Astecas
Alunas: Ana C., Danielly F., Débora
D., Flavia C., Gabrielly M. e Julia T.
1° ano A do E.M.
Profº: Fernando
Localização
A civilização asteca desenvol-veu-se em uma região que é
conhecida como Mesoamérica, localizada na América Central e
do Norte.
A capital dos astecas, Tenoch-titlán, era uma ilha que
ficava no meio do lago Texcoco, lago que existia no Vale do
México na época. O lago não existe mais, pois os espanhóis o
aterraram ao longo da colonização.
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Origem
Conta a lenda que os astecas receberam uma
revelação do deus Huitzilopochtli, que dizia que a cidade
deveria ser construída no local onde o povo encontrasse
uma águia devorando uma serpente em cima de um
cacto.
Assim, os astecas iniciaram sua viagem para o sul —
pois seus primeiros assentamentos encontrados por
arqueólogos estão localizados mais ao norte do
território mexicano — até visualizarem esta cena
descrita por Huitzilopochtli às margens do lago Texcoco.
Os primeiros assentamentos na região de Tenochtitlán
são do século XII, pois arqueólogos já encontraram
vestígios que datados desta época. A cidade teve seu
apogeu no século XV, antes da chegada dos espanhóis.
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Sociedade e Política
A sociedade asteca era marcada
pela diversidade e hierarquização e, no seu auge, a civilização
asteca chegou a ter cerca de 11 milhões de habitantes.
Nas regiões conquistadas, os astecas exigiam impostos dos
povos sob seu domínio, e esses impostos eram pagos por meio
de alimentos, joias e outros utensílios. A cessão de seres
humanos como escravos para sacríficos também era aceito pelos
astecas como pagamento.
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Economia
A economia dos astecas focava-se
naquilo que a agricultura fornecia-lhes.
O cultivo agrícola dos astecas era
muito próspero e isso deve-se, princi-
palmente, à técnica de cultivo conhecida
como chinampas. Nessa técnica, os
astecas construíam ilhas artificiais nos
canais do lago Texcoco, utilizando-se
de material orgânico do fundo do lago.
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Chinampas
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Cultura
Um aspecto importante da cultura asteca era
conhecido como teotl, basi-camente uma espécie
de ligação que existia entre todos os
seres do mundo com as forças do
mundo espiritual. Os astecas falavam que tudo
que existia emana-va teotl.
Os astecas tinham grande apreço
pela astronomia, e essa função fazia parte das
obrigações dos sacerdotes. A observação dos
astros trouxe aos astecas grandes
conhecimentos, que lhes permitiram formular
dois calendários. O que era utilizado no cotidiano
chamava-se xiuhpohualli,e o segundo, que tinha
valor religioso, ficou conhecido
como tonalpohualli.
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Medicina
A medicina entre os astecas era uma tarefa
desempenhada por xamãs e curandeiros. Por
meio de rituais e transes diagnosticavam a
doença e o tratamento contra certo incomodo
físico. A fitoterapia era um método recorrente na
preparação de infusões, chás e pomadas
destinadas aos mais variados tratamentos
médicos. Por meio do conhecimento acumulado
faziam sangrias, tratavam feridas, curavam cáries
e doenças visuais e auditivas.
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Esporte
O Tlachtli era um esporte tão violento que
provavelmente até Mascherano ficaria com um pé
atrás de praticá-lo nos dias de hoje. Os movimentos
rente ao solo e o peso da bola obrigavam jogadores a
usarem proteções, mas isso não impedia que
eventualmente cabeças fossem fatalmente rachadas
por pancadas da pelota. Além disso, encarado como
um momento ritualístico, ao fim dos jogos era comum
que o capitão da equipe derrotada – ou até mesmo
toda a equipe derrotada – fosse sacrificado.
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Calendário
Os astecas herdaram um panteão rico da tradição
da América Central, que seria ampliado com as suas
divindades tutelares e as das regiões incorporadas no
império.
