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Apostila de Industrial - 2023

O documento aborda os acionamentos eletroeletrônicos, detalhando tipos de motores elétricos, suas classificações, funcionamento e aplicações. Inclui informações sobre motores de corrente alternada e contínua, além de dispositivos de manobra e proteção. O conteúdo é técnico e serve como um guia para profissionais da área elétrica.

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Apostila de Industrial - 2023

O documento aborda os acionamentos eletroeletrônicos, detalhando tipos de motores elétricos, suas classificações, funcionamento e aplicações. Inclui informações sobre motores de corrente alternada e contínua, além de dispositivos de manobra e proteção. O conteúdo é técnico e serve como um guia para profissionais da área elétrica.

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1

ACIONAMENTOS ELETROELETRÔNICOS

Jan - 2023

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2

Sumário
Motores elétricos ................................................................................................................... 4
Placa de identificação do motor elétrico .............................................................................. 13
Medição da Resistência de Isolamento ................................................................................ 17
Motores de corrente alternada ............................................................................................. 17
Sistema de alimentação ..................................................................................................... 20
Motor Trifásico de Seis Terminais ..................................................................................... 22
Ligações elétricas dos motores …………………………………………………………………. 24
Identificação dos terminais de um motor ……………………………………………………… 29
Teste de polarização de um motor trifásico de 6 terminais …………………………………. 29
Dispositivos de manobras ………………………………………………………………………. 32
Código de cores para botões …………………………………………………………………… 35
Chave magnética ………………………………………………………………………………... 36
Chave fim de curso ……………………………………………………………………………… 42
Temporizadores …………………………………………………………………………………… 43
Sensores de proximidade …………………………………………………………………………. 46
Dispositivos de proteção …………………………………………………………………………. 47
Curva característica dos fusíveis: ………………………………………………………………... 53
Diagramas elétricos …………………………………………………………………………………62
Sistemas de comandos para motores elétricos ………………………………………………….62
Partida direta …………………………………………………………………………………………63
Queda de tensão …………………………………………………………………………………….64
Atividades: ……………………………………………………………………………………………68
Partida indireta ………………………………………………………………………………………78
Partida estrela-triângulo(Y/∆) ………………………………………………………………………78
Partida compensada ……………………………………………………………………………... 89
Motor Dahlander …………………………………………………………………………………….95
Chave eletrônica (soft-starter) ……………………………………………………………………100

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3

Sumário
Princípio de funcionamento ............................................................................................... 101
Formas de ligação do soft-starter ...................................................................................... 102
Inversor de Frequência ..................................................................................................... 104
Princípio de funcionamento ............................................................................................... 106
Funções dos inversores .................................................................................................. 107
Escolha do inversor ……………..……………………………………………………………….. 108
inversor escalar …………………………………………………………….................................110
Inversor vetorial…………………………………………………………………………………. 111
Módulos do inversor……………………………………………………………………………. 113
Parametrização ……………………………………………………………………......................128
Tipos de parâmetros……………………………………………………………………………... 128
Simbologia ………………………………………………………………………………................136
Referências ……………………………………………………………………………................ 137
Anexos........ …………………………………………………………………………. ...................138

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4

MOTOR ELÉTRICO

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5

COMANDOS ELÉTRICOS
1 - Motores de corrente alternada
São motores que sua alimentação é feita através de uma fonte de corrente alternada.
Podem ser classificados em assíncronos (indução) e síncronos.
As máquinas síncronas possuem velocidade fixa e têm sua aplicação bastante limitada,
devido ao alto custo. Já os motores de indução são utilizados na grande maioria das
aplicações que necessitam de motores elétricos.

2 - Motores de corrente contínua


São motores que precisam de uma fonte de corrente contínua, ou de um dispositivo que
converta a corrente alternada em contínua. Sua velocidade pode ser ajustada de acordo
com a tensão aplicada.
Tem sua utilização principal nas aplicações que requeiram elevado conjugado de partida
(como tração elétrica) e controle de velocidade sobre
grandes faixas, principalmente em potências elevadas. Devido a necessidade de uma fonte
de corrente contínua, tem o seu custo elevado.
Motores de indução:
São as máquinas elétricas de maior aplicação. Devido a sua robustez e pouca manutenção
exigida, os motores de indução são ideais para a indústria.
1 - Motores de indução monofásicos
a) Motor monofásico de fase auxiliar ou fase dividida
Motor de indução monofásico com um enrolamento principal conectado diretamente à rede
de alimentação e um enrolamento auxiliar defasado, geralmente, em 90º elétricos do
enrolamento principal.
São caracterizados por somente o estator estar ligado à rede, e pelas correntes que circulam
no rotor serem induzidas pelo estator.
O ângulo de defasagem entre as correntes do enrolamento principal e do enrolamento
auxiliar é pequeno e, por isso, estes motores têm conjugado de partida igual ou pouco
superior ao nominal, o que limita a sua aplicação as potências fracionárias e as cargas que
exigem reduzido conjugado de partida.
Aplicações: máquinas de escritórios, ventiladores e exaustores, pequenos polidores,
compressores herméticos, bombas centrífugas etc.

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6

b) Motor monofásico com capacitor de partida;


Motor de indução monofásico com um enrolamento principal conectado diretamente à rede
de alimentação e um enrolamento auxiliar defasado, geralmente, em 90º elétricos do
enrolamento principal e conectado em série com um capacitor.
O capacitor permite um maior ângulo de defasagem entre as correntes dos enrolamentos
principal e auxiliar, proporcionando assim, elevados conjugados de partida. POTÊNCIA: ¼
CV a 15 CV.
Com o seu elevado conjugado de partida (entre 200% e 350% do conjugado nominal), o
motor de capacitor de partida pode ser utilizado em uma grande variedade de aplicações.
Aplicações: (bombas, compressores, lavadoras de roupa, geladeiras industriais).

c) Motor monofásico com capacitor permanente;


Motor de indução monofásico com um enrolamento principal conectado diretamente à rede
de alimentação e um enrolamento auxiliar defasado, geralmente, em 90º elétricos do
enrolamento principal e conectado em série com um capacitor.
seu conjugado de partida, normalmente é inferior ao do motor de fase divida (50% a 100%
do conjugado nominal) , o que limita sua aplicação a equipamentos que não requeiram
elevado conjugado de partida.
O efeito deste capacitor é o de aumentar o conjugado
máximo, o rendimento e o fator de potência, além de reduzir sensivelmente o ruído.
São fabricados normalmente para potências de
1/50 à 3,0 cv.

Aplicações: furadeiras, condicionadores de ar e máquinas de escritório.


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7

d) Motor monofásico com capacitor de dois valores


Motor de indução monofásico com um enrolamento principal conectado diretamente à rede
de alimentação e um enrolamento auxiliar defasado, geralmente, em 90º elétricos do
enrolamento principal e conectado em série com dois ou mais capacitores.
obtendo-se assim dois valores de capacitâncias, uma utilizada na condição de partida e
outra na condição de regime.
caracteriza-se por obter um ótimo desempenho na partida e em regime. Porém, devido ao
seu custo elevado, geralmente, são fabricados somente em potências superiores a 1 cv.

e) Motor monofásico com campo distorcido ou polos Sombreados.


Motor de indução monofásico com um enrolamento auxiliar curto-circuitado.
Normalmente são fabricados para pequenas potências, que vão de alguns milésimos de cv
até o limite de 1/4cv. Pela sua simplicidade, robustez e baixo custo.
Os motores de campo distorcido apresentam baixo conjugado de partida (15 a 50% do
nominal), baixo rendimento (35%) e baixo fator de potência (0,45).
O sentido de rotação depende do lado que se situa a parte enlaçada do polo,
consequentemente o motor de campo distorcido apresenta um único sentido de rotação.
aplicações: ventiladores, exaustores, purificadores de ambiente, unidades de refrigeração,
secadores de roupa e de cabelo, pequenas bombas e compressores, projetores de slides,
toca discos.

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1 - Motores de indução monofásicos;


Inconvenientes:
Motor monofásico com dois terminais
● Destinado apenas a um valor de tensão;
● Não é possível a inversão do seu sentido de rotação;
● Exemplo: motores de pequenas bombas d´agua, motores de ventiladores grandes para o
meio rural, etc.
Custo mais elevado que um motor 3ø de mesma potência;
● Alcança apenas 60 a 70% da potência do motor 3ø do mesmo tamanho;
● Apresenta rendimento e FP menores;
● Não é possível inverter diretamente o sentido de rotação de motores monofásicos.
● Custo mais elevado que um motor 3ø de mesma potência;
● Alcança apenas 60 a 70% da potência do motor 3ø do mesmo tamanho;
● Apresenta rendimento e FP menores;
● Não é possível inverter diretamente o sentido de rotação de motores monofásicos.
Motor monofásico com quatro terminais
● Dois valores de tensão (127V/220V);
● Não é possível inverter o sentido de rotação desse motor.
Diagramas:

127 V – Ligação paralelo 220V – Ligação série

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Motor monofásico com seis terminais


● Permite dois tipos de alimentação diferentes;
● Pode-se inverter o sentido de giro desse motor.
Diagramas:

Inversão de sentido de Rotação. Inversão de sentido de rotação.


Serie - 220V Paralelo - 127V
Motor Universal
● Pode operar tanto em CA como CC;
● Velocidade variável (baixas velocidades para
grandes conjugados e altas velocidades para
pequenas cargas);
● O conjugado de partida também é elevado;
● Normalmente são fabricados para potências fracionárias de até. CV uma vez que para
potências acima de alguns CV, funcionam precariamente em CA gerando grande
faiscamento nas escovas, o η e FP decrescem.
● São usados comumente em pequenos eletrodomésticos como furadeiras e lixadeiras que
requerem conjugado elevado e liquidificadores, aspiradores de pó e bombas centrifugas que
requerem alta velocidade;

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Identificação das bobinas de um motor monofásico


Início da bobina 1 2 5

Final da bobina 3 4 6
Enrolamento principal Enrolamento auxiliar

Polarização das bobinas principais


Para determinar os enrolamentos principais e auxiliar:
● Com ohmímetro mede-se a R de cada bobina. A que apresentar maior valor é a auxiliar.

1 2 1 4

3 4 3 2

Após inverter uma das bobinas e medir a corrente novamente, deve-se aplicar os números
1, 3, 2 e 4, respectivamente, a ligação das bobinas que apresentar a menor corrente.
Os motores elétricos em geral compõem-se de duas partes:
• Rotor: que é a parte móvel
• Estator ou Carcaça: que é a parte fixa

Características construtivas
• O motor trifásico tem entre a sua composição duas principais partes: o rotor e o
estator.
• Rotor
• O rotor é a parte rotativa do motor, por onde é transmitida a energia mecânica. O rotor
possui um núcleo composto por chapas magnéticas que melhoram a permeabilidade
magnética. O enrolamento do rotor pode ser bobinado ou do tipo gaiola de esquilo.
• Quando o enrolamento do rotor é do tipo bobinado, ele possui um enrolamento
trifásico fechado internamente em estrela. No rotor gaiola de esquilo, os condutores

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de cobre ou alumínio têm formas de barras e estão curto-circuitados por anéis


contínuos.

MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO:

▪ Carcaça;
ESTATOR ▪ Núcleo de Chapas;
1
▪ Enrolamento Trifásico.

▪ Eixo;
ROTOR ▪ Núcleo de Chapas;
2
▪ Barras e anéis de curto.

▪ Tampas; ▪ Rolamentos;
OUTRAS
▪ Ventilador; ▪ Placa de Identificação;
2 PARTES
▪ Caixa de ligação; ▪ Defletora, etc.

• CARCAÇAS

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NÚCLEO DE CHAPAS E ENROLAMENTO

ROTORES

ROTOR DE GAIOLA (INJETADO) ROTOR BOBINADO (ANÉIS)

ROTOR DE GAIOLA (BARRAS)


OUTRAS PARTES

ROLAMENTOS / VENTILADOR / DEFLETORA / CAIXA DE LIGAÇÕES

FLANGES TAMPAS
MOTOR ELÉTRICO

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PLACA DE IDENTIFICAÇÃO DO MOTOR ELÉTRICO


É o conjunto de informações que determinam as características nominais e de desempenho
dos motores, que são definidas pela norma NBR 7094.

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15

Estas placas de identificações são de fácil entendimento, não tem segredo nenhum.

Weg significa a marca do fabricante do motor, NBR. 15626


essa norma fixa os requisitos básicos a serem atendidos pelos motores de indução com
exceção daqueles motores mencionados em 1.3, antes essa norma era NBR 7094.

~3 Indica um motor trifásico de corrente alternada;

250 S/M Essa é a identificação da carcaça do motor elétrico;

11/01 Data de fabricação do motor; AY53872 Codificação e número de série da fabricação


do motor.

Motor de indução-gaiola: indica a descrição do motor: 60HZ, Frequência da rede elétrica que
se aplica a este motor. CAT N : Indica que este motor foi projetado para trabalhar com
cargas normais exemplo: Bombas, ventiladores, correias transportadoras etc. FS 1.00:
Significa o fator de serviço em que o motor poderá exceder sua carga nominal.

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KW(HP-CV)75(100) Indica a potência do motor elétrico em KW e CV. RPM: Indica a rotação


nominal do motor elétrico.

ISOL: Indica a classe de isolamento da bobina do motor, exemplo: Classe F=ISOL F-


Significa que a bobina deste motor suporta uma temperatura de até 105 °C. Existem outras
classes, são elas, classe B-130°C; classe F-155°C e classe H que suporta até 180°C. IP55:
Indica o grau de proteção do motor contra penetração de corpos estranhos em seu interior,
exemplo: Poeiras e líquidos; o que possuem IP55 tem proteção total contra qualquer corpo
estranho em seu interior. ALT: É a altura máxima de trabalho considerando o nível do mar.

220/380/440V: Tensões nominais em que o motor poderá ser ligado. 245-corrente nominal
em 220V; 142-corrente nominal em 380V. 123-corrente nominal em 440V; A= representa a
unidade de medida da corrente elétrica.

S1-É o regime de trabalho do motor; exemplo: S1 significa regime de trabalho contínuo de um motor
elétrico; S2 - regime de tempo limitado. MAX AMB- Significa temperatura máxima ambiente de
trabalho do motor, a maioria dos motores são projetados para 40°C.

Fechamento da bobina do motor para que ele funcione em cada tensão; nota. Para cada
tensão tem um fechamento de bobina diferente.

6314-C3- Indica o número do rolamento. POLYREX EM-ESSO- E a graxa que deverá ser
usada para lubrificar os rolamentos do motor. Nota. Só usa em motores que vem com pino
graxeira. 27g- Indica a quantidade de graxa que deverá ser usado em cada rolamento.
9789h- Indica o intervalo para próxima lubrificação. 462 Kg- Indica o peso do motor elétrico.
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Indica o rendimento do motor e o fator de potência 0,87.

– GRAU DE PROTEÇÃO (IP) - norma IEC 60529


É a indicação das características física dos equipamentos elétricos, referenciando-se a permissão da
entrada de corpos estranhos para seu interior. É definido pelas letras IP seguidas por dois algarismos
que representam:
1º algarismo: indica o grau de proteção contra a penetração de corpos sólidos estranhos e
contato acidental
0 - sem proteção
1 - corpos estranhos de dimensões acima de 50 mm
2 - corpos estranhos de dimensões acima de 12 mm
4 - corpos estranhos de dimensões acima de 1 mm
5 - proteção contra acúmulo de poeiras prejudicial ao equipamento
6 - proteção total contra a poeira
2º algarismo: indica o grau de proteção contra a penetração de água no interior do
equipamento:
0 - sem proteção
1 - pingos de água na vertical
2 - pingos de água até a inclinação de 15º com a vertical
3 - água de chuva até a inclinação de 60º com a vertical
4 - respingos de todas as direções
5 - jatos de água de todas as direções
6 - água de vagalhões
7 - imersão temporária
8 - imersão permanente

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Medição da Resistência de Isolamento (dados da WEG)

*Conceito mínimo para aceitação da máquina.

b) Motores de corrente alternada


Um motor de corrente alternada (CA) é um motor elétrico que é alimentado por corrente
alternada. Os motores elétricos convertem eletricidade em trabalho mecânico rotativo por
meio da interação dos campos magnéticos do estator e do rotor.
1. Eles são simples, robustos e exigem menos manutenção em comparação com os
motores de corrente contínua (CC).
2. Podem ser ligados diretamente à rede elétrica sem a necessidade de um
dispositivo de conversão.
3. Variação de velocidade pode ser alcançada com o uso de inversores de
frequência.
Tipos de motores de corrente alternada
• Motor síncrono: Funciona com velocidade fixa; utilizado somente para grandes
potências (devido ao seu alto custo em tamanhos menores) ou quando se necessita
de velocidade invariável.
A velocidade de rotação do rotor é constante e proporcional à frequência da
tensão da corrente elétrica à qual está conectado. Essa velocidade é conhecida
como "velocidade de sincronização".

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• Motor assíncrono ou motor de indução

O motor assíncrono tem a característica de que a velocidade de rotação do rotor é


menor do que a velocidade com que gira o campo magnético giratório causado
pela corrente elétrica que flui através da bobina do estator.
Este tipo de motor também é conhecido como motor de indução porque pode
funcionar como alternador. Se aplicarmos uma força externa ao rotor para que
adquira uma velocidade de rotação

superior à do campo magnético do estator, o motor funciona como se fosse um


gerador elétrico assíncrono.
É comumente utilizado para aplicativos que:
Eles precisam de pequenos poderes
A facilidade de uso é priorizada em relação ao uso de um motor síncrono que
requer um inversor de corrente. Neste caso, o motor assíncrono é mais
ineficiente. Porém, a eficiência desses motores depende da potência máxima e
diminui com o aumento do número de polos. Normalmente, para motores
trifásicos, essa variação é de 0,67 a 0,97 para motores maiores.

• Motor universal

O motor universal é um tipo de motor que funciona com corrente alternada


monofásica, mas também pode funcionar com corrente contínua (DC) .
Sua estrutura se assemelha a de um motor em série de corrente contínua (DC)
com algumas variações:
A utilização deste motor monofásico é muito comum, pois possui um torque de
partida superior em relação aos motores de indução. Outra vantagem é a alta
velocidade de rotação que facilita a redução do tamanho do motor e do preço. O
uso mais difundido é em máquinas pequenas e portáteis de todos os tipos .

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20

• O fator de potência, indicado por cos ϕ, onde ϕ é o ângulo de defasagem da tensão


em relação à corrente, é a relação entre a potência real (ativa) P e a potência
aparente S
P P (kW) x 1000
cos ϕ = ——— = —————————
S 1,73 x U . I

Assim,
- Carga Resistiva: cos ϕ = 1
- Carga indutiva: cos ϕ atrasado
- Carga Capacitiva: cos ϕ adiantado
Os termos, atrasado e adiantado, referem-se à fase da corrente em relação à fase da
tensão.
Rendimento

• O motor elétrico absorve energia elétrica da linha e a transforma em energia


mecânica disponível no eixo.
• O rendimento define a eficiência com que é feita esta transformação.
• Chamando “Potência útil” Pu a potência mecânica disponível no eixo e
“Potência absorvida” Pa a potência elétrica que o motor retira da rede, o rendimento será a
relação entre as duas, ou seja:
Pu (W) 736 x P (cv) 1000 x P (kW)
η = ——— = ——————— = ———————
Pa (W) 1,73 . U . I. cos ϕ 1,73 . U . I . cos ϕ

• Velocidade síncrona (ns)


A velocidade síncrona do motor é definida pela velocidade de rotação do campo
girante, a qual depende do número de polos (2p) do motor e da frequência (f) da rede,
em hertz.
• O campo girante percorre um par de polos (p)
a cada ciclo. Assim, como o enrolamento tem polos ou “p” pares de polos, a
velocidade do campo será:

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21

60 x f 120 x f
ns = ———— = ———— ( rpm )
p 2p

• a) Qual a rotação síncrona de um motor de 6 polos, 50Hz?


120 x 50
ns = ———— = 1000 rpm
6
• b) Motor de 12 polos, 60Hz?
120 x 60
ns = ———— = 600 rpm
12
• 1) Qual a rotação síncrona de um motor de 12 polos, 50Hz?
60 x 50
ns = ———— = 500 rpm
6
• b) Motor de 8 pólos, 60Hz?
60 x 60
ns = ———— = 900 rpm
4
Escorregamento ( s )
• É a diferença entre a velocidade do campo girante e a do rotor. Geralmente o
escorregamento é expresso percentualmente em relação à velocidade de
sincronismo. Seu valor é baixo quando o motor funciona a vazio.
ns - n ns - n
s (rpm) = ns - n ; s = ——— ; s ( % ) =——— x 100
ns ns
• Para um dado escorregamento s(%), a velocidade do motor será, portanto
S(%)
n = ns x ( 1 - ——— )
100

• Qual o escorregamento de um motor de 4 polos, 60Hz, se sua velocidade é de 1760


rpm?

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22

60 x 60
ns= ——————
2
ns = 1800 rpm

• Qual o escorregamento de um motor de 4 polos, 60Hz, se sua velocidade é de 1760


rpm?
1800 - 1760
s ( % ) = —————— x 100
1800
s ( % ) = 2,2%

• onde:
• s = escorregamento, em %;
• ns = velocidade síncrona;
• n = velocidade do rotor.
O rotor do motor à plena carga dá um escorregamento que varia de 3% para os
motores potentes até 6% para os de pequena potência.

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23

• O sistema
• No Brasil, o sistema de alimentação pode ser monofásico ou trifásico. O sistema
monofásico é utilizado em serviços domésticos, comerciais e rurais, enquanto o
sistema trifásico, em aplicações industriais, ambos em 60Hz.
Monofásico
• As tensões monofásicas padronizadas no Brasil são as de 127V (conhecida como
110V) e 220V.
• Frequência nominal (Hz)
É a frequência da rede para a qual o motor foi projetado.
Ligação em frequências diferentes
• Motores trifásicos bobinados para 50Hz poderão ser ligados também em rede de
60Hz.
• a) Ligando o motor de 50Hz, com a mesma tensão, em 60Hz
- a potência do motor será a mesma;
- a corrente nominal é a mesma;
- a corrente de partida diminui em 17%;
- o conjugado de partida diminui em 17%;
- o conjugado máximo diminui em 17%;
- a velocidade nominal aumenta em 20%.
Quando o motor for ligado em 60Hz com o enrolamento 50Hz, poderemos aumentar a
potência em 15% para II polos e 20% para IV, VI e VIII polos.
Trifásico
As tensões trifásicas mais usadas nas redes industriais são:
• Baixa tensão: 220V, 380V e 440V
• Média tensão: 2.300 V, 4.160 V e 6.600 V
O sistema trifásico estrela de baixa tensão, consiste em três condutores de fase (L1, L2,
L3) e o condutor neutro (N), sendo este, conectado ao ponto estrela do gerador ou
secundário dos transformadores.

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24

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25

Motor Trifásico de Seis Terminais

Características
LIGAÇÃO DE MOTORES ELÉTRICOS DE 6 TERMINAIS
Seis terminais que possibilitam funcionar em duas tensões diferentes e comutar sentido de
rotação: horário e anti-horário.
Este motor pode ser ligado em duas tensões diferentes.
Possui 3 bobinas internas defasadas fisicamente e eletricamente em 120°.
Pode ser ligado em Triângulo (menor tensão) ou estrela (maior tensão).
Ligação Triângulo
Este tipo de ligação é feito para ligar o motor na menor tensão existente. A ligação triangulo é feita
ligando o começo de uma bobina no final da outra.
Ligação: (1e 6); (2 e 4); (3 e 5). Após essas conexões, cada par é conectado por uma fase do
sistema trifásico (L1, L2 e L3). Resumindo, nessa ligação estamos conectando as bobinas em
paralelo.

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26

Uma característica do sistema trifásico que não podemos esquecer, é que o fechamento triângulo
possuirá um mesmo valor de tensão de linha e tensão de fase. Já as correntes de linha e de fase
terão valores diferentes.

Ligação Estrela
Este tipo de ligação é feito para ligar o motor na maior tensão existente. Nesse tipo de ligação,
os terminais 4, 5 e 6, são ligados formando um ponto em comum, chamado de neutro. Os
terminais 1, 2 e 3 das partes iniciais das bobinas ficam disponíveis para serem conectadas
cada uma por uma fase do sistema trifásico (L1, L2 e L3).
Repare bem que, se fizermos a análise desse fechamento levando em consideração duas
fases, por exemplo, entre L1 e L2, temos duas bobinas ligadas em série.

Uma característica do sistema trifásico que não podemos esquecer, é que o fechamento
estrela possuirá um valor de tensão de linha e um valor de tensão de fase. Já as correntes de
linha e de fase terão o mesmo valor.

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27

LIGAÇÕES ELÉTRICAS DOS MOTORES DE 9 TERMINAIS


a) MOTOR COM 9 TERMINAIS (220V/ 440V)

220 V 440 V

b) MOTOR COM 9 TERMINAIS (380V/ 760V)

380 V 760 V

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28

Obs: Nesse caso, são disponibilizados apenas 9 terminais na caixa de ligação de motor,
onde podemos conectá-las em duplo estrela e estrela ou duplo triângulo e triângulo.
Lembrando que os outros 3 terminais já se encontram fechados internamente no motor,
destacados em vermelho na figura.

LIGAÇÃO DO MOTOR TRIFÁSICO LIGAÇÃO DO MOTOR TRIFÁSICO


380 / 760 V 380 / 760 V
9 TERMINAIS – DUPLO ESTRELA 9 TERMINAIS – ESTRELA

L1 L2 L3 L1 L2 L3

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LIGAÇÃO DO MOTOR TRIFÁSICO LIGAÇÃO DO MOTOR TRIFÁSICO


220 / 440 V 220 / 440 V

9 TERMINAIS – DUPLO TRIÂNGULO 9 TERMINAIS – TRIÂNGULO

L1 L2 L3 L1 L2 L3

c) MOTOR COM 12 TERMINAIS (220V /380V/ 440V/ 760V)

1– 220 V 2- 380 V

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3- 440 V 4– 760 V

Obs: Nesse caso, são disponibilizados apenas 12 terminais na caixa de ligação do motor,
onde podemos conectá-las em duplo triângulo; duplo estrela; triângulo ou estrela.

