MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Disposições Gerais e Critério de Analogia E-AAA.

01

1. 1.1

DISPOSIÇÕES GERAIS Todos os materiais a empregar nas obras serão novos, comprovadamente de primeira qualidade e satisfarão rigorosamente às condições estipuladas nestas Especificações "E", salvo disposição expressa e diversa estabelecida nos Serviços "S" específicos, cujas prescrições prevalecerão. O CONSTRUTOR só poderá usar qualquer material depois de submetê-lo ao exame e aprovação da FISCALIZAÇÃO, a quem caberá impugnar o seu emprego, quando em desacordo com as Especificações. Cada lote ou partida de material deverá, além de outras averiguações, ser comparado com a respectiva amostra, previamente aprovada. As amostras de materiais aprovadas pela FISCALIZAÇÃO, depois de convenientemente autenticadas por esta e pelo CONSTRUTOR, serão cuidadosamente conservadas no canteiro da obra até o fim dos trabalhos, de forma a facultar, a qualquer tempo, a verificação de sua perfeita correspondência aos materiais fornecidos ou já empregados. Obriga-se o CONSTRUTOR a retirar do recinto das obras os materiais porventura impugnados pela FISCALIZAÇÃO, dentro de 72 horas, a contar da Ordem de Serviço atinente ao assunto, sendo expressamente proibido manter no recinto das obras quaisquer materiais que não satisfaçam a estas Especificações. CRITÉRIO DE ANALOGIA Se as circunstâncias ou condições locais tornarem aconselhável a substituição de alguns dos materiais especificados neste Caderno, a substituição obedecerá ao disposto no itens subsequentes e só poderá ser efetuada mediante expressa autorização, por escrito, da FISCALIZAÇÃO, para cada caso particular e será regulada pelo critério de analogia definido a seguir. Diz-se que dois materiais ou equipamentos apresentam analogia total ou equivalência se desempenham idêntica função construtiva e apresentam as mesmas características exigidas na Especificação ou no Serviço que a eles se refiram. Diz-se que dois materiais ou equipamentos apresentam analogia parcial ou semelhança se desempenham idêntica função construtiva mas não apresentam as mesmas características exigidas na Especificação ou no Serviço que a eles se refiram. Na eventualidade de uma equivalência, a substituição se processará sem haver compensação financeira para as partes, ou seja, o PROPRIETÁRIO ou o CONSTRUTOR. Na eventualidade de uma semelhança, a substituição se processará com a correspondente compensação financeira para uma das partes, o PROPRIETÁRIO ou o CONSTRUTOR, conforme contrato. O critério de analogia referido será estabelecido em cada caso pela FISCALIZAÇÃO, sendo objeto de registro no "Diário de Obras".

1.2

1.3 1.4

1.5

2. 2.1

2.2

2.3

2.4

2.5

2.6

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

continuação

E-AAA.01

2.7

Nas Especificações, a identificação de materiais ou equipamentos por determinada marca implica, apenas, a caracterização de uma analogia, ficando a distinção entre equivalência e semelhança subordinada ao critério de analogia estabelecido conforme item anterior. A consulta sobre analogia envolvendo equivalência ou semelhança será efetuada em tempo oportuno pelo CONSTRUTOR, não admitindo o PROPRIETÁRIO, em nenhuma hipótese, que dita consulta sirva para justificar o não-cumprimento dos prazos estabelecidos na documentação contratual.

2.8

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Laboratórios - Exames e Testes E-AAA.02

1.

REQUISITO Os laboratórios que realizarem os exames e testes de materiais e equipamentos deverão estar credenciados pelo INMETRO - Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial, órgão subordinado ao Ministério da Indústria e Comércio e integrante do SINMETRO - Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial.

2. 2.1

VERIFICAÇÃO Compete ao CONSTRUTOR apresentar à FISCALIZAÇÃO o "Certificado de Credenciamento", atualizado, expedido pelo INMETRO, sem o que poderá a finalização considerar inaceitáveis os resultados dos exames e testes realizados por iniciativa do CONSTRUTOR A apresentação do certificado que se reporta o item precedente será efetuada antes da realização dos testes e exames ou, guando muito, concomitantemente com os resultados desses exames e testes.

2.2

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Abrasivos E-ABR.01

1. 1.1

ABRASIVOS PARA PISOS ANTIDERRAPANTES Os abrasivos empregados, quer por incorporação às argamassas e mesclas diversas, quer por esparzimento na superfície de pavimentações, poderão ser dos tipos relacionados nos itens a seguir. CARBORUNDUM Sob esta denominação comercial corrente será designado o Carboneto de Silício (SiC) em cristais de granulometria apropriada.

