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Basquetebol Raimundo

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UNIVERSIDADE PÚNGUÈ

Faculdade de Educação

Modalidade: Basquetebol

Licenciatura em Educação física e Desporto

Mouzinho Francisco

Nelito Dias

Raimundo Lavumo

Chimoio

Abril, 2025
Mouzinho Francisco

Nelito Dias

Raimundo Lavumo

Modalidade: Basquetebol

Licenciatura em Educação física e Desporto

O presente trabalho de Pesquisa será entregue e


apresentado na Universidade Púnguè no Curso de
Educação Física e Desporto na disciplina de Metodologia
do Desporto, Sob Orientação do MScː Articia

Chimoio

Abril, 2025

2
Índice
1.Introdução.......................................................................................................................4

1.1.Objectivos....................................................................................................................5

1.1.1.Objectivo Geral:.......................................................................................................5

1.1.2.Objectivos Específicos:............................................................................................5

1.2.Metodologia.................................................................................................................5

2.Revisão da Literatura......................................................................................................5

2.1.A história do basquetebol............................................................................................5

2.1.1.Surgimento do jogo..................................................................................................6

2.1.2.Objectivos do jogo....................................................................................................6

2.1.3.O 1º jogo de basquetebol..........................................................................................6

2.1.4.Conceito de Basquetebol..........................................................................................6

2.1.6.Fundamentações tácticas do Basquetebol................................................................6

2.1.7.Fundamentações técnicas do Basquetebol................................................................7

2.1.8.Os fundamentos básicos do basquetebol................................................................10

2.1.9.Os Passes................................................................................................................10

2.2.Os Dribles..................................................................................................................10

2.2.1.As Bandejas............................................................................................................10

2.2.2.Os Arremessos........................................................................................................11

2.2.3.O Corta-luz.............................................................................................................11

2.2.5.As Fintas.................................................................................................................12

2.2.6.Características Do Basquetebol..............................................................................13

2.2.7.Local de Jogo..........................................................................................................13

2.2.8.Tipos de Passes.......................................................................................................14

2.2.9.Tipos de drible........................................................................................................14

3.Sistemas de defesa e ataque no basquetebol.................................................................16

4.Conclusão.....................................................................................................................17

3
5.Referências bibliográficas............................................................................................18

1.Introdução

O basquetebol, um dos desportos mais populares e dinâmicos do mundo, nasceu em 1891


nas mãos do professor de educação física James Naismith, que buscava uma actividade
indoor para manter seus alunos activos durante o inverno. Desde então, o jogo evoluiu de
um simples passatempo para um fenómeno global, unindo milhões de fãs e atletas em
torno da paixão pela competição e pelo trabalho em equipa. Com suas regras envolventes,
que incluem dribles ágeis, passes estratégicos e arremessos precisos, o basquetebol não é
apenas um teste de habilidade física, mas também um exercício mental que exige táctica e
sinergia entre os jogadores.
As quadras de basquetebol se tornaram palcos de grandes histórias de superação e
conquista. Lendas como Michael Jordan, Kobe Bryant e LeBron James não apenas
redefiniram o que significa ser um atleta excepcional, mas também inspiraram gerações a
sonhar grande e a lutar por seus objectivos. O desporto transcende barreiras culturais e
sociais, promovendo valores como respeito, disciplina e solidariedade. Além disso, as
ligas profissionais, como a NBA nos Estados Unidos e a Euroliga na Europa, atraem
milhões de espectadores e geram uma economia robusta em torno das transmissões ao
vivo, merchandising e eventos.

Em suma, o basquetebol é mais do que um jogo; é uma celebração da habilidade humana


e da familiaridade. À medida que continuamos a explorar suas nuances — desde as
jogadas mais espectaculares até os momentos mais emocionantes é impossível não se
deixar envolver pela magia que esse desporto proporciona. Prepare-se para mergulhar no
universo fascinante do basquetebol

1.1. Objectivos

1.1.1. Objectivo Geral:

 Promover o basquetebol como uma ferramenta de desenvolvimento físico, social e


emocional entre os jovens, incentivando a prática regular do desportivo e
formação de valores positivos.
4
1.1.2. Objectivos Específicos:

 Implementar actividades práticas que ensinem os fundamentos do basquetebol,


como dribles, passes e arremessos, visando aprimorar as habilidades individuais
dos participantes.