LIGAÇÃO DO MOTOR TRIFÁSICO LIGAÇÃO DO MOTOR TRIFÁSICO


380 V 760 V
12 TERMINAIS – DUPLO ESTRELA 12 TERMINAIS – ESTRELA

L1 L2 L3 L1 L2 L3

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LIGAÇÃO DO MOTOR TRIFÁSICO LIGAÇÃO DO MOTOR TRIFÁSICO


220 V 440 V
12 TERMINAIS – DUPLO TRIANGULO 12 TERMINAIS – TRIANGULO

L1 L2 L3 L1 L2 L3

L1 L2 L3

1 7 2 8 3 9

4 10 5 11 6 12

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IDENTIFICAÇÃO DOS TERMINAIS DE UM MOTOR

1
= U
= U1 7
= U’
= U3

2
= V
= V1 8
= V’
= V3

3 = W = W1 9 = W’ = W3

4 = X = U2 10 = X’
= U4

5 = Y = V2 11 = Y’ = V4

6
= Z
= W2 12
= Z’
= W4

TESTE DE POLARIZAÇÃO DE UM MOTOR TRIFÁSICO DE 6 TERMINAIS


Dessa forma, a chance de acontecer a numeração correta é de aproximadamente 25%.
Enquanto não acertar a ligação correta, o motor estará em curto eletromagnético,
aquecendo o seu bobinado e podendo ocorrer a falha na isolação provocando um curto-
circuito interno.
A polarização magnética das bobinas do motor trifásico, é referente a identificação do polo
Norte (início de cada bobina) e ao polo Sul (final de cada bobina).

Sequência para identificarmos o início e o final de cada bobina:


1 – Identificar os terminais de cada bobina fazendo o teste de continuidade, utilizando um
multímetro;

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2 – Numerar os terminais de uma das bobinas (aleatoriamente obedecendo a sequência);

3 – ligar uma das bobinas não identificada em paralelo com um voltímetro na escala de 20
Vca e ligar a bobina numerada em série com a bobina que restou e alimentá-las com uma
tensão de 127 Vca ou 220 Vca;

4 – observar a indicação do voltímetro:


a – se a tensão for aproximadamente 0 V, significa dizer que a ligação série está em
oposição(invertida);
b - se a tensão variar de 5 a 10 V, significa dizer que a ligação está em série (correta),isto é,
o final da 1ª bobina está ligado com o início da 2ª bobina.
5 – numerar a 2ª bobina (2 e 5 ou 3 e 6);

6 – ligar o voltímetro na escala de 20 Vca em paralelo com a última bobina identificada e


ligar a 1ª bobina numerada em série com a bobina que estava ligada com o voltímetro e
alimentá-las com uma tensão de 127 Vca ou 220 Vca;

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7 - observar a indicação do voltímetro:


a – se a tensão for aproximadamente 0 V, significa dizer que a ligação série está em
oposição(invertida);
b - se a tensão variar de 5 a 10 V, significa dizer que a ligação está em série (correta),isto é,
o final da 1ª bobina está ligado com o inicio da 2ª bobina.
8 - numerar a 2ª bobina (2 e 5);

9 – agora é só escolher a tensão de trabalho e executar o fechamento dos terminais do


motor(triângulo ou estrela):

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DISPOSITIVOS DE MANOBRAS

DEFINIÇÃO: são dispositivos elétricos (chaves) destinados a estabelecer ou interromper a


corrente em um circuito elétrico.
1 - BOTOEIRA: A botoeira funciona interrompendo ou permitindo a passagem da
energia elétrica a partir do momento que ela for acionada. Se a função da botoeira for
ligar, quando ela for acionada e o circuito estiver desligado, ela irá ligar, caso a sua
função seja desligar, o circuito será desligado após o seu acionamento.

Existem botoeiras com diferentes modelos, dentre eles:

▪ As botoeiras com contatos NA ou NF


▪ As botoeiras com retenção ou sem retenção
▪ As botoeiras ligam/desligam conjugado
▪ As botoeiras cogumelo ou botão de emergência
▪ As botoeiras com chave
▪ Os contatos de selo

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- CONSTITUIÇÃO:
a – BLOCOS DE CONTATOS

contato NF
contato NA
b – BOTÃO PARA BOTOEIRAS

botão normal

botão saliente - botão de soco

- comutador de posições

- comutador com chave

IDENTIFICAÇÃO DOS BORNES DAS BOTOEIRAS


O símbolo dos botões é também representado com os contatos separadamente.
Há esquemas com identificação dos bornes com os números 1-2, 11-12 ou 21-22,
sempre com o final 1,2 para os contatos NF e, 3-4, 13-14 ou 23-24 para os
contatos NA sempre o final será 3,4.

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SIMBOLOGIA

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CÓDIGO DE CORES PARA BOTÕES

Verde/Preto: Simboliza partida da máquina (Ligar Motor)


Vermelho: Desligar um comando (Parar/Desligar/Emergência)
Amarelo: Inverter Sentido (Cancelar Operação)
Azul/Branco: Qualquer situação que não se aplica as cores acima

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2 - CHAVE MAGNÉTICA
a – DEFINIÇÃO: é um dispositivo de manobra mecânico, acionado eletromagneticamente,
construído para uma elevada frequência de manobras e cujo arco é extinto no ar.
b – TIPOS:
1 – Contator tripolar: é destinado a efetuar o comando dos diversos tipos de cargas das
instalações industriais (motores, capacitores, etc.)
a - Contatos: são os elementos encarregados de realizar a principal função de um contactor,
que é estabelecer, conduzir ou interromper a corrente elétrica. Em um mesmo contactor
podem-se distinguir dois tipos de contatos:
- contatos principais, destinados a abrir ou fechar os circuitos principais ou de
potência;
- contatos auxiliares, destinados a abrir ou fechar circuitos de comando,
sinalização, ou seja, circuitos auxiliares.
- Simbologia (é representado pela letra K)
Bobinas para contator com um enrolamento

CONTATOR DE FORÇA
Os contatos principais ou de força são representados por apenas um algarismo e os
contatos auxiliares são representados por dois algarismos, onde:

O 1º algarismo indica a sequência (nunca se repete);


O 2º algarismo indica a função:
Se: 1 contato NF
Se: 3 contato NA

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SIMBOLOGIA

2 – Contator auxiliar: é destinado a efetuar o comando de sinalização ou o comando de


outros contatores.
Simbologia (representado pela letra K);

Todos os contatos são representados por dois algarismos, onde:


O 1º algarismo indica a sequência;
O 2º algarismo indica a função:
Se: 1 contato NF
Se: 3 contato NA

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c - Constituição
1 – carcaça é a parte que aloja todos os componentes do contator;
2 – bobina é o enrolamento responsável pela criação de um campo magnético;
3 – núcleo magnético é o elemento responsável pela concentração das linhas de força do
campo magnético criado pela bobina;
4 – contatos são os elementos responsáveis em estabelecer ou interromper o circuito:
A – contatos fixos;
B – contatos móveis.
5 – suporte dos contatos móveis;
6 – mola interruptora é responsável pela velocidade de abertura dos contatos móveis;
7 – câmara de extinção do arco elétrico é o compartimento de um dispositivo de manobra,
que envolve os contatos principais.

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d - Categorias de Emprego de Contatores


A norma técnica IEC 947-4 estabeleceu as categorias de emprego para a utilização de
contatores e, com essas categorias, fica estabelecida a corrente máxima que o contator
deve suportar.
Estas categorias possuem a denominação AC (Corrente alternada) ou DC (Corrente
contínua).
Basicamente elas dependem do tipo de carga que está sendo acionado e da forma como
essa carga é acionada. Em seguida uma explanação de cada uma das que são do nosso
interesse.
AC1
Se aplica a todos os aparelhos de corrente alternada com fator de potência maior do que
95%. Nesta situação a corrente elétrica do fechamento e da abertura do contator é igual a
corrente nominal da carga, visto que não há transitórios.
AC2
Esta categoria é utilizada para sistemas de frenagem em contracorrente e para
acionamentos a impulsos em motores de anéis. Ao fechar, o contator estabelece uma
corrente próxima a 2,5 vezes a corrente nominal do motor. Na abertura ele deve ser capaz
de abrir a corrente nominal do motor em tensão próxima a da rede.
AC3
Ela abrange os motores de indução de gaiola cuja interrupção se efetua com o motor em
regime. No fechamento o contator deve suportar a corrente de partida do motor que gira em
torno de 5 a 7 vezes a corrente nominal. Na abertura ele interrompe a corrente nominal do
motor sob uma tensão de, aproximadamente, 20% da tensão nominal da rede.
Ex: Elevadores, escadas rolantes, correias transportadoras, compressores de todos os tipos,
bombas, misturadores, climatizadores, etc. Em geral, qualquer aplicação feita com motores
de indução trabalha neste regime.
AC4
Esta classe diz respeito aos sistemas de frenagem por contracorrente e sistemas de partida
por impulsos em motores tipo gaiola ou de anéis. O contator fecha sob um pico de corrente
da ordem de 5 a 7 vezes a corrente nominal do motor quando ele abre, interrompe uma
corrente de mesma magnitude e tensão tanto maior quanto for a velocidade do motor. Esta
tensão pode ser igual a tensão da rede, portanto, o desligamento é severo e exige muito do
contator.
Ex: Máquinas de impressão, trefiladeiras, levantamento de cargas, metalurgia

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DC1
Ela se aplica a todos os aparelhos utilizados em corrente contínua cuja constante de tempo
(L/R) seja menor ou igual a 1ms.
DC3
Esta categoria rege a partida e a frenagem em contracorrente bem como o acionamento por
impulsos dos motores shunt (Constante de tempo em torno de 2ms). No fechamento o
contator precisa suportar uma corrente em torno de 2,5 vezes a corrente nominal do motor.
Na abertura ele deve ser capaz de suportar uma corrente de 2,5 vezes a corrente de partida
do motor sob uma tensão próxima a nominal. Em função dessa característica, o
desligamento se torna muito difícil.
DC5
Esta categoria diz respeito a partida e frenagem em contracorrente bem como o
acionamento por impulsos dos motores tipo série (Constante de tempo em torno de 7,5ms).
O contator fecha sob um pico de corrente que pode atingir até 2,5 vezes acorrente nominal
do motor. Quando ele abre, ele interrompe essa mesma corrente sob uma tensão tanto mais
forte quanto menor for a velocidade do motor. Trata-se de um desligamento muito severo.

IMPORTANTE: Note que as categorias de utilização não têm relação com a quantidade de
vezes que a carga é acionada. Uma mesma carga pode ser acionada uma vez ao dia ou
centenas de vezes ao dia que sua classe de utilização não muda. A classe de utilização
depende unicamente do tipo de carga e da forma que a carga é acionada, mas não depende
de quantas vezes essa carga é acionada.
Para correta especificação de um contator é necessário saber os dados abaixo:

• Tipo de carga a ser controlada, exemplo: [motor, resistência, lâmpada (tipo de


lâmpada e quantidade)....];
• Tensão de alimentação da carga: valor da tensão em Vca Vcc;
• Tensão de alimentação do comando elétrico: Qual é a tensão da bobina do
contator (Valor em Vca ou Vcc);
• Valor da corrente nominal e qual é a classe de trabalho, exemplo: (AC1 – AC3 – DC1
– DC5...) ou potência nominal e classe de trabalho, exemplo: (AC1 – AC3 – DC1 –
DC5...);
• Tipo do contator, exemplo: (Tripolar- 3P , Tetrapolar-4P, Auxiliar);
• Quantidade de contatos auxiliares, (contatos NA e contatos NF).

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3 - CHAVE FIM DE CURSO

Uma chave fim de curso é um termo genérico usado para referir-se a um comutador
elétrico que é capaz de ser atuado por uma força física.
A chave fim de curso consegue ser atuada por uma mínima força externa, tem baixo custo
de aquisição e consegue desempenhar a sua função em um circuito várias vezes! Em
média, o número de atuações de uma chave fim de curso ultrapassa o valor de 1 milhão de
ciclos, podendo chegar em até 10 milhões de ciclos, dependendo do modelo.

chave fim de curso é um dispositivo eletromecânico que consegue determinar que um motor
ou outra estrutura ligada ao seu eixo, chegou ao fim do seu campo de acionamento, ou seja,
chegou ao fim do seu curso.

S S

b – Função:
1 – controle,
2 – comando,
3 – segurança.

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4 - TEMPORIZADORES

O relé temporizador, timer ou relé de tempo, como também é chamado, pode ser
definido como um dispositivo que é capaz de fazer processos de comutação através
da manipulação de tempo.

Mas o que isso quer dizer? Isso significa que manipulando o tempo antes, durante ou
após o seu acionamento, o relé temporizador comuta os seus contatos e consegue
realizar funções como:
– Tipos quanto ao funcionamento:
1 – Eletrônicos: Contato reversível Dois contatos

2 – Motorizados: Contato reversível Dois contatos

3 – Pneumáticos:
Este temporizador permite o retardo de um sinal pneumático; um período ajustável que passa
entre o aparecimento do sinal de controle pneumático e o sinal de saída.

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c – Tipos quanto a ação:

1 – Ton (Retardo na Energização - on delay) – Após a energização do relé, inicia-se a


contagem do tempo ajustado. Decorrido este período, ocorrerá a comutação dos contatos de
saída, os quais permanecem neste estado até que a alimentação seja interrompida.
a) Eletrônico:

b) Bloco temporizador pneumático:

É um dispositivo que não é considerado um relé, pois não possui bobina de


acionamento. Ele é montado diretamente na parte frontal do contator, sendo acionado
mecanicamente assim que o contator é energizado. Possui as funções de
temporização na energização e desenergização, similares aos relés eletrônicos.

O seu funcionamento é baseado na regulagem de um diafragma interno que utiliza o


ar para contar o tempo! Cada tipo de relé temporizador possui uma simbologia
específica, e o Mundo da Elétrica já ensinou isso!

Porém, em geral, são usados os símbolos dos relés temporizadores on delay e off
delay, assim como pode ser visto na imagem abaixo.

2 – Toff (Retardo na Desenergização – off delay) – Com o relé alimentado, a partir da


energização do terminal de comando os contatos de saída comutam instantaneamente. Ao
se retirar o comando, os contatos de saída retornam à condição original após decorrido o
período ajustado.

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a) Eletrônico:

b) Bloco temporizador pneumático:

OBS: Porém, em geral, são utilizados os símbolos dos relés temporizadores on delay
e off delay eletrônicos.

SIMBOLOGIA

Funções de temporização dos temporizadores:


• RTW- RE: Retardo na energização
• RTW- PE: Pulso na energização
• RTW- CI: Cíclico
• RTW- RD: Retardo na desenergização
• RTW- ET: Estrela-triângulo
• RTW- CIL: Cíclico 1 ajuste ligado
• RTW- CID: Cíclico 1 ajuste desligado
• RTW- CIR: Cíclico 2 ajustes ligado
• RTW- RDI: Retardo na desenergização sem comando
• ERWT-MF1 / MF2: Multifunção com 8 funções configuráveis, multitemporização com
ajuste de 0,1 s até 10 dias e multitensão de 24-240 V CA/CC (50/60 Hz)
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5 - SENSORES DE Proximidade
a) – DEFINIÇÃO: são dispositivos eletrônicos utilizados para detecção de objetos,
corpos ou volumes, sem que haja contato físico entre o objeto detectado e o sensor.
• Os sensores de proximidade são divididos em três principais grupos, conforme
características construtivas e o tipo de material que são capazes de detectar:
1 - Sensor infravermelho – os objetos são detectados a partir de reflexão de raios de
luz infravermelha e, logo depois, é acionado um circuito elétrico.

2- Sensor capacitivo – se utiliza no princípio dos capacitores para detectar a presença


de objetos próximos. Uma placa é ligada a um oscilador de radiofrequência que
detecta as alterações, quando há variações na distância entre placa e objeto, é
emitido um sinal para o mecanismo. É versátil e identifica variados materiais como
papel, plástico, vidro e até líquidos.

3- Sensor indutivo – utiliza-se de campos magnéticos para detectar a presença de


objetos metálicos. É o modelo mais sensível e instalado em fábricas.

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DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO

DEFINIÇÃO: são dispositivos inseridos nos circuitos elétricos com objetivo de interromper a
passagem de corrente em casos de anormalidades, tais como:
• Curto-circuito – ligação entre dois pontos do circuito com impedância desprezível.
Normalmente a corrente é 10 vezes maior que a nominal.
• Sobrecorrente - nível de excesso de corrente em relação a corrente nominal.
• sobrecarga - é quando a intensidade de corrente de um circuito ultrapassa o valor
para o qual ele foi dimensionado. Ou seja, quando ultrapassa a quantidade de
corrente que ele é capaz de suportar.
• Ausência de uma das fases ou do neutro num sistema trifásico.

1 – FUSÍVEL

a – definição é um dispositivo usado com o objetivo de limitar a corrente elétrica de um


circuito, proporcionando sua interrupção em casos de curto – circuito ou sobrecarga de
longa duração.

Os fusíveis são dispositivos destinados à proteção elétrica. Servem para interromper ou


desligar o circuito e proteger a instalação elétrica, no caso de curtoscircuitos1 e
sobrecargas2 de longa duração. Uma vez rompidos (queimados), não
é possível reestabelecer novamente o funcionamento sem substituí-los, pois não
são reaproveitáveis.
Os dispositivos eletroeletrônicos são identificados por símbolos definidos por
normas. Para representar todos os dispositivos apresentados neste livro, utilizaremos as
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normas da ABNT e da IEC (International Electrotechnical Commission), ou


Comissão Eletrotécnica Internacional)

Os fusíveis são classificados e especificados de acordo com a velocidade de


atuação, podendo ser de ação retardada, rápida ou ultrarrápida. A seguir, conheça
esses fusíveis e suas aplicações mais usuais.

a) Fusíveis de ação retardada (especificação “aM”): oferecem proteção contra curtos-


circuitos aos circuitos sujeitos a picos3 elevados de corrente, tais
como: circuitos que alimentam os primários de transformadores ou eletroí-
mãs, e circuitos de partida de motores assíncronos. Toleram esses picos de
corrente durante a energização ou partida dessas cargas sem queimar, porém interrompem
o circuito em casos de curto-circuito. Esses fusíveis são
inadequados para proteção dos circuitos contra sobrecarga.

b) Fusíveis de ação rápida (especificação “gG”): oferecem proteção contra


curtos-circuitos nos circuitos que não estão sujeitos a picos de corrente
consideráveis, tais como: circuitos resistivos de fornos elétricos e outros
sistemas de aquecimento por resistência elétrica. Esse fusível também protege contra
sobrecargas. Sua especificação antiga era gL, por isso encontramos ainda a especificação
gL-gG indicada na face dos fusíveis.

c) Fusíveis de ação ultrarrápida (especificação “aR”): são destinados à


proteção de circuitos com equipamentos eletrônicos tiristorizados4, como
os circuitos de sistemas de controle de velocidade de motores elétricos.
Os fusíveis utilizados em painéis de comando, quanto a sua forma construtiva,
são de dois tipos:
a) D – também conhecidos por Diametral ou Diazed;
b) NH.
Vamos conhecer melhor cada um deles.

3.1.1 FUSÍVEIS TIPO D


São fusíveis de baixa tensão que abrangem a faixa de corrente nominal5 de 2 A

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a 63 A que possuem capacidade de interromper de modo seguro (capacidade de


ruptura6) correntes de até 70 kA, ou seja, 70.000 A.

Observe um deles na figura abaixo:

Fusível tipo D
Fonte: SENAI-SP (2013)

Esses fusíveis são muito utilizados para proteção do circuito de comando e de motores
elétricos, devido à sua ação de efeito retardado que suporta o pico da corrente de partida.
Observe no quadro 3 os valores de corrente dos fusíveis tipo D, e as cores do indicador de
queima (espoleta), correspondentes.

Valores padronizados de correntes e cores das espoletas dos fusíveis tipo D

Partes que compõem o conjunto do fusível tipo D


Fonte: SENAI-SP (2013)

Os fusíveis vêm acompanhados de um conjunto de componentes que possibilita sua


instalação nos trilhos DIN dos painéis de comando. Esse conjunto é composto de: base de
porcelana, anel de porcelana, parafuso de ajuste, fusível e tampa, conforme vemos na figura
acima.

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Quando você for efetuar as ligações nas bases dos fusíveis, lembre-se que o fio da rede
deve ser conectado ao terminal metálico que tem contato com a base do parafuso de ajuste;
já o fio que vai para a carga deve ser conectado ao terminal que tem contato com a rosca
metálica da base. Observe a figura abaixo.

b – tipos:

• Fusível NH: são utilizados para proteger instalações elétricas industriais de


sobrecorrentes de curto-circuito. Sua categoria de utilização é “gL/gG”, e podem ter
seis tamanhos diferentes. Atendem correntes nominais de 6 a 1250A. São
limitadores de corrente e possuem alta capacidade de interrupção (120KA em até
690VCA).
• Fusível D: são utilizados para proteger instalações elétricas de curto-circuito. São
seguros e podem ser manuseados sem risco de choque. Sua categoria de
utilização é “gL/gG” e podem ter 3 tamanhos diferentes. Atendem a correntes
nominais de 2 a 100A, com capacidade de interrupção de 20A – 100kA e de 25 a
63A – 50 a 70 kA.
• Fusíveis ultra rápidos: São utilizados para proteger circuitos retificadores e
conversores de frequência.

tipos quanto a ação:

1 – Ação rápida

São destinados a proteção de circuitos em que não ocorre variação considerável de corrente
quando do acionamento do circuito. Ex. circuitos puramente resistivos.

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2 – Ação retardada

São fusíveis que suportam por alguns segundos a elevação do valor da corrente. Caso típico
que ocorre na partida de motores em que a corrente de partida pode atingir de 5 a 7 vezes a
corrente nominal.

3 – Ação ultrarrápida

São fusíveis que suportam por alguns milissegundos a elevação do valor da corrente. Caso
típico que ocorre nos circuitos que utilizam semicondutores de potência. ex.: Soft starter e
Inversores de frequência.

Características do fusível

O fusível possui algumas características que são muito importantes no momento da sua
aquisição. Essas características, geralmente estão descritas no corpo do fusível, e são elas:

▪ Corrente nominal: corrente elétrica para a qual o fusível foi desenvolvido para
trabalhar.
▪ Corrente de ruptura: valor da corrente que causa a interrupção do fornecimento da
energia elétrica, por parte do fusível, no circuito.
▪ Curva característica: relação entre o valor da corrente elétrica e o tempo necessário
para que o fusível interrompa o circuito.
▪ Elo fusível: tipo do material metálico que forma o elo interno do fusível, elo este que
se funde quando necessário.

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Para entender melhor esta utilização de acordo com a classificação, vamos mostrar alguns
exemplos.

▪ “aM” – A primeira letra é um a minúsculo que indica que a atuação é contra curto. A
segunda letra é M maiúsculo que indica que este fusível é para proteção de motores.
▪ “gL/gG” – A primeira letra é um g minúsculo que indica que a atuação é contra
sobrecarga e curto. A segunda letra é L e G que indica que este fusível é para
proteção de cabos e uso geral.
▪ “aR” – A primeira letra é um a minúsculo que indica que a atuação é contra curto. A
segunda letra é um R maiúsculo que indica que este fusível é para proteção de
semicondutores.

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Curva característica dos fusíveis:

SIMBOLOGIA

Os fusíveis NH são utilizados para proteger as instalações elétricas


industriais de sobrecorrentes e curtos-circuitos. Eles possuem a
categoria de utilização “gL/gG”, podem ter até seis tamanhos
diferentes e possuem alto valor de corrente de ruptura, sendo 120KA
em 690VCA.

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57

O fusível diazed possui um indicador visual para indicar que a liga


metálica se fundiu. Os fusíveis diazed são encontrados na faixa de 2 à
100 amperes de corrente nominal, enquanto a sua corrente de ruptura é
da ordem de 100 KA. São utilizados em instalações elétricas que
demandam uma maior confiabilidade e agem de forma rápida ou
retardada.
O fusível neozed caracteriza-se por ter uma dimensão menor do
que a dimensão comum dos demais fusíveis. A sua curva
característica indica que a sua ação, em caso de curto-circuito ou
sobrecarga, é retardada. O fusível neozed é empregado em redes
de energia elétrica e em circuitos de comando de motores.

Os fusíveis tipo D são bastante seguros, isso quer dizer que podem ser
manuseados, no momento da sua substituição, sem que o profissional
sofra um choque elétrico! O fusível tipo D enquadra-se na categoria de
utilização “gL/gG’’, podendo ser encontrado em três tamanhos diferentes.
Esse tipo de fusível possui uma faixa de corrente nominal de 2 a 100
amperes, e a corrente de ruptura na faixa de 20 a 100 KA.

o fusível do tipo ultra rápido possui como a sua principal característica,


a ação ultra rápida em casos de curto circuito e sobrecorrente. Ele é
empregado na proteção de circuitos retificadores e conversores de
frequência, pois os dispositivos usados nestes circuitos são bastante
sensíveis às irregularidades da rede elétrica.

Os fusíveis do tipo HH são empregados principalmente em cabines


primárias, fazem também a proteção de transformadores, banco de
capacitores e motores ligados em média tensão.

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58

O fusível tipo cartucho possui baixo valor aquisitivo, a sua base


possui a característica de se adequar à fusíveis com várias
capacidades de corrente nominal, o que coloca a instalação em
risco caso esta substituição seja feita de forma incorreta. Ele
também não segue as diretrizes estabelecidas nas normas NBR
5410 e NBR 11840.

O fusível silized, também conhecido como sitor, possui como


principal característica a sua ação ultra rápida em casos de
sobrecorrentes e curtos-circuitos. Devido à esta característica, o
fusível silized é empregado em circuitos com semicondutores, que
são sensíveis às oscilações na rede elétrica, como circuitos
retificadores e conversores de tensão.

2 - DISJUNTOR-MOTOR
Você já sabe como funcionam o disjuntor termomagnético e o relé térmico. O
funcionamento desses dispositivos é importante para entender o disjuntor-motor. Os
disjuntores-motores são dispositivos que, além de proteger as instalações elétricas contra
curtos-circuitos, protegem o motor contra sobrecargas. A figura abaixo, a seguir, apresenta
alguns modelos de disjuntores-motores.

Eles oferecem uma proteção eficiente, porque incorporam as funções de disjuntor e relé
térmico em um mesmo dispositivo. O símbolo do disjuntor-motor é mostrado na figura
abaixo.

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Simbologia do disjuntor-motor
Fonte: SENAI-SP (2013)

O disjuntor-motor possui também a função de seccionamento do circuito, ou seja,


ligar, desligar e proteger o equipamento diretamente. Por exemplo, no esmeril industrial de
bancada encontramos o disjuntor-motor instalado com essas finalidades.

3 – RELÉ TÉRMICO

Os relés térmicos, ou relés de sobrecarga, são dispositivos elétricos que têm a


finalidade de desenergizar o circuito e proteger o motor no caso de uma corrente
acima dos limites que o motor foi projetado a suportar (sobrecarga).
Os relés possuem terminais que são conectados às três fases, que funcionam
como sensores de corrente e terminais dos contatos NA e NF e que atuam abrindo
ou fechando o circuito de comando.
Os relés térmicos têm um ponto de ajuste da corrente que o instalador vai
ajustar com o mesmo valor da corrente nominal (In) do motor. Figura abaixo.

