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ESTRUTURA E APRESENTAÇÃO DE MONOGRAFIAS, DISSERTAÇÕES E TESES

MDT

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA EDITORA DA UFSM

ESTRUTURA E APRESENTAÇÃO DE MONOGRAFIAS, DISSERTAÇÕES E TESES

MDT

6ª edição revista e ampliada

editoraufsm
Santa Maria, 2006

67 p. e ampl. 2006. Estrutura e apresentação de monografias. Pró-Reitoria de PósGraduação e Pesquisa. dissertações e teses : MDT / Universidade Federal de Santa Maria.4 Reitor Clovis Silva Lima Vice-Reitor Felipe Martins Müller Diretor da Editora Honório Rosa Nascimento Conselho Editorial Aleir Fontana De Paris Carlos Alberto da Fonseca Pires Daniela Lopes dos Santos Eduardo Furtado Flores Haroldo Dalla Costa Jorge Luiz da Cunha Leris Salete B. rev. Normas técnicas ABNT 6. Revisão. Apresentação gráfica 5. Título. Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa.818 001. ISBN: 85-7391-074-7 1. Referências bibliográficas I. Dissertação 2. Haefnner Odemir Paim Peres Junior Ronai Pires da Rocha Silvia Carneiro Lobato Paraense Análise.818:004 Ficha catolográfica elaborada por Alenir Inácio Goularte CRB-10/990 Biblioteca Central da UFSM . – 6. da UFSM. Monografia 3. II. Tese 4. – Santa Maria : Ed. Ampliação e Editoração do Texto Maristela Bürger Rodrigues Revisão Bibliográfica Luzia de Lima Santana ______________________________________________ U58e Universidade Federal de Santa Maria. ed. Título: MDT CDU 001.

.... 3..............11 Listas.................................................................................. 2.7 Agradecimentos..................................... 1...............................................2............. 2............................................2... 3.....................................11 Formas de indicação das fontes das citações em notas de rodapé ou finais ...........................5 Folha de aprovação............................................5 SUMÁRIO INTRODUÇÃO ............................... 1.....................................................................5 Alinhamento ......... 1..............................13 Equações e fórmulas ....1......... 3............................................................14 Ilustrações ..1 Introdução .......................2................................ 1...2.............................................................................9 Resumo..............................1.............................................4 Errata . 2..................................9 Notas de rodapé..... 1.....................................................................1.. 1.................................. 2...........1..........................6 Folha de dedicatória.................... 3........................................4 Espaçamento de entrelinha ........ 1..............8 Epígrafe.........................................................................................................2 Formas de apresentação gráfica geral ..1............................................................................................................3 Ficha catalográfica ............................................................2...............................................2...................................... 2.............................................................................2.1......................................12 Sumário ....... 1................................................ 1................................15 Tabelas e quadros ..............1 Caracterização dos elementos pré-textuais ........3 Artigos científicos ..............2.2 Margens .....................................1 Capítulos fixos .2............................................................. 1...................................................6 Paginação ...............................................................................................1 Estrutura física ...................2 Capítulos temáticos ..........................................................................................1 Formato e impressão .............................................. 1 ASPECTOS BÁSICOS PARA A APRESENTAÇÃO ESCRITA DE TRABALHOS CIENTÍFICOS..................1..............................................................1..................................................................1.................................. 2 CARACTERIZAÇÃO DE ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS..........1. 1..................................................................................10 Resumo em língua estrangeira......2.2........................2 Desenvolvimento..........................................................................................................2....7 Numeração das seções ..................................... 2......1..................................................................... 1................................. equações..........1....................................... 1.......................... 2................................................................8 Numeração de ilustrações................................ 1..................................................................2..................................................2................................................................................................................ fórmulas e tabelas ................. 2........2 Folha de rosto........................................................................................................... 1...................... 2.....2......................... 1.................. 2..................................1 Capa..... 7 9 10 11 12 12 12 13 13 14 14 15 15 15 16 18 18 18 19 21 21 22 22 23 23 24 24 25 25 25 25 26 26 27 28 28 28 29 29 ......................................... 2................................................................................................................................2..................2....12 Abreviaturas e siglas....... 2................................................................................... 2..................................... 1......................................................2...................................... 3.... 3 ELEMENTOS TEXTUAIS .................................10 Citações .................................................................3 Fonte .......................................................................................................

..................... 4......................... 4............................. 4........9 Notas.................................... 4................................................................4 Local........................4..................................8 Séries e coleções ............................................... 4.............................................3 Autoria desconhecida .........................................................................................5.......................................................................1 Autor pessoal ...................................................... 4...............................................................................................................................................5..............................................4................................................................2 Títulos e subtítulos...............................................................................................4........................... 4...................... 4.......3 Edição ......................................................................5................................6 3....................... 4....................................................................................................................................................................................................................... 4......... 4.5.1.................................... 4......................................... 4.......5.4 Anexo.1 Títulos longos ..... ANEXO G – Exemplo de resumo ........ 4................................................................. ANEXO H – Diagrama para lombada da capa de MDT .......7 Descrição física ..................................1.....2 Mais de um local ..................................................... ANEXO B – Folha de Rosto........................................................6 Exemplos de referências ................................... 4.........................1 Homônimos de cidades ........ 4 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS..........................................................2........... 4................................................. BIBLIOGRAFIA ................................................................................................................................5..................................................................................5........................................................................................ 29 31 31 31 31 32 32 32 32 33 34 34 34 34 35 35 35 35 36 36 36 37 38 38 38 39 49 51 53 55 57 59 61 63 65 67 ...........................................5.5. ANEXO .............................................................................................................5...........5......................................................................................................................................................................3 Apêndice.......................5.................................2............................... ANEXO D – Folha de aprovação ....................2 Glossário ................5...................3 Dois títulos do mesmo autor reunidos na mesma publicação .............................. 4...............................................................................3 Conclusão.....................3 Sem local ..................................5......................................5.. 4.............. 4.......................................................2 Autor entidade .................................................5 Editora .. 4..................................................... 4............................................................5 Transcrição dos elementos das referências bibliográficas (regras gerais de apresentação das referências bibliográficas). 4.................................................. 4...........................................................................2.........................................................................5..........................2 Obras sem título ................................... ANEXO C – Folha de ficha catalográfica /dados de propriedade intelectual .......................................................................... ANEXO F – Lista de tabelas ............................... ANEXO A – Capa .................1....5.......................6 Data ..........................................................................5.................................. ANEXO E – Folha de epígrafe .. 4....1 Autoria ....1 Referências .............................................

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INTRODUÇÃO
O presente Manual de Estrutura e Apresentação de Monografias, Dissertações e Teses (MDT) tem como objetivo orientar e definir a forma de apresentação de trabalhos científicos da UFSM, abrangendo os elementos gráficos de organização e redação de artigos científicos, monografias, dissertações e teses (MDT). Este documento engloba também a orientação de outros trabalhos acadêmicos, tais como trabalho final de graduação, trabalhos de iniciação científica, resenha crítica e similares. Na confecção deste Manual, foram consideradas as recomendações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e, para os casos omissos, a Comissão apresenta algumas sugestões baseadas em experiências e contribuições daqueles que, no âmbito da UFSM, tratam desse tema. A Comissão responsável pela revisão e ampliação da 6a edição da MDT preocupouse em oferecer ao leitor um manual prático e objetivo quanto à forma de tratar os conteúdos e regras metodológicas, pautado tanto pelas necessidades cotidianas e eventuais do ato de produzir conhecimento e de sua orientação, como pela atualização das normas referentes à apresentação de trabalhos científicos. Nesse sentido, foram introduzidas alterações e complementações edição anterior, com a preocupação de também oferecer orientações adaptadas de acordo com a área do conhecimento e a autonomia dos regimentos dos programas de Pós-Graduação e dos Cursos de Graduação. Considera-se importante que a prática acadêmica da UFSM mantenha uma identidade e unificação de procedimentos de apresentação escrita de trabalhos científicos, fundamentados na legislação nacional, na experiência das universidades brasileiras e nos parâmetros internacionais.

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1 ASPECTOS BÁSICOS PARA A APRESENTAÇÃO ESCRITA DE TRABALHOS CIENTÍFICOS
A Universidade Federal de Santa Maria adota como idioma a língua oficial do Brasil, o português, para a redação de MDT, e permite a utilização de artigos integrando o trabalho científico (MDT) em outros idiomas, conforme as regras dos periódicos aos quais foram submetidos, aceitos e/ou publicados. Os trabalhos científicos, resultantes de pesquisa, são definidos pela ABNT, da seguinte forma: a) monografia: trata-se de um estudo que versa sobre um assunto/tema, seguindo uma metodologia, apresentado mediante uma revisão bibliográfica ou revisão de literatura. É mais um trabalho de assimilação de conteúdos e de prática de iniciação na reflexão científica. Esta Comissão sugere que a monografia não exceda oitenta páginas; b) dissertação: é o resultado de um estudo no qual não há a preocupação em apresentar novas descobertas, como em uma tese de doutorado, mas expor novas formas de ver uma realidade já conhecida com rigor metodológico. Sugere-se que esse tipo de trabalho não ultrapasse o número de cento e cinqüenta páginas. A NBR 14724 (ABNT, 2005, p. 2) define esse tipo de trabalho científico como:
Documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico respectivo de tema único e bem delimitado em sua extensão, com o objetivo de reunir, analisar e interpretar informações. Deve evidenciar o conhecimento de literatura existente sobre o assunto e a capacidade de sistematização do candidato. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor), visando à obtenção do título de mestre.

