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Monografia Nazaré

A monografia analisa as dificuldades de alunos da 10ª classe na assimilação das ligações de resistências em série e paralelo nas escolas Mateus Sansão Muthemba e Samora Machel. A pesquisa revela que tanto alunos quanto professores reconhecem a necessidade de experiências práticas para melhorar a compreensão do tema. O trabalho é estruturado em quatro capítulos e propõe estratégias metodológicas para superar as dificuldades identificadas.
Direitos autorais
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Monografia Nazaré

A monografia analisa as dificuldades de alunos da 10ª classe na assimilação das ligações de resistências em série e paralelo nas escolas Mateus Sansão Muthemba e Samora Machel. A pesquisa revela que tanto alunos quanto professores reconhecem a necessidade de experiências práticas para melhorar a compreensão do tema. O trabalho é estruturado em quatro capítulos e propõe estratégias metodológicas para superar as dificuldades identificadas.
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II

Nazaré Ventura Limpo Joi

Reflexão sobre as Dificuldades na Assimilação das Características das Ligações de


Resistências em Série e Paralelo na 10ª Classe - Estudo do caso, Escolas Mateus
Sansão Muthemba na cidade de Tete e Samora Machel na Vila de Moatize.

Licenciatura em Ensino de Física com Habilitações em Ensino de Matemática

Universidade Pedagógica de Moçambique

Tete

2016
III

Nazaré Ventura Limpo Joi

Reflexão sobre as Dificuldades na Assimilação das Características das Ligações de


Resistências em Série e Paralelo na 10ª Classe - Estudo do caso, Escolas Mateus
Sansão Muthemba na cidade de Tete e Samora Machel na Vila de Moatize.

Monografia Cientifica a ser Apresentada ao


Curso de Física, Departamento de Ciências
Naturais e Matemática da UP-Tete, Para Fins
de Obtenção do Grau de Licenciatura em
Ensino de Física com Habilitações a Ensino de
Matemática.

Supervisor: dr. Fernando Pedro Santana

Universidade Pedagógica de Moçambique

Tete

2016
IV

Declaração de Honra

Eu Nazaré Ventura Limpo Joi declaro que a presente Monografia Científica é resultado da
minha investigação pessoal e das orientações do meu supervisor, o seu conteúdo é original e
todas as fontes consultadas estão devidamente mencionadas no texto, nas notas e na bibliografia
final.
Declaro ainda que este trabalho não foi apresentado em nenhuma outra instituição para obtenção
de qualquer grau académico.

Tete aos 11 de Novembro 2015

_______________________________________________

(Nazaré ventura Limpo Joi)

Dedicatória
V

Dedico este trabalho a minha mãe, Elisa Creva, aos meus irmãos, Rui, Deolinda, Nelson,
Fátima, Joana, Rosa, Otília, Sílvia, Vânia e Calton; a minha Esposa Egidia Alfândega Colarinho;
aos meus filhos Jóia e Messias de Nazaré, a todos amigos e colegas que fizeram com que este
sonho se tornasse uma realidade.
VI

Agradecimentos

Agradeço a minha família, pelo apoio tolerância e compreensão que me deram desde do primeiro
ano.

Aos alunos das Escolas Samora Machel em Moatize e Mateus Sansão Muthemba na cidade de
Tete pela colaboração que deram para a concretização deste trabalho. Agradeço também as
direcções e aos professores destas escolas pelo apoio durante a pesquisa.

Aos colegas do curso, que também directa ou indirectamente me apoiaram, vai o meu muito
obrigado;

Aos professores do curso de Física que se empenharam na formação de mais um Homem novo;

Aos professores do Departamento de Ciências Naturais e Matemática que se fizeram presente na


minha formação.

Ao dr Fernando Pedro Santana, os Supervisor desta Monografia vão os meus sinceros


agradecimentos por ter aceitado o desafio de me orientar.
VII

Lista de siglas e abreviaturas

ADE – Apoio directo as Escolas

ddp - Diferença de potencial

EPC - Escola Primária Completa

ESG1 - Ensino secundário Geral do 1o ciclo

FADM - Forças Armadas de Defesa de Moçambique

HM – Homem e Mulher

IFP - Instituto de formação de professores

IMAP - Instituto de Magistério Primário

IT - Intensidade da corrente total

M – Mulher

PCNs - Parâmetros Curriculares Nacionais

PEA - Processo de Ensino e Aprendizagem

PRM - Polícia da República de Moçambique

RT - Resistência total

S.D.E.J. T - Serviços Distritais de Educação Juventude e Tecnologia

SNE - Sistema Nacional de Educação

UEM - Universidade Eduardo Mondlane

UP - Universidade Pedagógica de Moçambique

UP - Universidade Pedagógica
VIII

Lista de Tabelas

Tabela 1. Efectivo Escolar dos alunos envolvidos no Estudo ………………………………….28

Tabela 2. Analise das respostas dos 20 alunos da Escola Samora Machel ……………..……...28

Tabela 3. Analise das respostas dos 20 alunos da Escola Mateus Sansão Muthemba …………29

Tabela 4. Analise das respostas dos 40 alunos das duas Escolas ………………………….…..30

Tabela 5. Efectivo de professores de Física envolvidos na pesquisa …………………………...33

Tabela 6. Professores com formação psicopedagógica a Física ……………………..…………33

Tabela7 . Análise das respostas dos 3 professores das duas Escolas envolvidos na pesquisa ….33
IX

Lista de Gráficos

Gráfico 1. Respostas favoráveis do questionário preenchido pelos alunos da EPC - Samora


Machel………………………………………………………………………………………..…..28

Gráfico 2. Respostas favoráveis do questionário preenchido pelos alunos da EPC – Mateus


Sansão Muthemba ……………………………………………………………………………….29

Gráfico 3. Gráfico das respostas favoráveis dos alunos nas duas Escolas, EPC - Samora Machel
e EPC – Mateus Sansão Muthemba ……………………………………………………………..30

Gráfico 4. Gráfico das respostas favoráveis dos professores nas duas Escolas, EPC - Samora
Machel e EPC – Mateus Sansão Muthemba ………………………………………………….…33
X

Lista de Figuras

Figura 1. Esquema de um circuito eléctrico……………………………………………………19

Figura 2. Esquema de uma associação de resistência em serie……………………………...….23

Figura 3. Esquema de uma associação de resistência em paralelo……………………...............24


Figura 4. Parte frontal da EPC - Samora Machel……………………………..……………...26
Figura 5. Parte frontal da EPC – Mateus Sansão Muthemba…………………………...……..27

Figura 6. Parte lateral da EPC – Mateus Sansão Muthemba…………………………...……..27


XI

Lista de Equações

Equação 1: Intensidade da Corrente ………………………………………………………….....20

Equação 2: Tensão Eléctrica …………………………………………………………………….20

Equação 3: Resistência Eléctrica ( com factores de que ela depende)…………………………..21

Equação 4: Resistência Eléctrica (lei de Ohm)…………………………………………………..22

Equação 5: potência dissipada em cada resistor…………………………………………………23

Equação 6: Resistência do resistor equivalente em uma associação de resistores em serie..........23

Equação 7: A ddp de uma associação em serie……………………………………………….…23

Equação 8: Intensidade da corrente em uma associação em serie………………………….……23

Equação 9: Uma associação em serie de n resistores iguais…………………………………..…24

Equação 10: Intensidade de corrente em uma associação de resistores em paralelo………...…..24

Equação 11: Tensão Eléctrica em uma associação de resistores em paralelo…………………...24

Equação 12: A intensidade de corrente eléctrica em cada resistor em uma associação de


resistores em paralelo………………………………………………………………….…………24

Equação 13: Intensidade da corrente total……………………………………………………….25

Equação 14: O inverso da resistência equivalente em uma associação de resistores em


paralelo……………………………………………………………………………………...……25

Equação 15: Resistência equivalente em uma associação de resistores em paralelo com n


resistores iguais, de resistência R cada um…………………………………………………...….25

Equação 16: A potência eléctrica dissipada em cada resistor da associação……………….……25


XII

Resumo

A presente monografia espelha as experiencias obtidas no processo de praticas pedagógicas


decorridas na Escola Sansão Muthemba. Foi dentro deste processo que se observou as
dificuldades na Assimilação das Características das Ligações de Resistências em Série e
Paralelo. Assim neste trabalho pretende-se analisar as dificuldades na Assimilação das
Características das Ligações de Resistências em Série e Paralelo na 10ª Classe - Estudo do caso,
Escolas Mateus Sansão Muthemba na cidade de Tete e Samora Machel na Vila de Moatize. Na
análise de dados fica-se com a ideia de que a maioria dos alunos tanto como os professores
indicou o uso de experiencias para se melhorar a assimilação desta matéria. O presente trabalho
está estruturado em quatro capítulos.

