Apostila de Industrial - 2023
Apostila de Industrial - 2023
ACIONAMENTOS ELETROELETRÔNICOS
Jan - 2023
Sumário
Motores elétricos ................................................................................................................... 4
Placa de identificação do motor elétrico .............................................................................. 13
Medição da Resistência de Isolamento ................................................................................ 17
Motores de corrente alternada ............................................................................................. 17
Sistema de alimentação ..................................................................................................... 20
Motor Trifásico de Seis Terminais ..................................................................................... 22
Ligações elétricas dos motores …………………………………………………………………. 24
Identificação dos terminais de um motor ……………………………………………………… 29
Teste de polarização de um motor trifásico de 6 terminais …………………………………. 29
Dispositivos de manobras ………………………………………………………………………. 32
Código de cores para botões …………………………………………………………………… 35
Chave magnética ………………………………………………………………………………... 36
Chave fim de curso ……………………………………………………………………………… 42
Temporizadores …………………………………………………………………………………… 43
Sensores de proximidade …………………………………………………………………………. 46
Dispositivos de proteção …………………………………………………………………………. 47
Curva característica dos fusíveis: ………………………………………………………………... 53
Diagramas elétricos …………………………………………………………………………………62
Sistemas de comandos para motores elétricos ………………………………………………….62
Partida direta …………………………………………………………………………………………63
Queda de tensão …………………………………………………………………………………….64
Atividades: ……………………………………………………………………………………………68
Partida indireta ………………………………………………………………………………………78
Partida estrela-triângulo(Y/∆) ………………………………………………………………………78
Partida compensada ……………………………………………………………………………... 89
Motor Dahlander …………………………………………………………………………………….95
Chave eletrônica (soft-starter) ……………………………………………………………………100
Sumário
Princípio de funcionamento ............................................................................................... 101
Formas de ligação do soft-starter ...................................................................................... 102
Inversor de Frequência ..................................................................................................... 104
Princípio de funcionamento ............................................................................................... 106
Funções dos inversores .................................................................................................. 107
Escolha do inversor ……………..……………………………………………………………….. 108
inversor escalar …………………………………………………………….................................110
Inversor vetorial…………………………………………………………………………………. 111
Módulos do inversor……………………………………………………………………………. 113
Parametrização ……………………………………………………………………......................128
Tipos de parâmetros……………………………………………………………………………... 128
Simbologia ………………………………………………………………………………................136
Referências ……………………………………………………………………………................ 137
Anexos........ …………………………………………………………………………. ...................138
MOTOR ELÉTRICO
COMANDOS ELÉTRICOS
1 - Motores de corrente alternada
São motores que sua alimentação é feita através de uma fonte de corrente alternada.
Podem ser classificados em assíncronos (indução) e síncronos.
As máquinas síncronas possuem velocidade fixa e têm sua aplicação bastante limitada,
devido ao alto custo. Já os motores de indução são utilizados na grande maioria das
aplicações que necessitam de motores elétricos.
Final da bobina 3 4 6
Enrolamento principal Enrolamento auxiliar
1 2 1 4
3 4 3 2
Após inverter uma das bobinas e medir a corrente novamente, deve-se aplicar os números
1, 3, 2 e 4, respectivamente, a ligação das bobinas que apresentar a menor corrente.
Os motores elétricos em geral compõem-se de duas partes:
• Rotor: que é a parte móvel
• Estator ou Carcaça: que é a parte fixa
Características construtivas
• O motor trifásico tem entre a sua composição duas principais partes: o rotor e o
estator.
• Rotor
• O rotor é a parte rotativa do motor, por onde é transmitida a energia mecânica. O rotor
possui um núcleo composto por chapas magnéticas que melhoram a permeabilidade
magnética. O enrolamento do rotor pode ser bobinado ou do tipo gaiola de esquilo.
• Quando o enrolamento do rotor é do tipo bobinado, ele possui um enrolamento
trifásico fechado internamente em estrela. No rotor gaiola de esquilo, os condutores
▪ Carcaça;
ESTATOR ▪ Núcleo de Chapas;
1
▪ Enrolamento Trifásico.
▪ Eixo;
ROTOR ▪ Núcleo de Chapas;
2
▪ Barras e anéis de curto.
▪ Tampas; ▪ Rolamentos;
OUTRAS
▪ Ventilador; ▪ Placa de Identificação;
2 PARTES
▪ Caixa de ligação; ▪ Defletora, etc.
• CARCAÇAS
ROTORES
FLANGES TAMPAS
MOTOR ELÉTRICO
Estas placas de identificações são de fácil entendimento, não tem segredo nenhum.
Motor de indução-gaiola: indica a descrição do motor: 60HZ, Frequência da rede elétrica que
se aplica a este motor. CAT N : Indica que este motor foi projetado para trabalhar com
cargas normais exemplo: Bombas, ventiladores, correias transportadoras etc. FS 1.00:
Significa o fator de serviço em que o motor poderá exceder sua carga nominal.
220/380/440V: Tensões nominais em que o motor poderá ser ligado. 245-corrente nominal
em 220V; 142-corrente nominal em 380V. 123-corrente nominal em 440V; A= representa a
unidade de medida da corrente elétrica.
S1-É o regime de trabalho do motor; exemplo: S1 significa regime de trabalho contínuo de um motor
elétrico; S2 - regime de tempo limitado. MAX AMB- Significa temperatura máxima ambiente de
trabalho do motor, a maioria dos motores são projetados para 40°C.
Fechamento da bobina do motor para que ele funcione em cada tensão; nota. Para cada
tensão tem um fechamento de bobina diferente.
6314-C3- Indica o número do rolamento. POLYREX EM-ESSO- E a graxa que deverá ser
usada para lubrificar os rolamentos do motor. Nota. Só usa em motores que vem com pino
graxeira. 27g- Indica a quantidade de graxa que deverá ser usado em cada rolamento.
9789h- Indica o intervalo para próxima lubrificação. 462 Kg- Indica o peso do motor elétrico.
Email: [Link]@[Link] fone: (98)988780628
17
• Motor universal
Assim,
- Carga Resistiva: cos ϕ = 1
- Carga indutiva: cos ϕ atrasado
- Carga Capacitiva: cos ϕ adiantado
Os termos, atrasado e adiantado, referem-se à fase da corrente em relação à fase da
tensão.
Rendimento
60 x f 120 x f
ns = ———— = ———— ( rpm )
p 2p
60 x 60
ns= ——————
2
ns = 1800 rpm
• onde:
• s = escorregamento, em %;
• ns = velocidade síncrona;
• n = velocidade do rotor.
O rotor do motor à plena carga dá um escorregamento que varia de 3% para os
motores potentes até 6% para os de pequena potência.
• O sistema
• No Brasil, o sistema de alimentação pode ser monofásico ou trifásico. O sistema
monofásico é utilizado em serviços domésticos, comerciais e rurais, enquanto o
sistema trifásico, em aplicações industriais, ambos em 60Hz.
Monofásico
• As tensões monofásicas padronizadas no Brasil são as de 127V (conhecida como
110V) e 220V.
• Frequência nominal (Hz)
É a frequência da rede para a qual o motor foi projetado.
Ligação em frequências diferentes
• Motores trifásicos bobinados para 50Hz poderão ser ligados também em rede de
60Hz.
• a) Ligando o motor de 50Hz, com a mesma tensão, em 60Hz
- a potência do motor será a mesma;
- a corrente nominal é a mesma;
- a corrente de partida diminui em 17%;
- o conjugado de partida diminui em 17%;
- o conjugado máximo diminui em 17%;
- a velocidade nominal aumenta em 20%.
Quando o motor for ligado em 60Hz com o enrolamento 50Hz, poderemos aumentar a
potência em 15% para II polos e 20% para IV, VI e VIII polos.
Trifásico
As tensões trifásicas mais usadas nas redes industriais são:
• Baixa tensão: 220V, 380V e 440V
• Média tensão: 2.300 V, 4.160 V e 6.600 V
O sistema trifásico estrela de baixa tensão, consiste em três condutores de fase (L1, L2,
L3) e o condutor neutro (N), sendo este, conectado ao ponto estrela do gerador ou
secundário dos transformadores.
Características
LIGAÇÃO DE MOTORES ELÉTRICOS DE 6 TERMINAIS
Seis terminais que possibilitam funcionar em duas tensões diferentes e comutar sentido de
rotação: horário e anti-horário.
Este motor pode ser ligado em duas tensões diferentes.
Possui 3 bobinas internas defasadas fisicamente e eletricamente em 120°.
Pode ser ligado em Triângulo (menor tensão) ou estrela (maior tensão).
Ligação Triângulo
Este tipo de ligação é feito para ligar o motor na menor tensão existente. A ligação triangulo é feita
ligando o começo de uma bobina no final da outra.
Ligação: (1e 6); (2 e 4); (3 e 5). Após essas conexões, cada par é conectado por uma fase do
sistema trifásico (L1, L2 e L3). Resumindo, nessa ligação estamos conectando as bobinas em
paralelo.
Uma característica do sistema trifásico que não podemos esquecer, é que o fechamento triângulo
possuirá um mesmo valor de tensão de linha e tensão de fase. Já as correntes de linha e de fase
terão valores diferentes.
Ligação Estrela
Este tipo de ligação é feito para ligar o motor na maior tensão existente. Nesse tipo de ligação,
os terminais 4, 5 e 6, são ligados formando um ponto em comum, chamado de neutro. Os
terminais 1, 2 e 3 das partes iniciais das bobinas ficam disponíveis para serem conectadas
cada uma por uma fase do sistema trifásico (L1, L2 e L3).
Repare bem que, se fizermos a análise desse fechamento levando em consideração duas
fases, por exemplo, entre L1 e L2, temos duas bobinas ligadas em série.
Uma característica do sistema trifásico que não podemos esquecer, é que o fechamento
estrela possuirá um valor de tensão de linha e um valor de tensão de fase. Já as correntes de
linha e de fase terão o mesmo valor.
220 V 440 V
380 V 760 V
Obs: Nesse caso, são disponibilizados apenas 9 terminais na caixa de ligação de motor,
onde podemos conectá-las em duplo estrela e estrela ou duplo triângulo e triângulo.
Lembrando que os outros 3 terminais já se encontram fechados internamente no motor,
destacados em vermelho na figura.
L1 L2 L3 L1 L2 L3
L1 L2 L3 L1 L2 L3
1– 220 V 2- 380 V
3- 440 V 4– 760 V
Obs: Nesse caso, são disponibilizados apenas 12 terminais na caixa de ligação do motor,
onde podemos conectá-las em duplo triângulo; duplo estrela; triângulo ou estrela.
L1 L2 L3 L1 L2 L3
L1 L2 L3 L1 L2 L3
L1 L2 L3
1 7 2 8 3 9
4 10 5 11 6 12
1
= U
= U1 7
= U’
= U3
2
= V
= V1 8
= V’
= V3
3 = W = W1 9 = W’ = W3
4 = X = U2 10 = X’
= U4
5 = Y = V2 11 = Y’ = V4
6
= Z
= W2 12
= Z’
= W4
3 – ligar uma das bobinas não identificada em paralelo com um voltímetro na escala de 20
Vca e ligar a bobina numerada em série com a bobina que restou e alimentá-las com uma
tensão de 127 Vca ou 220 Vca;
DISPOSITIVOS DE MANOBRAS
- CONSTITUIÇÃO:
a – BLOCOS DE CONTATOS
contato NF
contato NA
b – BOTÃO PARA BOTOEIRAS
botão normal
- comutador de posições
SIMBOLOGIA
2 - CHAVE MAGNÉTICA
a – DEFINIÇÃO: é um dispositivo de manobra mecânico, acionado eletromagneticamente,
construído para uma elevada frequência de manobras e cujo arco é extinto no ar.
b – TIPOS:
1 – Contator tripolar: é destinado a efetuar o comando dos diversos tipos de cargas das
instalações industriais (motores, capacitores, etc.)
a - Contatos: são os elementos encarregados de realizar a principal função de um contactor,
que é estabelecer, conduzir ou interromper a corrente elétrica. Em um mesmo contactor
podem-se distinguir dois tipos de contatos:
- contatos principais, destinados a abrir ou fechar os circuitos principais ou de
potência;
- contatos auxiliares, destinados a abrir ou fechar circuitos de comando,
sinalização, ou seja, circuitos auxiliares.
- Simbologia (é representado pela letra K)
Bobinas para contator com um enrolamento
CONTATOR DE FORÇA
Os contatos principais ou de força são representados por apenas um algarismo e os
contatos auxiliares são representados por dois algarismos, onde:
SIMBOLOGIA
c - Constituição
1 – carcaça é a parte que aloja todos os componentes do contator;
2 – bobina é o enrolamento responsável pela criação de um campo magnético;
3 – núcleo magnético é o elemento responsável pela concentração das linhas de força do
campo magnético criado pela bobina;
4 – contatos são os elementos responsáveis em estabelecer ou interromper o circuito:
A – contatos fixos;
B – contatos móveis.