Detalhe do ajuste de corrente do relé térmico


Fonte: SENAI-SP (2013)

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A instalação física do relé térmico é feita conectando os terminais principais de


saída do contator às entradas do relé térmico, e as saídas principais do relé térmico ao
motor. Observe o símbolo do relé térmico a seguir.

Simbologias de relé térmico


Fonte: SENAI-SP (2013)

Os relés térmicos são dispositivos construídos para proteger, controlar ou comandar um


circuito elétrico, atuando sempre pelo efeito térmico provocado pela corrente elétrica.

O relé térmico ou relé bimetálico de sobrecarga, é muito usado na proteção dos motores
elétricos de possíveis anomalias, como sobrecarga de correntes prolongadas,
sobreaquecimento e falta de fase.

Quando o motor trava o seu eixo ou está trabalhando com muita carga, ele solicita mais
corrente da rede elétrica para tentar compensar o peso requerido, resultando em um
trabalho acima das especificações nominais.

Dessa maneira, o motor fica mais suscetível a danos em suas bobinas, sobreaquecimentos
e até mesmo, um provável derretimento na sua isolação, condições que podem provocar
curtos-circuitos internos.

O relé térmico é muito utilizado, uma vez que após acionado, ele trava e impede o
acionamento do motor novamente. Dessa forma, só é possível ligar o motor novamente
quando ocorrer uma ação manual de rearme!

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Alguns fatores são responsáveis pela atuação ou desarmamento do relé térmico, são eles:

▪ Travamento do rotor
▪ Curto-circuito entre as bobinas no rolamento interno
▪ Curto-circuito entre a bobina e a carcaça do motor
▪ Aumento da corrente acima do valor nominal

Contatos do relé térmico

Contatos principais

Os contatos principais recebem as três fases para a alimentação da carga e quando


acionados, conduzem a sua corrente nominal.

Identificados pelos algarismos 1, 3, 5 ou as letras L1, L2, L3 (linha) para a entrada da


alimentação. E 2, 4,6 ou T1, T2, T3 (terminal) para a saída até carga.

Contatos auxiliares

Os contatos auxiliares protegem o circuito de comando do motor trifásico e o circuito de


lógica do motor

Contato fechado

Os contatos fechados são usados para evitar que o usuário fique tentando ligar o
motor após o desligamento pelo relé, geralmente associado próximo ao botão de
emergência. Eles são identificados pelos números 95 e 96.

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Contato aberto

Os contatos abertos podem ser usados para sinalizar que o relé térmico está
acionado ou que existe um problema no circuito, através de uma lâmpada por
exemplo. Eles são identificados pelos números 97 e 98.
Somente rearme automático;
A

AUTO Rearme automático e possibilidade de


teste;

HAND Rearme manual e possibilidade de


teste;

H Somente rearme manual.

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4 - Relé falta de fase

O relé falta de fase nada mais é do que um dispositivo eletrônico de proteção que, sob
algumas circunstâncias ou acontecimentos, realiza o seccionamento do circuito, visando
proteger todos os componentes após ele.

O motor elétrico trifásico foi um dos principais motivos para a criação e construção desse
relé! Isso aconteceu porque o motor funciona com a alimentação das três fases do circuito
em conjunto. Mas se alguma delas apresentar inconsistência, falhar ou por algum motivo for
interrompida, o motor gera uma grande sobrecarga e consequentemente queima,
acarretando um enorme prejuízo!

Devido a isso, surgiu a necessidade de criar esse dispositivo de proteção que monitora as
três fases da alimentação do circuito, cessando imediatamente a energia sob as seguintes
circunstâncias:

▪ Quando há falta de alguma das fases


▪ Quando a tensão está acima do limite máximo
▪ Quando a tensão está abaixo do limite mínimo
▪ Quando há inconsistência em alguma das fases
▪ Quando há assimetria no ângulo das fases
▪ Quando a sequência das fases está incorreta (se o relé possuir esta função)
▪ Quando há falta do neutro (se houver neutro no circuito)
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Ao perceber algum desses gatilhos, o relé falta de fase rapidamente cumpre a sua função e
interrompe o circuito!

Ajuste de Sensibilidade

Na constituição do relé, existe uma parte responsável por ajustar a sensibilidade do


acionamento desse componente.

Para fazer este ajuste, basta energizar o relé e girar o trimmer ou o potenciômetro que fica
na frente dele no sentido horário, até que o relé desarme. Após isso, gire lentamente o
trimmer para o sentido horário até que o relé volte a ser ativado.

Este é o ponto exato em que o relé deve ficar configurado para reagir às variações da rede
elétrica!

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DIAGRAMAS ELÉTRICOS
DEFINIÇÃO: é a representação de uma instalação, ou parte dela, por meio de símbolos
gráficos.
Diagrama Unifilar: é aquele que representa de maneira simplificada os componentes e o
percurso de sua instalação por um único traço.
Diagrama Multifilar: este diagrama representa todo o sistema elétrico, em seus detalhes,
com todos os condutores.

Diagrama Multifilar:
1 - circuito de força: representa os elementos a serem acionados, ou seja, a carga do
circuito.
2 - circuito de comando: representa os elementos de proteção, sinalização e atuadores.
Diagrama Funcional : apresenta todo o sistema elétrico e permite interpretar, com clareza e
rapidez, o funcionamento ou sequência funcional dos circuitos.
Nota: os elementos de circuito contidos em um diagrama elétrico devem sempre ser
representados em seu estado normal (desligado).

SISTEMAS DE COMANDOS PARA MOTORES ELÉTRICOS

Ao ligar um motor elétrico em uma rede, deve-se obrigatoriamente seguir algumas


recomendações da concessionária local e de normas técnicas, a fim de conseguir que todo o
conjunto funcione com o máximo rendimento. As maneiras de ligar um motor são
basicamente divididas em dois grupos: partida direta e partida indireta. Já as formas de
comandar os motores são variadas, e não existe um esquema definido, somente padrões
(normas) de instalação.

A partida direta consiste em energizar o motor com a tensão de funcionamento desde o


instante inicial. É o sistema mais simples, fácil e barato de instalar, sendo também aquele
que oferece o maior conjugado de partida do motor. Porém, neste sistema, a corrente de
partida do motor é grande, fato que impossibilita sua aplicação com motores de potência
muito elevada. Existem limites de potência para cada tensão de rede, conforme
determinação da concessionária local, sendo na maioria dos casos de 5 cv nas redes de 220
V e de 7,5 cv nas redes de 380 V.

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1 - PARTIDA DIRETA: é o método mais simples que há, não emprega dispositivos especiais
de acionamento de motores.
É o método no qual o motor parte com valores de conjugado e corrente de partida plenos,
pois suas bobinas recebem a tensão nominal de trabalho.
Obs: a corrente de partida varia de 5 a 10 vezes a corrente nominal. Para dimensionamento
considera-se Ip = 7 x IN.
DESVANTAGENS:
- Acentuada queda de tensão no sistema de alimentação da rede;
- Exigência de superdimensionamento de condutores e dispositivos de manobras e
proteção.
- Limitações em relação a potência do motor.
DIMENSIONAMENTO
R

Categoria do contator:
AC1 – para circuitos resistivos;
AC2 – Motor com rotor bobinado
AC3 – Bombas e compressores
Irb = Ip
Irb = corrente de rotor bloqueado

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EX: dimensionar os dispositivos de manobras e proteção, para uma partida direta que
irá acionar um motor trifásico de IV polos, em rede elétrica de 380 V / 60 Hz;
In = 42,02 A
Ip / In = 7,5
RESOLUÇÃO:
Ip = 42,02 x 7,5 ==== Ip= 315 A
1 - f1 = 315 x 0,4 ===== f1 = 126 A
2 - K1 = 42 A === AC3 ;
3 - RT = 42 A

QUEDA DE TENSÃO

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ATIVIDADES:
1 - Dimensionar a secção do condutor elétrico;
EX: dimensionar os dispositivos de manobras e proteção e a secção do condutor elétrico,
para uma partida direta que irá acionar um motor trifásico com as seguintes características
de placa:
P= 5 CV E=380V FP=0,80
Rend. 0,80 IP/IN= 5
Calcule a secção do condutor de cobre para uma queda de tensão de 1 %, instalado a uma
distância de 60 m da fonte geradora.
Solução:
QDT = E . (%) / 100 R = QDT / IN
IN = P(w) / E . FP. n monofásico
IN = P(w) / E . FP. N . 1,732 trifásico
S = (ρ . l / R) . 2 monofásico S = (ρ . l / R) . 1,732 trifásico

SUBSTITUINDO:
1 - Cálculo da queda de tensão:
QDT = 380 . 1 / 100 QDT = 3,8 V

2 - Cálculo da corrente nominal:

IN = 5 . 736 / 380. 0,80. 0,80 . 1,732 IN = 3680/ 421 IN = 8,74 A

3 - Cálculo da resistência:
R = 3,8 / 8,74 R = 0,43 Ω

4 - Cálculo da secção do condutor:


S = (0,017 . 60/ 0,43) . 1,732
S = 2,37 . 1,732 S = 4 mm²

5 – Cálculo da corrente de partida


Ip =8,74 x 5 ==== Ip= 43,7 A
6 – Cálculo do Fusível de ação retardada:
f1 = 43,7 x 0,4 ===== f1 = 17,5 A
7 – Cálculo do Contator:
K1 = 8,74 A === AC3 ;
8 - Cálculo do Relé térmico

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RT = 8,74 A
2 - Dimensionar os dispositivos de manobras e proteção e a secção do condutor elétrico,
para uma partida direta que irá acionar um motor trifásico com as características da placa
abaixo:
Calcule a secção do condutor de cobre para uma queda de tensão de 1 %, instalado a uma
distância de 80 m da fonte geradora.
a) Cálculo para 220 V;
b) Cálculo para 380 V.

Solução:
QDT = E . (%) / 100 R = QDT / IN
IN = P(w) / E . FP. N . 1,732 trifásico
S = (ρ . l / R) . 1,732 trifásico

a) Cálculo para 220 V;


SUBSTITUINDO:
1 - Cálculo da queda de tensão:
QDT = 220 . 1 / 100 QDT = 2,2 V

2 - Cálculo da corrente nominal:

IN = 12,9 A

3 - Cálculo da resistência:
R = 2,2 / 12,9 R = 0,17 Ω

4 - Cálculo da secção do condutor:


S = (0,017 . 80/ 0,17) . 1,732
S = 8 . 1,732 S = 13,8 mm²
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5 – Cálculo da corrente de partida


Ip =12,9 x 5,5 ==== Ip= 70,95 A
6 – Cálculo do Fusível de ação retardada:
f1 = 70,95 x 0,4 ===== f1 = 28,38 A
7 – Cálculo do Contator:
K1 = 12,9 A === AC3 ;
8 - Cálculo do Relé térmico
RT = 12,9 A

b) Cálculo para 380 V.


Solução:
QDT = E . (%) / 100 R = QDT / IN
S = (ρ . l / R) . 1,732 trifásico

SUBSTITUINDO:
1 - Cálculo da queda de tensão:
QDT = 380 . 1 / 100 QDT = 3,8 V

2 - Cálculo da corrente nominal:

IN = 7,5 A

3 - Cálculo da resistência:
R = 3,8 / 7,5 R = 0,51 Ω

4 - Cálculo da secção do condutor:


S = (0,017 . 80/ 0,51) . 1,732
S = 2,67 . 1,732 S = 4,6 mm²

5 – Cálculo da corrente de partida


Ip =7,5 x 5,5 ==== Ip= 41,25 A
6 – Cálculo do Fusível de ação retardada:
f1 = 41,25 x 0,4 ===== f1 = 16,5 A
7 – Cálculo do Contator:
K1 = 7,5 A === AC3 ;
8 - Cálculo do Relé térmico
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RT = 7,5 A

3 - Dimensionar os dispositivos de manobras e proteção e a secção do condutor elétrico,


para uma partida direta que irá acionar um motor trifásico com as características da placa
abaixo:
Calcule a secção do condutor de cobre para uma queda de tensão de 3 %, instalado a uma
distância de 100 m da fonte geradora.
a) Cálculo para 220 V;
b) Cálculo para 380 V.

Solução:
QDT = E . (%) / 100 R = QDT / IN
IN = P(w) / E . FP. N . 1,732 trifásico
S = (ρ . l / R) . 1,732 trifásico

a) Cálculo para 220 V.


Solução:
QDT = E . (%) / 100 R = QDT / IN
S = (ρ . l / R) . 1,732 trifásico

SUBSTITUINDO:
1 - Cálculo da queda de tensão:
QDT = 220 . 3 / 100 QDT = 6,6 V

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2 - Cálculo da corrente nominal:

IN = 26,4 A

3 - Cálculo da resistência:
R = 6,6 / 26,4 R = 0,25 Ω

4 - Cálculo da secção do condutor:


S = (0,017 . 100/ 0,25) . 1,732
S = 6,8 . 1,732 S = 11,78 mm²

5 – Cálculo da corrente de partida


Ip =26,4 x 7,8 ==== Ip= 206 A
6 – Cálculo do Fusível de ação retardada:
f1 = 206 x 0,4 ===== f1 = 82 A
7 – Cálculo do Contator:
K1 = 26,4 A === AC3 ;
8 - Cálculo do Relé térmico
RT = 26,4 A
b) Cálculo para 380 V;
SUBSTITUINDO:
1 - Cálculo da queda de tensão:
QDT = 380 . 3 / 100 QDT = 11,4 V

2 - Cálculo da corrente nominal:

IN = 15,3 A

3 - Cálculo da resistência:
R = 11,4 / 15,3 R = 0,74 Ω

4 - Cálculo da secção do condutor:


S = (0,017 . 100/ 0,74) . 1,732
S = 2,3 . 1,732 S = 4,0 mm²

5 – Cálculo da corrente de partida


Ip =15,3 x 7,8 ==== Ip= 119 A
6 – Cálculo do Fusível de ação retardada:
f1 = 119 x 0,4 ===== f1 = 47,6 A
7 – Cálculo do Contator:
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75

K1 = 15,3 A === AC3 ;


8 - Cálculo do Relé térmico
RT = 15,3 A
4 - Dimensionar os dispositivos de manobras e proteção e a secção do condutor elétrico,
para uma partida direta que irá acionar um motor monofásico com as características da
placa abaixo:
Calcule a secção do condutor de cobre para uma queda de tensão de 2 %, instalado a uma
distância de 100 m da fonte geradora.
a) Cálculo para 220 V;
b) Cálculo para 440 V.

Solução:
QDT = E . (%) / 100 R = QDT / IN
S = (ρ . l / R) . 1,732 trifásico

a) Cálculo para 220 V;


SUBSTITUINDO:
1 - Cálculo da queda de tensão:
QDT = 220 . 2 / 100 QDT = 4,4 V

2 - Cálculo da corrente nominal:

IN = 25,5 A

3 - Cálculo da resistência:
R = 4,4 / 25,5 R = 0,17 Ω

4 - Cálculo da secção do condutor:

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76

S = (0,017 . 100/ 0,17) . 1,732


S = 10 . 1,732 S = 17,32 mm²

5 – Cálculo da corrente de partida


Ip =25,5 x 8,5 ==== Ip= 217 A
6 – Cálculo do Fusível de ação retardada:
f1 = 43,7 x 0,4 ===== f1 = 86,8 A
7 – Cálculo do Contator:
K1 = 25,5 A === AC3 ;
8 - Cálculo do Relé térmico
RT = 25,5 A
Solução:
QDT = E . (%) / 100 R = QDT / IN
S = (ρ . l / R) . 1,732 trifásico
b) Cálculo para 440 V
SUBSTITUINDO:
1 - Cálculo da queda de tensão:
QDT = 440 . 2 / 100 QDT = 8,8 V

2 - Cálculo da corrente nominal:

IN = 13,6 A

3 - Cálculo da resistência:
R = 8,8 / 13,6 R = 0,65 Ω

4 - Cálculo da secção do condutor:


S = (0,017 . 100/ 0,65) . 1,732
S = 2,61 . 1,732 S = 4,5 mm²

5 – Cálculo da corrente de partida


Ip =13,6 x 8,5 ==== Ip= 115,6 A
6 – Cálculo do Fusível de ação retardada:
f1 = 115,6 x 0,4 ===== f1 = 46 A
7 – Cálculo do Contator:
K1 = 13,6 A === AC3 ;
8 - Cálculo do Relé térmico
RT = 13,6 A
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77

5 - Dimensionar os dispositivos de manobras e proteção e a secção do condutor elétrico,


para uma partida direta que irá acionar um motor trifásico com as características da placa
abaixo:
Calcule a secção do condutor de cobre para uma queda de tensão de 2 %, instalado a uma
distância de 100 m da fonte geradora.
a) Cálculo para 220 V;
b) Cálculo para 380 V;
c) Cálculo para 440 V.

Solução:
QDT = E . (%) / 100 R = QDT / IN
S = (ρ . l / R) . 1,732 trifásico

a) Cálculo para 220 V;


SUBSTITUINDO:
1 - Cálculo da queda de tensão:
QDT = 220 . 2 / 100 QDT = 4,4 V

2 - Cálculo da corrente nominal:

IN = 24 A

3 - Cálculo da resistência:
R = 4,4 / 24 R = 0,18 Ω

4 - Cálculo da secção do condutor:


S = (0,017 . 100/ 0,18) . 1,732
S = 9,44 . 1,732 S = 16 mm²

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78

5 – Cálculo da corrente de partida


Ip = 24 x 9,3 ==== Ip= 223 A
6 – Cálculo do Fusível de ação retardada:
f1 = 223 x 0,4 ===== f1 = 89 A
7 – Cálculo do Contator:
K1 = 24 A === AC3 ;
8 - Cálculo do Relé térmico
RT = 24 A

a) Cálculo para 380 V;


SUBSTITUINDO:
1 - Cálculo da queda de tensão:
QDT = 380 . 2 / 100 QDT = 7,6 V

2 - Cálculo da corrente nominal:

IN = 13,6 A

3 - Cálculo da resistência:
R = 7,6 / 13,6 R = 0,56 Ω

4 - Cálculo da secção do condutor:


S = (0,017 . 100/ 0,56) . 1,732
S = 3,03 . 1,732 S = 5,25 mm²

5 – Cálculo da corrente de partida


Ip = 13,6 x 9,3 ==== Ip= 126,5 A
6 – Cálculo do Fusível de ação retardada:
f1 = 126,5 x 0,4 ===== f1 = 50,6 A
7 – Cálculo do Contator:
K1 = 13,6 A === AC3 ;
8 - Cálculo do Relé térmico
RT = 13,6 A

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79

c) Cálculo para 440 V;

SUBSTITUINDO:
1 - Cálculo da queda de tensão:
QDT = 440 . 2 / 100 QDT = 8,8 V

2 - Cálculo da corrente nominal:

IN = 12 A

3 - Cálculo da resistência:
R = 8,8 / 12 R = 0,73 Ω

4 - Cálculo da secção do condutor:


S = (0,017 . 100/ 0,73) . 1,732
S = 2,33 . 1,732 S = 4 mm²

5 – Cálculo da corrente de partida


Ip = 12 x 9,3 ==== Ip= 112 A
6 – Cálculo do Fusível de ação retardada:
f1 = 112 x 0,4 ===== f1 = 44,8 A
7 – Cálculo do Contator:
K1 = 12 A === AC3 ;
8 - Cálculo do Relé térmico
RT = 12 A

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80

2 - PARTIDA INDIRETA
PARTIDA INDIRETA A alta corrente de partida solicitada por motores trifásicos pode causar
queda de tensão e sobrecarga na rede, aquecimento excessivo dos condutores e uma série
de outros fatores prejudiciais à instalação elétrica. Isso piora à medida que aumenta a
potência dos motores. Nesses casos, deve-se ter a preocupação de reduzir a corrente de
partida do motor, aplicando-lhe uma tensão inferior à nominal no instante da partida. Assim,
a potência do motor fica reduzida e, consequentemente, sua corrente. Depois que o motor
atinge rotação nominal eleva-se sua tensão ao valor correto. Desta forma, não haverá
grande pico de corrente na partida.

Esses sistemas só terão efeito se forem comutados corretamente, ou seja, somente quando
o motor atingir rotação nominal troca-se para a tensão plena. Caso contrário, o segundo pico
de corrente que ocorre quando o motor passa a receber a tensão nominal será muito alto,
tornando o sistema sem função.

Caso a partida direta não seja possível, devido aos inconvenientes, pode-se utilizar sistema
de partida indireta para reduzir a corrente de partida:
• 1 - Partida estrela-triângulo(Y/∆);
• 2 - Partida compensadora;
• 3 - Partida eletrônica (soft-starter);
• 4 - Inversor de frequência;
1 - PARTIDA Y/∆: é o sistema de partida, no qual o motor parte com seus enrolamentos
conectados em “Y” até atingir uma velocidade próxima da nominal (90 %), em seguida seus
enrolamentos são conectados em “∆”.

É fundamental que o motor tenha a possibilidade de ligação em dupla tensão, ou seja, em


220/380V, em 380/660V ou 440/760V. Os motores deverão ter no mínimo seis bornes de
ligação.
De acordo com as normas prescritas pelas concessionárias de energia, aplica-se Y/∆, a
partir de 5 CV a 30 CV. (isso quando alimentada em redes elétricas de baixa tensão).
OBS: a Y/∆ só deverá ser aplicada em motores cuja menor tensão seja igual a tensão
de alimentação.

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81

• Na ligação estrela, a corrente fica reduzida para 33% da corrente de partida na


ligação triângulo.
• A chave estrela-triângulo em geral só poderá ser empregada em partidas da máquina
em vazio, isto é, sem carga. Somente depois de ter atingido pelo menos 90% da
rotação nominal, a carga poderá ser aplicada.
Estrela triângulo (automática) Vantagens:
• a) A chave estrela-triângulo é muito utilizada por seu custo reduzido.
• b) Não tem limite quanto ao seu número de manobras.
• c) Os componentes ocupam pouco espaço.
• d) A corrente de partida fica reduzida para aproximadamente 1/3.
Estrela triângulo (automática) Desvantagens:
• a) A chave só pode ser aplicada a motores cujos seis bornes ou terminais sejam
acessíveis.
• b) A tensão da rede deve coincidir com a tensão em triângulo do motor.
• c) Com a corrente de partida reduzida para aproximadamente 1/3 da corrente
nominal, reduz-se também o momento de partida para 1/3.
• d) Caso o motor não atinja pelo menos 90% de sua velocidade nominal, o pico de
corrente na comutação de estrela para triângulo será quase como se fosse uma
partida direta, o que se torna prejudicial aos contatos dos contatores e não traz
nenhuma vantagem para a rede elétrica.

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82

Funcionamento

O funcionamento da partida estrela triângulo é bem simples. Como já sabemos a sua


principal função é reduzir a corrente de pico no momento da partida, fazendo com que neste
exato momento da partida o motor esteja em fechamento estrela e após um pequeno tempo
os contatos irão comutar para o fechamento triângulo. Porém, só existe apenas uma
maneira de fazer esta redução e a melhor forma de reduzir essa corrente, é também
reduzindo o valor da tensão em cima de cada bobina, funcionando da seguinte maneira:

Usando um motor com alimentação 220/380 de seis terminais, nesse exemplo a tensão de
alimentação deverá ser igual a menor tensão do motor (220 V). Inicialmente é realizado o
fechamento do motor em estrela, dessa forma ele está preparado para receber uma tensão
de 380V, mas quando na verdade ele recebe uma tensão de 220V e consequentemente sua
corrente diminui. Com a diminuição da corrente de partida inevitavelmente também existe a
redução no torque do motor.

É possível afirmar que a corrente de partida será reduzida para 1/3 da corrente nominal e
respectivamente a redução de torque é na mesma proporção. Porém o motor não pode
permanecer longos períodos funcionando com a tensão reduzida e com o fechamento em

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estrela, por isso após alguns segundos a partida deve assumir o fechamento triângulo,
permitindo ao motor elétrico que receba uma tensão elétrica nominal de 220V em cada uma
de suas bobinas. É importante destacar que o tempo de mudança para o fechamento
triângulo é estabelecido pelo fabricante do motor.

1º momento:

Inicialmente o motor recebe a alimentação de 220V da rede de alimentação em seus


terminais, neste momento o motor está na configuração “fechamento estrela”,
proporcionado através do acionamento dos contatores K3 e K1 conforme a ilustração
abaixo:

Como dito anteriormente, a tensão inserida no motor neste instante é de 220V. No


entanto, sabemos que este fechamento existe para que seja possível a inserção do
nível de tensão de 380V, desta forma, a tensão elétrica é dividida internamente em
suas bobinas resultando em uma tensão de 127V (e deveria, teoricamente, ser de
220V). Ocorre então a redução da tensão elétrica no momento da partida do motor
reduzindo posteriormente a corrente elétrica de partida (Ip).

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NOTA: Com a diminuição da tensão nas bobinas e respectivamente a redução da


corrente de partida teremos inevitavelmente a redução do torque do motor. Podemos
afirmar que a corrente de partida será reduzida para 1/3 da corrente nominal, logo, se
a corrente de partida do motor for de 100A, com esta opção de partida em estrela
triângulo teremos uma corrente de 33A e respectivamente a redução de torque é na
mesma proporção, ou seja, diminui para 1/3 do torque nominal.

2º momento:

O motor não deve permanecer longos períodos funcionando com tensão reduzida e
fechado em estrela, por isto, após alguns segundos (estabelecido pelo fabricante do
motor) a partida deve assumir o fechamento triângulo permitindo ao motor elétrico que
receba tensão elétrica nominal de 220V em cada uma de suas bobinas. Portanto, na
partida estrela triângulo, após a partida do motor, teremos o fechamento triângulo
sendo executado pelos contatores K1 e K2, conforme figura a baixo:

NOTA1: para efeito de um dimensionamento mais econômico e assim aumentar a


vida útil dos contatores, deve-se iniciar a partida sempre com o contator que
fechar a estrela, para em seguida o contator de alimentação, utilizando também o

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sistema de intertravamento elétrico e se possível utilizar também o


intertravamento mecânico para maior segurança do sistema.

NOTA2: para um funcionamento perfeito, devemos obedecer a sequência de


ligação entre o contator de alimentação e o contator que faz o fechame nto em
triângulo. Pois, devemos entender que no exemplo acima, o contator K2 é o
responsável pelo fechamento em triângulo do motor e K1 pela alimentação.

