Amostra Resumos Sobreafisio
Amostra Resumos Sobreafisio
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Resumos
Fisioterapia
Introdução
Olá Fisio, seja bem vindo (a)
3. Fisioterapia Ortopédica
5. Fisioterapia Cardiovascular
6. Fisioterapia Neurológica
7. Eletroterapia na Prática
Brenda Antunes
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@sobreafisio
sobreafisiot@[Link]
Fisioterapia Respiratória Clínica
1- Anatomia do sistema respiratório
2- Fisiologia respiratória
3- Tipos de tórax
4- Ausculta pulmonar
5- Reabilitação pulmonar clínica
6- Doenças obstrutivas x restritivas
7- Doença pulmonar obstrutiva crônica
8- Asma
9- Derrame pleural
10- Pneumotórax
11- Bronquiectasia
12- Atelectasia
13- Fibrose Cística
14- Pneumonia
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1 Anatomia respiratória
Brenda Antunes @sobreafisio
Nariz
O ar entra no trato respiratório através das
narinas
Flui pelas cavidades nasais direita e
esquerda, que estão revestidas por mucosa
respiratória.
Os pelos do interior das narinas filtram
grandes partículas de poeira que podem ser
inaladas.
Coanas: comunicação da cavidade nasal com
a faringe
Cavidade nasal contém células receptoras
para o olfato.
Conchas nasais: aumentam a resistência
(estreitam) à passagem do ar
Seios nasais: espaços preenchidos de ar,
localizados nos ossos da face (aquecimento
do ar, diminui o peso do crânio e aumenta a
ressonância da voz)
Faringe
Tubo que começa nas coanas
Revestido por muco/células ciliadas
Parede é composta de músculos esqueléticos
e revestida de túnica mucosa
Funciona como uma passagem de ar e
alimento
Dividida em três regiões anatômicas:
Nasofaringe, Orofaringe e Laringofaringe.
Laringe
Órgão curto que conecta a faringe com a
traqueia.
Situa na linha mediana do pescoço, diante
das quarta, quinta e sexta vértebras cervicais
4 Ausculta pulmonar
Brenda Antunes @sobreafisio
Conceito
O derrame pleural é uma doença restritiva que é Espaço
caracterizada pelo acúmulo de líquido no espaço pleural
normal
entre a pleura visceral e a pleura parietal. Esse
acúmulo de líquido pleural faz com que ocorra a
diminuição da expansibilidade dos pulmões e até
mesmo da caixa torácica, causando uma
Derrame
diminuição na ventilação dos alvéolos. pleural
Espaço pleural
Espaço pleural: espaço virtual localizado
entre as pleuras visceral e parietal
Estas pleuras deslizam entre si
continuamente durante a respiração
facilitado pela presença de uma quantidade
mínima de líquido (0,1 a 0,2 mL/kg)
O líquido do espaço pleural é proveniente
dos capilares da pleura parietal e é
reabsorvido pelo sistema linfático
Transudativos
Ultrafiltrado do plasma sanguíneo que
Tipos de derrame pleural tem baixa concentração de proteínas
Não há envolvimento inflamatório
A composição do líquido no derrame pleural, Aumento da pressão hidrostática
de acordo com o conteúdo proteico, pode ser Exemplos: insuficiência cardíaca, cirrose,
exsudato ou transudato. síndrome nefrótica, diálise peritoneal
Transudativos: são provocados por alguma
Exsudativos
combinação de aumento da pressão
hidrostática e diminuição da pressão oncótica Alta concentração de proteínas e restos
na circulação pulmonar ou sistêmica. celulares
Exudativos: são provocados por processos Ocorre devido aos processos
locais, causando aumento da permeabilidade inflamatórios, infecciosos ou neoplásicos
capilar e resultando em exsudação de líquido, Exemplos: pneumonia, embolia
proteína, células e outros constituintes pulmonar, tuberculose, neoplasia
séricos.
25 Exercícios respiratórios
Brenda Antunes @sobreafisio
Diafragmático
Utilizada: processos agudos e crônicos que
provocam redução do volume pulmonar.
