕES (m²) CAPACIDADE

Sala dos Professores Bloco A 48,65 40

Sala Tempo Integral Bloco C 40 12

Total - 88,65 52

A limpeza geral é realizada diariamente por empresa terceirizada.


A iluminação com lâmpadas LED e extintores de incêndio
estrategicamente posicionados.
Possui ar-condicionado e ventilação natural, o ambiente é de fácil acesso.
A unidade possui a coordenação operacional com equipe própria para
conservação da estrutura, equipamentos e mobiliário.

5.4 Salas de aula


As salas de aula possuem uma estrutura adequada e confortável para o
acolhimento dos alunos ingressantes, permitindo a acomodação de seus alunos.

Quadro 9. Local, capacidade e metragem das salas de aula da IES Faculdade


de Rondonópolis.
Bloco Sala Andar Capacidade Metragem
B 1 1º 64 64,40
B 2 1º 120 108,00
B 3 1º 100 85,50
C 1 1º 120 123,67

Público
167

C 2 1º 90 104,68
C 3 2º 90 81,35
C 4 2º 90 81,35
C 5 2º 90 81,35
C 6 2º 90 81,35
C 7 2º 120 124,50
C 8 2º 120 124,50
D 1 1º 90 81,00
D 2 1º 90 81,00
D 3 1º 120 126,16
D 4 1º 90 81,00
D 5 1º 90 81,00
E 1 2º 90 81,00
E 10 3º 90 81,00
E 11 3º 90 81,00
E 2 2º 90 81,00
E 3 2º 90 81,00
E 4 2º 90 81,00
E 5 2º 90 81,00
E 6 3º 90 81,00
E 7 3º 90 81,00
E 8 3º 90 81,00
E 9 3º 90 81,00
F 11 2º 61 60,60
F 12 2º 61 60,60
F 13 2º 61 60,60
F 14 2º 61 60,60
F 15 3º 61 60,60
F 16 3º 61 60,60
F 17 3º 61 60,60
F 19 3º 61 60,60
F 20 3º 61 60,60
F 21 3º 61 60,60
F 22 3º 61 60,60
F 4 1º 61 60,60
F 5 1º 61 60,60
F 6 1º 61 60,60

Público
168

F 7 2º 61 60,60
F 8 2º 61 60,60
F 9 2º 61 60,60
G 10 2º 84 79,00
G 11 2º 84 79,00
G 12 2º 84 79,00
G 13 2º 84 79,00
G 14 2º 84 79,00
G 15 3º 70 60,00
G 16 3º 70 84,00
G 17 3º 70 84,00
G 18 3º 70 84,00
G 19 3º 70 84,00
G 20 3º 70 84,00
G 21 3º 70 84,00
G 8 2º 84 85,00

A Faculdade de Rondonópolis possui uma área de 5.271 m² destinada às


salas de aula, totalizando 68 salas.
As salas de aula estão equipadas com ar-condicionado, para um maior
conforto. Elas são limpas diariamente e estão preparadas para atender aos
requisitos de acessibilidade plena. Contam, ainda, com quadro negro/branco,
computador de mesa, monitor, teclado, mouse, projetor multimídia (Datashow) e
cadeiras, de modo a apresentar e oferecer recursos de tecnologia da informação
e comunicação e conforto aos alunos, estimulando a familiarização cotidiana
com a inovação, a tecnologia e as ações didático-pedagógicas estimulantes e
atuais, permitindo que os alunos sejam os agentes principais no processo de
ensino-aprendizagem, desenvolvendo competências e atitudes almejadas no
futuro profissional.
As salas de aula possuem configurações espaciais distintas que permitem
ao curso o uso de modo flexível, possibilitando rápidas e simples ações, as quais
proporcionar alterações no uso da sala de aula, seja por meio de trabalhos em
grupo, trabalhos com metodologias diferenciadas, uso de recursos tecnológicos
compartilhados e em constante movimentação, entre outros.

Público
169

Também estão disponíveis para utilização em sala de aula: televisão com


DVD e videocassete e telão, os quais podem ser solicitados previamente pelos
docentes.
A manutenção das salas de aula segue a política de manutenção, sendo
realizada diariamente por uma equipe técnica contratada. E a Tabela 4 mostra a
relação das salas com sua localização, dimensões e capacidade.

Quadro 10. Especificações das salas.


Sala Localização Dimensões (m²) Capacidade
Sala 01 B1 85 90
Sala 02 B2 108 120
Sala 03 B3 85,5 100
Sala 04 C1 123,67 90
Sala 05 C2 104,68 90
Sala 06 C3 81,35 90
Sala 07 C4 81,35 90
Sala 08 C5 81,35 90
Sala 09 C6 81,35 90
Sala 10 C7 124,5 120
Sala 11 C8 124,5 120
Sala 12 D1 81 90
Sala 13 D2 81 90
Sala 14 D3 126,16 120
Sala 15 D4 81 90
Sala 16 D5 81 90
Sala 17 E01 81 90
Sala 18 E02 81 90
Sala 19 E03 81 90
Sala 20 E04 81 90
Sala 21 E05 81 90
Sala 22 E06 81 90
Sala 23 E07 81 90
Sala 24 E08 81 90
Sala 25 E09 81 90
Sala 26 E10 81 90
Sala 27 E11 81 90

Público
170

Sala 28 F3 60,6 76
Sala 29 F4 60,6 76
Sala 30 F5 60,6 76
Sala 31 F6 60,6 76
Sala 32 F7 60,6 76
Sala 33 F8 60,6 76
Sala 34 F9 60,6 76
Sala 35 F10 60,6 76
Sala 36 F11 60,6 76
Sala 37 F12 60,6 76
Sala 38 F13 60,6 76
Sala 39 F14 60,6 76
Sala 40 F15 60,6 76
Sala 41 F16 60,6 72
Sala 42 F17 60,6 76
Sala 43 F18 60,6 72
Sala 44 F19 60,6 76
Sala 45 F20 60,6 72
Sala 46 F21 60,6 76
Sala 47 F22 60,6 72
Sala 48 G1 85 84
Sala 49 G2 94 84
Sala 50 G3 79 84
Sala 51 G4 79 84
Sala 52 G5 79 84
Sala 53 G6 79 84
Sala 54 G7 79 84
Sala 55 G8 85 84
Sala 56 G9 94 84
Sala 57 G10 79 84
Sala 58 G11 79 84
Sala 59 G12 79 84
Sala 60 G13 79 84
Sala 61 G14 79 84
Sala 62 G15 85 70
Sala 63 G16 94 84
Sala 64 G17 79 84

Público
171

Sala 65 G18 79 84
Sala 66 G19 79 84
Sala 67 G20 79 84
Sala 68 G21 79 84
Total 68 salas 5271,41 5754

5.5 Acesso dos alunos a equipamentos de informática

A Faculdade de Rondonópolis possui laboratórios de informática, com


computadores de mesa, scanner e softwares, atendendo plenamente ao número
total de usuários, possuindo velocidade de internet via banda larga de, contando
com Wi-Fi nas salas de aula, refrigeração com ar-condicionado, conforto,
limpeza e conservação dos espaços físicos e equipamentos.
A atualização de equipamentos e softwares é feita através de trabalho
conjunto entre diretoria, coordenadores e professores da unidade, visando
ofertar novas tecnologias e equipamentos modernos aos seus discentes. Este
trabalho é realizado no início de cada semestre, obedecendo à Política de
Atualização de Equipamentos e Softwares.
Há total adequação do espaço físico com condições de acessibilidade nos
moldes elencados no item 3.2, eliminando as barreiras arquitetônicas,
metodológicas, atitudinais, de comunicação e digital.
A qualidade dos laboratórios de informática é item a ser mensurado pelos
alunos, anualmente, na avaliação institucional, objetivando oferecer sempre uma
boa infraestrutura e acesso a equipamentos de informática de qualidade,
adequados e propícios para o desenvolvimento de atividades relacionadas ao
processo de ensino-aprendizagem e à futura profissão.
A política de atualização de equipamentos e softwares segue o que está
previsto na Política de Gestão de Laboratórios.
Os laboratórios de informática contam com as seguintes estruturas:
O espaço físico compreende 8 laboratórios, com capacidade para 228
alunos, totalizando 588,33 m², atendendo plenamente o número total de
usuários, possuindo velocidade de internet via banda larga, contando com Wi-Fi

Público
172

nas salas de aula, refrigeração com ar-condicionado, conforto, limpeza e


conservação dos espaços físicos e equipamentos.
A atualização de equipamentos e softwares é feita através de trabalho
conjunto entre diretoria, coordenadores e professores da unidade, visando
ofertar novas tecnologias e equipamentos modernos aos seus discentes. Este
trabalho é realizado no início de cada semestre, obedecendo à Política de
Atualização de Equipamentos e Softwares.
A total adequação do espaço físico com condições de acessibilidade,
eliminando as barreiras arquitetônicas, metodológicas, atitudinais, de
comunicação e digital.
O laboratório de informática é item apresentado na avaliação institucional,
sendo avaliado pelos alunos anualmente, objetivando oferecer infraestrutura e
acesso a equipamentos de informática de qualidade, sendo estes atuais,
adequados e propícios para o desenvolvimento de atividades relacionadas ao
processo de ensino-aprendizagem e à futura profissão.
O laboratório de informática conta com os seguintes softwares: Sistema
Operacional Windows 7 Profissional 64 bits, Office 2016, McAfee Antivírus ,
Reboot restore, 7-Zip, Acrobat Reader, Fox It, Sisvar, Arena 15 (64 bits), MPLAB
ide, mplab c18 compiler, Software: cisco packet tracer, Autocad 2021, Inventor
2021,Revit 2021, Solidworks 2019, Pthreads, Netbeans ide 8.2, Codeblocks,
Java se develop kit 8u 121, Gimp, Eclipse, Db design, Postgresql, Pgadmin,
Blender, Suite Corel, Adobe Potoshop, Android Studio, Google SketchUp 2021,
Ide Arduino, Fritzing, Logisim, Open Project, Compilador Educativo Verto,
OCTAVE MATLAB, CAGED, Dirf2021, Rais, IRPF2021, PVA_EFD, SPED
Contábil, SPED Contribuições.
A limpeza geral é realizada diariamente por empresa terceirizada.
A iluminação com lâmpadas LED e extintores de incêndio
estrategicamente posicionados.
Possui ar condicionado e ventilação natural, o ambiente é de fácil acesso.
A unidade possui a coordenação operacional com equipe própria para
conservação da estrutura, equipamentos e mobiliário.

Público
173

Quadro 11. Especificações dos laboratórios de informática, Faculdade de


Rondonópolis.

Capacidade de Quantidade de
Instalação Área m²
alunos Equipamentos
24 Computadores
Laboratório de 01 Datashow
55,44 M² 24
Informática I 02 Ar-Condicionado
05 Mesa-Balcão
35 Computadores
Laboratório de 01 Datashow
76,61 M² 35
Informática II 02 Ar-Condicionado
06 Mesa-Balcão
30 Computadores
Laboratório de
76,13 M² 30 01 Ar-Condicionado
Informática III
06 Mesa-Balcão
36 Computadores
Laboratório de 01 Datashow
80,66 M² 36
Informática IV 02 Ar-Condicionado
06 Mesa-Balcão
Laboratório de 18 Computadores
Informática V 106,05 M² 18 03 Ar-Condicionado
(NUPRAJU) 02 Mesa-Balcão
Laboratório de 20 Computadores
Informática VI 34,52 M² 20 01 Ar-Condicionado
(Biblioteca) 02 Mesa- balcão
40 Computadores
Laboratório de 01 Datashow
86,92 M² 40
Informática VII 02 Ar-Condicionado
05 Mesa-Balcão
31 Computadores
Laboratório de 01 Datashow
72 M² 31
Informática VIII 01 Ar-Condicionado
32 MESA-Balcão

Público
174

5.6 Biblioteca

A biblioteca da IES tem como objetivo atender toda comunidade


acadêmica em suas necessidades bibliográficas e informacionais, dando suporte
ao desenvolvimento dos cursos ministrados nas unidades, estimulando o
autodesenvolvimento de seus membros, a pesquisa científica e a informação
através do conhecimento.
Nossa biblioteca busca caminhos inovadores e criativos para apoiar a
aprendizagem tanto na modalidade presencial quanto à distância, e,
principalmente, oferecer aos estudantes de ambas as modalidades,
oportunidades iguais de acesso às fontes de informação.
Com base no novo cenário educacional que se apresenta, a biblioteca
vem buscando novas abordagens e modelos na prestação dos serviços
informacionais e de referência, além da disponibilização de novas ofertas de
produtos.
Pautada pela inovação e pelo propósito de transformar a vida das pessoas
por meio de uma educação de qualidade, a biblioteca possui como missão
“Garantir à comunidade acadêmica acesso de qualidade ao conhecimento,
dando suporte as atividades educacionais e científicas, visando formar cidadãos
críticos com habilidades e conhecimentos necessários para o desenvolvimento
da sociedade”.
Os serviços oferecidos pela biblioteca compreendem:
 Empréstimo domiciliar;
 Consulta local;
 Reserva local e online;
 Renovação local e online;
 Serviço de referência especializado presencial e virtual;
 Serviços específicos ao portador de necessidades especiais;
 Apoio aos alunos quanto à normalização de trabalhos acadêmicos;
 Visita orientada;
 Treinamento para acesso e uso das bases de dados;
 Empréstimo entre Bibliotecas (EEB);

Público
175

 Dicas de leituras, lives e normalização bibliográfica, via Biblioteca


Interativa; e
 Elaboração de ficha catalográfica para Trabalhos de Conclusão de
Curso;
 Repositório de Trabalhos de Conclusão de Curso.

A biblioteca recebe ainda, suporte e apoio do da Biblioteca Corporativa


para possíveis adequações e ampliações de espaço, orientação para as
necessidades de acessibilidade, treinamento para as formas de acesso a novos
produtos e serviços disponíveis na Biblioteca Virtual. Para facilitar e motivar os
alunos no acesso aos e-books, periódicos científicos, jornais e revistas, são
disponibilizados tutoriais e treinamentos com orientações de acesso às bases de
dados, com o objetivo de capacitá-los e, por consequência, realizar a orientação
a alunos e professores.
O horário de funcionamento da biblioteca da IES busca atender toda a
necessidade da comunidade acadêmica, adequando-se à realidade da Unidade.
Assim, ela funciona, de segunda a sexta, das 7:00 às 21:00, fecha para almoço
11:30 às 12:30 e aos sábados, das 8:00 às 12:00.

5.6.1 Acervo

O acervo físico da biblioteca da IES é totalmente automatizado pelo


Sistema Pergamum que contempla os seguintes módulos: circulação, usuários,
catalogação, relatórios e aquisição. Além disso, o catálogo online, está
disponível para consulta cujo acesso se dá pelo site institucional da IES, pelo
site da Biblioteca Virtual, e pelo portal do aluno e dos professores, possibilitando
a recuperação da informação, através de buscas simples e avançadas.
O processo de empréstimo no balcão é realizado mediante apresentação
de carteira de identidade estudantil, ou documento oficial com foto, válido em
território nacional. Também é possível realizar reservas e renovações de
empréstimos no catálogo online mediante login e senha do sistema. O

Público
176

Pergamum possui diversos serviços online, dentre estes, o serviço de alerta que
informa sobre a disponibilidade do material reservado.
O processamento técnico do acervo é feito de acordo com padrões
bibliográficos, adotando as regras de catalogação Anglo-Americano (AACR2) e
o sistema padrão de classificação bibliográfica: Classificação Decimal Dewey
(CDD) ou Classificação Decimal Universal (CDU). O preparo físico dos livros é
feito pela aplicação da identificação patrimonial (número de exemplar) e de
etiquetas contendo o número de chamada na lombada do livro e as informações
de aquisição do produto.
O sistema de circulação é automatizado, permitindo o controle através da
carteira de identidade estudantil, ou documento válido em território nacional.
A atualização do acervo é feita através de um trabalho conjunto entre a
Biblioteca Corporativa, bibliotecários líderes, coordenadores e professores da
unidade, em função das bibliografias adotadas nos Planos de Ensino e
devidamente validadas pelo NDE – Núcleo Docente Estruturante. Este trabalho
é realizado no início de cada semestre, obedecendo o Plano de atualização e
expansão do acervo.
Todas as aquisições da biblioteca estão documentadas por notas fiscais
e/ou termos de doações (originais ou cópias autenticadas disponíveis na
unidade).
São analisados e indicados títulos de abrangência temática, distribuídos
entre as principais áreas do curso. Para isto, o ponto de referência é o Projeto
Pedagógico dos cursos.
Os títulos são adquiridos a partir da implantação do Curso nas unidades
e são renovados periodicamente. Outras indicações podem ser feitas no
decorrer do Curso, mediante necessidade e adequação.

Quadro 12. Acervo geral das bibliotecas


Área do Conhecimento (e-book) Quantidade de Títulos Exemplares

Ciências Exatas e da Terra 137.972 736.542

Ciências da Saúde 76.568 390.471

Ciências Sociais Aplicadas 610.204 2.872.616

Público
177

Ciências Humanas 256.221 592.368

Engenharias 48.393 313.448

Linguística, Letras e Artes 177.229 470.808

Ciências Biológicas 62.479 298.061

Ciências Agrárias 24.517 73.935

Multidisciplinar 1.501 15.935

Outros 1.510 7.763

Total 1.396.594 5.771.947

Fonte: Dados institucionais.

Quadro 13. Acervo geral das bibliotecas


Área do Conhecimento (e-book) Quantidade de Títulos Exemplares

Ciências Exatas e da Terra 137.972 736.542

Ciências da Saúde 76.568 390.471

Ciências Sociais Aplicadas 610.204 2.872.616

Ciências Humanas 256.221 592.368

Engenharias 48.393 313.448

Linguística, Letras e Artes 177.229 470.808

Ciências Biológicas 62.479 298.061

Ciências Agrárias 24.517 73.935

Multidisciplinar 1.501 15.935

Outros 1.510 7.763

Total 1.396.594 5.771.947

Fonte: Dados institucionais.

5.6.2 Bibliografia básica por Unidade Curricular (UC)

O acervo de bibliografias básicas e complementares estão integralmente


informatizados e tombados junto ao patrimônio da IES. Toda a bibliografia
básica, complementar e de periódicos se encontra disponível na Biblioteca
Virtual, por meio de contrato formalizado com diferentes bases de

Público
178

dados/fornecedores, que oferta aos seus usuários acesso simultâneo, de forma


remota, por meio de qualquer dispositivo móvel. A métrica de títulos para a
bibliografia básica e complementar dos cursos, disponível na Biblioteca Virtual,
é de seis títulos cada, sendo três e-books e três periódicos.
A atualização do acervo é feita por meio de um trabalho conjunto entre
bibliotecários regionais, bibliotecários de unidade, coordenadores e professores
da unidade, em função das bibliografias adotadas nos Planos de Ensino e
devidamente validades pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE). Esse trabalho
é realizado no início de cada semestre, obedecendo à Política de Aquisição,
Expansão e Atualização do Acervo Bibliográfico.
Com o objetivo de assegurar e garantir acesso ao conteúdo, a IES conta
com um plano de contingência, desta forma, demonstra sua preocupação e seu
cuidado em garantir aos seus alunos acesso ao conteúdo.
5.6.3 Biblioteca Virtual

A Biblioteca Virtual é um espaço que facilita o acesso à informação


científica e cultural, além de levar comodidade aos alunos e eliminar barreiras de
espaço e tempo. É referencial de pesquisa nas diversas áreas do conhecimento,
já que promove a difusão intelectual. Essa ferramenta é composta por bases de
dados, e-books, periódicos de acesso livre, teses, monografias, artigos e links
de órgãos institucionais, Regulamento, Fale Conosco e, inclusive, orientações
quanto ao acesso às bases de da dose quanto à elaboração de Trabalhos de
Conclusão de Curso com base na Associação Brasileira de Normas Técnicas
(ABNT).
Atualmente, a Biblioteca Virtual da FAR disponibiliza aos seus alunos,
professores e colaboradores de forma geral um total aproximado de16.528títulos
de e-books e periódicos científicos, nas diversas áreas de conhecimento
oferecidas pela instituição, com acesso livre e de forma remota. Desta forma,
auxilia na aprendizagem, permite o acesso simultâneo de vários usuários e
amplia a coleção bibliográfica do acervo de forma significativa e diária.
Destacamos, ainda, que a instituição possui, hoje, na Biblioteca Virtual,
um acervo para suportar toda a bibliografia básica e complementar, ofertando
aos seus usuários acesso simultâneo, de forma remota através de qualquer

Público
179

dispositivo móvel, atendendo a todos os alunos e professores da IES, sejam


alunos do presencial, EAD ou da pós-graduação.
Acrescentamos que a Biblioteca Virtual possui, ainda, conteúdos que os
alunos podem imprimir 100%, caso o desejem, como no caso dos periódicos
científicos, jornais e revistas; e 10% dos conteúdos disponíveis em e-books,
conforme prevê a legislação brasileira. No caso do conteúdo produzido pela
própria IES, os alunos têm acesso a 100% da impressão.
Para o portador de deficiência visual, a Biblioteca Virtual possui o software
Read Speaker, que transforma o texto em áudio e efetua a tradução, se for
necessário.

[Link]. Plano de contingência

A Biblioteca Virtual contempla bases de dados de e-books que oferecem


milhares de títulos para seus usuários. Os e-books fazem parte das bibliografias
básicas e complementares das disciplinas dos cursos e abrangem todas as
áreas do conhecimento.

[Link] E-books

A Biblioteca Virtual contempla bases de dados de e-books que oferecem


milhares de títulos para seus usuários, com conteúdos específicos e
multidisciplinares. Os e-books fazem parte das bibliografias básicas e
complementares das disciplinas dos cursos e abrangem todas as áreas do
conhecimento.

Quadro 14. E-Books.


Área do Conhecimento (e-book) Quantidade de Títulos
Ciências Exatas e da Terra 22.330
Ciências Agrárias 841
Ciências Biológicas 25.680
Ciências da Saúde 17.521
Ciências Humanas 55.624

Público
180

Ciências Sociais Aplicadas 74.504


Engenharias 12.514
Linguística, Letras e Artes 10.244
Outros 1.010
Total 220.268
Fonte: Dados institucionais.

[Link] Periódicos científicos eletrônicos

A Biblioteca Virtual contempla bases de dados de periódicos científicos


que oferecem milhares de títulos para seus usuários, atendendo às suas
necessidades de informação. As bases abrangem todas as áreas do
conhecimento com periódicos avaliados pela comunidade acadêmica.

Quadro 15. Periódicos eletrônicos da base ProQuest.


Quantidade
Área do Conhecimento Quantidade Estrangeira
Nacional
Ciências Exatas e da Terra 3.578 2
Ciências da Saúde 2.370 2
Ciências Sociais Aplicadas 12.877 60
Ciências Humanas 3.120 42
Engenharias 712 -
Linguística, Letras e Artes 3.332 3
Ciências Biológicas 1.072 -
Ciências Agrárias 169 1
Multidisciplinar 66.710 369
Total 93.940 1.478
Fonte: Dados institucionais.

[Link].1 Conteúdo Jurídico

A fim de atender as necessidades da área jurídica, a BV conta com a


assinatura de bases de dados específicas dessa área.

Público
181

Quadro 16. Acervo da área jurídica.


Revista dos Tribunais

Revistas Quantidade

Doutrinas 43.968

Jurisprudência 9.795.344

Súmulas 5.305

Legislação 244.974

Revistas 27

IOB

IOB – Informação Objetiva Quantidade

Legislação 190.581

Procedimento 7.241

Notícias 30.240

GedWeb
TARGET GedWEB – Normas ABNT Quantidade
Normas 505
Fonte: Dados institucionais.

[Link] Academic Video Online

A Biblioteca Virtual contempla plataforma de vídeos em streaming, com


milhares de títulos, cobrindo antropologia, artes, negócios, saúde, história e
mais. Direcionada para a experiência educacional, sua profundidade e
abrangência de tipos de conteúdo (tais como documentários, filmes,
demonstrações etc.) a torna útil para todos os tipos de usuários.

Quadro 17. Academic Vídeo Online.


Quantidade Quantidade
Área do Conhecimento
estrangeira nacional

Ciências Exatas e da Terra 3.578 2

Ciências da Saúde 2.370 2

Público
182

Ciências Sociais Aplicadas 12.877 60

Ciências Humanas 3.120 42

Engenharias 712 -

Linguística, Letras e Artes 3.332 3

Ciências Biológicas 1.072 -

Ciências Agrárias 169 1

Multidisciplinar 66.710 369


TOTAL 93.940 1.478
Fonte: Dados institucionais.

5.7 Laboratórios

Os laboratórios didáticos são espaços destinados ao ensino teórico


prático por meio da realização, de observação, da demonstração de
intervenções, desenvolvimento de habilidades, resolução de situações diversas
em cenários assistenciais simulados e vivências para o trabalho em equipe.

Laboratórios didáticos de formação básica

Consideramos laboratório didático de formação básica aquele que visa


atender, com uma análise sistêmica e global, os aspectos referentes a
quantidade de equipamentos frente ao número total de usuários, acessibilidade,
velocidade de acesso à internet, política de atualização de equipamentos e
softwares e adequação do espaço físico. Nossa instituição faz uso do Laboratório
de Informática para atender esta demanda.
Será concedido, aos alunos, um laboratório de informática com
computadores, com internet de banda larga proporcionando uma velocidade de
navegação suficiente para atender os alunos, contando com projetor e quadro
branco. À medida que a demanda pelo curso e pelas instalações de acesso à
informática forem crescendo serão disponibilizados outros laboratórios de
informática buscando manter no mínimo a proporção de uma (01) máquina para
cada vinte (25) alunos.

Público
183

Todos os laboratórios apresentam regulamentos de normas de utilização,


disponibilizados nos próprios laboratórios para conhecimento de toda a
comunidade acadêmica. Além disso, todos os equipamentos são homologados
e a infraestrutura aprovada, respectivamente pela Gerência e Projetos de
Infraestrutura de TI. A instituição contará também com um corpo de técnicos
responsáveis por fazer a gerência do laboratório, manter e administrar os
servidores, atualizar os softwares e etc.
Será disponibilizado aos alunos wi-fi, pois grande parte da comunidade
acadêmica utiliza de equipamentos pessoais.
Os laboratórios de formação básica do curso de Arquitetura e Urbanismo
são os laboratórios de informática, cuja a infraestrutura consta no quadro 11 e
maqueteria que será melhor detalhado no tópico abaixo.

Laboratórios didáticos de formação específica

Os laboratórios da instituição são implementados para atender a todas as


áreas do conhecimento ofertadas na IES, e orientados pelos cursos de
graduação que estão em funcionamento, com a finalidade de assegurar as
premissas acadêmicas previstas nesse documento e nos respectivos roteiros de
aula prática.
A preocupação da IES centra-se em oferecer os melhores equipamentos,
sempre em sintonia com o mercado e o roteiro das aulas práticas. Os técnicos
de laboratórios são treinados e capacitados a preparar os cenários das aulas
práticas, assegurando que as próximas turmas encontrem os laboratórios em
condições de utilização.
A estrutura física respeita o previsto em relação às normas de
acessibilidade e equipamentos de segurança, para que todos tenham acesso
aos serviços oferecidos sem causar qualquer tipo de dano aos alunos,
professores e colaboradores presentes neste ambiente. Os laboratórios estão
preparados para atender à demanda dos alunos caracterizados como público-
alvo da educação especial, por meio de acessibilidade atitudinal, arquitetônica,
instrumental, metodológica e nas comunicações.

Público
184

Os laboratórios da IES oferecem conforto e conservação periódica,


observando a política de manutenção da instituição, sendo a limpeza realizada
diariamente por uma equipe técnica.
Esses espaços ainda estão equipados com recursos de TICs adequados,
atuais e propícios para a realização de atividades do curso, que promovam o
desenvolvimento de competências necessárias para o futuro profissional.
O escritório corporativo da Kroton, conta com uma equipe de profissionais
especialistas em laboratórios, nas diversas áreas de conhecimento, cujas
atividades principais são apoiar e zelar pela atualização dos equipamentos,
pelos planos de manutenção e pela garantia de entrega de insumos necessários
para o bom andamento das atividades. Para garantir o programa de manutenção
e atualização de equipamentos, os laboratórios são inventariados anualmente.
Essa equipe ainda tem como atividade pesquisar constantemente novos
fornecedores no mercado nacional e internacional, os quais possam contribuir
para manter as práticas alinhadas às tecnologias mais modernas ofertadas em
um país com proporções continentais.
A IES ainda conta com um programa de capacitação para todos os
técnicos de laboratórios, com a finalidade de desenvolver competências
relacionadas às práticas laboratoriais, estimular a pesquisa, garantir a utilização
dos EPIs e a aprendizagem de novos equipamentos e roteiros de aula.
Os laboratórios estão elencados na avaliação institucional, sendo
avaliados pelos alunos anualmente, objetivando oferecer infraestrutura,
equipamentos, serviços e qualidade a estes.
Ademais, são realizadas avaliações semestrais pelo corpo docente,
coordenadores de curso e equipe técnica especializada de apoio para
planejamento acadêmico em relação à qualidade, às demandas, aos serviços
prestados e à quantidade de alunos, para tomada de decisão planejada e
consciente quanto às demandas futuras do curso. Essa avaliação é registrada
em ata de colegiado e em documento específico junto à equipe técnica de apoio.
Os laboratórios didáticos de formação específica, implantados com
respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança, atendem, com
qualidade, em uma análise sistêmica, à quantidade de equipamentos adequada
aos espaços físicos, e aos alunos, vagas autorizadas/pretendidas.

Público
185

A atualização de equipamentos e insumos é feita através de trabalho


conjunto entre diretoria, coordenadores e professores da unidade, visando
ofertar novas tecnologias e equipamentos modernos aos seus discentes. Esse
trabalho é realizado no início de cada semestre, obedecendo à Política e Ações
de Conservação, Manutenção e Atualização de Espaço Físico e Equipamentos.

4.3.1 Salas de Desenho

Figura 12 – Laboratório de Desenho I / Informática VIII

Quadro 18. Sala de desenho I- descrição


Nome Quantidade Área (m²) Ano I Ano II Ano III Ano IV Ano V

Desenho I 01 72,00 X X

Tipo: Básico
Finalidade (disciplinas): Aulas Práticas. Oficinas de Expressão e Representação;
Desenho Arquitetônico; Geometria Descritiva Aplicada à Arquitetura; Atelier de
Projeto de Arquitetura (todos); Urbanismo (todos); Desenho técnico; Projeto
Arquitetônico para Engenharia Civil; Projetos e Detalhes Construtivos de Alvenaria
Estrutural.
Cursos: Engenharia Civil; Engenharia de Produção; Arquitetura e Urbanismo.

Público
186

EQUIPAMENTOS Descrição (nome/ especificações)


Quantidade

31 Pranchetas de Desenho com Computador e régua paralela

MOBILIÁRIO Descrição (nome/ especificações)


Quantidade

1 Mesa para professor

1 Cadeira para professor

02 Ar Condicionado

01 Datashow

01 Computador de mesa para professor

Fonte: Dados Institucionais

Público
187

Desenho II
Figura 13 – Laboratório de Desenho II

Quadro 19. Sala de desenho II- descrição


Nome Quantidade Área (m²) Ano I Ano II Ano III Ano IV Ano V

Desenho II 01 73,50 X X

Tipo: Básico
Finalidade (disciplinas): Aulas Práticas. Oficinas de Expressão e Representação;
Desenho Arquitetônico; Geometria Descritiva Aplicada à Arquitetura; Atelier de
Projeto de Arquitetura (todos); Urbanismo (todos); Desenho técnico; Projeto
Arquitetônico para Engenharia Civil; Projetos e Detalhes Construtivos de Alvenaria
Estrutural.
Cursos: Engenharia Civil; Engenharia de Produção; Arquitetura e Urbanismo.

