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Palestra 02 Lara

O documento aborda os estilos de aprendizagem de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) através da Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Destaca diferentes abordagens de ensino, como o Treino de Tentativas Discretas e o Ensino Naturalista, enfatizando a importância de reforçadores adequados e a adaptação das estratégias conforme as preferências da criança. Também menciona habilidades essenciais a serem desenvolvidas para facilitar a aprendizagem e a interação social.

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Palestra 02 Lara

O documento aborda os estilos de aprendizagem de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) através da Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Destaca diferentes abordagens de ensino, como o Treino de Tentativas Discretas e o Ensino Naturalista, enfatizando a importância de reforçadores adequados e a adaptação das estratégias conforme as preferências da criança. Também menciona habilidades essenciais a serem desenvolvidas para facilitar a aprendizagem e a interação social.

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Estilos de aprendizagem de uma

criança com TEA segundo a Análise


do Comportamento Aplicada (ABA).

Lara Oliveira de Sousa Braga


Analista do Comportamento - Supervisora ABA
Instagram: laraoliveiraaba
PARA COMEÇAR:

UM POUCO DE
HISTÓRIA...
APPLIED BEHAVIOR ANALYSIS

(ANÁLISE DO COMPORTAMENTO APLICADA)

CIÊNCIA QUE ESTUDA O COMPORTAMENTO


HUMANO SOCIALMENTE RELEVANTE

CIÊNCIA APLICADA – DIVERSOS CONTEXTOS


Tipos de Ensino em ABA

*Naturalistic Developmental
Behavioral Interventions
(intervenções desenvolvimentistas
comportamentais naturalistas)

PRT
JASPER
Discrete Trial Training
(ensino por tentativas discretas)
NDBIs* SCERTS...
Ensino estruturado/
Treino de tentativas discretas (DTT)

• Uma das modalidades de ensino mais utilizadas na Terapia


ABA

• As tarefas são comumente iniciadas pelo terapeuta e


realizadas em ambientes controlados –mesinhas- (por serem
mais fáceis de manejar o material, colocá-lo no campo de
visão da criança, entre outros controles de estímulos)

• Alto número de tentativas = muitas oportunidades para


praticar uma habilidade
• Fácil de ser aplicado em sala de aula

• Terapeuta utiliza reforçadores extrínsecos/arbitrários

• Utilizado em treino de um para um ou em grupos

• A resposta alvo é claramente identificada e a consequência


é fácil de ser dada, de forma imediata

• Ajuda a estabelecer habilidades exigidas para uma


aprendizagem mais formal (acadêmica)
NA PRÁTICA

Tentativa Discreta:

3. Selecionar um reforçador efetivo


4. Arrumar os materiais
5. Garantir a atenção do aluno
6. Apresentar a instrução de forma
simples e consistente
7. Utilizar dica adequada (nível de ajuda)
8. Elogiar e apresentar o estímulo
reforçador imediatamente
Ex:

Imagem: Flaticon
Ensino Naturalista

PSICOLOGIA DO
DESENVOLVIMENTO

ANÁLISE APLICADA DO
COMPORTAMENTO

NDBIs
• No Ensino naturalista a criança é quem inicia a interação

• O terapeuta prepara o ambiente para a criança começar a


interação utilizando itens do seu interesse

• Aprendizado é incorporado em atividades lúdicas


(parceria)

• Tentativas menos estruturadas


• O terapeuta utiliza apenas reforçadores naturais, ou
seja, aqueles que fazem parte da consequência da
própria brincadeira.
Princípios da Análise do Comportamento
Aplicada em sala de aula

Hierarquia de Dicas (Prompt)


Princípios da Análise do Comportamento
Aplicada em sala de aula

Avaliação de Preferências

Usada para identificar os itens


preferidos da criança. Os itens
identificados como preferidos
devem ser usados como
reforçadores, para aumentar a
motivação e cooperação da criança
em relação ao que for pedido para
ela fazer.
Como realizar?
Princípios da Análise do Comportamento
Aplicada em sala de aula

KIT de reforçadores
• Alguns itens de interesse da criança (brinquedos, objetos
para estimulação sensorial, material escolar – lápis,
canetinha, papel, etc.).

• O kit deve ser constantemente renovado e ajustado de


acordo com as mudanças de interesse da criança e das
características dos processos de saciação e privação.
Habilidades de aprendiz
- como ensinar

1. Olha de forma consistente quando chamado?


2. Presta atenção quando é dada uma instrução?
3. O aluno para ou espera quando solicitado?
4. Segue instruções simples de um passo?
5. Faz contato visual e mantém por pelo menos 3
segundos?
6. Rastreia objetos?
Habilidades de aprendiz
- como ensinar

7. Olha para objetos ou materiais quando pedido?


8. Se senta ou permanece sentado por pelo menos 10
minutos quando engajado em atividade?
9. Comunica desejo simples? Falando, apontando ou
com uso de figuras?
10. Aponta para partes do corpo quando pedido?
11. Aceita ajuda física sem resistência?
12. Imita ações motoras simples?
SENTAR
CONTATO VISUAL
ESPERAR
IMITAÇÃO
SEGUIMENTO DE INSTRUÇÃO
IDENTIFICAÇÃO
PAREAMENTO
NOMEAÇÃO
FAZER PEDIDOS/APONTAR
ECOAR
VOCALIZAR COM FUNÇÃO
INTRAVERBAL
REFERÊNCIAS

DUARTE, Cintia Perez; SILVA, Luciana Coltri; VELLOSO, Renata de Lima. (Org.) Estratégias da Análise do
Comportamento Aplicada para Pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo. São Paulo: Memnon,
2018.

GAIATO, Mayra. S.O.S. Autismo. Guia Completo para Entender o Transtorno do Espectro Autista. 1ªed. São
Paulo: Pearson, nVersos, 2018.
MOREIRA, Márcio Borges. MEDEIROS, Carlos Augusto de. Princípios básicos de análise do comportamento.
2ªed. Porto Alegre: Artmed, 2019.

RIBEIRO, Daniela Mendonça. SELLA, Ana Carolina. (Org.) Análise do Comportamento Aplicada ao
Transtorno do Espectro Autista. Curitiba: Appris, 2018.

ROGERS, J, S., DAWSON G. Intervenção Precoce em criança com autismo: Modelo Denver para a promoção
da linguagem, da aprendizagem e da socialização. Lisboa: Lidel, 2012.

ROGERS, J, S., DAWSON. G., VISMARA. L, A. Autismo Compreender e agir em família. Lisboa: Lidel, 2012.
Obrigada!

laraoliveiraaba
laraoliveiradesousa@gmail.com

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