5 – suporte dos contatos móveis;
6 – mola interruptora é responsável pela velocidade de abertura dos contatos móveis;
7 – câmara de extinção do arco elétrico é o compartimento de um dispositivo de manobra,
que envolve os contatos principais.
DC1
Ela se aplica a todos os aparelhos utilizados em corrente contínua cuja constante de tempo
(L/R) seja menor ou igual a 1ms.
DC3
Esta categoria rege a partida e a frenagem em contracorrente bem como o acionamento por
impulsos dos motores shunt (Constante de tempo em torno de 2ms). No fechamento o
contator precisa suportar uma corrente em torno de 2,5 vezes a corrente nominal do motor.
Na abertura ele deve ser capaz de suportar uma corrente de 2,5 vezes a corrente de partida
do motor sob uma tensão próxima a nominal. Em função dessa característica, o
desligamento se torna muito difícil.
DC5
Esta categoria diz respeito a partida e frenagem em contracorrente bem como o
acionamento por impulsos dos motores tipo série (Constante de tempo em torno de 7,5ms).
O contator fecha sob um pico de corrente que pode atingir até 2,5 vezes acorrente nominal
do motor. Quando ele abre, ele interrompe essa mesma corrente sob uma tensão tanto mais
forte quanto menor for a velocidade do motor. Trata-se de um desligamento muito severo.
IMPORTANTE: Note que as categorias de utilização não têm relação com a quantidade de
vezes que a carga é acionada. Uma mesma carga pode ser acionada uma vez ao dia ou
centenas de vezes ao dia que sua classe de utilização não muda. A classe de utilização
depende unicamente do tipo de carga e da forma que a carga é acionada, mas não depende
de quantas vezes essa carga é acionada.
Para correta especificação de um contator é necessário saber os dados abaixo:
Uma chave fim de curso é um termo genérico usado para referir-se a um comutador
elétrico que é capaz de ser atuado por uma força física.
A chave fim de curso consegue ser atuada por uma mínima força externa, tem baixo custo
de aquisição e consegue desempenhar a sua função em um circuito várias vezes! Em
média, o número de atuações de uma chave fim de curso ultrapassa o valor de 1 milhão de
ciclos, podendo chegar em até 10 milhões de ciclos, dependendo do modelo.
chave fim de curso é um dispositivo eletromecânico que consegue determinar que um motor
ou outra estrutura ligada ao seu eixo, chegou ao fim do seu campo de acionamento, ou seja,
chegou ao fim do seu curso.
S S
b – Função:
1 – controle,
2 – comando,
3 – segurança.
4 - TEMPORIZADORES
O relé temporizador, timer ou relé de tempo, como também é chamado, pode ser
definido como um dispositivo que é capaz de fazer processos de comutação através
da manipulação de tempo.
Mas o que isso quer dizer? Isso significa que manipulando o tempo antes, durante ou
após o seu acionamento, o relé temporizador comuta os seus contatos e consegue
realizar funções como:
– Tipos quanto ao funcionamento:
1 – Eletrônicos: Contato reversível Dois contatos
3 – Pneumáticos:
Este temporizador permite o retardo de um sinal pneumático; um período ajustável que passa
entre o aparecimento do sinal de controle pneumático e o sinal de saída.
Porém, em geral, são usados os símbolos dos relés temporizadores on delay e off
delay, assim como pode ser visto na imagem abaixo.
a) Eletrônico:
OBS: Porém, em geral, são utilizados os símbolos dos relés temporizadores on delay
e off delay eletrônicos.
SIMBOLOGIA
5 - SENSORES DE Proximidade
a) – DEFINIÇÃO: são dispositivos eletrônicos utilizados para detecção de objetos,
corpos ou volumes, sem que haja contato físico entre o objeto detectado e o sensor.
• Os sensores de proximidade são divididos em três principais grupos, conforme
características construtivas e o tipo de material que são capazes de detectar:
1 - Sensor infravermelho – os objetos são detectados a partir de reflexão de raios de
luz infravermelha e, logo depois, é acionado um circuito elétrico.
DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO
DEFINIÇÃO: são dispositivos inseridos nos circuitos elétricos com objetivo de interromper a
passagem de corrente em casos de anormalidades, tais como:
• Curto-circuito – ligação entre dois pontos do circuito com impedância desprezível.
Normalmente a corrente é 10 vezes maior que a nominal.
• Sobrecorrente - nível de excesso de corrente em relação a corrente nominal.
• sobrecarga - é quando a intensidade de corrente de um circuito ultrapassa o valor
para o qual ele foi dimensionado. Ou seja, quando ultrapassa a quantidade de
corrente que ele é capaz de suportar.
• Ausência de uma das fases ou do neutro num sistema trifásico.
1 – FUSÍVEL
Fusível tipo D
Fonte: SENAI-SP (2013)
Esses fusíveis são muito utilizados para proteção do circuito de comando e de motores
elétricos, devido à sua ação de efeito retardado que suporta o pico da corrente de partida.
Observe no quadro 3 os valores de corrente dos fusíveis tipo D, e as cores do indicador de
queima (espoleta), correspondentes.
Quando você for efetuar as ligações nas bases dos fusíveis, lembre-se que o fio da rede
deve ser conectado ao terminal metálico que tem contato com a base do parafuso de ajuste;
já o fio que vai para a carga deve ser conectado ao terminal que tem contato com a rosca
metálica da base. Observe a figura abaixo.
b – tipos:
1 – Ação rápida
São destinados a proteção de circuitos em que não ocorre variação considerável de corrente
quando do acionamento do circuito. Ex. circuitos puramente resistivos.
2 – Ação retardada
São fusíveis que suportam por alguns segundos a elevação do valor da corrente. Caso típico
que ocorre na partida de motores em que a corrente de partida pode atingir de 5 a 7 vezes a
corrente nominal.
3 – Ação ultrarrápida
São fusíveis que suportam por alguns milissegundos a elevação do valor da corrente. Caso
típico que ocorre nos circuitos que utilizam semicondutores de potência. ex.: Soft starter e
Inversores de frequência.
Características do fusível
O fusível possui algumas características que são muito importantes no momento da sua
aquisição. Essas características, geralmente estão descritas no corpo do fusível, e são elas:
▪ Corrente nominal: corrente elétrica para a qual o fusível foi desenvolvido para
trabalhar.
▪ Corrente de ruptura: valor da corrente que causa a interrupção do fornecimento da
energia elétrica, por parte do fusível, no circuito.
▪ Curva característica: relação entre o valor da corrente elétrica e o tempo necessário
para que o fusível interrompa o circuito.
▪ Elo fusível: tipo do material metálico que forma o elo interno do fusível, elo este que
se funde quando necessário.
Para entender melhor esta utilização de acordo com a classificação, vamos mostrar alguns
exemplos.
▪ “aM” – A primeira letra é um a minúsculo que indica que a atuação é contra curto. A
segunda letra é M maiúsculo que indica que este fusível é para proteção de motores.
▪ “gL/gG” – A primeira letra é um g minúsculo que indica que a atuação é contra
sobrecarga e curto. A segunda letra é L e G que indica que este fusível é para
proteção de cabos e uso geral.
▪ “aR” – A primeira letra é um a minúsculo que indica que a atuação é contra curto. A
segunda letra é um R maiúsculo que indica que este fusível é para proteção de
semicondutores.
SIMBOLOGIA
Os fusíveis tipo D são bastante seguros, isso quer dizer que podem ser
manuseados, no momento da sua substituição, sem que o profissional
sofra um choque elétrico! O fusível tipo D enquadra-se na categoria de
utilização “gL/gG’’, podendo ser encontrado em três tamanhos diferentes.
Esse tipo de fusível possui uma faixa de corrente nominal de 2 a 100
amperes, e a corrente de ruptura na faixa de 20 a 100 KA.
2 - DISJUNTOR-MOTOR
Você já sabe como funcionam o disjuntor termomagnético e o relé térmico. O
funcionamento desses dispositivos é importante para entender o disjuntor-motor. Os
disjuntores-motores são dispositivos que, além de proteger as instalações elétricas contra
curtos-circuitos, protegem o motor contra sobrecargas. A figura abaixo, a seguir, apresenta
alguns modelos de disjuntores-motores.
Eles oferecem uma proteção eficiente, porque incorporam as funções de disjuntor e relé
térmico em um mesmo dispositivo. O símbolo do disjuntor-motor é mostrado na figura
abaixo.
Simbologia do disjuntor-motor
Fonte: SENAI-SP (2013)
3 – RELÉ TÉRMICO
O relé térmico ou relé bimetálico de sobrecarga, é muito usado na proteção dos motores
elétricos de possíveis anomalias, como sobrecarga de correntes prolongadas,
sobreaquecimento e falta de fase.
Quando o motor trava o seu eixo ou está trabalhando com muita carga, ele solicita mais
corrente da rede elétrica para tentar compensar o peso requerido, resultando em um
trabalho acima das especificações nominais.
Dessa maneira, o motor fica mais suscetível a danos em suas bobinas, sobreaquecimentos
e até mesmo, um provável derretimento na sua isolação, condições que podem provocar
curtos-circuitos internos.
O relé térmico é muito utilizado, uma vez que após acionado, ele trava e impede o
acionamento do motor novamente. Dessa forma, só é possível ligar o motor novamente
quando ocorrer uma ação manual de rearme!
Alguns fatores são responsáveis pela atuação ou desarmamento do relé térmico, são eles:
▪ Travamento do rotor
▪ Curto-circuito entre as bobinas no rolamento interno
▪ Curto-circuito entre a bobina e a carcaça do motor
▪ Aumento da corrente acima do valor nominal
Contatos principais
Contatos auxiliares
Contato fechado
Os contatos fechados são usados para evitar que o usuário fique tentando ligar o
motor após o desligamento pelo relé, geralmente associado próximo ao botão de
emergência. Eles são identificados pelos números 95 e 96.
Contato aberto
Os contatos abertos podem ser usados para sinalizar que o relé térmico está
acionado ou que existe um problema no circuito, através de uma lâmpada por
exemplo. Eles são identificados pelos números 97 e 98.
Somente rearme automático;
A
O relé falta de fase nada mais é do que um dispositivo eletrônico de proteção que, sob
algumas circunstâncias ou acontecimentos, realiza o seccionamento do circuito, visando
proteger todos os componentes após ele.
O motor elétrico trifásico foi um dos principais motivos para a criação e construção desse
relé! Isso aconteceu porque o motor funciona com a alimentação das três fases do circuito
em conjunto. Mas se alguma delas apresentar inconsistência, falhar ou por algum motivo for
interrompida, o motor gera uma grande sobrecarga e consequentemente queima,
acarretando um enorme prejuízo!
Devido a isso, surgiu a necessidade de criar esse dispositivo de proteção que monitora as
três fases da alimentação do circuito, cessando imediatamente a energia sob as seguintes
circunstâncias:
Ao perceber algum desses gatilhos, o relé falta de fase rapidamente cumpre a sua função e
interrompe o circuito!
Ajuste de Sensibilidade
Para fazer este ajuste, basta energizar o relé e girar o trimmer ou o potenciômetro que fica
na frente dele no sentido horário, até que o relé desarme. Após isso, gire lentamente o
trimmer para o sentido horário até que o relé volte a ser ativado.
Este é o ponto exato em que o relé deve ficar configurado para reagir às variações da rede
elétrica!
DIAGRAMAS ELÉTRICOS
DEFINIÇÃO: é a representação de uma instalação, ou parte dela, por meio de símbolos
gráficos.
Diagrama Unifilar: é aquele que representa de maneira simplificada os componentes e o
percurso de sua instalação por um único traço.
Diagrama Multifilar: este diagrama representa todo o sistema elétrico, em seus detalhes,
com todos os condutores.
Diagrama Multifilar:
1 - circuito de força: representa os elementos a serem acionados, ou seja, a carga do
circuito.
2 - circuito de comando: representa os elementos de proteção, sinalização e atuadores.
Diagrama Funcional : apresenta todo o sistema elétrico e permite interpretar, com clareza e
rapidez, o funcionamento ou sequência funcional dos circuitos.
Nota: os elementos de circuito contidos em um diagrama elétrico devem sempre ser
representados em seu estado normal (desligado).
1 - PARTIDA DIRETA: é o método mais simples que há, não emprega dispositivos especiais
de acionamento de motores.
É o método no qual o motor parte com valores de conjugado e corrente de partida plenos,
pois suas bobinas recebem a tensão nominal de trabalho.
Obs: a corrente de partida varia de 5 a 10 vezes a corrente nominal. Para dimensionamento
considera-se Ip = 7 x IN.
DESVANTAGENS:
- Acentuada queda de tensão no sistema de alimentação da rede;
- Exigência de superdimensionamento de condutores e dispositivos de manobras e
proteção.
- Limitações em relação a potência do motor.