EQUIPAMENTOS Descrição (nome/ especificações)


Quantidade

35 Pranchetas de Desenho com régua paralela

Público
188

MOBILIÁRIO Descrição (nome/ especificações)


Quantidade

1 Cadeira para professor

1 Mesa para professor

02 Ar Condicionado

01 Datashow

01 Computador de mesa para professor

Fonte: Dados Institucionais

Público
189

Desenho III
Figura 14 – Laboratório de Desenho III

Quadro 20. Sala de desenho III- descrição


Nome Quantidade Área (m²) Ano I Ano II Ano III Ano IV Ano V

Desenho III 01 92,75 X X

Tipo: Básico
Finalidade (disciplinas): Aulas Práticas. Oficinas de Expressão e Representação;
Desenho Arquitetônico; Geometria Descritiva Aplicada à Arquitetura; Atelier de
Projeto de Arquitetura (todos); Urbanismo (todos); Desenho técnico; Projeto
Arquitetônico para Engenharia Civil; Projetos e Detalhes Construtivos de Alvenaria
Estrutural.

Cursos: Engenharia Civil; Engenharia de Produção; Arquitetura e Urbanismo.

EQUIPAMENTOS Descrição (nome/ especificações)


Quantidade

41 Pranchetas de Desenho com régua paralela

Público
190

MOBILIÁRIO Descrição (nome/ especificações)


Quantidade

1 Cadeira para professor

1 Mesa para Professor

02 Ar Condicionado

01 Datashow

01 Computador de mesa para professor

Fonte: Dados Institucionais

Público
191

Laboratório de Informática III


Figura 15 – Laboratório de Informática III

Quadro 21. Sala de Informática III- descrição


Nome Quantidade Área (m²) Ano I Ano II Ano III Ano IV Ano V

Laboratório III 01 76,13

Tipo: Básico
Finalidade (disciplinas): Aulas Práticas. Informática Aplicada à Arquitetura e
Urbanismo (I e II), Atelier de Projeto de Arquitetura (todos); Desenho técnico;
Desenho Auxiliado por Computador; Pesquisa Operacional- Programação
Matemática; Projeto Arquitetônico para Engenharia Civil.

Cursos: Engenharia Civil; Engenharia de Produção; Arquitetura e Urbanismo

EQUIPAMENTOS Descrição (nome/ especificações)


Quantidade

30 Computadores. MODELO: Dell Optiplex – 3020.

MEMÓRIA: 8 GB

Público
192

HD: 500GB

Processador: Core i5

MOBILIÁRIO Descrição (nome/ especificações)

Quantidade

1 Cadeira para professor

1 Mesa para Professor

02 Ar Condicionado

01 Datashow

01 Computador de mesa para professor

Fonte: Dados Institucionais

Laboratório de Informática VII


Figura 16 – Laboratório de Informática VII

Público
193

Quadro 22. Sala de Informática VII- descrição

Nome Quantidade Área (m²) Ano I Ano II Ano III Ano IV Ano V

Laboratório VII 01 86,92

Tipo: Básico
Finalidade (disciplinas): Aulas Práticas. Informática Aplicada à Arquitetura e
Urbanismo (I e II), Atelier de Projeto de Arquitetura (todos); Desenho técnico;
Desenho Auxiliado por Computador; Pesquisa Operacional- Programação
Matemática; Projeto Arquitetônico para Engenharia Civil.

Cursos: Engenharia Civil; Engenharia de Produção; Arquitetura e Urbanismo

EQUIPAMENTOS Descrição (nome/ especificações)


Quantidade

40 Computadores. MODELO: Dell Optiplex – 3020.

MEMÓRIA: 8 GB

HD: 500GB

Processador: Core i5

MOBILIÁRIO Descrição (nome/ especificações)


Quantidade

1 Cadeira para professor

1 Mesa para Professor

02 Ar Condicionado

Fonte: Dados Institucionais

Público
194

Laboratório de Informática VIII / (Desenho I)

Figura 17 – Laboratório de Informática VIII – Desenho I

Quadro 23. Sala de Informática VIII- descrição


Nome Quantidade Área (m²) Ano I Ano II Ano III Ano IV Ano V

Desenho I 01 72,00 X X

Tipo: Básico
Finalidade (disciplinas): Aulas Práticas. Oficinas de Expressão e Representação;
Desenho Arquitetônico; Geometria Descritiva Aplicada à Arquitetura; Atelier de
Projeto de Arquitetura (todos); Urbanismo (todos); Informática Aplicada à Arquitetura
(todas); Desenho técnico; Projeto Arquitetônico para Engenharia Civil; Projetos e
Detalhes Construtivos de Alvenaria Estrutural.
Cursos: Engenharia Civil; Engenharia de Produção; Arquitetura e Urbanismo.

EQUIPAMENTOS Descrição (nome/ especificações)


Quantidade

31 Pranchetas de Desenho com Computador e régua paralela

Público
195

MOBILIÁRIO Descrição (nome/ especificações)


Quantidade

1 Mesa para professor

1 Cadeira para professor

02 Ar Condicionado

01 Datashow

01 Computador de mesa para professor

14 Laboratório de Materiais de Construção Civil


Figura 18 – Laboratório de Materiais de Construção Civil

Quadro 24. Laboratório de materiais de construção civil- descrição

Nome Quantidade Área (M²) Ano I Ano II Ano III Ano IV Ano V

Laboratório de
Materiais de 01 96,00 X X X
Construção Civil

Público
196

Tipo: Específico – com apoio para a guarda de material.


Finalidade (disciplinas): Aulas práticas. Tecnologia das construções (I e II);
Estruturas de Concreto Armado (I e II); Materiais de Construção Civil (I e II)
Cursos: Engenharia Civil; Arquitetura e Urbanismo

EQUIPAMENTOS Descrição (nome/ especificações)


Quantidade

1 Agitador Elétrico p/ peneiras 50x50x10 220V

30 Agulhas de “Lê Chatelier”

1 Aparelho aferidor de agulha de “Lê Chatelier” e conj. massas 300g.

1 Aparelho de Vicat c/ molde Tronco-cônico de nylon

1 Balança MF 60 Kg Filizola

1 Balança Digital 6 kg , divisão 1gr. [Link]

13 Balde de plástico com alça metálica 20L

7 Barrilete de plástico cap. 10 L com torneira e visor graduado

1 Betoneira Cap. 120 L Prime 1/2CV Mono Prot. Cremalhei

1 Betoneira CSM 400 L

3 Caixa Plastica 35L Sem tampa

6 Capeador p/ Corpo de Prova Cilíndrico Diâm.50mm

2 Carrinho-de-mão Marc com pneu de câmara

6 Colher arredondada Tipo Concha para coleta de material Ø


15x20cm

2 Conj. Amostra metalografia

4 Conj. Slump Teste, molde tronco-cônico, chapa de base e funil

6 Desempenadeira de aço

6 Enxada Tramontina

1 Escova c/ fios de latão p/ lavagem de peneira

Público
197

6 Espátula metálica pequena 20mm

1 Fogareiro Pantanal de duas bocas

27 Forma Cilindrica 10X20cm p/concreto

2 Forma Prismática 15x15x75cm p/concreto

2 Frasco de Chapman vidro boro 450 ml

4 Frasco de Lê Chatelier

6 Funil de plástico

1 JG. Chave fenda/Phillips - c/ 06 peças

1 Mangote p/ motovibrador diâm. 25 mm

1 Maquina Universal de ensaio - 100KN

5 Martelo Bola

1 Mesa para Índice de Consistência da Argamassa

1 Misturador Planetário Perfecta Curitiba p/ argamassa c/ cuba de


20L.

5 Molde cilindrico 15 x 30 cm

1 Motor vibrador tensão 220 V mangote diâm. 25 mm

6 Nível de bolha de alumínio

6 Pá de pedreiro Tramontina

1 Peneira 50 cm x 50 cm - Tampa

1 Peneira 50 x 50 cm - n° 6

1 Peneira 50 x 50 cm (Tela fina) - 2,38 mm

1 Peneira 50 x 50 cm (Tela grossa) - 1"

1 Peneira 50 x 50 cm (Tela grossa) - 1/4"

1 Peneira 50 x 50 cm (Tela grossa) - 3/4"

1 Peneira 50 x 50 cm (Tela grossa) - 3/8"

Público
198

6 Pincel cerdas de nylon

1 Recipiente paralelepipédico 15 dm³ para agregado miúdo

13 Relógio comparador 0-50mm

9 Suporte para relógio comparador - suporte em aço adaptável ao


traçador de altura - fabricante: Succesworking / cod. Fabricante:
SW33

1 Tacho de ferro fundido para enxofre

1 Tacho para coleta de amostras

10 Trena de Aço 5m

MOBILIÁRIO Descrição (nome/ especificações)


Quantidade

4 Armário metálico fechado

2 Armário aberto

3 Mesa

Fonte: Dados Institucionais

Público
199

Laboratório de Conforto e Maquetaria

Figura 19 – Laboratório de Conforto e Maquetaria

Quadro 2. Laboratório de conforto e maquetaria- descrição

Ano Ano Ano Ano


Nome Quantidade Área (M²) Ano I
II III IV V

Laboratório de Conforto e
01 75,00 X X X X X
Maquetaria

Tipo: Específico – com apoio para a guarda de material.


Finalidade (disciplinas): Aulas práticas. Maquetes; Conforto Ambiental -Térmico e;
Conforto Ambiental- Acústico e Lumínico; Atelier de Projeto de Arquitetura (todos)
Cursos: Arquitetura e Urbanismo

EQUIPAMENTOS Descrição (nome/ especificações)


Quantidade

4 Decibelímetro 80ADC

4 Anemômetro AM81

2 Anemômetro AK835

Público
200

2 Anemômetro Digital

6 Medidor de Nível Sonoro AK820

5 Medidor de Nível Sonoro ITDEC 4000

10 Fotômetro L-308S

1 Termômetro Digital MT450

2 Termômetro Laser HT 817, 818, 819

3 Termômetro Laser

1 Termômetro Scantemp

1 Termômetro Infrared

9 Escalímetro

3 Decibelímetro 30dB - 130dB

1 Medidor de nível sonoro ITHT 2220

1 Anemômetro Intruments

25 Corante 50 ml

2 Luxímetro LX630

2 Luxímetro ITCD 260

1 Serra tico tico 120 W 3335

1 Serra de fita 270 W 3385

3 Furadeira de Bancada Motomil FBH

1 Furadeira de Bancada FGC 16

3 Moto Esmeril 6"

1 Lixadeira combinada LCM 4x6

2 Nível laser giratório 670531

2 Nível laser SKIL LL0516

2 Serra tico tico ação orbital DW 300

Público
201

1 Serra tico tico BOSCH GST 65BE

1 Serra circular BOSCH GKS 190

1 Lixadeira BOSCH GHO 15 82

4 Lixadeira 750 w Stanley 7221 BR

2 Lixadeira Stanley 220 W

1 Furadeira de impacto 650 W

2 Furadeira Black Decker HD500

1 Furadeira BOSCH GBM 10 RE

6 Jogo de brocas 5 peças

4 São romão 12"

1 Martelo

2 Serrote

3 Chaves philips

4 Espátula 1/2''

11 Cegueta de arco

3 Alicate corte diagonal 6''

2 Formão para escultura VONDER

3 Morça de bancada

2 Serra multiuso com bateria 12v PT P05

1 Kit Mini retifica DREMEL 4000

3 Jogo Xline Italiano 100 peças

2 Armário alto duas portas

4 Bancada

2 Bancada com mármore

2 Heliodon Interativo

Público
202

6 Jogo de Estiletes

MOBILIÁRIO Descrição (nome/ especificações)


Quantidade

6 Mesa tipo bancada

42 Banquetas

3 Armários

Fonte: Dados Institucionais

Público
203

REFERÊNCIAS

BRASIL. Lei Nº 11.645, de 10 março de 2008. Altera a Lei no 9.394, de 20 de


dezembro de 1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que
estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo
oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-
Brasileira e Indígena”. Disponível em:
[Link] Acesso
em: 07 maio 2018.

________. Ministério da Educação. Resolução CNE/CES Nº 3, de 2 de julho de


2007. Dispõe sobre procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de hora
aula, e dá outras providências. Disponível em:
[Link] Acesso em: 07 maio
2018.

________. Ministério da Educação. Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004. Institui


o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES e dá outras
providências. Disponível em: <[Link]
2006/2004/lei/[Link]>. Acesso em: 2 maio 2018.

________. Ministério da Educação. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996.


Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em:
<[Link] Acesso em: 2 maio 2018.

________. Ministério da Educação. PARECER CNE/CES Nº 261/2006. Dispõe


sobre procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de hora-aula e dá
outras providências. Disponível em:
[Link]
[Link]. Acesso em: 07 maio 2018.

________. Ministério da Educação. PARECER CNE/CP Nº 8, de 6 de março de


2012. Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos. Disponível
em: [Link]
todos/pdf/[Link] . Acesso em: 07
maio 2018.

________. Parecer CNE/CES Nº: 379, de 8 de dezembro de 2004. Autorização


para estender às Instituições de Ensino Superior não vinculadas ao Conselho
Estadual de Educação do Estado de São Paulo (CEE/SP), as exigências
constantes da Deliberação CEE nº 37/2003 em substituição à Portaria MEC/DAU
nº 33, de 2 de agosto de 1978. Disponível em:
[Link] Acesso em: 07
maio 2018.

________. Portaria nº 2.117, de 06 de Dezembro de 2019. Revoga a Portaria


MEC 1.428, de 28 de dezembro de 2018, e estabelece nova redação para o
tema. Disponível em: <[Link]
de-dezembro-de-2019-232670913>. Acesso em: 17 fev. 2020.

Público
204

________. Portaria nº 2, de 24 de Abril de 2019. Institui as Diretrizes


Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia. Disponível em:
<[Link]
s=112681-rces002-19&category_slug=abril-2019-pdf&Itemid=30192>. Acesso
em: 17 fev. 2020.

________. Resolução CNE/CES nº 1, de 30 de maio de 2012. Estabelece


Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos. Disponível em:
[Link] Acesso em: 07 maio
2018.

________. RESOLUÇÃO Nº 1, de 17 de junho de 2004. Institui Diretrizes


Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o
Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Disponível em:
[Link] Acesso em: 07 maio
2018.

DELORS, Jacques. Os Quatro Pilares da Educação. 1999. Disponível em:


<[Link] Acesso em: 2 de maio
de 2018.

PERRENOUD, Philippe. Desenvolver competências ou ensinar saberes? A


escola que prepara para a vida. Porto Alegre: Penso, 2013.

PERRENOUD, Philippe; GATHER THURLER, Monica. As competências para


ensinar no século XXI - formação dos professores e o desafio da avaliação.
Porto Alegre, ArtMed, 2002.

ZABALA, Antoni; ARNAU, Laia. Como aprender e ensinar competências.


Tradução de Carlos Henrique Lucas Lima. Porto Alegre: Artmed, 2010.

Público
205

Anexo I - Disciplinas, Ementas e Bibliografias

1º Semestre

Nome da Disciplina: DESENHO DE ARQUITETURA E URBANISMO


Ementa: CONCEITOS INTRODUTÓRIOS AO PROJETO DE ARQUITETURA E
SUA REPRESENTAÇÃO
Conteúdos:
Criação no processo de projetar.
Definição e construção dos desenhos.
Desenho de observação, concepção e comunicação.
Desenho de orientação construtiva.
Ergonomia.
Escala.
Introdução ao projeto de arquitetura.
Percepção das diferentes escalas de projeto.
Proporção.
Relações entre o edifício e a cidade - exemplos.
Relações espaciais.
Representação gráfica em arquitetura.

Ementa: DESENHO ARQUITETÔNICO: PLANTA BAIXA


Conteúdos:
Cálculo e estruturação do quadro de áreas.
Código de desenho: Tipos de linhas e traços, hierarquia de traço e sua aplicação
em projeto. (NBR 8403 e NBR 6492)
Códigos de desenho: Hachuras (NBR 6492), cotas (NBR 10126) e escala.
Materiais de desenho: réguas, esquadros, gabaritos, lapiseiras, escalímetro, papéis
e seus formatos (NBR 6492).
Orientações para desenvolvimento e desenho da Planta Baixa: paredes, portas e
janelas.
Orientações para desenvolvimento e desenho da Planta de Implantação.
Orientações para desenvolvimento e desenho da Planta de Situação.
Quadro de esquadrias.
Representação do leiaute da planta arquitetônica.
Representações complementares nas Plantas de Implantação.
Representações complementares nas plantas de Situação.
Uso do escalímetro, entendimento das escalas de projeto.

Ementa: CORTES E ELEVAÇÕES


Conteúdos:
Conceito e visualização das fachadas. Elementos que devem ser mostrados em um
desenho de elevação.
Conceito e visualização dos cortes. Tipos de corte em construção civil. Elementos
que devem ser mostrados em um corte.
Definição do melhor local para passar cortes longitudinais, transversais, e parciais
(quando necessário).

Público
206

Desenho da elevação frontal - puxada da planta baixa.


Desenho da elevação posterior - puxada da planta baixa.
Desenho das elevações laterais - puxada da planta baixa.
Desenho do corte longitudinal - puxado a partir da planta baixa e elevação.
Desenho do corte parcial - puxado a partir da planta baixa e elevação.
Desenho do corte transversal - puxado a partir da planta baixa e elevação.
Especificações dos cortes transversais.
Instruções para contagem em cortes, cotas de altura e cotas de nível.
Representação dos demais elementos de cortes.

Ementa: COBERTURA, ESCADAS E RAMPAS


Conteúdos:
Cálculo de escadas de acordo com a NBR 9050.
Cálculo de rampas de acordo com a NBR 9050.
Cálculo de telhado (madeiramento).
Corrimãos, guarda-corpos e patamares para escadas.
Corrimãos, guarda-corpos e patamares para rampas.
Definição das águas do telhado para desenho da planta de cobertura.
Desenho da Planta de Cobertura com documentação (inclinação, calhas, etc).
Desenho de escadas e especificações normativas para escadas (NBR 9050).
Desenho de rampas.
Desenho universal.
Especificações normativas para rampas (NBR 9050).
Tipos de cobertura e partes de um telhado.
Competências:
Conhecer os fundamentos e as técnicas de desenho arquitetônico.
Referências
Básicas - LIVROS:
MONTENEGRO, Gildo A. Desenho arquitetônico. 5. ed. São Paulo: Blucher,
2017.
SOUZA, Jéssica Pinto de [et al.]. Desenho técnico arquitetônico. Porto Alegre:
SAGAH, 2018.
YEE, Rendow. Desenho arquitetônico: um compêndio visual de tipos e métodos.
4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017.
Básicas - PERIÓDICOS:
Architecture + Design
International Journal of Art & Design Education
Revista de Arquitectura
Complementares - LIVROS:
ABRANTES, Jose. Desenho técnico básico: teoria e prática. Rio de Janeiro : LTC,
2018.
CORREA, Roberto Machado. Desenho técnico civil: projetos de edifícios e outras
construções. Rio de Janeiro: Elsevier, 2019.
SILVA, Samuel Moreira da; NESE, Paola Lazzareschi. Desenho arquitetônico.
Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2017.

Público
207

Complementares – PERIÓDICOS:
ArchNet-IJAR : International Journal of Architectural Research
Journal of Interior Design
The Design Journal

Nome da Disciplina: ESTUDOS SOCIAIS E ECONÔMICOS


Ementa: POLÍTICA HABITACIONAL ATRAVÉS DA HISTÓRIA
Conteúdos:
Evolução histórica social e econômica na arquitetura, urbanismo e paisagismo do
Brasil colônia, império, república e nova república.
Minha Casa Minha Vida: Conteúdo do programa; legislação; modalidades;
beneficiário; características e resultados.
Política de habitação popular; história do BNH; conteúdo; legislação; características
e resultados. COHAB.
SFH: Conceito, legislação, prestação, fator de reajuste, Sistema Hipotecário e
Alienação Fiduciária. O uso do FGTS.

Ementa: DESECONOMIAS URBANAS


Conteúdos:
Conflitos socioambientais: campo teórico do conflito, conflitos no Brasil e práticas.
Diferenças discrepantes em regiões em desenvolvimentos e Brasil. Precariedade
da infraestrutura da habitação. Habitação de alto risco.
Política de renda e política fiscal usadas para diminuir a diferença social.
Problemas sociais no Brasil: índices de GINI e IDH. Evolução da demanda por
habitação.

Ementa: A CIDADE COMO UM ECOSSISTEMA


Conteúdos:
Elementos e conceitos de ecossistemas urbanos. Ecossistemas Naturais e
Urbanos. O pensamento complexo na gestão de recursos e projetos
Evolução do conceito, identificando os riscos comuns em ambientes urbanos.
Ecossistema Urbano.
O papel da Arquitetura. Funções do Fazer e do Usar. Princípios do Urbanismo
Ecológico.
Processos e formas espaciais; Desenvolvimento histórico dos assentamentos;
Núcleo central e zona periférica do centro; Descentralização e os núcleos
secundários; Coesão e as áreas especializadas;

Ementa: PRODUÇÃO DO ESPAÇO URBANO, ENQUANTO UM SISTEMA


ECOLOGICAMENTE EFICIENTE E ECONOMICAMENTE RESPONSÁVEL
Conteúdos:
Desenvolvimento de Espaços Urbanos que contemplem uma Economia Ecológica,
através de uma Ética Ambiental e Responsabilidade Social

Público
208

Desenvolvimento Social. Eliminação de contradições. Deseconomia Urbana.


Resoluções Estaduais e Municipais. Instruções Técnicas. Resoluções CONAMA.
Legislação Federal, Estadual e Municipal.
Segregação e as áreas sociais. Padrões espaciais. Leis de Uso e Ocupação do
Solo Urbano. Instrumentos Urbanísticos.
Competências:
Conhecer os fundamentos e aspectos das questões sociais e econômicas que
compõem a Produção, o Uso e a Apropriação da lógica urbana.

Referências

Básicas - LIVROS:
FREIRE, Rodrigo Argenton. Infraestrutura urbana. Londrina: Editora e Distribuidora
Educacional S.A., 2017.
KAUCHAKJE, Samira; SCHEFFER, Sandra Maria. Políticas públicas sociais: a
cidade e a habitação em questão. Curitiba: InterSaberes, 2017.
PELLEGRINO, Paulo; MOURA, Newton Becker (orgs). Estratégias para uma
infraestrutura verde. Barueri: Manole, 2017.

Básicas – PERIÓDICOS:
Cuadernos del CLAEH
Iconos
Revista do Servico Público
Complementares - LIVROS:
CORTESE, Tatiana Tucunduva P.; KNIESS, Cláudia Terezinha; MACCARI,
Emerson Antonio (orgs). Cidades inteligentes e sustentáveis. Barueri, SP: Manole,
2017.
FERREIRA, Antônio Domingos Dias. Habitação de interesse social: asspectos
históricos, legais e construtivos. Rio de Janeiro: Interciência, 2015.
VILLA, Simone Barbosa; ORNSTEIN, Sheila Walbe (orgs.) Qualidade ambiental na
habitação: avaliação na pós-ocupação. São Paulo: Oficina de Textos, 2013.
Complementares – PERIÓDICOS:
Cadernos Gestão Pública e Cidadania
GOT : Revista de Geografia e Ordenamento do Território
Revista de Administração Pública

Nome da Disciplina: EXPRESSÃO E REPRESENTAÇÃO - OFICINAS

Ementa: EDUCAÇÃO DO OLHAR


Conteúdos:
Contraste e proporção.
Desenhos próximos e distantes.
Hachuras paralelas e cruzadas

Público
209

Pontilhismo e tons esfumaçados

Ementa: DESENHO DE OBSERVAÇÃO, PERSPECTIVA INTUITIVA E


PERSPECTIVA ISOMÉTRICA
Conteúdos:
Indicadores de profundidade
Conceito e caracterização dos indicadores de profundidade
Conceitos gerais da perspectiva isométrica
Construção de ambiente externo em perspectiva isométrica
Construção de ambiente interno em perspectiva isométrica
Construção de um objeto de ambiente externo em perspectiva isométrica,
Construção de um objeto simples (item de mobiliário) em perspectiva isométrica,
Distância e luz/sombra
Eixo de visão, ângulos e distâncias em perspectiva isométrica
Eixo de visão, ângulos e distâncias em perspectiva isométrica para ambientes
externos
Luz e sombra no desenho de observação
Perspectiva isométrica para representação de ambiente externo
Perspectiva isométrica: conceitos gerais
Perspectiva isométrica: eixo de visão, ângulos e distâncias em perspectiva
isométrica.
Perspectiva tonal
Sombra própria e sombra projetada

Ementa: FUNDAMENTOS DA GESTALT


Conteúdos:
Elementos visuais. Leitura das formas tridimensionais.
Estruturas para criação de padronagens; estrutura de gradação; a trajetória e a
velocidade da gradação; gradação do formato, tamanho, posição, direção,
proporção.
Fundamentação teórica da Gestalt
Leitura visual pela lei da Gestalt. Narrativa visual das figuras

Ementa: TEORIA DA COR E PLANTA HUMANIZADA


Conteúdos:
Perspectivas coloridas: utilização das técnicas de luz e sombra, sombreamento e
colorimetria
Plantas Humanizada: composição e utilização de texturas
Teoria da cor: percepção humana, cores primárias, secundárias e terciárias,
círculos cromáticos
Teoria da cor: técnicas de pintura
Competências: Conhecer os fundamentos de desenho, perspectivas, escala, luz,
contraste, linhas e planta de Arquitetura e Urbanismo.

Referências
Básicas - LIVROS:

Público
210

CURTIS, Brian. Desenho de observação. 2. ed. Porto Alegre : AMGH, 2015.


FERREIRA JUNIOR, José Augusto; OLIVEIRA, Camila Borges de; AMBRIZZI,
Miguel Luiz. Oficinas de expressão e representação. 2. ed. Londrina: Editora e
Distribuidora Educacional S.A., 2020.
YEE, Rendow. Desenho arquitetônico: um compêndio visual de tipos e métodos.
4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017.
Básicas – PERIÓDICOS:
Architect
Architectural Design
The Architects' Journal
Complementares - LIVROS:
ABRANTES, Jose. Desenho técnico básico: teoria e prática. Rio de Janeiro : LTC,
2018.
SANZI, Gianpietro. Desenho de perspectiva. São Paulo : Érica, 2014.
SOUZA, Jéssica Pinto de ...[et al.]. Desenho técnico arquitetônico. Porto Alegre:
SAGAH, 2018.
Complementares – PERIÓDICOS:
Architectural Record
Arquitectonics
The Architectural Review

Nome da Disciplina: GEOMETRIA DESCRITIVA APLICADA À ARQUITETURA


Ementa: INTRODUÇÃO À GEOMETRIA DESCRITIVA APLICADA À
ARQUITETURA
Conteúdos:
Conceituação e aplicações da Geometria Descritiva.
Entes geométricos no Sistema Mongeano.
Métodos Descritivos e Verdadeira Grandeza.
Objeto apoiado no Plano de Perfil.
Objeto apoiado no Plano Horizontal de Projeção.
Objeto apoiado no Plano Vertical de Projeção.
Projeção cilíndrica obliqua e ortogonal.
Projeção cônica.
Projeções e aplicabilidades.
Sistema Mongeano.
Superfícies e planos ortogonais.
Verdadeira Grandeza.

Ementa: ESTUDO DE PROJEÇÕES ORTOGONAIS


Conteúdos:
Épura.
Linhas de centro.
Método de desenho.
Peça curva.

Público
211

Peça oblíqua.
Projeção.
Projeções ortogonais.
Rebatimento no plano auxiliar.
Representação gráfica - Vistas superfícies curvas.
Superfícies curvas.
Vista 1º diedro.
Vista 3º diedro.

Ementa: ESTUDO DA PERSPECTIVA E APLICAÇÕES NA ARQUITETURA


Conteúdos:
Aplicação de sombra (da luz natural) em perspectivas isométrica e em perspectiva
com 2 pontos de fuga.
Construção de perspectiva explodida para detalhamento de projeto arquitetônico.
Distância entre componentes na perspectiva explodida para detalhamento de
projetos arquitetônicos.
Elementos adicionais da geometria plana.
Geometria plana em superfícies.
Perspectiva explodida: conceituação e aplicação.
Planificação de superfícies ortogonais.
Sequência construtiva/montagem para detalhamento de projeto arquitetônico
utilizando perspectiva explodida.
Sombras com luz natural: sol ao lado do observador.
Sombras com luz natural: sol na frente do observador.
Sombras com luz natural: sol por trás do observador.
Vistas isométricas de superfícies.

Ementa: CORTES E SEÇÕES EM OBJETOS E EM ARQUITETURA


Conteúdos:
Círculo.
Corte composto.
Cortes.
Hachuras I.
Hachuras II.
Linhas de eixo.
Normas.
Normas/Representação.
Peças curvas.
Plano secante.
Posicionamento de Cortes.
Projeções.

Competências:
Compreensão dos fundamentos de Geometria Descritiva para aplicação na
representação gráfica de projetos de Arquitetura e Urbanismo.
Referências

Básicas - LIVROS:

Público
212

GOES, Anderson Roges Teixeira. Introdução à expressão gráfica: tópicos de


desenho geométrico e de geometria descritiva. Curtiba: InterSaberes, 2020.
MONTENEGRO, Gildo A. Geometria descritiva: vol. 1. 2. ed. São Paulo: Blucher,
2015.
ROTELLI, Vanderlei ...[et al.]. Geometria descritiva aplicada à arquitetura I.
Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2017.
Básicas – PERIÓDICOS:
Arquitectonics
Arquiteturarevista
Blueprint
Complementares- LIVROS:
JARDIM, Mariana Comerlato. Desenho geométrico. Porto Alegre: SAGAH, 2018.
MONTENEGRO, Gildo A. Geometria descritiva: vol. 2. São Paulo: Blucher, 2015.
PEIXOTO, Elaine Alcantara Freitas; MELARA, José Francisco Toledo. Geometria
descritiva aplicada à arquitetura II. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional
S.A., 2017.
Complementares – PERIÓDICOS:
Bolema
Design Cost Data
The Design Journal

2º Semestre

Nome da Disciplina: ATELIER DE PROJETO DE ARQUITETURA RESIDENCIAL


DE BAIXA COMPLEXIDADE
Ementa: PLANEJAMENTO DE PROJETO DE ARQUITETURA E URBANISMO
Conteúdos:
Conceito do projeto
Estudo da relação forma e da função
Estudo de tipologias e projetos referenciais
Estudo de viabilidade e plano de massa
Levantamento de dados: condicionantes locais e ambientais
Levantamento de dados: legislação
Metodologia de projeto
Partido arquitetônico
Princípios do projeto arquitetônico: fluxos e pré-dimensionamento
Princípios do projeto arquitetônico: programa de necessidades
Processo criativo e processo de projeto
Representação gráfica dos estudos através de diagramas

Ementa: TERRENO E SETORIZAÇÃO


Conteúdos:
Análise do terreno em relação ao norte
Anteprojeto (estudo projeto parte 1)

Público
213

Anteprojeto (estudo projeto parte 2)


Anteprojeto (estudo projeto parte 3)
Assessoria Individual ( análise e correção 1)
Assessoria Individual ( análise e correção 2)
Assessoria Individual ( análise e correção 3)
Assessoria Individual (análise e correção 4) - implantação
Implantação do projeto no terreno
Levantamento do terreno
Setorização
Setorização dos ambientes em relação ao terreno

Ementa: PLANTAS BAIXAS - HUMANIZADA E TÉCNICA.


Conteúdos:
Assessoria Individual (análise e correção 1).
Assessoria Individual (análise e correção 2)
Assessoria Individual (análise e correção 3).
Assessoria Individual (análise e correção 4) - planta baixa
Planta baixa (layout 1)
Planta baixa (layout 2)
Planta baixa cotas (cotagem 1)
Planta baixa cotas (cotagem 2)
Planta baixa parte 1
Planta baixa parte 2
Planta baixa técnica (espessura linhas 1)
Planta baixa técnica (espessura linhas 2)

Ementa: COBERTURA, CORTES E FACHADAS


Conteúdos:
Estudo de telhado parte 1
Estudo de telhado parte 2
Estudo de telhado parte 3
Estudo de telhado parte 4
Introdução a Corte longitudinal 1
Introdução a Corte longitudinal 2
Introdução a Corte transversal 1
Introdução a Corte transversal 2
Introdução a Fachada frontal 1
Introdução a Fachada frontal 2
Introdução a Fachada lateral 1
Introdução a Fachada lateral 2

Competência:
Conhecer os fundamentos e as técnicas de plantas baixa, de cobertura e de cortes
e fachadas em projetos arquitetônicos e urbanísticos.
Competências:
Conhecer os fundamentos e os métodos para a elaboração do Programa de
Necessidades Arquitetônico, para a análise dos dados coletados, para a elaboração
do planejamento, a criação do projeto e o desenvolvimento das especificações do
Projeto Arquitetônico e Urbanismo.