1.2

1.3

ÓXIDO DE ALUMÍNIO Será constituído por cristais de alumina, de granulometria adequada, não sendo conveniente o uso de material de cor branca, indicadora de grande pureza.

1.4

FITAS ANTIDERRAPANTES Vide E-ANT.01.

1.5

LIMALHAS DE FERRO Serão constituídos por limalhas de granulometria adequada aglutinadas por resinas epóxicas, aplicadas em sulcos abertos na pavimentação, com discos de corte.

2. 2.1

ABRASIVOS PARA ESMERILHAMENTO OU ACABAMENTO Os abrasivos usados para aperfeiçoamento, esmerilhamento, lixamento ou polimento, quer aplicados em pó, quer integrados a pedras de esmeril serão, conforme a necessidade, especificados para cada caso particular. Além dos tipos definidos, serão fixadas as seguintes denominações comerciais. POTÉIA Designação usual de óxido de estanho, finamente pulverizado.

2.2 2.2.1

2.2.2

SAL DE AZEDAS Ácido oxálico granulado.

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Acetato de Polivinila – PVA Emulsões e Soluções E-ACE.01

1.

EMULSÕES As emulsões de acetato de polivinila, para efeito desta Especificação, são dispersões aquosas estáveis, de polímeros ou copolímeros de monômero PVA, obtidas por processo de polimerização em emulsão.

2.

SOLUÇÕES As soluções de acetado de polivinila, para efeito desta Especificação, são soluções orgânicas, de polímeros ou copolímeros do monômero PVA, obtidas por polimerização em solução.

3. 3.1

APLICAÇÕES ADJUVANTES Conforme E-ACE.02.

3.2

COLAS Conforme E-ACE.03.

3.3

TINTAS Conforme E-TIN.01.

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Acetato de Polivinila – PVA Adjuvantes E-ACE.02

1.

DEFINIÇÃO Os adjuvantes de acetato de polivinila, para incorporação nas argamassas, são constituídos por emulsões conforme definido na E-ACE.01.

2.

FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por. • • • • • • Ciplak - Indústrias Químicas Ltda., sob a marca "Fixol"; Denver Indústria e Comércio Ltda., sob a marca "Denverfix"; Hey'Di do Brasil Impermeabilizações Ltda., sob a marca "Emulsão Adesiva Hey'di KZ"; Montana S.A. Indústria e Comércio, sob a marca "Monta Fix"; Otto Baumgart Indústria e Comércio S.A., sob a marca "Bianco"; Rhodia S.A., sob a marca "Rhodopás 012-D".

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Acetato de Polivinila - PVA Colas E-ACE.03

1.

DEFINIÇÃO As colas de acetato de polivinila, para fins diversos. são constituídas por emulsões e soluções, conforme definido na E-ACE.01.

2

FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • Alba Química Indústria e Comércio Ltda., sob as marcas "Cascorez", para montagem de móveis e "Cascorez Extra", para tacos e parquês. Henkel S.A. Indústrias Químicas, sob a marca "Ponal" para colagem de compensado, aglomerado, madeira maciça, tacos e parquês. Rhodia S.A., sob as marcas "Rhodopás-501 D" (emulsão) para tacos e carpetes, "Rhodopás-508 D" (emulsão) para azulejos e cerâmicas e "Ligaforte" (solução) para carpetes.

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aço Concreto Armado E-ACO.01

1.

NORMAS As barras e fios de aço destinados a armaduras de concreto armado obedecerão à EB3/85 - Barras e fios de aço destinados a armaduras para concreto armado (NBR-7480).

2.

CONDIÇÕES GERAIS Para aceitação dos lotes de aço, o PROPRIETÁRIO exigirá a execução, pelo menos, dos ensaios de dobramento (item 6.2 da EB-3/85) e de tração (item 6.8.1 da EB-3/85). As condições de aceitação do lote seguirão as recomendações preconizadas no item 7 do referido normativo. 3. CARACTERÍSTICAS DE FIOS E BARRAS

Bitola

Massa p/ un. de comprim. e tolerância (kg/m) Massa mínima (10%) 0.141 0.233 0.354 Massa mínima (6%) 0.0586 0.0929 0.147 0.233 0.370 0.586 0.929 1.47 2.33 3.70 5.86 9.29 Massa exata 0.0624 0.0988 0.157 0.248 0.393 0.624 0.988 1.57 2.48 3.93 6.24 9.88 Massa máxima (6%) 0.0661 0.105 0.166 0.263 0.417 0.661 1.05 1.66 2.63 4.17 6.61 10.50