 Fomentar o Trabalho em Equipa: Criar dinâmicas e jogos em equipa que


incentivem a colaboração e a comunicação entre os jogadores, destacando a
importância da estratégia colectiva para o sucesso em quadra.

 Promover Valores Sociais: realizar workshops e discussões sobre ética no


desporto, inclusão e respeito mútuo,

1.2. Metodologia

O presente trabalho caracteriza-se, metodologicamente como sendo uma pesquisa


bibliográfica. A pesquisa bibliográfica, de acordo com Prestes (2003), é aquela que
serve tanto ao académico, na sua graduação, quanto aos pesquisadores, na elucidação
dos trabalhos inéditos que pretendem rever, reanalisar, interpretar e criticar
considerações teóricas ou paradigmas.

5
2.Revisão da Literatura

2.1.A história do basquetebol

Em dezembro de 1891, o professor de educação física de Springfield College em


Massachusetts, Estados Unidos, James Naismith, recebeu uma tarefa do director, que
consistia em que James Naismith criasse um desporto em que os alunos pudessem
praticar em local fechado. James Naismith logo pôs de lado um jogo de pés ou com muito
contacto físico para não haver muita violência.

2.1.1. Surgimento do jogo

Um dia, James Naismith, enquanto dava uma aula de educação física, olhou para um
cesto de pêssegos, e teve a ideia de o pendurar a 3,05 metros do chão, e depois atirou uma
bola de futebol para tentar encestar e daí nasceu o basquetebol, ainda sem nome concreto.

2.1.2. Objectivos do jogo

O jogo consiste em encestar a bola no cesto da equipe adversária para marcar pontos e,
simultaneamente, evitar que a equipe adversária enceste no seu cesto, respeitando todas
as regras do jogo. A equipe que tiver mais pontos no fim, ganha o jogo.

2.1.3.O 1º jogo de basquetebol

O primeiro jogo de basquetebol foi disputado em 20 de Janeiro de 1892, com novo


jogadores em cada equipe e utilizando uma bola de futebol. O jogo foi visto apenas por
funcionários da Associação Cristã de Jovens (Springfield College). Foram cerca de
duzentas pessoas que viram os alunos a vencerem os professores por 5 a 1.

2.1.4. Conceito de Basquetebol

Moreno (1998), O basquetebol ou bola ao cesto é um desporto colectivo inventado em


1891 pelo professor de Educação Física canadense James Naismith, na Associação Cristã
de Moços de Springfield (Massachusetts), Estados Unidos. É jogado por duas equipeis de
5 jogadores, que têm por objectivo passar a bola por dentro de um cesto colocado nas
extremidades da quadra, seja num ginásio ou ao ar livre.

Os aros que formam os cestos são colocados a uma altura de 3 metros e 5 centímetros. Os
jogadores podem caminhar no campo desde que driblem (batam a bola contra o chão) a

6
cada passo dado. Também é possível executar um passe, ou seja, atirar a bola em
direcção a um companheiro de equipa.

2.1.6. Fundamentações tácticas do Basquetebol

Neste item que se apresenta, trataremos de alguns dos estudos teóricos e práticos e as
fundamentações tácticas da modalidade, perpassando pelos sistemas de jogo, as
marcações por zona e individual e as posições dos jogadores em quadra, através de uma
análise de suas características físicas, técnicas e tácticas do Basquetebol.

Táctica, vem do grego - taktiké ou téchne; arte de manobrar (tropas), sendo qualquer
elemento componente de uma estratégia, com a finalidade de se atingir a meta desejada,
num empreendimento qualquer: guerra, vendas, jogo e etc.

Ferreira e De Rose Júnior (2003), A táctica aplicada ao Basquetebol significa a


utilização de recursos para definir situações durante um jogo, englobando os sistemas de
jogo (defensivos e ofensivos), situações grupais (marcações por zona 2×2 e 3×3, por
exemplo) e individuais, podendo ser resumida como: “o que fazer” para resolver uma
determinada situação.