Palavras-chave: Reflexão, EPC Samora Machel, EPC Sansão Muthemba, ligações, Resistência,
Física, 10ª Classe.
XIII

Índice
Declaração de Honra ..................................................................................................................... IV
Dedicatória .................................................................................................................................... IV
Agradecimentos ............................................................................................................................ VI
Lista de siglas e abreviaturas ....................................................................................................... VII
Lista de Tabelas ......................................................................................................................... VIII
Lista de Gráficos ........................................................................................................................... IX
Lista de Figuras .............................................................................................................................. X
Lista de Equações ......................................................................................................................... XI
Resumo ........................................................................................................................................ XII
CAPITULO I – INTRODUÇÃO .................................................................................................. 15
1.1. Justificativa ........................................................................................................................ 15
1.2. Objectivos .......................................................................................................................... 16
1.2.1. Geral ............................................................................................................................... 16
1.2.2. Específicos ..................................................................................................................... 16
1.3. Problematização ................................................................................................................. 16
1.4. Hipóteses ............................................................................................................................ 17
1.5. Procedimento metodológico .............................................................................................. 17
1.6. Tipo de pesquisa ................................................................................................................ 18
1.7. Técnicas de Tratamento de Dados ..................................................................................... 18
1.7.1. Instrumentos de Pesquisa ............................................................................................... 18
CAPITULO II - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA SOBRE ASSOCIAÇÃO DE
RESISTÊNCIAS ........................................................................................................................... 20
2. Circuito eléctrico e seus componentes................................................................................... 20
2.1. Lei de Ohm ........................................................................................................................ 21
2.2. Tensão eléctrica ................................................................................................................. 22
2.3. Resistência eléctrica ........................................................................................................... 23
2.4. Ligação das resistências num circuito em serie e em paralelo ........................................... 24
2.5. Associação de resistências em paralelo ............................................................................. 26
CAPÍTULO III DISCUSSÕES E ANALISE DOS RESULTADOS ........................................... 28
XIV

3. Analise das constatações observadas do caso Escola Mateus Sansão Muthemba e Samora
Machel........................................................................................................................................... 28
3.1. Descrição dos Locais da Pesquisa...................................................................................... 28
3.2. Analise das respostas dos 20 alunos da Escola Samora Machel ........................................ 30
3.3. Analise das respostas dos 20 alunos da Escola Mateus Sansão Muthemba ...................... 31
3.4. Analise das respostas dos 40 alunos das duas Escolas ...................................................... 32
3.5. Efectivo de professores de Física envolvidos na pesquisa ............................................ 35
Tabela 5. ....................................................................................................................................... 35
3.7. Análise das respostas dos 3 professores das duas Escolas envolvidos na pesquisa........... 35
CAPÍTULO IV – CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES ....................................................... 38
4. Conclusões ............................................................................................................................. 38
4.1. Recomendações.................................................................................................................. 39
5. Referencias Bibliográficas ..................................................................................................... 40
Apêndices ...................................................................................................................................... 41
Apêndice A .................................................................................................................................. 42
Apêndice B.................................................................................................................................... 43
Questionário para recolha de Dados para a Monografia, dirigido aos professores da 10ª Classe
da Escola Samora Machel ............................................................................................................. 44
Questionário para recolha de Dados para a Monografia, dirigido aos professores da 10ª Classe
da Escola Sansão Muthemba ........................................................................................................ 47
Questionário para recolha de Dados para a Monografia, dirigido aos Alunos da 10ª Classe da
Escola Samora Machel .................................................................................................................. 50
Questionário para recolha de Dados para a Monografia, dirigido aos Alunos da 10ª Classe da
Escola Sansão Muthemba ............................................................................................................. 52
15

CAPITULO I – INTRODUÇÃO
1. Delimitação do Tema

No capítulo I temos o seguinte conteúdo: A Justificativa. Nesta parte vem um detalhe daquilo
que foi a motivação do autor a escolher este tema; Objectivos. Estão traçados nos objectivos a
essência do trabalho, os objectivos do trabalho; Enquadramento do tema. Para o enquadramento
do tema vai a indicação do tema com o enquadramento no PEA; Delimitação do tema. Teremos
na delimitação a classe, o número de alunos que fará parte da pesquisa e as Escolas envolvidas;
Problematização. Iremos neste ponto perceber o problema de pesquisa; Hipóteses. Importância
do tema, Procedimento metodológico, Tipo de pesquisa, e Técnicas de Tratamento fazem
também parte do capítulo I.

Para o capítulo II, é onde se enquadra a fundamentação teórica. É nesta fase em que temos a
revisão bibliográfica, onde se vai falar das ligações em serie e paralelo tanto como a amostra dos
circuitos eléctricos.

Capitulo III. Neste capítulo foram detalhados os dados colectados nas duas Escolas
contempladas na pesquisa.
No IV capítulo que é último capítulo temos as conclusões que o autor tira segundo a pesquisa
feita e os dados recolhidos no terreno.

Também temos as recomendações feitas pelo autor para se ultrapassar as dificuldades do


problema em causa.

1.1.Justificativa
A vontade de escrever e desenvolver a pesquisa em causa deveu-se aos seguintes factos:

Por um lado o facto de, o autor ter uma passagem no ensino técnico profissional na área de
electricidade geral, leva ao autor uma maior influencia nos temas sobre a corrente eléctrica, e
maior capacidade de investigação e análise profunda sobre a electricidade.

E por outro lado, ao longo do processo das práticas pedagógicas o autor constatou que os alunos
da 10ª classe tinham dificuldades de compreenderem as características nas ligações em serie e
paralelo num esquema de um circuito simples.
16

A escolha das duas Escolas deveu-se a duas razões:

A Escola Mateus Sansão Muthemba foi onde efectuou-se as Praticas Pedagógicas e a Escola
Samora Machel foi o lugar onde durante os trabalhos de campo esperava-se uma participação
sobre tudo dos professores como também sob ponto de vista comparativo perceber as
dificuldades dos alunos.

1.2.Objectivos

1.2.1. Geral
 Analisar as dificuldades encaradas pelos alunos da 10ª classe na assimilação das
características de ligações de resistência em série e paralelo nas aulas de física.

1.2.2. Específicos
 Identificar as razões de falta de experiencias na aula de ligação de resistência em série e
paralelo como um recurso motivacional.
 Propor estratégias metodológicas que visem melhorar a aprendizagem sobre ligações de
resistências.
 Propor o uso de um modelo de circuito construído na base de material de baixo custo,
que permitirá a compreensão das características das ligações serie e paralelo.