c) tese: aconselha-se que o número máximo de páginas não ultrapasse trezentas. Segundo a NBR 14724 (ABNT, 2005, p. 3), tese é:

Documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico de tema único bem delimitado. Deve ser elaborado com base em investigação original, constituindo-se em real contribuição para a especialidade em questão. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor) e visa à obtenção de título de doutor ou similar.

tese. programa e outros ministrados. Fundamentação teórica do(s) autor(es). Geralmente. 243-253): Nome e biografia acadêmica do(s) autor(es). etc. 2005. em sua caracterização geral. Conclusão do(s) autor(es). f) resenha: pode ser crítica ou científica e informativa. p. A resenha informativa é um breve comentário geral da obra. devendo expressar conhecimento do assunto escolhido.10 d) artigo científico: "é um texto com autoria declarada que apresenta e discute idéias. p. capítulo. que deve ser obrigatoriamente emanado da disciplina. p. 3). c) pós-textuais: complementam o trabalho. 2). A resenha poderá ser apresentada por meio de um texto único ou subdividido em partes. estudo independente. 1999. Indicação do resenhista (para que área tal obra é sugerida). sobre o autor e para quem ela é indicada. A disposição desses elementos é dada no Quadro 1. devendo constar (LAKATOS. b) textuais: constituem o núcleo central do trabalho. 2003a. tal resenha é usada pelas editoras ou periódicos de divulgação. compreende três elementos: a) pré-textuais: são elementos que antecedem o texto com informações que ajudam na identificação e utilização do trabalho. módulo. Fundamentação teórica do resenhista. artigo. g) resumo crítico: é a síntese e análise das idéias do autor do texto (livro. Título e resumo da obra. . A chamada resenha crítica ou científica requer um conhecimento aprofundado da obra/autor e da temática por ela abordada por parte do resenhista. 1. Crítica do resenhista. e) trabalhos acadêmicos ou similares: documento que representa o resultado de estudo. MARCONI. técnicas e resultados nas diversas áreas de conhecimento" (ABNT. processos. Metodologia adotada. Deve ser feito sob a coordenação de um orientador (ABNT.) feita pelo leitor. curso. métodos.1 Estrutura física A estrutura física de um trabalho científico.

* O desenvolvimento apresenta subdivisões diferenciadas de acordo com as especificidades das áreas de conhecimento. esta MDT adota as seguintes recomendações da NBR 14724 (ABNT. p. O capítulo 3 aborda esse assunto com mais detalhes. 2005): .11 Estrutura Capa Lombada Folha de rosto Errata Folha de aprovação Dedicatória Pré-textuais Agradecimento Epígrafe Resumo e Abstract Lista de ilustrações Lista de tabelas Lista de abreviaturas e siglas Lista de símbolos Lista de anexos e apêndices Sumário Introdução Textuais Desenvolvimento* Conclusão Referências Glossário Pós-textuais Apêndice Anexo Índice Elemento Apresentação Obrigatória Opcional Obrigatória Opcional Obrigatória Opcional Opcional Opcional Obrigatória Opcional Opcional Opcional Opcional Opcional Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Opcional Opcional Opcional Opcional Fonte: ABNT (2005.2 Formas de apresentação gráfica geral Quanto às formas de apresentação gráfica. 3). Quadro 1 – Disposição de elementos 1.

que podem ser coloridas). b) direita: 2 cm. . impressos em apenas uma das faces da folha (com exceção da folha de rosto que conterá a ficha catalográfica – opcional – no seu verso). formato A4 (21. conforme Figura 1: a) esquerda: 3 cm. c) legendas de tabelas e ilustrações: tamanho 10.7 cm).1 Formato e impressão Os textos devem apresentados em papel branco. c) superior: 3 cm. d) inferior: 2 cm. A impressão de trabalhos acadêmicos deve ser feita em impressoras jato de tinta. 3 3 2 2 Figura 1 – Margens para folha A4 1.2.3 Fonte Para formatar o trabalho.2. 1. b) texto: tamanho 12.0 cm x 29. digitados em cor preta (com exceção das ilustrações. utilizar as seguintes configurações de fonte: a) Times New Roman ou Arial. laser ou em padrão equivalente.2.12 1.2 Margens As folhas devem apresentar as seguintes margens.

2.5. partindo da margem esquerda. b) recuo de primeira linha do parágrafo: 1.5. e) títulos sem indicativos numéricos (erratas. negrito.5. excetuando-se a primeira letra que deve estar em maiúscula.25 cm. h) títulos das seções terciárias e sucessivas: seguem as regras da seção secundária. resumo. d) referências: espaço simples dentro da mesma referência e dois espaços simples entre uma e outra. f) legendas de tabelas e ilustrações com duas linhas ou mais: espaço simples.13 d) citações longas (mais de três linhas): tamanho 10. porém não são apresentadas em negrito. ilustrações e tabelas: tamanho 12. c) títulos das seções e subseções: devem ser separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços 1. referências etc. . notas de rodapé e os resumos em vernáculo e em língua estrangeira: espaço simples.4 Espaçamento de entrelinha Para formatar o trabalho. b) citações longas. negrito.5 Alinhamento Observar os seguintes alinhamentos: a) do texto: justificado. d) títulos das seções e subseções: à esquerda. c) recuo de parágrafo para citação direta com mais de três linhas: 4 cm. f) títulos das partes e/ou capítulos (seção primária): tamanho 14. e) notas de rodapé: tamanho 10. listas.2.): centralizado. observar os seguintes espaçamentos: a) texto normal: 1. letras maiúsculas. g) títulos das seções secundárias. letras minúsculas. sumário. 1. 1. e) ilustrações e tabelas: devem ser separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços 1.

no texto e no sumário. 1. recomenda que a numeração progressiva seja limitada até a seção quinária e que não sejam utilizados ponto.1 2. a 2 cm da borda superior. Exemplo: SEÇÃO PRIMÁRIA 1 2 Seção secundária 1.6 Paginação Todas as folhas do trabalho a partir da folha de rosto devem ser contadas seqüencialmente. no canto superior direito da folha.1. as suas folhas devem ser numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar segmento à do texto principal.2. 1.1. deverão iniciar em folha distinta. do primeiro ao último volume. com a segunda e demais linhas começando sob a primeira letra do próprio título. A numeração é colocada a partir da primeira folha da parte textual.14 f) títulos das partes e/ou capítulos (seção primária): centralizados ou alinhados à esquerda. ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha. Havendo apêndice e anexo. em algarismos arábicos. Os títulos devem ser destacados gradativamente.1 Seção terciária 1. segundo NBR 14724 (2005).2.2.1 2. p.3 (alíneas “f” a “h”). Os títulos das seções primárias (partes e capítulos). hífen. conforme definido no item 1. 2).1 . por serem as principais divisões do texto. g) títulos das tabelas e ilustrações: à esquerda. As folhas iniciais de capítulos e partes são contadas. travessão ou qualquer sinal após o indicativo de seção ou de seu título. mas não numeradas. No caso de o trabalho ser constituído de mais de um volume.7 Numeração das seções Deve-se adotar a numeração progressiva para as seções do texto. mas não numeradas. A NBR 6024 (2003. deve ser mantida uma única seqüência de numeração das folhas.

2. assim como a paranóia. podendo ser subordinada ou não a capítulos ou seções do documento (por exemplo. em notas ou em rodapé. Devem ser separadas do título por travessão (IBGE. de informações extraídas de outras fontes. equações. fonte tamanho 10. sem aspas. As notas deverão ser digitadas dentro das margens. No Word. ou ainda em notas no final da parte ou capítulo.2. comentários. 1. complementação de idéias. fórmulas e tabelas devem ser feitas com algarismos arábicos. com menos de três linhas: deve ser escrita normalmente dentro do texto. Pode ser: – citação curta. equações.2. a estilização literária enfatiza o aspecto da convergência. Podem ser: a) citação direta: transcrição literal do texto de outro(s) autor(es). Exemplo: Gonçalves (1995. com recuo a 4 cm da margem esquerda. de forma direta ou indireta (síntese das idéias). 1993. como: as fontes de origem do documento. ou em nota de rodapé.8 Numeração de ilustrações. p. – citação longa. fórmulas e tabelas A numeração de ilustrações.15 1.10 Citações São menções. ano e página) que deve aparecer no texto.9 Notas de rodapé As notas de rodapé têm a função de informar dados que não possam ser incluídos no texto. Os vários deslocamentos acabam. 1. no texto. entrelinha simples. enfatiza os fatores de divergência. porém. entre aspas e com a indicação da fonte (autor. Exemplo: Assim como a condensação no trabalho do sonho. com indicação da fonte junto ao texto. 63) diz que “o papel de Pessoa na história da poesia é o exercício de extrema lucidez sobre as falácias do sujeito”. p. explanações e traduções.1). esclarecimentos. podem ser criadas automaticamente no ícone Inserir/ Notas/ Notas de Rodapé. Tabela 1 ou Tabela 1. o deslocamento onírico. com mais de três linhas: deve ser digitada em fonte tamanho 10. de modo crescente. 12-13). se encontrando em . ficando separadas do texto por um espaço simples e por um filete de 3 cm partindo da margem esquerda.