DIMENSIONAMENTO
R
Categoria do contator:
AC1 – para circuitos resistivos;
AC2 – Motor com rotor bobinado
AC3 – Bombas e compressores
Irb = Ip
Irb = corrente de rotor bloqueado
EX: dimensionar os dispositivos de manobras e proteção, para uma partida direta que
irá acionar um motor trifásico de IV polos, em rede elétrica de 380 V / 60 Hz;
In = 42,02 A
Ip / In = 7,5
RESOLUÇÃO:
Ip = 42,02 x 7,5 ==== Ip= 315 A
1 - f1 = 315 x 0,4 ===== f1 = 126 A
2 - K1 = 42 A === AC3 ;
3 - RT = 42 A
QUEDA DE TENSÃO
ATIVIDADES:
1 - Dimensionar a secção do condutor elétrico;
EX: dimensionar os dispositivos de manobras e proteção e a secção do condutor elétrico,
para uma partida direta que irá acionar um motor trifásico com as seguintes características
de placa:
P= 5 CV E=380V FP=0,80
Rend. 0,80 IP/IN= 5
Calcule a secção do condutor de cobre para uma queda de tensão de 1 %, instalado a uma
distância de 60 m da fonte geradora.
Solução:
QDT = E . (%) / 100 R = QDT / IN
IN = P(w) / E . FP. n monofásico
IN = P(w) / E . FP. N . 1,732 trifásico
S = (ρ . l / R) . 2 monofásico S = (ρ . l / R) . 1,732 trifásico
SUBSTITUINDO:
1 - Cálculo da queda de tensão:
QDT = 380 . 1 / 100 QDT = 3,8 V
3 - Cálculo da resistência:
R = 3,8 / 8,74 R = 0,43 Ω
RT = 8,74 A
2 - Dimensionar os dispositivos de manobras e proteção e a secção do condutor elétrico,
para uma partida direta que irá acionar um motor trifásico com as características da placa
abaixo:
Calcule a secção do condutor de cobre para uma queda de tensão de 1 %, instalado a uma
distância de 80 m da fonte geradora.
a) Cálculo para 220 V;
b) Cálculo para 380 V.
Solução:
QDT = E . (%) / 100 R = QDT / IN
IN = P(w) / E . FP. N . 1,732 trifásico
S = (ρ . l / R) . 1,732 trifásico
IN = 12,9 A
3 - Cálculo da resistência:
R = 2,2 / 12,9 R = 0,17 Ω
SUBSTITUINDO:
1 - Cálculo da queda de tensão:
QDT = 380 . 1 / 100 QDT = 3,8 V
IN = 7,5 A
3 - Cálculo da resistência:
R = 3,8 / 7,5 R = 0,51 Ω
RT = 7,5 A
Solução:
QDT = E . (%) / 100 R = QDT / IN
IN = P(w) / E . FP. N . 1,732 trifásico
S = (ρ . l / R) . 1,732 trifásico
SUBSTITUINDO:
1 - Cálculo da queda de tensão:
QDT = 220 . 3 / 100 QDT = 6,6 V
IN = 26,4 A
3 - Cálculo da resistência:
R = 6,6 / 26,4 R = 0,25 Ω
IN = 15,3 A
3 - Cálculo da resistência:
R = 11,4 / 15,3 R = 0,74 Ω
Solução:
QDT = E . (%) / 100 R = QDT / IN
S = (ρ . l / R) . 1,732 trifásico
IN = 25,5 A
3 - Cálculo da resistência:
R = 4,4 / 25,5 R = 0,17 Ω
IN = 13,6 A
3 - Cálculo da resistência:
R = 8,8 / 13,6 R = 0,65 Ω
Solução:
QDT = E . (%) / 100 R = QDT / IN
S = (ρ . l / R) . 1,732 trifásico
IN = 24 A
3 - Cálculo da resistência:
R = 4,4 / 24 R = 0,18 Ω
IN = 13,6 A
3 - Cálculo da resistência:
R = 7,6 / 13,6 R = 0,56 Ω
SUBSTITUINDO:
1 - Cálculo da queda de tensão:
QDT = 440 . 2 / 100 QDT = 8,8 V
IN = 12 A
3 - Cálculo da resistência:
R = 8,8 / 12 R = 0,73 Ω
2 - PARTIDA INDIRETA
PARTIDA INDIRETA A alta corrente de partida solicitada por motores trifásicos pode causar
queda de tensão e sobrecarga na rede, aquecimento excessivo dos condutores e uma série
de outros fatores prejudiciais à instalação elétrica. Isso piora à medida que aumenta a
potência dos motores. Nesses casos, deve-se ter a preocupação de reduzir a corrente de
partida do motor, aplicando-lhe uma tensão inferior à nominal no instante da partida. Assim,
a potência do motor fica reduzida e, consequentemente, sua corrente. Depois que o motor
atinge rotação nominal eleva-se sua tensão ao valor correto. Desta forma, não haverá
grande pico de corrente na partida.
Esses sistemas só terão efeito se forem comutados corretamente, ou seja, somente quando
o motor atingir rotação nominal troca-se para a tensão plena. Caso contrário, o segundo pico
de corrente que ocorre quando o motor passa a receber a tensão nominal será muito alto,
tornando o sistema sem função.
Caso a partida direta não seja possível, devido aos inconvenientes, pode-se utilizar sistema
de partida indireta para reduzir a corrente de partida:
• 1 - Partida estrela-triângulo(Y/∆);
• 2 - Partida compensadora;
• 3 - Partida eletrônica (soft-starter);
• 4 - Inversor de frequência;
1 - PARTIDA Y/∆: é o sistema de partida, no qual o motor parte com seus enrolamentos
conectados em “Y” até atingir uma velocidade próxima da nominal (90 %), em seguida seus
enrolamentos são conectados em “∆”.
Funcionamento
Usando um motor com alimentação 220/380 de seis terminais, nesse exemplo a tensão de
alimentação deverá ser igual a menor tensão do motor (220 V). Inicialmente é realizado o
fechamento do motor em estrela, dessa forma ele está preparado para receber uma tensão
de 380V, mas quando na verdade ele recebe uma tensão de 220V e consequentemente sua
corrente diminui. Com a diminuição da corrente de partida inevitavelmente também existe a
redução no torque do motor.
É possível afirmar que a corrente de partida será reduzida para 1/3 da corrente nominal e
respectivamente a redução de torque é na mesma proporção. Porém o motor não pode
permanecer longos períodos funcionando com a tensão reduzida e com o fechamento em
estrela, por isso após alguns segundos a partida deve assumir o fechamento triângulo,
permitindo ao motor elétrico que receba uma tensão elétrica nominal de 220V em cada uma
de suas bobinas. É importante destacar que o tempo de mudança para o fechamento
triângulo é estabelecido pelo fabricante do motor.
1º momento:
2º momento:
O motor não deve permanecer longos períodos funcionando com tensão reduzida e
fechado em estrela, por isto, após alguns segundos (estabelecido pelo fabricante do
motor) a partida deve assumir o fechamento triângulo permitindo ao motor elétrico que
receba tensão elétrica nominal de 220V em cada uma de suas bobinas. Portanto, na
partida estrela triângulo, após a partida do motor, teremos o fechamento triângulo
sendo executado pelos contatores K1 e K2, conforme figura a baixo:
ONDE:
a1 – chave seccionadora
I
f1 – fusível
K1 – contator de alimentação
K2 – contator de fechamento em triângulo
K3 – contator de fechamento em estrela
I2
I1 I3 f7 – relé térmico
I – corrente total do sistema
I1 – corrente no contator K1
f7
I2 – corrente no contator K2
I3 – corrente no contator K3
DIMENSIONAMENTO;
1 – FUSÍVEIS
Ip = (Ip / In) x In x 0,33
F1 ≥ 1,20 x In : configuração com seis fusíveis;
F1 ≤ In x 1,732
2 – CONTATOR
K1 = K2 ≥ IN x 0,58
K3 ≥ 0,33 x In
K1 = K2 = IN
Categoria:
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EXEMPLO:
EX: dimensionar os dispositivos de manobras e proteção, de uma partida Y/∆ para acionar
um motor trifásico de 30 CV, IV polos, em rede elétrica de 380 V / 60 Hz;
In = 42,02
Ip / In = 7,5
RESOLUÇÃO:
1 - CÁLCULO DA CORRENTE DE PARTIDA
Ip = (Ip/In) x In x 0,33
Ip = 7,5 x 42,02 x 0,33
Ip = 104 A
2 - CÁLCULO DO FUSÍVEL
F1 = In x 1,732
F1 = 42,02 x 1,732 ===== 42,02 x 1,2
F1 = 73 A ===== 50 A
K1 = K2 = In
K1 = k2 = 42 A ==== AC 3
K3 = In . 0,33 ===== 42,02 . 0,33
K3 = 14 A ===== AC 3
RT = In . 0,58
RT = 42,02 . 0,58
RT = 24 A
EXEMPLOS PRÁTICOS:
1 – Dimensionar os dispositivos para o circuito da figura abaixo.
Informações da placa:
M1 – motor de indução trifásico; Potência = 30 CV;
Tensão nominal = 380 / 660 V; In = 43 / 25 A;
Ip / In = 6,4; FS = 1,15; Queda de tensão = 1 %;
Condutor de cobre; comprimento = 100 m.
RESOLUÇÃO:
1 - CÁLCULO DA CORRENTE DE PARTIDA
Ip = (Ip/In) x In x 0,33
Ip = 6,4 x 43 x 0,33
Ip = 90,82 A
2 - CÁLCULO DO FUSÍVEL
K1 = K2 = In
K1 = k2 = 43 A === K3 = In . 0,33 ===== 43 . 0,33 ==== K3 = 14,2 A;
Conforme o diagrama acima, teremos:
RT = In . 0,58
RT = 43 . 0,58
RT = 25 A
Informações da placa:
M1 – motor de indução trifásico; Potência = 20 HP;
Tensão nominal = 380 / 660 V; In = 27 / 15,6 A;
Ip / In = 6,8; FS = 1,25; Queda de tensão = 2 %;
Condutor de cobre; comprimento = 120 m.
RESOLUÇÃO:
1 - CÁLCULO DA CORRENTE DE PARTIDA
Ip = (Ip/In) x In x 0,33
Ip = 6,8 x 27 x 0,33
Ip = 60,6 A
2 - CÁLCULO DO FUSÍVEL
K1 = K2 = In
K1 = k2 = 27 A === K3 = In . 0,33 ===== 27 . 0,33 ==== K3 = 8,9 A;
Conforme o diagrama acima, teremos:
RT = In . 0,58
RT = 27 . 0,58
RT = 15,66 A,
Depois que o motor alcança a sua velocidade nominal, as bobinas começam a receber a
tensão nominal da rede e o motor trabalha com toda a sua capacidade.
FUNCIONAMENTO:
Na partida com chave compensadora são utilizados dois contatores a mais do que seria
utilizado em uma partida direta.
O tempo que o relé temporizador leva para desativar os dois contatores é justamente o
tempo que o motor leva para alcançar a sua velocidade nominal.
L1 L2 L3
Como os Tap’s mais usados são 65% e 80%, devemos dimensionar a chave para o pior
caso (maior corrente no ramal):
• K1 = In
• K2 = 0,64 x In (nesse caso, a pior condição é o tap de 80%)
• K3 = 0,23 x In (nesse caso, a pior condição é o tap de 65%)
• RT = In
2 - Contator
K1 = In
K2 = (%Tap)² x In
K3 = ((%Tap)²)² x In
3 - Relé Térmico
RT = In
• OBS: O dimensionamento do autotransformador de partida deve ser feito
levando-se em consideração a quantidade de partida por hora, tensão,
frequência e potência do motor a ser acionado.
EXEMPLO:
1 – Dimensionar os componentes básicos para uma partida compensada (com tap’s de 65%)
para acionar um motor trifásico de 30 CV com os seguintes dados:
E= 380 V FP= 0,88 Ƞ=0,85
IP/IN= 8,0
In = 44,85 A
RESOLUÇÃO:
1 - Fusível de Proteção:
2 - Contator
K1 = In ====== K1 = 44,85 A
K2 = (%Tap)² x In ====== K2 = (0,65)² x 44,85 ==== K2 = 18,95 A
K3 = ((%Tap)²)² x In ===== K3 = ((0,65)²)² x 44,85 === K2 = 7,6 A
Conforme o diagrama acima, teremos:
3 - Relé Térmico
RT = In ==== RT = 44,85 A
4 – Autotransformador
• OBS: O dimensionamento do autotransformador de partida deve ser feito levando em
consideração a quantidade de partida por hora, tensão, frequência e potência do
motor a ser acionado.
Autotransformador = 30 CV / 380 V / 60 Hz / com capacidade para 4 partidas por hora.