1.3.Problematização

Durante o processo de Praticas Pedagógicas que se circunscreveu na assistência e posterior


leccionação nas aulas notabilizou-se que a maior parte dos alunos tinham a dificuldade na
assimilação dos conteúdos relacionados com as características de resistências em serie e paralelo.
Por via disso desenvolveu-se um outro olhar no autor do trabalho e que leva a colocar a seguinte
questão de investigação:
 Quais são as razões que estão por detrás da fraca assimilação das características na
Associação das ligações de resistências em série e paralelo na 10ª classe?
17

1.4.Hipóteses

Perante o problema levantado e para alcançar os objectivos apresentados admite-se as seguintes


hipóteses:
 Falta de laboratório para demonstração de experiencias concretas sobre associação de
resistências em serie e paralelo.
 A especificação do surgimento das equações para o cálculo das resistências em série a
RT = R1 + R2 + R3 + … + Rn como a da associação paralelo,
1 1 1 1 1
= + + +…+ Podem contribuir na melhoria da aprendizagem das resistências
𝑅𝑇 𝑅1 𝑅2 𝑅3 𝑅𝑛

serie e paralelo.
 Com a utilização de circuitos construídos na base de material de baixo custo, para
compreensão sobre as características das ligações serie e paralelo.

1.5.Procedimento metodológico
Com as citações de alguns autores das obras lidas, o autor deste trabalho fez o seu juízo.
Segundo PILETTI (2004: 43), “a metodologia estuda os métodos de ensino, classificando-os e
descrevendo-os sem fazer o juízo de valor”.
Comungando com a ideia do autor podemos perceber que o método refere-se aos caminhos que
são usados para se alcançar as metas almejadas, dai que para TARTUCE (2006), “a metodologia
passa a ser o estudo do método, isto é, é o corpo de regras e procedimentos estabelecidos para
realizar uma pesquisa.
Com base no exposto, o autor privilegiou trabalhar com os seguintes métodos, a saber:

 Método Indutivo1:
A partir de uma análise de dados particulares, se encaminha para noções gerais.
O autor Optou a utilização do método indutivo por ter trabalhado com alguns alunos da Samora
Machel e Sansão Muthemba e com resultado obtido a partir desta amostra generalizar os
resultados.

 Método Comparativo

1
SILVEIRA, Leonardo da, Metodologia da Investigação Científica p.34. Disponível em : ww.professorleandro.com
18

Usou-se também o método comparativo uma vez que a pesquisa foi feita em duas escolas, a
Escola Mateus Sansão Muthemba na cidade de Tete e a Escola Samora Machel na Vila de
Moatize, foram contempladas duas turmas em cada Escola na qual foram seleccionados 10
alunos por cada turma perfazendo um total de 40 alunos, sendo 20 homens e 20 mulheres. Foram
também contemplados, professores de Física que leccionam a 10ª classe nestas Escolas. Assim
sendo houve muito comentário e pontos de vistas diferentes.

1.6.Tipo de pesquisa
Podemos dizer que a pesquisa feita pelo autor devido as suas características é inerente a pesquisa
de campo2.
Com esta pesquisa o autor, conseguiu conversar com os professores tanto como os alunos,
também foi através desta que o autor conseguiu colectar os dados através de questionário.

 Pesquisa Bibliográfica
Este tipo de pesquisa ajudou na busca da matéria já publicada pelos autores que já falaram sobre
a ligação serie e paralelo, seus desenvolvimentos e sugestões. Neste caso foi fundamental usar
essas publicações durante a pesquisa para sustentarem a pesquisa do momento.

1.7.Técnicas de Tratamento de Dados

1.7.1. Instrumentos de Pesquisa


 Questionário
“Constituído por uma série de perguntas que devem ser respondidas por escrito, na
ausência do pesquisador” (LAKATOS & MARCON, 1992:107).
O autor usou este tipo de instrumento para comprovar as hipóteses da investigação,
assim sendo, elaborou uma serie de perguntas de modo a auscultar os alunos tanto como os
professores para tirar as conclusões.
 Observação

2
A pesquisa de campo caracteriza-se pelas investigações em que, alem da pesquisa bibliográfica e/ou documental,
se realiza a colecta de dados junto a pessoas, com o recurso de diferentes tipos de pesquisa (pesquisa ex-post-facto,
pesquisa-ação, pesquisa participante, etc.) (FONSECA, 2002).
19

A observação é um instrumento básico de colecta de dados. Poderá ser usado


isoladamente ou suplementando dados recolhidos de outros instrumentos pesquisa, como por
exemplo a entrevista. A observação para ser eficaz para a pesquisa científica envolve de acordo
com Matos e Matos e LERCHE (2001: 58), observar, compreender e registar.
O autor usou este método visto que é um método que lhe envolve. Por este método o
autor assistiu varias aulas nas duas Escolas contempladas para realmente ver como é que
diferentes professores leccionam este tema.

Este trabalho está estruturado da seguinte maneira:

1.8. Estrutura do trabalho

 Introdução
 Delimitação do tema
 Justificativa
 Objectivos
 Problematização
 Hipóteses
 Procedimentos metodológicos
 Tipos de pesquisa
 Instrumentos de Pesquisa
 Discussões e análise dos resultados
 Conclusões e recomendações
20

CAPITULO II - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA SOBRE ASSOCIAÇÃO DE


RESISTÊNCIAS

2. Circuito eléctrico e seus componentes

Segundo RAMALHO (2010: 102), “denominamos circuito eléctrico ao conjunto de aparelhos


com os quais se pode estabelecer uma corrente eléctrica”.
Podemos assim dizer porque, um circuito eléctrico sempre é constituído por diversos aparelhos
que fazem um único conjunto com um certo fim.
Já no entender de MENEZES (2008: 14), circuito eléctrico constitui “o caminho que as cargas
eléctricas devem percorrer, durante o seu movimento ordenado”.
Neste caso, pode-se concluir que o circuito eléctrico constitui o local onde passa a corrente
eléctrica, alimentando um dispositivo em seguida o outro.
Para o mesmo autor, os principais elementos que devem constituir um circuito eléctrico simples
é:
 Gerador de corrente ou fonte de tensão: elemento responsável por manter uma
diferença de potencial nos extremos do circuito. O gerador de corrente transforma em
energia eléctrica uma forma qualquer de energia. Por exemplo, a pilha e a bateria
transformam energia química em energia eléctrica.
 Consumidor de energia eléctrica: elemento que transforma energia eléctrica noutra
forma de energia. Por exemplo lâmpadas e resistências transformam a energia eléctrica
em luz e calor.
 Fios de ligação: fios metálicos, geralmente de cobre, que interligam os diferentes
elementos do circuito.

 Interruptor: elemento responsável por ligar e desligar o circuito, estabelecendo ou


interrompendo a corrente eléctrica.
 Amperímetro: serve para medir a intensidade da corrente que atravessa um circuito
eléctrico ou uma porção do circuito. Deve ser intercalado em serie nesse circuito ou nessa
porção do circuito.
21

 Voltímetro: Serve para medir a diferença de potencial (também chamada «tensão» ou


«voltagem»), nos extremos de um consumidor ou do gerador de corrente, devendo ser
intercalado em paralelo com esse consumidor ou com o gerador.
Realmente circuito eléctrico é constituído por dispositivos nos quais é possível estabelecer uma
corrente eléctrica. Não é necessariamente que seja condutor de cobre, mas também outros metais
principalmente os bons condutores.
Em um circuito eléctrico em funcionamento, como existe corrente eléctrica, e existem diferença
de potencial eléctrico (tensão), haverá conversão de energia eléctrica em outras formas de
energia.

Figura 1. Esquema de um circuito eléctrico. Fonte : Caldinhas & Maleiene (1991), adaptado pelo autor.