Público
214

Referências

Básicas - LIVROS:
BITTENCOURT, Sarah Ferreira. Atelier de projetos de arquitetura I. Londrina:
Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2017.
BRAGA, Gisele Pinna. Apresentação de projeto e representação gráfica. Curitiba:
Contentus, 2020.
BUXTON, Pamela. Manual do arquiteto: planejamento, dimensionamento e projeto.
5. ed. Porto Alegre : Bookman, 2017.

Básicas – PERIÓDICOS:
Acta Structilia
Journal of Architectural Education
The Journal of Architecture
Complementares - LIVROS:
KOWALTOWSKI, Doris C. C. K.; MOREIRA, Daniel de Carvalho; FABRICIO Márcio
M. (orgs). O processo de projeto em arquitetura: da teoria à tecnologia. São Paulo:
Oficina de Textos, 2011.
MANO, Cássia Morais ...[et al.]. Introdução ao projeto arquitetônico. Porto Alegre :
SAGAH, 2018.
MONTENEGRO, Gildo. O traço dá ideia: bases para o projeto arquitetônico. São
Paulo: Blucher, 2016.
Complementares – PERIÓDICOS:
Arq : Architectural Research Quarterly
Revista de Arquitectura
Revista de Arquitectura

Nome da Disciplina: FUNDAMENTOS DE TOPOGRAFIA


Ementa: DIVISÕES E REPRESENTAÇÕES DA TOPOGRAFIA
Conteúdos:
Conceitos introdutórios sobre Topografia.
Normatização e Instrumentação de Topografia.
Topografia e Geodésia: coordenadas, datum, projeções cartográficas e o sistema
geodésico brasileiro. Tecnologia GPS.
Topografia e mensurações planimétricas e altimetrias.

Ementa: PLANIMETRIA E ALTIMETRIA


Conteúdos:
Análise topográfica orientada as áreas de risco e catástrofes ambientais.
Aplicações dos conhecimentos topográficos e cartográficos na Arquitetura.
Declividade e hipsometria.

Público
215

Perfis topográficos, curvas de nível.

Ementa: PLANIALTIMETRIA E TERRAPLENAGEM


Conteúdos:
Cortes, aterros e cálculos de volumes.
Determinação de platôs, taludes e rampas.
Equipamentos de terraplenagem, limpeza e preparação do terreno.
Terraplenagem e Propriedades físicas do solo.

Ementa: ANÁLISE DO LUGAR, GEORREFERENCIAMENTO E


SENSORIAMENTO REMOTO
Conteúdos:
Georreferenciamento remoto.
Intervenção de obras urbanas na topografia nas escalas do lote e do bairro.
Introdução e aplicação do Sensoriamento remoto.
Leitura, interpretação e representação de cartas topográficas.

Competências:
Conhecer os fundamentos introdutórios de Topografia e as técnicas de análise
topográfica do solo.
Conhecer as técnicas de análise do solo, determinação de platôs, taludes e rampas
e as técnicas para a preparação do terreno para execução da obra.

Referências

Básicas - LIVROS:
ANDRADE, Manuela de Almeida; PEREIRA, Adriane Nunes. Fundamentos de
topografia. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2017.
McCORMAC, Jack; SARASUA Wayne; DAVIS, William. Topografia. 6. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2019.
TULER, Marcelo. Manual de práticas topográficas. Porto Alegre : SAGAH, 2017.

Básicas – PERIÓDICOS:
Bitácora Urbano Territorial
GOT : Revista de Geografia e Ordenamento do Território
Investigaciones Geográficas
Complementares - LIVROS:
BOTELHO, Manoel Henrique Campos. ABC da topografia: para tecnólogos,
arquitetos e engenheiros. São Paulo : Blucher, 2018.
DAIBERT, João Dalton. Topografia: técnicas e práticas de campo. 2. ed. São Paulo
: Érica, 2014.
TULER, Marcelo. Fundamentos de topografia. Porto Alegre: SAGAH, 2014.
Complementares – PERIÓDICOS:
Arabian Journal of Geosciences
Cuadernos de Geografía

Público
216

Earth Sciences Research Journal

Nome da Disciplina: HISTÓRIA E TEORIA DA ARQUITETURA, URBANISMO E


PAISAGISMO
Ementa: ORIGENS DA ARQUITETURA; REVOLUÇÃO URBANA E FONTES
HISTÓRICAS DA ARQUITETURA
Conteúdos:
A Revolução Agrícola, a Revolução Urbana e a Origem das Cidades: A descoberta
da agricultura e do pastoreio. A sedentarização e suas consequências sociais,
culturais e econômicas.
Arquitetura como manifestação sociocultural e tecnológica.
Arquitetura Egípcia: Esfinges
Arquitetura Egípcia: Pirâmides, Mastabas e Templos.
Arquitetura Mesopotâmica: Períodos e arquiteturas: sumério, acadiano
Arquitetura Mesopotâmica: sumério, assírio e neobabilônico.
Conceito de Arquitetura e Origem da profissão.
O surgimento dos primeiros núcleos urbanos e do sistema de [Link] e do
sistema de trocas.
Oriente Médio e as Cidades novas. Tipos de construção: estruturais e não
estruturais.
Período Neolítico: Edificações em pedra: nuragues, dólmens e antas,
menires,cromeleques, santuários.
Período Paleolítico: a cabana primitiva como manifestação ancestral da Arquitetura:
Funcional, cultural e tecnológica.
Sistemas Urbanos: Ordenamento territorial, circulação, defesa, abastecimento de
água, drenagem.

Ementa: ARQUITETURA GREGA; ARQUITETURA ROMANA E BIZANTINA


Conteúdos:
A cidade romana como protótipo da cidade ocidental contemporânea.
A estrutura política do império refletida nas cidades romanas.
Arquitetura Bizantina: A Arte e a Arquitetura Bizantinas. Mosaico. Pintura e
Escultura.
Arquitetura Bizantina: O Poder Eclesiástico e as Grandes Basílicas.
Arquitetura Mulçumana: A concepção da mesquita. As variações do projeto da
mesquita.
Arquitetura Mulçumana: Os primeiros templos e palácios islâmicos.
Arquitetura Romana: Inspirações etrusca e grega.
Urbis: A Cidade Romana: A definição e a Organização do território do império.
Estradas, Aquedutos, Circos, Teatros, Templos, Termas, Obeliscos e Arcos de
Triunfo.
A Cidade Grega: definição e a Organização.
Arquitetura Grega - Ordem Dórica, Jônica e Coríntia.

Público
217

Arquitetura Grega - Período Arcaico ao Clássico.


Arquitetura Grega - Período Helenístico: Configurações formais e técnicas
construtivas.

Ementa: ARQUITETURA DA IDADE MÉDIA, ARQUITETURA RENASCENTISTA


E BARROCA
Conteúdos:
A cidade na renascença.
Arquitetura Gótica: contextualização e caracterização.
As cidades europeias da Idade Média e os Castelos medievais.
As obras de Andrea Palladio e Michelangelo.
Barroco na Itália. Bernini e Borromini.
Cultura renascentista na Itália e sua difusão. Filipo Brunelleschi e a Catedral de
Florença.
Espaços urbanos na Roma barroca. "
Gótico inglês.
O gótico pleno (catedrais de Chartres, Bourges) e o primitivo (abadia de Saint
Denis).
Palácios e jardins na França.
Renascimento tardio ou maneirismo.
Rococó.

Ementa: REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E SÉCULO XIX: PROGRESSOS E


REVIVALISMO
Conteúdos:
Arquitetura ferro.
Arquitetura neogótica. Viollet-le-Duc e A. W. N. Pugin.
Engenharia e neoclassicismo.
Exposições Universais.
Historicismo.
Louis Soullivan e a Escola de Chicago.
Neoclassicismo na América.
Neoclassicismo na Europa.
O incêndio de 1871 e a verticalização.
Palácio de Cristal.
Retomada da linguagem clássica.
Revolução industrial e os progressos técnicos.
Competências: Conhecer a origem e os aspectos da Arquitetura, conforme a
evolução das civilizações.
Referências

Básicas - LIVROS:

Público
218

CHING, Francis D. K.; JARZOMBEK, Mark; PRAKASH, Vikramaditya. História


global da arquitetura. 3. ed. Porto Alegre : Bookman, 2019.
OLIVERA, Melissa Ramos da Silva. História e teoria da arquitetura, urbanismo e
paisagismo I. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2016.
SCOPEL, Vanessa Guerini ...[et al.]. Teoria e história da arquitetura e urbanismo I.
Porto Alegre : SAGAH, 2018.

Básicas – PERIÓDICOS:
Architectural History
Architectural Record
Royal Historical Society (London, England). Transactions of the Royal Historical
Society
Complementares - LIVROS:
FARRELLY, Lorraine. Fundamentos de arquitetura. 2. ed. Porto Alegre: Bookman,
2014.
FAZIO, Michael; MOFFETT, Marian; WODEHOUSE, Lawrence. A história da
arquitetura mundial. 3. ed. Porto Alegre: AMGH, 2011.
JOSE RAMON, Alonso Pereira. Introdução à história da arquitetura. Porto Alegre:
Bookman, 2010.
Complementares – PERIÓDICOS:
Apuntes
Architect
The Architects' Journal

Nome da Disciplina: MAQUETES


Ementa: METODOLOGIA PARA CONSTRUÇÃO DE MAQUETE
Conteúdos:
Implantação da casa no terreno
Construção de paredes, portas e janelas
Construção do telhado
Construção do terreno
Escala humana
Escolha e manipulação de diferentes materiais para maquete
Estudo da topografia do terreno para definição da escala e do material
Estudo das peças gráficas: definindo material, escala e encaixes
Implantação das árvores e gramas.
Opções de acabamento e detalhes.
Planejamento e execução
Técnicas de representação de vegetação: árvores e gramas

Ementa: MAQUETES PROCESSUAIS E MAQUETES DE REFERÊNCIA


Conteúdos:
A execução da maquete processual
A função e objetivos da maquete processual

Público
219

Compreendendo esforços estruturais a partir da maquete;


Estudos da relação entre os edifícios e o entorno
Estudos de esforços estruturais a partir da maquete
Estudos de volumetria de projeto
Maquete de interiores
Maquete de um edifício institucional
Maquete de um edifício residencial multifamiliar
Maquete de um móvel
Materiais e ferramentas para agilizar a construção da maquete processual
Projetando com maquetes

Ementa: PROJEÇÕES CILÍNDRICAS


Conteúdos:
Ângulos de 120° que as projeções dos eixos formam entre si
Definição de perspectiva cavaleira
Definição de perspectiva oblíqua
Efeito visual das perspectivas
Geometria projetiva
Influência da perspectiva na representação da arquitetura
Perspectiva com mensurabilidade
Projeção oblíqua ao plano
Projeção ortogonal a um plano
Significado de axonometria
Visão tridimensional
Visão tridimensional no plano bidimensional

Ementa: PROJEÇÕES CÔNICAS


Conteúdos:
Ponto de vista
Altura do observador na perspectiva cônica com dois pontos de fuga
Altura do observador na perspectiva cônica com um ponto de fuga
Como construir uma perspectiva cônica com dois pontos de fuga
Como construir uma perspectiva cônica com três pontos de fuga
Como construir uma perspectiva cônica com um ponto de fuga
Comparação entre as Perspectivas cônicas 1, 2 e 3 pontos de fuga
Linha do horizonte na perspectiva cônica com dois pontos de fuga
Linha do horizonte na perspectiva cônica com um ponto de fuga
Modelagem volumétrica de um projeto de arquitetura com dois pontos de fuga.
Modelagem volumétrica de um projeto de arquitetura com um ponto de fuga
Observador abaixo da linha do horizonte.
Competências:
Conhecer as técnicas e análises necessárias para confecção de maquetes de
Arquitetura e Urbanismo.
Conhecer os principais sistemas de perspectivas utilizados e suas aplicabilidades
em projetos de Arquitetura e Urbanismo.
Referências

Básicas - LIVROS:

Público
220

CAVASSANI, Glauber. Técnicas de maquetaria. São Paulo: Érica, 2014.


PAESE, Celma. Maquetes. Porto Alegre : SAGAH, 2018.
PUIG, Renata Guimarães; BASTOS, Manoela Rondon Ouvires. Maquetes de
interiores. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2018.
Básicas– PERIÓDICOS:
Contemporaneity
Context
Estoa
Complementares – LIVROS:
BRAGA, Gisele Pinna. Apresentação de projeto e representação gráfica. Curitiba:
Contentus, 2020.
CARRANZA, Edite Galote Rodrigues; CARRANZA, Ricardo. Escalas de
representação em arquitetura. 5. ed. São Paulo: Blucher, 2018.
MILLS, Criss B. Projetando com maquetes: um guia de como fazer e usar maquetes
de projeto de arquitetura. 2. ed. Porto Alegre : Bookman, 2007.
Complementares – PERIÓDICOS:
Design Philosophy Papers
Environmental Design + Construction
The Design Journal

3º Semestre

Nome da Disciplina: ATELIER DE PROJETO DE ARQUITETURA CULTURAL


Ementa: METODOLOGIA DE PROJETO E CRIATIVIDADE
Conteúdos:
Apresentação e contextualização do tema do projeto da disciplina: Centro cultural
Brainstorm
Buscas de soluções de projeto
Conceituação sobre a criatividade no processo de projeto
Conceituação sobre análise de projetos referenciais
Criação de repertório projetual
Introdução ao projeto social de promoção da cultura. Museus, teatros, cinemas,
centros de desenvolvimento esportivo, clubes etc.
Metodologias de análise de projetos arquitetônicos
Metodologias de projeto
Métodos de estímulo à criatividade
O processo cognitivo de projeto
Processo de projeto. Modelos de estudo

Ementa: INFORMAÇÕES INICIAIS PARA O PROJETO


Conteúdos:
Acessibilidade
Análise de vistas

Público
221

Aspectos específicos de centro cultural


Conceituação do programa de necessidades
Condicionantes climáticas
Condicionantes especiais centro cultural
Dimensões e áreas mínimas
Fluxos e circulação
Legislação local
Levantamento condicionantes locais
Sustentabilidade
Tipos de programas de necessidades

Ementa: ELABORAÇÃO DAS PLANTAS, CORTES E FACHADAS DO PROJETO


Conteúdos:
Desenvolvimento da planta
Dimensionamento de caixilhos
Dimensionamento de rampas e escadas
Dimensionamento de rampas e escadas de acesso ao projeto
Elaboração da circulação vertical
Elaboração dos cortes
Elevação frontal
Elevações laterais
Implantação e cobertura
Partido arquitetônico
Plano de massas, quadro de áreas e fluxogramas
Quadro de aberturas

Ementa: APRESENTAÇÃO E DETALHAMENTO CONSTRUTIVO DO


ANTEPROJETO
Conteúdos:
Apresentação do modelo
Avaliação pós ocupação
Criação do modelo tridimensional físico
Definições do paisagismo e entorno
Detalhamento de mobiliário urbano
Detalhamento do sistema construtivo e materiais.
Diagramação das pranchas de projeto
Elaboração do memorial de projeto.
Narrativa de apresentação de projeto. Orientação para a banca de apresentação
Tecnologia em centros culturais. Intervenções.
Testes de conforto térmico no modelo tridimensional
Tipos de modelos de estudos
Competências:
Conhecer as metodologias de projeto para o exercício de projetar em arquitetura.
Compreender as técnicas de levantamento de dados iniciais para o exercício de
projetar em arquitetura.
Conhecer as técnicas de desenho para a prática do exercício de projetar em
arquitetura, urbanismo e paisagismo.

Público
222

Conhecer as técnicas de apresentação e representação em arquitetura, urbanismo


e paisagismo.

Referências
Básicas - LIVROS:
BRAGA, Gisele Pinna. Apresentação de projeto e representação gráfica. Curitiba:
Contentus, 2020.
BUXTON, Pamela. Manual do arquiteto: planejamento, dimensionamento e
projeto. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2017.
FRANÇA, Elena Furlan da. Atelier de projeto de arquitetura II. Londrina: Editora e
Distribuidora Educacional S.A., 2017.
Básicas – PERIÓDICOS:
Journal of Architectural Education
Revista Proyecto, Progreso, Arquitectura
The Journal of Architecture
Complementares - LIVROS:
MANO, Cássia Morais Mano [et al]. Projeto de arquitetura e urbanismo I. Porto
Alegre: Grupo A, 2019
MONTENEGRO, Gildo. O traço dá ideia: bases para o projeto arquitetônico. São
Paulo: Blucher, 2016.
PRADO, Fernando Leme do. Metodologia de projetos. São Paulo: Saraiva, 2011.
Complementares – PERIÓDICOS:
International Journal of Heritage Architecture
Japan Architectural Review
Pasos

Nome da Disciplina: ESTÉTICA E HISTÓRIA DA ARTE


Ementa: PRIMÓRDIOS DA ARTE E ANTIGUIDADE
Conteúdos:
Arte como linguagem
Arte na Idade da Pedra
Arte na Idade dos Metais
Conceito de Arte
Conceito de Estética
Conceito de estética: Heráclito, Platão e Aristóteles.
Creta e Etrúria
Egito
Grécia
Mesopotâmia
Possíveis origens. Função da Arte e o papel social do artista
Roma. Neoplatonismo: Plotino

Ementa: IDADE MÉDIA E IDADE MODERNA

Público
223

Conteúdos:
Arte Gótica
Arte paleocristã e bizantina
Arte Românica
Barroco nos países protestantes.
Kant
Maneirismo. Barroco nos países católicos.
Patrística e Escolástica
Petrarca. Boccaccio. Pico della Mirandola. Thomas More
Pré Renascimento. Gótico tardio
Renascimento no Norte da Europa e Alto Renascimento.
Renascimento: Conceito e surgimento em Florença
Rococó

Ementa: DA ARTE NEOCLÁSSICA ÀS VANGUARDAS EUROPEIAS


Conteúdos:
A Fotografia. As primeiras inovações. O registro da realidade. O Pictorialismo.
Fotografia e as imagens em movimento.
Arte Neoclássica. Romantismo. Realismo
Arts And Crafts. Art Nouveau. Arquitetura do ferro
Benedetto Croce - "arte como expressão individual". Georg Lukács
Cubismo. Futurismo. Abstracionismo. Orfismo
Dadaísmo. Surrealismo. Tachismo
Expressionismo. Fauvismo
Hegel. Schelling - a filosofia da arte
Impressionismo
Neoplasticismo. Bauhaus X Art Deco
Pós-Impressionismo
Raionismo. Construtivismo Russo. Suprematismo

Ementa: ARTE CONTEMPORÂNEA


Conteúdos:
Arte urbana. Arquitetura na contemporaneidade (high tech)
Body art
Escola de Frankfurt
Expressionismo abstrato X minimalismo
Happening. Performance
Instalação. Arte conceitual
Land Art. Site-specific.
Neo-expressionismo. Arte povera
Op Art e Arte Cinética.
Pensamento estético na pós-modernidade
Pop art. Novo realismo
Vídeo arte. Arte tecnológica
Competências:
Conhecer os fundamentos teóricos e aspectos históricos dos conceitos de Estética
e História da Arte.
Referências

Público
224

Básicas - LIVROS:
BATTISTONI FILHO, Duílio. Pequena história da Arte. São Paulo: Papirus, 2020.
GOMBRICH, Ernst Hans. A história da arte. Rio de Janeiro: LTC, 2019.
SANT'ANNA, Patricia; TREVISAN, Paulo Sérgio. Estética e história da arte.
Londrina: Editora e Distribuidora Educacional, 2017.
Básicas – PERIÓDICOS:
Anales de Historia del Arte
Art Libraries Journal
The Latin Americanist
Complementares - LIVROS:
BARBOSA, Ana Amalia Tavares Bastos; MINERINI, Jose. História da arte: do
moderno ao contemporâneo. São Paulo: SENAC, 2018.
PINHEIRO, Antonio Carlos; CRIVELARO, Marcos. História da Arte e do Design:
princípios, estilos e manifestações culturais. São Paulo: Erica, 2014.
SOUZA, Dulce América de; BATISTA Valdoni Moro. História da arte. Porto Alegre:
SAGAH, 2019.
Complementares – PERIÓDICOS:
Art Monthly
Arte y Políticas de Identidad
Arte, Individuo y Sociedad

Nome da Disciplina: HISTÓRIA E TEORIA DA ARQUITETURA - DO PRÉ-


MODERNISMO AO DESCONSTRUTIVISMO
Ementa: PRÉ-MODERNISMO; MODERNISMO
Conteúdos:
Arquitetura Modernista - Expressionismo e Organicismo
As propostas de cidade de Tony Garnier e de Ebenezer Howard.
Brasília e o urbanismo moderno.
Camillo Sitte e seus ensinamentos.
Conceituação e diretrizes da Carta de Atenas
Introdução ao modernismo - conceituação contexto e período
Movimento Moderno e Arquitetura Modernista - Funcionalismo
O plano piloto de Brasília.
Urbanismo Modernista e Carta de Atenas
Arquitetura Modernista - Art-Deco e Brutalismo
O Movimento Arts and Crafts
Vertente Orgânica da Art Nouveau: Victor Horta (Bélgica), Antoni Gaudí (Espanha),
Hector Guimard (França).

Ementa: PÓS-MODERNISMO
Conteúdos:
Arquitetura de Decadência

Público
225

Arquitetura Historicista conceituação


Arquitetura Historicista no Brasil
Arquitetura Racionalista
Arquitetura Regionalista no Brasil
Arquitetura Religionalista
Arquitetura Romanticista Social
Crítica ao modernismo
Estudo comparativo: Modernismo e Pós-Modernismo
Introdução ao pós-modernismo - conceituação contexto e período
Pós modernismo anos 60
Pós modernismo anos 70 e 80

Ementa: TARDOMODERNISMO
Conteúdos:
Arquitetura de Continuidade
Arquitetura de Repetição
Arquitetura ecológica
Arquitetura High Tech
Arquitetura Sleek Tech
Arquitetura sustentável
Conceituação do Urbanismo pós moderno
Fabricação digital na arquitetura
Introdução ao tardomodernismo - conceituação contexto e período
Novo Urbanismo
Prototipagem na arquitetura
Urbanismo Ecológico

Ementa: DESCONSTRUTIVISMO E TENDÊNCIAS


Conteúdos:
Arquitetura contemporânea sustentável
Conceituação do Desconstrutivismo
Construtivismo e Futurismo Russo
Desconstrutivismo na Europa e América Latina
Desconstrutivismo no Brasil
Estudo comparativo: Desconstrutivismo e Pós-Modernismo
Exposição de 1988 no MOMA
Filosofia desconstrutivista
Paisagismo contemporâneo sustentável
Tendências desconstrutivistas
Tendências na arquitetura e no urbanismo
Urbanismo Contemporâneo sustentável

Competências:
Conhecer a teoria e a história da arquitetura, do urbanismo e do paisagismo,
considerando sua produção no contexto social, cultural, político e econômico e
tendo como objetivo a reflexão crítica e a pesquisa.

Público
226

Referências
Básicas - LIVROS:
CHING, Francis D. K.; JARZOMBEK, Mark; PRAKASH, Vikramaditya. História
global da arquitetura. 3. ed. Porto Alegre : Bookman, 2019.
SCOPEL, Vanessa Guerini; MOURA, Patricia Moreira; LUCKE, Sabrina Assmann.
Teoria e história da arquitetura e urbanismo [Link] Alegre : SAGAH, 2018.
TROVO, Priscila Azzolini. História e teoria da arquitetura, urbanismo e paisagismo
II. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2017.
Básicas – PERIÓDICOS:
Architectural History
Architectural Record
Royal Historical Society (London, England). Transactions of the Royal Historical
Society
Complementares - LIVROS:
FARRELLY, Lorraine. Fundamentos de arquitetura. 2. ed. Porto Alegre: Bookman,
2014.
FAZIO, Michael; MOFFETT, Marian; WODEHOUSE, Lawrence. A história da
arquitetura mundial. 3. ed. Porto Alegre: AMGH, 2011.
JOSE RAMON, Alonso Pereira. Introdução à história da arquitetura. Porto Alegre:
Bookman, 2010.
Complementares – PERIÓDICOS:
Apuntes
Architect
The Architects' Journal

Nome da Disciplina: INFORMÁTICA APLICADA À ARQUITETURA E


URBANISMO - PROJEÇÕES ORTOGONAIS
Ementa: INTRODUÇÃO E CONFIGURAÇÃO DO AUTOCAD
Conteúdos:
Apresentação da barra Ribbon (continuação): Properties, Groups, Utilities,
Clipboard, View. Apresentação das opções de utilizações representado pelo "A"
vermelho, da caixa de comandos e da barra de status.
Comandos de construção: Line, Arc, Rectangle e Polygon.
Comandos de construção: Xline, Ray, Spline e Polyline.
Comandos de edição: Erase, Move, Copy, Rotate, Mirror, Offset e Divide.
Comandos de edição: Trim, Extend, Fillet, Chanfer, Curves e Pedit.
Comandos de visualização: Zoom, Window, Previous, Realtime, All, Extents.
Estudo das coordenadas cartesianas (Absolutas/Relativas) e coordenadas polares.
Ferramentas de precisão (continuação): Object Snap (Osnap), Object Snap
Tracking, Dynamic Input.
Instruções de instalação do AUTOCAD e apresentação do ambiente inicial do CAD
- ícones: Iniciar projeto novo (Start Drawing), trabalhar projeto anterior (Recent

Público
227

Documents), conexão online com a Autodesk via Autodesk 360 e envio de


feedbacks.
Introdução ao uso do mouse e do teclado. Apresentação e instruções para
utilização da barra Ribbon e as abas que a subdividem: Draw, Modify, Annotation,
Layers, Block.
Opções Ortho e Polar. Ferramentas auxiliares de precisão para desenho
(Snap/Grid Mode/Polar Tracking).
Processo de Projeto no CAD: contextualização do programa relacionado a seus
usos específicos e genéricos de acordo com a disciplina e as necessidades.

Ementa: CONSTRUÇÃO E EDIÇÃO DO DESENHO


Conteúdos:
As vantagens do uso de camadas.
Biblioteca de blocos.
Biblioteca de hachuras.
Comandos de averiguação: Distance, Area e Mass Properties.
Comandos de edição de blocos e hachuras: União (Join) e explosão de elementos
Explode
Comandos de transformação: Hatch e Match Properties.
Comandos de transformação: Scale e Align.
Comandos de transformação: Strecht e Boundary.
Criação e configuração de camadas.
Inserção de Blocos.
Opções de uso e visualização dos layers.
Padrões de camadas, propriedades e comandos auxiliares.

Ementa: CONFIGURAÇÕES: TEXTOS E COTAS, MEDIÇÃO E LIST


Conteúdos:
Comandos de medição e list
Comandos de medição e list aplicados a blocos explodidos
Comandos de medição e list aplicados aos blocos explodidos
Comandos de medição e list aplicados às linhas de construção
Comandos Radius, Angle.
Cotagem por face de referência (Baseline) e por ordenadas (Ordinate)
Criar, modificar e especificar estilos de texto, linhas de chamada, símbolos, tabelas
e cotas
Denominação de ambientes.
Hachuras - Tipos. Configuração de hachuras. Inserção de hachuras. Edição de
hachuras
Humanização.
Indicações e símbolos em plantas e fachadas.
Inserção e remoção de cotas e textos, com escalas específicas.
Introdução aos comandos de medição e list

Ementa: IMPRESSÃO E CORTES- PLOTAGEM


Conteúdos:
Área e escala da plotagem.
Arquivos padrões (TEMPLATE).
Configuração de parâmetros de TEMPLATE.

Público
228

Criação de formatos no ambiente LAYOUT. Inserção de textos e atributos.


Elementos e organização do desenho.
Importando arquivos externos para montagem da prancha.
Layers no Layout.
Model Space e Layout e criação de pranchas.
Tipos de impressoras, tamanho do papel.
Tipos de saídas de impressão (Impressoras/Arquivo)
Wiewports.
Competências:
Conhecer a trajetória de aplicação da informática em projetos arquitetônicos.
Conhecer e saber configurar o AUTOCAD e realizar a construção e edição de
desenho.
Conhecer e saber configurar textos, linhas e cotas, bem como, os comandos de
medição e list em projetos no AUTOCAD.
Conhecer os tipos de impressora e máquinas de corte, as plotters, bem como, saber
configurar os arquivos para impressão e corte.
Referências
Básicas - LIVROS:
LIMA, Cláudia Campos Netto Alves de. Estudo dirigido de AutoCAD 2019. São
Paulo: Érica, 2019.
RAMOS, Gabriel Teixeira. Informática aplicada à arquitetura e urbanismo I.
Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2017.
SILVEIRA, Samuel João da. AutoCAD 2020: CADinho: um professor 24h
ensinando o AutoCAD para você. Rio de Janeiro: Brasport, 2020.
Básicas – PERIÓDICOS:
IEEE Computational Intelligence Magazine
IEEE Transactions on Computational Imaging
International Journal of Computational Science and Engineering
Complementares - LIVROS:
CORREA, Roberto Machado. Desenho técnico civil: projetos de edifícios e outras
construções. Rio de Janeiro: Elsevier, 2019.
CRUZ, Michele David da. Desenho técnico: medidas e representação gráfica. São
Paulo: Érica, 2014
TULER, Marcelo; WHA, Chan Kou. Exercícios para AutoCAD: roteiro de atividades.
Porto Alegre: Bookman, 2013.
Complementares – PERIÓDICOS:
Computer Act!ve
Computer Aided Design
Computer Arts

Nome da Disciplina: URBANISMO DE BAIXA COMPLEXIDADE

Público
229

Ementa: ELEMENTOS CONCEITUAIS E MORFOLÓGICOS DO ESPAÇO


URBANO PARA COMPREENDER A PRODUÇÃO DO ESPAÇO URBANO.
Conteúdos:
A cidade e sua integração na rede regional
A forma da cidade e seu parcelamento: crescimento urbano e modelos de cidade
(compacta x dispersa).
Competência do Estado no parcelamento do solo: âmbito federal, estadual e
municipal.
Elementos de morfologia: a quadra, a praça, a rua, o edifício, vegetação, mobiliário
Elementos estruturais de organização das cidades: centro urbano, sub-centros,
centralidade local, área rural, espaço periurbano, etc.
Elementos morfológicos como aspectos que compõem a paisagem urbana.
Morfologia urbana e elementos estruturais do espaço urbano: recortes fundiários e
parcelares, vias e espaços públicos.
O papel da densidade populacional e construtiva na forma e vitalidade do espaço
O processo de formação das cidades, a periferização e centralidade.
Processos sociais na dinâmica espacial das cidades e os tipos de usos existentes
(comercial, serviços, industrial, residencial, etc.)
Conceito de urbanismo, cidade, planejamento e gestão urbana.
Legislação municipal: planos diretores, Leis de parcelamento do solo e ocupação
do solo, zoneamento.

Ementa: LEVANTAMENTO DE DADOS, MAPEAMENTOS E ANÁLISE ESPACIAL


PARA A IDENTIFICAÇÃO DE CONDICIONANTES DE PROJETO E
DIAGNÓSTICO URBANÍSTICO
Conteúdos:
Conceito de setor censitário e cadastro multifinalitário
Conceitos de SIG e Geoprocessamento aplicados ao urbanismo
Condicionantes ambientais: Áreas de risco geomorfológico e carta geotécnica;
Áreas non aedificandi, Áreas de Preservação Permanente, água no meio urbano.
Condicionantes socioeconômicas do projeto urbanístico
Hierarquia viária e largura mínimas para suas calçadas.
Leitura do território: Aspectos legais, suporte biofísico, uso e ocupação do solo,
problemáticas e potencialidades da área.
Levantamento de dados ambientais e topográficos: presença de nascentes e
cursos dá água, mapa de hipsometria, área de manancial e cortes topográficos.
Mapeamentos para análise do ambiente construído e para análise do suporte físico
e sistema de espaços livres.
Metodologia para análise urbana e elaboração de diagnóstico urbanístico.
Métodos e ferramentas de levantamento de dados e mapeamentos temáticos para
urbanismo.
Noções básicas de cartografia aplicadas ao urbanismo
Sistemas de Mobilidade urbana.