nas indicações posteriores.. p.. variando apenas a paginação.. 100). 164 apud SEGATTO.. b) citação indireta: é o resumo ou a síntese das idéias de um texto/autor. isto é. seguido da expressão apud e do autor da obra consultada.16 um determinado elemento. cujo original não se conseguiu ter acesso... 1998.= na mesma obra): só é usado quando se fizerem várias citações de uma mesma publicação......... 2001) sobre a Revolução Farroupilha vinculam esse fato histórico ao processo de formação dos estados nacionais no espaço fronteiriço platino e à influência do Direito das Gentes. c) citação de citação: é a menção de um texto. utilizam-se os seguintes recursos: a) Ibidem (Ibid..."(VIANNA... 1.. p.. Exemplos: Carmagnani (1994 apud CARVALHO. 1988.2. na mesma página que trouxer o texto citado. A primeira menção de uma nota de fonte deverá apresentar todos os elementos essenciais da referência.. p. aparecendo... porém a fonte de onde foi retirada a informação (autor e ano da publicação) deverá ser indicada. 213) ou As idéias desenvolvidas por Padoin (2000 apud CHIARAMONTE.. aqueles fatores de divergência acabam redundando em convergências (FONSECA... Aparece em forma textual normal. ou " [. 1995. A indicação da fonte é apresentada pelo nome do autor original. Exemplo: Rocha (1997) analisa a proposta de Rui Barbosa... p..].. 84) afirma que. somente se menciona o nome do autor da obra consultada.... Nas referências bibliográficas (no final do trabalho e/ou em rodapé). mas do qual se tomou conhecimento por citação em outro trabalho. no caso de rodapé.11 Formas de indicação das fontes das citações em notas de rodapé ou finais A numeração das notas é feita com algarismos arábicos e deverá ter numeração única e consecutiva para cada capítulo ou parte. lembrando que há no Brasil uma tradição em debater questões do ensino superior. 1997. ..

145. quando houver intercalações de outras notas de indicação bibliográfica. p. 143-211 passim. 1999.. SILVA. p. Exemplo: 1 2 3 HOBSBAWN. 1996. 1998. mas do qual se tomou conhecimento por citação em outro trabalho. Exemplo: 1 2 3 SPONCHIADO. cit. p. d) Loco citato (loc.. evitando-se a indicação repetitiva dessas páginas. Exemplo: THOMPSON. p. op. f) Apud (citado por): é a menção de um texto a cujo original não se conseguiu ter acesso. p. loc. 1998. c) Opus citatum (op. p. 2002. HOBSBAWN. na mesma página. 91. 2001. 7. b) Idem (Id. cit. 2001. 73. quando se tratar de citação do mesmo autor. p. referindo-se à obra citada anteriormente. 87..= do mesmo autor): substitui o nome. Exemplo: Carmagnani (1994 apud CARVALHO. cit. 5. e) Passim (aqui e ali. p. 190. 63. SPONCHIADO.17 Exemplo: 1 2 CHIARAMONTE. Id. p. em vários trechos ou passagens): usa-se quando se quer fazer referência a diversas páginas de onde foram retiradas as idéias do autor. 1990. p. Exemplo: 1 2 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. p. quando houver intercalações de outras notas. 2000. Indica-se a página inicial e a final. Ibid.= na obra citada): é usada em seguida do nome do autor. 27. cit. ANDERSON. 84) . = no lugar citado): é empregada para mencionar a mesma página de uma obra já citada. mas obra diferente.

1. esquemas. seguida de seu número de ordem.14 Ilustrações As ilustrações compreendem imagens visuais.12 Abreviaturas e siglas Sempre que aparecer no texto. conforme o projeto gráfico permita. pela primeira vez. quadros. A ilustração deve ser apresentada após sua citação no texto.2.2. expoentes etc). normalmente. no restante da página anterior. organogramas. diagramas. Se o espaço da página não permitir. o texto se instala duas linhas abaixo da legenda (item 1.13 Equações e fórmulas Quando aparecem na seqüência normal do texto. b) e c) de 1. precedida da palavra designativa (ex.) Associação Brasileira de Ensino de Engenharia (ABENGE) 1.6). Exemplos: Imprensa Nacional (Impr. p. conforme NBR 15287 (ABNT.4).18 As expressões constantes nas alíneas a). por falta de espaço. o mais próximo possível do trecho a que se refere. numeradas (item 1.6. 2006. Deixa-se um espaço de duas linhas entre o texto e a ilustração.9 só podem ser usadas na mesma página ou folha da citação a que se referem. tais como: mapas. devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de operação. se necessário. fotografias.2. gráficos e plantas.1) ou (1) 1.2. São numeradas conforme item 1. de travessão. Caso fragmentadas em mais de uma linha. A chamada da . desenhos. Após a ilustração. Nac. mas o texto prossegue.2. Quando apresentadas fora do texto normal. 6).2. deverão ser centralizadas e. do título e/ou legenda explicativa e da fonte. é aconselhado o uso de uma entrelinha maior que abranja todos os seus elementos (índices.2. se necessário. a ilustração deve aparecer na página seguinte. Exemplo: x2 + 2x + 4 = 0 (1.: Figura). a forma completa do nome precede a sigla ou abreviatura que deverá estar entre parênteses. A identificação da ilustração aparece na parte inferior.

Para quadros.1) . aparecem após o fio ou linha de fechamento da tabela. para ser dobrada posteriormente. conforme o item 1. fonte (caso seja outra que não o próprio trabalho).15 Tabelas e quadros A tabela é a forma não discursiva de apresentar informações.. Quadro. A estrutura da tabela.2.. Não se deve delimitar (ou fechar) por traços verticais os extremos da tabela. As regras de numeração de tabelas ou quadros encontram-se no item 1. quando citadas. . Mapa. seguida do respectivo número. O quadro é outro elemento que contém informações textuais agrupadas em colunas. a impressão poderá ser feita em folha A3..1 ou (Figura 3.1 – Numeração por seção ou Exemplo 2: chamada no texto: . sendo o título e o cabeçalho repetidos na folha seguinte. por tratar-se de ilustração. notas..6. a não ser na última página. na Figura 3. precedido da palavra Tabela e de seu número de ordem seguido de travessão. As fontes. na Figura 25 ou (Figura 25) . nesse caso... Fotografia.). devem ser continuados na página seguinte. constituída de traços. é delimitada por linhas.. Tabelas e quadros devem ser centrados na página e caso não caibam em uma página. devem aparecer os seguintes dados: título. Na identificação de tabelas. cabeçalho. seguindo as regras da ilustração. não são delimitados por traço horizontal na parte inferior.2. O título da tabela é colocado na parte superior. à direita e à esquerda.12. ou reduzida mediante fotocópia. o título Quadro é colocado na parte inferior. Exemplos: Exemplo 1: abaixo da ilustração: Figura 25 – Numeração seqüencial Figura 3. Os traços verticais serão usados quando houver dificuldade na leitura de muitos dados. Deve-se separar o cabeçalho do conteúdo por linhas simples.2.. chamadas. das quais o dado numérico se destaca como informação central (IBGE.. e... 1993). será feita pela indicação da palavra correspondente ao tipo de ilustração (Figura. Em razão das dimensões da tabela ou quadro. ou 1. assim como as notas eventuais.19 ilustração. . no texto.

1 – Agrupamento de informações . Diretoria da Geociência.20 Exemplos: Tabela 1 – Dados tratados estatisticamente A X Y a 01 05 b 02 06 c 03 07 d 04 08 Fonte: IBGE. A 10 50 B 20 60 C 30 70 D 40 80 E 50 90 Quadro 1.

Folha de Aprovação.ufsm. como se observa na Figura 2. Lista de Ilustrações.) LISTA DE SÍMBOLOS (OPC. Lista de Símbolos. Lombada. Abstract.21 2 CARACTERIZAÇÃO DE ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS Os elementos pré-textuais compreendem as seguintes partes de uma MDT: Capa. Folha de Agradecimentos.) SUMÁRIO LISTA DE ANEXOS E APÊNDICES (OPC.) LISTA DE TABELAS (OPC. DEDICATÓRIA (OPC.) LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS (OPC.) FOLHA DE APROVAÇÃO ERRATA (OPCIONAL) FOLHA DE ROSTO LOMBADA (OPCIONAL) CAPA LISTA DE ILUSTRAÇÕES (OPC. Resumo. os exemplos devem ser substituídos.) ABSTRACT RESUMO EPÍGRAFE (OPCIONAL) AGRADECIMENTOS (OPC) Figura 2 – Da esquerda para a direita. mas os espaços e formatos devem ser mantidos. Lista de Tabelas e Quadros. Errata.1 Caracterização dos elementos pré-textuais Os exemplos da estruturação e distribuição dos elementos pré-textuais estão na página da UFSM (http://www. Folha de Rosto.br/prpgp) na linguagem RTF. Lista de Abreviaturas e Siglas. Epígrafe. Lista de Anexos e Apêndices e Sumário. seqüência dos elementos pré-textuais 2. . Folha de Dedicatória. Para a sua elaboração.