Legenda:
A ⇒ Amperímetro
V ⇒ voltímetro
K ⇒ interruptor

2.1.Lei de Ohm
Segundo MENEZES (2008:11), corrente eléctrica é o movimento ordenado das cargas eléctricas
numa substancia.
Por sua vez ANTÓNIO & CHIZIANE (2010: 23), consideram que corrente eléctrica é o
movimento ordenado ou orientado de cargas eléctricas dentro de um condutor.
22

Com o argumento desses actores podemos concluir que corrente eléctrica é o movimento
ordenado de portadores de carga eléctrica.
ANTÓNIO & CHIZIANE (2010:27), diz que a intensidade da corrente eléctrica é igual ao
quociente entre a carga eléctrica e o tempo.
De acordo com Menezes (2008: 13), a intensidade da corrente eléctrica é a quantidade de carga
que atravessa uma secção recta de um condutor por unidade de tempo.
∆𝑄
𝐼= (1)
∆𝑡

Q – quantidade de carga, em Coulomb (C)


∆t – intervalo de tempo, em segundos (s)
I – intervalo da corrente em C/s = (A)

A unidade padrão, no SI, para medida de intensidade de corrente é o Ampère o qual corresponde
a carga de 1C que em 1s atravessa a secção recta de um condutor.
Em homenagem ao cientista francês André-Marie Ampère.
Os submúltiplos da intensidade da corrente são:
1 miliampère (mA) ⇒ 10-3 A
1 microampère (𝜇𝐴) ⇒10-6 A
1 nanoampère (nA) ⇒10-9 A
1 picoampère (pA) ⇒10-12 A

Para RAMALHO (2010: 100), afirma que os principais submúltiplos do Ampere são o
miliampère (símbolo mA) e o microampère (símbolo 𝜇𝐴).
1 mA = 10-3 A e 1 𝜇𝐴 = 10-6 A

2.2.Tensão eléctrica
Segundo ANTÓNIO & CHIZIANE (2010: 29), defendem que a tensão eléctrica é a razão entre o
trabalho realizado pela carga dentro do campo eléctrico e o valor dessa mesma carga (Q).

𝑊
𝑈= (2)
𝑞

No Sistema Internacional de Unidades, temos:


23

𝐽𝑜𝑢𝑙𝑒 𝐽
Unidade de ddp = 1 = 1 = 1 volt = 1V
𝐶𝑜𝑢𝑙𝑜𝑚𝑏 𝐶

o nome Volt (símbolo V) dado a unidade de ddp é uma homenagem ao físico Italiano Alessandro
Volta.
Na prática usa-se muito os múltiplos de tensão eléctrica como:
1kilo Volt (KV) ⇒ 103 V
1 mega Volt (MV) ⇒ 106 V

2.3.Resistência eléctrica

Para ANTÓNIO & CHIZIANE (2010: 31), resistência eléctrica é a oposição que um condutor
oferece a passagem da corrente eléctrica.
De acordo com MENEZES (2008: 14), resistência eléctrica é a oposição que as restantes
partículas de um condutor oferecem à passagem das cargas eléctricas.
No SI de unidades, a resistência eléctrica mede-se em Ohm (Ω).
Diz ainda que a resistência de um condutor metálico depende de vários factores, tais como as
suas dimensões e o material de que ele é feito. Dentre os factores que influenciam a resistência
dos condutores metálicos, destacam-se:
 O comprimento do condutor
 Área da secção transversal
 Material de que o condutor é feito
Nisso o actor conclui dizendo que a resistência de um condutor metálico é directamente
proporcional ao seu comprimento e inversamente proporcional à área da sua secção transversal.

𝑙
𝑅 =𝜌∙𝑆 (3)

R ⇒ resistência eléctrica
𝜌 ⇒ Resistividade do material
S ⇒ secção transversal

Para RAMALHO (2010 : 116) enuncia a lei de Ohm da seguinte maneira:


“O quociente da ddp nos terminais de um resistor pela intensidade da corrente eléctrica
que o atravessa é constante e igual a resistência eléctrica do resistor”.
24

Para ALVARENGA (2006: 126), comenta o seguinte:


O cientista Alemão Georg Ohm realizou varias experiencias, medindo estas voltagens (e as
correntes correspondentes) quando aplicadas em diversos condutores feitos de substancias
diferentes. Verificou então que, para muitos materiais, principalmente os metais, a relação entre
a voltagem e a corrente mantinha-se constante, isto é,

(𝑉𝐴𝐵 )1 (𝑉𝐴𝐵 )2 (𝑉𝐴𝐵 )3


= = =∙∙∙
𝐼1 𝐼2 𝐼3
Ou seja,
𝑉𝐴𝐵
= 𝑐𝑜𝑛𝑠𝑡𝑎𝑛𝑡𝑒 (4)
𝐼
𝑉𝐴𝐵
Mas representa o valor da resistência R do condutor. Então, Ohm concluiu que para aqueles
𝑖

condutores tinha-se R = constante.


Este enunciado é conhecido como lei de Ohm, podendo ser sintetizado da seguinte maneira:
Para um grande número de condutores (principalmente os metais), o valor da resistência
permanece constante, não dependendo da voltagem aplicada ao condutor.

2.4.Ligação das resistências num circuito em serie e em paralelo

Para ALVARENGA (2006: 128), diz que:


“Nos circuitos eléctricos aparecem resistências ligadas uma em seguida a outra. Quando isto
acontece, dizemos que as resistências estão associadas em série.
As lâmpadas usadas na decoração das árvores de Natal, por exemplo, geralmente são associadas
desta maneira”.
Por sua vez RAMALHO (2010: 138), considera que:
“Ao montar um circuito, é comum o operador necessitar de um valor de resistência diferentes
dos valores fornecidos pelos resistores de que dispõe. Outras vezes, a corrente eléctrica que vai
atravessar o resistor é superior à que ele pode suportar sem ser danificado. Nessas situações, a
solução é utilizar uma associação de resistores”.
Os resistores podem ser associados basicamente de dois modos distintos: em série e em paralelo.
É possível ainda que ambos os modos de associar estejam presentes; Teremos então uma
associação mista.
25

Qualquer que seja o tipo de associação, denominamos resistor equivalente aquele que funciona
no circuito do mesmo modo que a associação, podendo substituí-la. Então, a resistência da
associação é igual à resistência do resistor equivalente.
Para este autor na associação em série, os resistores são ligados um em seguida ao outro, de
modo a serem percorridos pela mesma corrente eléctrica.
Baseando-se nas ideias dos autores acima sobre associação serie podemos simplesmente dizer
que essa associação oferece apenas um caminho para a corrente eléctrica.
Na figura abaixo, temos um exemplo de associação em série.

Figura 2. Esquema de uma associação de resistência em serie. Fonte: Ramalho (2010:139)

Este autor faz menção das características deste tipo de associação nos seguintes termos:
Ramalho (2010: 139), em uma associação de resistores em série, a potência dissipada em cada
resistor é directamente proporcional à sua resistência eléctrica.
A potência dissipada em um resistor é dada por:
𝑃 = 𝑅 ∙ 𝑖2 (5)
 Em uma associação de resistores em serie, a resistência do resistor equivalente é igual
à soma das resistências dos resistores associados.
RT = R1 + R2 + R3 + … + Rn (6)

 A ddp de uma associação em serie é igual à soma das ddps nos resistores associados.
UT = U1 + U2 +U3 + … + Un (7)
 A intensidade da corrente que percorre todo o circuito é a mesma.
IT = I1 = I2 = I3 = … = In (8)

No caso particular de uma associação em serie de n resistores iguais, R1 = R2 =R3 = … = Rn de


resistência eléctrica R cada um, temos:
26

RT = nR ( 9)

2.5.Associação de resistências em paralelo


Para RAMALHO (2010: 146), Vários resistores estão associados em paralelo quando são
ligados pelos terminais, de modo a ficarem submetidos à mesma ddp.
Os dois faróis de um a automóvel e as lâmpadas de uma residência são exemplos ligados em
paralelo.
Exemplo de associação em paralelo