2 - Dimensionar os dispositivos de manobras e proteção, de uma partida compensada para acionar
um motor trifásico de 30 CV, IV polos, em rede elétrica de 220 V / 60 Hz;
RESOLUÇÃO:
1 – FUSÍVEIS
Ip = (Ip / In) x In x K² = 7,5 x 72,7 x 0,42
Ip = 229 A
F1 ≥ 1,20 x In = 1,2 x 72,7 =
F1 ≥ 87 A
Logo, o fusível a ser adotado será: F1 = 100 A
2 – CONTATORES
IK1 = IN
K1 ≥ IN = K1 ≥ 72,7 A
IK2 = K² x IN
K2 ≥ K² x IN = 72,7 x 0,42 = K2 ≥ 30,5 A
IK3 = (K - K²) x IN
K3 ≥ (K - K²) x IN = 72,7 x 0,23 = K3 ≥ 16,7 A
Onde: K corresponde ao TAP’s utilizado (0,65)
3 – RELÉ TÉRMICO
RT = IN = RT = 72,7 A
OBS: O dimensionamento do autotransformador trifásico de partida:
AT = 30 CV / 220 V / 60 Hz
MOTOR DAHLANDER
Uma vantagem do motor Dahlander, é que quando são necessárias apenas duas
velocidades, não é necessária a utilização do inversor de frequência, resultando em custos
menores!
Por outro lado, tanto no aspecto físico como nas características de construção, o motor
Dahlander não apresenta grandes diferenças em relação aos motores elétricos que
conhecemos, com exceção do enrolamento.
Nos motores elétricos convencionais com um enrolamento para uma velocidade, as bobinas
de uma mesma fase são ligadas de forma que se a primeira formar o polo sul, a seguinte
formará o polo norte.
De forma que, se o polo Norte for formado na parte superior, atuando diretamente sobre o
rotor, o polo sul será formado na parte inferior, que não atua diretamente sobre o rotor. Na
imagem abaixo, podemos ver a ligação do motor Dahlander.
O Motor Dahlander tem em seu estator seis bobinas, que podem se combinar de duas
formas: triângulo ou dupla estrela. Na imagem abaixo, é possível ver a ligação das
bobinas no motor Dahlander.
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99
▪ Baixa rotação: fases L1; L2 e L3 nos terminais 1,2,3, e os terminais 4,5,6 ficam
abertos;
▪ Alta rotação: fases L1; L2 e L3 nos terminais 4,5,6 e os terminais 1,2,3 devem ser
unidos, fechando um curto entre as bobinas.
Além dessa ligação, é possível realizar diversos tipos de comandos para acionar o motor
Dahlander, como a partida direta com sinalização e a partida com reversão.
Sendo assim, a potência absorvida pelo motor na conexão em dupla estrela é o dobro da
absorvida na conexão em triangulo. Além disso, o rendimento em velocidade alta é superior
do que na velocidade baixa.
Pressionando S2. O contator K3 será energizado e o motor funcionará com os terminais; U1;
V1 e W1 conectados em estrela. Simultaneamente também energizará o contator K2 para
complementar a alimentação dos terminais, U2; V2 e W2. A alimentação do contator K3 será
mantida após deixar de pressionar o botão S2, através do contato NA dele em paralelo com o
próprio S2. Note que se K3 e K2 estiverem em funcionamento, o contator K1 não poderá mais
ser ligado, pois há um contato NF de K2 e K3 no circuito de alimentação de K1. podemos
notar que a atuação de qualquer um dos relés térmicos abrirá o circuito e isso fará com que
seja necessário repetir todo o procedimento de ligação da chave de partida.
INTRODUÇÃO
Abordaremos o funcionamento e as características das chaves eletrônicas (soft-starters) e
dos inversores. Veremos os principais parâmetros de configuração dos drivers. Também, a
aplicação desses dispositivos em circuitos elétricos e as vantagens e desvantagens em
comparação com as ligações de motores elétricos.
O avanço da eletrônica permitiu a criação da chave de partida a estado sólido, que consiste
em um conjunto de pares de tiristores (SCR) (ou combinações de tiristores/ díodos),um em
cada borne de potência do motor. O ângulo de disparo de cada par de tiristores é controlado
eletronicamente para aplicar uma tensão variável aos terminais do motor durante a
aceleração e a desaceleração.
No final do período de partida ou parada, ajustável tipicamente entre 2 e 30 segundos, a
tensão atinge seu valor pleno após uma aceleração e desaceleração suave ou uma rampa
ascendente e descendente, em vez de ser submetida a incrementos ou saltos repentinos.
Com isso, conseguimos manter a corrente de partida (na linha) próxima da nominal e com
suave variação.
Além da vantagem do controle da tensão (corrente) durante a partida, a chave eletrônica
apresenta, também, a vantagem de não possuir partes móveis ou que gerem arco, como nas
chaves mecânicas. Esse é um dos pontos fortes das chaves eletrônicas, pois sua vida útil é
mais longa.
De acordo com o funcionamento de um tiristor, para que haja aceleração, ocorre um
crescimento da tensão de pico de uma tensão alternada, até chegar ao valor total da tensão
de pico. Já na desaceleração, ocorre a diminuição do valor de pico da tensão alternada até
chegar a zero. A figura abaixo, mostra os gráficos de variação de tensão em cada fase,
controlando as fases de um motor trifásico.
O quadro abaixo mostra uma comparação entre os sistemas de partidas de forma indireta de
acordo com o tipo de motor.
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO
O soft-starter controla a tensão da rede por meio do circuito de potência pelos tiristores, que
varia o ângulo de disparo, variando a tensão eficaz do motor elétrico.
O principal objetivo do funcionamento do soft-starter é reduzir a tensão de partida de um
motor elétrico. Como o torque é proporcional a essa tensão, o motor parte com torque
reduzido. A figura abaixo mostra um gráfico comparativo da corrente de partida direta,
estrela-triângulo e soft-starter em relação ao tempo.
INVERSOR DE FREQUÊNCIA
Inversor de frequência é o equipamento eletroeletrônico capaz de converter a tensão
alternada de entrada com frequências constantes em tensão contínua, modulando a tensão
e depois gerando em sua saída uma tensão novamente alterada. Porém, a tensão
possui sua frequência controlada e variável, que permite controlar a velocidade e o torque de
motores de indução trifásicos. Estas duas características provem os sistemas em que estão
inseridas de uma infinita gama de possibilidades, sendo aplicadas em máquinas,
equipamento e processos industriais. Observe as figuras abaixo.
NOTA:
Os inversores de frequência são utilizados na indústria para substituir equipamentos rústicos de variação de velocidade,
tais como variadores mecânicos por polias ou engrenagens e os variadores hidráulicos, que tinham uma forma muito
ineficiente de controlar a velocidade além, é claro, do grande espaço que era necessário nas máquinas e processos para
sua instalação.
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO
Podemos notar que a rede AC é retificada logo na entrada. Através de um capacitor (filtro)
forma-se um barramento de tensão contínua (barramento DC), ou circuito intermediário. A
tensão DC pode chegar a 380 VCC para redes trifásicas de 220VCA e até 660 VCC para
redes de 380VCA, e alimenta seis IGBTs (transistor bipolar de gate isolado).
Os IGBTs são chaveados três a três, formando uma tensão alternada na saída U, V e W
defasadas de 120º elétricos, exatamente como a rede. A única diferença é que, ao invés de
uma senóide, temos uma forma de onda quadrada. Portanto, o motor elétrico AC alimentado
por um inversor tem em seus terminais uma onda quadrada de tensão.
Conforme veremos, isso não afeta muito seu desempenho. Mas, como uma tensão DC
pode se tornar AC?
O funcionamento é simples: a tensão da rede é retificada e filtrada formando um
barramento DC. De um lado da ponte de transistores temos um polo positivo, e do outro, um
negativo. Imagine que a lógica de controle, representada agora como apenas um bloco,
envia pulsos de disparo aos transistores.
O circuito que comanda os IGBTs é o elemento responsável pela geração dos pulsos de
controle dos transistores de potência. Atuando sobre a taxa de variação do chaveamento
dos transistores, controlamos a tensão e a frequência do sinal gerado. Isso permite ao
conversor até ultrapassar a frequência da rede. O método de modulação PWM (Pulse With
Modulation) fornece ao motor uma corrente senoidal a partir de chaveamentos na faixa de
2KHz.
NOTA:
Antes de os inversores de frequência serem amplamente difundidos, esta variação era feita através de polias ou
engrenagens e o motor funcionava a pleno de sua carga. Também eram feitas restrições diretamente no processo, como,
por exemplo, em sistemas de ventilação e de ar-condicionado, onde eram ajustadas a abertura de dampers ou comportas
e, assim como no caso anterior, os motores também continuavam funcionando a plena carga.
Também, podemos ter sistemas onde a precisão de posicionamento com tempos de inércia
pequenos seja muito importante e, nesse caso, o uso de servomotores será o mais indicado.
Por serem motores síncronos, eles conseguem acompanhar o campo eletromagnético e
obter melhores tempos de resposta aos controles.
ESCOLHA DO INVERSOR
Para a escolha do tipo de acionamento, é muito importante analisar o trabalho que será
realizado pelo motor, buscando identificar informações sobre a necessidade de maior
controle de velocidade e torque nas atividades que serão realizadas pelo sistema.
A seguir, apresentamos algumas atividades que necessitam de maior controle de
velocidade e torque, que são:
• movimentação de esteiras;
• controle de dosagem e alimentação de matéria-prima;
• variação e controle de vazão ou de fluxo de sólidos, líquidos e gases;
• elevação e movimentação de objetos com pontes rolantes;
• controle de pressão em uma linha de processo ou, até mesmo, no controle
de nível de tanques, reservatórios ou vasos.
Nessas atividades, a utilização de inversores de frequência para acionar os motores é uma
excelente escolha, pois permite atuar sobre os motores e fazer com que trabalhem em
infinitas faixas de velocidade, possibilitando sua atuação no atendimento aos pontos de
ajustes desejados em cada processo determinado por cada fabricante do equipamento,
conforme a Figuras abaixo.
NOTA:
Não confunda soft-starter com inversor. Enquanto o inversor é projetado para controlar a velocidade e o torque de um motor
ao longo de seu funcionamento, o soft-starter é capaz, apenas, de controlar sua partida e frenagem. É por isso
que em motores menores que 3CV o custo de um inversor é semelhante ao de um soft-starter, tendo a vantagem de
oferecer uma rampa de partida e frenagem. Para motores maiores que 3CV, o inversor tem um custo muito maior
do que o soft-starter. A instalação de um soft-starter é semelhante à de um contator, papel que exerce após a rotação
nominal do motor.
Inversor escalar
O afinamento deste controle pode ser feito adotando-se a realimentação como encoder,
resolver e tacogerador, que atua na malha de controle de velocidade, resultando em melhor
controle do processo. Na maior parte dos casos, a malha interna ou de controle de corrente
Inversor vetorial
Controles vetoriais são do tipo de tensão e de fluxo. Nos controles vetoriais de tensão, a
tensão no motor é calculada pelo programa do inversor e compensa em parte os conjugados
no rotor. Uma das técnicas de fazer o controle vetorial de tensão é manter o escorregamento
constante. Este controle melhora a eficiência do motor, pois trabalha com tensões menores
quando o conjugado é menor do que o nominal, comparado com inversores escalares. Os
inversores com controle vetorial de fluxo mantêm o fluxo magnético no motor constante.
Diferente do controle vetorial de tensão em que o conjugado é controlado pelo
escorregamento, o campo é diretamente proporcional ao conjugado no rotor. O controle
vetorial é utilizado quando precisamos de um controle maior e em malha fechada, com a
utilização de encoders.
Com atuação sensorless é uma solução abrangente para o controle de velocidade e
torque de máquinas na maioria das vezes, senão todos os envolvidos pela atuação de um
inversor escalar. Resposta dinâmica rápida e precisão de velocidade de até 0,5%
tornam os equipamentos dotados dessa tecnologia muito mais atraentes em suas
aplicações. Na realidade, a única distinção entre um vetorial sensorless e um com encoder
(ou outro tipo de realimentação posicional) está na malha fechada do sistema e na
MÓDULOS DO INVERSOR
Os inversores de frequência apresentam construções similares, independente do fabricante
ou do modelo. Basicamente, os inversores são constituídos por dois módulos: o módulo de
potência e o módulo de controle.
Modulo de potência
O módulo de potência é geralmente constituído por uma fonte retificadora, um barramento
DC e uma secção inversora. A Figura 26 mostra uma visão geral do módulo de potência de
um inversor de frequência.
A seguir, apresentaremos uma descrição de cada uma das partes principais do módulo de
potência:
a) Fonte retificadora: nos bornes L1, L2 e L3 são conectados os cabos de alimentação
externa. A alimentação é geralmente de 220Vac ou 380Vac (Volts corrente alternada). No
desenho anterior aparece a representação elétrica de seis diodos. A figura seguinte
representa a corrente elétrica de cada fase L1, L2 e L3, que circula entre a entrada do
inversor (alimentação do inversor) e os diodos da parte retificadora do inversor.
Existe um capacitor conectado na saída do barramento DC. Esse capacitor tem a função de
suavizar a variação de corrente elétrica no barramento DC, conforme mostra a figura abaixo.