Ementa: PRESSUPOSTOS PROJETUAIS, DIAGNÓSTICO E PROGRAMA DE


NECESSIDADES DE UM PROJETO URBANÍSTICO.
Conteúdos:

Público
230

Abordagens e Instrumentos urbanísticos utilizados para desenvolvimento de


projetos urbanos: Processos sociais, formas espaciais, infraestrutura e usos do
solo.
Conceito de cidade desenhada para a dimensão da escala humana e como lugar
de encontro e permanência.
Conceitos de permeabilidade, variedade, robustez, legibilidade, apropriação visual
e riqueza
Diagnóstico Urbanístico: potencialidades, vocação da área, fragilidades da área de
projeto urbanístico e potencialidades de transformação espacial.
Diretrizes de projeto urbano e sua adequação à realidade da cidade
O espaço da rua: redes para pedestres e ciclistas, priorização do transporte coletivo
Pesquisa e estudo de projetos de referência de elementos morfológicos que
constituem a forma da paisagem urbana na escala do pedestre.
Programa de Necessidades Urbanístico.
Setorização, definição de diretrizes e pré-dimensionamento.
Sistema viário: Traçado de vias e o sítio físico; segurança viária; conectividade da
malha
Uso do solo e locação de equipamentos e serviços públicos
Vivacidade urbana e utilização dos espaços livres públicos.

Ementa: PROJETO URBANÍSTICO DE DESENHO URBANO


Conteúdos:
Apresentação do projeto urbano desenvolvido.
Aprimoramento de imagens e edição de fotos.
Desenvolvimento dos planos ortogonais humanizados.
Diagramação das pranchas de apresentação.
Diagramação do memorial justificativo.
Elaboração de um estudo preliminar de projeto urbanístico
Elaboração de uma maquete física da área de projeto.
Finalização do texto justificativo.
Noções de representação gráfica em projetos urbanos: desenvolvimento das peças
gráficas I
Noções de representação gráfica em projetos urbanos: desenvolvimento das peças
gráficas II
Noções de representação gráfica em projetos urbanos: desenvolvimento das peças
gráficas III
Noções de representação gráfica em projetos urbanos: desenvolvimento das peças
gráficas IV

Competências:
Conhecer os conceitos básicos e introdutórios sobre o processo de formação da
cidade e a relação entre o parcelamento do solo e a produção da forma do tecido
urbano, bem como as legislações que regulam esse processo.
Conhecer e aplicar os métodos para levantamento e leitura urbana que possibilitem
a identificação das aptidões e condicionantes locais, aplicando-os na análise
urbana e na elaboração de diagnóstico urbanístico e introdução ao
geoprocessamento.
Conhecer e realizar um diagnóstico e programa de necessidades para um projeto
urbanístico a partir dos dados levantados e aplicar as metodologias e técnicas de

Público
231

planejamento na elaboração de estudo preliminar de um projeto de intervenção


urbana.
Conhecer e elaborar um estudo preliminar de projeto de desenho urbanístico,
exercitando e aplicando a capacidade de proposição de soluções urbanísticas e
desenvolvendo o exercício de projeto em diferentes escalas e complexidades.

Referências
Básicas - LIVROS:
MARQUES, Carolina Corso Rodrigues [et al.]. Legislação urbanística aplicada.
Porto Alegre: SAGAH, 2018.
PERA, Caroline Krobath Luz. Urbanismo I. Londrina: Editora e Distribuidora
Educacional S.A., 2019.
SCOPEL, Vanessa ...[et al.]. Planejamento urbano. Porto Alegre : SAGAH, 2018.
Básicas – PERIÓDICOS:
Arquitectonics
Arquiteturarevista
Blueprint
Complementares - LIVROS:
PELLEGRINO, Paulo; MOURA, Newton Becker (orgs). Estratégias para uma
infraestrutura verde. Barueri: Manole, 2017.
PORTUGUAL, Licinio da Silva ...[et al.]. Transporte, mobilidade e desenvolvimento
urbano. Rio de Janeiro: Elsevier, 2017.
VARGAS, Heliana Comin; CASTILHO, Ana Luisa Howard de (orgs). Intervenções
em centros urbanos: objetivos, estratégias e resultados. 3. ed. Barueri, SP: Manole,
2015.
Complementares – PERIÓDICOS:
Building Design
City, Territory and Architecture
The Canadian Architect

4º Semestre

Nome da Disciplina: ATELIER DE PROJETO DE ARQUITETURA RESIDENCIAL


DE ALTA COMPLEXIDADE
Ementa: FUNDAMENTAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO TEMA
Conteúdos:
Habitação social: Buscas de soluções de projeto de habitação social
Características de um projeto de habitação de interesse social
Conceituação sobre análise de projetos referenciais da área de habitação social
Criação de repertório projetual de habitação social
Habitação social: História da Habitação de Interesse Social no Brasil
Legislação para projeto da unidade habitacional de interesse social
Levantamento condicionantes locais: legislação vigente na área do terreno

Público
232

Levantamento condicionantes locais: zoneamentos


Metodologia de projeto para habitação de interesse social
Metodologias de análise de projetos arquitetônicos da área de habitação social
Ministério das Cidades e a Legislação Federal para projeto de habitação de
interesse social
Projeto de Habitação de Interesse Social na atualidade

Ementa: PROGRAMA DE NECESSIDADES, SETORIZAÇÃO E


DIMENSIONAMENTO
Conteúdos:
Atelier III - Habitação social: Acessos e volumetria
Análise de vistas
Conceito e partido Arquitetônico
Condicionantes climáticas
Desenho Universal
Dimensões e áreas mínimas
Fluxos e circulação
Plano de massas e fluxograma do projeto
Potencialidades e Fragilidades do terreno
Pré-dimensionamento
Programa de necessidades da unidade habitacional
Programa de necessidades do espaço coletivo público

Ementa: DESENVOLVIMENTO DO PROJETO


Conteúdos:
Desenvolvimento da planta I
Desenvolvimento da planta II
Detalhamento construtivo
Detalhamento do mobiliário
Dimensionamento de rampas e escadas
Elaboração dos desenhos técnicos: casa de máquinas, poço elevador, barrilete,
caixa d'água e ático
Implantação
Planta de cobertura
Quadro de áreas
Quadro de esquadrias
Setorização da unidade habitacional
Tecnologia nos projetos de habitação social

Ementa: DESENHOS E APRESENTAÇÃO DO PROJETO


Conteúdos:
Apresentação das maquetes física e virtual do modelo
Criação da maquete física do modelo
Criação do modelo tridimensional digital
Diagramação das pranchas de projeto
Elaboração da elevação frontal e posterior
Elaboração das elevações laterais
Elaboração do corte longitudinal
Elaboração do corte transversal

Público
233

Elaboração do memorial de projeto


Narrativa de apresentação de projeto e orientação para a banca de apresentação
Representação técnica do projeto humanizado
Simulação do desempenho térmico e acústico
Competências:
Compreender a metodologia de análise de projetos, técnicas de coleta de dados e
informações iniciais de arquitetura de média complexidade aplicada a habitação
social.
Compreender as técnicas da prática da análise de edificações referentes as
características funcionais, compartimentação e dimensionamento preliminar
aplicada a habitação social.
Compreender e aplicar as normas de desenho, legislações e acessibilidade
relacionadas aos projetos de arquitetura e urbanismo de interesse social.
Compreender e aplicar as técnicas da prática do desenvolvimento do Anteprojeto
e da apresentação do projeto arquitetônico de habitação social.

Referências
Básicas - LIVROS:
ALMEIDA, Estela Regina de. Atelier de projeto de Arquitetura III. Londrina: Editora
e Distribuidora Educacional S.A., 2018.
BRAGA, Gisele Pinna. Apresentação de projeto e representação gráfica. Curitiba:
Contentus, 2020.
GALINATTI, Anna Carolina Manfroi; GIAMBASTIANI Gabriel Lima. Projeto de
arquitetura e urbanismo III. Porto Alegre : SAGAH, 2019.
Básicas – PERIÓDICOS:
Green Places
Home
Revista INVI
Complementares - LIVROS:
BUXTON, Pamela. Manual do arquiteto: planejamento, dimensionamento e projeto.
5. ed. Porto Alegre : Bookman, 2017.
CARRANZA, Edite Galote Rodrigues; CARRANZA, Ricardo. Escalas de
representação em arquitetura. 5. ed. São Paulo: Blucher, 2018.
MONTENEGRO, Gildo. O traço dá ideia: bases para o projeto arquitetônico. São
Paulo: Blucher, 2016.
Complementares – PERIÓDICOS:
Bitácora Urbano Territorial
Contemporaneity
Context

Nome da Disciplina: FUNDAMENTOS DE RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS

Público
234

Ementa: FUNDAMENTOS DA FÍSICA


Conteúdos:
Corpos rígidos.
Equilíbrio de corpos rígidos.
Equilíbrio de ponto material.
Equilíbrio estático e dinâmico.
Forças da natureza (gravitacional, normal, tração).
Grandezas escalares e vetoriais.
Grandezas físicas, unidades de medidas, transformações de unidade e o Sistema
Internacional (SI).
Introdução à álgebra vetorial, plano cartesiano, versores, soma de vetores,
decomposição de vetores e vetor resultante.
Leis de Newton.
Momento de uma força: Torque.
Produto escalar e produto vetorial.
Rotações.

Ementa: TENSÃO E DEFORMAÇÃO


Conteúdos:
Aplicação dos conceitos de tensões principais.
Coeficiente de Poisson.
Diagramas de tensão e deformação.
Estado de tensões.
Estado plano de tensões e tensões principais.
Lei de Hooke.
Materiais dúcteis.
Materiais frágeis.
Módulo de elasticidade.
Módulo de tenacidade.
Tensões de cisalhamento.
Tensões de tração e compressão.

Ementa: ESTUDO DAS SEÇÕES PLANAS


Conteúdos:
Aplicação do momento de inércia.
Aplicação dos conceitos de flexão.
Áreas compostas.
Centro de gravidade.
Diagramas de momento e força cortante.
Linha neutra.
Momento de inércia em seções retangulares.
Seção retangular.
Seção T.
Seção transversal de um elemento fletido.
Símbolos e unidades no SI.
Vigas e elementos fletidos.

Ementa: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS: APLICAÇÕES

Público
235

Conteúdos:
Aplicação do conceito de treliças.
Carga crítica de flambagem para barras bi-articuladas.
Conceito de flambagem.
Definição de torção.
Deformação de torção.
Diferentes tipos de apoios de uma estrutura.
Equilíbrio de uma treliça.
Flambagem: aplicações.
Modelos de análise de treliças.
Outros tipos de vinculações.
Tensão de torção.
Torção: aplicações.
Competências:
Conhecer os conceitos fundamentais da física; conceitos de vetores, equilíbrio de
ponto material e corpos rígidos.
Conhecer e compreender os conceitos de tensão e deformação; diagramas de
tensão/deformação; comportamentos elásticos e plásticos dos materiais; estado de
tensão em um plano.
Conhecer e compreender as características geométricas das seções planas, os
conceitos de momento de inércia bem como a aplicação desses conceitos em vigas
de seção retangulares sob flexão.
Conhecer o comportamento das treliças e as tensões axiais envolvidas; os
diferentes apoios envolvidos em uma estrutura, o mecanismo da tensão de torção
e as condições de flambagem em elementos comprimidos.
Referências
Básicas - LIVROS:
EDMUNDO, Douglas Andrini (org.). Resistência dos materiais aplicada. Porto
Alegre : SAGAH, 2016.
MASUELA, Fábio Blas. Resistência dos materiais. Londrina : Editora e
Distribuidora Educacional S.A. 2017.
PINHEIRO, Antônio Carlos da Fonseca Bragança. Fundamentos de resistência
dos materiais. Rio de Janeiro: LTC, 2019.
Básicas – PERIÓDICOS:
Applied Mechanics and Materials
Journal of Materials Science
Mechanics of Advanced Materials and Modern Processes
Complementares - LIVROS:
BEER, Ferdinand P. ...[et al.]. Mecânica dos materiais. 8. ed. Porto Alegre: AMGH,
2021.
MELCONIAN, Sarkis. Mecânica técnica e resistência dos materiais. 20. ed. São
Paulo: Érica, 2012.
URUGAL, Ansel C. Mecânica dos materiais. Rio de Janeiro : LTC, 2009
Complementares – PERIÓDICOS:
Estudos Tecnológicos em Engenharia
IOP Conference Series. Materials Science and Engineering
Journal of Mechanics

Público
236

Nome da Disciplina: INFORMÁTICA APLICADA À ARQUITETURA E


URBANISMO - PERSPECTIVAS
Ementa: INTERFACE, CONFIGURAÇÕES E OPERAÇÕES BÁSICAS
Conteúdos:
Sketchup: Atalhos de ferramentas e comandos
Sketchup: Barras de ferramentas
Sketchup: Estilos de apresentação
Sketchup: Ferramentas auxiliares de construção
Sketchup: Ferramentas Orbit e Pan
Sketchup: Gerenciamento de arquivos
Sketchup: Interface de trabalho
Sketchup: Modos de visualização (vistas e projeções)
Sketchup: Opções de Zoom
Sketchup: Seleção de elementos
Sketchup: Seleção de template
Sketchup: Unidades de trabalho e geolocalização

Ementa: DESENHO, MODELAMENTO, EDIÇÃO E BLOCOS


Conteúdos:
Sketchup: Alteração de escala, espelhamento, divisão e offset
Sketchup: Biblioteca de blocos
Sketchup: Criação de componentes (Sólidos)
Sketchup: Criação de geometrias retas e curvas
Sketchup: Criação e edição de camadas de trabalho
Sketchup: Criação e edição de componentes (blocos)
Sketchup: Extrusão (ortogonal de perfis e por caminho)
Sketchup: Importação e exportação de blocos
Sketchup: Mover, copiar e rotacionar objetos
Sketchup: Operações booleanas (Intersect e Solid tools)
Sketchup: Organização de blocos (Outliner)
Sketchup: Organização do desenho através das layers

Ementa: MATERIAIS, TEXTURAS, APRESENTAÇÕES E PLOTAGENS EM


PRANCHAS
Conteúdos:
Aplicação de materiais
Configuração para impressão
Configurações de sombreamento
Configurações do observador
Criação de animações
Criação de cenas (Scenes)
Criação de Pranchas em PDF
Criação e edição de materiais
Importação e exportação de texturas
Impressão de cenas
Layout introdução

Público
237

Montando pranchas

Ementa: RENDERIZAÇÃO, ILUMINAÇÃO E PÓS PRODUÇÃO DE IMAGEM


Conteúdos:
Configurações de render
Photoshop: Ajustes básicos
Photoshop: Correção de cor, Filtros e Efeitos
Photoshop: Ferramentas de seleção
Photoshop: Importando imagens no photoshop
Vray: Bump e Displacement map
Vray: Color Mapping
Vray: Image Sampling
Informática Aplicada II - Vray: Mecanismos de Informática Aplicada II - Vray:
iluminação global
Informática Aplicada II - Vray: Vray Light Material
Informática Aplicada II - Vray: Vray Material
Informática Aplicada II - Vray: Vray Sun & Sky, Vray Lights
Competências:
Conhecer os fundamentos, ambientes de trabalho e operações básicas de
modelagem 3D no programa Sketchup.
Conhecer os conceitos e aplicar as técnicas para organização do desenho em
camadas (layers), e construção de modelos tridimensionais em projetos
arquitetônicos e urbanistas no programa Sketchup.
Conhecer e aplicar os conceitos, fundamentos e técnicas de iluminação e aplicação
de texturas em modelos tridimensionais e plotagem de modelos tridimensionais em
PDF e para apresentação digital.
Conhecer os conceitos e as técnicas para renderização, iluminação e finalização
da cena e pós-produção de imagem.

Referências
Básicas - LIVROS:
CAVASSANI, Glauber. SketchUp Pro 2016: ensino prático e didático. São Paulo:
Érica, 2016.
GASPAR, João. SketchUp Pro: passo a passo. São Paulo: ProBooks, 2017.
ORTHEY, Andre Luis. Informática aplicada à arquitetura e urbanismo II. Londrina:
Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2018.

Básicas – PERIÓDICOS:
Computer Act!ve
Computer Aided Design
Computer Arts
Complementares - LIVROS:
ANDRADE, Marcos Serafim de. Adobe Photoshop. São Paulo: SENAC, 2020.
CAVASSANI, Glauber. Técnicas de maquetaria. São Paulo: Érica, 2014.
CAVASSANI, Glauber. V-Ray para o Google SketchUp 8: acabamento, iluminação
e recursos avançados para maquete eletrônica. São Paulo: Érica, 2012.

Público
238

Complementares – PERIÓDICOS:
IEEE Computational Intelligence Magazine
IEEE Transactions on Computational Imaging
International Journal of Computational Science and Engineering

Nome da Disciplina: INFRAESTRUTURA URBANA


Ementa: O PROCESSO HISTÓRICO DE URBANIZAÇÃO E A CONCEITUAÇÃO
DA INFRAESTRUTURA URBANA
Conteúdos:
Classificação da Infraestrutura segundo a sua função
Classificação da Infraestrutura segundo a sua localização
Desenvolvimento América Pré-Colombiana.
Exemplo de Intervenção Urbana contemporâneos (Barcelona, Kalundborg, Sâo
Paulo)
Exemplo de Intervenção urbana. Planos Urbanísticos europeus. (Plano Haussman,
Cerdá, Brasília e Curitiba)
História da formação das cidades e da infraestrutura urbana. Antiguidade. Egito e
Mesopotâmia, Grécia e Roma.
Infraestruturas urbanas. Conceituação, características, tecnologias atuais.
Legislações e o Plano Diretor aplicado a Infraestrutura urbana.
Lei de Parcelamento do Solo Urbano aplicado a Infraestrutura urbana.
Processo de urbanização no Brasil
Revolução Industrial. Mudanças nos centros urbanos.
Subsistemas de Infraestrutura urbana. Características, tecnologias atuais.

Ementa: SUBSISTEMAS DE INFRAESTRUTURA URBANA. SISTEMA VIÁRIO E


DRENAGEM PLUVIAL.
Conteúdos:
Histórico e hierarquia
Legislação, dimensionamento e velocidade.
Legislação: declividades e acessibilidade.
Mobilidade Urbana Sustentável
Passeio público - via para pedestres
Políticas de mobilidade urbana. Transporte público coletivo.
Problemáticas contemporâneas em drenagem pluvial
Sistema de Drenagem pluvial - histórico e conceituação.
Sistema Viário. Conceituação e características.
Sistemas de captação - Composição e Materiais
Sustentabilidade e infraestrutura verde: drenagem pluvial.
Tráfego de automóveis. Materiais e revestimentos de pavimentação.

Ementa: SUBSISTEMAS DE INFRAESTRUTURA URBANA. SISTEMA DE


SANEAMENTO E ENERGIA ELÉTRICA.
Conteúdos:
Componentes / Sistemas de tratamento anaeróbicos e aerobicos.
Componentes e materiais. Produção e sistemas de transmissão.

Público
239

Consumo de água por habitantes / Componentes e materiais


Problemáticas contemporâneas em abastecimento de água
Problemáticas contemporâneas em captação de tratamento de esgoto.
Redes aéreas - posteamento. Redes subterrâneas.
Sistema de abastecimento de água. Conceituação e características.
Sistema de captação tratamento de esgoto. Conceituação e características.
Sistema de energia elétrica. Conceituação e características.
Sustentabilidade aplicada ao consumo de energia elétrica predial e coletivo/urbano.
Sustentabilidade e infraestrutura verde: captação e tratamento de esgoto
Sustentabilidade e infraestrutura verde: sistema de abastecimento de água

Ementa: SUBSISTEMAS DE INFRAESTRUTURA URBANA. SISTEMAS DE


COMUNICAÇÃO, DEJETOS SÓLIDOS E INFRAESTRUTURA DE GRANDE
PORTE.
Conteúdos:
Estudos de Caso em Infraestrutura em microescala
Estudos de Caso em Smart-Grids e Cidades Inteligentes
Impactos do desenvolvimento das redes de informação e comunicação
Infraestrutura em microescala
Legislação e regras de descarte.
Modelos tradicionais
Redes de informação e comunicação. Conceituação e características.
Resíduos sólidos. Conceituação e características.
Smart-Grids, Cidades Inteligentes
Sustentabilidade e infraestrutura verde: resíduos sólidos.
Sustentabilidade: Novos modelos de infraestrutura a partir das redes de
comunicação
Tecnologias e alcance
Competências:
Conhecer os aspectos da infraestrutura urbana e seus subsistemas de sistema
viário e drenagem pluvial.
Conhecer os aspectos da infraestrutura urbana e seus subsistemas de sistema de
saneamento e energia elétrica.
Conhecer os aspectos da infraestrutura urbana com seus subsistemas de sistemas
de Informação e Comunicação e Resíduos Sólidos, bem como novos modelos de
Infraestrutura Urbana
Referências
Básicas - LIVROS:
FREIRE, Rodrigo Argenton. Infraestrutura urbana. Londrina: Editora e
Distribuidora Educacional S.A., 2017.
MARQUES, Carolina Corso Rodrigues ...[et al.]. Legislação urbanística aplicada.
Porto Alegre: SAGAH, 2018.
SCOPEL, Vanessa Guerini ...[et al.]. Estudo da cidade. Porto Alegre : SAGAH,
2020.

Público
240

Básicas – PERIÓDICOS:
International Journal of Heritage Architecture
Japan Architectural Review
Revista de Gestão Ambiental e Sustentabilidade
Complementares - LIVROS:
PELLEGRINO, Paulo; MOURA, Newton Becker (orgs). Estratégias para uma
infraestrutura verde. Barueri: Manole, 2017.
PORTUGUAL, Licinio da Silva ...[et al.]. Transporte, mobilidade e desenvolvimento
urbano. Rio de Janeiro: Elsevier, 2017.
SCOPEL, Vanessa ...[et al.]. Planejamento urbano. Porto Alegre : SAGAH, 2018.
Complementares – PERIÓDICOS:
Journal of Architectural Education
Journal of Asian Architecture and Building Engineering
The Journal of Architecture

5º Semestre

Nome da Disciplina: ATELIER DE PROJETO DE ARQUITETURA


EDUCACIONAL
Ementa: PROJETO ARQUITETÔNICO DE ESCOLA DE ENSINO INFANTIL
Conteúdos:
Atelier IV - escola de ensino infantil: Partido arquitetônico, plano de massas,
fluxograma e setorização
Atelier IV - escola de ensino infantil: Apresentação das pranchas e maquetes
Atelier IV - escola de ensino infantil: Criação de repertório projetual
Atelier IV - escola de ensino infantil: Dimensões, áreas mínimas e o desenho
universal
Atelier IV - escola de ensino infantil: História e características sobre a temática
Atelier IV - escola de ensino infantil: Legislação aplicada à temática
Atelier IV - escola de ensino infantil: Metodologias de análise de projetos
arquitetônicos
Atelier IV - escola de ensino infantil: Normas técnicas e requisitos específicos
Atelier IV - escola de ensino infantil: Detalhamento do anteprojeto arquitetônico
Atelier IV - escola de ensino infantil: Conceituação sobre análise de projetos
arquitetônicos referenciais
Atelier IV - escola de ensino infantil: Exemplos de projetos arquitetônicos
Atelier IV - escola de ensino infantil: Programa de necessidades de edifícios

Ementa: ESCOLAS FDE: A PROPOSTA DE ARQUITETURA ESCOLAR DO


ESTADO DE SÃO PAULO
Conteúdos:
Atelier IV - escola FDE: Conceituação sobre análise de projetos referenciais
Atelier IV - escola FDE: Criação de repertório projetual
Atelier IV - escola FDE: Legislação aplicada à temática
Atelier IV - escola FDE: Metodologias de análise de projetos arquitetônicos
Atelier IV - escola FDE: Normas técnicas e requisitos específicos

Público
241

Atelier IV - escola FDE: Programa de necessidades


Atelier IV - escola FDE: Apresentação das pranchas e maquetes
Atelier IV - escola FDE: Detalhamento do projeto
Atelier IV - escola FDE: Dimensões, áreas mínimas e o desenho universal
Atelier IV - escola FDE: Exemplos de projetos arquitetônicos de escolas FDE
Atelier IV - escola FDE: História e características sobre a temática
Atelier IV - escola FDE: Partido arquitetônico, plano de massas, fluxograma e
setorização

Ementa: PROJETO ARQUITETÔNICO DE ESCOLAS DE ENSINO TÉCNICO


Conteúdos:
Atelier IV - Escola de Ensino Técnico: Apresentação das pranchas e maquetes
Atelier IV - Escola de Ensino Técnico: Conceituação sobre análise de projetos
arquitetônicos referenciais
Atelier IV - Escola de Ensino Técnico: Criação de repertório projetual
Atelier IV - Escola de Ensino Técnico: Detalhamento do anteprojeto
Atelier IV - Escola de Ensino Técnico: Dimensões, áreas mínimas e o desenho
universal
Atelier IV - Escola de Ensino Técnico: Exemplos de projetos arquitetônicos de
ensino técnico
Atelier IV - Escola de Ensino Técnico: História e características sobre a temática
Atelier IV - Escola de Ensino Técnico: Legislação aplicada à temática
Atelier IV - Escola de Ensino Técnico: Metodologias de análise de projetos
arquitetônicos
Atelier IV - Escola de Ensino Técnico: Normas técnicas e requisitos específicos
Atelier IV - Escola de Ensino Técnico: Partido arquitetônico, plano de massas,
fluxograma e setorização
Atelier IV - Escola de Ensino Técnico: Programa de necessidades de edifícios

Ementa: PROJETO ARQUITETÔNICO DE FACULDADE


Conteúdos:
Atelier IV - Faculdade: Apresentação das pranchas e maquetes
Atelier IV - Faculdade: Conceituação sobre análise de projetos referenciais
Atelier IV - Faculdade: Criação de repertório projetual
Atelier IV - Faculdade: Detalhamento do projeto
Atelier IV - Faculdade: Dimensões, áreas mínimas e o desenho universal
Atelier IV - Faculdade: Exemplos de projeto de faculdade
Atelier IV - Faculdade: História e características sobre a temática
Atelier IV - Faculdade: Legislação aplicada à temática
Atelier IV - Faculdade: Metodologias de análise de projetos arquitetônicos
Atelier IV - Faculdade: Normas técnicas e requisitos específicos
Atelier IV - Faculdade: Partido arquitetônico, plano de massas, fluxograma e
setorização
Atelier IV - Faculdade: Programa de necessidades
Competências:
Analisar edificações, características funcionais, compartimentação,
dimensionamento e legislação relacionadas a projetos de escola de ensino infantil.

Público
242

Compreender e aplicar as técnicas para desenvolvimento do Anteprojeto do projeto


arquitetônico de escola de ensino infantil.
Compreender a proposta de arquitetura das escolas FDE. Analisar as
características funcionais, compartimentação, dimensionamento, legislações e
acessibilidade relacionadas aos projetos de escola. Compreender e aplicar as
técnicas para desenvolvimento do Anteprojeto e da apresentação do projeto
arquitetônico de escola considerados as premissas da FDE.
Analisar edificações, características funcionais, compartimentação,
dimensionamento e legislação relacionada aos projetos de escola de ensino
técnico. Compreender e aplicar as técnicas para desenvolvimento do Anteprojeto
de escola de ensino técnico.
Compreender as características de arquitetura escolar universitária. Analisar
edificações, características funcionais, compartimentação e legislação aplicadas a
essa tipologia. Compreender e aplicar as técnicas para desenvolvimento do
Anteprojeto e da apresentação do projeto arquitetônico de escola universitária.

Referências
Básicas - LIVROS:
ALVARES, Sandra Leonora; BORMIO, Mariana Falcão. Atelier de projeto de
arquitetura IV. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2018.
BRAGA, Gisele Pinna. Apresentação de projeto e representação gráfica. Curitiba:
Contentus, 2020.
BUXTON, Pamela. Manual do arquiteto: planejamento, dimensionamento e
projeto. 5. ed. Porto Alegre : Bookman, 2017.
Básicas – PERIÓDICOS:
Conhecimento & Diversidade
Journal of Integral Theory and Practice
Journal of Wood Science
Complementares - LIVROS:
CARRANZA, Edite Galote Rodrigues; CARRANZA, Ricardo. Escalas de
representação em arquitetura. 5. ed. São Paulo: Blucher, 2018.
KOWALTOWSKI, Doris C. C. K.; MOREIRA, Daniel de Carvalho; FABRICIO Márcio
M. (orgs). O processo de projeto em arquitetura: da teoria à tecnologia. São Paulo:
Oficina de Textos, 2011.
MONTENEGRO, Gildo. O traço dá ideia: bases para o projeto arquitetônico. São
Paulo: Blucher, 2016.
Complementares – PERIÓDICOS:
Le Journal Spéciale'Z
Mauerwerk
Megaron

Nome da Disciplina: CONFORTO AMBIENTAL - TÉRMICO


Ementa: RELAÇÃO ENTRE ARQUITETURA E CLIMA

Público
243

Conteúdos:
Conforto ambiental térmico: Apresentação da carta bioclimática brasileira
Conforto ambiental térmico: Clima brasileiro e normais climatológicas
Contexto energético e relação entre projeto de arquitetura e clima
Definição de conforto térmico e termorregulação para a arquitetura
Definição de radiação eletromagnética e fenômenos ondulatórios aplicado ao
conforto térmico
Definição de temperatura, vento, umidade aplicado ao conforto térmico
Definição e escalas climáticas
Estratégias de conforto ambiental térmico para cada zona bioclimática brasileira
Histórico e objetivo do desenvolvimento da carta bioclimática brasileira
Método de aplicação da carta bioclimática brasileira
Modelos de Conforto térmico para a arquitetura
Variáveis de Conforto térmico para a arquitetura

Ementa: ESTRATÉGIAS BIOCLIMÁTICAS


Conteúdos:
Conforto ambiental térmico: Aplicações práticas
Conforto ambiental térmico: Aquecimento solar
Conforto ambiental térmico: Inercia térmica
Conforto ambiental térmico: Resfriamento Evaporativo
Conforto ambiental térmico: Transferências úmidas de calor
Conforto ambiental térmico: Umidificação. Parte I
Conforto ambiental térmico: Umidificação. Parte II
Definição de massa térmica para aquecimento e aplicações práticas
Definição de Massa Térmica para Resfriamento e aplicações práticas
Funções da ventilação para o conforto térmico
Parâmetros que influenciam a ventilação natural
Ventilação por ação do vento, diferença de temperatura e pressão

Ementa: NORMAS DE DESEMPENHO TÉRMICO, CONCEITO E CÁLCULO


Conteúdos:
Cálculo de Transmitância Térmica - Desempenho Térmico de Paredes e
Coberturas. Parte I
Cálculo de Transmitância Térmica - Desempenho Térmico de Paredes e
Coberturas. Parte II
Cálculo de Transmitância Térmica - Desempenho Térmico de Paredes e
Coberturas. Parte III
Cálculo de Transmitância Térmica - Desempenho Térmico de Paredes e
Coberturas. Parte IV
Conforto ambiental térmico: Definição de condução de calor e convecção
Conforto ambiental térmico: Definição de resistência térmica
Conforto ambiental térmico: Introdução à NBR 15220
Conforto ambiental térmico: Introdução à NBR15575
Conforto ambiental térmico: NBR 15220, aprofundamento.
Conforto ambiental térmico: NBR15575, aprofundamento.
Conforto ambiental térmico: Propriedades dos materiais
Conforto ambiental térmico: Transferência secas de calor

Público
244

Ementa: ESTUDO DA INSOLAÇÃO


Conteúdos:
Conforto ambiental térmico: Azimute e altura solar
Conforto ambiental térmico: Movimentos da terra
Conforto ambiental térmico: Sombreamento do entorno
Conforto ambiental térmico: Transferidor de ângulos
Diagramas solares. Parte I
Diagramas solares. Parte II
Dimensionamento e análise de proteção solar. Parte I
Dimensionamento e análise de proteção solar. Parte II
Dimensionamento e análise de proteção solar. Parte III
Dimensionamento e análise de proteção solar. Parte IV
Máscaras de sombra. Parte I
Máscaras de sombra. Parte II
Competências:
Conhecer os fundamentos do conforto térmico para a arquitetura e compreender o
clima brasileiro.
Compreender e aplicar estratégias bioclimáticas para o conforto ambiental térmico
no contexto brasileiro.
Conhecer e aplicar as normas de desempenho térmico brasileiras para conforto
ambiental térmico e os cálculos envolvidos.
Conhecer e aplicar os fundamentos de insolação e sombra do ambiente para
conforto ambiental térmico.