Figura 3. Esquema de uma associação de resistência em paralelo. Fonte:


http://www.mundoeducacao.com/upload/conteudo/associacao-resistores-em-paralelo

A intensidade de corrente eléctrica do circuito principal divide-se, nos resistores associados,


em valores i1, i2, i3, …
 A intensidade de corrente em uma associação de resistores em paralelo é igual à soma
das intensidades das correntes nos resistores associados.
IT = i1 + i2 + i3 + … + in (10)
 Em uma associação de resistores em paralelo, o produto da resistência eléctrica de
cada um deles pela respectiva intensidade de corrente eléctrica é igual para todos os
resistores associados.
Pela lei de Ohm, temos U = R1.i1, U = R2.i2, U = R3. i3, U = Rn . in .
Portanto: R1.i1 = R2.i2 = R3. i3 = Rn . in . (11)

Em uma associação de resistores em paralelo, a intensidade de corrente eléctrica em cada


resistor é inversamente proporcional a sua resistência eléctrica.
Ainda da lei de Ohm
𝑈 𝑈 𝑈 𝑈
i1 = 𝑅 , i2 = 𝑅 , i 3 = 𝑅 , in = 𝑅 (12)
1 2 3 𝑛
27

Submetido a ddp U da associação, o resistor equivalente à associação RT será percorrido pela


corrente total IT, então:
U = RT . i
𝑈
⇒i=𝑅 (13)
𝑇

𝑈 𝑈 𝑈 𝑈 𝑈
Como i = i1 + i2 + i3 + …. + in vem: = 𝑅 + 𝑅 + 𝑅 + …+
𝑅𝑇 1 2 3 𝑅𝑛
1 1 1 1 1
⇒ = 𝑅 + 𝑅 + 𝑅 + ….+ (14)
𝑅𝑇 1 2 3 𝑅𝑛

 Em uma associação de resistores em paralelo, o inverso da resistência equivalente da


associação é igual à soma dos inversos das resistências associadas.

Se tivermos n resistores iguais, de resistência R cada um, obteremos:


1 1 1 1 1 𝑛
R1 = R2 = R3 = … = Rn = R e, então: 𝑅 = 𝑅 + 𝑅 + …. + 𝑅 ⇒ +
𝑇 𝑅𝑇 𝑅
𝑅
⇒ RT = 𝑛 (15)

A potencia eléctrica dissipada em cada resistor da associação é dada por:


𝑈2 𝑈2 𝑈2
P1 = 𝑅 , P2 = 𝑅 , P3 = 𝑅 ,
1 2 3

𝑈2
⇒Pn = 𝑅 (16)
𝑛

Em uma associação de resistores em paralelo, a potência dissipada em cada resistor é


inversamente proporcional à sua resistência eléctrica.
28

CAPÍTULO III DISCUSSÕES E ANALISE DOS RESULTADOS

3. Analise das constatações observadas do caso Escola Mateus Sansão


Muthemba e Samora Machel

3.1.Descrição dos Locais da Pesquisa

Escola Primária Completa Samora Machel de Moatize

A EPC – Samora Machel possui seis edifícios com um total de 26 salas. Possui ainda um bloco
administrativo, e dois blocos de casas-de-banho para professores/trabalhadores e alunos.
Lecciona neste momento de 1ª á 10 ª classes.

A EPC - Samora Machel, localiza-se nas antigas instalações da Brigada das tropas de
guarda-fronteira das FADM da Província de Tete no Distrito de Moatize a 20 km da cidade de
Tete. Paralelamente ao Comando Distrital da PRM no mesmo recinto, ao longo da estrada
nacional Nº 7. Na parte frontal estão as instalações dos S.D.E.J.T – Moatize.

Figura 4. Parte frontal da EPC - Samora Machel. Fonte: autor (Abril/2015)

Escola Primaria Completa Mateus Sansão Muthemba

A EPC- Sansão Muthemba possui 8 edifícios incluindo o bloco administrativo com um total de
27 salas de aulas e um bloco de casas-de-banho para professores/trabalhadores e alunos.
Lecciona neste momento de 1ª á 10 ª classes.
29

Essa Escola localiza-se na cidade de Tete no Bairro Mateus Sansão Mutemba, unidade Missão
Pedro, quarteirão nº 5.

Está entre o populoso mercado Quachena e a Paroquia São Pedro da igreja Católica.

Figura 5. Parte frontal da EPC – Mateus Sansão Muthemba. Fonte: autor (Maio/2015)

Figura 6.Parte lateral da EPC – Mateus Sansão Muthemba. Fonte: autor (Maio/2015)
30

3.1.1. Efectivo Escolar dos alunos envolvidos no Estudo


Tabela 1.
EPC- Samora Machel EPC – Mateus S. Muthemba Total
Classe M HM M HM M HM
10a 10 20 10 20 20 40

Fonte: Adaptado (Autor)

3.2.Analise das respostas dos 20 alunos da Escola Samora Machel


Tabela 2.

Nº de perguntas por ordem 1 2 3 4 5 6 7 8


Respostas favoráveis 20 1 0 2 2 0 0 16

25

20

15

10 Nº de perguntas por ordem


Respostas favoraveis
5

0
1 2 3 4 5 6 7 8
Gráfico 1. respostas favoráveis do questionario preenchido pelos
alunos da EPC - Samora Machel

Na primeira questão todos alunos afirmaram que os professores desta Escola abordam as aulas
com clareza. Mas estes afirmaram que nesta Escola não há laboratório para questões praticas.
Dos 20 alunos na resposta ao numero 4 do questionário, 2 alunos que afirmaram ter participado
numa actividade experimental no primeiro Ciclo. Mesmo sendo um numero insignificante dos
que teriam participaram nas actividades experimentais estes afirmaram sentirem-se motivados e
satisfeitos depois das experiencias. Esta questão incentivou o autor a pensar mais nas actividades
experimentais como forma de facultar a percepção.
31

Na pergunta 6 todos alunos afirmaram que os professores não fizeram experiencias na aula sobre
características de resistências em serie e paralelo.

Assim sendo na ultima questão, nos seus comentários estes afirmaram que faria muita diferença
se fosse uma aula experimental, facilitava a compreensão destes circuitos porque estariam
aprendendo fazendo o que seria mais pratico e melhor.

3.3.Analise das respostas dos 20 alunos da Escola Mateus Sansão Muthemba


Tabela 3.

Nº de perguntas por ordem 1 2 3 4 5 6 7 8


Respostas favoráveis 19 1 1 4 3 5 0 13

20
18
16
14
12
10
8 Nº de Perguntas por ordem
6 Respostas favoraveis
4
2
0
1 2 3 4 5 6 7 8
Gráfico 2. respostas favoráveis do questionario preenchido pelos alunos
da EPC - Mateus Sansão Muthemba

Para os alunos de Sansão Muthemba também o cenário não foi diferente, como mostra a tabela 3
e o gráfico 2. Na questão 2, os alunos foram unânimes em afirmar que a Escola não tem
laboratório. Uma das questões fundamentais é a questão 4. Dos 20 alunos inqueridos somente 4
que já participaram em actividades experimentais no primeiro Ciclo e estes também confirmam
que seria melhor as aulas de física serem acompanhados com actividades práticas.
32

Na questão 6, estes na sua maioria responderam fielmente que o professor não realizou
experiencias na aula sobre características de resistência em serie e paralelo. Estes deram mais
credito a actividade experimental.

3.4.Analise das respostas dos 40 alunos das duas Escolas


Tabela 4.

Nº de perguntas por ordem 1 2 3 4 5 6 7 8


Respostas favoráveis 39 2 1 6 5 5 0 29

45
40
35
30
25
20
Nº de perguntas por ordem
15
Respostas favoráveis
10
5
0
1 2 3 4 5 6 7 8
Gráfico 3. Gráfico das respostas favoráveis nas duas Escolas EPC-Samora
Machel e EPC-Mateus Sansão Muthemba

A resposta da primeira questão deixou o actor a desejar, pelo trabalho que os professores
realizam e também curioso para saber os métodos usados por estes profissionais para o alcance
deste sucesso.