1 – DIMENSIONAMENTO DA PARTIDA Y/∆:

ONDE:
a1 – chave seccionadora
I
f1 – fusível
K1 – contator de alimentação
K2 – contator de fechamento em triângulo
K3 – contator de fechamento em estrela
I2
I1 I3 f7 – relé térmico
I – corrente total do sistema
I1 – corrente no contator K1
f7
I2 – corrente no contator K2
I3 – corrente no contator K3

DIMENSIONAMENTO;
1 – FUSÍVEIS
Ip = (Ip / In) x In x 0,33
F1 ≥ 1,20 x In : configuração com seis fusíveis;
F1 ≤ In x 1,732
2 – CONTATOR
K1 = K2 ≥ IN x 0,58
K3 ≥ 0,33 x In
K1 = K2 = IN
Categoria:
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AC3 – Bombas e compressores


3 – RELÉ TÉRMICO
RT = IN x 0,58

EXEMPLO:
EX: dimensionar os dispositivos de manobras e proteção, de uma partida Y/∆ para acionar
um motor trifásico de 30 CV, IV polos, em rede elétrica de 380 V / 60 Hz;
In = 42,02
Ip / In = 7,5

RESOLUÇÃO:
1 - CÁLCULO DA CORRENTE DE PARTIDA
Ip = (Ip/In) x In x 0,33
Ip = 7,5 x 42,02 x 0,33
Ip = 104 A

2 - CÁLCULO DO FUSÍVEL

F1 = In x 1,732
F1 = 42,02 x 1,732 ===== 42,02 x 1,2
F1 = 73 A ===== 50 A

3 - CÁLCULO DOS CONTATORES

K1 = K2 = In
K1 = k2 = 42 A ==== AC 3
K3 = In . 0,33 ===== 42,02 . 0,33
K3 = 14 A ===== AC 3

4 - CÁLCULO DO RELÉ TÉRMICO

RT = In . 0,58
RT = 42,02 . 0,58
RT = 24 A

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EXEMPLOS PRÁTICOS:
1 – Dimensionar os dispositivos para o circuito da figura abaixo.

Informações da placa:
M1 – motor de indução trifásico; Potência = 30 CV;
Tensão nominal = 380 / 660 V; In = 43 / 25 A;
Ip / In = 6,4; FS = 1,15; Queda de tensão = 1 %;
Condutor de cobre; comprimento = 100 m.

RESOLUÇÃO:
1 - CÁLCULO DA CORRENTE DE PARTIDA
Ip = (Ip/In) x In x 0,33
Ip = 6,4 x 43 x 0,33
Ip = 90,82 A

2 - CÁLCULO DO FUSÍVEL

F1 ≤ In x 1,732; ===== F1 ≥ In x 1,20;


F1 ≤ 43 x 1,732; ===== F1 ≥ 43 x 1,2;
F1 ≤ 74,5 A. ===== F1 ≥ 51,6 A.
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Logo, o fusível a ser adotado será: F1 = 63 A


3 - CÁLCULO DOS CONTATORES

K1 = K2 = In
K1 = k2 = 43 A === K3 = In . 0,33 ===== 43 . 0,33 ==== K3 = 14,2 A;
Conforme o diagrama acima, teremos:

• K1 = Contator Tripolar; 43 A em AC3; 2 NA + 1 NF; Bobina para 220 VCA;


• K2 = Contator Tripolar; 43 A em AC3; 1 NA + 1 NF; Bobina para 220 VCA;
• K3 = Contator Tripolar; 14,2 A em AC3; 3 NA + 1 NF; Bobina para 220 VCA;

4 - CÁLCULO DO RELÉ TÉRMICO

RT = In . 0,58
RT = 43 . 0,58
RT = 25 A

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2 – Dimensionar os dispositivos para o circuito da figura abaixo.

Informações da placa:
M1 – motor de indução trifásico; Potência = 20 HP;
Tensão nominal = 380 / 660 V; In = 27 / 15,6 A;
Ip / In = 6,8; FS = 1,25; Queda de tensão = 2 %;
Condutor de cobre; comprimento = 120 m.

RESOLUÇÃO:
1 - CÁLCULO DA CORRENTE DE PARTIDA
Ip = (Ip/In) x In x 0,33
Ip = 6,8 x 27 x 0,33
Ip = 60,6 A

2 - CÁLCULO DO FUSÍVEL

F1 ≤ In x 1,732; ===== F1 ≥ In x 1,20;


F1 ≤ 27 x 1,732; ===== F1 ≥ 27 x 1,2;
F1 ≤ 46,76 A. ===== F1 ≥ 32,4 A.
Logo, o fusível a ser adotado será: F1 = 35 A

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3 - CÁLCULO DOS CONTATORES

K1 = K2 = In
K1 = k2 = 27 A === K3 = In . 0,33 ===== 27 . 0,33 ==== K3 = 8,9 A;
Conforme o diagrama acima, teremos:

• K1 = Contator Tripolar; 27 A em AC3; 2 NA + 1 NF; Bobina para 24 VCC;


• K2 = Contator Tripolar; 27 A em AC3; 1 NA + 1 NF; Bobina para 24 VCC;
• K3 = Contator Tripolar; 8,9 A em AC3; 3 NA + 1 NF; Bobina para 24 VCC;

4 - CÁLCULO DO RELÉ TÉRMICO

RT = In . 0,58
RT = 27 . 0,58
RT = 15,66 A,

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PARTIDA COMPENSADA: é o sistema de partida, no qual o motor parte com tensão


reduzida em seus enrolamentos conectados em “série” com um autotransformador, até
atingir uma velocidade próxima da nominal (80 %), em seguida seus enrolamentos são
conectados diretamente na tensão da rede elétrica.
Os motores deverão ter no mínimo três bornes de ligação.

De acordo com as normas prescritas pelas concessionárias de energia, aplica-se


compensadora, a partir de 30 CV, ou quando se faz necessário um torque elevado na
partida com redução da corrente de pico.

Na partida com chave compensadora é utilizado um autotransformador para fornecer uma


tensão reduzida nas bobinas do motor. Conhecendo a primeira Lei de Ohm, sabemos que
ao diminuir o valor de tensão em um circuito, o valor de corrente também será diminuído.

Depois que o motor alcança a sua velocidade nominal, as bobinas começam a receber a
tensão nominal da rede e o motor trabalha com toda a sua capacidade.

FUNCIONAMENTO:

Na partida com chave compensadora são utilizados dois contatores a mais do que seria
utilizado em uma partida direta.

O segundo contator liga as fases da rede nos terminais do autotransformador. Os terminais


do autotransformador são chamados de TAPs, e cada conjunto de três TAPs indica uma
porcentagem de tensão que será entregue ao motor.

O terceiro contator liga as fases que saem do autotransformador ao motor. Quando o


operador do circuito aperta o botão para colocar o circuito em funcionamento, a bobina do
segundo e do terceiro contator são energizadas.

Nessas condições o motor parte com a tensão reduzida, que sai do


autotransformador! Neste momento um relé temporizador começa a contar e quando chega
no tempo pré-determinado, este temporizador desativa o segundo e o terceiro contator,
ativando o primeiro que faz com que o motor receba a tensão da rede, como em uma partida
direta.

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O tempo que o relé temporizador leva para desativar os dois contatores é justamente o
tempo que o motor leva para alcançar a sua velocidade nominal.

Vantagens da partida compensadora

▪ Compatível com qualquer motor trifásico;


▪ Utiliza somente três fios do motor;
▪ O motor permanece energizado em todo o momento;
▪ Redução na corrente de partida;
▪ A partida do motor pode ser com carga.

Desvantagens da partida compensadora


• Limitação de manobras.
• Custo mais elevado em função do autotransformador.
• Maior espaço ocupado no painel devido ao autotransformador.

Autotransformador Trifásico de Partida:


Utilizado para partida de motores trifásico com tensão reduzida, porém mantendo o torque
do motor com carga.
Os modelos padronizados podem apresentar tap´s: 50%, 65% e 80% que reduzem a tensão
na partida proporcional ao respectivo percentual do tap´s utilizado.

Na compensadora, a redução da corrente de partida depende dos TAP’s do


autotransformador a ser utilizado.
• TAP’s de 50 % = redução para 25 % do seu valor de Ip;
• TAP’s de 65 % = redução para 42 % do seu valor de Ip;
• TAP’s de 80 % = redução para 64 % do seu valor de Ip.

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Autotransformador Trifásico de Partida

L1 L2 L3

Tabela para calcular contatores para chave compensadora.

Como os Tap’s mais usados são 65% e 80%, devemos dimensionar a chave para o pior
caso (maior corrente no ramal):
• K1 = In
• K2 = 0,64 x In (nesse caso, a pior condição é o tap de 80%)
• K3 = 0,23 x In (nesse caso, a pior condição é o tap de 65%)
• RT = In

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EXEMPLO NO CIRCUITO ABAIXO:

Dimensionamento da partida Compensada:


1 - Fusível de Proteção:

Ip = (Ip/IN x IN) x (%Tap)²


F1 ≥ 1,20 x IN

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2 - Contator

K1 = In
K2 = (%Tap)² x In
K3 = ((%Tap)²)² x In
3 - Relé Térmico

RT = In
• OBS: O dimensionamento do autotransformador de partida deve ser feito
levando-se em consideração a quantidade de partida por hora, tensão,
frequência e potência do motor a ser acionado.

EXEMPLO:

1 – Dimensionar os componentes básicos para uma partida compensada (com tap’s de 65%)
para acionar um motor trifásico de 30 CV com os seguintes dados:
E= 380 V FP= 0,88 Ƞ=0,85
IP/IN= 8,0
In = 44,85 A

RESOLUÇÃO:
1 - Fusível de Proteção:

Ip = (Ip/IN x IN) x (%Tap)² === Ip = 8 x 44,85 x (0,65)² ==== Ip = 151,6 A


F1 ≥ 1,20 x IN ===== F1 ≥ 1,2 x 44,85 ===== F1 ≥ 53,8 A
Logo, o fusível a ser adotado será: F1 = 63 A

2 - Contator
K1 = In ====== K1 = 44,85 A
K2 = (%Tap)² x In ====== K2 = (0,65)² x 44,85 ==== K2 = 18,95 A
K3 = ((%Tap)²)² x In ===== K3 = ((0,65)²)² x 44,85 === K2 = 7,6 A
Conforme o diagrama acima, teremos:

• K1 = Contator Tripolar; 44,85A em AC3; 2 NA + 1 NF; Bobina para 220 VCA;


• K2 = Contator Tripolar; 18,95A em AC3; 2 NA; Bobina para 220 VCA;
• K3 = Contator Tripolar; 7,9A em AC3; 3 NA + 2 NF; Bobina para 220 VCA;

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3 - Relé Térmico

RT = In ==== RT = 44,85 A
4 – Autotransformador
• OBS: O dimensionamento do autotransformador de partida deve ser feito levando em
consideração a quantidade de partida por hora, tensão, frequência e potência do
motor a ser acionado.
Autotransformador = 30 CV / 380 V / 60 Hz / com capacidade para 4 partidas por hora.
2 - Dimensionar os dispositivos de manobras e proteção, de uma partida compensada para acionar
um motor trifásico de 30 CV, IV polos, em rede elétrica de 220 V / 60 Hz;

Utilizar o Tap’s de 65%.


In = 72,7 A
Ip / In = 7,5

RESOLUÇÃO:
1 – FUSÍVEIS
Ip = (Ip / In) x In x K² = 7,5 x 72,7 x 0,42
Ip = 229 A
F1 ≥ 1,20 x In = 1,2 x 72,7 =
F1 ≥ 87 A
Logo, o fusível a ser adotado será: F1 = 100 A

2 – CONTATORES
IK1 = IN
K1 ≥ IN = K1 ≥ 72,7 A
IK2 = K² x IN
K2 ≥ K² x IN = 72,7 x 0,42 = K2 ≥ 30,5 A
IK3 = (K - K²) x IN
K3 ≥ (K - K²) x IN = 72,7 x 0,23 = K3 ≥ 16,7 A
Onde: K corresponde ao TAP’s utilizado (0,65)
3 – RELÉ TÉRMICO
RT = IN = RT = 72,7 A
OBS: O dimensionamento do autotransformador trifásico de partida:
AT = 30 CV / 220 V / 60 Hz

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MOTOR DAHLANDER

É um motor trifásico que permite a variação de velocidade através da comutação de polos.


A ligação Dahlander permite uma relação de polos de 1:2 o que corresponde a mesma
relação de velocidade.
Quando a quantidade de polos é maior a velocidade é mais baixa, quando é menor a
velocidade é mais alta.
Outra observação é com relação aos relés térmicos, são dois. Isso decorre da necessidade
de ajustes de corrente diferente e devido mudar o lado de alimentação, quando então o
térmico não tem mais função.
Os motores são oferecidos ao mercado em tensões de 220, 380 e 440 Volts, com potências
de 0,25 a 160 CV, e classes de rotação de 900/1800 e 1800/3600 rpm, 60 Hz.
Aplicações:
O motor trifásico Dahlander pode ser aplicado em talhas, elevadores, correias
transportadoras, máquinas e equipamentos em geral ou outras aplicações que requeiram
motores assíncronos de indução trifásicos com duas velocidades.

Como visto na fórmula acima, a


velocidade pode ser alterada em função da
frequência e do número de polos. No caso do motor
Dahlander, ela é alterada a partir do número de
polos. Abaixo, vemos o comportamento dos polos
em motores do tipo Dahlander:

▪ 4/2 polos = 1800/3600 RPM


▪ 8/4 polos = 900/1800 RPM
▪ 12/6 polos = 600/1200 RPM
▪ 16/8 polos = 450/900 RPM

É possível observar que a quantidade de polos é sempre o dobro da outra, resultando


também em velocidades sempre no dobro da outra, mas mantendo a relação de 1:2. Além
disso, quanto maior o número de polos menor será a velocidade!

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Uma vantagem do motor Dahlander, é que quando são necessárias apenas duas
velocidades, não é necessária a utilização do inversor de frequência, resultando em custos
menores!

Por outro lado, tanto no aspecto físico como nas características de construção, o motor
Dahlander não apresenta grandes diferenças em relação aos motores elétricos que
conhecemos, com exceção do enrolamento.

Funcionamento do motor Dahlander:

Nos motores elétricos convencionais com um enrolamento para uma velocidade, as bobinas
de uma mesma fase são ligadas de forma que se a primeira formar o polo sul, a seguinte
formará o polo norte.

De forma que, se o polo Norte for formado na parte superior, atuando diretamente sobre o
rotor, o polo sul será formado na parte inferior, que não atua diretamente sobre o rotor. Na
imagem abaixo, podemos ver a ligação do motor Dahlander.

Com essa ligação, é possível a formação de duas polaridades diferentes!

As ligações Dahlander possibilitam dois fechamentos distintos:

▪ Um para velocidade baixa


▪ Outro para velocidade alta

O Motor Dahlander tem em seu estator seis bobinas, que podem se combinar de duas
formas: triângulo ou dupla estrela. Na imagem abaixo, é possível ver a ligação das
bobinas no motor Dahlander.
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Para trabalho de equipamentos como empilhadeiras, guinchos, centrífugas, pontes rolantes


ou equipamentos que necessitam uma relação de velocidade e torque, os motores do tipo
Dahlander atendiam bem essas funções até certo período atrás.

Com o surgimento da eletrônica de potência, a partir da década de 70, os motores de função


específica como os motores Dahlander, passaram a ser substituídos por motores de indução
acionados através circuitos eletrônicos, como chaves de partida suave (soft starter), PWM e
inversores de frequência.

Ligação do motor Dahlander

O fechamento das bobinas desse motor se dá da seguinte maneira:

▪ Baixa rotação: fases L1; L2 e L3 nos terminais 1,2,3, e os terminais 4,5,6 ficam
abertos;
▪ Alta rotação: fases L1; L2 e L3 nos terminais 4,5,6 e os terminais 1,2,3 devem ser
unidos, fechando um curto entre as bobinas.

Além dessa ligação, é possível realizar diversos tipos de comandos para acionar o motor
Dahlander, como a partida direta com sinalização e a partida com reversão.

Se conectarmos os enrolamentos em triângulo, a velocidade vai ser a menor e se


conectarmos em dupla estrela, a velocidade vai ser o dobro.

Sendo assim, a potência absorvida pelo motor na conexão em dupla estrela é o dobro da
absorvida na conexão em triangulo. Além disso, o rendimento em velocidade alta é superior
do que na velocidade baixa.

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Exemplo do comando Partida direta simples com motor Dahlander.

FUNCIONAMENTO DA PARTIDA DIRETA SIMPLES PARA MOTOR DAHLANDER

O contator K1 é utilizado para conectar e desconectar o motor em baixa velocidade (maior


número de polos). Ele deve ser dimensionado para uma corrente superior a corrente nominal
do motor em funcionamento normal.

Os contatores K2 e K3 conectam e desconectam o motor em alta velocidade (menor número


de polos). Eles devem ser dimensionados para a corrente elétrica nominal do motor ligado em
duplo estrela.

Os relés térmicos F7 e F8 servem para proteção de sobrecargas para ambas as velocidades.


Cada um deve ser dimensionado na corrente nominal do motor na velocidade em que cada
um está ligado.

As proteções podem ser feitas por fusíveis ou disjuntores.

A botoeira simples S0 é utilizado para parar o sistema e os botões S1 e S2 ligam o motor em


cada uma das rotações.

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PARTIDA EM VELOCIDADE BAIXA

Pressionando S1. O contator K1 será energizado e o motor funcionará conectado em triângulo.


A alimentação do contator K1 será mantida após deixar de pressionar o botão S1, através do
contato NA dele em paralelo com S1. Note que se K1 for energizado, nenhum dos outros dois
contatores poderá ser energizado, pois há um contato NF de K1 no circuito de alimentação de
K2 e K3, para mudar a rotação é preciso primeiro desligar o motor pressionando S0.

PARTIDA EM VELOCIDADE ALTA

Pressionando S2. O contator K3 será energizado e o motor funcionará com os terminais; U1;
V1 e W1 conectados em estrela. Simultaneamente também energizará o contator K2 para
complementar a alimentação dos terminais, U2; V2 e W2. A alimentação do contator K3 será
mantida após deixar de pressionar o botão S2, através do contato NA dele em paralelo com o
próprio S2. Note que se K3 e K2 estiverem em funcionamento, o contator K1 não poderá mais
ser ligado, pois há um contato NF de K2 e K3 no circuito de alimentação de K1. podemos
notar que a atuação de qualquer um dos relés térmicos abrirá o circuito e isso fará com que
seja necessário repetir todo o procedimento de ligação da chave de partida.

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102

INTRODUÇÃO
Abordaremos o funcionamento e as características das chaves eletrônicas (soft-starters) e
dos inversores. Veremos os principais parâmetros de configuração dos drivers. Também, a
aplicação desses dispositivos em circuitos elétricos e as vantagens e desvantagens em
comparação com as ligações de motores elétricos.

CHAVE ELETRÔNICA (SOFT-STARTER)

O avanço da eletrônica permitiu a criação da chave de partida a estado sólido, que consiste
em um conjunto de pares de tiristores (SCR) (ou combinações de tiristores/ díodos),um em
cada borne de potência do motor. O ângulo de disparo de cada par de tiristores é controlado
eletronicamente para aplicar uma tensão variável aos terminais do motor durante a
aceleração e a desaceleração.
No final do período de partida ou parada, ajustável tipicamente entre 2 e 30 segundos, a
tensão atinge seu valor pleno após uma aceleração e desaceleração suave ou uma rampa
ascendente e descendente, em vez de ser submetida a incrementos ou saltos repentinos.
Com isso, conseguimos manter a corrente de partida (na linha) próxima da nominal e com
suave variação.
Além da vantagem do controle da tensão (corrente) durante a partida, a chave eletrônica
apresenta, também, a vantagem de não possuir partes móveis ou que gerem arco, como nas
chaves mecânicas. Esse é um dos pontos fortes das chaves eletrônicas, pois sua vida útil é
mais longa.
De acordo com o funcionamento de um tiristor, para que haja aceleração, ocorre um
crescimento da tensão de pico de uma tensão alternada, até chegar ao valor total da tensão
de pico. Já na desaceleração, ocorre a diminuição do valor de pico da tensão alternada até
chegar a zero. A figura abaixo, mostra os gráficos de variação de tensão em cada fase,
controlando as fases de um motor trifásico.

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103

O quadro abaixo mostra uma comparação entre os sistemas de partidas de forma indireta de
acordo com o tipo de motor.

PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

O funcionamento do soft-starter está baseado na utilização de uma ligação de tiristores em


ponte, comandada por uma placa eletrônica, para o ajuste da tensão de saída. A figura
abaixo mostra o esquema de um soft-starter.

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104

O soft-starter controla a tensão da rede por meio do circuito de potência pelos tiristores, que
varia o ângulo de disparo, variando a tensão eficaz do motor elétrico.
O principal objetivo do funcionamento do soft-starter é reduzir a tensão de partida de um
motor elétrico. Como o torque é proporcional a essa tensão, o motor parte com torque
reduzido. A figura abaixo mostra um gráfico comparativo da corrente de partida direta,
estrela-triângulo e soft-starter em relação ao tempo.

As principais funções do soft-starter são


• controle do tempo de aceleração e desaceleração do motor;
• limitação de corrente;
• conjugado de partida
• frenagem por corrente contínua
• proteção do acionamento por sobrecarga
• proteção do motor contra aquecimento; e
• detecção de desequilíbrio ou falta de fase do motor

FORMAS DE LIGAÇÃO DO SOFT-STARTER


Existem duas formas de ligação do soft-starter:
a) Ligação direta: o soft-starter é ligado diretamente. Dependendo do tipo, pode
ser ligado diretamente ou com auxílio de contatores, fusíveis e relés de
sobrecorrente. A figura abaixo, mostra esse tipo de ligação.

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105

b) Ligação com contator em paralelo (contator by-pass): é feita para reduzir as


perdas no soft-starter quando o motor está em regime normal de trabalho. Esta
ligação é vista na figura abaixo.

Diagrama de ligação de um soft-starter


O soft-starter possui um determinado número de entradas e saídas digitais e analógicas. As
saídas podem ser parametrizadas para comando, controle e sinalização. As tensões de
operação podem ser de 24Vcc, 127Vca e 220Vca, dependendo do fabricante. A figura
abaixo mostra o diagrama de comandos do soft-starter.

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106

INVERSOR DE FREQUÊNCIA
Inversor de frequência é o equipamento eletroeletrônico capaz de converter a tensão
alternada de entrada com frequências constantes em tensão contínua, modulando a tensão
e depois gerando em sua saída uma tensão novamente alterada. Porém, a tensão
possui sua frequência controlada e variável, que permite controlar a velocidade e o torque de
motores de indução trifásicos. Estas duas características provem os sistemas em que estão
inseridas de uma infinita gama de possibilidades, sendo aplicadas em máquinas,
equipamento e processos industriais. Observe as figuras abaixo.

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Os inversores de frequência, também conhecidos como conversores de frequência ou


inversores AC, são equipamentos utilizados na indústria para controlar a velocidade e o
torque de motores elétricos de indução trifásicos. A nomenclatura mais popular utilizada é
Inversora de frequência, porém o inversor é um dos componentes internos do conversor de
frequência, que é composto basicamente por quatro blocos. São eles:
• Circuito de Entrada, composto por diodos retificadores, para converter a tensão alternada
em contínua.
• Circuito Intermediário, que inclui um banco de capacitores eletrolíticos e circuito de
filtragem de alta frequência, que suaviza as variações de tensão e gera em sua saída uma
tensão DC fixa.
• Circuito Inversor, compreendido por transistores IGBT (Insulated Gate
Bipolar Transistor ou, em português, Transistor Bipolar de Porta Isolada), que chaveiam a
tensão DC proveniente do circuito intermediário e geram uma saída PWM para a carga,
aproximando sua forma de onda à senoidal.
• Circuito de controle, onde são controlados os disparos dos pulsos que acionam os IGBTs e
geram as formas de ondas necessárias para o controle de velocidade e torque dos motores,
além de armazenar a parametrização do inversor de frequência.
Os sistemas anteriores ao inversor não possibilitavam grande grau de precisão no ajuste
da velocidade e do torque, impedindo que as indústrias empregassem processos produtivos
eficazes e de qualidade. A evolução tecnológica em certos processos e máquinas só foi
possível pela utilização de inversores de frequência.

NOTA:
Os inversores de frequência são utilizados na indústria para substituir equipamentos rústicos de variação de velocidade,
tais como variadores mecânicos por polias ou engrenagens e os variadores hidráulicos, que tinham uma forma muito
ineficiente de controlar a velocidade além, é claro, do grande espaço que era necessário nas máquinas e processos para
sua instalação.

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PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

O funcionamento de um Inversor de Frequência consiste em receber uma tensão alternada e


retificar este sinal através de diodos, gerando uma tensão contínua. Filtrar a tensão contínua
resultante da retificação, e utilizar esta tensão contínua filtrada como entrada do circuito de
inversão, realizará a conversão em alternada através do chaveamento de transistores. O
chaveamento gerará uma série de pulsos com largura controlada e variável (PWM). Ao
aplicarmos esta saída de tensão pulsada em um motor, a forma de onda resultante através
do enrolamento do motor será semelhante à forma senoidal de um circuito alternado.

Podemos notar que a rede AC é retificada logo na entrada. Através de um capacitor (filtro)
forma-se um barramento de tensão contínua (barramento DC), ou circuito intermediário. A
tensão DC pode chegar a 380 VCC para redes trifásicas de 220VCA e até 660 VCC para
redes de 380VCA, e alimenta seis IGBTs (transistor bipolar de gate isolado).
Os IGBTs são chaveados três a três, formando uma tensão alternada na saída U, V e W
defasadas de 120º elétricos, exatamente como a rede. A única diferença é que, ao invés de
uma senóide, temos uma forma de onda quadrada. Portanto, o motor elétrico AC alimentado
por um inversor tem em seus terminais uma onda quadrada de tensão.
Conforme veremos, isso não afeta muito seu desempenho. Mas, como uma tensão DC
pode se tornar AC?
O funcionamento é simples: a tensão da rede é retificada e filtrada formando um
barramento DC. De um lado da ponte de transistores temos um polo positivo, e do outro, um
negativo. Imagine que a lógica de controle, representada agora como apenas um bloco,
envia pulsos de disparo aos transistores.
O circuito que comanda os IGBTs é o elemento responsável pela geração dos pulsos de
controle dos transistores de potência. Atuando sobre a taxa de variação do chaveamento
dos transistores, controlamos a tensão e a frequência do sinal gerado. Isso permite ao

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conversor até ultrapassar a frequência da rede. O método de modulação PWM (Pulse With
Modulation) fornece ao motor uma corrente senoidal a partir de chaveamentos na faixa de
2KHz.