Referências
Básicas - LIVROS:
CARVALHO, Talita Andrioli Medinilha de. Conforto ambiental: térmico. Londrina:
Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2018.
MAHLMANN, Fabiana Galves ...[et al.]. Conforto ambiental. Porto Alegre: SAGAH,
2018.
PINHEIRO, Antonio Carlos da Fonseca Bragança; CRIVELARO, Marcos. Conforto
ambiental: iluminação, cores, ergonomia, paisagismo e critérios para projetos.
São Paulo : Érica, 2014.
Básicas – PERIÓDICOS:
Informe GEPEC
Nexus Network Journal
Periodica Polytechnica. Architecture
Complementares - LIVROS:
CASTRO, Adriana Petito de Almeida Silva; RANCURA, Raquel Leticia. Conforto
ambiental: acústico e lumínico. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A.,
2018.
GALINATTI, Anna Carolina Manfroi ...[et al.]. Projeto de arquitetura de interiores
residenciais. Porto Alegre : SAGAH, 2019.
GONÇALVES, Elisangela Cristina Sorano. Conforto ambiental. Londrina: Editora e
Distribuidora Educacional S.A., 2018.

Público
245

Complementares – PERIÓDICOS:
Revista de Arquitectura
Revista de Arquitectura
Revista Proyecto, Progreso, Arquitectura

Nome da Disciplina: INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO


Ementa: Fundamentos de instalações elétricas de baixa tensão
Conteúdos:
Componentes básicos de um projeto elétrico de baixa tensão
Conceitos básicos de luminotécnico
Critérios, etapas e fluxograma de elaboração de um projeto de instalações elétricas
Elementos de circuito: resistência, indutância e capacitância
Método dos lumens
Partes do projeto
potência ativa
potência reativa
Tensão e corrente elétrica
Tipos de Lâmpadas
Visão geral da norma NBR 5413
Visão geral da norma NBR-5410

Ementa: Aspectos iniciais em um projeto de instalações elétricas de baixa tensão


Conteúdos:
Cálculo de demanda para residências individuais
Conceito de demanda
Conceitos sobre o fornecimento de energia: geração transmissão e distribuição
Demanda total de um edifício de uso coletivo
Dimensionamento da entrada de serviço
Estimativa preliminar de cargas
Fator de demanda
Limites de fornecimento
Normativas
Previsão de cargas conforme a NBR-5410
Previsão de cargas especiais
Sistemas de distribuição

Ementa: Dimensionamento em um projeto de instalações elétricas de baixa tensão


Conteúdos:
Características e tipos de eletrodutos
Critério de capacidade de condução de corrente
Critério de cores dos condutores
Critério limite de queda de tensão
Desenhos e diagramas da instalação elétrica
Dimensionamento de eletrodutos e caixa de derivação
Divisão da instalação em circuitos terminais

Público
246

Instalação de condutores em eletrodutos


Localização dos quadros elétricos
Localização e especificação das tomadas de uso geral e específico e outros pontos
Seção mínima dos condutores
Taxa máxima de ocupação

Ementa: Proteção, segurança e aterramento em instalações elétricas de baixa


tensão
Conteúdos:
Aterramentos
Características dos dispositivos de proteção
Características dos incêndios
Configurações dos quadros de distribuição
Dimensionamento dos dispositivos de proteção
Dispositivos de proteção à corrente diferencial
Gerenciamento de riscos
Manutenção das instalações elétricas
Perigos e efeitos da corrente elétrica
Prescrições estabelecidas pela NBR 5410
Sistemas de combate e prevenção à incêndios
Visão geral da norma de segurança NR-10
Competências:
Compreender os fundamentos básicos de instalações elétricas em baixa tensão.
Compreender os passos básicos necessários para iniciar o projeto de instalações
elétricas.
Compreender o dimensionamento dos componentes em um projeto de instalações
elétricas.
Compreender as funções e especificações dos dispositivos de proteção e
segurança de uma instalação elétrica.
Referências
Básicas - LIVROS:
BARBOSA, Filipe Sousa ...[et al.]. Projeto de instalações elétricas. Porto Alegre:
SAGAH, 2019.
NISKIER, Julio; MACINTYRE, Archibald Joseph. Instalações elétricas. 7. ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2021.
NUNES, Bruno Moser. Instalações elétricas de baixa tensão. Londrina: Editora e
Distribuidora Educacional S.A., 2019.
Básicas – PERIÓDICOS:
Architectural Engineering and Design Management
Broadcast Engineering
The Arabian Journal for Science and Engineering. Section B, Engineering
Complementares - LIVROS:
CARVALHO JÚNIOR, Roberto de. Instalações elétricas e o projeto de arquitetura.
7. ed. São Paulo: Blucher, 2016.
CREDER, Hélio. Instalações elétricas. Rio de Janeiro : LTC, 2021.
NERY, Norberto. Instalações elétricas: princípios e aplicações. 3. ed. São Paulo:
Érica, 2019

Público
247

Complementares – PERIÓDICOS:
Computer Modeling in Engineering & Sciences
Computers & Electrical Engineering
Computers & Industrial Engineering

Nome da Disciplina: TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL

Ementa: O CLIENTE E A IMPLANTAÇÃO DA OBRA


Conteúdos:
Análise do local da obra.
Condições de acesso.
Contratos de prestação de serviços.
Ferramentas de divulgação dos serviços de engenharia e arquitetura.
Locação da obra.
Metodologias construtivas.
Mobilização e gastos iniciais.
Normas de qualidade e segurança aplicáveis.
Organização das atividades e logística.
Preparando o terreno.
Projeto do canteiro de obras.
Projetos e aprovação junto à prefeitura.

Ementa: FUNDAÇÃO, ELEMENTOS ESTRUTURAIS E ALVENARIA


Conteúdos:
Acompanhamento de obras de fundação.
Alguns requisitos da norma NBR 15.575/2015.
Alternativas para vencer grandes vãos.
Alvenarias de tijolos cerâmicos e blocos de concreto.
Drywall e placas cimentícias.
Elementos estruturais: aço na construção civil.
Elementos estruturais: concreto armado.
Escolha do sistema e patologias.
Ferramentas de análise do solo.
Painéis de vedação.
Tipos de fundações profundas.
Tipos de fundações rasas.

Ementa: PROCESSOS CONSTRUTIVOS DO CONFORTO AMBIENTAL


Conteúdos:
Conforto lumínico: conceitos básicos.
Conforto lumínico: exemplos de cálculo.
Conforto lumínico: normas e recomendações.
Conforto lumínico: sistemas de iluminação.
Isolamento acústico: aplicações.
Isolamento acústico: materiais.
Isolamento acústico: normas.

Público
248

Isolamento acústico: sistemas disponíveis.


Isolamento térmico: aplicações.
Isolamento térmico: materiais.
Isolamento térmico: normas.
Isolamento térmico: sistemas disponíveis.

Ementa: PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES E CONTROLE DA QUALIDADE NA


CONSTRUÇÃO CIVIL
Conteúdos:
Alguns tipos de patologias em concreto.
Desgaste dos acabamentos.
Diferenças entre trincas, fissuras e rachaduras.
Fissuras, trincas e rachaduras nas edificações: principais causas e mecanismos.
Fissuras, trincas e rachaduras nas edificações: qualidade dos materiais.
Manutenção e recuperação de estruturas: diferenças entre manutenção, reforço e
recuperação das estruturas.
Manutenção e recuperação de estruturas: normas.
Manutenção e recuperação de estruturas: responsabilidades.
Manutenção e recuperação de estruturas: técnicas e procedimentos.
Patologias em estruturas de aço.
Patologias em estruturas de madeira.
Principais problemas em pinturas.
Competências:
Analisar, tratar e entender as necessidades do cliente, para aplicar o conhecimento
das normas e de instalação de canteiro para ser capaz de atender as necessidades
iniciais de uma obra.
Conhecer os procedimentos de execução da fundação, dos elementos estruturais
e da alvenaria.
Conhecer os procedimentos de execução da fundação, dos elementos estruturais
e da alvenaria.
Conhecer as possíveis patologias nas estruturas para atuar na manutenção e
recuperação.
Referências
Básicas - LIVROS:
CARDOSO, Wellington Prato; SILVEIRA, Marcio Luiz Xavier da. Instalações
prediais básicas. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2017.
CREDER, Hélio. Instalações elétricas. Rio de Janeiro : LTC, 2021.
MACINTYRE, Archibald Joseph. Manual de instalações hidráulicas e sanitárias. 2.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2021.
Básicas – PERIÓDICOS:
Engineer
HOLOS
Ingeniería y Ciencia
Complementares - LIVROS:
CARVALHO JÚNIOR, Roberto de. Instalações prediais hidráulico-sanitárias:
princípios básicos para elaboração de projetos. 4. ed. São Paulo: Blucher, 2020.
CONTERATO, Eliane. Instalações hidráulicas. Porto Alegre : SAGAH, 2017.

Público
249

GEBRAN, Amaury Pessoa; RIZZATO, Flávio Adalberto P. Instalações elétricas


prediais. Porto Alegre : Bookman, 2017.
Complementares – PERIÓDICOS:
Estudos Tecnológicos em Engenharia
Revista Ambiente & Água
The Engineering Economist

6º Semestre

Nome da Disciplina: ATELIER DE PROJETO DE ARQUITETURA PARA


ESPAÇOS TERCIÁRIOS
Ementa: FUNDAMENTAÇÃO DA TEMÁTICA E ANÁLISE PROJETUAL: GALERIA
COMERCIAL
Conteúdos:
Atelier V - Galeria Comercial: Buscas de soluções de projeto de galeria comercial
Atelier V - Galeria Comercial: Conceito e partido arquitetônico
Atelier V - Galeria Comercial: Conceituação sobre análise de projetos referenciais
de galeria comercial
Atelier V - Galeria Comercial: Criação de repertório projetual de galeria comercial
Atelier V - Galeria Comercial: Dimensões, áreas mínimas e o desenho universal
Atelier V - Galeria comercial: História e características de projetos de galeria
comercial no Brasil
Atelier V - Galeria comercial: Legislação aplicada a galeria comercial
Atelier V - Galeria comercial: Metodologia de projeto aplicado a galeria Comercial
Atelier V - Galeria Comercial: Metodologias de análise de projetos arquitetônicos
da área de galeria comercial
Atelier V - Galeria comercial: Normas Técnicas (lei do combate a incêndio)
Atelier V - Galeria comercial: Programa de necessidades
Atelier V - Galeria Comercial: Setorização do projeto

Ementa: DESENVOLVIMENTO DO PROJETO ARQUITETÔNICO: GALERIA


COMERCIAL
Conteúdos:
Atelier V - Galeria Comercial: Criação de maquete virtual
Atelier V - Galeria Comercial: desenhos técnicos básicos
Atelier V - Galeria Comercial: detalhe construtivo, quadro de áreas e esquadrias
Atelier V - Galeria Comercial: Diagramação das pranchas e apresentação do projeto
Atelier V - Galeria Comercial: Elaboração do memorial de projeto
Atelier V - Galeria Comercial: humanização e desenho universal do projeto
Atelier V - Galeria Comercial: Leitura do terreno (potencialidades, fragilidades,
fluxos e circulação)
Atelier V - Galeria Comercial: maquete física

Público
250

Atelier V - Galeria Comercial: plano de massas, fluxograma e pré-dimensionamento


Atelier V - Galeria Comercial: Simulação do desempenho térmico com maquete
física
Atelier V - Galeria Comercial: Simulação do desempenho térmico com maquete
virtual
Atelier V - Galeria Comercial: sistemas estruturais

Ementa: FUNDAMENTAÇÃO DA TEMÁTICA E ANÁLISE PROJETUAL:


ESCRITÓRIOS
Conteúdos:
Atelier V - Escritórios: Buscas de soluções de projeto de escritórios
Atelier V - Escritórios: Conceito e partido Arquitetônico
Atelier V - Escritórios: Conceituação sobre análise de projetos referenciais da área
de escritórios
Atelier V - Escritórios: Criação de repertório projetual de escritórios
Atelier V - Escritórios: Dimensões, áreas mínimas e o desenho universal
Atelier V - Escritórios: História e características de projetos de escritórios no Brasil
Atelier V - Escritórios: Legislação aplicada a projeto de escritórios
Atelier V - Escritórios: Metodologia de projeto aplicada a projetos de escritórios
Atelier V - Escritórios: Metodologias de análise de projetos arquitetônicos da área
de escritórios
Atelier V - Escritórios: Normas Técnicas (lei do combate à incêndio)
Atelier V - Escritórios: Programa de necessidades
Atelier V - Escritórios: Setorização do projeto

Ementa: DESENVOLVIMENTO DO PROJETO: ESCRITÓRIOS


Conteúdos:
Atelier V - Escritórios: Criação de maquete virtual
Atelier V - Escritórios: desenhos técnicos básicos
Atelier V - Escritórios: detalhe construtivo, quadro de áreas e esquadrias
Atelier V - Escritórios: Diagramação das pranchas e apresentação do projeto
Atelier V - Escritórios: Elaboração do memorial de projeto
Atelier V - Escritórios: humanização do projeto
Atelier V - Escritórios: Leitura do terreno (potencialidades, fragilidades, fluxos e
circulação)
Atelier V - Escritórios: maquete física
Atelier V - Escritórios: plano de massas, fluxograma e pré-dimensionamento
Atelier V - Escritórios: Simulação do desempenho térmico com maquete física
Atelier V - Escritórios: Simulação do desempenho térmico com maquete virtual
Atelier V - Escritórios: sistemas estruturais
Competências:
Compreender a evolução histórica projetual da temática e a metodologia de análise
de projetos referenciais para desenvolvimento de projeto de galeria comercial.
Compreender e aplicar as normas de desenho, legislações e acessibilidade para
desenvolvimento e apresentação do projeto de galeria comercial.
Compreender a evolução histórica projetual da temática e a metodologia de análise
de projetos referenciais para desenvolvimento de projeto de escritórios.

Público
251

Compreender e aplicar as normas de desenho, legislações e acessibilidade para


desenvolvimento de projeto de escritórios.

Referências
Básicas - LIVROS:
GIAMBASTIANI, Gabriel Lima ...[et al.]. Projeto de arquitetura de interiores
comerciais. Porto Alegre : SAGAH, 2019.
RODRIGUES, Natálya Taynanda de Freitas; SCOPEL, Vanessa Guerini. Projeto
de interiores comerciais. Porto Alegre: SAGAH, 2018.
TONIOLO, João Fábio Mariotto; STRABELI, Giovana Innocenti. Atelier de projeto
de arquitetura V. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2018.
Básicas – PERIÓDICOS:
Revista Proyecto, Progreso, Arquitectura
Techne
Urbanism. Arhitectura. Constructii
Complementares - LIVROS:
BRAGA, Gisele Pinna. Apresentação de projeto e representação gráfica. Curitiba:
Contentus, 2020.
BUXTON, Pamela. Manual do arquiteto: planejamento, dimensionamento e projeto.
5. ed. Porto Alegre : Bookman, 2017.
CARRANZA, Edite Galote Rodrigues; CARRANZA, Ricardo. Escalas de
representação em arquitetura. 5. ed. São Paulo: Blucher, 2018.
Complementares – PERIÓDICOS:
Le Journal Spéciale'Z
Mauerwerk
Megaron

Nome da Disciplina: CONFORTO AMBIENTAL - ACÚSTICO E LUMÍNICO

Ementa: CONFORTO ACÚSTICO: ANÁLISE E MEDIÇÃO


Conteúdos:
Conforto acústico: Indicadores de ruído.
Conforto acústico: Isolamento sonoro.
Conforto acústico: Legislação e normas. NBR 10151 - Avaliação de ruído em áreas
habitadas.
Conforto acústico: Lei da massa.
Conforto acústico: NBR 10152 - Níveis de ruído para conforto acústico.
Conforto acústico: NBR 12179 - Tratamento acústico em recintos fechados.
Conforto acústico: NBR 15575 - Edificações Habitacionais.
Conforto acústico: Noções gerais
Conforto acústico: Propagação Sonora.
Conforto acústico: Som e ruído - Conceitos
Conforto acústico: Soma de decibels.
Conforto acústico: Tipos de ruídos.

Público
252

Ementa: TRATAMENTO E PROJETO ACÚSTICO


Conteúdos:
Análise dos dados para projeto acústico.
Cálculo do Tempo de Reverberação em conforto acústico
Detalhamento do Projeto de conforto acústico.
Elaboração do Projeto de conforto acústico.
Formas de tratamento sonoro para conforto acústico.
Influência dos ruídos no conforto ambiental acústico.
Levantamento de dados para projeto acústico.
Medição de ruídos - Conceito.
Nível de pressão sonora em conforto acústico
Propriedades dos materiais para tratamento sonoro.
Reflexão do som e espelhos acústicos.
Tipos de materiais para tratamento sonoro.

Ementa: CONFORTO LUMÍNICO: ANÁLISE E MEDIÇÃO


Conteúdos:
Aplicação da medição lumínica
Cálculo do número de luminárias
Claridade, penumbra e ofuscamento para conforto luminico
Conforto lumínico: Método dos Lúmens
Definição de pontos de iluminação.
Introdução ao conforto lumínico: a luz
Medição de conforto lumínico.
NBR 8995 - Iluminação em ambientes de trabalho.
Necessidades básicas de Iluminação
Normas aplicadas ao conforto lumínico.
O olho e a iluminação para conforto luminico
Relação entre níveis de iluminação e atividade

Ementa: TRATAMENTO E PROJETO LUMÍNICO


Conteúdos:
A luz segundo a função.
A luz segundo a orientação do facho.
Análise dos dados para projeto lumínico.
Cálculo de iluminação dirigida.
Conceitos e grandezas de iluminação.
Conforto lumínico: Tipos de Lâmpadas
Detalhamento do projeto lumínico.
Elaboração do projeto lumínico.
Iluminação artificial como complemento da iluminação natural.
Iluminação artificial e consumo energético.
Levantamento de dados para projeto lumínico.
Programas de análise de iluminação para conforto lumínico
Competências:
Conhecer os conceitos introdutórios de conforto acústico e as técnicas para
medição, materiais e tratamento acústico em projetos de arquitetura e urbanismo.

Público
253

Conhecer e aplicar os conceitos de tratamento acústico em projeto de arquitetura


e urbanismo.
Conhecer os conceitos de conforto lumínico e as técnicas para análise e medição
em projetos de arquitetura e urbanismo.
Conhecer e aplicar os conceitos de tratamento lumínico em projeto de arquitetura
e urbanismo.

Referências
Básicas - LIVROS:
CASTRO, Adriana Petito de Almeida Silva; RANCURA, Raquel Leticia. Conforto
ambiental: acústico e lumínico. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A.,
2018.
REMORINI, Silvana Laiz. Acústica arquitetônica. Porto Alegre: SAGAH, 2018.
TREGENZA, Peter. Projeto de iluminação. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2015.
Básicas – PERIÓDICOS:
Arquiteturarevista
Journal of Facilities Management
Journal of Wood Science
Complementares - LIVROS:
BRANDÃO, Eric. Acústica de salas: projeto e modelagem. São Paulo: Blucher,
2018.
GONÇALVES, Elisangela Cristina Sorano. Conforto ambiental. Londrina: Editora e
Distribuidora Educacional S.A., 2018.
GUERRINI, Délio Pereira. Iluminação: teoria e projeto. 2. ed. São Paulo: Érica,
2008.
Complementares – PERIÓDICOS:
Journal of Architectural Education
Journal of Asian Architecture and Building Engineering
The Journal of Architecture

Nome da Disciplina: INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS

Ementa: SISTEMA DE ÁGUA FRIA


Conteúdos:
Coluna d'água, barrilete - definição, dimensionamento e projeto
Elaboração de projeto de projeto de água fria
Materiais empregados na construção de sistemas de abastecimento predial de
água fria.
Ramal e alimentador predial - definição, dimensionamento e projeto.
Sistema de reservação e recalque - definição, dimensionamento e projeto

Ementa: SISTEMAS DE ÁGUA QUENTE E GÁS


Conteúdos:

Público
254

Distribuição de água quente - definição, dimensionamento e projeto


Elaboração de projeto de gás combustível
Elaboração de projeto de projeto de água quente
Materiais empregados nos sistemas de aquecimento, abastecimento de água
quente predial de distribuição de gás combustível
Sistema de armazenamento e distribuição de gás combustível de uso residencial

Ementa: SISTEMA DE ESGOTO


Conteúdos:
Elaboração de projeto de esgoto
Materiais empregados na construção de sistemas de coleta, ventilação de efluentes
sanitários de origem doméstica
Sistema de coleta de efluentes sanitários prediais - definição, dimensionamento e
projeto
Sistema de ventilação de efluentes sanitários prediais - definição, dimensionamento
e projeto

Ementa: SISTEMAS DE ÁGUAS PLUVIAIS, COMBATE A INCÊNDIO E


DESASTRES
Conteúdos:
Definição de combate a incêndio, normas, legislação
Desastres: definição, prevenção e sinalização
Elaboração de projeto de águas pluviais e combate a incêndio
Equipamentos de combate a incêndio: reservatórios, hidrantes, alarmes, extintores
Materiais empregados na construção de sistemas de coleta de águas pluviais
prediais
Projeto de combate a incêndio
Sistema de coleta de águas pluviais das coberturas e demais áreas molhadas -
definição, dimensionamento e projeto
Sistemas de tubulação de direcionamento de águas pluviais - definição,
dimensionamento e projeto
Competências:
Compreender, dimensionar, projetar e executar a implantação de sistemas águas
pluviais prediais, combate a incêndio e prevenção de desastres.
Compreender, dimensionar, projetar e executar a implantação de sistemas de água
fria prediais.
Compreender, dimensionar, projetar e executar a implantação de sistemas de água
quente e gás prediais.
Compreender, dimensionar, projetar e executar a implantação de sistemas de
coleta de esgoto prediais.

Referências
Básicas - LIVROS:
CARVALHO JÚNIOR, Roberto de. Instalações prediais hidráulico-sanitárias:
princípios básicos para elaboração de projetos. 4. ed. São Paulo: Blucher, 2020.
OLIVA, Carolina Asensio. Instalações hidrossanitárias. Londrina: Editora e
Distribuidora Educacional S.A., 2017.

Público
255

STEIN, Ronei Tiago Stein...[et al.]. Projeto de instalações hidrossanitárias. Porto


Alegre: SAGAH, 2019.
Básicas – PERIÓDICOS:
Revista Ambiente & Água
Revista de Gestão Ambiental e Sustentabilidade
Revista Metropolitana de Sustentabilidade
Complementares - LIVROS:
CARVALHO JÚNIOR, Roberto de. Patologias em sistemas prediais hidráulico-
sanitários. São Paulo: Blucher, 2013.
MENDONÇA, Sérgio Rolim. Sistemas sustentáveis de esgotos: orientações
técnicas para projeto e dimensionamento de redes coletoras, emissários, canais,
estações elevatórias, tratamento e reuso na agricultura. São Paulo: Blucher, 2017.
RAMINELLI, Liliane Klemann. Hidráulica e planejamento aplicados ao saneamento.
Curitiba: InterSaberes, 2021.
Complementares – PERIÓDICOS:
Águas Subterrâneas
Bitácora Urbano Territorial
Revista Engenharia na Agricultura

7º Semestre

Nome da Disciplina: ARQUITETURA BRASILEIRA


Ementa: BRASIL PRÉ-COLONIAL E COLONIAL
Conteúdos:
A experiência holandesa em Recife - Maritstaad
A introdução do Barroco no Brasil
Análise comparativa da urbanização espanhola x portuguesa
Análise da Arquitetura Jesuítica nos Sete Povos das Missões.
As características da arquitetura barroca brasileira
Características dos primeiros assentamentos e das unidades de exploração
Conceituação do que seria uma "Arquitetura Brasileira"
Localização, materiais e técnicas utilizadas nas aldeias indígenas.
Localização, materiais e técnicas utilizadas nas Igrejas coloniais
Localização, materiais e técnicas utilizadas nos Fortes
O papel da Igreja na arquitetura barroca brasileira
O rococó no Brasil

Ementa: BRASIL IMPÉRIO E REPÚBLICA


Conteúdos:
A busca da identidade nacional no neocolonial de Archimedes Memoria
A expansão urbana e os primórdios da industrialização

Público
256

A experiência da Belle Époque na Reforma Urbana de Pereira Passos.


A família Imperial, a Missão Francesa e a Academia Imperial de Belas Artes
A representação republicana de Ramos de Azevedo e criação da Escola Politécnica
Arquitetura neoclássica no urbanismo, paisagismo e na Arquitetura do Efêmero.
Arquitetura neoclássica rural
Art Nouveau no Brasil
As características da Arquitetura Eclética como representação urbana da República
Características formais e funcionais da arquitetura neoclássica no Brasil
Conceituação da Arquitetura Eclética no Brasil
Romantismo e Historicismo no Brasil

Ementa: MODERNISMO E PÓS-MODERNISMO


Conteúdos:
A consagração de uma proposta com Pampulha e Brasília
A crise da Arquitetura Moderna no Brasil
A proposta Brutalista da Escoa Paulista
A proposta do pós-modernismo na arquitetura brasileira
Affonso Reidy os Irmãos Roberto e Henrique Mindlin
Conceituação histórica e cultural do modernismo no Brasil e a Semana de 22 em
S. Paulo
Escola Carioca e o Ministério da Educação e Saúde
Escola Paulista
Gregori Warchavchik e Lucio Costa
J.B. Vilanova Artigas e Paulo M. da Rocha
Oscar Niemeyer
Roberto Burle Marx e Rino Levi

Ementa: ARQUITETURA CONTEMPORÂNEA


Conteúdos:
A arquitetura verde no Brasil
A crise do racionalismo moderno e as propostas de renovação do
Desconstrutivismo e das Novas Tecnologias em projeto e materiais.
A herança e influência do Modernismo na arquitetura brasileira
A sustentabilidade como meta na Arquitetura Brasileira.
A tecnologia na arquitetura contemporânea brasileira
As novas propostas e seus arquitetos - o surgimento dos Star-chitects.
Conceituação histórica e cultural da Arquitetura Contemporânea
Destaques da arquitetura brasileira contemporânea no Mundo.
Destaques da arquitetura internacional no Brasil contemporâneo
O equilíbrio da herança arquitetônica e da inovação tecnológica
O Pluralismo no Brasil
Tendências da arquitetura, urbanismo e paisagismo no Brasil.
Competências:
Conhecer a história da Arquitetura Brasileira no Brasil Pré-Colonial e Colonial.
Conhecer a história da Arquitetura Brasileira no Brasil Império e República.
Conhecer a história do Modernismo e Pós-modernismo na Arquitetura Brasileira.
Conhecer a Arquitetura Brasileira contemporânea.

Público
257

Referências
Básicas - LIVROS:
DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William (orgs). Desenho urbano contemporâneo
no Brasil. Rio de Janeiro: LTC, 2019.
SCOPEL, Vanessa Guerini. História da arquitetura e urbanismo IV. Porto Alegre:
SAGAH, 2019
STASCHOWER, Enrique Grunspan; CALDEIRA, João Ricardo de Castro.
Arquitetura brasileira. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2017.
Básicas – PERIÓDICOS:
Apuntes
Arquiteturarevista
Revista de Arquitectura
Complementares - LIVROS:
CHING, Francis D. K.; JARZOMBEK, Mark; PRAKASH, Vikramaditya. História
global da arquitetura. 3. ed. Porto Alegre : Bookman, 2019.
FAZIO, Michael; MOFFETT, Marian; WODEHOUSE, Lawrence. A história da
arquitetura mundial. 3. ed. Porto Alegre: AMGH, 2011.
GIAMBASTIANI, Gabriel Lima; SCOPEL, Vanessa Gueirini. Arquitetura e
urbanismo. Porto Alegre : SAGAH, 2019.
Complementares – PERIÓDICOS:
Architectural History
Architectural Record
Arquitectonics

Nome da Disciplina: ATELIER DE PROJETO DE ARQUITETURA HOSPITALAR

Ementa: Pesquisa e Levantamento de dados sobre a temática


Conteúdos:
Apresentação e contextualização do tema do projeto da disciplina: Saúde e edifícios
de saúde. Estabelecimentos assistenciais de saúde EAS.
Arquitetos precursores no projeto de edifícios de saúde: Rino Levi, Jarbas Karman,
João Filgueiras Lima, João Carlos Bross, Carlos Eduardo Pompeu.
Buscas de soluções de projetos hospitalares: a importância do plano diretor
Características projetuais de edificação hospitalar
Edificações de Saúde: Acessos. Circulação vertical. Norma Bombeiro. Combate à
incêndios. Contaminação.
Humanização em estabelecimentos assistenciais de saúde
Levantamento legislação local (zoneamento) sobre a temática de projeto de
edificações de saúde
Metodologia de projeto para arquitetura hospitalar.
Ministério da Saúde e Legislação Federal sobre a temática de projeto de
edificações de saúde
Normas técnicas voltadas para temática de projeto de edificações de saúde
Processo histórico das edificações voltadas para atendimento a saúde no Brasil

Público
258

Tipologias de unidades de saúde e a rede de saúde

Ementa: Concepção do projeto


Conteúdos:
Acessos e fluxos intradepartamentais e interdepartamentais
Análise de vistas e orientações para edifícios de saúde
Conceito e partido arquitetônico
Condicionantes climáticas: vento, insolação, orientação de águas pluviais.
(Ventilação de bactérias e contaminantes)
Levantamento condicionantes locais para edifícios de saúde
Plano de massas e fluxograma do projeto
Programa de necessidades para áreas críticas assistenciais de edificações de
saúde
Programa de necessidades para espaços assistenciais
Qualidade dos espaços, suas atividades e equipamentos voltados para edificações
de saúde
Resíduos de serviços de saúde. Expurgo. Particularidades
Setorização da unidade de saúde
Sustentabilidade em edifícios de saúde: certificações

Ementa: Desenvolvimento do projeto


Conteúdos:
Circulações verticais e horizontais, estacionamento e garagens
Desenhos ortogonais: detalhes construtivos
Desenhos ortogonais: Elaboração da elevação frontal e posterior e Elaboração das
elevações laterais
Desenhos ortogonais: Elaboração do corte longitudinal e Elaboração do corte
transversal
Desenhos ortogonais: plantas executivas e plantas humanizadas
Dimensionamento das unidades de internação
Dimensionamento dos espaços assistenciais
Dimensionamento dos serviços de apoio ao diagnóstico e terapia
Dimensionamento setor de apoio técnico, logístico e administrativo.
Hotelaria hospitalar
Modulação estrutural em edifícios de saúde: tipos, distâncias e alturas dos
componentes estruturais (pilares, vigas e lajes)
Tecnologia e novos programas em edifícios de saúde

Ementa: Desenhos e apresentação do projeto


Conteúdos:
Compatibilização com instalações de climatização.
Análise e diagramação de pranchas de edifícios de saúde
Compatibilização com instalações elétricas.
Compatibilização com instalações hidrossanitárias.
Conforto humano.
Criação da maquete física do modelo e Criação do modelo tridimensional digital
Detalhamento materiais. Especificações piso, parede e teto
Elaboração do memorial de projeto de edifícios de saúde

Público
259

Fases de projeto
Parametrização e prototipagem rápida em modelos digitais. BIM.
Preparação do material para ANVISA
Simulação do desempenho térmico e acústico
Competências:
Conhecer e compreender a temática e metodologia de análise de projetos e
legislação vigente para projeto de edifícios de saúde.
Conhecer e compreender a concepção dos projetos de edifícios de saúde.
Conhecer e compreender o pré-dimensionamento, o sistema estrutural e detalhar
projeto de edifícios de saúde.
Compreender e aplicar as técnicas de apresentação do projeto de edifícios de
saúde.

