UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ-UESPI
CAMPUS POETA TORQUATO NETO
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS-CCHL
COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
DISCIPLINA: FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO
PROFESSOR (A): FRANCISCO DE ASSIS BARRETO
ALUNO (A): Jefferson Ramon Moura de Cerqueira
ATIVIDADE AVALIATIVA: (PESQUISA SOBRE TERMOS, PERSONAGENS
HISTÓRICOS E REDAÇÃO)
TERESINA
2024
1. Filosofia: É o estudo das grandes questões da vida, como o que é real, o que é o
certo e o errado, como conhecemos as coisas e qual o propósito da existência. A
filosofia usa a razão para tentar entender o mundo.
2. Religião: Conjunto de crenças sobre o divino e sobre como as pessoas devem se
comportar. A religião envolve rituais, normas de moralidade e explicações para o
universo e a vida.
3. Ciência: É a busca por conhecimento sobre o mundo natural, através da observação
e experimentação. A ciência usa métodos sistemáticos para testar ideias e encontrar
explicações baseadas em evidências.
4. Artes: São formas de expressão humana que incluem música, pintura, dança, teatro,
literatura, entre outras. A arte tenta comunicar sentimentos, ideias ou reflexões de
uma forma criativa.
5. Mitologia: Conjunto de mitos ou histórias sobre deuses, heróis e seres
sobrenaturais, que tentam explicar fenômenos naturais, a origem do mundo ou a
moralidade na cultura de um povo.
6. Politeísmo: A crença em vários deuses, cada um com sua área de poder, como na
mitologia grega ou romana.
7. Monoteísmo: A crença em um único Deus, como nas religiões judaica, cristã e
islâmica.
8. Helenismo: Período da história que começou com a expansão do Império Grego,
levando a cultura grega a várias partes do mundo. O helenismo misturou elementos
gregos com outras culturas, especialmente no Egito e na Pérsia.
9. Pedagogia Crítica: É um tipo de educação que busca questionar e mudar as
desigualdades sociais. Ela ensina os alunos a refletirem criticamente sobre o mundo e
a se posicionarem contra injustiças.
10. Ideologia: É um conjunto de ideias e crenças que orientam a visão de mundo de
uma pessoa ou grupo. Pode ser uma visão política, religiosa ou social que molda a
maneira de entender e agir no mundo.
11. Didática: É o estudo de como ensinar. A didática envolve os métodos e técnicas
que os professores usam para ajudar os alunos a aprender.
12. Empirismo: Filosofia que diz que o conhecimento vem da experiência e da
observação do mundo. Ou seja, a gente aprende mais com o que vemos, tocamos e
vivemos do que com ideias que surgem apenas na mente.
13. Racionalismo: Filosofia que defende que a razão é a principal fonte de
conhecimento. Para os racionalistas, a mente humana pode descobrir a verdade sem
precisar da experiência sensorial.
14. Renascimento: Movimento cultural e artístico que aconteceu na Europa, entre os
séculos XIV e XVII. Foi uma época de redescoberta dos conhecimentos da Grécia e
Roma antigas e de valorização da razão, ciência e arte.
15. Epistemologia: Ramo da filosofia que estuda como sabemos o que sabemos. Ela
investiga as fontes, os limites e a validade do conhecimento.
16. Método Dedutivo: É o raciocínio que parte de uma ideia geral para chegar a
conclusões específicas. Por exemplo, se todas as aves têm penas e um animal é uma
ave, podemos deduzir que ele tem penas.
17. Método Indutivo: Ao contrário do método dedutivo, o indutivo parte de
observações específicas para chegar a conclusões gerais. Por exemplo, depois de
observar várias aves e ver que todas têm penas, podemos concluir que todas as aves
têm penas.
18. Democracia: Sistema de governo onde o povo tem o poder de decidir sobre as leis
e quem os governará, geralmente por meio de eleições.
19. Ditadura: Sistema político em que uma pessoa ou grupo detém todo o poder, sem
a participação do povo. As liberdades são limitadas e não há eleições livres.
20. Positivismo: Filosofia que acredita que o conhecimento verdadeiro vem dos fatos
observáveis e verificáveis. O positivismo rejeita explicações baseadas em crenças ou
coisas que não podem ser comprovadas.
21. Essência: É o conjunto de características essenciais que definem o que algo é. Por
exemplo, a essência de uma cadeira é ser um objeto com assento e encosto, feito para
sentar.
22. Aparência: É o que algo parece ser, mas pode não ser o que realmente é. Por
exemplo, uma pedra pode parecer preciosa, mas não ser, de fato, uma pedra preciosa.
23. Liberdade: É a capacidade de agir de acordo com a própria vontade, sem ser
forçado ou restringido por outros.
24. Preconceito: Julgar alguém ou algo sem conhecimento adequado, com base em
ideias preconcebidas e muitas vezes injustas. Pode resultar em discriminação.
25. Existencialismo: Filosofia que explora a liberdade individual, a angústia de viver em
um mundo sem sentido dado e a busca por um propósito pessoal.