FUNÇÕES DOS INVERSORES

Ao projetar, especificar e instalar o acionamento de motores trifásicos é importante analisar


alguns pontos básicos para que o sistema atenda às expectativas de produção e otimize os
investimentos a serem realizados para sua instalação e operação.
Dentre os pontos que devem ser observados, um que é importantíssimo de ser avaliado é o
ciclo de acionamento do motor X sua potência, pois, quanto maior for a potência do motor,
maior será o pico de corrente na partida. Se no estudo preliminar do funcionamento do
sistema for verificado que o motor será acionado muitas vezes em um curto espaço de
tempo, torna-se uma boa opção a utilização de um inversor. Porém, temos que levar em
consideração o tempo de aceleração e desaceleração do conjunto: onde esses tempos
forem extremamente curtos, é mais recomendada a utilização de servomotores. Eles
conseguem acelerar e desacelerar rapidamente, independentemente da inércia do conjunto
mecânico no qual o motor está inserido. Por outro lado, caso o ciclo de acionamento não
seja elevado e apenas se queira reduzir o consumo de corrente na partida, sem necessidade
de controle de velocidade, será mais indicada a utilização do acionamento através de soft-
starter (partida suave), que fará o controle na partida para otimizar o consumo neste
momento.
Outro ponto importante é a utilização de acionamentos com inversores de frequência para
aumentar a eficiência energética por meio da regulagem da velocidade do motor,
possibilitando que o motor “trabalhe menos” nos momentos em que o processo demanda
menos do conjunto. Desta maneira, conseguiremos atuar de maneira mais eficiente em
termos de consumo de energia elétrica e mais eficaz em termos do processo.

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NOTA:
Antes de os inversores de frequência serem amplamente difundidos, esta variação era feita através de polias ou
engrenagens e o motor funcionava a pleno de sua carga. Também eram feitas restrições diretamente no processo, como,
por exemplo, em sistemas de ventilação e de ar-condicionado, onde eram ajustadas a abertura de dampers ou comportas
e, assim como no caso anterior, os motores também continuavam funcionando a plena carga.

Também, podemos ter sistemas onde a precisão de posicionamento com tempos de inércia
pequenos seja muito importante e, nesse caso, o uso de servomotores será o mais indicado.
Por serem motores síncronos, eles conseguem acompanhar o campo eletromagnético e
obter melhores tempos de resposta aos controles.

ESCOLHA DO INVERSOR
Para a escolha do tipo de acionamento, é muito importante analisar o trabalho que será
realizado pelo motor, buscando identificar informações sobre a necessidade de maior
controle de velocidade e torque nas atividades que serão realizadas pelo sistema.
A seguir, apresentamos algumas atividades que necessitam de maior controle de
velocidade e torque, que são:
• movimentação de esteiras;
• controle de dosagem e alimentação de matéria-prima;
• variação e controle de vazão ou de fluxo de sólidos, líquidos e gases;
• elevação e movimentação de objetos com pontes rolantes;
• controle de pressão em uma linha de processo ou, até mesmo, no controle
de nível de tanques, reservatórios ou vasos.
Nessas atividades, a utilização de inversores de frequência para acionar os motores é uma
excelente escolha, pois permite atuar sobre os motores e fazer com que trabalhem em
infinitas faixas de velocidade, possibilitando sua atuação no atendimento aos pontos de
ajustes desejados em cada processo determinado por cada fabricante do equipamento,
conforme a Figuras abaixo.

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Trazemos um exemplo simples da aplicação de inversores de frequência, onde a atuação


em cima da velocidade alcança o objetivo de controle de pressão; com isso, é possível fazer
analogias com diversos outros controles e sofisticá-los. No transporte de materiais sobre
uma esteira, existe a possibilidade de controlar a velocidade da esteira, mas também de
controlar o torque para que, mesmo em baixas velocidades, ainda seja possível girar o motor
e prover o sistema da força necessária para movimentá-lo.
Em controles de dosagem é possível controlar a aceleração, a velocidade de trabalho e a
desaceleração para dosar a quantidade exata de material desejado, seja a partir da medição
do peso ou fluxo de matéria ou até mesmo conhecendo quanto cada rotação do motor
empurra de material.
Portanto, existem diversas aplicações e formas de utilizar um acionamento por inversores
de frequência. Para isso, é sempre importante analisar para que tipo de trabalho o motor
será utilizado, o ciclo de trabalho e os limites aceitáveis de precisão e controle do sistema.

NOTA:
Não confunda soft-starter com inversor. Enquanto o inversor é projetado para controlar a velocidade e o torque de um motor
ao longo de seu funcionamento, o soft-starter é capaz, apenas, de controlar sua partida e frenagem. É por isso
que em motores menores que 3CV o custo de um inversor é semelhante ao de um soft-starter, tendo a vantagem de
oferecer uma rampa de partida e frenagem. Para motores maiores que 3CV, o inversor tem um custo muito maior
do que o soft-starter. A instalação de um soft-starter é semelhante à de um contator, papel que exerce após a rotação
nominal do motor.

CONTROLE DO INVERSOR DE FREQUÊNCIA


Existem dois tipos de controle dos inversores de frequência disponíveis no mercado, escalar
e vetorial, e a diferença entre ambos está basicamente na curva torque x rotação.
O inversor escalar, por ser uma função de V/F (tensão/frequência), não oferece altos torques
em baixas rotações, pois o torque é função direta da corrente de alimentação. A curva V/F
pode ser parametrizada no inversor escalar. Já o inversor vetorial não possui uma curva
parametrizada. Na verdade, essa curva varia de acordo com a solicitação de torque;
portanto, ele possui circuitos que variam a tensão e a frequência do motor através do
controle das correntes de magnetização (IM) e do rotor (IR).
O inversor vetorial é indicado para torque elevado com baixa rotação, controle preciso de
velocidade e torque regulável, e o escalar é indicado para partidas suaves, operação acima
da velocidade nominal do motor e operação com constantes reversões.

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Inversor escalar

Em um inversor escalar (mais comum) variamos a velocidade do motor utilizando a lei


tensão/frequência (V/F) constante. Aproximadamente a velocidade do motor é proporcional à
V/F e o inversor proporcionará ao motor conjugados (torque) pré-determinados, mas não
compensará por necessidades de conjugados especiais, principalmente em velocidades
baixas. Nessas velocidades, o boost do inversor pode ser configurado para compensar as
perdas. Controles vetoriais são do tipo de tensão e de fluxo.
Há alguns anos, o domínio da tecnologia escalar impedia, de certa forma, uma visão mais
abrangente dos processos de controle de velocidade-torque em máquinas trifásicas de
indução. Fazer um motor AC trifásico variar sua velocidade, conforme a necessidade do
processo, sem ter de se preocupar com os limites de velocidade de um coletor nem com o
desgaste de escovas ou os cuidados com o campo de excitação já era um grande avanço.
Quem já trabalhou com máquina de corrente contínua conhece os problemas, como o
disparo por falta de campo: perdendo o campo em uma MCC, perdemos a referência de
controle e acontece o fenômeno denominado disparo, com perda de torque e aumento
impulsivo da velocidade do motor, levando-o, em alguns casos, à destruição. Daí a
necessidade de constante monitoramento sobre a corrente do campo de excitação. Mesmo
assim, em sistemas onde o controle de velocidade ocorre em uma faixa entre 10% a 150%
da velocidade nominal, aplicar inversor em modo escalar é a solução mais viável quando
consideramos desempenho e custo. O controle de velocidade, mantendo o fluxo estatórico
(V sobre f ou Volts/Hertz) ou ainda por observação de escorregamento, tem a vantagem de
fácil implementação e de constar na maior parte dos produtos comercializados. Qualquer
carga que possua patamar de controle de torque constante para variação de velocidade, ou
mesmo de funções quadráticas, pode ser controlada via um inversor escalar.
São exemplos escalares:
• ventiladores,
• calandras,
• bombas e
• sequencial de motores.

O afinamento deste controle pode ser feito adotando-se a realimentação como encoder,
resolver e tacogerador, que atua na malha de controle de velocidade, resultando em melhor
controle do processo. Na maior parte dos casos, a malha interna ou de controle de corrente

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(indiretamente do torque) não é aplicada ao produto, mas um sistema de limitação de


corrente. Isso quer dizer que, na maioria das situações, os inversores escalares trabalham
com torque absoluto, ou constante em valor quase máximo, permitindo, ainda, a
possibilidade de boost de torque em momentos críticos, como na partida. Muitas vezes, os
valores de boost de torque são programáveis no inversor, delimitando valores de tempo que
podem chegar a alguns minutos de aplicação de sobre- torque, com valores em torno de
duas a três vezes o nominal.
Outro exemplo de aplicação de controle escalar se dá quando um mesmo inversor atuará
sobre vários motores. Resumindo: se sua aplicação não necessita de variação rápida de
aceleração (resposta dinâmica em até 5 m/s), variação de velocidade em função da variação
de carga, controle de torque com precisão de até 10%, e se nunca tiver necessidade de
torque em velocidade zero, associado à vantagem de baixo custo e robustez do
equipamento, então o problema se resolverá com um inversor escalar. A melhora do
desempenho será sentida na utilização de malha de realimentação de velocidade. A
possibilidade escalar sensorless, neste caso, deverá ser pouco explorada devido ao
desempenho pobre da maior parte dos inversores na situação de carga e de variação dela.

Inversor vetorial
Controles vetoriais são do tipo de tensão e de fluxo. Nos controles vetoriais de tensão, a
tensão no motor é calculada pelo programa do inversor e compensa em parte os conjugados
no rotor. Uma das técnicas de fazer o controle vetorial de tensão é manter o escorregamento
constante. Este controle melhora a eficiência do motor, pois trabalha com tensões menores
quando o conjugado é menor do que o nominal, comparado com inversores escalares. Os
inversores com controle vetorial de fluxo mantêm o fluxo magnético no motor constante.
Diferente do controle vetorial de tensão em que o conjugado é controlado pelo
escorregamento, o campo é diretamente proporcional ao conjugado no rotor. O controle
vetorial é utilizado quando precisamos de um controle maior e em malha fechada, com a
utilização de encoders.
Com atuação sensorless é uma solução abrangente para o controle de velocidade e
torque de máquinas na maioria das vezes, senão todos os envolvidos pela atuação de um
inversor escalar. Resposta dinâmica rápida e precisão de velocidade de até 0,5%
tornam os equipamentos dotados dessa tecnologia muito mais atraentes em suas
aplicações. Na realidade, a única distinção entre um vetorial sensorless e um com encoder
(ou outro tipo de realimentação posicional) está na malha fechada do sistema e na

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parametrização do inversor para sua utilização. Em muitos casos, principalmente em


retrofitagem de máquina, não é muito fácil adequar um sensor de velocidade no eixo do
motor ou outro por ele acionado; em outros, o custo de cabos e sistemas gerais para realizar
a realimentação pode inviabilizar o projeto.
Os inversores vetoriais necessitam da programação de todos os parâmetros do motor.
São exemplos vetoriais:
• resistências elétricas,
• indutâncias e
• correntes nominais do rotor e do estator.
Para facilitar o setup, alguns inversores dispõem de sistemas de ajustes automáticos
também conhecidos como Auto-tunning, não sendo necessária a pesquisa de dados sobre o
motor.
A principal diferença entre os inversores escalares e os vetoriais deve-se à capacidade dos
inversores vetoriais de impor o torque necessário ao motor, de forma precisa e rápida,
permitindo uma elevada velocidade de resposta dinâmica a variações bruscas de carga.
Os inversores escalares apresentam uma resposta dinâmica bem mais lenta, demorando
mais para reagir a qualquer alteração de velocidade ocorrida ou solicitada. Na maior parte
dos inversores hoje existentes no mercado, através da setagem de simples parâmetros,
conseguimos um elemento escalar ou vetorial, com ou sem realimentação. Na Figura 25, a
seguir, temos um comparativo entre esses dois tipos de controles.

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MÓDULOS DO INVERSOR
Os inversores de frequência apresentam construções similares, independente do fabricante
ou do modelo. Basicamente, os inversores são constituídos por dois módulos: o módulo de
potência e o módulo de controle.

Modulo de potência
O módulo de potência é geralmente constituído por uma fonte retificadora, um barramento
DC e uma secção inversora. A Figura 26 mostra uma visão geral do módulo de potência de
um inversor de frequência.

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A seguir, apresentaremos uma descrição de cada uma das partes principais do módulo de
potência:
a) Fonte retificadora: nos bornes L1, L2 e L3 são conectados os cabos de alimentação
externa. A alimentação é geralmente de 220Vac ou 380Vac (Volts corrente alternada). No
desenho anterior aparece a representação elétrica de seis diodos. A figura seguinte
representa a corrente elétrica de cada fase L1, L2 e L3, que circula entre a entrada do
inversor (alimentação do inversor) e os diodos da parte retificadora do inversor.

Os diodos funcionam deixando passar apenas a parte positiva da corrente elétrica


das três fases, formando, assim, uma tensão de aproximadamente 500 Vdc (Volts
corrente contínua) na entrada do barramento DC (link DC), conforme a figura que representa
o módulo de potência.
b) Barramento DC: A Figura abaixo mostra a medição da corrente elétrica nas saídas dos
diodos. Ela indica que não existe mais a parte negativa da corrente elétrica;isto é, a corrente
deixou de ser alternada e passou a ser contínua.

Existe um capacitor conectado na saída do barramento DC. Esse capacitor tem a função de
suavizar a variação de corrente elétrica no barramento DC, conforme mostra a figura abaixo.

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c) Secção inversora: Na seção inversora, a tensão DC é convertida novamente em tensão


trifásica AC. Através do controle PWM (Controle por largura de pulso), os IGBTs são
acionados, isto é, são excitados ou chaveados várias vezes por ciclo. O tempo em que o
IGBT permanece acionado é sempre dado por uma função senoidal. A onda senoidal é
composta por um ciclo de 360 graus, conforme a figura que segue. Após completar esse
ciclo ela se repete, e assim por diante infinitamente.

Quando desejamos uma frequência de 5 Hz na saída do inversor de frequência, dividimos 1


seg por 360 graus, sendo o resultado igual a 0.0027 seg/grau. É importante considerar que
cinco Hz significam cinco ciclos de 360 graus em um segundo. Assim, como desejamos
obter cinco Hz na saída do inversor, será necessário dividir 0.0027 seg/grau por cinco.
Logo, teremos 0,00055 seg/grau para ter, na saída do inversor, uma frequência de 5Hz.
Mas, o que quer dizer 0,00055 seg/grau? O número 0.00055 seg/grau corresponde ao
tempo máximo em que o IGBT pode ficar acionado em cada grau. Consequentemente, esse
valor será uma constante que será multiplicada pelo valor do módulo seno do ângulo que
está sendo considerado no momento. A cada 0.00055s o valor do grau é incrementado em
uma unidade até chegar em 360 graus. Quando o valor mudar de 360 para 361 ele é zerado
novamente, e o ciclo recomeçará.
A figura que segue mostra o funcionamento do PWM. A multiplicação da constante 0.00055
seg/grau vezes o seno do ângulo considerado indica o percentual de tempo em que o PWM
ficará ativo em cada grau. Por exemplo, se o ângulo atual for 45º, o seno de 45º será igual a
0.7; isto é, o IGBT deverá ficar 70% do tempo acionado e 30% do tempo desligado, quando
no grau 45. Logo, durante o grau 45 o IGBT ficará 0.000385 seg ligado (0.00055 seg/grau x
0.70 tempo ligado) e 0.000165 de seu tempo desligado. Conforme o tempo passa, os graus
irão aumentando. Quando o grau atual for igual a 90º, teremos o tempo máximo; isto é, o
IGBT ficará acionado 100% de seu tempo durante o grau atual. Então, conforme se modifica
o grau (tempo decorrido), a onda senoidal vai se formando na saída do inversor de
frequência.

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Nesse exato momento, o inversor terá apenas uma onda senoidal, mas serão necessárias
três ondas senoidais para movimentar um motor trifásico assíncrono, e cada onda senoidal
deverá ser defasada em 120 graus em relação à anterior. Então, quando a onda senoidal A
estiver com 120º, a onda senoidal B deverá estar com 0º grau, e a onda senoidal C com
240º.
O PWM apenas modula a largura do pulso de tensão a ser liberado na saída do inversor.
Ele não inverte a corrente elétrica. Então, é necessário fazer o chaveamento dos IGBTs de
forma que eles invertam o sentido da corrente elétrica conforme o ângulo de disparo.
A seguir será apresentado um exemplo de chaveamento dos IGBTs de um circuito
monofásico.

A Figura acima mostra a estrutura de um inversor monofásico. Assim como o inversor


trifásico, o inversor monofásico apresenta módulo de retificação e filtragem e barramento DC
que, por sua vez, alimenta os transistores IGBTs. Para conseguir uma tensão cuja forma se
pareça com uma onda senoidal, é necessário o acionamento dos IGBTs de maneira
coordenada 2 a 2. Quando o ângulo atual estiver entre 0º e 180º, os transistores IGBTs T1 e
T4 deverão ser acionados, conforme o sinal PWM, e os transistores T3 e T2 deverão
permanecer desenergizados. Dessa maneira, a corrente elétrica circulará do polo A para o
polo B do motor, conforme a Figura 33.

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Quando o ângulo de disparo estiver entre 180º e 360º, os transistores T3 e T2 deverão ser
energizados, conforme o sinal PWM, e os transistores T1 e T4 deverão permanecer
desenergizados. Assim, a corrente passará pelo motor no sentido de B para A, conforme a
Figura 34.

Como resultado de chaveamento dos IQBTs e da modulação PWM de maneira sincronizada,


a tensão de saída do inversor de frequência apresentará uma forma senoidal conforme a
Figura 35.

O inversor trifásico é constituído por seis IGBTs. Para disponibilizar a tensão de forma
senoidal e trifásica na saída do inversor, os IGBTs devem ser acionados de forma
sincronizada com a modulação PWM. O acionamento de cada fase deve ser defasado 120°
uma das outras. O acionamento dos IGBTs no inversor trifásico deve ser realizado três a
três. Como temos seis transistores e devemos ligá-los três a três, teremos oito combinações
possíveis, porém apenas seis combinações serão válidas. A figura a seguir mostra o
acionamento dos IGBTs T1, T3 e T2. Nesse momento, o IGBT T1 atua conforme a
modulação PWM da fase A, o T3 da fase B e o T2 fica 100% de seu tempo ligado.
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Os IGBTs que estão conectados a uma mesma fase do motor não podem ser acionados
simultaneamente. Exemplo: T1 e T4, T3 e T6, T5 e T2.

Módulo de controle
O módulo de controle é composto basicamente pela CPU, por blocos de interface digital e
blocos de interface analógica, por uma interface de comunicação RS232/ RS485 e por um
módulo de interface homem máquina. Veja a Figura 37.

O módulo de controle recebe sinais de entrada digitais, analógicas ou Bus, de onde são
retiradas informações como: momento em que deve ocorrer a partida e a parada do inversor,
sentido de giro do motor (horário, anti-horário), valor de referência (velocidade em que o
motor deve girar em Hz), parâmetros, como rampas de aceleração, desaceleração,
tensão máxima e outros dados. A partir dessas informações de entrada, a CPU executa
os cálculos, como explicado anteriormente, para identificar o percentual de tempo que o
PWM deverá permanecer ligado ou desligado em cada grau. É a CPU que controla quando
cada IBGT deve ser acionado ou não.

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No módulo de controle dos inversores existem interfaces, e nelas ocorre a troca de


informações entre o operador e a CPU. Essas interfaces são os blocos de entradas e saídas
digitais, conhecidas com IO, os blocos de entradas e saídas analógicas, a porta de
comunicação serial e a porta de comunicação com a IHM ou a HMI (Interface Homem
máquina ou Human Machine Interface). Quando conectados ao inversor, os acessórios são
automaticamente configurados, garantindo mais rapidez e simplicidade. Veja a figura.

1) Solt 5 - Módulo dememória FLASH incorporado


(1MB)
2) Slot 1 - Expansão de I/Os
(entradas e saídas)
3) Solt 2 -Interface de encoder
4) Solt 3 - Comunicação 1:DeviceNet, CANopen, RS-
232C e RS-485
5) Solt 4 - Comunicação:2probus, DeviceNet, RS-
232, RS-485 e EtherNet/IP

A seguir, apresentamos a descrição das principais interfaces do módulo de controle:


a) Blocos de interface analógica: Os inversores mais simples são geralmente comandados
por dois tipos de sinais, os sinais analógicos e os digitais. Normalmente, quando desejamos
controlar a rotação de um motor AC, utilizamos uma tensão analógica para indicar a rotação
de referência. Na maioria das vezes, a tensão é de 0 a 10 Vcc. A velocidade de rotação na
saída do inversor será proporcional ao valor de tensão referente à entrada analógica. Por
exemplo: 10 Vcc na entrada analógica corresponderão a 60Hz na saída do inversor. Logo,
quando o potenciômetro, isto é, o equipamento divisor de tensão estiver em 50%, a entrada
analógica terá 5Vcc e o inversor terá uma frequência de 30Hz.

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b) Blocos de interface digital: Estes blocos possuem funções pré-definidas. As funções


básicas para a maioria dos inversores de frequência são as funções de parada e partida, o
sentido de giro e a emergência, conhecida como habilita inversor. Quando o inversor estiver
devidamente alimentado e o motor estiver conectado corretamente em sua saída, nos
bornes U, V, W, a entrada analógica estará com uma tensão de 5Vcc. Nestas condições, o
motor deveria estar girando a uma frequência de 30Hz, mas ele estará parado.
Provavelmente isso ocorrerá por falta de energização dos bornes “habilita inversor” e “partir
inversor” com uma tensão de 24Vcc (verificar manual do fabricante).
c) Porta de comunicação serial: Alguns inversores possuem portas de comunicação serial,
que podem ser do tipo RS232 ou RS485. Através da utilização da IHM ou de algum software
de parametrização do inversor de frequência, é possível configurar essa porta de
comunicação e o protocolo que será utilizado por ela.
O protocolo mais comum é o protocolo Modbus. Geralmente, os inversores de frequência
são escravos modbus, isto é, eles esperam que o mestre modbus, geralmente um CLP,
informe qual tarefa devem realizar. A vantagem de utilizar uma porta de comunicação RS232
ou RS485 é que a informação chega de maneira precisa. Um exemplo típico disso é o sinal
de referência de velocidade do inversor. Muitas vezes é utilizado o sinal de referência via
entrada analógica, porém, devido a ruídos e/ou ao casamento incompatível de impedâncias
entre a saída analógica do CLP e a entrada analógica do inversor, ocorrem oscilações no
sinal de referência. Isto é, quando a tensão de referência é de 5Vcc, devemos ter 30Hz na
saída do inversor. Como existem ruídos, o inversor ficará oscilando sua frequência entre
28Hz e 32Hz. Quando a informação de referência é enviada via comunicação serial, esse
valor não sofre interferência e, consequentemente, o inversor consegue manter sua
frequência conforme o valor de referência.
d) Interface Homem Máquina: A IHM é um display que possui alguns botões de navegação.
Através da utilização dos botões, podemos acessar e modificar os parâmetros internos do
inversor de frequência, como: potência máxima do motor, corrente máxima, tempos de
rampas, configuração das entradas digitais, configurações da porta de comunicação etc.
Veja a imagem a seguir.

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CONTROLE DE POSICIONAMENTO DOS INVERSORES

Como citado anteriormente, hoje são muito utilizados nas indústrias os motores de corrente
alternada assíncronos e síncronos (servomotores), desde aplicações simples que não
exigem muito controle, como o acionamento de uma esteira, em compressores de ar e/ou
água, em ventiladores, em furadeiras etc. No entanto, existem aplicações mais complexas,
como o controle de posicionamento angular de uma mesa rotativa e o controle de
movimentação de braços robóticos, que exigem precisão e dinâmica mais apuradas.

Para desenvolver o projeto e o controle de uma mesa rotativa, é necessário entender seu
funcionamento. As mesas rotativas são geralmente utilizadas em máquinas ferramentas
para a fixação de peças de metal que serão usinadas, furadas etc. Veja a figura a seguir.

Observe que na Figura 40 é possível visualizar a existência de um conjunto de engrenagens


que ligam a manivela até a superfície da mesa. Conforme o operador gira a manivela, a
mesa executa um movimento giratório. Exemplo: para uma determinada mesa, cada dez
giros na manivela correspondem ao giro de um grau na mesa.

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Quando desejamos fazer o controle de posicionamento (automação) da mesa, substituímos


a manivela por um motor elétrico e acoplamos um encoder ao eixo central da mesa.
Fazendo uma analogia com o corpo humano, para ficar mais simples, o encoder é um
sensor que funciona como se fossem os olhos, indicando a posição angular em que está
posicionada a mesa rotativa. O conjunto motor-inversor de frequência é o atuador; ele
funciona como se fossem as mãos girando a manivela. Mas está faltando uma parte de
corpo muito importante, o cérebro. Nele são tomadas as decisões de controle. Nesse
exemplo, o CLP fará o papel do cérebro e é um exemplo básico da arquitetura de
automação para o controle de posicionamento de uma mesa rotativa utilizando um motor
assíncrono e um inversor de frequência. Veja a Figura 41.

Para controlar o giro da mesa, o CLP deve controlar a velocidade de giro do motor, bem
como o sentido de giro. Geralmente, para executar este tipo de controle é utilizado um
controle do tipo PID. O PID é um bloco de controle que é inserido dentro da lógica de
programação do CLP. Para fazer um controle PID funcionar corretamente, são necessários
pelo menos oito sinais básicos, que são:o set point, a variável de processo (sensor, nesse
caso o encoder), a variável de controle (saída do PID), os ganhos Kp, Ki e Kd e os limite
máximo e mínimo de atuação do PID. Veja a Figura 42.

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125

A Figura acima mostra um bloco PID inserido em uma lógica do CLP. O bloco PID funciona
da seguinte maneira: Considera-se que uma mesa rotativa possui como condições iniciais
sua posição angular igual a 0º e o set point também em 0º. Logo, como a mesa está
posicionada exatamente sobre o valor desejado, o set point, não ocorrerá movimentação
alguma. Agora, se o operador quiser que a mesa se desloque para a posição 45º, deverá
mudar o set point para 45º. O PID entende que 45º é diferente de 0º, e então são enviados
dois sinais digitais e um analógico (0-10Vcc) do CLP para o inversor de frequência indicando
a ele que deve começar a se movimentar, para qual sentido deve se movimentar e com
qual velocidade o motor deverá girar. Quando a mesa estiver se aproximando da posição
angular de 45º, o PID identificará e, consequentemente, o sinal analógico começará a
diminuir de amplitude até parar o motor na posição angular correta, 45º.
A seguir é apresentado um gráfico mostrando a variação angular da mesa rotativa da
posição 0º para 45º em função do tempo.