1. escrito em fonte tamanho 18. em fonte tamanho 14.5. apresenta-se o grau da MDT. entrelinhas simples e em forma de texto centralizado.2 Folha de rosto A folha de rosto é o elemento que abre a MDT. O nome do autor aparece a 6 espaços simples abaixo do grau. posicionado três espaços simples (sendo esses espaços de tamanho 12) abaixo da margem superior e entrelinha de 1. .5. entrelinha de 1. c) “por”: a seis espaços simples abaixo do título.22 2. em fonte tamanho 14. do Centro e do Programa de Pós-Graduação (ou do Departamento ou Curso). o nome da Instituição a que é submetida. devendo conter os dados básicos necessários à identificação do trabalho. redigido em fonte tamanho 14. em letras minúsculas. em minúsculas. d) nome do autor: em fonte tamanho 14. A oito espaços simples abaixo do título. coloca-se o termo “por” em letras minúsculas e em negrito. 2. a área de concentração e o grau (em negrito): a quatro espaços simples abaixo do nome do autor. este deve ser precedido de dois-pontos. não devendo ultrapassar três linhas. O título da MDT deve ser posicionado a nove espaços simples abaixo do cabeçalho. centralizado. b) subtítulo: caso tenha subtítulo. e) a natureza. fonte 16. maiúsculas. deverá ser em fonte Times New Roman ou Arial (a mesma escolhida para o corpo do trabalho). fica posicionado a quatro espaços simples abaixo do termo “por”. em maiúsculas.1 Capa A capa. negrito. O local e ano estão a três espaços simples em relação à borda inferior e são escritos em minúsculas. O tipo de letra é a Arial ou Times New Roman (a mesma escolhida para o corpo do trabalho) e o alinhamento é centralizado. o objetivo. negrito e fonte tamanho 14. em letras minúsculas e em negrito. O cabeçalho inicia a três espaços simples da margem da folha. contendo os seguintes elementos: os nomes da Universidade. padronizada pela UFSM. é obrigatória e deve conter as informações apresentadas conforme modelo Anexo.1. descritos abaixo e apresentados no modelo em Anexo: a) título: em letras maiúsculas. e em negrito. maiúsculas e negrito. negrito e fonte tamanho 16. negrito e fonte tamanho 14.

da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM. em fonte tamanho 14 e em letras minúsculas.4 Errata É elemento opcional acrescido ao trabalho depois de impresso e inserido após a folha de rosto. Área de Concentração em Química Nuclear.1. Na Figura 3. Consiste em uma lista de páginas e linhas em que ocorrem erros. 2. deixando-se um espaço simples da margem inferior da folha. RS). h) o local (cidade. é colocado o ano.1. seguida das devidas correções. Exemplo: Página 14 ERRATA Linha 2 Onde se lê espaco Leia-se espaço . e posicionada no terço inferior do verso da folha de rosto.23 f) nome do orientador: a seis espaços simples abaixo do item e. estado e país): são indicados a um espaço simples acima do ano. pode-se ver o modelo e exemplo respectivamente. conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano. como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre em Química Figura 3 – Folha de rosto e registro de especificação do trabalho acadêmico 2.3 Ficha catalográfica A ficha catalográfica é opcional e deve ser elaborada por um bibliotecário. Dissertação apresentada ao Curso de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Química. g) ano: por último.

será grafada. entrelinha simples. As palavras Presidente/Orientador devem ser escritas entre parênteses. mês e ano) em que a MDT foi apresentada/defendida. a expressão “elaborada por”.1. Colocar a expressão Comissão Examinadora dois espaços simples abaixo com alinhamento centralizado. porém não mais em negrito. acrescentar. O corpo do texto contém os seguintes elementos: Universidade Federal de Santa Maria. em fonte 14. Os nomes dos componentes da Comissão Examinadora aparecem a dois espaços simples abaixo...1.6 Folha de dedicatória É um elemento opcional em que o autor presta homenagem ou dedica o seu trabalho. os nomes do Centro de Ensino e o do Programa. Os demais nomes da Comissão Examinadora serão relacionados abaixo. negrito. Três espaços simples abaixo. com letras maiúsculas e minúsculas e espaçamento simples. em tamanho 14. Três espaços simples abaixo. No Anexo. em letras maiúsculas. Na última linha da página. o mesmo procedimento deverá ser adotado para o segundo e terceiro nomes a figurarem na Comissão Examinadora. mantendo a mesma fonte. obrigatoriamente. 2. o texto inicia a um espaço simples a partir da margem superior e apresenta-se centralizado. a titulação e a instituição de origem. logo abaixo do último nome do professor. abaixo assinada. indicando-se. Dois espaços simples abaixo dessa informação. o nome da cidade e a data (dia. Todo esse texto deverá ser composto em letras minúsculas da fonte Times New Roman ou Arial.24 2. isto é. deverá ser grafado com a mesma fonte e com o mesmo tamanho.”(especificar o título Especialista. para todos eles. Caso tenha havido trabalho de co-orientação. Mestre ou Doutor e o nome do campo profissional). é apresentado um modelo de Folha de Aprovação. em tamanho 14 e em negrito. O primeiro nome é do presidente da Comissão que. Curso ou Departamento em que se realizaram os estudos e o trabalho. tamanho 14. Os dizeres “como requisito parcial para obtenção do grau de. deverá estar escrito o título da MDT (no máximo com três linhas). (especificar tipo de MDT). mas em letras minúsculas. em tamanho 12 e em negrito.5 Folha de aprovação Na folha de aprovação. aparecerão três espaços simples abaixo do nome do autor(a).. com a mesma fonte. aprova a. a seguinte frase: A Comissão Examinadora. Na linha seguinte. deve ser o orientador do trabalho. não mais em negrito. demarcado a partir do eixo vertical da página – de cima para baixo. . aparecerá o nome do(a) autor(a).. negrito e espaçamento simples.

nome da instituição e centro de ensino. Em face disso. nome do curso ou programa. É preciso que os resumos tenham. os resultados e as conclusões da MDT em parágrafo único.25 2. 2. Abaixo deste deverão constar. sinceros. é obrigatório e deve ter as mesmas características do resumo em língua vernácula. em letras de tamanho inferior às do corpo do texto e com entrelinhamento simples. no qual o autor apresenta uma citação. a metodologia. local e data de defesa e o resumo. digitado em folha separada. no qual são destacados os elementos significativos e as novidades. 2. com temática relacionada ao assunto da MDT. no mínimo. 250 palavras para monografias (trabalhos de conclusão de curso de graduação. excepcionalmente. propriamente dito) se alojassem em uma única página. o resumo poderá ser escrito.10 Resumo em língua estrangeira O resumo em língua estrangeira.). três palavras-chave.1. precisos. 2.9 Resumo O resumo é a recapitulação concisa do texto do trabalho. É uma condensação do conteúdo e deve expor as finalidades. seguida da indicação de autoria. explicativos e hierárquicos. O ideal seria que todas as informações básicas referentes ao trabalho (título. Podem também constar epígrafes nas folhas de abertura das seções primárias. no máximo. Os agradecimentos devem ser curtos.1.1. Ver modelo no Anexo. preferencialmente em inglês. apenas. especialização) e até 500 palavras para dissertações e teses.1. . digitadas em minúsculas e cada termo separado dos demais por ponto e vírgula (.7 Agradecimentos Elemento opcional dirigido àquelas pessoas/entidades que contribuíram de maneira relevante à elaboração do trabalho. aperfeiçoamento.8 Epígrafe É um elemento opcional. Deve ser seguido das palavras-chave. nome do orientador. nome do autor.

para que se possa dar destaque à informação tabelada. Ver modelo no Anexo. em negrito e centrado (ex.0 cm. símbolos e abreviaturas).26 2. aproximadamente. com tabulação. usar-se-á o seu verso para a continuação. tamanho 14. A um espaço abaixo. é colocado o título do elemento listado. apresentados no texto.1.1. O título SUMÁRIO deve ser centrado. tabelas etc. em letras maiúsculas. . com recuo à esquerda de 1. inclusive as fontes bibliográficas das quais elas foram retiradas. na mesma ordem e grafia em que o conteúdo é apresentado. O alinhamento de todas essas divisões e subdivisões é junto à margem esquerda. localizada junto à borda direita.11 Listas O penúltimo item dos elementos pré-textuais são as Listas: Lista de Tabelas. a nove espaços simples abaixo da borda superior da folha. Os números das páginas são alinhados pela margem direita superior. em letras minúsculas e em negrito. por exemplo. As demais subdivisões do subtítulo são em minúscula e não em negrito. seções e outras partes da MDT. devem ser descritas. completando-se com pontilhado até a indicação da página. fonte Times New Roman ou Arial. 2. Para tanto. na Lista. O subtítulo. Em seguida. Listas de Reduções (siglas. Ver exemplo no Anexo. O título Lista deverá ser escrito em letras maiúsculas. TABELA 1). a Lista de Apêndices. A sistemática estabelece que se utilize uma página para cada lista.12 Sumário O Sumário compreende a enumeração das principais divisões. Lista de Anexos. ilustrações. todas as informações pertinentes. Os títulos principais são apresentados em letras maiúsculas e em negrito. acompanhado do respectivo número da página. haja uma só tabela. mesmo que. Lista de Ilustrações. localizado nove espaços simples da margem superior do papel. e. LISTA DE TABELAS). na página referente à Lista de Tabelas. É preciso lembrar de dar créditos aos autores das fotografias. por fim. deverá estar escrita a palavra que indica o tipo de elemento listado e o seu respectivo número (ex. desenhos. isto é. Quando os indicadores de uma das listas ultrapassarem os limites da página. tamanho 14.