Por um lado, o calendário solar civil de 365 dias
(xihuitl), que proporcionava as referências temporais
para as atividades da sociedade no seu conjunto,
especialmente para as tarefas agrícolas: era composto
por 18 meses, os meztli, de 20 dias cada e dedicados
aos deuses. Por outro lado, existia um calendário
místico de 260 dias (tonalpohualli), usado para
estabelecer horóscopos e previsões dos dias fastos e
nefastos do ciclo.
A combinação de ambos dava lugar a ciclos de 52
anos de duração, designados por xiuhmopilli (vínculo
10
de anos).
Torre de
Crânios
Em homenagem a Huitzilopochtli,
deus do Sol e da guerra, a antiga civilização
construiu uma "torre de crânios" em um
dos principais templos da antiga cidade
de Tenochtitlán — que atualmente
corresponde à Cidade do México.
Após realizarem a descoberta
macabra, em 2015, os pesquisadores
conseguiram reunir vestígios para calcular
as dimensões da oferenda: de acordo com
um artigo publicado na revista
científica Nature, quase 700 crânios eram
dispostos em uma construção de 35 metros
de comprimento e cinco metros de altura. 11
Religião
A religião asteca assumia um caráter politeísta,
onde animais e elementos da natureza eram
predominantes. Muitos dos deuses eram animas
que representavam algum elemento da natureza.
Os templos religiosos dos astecas eram
bastante complexos e marcava uma determinada
contagem do tempo. A construção de suas
pirâmides era realizada a partir de um conjunto de
blocos de pedra que sofria alterações a cada
cinqüenta e dois anos. Cada reforma simbolizava o
agradecimento do povo aos deuses que
conservaram a existência do mundo.
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Huitzilopochtli
Era o deus da guerra e do Estado Asteca. Era o
deus padroeiro da cidade de Tenochtitlán.
Deuses Astecas
Tezcatlipoca
criador do mundo, era o deus das estrelas e da lua.
Senhor da morte, era muito temido pelos astecas.
Tlaloc
deus da chuva que detinha o poder de
produzir os relâmpagos e trovões.
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Xiuhtecuhtli
deus do fogo e do calor.
Quetzalcóatl
Representava a vida, a vegetação,
os alimentos e a força espiritual e-
xistente nos indivíduos
Xipe Totec
deus da fertilidade.
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Centeotl
deus do milho, principal alimento dos astecas.
Acuecucyoticihuati
deusa dos mares e das águas dos rios.
Atlacoya
deusa da seca.
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Sacrifícios
Era uma ferramenta que eles acreditavam ser
necessária para manter os deuses satisfeitos e o
sol brilhando. Os sacrifícios astecas aconteciam a
partir da retirada do coração humano. A origem
dessa prática pode estar relacionada com os
toltecas, uma vez que existem evidências desse
povo que retratam a prática.
Culinária
O milho constituía a base alimentar do povo
asteca. Através do preparo dos grãos produziam
panquecas que eram recheadas por grãos secos,
pequenos insetos, girinos e peixes. Outro
alimento bastante utilizado era o cacau de onde
se extraía uma bebida chamada xocoalt, que mais
tarde deu origem ao chocolate. Várias outras
sementes e temperos complementavam a
culinária asteca. Outros alimentos consumidos
com frequência eram os feijões e as variedades
típicas do Novo Mundo de grãos como
o amaranto e a chia. A combinação do milho com
estes alimentos básicos dava ao asteca médio
uma dieta bem balanceada.
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O declínio do Império Asteca
Além de matar pelo ouro, que existia em abundância , os espanhóis também espalharam doenças que
ajudaram a matar milhões de nativos. Com o tempo, ao lado das grandes cidades foram construídas
outras, habitadas gradativamente por espanhóis — chamados de chapetones— e mais tarde
os criollos — filhos de espanhóis nascidos na América.
A Cidade do México é um bom exemplo desta ocupação: o sítio arqueológico de Tenochtitlán fica bem
próximo da cidade, que com o tempo cresceu e ocupou todos os espaços em volta.
Atualmente: Ruínas do Império Asteca
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Colinhas Básicas
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