A táctica pode ser dividida em individual, grupal e colectiva (esses conceitos são
aplicados tanto no ataque quanto na defesa).

A táctica individual é a capacidade que um atleta tem para executar os fundamentos do


jogo, de acordo com situações momentâneas como: sua posição na quadra, a atitude de
seu adversário, contexto do jogo.

Ferreira e De Rose Júnior (2003), Já a táctica grupal ou colectiva reúne pequenos


núcleos de jogadores. Por exemplo, situações de 2×2 ou 3×3 envolvendo situações mais
complexas e que dependem de uma maior sincronização de movimentos. Portanto, o
que caracteriza a táctica colectiva é o aumento de elementos alternativos e execuções
possíveis e também a globalidade da cooperação e oposição, não bastando que cada
componente de uma equipe actue sozinho; os companheiros devem perceber,
colectivamente, a situação e julgar com a maior sintonia possível, quanto à acção mais
conveniente a ser executada.

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2.1.7. Fundamentações técnicas do Basquetebol

Técnica, por sua vez, vem do grego, (téchne), que significa arte, técnica, ofício; a
palavra se origina do grego techné cuja tradução é arte. Portanto, a técnica confundia-se
com a arte, tendo sido separada desta ao longo dos tempos e é o procedimento ou o
conjunto de procedimentos que têm como objectivo obter um determinado resultado,
seja no campo da Ciência, da Tecnologia, das Artes ou em outra actividade.

Ferreira e De Rose Júnior (2003), A técnica No Basquetebol, por sua vez, é o elemento
que viabiliza toda essa concepção do jogo. Ela apoia à táctica. É a execução dos
movimentos (fundamentos do jogo). Pode ser resumida no “como fazer” e depende de
uma série de atributos pessoais como as capacidades físicas e as habilidades motoras
gerais e específicas que o atleta tem desenvolvidas, além de aspectos cognitivos
fundamentais para o entendimento do jogo.

O Basquetebol, ainda para os mesmo autores supracitados, constitui-se de um desporto


que reúne uma série de habilidades técnicas, que por sua vez, também são chamadas de
fundamentos, ou gestos técnicos, que podem ser de ataque ou de defesa (dribles, passes,
bandejas, rebotes), e que constituem a base necessária para a prática do jogo, devendo
obedecer a princípios, às directrizes pedagógicas e às regras de aprendizagem, que
sejam consequência de uma teorização da problemática por parte do professor/técnico,
bem como a influência de parâmetros que condicionam a eficiência do movimento
humano.

Desta forma, os mesmos autores ainda asseveram que o refinamento da técnica é


primordial à execução de uma boa performance e a habilidade, específica, de cada
jogador, em cada posição/função, dentro da quadra, no momento de uma partida.

Assim, existem algumas posições/funções, que os jogadores ocupam e/desempenham


em quadra, em razão de algumas características (físicas, técnicas ou tácticas), que cada
um possui, e são elas:

As Posições no Basquetebol são definidas por números: posição (1, 2, 3, 4 e 5).

Posição 1. Armadores: como o próprio nome da posição diz, é o jogador responsável


pela armação das jogadas dentro de quadra; em organizar todo o esquema táctico

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traçado pela equipe; e, organizar a movimentação ofensiva e defensiva dos jogadores.
Deve possuir um grande espírito de liderança, portanto, bem como necessitam de
raciocínio rápido, agilidade, velocidade e grande habilidade com a bola. Geralmente são
os jogadores mais baixos e mais ágeis das equipes e atuam, geralmente, nas
proximidades da linha de três pontos e na cabeça do garrafão, de onde possuem uma
visão privilegiada de tudo o que acontece durante um ataque.

Nem sempre são os grandes pontuadores de uma equipe, pois, geralmente são
responsáveis em fazer que outros jogadores da equipe pontuem. Através das
assistências! São os grandes assistentes de uma equipe, ou seja: aqueles que dão o passe
para que outro jogador, apenas finalize a jogada, que pontue.

Posição 2. Alas/Armadores: jogadores que misturam as características das posições 1 e


2.