Objetivos: melhorar a ventilação pulmonar
(sobretudo em regiões basais) e pode ser
realizada associada as manobras de higiene
brônquica.
Técnica: aplicando estímulo manual na
região abdominal, com leve compressão,
solicitando-se inspiração nasal de forma
suave e profunda com deslocamento anterior
da região abdominal.
Expansão torácica
Técnica: inspiração profunda nasal,
expandindo a região na qual está
posicionada as mãos do fisioterapeuta (mãos
no lado, na região das costelas inferiores)
deverá exercer uma leve compressão no
início dessa fase A fase expiratória pode ser
associada ao freno-labial e a uma
compressão leve e firme da mão, na área
apoiada, o que contribui para a depressão
das costelas.
Pode ser realizada uma expansão torácica
inferior unilateral (mão em um hemitórax) ou
bilateral (mãos nos dois hemitórax)
Mãos na região da 7º, 8º e 9° costelas
Inspiração em tempos
Técnica :Inspiração nasal, suave e curta,
fracionando o tempo inspiratório total com
pausas intermediárias. A expiração é lenta e
suave, podendo ser associada ao freno-labial.
Posicionamento ideal: sentada, na qual um
maior VC é movimentado e deitado em todos
Ex: puxar o ar pelo nariz 3x
os decúbitos pode gerar um grande VC.
Fisioterapia Respiratória Hospitalar
1. Fisioterapia na UTI
2. Avaliação fisioterapêutica
3. Oxigenioterapia
4. Vias aéreas artificiais
5. Traqueostomia
6. Como avaliar um raio x
7. Exames radiológicos em UTI
8. Gasometria arterial
9. Ventilação mecânica invasiva (VM)
10. Modos ventilatórios
11. Insuficiência respiratória aguda
12. Ventilação mecânica na SARA
13. Ventilação mecânica no DPOC
14. Ventilação mecânica na ASMA
15. Desmame da ventilação mecânica
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2 Avaliação no leito UTI
Brenda Antunes @sobreafisio
Pulmões
Hilo pulmonar
No raio x você deverá buscar diferenças de
Composto por artérias transparências. Pulmão normal: hipertransparente
pulmonares, brônquios e com ‘’estrias densas’’ (vasos pulmonares).
vasos linfáticos. O hilo
direito tem localização
mais baixa que o
esquerdo.
Pneumonia
A pneumonia é uma infecção envolvendo os
pulmões (infecção do trato respiratório inferior). Pneumonia
Condensação inflamatória aguda dos alvéolos de
e/ou infiltração do tecido intersticial pulmonar condensação
Causas: são provocadas pela inalação de
partículas infecciosas (bactérias, vírus,
fungos e por reações alérgicas) no espaço
alveolar.
Tipos de pneumonia: hospitalar e adquirida Achados radiológicos
na comunidade
Opacificação lobar podendo o broncograma
Sintomas: tosse, expectoração, dispneia, dor
aéreo estar presente
torácica, febre, confusão, cefaléia, calafrios
Ausência da borda do coração e silhueta do
Sinais clínicos: macicez à percusssão,
hemidiafragma direito
redução do murmúrio vesicular, aumento do
frêmito toracovocal.
Fibrose pulmonar idiopática
É uma doença crônica onde ocorre substituição do
pulmão normal por fibrose (tecido de cicatrização),
Pneumonia alterando a sua capacidade de realização de trocas
intersticial gasosas (oxigenação do sangue).
Pneumonia lobar
sem broncograma
aéreo
Conceito
A capsulite adesiva ou ombro congelado é
uma condição inflamatória e fibroproliferativa
da cápsula articular do ombro que produz
espessamento, retração, aderências e
consequente redução do espaço articular,
caracterizada por perda progressiva de ADM
glenoumeral, apresentando rigidez e dor. O
processo da doença afeta principalmente a
cápsula articular anterossuperior, o recesso
axilar e o ligamento coracoumeral, levando à
limitação especialmente das rotações.