Valor nominal p/ cálculo

Fios

Barras

Área da seção (cm²) 0.080 0.125 0.200 0.315 0.50 0.80 1.25 2.00 3.15 5.00 8.00 12.50

Massa p/ unid.de comprim. 0.0693 0.100 0.160 0.250 0.40 0.63 1.00 1.60 2.50 4.00 6.30 10.00

Perím. (cm) 1.00 1.25 1.60 2.00 2.50 3.15 4.00 5.00 6.30 8.00 10.00 12.50

3.2 4 5 6.3 8 10 12.5 5

-

6.3 8 10 12.5 16 20 25 32 40

A massa exata corresponde ao produto do valor da área exata definida pela série de Renard, por 7,85 kg/dm³.

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continuação

E-ACO.01

4.

PROPRIEDADES MECÂNICAS EXIGÍVEIS DE BARRAS DESTINADOS A ARMADURAS DE CONCRETO ARMADO

E

FIOS

DE

AÇO

Categoria

Ensaio de tração (valores mínimos) Resist. Carac. de escoamento fyk (MPa) (A) Limite de resist. fyk (MPa) (B) Along. em 10@ (%) p/ aço cl. A 48 10 8 (C) p. aço cl. B 8 6 5

Ensaio de dobr. a 180° Diâm. do pino (mm) @<20 2@ 3@ 4@ 5@ (D) @>=20 4@ 5@ 6@

Aderência Coef. de conform. superfic. mín p/@>10 nb

Dist. da categoria Cor

CA-25 CA-40 CA-50 CA-60

250 400 500 600

1.20 fy 1.10 fy 1.10 fy 1.05 fy (E)

1.0 1.2 1.5 1.5

amarela vermelha branca azul

A) Valor característico do limite superior de escoamento: LE ou ???? da MB-4/77 Material metálico - determinação das propriedades mecânicas a tração (NBR-6152) ou fy da NB-l/78 - projeto e execução de obras em concreto armado (NBR-6118) (B) O mesmo que resistência convencional à ruptura ou resistência convencional à tração, conforme M(B-4/77 (NBR-6152), o símbolo LR ou ????; (C) Bitola, definida em 3,4; (D) As barras de bitola @>=32 das categorias CA-40 e CA-SO devem ser dobradas sobre pinos de 8@ (em mm) (E) fst mínimo de 660 MPa.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

Capital Federal.1 DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. será considerado aço para perfilados destinados à execução de estruturas de aço todo ferro forjável sem necessidade de tratamento. 1.02 1. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-782/85 EB-1742/86 MB-4/77 MB-5/88 NB-14/86 NB-143/67 PB-347/79 PB-348/78 Elementos de fixação dos componentes das estruturas metálicas (NBR9971) Aços para perfis laminados. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .ensaio de dobramento semi-guiado (NBR-6153) Projeto e execução de estrutura de aço de edifícios .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aço Estrutura Metálica E-ACO.01. usados em estruturas fixas (NBR-9763) Material metálico . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. chapas grossas e barras.Proibida a reprodução sem autorização. II e III. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. especificado na E-ACO.determinação das propriedades mecânicas a tração (NBR-6152) Produto metálico .método dos estados limites (NBR-8800) Cálculo de estruturas de aço constituídas por perfis leves. Perfis estruturais de aço. Partes I. que satisfaça às especificações constantes dos normativos relacionados a seguir. formados a frio (NBR-6355) Perfis estruturais soldados de aço (NBR-5884) 2. convindo não confundir esse tipo de aço com o aço destinado ao concreto armado. sob o número 218504 .