O controle de posicionamento do giro da mesa pode ser feito de duas maneiras, utilizando
inversores ou servodrivers (veja na Figura abaixo). Quando escolhida a utilização de
motores assíncronos para realizar o giro da mesa, é obrigatório o uso de inversores de
frequência. No caso de ser escolhido o servomotor, é necessário o uso de servodriver.
Lembramos que os servomotores são utilizados para sistemas que necessitam de uma
dinâmica rápida, ou seja, em sistemas que exigem altas acelerações e desacelerações.

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126

A seguir, são apresentados dois gráficos: o primeiro mostra a variação angular da mesa em
função do tempo utilizando um acionamento por inversor de frequência, enquanto o segundo
mostra a variação angular da mesa rotativa utilizando o acionamento por um servodriver.

Na Figura acima é possível observar que o tempo de resposta do sistema com servodriver e
servomotor atinge a posição num tempo muito mais curto. Trabalhos realizados por
integradores e pelos próprios fornecedores de equipamentos recomendam a utilização de
servomotores e servodrivers para controle de movimento de mesas rotativas, braços
robotizados e qualquer máquina que exija movimentação rápida e precisa de cargas
elevadas.

PARAMETRIZAÇÃO DE DRIVERS

Para que um driver (inversor, soft-starter etc.) funcione corretamente, não basta somente
instalá-lo; é preciso informar a ele suas condições de trabalho para a operação, ou seja, sua
parametrização. Quanto maior for o número de recursos que o driver oferece, maior será o
número de parâmetros disponíveis.
A seguir, apresentamos os principais parâmetros utilizados:

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127

a) Frequência máxima de saída: este parâmetro determina a velocidade máxima do motor.


b) Frequência mínima de saída: este parâmetro determina a velocidade mínima do motor.
c) Frequência de JOG: a tecla JOG é um recurso que faz o motor girar em velocidade
baixa, facilitando o posicionamento de peças antes de a máquina funcionar em seu regime
normal.
d) Tempo de partida (“rampa de subida”): este parâmetro indica em quanto tempo
desejamos que o motor chegue à velocidade programada, estando ele parado. Caso o motor
esteja conectado mecanicamente a cargas pesadas (como, por exemplo, placas de tornos
com peças grandes, guindastes etc.), uma partida muito rápida poderá “desarmar”
disjuntores de proteção do sistema. Isso ocorre porque o pico de corrente, necessário para
vencer a inércia do motor, será muito alto. Portanto, este parâmetro deve respeitar a massa
da carga e o limite de corrente do inversor, como mostra a Figura abaixo.

e) Tempo de parada (rampa de descida): o inversor pode produzir uma parada gradativa do
motor. Esta facilidade pode ser parametrizada e, como a anterior, deve levar em
consideração a massa (inércia) da carga acoplada, como mostra a Figura abaixo.

f) Tipo de frenagem: em um motor CA, quando submetemos seus enrolamentos a uma


tensão CC, o rotor para imediatamente (“estanca”) como se uma trava mecânica atuasse em
seu eixo. Portanto, devemos pensar muito bem se é assim mesmo que desejamos a parada
da máquina. Normalmente, este recurso é utilizado para cargas mecânicas pequenas (leves)
e que necessitam de resposta rápida, como, por exemplo, eixos das máquinas -
ferramentas.

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128

g) Liberação de alteração de parâmetros: este parâmetro é uma proteção contra curiosos.


Para impedir que alguém, inadvertidamente, altere algum parâmetro da máquina, utilizamos
um parâmetro específico como proteção.
h) Tipo de entrada: pode ser uma entrada analógica (0 - 10Vcc) ou digital. Indica como
controlar a velocidade do motor.
i) Frequência de PWM: este parâmetro determina a frequência de PWM do driver. Para
evitar perdas no motor e EMI, quanto menor for esta frequência, melhor. O único
inconveniente de parametrizar o PWM com frequências baixas é a geração de ruídos
sonoros, isto é, a máquina fica mais barulhenta. Portanto, devemos fazer uma análise crítica
das condições gerais do ambiente de trabalho antes de optar pelo melhor PWM.
j) Pulso de tensão de partida: alguns drivers possuem uma função chamada pulso de
tensão de partida (kick start) com um valor ajustável. É aplicado em cargas de elevada
inércia que, no momento da partida, exigem um esforço extra no acionamento em função do
alto conjugado. O valor desta tensão deverá ser o suficiente para obtermos um conjugado
que possa vencer o conjugado resistente da carga.
Neste caso, deve ser aplicada uma tensão maior do que a tensão da rampa
(75 a 90% da tensão total do motor), em um curto intervalo de tempo (100 a 300ms),
dependendo do tipo de carga a ser utilizado. Essa função deve ser utilizada somente quando
necessário, pois, ao habilitá-la, não ocorre a atuação da limitação de corrente de partida.
Assim, o motor poderá sofrer elevadas quedas de tensão durante o período ajustado para o
pulso de tensão. A Figura abaixo mostra esta função.

k) Limitação de corrente: esta função é utilizada quando a carga apresenta uma inércia
elevada, porque faz o sistema rede/soft-starter fornecer ao motor somente a corrente
necessária para que seja executada a aceleração da carga, garantindo um acionamento
suave. A limitação da corrente também é utilizada na partida de motores cuja carga
apresenta um valor mais elevado de momento de inércia.

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129

l) Proteções: a utilização do soft-starter não fica restrita à partida de motores assíncronos,


pois as proteções também podem garantir ao motor toda a ajuda necessária. Assim, quando
uma proteção atua, aparece uma mensagem de erro para visualização do usuário.
m) Sobrecorrente imediata na saída: ajusta o máximo valor de corrente que o driver
permite conduzir para o motor por período de tempo pré-ajustado, conforme a Figura abaixo.

n) Subcorrente imediata: ajusta o mínimo valor de corrente que o driver permite conduzir
para o motor por período de tempo pré-ajustado. Esta função é utilizada para a proteção de
cargas que não possam operar em vazio, como sistemas de bombeamento. Veja na Figura
abaixo.

Além dos parâmetros descritos acima, o driver possui diversas proteções, dependendo do
fabricante do equipamento, como:
a) Economia de energia elétrica – Quando o motor opera em carga reduzida, opera
consequentemente com baixo fator de potência. O driver tem uma função para otimizar o
ponto operacional do motor, minimizando as perdas de potência reativa e fornecendo
apenas a potência ativa requerida pela carga, o que caracteriza um procedimento de
economia de energia elétrica. Esta função é aplicada com vantagens em situações em que o
motor funciona a vazio por um longo período. Isso é feito com a redução da tensão fornecida
nos terminais do motor durante o tempo em que desenvolve sua operação em carga
reduzida ou a vazio. Assim, obtemos uma economia de energia entre 5 e 40% da potência
nominal, conforme a aplicação, porém, sob tensão nominal, para uma carga no eixo de
apenas 10% da potência nominal.
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130

NOTA:
Na prática, só faz sentido ativar a função de economia de energia quando a carga for menor do que 50% da carga nominal
e durante um período de operação superior a 50% do tempo de funcionamento do motor.

b) Parâmetros de leitura – São as variáveis que podem ser visualizadas no display, mas não
podem ser alteradas pelo usuário, como tensão %, corrente %, potência ativa etc.
c) Parâmetros de regulação – São os valores ajustáveis a serem utilizados pelas funções
do soft-starter, como tensão inicial, tempo de rampa de aceleração e desaceleração etc.
d) Parâmetros de configuração – Definem as características do soft-starter, as funções a
serem executadas e as entradas e saídas, com parâmetros dos relés de saída, entradas do
soft-starter.
e) Parâmetros do motor – Definem as características nominais do motor, como ajuste da
corrente do motor e fator de serviço.

Importante! Existe um parâmetro que carrega as configurações originais de fábrica. Os


parâmetros são escolhidos de modo a atender o maior número de aplicações, reduzindo ao
máximo a necessidade de reprogramação durante a colocação em funcionamento.

PARAMETRIZAÇÃO
A parametrização serve para “informar” ao inversor em que condições de trabalho irá
operar.
TIPOS DE PARÂMETROS:
1. Parâmetros de Leitura.
2. Parâmetros de Regulação
3. Parâmetros de configuração
4. Parâmetros do motor
5. Parâmetros de funções especiais

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131

1 - PARÂMETROS DE LEITURA
Variáveis que podem ser visualizadas nos displays mas não podem ser alteradas pelo
usuário

2 - PARÂMETROS DE REGULAÇÃO
São os valores ajustáveis a serem utilizados pelas funções do inversor

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132

3 - PARÂMETROS DE CONFIGURAÇÃO
Definem as características do inversoras funções a serem executadas, bem como as
funções das entradas/saídas do cartão de controle.

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133

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134

Email: [Link]@[Link] fone: (98)988780628


135

4 - Parâmetros do motor
São os dados do motor em uso: informações contidas nos dados de placa do motor e
aqueles obtidos pela rotina de AutoAjuste

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136

5 - Parâmetros das Funções Especiais

Email: [Link]@[Link] fone: (98)988780628


137

Como faço para acessar e alterar os parâmetros do inversor WEG CFW 08?

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138

REFERÊNCIAS:

coletânea de materiais próprios


[Link]
[Link]
[Link]
Apostilas do SENAI
[Link]
[Link]

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139

ANEXOS

Email: [Link]@[Link] fone: (98)988780628


A B C D E F G H
L1 L2 L3 N PE
-X
L1 L2 L3 N PE
-X

1 1
Q1
1 3 5
Q1
DIMENSIONAMENTO
2 4 6 1
Q11

Q1 = K x IP IP = IN x (IP/ IN) CURVA D


1 3 5 A1 I>
Irb ( A ) K 2
K1
1 3 5
2 Irb <= 40 0,5 95 97 2
K1
F7
2 4 6
40 < Irb <= 500 0,4 96 98

Irb > 500 0,3


1 3 5 .1
A2 S0
F7
2 4 6
K1 >= IN CATEGORIA AC3 2 4 6

3 1 3 5 F7 = IN 3
F7
.2
U1 V1 W1 PE

M .3
M1 S1
3

2 4 6
13 21 43
K1 K1 K1
4 .4 4
14 22 44

U1 V1 W1 PE H1 X1 H2 X1
H3 X1

A1
M1
K1
X2 X2
A2 X2

5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data 20-Dez-2022 Num:1 de 1
Desenhado 20/12/2022 J. ROCHA
PARTIDA DIRETA SIMPLES - 2022
Arquivo:
Verificado
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L1 L2 L3 N PE
-X
L1 L2 L3 N PE
-X

1 1
Q1
1 3 5
Q1
DIMENSIONAMENTO
2 4 6 1
Q11

Q1 = K x IP IP = IN x (IP/ IN) CURVA D


1 3 5 A1 I>
Irb ( A ) K 2
K1
1 3 5
2 Irb <= 40 0,5 95 97 2
K1
F7
2 4 6
40 < Irb <= 500 0,4 96 98

Irb > 500 0,3


1 3 5 .3
A2 S1
F7
2 4 6
K1 >= IN CATEGORIA AC3 2 4 6

3 1 3 5 F7 = IN 3
F7
.4
U1 V1 W1 PE

M
M1 21 13 43 13 43 13 31 53
3
K1 K11 K1 K12 K11 K1 K1 K1
22 14 44 14 44 14 32 54
2 4 6

4 4
21 21 31
K12 K11 K12
U1 V1 W1 PE
22 22 32
H1 X1 H2 X1
H3 X1
M1 A1 A1 A1
K11 K12 K1
A2 A2 A2 X2 X2 X2

5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data 20-12-2022 Num: 1 de 1
PARTIDA DIRETA SIMPLES
Desenhado 20/12/2022 J. ROCHA
COM APENAS UMA BOTOEIRA Arquivo:
Verificado
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L1 L2 L3 N PE L1 L2 L3 N PE
-X -X

1 1 3 5 1 DIMENSIONAMENTO 1
Q1
Q1 Q11
2 4 6 Q1 = K x IP IP = IN x (IP/ IN) CURVA - D
I> Irb ( A ) K
2
Irb = 40 0,5
95 97 40 < Irb <= 500 0,4
F7
Irb > 500 0,3
96 98

2 1 3 5 A1 1 3 5 A1 .1 K1 = K2 >= IN CATEGORIA - AC4 2


1 3 5 1 3 5 S0
K1 K2
K1 K2 F7 = IN
2 4 6 2 4 6 Irb = CORRENTE DE ROTOR BLOQUEADO
Ip = CORRENTE DE PICO
.2

.3 .3
A2 A2 S1 S2
3 2 4 6 2 4 6 3

1 3 5
13 13 31 43 43
F7
K1 K2 K1 K1 K2
2 4 6 .4 .4
1 3 5 14 14 32 44 44
F7

21 21 31 H4 X1
H2 X1
K2 K1 K2
4 4
U1 V1 W1 PE 22 22 32

H1 X1 H3 X1 X2
2 4 6 M X2
M1 A1
3
K1 K2
U1 V1 W1 PE
A2 A2 X2 X2

M1

5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data 20-Dez-2022 Num: 1 de 1
PARTIDA DIRETA REVERSÃO - 2022
Desenhado 13/05/2022 J. ROCHA
Arquivo:
Verificado
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L1 L2 L3 N PE L1 L2 L3 N PE
-X -X

1 Q1 1 3 5 1 DIMENSIONAMENTO 1
Q1 Q11
2 4 6 Q1 = K x IP IP = IN x (IP/ IN) CURVA - D
I> Irb ( A ) K
2
Irb = 40 0,5
95 97 40 < Irb <= 500 0,4
F7
Irb > 500 0,3
96 98

2 1 3 5 A1 1 3 5 A1 .1 K1 = K2 >= IN CATEGORIA - AC4 2


1 3 5 1 3 5 S0
K1 K2
K1 K2 F7 = IN
2 4 6 2 4 6 Irb = CORRENTE DE ROTOR BLOQUEADO
Ip = CORRENTE DE PICO
.2

.3 .3
A2 A2 S1 S2
3 2 4 6 2 4 6 3

1 3 5
13 13 31 43 43
F7
K1 K2 K1 K1 K2
2 4 6 .4 .4
1 3 5 14 14 32 44 44
F7

21 21 31 H4 X1
H2 X1
K2 K1 K2
4 4
U1 V1 W1 PE 22 22 32

21 21 H1 X1 H3 X1 X2
2 4 6 M X2
M1 S2 S1
3
22 22
U1 V1 W1 PE
X2 X2
A1 A1
M1 K1 K2
A2 A2

5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data 20-Dez-2022 Num: 1 de 1
PARTIDA DIRETA COM REVERSÃO
Desenhado 20/12/2022 J. ROCHA
INSTATÂNEA - 2022 Arquivo:
Verificado
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L1 L2 L3 N PE L1 L2 L3 N PE
-X -X

1 1 3 5 1 DIMENSIONAMENTO 1
Q1
Q1 Q11
2 4 6 Q1 = K x IP IP = IN x (IP/ IN) CURVA - D
I> Irb ( A ) K
2
Irb = 40 0,5
95 97 40 < Irb <= 500 0,4
F7
Irb > 500 0,3
96 98

2 1 3 5 A1 1 3 5 A1 .1 K1 = K2 >= IN CATEGORIA - AC4 2


1 3 5 1 3 5 S0
K1 K2
K1 K2 F7 = IN
2 4 6 2 4 6 Irb = CORRENTE DE ROTOR BLOQUEADO
Ip = CORRENTE DE PICO
.2

.3 .3
A2 A2 S1 S2
3 2 4 6 2 4 6 3

1 3 5
13 13 31 43 43
F7
K1 K2 K1 K1 K2
2 4 6 .4 .4
1 3 5 14 14 32 44 44
F7

21 21 31 H4 X1
H2 X1
K2 K1 K2
4 4
U1 V1 W1 PE 22 22 32

21 21 H1 X1 H3 X1 X2
2 4 6 M X2
M1 S3 S4
3
22 22
U1 V1 W1 PE
X2 X2
A1 A1
M1 K1 K2
A2 A2

5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data 20-Dez-2022 Num: 1 de 1
PARTIDA DIRETA COM REVERSÃO
Desenhado 20/12/2022 J. ROCHA
CHAVE FIM DE CURSO - 2022 Arquivo:
Verificado
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L1 L2 L3 N PE
-X

1
1 1
Q21
Q1
2

95 97
F7
96 98

.3
S1
2 1 3 5 A1 1 3 5 A1 2
63 13 41
K1 K2
K1 K14 K12
64 14 42

.4

31 13 43 13 43 43 13 43 13 43 13
K1 K11 K1 K12 K2 K14 K13 K11 K1 K13 K2
51
32 14 44 14 44 44 14 44 14 44 14
K13
A2 A2
3 2 4 6 2 4 6 21 21 52 3
K14 K11
22 22

31 51
31 21 21 21
K12 K2
1 3 5
K13 K13 K2 K1
32 52
F7
32 22 22 22

21 51
K12 K1
4 22 52 4

31 31
2 4 6
K2 K11
32 32
U1 V1 W1 PE

A1 A1 A1 A1 A1 A1
-M K11 K12 K13 K14 K1 K2
A2 A2 A2 A2 A2 A2

5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data 20-Dez-2022 Num:1 de 1
Desenhado 20/12/2022 [Link]
REVERSÃO COM UMA BOTOEIRA
Arquivo:
Verificado 20/12/2022
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L1 L2 L3 N PE
-X L1 L2 L3 N PE
-X

1 DIMENSIONAMENTO 1
1 3 5 1 3 5
F1 F1
2 4 6 2 4 6 IP = (IP / IN) x IN x 0,33
1
F11 F1>= 1,20 x IN PARA DOIS DISJUNTORES
2
F1<= IN x 1,732 PARA UM DISJUNTOR
CURVA - D
2 1 3 5 A1 1 3 5 A1 1 3 5 A1 2
K1 K2 K3 K1 = K2 = IN CATEGORIA - AC3
1 3 5 1 3 5 1 3 5 95 97
K1 K2 K3 F7 K >= IN x 0,33 CATEGORIA - AC3
2 4 6 2 4 6 2 4 6 96 98 F7 = IN x 0,58

21
S0
22 S0
1 3 5
A2 A2 A2
F7
3 2 4 6 2 4 6 2 4 6 3
2 4 6
1 3 5 13 13 43 43 13 31 13
F7 S1 K3 K1 K3 K1 K3 K2
14 14 44 44 14 32 14
S1

55
U1 V1 W1 PE 21
KA
K1
56 21
2 4 6 M 22
M1 K3
4 3 21 4
U1 V1 W1 PE 22
K2
X1 X1
22
W2 U2 V2 H2 H4
M1 X2 X2
A1 A1 A1 A1 X1 X1
K3 KA K2 K1 H1 H3
W2 U2 V2 A2 A2 A2 A2 X2 X2

5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data Num:
Desenhado SENAI PARTIDA ESTRELA-TRIÂNGULO-2022
Arquivo:
Verificado
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L1 L2 L3 N PE
-X L1 L2 L3 N PE
-X

1 2 DIMENSIONAMENTO
1 1
1 Fonte
Q11 Fonte --- 220 /24 Vcc
+ -
3 4
Q1 Q2
1 3 5 1 3 5 I> 1 M1 ---- MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO
2
Q1 Q2 Q12
Potência (HP) ------- 20 --- 380/660 V ---- 27/15,6 A
2 4 6 2 4 6
Ip/In = 6,8 Fator de Serviço ----- 1,25
I>
2 Condutor de cobre Queda de Tensão --- 2%
2 1 3 5 A1 1 3 5 A1 1 3 5 A1 Comprimento ---- 120 m 2
K1 K2 K3
1 3 5 1 3 5 1 3 5 95 97
K1 K2 K3 F7
2 4 6 2 4 6 2 4 6 96 98

21
S0
22
1 3 5 S0
A2 A2 A2
F7
3 2 4 6 2 4 6 2 4 6 3
2 4 6
1 3 5 13 13 43 43 13 31 13
F7 S1 K3 K1 K3 K1 K3 K2
14 14 44 44 14 32 14
S1

55
U1 V1 W1 PE 21
KA
K1
56 21
2 4 6 M 22
M1 K3
4 3 21 4
U1 V1 W1 PE 22
K2
X1 X1
22
W2 U2 V2 H2 H4
M1 X2 X2
A1 A1 A1 A1 X1 X1
K3 KA K2 K1 H1 H3
W2 U2 V2 A2 A2 A2 A2 X2 X2

5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data Num:
Desenhado SENAI PARTIDA ESTRELA-TRIÂNGULO-2022
Arquivo:
Verificado
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L1 L2 L3 N PE
-X L1 L2 L3 N PE
-X

1 DIMENSIONAMENTO 1
Q1
1 3 5 1
Q1 Q11
M1 ---- MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO
2 4 6
Potência (cv) ------- 30 --- 380/660 V ---- 43/25 A
I>
2 Ip/In = 6,4 Fator de Serviço ----- 1,15
95 97 Condutor de cobre Queda de Tensão --- 1%
F7
Comprimento ---- 100 m
96 98

2 1 3 5 A1 1 3 5 A1 1 3 5 A1 2
.1
K1 K2 K3
1 3 5 1 3 5 1 3 5
S0
K1 K2 K3
2 4 6 2 4 6 2 4 6

.2
XN
1 3 5 S1 .3
A2 A2 A2
F7
3 2 4 6 2 4 6 2 4 6 3
2 4 6 13
1 3 5 13 43 43 13 53
K2
F7 K3 K1 K3 K1 K3
14
14 44 44 14 21 54
.4
K1
H3 X1
22
55
U1 V1 W1 PE
KA
56 21 X2
2 4 6 M X1
K3 H2
4 M1 21 4
3
U1 V1 W1 PE 22
K2
22 -H X1
W2 U2 V2 X2
M1 X1
H1
A1 A1 A1 A1
K3 KA K2 K1
X2
W2 U2 V2 A2 A2 A2 A2
X2

5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data 20-Dez-2022 Num:1 de 1
Desenhado 20/12/2022 J. ROCHA
PARTIDA ESTRELA-TRIÂNGULO-2022
Arquivo:
Verificado
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L
L1 L2 L3 PE -X
-X

1 1
1 3 5 1
Q1 Q21
2 4 6 2

95 97
F7
96 98

2 2

11
1 3 5 1 3 5 1 3 5
S0
K1 K2 K3
12
2 4 6 2 4 6 2 4 6

13 21 43 43 13 13 53
S1 S1 K2 K3 K1 K2 K3
14 22 44 44 14 14 54
3 3

1 3 5
F7
21 43
2 4 6
K2 K1
22 44

U1 V1 W1 PE

31
M
M1 K1
3 21
4 32 4
K3
W2 U2 V2 22

X1 X1 X1 X1
A1 A1 A1
h1 h2 h3 h4
N K3 K2 K1
X2 X2 X2 X2
-X
A2 A2 A2

5 5
Fecha Nombre Firmas Entidad Título Fecha: 25-Apr-2017 Núm: 1 de 1
Dibujado 25/04/2017 ROCHA
SENAI PARTIDA ESTRELA TRIANGULO Archivo: Estrela triângulo simples manual
Comprobado SIMPLES MANUAL (6)
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L
L1 L2 L3 PE -X
-X

1 1
1 3 5 1
Q1 Q21
2 4 6 2

95 97
F7
96 98

2 2

11
1 3 5 1 3 5 1 3 5
S0
K1 K2 K3
12
2 4 6 2 4 6 2 4 6

13 13 43 13 13 53
S1 K3 K3 K1 K2 K3
14 14 44 14 14 54
3 3

1 3 5
F7
21 43
2 4 6
K2 K1
22 44

U1 V1 W1 PE

31
M 55
M1 K1
3 21
d1
4 32 4
K3
56
W2 U2 V2 22

X1 X1 X1 X1
A1 A1 A1 A1
h1 h2 h3 h4
N K3 d1 K2 K1
X2 X2 X2 X2
-X
A2 A2 A2 A2

5 5
Fecha Nombre Firmas Entidad Título Fecha: 1-Mar-2017* Núm: 1 de 1
Dibujado 25/04/2017* ROCHA
SENAI PARTIDA ESTRELA TRIANGULO Archivo: Estrela triângulo simples automática
Comprobado SIMPLES AUTOMÁTICA (7)
A B C D E F G H
A B C D E F G H

L1 L2 L3 PE 24 V
-X

1 1
1 3 5 1
Q1 Q21
2 4 6 2

95 97
F7
96 98

2 2

11
1 3 5 1 3 5 1 3 5
S0
K1 K2 K3
12
2 4 6 2 4 6 2 4 6

13 13 43 13 13 53
S1 K3 K3 K1 K2 K3
14 14 44 14 14 54
3 3

1 3 5
F7
21 43
2 4 6
K2 K1
22 44

U1 V1 W1 PE

31
M 67
M1 K1
3 21
d1
4 31 32 4
K3
68
K3
W2 U2 V2 22
32

X1 X1 X1 X1
A1 B1 Y1 A1 A1
h1 h2 h3 h4
K3 d1 K2 K1
X2 X2 X2 X2
0V
A2 A2 A2 A2

5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data 31-Mar-2017 Num:1 de 1
Desenhado 10/06/2019 ROCHA
SENAI PARTIDA ESTRELA TRIANGULOArquivo: Estrela triângulo simples automática com toff I
Verificado SIMPLES AUTOMÁTICA COM TOFF I (8.1)
A B C D E F G H
A B C D E F G H

L1 L2 L3 PE L
-X -X

1 1
1 3 5
1
Q1
Q21
2 4 6
2

95 97
1 3 5 1 3 5
F7
K1 K2
96 98
2 4 6 2 4 6
2 2

11
S0
12

1 3 5 1 3 5
K4 K3
2 4 6 2 4 6 13 13 13 43 43 43
S1 K3 S2 K2 K3 K1
3 14 14 14 44 44 44 3

1 3 5 13 13
F7 K1 K2
2 4 6 21 14 14
31 53 43 53 53
K4
K2 K3 K4 K1 K2
22 21 21
U1 V1 W1 PE 32 54 44 54 54
b1 S2
22 22
M
M1 21 31
3
4 4
K3 K1
55
W2 U2 V2 21 21 22 32
d1
K1 K2
56
22 22
X1 X1 X1 X1 X1 X1
A1 A1 A1 A1 A1
h1 h4 h2 h3 h5 h6
N K3 d1 K2 K1 K4
X2 X2 X2 X2 X2 X2
-X
A2 A2 A2 A2 A2

5 5
Fecha Nombre Firmas Entidad Título Fecha: 25-Apr-2017 Núm: 1 de 1
Dibujado 25/04/17 ROCHA
SENAI PARTIDA ESTRELA TRIANGULO Archivo: Estrela triângulo com reversão com ton
Comprobado COM REVERSÃO COM Ton (9)
A B C D E F G H
A B C D E F G H