Pré Congelamento
Condição primária: origem idiopática Duração: 0 a 3 meses
Condição secundária: pode surgir após Dor nas ADM ativa e passiva
situações de imobilização prolongada, Limitação da flexão, abdução, rotações
lesões traumáticas, neurológicas ou internas e externas
sistêmicas.
Hipótese fisiopatológica 1º Fase Congelamento
Hipóteses causais: reação autoimune, Duração: 3 a 9 meses
disfunção dos níveis e no Dor nas ADM passiva e ativa
funcionamento de citocinas Dor profunda no ombro ou na inserção
inflamatórias, disfunção de do deltóide, pode irradiar para o braço
fibroblastos (aumento de colágeno até o cotovelo
tipo I e III) inflamação vascular que Dor mais intensa durante a noite
acomete sobretudo o intervalo rotador. Limitação significativa de flexão,
abdução, rotação interna e externa
Anatomia e Lesão
Ligamento colateral lateral (LCL): limita o
varo
Estabilizador em varo do joelho
Limita rotação externa e o deslocamento
posterior da tíbia
Lesão ocorre por golpe na lateral medial
do joelho
Lesão pode ocorrer por queda ou estresse
de hiperextensão
Lesões menos comuns
Raramente são lesões isoladas
Avaliação fisioterapêutica
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1 Avaliação ortopédica
Brenda Antunes @sobreafisio
O exame da coluna cervical tem como objetivo determinar se a lesão ou patologia ocorre
na coluna cervical ou em uma porção do membro superior. Caso o paciente apresente
lesão no pescoço é necessário avaliar para ver se há envolvimento neurológico.
Anamnese
Qual foi o mecanismo de lesão?
Qual a intensidade dos sintomas?
A cabeça chocou-se contra algo? O paciente
perdeu a consciência?
Quais são os locais e limites da dor?
Existe alguma irradiação da dor?
Apresenta cefaleia? Qual a localização e
frequência?
Apresenta formigamento nas extremidades?
Apresenta dor irradiada?
Movimentos ativos
Principais músculos envolvidos nos
movimentos da cervical
Flexão: esternocleidomastóideo, escalenos,
pré-vertebrais (longo da cabeça, longo do
pescoço, reto anterior da cabeça e reto lateral
da cabeça)
Extensão: trapézio (fibras superiores),
esplênio da cabeça, esplênio do pescoço e
semi-espinhal da cabeça
Rotação: esternocleidomastóideo do lado
oposto ao movimento e escalenos e esplênios
do lado do movimento
Inclinação (lateralização): esternocleidomas-
tóideo do lado do movimento, escalenos,
esplênios da cabeça e do pescoço, oblíquos
superior e inferior da cabeça do lado do
movimento
Coracobraquial
Posicionamento do paciente: sentado
ou em decúbito dorsal
Avaliação: Flexão do ombro em rotação
lateral, com o cotovelo totalmente
flexionado e o antebraço supinado. O
auxilio do m. bíceps na flexão do ombro
diminui nessa posição de teste, porque a
flexão completa do cotovelo e a
supinação do antebraço encurtam muito
o músculo para que ele seja efetivo na
flexão do ombro.
Pressão: contra a superfície ântero-
medial do terço inferior do úmero, na
direção da extensão e da abdução
discreta.
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1 Anatomia cardíaca
Brenda Antunes @sobreafisio
Coração
Estrutura muscular oca (miocárdio)
Formato de cone
Localização: tórax (mediastino):
obliquamente (inclinado) em relação aos
eixos do corpo
Ápice do coração: voltado para a esquerda,
para frente e para baixo
Base do coração: dirigida para a direita, para
cima e para trás
Câmaras do coração: 2 átrios D/E (câmaras
superiores) e 2 ventrículos D/E (câmaras
inferiores).
Fase 1
Pacientes após eventual quadro agudo, tem
início ainda dentro da unidade hospitalar,
após estabilidade hemodinâmica.