sulfato cúprico .determinação da suscetibilidade ao ataque intergranular com ácido nítrico (NBR-7410) Aço inoxidável austenítico ao molibdênio . níquel.classificação por composição química (NBR-5601). Produto plano laminado de aço inoxidável . Para atender a determinadas condições de trabalho. as ligas poderão conter. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-1402/83 EB-1409/83 EB-1511/89 MB-1677/82 MB-1678/82 MB-1679/82 MB-1680/82 Peças fundidas de aço inoxidável e de outras ligas resistentes à corrosão para uso geral (NBR-8092) Peças fundidas de aço inoxidável e de outras ligas resistentes ao calor para uso geral (EBR-8093) Produtos planos de aço inoxidável para aplicações estruturais (NBR8579).determinação da suscetibilidade ao ataque intergranular com ácido oxálico (NBR-7408).seleção (NBR-6847). Aço inoxidável . sob o número 218504 .determinação da suscetibilidade à corrosão por pite e por frestas em solução de cloreto férrico (NBR-7546) Elementos de fixação de aço inoxidável e aço resistente à corrosão (NBR-10065).embalagem e marcação (NBR-9764) MB-1681/82 MB-1698/82 NB-320/87 NB-602/78 PB-354/88 PB-578/80 PB-581/90 PB-1210/85 PB-1273/86 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.ácido sulfúrico (NBR-7412) Aço inoxidável e ligas similares . NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. considerando-se como tais as ligas contendo mais de 10% de cromo e menos de 0. Aço inoxidável . Capital Federal. titânio e molibdênio. Aço inoxidável . entende-se por aço inoxidável o aço constituído por liga de alto teor de cromo e baixo teor de carbono. Aços inoxidáveis e aços resistentes ao calor .ácido sulfúrico (NBR-7409).ácido fluorídrico (NBR-7411).2% de carbono. Aços inoxidáveis .determinação da suscetibilidade ao ataque intergranular com ácido nítrico . DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. 2. Produtos planos de aço inoxidável .03 1.determinação da suscetibilidade ao ataque intergranular com cobre .Proibida a reprodução sem autorização. Propriedades mecânicas de produtos planos de aço inoxidável (NBR6666). colômbio. ainda.tratamento térmico (NBR-6214).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aço Inoxidável E-ACO. Aço inoxidável . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.série padronizada (NBR-9246).determinação da suscetibilidade ao ataque intergranular com sulfato férrico . II e III. Partes I. Aço inoxidável .

3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização. será empregado.2 3.13% de carbono. de preferencia o colômbio ou o titânio.continuação E-ACO. tais como cloreto e outros sais halóides. Na hipótese de temperatura elevada. serão adicionados elementos ditos estabilizadores. contendo mais de 16% de cromo e de 6% de níquel e menos de 0. Capital Federal. serão usadas ligas do tipo 16-6. 3. isto é. Para os casos de agentes particularmente agressivos. O teor de titânio será 5 vezes superior ao de carbono e. sob o número 218504 . O teor de colômbio será 10 vezes superior ao de carbono e.4 a 0. o tipo 18-8. no mínimo.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Para os casos em que se fizer necessária maior resistência à oxidação e à corrosão. Partes I. II e III.8%. de 0. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. no mínimo de 0. no mínimo.7 a 1%. 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.03 3. ou mais ricas.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 5 FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • Cia. de baixo teor de carbono. Partes I. sendo o tipo A ou Comum para uso geral e o tipo C ou Especial para uso em condições mais severas ou guando se desejar maior duração da chapa. como no caso de calhas de águas pluviais. sob o número 218504 . 3. 3.1 3.5 4.3 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O aço-base das chapas zincadas será de baixo teor de carbono. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aço Zincado . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização. DEFINIÇÃO Esta Especificação considera chapa zincada (CE) a chapa fina de aço. O revestimento de zinco suportará um dobramento da chapa a 180 sem que haja ocorrência de fissura ou esfoliação da camada protetora. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-167/81 EB-649/81 PB-315/81 Chapas de aço-carbono zincadas pelo processo semicontínuo de imersão a quente (NBR-7005) Chapas de aço-carbono zincadas pelo processo continuo de imersão a quente (NBR-7008).04 1. 2.4 3. Siderúrgica Nacional. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.COSIGUA. com adição de cobre. II e III. conforme EB-167/81 (NBR-7005) PADRÕES As chapas zincadas poderão ser lisas ou corrugadas.Chapas E-ACO.2 3. Chapas de aço-carbono zincadas pelo processo de imersão a quente requisitos gerais (NBR-7013) 3. Cia. conforme EB-187/81 (NBR-7005). constatáveis à vista desarmada. O aço das chapas suportará dobramento transversal a 180 sem que haja ocorrências de trincas na face externa do corpo de prova. revestida em ambas as faces com uma camada de zinco. As chapas zincadas receberão revestimento dos tipos A e C da EB-167/81 (NBR-7005). Siderúrgica da Guanabara . as chapas zincadas serão produzidas com aço de composição química modificada. Capital Federal. No caso de condições corrosivas mais severas. aplicada por imersão da chapa em banho de metal fundido ou por eletroposição.