LABURU (2006) verifica que, apesar de sua importância, a actividade experimental não é

condição suficiente para promover uma mudança conceitual nos alunos, uma vez que ele

considera a necessidade da existência de uma condição prévia para qualquer movimento

cognitivo: a motivação.
33

De acordo com PILETTI (2004:233), “a motivação consiste em apresentar a alguém estímulos e


incentivos que lhe favoreçam determinado tipo de conduta. Em sentido didáctico, consiste em
oferecer ao aluno os estímulos e incentivos apropriados para tornar a aprendizagem mais eficaz”.
A tabela e o gráfico mostram claramente que as escolas não têm laboratório onde os professores
podem dar algumas aulas experimentais visto que as experiencias nas aulas de física são
fundamentais para a sua percepção. Cerca de (5%) dos alunos que responderam positivamente.

BORGES (1997) discute o papel das actividades práticas no ensino de ciências e argumenta
como o laboratório escolar de ciências tem sido usado pela maioria dos professores de modo
equivocado.

Neste caso há que repararmos a formação dos professores, porque mesmo tendo os laboratórios,
será que estes são capazes de manusear o material que possa haver? Como a nossa tabela 6
mostra claramente, que de entre os professores de física nestas escolas nem um deles foi formado
em ensino de física.

Portanto o autor notou que houve um equívoco por parte dos alunos que afirmaram que nestas
Escolas existem laboratórios pois o autor esteve presente nestas Escolas e confirmou a
inexistência dos laboratórios. Tanto como a percentagem (2,5%), mostra que poucos foram os
alunos que assim afirmaram.

A observação para ser eficaz para a pesquisa cientifica envolve de acordo com Matos e Lerche (
2001: 58), observar, compreender e registar.

E a observação foi um dos instrumentos de pesquisa usado pelo autor deste trabalho.

As actividades experimentais inseridas no contexto escolar, sejam elas feitas pelos alunos ou
pelo professor, suscitam muitas curiosidades. Uma delas é o impacto que as mesmas exercem no
aluno. A actividade experimental poderá contribuir para um maior envolvimento do aluno no
desenvolvimento dos conteúdos da Física.
Os autores (Ogborn et al., 1996) destacam, ainda, a importância dos experimentos e
“demonstrações” como artifício fundamental para a construção de explicações científicas em
salas de aula de ciências.
34

Contrariamente daquilo que melhor seria para os alunos as actividades experimentais nestas
escolas de entre os 40 alunos envolvidos somente 15% deles já participaram numa aula
experimental no ESG1 segundo a tabela de dados recolhidos nestas Escolas.

Como mostra a tabela e o gráfico dos 6 alunos que já tiveram oportunidade de participar em
actividades experimentais 83,3% ficou satisfeito e afirmaram que valeu a pena ter participado
porque foi mais fácil e claro na compreensão da matéria.

Segundo a resposta dos 40 alunos contemplados 12,5% disseram que na aula sobre as
características das resistências em série e paralelo o professor realizou uma experiencia de
demonstração, também neste caso o autor por ter usado a observação como uma das técnicas de
pesquisa, esteve presente na sala e afirma ser um equívoco por parte dos alunos da Escola
Mateus Sansão Muthemba que responderam positivamente a esta questão, pois nenhum professor
realizou uma experiência nesta aula tanto como a maioria dos alunos afirmaram.

É na aula sobre as características serie e paralelo que o autor tanto precisava de ver os métodos
usados pelos professores para o alcance dos objectivos desta aula.
No número 7 do questionário dos alunos ficou claro que os alunos da Escola Sansão Muthemba
não acataram com o apelo do autor patente antes das questões “Solicita-se também um
preenchimento deste guião com muita seriedade, sinceridade e imparcialidade para o alcance dos
propósitos pretendidos”. Por responderem que o professor teria feito uma experiencia durante a
aula com este tema, pois todos absteram-se de comentar, dai que 82,9% dos alunos garantiram
que faria diferença se usassem uma experiencia, permitiria os alunos aprender fazendo, o que
seria mais melhor e prático.

Na ultima pergunta o autor estava a procura de uma satisfação daquilo que é o seu objectivo
geral desta investigação “analisar as dificuldades encaradas pelos alunos na assimilação das
características de ligação de resistência em série e paralelo”.
Foi visível a insatisfação por parte dos alunos, ainda mais quando a única ferramenta de
transmissão de conteúdos é o quadro. Assim, o aluno tende a apresentar fracas conexões entre os
conceitos ensinado e o quotidiano.
35

3.5. Efectivo de professores de Física envolvidos na pesquisa


Tabela 5.
EPC- Samora Machel EPC – Mateus S. Muthemba Total
2 1 3
Fonte: Adaptado (Autor)

3.6.Professores com formação a Física


Tabela 6.
EPC- Samora Machel EPC – Mateus S. Muthemba Total
0 0 0

Fonte: Adaptado (Autor)

3.7.Análise das respostas dos 3 professores das duas Escolas envolvidos na


pesquisa
Tabela 7.

Nº de perguntas por ordem 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15


Respostas favoráveis 3 2 - - 1 1 2 3 0 2 _ _ _ _ _

16
14
12
10
8
6 Nº de perguntas por ordem

4 Respostas favoraveis

2
0
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15
Gráfico 4. Gráfico das respostas favoráveis dos professores nas duas
Escolas, EPC-Samora Machel e EPC-Mateus Sansão Muthemba

Na primeira questão o autor queria ouvir dos professores, a importância de uma


experiencia na aula de Física e como se pode ver no gráfico, mostrou-se claramente que as
36

experiencias são fundamentais para as aulas de Física, todos professores inqueridos comentaram
favoravelmente, o que deixava cada vez mais claro a necessidade de propor um modelo de um
circuito que facilitasse a compreensão desta matéria.

As razões que esses professores mais focaram para a não realização de varias experiências
foram: falta de material, falta de laboratório para aulas práticas.

Essas razões já tinham sido adiantadas pelo autor na sua pesquisa e realmente foi mesmo o que
esses profissionais indicaram como maior problema da não realização de várias experiencias que
podem ser demonstradas nas aulas de física.

Para os 2 professores que realizam por vezes as experiencias disseram que, primeiro tem sido
divertido o que motiva de algum modo os alunos e também os alunos expõem suas curiosidades
dos fenómenos que tem estado a acontecer mesmo naquela altura, e que são aulas que os alunos
mais gostam.

O autor fazia perceber aos professores que há maior probabilidade dos alunos entenderem
rapidamente e perceberem melhor do que as aulas teórica.

Estes profissionais queixaram se de quase nada possuírem do material experimental, para


pequenos exemplos, orientam os alunos trazerem algo de casa. Se forem aulas que necessitem
uma experiencia com material de custos avultados nada fazem uma vez que nas escolas quase
nada tem.
Um professor comentava que com uma aula experimental seria diferente pois, o nível de
abstracção sobre a ligação em serie e em paralelo pode ser reduzido. Tendo em conta que toda
aula experimental é importante para o processo de aprendizagem, é claro que trás uma melhor na
assimilação e vai complementar os conhecimentos teóricos.

Como se pode ver, os 3 professores tanto valorizaram as experiencias em particular para esta
aula, uma vez que traria ganhos enormes na aprendizagem dos alunos e lamentaram o facto de as
escolas não terem nenhum material que tem a ver com a electricidade para aulas experimentais.

Nas perguntas feitas os professores disseram que é fundamental a demonstração, porque o aluno
percebendo bem, sabendo separar as características da associação série das características da
associação paralelo pode não ter problema de identificar cada equação das resistências.
37

Na opinião dos professores para ultrapassar as dificuldades na disciplina de física tanto como
associação de resistências nas Escolas, construção e apetrechamento de laboratórios seria uma
das soluções, as escolas deveriam identificar espaços que pudessem funcionar como laboratório
sempre que necessário.