Na verdade. a uma narração ou a uma argumentação. de um relatório e/ou de uma experiência científica). o modo argumentativo incide sempre sobre a relação tema/problema. nos aparece. Para Abreu (1989). narrativo e descritivo. Essas partes devem apresentar uma proporcionalidade no número de páginas. aos pedaços” (ABREU. no dia-a-dia. pode resumir-se a um simples relato em ordem cronológica (é o que ocorre na redação de uma ata. necessariamente. na descrição escrita. quando não for de caráter literário. Já a descrição não ocorre em estado puro: vincula-se. tradicionalmente. apontado três tipos: argumentativo. o modo argumentativo está muito presente e se . uma descrição representa o momento em que o escritor transporta algo que existe em uma dimensão espacial para uma dimensão temporal – algo que surge “ao vivo em sua totalidade em um único tempo.3 ELEMENTOS TEXTUAIS Parte do trabalho em que é apresentado e desenvolvido o objeto de estudo.7). Quanto à forma de redação dessas partes constituintes do texto. 1989. os especialistas têm. considerando as subdivisões e importância de cada uma delas no documento. sendo composto de três partes fundamentais: introdução. desenvolvimento e conclusão. em torno da qual o argumento é construído pelo desenvolvimento de tese e hipóteses. Abreu observa que. p. A narrativa.

O desenvolvimento pode ser organizado e apresentado de três formas principais. a problemática. 2005).1 Capítulos fixos Nessa forma de apresentação. O capítulo resultados e discussão apresenta os resultados alcançados ao longo da pesquisa bem como sua análise e discussão. . a descrição do objeto de estudo. o referencial teórico e uma síntese relacionando as partes constituintes do trabalho. da problemática ou hipóteses estabelecidas. de acordo com a especificidade da área de estudo. materiais ou fontes documentais utilizados e os procedimentos seguidos. A discussão e interpretação analítica dos resultados fundamentam-se em fatos amparados por conhecimentos científicos. demonstrando que o autor conhece as formas como o tema em estudo foi e vem sendo conduzido. os objetivos. A revisão bibliográfica trata das questões de bibliografia que fundamentam a pesquisa. o desenvolvimento é subdividido em três capítulos definidos: revisão bibliográfica. Sua subdivisão varia em razão da forma de abordagem do tema e do método. métodos e técnicas (materiais e métodos ou metodologia) e resultados e discussão. sobretudo. conforme NBR 14724 (ABNT. 3. os aparelhos. 3.28 3.1 Introdução É o primeiro capítulo da MDT. bem como os fundamentos de sua abordagem. no qual deve constar a delimitação do tema. sua classificação e análise. em razão dos objetivos propostos. O capítulo métodos e técnicas diz respeito à(s) forma(s) de levantamento dos dados. de acordo com a área e/ou Regulamento do Programa. Não deverá apresentar resultados nem conclusões.2. servindo de suporte para a metodologia e a discussão.2 Desenvolvimento Parte principal do texto (não um capítulo) que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto. Esse registro deverá conter. a justificativa.

sugere-se o mínimo de um artigo científico e. na qual são apresentadas as conclusões do trabalho e em que medidas os objetivos propostos foram alcançados.2. Sua divisão deverá valorizar os resultados e a discussão da problemática proposta bem como sua fundamentação e conhecimento teórico e específico. conforme critérios específicos definidos nos Cursos/Programas de Pós-Graduação.3 Artigos científicos Compreendem artigos aceitos para publicação em periódicos indexados. os elementos textuais são constituídos dos seguintes elementos: a) Introdução.3 Conclusão Parte final do texto. c) Artigo(s).2 Capítulos temáticos Nessa forma de apresentação de trabalhos científicos. O primeiro capítulo ou capítulos iniciais compreende(m) a revisão bibliográfica. Para os níveis de especialização e mestrado. . b) Revisão bibliográfica. d) Discussão.2. não há normalização geral que defina o número de capítulos. abrangendo a metodologia. O(s) artigo(s) deverá(ão) compreender uma cópia da publicação original ou versão aceita. o mínimo de dois artigos científicos. 3. Nesse caso. e os demais capítulos temáticos desenvolvem o aprofundamento do assunto.29 3. e) Conclusão. para o doutorado. 3. os resultados e a discussão. Poderá conter sugestões e recomendações para novas pesquisas.

30 .

sendo reunidas no final do trabalho (após o capítulo CONCLUSÃO) em uma única ordem alfabética. São constituídos por referências. sem prejuízo da unidade nuclear do trabalho. 2). 4. é um elemento opcional que consiste em um texto ou documento elaborado pelo autor. Exemplos: APÊNDICE A – Avaliação de produtos cerâmicos APÊNDICE B – Dimensões de produtos cerâmicos . glossário. acompanhadas das respectivas definições. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. As referências devem ser alinhadas somente à margem esquerda do texto. transcrição de elementos das referências bibliográficas e exemplos de referência. 2002a. apêndice. adotado por esta MDT.1 Referências Elemento obrigatório que consiste em um “conjunto padronizado de elementos descritivos retirados de um documento que permite sua identificação individual” (ABNT. anexo. travessão e pelos respectivos títulos.4 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS Os elementos pós-textuais complementam o trabalho. p. de forma a se identificar cada documento. Consiste em uma lista em ordem alfabética de palavras ou expressões técnicas de uso restrito ou de sentido obscuro. utilizadas no texto.2 Glossário É também opcional. 2). em espaço simples e separadas entre si por espaço duplo.3 Apêndice Segundo a ABNT (2005. a fim de complementar sua argumentação. O sistema de ordenação das Referências. mesmo que mencionado em nota de rodapé. 4. 4. p. é o de ordem alfabética.

1). comprovação e ilustração. Os anexos são também identificados por letras maiúsculas consecutivas.32 4. 2005. p.4 Anexo Elemento opcional que consiste em um texto ou documento não elaborado pelo autor. travessão e pelos respectivos títulos (ABNT. que serve de fundamentação. Exemplo: ANEXO A – Modelos de elementos pré-textuais .

J. seguido da abreviação do tipo de responsabilidade (organizador. DENARDIN. empresas.. Santa Maria. Exemplo: DANTE ALIGHIERI. São Paulo: Atlas. Ministério da Fazenda. Exemplo: BAILY. a entrada é dada pelo responsável. pelo seu próprio nome. M. Prefeitura. conforme aparecem no documento. coordenador) entre parênteses. por extenso. A divina comédia. Tradução prefácio e notas: Hernani Donato. L. Globalização e identidade nacional. Planejamento estratégico do PGP-1999-2001. n. Exemplo: BARROSO. BELINAZO. seguido da expressão et al. pode-se indicar todos os nomes. 1999. etc. 1999. 1997.). OBS: outros tipos de responsabilidades (tradutor. [1983]. Rio de Janeiro.. B. associações. Exemplos: UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA. 1983.550/87.5. (Coord. 27-36. C.33 BELINNAZO. quando a menção de todos os autores for indispensável para indicar autoria. Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa. . Santa Maria. São Paulo: Atlas. BRASIL. J. Regime jurídico dos funcionários da Câmara Municipal de Niterói: Resolução 1. Análise do custo de energia consumida para aquecer água em uma residência para banho de seus habitantes. d) mais de três autores: indica-se apenas o primeiro autor. Niterói. de modo geral. out. 1/2. R.2 Autor entidade As obras de responsabilidade de entidades (órgãos governamentais. H. 2002. 4. etc. Ministro da Fazenda. e) coordenador/organizador: quando a obra resultar da contribuição de vários autores. 1808-1983. congressos. Compras: princípios e administração. et al.) têm entrada. em casos específicos (por exemplo. 1988. NITEROI (RJ). p. v.1. projetos de pesquisa científica). São Paulo: Círculo do Livro. Tecnologia. 3.) podem ser acrescentados após o título.. P. ou.

técnicos. J. sendo que a primeira palavra é destacada em letras maiúsculas. Dr. (Org.13. 15/16 jan.). 1976..2. da USP.2. ed. que devem ser em maiúsculas. Recife.. desde que não altere o sentido. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Ciências. p. Prefácio do Prof.3 Autoria desconhecida A entrada é feita pelo título.1. 4. Carlos da Silva Lacas. A Razão. 4.5. 1980.. 2000. O título deve ser grafado em letras minúsculas. professores. Santa Maria. dentistas. Exemplo: FALTA de chuva provoca perdas em várias culturas. São Paulo: Cultrix: Ed. grifo ou itálico) usado para destacar o título da obra deve ser uniforme em todas as referências. São Paulo: Cortez.5. 2. psicólogos. 1. A. P.2 Títulos e subtítulos O título e o subtítulo (se for usado) devem ser reproduzidos tal como figuram no documento.5. 4.1 Títulos longos Podem-se suprimir palavras. Metodologia do trabalho científico: diretrizes para o trabalho didático científico na universidade. 1971. E.34 4. Caderno Economia.5. 1978. . Exemplo: SEVERINO. Não se usa destaque na fonte do subtítulo. O recurso tipográfico (negrito.2 Obras sem título Quando não existir título. A supressão deve ser indicada por reticências. SIMPÓSIO BRASILEIRO DE AQÜICULTURA. GONÇALVES. separados por dois-pontos. deve-se atribuir palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento entre colchetes. exceto as iniciais da primeira palavra e dos nomes próprios. A criança: perguntas e respostas: médicos. [Trabalhos apresentados].