resistência a pancadas de chuva: após 90 minutos. 2.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS São as seguintes as características técnicas dos calafetadores acrílicos: • • • • • • • • resistência ao fluxo. calafetadores ou selantes acrílicos são os produtos obtidos pela polimerização de derivados acrílicos. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. DIN 52454. Partes I. 2. após 8 semanas: 10 e após 12 semanas: 17. principalmente dos ésteres do ácido acrílico e do ácido metacrílico.. Texsa Brasileira Ltda. dureza Shore A. resistência de ruptura: 11. perfil A. sob o número 218504 ... sob a marca "Durolastic Acrílico".5 N/cm². integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. DIN 53505: 19. sob a marca "Denverplast". alongamento até ruptura.Proibida a reprodução sem autorização. variação de volume. Otto Baumgart Indústria e Comércio S.3%. temperatura ambiente: inferior a 0. DIN 53504: 658%. Wolf Hacker & Cia. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • Denver Indústria e Comércio Ltda.8 N/cm² e 150%: 1. sob a marca "Vedacril".A.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Acrílico Calafetadores/Selantes E-ACR. DIN 52455: 50 e 100%: 1.9 N/cm². aderência/alongamento. DIN 53505: após 4 semanas: 7. norma alemã para massas elásticas de vedação. 2.2 3. II e III.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Os selantes acrílicos deverão satisfazer à DIN 18540.01 1. capacidade de recuperação DIN 52458 em 3 horas: 51%. Ltda.5 mm. Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob a marca "Sela Junt".

. "Colorcoat 100" e "Line Paint" (tinta para demarcação).03 1.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Sika S. apresentada em várias cores. Possui consistência pastosa ou de tinta... Denver Indústria e Comércio Ltda. sob a marca "Vedapren Branco" (impermeabilizante para cobertura). sob o número 218504 .. ou acrílica. Hey'Di do Brasil Impermeabilizações Ltda.. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização. é uma emulsão concentrada com materiais minerais e pigmentos inorgânicos. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A emulsão de acrílico. sob as marcas “Colarcoat 200". sob a marca "Igolflex Branco".A. 2. Partes I.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Acrílico Emulsão E-ACR. "Coberit Tráfego" (tinta para demarcação). sob a marca "Tintacryl" e "Hey'Dicryl". sob a marca "Denvercril". FABRICANTES/PRODUTOS • • • • • • • Chevron do Brasil Ltda. Ltda. Otto Baumgart Indústria e Comércio S. Wolf Hacker & Cia. II e III. Texsa Brasileira Ltda.. sob a marca "Impercryl" Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob a marca "Acril-Texsa" e "Texas-Laje"..

Proibida a reprodução sem autorização. sob a marca "Azulit Acril". FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • Matsica . CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Produto formulado à base de resina acrílica e de reticuladores que influenciam a catálise e a polimerização. Wolf Hacker & Cia..A. Texsa Brasileira Ltda.04 1.. Capital Federal. sob a marca "Pavicril" ref.5 MPa.5 a 5. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I. Sika S. sob o número 218504 . 415. 2. com resistência de aderência de 3. aumenta a aderência das argamassas..Indústria e Comércio de Materiais Sintéticos para Construção Ltda. Ltda. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. sob a marca "Plastop-Graut". sob a marca "Sika-Fix".MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Acrílico Ligantes E-ACR. II e III. 3. ligante acrílico é o produto que.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. adicionado à água de amassamento. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

Telafix Indústria e Comércio Ltda. sob a marca "Vedacril". em geral pó de mármore. com pó de mármore como agregado.Proibida a reprodução sem autorização. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • • Glasurit do Brasil Ltda. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Produto formulado à base de resina acrílica e agregado. é o produto destinado a obturar trincas. DEFINIÇÃO Vedante acrílico. sob a marca "Tapatrinca". sob a marca "Selatrinca".05 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. para efeito desta Especificação.. sob o número 218504 .. 6380.A. 3. sob a marca "Sika Top 107".A. Partes I. Texsa Brasileira Ltda.. 2.. sob a marca "Selajunt" Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Otto Baumgart Indústria e Comércio S. fendas e rachaduras.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Acrílico Vedantes E-ACR. II e III. Capital Federal. Sika S. de elasticidade permanente.. ref.