Nesse exato momento, o inversor terá apenas uma onda senoidal, mas serão necessárias
três ondas senoidais para movimentar um motor trifásico assíncrono, e cada onda senoidal
deverá ser defasada em 120 graus em relação à anterior. Então, quando a onda senoidal A
estiver com 120º, a onda senoidal B deverá estar com 0º grau, e a onda senoidal C com
240º.
O PWM apenas modula a largura do pulso de tensão a ser liberado na saída do inversor.
Ele não inverte a corrente elétrica. Então, é necessário fazer o chaveamento dos IGBTs de
forma que eles invertam o sentido da corrente elétrica conforme o ângulo de disparo.
A seguir será apresentado um exemplo de chaveamento dos IGBTs de um circuito
monofásico.
Quando o ângulo de disparo estiver entre 180º e 360º, os transistores T3 e T2 deverão ser
energizados, conforme o sinal PWM, e os transistores T1 e T4 deverão permanecer
desenergizados. Assim, a corrente passará pelo motor no sentido de B para A, conforme a
Figura 34.
O inversor trifásico é constituído por seis IGBTs. Para disponibilizar a tensão de forma
senoidal e trifásica na saída do inversor, os IGBTs devem ser acionados de forma
sincronizada com a modulação PWM. O acionamento de cada fase deve ser defasado 120°
uma das outras. O acionamento dos IGBTs no inversor trifásico deve ser realizado três a
três. Como temos seis transistores e devemos ligá-los três a três, teremos oito combinações
possíveis, porém apenas seis combinações serão válidas. A figura a seguir mostra o
acionamento dos IGBTs T1, T3 e T2. Nesse momento, o IGBT T1 atua conforme a
modulação PWM da fase A, o T3 da fase B e o T2 fica 100% de seu tempo ligado.
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120
Os IGBTs que estão conectados a uma mesma fase do motor não podem ser acionados
simultaneamente. Exemplo: T1 e T4, T3 e T6, T5 e T2.
Módulo de controle
O módulo de controle é composto basicamente pela CPU, por blocos de interface digital e
blocos de interface analógica, por uma interface de comunicação RS232/ RS485 e por um
módulo de interface homem máquina. Veja a Figura 37.
O módulo de controle recebe sinais de entrada digitais, analógicas ou Bus, de onde são
retiradas informações como: momento em que deve ocorrer a partida e a parada do inversor,
sentido de giro do motor (horário, anti-horário), valor de referência (velocidade em que o
motor deve girar em Hz), parâmetros, como rampas de aceleração, desaceleração,
tensão máxima e outros dados. A partir dessas informações de entrada, a CPU executa
os cálculos, como explicado anteriormente, para identificar o percentual de tempo que o
PWM deverá permanecer ligado ou desligado em cada grau. É a CPU que controla quando
cada IBGT deve ser acionado ou não.
Como citado anteriormente, hoje são muito utilizados nas indústrias os motores de corrente
alternada assíncronos e síncronos (servomotores), desde aplicações simples que não
exigem muito controle, como o acionamento de uma esteira, em compressores de ar e/ou
água, em ventiladores, em furadeiras etc. No entanto, existem aplicações mais complexas,
como o controle de posicionamento angular de uma mesa rotativa e o controle de
movimentação de braços robóticos, que exigem precisão e dinâmica mais apuradas.
Para desenvolver o projeto e o controle de uma mesa rotativa, é necessário entender seu
funcionamento. As mesas rotativas são geralmente utilizadas em máquinas ferramentas
para a fixação de peças de metal que serão usinadas, furadas etc. Veja a figura a seguir.
Para controlar o giro da mesa, o CLP deve controlar a velocidade de giro do motor, bem
como o sentido de giro. Geralmente, para executar este tipo de controle é utilizado um
controle do tipo PID. O PID é um bloco de controle que é inserido dentro da lógica de
programação do CLP. Para fazer um controle PID funcionar corretamente, são necessários
pelo menos oito sinais básicos, que são:o set point, a variável de processo (sensor, nesse
caso o encoder), a variável de controle (saída do PID), os ganhos Kp, Ki e Kd e os limite
máximo e mínimo de atuação do PID. Veja a Figura 42.
A Figura acima mostra um bloco PID inserido em uma lógica do CLP. O bloco PID funciona
da seguinte maneira: Considera-se que uma mesa rotativa possui como condições iniciais
sua posição angular igual a 0º e o set point também em 0º. Logo, como a mesa está
posicionada exatamente sobre o valor desejado, o set point, não ocorrerá movimentação
alguma. Agora, se o operador quiser que a mesa se desloque para a posição 45º, deverá
mudar o set point para 45º. O PID entende que 45º é diferente de 0º, e então são enviados
dois sinais digitais e um analógico (0-10Vcc) do CLP para o inversor de frequência indicando
a ele que deve começar a se movimentar, para qual sentido deve se movimentar e com
qual velocidade o motor deverá girar. Quando a mesa estiver se aproximando da posição
angular de 45º, o PID identificará e, consequentemente, o sinal analógico começará a
diminuir de amplitude até parar o motor na posição angular correta, 45º.
A seguir é apresentado um gráfico mostrando a variação angular da mesa rotativa da
posição 0º para 45º em função do tempo.
O controle de posicionamento do giro da mesa pode ser feito de duas maneiras, utilizando
inversores ou servodrivers (veja na Figura abaixo). Quando escolhida a utilização de
motores assíncronos para realizar o giro da mesa, é obrigatório o uso de inversores de
frequência. No caso de ser escolhido o servomotor, é necessário o uso de servodriver.
Lembramos que os servomotores são utilizados para sistemas que necessitam de uma
dinâmica rápida, ou seja, em sistemas que exigem altas acelerações e desacelerações.
A seguir, são apresentados dois gráficos: o primeiro mostra a variação angular da mesa em
função do tempo utilizando um acionamento por inversor de frequência, enquanto o segundo
mostra a variação angular da mesa rotativa utilizando o acionamento por um servodriver.
Na Figura acima é possível observar que o tempo de resposta do sistema com servodriver e
servomotor atinge a posição num tempo muito mais curto. Trabalhos realizados por
integradores e pelos próprios fornecedores de equipamentos recomendam a utilização de
servomotores e servodrivers para controle de movimento de mesas rotativas, braços
robotizados e qualquer máquina que exija movimentação rápida e precisa de cargas
elevadas.
PARAMETRIZAÇÃO DE DRIVERS
Para que um driver (inversor, soft-starter etc.) funcione corretamente, não basta somente
instalá-lo; é preciso informar a ele suas condições de trabalho para a operação, ou seja, sua
parametrização. Quanto maior for o número de recursos que o driver oferece, maior será o
número de parâmetros disponíveis.
A seguir, apresentamos os principais parâmetros utilizados:
e) Tempo de parada (rampa de descida): o inversor pode produzir uma parada gradativa do
motor. Esta facilidade pode ser parametrizada e, como a anterior, deve levar em
consideração a massa (inércia) da carga acoplada, como mostra a Figura abaixo.
k) Limitação de corrente: esta função é utilizada quando a carga apresenta uma inércia
elevada, porque faz o sistema rede/soft-starter fornecer ao motor somente a corrente
necessária para que seja executada a aceleração da carga, garantindo um acionamento
suave. A limitação da corrente também é utilizada na partida de motores cuja carga
apresenta um valor mais elevado de momento de inércia.
n) Subcorrente imediata: ajusta o mínimo valor de corrente que o driver permite conduzir
para o motor por período de tempo pré-ajustado. Esta função é utilizada para a proteção de
cargas que não possam operar em vazio, como sistemas de bombeamento. Veja na Figura
abaixo.
Além dos parâmetros descritos acima, o driver possui diversas proteções, dependendo do
fabricante do equipamento, como:
a) Economia de energia elétrica – Quando o motor opera em carga reduzida, opera
consequentemente com baixo fator de potência. O driver tem uma função para otimizar o
ponto operacional do motor, minimizando as perdas de potência reativa e fornecendo
apenas a potência ativa requerida pela carga, o que caracteriza um procedimento de
economia de energia elétrica. Esta função é aplicada com vantagens em situações em que o
motor funciona a vazio por um longo período. Isso é feito com a redução da tensão fornecida
nos terminais do motor durante o tempo em que desenvolve sua operação em carga
reduzida ou a vazio. Assim, obtemos uma economia de energia entre 5 e 40% da potência
nominal, conforme a aplicação, porém, sob tensão nominal, para uma carga no eixo de
apenas 10% da potência nominal.
Email: [Link]@[Link] fone: (98)988780628
130
NOTA:
Na prática, só faz sentido ativar a função de economia de energia quando a carga for menor do que 50% da carga nominal
e durante um período de operação superior a 50% do tempo de funcionamento do motor.
b) Parâmetros de leitura – São as variáveis que podem ser visualizadas no display, mas não
podem ser alteradas pelo usuário, como tensão %, corrente %, potência ativa etc.
c) Parâmetros de regulação – São os valores ajustáveis a serem utilizados pelas funções
do soft-starter, como tensão inicial, tempo de rampa de aceleração e desaceleração etc.
d) Parâmetros de configuração – Definem as características do soft-starter, as funções a
serem executadas e as entradas e saídas, com parâmetros dos relés de saída, entradas do
soft-starter.
e) Parâmetros do motor – Definem as características nominais do motor, como ajuste da
corrente do motor e fator de serviço.
PARAMETRIZAÇÃO
A parametrização serve para “informar” ao inversor em que condições de trabalho irá
operar.
TIPOS DE PARÂMETROS:
1. Parâmetros de Leitura.
2. Parâmetros de Regulação
3. Parâmetros de configuração
4. Parâmetros do motor
5. Parâmetros de funções especiais
1 - PARÂMETROS DE LEITURA
Variáveis que podem ser visualizadas nos displays mas não podem ser alteradas pelo
usuário
2 - PARÂMETROS DE REGULAÇÃO
São os valores ajustáveis a serem utilizados pelas funções do inversor
3 - PARÂMETROS DE CONFIGURAÇÃO
Definem as características do inversoras funções a serem executadas, bem como as
funções das entradas/saídas do cartão de controle.
4 - Parâmetros do motor
São os dados do motor em uso: informações contidas nos dados de placa do motor e
aqueles obtidos pela rotina de AutoAjuste
Como faço para acessar e alterar os parâmetros do inversor WEG CFW 08?