As Escolas devem adquirir manuais de laboratório para apoiar os professores na explicação de


algumas actividades experimentais recomendados nos programas de ensino.
38

CAPÍTULO IV – CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES

Neste ultimo capítulo temos as conclusões que o autor tira segundo a pesquisa feita e os dados
recolhidos no terreno.
Também temos as recomendações feitas pelo autor para se ultrapassar as dificuldades do
problema em causa.

4. Conclusões
Este trabalho apresentou como tema, Analise das dificuldades na assimilação das características
das ligações das resistências em serie e em paralelo na 10ª Classe.

O trabalho obteve um bom resultado visto que conseguiu-se alcançar os objectivos desta
pesquisa.

Observou-se que os professores confirmaram que as informações adquiridas em sala de aula,


ganham lógica quando se realizam aulas práticas.

O que se pode concluir é que, as experiencias facilitam o aprendizado dos alunos.

A partir da investigação feita o autor concluiu que:

Realmente nas escolas há falta de laboratórios tanto como material para experiencias que
pudessem motivar e incentivar os alunos na sua aprendizagem;

As Escolas não possuem material para experimentos de electricidade;

O não esclarecimento do surgimento das equações das resistências em serie e paralelo a partir
das características faz com que os alunos não consigam resolver problemas sobre as resistências,
uma vez que há duvidas dentre as equações de Resistências existentes qual devera ser usada para
um certo problema.

Aquilo que o autor previa como possíveis hipóteses, confirmou - se durante a pesquisa.

Para o autor, aprender Física não se resume a conhecer conceitos e aplicar fórmulas, pois o
aprendizado só se efectiva com a incorporação de atitudes, que são construídas com actividades
do educando através de leituras, observação e experimentação.
39

Essa última abordagem requer mudanças nos métodos, onde os professores precisarão adoptar
uma nova prática, alterando o comportamento de alunos, fazendo com que os mesmos tomem
parte activamente, participem e contribuam para o aprendizado colectivo.

4.1.Recomendações
Para aquisição de certo material os professores podem requisitar e a escola com o fundo de ADE
podem paulatinamente conseguir material. Para isso é preciso que o grupo da Disciplina tenha a
iniciativa de conversar com a Direcção da Escola e mostrar essa importância de aulas práticas.

Uso do laboratório bem como as propostas das actividades experimentais nas aulas de Física são
indispensáveis.

Para a aula com o tema, características das associações de resistência em serie e paralelo, as
escolas podem gradualmente comprar os instrumentos de medição para que os alunos vejam de
que aparelho se trata realmente, saber manusear, etc.

Enquanto esse material não exista, no mínimo os professores podem procurar material de baixo
custo para fazer uma demonstração dessas ligações para melhor assimilação dessa aula. É a partir
desta aula que o aluno pode ter maior informação sobre a electricidade e motivados, visto que, a
electricidade é uma área com muita aplicabilidade no mercado a nível Nacional e Mundial.
40

5. Referencias Bibliográficas

1. BORGES, A.T., O Papel do laboratório no ensino de Ciências. Atas do I ENPEC, Águas


de Lindóia S.P, Novembro, 1997.
2. CHIZIANE, Rodrigues António e ANTÓNIO, Amândio. Física 10ª classe, 1ª edição,
Longman Moçambique: Maputo, 2008.
3. LABURÚ, C.E. Fundamentos para um experimento cativante. Caderno Brasileiro de
Ensino de Física, v. 23, n. 3, p. 382-404, 2006.
4. LAKATOS, Eva Maria e MARCONI, Maria de Andrade, Metodologia do trabalho
científico, 4ª edição, Atlas, São Paulo. 1992
5. MAXIMO, António , ALVARENGA ,Beatriz ,(2006); Física para o ensino médio
volume 1; editora scipione, São Paulo; (283-315)

6. MENESES João Paulo de. Física 10ª classe, 1ª edição, texto editores: Maputo, 2008.
7. MINISTÉRIO DA EDUCAÇAO E DO DESPORTO – Secretaria de Educação
Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais, Ciências Naturais. Brasília, 1998.
8. OGBORN, J. KRESS, G., MARTINS, I. & Mc GILLICUDDY, K. (1996). Explaining
science in the classroom. Buckingham: Open University Press.
9. PILETTI, Claudino. (2004) Didáctica Geral. São Paulo. 2004
10. RAMALHO, Francisco; FERRÃO Nicolau Gilberto; FERRAO Toledo, Paulo António
(2007) os fundamentos de Física, vol 3. 8ª edição, p. 102, São Paulo.2003.

11. SILVEIRA, Leonardo da, Metodologia da Investigação Científica. Disponível em:


www.professorleandro.com
12. TARTUCE, T. J. A. Métodos de pesquisa. Fortaleza: UNICE – Ensino Superior, 2006.
Apostila.
13. http://www.mundoeducacao.com/upload/conteudo/associacao-resistores-em-par
41

Apêndices
42

Apêndice A

Foto 1: Preenchimento do questionário na turma B da EPC – Mateus S. Muthemba

Foto 2: Preenchimento do questionário na turma C da EPC – Mateus S. Muthemba


43

Apêndice B

Foto 3: Preenchimento do questionário na turma B da EPC – Samora Machel

Foto 4: Preenchimento do questionário na turma I da EPC – Samora Machel


44

UNIVERSIDADE PEDAGÓGICA

DELEGAÇÃO DE TETE

FACULDADE DE CIÊNCIAS NATURAIS E MATEMÁTICA

CURSO DE FÍSICA

Questionário para recolha de Dados para a Monografia, dirigido aos professores da


10ª Classe da Escola Samora Machel
Caro Professor da Escola Samora Machel, o presente questionário destina-se a recolha de dados
para o desenvolvimento de um tema de pesquisa para a elaboração de um trabalho de defesa para
a obtenção do grau de licenciatura em ensino de Física com habilidades em Ensino de
Matemática, com o tema Analise sobre as dificuldades na assimilação das características das
ligações de resistências em série e paralelo na 10ª classe - estudo do caso, Escolas Mateus
Sansão Muthemba na cidade de Tete e Samora Machel na Vila de Moatize.
Nisto, pede-se que as respostas sejam claras e compreensíveis.

Solicita-se também um preenchimento deste guião com muita seriedade, sinceridade e


imparcialidade para o alcance dos propósitos pretendidos.

1. Qual é a importância de uma aula experimental no processo de ensino e aprendizagem na


disciplina de Física?
_____________________________________________________________________

2. Tem realizado experiências Físicas recomendadas nos programas de ensino?

i) Sim ii) Não iii) As Vezes


45

3. Se não, quais são as razões?

i) Falta de material ii) Escassez do tempo

iii) Falta de preparação técnica iv) Falta de laboratório

4. Qual foi o comportamento dos alunos que assistiram ou praticaram uma aula
experimental?

R,,___________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________

5. Tem desenvolvido actividades experimentais na sala de aula no que concerne a aula


sobre as características das associações de resistências em serie e paralelo?
Sim Não

6. Caso sim, qual tem sido a vantagem do uso dessa actividade experimental

R____________________________________________________________________________

7. Caso não, o que acha que teria impedido a sua concretização?

R___________________________________________________________________________

8. Acha que com uma actividade experimental, essa aula seria diferente? Comente.

______________________________________________________________________________

9. A escola possui instrumentos de medição como o Voltímetro, Amperímetro ou


Multímetro?

Sim não
46

10. Para que os alunos não confundam a formula matemática da associação das
Resistências em Serie RT = R1 + R2 + R3 + … + Rn como a da associação paralelo,
1 1 1 1 1
= 𝑅 + 𝑅 + 𝑅 + … + 𝑅 o professor mostrou através das características das
𝑅𝑇 1 2 3 𝑛

intensidades da corrente e das tensões o surgimento dessas equações?