para azulejo sobre azulejo.determinação da densidade (NBR8916).determinação do teor de cinzas (NBR9224).determinação do ponto de amolecimento . rigorosamente. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob a marca "Rhodopás-508 D". SELEÇÃO DE EMPREGO A seleção dos adesivos será procedida considerando-se a finalidade de sua aplicação. Sobre adesivo estrutural. Rhodia S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . CERÂMICAS E MÁRMORE • • • • Otto Baumgart Indústria e Comércio S.01 1. Adesivos de fusão . O seu emprego obedecerá. Capital Federal. Ramires & Cia.determinação da densidade relativa (NBR-9683).determinação do teor do sólidos (NSR-8877). NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: MB-2088/84 MB-2098/84 MB-2279/85 MB-2280/85 MB-2281/85 MB-2282/85 MB-2398/85 MB-2399/85 MB-2537/86 MB-2538/86 Adesivos à base de elastômeros . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. vide E-EPO. Adesivos à base de elastômeros . para a colagem de mármore. 2.2 3. Adesivos de base elastomérica . Adesivos à base de elastômeros . para as seguintes colagens: 3.. Ltda.determinação do tempo de escoamento através do copo DIN (NBR-9223). Usina Fortaleza Indústria e Comércio de Massa Fina Ltda.. sob a marca "Iberê".A.determinação da viscosidade Brookfield (NBR-9277). Adesivos à base de elastômeros . Adesivos de fusão e selantes ..02. Adesivos de fusão . FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego dos produtos fabricados pelas firmas a seguir relacionadas.determinação da viscosidade (NBR-9393).determinação do tempo em aberto (NBR-9684). às recomendações do respectivo fabricante.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Adesivos E-ADE.anel e bola (NBR-9424). II e III.1 AZULEJOS. sob a marca "Brancol". para colagem de azulejos. 2. sob a marca "Over Coll".. Partes I.A.1 2. Adesivos à base de elastômeros . Adesivos à base de elastômeros .Proibida a reprodução sem autorização.determinação do tempo de escoamento através do fluxômetro de pressão (NBR-9278). sob o número 218504 .

II e III. Henkel S.A. sobas marcas "Artekarpet 301" (secagem rápida). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Pisos de Borracha e Plásticos Ltda. 3.. 3. sob as marcas "Ligaforte" e Rhodopás-501 D".. sob as marcas "PVArte 103" e "PVArte 112".4 FIBROCIMENTO E MADEIRA • Artecola Indústrias Químicas Ltda... para locais não sujeitos a molhaduras freqüentes. Formilam Indústria e Comércio Ltda. 3. "Artekarpet 301-M (Secagem média) e "Artekarpet 307". 3.2 CARPETES • • • Artecola Indústrias Químicas Ltda.. Química Industrial de Laminados. sob a marca "Flexofix PF".8 PLACAS DE VINIL E DE VINIL-AMIANTO • • Alba Química Indústria e Comércio Ltda. Plurigoma . para locais sujeitos a molhaduras freqüentes.01 3. Cia. Sika S. sob as marcas "PVArte 103" e PVArte 112". sob a marca "Igol 2".. sob a marca "Formicola".A..3 ESPELHOS • Brascola Ltda. Capital Federal.A. Tecno-Fogo. Brascola Ltda. emulsão de asfalto.. sob a marca "PVArte 103". Otto Baumqart Indústria e Comércio S..Proibida a reprodução sem autorização.5 LAMINADOS PLÁSTICOS E CHAPAS DE FIBRA DE MADEIRA • • • • Artecola Indústrias Químicas Ltda. sob a marca "Formicola".6 MADEIRA X MADEIRA • Artecola Indústrias Químicas Ltda.. sob a marca "PVArte 431". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.99". para locais sujeitos a molhaduras freqüentes. sob o número 218504 .. cola de contato sob a marca "Brascoplast BX.9 PLACAS DE ESPUMA DE POLIURETANO E DE POLIESTIRENO (EXPANDIDO E EXTRUDADO) • • • • Artecola Indústrias Químicas Ltda. Indústrias Químicas. Rhodia S.7 PLACAS DE BORRACHA SINTÉTICA • • • Alba Química Indústria e Comércio Ltda. sob a marca "Plurigoma". sob a marca "Cola TF C". 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 3. sob a marca "Brascoplear CE 5575 N". Química Industrial de Laminados.A. de base de resinas sintéticas. 3.A.continuação E-ADE. sob a marca "Cascola". sob a marca "Fixopor".. Cia. Partes I. sob a marca "Cola de contato marca Fórmica". sob a marca "Patex Extra". ... sob as marcas "Cascola" e "Cascopox". Fademac S.