Posição 3. Alas: jogadores responsáveis pelos arremessos de média e longa distância.


Portanto, devem possuir grande precisão e pontaria para os arremessos, particularmente,
aqueles de 3 pontos, bem como a responsabilidade em pontuar, durante uma partida; são
suas principais características. Responsáveis, também, pelos contra-ataques, devendo
possuir grande preparo físico, explosão e força. Geralmente são os jogadores de porte
médio das equipes, porém fortes. Atuam geralmente nas laterais da quadra.

Posição 4. Ala/Pivô: jogadores que mesclam as características das posições 4 e 5.

Pivôs 5. Pivôs: jogadores responsáveis pelos rebotes ofensivos e defensivos das


equipes. Responsáveis pelos arremessos de curta distância, como ganchos, enterradas,
tapinhas e etc. Responsáveis por todas as jogadas que acontecem dentro do garrafão. O
garrafão deve ser a “casa” dos pivôs. Devem possuir grande impulsão e tempo de bola,
além de possuírem muita força física. Geralmente são os jogadores mais altos de uma
equipe. Devem possuir no mínimo 2 metros de altura e/ou mais de 100 Kg. Quase nunca
driblam, e costumam finalizar usando-se de movimentos de giro, de pivô.

Nesse mesmo sentido, a fundamentação técnica, também se baseia no processo de


aprendizagem e desenvolvimento de algumas competências, mínimas e específicas, para
o desempenho da modalidade. Assim no Basquetebol, existem alguns fundamentos -
básicos, intermediários e outros mais avançados - que devem ser apreendidos, tanto por

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aqueles que vislumbram ensinar, bem como por aqueles que desejam aprender o
Basquetebol. No entanto, para atender a uma das propostas do presente texto, trataremos
aqui de alguns fundamentos básicos e suas metodologias de ensino.

Nesse mesmo sentido, a fundamentação técnica, também se baseia no processo de


aprendizagem e desenvolvimento de algumas competências, mínimas e específicas, para
o desempenho da modalidade. Assim no Basquetebol, existem alguns fundamentos -
básicos, intermediários e outros mais avançados - que devem ser apreendidos, tanto por
aqueles que vislumbram ensinar, bem como por aqueles que desejam aprender o
Basquetebol. No entanto, para atender a uma das propostas do presente texto, trataremos
aqui de alguns fundamentos básicos e suas metodologias de ensino.

2.1.8. Os fundamentos básicos do basquetebol

São eles: os passes; os dribles; as bandejas; os arremessos; o corta-luz; as fintas e o


rebote.

2.1.9. Os Passes

Os passes são divididos em cinco tipos básicos: passe de peito; passe de peito picado;
passe de ombro (direito e esquerdo); passe sobre a cabeça; passe em profundidade
(direito e esquerdo) e podem ser subdivididos em três grandes grupos:

Primeiro, aqueles que formam o grupo de - curta distância - e, portanto, apresentam


excelente precisão e são eles: o passe de peito, o de peito picado e o sobre a cabeça;
segundo, aqueles tidos como de - média distância - onde a precisão começa a ficar
preterida, sendo eles: o passe de ombro direito e esquerdo; e, por fim, aqueles de - longa
distância - onde a precisão fica relegada a segundo plano, a exemplo dos passes em
profundidade direito e esquerdo.

2.2. Os Dribles

Por definição, "driblar," é o ato de conduzir a bola, que no basquete, é necessário batê-la junto
ao solo, quando se deseja locomover-se.

2.2.1. As Bandejas

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A bandeja é o único fundamento do Basquetebol, que permite que o praticante possa
"andar" com a bola nas mãos, sem ter que batê-la junto ao solo. Obviamente que apenas
em um caso especial: a exemplo de quando o jogador já esta em progressão, ou seja,
está em movimento (correndo). Neste caso, o jogador tem por direito, quando no ato de
condução de bola ou ao recebê-la já em movimento, em segurá-la e executar até "dois
passos" para fazer a aproximação à cesta. Após estes dois passos, o jogador é obrigado a
arremessar ou a passar a bola para outro companheiro.