26. Tomismo: Sistema filosófico criado por Tomás de Aquino, que tenta unir a fé cristã
com a razão humana, usando as ideias de Aristóteles para explicar a relação entre
Deus, a moral e o mundo.
27. Cartesianismo: Filosofia de René Descartes, que enfatiza a dúvida como método
para chegar ao conhecimento seguro. O famoso "Penso, logo existo" é a ideia central
dessa filosofia.
28. Ecumenismo: Movimento que busca a união entre as diferentes religiões e igrejas
cristãs, promovendo o diálogo e a cooperação entre elas.
29. Iluminismo: Movimento intelectual do século XVIII que promoveu a razão, a ciência
e os direitos humanos, desafiando a autoridade da Igreja e do Estado.
30. Empoderamento: Processo pelo qual indivíduos ou grupos adquirem poder e
controle sobre suas próprias vidas e decisões, muitas vezes relacionado à luta por
igualdade e direitos.
31. Universidade: Instituição de ensino superior que oferece cursos de graduação e
pós-graduação, com o objetivo de formar profissionais e desenvolver a pesquisa
acadêmica em diversas áreas do saber.
Biografias
1. Sêneca (c. 4 a.C. - 65 d.C.): Filósofo romano, escritor e político, Sêneca foi uma das
figuras mais importantes do estoicismo, uma escola filosófica que defende o
autocontrole e a virtude como meios para alcançar a paz interior. Ele foi tutor e
conselheiro do imperador Nero, mas acabou caindo em desgraça e sendo forçado a
cometer suicídio. Sêneca é conhecido por suas cartas e ensaios, que tratam de como
viver uma vida virtuosa e com sabedoria, mesmo em tempos de dificuldades.
2. Thomas Hobbes (1588–1679): Filósofo inglês, Hobbes é mais conhecido por suas
ideias sobre o Estado e a natureza humana, principalmente no seu livro "Leviatã". Ele
acreditava que, sem um governo forte e centralizado, a vida humana seria "solitária,
pobre, desagradável, bruta e curta", pois as pessoas seriam guiadas por seus próprios
interesses e impulsos. Defendia que o governo deveria ter poder absoluto para
garantir a ordem e a paz.
3. Jean-Jacques Rousseau (1712–1778): Filósofo, escritor e compositor francês,
Rousseau foi uma figura fundamental na Revolução Francesa e no desenvolvimento
das ideias políticas modernas. Em seu livro "O Contrato Social", ele propôs que a
autoridade política legítima vem da vontade geral do povo, e não de monarcas ou
governantes. Rousseau também foi um crítico da sociedade moderna, que via como
corrupta, e defendeu o retorno a uma vida mais simples e natural.
4. Immanuel Kant (1724–1804): Filósofo alemão, Kant é uma das figuras mais
influentes na filosofia ocidental. Ele desenvolveu a teoria do "imperativo categórico",
uma ideia de ética que afirma que devemos agir de acordo com princípios que
poderiam ser aplicados universalmente. Em sua obra principal, "Crítica da Razão Pura",
Kant tentou entender como o conhecimento humano é possível, propondo que a
mente humana molda a experiência, ao invés de apenas receber informações do
mundo exterior.
5. Zygmunt Bauman (1925–2017): Sociólogo polonês, Bauman ficou famoso por suas
análises sobre a modernidade e a sociedade contemporânea. Ele criou o conceito de
"modernidade líquida", que descreve a fragilidade das instituições e das relações
sociais no mundo moderno. Bauman acreditava que as pessoas viviam em um mundo
de incertezas e mudanças rápidas, onde nada é permanente e as relações são muitas
vezes superficiais e instáveis.
6. Nelson Mandela (1918–2013): Líder político e ativista sul-africano, Mandela lutou
contra o apartheid, o sistema de segregação racial na África do Sul. Ele foi preso por 27
anos por suas atividades políticas, mas após ser libertado, tornou-se o primeiro
presidente negro da África do Sul e símbolo mundial da luta pela liberdade e pelos
direitos humanos. Mandela foi premiado com o Nobel da Paz em 1993, por sua
contribuição para o fim do apartheid e a reconciliação nacional.
7. Umberto Eco (1932–2016): Escritor, filósofo e semiótico italiano, Eco foi um dos
maiores intelectuais do século XX. Ele ficou famoso por seu romance "O Nome da
Rosa", que mistura mistério, história medieval e filosofia. Eco também escreveu
extensivamente sobre semiótica, a teoria dos signos e da comunicação. Ele abordou
como as mensagens e os significados são construídos e interpretados nas culturas.
8. Domenico De Masi (1938–2021): Sociólogo italiano, De Masi foi um importante
pensador no campo da sociologia do trabalho e da educação. Ele ficou conhecido por
suas pesquisas sobre o impacto da tecnologia no trabalho e na sociedade. Em seu livro
"O Futuro Chegou", De Masi defendeu a ideia de que a sociedade deveria priorizar o
lazer, a criatividade e o desenvolvimento pessoal, ao invés de se focar unicamente no
trabalho e no consumo material.