REFERÊNCIAS:
ANEXOS
1 1
Q1
1 3 5
Q1
DIMENSIONAMENTO
2 4 6 1
Q11
3 1 3 5 F7 = IN 3
F7
.2
U1 V1 W1 PE
M .3
M1 S1
3
2 4 6
13 21 43
K1 K1 K1
4 .4 4
14 22 44
U1 V1 W1 PE H1 X1 H2 X1
H3 X1
A1
M1
K1
X2 X2
A2 X2
5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data 20-Dez-2022 Num:1 de 1
Desenhado 20/12/2022 J. ROCHA
PARTIDA DIRETA SIMPLES - 2022
Arquivo:
Verificado
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L1 L2 L3 N PE
-X
L1 L2 L3 N PE
-X
1 1
Q1
1 3 5
Q1
DIMENSIONAMENTO
2 4 6 1
Q11
3 1 3 5 F7 = IN 3
F7
.4
U1 V1 W1 PE
M
M1 21 13 43 13 43 13 31 53
3
K1 K11 K1 K12 K11 K1 K1 K1
22 14 44 14 44 14 32 54
2 4 6
4 4
21 21 31
K12 K11 K12
U1 V1 W1 PE
22 22 32
H1 X1 H2 X1
H3 X1
M1 A1 A1 A1
K11 K12 K1
A2 A2 A2 X2 X2 X2
5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data 20-12-2022 Num: 1 de 1
PARTIDA DIRETA SIMPLES
Desenhado 20/12/2022 J. ROCHA
COM APENAS UMA BOTOEIRA Arquivo:
Verificado
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L1 L2 L3 N PE L1 L2 L3 N PE
-X -X
1 1 3 5 1 DIMENSIONAMENTO 1
Q1
Q1 Q11
2 4 6 Q1 = K x IP IP = IN x (IP/ IN) CURVA - D
I> Irb ( A ) K
2
Irb = 40 0,5
95 97 40 < Irb <= 500 0,4
F7
Irb > 500 0,3
96 98
.3 .3
A2 A2 S1 S2
3 2 4 6 2 4 6 3
1 3 5
13 13 31 43 43
F7
K1 K2 K1 K1 K2
2 4 6 .4 .4
1 3 5 14 14 32 44 44
F7
21 21 31 H4 X1
H2 X1
K2 K1 K2
4 4
U1 V1 W1 PE 22 22 32
H1 X1 H3 X1 X2
2 4 6 M X2
M1 A1
3
K1 K2
U1 V1 W1 PE
A2 A2 X2 X2
M1
5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data 20-Dez-2022 Num: 1 de 1
PARTIDA DIRETA REVERSÃO - 2022
Desenhado 13/05/2022 J. ROCHA
Arquivo:
Verificado
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L1 L2 L3 N PE L1 L2 L3 N PE
-X -X
1 Q1 1 3 5 1 DIMENSIONAMENTO 1
Q1 Q11
2 4 6 Q1 = K x IP IP = IN x (IP/ IN) CURVA - D
I> Irb ( A ) K
2
Irb = 40 0,5
95 97 40 < Irb <= 500 0,4
F7
Irb > 500 0,3
96 98
.3 .3
A2 A2 S1 S2
3 2 4 6 2 4 6 3
1 3 5
13 13 31 43 43
F7
K1 K2 K1 K1 K2
2 4 6 .4 .4
1 3 5 14 14 32 44 44
F7
21 21 31 H4 X1
H2 X1
K2 K1 K2
4 4
U1 V1 W1 PE 22 22 32
21 21 H1 X1 H3 X1 X2
2 4 6 M X2
M1 S2 S1
3
22 22
U1 V1 W1 PE
X2 X2
A1 A1
M1 K1 K2
A2 A2
5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data 20-Dez-2022 Num: 1 de 1
PARTIDA DIRETA COM REVERSÃO
Desenhado 20/12/2022 J. ROCHA
INSTATÂNEA - 2022 Arquivo:
Verificado
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L1 L2 L3 N PE L1 L2 L3 N PE
-X -X
1 1 3 5 1 DIMENSIONAMENTO 1
Q1
Q1 Q11
2 4 6 Q1 = K x IP IP = IN x (IP/ IN) CURVA - D
I> Irb ( A ) K
2
Irb = 40 0,5
95 97 40 < Irb <= 500 0,4
F7
Irb > 500 0,3
96 98
.3 .3
A2 A2 S1 S2
3 2 4 6 2 4 6 3
1 3 5
13 13 31 43 43
F7
K1 K2 K1 K1 K2
2 4 6 .4 .4
1 3 5 14 14 32 44 44
F7
21 21 31 H4 X1
H2 X1
K2 K1 K2
4 4
U1 V1 W1 PE 22 22 32
21 21 H1 X1 H3 X1 X2
2 4 6 M X2
M1 S3 S4
3
22 22
U1 V1 W1 PE
X2 X2
A1 A1
M1 K1 K2
A2 A2
5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data 20-Dez-2022 Num: 1 de 1
PARTIDA DIRETA COM REVERSÃO
Desenhado 20/12/2022 J. ROCHA
CHAVE FIM DE CURSO - 2022 Arquivo:
Verificado
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L1 L2 L3 N PE
-X
1
1 1
Q21
Q1
2
95 97
F7
96 98
.3
S1
2 1 3 5 A1 1 3 5 A1 2
63 13 41
K1 K2
K1 K14 K12
64 14 42
.4
31 13 43 13 43 43 13 43 13 43 13
K1 K11 K1 K12 K2 K14 K13 K11 K1 K13 K2
51
32 14 44 14 44 44 14 44 14 44 14
K13
A2 A2
3 2 4 6 2 4 6 21 21 52 3
K14 K11
22 22
31 51
31 21 21 21
K12 K2
1 3 5
K13 K13 K2 K1
32 52
F7
32 22 22 22
21 51
K12 K1
4 22 52 4
31 31
2 4 6
K2 K11
32 32
U1 V1 W1 PE
A1 A1 A1 A1 A1 A1
-M K11 K12 K13 K14 K1 K2
A2 A2 A2 A2 A2 A2
5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data 20-Dez-2022 Num:1 de 1
Desenhado 20/12/2022 [Link]
REVERSÃO COM UMA BOTOEIRA
Arquivo:
Verificado 20/12/2022
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L1 L2 L3 N PE
-X L1 L2 L3 N PE
-X
1 DIMENSIONAMENTO 1
1 3 5 1 3 5
F1 F1
2 4 6 2 4 6 IP = (IP / IN) x IN x 0,33
1
F11 F1>= 1,20 x IN PARA DOIS DISJUNTORES
2
F1<= IN x 1,732 PARA UM DISJUNTOR
CURVA - D
2 1 3 5 A1 1 3 5 A1 1 3 5 A1 2
K1 K2 K3 K1 = K2 = IN CATEGORIA - AC3
1 3 5 1 3 5 1 3 5 95 97
K1 K2 K3 F7 K >= IN x 0,33 CATEGORIA - AC3
2 4 6 2 4 6 2 4 6 96 98 F7 = IN x 0,58
21
S0
22 S0
1 3 5
A2 A2 A2
F7
3 2 4 6 2 4 6 2 4 6 3
2 4 6
1 3 5 13 13 43 43 13 31 13
F7 S1 K3 K1 K3 K1 K3 K2
14 14 44 44 14 32 14
S1
55
U1 V1 W1 PE 21
KA
K1
56 21
2 4 6 M 22
M1 K3
4 3 21 4
U1 V1 W1 PE 22
K2
X1 X1
22
W2 U2 V2 H2 H4
M1 X2 X2
A1 A1 A1 A1 X1 X1
K3 KA K2 K1 H1 H3
W2 U2 V2 A2 A2 A2 A2 X2 X2
5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data Num:
Desenhado SENAI PARTIDA ESTRELA-TRIÂNGULO-2022
Arquivo:
Verificado
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L1 L2 L3 N PE
-X L1 L2 L3 N PE
-X
1 2 DIMENSIONAMENTO
1 1
1 Fonte
Q11 Fonte --- 220 /24 Vcc
+ -
3 4
Q1 Q2
1 3 5 1 3 5 I> 1 M1 ---- MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO
2
Q1 Q2 Q12
Potência (HP) ------- 20 --- 380/660 V ---- 27/15,6 A
2 4 6 2 4 6
Ip/In = 6,8 Fator de Serviço ----- 1,25
I>
2 Condutor de cobre Queda de Tensão --- 2%
2 1 3 5 A1 1 3 5 A1 1 3 5 A1 Comprimento ---- 120 m 2
K1 K2 K3
1 3 5 1 3 5 1 3 5 95 97
K1 K2 K3 F7
2 4 6 2 4 6 2 4 6 96 98
21
S0
22
1 3 5 S0
A2 A2 A2
F7
3 2 4 6 2 4 6 2 4 6 3
2 4 6
1 3 5 13 13 43 43 13 31 13
F7 S1 K3 K1 K3 K1 K3 K2
14 14 44 44 14 32 14
S1
55
U1 V1 W1 PE 21
KA
K1
56 21
2 4 6 M 22
M1 K3
4 3 21 4
U1 V1 W1 PE 22
K2
X1 X1
22
W2 U2 V2 H2 H4
M1 X2 X2
A1 A1 A1 A1 X1 X1
K3 KA K2 K1 H1 H3
W2 U2 V2 A2 A2 A2 A2 X2 X2
5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data Num:
Desenhado SENAI PARTIDA ESTRELA-TRIÂNGULO-2022
Arquivo:
Verificado
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L1 L2 L3 N PE
-X L1 L2 L3 N PE
-X
1 DIMENSIONAMENTO 1
Q1
1 3 5 1
Q1 Q11
M1 ---- MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO
2 4 6
Potência (cv) ------- 30 --- 380/660 V ---- 43/25 A
I>
2 Ip/In = 6,4 Fator de Serviço ----- 1,15
95 97 Condutor de cobre Queda de Tensão --- 1%
F7
Comprimento ---- 100 m
96 98
2 1 3 5 A1 1 3 5 A1 1 3 5 A1 2
.1
K1 K2 K3
1 3 5 1 3 5 1 3 5
S0
K1 K2 K3
2 4 6 2 4 6 2 4 6
.2
XN
1 3 5 S1 .3
A2 A2 A2
F7
3 2 4 6 2 4 6 2 4 6 3
2 4 6 13
1 3 5 13 43 43 13 53
K2
F7 K3 K1 K3 K1 K3
14
14 44 44 14 21 54
.4
K1
H3 X1
22
55
U1 V1 W1 PE
KA
56 21 X2
2 4 6 M X1
K3 H2
4 M1 21 4
3
U1 V1 W1 PE 22
K2
22 -H X1
W2 U2 V2 X2
M1 X1
H1
A1 A1 A1 A1
K3 KA K2 K1
X2
W2 U2 V2 A2 A2 A2 A2
X2
5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data 20-Dez-2022 Num:1 de 1
Desenhado 20/12/2022 J. ROCHA
PARTIDA ESTRELA-TRIÂNGULO-2022
Arquivo:
Verificado
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L
L1 L2 L3 PE -X
-X
1 1
1 3 5 1
Q1 Q21
2 4 6 2
95 97
F7
96 98
2 2
11
1 3 5 1 3 5 1 3 5
S0
K1 K2 K3
12
2 4 6 2 4 6 2 4 6
13 21 43 43 13 13 53
S1 S1 K2 K3 K1 K2 K3
14 22 44 44 14 14 54
3 3
1 3 5
F7
21 43
2 4 6
K2 K1
22 44
U1 V1 W1 PE
31
M
M1 K1
3 21
4 32 4
K3
W2 U2 V2 22
X1 X1 X1 X1
A1 A1 A1
h1 h2 h3 h4
N K3 K2 K1
X2 X2 X2 X2
-X
A2 A2 A2
5 5
Fecha Nombre Firmas Entidad Título Fecha: 25-Apr-2017 Núm: 1 de 1
Dibujado 25/04/2017 ROCHA
SENAI PARTIDA ESTRELA TRIANGULO Archivo: Estrela triângulo simples manual
Comprobado SIMPLES MANUAL (6)
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L
L1 L2 L3 PE -X
-X
1 1
1 3 5 1
Q1 Q21
2 4 6 2
95 97
F7
96 98
2 2
11
1 3 5 1 3 5 1 3 5
S0
K1 K2 K3
12
2 4 6 2 4 6 2 4 6
13 13 43 13 13 53
S1 K3 K3 K1 K2 K3
14 14 44 14 14 54
3 3
1 3 5
F7
21 43
2 4 6
K2 K1
22 44
U1 V1 W1 PE
31
M 55
M1 K1
3 21
d1
4 32 4
K3
56
W2 U2 V2 22
X1 X1 X1 X1
A1 A1 A1 A1
h1 h2 h3 h4
N K3 d1 K2 K1
X2 X2 X2 X2
-X
A2 A2 A2 A2
5 5
Fecha Nombre Firmas Entidad Título Fecha: 1-Mar-2017* Núm: 1 de 1
Dibujado 25/04/2017* ROCHA
SENAI PARTIDA ESTRELA TRIANGULO Archivo: Estrela triângulo simples automática
Comprobado SIMPLES AUTOMÁTICA (7)
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L1 L2 L3 PE 24 V
-X
1 1
1 3 5 1
Q1 Q21
2 4 6 2
95 97
F7
96 98
2 2
11
1 3 5 1 3 5 1 3 5
S0
K1 K2 K3
12
2 4 6 2 4 6 2 4 6
13 13 43 13 13 53
S1 K3 K3 K1 K2 K3
14 14 44 14 14 54
3 3
1 3 5
F7
21 43
2 4 6
K2 K1
22 44
U1 V1 W1 PE
31
M 67
M1 K1
3 21
d1
4 31 32 4
K3
68
K3
W2 U2 V2 22
32
X1 X1 X1 X1
A1 B1 Y1 A1 A1
h1 h2 h3 h4
K3 d1 K2 K1
X2 X2 X2 X2
0V
A2 A2 A2 A2
5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data 31-Mar-2017 Num:1 de 1
Desenhado 10/06/2019 ROCHA
SENAI PARTIDA ESTRELA TRIANGULOArquivo: Estrela triângulo simples automática com toff I
Verificado SIMPLES AUTOMÁTICA COM TOFF I (8.1)
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L1 L2 L3 PE L
-X -X
1 1
1 3 5
1
Q1
Q21
2 4 6
2
95 97
1 3 5 1 3 5
F7
K1 K2
96 98
2 4 6 2 4 6
2 2
11
S0
12
1 3 5 1 3 5
K4 K3
2 4 6 2 4 6 13 13 13 43 43 43
S1 K3 S2 K2 K3 K1
3 14 14 14 44 44 44 3
1 3 5 13 13
F7 K1 K2
2 4 6 21 14 14
31 53 43 53 53
K4
K2 K3 K4 K1 K2
22 21 21
U1 V1 W1 PE 32 54 44 54 54
b1 S2
22 22
M
M1 21 31
3
4 4
K3 K1
55
W2 U2 V2 21 21 22 32
d1
K1 K2
56
22 22
X1 X1 X1 X1 X1 X1
A1 A1 A1 A1 A1
h1 h4 h2 h3 h5 h6
N K3 d1 K2 K1 K4
X2 X2 X2 X2 X2 X2
-X
A2 A2 A2 A2 A2
5 5
Fecha Nombre Firmas Entidad Título Fecha: 25-Apr-2017 Núm: 1 de 1
Dibujado 25/04/17 ROCHA
SENAI PARTIDA ESTRELA TRIANGULO Archivo: Estrela triângulo com reversão com ton
Comprobado COM REVERSÃO COM Ton (9)
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L1 L2 L3 PE L
-X -X
1 1
1 3 5
1
Q1
Q21
2 4 6
2
95 97
1 3 5 1 3 5
F7
K1 K2
96 98
2 4 6 2 4 6
2 2
11
S0
12
1 3 5 1 3 5
K4 K3
2 4 6 2 4 6 13 13 13 43 43 43
S1 K3 S2 K2 K3 K1
3 14 14 14 44 44 44 3
1 3 5 13 13
F7 K1 K2
2 4 6 21 14 14
31 53 43 53 53
K4
K2 K3 K4 K1 K2
22 21 21
U1 V1 W1 PE 32 54 44 54 54
b1 b2
61 22 22
M
M1 K1
3 21 31
4 62 4
K3 K1
67
W2 U2 V2 61 21 21 22 32
d1
K2 K1 K2
68
62 22 22
X1 X1 X1 X1 X1 X1
A1 A1 A1 A1 A1
h1 h4 h2 h3 h5 h6
N K3 d1 K2 K1 K4
X2 X2 X2 X2 X2 X2
-X
A2 A2 A2 A2 A2
5 5
Fecha Nombre Firmas Entidad Título Fecha: 25-Apr-2017 Núm: 1 de 1
Dibujado 25/04/17 ROCHA
SENAI PARTIDA ESTRELA TRIANGULO Archivo: Estrela triângulo com reversão com toff
Comprobado COM REVERSÃO COM Toff (10)
A B C D E F G H
A B C D E F G H
1 1
24 V
1
L1 L2 L3 PE Q21
k1 - BOBINA CONTATOR_1 H1_VD - PRONTO PARA
OPERAR
2 k2 - BOBINA CONTATOR_2 H2_AM -OPERANDO
2 1 3 5 k3 - BOBINA CONTATOR_3 H3_AM - PARTINDO 2
95 97
Q1
F7 S0- BOTOEIRA DESLIGA H4_VM - DEFEITO
2 4 6
A 96 98 S1- BOTOEIRA LIGA d1- TEMPORIZADOR
B 1 F7-RELÉ TÉRMICO TRAFO- AUTOTRANSFORMADOR
S0
C
2
1 3 5 1 3 5
K1 K2
11
2 4 6 2 4 6
3 K1 3
1 4 7 12
TRAFO
3 6 9
3 13
2 5 8 K2 43 K1 13 K3 41
1 3 5 S1 4 K3 14
K3
44 14 42 43 Observações:
2 4 6 23 13 53
K1
K3 K2 K3
31 44 K3 - Faz o fechamento do Trafo
24 14 54 em Estrela
K1
4 1 3 5 55 31 4
32 K2 - Alimenta o Trafo lado
F7 d1 K3
primário. Sai do TAP usado do
2 4 6 56 32 Trafo tensão que vai ser
X1 X1 X1 X1 aplicada ao motor.