M./dez. da C. O jogo do assassino.2. Exemplos: KILLOUGH.1 Homônimos de cidades Para evitar ambigüidade. 1987. Clara. São Paulo: Círculo do Livro. SP: IDE. M. Exemplo: CAPALBO. São Paulo: Atlas. LAKATOS. 207p.3 Dois títulos do mesmo autor reunidos na mesma publicação Registrar os dois títulos separados por ponto-e-vírgula. Bianca. 1948. RABERTTI. E.5. 2. L.35 Títulos de periódicos podem ser abreviados conforme NBR 6032 (ABNT. Bibliotecon. M. n. MARCONI. B.5. Araras. 2nd ed. Técnicas de pesquisa. 4. 1990. V. R. 3rd impr. 5. 317-325. 4.. 4. Karina: a história de uma mesma mulher. 153. de C. E. acrescentar a indicação do Estado. 1979. A. p. ed. Os artistas do crime. R. 2. Brasília. Tradução de Alba Igrejas Lopes e Luiz Corção. [1981].4. . Normas para referências bibliográficas.5. jul. Brasília.. Economics of international trade. 4. H. v. Ugaio. Material cartográfico: alguns conceitos básicos. OCCHIUTTO. 1998. 1989). 11 p. Exemplo: CARIBE.. New York: McGraw-Hill.4 Local Indicar a cidade de publicação.A.M. Campinas: CATI. Paginações opostas.3 Edição Transcrever abreviando-se os numerais ordinais e a palavra edição no idioma do documento.5. MARSH. DF.

V. Fundamentos da química orgânica. d) se o local e editora não puderem ser identificados na publicação. São Paulo: E. mas puder ser identificado.l. e) se a editora também for autora da obra.n. FLORES.L. entre colchetes [s.n.5 Editora Observar os seguintes itens: a) abreviam-se os prenomes e suprimem-se as designações jurídicas e comercias (exemplo 1). São Paulo: Makron Books.5. 1997. Blucher.4. citar as duas separadas por ponto-e-vírgula (exemplo 2).l.5. M.Q. OS GRANDES clássicos da poesia lírica.4. de M. E. 4. 4.W.: s.5.]: Ex. Nota: na publicação consta Edgard Blucher.2 Mais de um local Se houver mais de um local para uma só editora. Exemplos: CASOS reais de implantação de TQC. (Coord. usar a expressão sine loco. 1995.36 4. 1994.]. 1981. 2 v. Exemplo: SWOKOWSKI.] (exemplo 4). . c) se a editora não puder ser identificada. mencionar entre colchetes: [S. Não sendo possível determinar o local. isto é. usar a expressão sine nomine abreviada. M.] (exemplo 3). não será indicada a editora (exemplo 5). Libris. Exemplos: 1) CAMPOS. ed.l.. MORENO. b) havendo mais de uma editora em cidades diferentes.. Cálculo de geometria analítica. quando o responsável pela autoria e pela editora for o mesmo.).3 Sem local Se o local não constar na publicação. indicar o primeiro local.R. [Belo Horizonte]: Fundação Christiano Ottoni. abreviada e entre conchetes [S. Nota: na obra aparece: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – etc. [S. 2 v. indicá-lo entre colchetes. 2.

São Paulo: Atlas. W. Se nenhuma data puder ser determinada.]. 1993.G. New Jersey. Exemplo: FLORENZANO.: s. GONÇALVES. M. OCHERT. CIPOLLA.ed. Recife. Porto Alegre: Artes Médicas. Dicionário de idéias semelhantes. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.. I.B. de. 71-78. 383 p. São Paulo: Paulinas. Exemplos: MAURA. da UFMG. não indicada no item. p. OBS: Em publicações periódicas. Eu e a escola. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas. n. [198-] década certa. A. J. DF: [s.l. Exemplos: BULGARELLI. ou estações do ano. Discursos: de outubro de 1992 a agosto de 1993. jan. Direito de habitação nas classes de baixa renda.].6 Data Indicar sempre em algarismos arábicos. Rio de Janeiro. NBR 6023: informações e documentação: referências: elaboração. . v. 2 v. 2a série. New Scientist. F. 2134. 5. registrar uma data aproximada entre colchetes. [19--?] século provável. Brasília. NASSIF. C. 1995-1997.n. 1.n./jun. E. indicar os meses de forma abreviada no idioma da publicação. 1999. 2000. DIONNE. Compêndio de homeopatia. n. 11. v. 1983. p. 1993. sem espaçamento ou pontuação entre os respectivos algarismos. Ciência & Trópicos. A história de Mirador. Belo Horizonte: Ed. [S.S.37 2) LAVILLE. 158. [1989] data certa. FRANCO. Deconstructing DNA. Rio de Janeiro: Ediouro. São Paulo: Robe.5. S. May 1998. 1993. levando-se em consideração o seguinte: [19--] século certo. Fusões. 3235. 2002. 3) 4) 5) 4. A. [1993]. incorporações e cisões de sociedades.R.

M. ed. DF: EMBRAPA. 3. . 1993. n. S. R. como elemento complementar de uma publicação. o(s) título(s).5. ed.. 82 p. 200 p. F. 1999. inclui paginação. GALLIANO. PEIXES do Pantanal: agenda 1999. 4.n. Exemplos: LAURENTI.7 Descrição física A descrição física. existência de material ilustrativo e dimensões para formatos excepcionais. 61 f. Exemplos: BENEZ. 1979.G. São Paulo: Centro Brasileiro de Classificação de Doenças.9 Notas São informações complementares indicadas no final da referência. Buenos Aires.M.8 Séries e coleções Quando a publicação pertencer a uma série ou coleção. clínica. 4.C. C. La controversia entre universalismo y particularismo en la filosofia de la cultura. 1999. 2. Lãs. MARQUES.L. O método científico: teoria e prática..5. 61 p. 1986. Aves: criação. A. separados por vírgula. Mortalidade pré-natal. 2 v. pode-se transcrever. A.5. Exemplo: VALLS. linhas e retalhos. Rio de Janeiro: PUC. Rio de Janeiro: [s.G. N.. 16 cm x 23 cm.. M. CHEMELLO.].P. 24. H. teoria. São Paulo: Global.. da numeração em algarismos arábicos. LANZELOTTE. entre parênteses. São Paulo: Rabe. Brasília. 9. 1978. Que é ética. 2000. R. São Paulo: Harbra. 117) 4. 1993. Não paginado. il. T.38 MANSILLA. OLIVEIRA. Banco de dados e hipermídia. primavera 1998. v. São Paulo: Brasiliense. Produção e perspectivas do ouro brasileiro. (Coleção Primeiros Passos. Paginação irregular. Revista Latino-americana de Filosofía. Mimeografado.

1994. 55 f. Massa calcificada da vaso-faringe. 1991. Santa Maria. Rio de Janeiro. Evandro Gueiros Leite. em ordem alfabética da fonte. n.39 MARINS.R. 6. seminários. Serviços para usuários em bibliotecas universitárias. * Anais de eventos (congressos.L. p. Estratégia de marketing aplicada à área de Biblioteconomia. 81-97. 1980. PEROTA. CARVALHO. 4. n. descabe indenização por despedida injusta.. 1989. decisões e sentenças de cortes ou tribunais: BRASIL. são relacionados diversos exemplos de referências bibliográficas. anais. Porto Alegre: Associação Rio-Grandense de Bibliotecários. 49. 357p. Radiologia Brasileira.. resultados. Anais. 96 f. M. atas. 1989. 99-100. Anais.L. * Acórdãos. 1980. Caixa Econômica Federal e União Federal versus os mesmos. Notas de aula.R. M.. (publicação considerada no todo) JORNADA SUL-RIO-GRANDENSE DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. PEROTA. In: JORNADA SULRIO-GRANDENSE DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. Porto Alegre: Associação Rio-Grandense de Bibliotecários. CALDEIRA. . No prelo. 1998.V. 23./set. J.. S. 1982. Dissertação (Mestrado em Silvicultura) – Universidade Federal de Santa Maria. p.L.. Em caso de rescisão de contrato de trabalho com empresa pública em virtude de proibição constitucional e acumulação..C. Palestra realizada no IJSN em 29 out. Quantificação da biomassa e do conteúdo de nutrientes em diferentes procedências de acácia-negra (Acácia mearnsii De wild. M. Hermes Quintiliano Abel. Tribunal Federal de Recursos.. Relator: Min. M. Porto Alegre. 1980. 1982. jul. Representação descritiva. São Paulo.). jornadas. proceedings entre outras denominações): (publicação considerada em parte) BORGES.L.W. Revista de Direito Administrativo. 1998. 1980. 6. Porto Alegre.C. Acórdão de 19 de mar.6 Exemplos de referências A seguir. I.

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São Paulo. S. (Ed. MUSEU DA IMIGRAÇÃO (São Paulo. 1 CD. * Cartões telefônicos: FIGUEIREDO. 1 CD (56min): digital. São Paulo. São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil. 5 CD-ROM. [S. Intérprete: Simone. * Bulas de medicamentos: RESPRIN: comprimidos. no Brasil. M.l. Enciclopédia e dicionário digital 98. Face a face. Manaus: Wea Music. 1997. HOUAISS.). V. In: ENCICLOPÉDIA multimídia dos seres vivos. [S. CD-ROM 9.]: Telemar. 2p. Museu da imigração – S.l. c. In: SIMONE. A. ed. A. São Paulo: Delta: Estadão.]: Emi-Odeon Brasil. COSTA. Paulo: catálogo.l. 1984. Vitória. 14 dez. 1993. Não paginado. 3. Responsável técnico Delasmar R. estéreo. 2. 30 min (Veleiros). Centro de Artes: obras adquiridas em 1981-1983. São José dos Campos: Johnson & Johnson. A Bíblia Sagrada: Antigo e Novo Testamento. Veleiros ao crepúsculo. 2001. Bastos. [S.1998. Jura secreta.. 1998.]: Planeta De Agostini. SILVA. 16 p.. (em parte) MORFOLOGIA dos artrópodes. 1993. Bula de remédio. * Correspondências (cartas. 1997. SP). * CDs (compact disc): TITÃS acústico. ofícios e telegramas): SILVA.41 * Bíblia: BÍBLIA. e atual. Exposição do acervo da galeria de arte e pesquisa da Universidade Federal do Espírito Santo. 1977. Traduzida em português por João Ferreira de Almeida. Carta Fabiane Silva. A. Faixa 7. rev. 1984. * Catálogos: UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO. 1997. Solicita informações sobre Santa Maria. . * CD-ROM: (no todo) KOOGAN. 1 cartão telefônico. RJ <0103(IP-02)252V/1>2/4.