Exercícios físicos de baixa intensidade,
técnicas para o controle do estresse e
programas de educação em relação aos
fatores de risco e à cardiopatia
Exercícios de baixa intensidade (2 a 4 METS)
Duração máxima: 20 minutos e 2x ao dia
Monitorar: PA, FC, FR e SpO2 e ausculta
cardíaca e pulmonar
Frequência cardíaca de treinamento: FC
repouso + 20pm
Objetivos da fase 1: preservar condição
ventilatória adequada, prevenir trombose,
minimizar perdas de tônus e trofismo em
geral
Dia 1 Dia 2 Dia 3
Paciente deitado Paciente sentado Paciente em pé
Fisioterapia respirató- Exercícios respiratórios Exercícios ativos de
ria (exercícios e e diafragmáticos MMSS
remoção de secreção) associados aos Alongamento ativo
Exercícios ativos MMII movimentos de MMSS de MMII
(bomba tibiotársica) (cotovelo, mãos) Deambulação 35m
Exercícios ativos Exercícios escapulares
/ativos assistidos Exercícios ativos das Dia 6
(cotovelo, mão e extremidades (joelho,
Alongamento MMSS e
dedos, joelho, quadril) quadril)
MMII
Dia 4 Dia 5 Exercícios ativos de
MMSS e MMII
Alongamento MMSS e Alongamento MMSS e Descer escada
MMII MMII lentamente e retornar de
Exercícios ativos de Exercícios ativos de elevador (1 andar)
MMSS e MMII (flexo MMSS e MMII Deambulação: 165m
extensão e abdução/ Rotação de tronco e
adução) pescoço
Deambulação 50m Passos com elevação Dia 7
(25m lentos e 25m de joelhos Repetir passos do 6
rápidos) Deambulação 100m Descer e subir escada
lentamente 1 andar
14 Infarto agudo do miocárdio
Brenda Antunes @sobreafisio
Conceito
O Infarto agudo do miocárdio é decorrente da
isquemia prolongada causada pela interrupção
total do fluxo sanguíneo do miocárdio resultante
da total e absoluta oclusão da luz de uma artéria
coronária devido a presença de uma placa de
ateroma (trombo).
Isquemia cardíaca
A isquemia cardíaca decorre do desequilíbrio
entre a oferta e o consumo de oxigênio pelo
miocárdio
Situações que reduzem a oferta de oxigênio
e provocam isquemia: grau de obstrução
arterial, lesões em outros vasos, presença de
circulação colateral, durante quadros de
asfixia, intoxicação por monóxido de carbono,
insuficiência respiratória, cor pulmonale, A demanda aumentada de oxigênio
aterosclerose, anemia grave, espasmo também pode gerar isquemia cardíaca (ex.
coronário ou vasoconstrição. ↑
exercício físico, taquicardia, da pressão
intraventricular)
Fisioterapia Neurofuncional
1- Tônus muscular
2- Marchas patológicas
3- Parkinson
4- Acidente vascular encefálico
5- Traumatismo raquimedular
6- Esclerose múltipla
7- Esclerose Lateral Amiotrófica
8- Traumatismo craniano
9- Paralisia facial
10- Lesões nervosas periféricas
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3 Doença de Parkinson
Brenda Antunes @sobreafisio
Conceito
A doença de Parkinson (DP) foi descrita em
1817 por James Parkinson como uma paralisia
agitante. A DP é caracterizada pela degeneração
progressiva dos neurônios da substância negra
que leva à redução da produção de dopamina.
Os sintomas motores são causados pela degene-
ração e morte de neurônios dopaminérgicos que
participam do controle motor.
Parkinsonismo
Conceito
O acidente vascular cerebral (AVC), é um déficit
neurológico atribuído a uma lesão focal aguda do
sistema nervoso central por uma causa vascular.
Ocorre quando um vaso sanguíneo é bloqueado
por um coágulo ou sofre ruptura.
Princípios
[Link] ou perca: não realizar a tarefa por um
longo período de tempo, começa a perder os
circuitos neurais.