Dividida em ''bandeja direita'' e ''bandeja esquerda''.

Bandeja direita: executada sempre pelo lado direito da quadra. Utilizando sempre o pé
direito para se iniciar a bandeja.

Bandeja esquerda: executada sempre pelo lado esquerdo da quadra. Utilizando sempre
o pé esquerdo para se iniciar a bandeja.

2.2.2. Os Arremessos

É o fundamento onde o atleta, intencionalmente, tenta marcar um ponto durante a


partida, e pode ser dividido em: arremessos de curta distância, geralmente aqueles
próximos ao garrafão; arremessos de média distância, aqueles um pouco mais distantes,
mas ainda dentro da zona de dois pontos; arremessos de longa distância, aqueles
realizados após a linha de três pontos; e o lance-livre, que tem por particularidade, ser
realizado após a equipe adversária ser penalizada por alguma infracção da regra.

2.2.3.O Corta-luz

O corta-luz é um fundamento do basquetebol, utilizado pelo ''ataque'', para livrar-se da


marcação individual. Consistindo na ajuda que um companheiro dá ao outro, que está
sendo marcado individualmente, para que este mesmo possa livrar-se de seu marcador.

Definições: O jogador de ataque posiciona-se ''entre'' o marcador de seu companheiro e


o seu companheiro, de forma a criar uma espécie de barreira ou parede, impedindo e/ou
atrapalhando este mesmo marcador. Facilitando, então, a ''fuga", justamente
proporcionada por essa ''parede'' que foi criada e que serviu para atrapalhar a marcação

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individual, exercida pela equipe adversária e/ou auxiliar seu companheiro a se
desmarcar.

Este recurso é perfeitamente legal, dentro das regras oficiais do Basquetebol, desde que
o executante do corta-luz não segure, agarre ou desloque-se sobre ou após o oponente.
Existe a necessidade de que o corta-luz permaneça totalmente imóvel diante do
oponente.

O corta-luz pode ser utilizado sempre que necessário e/ou em jogadas específicas contra
a marcação individual.

2.2.4. Os Rebotes

Por definição, o rebote é a recuperação da bola, após um arremesso não convertido.

É dividido em rebote ofensivo e defensivo.

Trata-se de um fundamento pouco cultivado, em face do pouco conhecimento que


alguns treinadores têm sobre esse fundamento, pois o mesmo requer muita tenacidade, e
uma boa noção espaço/temporal do jogador, em quadra.

Assim, a maioria dos grandes reboteadores só consegue apanhar a bola através de uma
preparação conjunta, já que enquanto uns arremessam, outros podem capturar os
rebotes, e dessa forma, trabalha-se dois fundamentos necessários e complementares,
sem que se perca de vista, também, sua parte física e mecanização de gestos.

2.2.5. As Fintas

O tremo finta, deriva do italiano, também finta, e constitui o ato de fingir, do particípio
passado do verbo "fingir".

No Basquete, bem como em outros desportos, sendo um termo usado para designar um
ou vários movimentos que tendem a "ludibriar", “enganar” um adversário, quando se
está participando de competições ou jogos esportivos. O objectivo é fazer com que o
adversário acredite em uma acção, que não acontecerá, levando-o a tomar uma postura,
posição ou atitude ineficiente diante do ataque.

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Há diferentes tipos de fintas usadas nos desportos, tais como:

 Finta de arremesso;
 De passe;
 De mudança de direcção (com ou sem bola);
 Finta de drible;
 De marcação;
 De desmarcação;
 Finta de ataque;
 De velocidade,
 De corpo, entre outras.

2.2.6. Características Do Basquetebol

É jogado por duas equipeis de 5 jogadores, onde os pontos são marcados arremessando-
se a bola através da cesta que é colocada nas extremidades da quadra, seja num ginásio
ou ao ar livre. Os aros que formam os cestos são colocados a uma altura de 3 metros e 5
centímetros. Os jogadores podem caminhar no campo desde que driblem (batam a bola
contra o chão) a cada passo dado.