1989. 1 DVD (97 min). Liza Minelli. 2000. Direção de Bruno de André.A. 1989. a Internet]. * Disquetes: GUIMARÃES. 1999. 1 cassete sonoro (ca. E. ISA. 35 mm. son. Luiz Inácio Lula da. Leucose enzoótica bovina: estudos soro epidemiológicos. Novo dicionário Folha Webster’s: inglês/português. * Dissertações: FLORES. 40 min). Vitória: Universidade Federal do Espírito Santo. São Paulo: Folha da Manhã.html>. São Paulo: SENAI-SP. * Entrevistas: SQUIER. color. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr. Dissertação (Mestrado em Medicina Veterinária) – Universidade Federal de Santa Maria. (Ed. M. 1918.1991].odontologia. 1996. 2 cassetes sonoros. R. 1980. Entrevistadores: V. * Filmes: A ORIGEM dos andamentos. M. Oscar de melhor canção e ator coadjuvante. A.).. Clara. As forças da natureza [S. SILVA. Disponível em: <http://www. Escrito e dirigido por Steve Gordon.br/artigo/squier-entrevista. Garcia.EXE: sistema de gerenciamento para seleção e aquisição de material bibliográfico.]: Emi-Odeon. Edição exclusiva para o assinante da Folha da Manhã.42 * Dicionários: HOUAISS.com. [Entrevista disponibilizada em 3 de setembro de 1999. 132f. color. John Gielgud et al. * Esculturas: DUCHAMP. Acesso em: 4 jul. Intérpretes: Dudley Moore. Produzido por Robert Greenhut. 1 bobina cinematográfica (12 min). Biblioteca Central. São Paulo: Escola de Comunicação e Artes da USP. Co-editor Ismael Cardim.F. . português/inglês. Entrevista concedida ao Projeto Memória do SENAI-SP. 1977. hematológicos e histológicos em rebanhos leiteiros na região de Santa Maria. 1995.. Santa Maria.l. * Fitas cassete: NUNES. 1 escultura variável. Tremel e M. RS. 1991. * DVDs: ARTHUR: o milionário sedutor. Música de Burt Bacharach. Escultura para viajar. C. 2 disquetes 5 ¼ pol. C.

n. RIO GRANDE DO SUL. 1999. Campina Grande: [s.G. Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988: atualizada até a Emenda Constitucional n. color. BRASIL. (Documentos. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 466-468. São Paulo.205 de 29 de abril de 1975.unirio. 133p. 1 fotografia. de 15-12-1998. R.43 * Folhetos e livretes: BRAGA SOBRINHO. Acesso em: 8 abr. Direção de Jershon Morais. Estabelece normas para o funcionamento de cursos de pós-graduação. 19. Doença dos xavantes. * Gravações de vídeo: TECNOLOGIA de aplicação de defensivos agrícolas: módulo I. Rio de Janeiro. 30 cm de diâm. 21. R. 16 cm x 56 cm.]. Brasil. Constituição (1988). Fixa o coeficiente de atualização monetária previsto na lei 6. v.. Portarias. son. * Home pages: UNIVERSIDADE DO RIO DE JANEIRO. color. ed. Brasília. [1996]. v. FREIRE.13. Viçosa. 91. Constituição do Estado do Rio Grande do Sul. 12-13.49. Leis. 1 globo. 9 abr.780.): BRASIL. Câmara de Educação Superior..br>.215 de 30 de abril de 1985. 2001. Seção 1. p. [São Paulo]: Atlas. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (Brasil). 53-72. 1980. de 3 de abril de 2001. 46. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados. * Fotografias: KOBAYASHI. UNIRIO – Universidade do Rio de Janeiro. etc. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência. 1 videocassete (52 min). de.. 19). 38p. 1980. Código Civil. Porto Alegre: CORAG. 20. p. VHS. 2002. Decreto n. color. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor.000. . BARROS. Decisões Administrativas. São Paulo: Saraiva. * Globo: GLOBO terrestre. Constituição (1989).n. 1999. maio 1985. ago. n. Disponível em: <http://www. E. * Legislação (compreende Constituição. primeiro dec.. São Paulo: Saraiva. K. Distribuição dos algodoeiros no nordeste do Brasil. p. 139. Resolução n. Poder Executivo. 1995. 1989. ed. 1995. Escala 1: 63. MG: Centro de Promoções Técnicas. São Paulo. 1983. DF. 11.

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1980: 25 nov.). v. 1999. * Partituras musicais: VILLA-LOBOS. 1989. Rio de Janeiro: FBN/DIMAS. n. 11. 527. [Psicografado por] Zíbia Gasparetto. M. 15.45 * Mensagem recebida via lista de discussão: NELSON-STRAUSS. São Paulo: Vida e Consciência. 5. 75f. 1 partitura (6 p. Processo e instalação para alcalinizar e pasteurizar as sementes de cacau antes de seu esmagamento. p. Revista da Propriedade Industrial. 22 p. Quando chega a hora. Bachianas brasileiras n. André Aspa. 1996./96. Monografia (Especialização em Engenharia de Segurança) – Universidade Federal de Santa Maria. EMBRAPA. Pesquisa Veterinária Brasileira. Medidor digital multisensor de temperatura para solos. SP). Unidade de Apoio. O emprego dos sonhos. 1980. 2 abr. ano 26. C. et al. SEKEFF. Int. BR n. * Monografias: LAGO. 2002. BR n. * Normas técnicas: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 1996. PI 8903105-9. Rio de Janeiro. ed. [1998]. 17-19. 1991. * Patentes: COMMODITIES TRADING AND DEVELOPMENT LIMITED. Rio de Janeiro. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. * Periódicos: (artigo) MENDEZ. 3036. Chicago Symphony Orchestra Archive’s Online Catalog. B. Gisela. Mensagem recebida da lista IAML-L <IAML-L@cornell. Domingo. n. Rio de Janeiro. 1344. 26 jun. 7. Fotossensibilização em bovinos causada por Ammi majus (Umbiliferae) Rio Grande do Sul. * Obras mediúnicas: LUCIUS (Espírito).edu> em 10 maio 2001. no período de set. S. . PI 8002165. 2002. Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos. n. p. 25 nov. H. 1980. C13 A 23G 1/02. Análise dos acidentes de trabalho com menores de 19 anos na região de Santa Maria. 3 fev. p./94 a set. 30 maio 1995. 1/2. Paulo Estevão Cruvinel. Brenda. Santa Maria.

. ano 5. Edição especial. Cadernos de Campo. 40 cm x 50 cm. p. Voleibol. 1984. v. * Resenhas: OBS: Referencia-se a resenha. LANNA. Biblioteca Central. 1979– .3. 1 original de arte. seguida da expressão “Resenha de:” e a referência da obra. abr. Conjuntura Econômica. mimeografado. Cometas: do mito à ciência. Não paginado.M. (fascículo) REVISTA DO CENTRO DE CIÊNCIAS RURAIS. 1995/1996. óleo sobre tela. n. 3 p. 5/6. 1987. 38. Dirce. * Pinturas: MATTOS. n. Regulamento de empréstimo.T. Resenha de: SANTOS. Controle de estoque. 2. P. Em busca da China moderna. 1 disquete 5 ¼. n. São Paulo: Companhia das Letras. Jonathan. São Paulo: Ícone. n. M. * Regulamentos: UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA. Centro de Educação Física e Desportos. * Polígrafos e apostilas: UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA. São Paulo. Santa Maria: Universidade Federal de Santa Maria. Cometa: divindade momentânea ou bola de gelo sujo? Ciência Hoje. Versão 1. p. (fascículo com título próprio) As 500 maiores empresas do Brasil. 1/2. jan. 9. Coleção particular. 1999. São Paulo. 255-258. 1972. 5. Santa Maria: UFSM. 1986. objeto desta. [198-]. 1987. São Paulo. Em busca da China moderna. C. mimeografado. Resenha de: SPENDE. 2001. Santa Maria. Rio de Janeiro. MATSUDA. v. 1989. Marcus. 30. set. Paisagem-Quatro Barras. Santa Maria. 20. v. Sistema operacional MS-DOS e manual de codificação./jun. Semestral.46 (coleção) REVISTA DO CENTRO DE CIÊNCIAS RURAIS. * Programas de computador: BIBLIOTECA BRASILEIRA DE PROGRAMAS E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO.