[Link] e melhore: treino da tarefa pode
aprimorar uma função
[Link]: treinar algo específico
(treinar equilíbrio, treinar sentar e levantar)
[Link]ção importa: necessária para induzir
mudanças neurais duradoura
[Link] importa: intensidade de
treinamento suficiente
6. Tempo importa: pode haver janelas de
Aprendizado motor
tempo em que seja particularmente eficaz no O aprendizado de habilidades motoras é
direcionamento da plasticidade reativa tipicamente caracterizado pelo aumento da
induzida pela lesão (Ex + plasticidade fase conectividade funcional em uma rede
aguda) distribuída que envolve diferentes estruturas.
[Link]ância: treino relevante para induzir Durante a aprendizagem de uma habilidade,
plasticidade. um indivíduo passa por três estágios:
[Link]: plasticidade ocorre mais rapidamente cognitivo, associativo e autônomo.
nos cérebros mais jovens, mas em idosos ela
também existe. Cognitivo: está tentando compreender
[Link]ência: a plasticidade em resposta a os objetivos da tarefa, o que sobrecar-
uma experiência de treinamento pode rega os mecanismos de atenção, pro-
melhorar a aquisição de comportamentos porcionando performance inconsistente
semelhantes (treino subir descer step -
semelhante a subir escada) Associativo: após um certo período de
[Link]ência: A plasticidade dentro de um prática, consegue manter performance
determinado circuito neural impede a mais estável, sendo capaz inclusive de
indução de uma outra. Isso por sua vez, pode detectar alguns erros. As necessidades
prejudicar o aprendizado. (Quando o treino de atenção nesse estágio decrescem
não é aquedo, foi reforçado estímulos significativamente.
negativos, é mais dificil reaprender.
Autônomo: depois de muita prática a
habilidade está bem desenvolvida,
A transição até a automaticidade poderá ocorrer permitindo que o indivíduo realize com
naturalmente, porém o tempo necessário para consistência. Há mínima necessidade
que isso aconteça irá depender da quantidade de de atenção permitindo que ele direcione
prática e do grau de complexidade da tarefa. o foco para outros aspectos.
20 Técnicas de reabilitação
Brenda Antunes @sobreafisio
Gameterapia
Exergames, gameterapia, realidade virtual
Experiência virtual imersiva, interativa,
tridimensional que permite ao usuário
interagir e se tornar imerso em um ambiente
gerado por computador de maneira
naturalista.
Objetivos: equilíbrio, função dos MMSS,
controle postural, exercícios ativos,
coordenação/ritmo, dupla tarefa, Realidade virtual de simulação: o
cognitivo/atenção, transferência de peso, paciente tem impressão que está
treino de marcha e motivação. manipulando o ambiente
Estimula o sistema auditivo e da visão, tato tridimensional (em pé em uma
propriocepção, informações vestibulares plataforma (Balance Board) controla
Apresenta evidências científicas positivas personagem, wii jogando tênis)
Realidade virtual de projeção:
paciente está fora do mundo virtual
Imagética motora mas pode interagir com os elementos
(Ex. Pokemon go)
Consiste em um método Realidade virtual aumentada:
de treinamento de imersão completa do paciente (óculos
sequências motoras por de realidade).
meio da imaginação
consciente e repetida de
certas atividades, sem
que ocorra movimentos
Reaprendizagem motora
do corpo. Carr e Shepard
Objetivo: promoção da [Link]álise da tarefa (observação,
aprendizagem ou comparação e análise)
aperfeiçoamento de uma 2. Prática dos componentes que estão
habilidade motora. faltando (instrução cuidadosa,
Processo cognitivo demonstração, feedback verbal e
complexo, que é visual e condução manual para
autogerado através de facilitar a aprendizagem)
processos perpetuais e [Link]ática da tarefa
sensoriais que permite a 4. Transferência
reativação de de treino (pra-
determinadas ações ticar em casa)
motoras na memória de
trabalho.