Referências
Básicas - LIVROS:
BRAGA, Gisele Pinna. Apresentação de projeto e representação gráfica. Curitiba:
Contentus, 2020.
BUXTON, Pamela. Manual do arquiteto: planejamento, dimensionamento e
projeto. 5. ed. Porto Alegre : Bookman, 2017.
CARDOSO, Carolina. Atelier de projeto de arquitetura VI. Londrina: Editora e
Distribuidora Educacional S.A., 2019.
Básicas – PERIÓDICOS:
Arq : Architectural Research Quarterly
Arquitectonics
Arquiteturarevista
Complementares - LIVROS:
CARRANZA, Edite Galote Rodrigues; CARRANZA, Ricardo. Escalas de
representação em arquitetura. 5. ed. São Paulo: Blucher, 2018.
KOWALTOWSKI, Doris C. C. K.; MOREIRA, Daniel de Carvalho; FABRICIO Márcio
M. (orgs). O processo de projeto em arquitetura: da teoria à tecnologia. São Paulo:
Oficina de Textos, 2011.
MONTENEGRO, Gildo. O traço dá ideia: bases para o projeto arquitetônico. São
Paulo: Blucher, 2016.
Complementares – PERIÓDICOS:
Acta Structilia
Advances in Building Energy Research (ABER)
Apuntes

Nome da Disciplina: SISTEMAS ESTRUTURAIS - CONCRETO


Ementa: ESTRUTURA E ELEMENTOS DA EDIFICAÇÃO
Conteúdos:

Público
260

A estrutura como o caminho das forças, cargas e esforços


Analogias entre sistemas estruturais da natureza e das edificações
Aplicações e evolução dos materiais utilizados em estruturas
Coeficientes de segurança e tensões admissíveis
Diagrama de força cortante e momento fletor
Distribuição das cargas nas estruturas de concreto
Equilíbrio estático externo e interno
Estados limites últimos e de utilização
Momento torçor em estruturas de concreto
Sistemas estruturais em concreto armado
Tipos de apoio estruturais
Uma retrospectiva histórica da estrutura das edificações

Ementa: ESTRUTURAS EM CONCRETO ARMADO


Conteúdos:
Agregados utilizados na confecção de concretos
Características do concreto no estado endurecido
Características do concreto no estado fresco
Classe de agressividade ambiental
Composição do concreto
Corrosão das armaduras dentro do concreto
Exposição do concreto à ambientes agressivos
Granulometria dos agregados
Modos de ruptura do concreto comprimido e fissuração
Resistência à tração e à compressão
Tipos de cimento utilizados na confecção de concretos
Traço e fck do concreto

Ementa: ELEMENTOS ESTRUTURAIS HORIZONTAIS EM CONCRETO


Conteúdos:
Aplicações e estados limites de utilização - vigas
Cargas atuantes nas lajes
Comportamento das vigas de concreto armado
Detalhamento das armaduras em lajes
Espessura mínima e altura útil
Exemplo da distribuição de cargas em lajes e determinação do carregamento em
lajes
Fissuras de canto nas lajes
Pré-dimensionamento e detalhamento - vigas
Retração do concreto
Surgimento de fissuras
Tipos de lajes de concreto
Verificação da flecha na laje

Ementa: ELEMENTOS VERTICAIS, ESTRUTURAS PRÉ-FABRICADAS E


FUNDAÇÕES EM CONCRETO
Conteúdos:
Aplicações e estados limites de utilização - pilares

Público
261

Comportamento de pilares em concreto armado


Exemplos de aplicação dessa solução em obras residenciais e prediais
Flambagem em pilares de concreto armado
Fundações profundas em concreto
Fundações superficiais em concreto
Introdução às estruturas pré-fabricadas
Introdução às fundações
Pré-dimensionamento e detalhamento - pilares
Processo de produção de estruturas pré-fabricadas
Tipos de fundação e aplicações
Vantagens e desvantagens dessa solução
Competências:
Compreender os conceitos básicos envolvendo as estruturas e os elementos da
edificação.
Conhecer as principais características do concreto armado, para compreender o
dimensionamento das peças estruturais.
Conhecer o comportamento estrutural e as características de lajes e vigas, para o
desenvolvimento da modelagem dos projetos arquitetônicos.
Conhecer o comportamento estrutural e as características de pilares, estruturas
pré-fabricadas e fundações para o desenvolvimento da modelagem dos projetos
arquitetônicos.
Referências
Básicas - LIVROS:
BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Concreto armado eu te amo, para
arquitetos. 3. ed. São Paulo: Blucher, 2016.
CLÍMACO, João Carlos Teatini de Souza. Estruturas de concreto armado:
fundamentos de projeto, dimensionamento e verificação. 3. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier; Brasília, DF: Ed. UnB, 2016.
PARIZOTTO, Liana. Concreto armado. Porto Alegre: SAGAH, 2017.
Básicas – PERIÓDICOS:
Estoa
Estudos Tecnológicos em Engenharia
Frontiers of Structural and Civil Engineering
Complementares - LIVROS:
CORREA, Priscila Marques. Estruturas em concreto armado. Porto Alegre:
SAGAH, 2018.
FUSCO, Péricles Brasiliense ; ONISHI, Minoru. Introdução à engenharia de
estruturas de concreto. São Paulo: Cengage, 2017.
RIBEIRO, Daniel Veras (org). Corrosão e degradação em estruturas de concreto:
teoria, controle e técnicas de análise e intervenção.. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
Complementares – PERIÓDICOS:
Boletín Académico
Building Design
The Canadian Architect

Público
262

Nome da Disciplina: URBANISMO DE ALTA COMPLEXIDADE


Ementa: TENDÊNCIAS DO URBANISMO
Conteúdos:
Análise: High Line Park em Nova Iorque/ EUA
Análise: O Plano Urbano Integral de Bogotá/ Colômbia
Análise: Projetos comunitários em Medellín/ Colômbia
As metrópoles brasileiras
Intervenções urbanísticas contemporâneas
O caso das cidades chinesas
O histórico das regiões metropolitanas
O urbanismo funcional modernista
Ressurgimento de um urbanismo humanista
Revalorização dos espaços públicos
Tendências internacionais de metropolização
Urbanismo na escala bairro

Ementa: CIDADES SUSTENTÁVEIS


Conteúdos:
A sustentabilidade urbana no Estatuto das Cidades
Análise de sustentabilidade a partir das matrizes de Acselrad (2009)
As origens da preocupação com o meio ambiente "
Conferência Rio +20
Dimensões de análise I
Dimensões de análise II
Documento World Conservation Stratagy – Living resource conservation for
sustainable development
Os limites de crescimento e o Clube de Roma
Princípios do desenho sustentável
Projetos urbanos sustentáveis: Água no meio urbano
Projetos urbanos sustentáveis: Áreas verdes
Projetos urbanos sustentáveis: Transporte público

Ementa: INSTRUMENTOS URBANOS


Conteúdos:
Análises: cantinho do céu (SP), (regiões norte e nordeste)
Análises: projeto terra (Vitória - ES), Favela-bairro (RJ)
Área de intervenção: Condicionantes físicos e Naturais
Áreas de preservação permanente e Áreas “non aedificandi”
Áreas públicas x áreas privadas
Carta geotécnica, Código ambiental
Contemplando os aspectos legais: Plano diretor e código de obras
Discussão sobre a importância de se habitar os centros urbanos "
Organizações para a revitalização do centro: Corredor Cultural e Polo Novo Rio
Antigo (RJ)
Organizações para a revitalização do centro: Viva Centro (SP)

Público
263

Parcelamento do solo, uso e ocupação do solo


Projeto de habitação em centro urbano: Campos Elíseos Vivo (SP)

Ementa: PROJETO URBANO CONTEMPORÂNEO


Conteúdos:
Detalhamento do projeto: equipamentos urbanos
Detalhamento do projeto: infraestruturas urbanas
Detalhamento do projeto: infraestruturas viárias e de circulação
Discussão sobre o conceito norteador do projeto
Elaboração da prancha de apresentação
Elementos necessários no projeto executivo
Implantação de equipamentos e serviços públicos
Infraestrutura básica obrigatória conforme estabelece a legislação vigente
Leitura das especificações estipuladas pelo Plano Diretor e Código de Obras
Memorial descritivo e justificativo do projeto
Representações gráficas
Revisão e finalização do projeto executivo
Competências:
Conhecer e compreender os aspectos que envolvem as tendências do Urbanismo.
Conhecer e Compreender a linguagem de projetos e os programas de
necessidades de projetos urbanos, assim como a representação gráfica.
Referências
Básicas - LIVROS:
CORTESE, Tatiana Tucunduva P.; KNIESS, Cláudia Terezinha; MACCARI,
Emerson Antonio (orgs). Cidades inteligentes e sustentáveis. Barueri, SP: Manole,
2017.
MARQUES, Carolina Corso Rodrigues ...[et al.]. Legislação urbanística aplicada.
Porto Alegre: SAGAH, 2018.
SILVA, Talita Micheleti Honorato. Urbanismo II. Londrina: Editora e Distribuidora
Educacional S.A., 2019.
Básicas – PERIÓDICOS:
Revista de Arquitectura
Revista de Arquitectura
The Journal of Architecture
Complementares - LIVROS:
FARR, Douglas. Urbanismo sustentável: desenho urbano com a natureza. Porto
Alegre : Bookman, 2013.
PELLEGRINO, Paulo; MOURA, Newton Becker (orgs). Estratégias para uma
infraestrutura verde. Barueri: Manole, 2017.
PORTUGUAL, Licinio da Silva ...[et al.]. Transporte, mobilidade e desenvolvimento
urbano. Rio de Janeiro: Elsevier, 2017.
Complementares – PERIÓDICOS:
International Journal of Heritage Architecture
Japan Architectural Review
The Americas

Público
264

8º Semestre

Nome da Disciplina: ATELIER DE PROJETO DE ARQUITETURA ESTAÇÃO


RODOVIÁRIA
Ementa: Pesquisa sobre projeto de alta complexidade
Conteúdos:
Acessos. Rota de Fuga. Norma Bombeiro. Combate à incêndios
Altura de ônibus e acessibilidade
Apresentação e contextualização do tema do projeto da disciplina: Terminal de
passageiros. Contextualização de pontos nodais, sistemas de transporte
Condicionantes climáticas
Dimensões e áreas mínimas circulação vertical e horizontal
Especificações em projetos de transporte: rodoviárias, estações ferroviárias e
metroviárias, aeroportos, terminais urbanos
Fluxos e circulação de pedestres e veículos, acessibilidade
Histórico dos terminais de passageiros
Infraestrutura local, posteamento, energia, rede viária e drenagem
Levantamento da legislação local
Levantamento do lote e das condicionantes locais
Referências em espaços de transporte

Ementa: Legislação aplicada a projeto com impacto urbano


Conteúdos:
Acessos e fluxos de pedestres. Acessos de emergência e visita
Conceito e partido arquitetônico
Conceituação e definição do programa de necessidades para terminal de
passageiros
Concepção formal e volumétrica
Desenho urbano e conexão com a cidade
Fluxos e acessos em terminais de passageiros
Hierarquia e controle em terminais de passageiros
Infraestrutura adicional para implantação do terminal de passageiros
Paisagismo, estacionamento e garagens
Setorização em terminais de passageiros
Sistema estrutural e construtivo
Traçado de ruas e acessos. Recuos, acessos rápidos e faixa de desaceleração

Ementa: Desenvolvimento de projeto de alta complexidade


Conteúdos:
Análise de sistemas estruturais diversos
Cálculo de reservatórios e localização dos principais elementos da instalação
hidrossanitária
Detalhamento dos materiais e do sistema construtivo
Dimensionamento da estrutura do projeto arquitetônico
Dimensionamento das plataformas de embarque e desembarque

Público
265

Dimensionamento do setor administrativo e bilheterias


Dimensionamento do setor de espera e de vivência
Dimensionamento final das circulações horizontais e verticais, inclusive elevadores.
Rampas, acessos e saídas
Localização e detalhamento de elementos da instalação elétrica
Modulação e adequação do sistema estrutural ao projeto
Representação da estrutura do projeto arquitetônico
Tecnologia e sustentabilidade aplicada a Terminais de Passageiros

Ementa: Apresentação de projeto de alta complexidade


Conteúdos:
Acabamento das maquetes física e virtual do projeto
Desenhos ortogonais: detalhes construtivos
Desenhos ortogonais: elaboração das elevações
Desenhos ortogonais: elaboração dos cortes longitudinais e transversais
Desenhos ortogonais: plantas técnicas e plantas humanizadas
Diagramação das pranchas de projeto
Elaboração do memorial de projeto
Execução da maquete física do projeto e execução do modelo tridimensional digital
Fontes e esquemas cromáticos para apresentação de projetos de arquitetura e
urbanismo
Narrativa de apresentação de projeto e orientação para a banca de apresentação
Parametrização e prototipagem rápida em modelos digitais
Simulação do desempenho térmico
Competências:
Compreender a metodologia de análise de projetos, técnicas de coleta de dados e
informações iniciais de arquitetura de alta complexidade.
Compreender as técnicas da prática do exercício de projetar arquitetura
considerando as características funcionais, compartimentação e dimensionamento
preliminar.
Compreender o dimensionamento, o sistema estrutural e detalhar obras
relacionadas aos projetos de arquitetura e urbanismo.
Compreender e aplicar as técnicas da prática do desenvolvimento do anteprojeto e
da apresentação do projeto arquitetônico.
Referências
Básicas - LIVROS:
ALBANO, João Fortini. Vias de transporte. Porto Alegre: Bookman, 2016.
BUXTON, Pamela. Manual do arquiteto: planejamento, dimensionamento e
projeto. 5. ed. Porto Alegre : Bookman, 2017.
TONIOLO, João Fábio Mariotto. Atelier de projeto de arquitetura VII. Londrina:
Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2019.
Básicas – PERIÓDICOS:
Architect
The Architects' Journal
Urbanism. Arhitectura. Constructii
Complementares - LIVROS:

Público
266

BRAGA, Gisele Pinna. Apresentação de projeto e representação gráfica. Curitiba:


Contentus, 2020.
CARRANZA, Edite Galote Rodrigues; CARRANZA, Ricardo. Escalas de
representação em arquitetura. 5. ed. São Paulo: Blucher, 2018.
PORTUGUAL, Licinio da Silva ...[et al.]. Transporte, mobilidade e desenvolvimento
urbano. Rio de Janeiro: Elsevier, 2017.
Complementares – PERIÓDICOS:
ArchNet-IJAR : International Journal of Architectural Research
Arhitektura, Raziskave
Arq : Architectural Research Quarterly

Nome da Disciplina: ECOLOGIA URBANA

Ementa: ECOLOGIA
Conteúdos:
Conceitos e abordagem dos estudos ecológicos
Conservação: aplicação dos conhecimentos ecológicos na utilização dos recursos
naturais
Definição de Ecologia e Evolução histórica da ciência Ecologia
Meio ambiente – Paisagens brasileiras: Biodiversidade e Biomas

Ementa: ECOLOGIA HUMANA


Conteúdos:
A importância da ecologia para o desenvolvimento do espaço da cidade
As etapas do domínio do ser humano sobre o meio ambiente
Definição e contexto da Ecologia Humana
O crescimento da população humana em áreas urbanas e o reflexo sobre o meio
ambiente. Problemas ambientais, suas causas e a sustentabilidade

Ementa: CIDADE SUSTENTÁVEL


Conteúdos:
Administração e Sustentação de Parques e Reservas naturais
Conceito de cidades sustentáveis, como funcionam e se desenvolvem
Definição de Ecossistema e seus fatores. Relação entre as cidades e ecossistemas
urbanos
Planejamento Ambiental das cidades, qualidade do ar, áreas verdes, gestão e
destinação de resíduos.

Ementa: ECOLOGIA URBANA


Conteúdos:
As ONGs e seus programas de Educação Ambiental e Cidades Sutentáveis
Atualidades em Ecologia Urbana: Legislação em discussão, iniciativas de políticas
públicas, projetos de cidades sustentáveis no Brasil e no mundo, Exemplos de
cidades sustentáveis no Brasil e no mundo.
Construção Sustentável, Mobilidade Sustentável, Prevenção de Desastres

Público
267

Definição e contexto da Ecologia Urbana.


Competências:
Conhecer e compreender as questões que informam as ações de preservação da
paisagem e de avaliação dos impactos no meio ambiente, com vistas ao equilíbrio
ecológico e ao desenvolvimento sustentável.
Referências
Básicas – LIVROS:
BELEM, Anderson Luiz Godinho. Diálogos em Ecologia Urbana. Curitiba:
Intersaberes, 2020.
ROCHA, Mariane Felix da. Ecologia Urbana. Curitiba: Contentus, 2020.
SOUZA, Ana Cláudia Oliveira de ; DUARTE, Daniela Justino Bomfim; VIEIRA,
Stella Maria Januária. Ecologia urbana. Londrina: Editora e Distribuidora
Educacional S.A., 2016.
Básicas – PERIÓDICOS:
Ecology and Evolution
Ecology and Society
International Journal of Design & Nature and Ecodynamics
Complementares - LIVROS:
CAIN, Michael L.; BOWMAN, Sally D. Hacker. Ecologia. 3. ed. Porto Alegre :
Artmed, 2018.
FARR, Douglas. Urbanismo sustentável: desenho urbano com a natureza. Porto
Alegre : Bookman, 2013.
ODUM, Eugene P.; BARRET, Gary W. Fundamentos de ecologia. São Paulo:
Cengage Learning, 2020.
Complementares – PERIÓDICOS:
Bitácora Urbano Territorial
Ecological Questions
Ecological Research

Nome da Disciplina: PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL


Ementa: PLANEJAMENTO MUNICIPAL COMPETÊNCIAS:
Conteúdos:
A importância do mapeamento para o planejamento
A participação popular no planejamento municipal
A relação entre a Câmara Municipal Legislativa e a Secretaria Municipal de
Planejamento
Gestão intermunicipal
O Estatuto da Cidade: definições básicas
O Estatuto da Cidade: Instrumentos Urbanísticos
O Estatuto da Metrópole
O Plano Diretor
O trabalho legislativo relacionado ao urbanismo

Público
268

Os diferentes mapas relacionados ao planejamento


Planejando o uso e ocupação do solo
Zonas Urbanas X Macrozonas Municipais

Ementa: DIAGNÓSTICO URBANO


Conteúdos:
Aspectos Demográficos
Aspectos Físicos
Aspectos Sociais
Diferentes Secretarias Municipais que demandam trabalho de Planejamento
Exemplos de ferramentas de planejamento úteis a gestão municipal
Exemplos de produtos de diagnósticos de relevância municipal ou regional
Exemplos de Secretarias Municipais que se relacionam com a de Planejamento
Gestão democrática através da participação popular
Planos Municipais Temáticos
Proposta de Trabalho de Plano Municipal genérico
Serviços desempenhados por uma prefeitura relacionados a planejamento
Transformando o diagnóstico em ações de resposta

Ementa: PLANEJAMENTO URBANO


Conteúdos:
A dinâmica urbana
A influência do perímetro urbano em uma cidade
Comparação entre os trabalhos relacionados a Planejamento Urbano e a
Infraestrutura
Definição de Infraestrutura
Definição de Planejamento urbano
Diagnóstico X Prognóstico
Municipal X Regional
O Paradigma do Plano
O processo de revisão de perímetro urbano
O que é perímetro urbano
Ocupação do espaço
Urbano X Rural

Ementa: URBANIZAÇÃO NO BRASIL


Conteúdos:
A concentração de pessoas configurando uma cidade
A transição para um Brasil mais urbano
As cidades brasileiras no século XX
As cidades brasileiras no século XXI
Classificação das cidades em níveis, de acordo com o IBGE
Conurbação Urbana
Diferentes tipos de Aglomeração Urbana
Fluxos diários entre municípios
Hierarquia Urbana
O interesse comum entre municípios
Ocupação do Brasil mais rural que urbano
Rede Urbana

Público
269

Competências:
Compreender sobre o planejamento municipal, assim como a legislação de
zoneamento, plano diretor, Estatuto da Cidade e Estatuto da Metrópole.
Conhecer e compreender o levantamento do diagnóstico urbano, como as
diretrizes, aspectos físicos, demográficos e sociais, assim como a infraestrutura e
os serviços.
Conhecer e compreender a diferença entre planejamento urbano e infraestrutura,
assim como os conceitos gerais e divisões territoriais.
Compreender o processo da urbanização no Brasil e a classificação das cidades.
Referências
Básicas - LIVROS:
LUCCHESI, Shanna Trichês. Planejamento urbano e regional: o município. Porto
Alegre: SAGAH, 2019.
MAZZAROTTO, Angelo Augusto Valles de Sá. Planejamento urbano. Curitiba:
Contentus, 2020.
SCOPEL, Vanessa ...[et al.]. Planejamento urbano. Porto Alegre : SAGAH, 2018.

Básicas – PERIÓDICOS:
Cadernos Gestão Pública e Cidadania
EURE, Revista Latinoamericana de Estudios Urbano Regionales
Revista de Sociologia e Política
Complementares – LIVROS:
BALESTRI, Edgar Lopes; SILVA, Denise Elaine Simões da. Planejamento
ambiental e urbano. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2018.
DUARTE, Fábio. Planejamento urbano. Curitiba: InterSaberes, 2013.
MOURA, Ana Clara Mourão. Geoprocessamento na gestão e planejamneto urbano.
3. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2014.
Complementares – PERIÓDICOS
Bitácora Urbano Territorial
Revista de Gestão Ambiental e Sustentabilidade
Sociedade e Estado

Nome da Disciplina: SISTEMAS ESTRUTURAIS - MADEIRA E AÇO


Ementa: ESTRUTURA E PROPRIEDADES FÍSICAS DA MADEIRA
Conteúdos:
Características físicas.
Caracterização.
Conceituação sobre sistemas construtivos de madeira.
Densidade, resistência, rigidez e umidade.
Durabilidade.
Elementos estruturais em madeira.
Histórico sobre estruturas de madeira.

Público
270

Resistência ao fogo.
Sistemas alternativos. Wood frame.
Sustentabilidade em estrutura de madeira.
Tipologia das construções e ações.
Tipos de madeira de construção e tratamentos.

Ementa: PROPRIEDADES MECÂNICAS E DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS DE


MADEIRA
Conteúdos:
Cálculo de resistência.
Conectores: Anéis metálicos e chapas.
Dimensões padrões da madeira.
Ligações por entalhes e emendas.
Peças comprimidas.
Peças tracionadas.
Pinos de madeira, pinos metálicos e cavilhas.
Projeto estrutural de madeira.
Rigidez da madeira.
Tipos de ligações.
Vigas em treliça.
Vigas.

Ementa: ESTRUTURA DE AÇO: UTILIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO


Conteúdos:
Características e classificação de aços estruturais.
Chapas de aço.
Elementos estruturais em aço.
Fadiga e corrosão.
Normas para estruturas de aço.
Perfis conformados a frio.
Perfis laminados a quente.
Perfis soldados.
Sistemas alternativos: Steel Frame.
Sustentabilidade em estrutura metálica.
Tipologia das construções.
Vantagens e desvantagens da utilização do aço.

Ementa: DIMENSIONAMENTO E DETALHAMENTO DE ELEMENTOS DE AÇO


Conteúdos:
Ações e combinações.
Cálculo e dimensionamento de estrutura metálica.
Dimensões padrões do aço.
Instabilidade.
Ligações. Contraventamentos.
Peças comprimidas e peças tracionadas.
Peças fletidas e esforços combinados.
Perfis compostos.

Público
271

Perfis simples.
Projeto estrutural metálico.
Resistência.
Vento.
Competências:
Conhecer a estrutura e propriedades físicas da madeira.
Conhecer as especificidades e utilização de madeira em sistemas construtivos e
estruturais.
Conhecer a classificação, as características e propriedades físicas do aço.
Conhecer as especificidades e utilização de aço em sistemas construtivos e
estruturais.
Referências
Básicas - LIVROS:
CALIL, Carlito. Estruturas de Madeira: projetos, dimensionamento e exemplos de
cálculo. Rio de Janeiro: GEN, 2019.
DIAS, Antonio Alves ...[et al.]. Estruturas de madeira : projetos, dimensionamento
e exemplos de cálculos / Antonio Alves Dias ... [et al.]. - 1. ed. - Rio de Janeiro :
Elsevier, 2019.
PFEIL, Walter; PFEIL, Michele. Estruturas de aço: dimensionamento prático. 8.
ed. Rio de Janeiro: GEN, 2009.

Básicas – PERIÓDICOS
Journal of Building Materials and Structures
Organization, Technology & Management in Construction
Research on Engineering Structures and Materials
Complementares - LIVROS:
ADORNA, Diego da Luz. Estruturas. Porto Alegre: Grupo A, 2017.
ANDRADE, Sebastião. Comportamento e Projeto de Estruturas de Aço. Rio de
Janeiro: GEN, 2016.
PEREIRA, Andréa Franco. Madeiras brasileiras: guia de combinação e
substituição. São Paulo : Blucher, 2013.
Complementares - PERIÓDICOS:
Construction Journal
Engineering, Construction and Architectural Management
International Journal of Concrete Structures and Materials

9º Semestre

Nome da Disciplina: ATELIER DE PROJETO DE ARQUITETURA DE USO


MISTO EM MODELAGEM BIM
Ementa: PROJETO ARQUITETÔNICO DE EDIFÍCIO MULTIUSO

Público
272

Conteúdos:
Apresentação e contextualização do tema do projeto da disciplina: edifício de uso
misto
Condicionantes urbanísticos e legislação pertinente
Contextualização histórica
Definição do programa do edifício
Dimensionamento do edifício
Elaboração de plano de massas
Estabelecimento de diretrizes de projeto
Fluxos e circulação de pedestres, acessibilidade.
Levantamento de condicionantes locais
Modulação estrutural
Referências em edifícios de uso misto
Sistemas estruturais reticulares e pré-fabricação

Ementa: FERRAMENTAS BIM E MODELAGEM PARAMÉTRICA


Conteúdos:
Benefícios e desafios
Comandos básicos de operação
Condicionantes do terreno de projeto
Dimensionamento de volumes de corte e aterro
Eixos e níveis do modelo
Elementos de circulação vertical
Elementos de estrutura reticular
Implantação do projeto sobre o terreno
Lajes e plataformas
Modelagem do terreno original
O programa BIM e sua interface
O que é tecnologia BIM

Ementa: SISTEMAS E COMPONENTES BIM


Conteúdos:
Chamadas paramétricas
Cotas e chamadas
Criação e configuração de materiais em BIM
Definição de caixilhos
Detalhamento
Família e tipo na plataforma BIM
Locação de instalações hidráulicas
Modelagem de telhados
Modelagem paramétrica de componentes
Paredes, pisos, forros na modelagem paramétrica
Paredes-cortina e suas aplicações
Setorização do projeto

Ementa: DOCUMENTAÇÃO DE PROJETO


Conteúdos:
Diagramação de folhas
Elaboração do memorial de projeto

Público
273

Exportação e impressão
Extração de tabelas de dados
Interoperabilidade com outras plataformas
Operações com tabelas
Parametrização de folhas de projeto
Perspectiva axonométrica
Perspectiva cônica
Perspectiva explodida
Perspectiva foto realista
Simulação e análise de desempenho da edificação.
Competências:
Compreender a temática projetual, levantamento de dados e desenvolvimento de
projeto de edifício multiuso.
Conhecer os fundamentos, ambientes de trabalho e operações básicas de uma
plataforma BIM.
Aprofundar os conhecimentos na modelagem de famílias e tipos. Aplicar técnicas
para organização e compatibilização em plataforma BIM.
Extrair informações do modelo na plataforma BIM em formato de desenhos
técnicos, tabelas e imagens tridimensionais. Desenvolver pranchas para
apresentação do projeto com as informações extraídas.
Referências
Básicas - LIVROS:
AMORIM, Sergio Roberto Leusin de. Gerenciamento e coordenação de projetos
BIM: um guia de ferramentas e boas práticas para o sucesso de
empreendimentos. Rio de Janeiro: LTC, 2020.
SACKS, Rafael ...[et al.]. Manual de BIM: um guia de modelagem da informação
da construção para arquitetos, engenheiros, gerentes, construtores e
incorporadores. 3. ed. Porto Alegre : Bookman, 2021.
SANTOS, Alexandre Leitão. Atelier de projeto de arquitetura VIII. Londrina:
Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2019.
Básicas – PERIÓDICOS
Arq : Architectural Research Quarterly
Arquitectonics
Arquiteturarevista
Complementares - LIVROS:
BRAGA, Gisele Pinna. Apresentação de projeto e representação gráfica. Curitiba:
Contentus, 2020.
BUXTON, Pamela. Manual do arquiteto: planejamento, dimensionamento e projeto.
5. ed. Porto Alegre : Bookman, 2017.
CARRANZA, Edite Galote Rodrigues; CARRANZA, Ricardo. Escalas de
representação em arquitetura. 5. ed. São Paulo: Blucher, 2018.
Complementares - PERIÓDICOS:
Contemporaneity
Context
HOLOS

Público
274

Nome da Disciplina: ATELIER DE PROJETO DE PAISAGISMO


Ementa: PAISAGISMO: CONCEITOS E INSTRUMENTAÇÃO
Conteúdos:
Paisagem, espaço, espaço livre, sistema de espaços livres. Os elementos centrais
do paisagismo.
Repertório de elementos para projeto de paisagismo: água
Repertório de elementos para projeto de paisagismo: condicionantes locais
Repertório de elementos para projeto de paisagismo: pisos e mobiliário
Repertório de elementos para projeto de paisagismo: vegetação
Representação gráfica para Paisagismo: escala humana e composição
Representação gráfica para Paisagismo: mobiliário
Representação gráfica para Paisagismo: pisos e texturas
Representação gráfica para Paisagismo: vegetação
Sistemas de espaços livres
Tipos e funções dos espaços livres
Conceitos fundamentais: o que é paisagismo? Quem é o profissional Paisagista?
O que faz, com o que trabalha? O Arquiteto Paisagista e seu papel na legislação e
na sociedade brasileira.

Ementa: HISTÓRIA E LEITURA CRÍTICA DO PAISAGISMO


Conteúdos:
A praça brasileira e o parque urbano no Brasil.
Espaços livres públicos e privados na cidade colonial brasileira. O ajardinamento
das cidades no Brasil.
Estudo de espaço livre privado: conflitos e demandas
Estudo de espaço livre privado: diagnóstico
Estudo de espaço livre privado: entendimento das expectativas do cliente
Estudo de espaço livre privado: situação atual
Estudo de praça urbana: conflitos e demandas
Estudo de praça urbana: diagnóstico
Estudo de praça urbana: entorno
Estudo de praça urbana: situação atual
História do paisagismo geral. Jardins e espaços públicos no mundo e no Brasil. "
Linguagens de projeto: estudos de caso com arquitetos paisagistas - beendito
Abbud
Linguagens de projeto: estudos de caso com arquitetos paisagistas - Burle Marx
Linguagens de projeto: estudos de caso com arquitetos paisagistas - Gilberto Elkis.
Linguagens de projeto: estudos de caso com arquitetos paisagistas - Rosa Grena
Kliass
Linhas projetuais do paisagismo brasileiro. Referências contemporâneas
internacionais e influência no Brasil.