A1 A1 A1 A1
H1 H2 H3 H4
U1 V1 W1 PE K1 - Alimenta o motor com
K3 d1 K2 K1
X2 X2 X2 X2 tensão nominal.
0V
A2 A2 A2 A2
M
-M
3
5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data Num:
Desenhado Pedro Viegas SENAI PARTIDA COMPENSADA
SIMPLES AUTOMÁTICA T=4s. (11) Arquivo:
Verificado
A B C D E F G H
A B C D E F G H
1 1
L
-X
Motor de dois Enrrolamentos - Dahlander
1
L1 L2 L3 PE
-X Q21 K1 - BOBINA CONTATOR_1
K2 - BOBINA CONTATOR_2
2 H1_VD - PRONTO PARA OPERAR K3 - BOBINA CONTATOR_3
H2_AM - ALTA VELOCIDADE S0- BOTOEIRA DESLIGA
95 97 H3_AM - BAIXA VELOCIDADE S1- BOTOEIRA LIGA
1 3 5 H4_VM - DEFEITO S2- BOTOEIRA LIGA
F7
2 F7 E F8 - RELÉ TÉRMICO 2
Q1
96 98
2 4 6
95 97
F8
96 98
11
S0
1 3 5 1 3 5 1 3 5
12
K1 K3 K2
3 3
2 4 6 2 4 6 2 4 6
13 13 13 13 13 43
S1 K3 S2 K1 K2 K1
1 3 5 1 3 5
14 14 14 14 14 44
F7 F8
2 4 6 2 4 6
21 21 31
K1 K2 K2
22 22 32
4 4
U1 V1 W1 PE 21 31
Dah 43
K3 K1
M K3
22 32
M1 44
3
X1 X1 X1 X1
A1 A1 A1
N h1 h2 h3 h4
U2 V2 W2
-X K3 K2 K1
X2 X2 X2 X2
A2 A2 A2
13 13 13 13 13 13 13 43
S1 K1 S2 K2 S3 K3 S4 K3
1 3 5 1 3 5 14 14 14 14 14 14 14 44
3 3
F7 F8
51 13 13
2 4 6 2 4 6
K3 K4 K5
21 52 14 14
21
K2
31
K1
22 51
K1
22
K1
32 21 21
52
S3 S4
21 22 22
U1 V1 W1 PE 31 31 51
K3
4 Dah 21 21 4
K3 K2 K2
22
M K5 K4
32 32 52
M1 22 22
3
U2 V2 W2 A1 X1 A1 X1 A1 A1 A1 X1 X1 X1 X1
N K1 h1 K2 h2 K3 K4 K5 h3 h4 h5 h5
-X
A2 X2 A2 X2 A2 A2 A2 X2 X2 X2 X2
5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título PARTIDA DIRETA COM REVERSÃO Data Num:
DAHLANDER
Desenhado Jan - 2023 ROCHA
Arquivo:
Verificado
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L1 L2 L3 PE
-X
1 1
1
Q21
2
1 3 5 1 3 5 1 3 5
Q1 Q2 Q3
2 2
2 4 6 2 4 6 2 4 6 95 97
F7
96 98
11
1 3 5 1 3 5 1 3 5
S0
K1 K2 K3
12
2 4 6 2 4 6 2 4 6
3 3
95 97 95 97
F7 F8
13 13 96 98 96 98 31
S1 K1 K3
1 3 5 1 3 5 1 3 5 14 14 32
F7 F8 F9
67 13 67 13
2 4 6 2 4 6 2 4 6 21 53 53 43
d1 K2 d2 K3
K1 K1 K2 K3
68 14 68 14
22 54 54 44
4 21 4
21 55 31
K2
K3 d3 K2
22
22 56 32
A1 A1 A1 A1 A1 A1 X1 X1 X1 X1 X1
U1 V1 W1 PE U1 V1 W1 PE U1 V1 W1 PE
N K1 d1 K2 d2 K3 d3 h1 h2 h3 h4 h5
-X
A2 A2 A2 A2 A2 A2 X2 X2 X2 X2 X2
M M M
M1 M2 M3
3 3 3
5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data Num:
ROCHA PARTIDA CONSECUTIVA SEM
Desenhado Jan - 2023 PERMANÊNCIA DOS MOTORES c/Ton
Arquivo:
Verificado
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L1 L2 L3 PE
-X
1 1
1
Q21
2
1 3 5 1 3 5 1 3 5
Q1 Q2 Q3
2 2
2 4 6 2 4 6 2 4 6 95 97
F7
96 98
11
1 3 5 1 3 5 1 3 5
b0
K1 K2 K3
12
2 4 6 2 4 6 2 4 6
3 3
95 97 95 97
F8 F9
13 13 96 98 96 98 31
S1 K1 K3
1 3 5 1 3 5 1 3 5 14 14 32
F7 F8 F9
67 13 67 13
2 4 6 2 4 6 2 4 6 31 53 53 43
d1 K2 d2 K3
K1 K1 K2 K3
68 14 68 14
32 54 54 44
4 4
43 43 31
K1 K2 K2
44 44 32
A1 A1 A1 A1 A1 X1 X1 X1 X1 X1
U1 V1 W1 PE U1 V1 W1 PE U1 V1 W1 PE
N K1 d1 K2 d2 K3 h1 h2 h3 h4 h5
-X
A2 A2 A2 A2 A2 X2 X2 X2 X2 X2
M M M
M1 M2 M3
3 3 3
5 5
Data Nome Assinaturas Entidade Título Data Num:
Desenhado ROCHA PARTIDA CONSECUTIVA COM
jan - 2023 PERMANÊNCIA DOS MOTORES c/Ton
Arquivo:
Verificado
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L1 L2 L3 N PE
-X
1 1
1
Q21
2
1 3 5 1 3 5 1 3 5 95 97
Q1 Q2 Q3 F7
2 4 6 2 4 6 2 4 6 96 98
2 11 2
S0
12
1 3 5 1 3 5 1 3 5
K1 K2 K3
2 4 6 2 4 6 2 4 6 13 13 95 97 95 97
S1 K1 F8 F9
14 14 96 98 96 98
3 3
67 13 67
1 3 5 1 3 5 1 3 5
d2 K2 d3
31
F7 F8 F9
68 14 68
K3
2 4 6 2 4 6 2 4 6
32
55
55 31
d2
67
d1 K2
21 56 43 43 13
d1
56 32
K1 K1 K2 K3
68
22 44 44 14
4 21 31 4
21
K3 K1
U1 V1 W1 PE U1 V1 W1 PE U1 V1 W1 PE
K2
22 32
22
M M M
M1 M2 M3 A1 A1 A1 A1 A1 A1 X1 X1 X1 X1 X1
3 3 3
K1 d1 d2 K2 d3 K3 h1 h2 h3 h4 h5
A2 A2 A2 A2 A2 A2 X2 X2 X2 X2 X2
5 5
Fecha Nombre Firmas Entidad Título Fecha: 25-Apr-2017 Núm: 1 de 1
Dibujado 25/04/17 ROCHA
SENAI PARTIDA CONSECUTIVA Archivo:
Partida consecutiva sem permanência com toff
Comprobado SEM PERMANÊNCIA DOS MOTORES (20)
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L1 L2 L3 N PE
-X
1 1
1 3 5 1 1
Q1 Q11 Q21
2 4 6 2 2
1 3 5 95 97
K2 F7
2 2
2 4 6 96 98
1 3 5
K1
3 11 13
2 4 6 +
S0
1 2
~ ~
12 14
- PONTE RETIFICADORA
4
1 3 5
F7
3 3
2 4 6
1 3 5 13 13 21
K3 S1 K1 K1
2 4 6 14 14 22
21
13
K3
K3
22 31 43
14
K1 K1
21
4 32 44 4
K2
U1 V1 W1 PE 22
X1
A1 X1 X1 A1 A1
M h3
M1 K1 h1 h2 K2 K3
3 X2
A2 X2 X2 A2 A2
5 5
Fecha Nombre Firmas Entidad Título Fecha: 25-Apr-2017 Núm: 1 de 1
Dibujado 20/12/23 ROCHA
SENAI PARTIDA DIRETA SIMPLES Archivo:Partida direta simples com frenagem por CC
Comprobado COM FRENAGEM POR CC (21)
A B C D E F G H
A B C D E F G H
L1 L2 L3 N PE
-X
1 1
1 3 5 1 1
Q1 Q11 Q21
2 4 6 2 2
1 3 5 95 97
K3 F7
2 2
1 3 5 1 3 5 2 4 6 96 98
K1 K2
2 4 6 2 4 6
3 11 13
+
S0
1 2
~ ~
12 14
- PONTE RETIFICADORA
4
1 3 5 21
F7 K3
3 51 3
2 4 6 22
K1
1 3 5
21 52
K4
K4
2 4 6 51
22
K2
52
13 13 13 13 31
43 43
S1 K1 S2 K2 K1
K1 K2
14 14 14 14 32
4 44 44 4
U1 V1 W1 PE 21 21 31 13
K2 K1 K2 K4
M 22 22 32 14
M1
3
A1 A1 X1 X1 X1 A1 A1 X1
K1 K2 h1 h2 h3 K3 K4 h4
A2 A2 X2 X2 X2 A2 A2 X2
5 5
Fecha Nombre Firmas Entidad Título Fecha: 25-Apr-2017 Núm: 1 de 1
Dibujado 20/12/22 ROCHA
SENAI PARTIDA DIRETA REVERSÃO Archivo:Partida direta reversão com frenagem por CC
Comprobado COM FRENAGEM POR CC (22)
A B C D E F G H
INSTALAÇÃO E PARAMETRIZAÇÃO DE INVERSOR DE FREQUÊNCIA CFW-08
Tarefa Nº 01 Acionamento Via Local (IHM)
• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração === 25 s
P133- frequência mínima
P134- frequência máxima ====== 60 Hz
P202- (0 ou 1) Controle Escalar
P202- (2) Controle Vetorial
• Parâmetros de Leitura
P002- valor proporcional á frequência
P003- corrente de saída (motor)
P005- frequência de saída (motor)
P007- tensão de saída (motor) > Com essa setada apertar e manter Botão Aumentar
Até a velocidade (60 hz)
P008- temperatura do dissipador
P009- torque nominal do motor
PARAMETRIZAÇÃO
• Parâmetro de acesso
P000 5 acesso aos parâmetros
P204 5 carregar parâmetro de fábrica
• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz
PARAMETRIZAÇÃO
• Parâmetro de acesso
P000 5 acesso aos parâmetros
P204 5 carregar parâmetro de fábrica
• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz
PARAMETRIZAÇÃO
• Parâmetro de acesso
P000 5 acesso aos parâmetros
P204 5 carregar parâmetro de fábrica
• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz
PARAMETRIZAÇÃO
• Parâmetro de acesso
P000 5 acesso aos parâmetros
P204 5 carregar parâmetro de fábrica
• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz
OBJETIVO: o multispeed é utilizado quando se deseja até oito velocidades fixas pré-
programadas. Permite o controle da velocidade de saída relacionando os valores
definidos por parâmetros, conforme combinação lógica das entradas digitais
programadas para multispeed.