Eletroterapia na Prática
1- Princípios Básicos da
Eletroterapia
2- Ultrassom Terapêutico
3- Estimulação Nervosa
Transcutânea (TENS)
4- Corrente Interferêncial
5- Fotobiomodulação (Laser x LED)
6- Iontoforese
7- Corrente galvânica
(galvanoterapia)
8- Estimulação Elétrica
Neuromuscular (NMES)
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Ultrassom Terapêutico
O ultrassom terapêutico é um recurso da fisioterapêutico que usa
vibrações sonoras para estimular a regeneração dos tecidos.
Conceito
Modalidade terapêutica na qual são
utilizadas vibrações mecânicas acústicas
inaudíveis de alta frequência produzidas
por um transdutor vibratório que se
aplica sobre a pele que produzem efeitos
fisiológicos térmicos e não térmicos.
Gerador de corrente de alta
frequência
Cabeçote (transdutor cristal PZT)
Transdutor: termo que designa todo Efeito Piezoelétrico: Efeito de
dispositivo que converte a energia compressão e descompressão do
eletromagnética em energia mecânica cristal, provocado pela corrente de
Para emitir ondas de ultrassom, o alta frequência, gerando um feixe
transdutor precisa ter um material ultrassônico. Transformação da
piezoelétrico. energia mecânica em energia
Antigamente, esse material era feito elétrica.
principalmente de cristais de quartzo,
mas como eles geravam frequências
baixas (menos de 1 MHz) e eram Área do cabeçote
muito sensíveis, foram substituídos.
Área Geométrica: tamanho do
Atualmente, os materiais mais usados
cabeçote ± 7cm
são o Zirconato-Titanato de Chumbo
Área de radiação efetiva (ERA): é
(ZTP) e o Titanato de Bário.
sempre menor que a área geométrica,
Hotpoint: a intensidade de emissão
é a área que realmente emite
do ultrassom a qual não é uniforme
radiação. ± 5cm
em toda a superfície do transdutor. A
E.R.A. (Effective Radiating Area =
parte central onde há maior acúmulo
Área Efetiva de Emissão: região da
de energia é conhecida como ponto
superfície do transdutor que
quente. Motivo que nos leva ao
realmente produz a onda sonora.
movimento do cabeçote durante a
aplicação do ultrassom.
Hotpoint
ponto quente
Fotobiomodulação
A fotobiomodulação utiliza luz de baixa intensidade (laser ou LED)
para promover efeitos biológicos no corpo
Conceito
A Estimulação Elétrica Funcional
(Functional Electrical Stimulation - FES) é
uma técnica de eletroestimulação usada
para provocar contrações musculares
com o objetivo de facilitar ou ajudar em
atividades funcionais, que fazem parte de
um programa de reabilitação.
Conceito
A terapia de onda de choque
extracorpórea (TOCE) é um tratamento
não invasivo que utiliza ondas mecânicas
(acústicas) de alta energia para tratar e
promover a recuperação de tecidos. As
ondas são geradas por uma ponteira
onde as ondas de choque são
transmitidas gerando microtraumas
controlados que estimulam o processo
natural de reparação tecidual.
ACÓRDÃO Nº 65, DE 27 DE
NOVEMBRO DE 2015 – Utilização
pelo Fisioterapeuta da Terapia por
Ondas de Choque como recurso
terapêutico Ondas Choque Focal
Geração: por métodos
Ondas Choque Radial eletrohidráulicos, eletromagnéticos
ou piezoelétricos.
Geração: por método balístico Foco: As ondas são direcionadas
Foco: As ondas se propagam de para um ponto focal específico,
forma radial a partir do ponto de permitindo uma maior
origem, resultando em uma concentração de energia em
distribuição mais difusa da energia. profundidades mais significativas.
Profundidade de penetração: + Profundidade de penetração: +
superficial até 3 cm. profundos até 8-12 cm.
Uso clínico: Comumente utilizada Uso clínico: lesões mais profundas
para condições músculo (ex. calcificações)
esqueléticas
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