Também é possível executar um passe, ou seja, atirar a bola em direcção a um


companheiro de equipa. Segundo Hernandez Moreno (1998), o basquetebol pode ser
classificado como um desporto de cooperação e oposição, com ocupação de espaço
comum e participação simultânea dos jogadores. O basquete se desenvolveu para incluir
técnicas comuns de passes, arremessos e dribles, como também as posições dos
jogadores e as estruturas de defesa e ataque. No basquete o trabalho em equipa é
fundamental então tem a liberdade de jogar a bola na direcção do outro jogador de sua
equipa.

2.2.7. Local de Jogo

O campo de jogo deve ter uma superfície plana, dura e livre de obstáculos, com as
dimensões de vinte e oito (28) m de comprimento por quinze (15) m de largura,
medidas da borda interior das linhas de fundo. A quadra oficial da NBA tem 29m x
15m.

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A zona de ataque de uma equipe consiste na cesta da equipe adversária, a parte interior
da tabela e a parte do campo delimitada pela linha de fundo atrás da cesta do adversário,
as linhas laterais e a borda interior da linha central mais próximo do cesto adversário.

2.2.8. Tipos de Passes

Existem 3 tipos de passes sendo eles:

 Passe de peito:

É o passe normalmente mais utilizado em jogo. Este passe efectua-se na flexão dos
braços e depois esticando-os totalmente fazendo a bola ir direccionada para o peito do
colega.

 Passe picado:

É um passe também regularmente utilizado. Este passe efectua-se fazendo com que a
bola bata primeiro no chão e só depois ir para o colega.

 Passe de ombro:

É um passe não tão utilizado em jogo. Este passe efectua-se pegando a bola com uma
mão, depois puxa-se a mão até atrás das costas e depois lançamos a bola na direcção do
colega.

2.2.9. Tipos de drible

Nos diversos tipos e ritmos de dribles somos capazes de aperfeiçoar o autocontrolo e a


auto-estima. A rapidez e a agilidade destes movimentos dependem da capacidade de
antevermos os obstáculos à frente, além da clara determinação de onde queremos
chegar. O drible sem um objectivo pré-definido é uma vaidade. A busca da perfeição se
resume no equilíbrio entre o uso dos fundamentos de passe, drible e arremesso. O
equilíbrio consiste em saber compartilhar no momento certo e tomar a responsabilidade
para si quando necessário.

 Drible De Controle

Quase toda finalização de ataque passa por movimentações com drible. A bola é a
figura mais desejada em quadra. O drible de controle pressupõe um ou mais adversários
pressionando o homem com posse de bola. Os factores que devem ser treinados para o

14
sucesso deste fundamento são SENTIR A BOLA sem olhar para ela, ter a VISÃO
DOS COMPANHEIROS, ANTECIPAR-SE e evitar as armadilhas, treinar ambas as
mãos para que a mão fraca não seja sequer percebida. O movimento de pulso é mais
importante que o movimento de braço em todos os fundamentos do basquete. Utilizar o
corpo como escudo para evitar a perda da posse de bola. Desestabilize seu marcador
antes que ele o faça.

 Drible de protecção:

Serve fundamentalmente para abrir linhas de passe e garantir a posse de bola.

E um tipo de drible, que face a uma maior proximidade de defesa, o jogador tem de dar
maior atenção a protecção da bola. Roubar a bola do adversário é considerado um drible
de protecção.

 Drible de progressão:

Utilizado fundamentalmente para avançar no terreno de jogo sem encostar no corpo do


adversário.

 Drible de Reversão
Para se trocar a bola de mão, protegendo-a do marcador, pode-se utilizar o fundamento
da reversão. O atleta apoia o pé do lado oposto ao da mão que dribla a bola à frente do
marcador, em seguida gira o outro pé e o corpo para trás sobre este pé de apoio,
trocando a mão que dribla simultaneamente. Assim, livra-se do marcador, muda de
direcção e de mão que dribla a bola. Alguns técnicos não permitem o uso da
REVERSÃO por obrigar o jogador a ficar de costas e a perder a visão do time por
alguns segundos.