33 mm x 38 mm. Santa Maria. QUEIROS. In: BIBLIOTECA virtual do estudante brasileiro. 1976. 1999.. RAMOS. 2000.). v. Separata de: Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Dynamics and regulation of bulk milk somatic cell counts. 2002. 2. São Paulo: USP. Lisboa: Escolar. 1994. * Separatas de periódicos: LIMA. 131-135. 1 selo. (Brasil 2000) Valor: R$ 0. * Textos em meio eletrônico: POLÍTICA. M. color. Corte estratigráfico do sítio arqueológico Guará I. v. [Rio de Janeiro]: Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. * Selos: NATAL: 2000 anos do nascimento de Jesus Cristo. Joaquim J. T. Resumo publicado no Vet. Separata de: DIAS. et al.br/>. v./set. 1999. 312.47 * Resumos e índices: SCHUKKEN. Bulletin. A. Celso. A relíquia. jul. Lisboa: Priberam Informática. 36. Disponível em: <http://www. Acesso em: 8 mar. 64. * Teses: ALMEIDA. p. Disponível em: <http://www. 1998. n.bibvirt. p. 1993. Y. 283312. * Slides (diapositivos): PEROTA.27. Qualidade e produtividade em sala de aula: um enfoque nas relações interpessoais.usp. 57. n. Rio de Janeiro. 246f. color.priberam. 1 dispositivo. substituindo-se a expressão “In:” por “Separata de:”. 1990. Moléculas da vida. Canadian Journal of Veterinary Research. Alberto Romão. In: DICIONÁRIO da língua portuguesa. Arte de Thereza Regina Barja Fidalga. Tese (Doutorado em Engenharia de Produção) – Universidade Federal de Santa Maria. . Eça de. 1.pt/dlDLPO>. 49-62. 1999. p. Química e sociedade: a presença da Química na atividade humana. 1998. * Separatas: OBS: Separatas de monografias são referenciadas como monografias consideradas em parte. Moura (Ed. R. LOBO. A vida desconhecida do revolucionário alagoano Padre Caldas. p. L. 1989. Acesso em: 20 ago.futuro.

48 .

___. NBR 6032: abreviação de títulos de periódicos e publicações seriadas. NBR 6028: resumos. FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Edna Lucia da. Florianópolis: Laboratório de Ensino à Distância da UFSC. Rio de Janeiro. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicacão periódica cientifica impressa: apresentação. Rio de Janeiro. ______. SILVA. 1989. ______. 3. Rio de Janeiro: Interciência. 2003b. ______. Curso de redação. e ampl. 2005. 1992. ______. ed. 1993. 2000. Estera Muszkat. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. 3. 3. Metodologia científica. 2001. Rio de Janeiro. Maria Luiza Loures Rocha. ______. Rio de Janeiro. ed. 2001. 2003c. 1995. Marina de Andrade. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul. São Paulo: Atlas. Maria Tereza Reis. PEROTA. Metodologia da pesquisa e elaboração de dissertação. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. 2002. 3. Guia para a apresentação de trabalhos escritos. Fundamentos de metodologia científica. 2002a. Rio de Janeiro. 2003a. Rio de Janeiro. MENDES. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. 1991. ______. CRUZ. Lilia (Org. MARCONI. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Anamaria da Costa. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. Normas de apresentação tabular. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. São Paulo: Atlas. LAKATOS. São Paulo: Ática.49 BIBLIOGRAFIA ABREU. MENEZES. ______. 2002b. ______. Redação e apresentação de normas brasileiras. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. 270 p. Rio de Janeiro. Antonio S. 1989. ______. VARGAS. Rio de Janeiro. Eva Maria.). . NBR 12225: títulos de lombada. Elaboração de referências: NBR 6023/2002. 1990. ed. ed. rev. Rio de Janeiro.

50 .

51 ANEXOS .

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RS.53 ANEXO A – Capa UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS RURAIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MEDICINA VETERINÁRIA NEUROTOXIDADE TARDIA EXPERIMENTALMENTE INDUZIDA POR HALOXON EM OVINOS DISSERTAÇÃO DE MESTRADO Maria Verônica de Souza Santa Maria. Brasil 2004 .

54 .

RS). como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre em Medicina Veterinária. Orientador: Prof. RS. da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM. Fulano de Tal Santa Maria. Área de Concentração em Patologia Veterinária. Brasil 2004 .55 ANEXO B – Folha de rosto NEUROTOXIDADE TARDIA EXPERIMENTALMENTE INDUZIDA POR HALOXON EM OVINOS por Maria Verônica de Souza Dissertação apresentada ao Curso de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Medicina Veterinária.

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Santa Maria.ufsm. RS. 2000.57 ANEXO C – Folha de ficha catalográfica /dados de propriedade intelectual _________________________________________________________________________ © 2003 Todos os direitos autorais reservados a Fulano de Tal. Fax (0xx) 2251144. A reprodução de partes ou do todo deste trabalho só poderá ser feita com autorização por escrito do autor. End. Endereço: Rua Doze. Eletr: ufesme@ct. n.br _________________________________________________________________________ . 97110-680 Fone (0xx)55 2225678. Bairro da Luz.

58 .

59 ANEXO D – Folha de aprovação Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Rurais Programa de Pós-Graduação em Medicina Veterinária A Comissão Examinadora. . Dr. (UFRGS) Beltrano de Tal. abaixo assinada. aprova a Dissertação de Mestrado NEUROTOXIDADE TARDIA EXPERIMENTALMENTE INDUZIDA POR HALOXON EM OVINOS elaborada por Maria Verônica de Souza como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre em Medicina Veterinária COMISÃO EXAMINADORA: Fulano de Tal. (Presidente/Orientador) Sicrano de Tal. Dr. 20 de julho de 2004. (UFSM) Santa Maria. Dr.

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fazendo nada a primavera vem e a grama cresce sozinha (Poema zen) .61 ANEXO E – Folha de epígrafe Sentado quieto.

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........... 2... 4...................63 ANEXO F – Lista de tabelas LISTA DE TABELAS TABELA 1 – Reação de Pictet-Spengler via uso de a-cloro-a-metiltio acetato de etila ....... 18 TABELA 3 – Reação de a-cloro-a-fenilseleno ésteres com éteres enólicos de silício .4-dimetoxi-N-sulfonil-β-fenetililamina com diferentes acloro-a-fenilseleno ésteres com éteres eólicos de silício .................... 23 TABELA 5 – Reação de a-cloro-a-fenilseleno acetato de etila com alcenos ........................................ 45 TABELA 10 – Dados espectrais de RMN de 1H e 13C................................ 61 .................................................. tetraidroisoquinolinas obtidas da reação entre a-cloro-a-fenilselênio propionato de eltila e βfenetilaminas ............. 12 TABELA 2 – Rendimentos na preparação das N-sulfonil-β-fenetilaminas..... 41 TABELA 9 – Dados espectrais de RMN de 1H e 13C das 1..................................................................................................... 30 TABELA 6 – Efeitos de diferentes condições reacionais no rendimento das 1.................................................................................. dos compostos obtidos na reação entre a-cloro-a-fenilselênio propionato de etila e β-fenetilaminas .............. 2............... 3..................................................................................... 21 TABELA 4 – Reação de a-cloro-a-fenilseleno acetato de etila com compostos aromáticos ........ 4tetra-idroisoquinolinas ........ 39 TABELA 8 – Reação de 3...................................................... 3.................................................................................. 34 TABELA 7 – Reação das N-Tosil-β-fenetilaminas com a-cloro-a-metiltio acetato de etila .

64 .

recomendados por comissão. seja com respeito às diretrizes curriculares. Uma proposta estrutural para a linguagem da engenharia). Humanidades e Tecnologias. formação social . e das considerações da autora sobre os seus achados. áreas do conhecimento: Ciências. procurou-se ressaltar a importância do papel das disciplinas projetuais nas atividades que caracterizam a prática da edificação/construção civil bem como a formação humanística de engenheiros com base nos aspectos pedagógicos. das contribuições. nos tópicos de estudo e conteúdos básicos aplicáveis e profissionalizantes a todos os cursos de engenharia. ENFATIZANDO O PREPARO PARA ATIVIDADE PROJETUAL NA CONSTRUÇÃO CIVIL E SUA FORMAÇÃO SOCIAL AUTORA: FABIANE VIEIRA ROMANO ORIENTADOR: LUIZ VIDAL NEGREIROS GOMES Data e Local da Defesa: Santa Maria. Por meio desse modelo lingüístico. de especialistas de ensino em engenharia. engenharia civil. de coleta e análise de dados (A grade curricular do Curso de Engenharia Civil quanto às novas propostas de diretrizes curriculares e quanto às Humanidades. Este trabalho apresenta um modelo estrutural para os elementos que compõem o uso da “linguagem da engenharia civil”. Definições da palavra “engenharia”. O trabalho está dividido em sete capítulos tratando respectivamente de: revisão de literatura (Desafios da Engenharia Civil. 20 de junho de 2003. às cargas horárias de disciplinas teóricas e práticas e à proporcionalidade de matérias do currículo relacionadas com as três distintas. Perfil profissional do engenheiro civil em tempos modernos). Palavras-chave: ensino. do MEC. Trajetos da Engenharia Civil no Brasil. O modelo da linguagem de engenharia – derivado de modelo para a linguagem verbal – é tomado como guia e referência para avaliar currículo pleno de curso de engenharia civil. mas interligadas.65 ANEXO G – Exemplo de resumo RESUMO Dissertação de Mestrado Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção Universidade Federal de Santa Maria REPENSANDO O ENSINO DO ENGENHEIRO CIVIL PARA O SÉCULO XXI. às Ciências e às Tecnologias.

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Maria Verônica . RS 2003 Mestre SOUZA.67 ANEXO H –Diagrama para lombada da capa de MDT PPGMV/UFSM.

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