Sim não

11. Alguma vez teria dito aos alunos as vantagens e desvantagens de cada
associação no seu quotidiano?
Sim não

12. Na sua opinião o que deve-se fazer para ultrapassar as dificuldades encaradas no
processo de ensino e aprendizagem da disciplina de Física e na realização de
experiências Físicas na Escola Samora Machel?
________________________________________________________________________
13. Em que área está especializado

R_________________________________________________________________________

14. Que instituição se formou?

R________________________________________________________________________

15. Como que o professor tem feito para reduzir o nível de abstracção sobre a ligação
serie e paralelo das resistências eléctricas.

R____________________________________________________________________________
47

UNIVERSIDADE PEDAGÓGICA

DELEGAÇÃO DE TETE

FACULDADE DE CIÊNCIAS NATURAIS E MATEMÁTICA

CURSO DE FÍSICA

Questionário para recolha de Dados para a Monografia, dirigido aos professores da


10ª Classe da Escola Sansão Muthemba
Caro Professor da Escola Sansão Muthemba, o presente questionário destina-se a recolha de
dados para o desenvolvimento de um tema de pesquisa para a elaboração de um trabalho de
defesa para a obtenção do grau de licenciatura em ensino de Física com habilidades em Ensino
de Matemática, com o tema Analise sobre as dificuldades na assimilação das características
das ligações de resistências em série e paralelo na 10ª classe - estudo do caso, Escolas Mateus
Sansão Muthemba na cidade de Tete e Samora Machel na Vila de Moatize.
Nisto, pede-se que as respostas sejam claras e compreensíveis.

Solicita-se também um preenchimento deste guião com muita seriedade, sinceridade e


imparcialidade para o alcance dos propósitos pretendidos.

1. Qual é a importância de uma aula experimental no processo de ensino e


aprendizagem na disciplina de Física?
_____________________________________________________________________

2. Tem realizado experiências Físicas recomendadas nos programas de ensino?

i) Sim ii) Não iii) As Vezes


48

3. Se não, quais são as razões?

i) Falta de material ii) Escassez do tempo

iii) Falta de preparação técnica iv) Falta de laboratório

4. Qual foi o comportamento dos alunos que assistiram ou praticaram uma aula
experimental?

R,,___________________________________________________________________________

5. Tem desenvolvido actividades experimentais na sala de aula no que concerne a aula


sobre as características das associações de resistências em serie e paralelo?
Sim Não

6. Caso sim, qual tem sido a vantagem do uso dessa actividade experimental

R____________________________________________________________________________

7. Caso não, o que acha que teria impedido a sua concretização?

R___________________________________________________________________________

8. Acha que com uma actividade experimental, essa aula seria diferente? Comente.

______________________________________________________________________________

9. A escola possui instrumentos de medição como o Voltímetro, Amperímetro ou Multímetro?

Sim não

10. Para que os alunos não confundam a formula matemática da associação das
Resistências em Serie RT = R1 + R2 + R3 + … + Rn como a da associação paralelo,
1 1 1 1 1
= 𝑅 + 𝑅 + 𝑅 + … + 𝑅 o professor mostrou através das características das
𝑅𝑇 1 2 3 𝑛

intensidades da corrente e das tensões o surgimento dessas equações?


49

Sim não

11. Alguma vez teria dito aos alunos as vantagens e desvantagens de cada associação
no seu quotidiano?
Sim não

12. Na sua opinião o que deve-se fazer para ultrapassar as dificuldades encaradas no
processo de ensino e aprendizagem da disciplina de Física e na realização de
experiências Físicas na Escola Sansão Muthemba?
________________________________________________________________________
13. Em que área está especializado

R_________________________________________________________________________

14. Que instituição se formou?

R________________________________________________________________________

15. Como que o professor tem feito para reduzir o nível de abstracção sobre a ligação
serie e paralelo das resistências eléctricas.

R____________________________________________________________________________
50

UNIVERSIDADE PEDAGÓGICA

DELEGAÇÃO DE TETE

FACULDADE DE CIÊNCIAS NATURAIS E MATEMÁTICA

CURSO DE FÍSICA

Questionário para recolha de Dados para a Monografia, dirigido aos Alunos da 10ª
Classe da Escola Samora Machel
Caro aluno(a) da Escola Samora Machel, o presente questionário destina-se a recolha de dados
para o desenvolvimento de um tema de pesquisa para a elaboração de um trabalho de defesa para
a obtenção do grau de licenciatura em ensino de Física com habilidades em Ensino de
Matemática, com o tema Analise sobre as dificuldades na assimilação das características das
ligações de resistências em série e paralelo na 10ª classe - estudo do caso, Escolas Mateus
Sansão Muthemba na cidade de Tete e Samora Machel na Vila de Moatize.
Nisto, pede-se que as respostas sejam claras e compreensíveis.

Solicita-se também um preenchimento deste guião com muita seriedade, sinceridade e


imparcialidade para o alcance dos propósitos pretendidos.

1. Durante as aulas na disciplina de física, como é que o teu professor aborda os conteúdos
com muita clareza? sim as vezes não

2. A sua escola tem um laboratório? sim não


51

3. Se a sua resposta for sim no numero anterior ela esta bem apetrechada com material de
ensino? Sim não razoável

4. Em que classe participaste numa actividade experimental? E em que lugar?

i) 8ª , no laboratório ii) 9ª fora do laboratório


iii) 10ª na sala de aulas iv) Nenhuma das classes e nenhum dos lugares

5. Se já, como se sentiu depois de ter participado numa aula experimental de Física?

R,,___________________________________________________________________________

6. Na aula sobre as características das resistências em serie e paralelo o professor realizou


uma experiencia de demonstração? Sim não

7. Se a sua resposta foi sim no número anterior, acha que algo lhe ajudou na percepção
desta aula?

______________________________________________________________________________

8. Se a sua resposta for não, será que faria diferença se fosse uma aula experimental?
Comente.

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52

UNIVERSIDADE PEDAGÓGICA

DELEGAÇÃO DE TETE

FACULDADE DE CIÊNCIAS NATURAIS E MATEMÁTICA

CURSO DE FÍSICA

Questionário para recolha de Dados para a Monografia, dirigido aos Alunos da 10ª
Classe da Escola Sansão Muthemba
Caro aluno/a da Escola Sansão Muthemba, o presente questionário destina-se a recolha de dados
para o desenvolvimento de um tema de pesquisa para a elaboração de um trabalho de defesa para
a obtenção do grau de licenciatura em ensino de Física com habilidades em Ensino de
Matemática, com o tema Analise sobre as dificuldades na assimilação das características das
ligações de resistências em série e paralelo na 10ª classe - estudo do caso, Escolas Mateus
Sansão Muthemba na cidade de Tete e Samora Machel na Vila de Moatize.
Nisto, pede-se que as respostas sejam claras e compreensíveis.

Solicita-se também um preenchimento deste guião com muita seriedade, sinceridade e


imparcialidade para o alcance dos propósitos pretendidos.

1. Durante as aulas na disciplina de física, como é que o teu professor aborda os conteúdos
com muita clareza? Sim as vezes não

2. A sua escola tem um laboratório? sim não


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3. Se a sua resposta for sim no numero anterior ela esta bem apetrechada com material de
ensino? Sim não razoável

4. Em que classe participaste numa actividade experimental? E em que lugar?

i) 8ª , no laboratório ii) 9ª fora do laboratório


iii) 10ª na sala de aulas iv) Nenhuma das classes e nenhum dos lugares

5. Se já, como se sentiu depois de ter participado numa aula experimental de Física?

R,,___________________________________________________________________________

6. Na aula sobre as características das resistências em serie e paralelo o professor realizou


uma experiencia de demonstração? Sim não

7. Se a sua resposta foi sim no número anterior, acha que algo lhe ajudou na percepção
desta aula?

______________________________________________________________________________

8. Se a sua resposta for não, será que faria diferença se fosse uma aula experimental?
Comente.

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