PARAMETRIZAÇÃO
• Parâmetro de acesso
• Parâmetros de Regulação
Função Multispeed
PARAMETRIZAÇÃO
• Parâmetro de acesso
• Parâmetros de Regulação
L1 L2 L3
INSTALAÇÃO E PARAMETRIZAÇÃO DE INVERSOR DE FREQUÊNCIA CFW-09
• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração === 25 s
P133- frequência mínima
P134- frequência máxima ====== 60 Hz
• Parâmetros de Leitura
P002- valor proporcional á frequência
P003- corrente de saída (motor)
P005- frequência de saída (motor)
P007- tensão de saída (motor)
P008- temperatura do dissipador
PARAMETRIZAÇÃO
• Parâmetro de acesso
P000 5 acesso aos parâmetros
P204 5 carregar parâmetro de fábrica
• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz
PARAMETRIZAÇÃO
• Parâmetro de acesso
P000 5 acesso aos parâmetros
P204 5 carregar parâmetro de fábrica
• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz
PARAMETRIZAÇÃO
• Parâmetro de acesso
P000 5 acesso aos parâmetros
P204 5 carregar parâmetro de fábrica
• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz
PARAMETRIZAÇÃO
• Parâmetro de acesso
P000 5 acesso aos parâmetros
P204 5 carregar parâmetro de fábrica
• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz
• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração === 25 s
P133- frequência mínima
P134- frequência máxima ====== 60 Hz
• Parâmetros de Leitura
P002- valor proporcional á frequência
P003- corrente de saída (motor)
P005- frequência de saída (motor)
P007- tensão de saída (motor)
P008- temperatura do dissipador
PARAMETRIZAÇÃO
• Parâmetro de acesso
• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz
Parametrização Multispeed
PARAMETRIZAÇÃO
• Parâmetro de acesso
• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz
PARAMETRIZAÇÃO
• Parâmetro de acesso
• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz
PARAMETRIZAÇÃO
• Parâmetro de acesso
• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz
PARAMETRIZAÇÃO
• Parâmetro de acesso
• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz
PARAMETRIZAÇÃO
• Parâmetro de acesso
• Parâmetros de Regulação
P100- tempo de aceleração === 30 s
P101- tempo de desaceleração ==== 30 s
P133- frequência mínima ====== 0
P134- frequência máxima ====== 60 Hz
Jog dial - pode ser utilizado para navegação girando no Sentido horário ou
anti-horário – pressionar o jog dial habilita o usuário a selecionar ou confirmar
informações.
1. Evite apertar o botão MODE, pois se pressionado por 3s ou mais muda a Operação Remota para
Local (comando e referência de velocidade pelo frontal do inversor), com retorno à Operação
Remota somente com o ajuste de configuração de fábrica,
consulte: [Link]
2. O ATV312 vem pré-ajustado de fábrica, veja arquivo anexo ao final do artigo com esses ajustes
3. Utilize o botão giratório, pressionando-o ENT, e o botão ESC para navegar -> Menu- /
Submenu- / parâmetro = valor ajustado ou a alterar (alguns parâmetros necessitam que se
aperte o botão giratório (ENT) por 2s ou mais). Veja arquivo pdf no final deste artigo com
descrição da IHM integrada do ATV312.
4. Caso não saiba se o inversor teve seus ajustes (parâmetros) alterados, ou esteja mudando a sua
aplicação, avalie retornar às configurações de fábrica. Atenção - No retorno à configuração de
fábrica, a macroconfiguração se mantém. A macro original é drC- / CFG = StS
5. Algumas funções e recursos do ATV312 estão disponíveis no modo avançado: CtL- / LAC =
L3 (aperte ENT por 2s ou mais. Atenção às mudanças de alguns ajustes com essa alteração (veja
pg. 79 do manual em português do ATV312)
A) Para operação adequada do inversor insira os dados de placa do motor e ajuste o tipo de controle
do motor conforme aplicação, [Link]. bomba, ventilador, compressor, esteira, ponte rolante etc.:
IMPORTANTE : ajuste com dados de placa do motor de gaiola/assíncrono :
1. drC- / bFr= frequência standard do motor (50Hz, regulagem de fábrica ou 60Hz)
2. drC- / FrS= frequência nominal do motor em Hz (50Hz, regulagem de fábrica ou 60Hz se bFr =
60)
3. drC- / UnS= tensão nominal do motor em V (regulagem de fábrica 230/400/460V, conforme
referência do inversor e ajuste em bFr)
4. drC- / nCr= corrente nominal do motor em A, se mais de um motor em paralelo ajustar com a
soma das correntes dos motores
5. drC- / nSP= rotação nominal do motor em rpm. Atenção: Não ajuste com a velocidade síncrona
do motor (por exemplo 3600rpm, 1800rpm, 1200rpm, 900rpm)
6. drC- / COS= Cos phi ou FP-Fator de Potência (se não disponível manter o ajuste de fábrica)
7. drC- / rSC= resistência do estator a frio, para a grande maioria das aplicações manter ajuste de
fábrica em nO
8. drC- / UFt = n (de fábrica, controle vetorial sensorless), recomendável executar autorregulagem
(auto-tuning) após ajuste dos dados do motor (o motor deve estar parado e conectado
diretamente ao inversor)
9. drC- / UFt = P (pump) ou nLd (economia de energia, adapta a tensão de saída conforme a carga
para manter a rotação do motor com o mínimo de corrente). Aplicação de bomba centrífuga,
ventiladores e exaustores (conjugado variável)
10. drC- / UFt = L (conjugado constante). Aplicação com motores em paralelo ou quando não é
possível obter os dados de placa do motor
11. drC- / tUn = YES, ajuste opcional de auto-tuning/auto-regulagem, após alguns segundos
indica dOnE automaticamente.
12. drC- / tFr = Frequência máxima de saída, recomendado manter pelo menos 10% acima do
ajuste em SEt- / HSP. Se bFr = 60Hz -> tFr = 72Hz, se possível manter esse ajuste se HSP = 60Hz
1ª TAREFA: Comando local / referência local
Alterar apenas o item do 5º passo da tarefa anterior e ligar o potenciômetro na placa do inversor.
Certificações
Parâmetros
Função dos Parâmetros Faixa de Valores Ajuste de Ajuste do
Parâmetro Pág.
(Leitura) Internos Fábrica Usuário
0 ... 4, 6... 9999 =
P000 Parâmetro de acesso Leitura 0 68
5 = Escrita
P002 Indicação da corrente do motor (%) 000,0 ... 999,9 (% In) 68
P003 Indicação da corrente do motor (A) 000,0 ... 999,9 (A) 68
P023 Versão do Sotware 68
Indicação do estado da proteção 0 ... 250
P050 68
térmica do motor 250 = Erro
P11 Limitação de corrente na partida OFF,150...500%IN 68
Este ajuste irá definir a relação de corrente da SSW-05 Plus e do Motor por ela
acionado. Este valor é muito importante pois irá definir as proteções do Motor acionado
pela SSW-05 Plus. O ajuste desta função tem importância direta nas seguintes
proteções do Motor: Sobrecarga, Sobrecorrente, Rotor Bloqueado, Falta de Fase.
Trimpot de Ajuste de Tempo da Rampa de Desaceleração Exemplo de cálculo:
O valor indicado está diretamente relacionado com os níveis de atuação das seguintes
proteções do motor: Sobrecarga, Sobrecorrente, Rotor bloqueado e Falta de Fase.
Com P220=0, o conteúdo do parâmetro indica o valor ajustado através de dip switch.
Neste caso a alteração do conteúdo do parâmetro através da HMI não é possível
.
Com P220=1, o conteúdo do parâmetro indica o valor programado através de comunicação
serial ou HMI.
N
L1
L2
L3
F21
Q1
F1 F2 F3
Liga / Desliga
L1 L2 L3 S1
A2 A1
DI1
SSW 05
P000 = 5 ;
P204 = 5 ;
P000 = 5;
P101 = 30 % Un
U V W P102 = 15 s
P104 = 0
1) LIGAR O MOTOR PELA IHM:
P220 = 1;
P264 = 0;
N
L1
L2
L3
Q1 F21
F1 F2 F3 Desliga
b0
K 1
Liga
L1 L2 L3 b1 K1
A2 A1
DI1
SSW 05
U V W 24 23 14 13
K 1
P000 = 5 ;
P204 = 5 ;
M1 P000 = 5;
P101 = 30 % Un
3
~ P102
P104
=
=
15 s
0
1) LIGAR O MOTOR PELA IHM:
P220 = 1;
P264 = 0;
F21
Q1
Desliga
b0
F1 F2 F3
Liga
b1
L1 L2 L3
A2 A1
DI1
SSW 05
U V W 24 23 14 13
P000 = 5 ;
P204 = 5 ;
P000 = 5;
P101 = 30 % Un
P102 = 15 s
M1 P104 = 0
3
~ 1) LIGAR O MOTOR PELA IHM:
P220 = 1;
P264 = 0;
Alimentação neutro e proteção Alimentação -+ Transformador Ponte Retificadora Fusível Chave Seccionadora
com Fusível
PE
L1
L2
L3
-V
7
-X -X
+
-T -F -F -F
-V
PE
~ ~
1 1
8
Disjuntores - + -
4
1
5
Motor Trifásico 6 Pontas
-F -F -F
Disjuntores Motor Motor Trifásico
W1
PE
U1
V1
2
W1
PE
U1
V1
1
5
Disjuntores DR
-Q -Q -Q M
M -M
3
1
7
-M
-F -F 3
I> I> I> I> I> I>
W2
2
U2
V2
2 2
Motor Monofásico Motor Dahalander
2
W1
PE
PE
U1
V1
U
N
Rele Bimetálico Contatores Contatos de força Chaves Seccionadora Dah
M M
1
5
-M -M
-F -KM -KM -KM -S -S -S 1 3
2
W2
U2
V2
Motor c/ Rotor Bobinado
Motor de Corrente
W1
PE
U1
V1
3 Resistores Autotransformador Soft Starter Inversores de Frequencia Continua 3
PE
PE
F1
F2
L1
L1
L2
L3
N
1
M
-R -T -G -G -G -M
3 M
3
PE
A1
A2
2
PE
M
K
L
-M
2
Contatos Comum NA NF
2
PE
PE
W
W
M
U
U
V
A1
A2
Contatos Auxiliares NA NF
Temporizador Temporizador
PE
4 Retardo na conexão Retardo na desconexão -M 4
13
11
11
67
55
67
55
Variadores de velocidade
para motores CC
-K -K -K -KA -KA -KA -KA
PE
PE
L1
L1
14
12
12
14
68
56
68
56
N
-G -G
55
57
55
55
57
55
11
13
58
56
58
56
58
56
58
12
14
M1
M2
M1
M2
F1
F2
5 5
Temporizador
Conexão desconexão Botão NA Botão NF Botão NA NF Botão Comum NA NF Bobina de Contator
A1
13
11
11
13
11
67
55
-S -S -S -S -K
-KA -KA
A2
14
12
12
14
12
14
68
56
11
11
13
11
A1
-S -S -S -S
55
57
55
-EV
14
12
12
14
12
14
-KA -KA
A2
6 6
56
58
56
58
A1
13
11
13
11
97
95
-S -S -S -S -F -F -K -K
A2
A2
14
12
14
12
98
96
Rele Intermitente
11
13
11
11
13
11
95
97
95
A1
-S -S -S -S -F -F
Sirene
-K
12
14
12
14
12
14
12
14
96
98
96
98
A2
X1
7 7
-H
X2
Sensores Indutivo Sensores Capacitivo Sensores magnético Foto emissor Foto Receptor
X1
-B -B -B -B -B -B -B -B
1
-H
Sinalizador
E R
X2
2
Desenhado
8 8
Verificado * *
Data: Título Simbologia de dispositivos de comandos elétrico Identificação dos terminais do motor Num:
U1 = 1 U2 = 4
V1 = 2 V2 = 5
Arquivo:
W1 = 3 W2 = 6
A B C D E