Ementa: USO DA VEGETAÇÃO EM PROJETOS DE PAISAGISMO


Conteúdos:

Público
275

A vegetação como elemento estruturador de espaços urbanos. Configuração de


espaços através de planos verticais e horizontais.
Adequação de espaços segundo princípios de infraestrutura verde e azul.
Características da vegetação pertinentes ao projeto paisagístico.
Especificando vegetação: composição
Estratos de vegetação. Herbáceas, arbustivas, arbóreas.
Funções da vegetação na estruturação do espaço.
Identificando e Especificando vegetação: estrato arbustivo.
identificando e Especificando vegetação: estrato arbóreo.
Identificando e Especificando vegetação: estrato herbáceo.
Infraestrutura verde e azul e drenagem versus abordagem tradicional.
Infraestrutura verde e azul. Conceitos fundamentais
Tipologias de infraestrutura verde e azul.

Ementa: PROJETO DE PAISAGISMO


Conteúdos:
Projeto de paisagismo - diagnóstico: elementos urbanos.
Projeto de paisagismo - diagnóstico: identificação de demandas e conflitos.
Projeto de paisagismo - diagnóstico: levantamento de campo.
Projeto de paisagismo - diagnóstico: quadro síntese.
Projeto de paisagismo - estudo preliminar: partido.
Projeto de paisagismo - estudo preliminar: plano de massas.
Projeto de paisagismo - estudo preliminar: programa de necessidades.
Projeto de paisagismo - estudo preliminar: zoneamento funcional.
Projeto de paisagismo: anteprojeto.
Projeto de paisagismo: executivo.
Projeto de paisagismo: memorial e quantitativos.
Projeto de paisagismo: orçamento.
Competências:
Conhecer os antecedentes históricos do paisagismo, as diferentes linhas
projetuais, as principais influências e fundamentos da formação de jardins.
Conhecer os antecedentes históricos do paisagismo no Brasil, as diferentes linhas
projetuais, e as principais influências internacionais do paisagismo brasileiro.
Conhecer os diferentes tipos de vegetação, os cuidados e as maneiras de utilização
em paisagismo.
Conhecer as técnicas para elaboração de projetos de paisagismo através da
elaboração de estudos, peças gráficas, quantitativos e orçamentos.
Referências
Básicas - LIVROS:
GALINATTI, Anna Carolina Manfroi; GRABASCK, Jaqueline Ramos; SCOPEL
Vanessa Guerini. Projeto de paisagismo I. Porto Alegre : SAGAH, 2020.
HUTNER JUNIOR, Ormy Leocadio. Projeto, implantação e manutenção de obras
paisagísticas. Curitiba: Contentus, 2020.
MAZZA, Maria Claudia Caneles Santana. Paisagismo para ambientes
residenciais, comerciais e culturais. Curitiba: Contentus, 2020.

Público
276

Básicas – PERIÓDICOS
Journal of Architectural Education
Studies in the History of Gardens & Designed Landscapes
The Journal of Architecture
Complementares - LIVROS:
OTTE, Marina ...[et al.]. Projeto de paisagismo II. Porto Alegre : SAGAH, 2019.
PETERSEN, Rodrigo Cordava ...[et al.]. Composição de jardins. Porto Alegre :
SAGAH, 2019.
WATERMAN, Tim. Fundamentos de paisagismo. Porto Alegre : Bookman, 2011.
Complementares - PERIÓDICOS:
Apuntes
Contemporaneity
HOLOS

Nome da Disciplina: SOCIEDADE BRASILEIRA E CIDADANIA


Ementa: ÉTICA E POLÍTICA
Conteúdos:
Aristóteles e o "animal político"
Bioética e meio ambiente
Capitalismo e individualismo
Democracia x ditadura
Dilemas morais
Ética e moral
Ética e religião
Ética, cotidiano e política
Hannah Arendt, liberdade e a responsabilidade no mundo contemporâneo
Meio ambiente e consumo
Política e vida cotidiana
Sistemas políticos: do Leviatã ao micro-Estado

Ementa: CIDADANIA E DIREITOS HUMANOS


Conteúdos:
A Constituição de 1988 e os impasses da cidadania no Brasil do XXI
As dimensões da ação cidadã: do local ao global
Consciência ambiental e cidadania
Democracia, cidadania e direitos fundamentais
Diferença e desigualdade no Brasil contemporâneo
Direitos humanos e a legislação de pesquisa: o saber/poder de Foucault
Direitos humanos e os crimes contra a humanidade
Do súdito ao cidadão
Habermas e a teoria do reconhecimento
Iluminismo e direitos humanos
Políticas de inclusão e promoção da igualdade
Punitivismo e direito à vida

Público
277

Ementa: DILEMAS ÉTICOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA


Conteúdos:
As cotas raciais
Combate ao eurocentrismo: o ensino de história da África e dos povos indígenas
Concentração fundiária e déficit habitacional
Corrupção e cultura democrática
Corrupção e ética: o público e o privado.
Desemprego, políticas sociais e combate à fome
Escândalos ambientais: corporações e estado
História da corrupção no Brasil
Movimentos de resistência: o movimento negro e as lideranças indígenas
Perspectivas alternativas para um país mais igualitário
Racismo e a formação histórica da desigualdade
Um mapa da miséria no Brasil

Ementa: PLURALIDADE E DIVERSIDADE NO SÉCULO XXI


Conteúdos:
Conceito de gênero
Democracia antiga e moderna: de Platão à Tocqueville
Democracia, liberdade de expressão e religião
Democracias autoritárias: de Rousseau às experiências do século XX
Mídias digitais, movimentos extremistas e a "banalidade do mal"
Movimentos e intelectuais feministas do século XX: de Simone de Beauvoir à Judith
Butler
Negacionismo e aquecimento global
Novas configurações de gênero na sociedade contemporânea
O direito internacional e as intervenções da ONU
O papel da mulher no mundo do trabalho
Política e religião: entre a tolerância e o fundamentalismo contemporâneo
Xenofobia e ultranacionalismo no século XXI
Referências
Básicas - LIVROS:
CIZOTO, Sonelise Auxiliadora; CARTONI, Daniela Maria. Ética, política e
sociedade. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2017.
METCALF, Peter. Cultura e sociedade. São Paulo: Saraiva, 2015. (Coleção
Homem, Cultura e Sociedade)
MUNANGA, Kabengele. Negritude: usos e sentidos. [Link]. Belo Horizonte: Grupo
Autêntica, 2019. (Coleção Cultura Negra e Identidades).
Básicas – PERIÓDICOS
Estudos Feministas
Informação & Sociedade
Sociedade e Estado
Complementares - LIVROS:
COMPARATO, Fábio Konder. A afirmação histórica dos Direitos Humanos. 12. ed.
São Paulo: Saraiva, 2019.

Público
278

DEMO, Pedro. Introdução à sociologia: complexidade, interdisciplinaridade e


desigualdade social. São Paulo: Atlas, 2013
PRESOTTO, M. E. Antropologia: uma introdução. [Link]. Rio de Janeiro: Grupo GEN,
2019.
Complementares - PERIÓDICOS:
Caderno de Estudos Africanos
Revista Direitos Fundamentais & Democracia
Revista Sociologia e Política

Nome da Disciplina: TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO I

Ementa:
Conteúdos:
Plano de trabalho para o TFG.

Ementa:
Conteúdos:
Projetos de Referência para o TFG.

Ementa:
Conteúdos:
Elaboração da metodologia do TFG

Ementa:
Conteúdos:
Regulamento do TFG.
Competências:
Conhecer, conceber projetos de arquitetura, arquitetura de Interiores, urbanismo e
paisagismo e realizar construções, considerando os fatores de custo, de
durabilidade, de manutenção e de especificações, ¬bem como os regulamentos
legais, de modo a satisfazer as exigências culturais, econômicas, estéticas,
técnicas, ambientais e de acessibilidade dos usuários.

Referências
Básicas - LIVROS:
FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia: noções básicas em pesquisa
científica. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2017.
LOZADA, Gisele; NUNES, Karina da Silva. Metodologia científica. Porto Alegre:
SAGAH, 2018.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de
metodologia científica. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2021.

Público
279

Básicas – PERIÓDICOS
Information & Culture
Information and Communication Sciences Research
Partnership : the Canadian Journal of Library and Information Practice and
Research
Complementares - LIVROS:
DE SORDI, José Osvaldo. Desenvolvimento de projeto de pesquisa. São Paulo:
Saraiva, 2017.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho
científico: projetos de pesquisa, pesquisa bibliográfica, teses de doutorado,
dissertações de mestrado, trabalhos de conclusão de curso. 9. ed. São Paulo :
Atlas, 2021
MASCARANHAS, Sidnei A. Metodologia científica. 2. ed. São Paulo: Pearson,
2018.
Complementares - PERIÓDICOS:
Revista de Gestão e Projetos
Revista Latinoamericana de Metodología de las Ciencias Sociales
The NABE Journal of Research and Practice

10º Semestre

Nome da Disciplina: ATELIER DE PROJETO DE ARQUITETURA DE


INTERIORES

Ementa: ARQUITETURA DE INTERIORES


Conteúdos:
A evolução dos estilos arquitetônicos "
A importância da Arquitetura de Interiores "
Acústica: absorção sonora e isolamento acústico em arquitetura de interiores "
Adequação estática e adequação dinâmica "
Análise de referências e princípios de projeto "
Conceitos de ergonomia e antropometria "
Espaços sociais e privativos "
Iluminação e ambiência em interiores "
Influência das cores em arquitetura de interiores "
Programa de necessidades em arquitetura de interiores – conceituação "
Projeto luminotécnico em arquitetura de interiores. "
Relação entre o dimensionamento dos espaços e seus usuários "

Ementa: ASPECTOS CONSTRUTIVOS DO INTERIOR DAS CONSTRUÇÕES


Conteúdos:
Características técnicas dos materiais para projeto de arquitetura de interiores
Elaboração de orçamento para projetos de arquitetura de interiores
Elaboração de tabela de especificação de matérias para projeto de interiores

Público
280

Especificação de materiais, fabricantes e fornecedores


Inovação e tecnologia.
Linguagem do projeto de arquitetura de interiores
Materiais de baixo impacto para interiores
Quantificação de materiais
Tipos de gesso, pinturas, texturas e efeitos em interiores
Tipos de louças e metais para interiores
Tipos de pisos para interiores
Tipos de revestimentos para interiores

Ementa: ASPECTOS DOS MOBILIÁRIOS


Conteúdos:
A cultura material nos contextos socioculturais e econômicos
A Revolução Industrial e a evolução das artes decorativas aplicadas
Conceito de layout em arquitetura de interiores
Disposição de mobiliário fixo em interiores: armários, painéis e bancadas
Distribuição de móveis em interiores
Elementos complementares: objetos e acessórios
Estética e funcionalidade
Mobiliário contemporâneo
O design de objetos
O móvel antes da Era Moderna
O móvel e o Modernismo
O objeto como qualificador do espaço arquitetônico

Ementa: PROJETOS E REPRESENTAÇÕES DE JARDINS RESIDENCIAIS


Conteúdos:
Composição do solo e abastecimento de água.
Condicionantes físicos: morfologia do relevo
Condicionantes físicos: orientação solar
Condicionantes físicos: ventos
Densidade de espécies e memorial quantitativo
Estudo preliminar do projeto.
Plano de massa
Programa de necessidades: jardim residencial
Representação gráfica (técnica e artística)
Tipos de espécies para jardins internos e externos: arbóreos
Tipos de espécies para jardins internos e externos: arbustos
Tipos de espécies para jardins internos e externos: herbáceos
Competências:
Conhecer e compreender sobre o processo histórico, as relações antropométricas
e luminotécnica para arquitetura de interiores.
Conhecer e compreender os aspectos construtivos de arquitetura de interiores.
Conhecer e compreender os aspectos dos mobiliários e cultura dos objetos.
Conhecer e Compreender a linguagem de projetos e os programas de
necessidades de jardins, assim como a representação gráfica de espécies e
conjuntos.
Referências

Público
281

Básicas - LIVROS:
DI MAURO, Fabio João Paulo. Arquitetura e urbanismo I. Londrina: Editora e
Distribuidora Educacional S.A., 2019.
GALINATTI, Anna Carolina Manfroi ...[et al.]. Projeto de arquitetura de interiores
residenciais. Porto Alegre : SAGAH, 2019.
GURGEL, Miriam. Projetando espaços: Guia de arquitetura de interiores para
áreas residenciais. 8. ed . rev. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2020.
Básicas – PERIÓDICOS
Arq : Architectural Research Quarterly
Arquitectonics
Arquiteturarevista
Complementares - LIVROS:
BRAGA, Gisele Pinna. Apresentação de projeto e representação gráfica. Curitiba:
Contentus, 2020.
BUXTON, Pamela. Manual do arquiteto: planejamento, dimensionamento e projeto.
5. ed. Porto Alegre : Bookman, 2017.
GIAMBASTIANI, Gabriel Lima ...[et al.]. Projeto de arquitetura de interiores
comerciais. Porto Alegre : SAGAH, 2019.
Complementares - PERIÓDICOS:
Journal of Architectural Education
Revista de Arquitectura
Revista Proyecto, Progreso, Arquitectura

Nome da Disciplina: TÉCNICAS RETROSPECTIVAS, RESTAURAÇÃO E


PATRIMÔNIO HISTÓRICO

Ementa: CONCEITOS E ORIGENS DA PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO


HISTÓRICO
Conteúdos:
A Carta de Veneza de 1964
A Conferência de Atenas (1931)
A influência arqueológica sobre a consolidação da disciplina no século XVIII
A teoria de Cesare Brandi e as contribuições recentes
A terceira via: Camillo Boito
A UNESCO e seus organismos
As Cartas Patrimoniais
O restauro crítico: Roberto Pane e Renato Bonelli
Os valores de Alois Riegl
Patrimônio Histórico: questões conceituais
Ruskin e Morris: o Romantismo e a pura conservação.
Viollet-le-Duc e a restauração estilística

Público
282

Ementa: TEORIAS MODERNAS DE INTERVENÇÃO EM RESTAURO


Conteúdos:
A Arqueologia da Arquitetura como suporte ao estudo de bens históricos
A articulação estética e plástica da intervenção atual com o existente.
A criação do SPHAN
A preservação da arquitetura colonial brasileira
A preservação da arquitetura moderna: novas interpretações
A questão do uso: compatibilidade e requisitos.
Antecedentes históricos da preservação patrimonial brasileira
Intervenções sobre o patrimônio edificado brasileiro: estudos de caso
O Ecletismo e a modernização do país no final do século XIX e início do XX
O IPHAN e a legislação brasileira atual
Patrimônio industrial: novas interpretações
Técnicas construtivas antigas e modernas.

Ementa: PROJETO DE CONSERVAÇÃO E RESTAURO


Conteúdos:
A conservação preventiva
A estratigrafia como instrumento de análise
A leitura dos elementos construtivos
A representação gráfica e a interpretação do bem edificado
Diagnóstico e reabilitação de estruturas.
Do projeto básico ao projeto executivo
Elaboração preliminar da intervenção projetual e medidas conservativas
Inventário histórico-arquitetônico de uma edificação
Levantamento fotográfico. Noções de fotogrametria aérea e terrestre
Mapeamento de danos e descrição gráfica dos procedimentos de recuperação,
restauração e adaptação dos espaços, estruturas e infraestrutura do objeto de
intervenção
O levantamento métrico
Pinturas e elementos ornamentais

Ementa: O PROJETO DE RESTAURO E A AMPLIAÇÃO DA ESCALA DE


PRESERVAÇÃO
Conteúdos:
A autenticidade da obra de arte
A Conservação Integrada
A espetacularização patrimonial
A revitalização urbana: cenografia e turismo
Comunicação Visual
Cronograma de execução de obra
Diagnóstico e análise de espaços urbanos: estudos de caso
Educação patrimonial e formação cultural brasileira
Especificação de materiais de acabamento
Formação da equipe de restauro e atribuição de responsabilidades
Gustavo Giovannoni e o Patrimônio Urbano
Preservação de paisagens naturais e sítios urbanos
Competências:

Público
283

Conhecer os conceitos e o histórico sobre o Patrimônio Histórico, Restauração e


Retrospectivas.
Conhecer os métodos para levantamento de dados para restauro ou preservação
de patrimônio histórico.
Elaborar planejamento dos procedimentos do projeto para intervenção em edificio
de valor histórico e cultural.
Conhecer as técnicas para elaboração de projeto arquitetônico, urbanístico e
paisagístico de restauro de patrimônio histórico.
Referências
Básicas - LIVROS:
SANDY, Danielle Dias. Conservação e restauro. Curitiba: Contentus, 2020.
TOMASEVICIUS FILHO, Eduardo. A proteção do patrimônio cultural brasileiro
pelo direito civil. São Paulo : Almedina, 2020.
VARGAS, Heliana Comin; CASTILHO, Ana Luisa Howard de (orgs). Intervenções
em centros urbanos: objetivos, estratégias e resultados. 3. ed. Barueri, SP:
Manole, 2015.

Básicas – PERIÓDICOS
Latin American Antiquity
Nexus Network Journal
Periodica Polytechnica. Architecture
Complementares - LIVROS:
SANDY, Danielle Dias. Iniciação à técnica de conservação e restauro: fundamentos
teóricos. Curitiba: Contentus, 2020.
SANT A ́ NA, Cláudio. Arte e cultura. São Paulo: Érica, 2014.
VILLELA, Ana Teresa Cirigliano. Técnicas retrospectivas, restauração e patrimônio
histórico. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2017.
Complementares - PERIÓDICOS:
Revista de Arquitectura
Revista Proyecto, Progreso, Arquitectura
Techne

Nome da Disciplina: TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO II


Ementa:
Conteúdos:
Plano de trabalho para o TFG.

Ementa:
Conteúdos:
Projetos de Referência para o TFG.

Ementa:
Conteúdos:
Elaboração da metodologia do TFG.

Público
284

Ementa:
Conteúdos:
Regulamento do TFG.
Competências:
Conhecer, conceber projetos de arquitetura, arquitetura de Interiores, urbanismo e
paisagismo e realizar construções, considerando os fatores de custo, de
durabilidade, de manutenção e de especificações, ¬bem como os regulamentos
legais, de modo a satisfazer as exigências culturais, econômicas, estéticas,
técnicas, ambientais e de acessibilidade dos usuários.
Referências
Básicas - LIVROS:
FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia: noções básicas em pesquisa
científica. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2017.
LOZADA, Gisele; NUNES, Karina da Silva. Metodologia científica. Porto Alegre:
SAGAH, 2018.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de
metodologia científica. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2021.
Básicas – PERIÓDICOS
Information & Culture
Information and Communication Sciences Research
Partnership : the Canadian Journal of Library and Information Practice and
Research
Complementares - LIVROS:
DE SORDI, José Osvaldo. Desenvolvimento de projeto de pesquisa. São Paulo:
Saraiva, 2017.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho
científico: projetos de pesquisa, pesquisa bibliográfica, teses de doutorado,
dissertações de mestrado, trabalhos de conclusão de curso. 9. ed. São Paulo :
Atlas, 2021
MASCARANHAS, Sidnei A. Metodologia científica. 2. ed. São Paulo: Pearson,
2018.
Complementares - PERIÓDICOS:
Revista de Gestão e Projetos
Revista Latinoamericana de Metodología de las Ciencias Sociales
The NABE Journal of Research and Practice

Público
285

OPTATIVAS

Nome da Disciplina: AÇÕES EDUCATIVAS EM SEGURANÇA NO TRABALHO


Ementa: INTRODUÇÃO ÀS AÇÕES EDUCATIVAS EM SEGURANÇA DO
TRABALHO
Conteúdos:
Capacitação e atualização em segurança e saúde do trabalhador
Conhecendo seu público-alvo: escopo de atividade da empresa
Conhecendo seu público-alvo: ramo de atividade dos funcionários e riscos
ocupacionais
Definição de cronograma para realizar a divulgação
Definições e histórico das ações educativas em segurança do trabalho
Elaboração de planos de ensino e proposta de cursos
Ferramentas de auxílio ao planejamento das ações educativas em segurança do
trabalho
Introdução aos tipos de ações para educação em segurança e saúde no trabalho
Levantamento de custos relacionados à capacitação e cursos
O planejamento para divulgação das informações
Panorama geral das ações educativas em segurança do trabalho e exemplos
Planejamento de cursos e oficinas em segurança do trabalho

Ementa: PLANEJAMENTO, AÇÃO E AVALIAÇÃO: ESTRATÉGIAS EDUCATIVAS


APLICADAS
Conteúdos:
Ações motivacionais em segurança do trabalho
Aplicação de instrumentos de avaliação e registros
Elaboração de informativos educativos visuais sobre segurança do trabalho
Elaboração de instrumentos de avaliação
Estratégias a serem utilizadas visando atender aos objetivos educativos
Incentivo à educação mútua entre os funcionários sobre segurança do trabalho
Informativos educativos visuais sobre segurança do trabalho: importância
Levantamento de recursos materiais e humanos necessários
Os instrumentos de avaliação e importância de se avaliar a efetividade das ações
rotineiras
Programas de rotina em educação ao trabalhador: diálogos prévios sobre
segurança do trabalho
Sensibilização diária sobre a importância do uso de EPIs
Sistematização dos resultados e análise

Ementa: ORIENTAÇÕES DAS AÇÕES EDUCATIVAS EM SAÚDE E


SEGURANÇA DO TRABALHO BASEADAS EM LEGISLAÇÕES E NORMAS
TÉCNICAS
Conteúdos:
A Legislação, as normas e os procedimentos de saúde e segurança do trabalho
para ações educativas
Apresentação dos resultados aos gestores e comunidade empresarial
Avaliação conjunta com a comunidade empresarial sobre os eventos anuais
Compreensão dos resultados das avaliações visando elaboração de novas metas

Público
286

Comunicações internas e externas relacionadas à SST


Definição de novos objetivos e metas relacionados às ações educativas em
segurança do trabalho
Elaboração de material didático para segurança do trabalho
Etapas do planejamento de eventos como SIPAT
Ferramentas tipo check lists para avaliação de riscos no ambiente de trabalho
Material educativo, cursos à distância, seminários e publicações diversas.
O acompanhamento das metas estabelecidas para redução de problemas de saúde
e segurança nos ambientes de trabalho.
Organização de eventos anuais de educação em segurança e saúde do trabalhador

Ementa: AVALIAÇÃO DAS AÇÕES EDUCATIVAS EM SEGURANÇA DO


TRABALHO E PROJEÇÕES DE MELHORIAS
Conteúdos:
Ações educativas imediatas à inspeção do check list
Campanhas Informativas em SST
Compilação dos dados levantados por meio do check list
Comportamentos inadequados típicos precursores de acidentes
Divulgação dos resultados internos das ações educativas
Divulgações de ações educativas em SST por meio de quadros e intranet
Elaboração de estratégias educativas para comportamentos inadequados
Exemplos das não conformidades mais comuns em instituições
Iniciativas educativas visando a minimização de não conformidades
Melhoria contínua das ações educativas em saúde e segurança do trabalhador
Palestras de programas educativos
Rotina de aplicação do check list nos setores empresariais.
Competências:
Planejar e Desenvolver ações educativas em Saúde e Segurança do Trabalho.
Aplicar Ações Educativas em Saúde e Segurança do Trabalho, atendendo as metas
estabelecidas e a legislação vigente.
Referências
Básicas - LIVROS:
AYRES, Dennis de Oliveira. Manual de prevenção de acidentes do trabalho. 3. ed.
São Paulo: Atlas, 2017.
BARSANO, Paulo Roberto. Segurança do trabalho: guia prático e didático. 2. ed.
São Paulo: Érica, 2018.
MACHADO, Carolina Sampaio. Ações educativas em segurança no
trabalho. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2018.
Básicas – PERIÓDICOS
International Archives of Occupational and Environmental Health
International Journal of Occupational Medicine and Environmental Health
International Journal of Safety and Security Engineering
Complementares - LIVROS:
CAMISASSA, Mara Queiroga. Segurança e Saúde no Trabalho: NRS 1 a 37
comentadas e descomplicadas. 7. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2021.
CARDELLA, Benedito. Segurança no trabalho e prevenção de acidentes: uma
abordagem holística : segurança integrada à missão organizacional com

Público
287

produtividade, qualidade, preservação ambiental e desenvolvimento de pessoas. 2.


ed. São Paulo: Atlas, 2016.
CHIRMICI, Anderson; OLIVEIRA, Eduardo Augusto Rocha de. Introdução à
segurança e saúde no trabalho. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016.
Complementares - PERIÓDICOS:
Gepros: Gestão da Produção, Operações e Sistemas
Interface - Comunicação, Saúde, Educação
Occupational Health Management

Nome da Disciplina: CONSTRUÇÕES RURAIS


Ementa: INTRODUÇÃO À CONSTRUÇÃO RURAL
Conteúdos:
Caracterização de esforços e deformações nos materiais e estruturas de
construção.
Esforços solicitantes: Normais, Tração, Flexão Simples, Flexão Composta,
Compressão.
Histórico e evolução das construções rurais.
Importância das construções rurais e quais as principais utilidades.
Introdução às construções rurais
Noções de paredes, vigas e lajes.
Noções de pilares e características das fundações.
Resistência dos materiais e Concreto Armado

Ementa: MATERIAIS E INSTALAÇÕES RURAIS


Conteúdos:
Agregados e Argamassas.
Caracterização de materiais básicos empregados na construção rural.
Concreto, Aço e Madeira.
Importância e componentes da construção de instalações de estruturas para
armazenamento de grãos e forragens e cultivos protegidos.
Importância e componentes da construção de instalações para criação de aves,
bovinos, caprinos e suínos.
Materiais Cerâmicos e Aglomerantes.
Noções de preenchimento com alvenaria e outros materiais. Coberturas: tipos,
inclinações recomendadas.
Principais elementos estruturais, de vedação, revestimentos, pavimentação, forro e
cobertura.

Ementa: ELETRIFICAÇÃO EM CONSTRUÇÕES RURAIS


Conteúdos:
Circuitos elétricos e leis fundamentais.
Definições e aplicações de instalações hidrossanitárias.
Dimensionamento de circuitos elétricos.
Estudos preliminares de eletrificação rural.

Público
288

Fontes convencionais e alternativas de energia, geração e distribuição de


eletricidade.
Instalações elétricas em construções rurais e moradias.
Instalações hidráulicas e depósito de água.
Instalações sanitárias aplicadas a construções rurais e moradias.

Ementa: PROJETO DE CONSTRUÇÃO RURAL


Conteúdos:
Acondicionamento aéreo das instalações (monóxido de carbono, dióxido de
carbono e amônia).
Construções básicas: Instalações para bovinos, suínos, aves (frango de corte e
poedeiras) e plantas.
Construções básicas: residência rural, do administrador e funcionários.
Elaboração de projetos para construções rurais
Fatores climáticos e conforto térmico considerados para os animais de produção.
Introdução ao projeto de construção rural.
Orçamento de custos do espaço físico e de materiais utilizados.
Ventilação natural, artificial e boas práticas para animais de produção.
Competências:
Compreender os principais aspectos relacionados à resistência dos materiais e
dimensionamento das estruturas que compõe as construções rurais.
Avaliar os materiais utilizados na construção e os componentes necessários de
uma instalação rural.
Conhecer as instalações hidrossanitárias e elétricas para elaboração de um projeto
de construção rural.
Aplicar os conhecimentos relacionados à ambiência (térmica e aérea), conforto
térmico e bem-estar animal e memorial descritivo para elaboração de um projeto
de construção rural.
Referências
Básicas - LIVROS:
CHING, Francis D. K. Técnicas de construção ilustradas. 5. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2017.
CRIVELARO, Marcos; PINHEIRO, Antonio Carlos da Fonseca Bragança.
Materiais de construção. 3. ed. São Paulo: Érica, 2020.
EMRICH, Eduardo Bucsan; CURI Thayla Morandi Ridolfi de Carvalho.
Construções rurais. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2017.
Básicas – PERIÓDICOS
Architect
Architectural Design
The Architects' Journal
Complementares - LIVROS:
CUNHA, Alessandra Martins. Construção Civil. Porto Alegre: Grupo A, 2017.
KRUGER, Abe. Construção verde: princípios e práticas em construção residencial.
São Paulo: Cengage Learning, 2016.
PEURIFOY, Robert L....[et al.]. Planejamento, equipamentos e métodos para a
construção civil. 8. ed. Porto Alegre: AMGH, 2015.

Público
289

Complementares - PERIÓDICOS:
Architectural History
Architecture + Design
ArchNet-IJAR : International Journal of Architectural Research

Nome da Disciplina: CONSTRUÇÕES SUSTENTÁVEIS


Ementa: CONSTRUÇÃO CIVIL E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL.
Conteúdos:
Agenda 21 para o setor de construção civil.
Análise de ciclo de vida aplicada a edifícios.
Características/tipos de construções sustentáveis.
Ciclo de vida das edificações: conceitos.
Conceitos sobre sustentabilidade relacionados à construção civil.
Construções sustentáveis: conceitos e princípios.
Impactos ambientais associados à produção do ambiente construído.
Impactos associados à cadeia da construção civil.
Requisitos ambientais para uma construção sustentável.
Responsabilidade social empresarial no setor da construção civil.
Sistemas de certificação ambiental de edificações.
Sustentabilidade ambiental relacionada à construção civil

Ementa: PLANEJAMENTO E VIABILIDADE DA IMPLANTAÇÃO DE


EMPREENDIMENTOS
Conteúdos:
Avaliação de Impactos ambientais na construção civil: conceitos
Avaliação de impactos ambientais na construção civil: Licenciamento ambiental.
Conteúdo mínimo de um Estudo de Impacto de Vizinhança
Estatuto da cidade: instrumentos
Estudo de Impacto de Vizinhança: conceito e aplicação.
Estudo de Impactos Ambiental (EIA-RIMA): conceito e aplicação.
Impactos de vizinhança: conceito
Resoluções do CONAMA: avaliação de impactos ambientais e licenciamento
ambiental.
Sustentabilidade urbana: Conceitos
Sustentabilidade urbana: Estatuto da Cidade/Plano Diretor
Sustentabilidade urbana: Planejamento urbano
Sustentabilidade urbana: Problemas relacionados ao crescimento das cidades

Ementa: USO DOS RECURSOS NATURAIS E A GERAÇÃO DE RESÍDUOS DA


CONSTRUÇÃO CIVIL
Conteúdos:
Conceitos e classificação; Política Nacional de Resíduos Sólidos e a interface com
os RCC.
Eficiência energética na construção civil: iluminação e condicionamento do ar.
Energia não renovável utilizada na construção civil.

Público
290

Equipamentos e tecnologias voltados à redução do consumo e reuso da água na


construção civil
Equipamentos/tecnologias eficientes na construção civil
Gestão e Gerenciamento dos RCC: conceitos e diretrizes.
Plano de Gerenciamento de RCC
Resoluções do CONAMA e normas técnicas ABNT pertinentes à gestão dos RCC.
Reuso da agua nas edificações
Sistemas de drenagem mais eficientes na construção civil
Uso de fontes renováveis na construção civil
Utilização da água na construção civil.

Ementa: DIRETRIZES PARA SUSTENTABILIDADE DAS EDIFICAÇÕES


Conteúdos:
Ações de planejamento em canteiro de obras
Aspectos ambientais dos canteiros de obras: meio físico biótico e antrópico.
Aspectos ambientais sociais e econômicos incorporados no projeto de edificações
Aspectos e impactos ambientais em canteiros de obras: conceitos.
Diretrizes sustentáveis em canteiros de obras
Edificações sustentáveis: Medidas de controle da poluição.
Edificações sustentáveis: Práticas de controle da qualidade.
Edificações sustentáveis: Requisitos norma de desempenho NBR 15575/2013:
execução e responsabilidade.
Qualidade dos ambientes interno e externo das edificações
Requisitos da norma de desempenho para edificações
Sustentabilidade na concepção do projeto de edificações
Sustentabilidade na construção e uso das edificações.
Competências:
Conhecer e ser capaz de analisar os principais conceitos relacionados à
construções sustentáveis.
Compreender a importância da integração do ambiente construído com o espaço
urbano, com controle dos usos deste espaço por meio da avaliação prévia de
impactos.
Conhecer e ser capaz de identificar, analisar e aplicar ações relacionadas à
otimização de recursos naturais em construções civil.
Compreender os impactos gerados pela construção civil e ser capaz de propor
diretrizes de sustentabilidade para canteiro de obras, projeto, execução e
operação/uso das edificações.
Referências
Básicas - LIVROS:
CORTESE, Tatiana Tucunduva P.; KNIESS, Cláudia Terezinha; MACCARI,
Emerson Antonio (orgs). Cidades inteligentes e sustentáveis. Barueri, SP: Manole,
2017.
KIBERT, Charles J. Edificações sustentáveis: projeto, construção e operação.
[Link]. Porto Alegre: Bookman, 2020.
LEITE, Carlos. Cidades sustentáveis, cidades inteligentes. Porto Alegre:
Bookman, 2012.