L1 L2 L3 PE L
-X -X

1 1
1 3 5
1
Q1
Q21
2 4 6
2

95 97
1 3 5 1 3 5
F7
K1 K2
96 98
2 4 6 2 4 6
2 2

11
S0
12

1 3 5 1 3 5
K4 K3
2 4 6 2 4 6 13 13 13 43 43 43
S1 K3 S2 K2 K3 K1
3 14 14 14 44 44 44 3

1 3 5 13 13
F7 K1 K2
2 4 6 21 14 14
31 53 43 53 53
K4
K2 K3 K4 K1 K2
22 21 21
U1 V1 W1 PE 32 54 44 54 54
b1 b2
61 22 22
M
M1 K1
3 21 31
4 62 4
K3 K1
67
W2 U2 V2 61 21 21 22 32
d1
K2 K1 K2
68
62 22 22
X1 X1 X1 X1 X1 X1
A1 A1 A1 A1 A1
h1 h4 h2 h3 h5 h6
N K3 d1 K2 K1 K4
X2 X2 X2 X2 X2 X2
-X
A2 A2 A2 A2 A2

5 5
Fecha Nombre Firmas Entidad Título Fecha: 25-Apr-2017 Núm: 1 de 1
Dibujado 25/04/17 ROCHA
SENAI PARTIDA ESTRELA TRIANGULO Archivo: Estrela triângulo com reversão com toff
Comprobado COM REVERSÃO COM Toff (10)
A B C D E F G H
A B C D E F G H

1 1

24 V

1
L1 L2 L3 PE Q21
k1 - BOBINA CONTATOR_1 H1_VD - PRONTO PARA
OPERAR
2 k2 - BOBINA CONTATOR_2 H2_AM -OPERANDO
2 1 3 5 k3 - BOBINA CONTATOR_3 H3_AM - PARTINDO 2
95 97
Q1
F7 S0- BOTOEIRA DESLIGA H4_VM - DEFEITO
2 4 6
A 96 98 S1- BOTOEIRA LIGA d1- TEMPORIZADOR
B 1 F7-RELÉ TÉRMICO TRAFO- AUTOTRANSFORMADOR
S0
C
2
1 3 5 1 3 5
K1 K2
11
2 4 6 2 4 6
3 K1 3
1 4 7 12
TRAFO
3 6 9
3 13
2 5 8 K2 43 K1 13 K3 41
1 3 5 S1 4 K3 14
K3
44 14 42 43 Observações:
2 4 6 23 13 53
K1
K3 K2 K3
31 44 K3 - Faz o fechamento do Trafo
24 14 54 em Estrela
K1
4 1 3 5 55 31 4
32 K2 - Alimenta o Trafo lado
F7 d1 K3
primário. Sai do TAP usado do
2 4 6 56 32 Trafo tensão que vai ser
X1 X1 X1 X1 aplicada ao motor.
A1 A1 A1 A1
H1 H2 H3 H4
U1 V1 W1 PE K1 - Alimenta o motor com
K3 d1 K2 K1
X2 X2 X2 X2 tensão nominal.
0V
A2 A2 A2 A2
M
-M
3

5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data Num:
Desenhado Pedro Viegas SENAI PARTIDA COMPENSADA
SIMPLES AUTOMÁTICA T=4s. (11) Arquivo:
Verificado
A B C D E F G H
A B C D E F G H

1 1

L
-X
Motor de dois Enrrolamentos - Dahlander
1
L1 L2 L3 PE
-X Q21 K1 - BOBINA CONTATOR_1
K2 - BOBINA CONTATOR_2
2 H1_VD - PRONTO PARA OPERAR K3 - BOBINA CONTATOR_3
H2_AM - ALTA VELOCIDADE S0- BOTOEIRA DESLIGA
95 97 H3_AM - BAIXA VELOCIDADE S1- BOTOEIRA LIGA
1 3 5 H4_VM - DEFEITO S2- BOTOEIRA LIGA
F7
2 F7 E F8 - RELÉ TÉRMICO 2
Q1
96 98
2 4 6

95 97
F8
96 98

11
S0
1 3 5 1 3 5 1 3 5
12
K1 K3 K2
3 3
2 4 6 2 4 6 2 4 6
13 13 13 13 13 43
S1 K3 S2 K1 K2 K1
1 3 5 1 3 5
14 14 14 14 14 44
F7 F8
2 4 6 2 4 6

21 21 31
K1 K2 K2
22 22 32
4 4
U1 V1 W1 PE 21 31
Dah 43
K3 K1
M K3
22 32
M1 44
3
X1 X1 X1 X1
A1 A1 A1
N h1 h2 h3 h4
U2 V2 W2
-X K3 K2 K1
X2 X2 X2 X2
A2 A2 A2

ALTA VELOCIDADE BAIXA VELOCIDADE


5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data Num:
ROCHA PARTIDA DIRETA DAHLANDER
Desenhado Jan - 2023
Arquivo:
Verificado
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L
L1 L2 L3 PE -X
-X
1
Q21
1 1
1 3 5 2
Q1
95 97
2 4 6
F7
96 98
K1 - BOBINA CONTATOR_1
K2 - BOBINA CONTATOR_2
K3 - BOBINA CONTATOR_3
95 97 K4 - BOBINA CONTATOR_4 H1_VD - PRONTO PARA OPERAR
F8 K5 - BOBINA CONTATOR_5 H2_AM - ALTA VELOCIDADE
S0- BOTOEIRA DESLIGA H3_AM - BAIXA VELOCIDADE
96 98 S1- BOTOEIRA LIGA H4_VM - DEFEITO
2 S2- BOTOEIRA LIGA 2
S3- BOTOEIRA LIGA
11 S4- BOTOEIRA LIGA
1 3 5 1 3 5 1 3 5 1 3 5 1 3 5 F7 E F8 - RELÉ TÉRMICO
S0
K1 K2 K3 K4 K5
12
2 4 6 2 4 6 2 4 6 2 4 6 2 4 6

13 13 13 13 13 13 13 43
S1 K1 S2 K2 S3 K3 S4 K3
1 3 5 1 3 5 14 14 14 14 14 14 14 44
3 3
F7 F8
51 13 13
2 4 6 2 4 6
K3 K4 K5
21 52 14 14
21
K2
31
K1
22 51
K1
22
K1
32 21 21
52
S3 S4
21 22 22
U1 V1 W1 PE 31 31 51
K3
4 Dah 21 21 4
K3 K2 K2
22
M K5 K4
32 32 52
M1 22 22
3

U2 V2 W2 A1 X1 A1 X1 A1 A1 A1 X1 X1 X1 X1
N K1 h1 K2 h2 K3 K4 K5 h3 h4 h5 h5
-X
A2 X2 A2 X2 A2 A2 A2 X2 X2 X2 X2

5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título PARTIDA DIRETA COM REVERSÃO Data Num:
DAHLANDER
Desenhado Jan - 2023 ROCHA
Arquivo:
Verificado
A B C D E F G H
A B C D E F G H

L1 L2 L3 PE
-X
1 1

1
Q21
2

1 3 5 1 3 5 1 3 5
Q1 Q2 Q3
2 2
2 4 6 2 4 6 2 4 6 95 97
F7
96 98

11
1 3 5 1 3 5 1 3 5
S0
K1 K2 K3
12
2 4 6 2 4 6 2 4 6

3 3
95 97 95 97
F7 F8
13 13 96 98 96 98 31
S1 K1 K3
1 3 5 1 3 5 1 3 5 14 14 32
F7 F8 F9
67 13 67 13
2 4 6 2 4 6 2 4 6 21 53 53 43
d1 K2 d2 K3
K1 K1 K2 K3
68 14 68 14
22 54 54 44
4 21 4
21 55 31
K2
K3 d3 K2
22
22 56 32

A1 A1 A1 A1 A1 A1 X1 X1 X1 X1 X1
U1 V1 W1 PE U1 V1 W1 PE U1 V1 W1 PE
N K1 d1 K2 d2 K3 d3 h1 h2 h3 h4 h5
-X
A2 A2 A2 A2 A2 A2 X2 X2 X2 X2 X2
M M M
M1 M2 M3
3 3 3

5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data Num:
ROCHA PARTIDA CONSECUTIVA SEM
Desenhado Jan - 2023 PERMANÊNCIA DOS MOTORES c/Ton
Arquivo:
Verificado
A B C D E F G H
A B C D E F G H

L1 L2 L3 PE
-X
1 1

1
Q21
2

1 3 5 1 3 5 1 3 5
Q1 Q2 Q3
2 2
2 4 6 2 4 6 2 4 6 95 97
F7
96 98

11
1 3 5 1 3 5 1 3 5
b0
K1 K2 K3
12
2 4 6 2 4 6 2 4 6

3 3
95 97 95 97
F8 F9
13 13 96 98 96 98 31
S1 K1 K3
1 3 5 1 3 5 1 3 5 14 14 32
F7 F8 F9
67 13 67 13
2 4 6 2 4 6 2 4 6 31 53 53 43
d1 K2 d2 K3
K1 K1 K2 K3
68 14 68 14
32 54 54 44
4 4
43 43 31
K1 K2 K2
44 44 32

A1 A1 A1 A1 A1 X1 X1 X1 X1 X1
U1 V1 W1 PE U1 V1 W1 PE U1 V1 W1 PE
N K1 d1 K2 d2 K3 h1 h2 h3 h4 h5
-X
A2 A2 A2 A2 A2 X2 X2 X2 X2 X2
M M M
M1 M2 M3
3 3 3

5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data Num:
Desenhado ROCHA PARTIDA CONSECUTIVA COM
jan - 2023 PERMANÊNCIA DOS MOTORES c/Ton
Arquivo:
Verificado
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L1 L2 L3 N PE
-X

1 1
1
Q21
2

1 3 5 1 3 5 1 3 5 95 97
Q1 Q2 Q3 F7
2 4 6 2 4 6 2 4 6 96 98

2 11 2
S0
12
1 3 5 1 3 5 1 3 5
K1 K2 K3
2 4 6 2 4 6 2 4 6 13 13 95 97 95 97
S1 K1 F8 F9
14 14 96 98 96 98

3 3
67 13 67
1 3 5 1 3 5 1 3 5
d2 K2 d3
31
F7 F8 F9
68 14 68
K3
2 4 6 2 4 6 2 4 6
32
55
55 31
d2
67
d1 K2
21 56 43 43 13
d1
56 32
K1 K1 K2 K3
68
22 44 44 14
4 21 31 4
21
K3 K1
U1 V1 W1 PE U1 V1 W1 PE U1 V1 W1 PE
K2
22 32
22
M M M
M1 M2 M3 A1 A1 A1 A1 A1 A1 X1 X1 X1 X1 X1
3 3 3
K1 d1 d2 K2 d3 K3 h1 h2 h3 h4 h5
A2 A2 A2 A2 A2 A2 X2 X2 X2 X2 X2

5 5
Fecha Nombre Firmas Entidad Título Fecha: 25-Apr-2017 Núm: 1 de 1
Dibujado 25/04/17 ROCHA
SENAI PARTIDA CONSECUTIVA Archivo:
Partida consecutiva sem permanência com toff
Comprobado SEM PERMANÊNCIA DOS MOTORES (20)
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L1 L2 L3 N PE
-X

1 1

1 3 5 1 1
Q1 Q11 Q21
2 4 6 2 2

1 3 5 95 97
K2 F7
2 2
2 4 6 96 98

1 3 5
K1
3 11 13
2 4 6 +
S0
1 2
~ ~
12 14
- PONTE RETIFICADORA
4
1 3 5
F7
3 3
2 4 6
1 3 5 13 13 21
K3 S1 K1 K1
2 4 6 14 14 22

21
13
K3
K3
22 31 43
14
K1 K1
21
4 32 44 4
K2
U1 V1 W1 PE 22
X1
A1 X1 X1 A1 A1
M h3
M1 K1 h1 h2 K2 K3
3 X2
A2 X2 X2 A2 A2

5 5
Fecha Nombre Firmas Entidad Título Fecha: 25-Apr-2017 Núm: 1 de 1
Dibujado 20/12/23 ROCHA
SENAI PARTIDA DIRETA SIMPLES Archivo:Partida direta simples com frenagem por CC
Comprobado COM FRENAGEM POR CC (21)
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L1 L2 L3 N PE
-X

1 1

1 3 5 1 1
Q1 Q11 Q21
2 4 6 2 2

1 3 5 95 97
K3 F7
2 2
1 3 5 1 3 5 2 4 6 96 98
K1 K2
2 4 6 2 4 6

3 11 13
+
S0
1 2
~ ~
12 14
- PONTE RETIFICADORA
4
1 3 5 21
F7 K3
3 51 3
2 4 6 22
K1
1 3 5
21 52
K4
K4
2 4 6 51
22
K2
52

13 13 13 13 31
43 43
S1 K1 S2 K2 K1
K1 K2
14 14 14 14 32
4 44 44 4

U1 V1 W1 PE 21 21 31 13
K2 K1 K2 K4
M 22 22 32 14
M1
3

A1 A1 X1 X1 X1 A1 A1 X1
K1 K2 h1 h2 h3 K3 K4 h4
A2 A2 X2 X2 X2 A2 A2 X2

5 5
Fecha Nombre Firmas Entidad Título Fecha: 25-Apr-2017 Núm: 1 de 1
Dibujado 20/12/22 ROCHA
SENAI PARTIDA DIRETA REVERSÃO Archivo:Partida direta reversão com frenagem por CC
Comprobado COM FRENAGEM POR CC (22)
A B C D E F G H
INSTALAÇÃO E PARAMETRIZAÇÃO DE INVERSOR DE FREQUÊNCIA CFW-08
Tarefa Nº 01 Acionamento Via Local (IHM)

• Parâmetro de acesso P000- (5)


• Parâmetros de fábrica P204 - (5) === seta valores com padrão de fábrica

• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração === 25 s
P133- frequência mínima
P134- frequência máxima ====== 60 Hz
P202- (0 ou 1) Controle Escalar
P202- (2) Controle Vetorial

• Parâmetro de Acionamento via Local (IHM)


P229- (0)
P230- (0)
P231- (0) Sentido Horário
- (1) Sentido Anti-Horário
- (2) Comandos

• Parâmetros de Leitura
P002- valor proporcional á frequência
P003- corrente de saída (motor)
P005- frequência de saída (motor)
P007- tensão de saída (motor) > Com essa setada apertar e manter Botão Aumentar
Até a velocidade (60 hz)
P008- temperatura do dissipador
P009- torque nominal do motor

OBS: Com a programação padrão de fábrica é possível a operação do inversor


no modo local com as conexões mínimas da (Potência) e sem conexões no controle.
Recomenda-se este modo de operação para usuários que estejam operando o inversor
pela primeira vez, como forma de aprendizado inicial. Note que não é necessária
nenhuma conexão nos bornes de controle.

• OBS: Para parametrizar o inversor de fábrica.


P204- === 5 carregar parâmetro de fábrica
Tarefa Nº 02 Acionamento Via Bornes

• Instalação e Conexão (Comando a três fios)

PARAMETRIZAÇÃO

• Parâmetro de acesso
P000 5 acesso aos parâmetros
P204 5 carregar parâmetro de fábrica

• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz

• Parametrização via Bornes Parâmetros de Leitura


P221-(1) P229- (1) P002- valor proporcional á frequência
P230- (1) P231- (2) P003- corrente de saída (motor)
P263- (0) P264- (0). P005- frequência de saída (motor)
P265- (10) P266- (8) P007- tensão de saída (motor)
P008- temperatura do dissipador
P009- torque nominal do motor

P208 == Permite que o parâmetro de leitura P002 indique a velocidade do


motor em uma grandeza qualquer, por exemplo, rpm.
A indicação de P002 = P208 x P005. Se desejado, a conversão de Hz para rpm é feita
em função do número de pólos do motor utilizado; EX:P208 = ns / f.
OBS: Sempre que for passado para o modo vetorial (P202=2), o parâmetro P208 é
ajustado conforme o valor de P402 (velocidade do motor), para indicar a velocidade em
rpm em P002.
Tarefa Nº 03 Acionamento Via Bornes

• Instalação e Conexão (Comando a três fios)

PARAMETRIZAÇÃO

• Parâmetro de acesso
P000 5 acesso aos parâmetros
P204 5 carregar parâmetro de fábrica

• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz

• Parametrização via Bornes Parâmetros de Leitura


P221-(1) P229- (1) P002- valor proporcional á frequência
P230- (1) P231- (2) P003- corrente de saída (motor)
P263- (14) P264- (14). P005- frequência de saída (motor)
P265- (10) P266- (0) P007- tensão de saída (motor)
P008- temperatura do dissipador
P009- torque nominal do motor

P208 == Permite que o parâmetro de leitura P002 indique a velocidade do


motor em uma grandeza qualquer, por exemplo, rpm.
A indicação de P002 = P208 x P005. Se desejado, a conversão de Hz para rpm é feita
em função do número de pólos do motor utilizado; EX:P208 = ns / f.
OBS: Sempre que for passado para o modo vetorial (P202=2), o parâmetro P208 é
ajustado conforme o valor de P402 (velocidade do motor), para indicar a velocidade em
rpm em P002.
Tarefa Nº 04 Acionamento Via Bornes

• Instalação e Conexão (Comando a três fios)

PARAMETRIZAÇÃO

• Parâmetro de acesso
P000 5 acesso aos parâmetros
P204 5 carregar parâmetro de fábrica

• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz

• Parametrização via Bornes Parâmetros de Leitura


P221-(1) P229- (1) P002- valor proporcional á frequência
P230- (1) P231- (2) P003- corrente de saída (motor)
P263- (8) P264- (8). P005- frequência de saída (motor)
P007- tensão de saída (motor)
P008- temperatura do dissipador
P009- torque nominal do motor

P208 == Permite que o parâmetro de leitura P002 indique a velocidade do


motor em uma grandeza qualquer, por exemplo, rpm.
A indicação de P002 = P208 x P005. Se desejado, a conversão de Hz para rpm é feita
em função do número de pólos do motor utilizado; EX:P208 = ns / f.
OBS: Sempre que for passado para o modo vetorial (P202=2), o parâmetro P208 é
ajustado conforme o valor de P402 (velocidade do motor), para indicar a velocidade em
rpm em P002.
Tarefa Nº 05 Acionamento Via Bornes

• Instalação e Conexão (Comando a três fios)

PARAMETRIZAÇÃO

• Parâmetro de acesso
P000 5 acesso aos parâmetros
P204 5 carregar parâmetro de fábrica

• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz

• Parametrização via Bornes Parâmetros de Leitura


P221-(1) P229- (1) P002- valor proporcional á frequência
P230- (1) P231- (2) P003- corrente de saída (motor)
P263- (8) P264- (8). P005- frequência de saída (motor)
P007- tensão de saída (motor)
P008- temperatura do dissipador
P009- torque nominal do motor

P208 == Permite que o parâmetro de leitura P002 indique a velocidade do


motor em uma grandeza qualquer, por exemplo, rpm.
A indicação de P002 = P208 x P005. Se desejado, a conversão de Hz para rpm é feita
em função do número de pólos do motor utilizado; EX:P208 = ns / f.
OBS: Sempre que for passado para o modo vetorial (P202=2), o parâmetro P208 é
ajustado conforme o valor de P402 (velocidade do motor), para indicar a velocidade em
rpm em P002.
Tarefa Nº 06 Parametrização Multispeed

OBJETIVO: o multispeed é utilizado quando se deseja até oito velocidades fixas pré-
programadas. Permite o controle da velocidade de saída relacionando os valores
definidos por parâmetros, conforme combinação lógica das entradas digitais
programadas para multispeed.

• OBS: Durante a parametrização acontecerá o erro E24 (erro de programação).


Esclarecer que este erro não impede de finalizar a parametrização:

PARAMETRIZAÇÃO

• Parâmetro de acesso

P000 (5) acesso aos parâmetros

P204 (5) carregar parâmetro de fábrica

• Parâmetros de Regulação

P100- tempo de aceleração == 30 s


P101- tempo de desaceleração == 30 s
P124- 10 P125- 20 --------- (P 126 = 40)
P128- 40 P129- 60 --------- (P 127 = 60)
P133- frequência mínima ==== 0 P134- frequência máxima === 60 Hz

Parametrização via Bornes

P220- (4) P221-(6)


P222- (6) P229-(1)
P230- (1) P231-(0)
P263- (0) P264-(7)
P265- (7) P266-(7)
Parâmetros de Leitura

P002- valor proporcional á frequência P003- corrente de saída (motor)


P005- frequência de saída (motor) P007- tensão de saída (motor)
P008- temperatura do dissipador P009- torque nominal do motor

DI1 – (S1) DI3 – (S2) DI4 – (S3) RPM


DESLIGADA DESLIGADA DESLIGADA 0
LIGADA DESLIGADA DESLIGADA 300
LIGADA DESLIGADA LIGADA 600
LIGADA LIGADA DESLIGADA 1200
LIGADA LIGADA LIGADA 1800

Função Multispeed

• O multispeed é utilizado quando se deseja até oito velocidades fixas pré-


programadas. Permite o controle da velocidade de saída relacionando os valores
definidos por parâmetros, conforme combinação lógica das entradas digitais
programadas para multispeed.
Tarefa Nº 07 Parametrização Multispeed

• OBJETIVO: Oportunizar informações sobre a lógica de controle de velocidade


denominada “mutispeed”.

• OBS: Durante a parametrização acontecerá o erro E24 (erro de programação).


Esclarecer que este erro não impede de finalizar a parametrização:

PARAMETRIZAÇÃO

• Parâmetro de acesso

P000 (5) acesso aos parâmetros


P204 (5) carregar parâmetro de fábrica

• Parâmetros de Regulação

P100- tempo de aceleração == 30 s P101- tempo de desaceleração == 30 s


P124- 3 P125-10
P126-20 P127-30
P128-40 P129-50
P130-60 P131-66

Parametrização via Bornes

P220- (4) P221-(6)


P222- (6) P229-(1)
P230- (1) P231-(0)
P263- (0) P264-(7)
P265- (7) P266-(7)
Parâmetros de Leitura

P002- valor proporcional a frequência P003- corrente de saída (motor)


P005- frequência de saída (motor) P007- tensão de saída (motor)
P008- temperatura do dissipador P009- torque nominal do motor

DI1 – (S1) DI3 – (S3) DI4 – (S4) RPM


DESLIGADA DESLIGADA DESLIGADA 90
DESLIGADA DESLIGADA LIGADA 300
DESLIGADA LIGADA DESLIGADA 600
DESLIGADA LIGADA LIGADA 900
LIGADA DESLIGADA DESLIGADA 1200
LIGADA DESLIGADA LIGADA 1500
LIGADA LIGADA DESLIGADA 1800
LIGADA LIGADA LIGADA 1980
INSTALAÇÃO E PARAMETRIZAÇÃO DE INVERSOR DE FREQUÊNCIA CFW-09

L1 L2 L3
INSTALAÇÃO E PARAMETRIZAÇÃO DE INVERSOR DE FREQUÊNCIA CFW-09

Tarefa Nº 01 Acionamento Via Local (IHM)

• Parâmetro de acesso P000- (5)


• Parâmetros de fábrica P204 - (5) === seta valores com padrão de fábrica

• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração === 25 s
P133- frequência mínima
P134- frequência máxima ====== 60 Hz

• Parâmetro de Acionamento via Local (IHM)


P229- (0)
P230- (0)
P231- (0) Sentido Horário
- (1) Sentido Anti-Horário
- (2) Comandos

• Parâmetros de Leitura
P002- valor proporcional á frequência
P003- corrente de saída (motor)
P005- frequência de saída (motor)
P007- tensão de saída (motor)
P008- temperatura do dissipador

OBS: Com a programação padrão de fábrica é possível a operação do inversor


no modo local com as conexões mínimas da (Potência) e sem conexões no controle.
Recomenda-se este modo de operação para usuários que estejam operando o inversor
pela primeira vez, como forma de aprendizado inicial. Note que não é necessária
nenhuma conexão nos bornes de controle.

• OBS: Para parametrizar o inversor de fábrica.


P204- === 5 carregar parâmetro de fábrica
Tarefa Nº 02 Acionamento Via Bornes

• Instalação e Conexão (Comando a três fios)

PARAMETRIZAÇÃO

• Parâmetro de acesso
P000 5 acesso aos parâmetros
P204 5 carregar parâmetro de fábrica

• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz

• Parametrização via Bornes Parâmetros de Leitura


P220 -(1) P221- (1) P002- valor proporcional á frequência
P263- (1) P267 – (3) P003- corrente de saída (motor)
P264- (0) P005- frequência de saída (motor)
P265- (0) P007- tensão de saída (motor)
P266- (0) P008- temperatura do dissipador
Tarefa Nº 03 Acionamento Via Bornes

• Instalação e Conexão (Comando a três fios)

PARAMETRIZAÇÃO

• Parâmetro de acesso
P000 5 acesso aos parâmetros
P204 5 carregar parâmetro de fábrica

• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz

• Parametrização via Bornes Parâmetros de Leitura


P220-(1) P265 – (14) P002- valor proporcional á frequência
P221- (1) P266 – (14) P003- corrente de saída (motor)
P263- (0) . P267 – (0) P005- frequência de saída (motor)
P264- (0) P268 – (0) P007- tensão de saída (motor)
P008- temperatura do dissipador
Tarefa Nº 04 Acionamento Via Bornes

• Instalação e Conexão (Comando a três fios)

PARAMETRIZAÇÃO

• Parâmetro de acesso
P000 5 acesso aos parâmetros
P204 5 carregar parâmetro de fábrica

• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz

• Parametrização via Bornes Parâmetros de Leitura


P220-(1) P002- valor proporcional á frequência
P221- (1) P003- corrente de saída (motor)
P263- (0) P264- (2). P005- frequência de saída (motor)
P265- (8) P266- (8) P007- tensão de saída (motor)
P267 – (0) P268 – (0) P008- temperatura do dissipador
Tarefa Nº 05 Acionamento Via Bornes

• Instalação e Conexão (Comando a três fios)

PARAMETRIZAÇÃO

• Parâmetro de acesso
P000 5 acesso aos parâmetros
P204 5 carregar parâmetro de fábrica

• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz

• Parametrização via Bornes Parâmetros de Leitura


P220-(1) P002- valor proporcional á frequência
P221- (1) P003- corrente de saída (motor)
P263- (0) P264- (2). P005- frequência de saída (motor)
P265- (8) P266- (8) P007- tensão de saída (motor)
P267 – (0) P268 – (0) P008- temperatura do dissipador
INSTALAÇÃO E PARAMETRIZAÇÃO DE INVERSOR DE FREQUÊNCIA CFW-10
Tarefa Nº 01 Acionamento Via Local (IHM)

1- Parâmetro de acesso P000- (5)


2- Parâmetros de fábrica P204 - (5) === seta valores com padrão de fábrica
3- Parâmetro de acesso P000- (5) _ Libera a escrita no inversor.

• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração === 25 s
P133- frequência mínima
P134- frequência máxima ====== 60 Hz

• Parâmetro de Acionamento via Local (IHM)


P229- (0)
P230- (0)
P231- (0) Sentido Horário
- (1) Sentido Anti-Horário
- (2) Comandos

• Parâmetros de Leitura
P002- valor proporcional á frequência
P003- corrente de saída (motor)
P005- frequência de saída (motor)
P007- tensão de saída (motor)
P008- temperatura do dissipador

OBS: Com a programação padrão de fábrica é possível a operação do inversor


no modo local com as conexões mínimas da (Potência) e sem conexões no controle.
Recomenda-se este modo de operação para usuários que estejam operando o inversor
pela primeira vez, como forma de aprendizado inicial. Note que não é necessária
nenhuma conexão nos bornes de controle.

Observação: Para parametrizar o inversor na condição de fábrica.


P204 - === 5 carregar parâmetro de fábrica
Tarefa Nº 02 Acionamento Via Bornes

• Instalação e Conexão (Comando a três fios)

PARAMETRIZAÇÃO

• Parâmetro de acesso

1- Parâmetro de acesso P000- (5)


2- Parâmetros de fábrica P204 - (5) === seta valores com padrão de fábrica
3- Parâmetro de acesso P000- (5) _ Libera a escrita no inversor.

• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz

• Parametrização via Bornes Parâmetros de Leitura


P221-(1) P229- (1) P002- valor proporcional á frequência
P230- (1) P231- (2) P003- corrente de saída (motor)
P263- (0) P264- (5). P005- frequência de saída (motor)
P265- (6) P266- (4) P007- tensão de saída (motor)
P008- temperatura do dissipador
Tarefa Nº 03 Acionamento Via Bornes

• Instalação e Conexão (Comando a três fios)

Parametrização Multispeed

• OBS: Durante a parametrização acontecerá o erro E24 (erro de programação).


Esclarecer que este erro não impede de finalizar a parametrização:

PARAMETRIZAÇÃO

• Parâmetro de acesso

1- Parâmetro de acesso P000- (5)


2- Parâmetros de fábrica P204 - (5) === seta valores com padrão de fábrica
3- Parâmetro de acesso P000- (5) _ Libera a escrita no inversor.

• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz

• Parametrização via Bornes Parâmetros de multispeed


P221- (6) P222- (6) P124 – (0)
P229 - (1) P230 - (1) P128 – (20)
P231 - (0) P263 - (2). 2 P129 – (40)
P264 - (7) P265 - (7) P130 – (50)
P266 - (7) P131 – (60)
DI1 – (S1) DI3 – (S3) DI4 – (S4) (HZ)
DESLIGADA DESLIGADA DESLIGADA 0
LIGADA DESLIGADA DESLIGADA 20
LIGADA DESLIGADA LIGADA 40
LIGADA LIGADA DESLIGADA 50
LIGADA LIGADA LIGADA 60
Tarefa Nº 04 Acionamento Via Bornes

• Instalação e Conexão (Comando a três fios)

PARAMETRIZAÇÃO

• Parâmetro de acesso

1- Parâmetro de acesso P000- (5)


2- Parâmetros de fábrica P204 - (5) === seta valores com padrão de fábrica
3- Parâmetro de acesso P000- (5) _ Libera a escrita no inversor.

• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz

• Parametrização via Bornes Parâmetros de multispeed


P221- (6) P222- (6) P124 – (0)
P229 - (1) P230 - (1) P128 – (20)
P231 - (0) P263 - (0). P129 – (40)
P264 - (7) P265 - (7) P130 – (50)
P266 - (7) P131 – (60)
DI1 – (S1) DI3 – (S3) DI4 – (S4) (HZ)
DESLIGADA DESLIGADA DESLIGADA 0
DESLIGADA DESLIGADA LIGADA 10
DESLIGADA LIGADA DESLIGADA 20
DESLIGADA LIGADA LIGADA 30
LIGADA DESLIGADA DESLIGADA 40
LIGADA DESLIGADA LIGADA 50
LIGADA LIGADA DESLIGADA 55
LIGADA LIGADA LIGADA 60
Tarefa Nº 05 Acionamento Via Bornes

• Instalação e Conexão (Comando a três fios)

PARAMETRIZAÇÃO

• Parâmetro de acesso

1- Parâmetro de acesso P000- (5)


2- Parâmetros de fábrica P204 - (5) === seta valores com padrão de fábrica
3- Parâmetro de acesso P000- (5) _ Libera a escrita no inversor.

• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz

• Parametrização via Bornes Parâmetros de Leitura


P221-(1) P229- (1) P002- valor proporcional á frequência
P230- (1) P231- (2) P003- corrente de saída (motor)
P263- (13) P264- (14). P005- frequência de saída (motor)
P265- (0) P266- (5) P007- tensão de saída (motor)
P008- temperatura do dissipador
Tarefa Nº 06 Acionamento Via Bornes

• Instalação e Conexão (Comando a três fios)

PARAMETRIZAÇÃO

• Parâmetro de acesso

1- Parâmetro de acesso P000- (5)


2- Parâmetros de fábrica P204 - (5) === seta valores com padrão de fábrica
3- Parâmetro de acesso P000- (5) _ Libera a escrita no inversor.

• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz

• Parametrização via Bornes Parâmetros de Leitura


P221-(1) P229- (1) P002- valor proporcional á frequência
P230- (1) P231- (2) P003- corrente de saída (motor)
P263- (9) P264- (10). P005- frequência de saída (motor)
P265- (0) P266- (1) P007- tensão de saída (motor)
P008- temperatura do dissipador
Tarefa Nº 07 Acionamento Via Bornes

• Instalação e Conexão (Comando a três fios)

PARAMETRIZAÇÃO

• Parâmetro de acesso

1- Parâmetro de acesso P000- (5)


2- Parâmetros de fábrica P204 - (5) === seta valores com padrão de fábrica
3- Parâmetro de acesso P000- (5) _ Libera a escrita no inversor.

• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz

• Parametrização via Bornes Parâmetros de Leitura


P221-(1) P229- (1) P002- valor proporcional á frequência
P230- (1) P231- (2) P003- corrente de saída (motor)
P263- (9) P264- (10). P005- frequência de saída (motor)
P265- (0) P266- (1) P007- tensão de saída (motor)
P008- temperatura do dissipador
Inversor de Frequência ATV312

Botão MODE: pressionar durante 3 s o botão MODE, alterna entre as


configurações REMOTO/ LOCAL. Se [REFERÊNCIA DE VELOCIDADE] (rEF-)
for mostrada, isto o levará ao menu [CONFIGURAÇÕES] (Set-). Se não, ele o
encaminhará ao menu [REFERÊNCIA DE VELOCIDADE] (REF-)

Jog dial - pode ser utilizado para navegação girando no Sentido horário ou
anti-horário – pressionar o jog dial habilita o usuário a selecionar ou confirmar
informações.

Botão ESC - Utilizado para sair do menu ou parâmetro ou para limpar


o valor mostrado de modo a retornar ao valor presente na memória.

Botão STOP/RESET - Permite o rearme de Falhas, pode ser utilizado


para controlar a parada do motor.

Botão RUN: controla a energização do motor para funcionamento do


sentido avanço nas configurações LOCAL e REMOTO se o parâmetro
[Comando a 2/3 fios] (tCC) no menu [CONFIGURAÇÕES DE
ENTRADAS/SAÍDAS] é ajustado a [Local] (LOC),
OBS:

1. Evite apertar o botão MODE, pois se pressionado por 3s ou mais muda a Operação Remota para
Local (comando e referência de velocidade pelo frontal do inversor), com retorno à Operação
Remota somente com o ajuste de configuração de fábrica,
consulte: [Link]
2. O ATV312 vem pré-ajustado de fábrica, veja arquivo anexo ao final do artigo com esses ajustes
3. Utilize o botão giratório, pressionando-o ENT, e o botão ESC para navegar -> Menu- /
Submenu- / parâmetro = valor ajustado ou a alterar (alguns parâmetros necessitam que se
aperte o botão giratório (ENT) por 2s ou mais). Veja arquivo pdf no final deste artigo com
descrição da IHM integrada do ATV312.
4. Caso não saiba se o inversor teve seus ajustes (parâmetros) alterados, ou esteja mudando a sua
aplicação, avalie retornar às configurações de fábrica. Atenção - No retorno à configuração de
fábrica, a macroconfiguração se mantém. A macro original é drC- / CFG = StS
5. Algumas funções e recursos do ATV312 estão disponíveis no modo avançado: CtL- / LAC =
L3 (aperte ENT por 2s ou mais. Atenção às mudanças de alguns ajustes com essa alteração (veja
pg. 79 do manual em português do ATV312)

A) Para operação adequada do inversor insira os dados de placa do motor e ajuste o tipo de controle
do motor conforme aplicação, [Link]. bomba, ventilador, compressor, esteira, ponte rolante etc.:
IMPORTANTE : ajuste com dados de placa do motor de gaiola/assíncrono :
1. drC- / bFr= frequência standard do motor (50Hz, regulagem de fábrica ou 60Hz)
2. drC- / FrS= frequência nominal do motor em Hz (50Hz, regulagem de fábrica ou 60Hz se bFr =
60)
3. drC- / UnS= tensão nominal do motor em V (regulagem de fábrica 230/400/460V, conforme
referência do inversor e ajuste em bFr)
4. drC- / nCr= corrente nominal do motor em A, se mais de um motor em paralelo ajustar com a
soma das correntes dos motores
5. drC- / nSP= rotação nominal do motor em rpm. Atenção: Não ajuste com a velocidade síncrona
do motor (por exemplo 3600rpm, 1800rpm, 1200rpm, 900rpm)
6. drC- / COS= Cos phi ou FP-Fator de Potência (se não disponível manter o ajuste de fábrica)
7. drC- / rSC= resistência do estator a frio, para a grande maioria das aplicações manter ajuste de
fábrica em nO
8. drC- / UFt = n (de fábrica, controle vetorial sensorless), recomendável executar autorregulagem
(auto-tuning) após ajuste dos dados do motor (o motor deve estar parado e conectado
diretamente ao inversor)
9. drC- / UFt = P (pump) ou nLd (economia de energia, adapta a tensão de saída conforme a carga
para manter a rotação do motor com o mínimo de corrente). Aplicação de bomba centrífuga,
ventiladores e exaustores (conjugado variável)
10. drC- / UFt = L (conjugado constante). Aplicação com motores em paralelo ou quando não é
possível obter os dados de placa do motor
11. drC- / tUn = YES, ajuste opcional de auto-tuning/auto-regulagem, após alguns segundos
indica dOnE automaticamente.
12. drC- / tFr = Frequência máxima de saída, recomendado manter pelo menos 10% acima do
ajuste em SEt- / HSP. Se bFr = 60Hz -> tFr = 72Hz, se possível manter esse ajuste se HSP = 60Hz
1ª TAREFA: Comando local / referência local

1ºpasso: Menu Entradas / Saídas: I_O


: FCS / InI/ OK(2s)
ATV312
: tcc / Loc / OK(2s)

OBS: Para o inversor retornar os


parâmetros de Fábrica, configurar os
menus (drC/ I_0/ CtL e Fun) para o
submenu FCS - Retorno às regulagens de
fábrica/chamada da configuração – (InI)

2ºpasso: Menu regulagens SEt-


: ACC - Tempo da rampa de aceleração - (0,1 a 999,9s);
: dEC - Tempo da rampa de desaceleração –(0,1 a 999,9s);
: LSP - Velocidade mínima – ( 0 a HSP);
: HSP - Velocidade máxima – (LSP a tFr);
3ºpasso: Menu de controle do motor drC-
: bFr - Frequência standard do motor – (60 Hz);
: UnS - Tensão nominal do motor lida na placa de identificação;
: FrS - Frequência nominal do motor lida na placa de identificação;
: nCr - Corrente nominal do motor lida na placa de identificação
: nSP - Velocidade nominal do motor lida na placa de identificação

4ºpasso: Menu comando - CtL


: FrI / AIUI/ OK(2s)

5°passo: Ligar o inversor


2ª TAREFA: Comando local / referência remota

Alterar apenas o item do 5º passo da tarefa anterior e ligar o potenciômetro na placa do inversor.

5ºpasso: Menu comando - CtL


: FrI / AI1/ OK(2s)
3ª TAREFA: Comando remoto / referência local (2fios)

1ºpasso: Menu Entradas / Saídas: I_O


: FCS / InI / OK(2s)
: tcc / 2C / OK(2s)

OBS: Para o inversor retornar os


parâmetros de Fábrica, configurar os
menus (drC/ I_0/ CtL e Fun) para o
submenu FCS - Retorno às regulagens de
fábrica/chamada da configuração – (InI)

2ºpasso: Menu regulagens SEt-


: ACC - Tempo da rampa de aceleração - (0,1 a 999,9s);
: dEC - Tempo da rampa de desaceleração –(0,1 a 999,9s);
: LSP - Velocidade mínima – ( 0 a HSP);
: HSP - Velocidade máxima – (LSP a tFr);

3ªpasso: Menu de controle do motor drC-


: bFr - Frequência standard do motor – (60 Hz);
: UnS - Tensão nominal do motor lida na placa de identificação;

: FrS - Frequência nominal do motor lida na placa de identificação;


: nCr - Corrente nominal do motor lida na placa de identificação
: nSP - Velocidade nominal do motor lida na placa de identificação

4ºpasso: Menu comando - CtL


: FrI / AIUI/ OK(2s)
5°passo: Ligar o inversor
4ª TAREFA: Comando remoto / referência remota (2fios)

1ºpasso: Menu Entradas / Saídas: I_O


: FCS / InI / OK(2s)
: tcc / 2C / OK(2s)

OBS: Para o inversor retornar os


parâmetros de Fábrica, configurar os
menus (drC/ I_0/ CtL e Fun) para o
submenu FCS - Retorno às regulagens de
fábrica/chamada da configuração – (InI)

2ºpasso: Menu regulagens SEt-


: ACC - Tempo da rampa de aceleração - (0,1 a 999,9s);
: dEC - Tempo da rampa de desaceleração –(0,1 a 999,9s);
: LSP - Velocidade mínima – ( 0 a HSP);
: HSP - Velocidade máxima – (LSP a tFr);

3ªpasso: Menu de controle do motor drC-


: bFr - Frequência standard do motor – (60 Hz);
: UnS - Tensão nominal do motor lida na placa de identificação;
: FrS - Frequência nominal do motor lida na placa de identificação;

: nCr - Corrente nominal do motor lida na placa de identificação


: nSP - Velocidade nominal do motor lida na placa de identificação

4ºpasso: Menu comando - CtL


: FrI / AI1 / OK(2s)
5°: Ligar o inversor
5ª TAREFA: Comando remoto / referência remota (3fios)

1ºpasso: Menu Entradas / Saídas: I_O


: FCS / InI / OK(2s)
: tcc / 3C / OK(2s)

OBS: Para o inversor retornar os


parâmetros de Fábrica, configurar os
menus (drC/ I_0/ CtL e Fun) para o
submenu FCS - Retorno às regulagens de
fábrica/chamada da configuração – (InI)

2ºpasso: Menu regulagens SEt-


: ACC - Tempo da rampa de aceleração - (0,1 a 999,9s);
: dEC - Tempo da rampa de desaceleração –(0,1 a 999,9s);
: LSP - Velocidade mínima – ( 0 a HSP);
: HSP - Velocidade máxima – (LSP a tFr);

3ªpasso: Menu de controle do motor drC-


: bFr - Frequência standard do motor – (60 Hz);
: UnS - Tensão nominal do motor lida na placa de identificação;
: FrS - Frequência nominal do motor lida na placa de identificação;

: nCr - Corrente nominal do motor lida na placa de identificação


: nSP - Velocidade nominal do motor lida na placa de identificação

4ºpasso: Menu comando - CtL


: FrI / AI1 / OK(2s)
5°: Ligar o inversor
TABELA DE PARÂMETROS DA
SOFT-STARTER SSW-05

Certificações

Parâmetros
Função dos Parâmetros Faixa de Valores Ajuste de Ajuste do
Parâmetro Pág.
(Leitura) Internos Fábrica Usuário
0 ... 4, 6... 9999 =
P000 Parâmetro de acesso Leitura 0 68
5 = Escrita
P002 Indicação da corrente do motor (%) 000,0 ... 999,9 (% In) 68
P003 Indicação da corrente do motor (A) 000,0 ... 999,9 (A) 68
P023 Versão do Sotware 68
Indicação do estado da proteção 0 ... 250
P050 68
térmica do motor 250 = Erro
P11 Limitação de corrente na partida OFF,150...500%IN 68

Função dos Parâmetros Faixa de Valores Ajuste de Ajuste do


Parâmetro Pág.
(Leitura e Escrita) Internos Fábrica Usuário
P101 Tensão inicial 30 ... 80 (% Un) 30 68
P102 Tempo de rampa de aceleração 1 ... 20 (s) 10 69
P104 Tempo de rampa de desaceleração 0 ... 20 (s) 0 = off 69
P105 Ajuste da corrente do motor 30 ... 100 (%) 100 69
P106 Configuração das proteções 0 ... 3F Hexadecimal 1F Hex. 69
0 = Sem função
1 = Sem função
Carrega parâmetros com padrão de 2 = Sem função
P204 0 70
fábrica 3 = Sem função
4 = Sem função
5 = Carrega Weg
0 = Sem função
P215 Função Copy 1 = SSW -> HMI 0 70
2 = HMI -> SSW
0 = Trimpots e
Parametrização via HMI /
P220 Dip Switch 0 71
(Trimpots e Dip Switch)
1 = HMI
0 = Sem função
P264 Entrada digital programável DI 1 1 = Aciona / desaciona 1 71
2 = Erro externo
P277 Saída a relé programável (14/23 - 24) 0 = Sem função 71
0=3A
1 = 10 A
2 = 16 A
3 = 23 A Conforme o
P295 Corrente nominal da chave SSW-05 71
4 = 30 A modelo
5 = 45 A
6 = 60 A
7 = 85 A
P308 Endereço na rede 1 ... 30 1 71
1 = só Erro
Ação da verificação da comunicação 2 = desabilita rampa
P313 71
serial 3 = desabilita geral
4 = P264 → 1
Tempo de verificação da comunicação
P314 0 ... 5 (s) 0 = oFF 72
serial
Ajuste da Corrente do Motor:

Este ajuste irá definir a relação de corrente da SSW-05 Plus e do Motor por ela
acionado. Este valor é muito importante pois irá definir as proteções do Motor acionado
pela SSW-05 Plus. O ajuste desta função tem importância direta nas seguintes
proteções do Motor: Sobrecarga, Sobrecorrente, Rotor Bloqueado, Falta de Fase.
Trimpot de Ajuste de Tempo da Rampa de Desaceleração Exemplo de cálculo:

SSW-05 Plus utilizada: 30A


Motor utilizado: 25A
Ajuste da Corrente do Motor = IMotor / ISSW-05 Plus

Ajuste da Corrente do Motor = 25A / 30 A

Ajuste da Corrente do Motor = 0,833


Portanto deve ser ajustado em 83%

P105 Ajuste da corrente do motor (%):

Ajusta o valor da corrente do motor percentualmente em relação a corrente nominal da


chave.

O valor indicado está diretamente relacionado com os níveis de atuação das seguintes
proteções do motor: Sobrecarga, Sobrecorrente, Rotor bloqueado e Falta de Fase.

Com P220 = 0, o conteúdo do parâmetro indica o valor ajustado através do trimpot. No


caso do trimpot estar ajustado no valor máximo, o valor indicado através do parâmetro
pode ser um pouco menor que o esperado. Isto se deve as variações dos limites mecânicos.
A alteração do conteúdo do parâmetro através da HMI não é possível com P220 = 0.

Com P220=1, o conteúdo do parâmetro indica o valor programado através de


Comunicação serial ou IHM.

P106 Configuração das proteções

Com P220=0, o conteúdo do parâmetro indica o valor ajustado através de dip switch.
Neste caso a alteração do conteúdo do parâmetro através da HMI não é possível
.
Com P220=1, o conteúdo do parâmetro indica o valor programado através de comunicação
serial ou HMI.

Configura quais proteções estão habilitadas.

O valor é indicado em Hexadecimal. A seguir é apresentado as proteções e o


correspondente bit.
Descrição de Erros
Indicação Significado
E03 Falta de fase
E05 Sobrecarga na saída (função Ixt)
E06 Erro externo
E10 Erro da função Copy
E2x Erros da comunicação serial
E22 Erro de paridade longitudinal (BCC)
E24 Erro de programação
E25 Variável inexistente
E26 Valor fora de faixa
E27 Tentativa de escrita em variável de leitura ou comando lógico desabilitado
E31 Erro de comunicação serial cíclica interrompida
E63 Falha de conexão da HMI remota
E64 Rotor bloqueado
E66 Sobrecarga nos tiristores
E67 Sobrecorrente imediata
E70 Seqüência de fase invertida
E71 Subtensão na alimentação da eletrônica
E72 Contato do relé de By-pass interno aberto
E73 Sobrecorrente antes do By-pass
E75 Sobrecorrente imediata do relé de By-pass
E27 Freqüência fora da faixa
E31 Falta de fase
1) Partida e Parada Simplificada:

N
L1
L2
L3

F21
Q1

F1 F2 F3

Liga / Desliga
L1 L2 L3 S1

A2 A1
DI1
SSW 05
P000 = 5 ;
P204 = 5 ;
P000 = 5;
P101 = 30 % Un
U V W P102 = 15 s
P104 = 0
1) LIGAR O MOTOR PELA IHM:
P220 = 1;
P264 = 0;

2) LIGAR O MOTOR PELA ENTRADA DIGITAL (DI1):


P220 = 1;
P264 = 1;
M1
3
~
2) Partida e Parada utilizando Contator e Botoeiras:

N
L1
L2
L3

Q1 F21

F1 F2 F3 Desliga
b0
K 1

Liga
L1 L2 L3 b1 K1

A2 A1
DI1
SSW 05

U V W 24 23 14 13

K 1

P000 = 5 ;
P204 = 5 ;

M1 P000 = 5;
P101 = 30 % Un
3
~ P102
P104
=
=
15 s
0
1) LIGAR O MOTOR PELA IHM:
P220 = 1;
P264 = 0;

2) LIGAR O MOTOR PELA ENTRADA DIGITAL (DI1):


P220 = 1;
P264 = 1;
3) Partida e Parada utilizando Botoeiras e Relé de Operação
N
L1
L2
L3

F21

Q1
Desliga
b0
F1 F2 F3

Liga
b1
L1 L2 L3
A2 A1
DI1
SSW 05

U V W 24 23 14 13

P000 = 5 ;
P204 = 5 ;
P000 = 5;
P101 = 30 % Un
P102 = 15 s
M1 P104 = 0
3
~ 1) LIGAR O MOTOR PELA IHM:
P220 = 1;
P264 = 0;

2) LIGAR O MOTOR PELA ENTRADA DIGITAL (DI1):


P220 = 1;
P264 = 1;
A B C D E

Alimentação neutro e proteção Alimentação -+ Transformador Ponte Retificadora Fusível Chave Seccionadora
com Fusível

PE
L1

L2

L3
-V

7
-X -X
+
-T -F -F -F
-V

PE
~ ~
1 1

8
Disjuntores - + -

4
1

5
Motor Trifásico 6 Pontas
-F -F -F
Disjuntores Motor Motor Trifásico

W1

PE
U1

V1
2

W1

PE
U1

V1
1

5
Disjuntores DR
-Q -Q -Q M
M -M
3
1

7
-M
-F -F 3
I> I> I> I> I> I>

W2
2

U2

V2
2 2
Motor Monofásico Motor Dahalander
2

W1
PE

PE
U1

V1
U

N
Rele Bimetálico Contatores Contatos de força Chaves Seccionadora Dah
M M
1

5
-M -M
-F -KM -KM -KM -S -S -S 1 3
2

W2
U2

V2
Motor c/ Rotor Bobinado
Motor de Corrente

W1

PE
U1

V1
3 Resistores Autotransformador Soft Starter Inversores de Frequencia Continua 3

PE

PE

F1

F2
L1

L1

L2

L3
N
1

M
-R -T -G -G -G -M
3 M
3

PE

A1

A2
2

PE
M
K

L
-M
2

Contatos Comum NA NF
2

PE

PE
W

W
M
U

U
V

A1

A2
Contatos Auxiliares NA NF
Temporizador Temporizador

PE
4 Retardo na conexão Retardo na desconexão -M 4
13

11

11

67

55

67

55
Variadores de velocidade
para motores CC
-K -K -K -KA -KA -KA -KA

PE

PE
L1

L1
14

12

12

14

68

56

68

56

N
-G -G
55

57

55

55

57

55
11

13

-KA -KA -KA -KA


-K
56

58

56

58

56

58

56

58
12

14

M1

M2

M1

M2

F1

F2
5 5
Temporizador
Conexão desconexão Botão NA Botão NF Botão NA NF Botão Comum NA NF Bobina de Contator
A1
13

11

11

13

11
67

55

-S -S -S -S -K
-KA -KA
A2
14

12

12

14

12

14
68

56

Bobina de valvula solenoide


13

11

11

13

11

A1

-S -S -S -S
55

57

55

-EV
14

12

12

14

12

14

-KA -KA
A2

6 6
56

58

56

58

Bobina Temporizador Bobina Temporizador


Botões tipo imterruptor Chaves fim de curso Contatos de rele bimetálico Retardo na conexão Retardo na Desconexão
A1

A1
13

11

13

11

97

95

-S -S -S -S -F -F -K -K
A2

A2
14

12

14

12

98

96

Rele Intermitente
11

13

11

11

13

11

95

97

95

A1

-S -S -S -S -F -F
Sirene
-K
12

14

12

14

12

14

12

14

96

98

96

98

A2

X1

7 7
-H
X2

Sensores Indutivo Sensores Capacitivo Sensores magnético Foto emissor Foto Receptor
X1

-B -B -B -B -B -B -B -B
1

-H
Sinalizador
E R
X2
2

Data Nome Assinaturas Entidade

Desenhado
8 8
Verificado * *

Data: Título Simbologia de dispositivos de comandos elétrico Identificação dos terminais do motor Num:
U1 = 1 U2 = 4
V1 = 2 V2 = 5
Arquivo:
W1 = 3 W2 = 6
A B C D E

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