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Contrato de Mutuo

Artigo util sobre o empréstimo

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UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE

FACULDADE DE DIREITO

LICENCIATURA EM DIRETIO

CONTRATO DE MÚTUO

NAMPULA

2023
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE

FACULDADE DE DIREITO

LICENCIATURA EM DIRETIO

ELEMENTOS DO GRUPO 6º:

Lúcio Ramussa
Letícia Uaquice
Jacklin de Sousa
Belardina Morais
Vicente Alfredo
Felizarda Filipe

CONTRATO DE MÚTUO

Trabalho em grupo de carácter


avaliativo da cadeira de Direitos
das Obrigações II, referente ao 2o
semestre, Curso de Direito, 3 o
ano, Turma única, 6º Grupo,
leccionado pelo docente: Olvanio
Mutiniua

NAMPULA

2023
Índice
Introducao..........................................................................................................................1

1. Contrato.........................................................................................................................2

1.1. Liberdade Contratual..............................................................................................3

2. Modalidades de contratos..............................................................................................3

2.1. Quanto à sua regulamentação.................................................................................3

2.2. Quanto aos seus efeitos...........................................................................................3

2.3. Quanto ao seu modo de formação...........................................................................4

3. Dos Contratos em Especial............................................................................................4

3.1. Contrato de Mútou..................................................................................................4

3.2. Características do contrato de mútuo......................................................................6

3.2.1. Unilateral..........................................................................................................6

3.2.2. Gratuito............................................................................................................7

3.2.3. Real..................................................................................................................7

3.2.4. Não-solene........................................................................................................7

3.2.5. Temporário.......................................................................................................7

3.3. Tipos de contrato de mútuo....................................................................................7

3.3.1. Contrato de mútuo entre empresas...................................................................8

3.3.2. Contrato de mútuo entre pessoas físicas..........................................................8

3.3.3. Contrato de mútuo conversível........................................................................8

3.3.4. Contrato de mútuo feneratício..........................................................................9

Conclusao..........................................................................................................................9

Referências Bibliográficas..............................................................................................11
Introducao

O presente trabalho vai abordar acerca de um dos contratos em especial,


o Contrato de Mútuo, contrato que com alguma frequência surge na vida das pessoas,
pelo que importa conhecer um pouco melhor a sua natureza jurídica e algumas das suas
particularidades.

O contrato de mútuo, é necessariamente o enpréstimo de coisas


fungíveis, ou seja, coisas que podem ser substituidas por outro da mesma espécie,
qualidade e quantidade.

O trabalho tem como objetivos gerias:

 Fazer um estudo que possibilite a uma razoável compreensão do contrato de


mútuo.

E tem como objectivos especificos:

 Das a definição do contrato de mútuo;


 Falar sobre as caracteristicas deste tipo de contrato;
 Enquadrar as subespecies desde contrato.

No ambito da elaboração do trabalho, utilizou-se a metodologia exigida


pela UCM para a prossecução da realização do trabalho, no intuito de garantir uma
qualidade apreciavel.

1
1. Contrato

Os negócios jurídicos costumam ser distinguidos em unilaterais, que são


os que possuem apenas uma parte, e contratos, que são os que possuem duas ou mais
partes. Normalmente, o contrato possui apenas duas partes, e por isso, é designado de
negócio jurídico bilateral1. Pode, porém, o contrato ter cariz multilateral quando tem
mais que duas partes, como sucede no contrato de sociedade. O contrato localiza-se no
mundo vasto, heterogéneo, dos factos jurídicos.

Entende-se por parte, no âmbito dos contratos , não uma pessoa, mas
antes o titular de um interesse, o que poderia implicar que duas ou mais pessoas
constituíssem uma única parte, quando tivessem interesses comuns. Daí a exigência de
uma contraposição de interesses, na autoria das declarações negociais, contraposição
essa que seria resolvida através precisamente da estipulação contratual. Falar-se-ia, por
isso, em que o contrato consistiria num "acordo vinculativo, assente sobre duas ou mais
declarações de vontade (proposta, de um lado; aceitação do outro) contrapostas, mas
perfeitamente harmonizáveis entre si, que visam estabelecer uma regulamentação
unitária de interesses" ou que nele existe "a manifestação de duas ou mais vontades,
com conteúdos diversos, prosseguindo distintos interesses e fins, até opostos, mas que
se ajustam reciprocamente Para a produção de um resultado unitário

Nos negócios unilaterais os efeitos não diferenciam as pessoas que


eventualmente neles tenham intervindo, pelo que tende neles a haver uma única pessoa,
uma única declaração ou um único interesse". Pelo contrário, nos contratos "os efeitos
diferenciam duas ou mais pessoas, isto é, fazem surgir, a cargo de cada interveniente,
regras próprias que devem ser cumpridas e possam ser violadas independentemente
umas das outras; em moldes formais, há mais que uma parte; e em consequência,
tendem a surgir várias declarações, várias pessoas e vários interesses.