 Drible de Troca De Mão


A mudança de direcção e de mão de drible pode ser efetuada de forma segura também
sem a necessidade da reversão. O atleta apoia seu pé oposto à mão que dribla a bola à
frente e passa sua outra perna sobre esta (CROSSOVER) ao mesmo tempo em que
passa a bola de uma mão para a outra através de um drible pela frente, por entre ou por
trás das pernas. Destas formas, não perde a visão dos companheiros.

15
3.Sistemas de defesa e ataque no basquetebol

O ato de defender envolve alguns princípios fundamentais, como primeiro marcar,


antecipando-se aos gestos técnicos dos adversários; cumprir com sua missão específica
na marcação; ajudar na marcação de outros jogadores; e deslocar-se em função da
movimentação dos adversários e da bola.

Reis (2005) propõem que, A defesa inicia-se, imediatamente, quando a equipe ofensora
perde a posse de bola, o que resulta na transição defensiva, podendo ser subdividida em
- defesa temporária - através do prolongamento da transição defensiva, tendo o defensor
que retornar à sua quadra em linha reta e o mais rápido possível, na intenção de não
predispor vulnerabilidade a sua equipe; a - defesa organizada - que consiste no período
em que os jogadores ocupam suas posições específicas no campo defensivo; e, a -
defesa em sistema - que se dá logo após a ocupação destas posições específicas de
defesa, resultando na realização das acções tácticas, na intenção de impedir ou dificultar
as movimentações e as finalizações.

No Basquetebol, existem dois tipos básicos de defesa: um, que se baseia na marcação
por zona ou por regiões da quadra, onde o jogador responsabiliza-se por uma
determinada área do campo de jogo, e, outro que se fundamenta na marcação,
específica, de um determinado jogador, denominada de marcação individual. Cada
equipe deve preferir uma das duas marcações, dependendo das características da equipe
adversária, das suas próprias particularidades e/ou a situação específica de um
jogo/competição.

16
4.Conclusão

Em conclusão, o basquetebol se destaca não apenas como um desporto emocionante e


dinâmico, mas também como uma poderosa ferramenta de desenvolvimento pessoal e
social. A prática do basquetebol contribui para a melhoria das habilidades físicas,
promovendo saúde e condicionamento, enquanto ensina lições valiosas sobre trabalho em
equipa, disciplina e respeito mútuo. As quadras de basquetebol são espaços onde jovens
podem se reunir, formar laços de amizade e aprender a importância da cooperação em um
ambiente competitivo.
Além disso, o impacto do basquetebol vai além das quadras, influenciando positivamente
assim, o basquetebol comunidades e promovendo valores que podem ser aplicados na
vida quotidiana. Através do desporto, é possível cultivar um senso de pertencimento e
identidade, além de incentivar a inclusão e a diversidade. Portanto, ao apoiar e promover
o basquetebol, estamos não apenas investindo no desenvolvimento atlético dos jovens,
mas também contribuindo para formar cidadãos mais conscientes e engajados.

Assim, o basquetebol permanece como uma paixão mundial que une pessoas de
diferentes origens em torno de um objectivo comum: a busca pela excelência e pelo
prazer de jogar.

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5.Referências bibliográficas

De Rose Júnior, D. e Trícoli (2005), V. Basquetebol: uma visão integrada entre ciência
e prática. Barueri, SP: Manole.

Ferreira, A. e; De Rose Júnior (2005), D. Basquetebol: técnicas e tácticas: uma


abordagem didáctico-pedagógica. São Paulo: E.P.U: Editora Pedagógica e
Universitária da USP.

Kokubun, e Daniel (1992), Relações entre intensidade e duração das actividades em


partidas de basquetebol, com as capacidades aeróbia e anaeróbia: estudo pelo lactato
sanguíneo. Revista Paulista de Educação Física, (612), 00. 37-46, jul-dez.

Moreno (1998), J. H. Baloncesto. Iniciación y entrenamiento. Barcelona, Paidotribo.

Powers, P. e Howley (2000), Biochemical aspects of periperal muscle fadigue: a


review. Sports Medicine, n. 7, pp. 125-138.

Reis (2005), P. C. Defesa do basquetebol: uma abordagem técnica, táctica e de ensino-


aprendizagem. EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires, ano 10, n. 85, jun.

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