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Conceito de Auditoria

O documento aborda o Código de Ética Médica e de Enfermagem, destacando os deveres e proibições dos profissionais em suas funções de auditoria, como manter sigilo, não assinar laudos sem exame pessoal e não intervir nos atos de outros médicos. Também menciona a responsabilidade civil e a relação entre operadoras de saúde e hospitais, enfatizando direitos fundamentais como o direito à saúde e à dignidade da pessoa humana. Além disso, inclui diretrizes sobre o prontuário do paciente e a importância da ética no exercício profissional.
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Tópicos abordados

  • Direito à Saúde,
  • Direitos e Deveres,
  • Teoria do Risco,
  • Qualidade do Atendimento,
  • Direitos do Paciente,
  • Código de Ética Médica,
  • Princípios de Justiça,
  • Direitos do Consumidor,
  • Direitos Legais,
  • Compromisso com a Verdade
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Conceito de Auditoria

O documento aborda o Código de Ética Médica e de Enfermagem, destacando os deveres e proibições dos profissionais em suas funções de auditoria, como manter sigilo, não assinar laudos sem exame pessoal e não intervir nos atos de outros médicos. Também menciona a responsabilidade civil e a relação entre operadoras de saúde e hospitais, enfatizando direitos fundamentais como o direito à saúde e à dignidade da pessoa humana. Além disso, inclui diretrizes sobre o prontuário do paciente e a importância da ética no exercício profissional.
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  • Direitos do Consumidor,
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  • Compromisso com a Verdade

AUDITORIA CÓDIGO

DE ÉTICA
Prof. ª Adriana Marília
Código de Ética Médica
O médico deve ter, para com os colegas, respeito,
consideração e solidariedade, sem se eximir de
denunciar atos que contrariem os postulados éticos
(Princípio Fundamental).
O auditor não pode: assinar laudos quando não tenha
realizado pessoalmente o exame (art. 92 do Código
de Ética Médica).
ser auditor do próprio paciente, de pessoa de sua
família ou de qualquer outra com a qual tenha
relações capazes de influir em seu trabalho ou de
empresa em que atue ou tenha atuado. (art. 93)
Código de Ética Médica
Intervir nos atos profissionais de outro médico, ou fazer qualquer
apreciação em presença do examinado. Deve reservar suas
observações para o relatório (art. 94).- receber remuneração ou
gratificação por valores vinculados à glosa ou ao sucesso da
causa, quando na função de perito ou de auditor (art. 96).
Autorizar, vetar, bem como modificar, procedimentos
propedêuticos ou terapêuticos instituídos, salvo, no último caso,
em situações de urgência, emergência ou iminente perigo de
morte do paciente, comunicando, por escrito, o fato ao médico
assistente (art. 97).
Deixar de atuar com absoluta isenção, bem como ultrapassar os
limites de suas atribuições e de sua competência (art. 98).
Resolução CFM nº /201
O médico, na função de auditor, se obriga a manter o sigilo
profissional, devendo, sempre que necessário, comunicar a quem
de direito e por escrito suas observações, conclusões e
recomendações, sendo-lhe vedado realizar anotações no
prontuário do paciente (art. 6º da Resolução CFM nº /2011).
É proibido divulgar suas observações, conclusões ou
recomendações, exceto por justa causa ou dever legal. No
relatório não poderá exagerar ou omitir fatos decorrentes do
exercício de suas funções.
Poderá solicitar por escrito, ao médico assistente, os
esclarecimentos necessários ao exercício de suas atividades.
Concluindo haver indícios de ilícito ético é obrigatório comunicá-
los ao Conselho Regional de Medicina.
Resolução CFM nº /2011
Tem o direito de acessar, in loco, toda a documentação necessária, sendo
vedada a retirada dos prontuários ou cópias da instituição. Poderá, se
necessário, examinar o paciente, desde que devidamente autorizado pelo
mesmo, quando possível, ou por seu representante legal (art. 7º).
As cópias do prontuário são permitidas apenas para fins de instrução da
auditoria, desde que exista indícios de irregularidades no atendimento do
paciente, cuja comprovação necessite de análise do prontuário médico.
Deverá cientificar antecipadamente o médico assistente quando da
necessidade do exame do paciente, sendo-lhe facultado estar presente
durante o exame.
Só poderá acompanhar procedimentos no paciente com autorização do
mesmo, ou representante legal e/ou do seu médico assistente.
Não pode aplicar medidas punitivas ao médico assistente ou instituição
de saúde, devendo apenas recomendar as medidas corretivas em seu
relatório (art. 11).
Código de Ética dos
Profissionais de Enfermagem
Deverá exercer a profissão com justiça, compromisso, equidade,
resolutividade, dignidade, competência, responsabilidade,
honestidade e lealdade (art. 5º do código de ética).-Deverá
comunicar ao COREN e aos órgãos competentes, fatos que
infrinjam dispositivos legais e que possam prejudicar o exercício
profissional (art. 7º).
Deverá posicionar-se contra falta cometida durante o exercício
profissional seja por imperícia, imprudência ou negligência (art.
40).-Deverá cumprir e fazer os preceitos éticos e legais da
profissão (art. 48).
Deverá colaborar com a fiscalização de exercício profissional (art.
52).
Resolução COFEN 266/2001
Art. 1º- Aprovar as atividades do Enfermeiro Auditor, dispostas no anexo
do presente ato.
Organizar, dirigir, planejar, coordenar e avaliar, prestar consultoria,
auditoria e emissão de parecer sobre os serviços de Auditoria de
Enfermagem.
Quanto integrante de equipe de Auditoria em Saúde: Para executar suas
funções de Auditoria, tem o direito de acesso ao prontuário do paciente e
toda documentação que se fizer necessário.
No cumprimento de sua função, tem o direito de visitar/entrevistar o
paciente, com o objetivo de constatar a satisfação do mesmo com o
serviço de Enfermagem prestado, bem como a qualidade.
Se necessário acompanhar os procedimentos prestados no sentido de
dirimir quaisquer dúvidas que possam interferir no seu relatório.
Resolução COFEN 266/2001 Sob o Prisma Ético:

Exercício da função com clareza, lisura, sempre


fundamentado em princípios Constitucional, Legal, Técnico e
Ético.
Quando integrante de equipe multiprofissional, deve
preservar sua autonomia, liberdade de trabalho, o sigilo
profissional, bem como respeitar autonomia, liberdade de
trabalho dos membros da equipe, respeitando a privacidade,
o sigilo profissional, salvo os casos previstos em lei, que
objetive a garantia do bem estar do ser humano e a
preservação da vida.
Deve sempre respeitar os princípios Profissionais, Legais e
Éticos no cumprimento com o seu dever;
Código Civil
Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou
imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que
exclusivamente moral, comete ato ilícito. Também comete ato
ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede
manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou
social, pela boa-fé ou pelos bons costumes.
Aquele que, por ato ilícito, causar dano a outrem, fica obrigado a
repará-lo. O disposto nos arts. 948, 949 e 950 aplica-se ainda no
caso de indenização devida por aquele que, no exercício de
atividade profissional, por negligência, imprudência ou imperícia,
causar a morte do paciente, agravar-lhe o mal, causar-lhe lesão,
ou inabilitá-lo para o trabalho.
Código de Defesa do
Consumidor
Art. 14. O fornecedor de serviços responde,
independentemente da existência de culpa, pela
reparação dos danos causados aos consumidores
por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem
como por informações insuficientes ou inadequadas
sobre sua fruição e riscos.
4º. A responsabilidade pessoal dos profissionais
liberais será apurada mediante a verificação de
culpa.
Prontuário do Paciente Aspectos
éticos e legais
Sigilo
Informação
Disponibilização
Código de Ética Médica Sigilo
Profissional É vedado ao
médico:
Revelar fato de que tenha conhecimento em virtude do
exercício de sua profissão, salvo por motivo justo,
dever legal ou consentimento, por escrito, do paciente
(art. 73).
Permitir o manuseio e o conhecimento dos prontuários
por pessoas não obrigadas ao sigilo profissional
quando sob sua responsabilidade (art. 85).
Deixar de elaborar prontuário legível para cada
paciente (art. 87).O prontuário estará sob a guarda do
médico ou da instituição que assiste o paciente.
Código de Ética Médica É
vedado ao médico:
Negar, ao paciente, acesso ao seu prontuário, deixar de lhe fornecer cópia
quando solicitada, bem como deixar de lhe dar explicações necessárias à
sua compreensão, salvo quando ocasionarem riscos ao próprio paciente ou
a terceiros.
Liberar cópias do prontuário sob sua guarda, salvo quando autorizado, por
escrito, pelo paciente, para atender ordem judicial ou para a sua própria
defesa.
Quando requisitado judicialmente o prontuário será disponibilizado ao
perito médico nomeado pelo juiz.
Quando o prontuário for apresentado em sua própria defesa, o médico
deverá solicitar que seja observado o sigilo profissional.
Deixar de fornecer cópia do prontuário médico de seu paciente quando de
sua requisição pelos Conselhos Regionais de Medicina.
Relação entre Operadora e
Hospital
Relação Contratual:
Direitos
Obrigações
Valores
Procedimentos
Direito à saúde Direito à vida
Dignidade da Pessoa Humana
Procedimentos autorizados pelo Poder Judiciário não
constantes no rol da ANS.
Direito à saúde
Direito à vida
Dignidade da Pessoa Humana
Código de Defesa do
Consumidor
Contratos:
Boa-fé
Função social
Teoria do risco
Código de Defesa do Consumidor
Rol da ANS é referência básica de cobertura mínima
obrigatória

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