O contrato é, pois, o acordo por que duas ou mais partes ajustam


reciprocamente os seus interesses, dando-lhes uma regulamentação que a lei traduz em
termos de efeitos jurídicos2.

1
MARQUES, Dias, Noções Elementares de Direito Civil, 7ª Ed, Coimbra Editora, 1992, Pag 165.
2
TELLES, Inocêncio, Galvão, Direito da Obrigações, 7ª ed, Coimbra Editora, 2014, pag. 58 ˗ 59.

2
1.1. Liberdade Contratual

A cada passo as pessoas através das suas manifestações de vontade dão


disciplina vinculativa aos seus interesses. É o que se chama autonomia, palavra que quer
dizer em direito autodeterminação e designa assim um poder e uma actividade de
regulamentação de interesses pelos próprios titulares 3. Os actos praticados nessas
condições denomina-se, como dissemos, negócios jurídicos, e ao seu número pertencem
os contratos.

O princípio da liberdade contratual encontra-se tipificado no artigo 405


do CC. Por vezes existe obrigação de contratar. Dir-se-á que falta então liberdade
contratual e que, portanto, ou verdadeiramente não há contrato ou a ideia de liberdade
não é da essência deste.

2. Modalidades de contratos

Os Contratos, na sua classificação, obedecem certos critérios que


determinam a sua essência. Assim sendo, os contratos classificam-se da forma ilustrada
a seguir.

2.1. Quanto à sua regulamentação

Dentro dessa variedade de combinações, a lei autonomiza umas tantas,


cujo tipo abstracto descreve, definindo os seus elementos e estatuindo os seus efeitos,
são os contratos típicos. Estes tipos negociais não são exclusivos, podendo as partes
adoptar outros modelos, que se dizem contratos atípicos. Os contratos típicos costumam
também chamar-se nominados e os contratos atípicos inominados, no sentido de que os
primeiros têm e os segundos não têm «nomen iuris», ou seja, denominação dada por
lei4.

2.2. Quanto aos seus efeitos

Segundo este critério, há a fazer, no âmbito patrimonial, uma distinção


entre contratos obrigacionais e contratos reais, consoante os efeitos produzidos, se
situam no dominio dos direitos creditórios ou no dos direitos sobre coisas.

2.3. Quanto ao seu modo de formação


3
TELLES, Inocêncio, Galvão, Direito da Obrigações, 7ª ed, Coimbra Editora, 2014, pag 62.
4
TELLES, Inocêncio, Galvão, Direito da Obrigações, 7ª ed, Coimbra Editora, 2014, pag 84.

3
Tendo em vista o modo como se formam, há a distinguir várias
modalidades de contratos. Assim, estes podem ser, formais e não formais. Dizem-se
formais aqueles em que o consenso tem de revestir certa forma, legalmente prescrita,
sob pena de nulidade ( documento particular ou escritura pública) 5. Nos contratos não
formais a expressão é livre, podendo os contraentes exteriorizar a sua vontade como
lhes aprouver, contanto que o façam com um mínimo de clareza.

3. Dos Contratos em Especial

Nesta categoria em especial, podemos encontrar diversos tipos de


contratos, tais como comodatum ou comodato, depositum ou deposito, e mutuum ou
mutuo. Este ultimo é o que nos interessa estudar neste momento, deixaremos os
restantes para uma outra ocasião.

3.1. Contrato de Mútou

O art. 1142 do CC, preceitua que " mútuo é o contrato pelo qual uma
das partes empresta à outra dinheiro ou outra coisa fungível, ficando a segunda
obrigada a restituir outro tanto do mesmo género e qualidade " 6. contrato de mútuo
nada mais é que um contrato de empréstimo. Contudo, trata-se de empréstimo de coisa
fungível, necessariamente. São aqueles bens que podem ser substituídos por outros da
mesma espécie, qualidade e quantidade.

Assim, a característica fungível do objeto que é alvo do mútuo indica


que este pode ser consumido ou utilizado, e depois restituído por outro do mesmo tipo e
mesmas condições. Dinheiro, títulos de dívida, ouro e bens móveis são exemplos de
coisas fungíveis.

5
TELLES, Inocêncio, Galvão, Direito da Obrigações, 7ª ed, Coimbra Editora, 2014, pag 89.
6
REPÚBLICA DE MOCAMBIQUE, de Decreto-lei n.˚ 47 344, de 25 de Novembro 1966.