Público
291

Básicas – PERIÓDICOS
Buildings
HOLOS
Sustainability
Complementares - LIVROS:
KEELER, Marian. Fundamentos de projeto de edificações sustentáveis. 2. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2018.
KRUGER, Abe. Construção verde: princípios e práticas em construção residencial.
São Paulo: Cengage Learning, 2016.
PHILIPPI JR, Arlindo. Gestão urbana e sustentabilidade. Barueri, SP: Manole,
2019.
Complementares - PERIÓDICOS:
ACI Structural Journal
Ambiente & Sociedade
International Journal of Sustainable Development and Planning

Nome da Disciplina: EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO


Ementa: Panorama do empreendedorismo e oportunidade empreendedora
Conteúdos:
Análise do setor. Nicho de mercado. Público-Alvo. Análise dos Competidores.
Pesquisa de mercado. Definir o diferencial competitivo, modelo negócios e a
estratégia futura da empresa. Negócios de escala. Linha de produtos/serviços.
Mercado e consumidor. Segmentação.
Conceito; Origem; Evolução do Empreendedorismo. Contexto nacional e mundial e
Perfil Empreendedor; Atitudes e Habilidades Empreendedoras. Habilidades do
futuro.
Geração de ideias de negócios; Fontes obtenção ideias. Reconhecimento de
oportunidades de negócios. Avaliação de oportunidades de negócios.
Intraempreendedor x empreendedor; Organização Intraempreendedora.
Desenvolvendo Perfil Empreendedor dentro da Organização. O Processo
Empreendedor; As diferentes maneiras de empreender. Empreendedorismo Social
x Corporativo. Empreendedorismo virtual. Práticas de Empreendedorismo (Brasil x
Mundo).

Ementa: Perspectiva lean, plano de negócios e metodologias de gestão


Conteúdos:
Conceito, importância, objetivos, público-alvo e estrutura de um Plano de Negócios.
Fluxo de Caixa projetado. Índices financeiros (VPL, TIR, ROE, etc.). Formas de
levantar capital. Fontes de captação de recursos. Investidores anjo.
Contextualização acerca da perspectiva lean: precedentes históricos e aplicações
atuais. Lean startup. Teste de hipótese. Possibilidade de pivotar negócios com
maior rapidez. Estratégias de tração de negócios. Taxa de crescimento, tamanho
do mercado e penetração do negócio.
Desafios da inovação. Clima e cultura de Inovação. Novas configurações de
empresa. Inovar X Empreender X Sustentar Negócios. Startups e escalabilidade.

Público
292

Desafios do empreendedorismo e da carreira empreendora. Taxas de mortalidade


empresarial. Propósito. Autocoaching.
Organização dos processos da empresa. Ferramentas de gestão. Canvas. Métodos
ágeis. Tecnologias de gestão. Analytics. Canais e estratégias de venda. E-
commerce. Assessoria à gestão (Sebrae, Cooperativas, incubadoras, franquias,
etc.). Questões Jurídicas.

Ementa: Fundamentos e aspectos iniciais da inovação e processos de inovação


Conteúdos:
Aprendizado e Gestão do conhecimento. Aquisição - Combinando novos e velhos
conhecimentos para oferecer uma solução. Execução - Fazendo a inovação
acontecer. Lançamento e Sustentação - Preparando o mercado para um novo
produto ou serviço.
Benefícios da Inovação. Estratégias e processo inovador. Evolução dos modelos
de inovação baseados em processos. Gestão da inovação.
Busca - Procurando oportunidades para inovar. Criatividade. Design Thinking.
Storytelling. Processo de inovação (Busca - Seleção - Implementação). Avaliação
do ciclo de vida. Gestão de portfólio. Desenvolvimento de produtos. Seleção -
Selecionando as melhores oportunidades.
Graus de inovação. Introdução e contextualização da inovação. Tipos de inovação.
Vantagens econômicas, competitivas e sociais advindas da inovação. Estratégia
competitiva e inovação. Estratégias Incrementais. Estratégias Racionais. Métricas
de inovação. Tecnologia exponencial.

Ementa: Tópicos avançados em inovação e estratégia


Conteúdos:
A importância do capital de risco para uma empresa de base tecnológica.
Programas de fomento para empreendedores. Empresas de base tecnológica e as
universidades e centros de pesquisa. Criação de empresas a partir de tecnologias
geradas em universidades. O risco inicial de uma empresa de base tecnológica.
Venture capital. Private Equity. Fundos de Investimento em Participações (FIP) e
Fundos Mútuos de Investimento em Empresas Emergentes (FMIEE).
Cadeia de valor da inovação (Geração - Conversão - Difusão). Gestão estratégica
da tecnologia. Redes de inovação. Valoração dos projetos. Gestão por
competências. Organizando as equipes para inovar. Projetos em organizações
inovadoras.
Desafios do empreendedor tecnológico. Economia criativa e negócios criativos.
Empresas de base tecnológica. Start Ups, incubadoras, aceleradoras e parques
tecnológicos. Acordos bilaterais e multilaterais de comércio e tecnologia.
Necessidades tecnológicas das empresas exportadoras. A importância das fontes
locais de tecnologia. Padrão de especialização, desenvolvimento econômico e
competitividade internacional. Fluxos internacionais de tecnologia. Tecnologia e
competitividade internacional.
Financiamentos subsidiados (reembolsável). Incentivos fiscais à inovação
tecnológica. Especificidades setoriais da inovação. Programa de incentivo à
inovação sustentável. Recursos a fundo perdido (não reembolsável).

Competências:

Público
293

Conhecer os fundamentos, processos e tendências do empreendedorismo e


ampliar o entendimento acerca da gestão de negócios.
Conhecer e aplicar os principais termos aplicados à inovação, reconhecendo a
inovação como um processo de desenvolvimento organizacional.
Conhecer e aplicar os principais termos aplicados à inovação, reconhecendo a
inovação como um processo de desenvolvimento organizacional
Conhecer e prever os aspectos relacionados à elaboração de projetos de inovação.
Referências
Básicas - LIVROS:
ALMEIDA, Eder Gonçalves de; ALEIXO, Tayra Carolina Nascimento.
Empreendedorismo e inovação. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional
S.A., 2020.
HASHIMOTO, Marcos; BORGES, Cândido. Empreendedorismo: plano de
negócios em 40 lições. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 2019.
SCHERER, Felipe Ost. Gestão da inovação na prática: como aplicar conceitos e
ferramentas para alavancar a inovação. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2016.
Básicas – PERIÓDICOS
Advances in Technology Innovation
BMJ Innovations
Creativity and Innovation Management
Complementares - LIVROS:
DORNELAS, José. Empreendedorismo na prática: mitos e verdades do
empreendedor de sucesso. 4. ed. São Paulo: Empreende, 2020.
FREITAS FILHO, Fernando Luiz. Gestão da inovação : teoria e prática para
implantação. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2013.
JOHN, B.; JOE, T. Inovação e Empreendedorismo. Porto Alegre: Grupo A, 2019.
Complementares - PERIÓDICOS:
Academy of Entrepreneurship Journal
Asia Pacific Journal of Management & Entrepreneurship Research
Central European Public Administration Review

Nome da Disciplina: GESTÃO DE PROJETOS


Ementa: Gerenciamento de escopo, tempo, custo e riscos em projetos
Conteúdos:
Conceito de risco e análise qualitativa e quantitativa
Controle de risco
Cronograma
Documento de viabilidade econômico-financeiro (VPL, Payback e TIR)
Escopo: estrutura (EAP) e controle
Escopo: requisitos e definição, premissas e restrições
Estimativa de recursos das atividades
Gráfico de Gantt
Índice de Desempenho de custos (IDC)

Público
294

Método do Diagrama de Procedência


Plano de Gerenciamento de custos através do cálculo do valor agregado (VA)
Viabilidade técnica, legal, operacional, ambiental e mercadológica

Ementa: Gerenciamento de Qualidade, Recursos Humanos e Comunicação em


Projetos
Conteúdos:
Aspectos comportamentais e resolução de conflitos
Competências individuais e dos times
Conceito
Conceito emissor-receptor
Distribuição das informações e relatórios de desempenho
Ferramentas (PDCA, QFD, Seis Sigma, Diagrama de Causa e Efeito)
Framework integrado do projeto
Garantia e Controle
Modelo integrado de competências
Planejamento
RH do projeto: funções e equipes
Stakeholders

Ementa: Metodologias de Gestão de Projetos


Conteúdos:
Balanced Scorecard
Canvas
Design Sprint
Design Thinking
MS Project
Pensamento Enxuto
Planejamento Estratégico
Produto MVP
Scrum

Ementa: Conceitos Gerais sobre Gestão de Projetos


Conteúdos:
Características
Causas de falhas
Ciclo de Vida de um projeto
Conceitos
Estrutura de elaboração de projetos
Estrutura Funcional e escritórios de Gestão
Evolução
Fatores de sucesso de um projeto
Gestão da integração do projeto
Introdução ao PMI (Guia PMBOK)
Competências:
Conhecer a estrutura de um projeto para aplicar técnicas de gerenciamento do
escopo, tempo, custos e riscos em projetos.

Público
295

Conhecer diferentes áreas da gestão de um projeto para aplicar técnicas de


gerenciamento da qualidade, de gestão de pessoas e equipe e comunicação do
projeto.
Conhecer e compreender diferentes metodologias aplicadas a Gestão de Projeto.

Referências
Básicas - LIVROS:
CAVALCANTI, Francisco Rodrigo P.; SILVEIRA, Jarbas A. N. Fundamentos de
gestão de projetos. São Paulo: Atlas, 2016.
KERZNER, Harold. Gerenciamento de projetos: uma abordagem sistêmica para
planejamento, programação e controle. São Paulo: Blucher, 2015.
XAVIER, Carlos Magno da Silva. Gerenciamento de projetos: como definir e
controlar o escopo do projeto. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2018.
Básicas – PERIÓDICOS
Academy of Entrepreneurship Journal
Gepros: Gestão da Produção, Operações e Sistemas
The Academy of Management Annals
Complementares - LIVROS:
CARVALHO, Marly Monteiro. Fundamentos em gestão de projetos: construindo
competências para gerenciar. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018.
LARSON, Erik W. Gerenciamento de projetos: o processo gerencial. [Link]. Porto
Alegre: Grupo A, 2016.
MAXIMINIANO, Antônio Cesar Amaru. Administração de projetos: como
transformar ideias em resultados. [Link]. São Paulo: Atlas, 2014.
Complementares - PERIÓDICOS:
Administração: Ensino e Pesquisa
Administrative Assistant's Update
Business, Management and Education

Nome da Disciplina: IMPLANTAÇÃO E LOGÍSTICA DE CANTEIRO DE OBRAS


Ementa: A LOGÍSTICA NO CANTEIRO DE OBRAS
Conteúdos:
As providências imediatas
Cadeia de suprimentos
Circulação e acessos
Conceitos, diretrizes e a norma NR-18
Conceituação de logística
Divisão de áreas e suas necessidades
Documentos, regularização e segurança
Equipamentos de movimentação e transporte
Equipamentos de segurança
Indicadores logísticos
Logística na Construção Civil

Público
296

Postos de trabalho

Ementa: CANTEIRO DE OBRAS


Conteúdos:
Análise e avaliação das fases da construção
Características dos canteiros de obras
Estabelecer o planejamento logístico das fases da construção
Estudo dos projetos e processos construtivos
Fornecimento de água e de energia elétrica no canteiro de obra, e fechamento da
local da obra.
Idealização do canteiro de obra para atender as posturas trabalhistas
Idealização do canteiro de obras para os serviços de construção
Idealização do canteiro de obras para recebimento de insumos
Legislação municipal de instalação e operação de canteiro de obras
Levantamento de custos e planejamento financeiro
Limpeza e ajustes de terreno
Necessidades de movimentação e circulação interna de materiais e pessoas

Ementa: O ARRANJO FÍSICO DA OBRA


Conteúdos:
Alocação de pessoal da empresa
Alocação de pessoal terceirizado
Alocação de recursos de terceiros
Alocação de recursos próprios
Armazenagem: definição
Canteiro de obras: Almoxarifado
Canteiro de obras: Depósitos
Controle de equipamentos
Instalações provisórias: definição e planejamento
Instalações provisórias: levantamento de custos
Layout do canteiro de obra
Planejamento estratégico para início da obra

Ementa: GESTÃO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS


Conteúdos:
Controle de estoque utilizando a Curva ABC
Controle de estoque utilizando os modelos de administração de materiais
Distribuição dos materiais no canteiro de obra
Ferramentas de controle de estoque
Introdução ao controle de estoque
Modelos de administração de materiais
O método da curva dente de serra
Os prazos de reposição
Posicionamento entre depósitos - obras
Suprimentos e alocação dos materiais
Vantagens e desvantagens entre ferramentas de controle de estoque
Vantagens e desvantagens entre os modelos de administração de materiais.
Competências:

Público
297

Aplicar os conceitos de logística e as diretrizes de segurança para planejar o


canteiro e o início da obra.
Aplicar o conhecimento das necessidades da obra para ser capaz de conduzir
equipe de instalação de canteiro de obras.
Analisar os recursos necessários da obra para elaborar a organização física do
canteiro obra.
Analisar o consumo de materiais e equipamentos necessários para a execução da
obra para ser capaz de gerir e controlar o estoque a e distribuição.
Referências
Básicas - LIVROS:
KROLOW, Fabiane. Implantação e logística de canteiro de obras. Londrina:
Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2018.
PINHEIRO, Antonio Carlos da Fonseca Bragança; CRIVELARO, Marcos.
Tecnologia de obras e infraestrutura. São Paulo: Érica, 2014.
QUALHARINI , Eduardo Linhares. Canteiro de obras. Rio de Janeiro : Elsevier,
2018. (Construção civil na prática)

Básicas – PERIÓDICOS
Advanced Engineering Forum
Advanced Modeling and Simulation in Engineering Sciences
Advances in Civil Engineering
Complementares - LIVROS:
ADORNA, Diego da Luz; MAZUTTI, Júlia Hein. Gestão de obra. Porto Alegre :
SAGAH, 2019.
MARCHIORI, Fernanda; CARVALHO Michele Tereza M. Conhecendo o orçamento
de obras: como tornar seu orçamento mais real. Rio de Janeiro: Elsevier, 2019.
PINHEIRO, Antonio Carlos da Fonseca Bragança; CRIVELARO, Marcos.
Planejamento e custos de obras. São Paulo : Érica, 2014.
Complementares - PERIÓDICOS:
American Journal of Engineering Education
Broadcast Engineering
Revista de Arquitectura

Nome da Disciplina: LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS


Ementa: FUNDAMENTOS HISTÓRICOS E CONCEITUAIS DA EDUCAÇÃO DE
SURDOS
Conteúdos:
A educação de surdos na Antiguidade
A educação de surdos na Idade Média
A educação de surdos na Idade Moderna até os dias atuais
A Libras como símbolo de identidade
Abordagem de ensino bilíngue
Abordagem de ensino oralista

Público
298

Aparelho de Amplificação Sonora Individual e Implante Coclear


Concepções socioantropológica e patológica da surdez
Diferentes identidades surdas
Graus de perdas auditivas
O conceito de identidade
Tipos de perdas auditivas

Ementa: O SURDO NA ESCOLA


Conteúdos:
A escrita de alunos surdos
Atendimento educacional especializado
Código de ética do intérprete
Diferença entre tradutor e intérprete de Libras
Escolas ou classes bilíngues para alunos surdos
Estratégias didáticas de ensino de língua portuguesa como segunda língua para
surdos
Fundamentação legal do ensino de língua portuguesa como segunda língua para
surdos
Inclusão do aluno surdo na sala regular com ou sem a presença de intérprete de
Libras
O ensino de Libras como primeira língua
O ensino de Libras como segunda língua
O intérprete educacional de Libras
O profissional docente de Libras

Ementa: ASPECTOS LINGUÍSTICOS E CULTURAIS DA LIBRAS


Conteúdos:
Alfabeto manual da Libras
Apresentação pessoal em Libras
Configurações de mão, movimento, localização e orientação da(s) mão(s)
Cumprimentos em Libras
Derivações na Libras
Desmitificando algumas crenças sobre a Libras
Diferenças culturais na interação em Libras
Expressões faciais afetivas e gramaticais
Formação de sinais compostos
Incorporações na Libras
Manifestações artísticas e culturais
Variedades linguísticas da Libras

Ementa: ASPECTOS GRAMATICAIS DA LIBRAS


Conteúdos:
Adjetivos
Classificadores
Estruturas sintáticas da Libras
Flexão de aspecto
Flexão de número e grau
Flexão de pessoa
Pronomes interrogativos

Público
299

Pronomes pessoais e possessivos


Recursos narrativos da Libras
Verbos "manuais"
Verbos com concordância
Verbos sem concordância
Competências:
Conhecer os fundamentos e a língua que possibilita o ensino-aprendizagem de
surdos.
Conhecer e compreender os modelos de educação para surdos dentro do contexto
escolar.
Compreender os aspectos linguísticos, morfológicos e culturais relacionados a
utilização da comunicação por libras.
Compreender os aspectos gramaticais relacionados a utilização da comunicação
por libras.
Referências
Básicas - LIVROS:
CHOI, Daniel ...[et al.]. Libras: conhecimento além dos sinais. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2011.
KUMADA, Kate Mamhy Oliveira. Libras: Língua brasileira de sinais. Londrina:
Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2017.
MORAIS, Carlos Eduardo Lima de ...[et al.]. Libras. 2. ed. Porto Alegre: SAGAH,
2018.
Básicas – PERIÓDICOS
Journal of Research in Special Educational Needs
Language & Communication
The Journal of Special Education and Rehabilitation
Complementares - LIVROS:
QUADROS, Ronice Muller de. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos.
Porto Alegre: Grupo A, 2007.
QUADROS, Ronice Müller de; CRUZ, Carina Rebello. Língua de sinais:
instrumentos de avaliação. Porto Alegre: Artmed, 2011.
SILVA, Rafael Dias (org.). Língua brasileira de sinais: libras. São Paulo: Pearson
Educacion do Brasil, 2015.
Complementares - PERIÓDICOS:
Praxis Sprache
Preventing School Failure
Remedial and Special Education

Nome da Disciplina: MODELOS DE GESTÃO


Ementa: MODELOS DE GESTÃO E PROCESSOS GERENCIAIS: A EVOLUÇÃO
DA ADMINISTRAÇÃO E A ATUAÇÃO DO GESTOR
Conteúdos:

Público
300

A atuação do gestor como tomador de decisão e como agente de mudança


organizacional. Aspectos da gestão orientada por questões Socioambientais e de
Sustentabilidade, de Ética, de Saúde e segurança do trabalhador e de Governança
Corporativa.
Evolução da Administração. A figura do gerente e os processos gerenciais na
atuação do gestor. Habilidades gerenciais. Papéis de gerente.
Tendências em modelos de gestão: Gestão da Diversidade. Gestão de Talentos.
Gestão de Gerações.
Tendências em modelos de gestão: Lean Innovation Management. Strategically
Thinking Skills. Gestão Transparente.

Ementa: PLANEJAMENTO: PROCESSO, TECNOLOGIAS E FERRAMENTAS DE


GESTÃO E TENDÊNCIAS
Conteúdos:
Aspectos emergentes da atuação do gestor no processo de Planejamento.
Tendências: Gestão de Projetos. Gestão da Inovação.
Planejamento: evolução e a atuação do gestor.
Tecnologias e ferramentas de gestão para o processo de Planejamento.
Tipologia, processo e aspectos da prática de Planejamento: estratégico, tático e
operacional.

Ementa: ORGANIZAÇÃO: PROCESSO, TECNOLOGIAS E FERRAMENTAS DE


GESTÃO E TENDÊNCIAS
Conteúdos:
Aspectos emergentes da atuação do gestor no processo de Organização. Estrutura
em rede. Estrutura virtual. Estrutura sem fronteiras. Estrutura organizacional
invertida (voltada para o cliente). Modalidades de Trabalho Flexíveis.
Organização: evolução e a atuação do gestor.
Tecnologias e ferramentas de gestão para o processo de Organização.
Administração participativa e Empowerment.
Tipologia, processo e aspectos da prática da Organização: modelagem do trabalho,
amplitude de controle.

Ementa: COORDENAÇÃO E CONTROLE: PROCESSOS, TECNOLOGIAS E


FERRAMENTAS DE GESTÃO E TENDÊNCIAS
Conteúdos:
Aspectos emergentes da atuação do gestor nos processos de Coordenação e de
Controle. Balanced Scorecard. Mapas Conceituais e Mapas Mentais. Gestão da
Performance.
Tecnologias e ferramentas de gestão para os processos de Coordenação e de
Controle. Sistemas Integrados.
Tipologia, processo e aspectos da prática de Controle na atuação do gestor.
Tipologia, processo e aspectos da prática de Coordenação na atuação do gestor.
Competências:
Conhecer os aspectos e a atuação do gestor como agente de mudança e como
tomador de decisão e conhecer o processo de Planejamento como meio de o gestor
promover as mudanças organizacionais.
Conhecer os aspectos e a atuação do gestor no processo de Organização como
meio para garantir a realização das atividades do planejamento.

Público
301

Conhecer os aspectos e a atuação do gestor nos processos de Coordenação e de


Controle como meios para conduzir os planos e acompanhar e medir o
desempenho em relação aos objetivos do planejamento.

Referências
Básicas - LIVROS:
BRUGNOLO FILHO, Marino. Gestão estratégica de negócios. São Paulo: Saraiva,
2018.
BURMESTER, Haino. Manual de gestão: organização, processos e práticas de
liderança coletiva. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2018.
RODRIGUES, Edna de Almeida. Modelos de gestão. Londrina: Editora e
Distribuidora Educacional, 2016.
Básicas – PERIÓDICOS
Brazilian Administration Review
Brazilian Journal of Management / Revista de Administração da UFSM
British Journal of Management
Complementares - LIVROS:
ANDRADE, Arnaldo Rosa de. Planejamento estratégico: formulação,
implementação e controle. [Link]. São Paulo: Atlas, 2016.
COUTINHO, Heitor. Da estratégia ágil aos resultados: uma combinação de
abordagens adaptativas, mudanças dialógicas e gestão avançada de projetos. São
Paulo: Saraiva, 2019.
CRUZ, Tadeu. Manual de planejamento estratégico: ferramentas para desenvolver,
executar e aplicar. São Paulo: Atlas, 2017.
Complementares - PERIÓDICOS:
Business Performance Management Magazine (Online)
Business Process Management Journal
Business Research Quarterly

Nome da Disciplina: PRÁTICA PROFISSIONAL EM ARQUITETURA


Ementa: LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL
Conteúdos:
Atribuições Profissionais para arquitetos e urbanistas: atividades
Atribuições Profissionais para arquitetos e urbanistas: conceito
Código De Ética para arquitetos e urbanistas
Direito Autoral na arquitetura e urbanismo
Interrupção e Cancelamento Do Registro Profissional de Arquiteto e Urbanista
Lei 12378/10
O CAU
O Início Da Profissão de arquiteto e urbanista
O SISCAU
Outras Entidades De Classe da arquitetura e urbanismo

Público
302

Registro do Arquiteto E Urbanista no Conselho de Classe


RRT para arquitetos e urbanistas

Ementa: MERCADO DE TRABALHO


Conteúdos:
Atividades Do Escritório De Arquitetura
Atuação Nos Diversos Mercados De Trabalho
Atuação Nos Diversos Mercados No Exterior
Concursos, Concorrências Públicas e Privadas para arquitetura e urbanismo
Contratos de projeto de arquitetura e urbanismo
Estimativa de custos de projeto de arquitetura e urbanismo
Estrutura econômica de um escritório de Arquitetura e Urbanismo
Estrutura organizacional das grandes corporações em Arquitetura e Urbanismo
Formas de Contratação Dos Servidores De Arquitetura
Gestão De Um Escritório De Arquitetura
Honorários dos arquitetos e urbanistas
Regimes de Contratação de arquitetura e urbanismo

Ementa: NOÇÕES DE DIREITO E CÓDIGO CIVIL


Conteúdos:
Códigos de Obras: municipais
Construtor: responsabilidade civil
Desapropriações no tecido urbano
Exemplos de tipologias de Condomínios
Legislação Federal sobre a construção civil
Licenças Para Construir
LUPS: impacto na construção civil
Noções De Código Civil: direitos de consumidor/ prestador de serviços
Noções de Direito para o contratante dos serviços de arquiteto e urbanista
Noções de Direito para os profissionais de arquitetura e urbanismo
O Direito na prática: legalização de obras.
Prática Profissional em Arquitetura: loteamentos e condomínios

Ementa: LEGISLAÇÃO PARA PROJETOS E OBRAS


Conteúdos:
Código de Obras e edificações: impacto na construção civil
Estatuto da Cidade Diretrizes Gerais: impacto na construção civil
Estatuto da Cidade Disposições Gerais: impacto na construção civil
Estatuto da Cidade Gestão: impacto na construção civil
Estatuto da Cidade Instrumentos: impacto na construção civil
Outras Estruturas Municipais: impacto na construção civil
Outras Secretarias: impacto na construção civil
Parcelamento Do Solo: impacto na construção civil
Plano Diretor: impacto na construção civil
Secretaria Da Habitação: impacto na construção civil
Secretaria Do Meio Ambiente: impacto na construção civil
Uso E Ocupação Do Solo: impacto na construção civil
Competências:

Público
303

Conhecer os aspectos do exercício profissional de Arquitetos, Urbanistas e


Paisagistas, as instituições de classe, as legislações pertinentes e as formas de
atuação.
Referências
Básicas - LIVROS:
BUXTON, Pamela. Manual do arquiteto: planejamento, dimensionamento e
projeto. 5. ed. Porto Alegre : Bookman, 2017.
MONTEIRO, Cíntia dos Santos. Prática profissional em arquitetura. Londrina:
Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2018.
SANTOS, Ana Paula Maurilia dos ...[et al.]. Legislação e ética profissional. Porto
Alegre: SAGAH, 2019.
Básicas – PERIÓDICOS
Arquitectonics
Arquiteturarevista
Blueprint
Complementares - LIVROS:
CARRANZA, Edite Galote Rodrigues; CARRANZA, Ricardo. Escalas de
representação em arquitetura. 5. ed. São Paulo: Blucher, 2018.
FARRELLY, Lorraine. Fundamentos de arquitetura. 2. ed. Porto Alegre: Bookman,
2014.
GONZAGA, Alvaro de Azevedo. Ética profissional sintetizado. 2. ed. Rio de Janeiro:
Forense; São Paulo: MÉTODO, 2019.
Complementares - PERIÓDICOS:
Estoa
Estudos Tecnológicos em Engenharia
Frontiers of Structural and Civil Engineering

Nome da Disciplina: PROCESSOS DE GESTÃO DE OBRAS E PROJETOS

Ementa: ESTUDO DA ECONOMIA, LEIS E NORMAS APLICÁVEIS NA


CONSTRUÇÃO CIVIL
Conteúdos:
Aplicação de leis e suas consequências à construção civil
Diferenças entre as concorrências públicas e as concorrências privadas
Economia na Construção Civil
Inserções na macroeconomia
Introdução à Economia
Leis pertinentes à construção civil
Licitações e Contratos na Administração Pública
Noções básicas de Administração Pública
Noções Básicas de Concorrência
Noções básicas de contratos
Noções básicas de legislação
Relações macroeconômicas

Público
304

Ementa: PARÂMETROS QUE QSMS (QUALIDADE SEGURANÇA, MEIO


AMBIENTE E SAÚDE) E O DIMENSIONAMENTO DO CANTEIRO DE OBRAS
Conteúdos:
A portaria 3214 e as NR´s
Aplicação das NR´s nas obras
Definição e planejamento dos riscos.
Dimensionamento do canteiro de obras em conformidade com as NR´s ( 18, 22 e
24)
Diretrizes e critérios para gestão de resíduos na construção civl (Resolução 307 do
CONAMA)
Gestão da Qualidade: Aquisições e Negociação
Gestão da Qualidade: Canteiro, Ensaios e Instrumentos
Gestão da Qualidade: Introdução
Gestão da Qualidade: Plano de gerenciamento da qualidade
Seguros, responsabilidade civil, risco de engenharia e seguro garantia.
Técnicas para gestão dos riscos em obras.
Técnicas para levantamentos dos riscos em obras.

Ementa: GERENCIAMENTO DE OBRAS: ESCOPO E PRAZO


Conteúdos:
Estrutura organizacional das empresas
Gerenciamento do Escopo: Coleta de Requisitos
Gerenciamento do Escopo: EAP - Estrutura analítica de projeto
Gerenciamento do Escopo: Gestão de Mudanças
Gerenciamento do Escopo: Introdução
Gerenciamento do Tempo: Definição da duração das atividades
Gerenciamento do Tempo: Desenvolvimento e controle do cronograma.
Gerenciamento do Tempo: Estimativa de Recursos
Gerenciamento do Tempo: Introdução
Gerente de Projetos: Definição e Características
Iniciação dos projetos (termo de abertura)
Projetos: Definição e Características

Ementa: GERENCIAMENTO DE OBRAS: ORÇAMENTAÇÃO E CUSTOS


Conteúdos:
Controle de Custos em Obras: A Curva ABC
Controle de Custos em Obras: A técnica do valor agregado
Controle de Custos em Obras: Definição e Características
Elaboração do Orçamento: Composição de Preços Unitários (BDI)
Gerenciamento dos Custos: Custos Diretos
Gerenciamento dos Custos: Custos Horário de Equipamentos
Gerenciamento dos Custos: Custos Horário de Mão de Obra
Gerenciamento dos Custos: Custos indiretos
Gerenciamento dos Custos: Dimensionamento da Equipe Indireta
Gerenciamento dos Custos: Impostos e bonificação
Gerenciamento dos Custos: Introdução
Parâmetros para uma obra bem sucedida+P33:P51

Público
305

Competências:
Conhecer normas técnicas, leis aplicáveis e responsabilidade para estar apto à
administrar projetos e obras civis.
Conhecer os processos de controle para o planejamento e acompanhamento físico
e financeiro das obras civis.

Referências
Básicas - LIVROS:
ADORNA, Diego da Luz; MAZUTTI, Júlia Hein. Gestão de obra. Porto Alegre :
SAGAH, 2019.
PAIVA, Guilherme Vinicius Coelho de. Processos de gestão de obras e projetos.
Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2018.
PINHEIRO, Antonio Carlos da Fonseca Bragança; CRIVELARO, Marcos.
Planejamento e custos de obras. São Paulo : Érica, 2014.
Básicas – PERIÓDICOS
Journal of Architectural Education
Revista de Gestão e Projetos
The Journal of Architecture
Complementares - LIVROS:
CARVALHO, Marly Monteiro de; JÚNIOR RABECHINI, Roque. Fundamentos em
gestão de projetos: construindo competências para gerenciar projetos. 5. ed. São
Paulo: Atlas, 2021.
MARCHIORI, Fernanda; CARVALHO Michele Tereza M. Conhecendo o orçamento
de obras: como tornar seu orçamento mais real. Rio de Janeiro: Elsevier, 2019.
PINHEIRO, Antonio Carlos da Fonseca Bragança; CRIVELARO, Marcos.
Tecnologia de obras e infraestrutura. São Paulo: Érica, 2014.
Complementares - PERIÓDICOS:
Latin American Antiquity
Revista de Arquitectura
Revista de Arquitectura

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