4
As partes no contrato de mútuo De modo geral, são duas as partes
presentes em um contrato de mútuo. Conforme segue:

Mutuante: é a parte que empresta a coisa.

Mutuário: é a parte que recebe o empréstimo, e compromete-se em fazer a restituição


posteriormente.

Distingue-se, pois, claramente, o mútuo do comodato em razão da


natureza do próprio objecto. Na verdade, enquanto o segundo incide sobre coisas
infungíveis, o primeiro respeita sempre a coisas fungíveis, mais frequentemente a
dinheiro7.

Também, por outro lado, enquanto o comodato é, por natureza, gratuito


(a utilização onerosa de coisa alheia não é comodato, mas locação), o mútuo, ao
contrário, tanto pode ser gratuito como oneroso, presumindo-se, em caso de dúvida,
que pertence a esta última espécie8, como ilustra o art. 1145 nº 1, segunda parte do cc.

Ainda uma diferença importantíssima, relativamente ao comodato,


consiste em que o contrato de mútuo origina a transferência da propriedade das coisas
mutuadas, que passam a pertencer ao mutuário, podendo este dispor delas como bem
entenda, por vontade do art. 1144 do cc.

Do mesmo modo que o comodato, traduz-se o mútuo num contrato real,


que, portanto, apenas se completa com a entrega da coisa. Mas, ao contrário daquele, é
também um contrato solene, visto que, acima de certo montante, está sujeito a forma,
escritura pública ou documento assinado pelo mutuário, quando o valor seja superior a
duzentos ou a cinquenta mil escudos, respectivamente nos termos do art. 1143 do cc.

No mútuo oneroso, o prazo presume-se estipulado a favor de ambas as


partes, embora o mutuário possa antecipar o pagamento, satisfazendo os juros por
inteiro, nos termos do art. 1147 do cc. No caso de falta de convenção de prazo, vigoram
as regras supletivas do art. 1148.

7
Tiago Fachini, disponivel no site [Link] acessado
em 04/08/2023.
8
REPÚBLICA DE MOCAMBIQUE, de Decreto-lei n.˚ 47 344, de 25 de Novembro 1966.

5
Nos termos do art. 1146.0, nº 1, é havido como usurário o contrato de
mútuo em que sejam estipulados juros anuais que excedam os juros legais, acrescidos de
3% ou 5%, conforme exista ou não garantia real9.

Prevê-se a impossibilidade de restituição desde que o mútuo recaia em


coisa que não seja dinheiro e a restituição se torne impossível ou extremamente difícil
por motivo não imputável ao mutuário, este pagará o valor que a coisa tenha na data e
lugar do vencimento da obrigação, por força do art. 1149 do cc.

É admitida a resolução do contrato pelo mutuante, caso o mutuário não


cumpra a obrigação de juros no seu vencimento, como ilustra o art. 1150 do cc. Quanto
à responsabilidade do mutuante, tratando-se de mútuo gratuito, aplica-se o disposto no
art. 1134, por vontade do art. 1151 do cc.

3.2. Características do contrato de mútuo

O contrato de mútuo, pela natureza de empréstimo que possui, guarda


em si as mesmas características de um contrato de comodato. São elas:

a) Unilateral;
b) Gratuito;
c) Real;
d) Não-solene;
e) Temporário10.

3.2.1. Unilateral

Primeiro, unilateral é o contrato em que apenas uma das partes tem


obrigação. É diferente de um contrato bilateral, como o contrato de prestação de
serviços, por exemplo, onde há prestação e contraprestação envolvidas.

9
REPÚBLICA DE MOCAMBIQUE, de Decreto-lei n.˚ 47 344, de 25 de Novembro 1966.
10
Tiago Fachini, disponivel no site [Link] acessado
em 04/08/2023.

6
3.2.2. Gratuito

Gratuito corresponde a característica do contrato que não tem


onerosidade. A maior parte dos contratos de mútuo são gratuitos, com exceção dos
contratos feneratícios (de empréstimo de dinheiro).

3.2.3. Real

a característica de contrato real é atribuída àqueles contratos que só se


perfazem quando há a entrega da coisa emprestada. Assim, não basta a promessa de
entrega ou o acordo de vontades.

3.2.4. Não-solene

O contrato de mútuo é considerado não-solene. Isso porque, não há no


Código Civil exigência de solenidade na sua formalização. De qualquer forma, é
consenso entre os especialistas a necessidade de registrar de forma escrita os contratos,
a fim de dar maior segurança jurídica ao negócio11.

3.2.5. Temporário

E, por fim, tem-se o caráter temporário dos contratos de mútuo. Isto é,


todo contrato desse tipo tem um prazo determinado, dada a necessidade de devolução
da coisa emprestada. Assim, sua duração é considerada temporária.

3.3. Tipos de contrato de mútuo

Os contratos de mútuo podem assumir diferentes subclassificações, a


depender das pessoas envolvidas no negócio ou da finalidade com a qual o contrato é
firmado12. Com efeito, não existe uma classificação padrão. Mas, alguns tipos previstos
em lei ou comuns no mercado são:

a) Contrato de mútuo entre empresas;


b) Contrato de mútuo entre pessoas físicas;
c) Contrato de mútuo conversível (operações de investimento);
d) Contrato de mútuo feneratício.

11
Tiago Fachini, disponivel no site [Link] acessado
em 04/08/2023.
12
Tiago Fachini, disponivel no site [Link] acessado
em 04/08/2023.

7
3.3.1. Contrato de mútuo entre empresas

Os contratos de mútuo podem ser firmados exclusivamente entre pessoas


jurídicas – quando uma empresa empresta dinheiro para outra. A principal
particularidade, nestes casos, se refere à incidência tributária. Quando as duas partes
são pessoas jurídicas, incide sobre a operação o Imposto sobre Operações Financeiras
(IOF).

A mesma regra tributária se aplica quando apenas o mutuante, parte que


empresta, é pessoa jurídica, sendo o mutuário pessoa física.

3.3.2. Contrato de mútuo entre pessoas físicas

O contrato de mútuo pode ser utilizado em uma operação de empréstimo


entre duas pessoas físicas ou naturais.

A principal função de um contrato desse tipo é formalizar o empréstimo.


E a formalização é recomendada mesmo quando mutuário e mutuante mantém entre si
uma relação familiar, de amizade, ou outra. O contrato por escrito garante mais
segurança jurídica ao negócio13.

O contrato entre pessoas físicas, a priori, tem todas as características


comuns ao contrato de mútuo. Neste caso, no entanto, não há incidência de IOF.

3.3.3. Contrato de mútuo conversível

O mútuo conversível tem como particularidade a previsão de que a


restituição do valor emprestado possa se dar de duas formas, a depender da vontade do
mutuário14.

Pode, ele, ao final do período de empréstimo, receber o valor monetário,


com os juros e correções acordadas. Ou, pode converter esse valor em participação
societária na empresa investida.

13
Tiago Fachini, disponivel no site [Link] acessado
em 04/08/2023.
14
Tiago Fachini, disponivel no site [Link] acessado
em 04/08/2023.

8
Desse ponto é que vem o caráter “conversível” deste contrato de mútuo.
Ele é usado sobretudo em startups, onde há pouca previsibilidade futura, mas potencial
de crescimento escalonavel.

3.3.4. Contrato de mútuo feneratício.

O mútuo feneratício é chamado também de mútuo bancário, porque


consiste, em suma, na tomada de empréstimo junto às instituições financeiras. Num
contrato de mútuo feneratício, tem-se a previsão de aplicação de juros sobre o valor
emprestado – o que permite à capitalização das instituições financeiras15.

Por fim, o mútuo feneratício guarda em si a maioria das características


dos contratos de mútuo em geral, tratando se, portanto, de contrato unilateral, real e
temporário.

15
Tiago Fachini, disponivel no site [Link] acessado
em 04/08/2023.

9
Conclusao

Da materia apresentada no ambito do tema supra referido, conclui-se que


o contrato de mútuo se consubstancia numa relação jurídica de carater contratual pelo
qual um sujeito ( mutuante) transfere um bem a outrem ( mutuario), que se obriga a
restituir a mesma.

Há subespecies de mútuo, como, Contrato de mútuo entre empresas;


Contrato de mútuo entre pessoas físicas; Contrato de mútuo conversível; Contrato de
mútuo feneratício. Os contratos de mútuo são por regra é real e unilateral, na medida em
que se efetua pela tradição da coisa e uma vez efetutuada, restam obrigações
exclusivamente para o mutuario.

Este tipo de contrato tem como função principal formalizar o


empréstimo. E a formalização é recomendada mesmo quando o mutuário e o mutuante
mantêm relação familiar, uma vez que o contrato por escrito garante mais segurança
jurídica ao negocio.

10
Referências Bibliográficas

Legislação:

 REPÚBLICA DE MOCAMBIQUE, de Decreto-lei n.˚ 47 344, de 25 de


Novembro 1966.

Doutrinas:

 MARQUES, Dias, Noções Elementares de Direito Civil, 7ª Ed, Coimbra


Editora, 1992.
 TELLES, Inocêncio, Galvão, Direito da Obrigações, 7ª ed, Coimbra Editora,
2014.

Materiais Veiculados em via Electrónica – Internet:

 Tiago Fachini, disponivel no site [Link]


de-mutuo/?amp.

11

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