3.continuação E-ADE.99".01 3. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. sob a marca "ICE 938". sob as marcas "Fixotac" e "Fixotac Branco". sob a marca "Metylan Vinílico".A. cola de contato sob a marca "Brascoplast BX..10 PLACAS DE CORTIÇA E FILME VINÍLICO • • Brascola Ltda.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.12 TACOS E PARQUÊS • • • Artecola Indústrias Químicas Ltda. Otto Baumgart Indústria e Comércio S. Henkel S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III.. cola à base de policloropreno. Capital Federal. 3. Rhodia S.11 PLACAS DE POLIETILENO (EXTRUDADO/EXPANDIDO) • Brascola Ltda. sob as marcas "PVArte 103" e "PVArte 111". sob as marcas "Rhodopás-501 D" e "Colataco". Indústrias Químicas..Proibida a reprodução sem autorização.A. sob o número 218504 .A. Partes I.

o endurecimento ou a pega. 2. tais como a trabalhabilidade. Normas e Classificação E-ADI.Proibida a reprodução sem autorização.3 O uso de normativos estrangeiros fica condicionado a justificativas e à aprovação do PROPRIETÁRIO A utilização e dosagem dos aditivos seguirão rigorosamente às recomendações do fabricante. Tipo PA : Aditivo Plastificante Acelerador. 3.01 1. adicionadas ao concreto. DEFINIÇÃO Aditivos para concreto são substâncias de ação química. Tipo PR : Aditivo Plastificante Retardador. 3. Tipo SPA: Aditivo Super Plastificante Acelerador. Capital Federal.4 Será exigido o atendimento aos requisitos de desempenho preconizados pela EB-1763/92.2 3.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aditivos Concreto Definição. NORMA Os aditivos para concreto de cimento Portland obedecerão ao disposto na EB-1763/92 Aditivos plastificantes (redutores de água) e modificadores de pega para concretos de cimento Portland. Tipo lAR: Aditivo Incorporador de Ar. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 . física ou físico-química que. Tipo A : Aditivo Acelerador. 3. Tipo SP : Aditivo Super Plastificante. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 3. modificam certas características do produto.1 CLASSIFICAÇÃO A ABNT adota a seguinte classificação: Tipo P : Aditivo Plastificante. Tipo R : Aditivo Retardador. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I. II e III. cujos resultados referem-se a concretos preparados com cimento Portland comum. conforme quadro abaixo. Tipo SPR: Aditivo Super Plastificante Retardador.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .010 0. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Sika S.010 0.030 % (máxima) 100 90 90 100 100 90 100 100 100 Mudança de comprimento NB-1401 135 135 135 135 135 120 135 135 135 < 0.010 0.continuação E-ADI. sob o número 218504 .0 SP 12 12 -1:00 +1:30 -1:00 +1:30 140 125 115 110 100 110 3:30 125 125 115 110 100 110 150 125 125 100 100 100 120 +3:30 -3:30 -1:00 SPR 12 +1:00 SPA 12 -1:00 -1:00 +1:30 -1:00 +1:30 110 110 110 110 100 Exsudação de água no máximo (%) (ASTM C 232) 12 h Resistência à compressão (% mínima) (MB-3) 3 dias 7 dias 28 dias 90 dias 180 dias (opcional) Resistência à tração por compressão diametral (MB-212) ou tração por flexão (MB-3483) 3 dias (%) m í n i m a 7 dias 100 90 100 100 100 90 100 100 110 28 dias >= 0.A.A. máximo) 0.Proibida a reprodução sem autorização.010 0. Indústria e Comércio. Capital Federal..006 0.010 0.010 0. Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.010 4.A. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admite o emprego dos produtos fabricados por: • • • • Montana S. II e III.030 % (aum.. Wolf Hacker & Cia.010 0. Otto Baumgart Indústria e Comércio S. Partes I.01 PROPRIEDADES Redução de água (% mínima) no mínimo Tempos de pega (h:min) (MB2665) início não mais que no mínimo fim não mais que 6 - TIPOS DE CIMENTO P +1:00 R -1:00 A PR 6 +1:00 PA 6 ± 1:0 0 IAR +1:15 +3:30 -3:30 -1:00 +3:30 -3:30 -1:00 -1:30 +1:15 3:30 90 90 90 90 90 125 100 100 90 110 +3:30 110 110 110 110 100 125 110 110 110 100 90 90 90 90 90 +1:30 2.

Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . ou pastilhas de argamassa. FABRICANTES Admite-se o emprego de distanciadores fabricados por: • Homerplast Indústria e Comércio de Plásticos Ltda. para posicionamento dos vergalhões das armaduras de concreto armado.1 1. sob o número 218504 . 1. de forma a assegurar sua perfeita integridade. serão do tipo "clips" plásticos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I.Proibida a reprodução sem autorização. II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. A distância entre os afastadores deverá ser compatível com o peso das armaduras que suportam. Os afastadores plásticos deverão garantir o recobrimento previsto no projeto estrutural.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os afastadores ou distanciadores.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Afastadoras de Armadura E-AFA.01 1. 2.

dentre eles a desidratação.. superpondo-se as camadas. APLICAÇÃO Será efetuada com o uso de pulverizador de baixa pressão. Otto Baumgart Indústria e Comércio S. Capital Federal.3 3.01 1.1 2. O início da aplicação ocorrerá logo após a segregação da água. sendo indispensável homogeneizar o agente cuidadosamente antes de vertê-lo no aparelho. sob a marca "Protesol Branco". desloca-se rapidamente o pulverizador em direções cruzadas. bem como a proteção pelo período de no mínimo 7 dias. Ltda. II e III. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A. 2. DEFINIÇÃO Película química aplicada sobre a superfície do concreto fresco. Partes I. Proporciona processo de cura sem interrupção. sob a marca "Curing".A. observando rigorosamente as recomendações dos fabricantes. 2.Proibida a reprodução sem autorização. evitando a formação de fissuras e favorecendo o desenvolvimento das resistências mecânicas. Sika S. sob o número 218504 .. visando sua proteção contra agentes prejudiciais. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Agente Cura E-AGE. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • • Montana S.. Indústria e Comércio. Texsa Brasileira Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob a marca "Hidrosol". sob a marca "Antisol".. Wolf Hacker & Cia.2 2. Para obtenção de uma película continua. sob a marca "Flexcuresol".A.

Após a aplicação. Sika S. PROPRIEDADES O agente protetor de fôrmas apresentará as seguintes propriedades: • • • • • evitar a aderência entre a fôrma e o concreto. sob a marca "Desform". 2. Partes I. sob a marca "Desmoldante Montana".. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Texsa Brasileira Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 15 ou 20 partes de água.Indústrias Químicas Ltda. Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda. Aplica-se a emulsão sobre a fôrma antes da colocação das armaduras.3 4. Indústrias Madeirit S. aparelhada ou não.02 1. Montana S.. sob a marca "Repelmod M". facilitar a obtenção de superfícies aparentes de bom aspecto. sob a marca "DesMad". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 3.1 3. sob o número 218504 . até obter líquido de cor homogênea. no mínimo.A. para ser emulsionada em água no momento de seu emprego... Capital Federal. sob a marca "Desmol". sob a marca "Reebol WB". agitando-se bem. Ltda. conforme recomendação do fabricante. ou metálicas.. sob a marca "Separol". Otto Baumgart Indústria e Comércio S. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • • • • • • Ciplak . APLICAÇÃO Dilui-se 1 parte do produto em 10.A.. Wolf Hacker & Cia. não manchar o concreto.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Agente Protetor de Fôrmas E-AGE. ser aplicável em fôrmas de madeira. 3. sob a marca "Desmoldante Ciplak". II e III. conservam-se as fôrmas abrigadas de chuva.Proibida a reprodução sem autorização. 4 horas antes da concretagem. Foseco Industrial e Comercial Ltda. facilitar a desmoldagem. sob a marca "Desmoltex". Indústria e Comércio. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Composição oleosa.2 3.A. fina...A.

2 CIMENTO PORTLAND • • • • • • • branco. DEFINIÇÃO Para os fins desta Especificação.3 GESSO • • • calcinado. 2. pastas. comum.01 1. hidratada.Proibida a reprodução sem autorização. alta resistência inicial. Capital Federal.1 TIPOS CAL • • virgem. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. para estuque. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2. alta resistência a sulfatos.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aglomerantes Definição e Tipos E-AGL. 2. II e III. 2. pozolânico. argamassas e concretos. alto forno. Partes I. para revestimento. sob o número 218504 . moderada resistência a sulfatos e moderado calor e hidratação. aglomerantes são os elementos ativos usados na confecção de mesclas.

do qual o constituinte principal é o óxido de cálcio ou o óxido de cálcio em associação natural com o óxido de magnésio.determinação da estabilidade (NBR9205).determinação da finura (NBR-9289). 1.2 2. resíduo de extinção. sob o número 218504 . Cal virgem e cal hidratada .2. Partes I. 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cal hidratada para argamassas .1. principal constituinte para argamassa tipo "C" (comum) NORMAS Os métodos de ensaio para verificação das características referidas são os estabelecidos na E-57 (Especificação de cal virgem para construção) do IPT e nas normas da ABNT referentes à matéria. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. com especial atenção para as relacionadas a seguir: EB-153/86 MB-266/72 MB-341/67 MB-342/67 MB-2331/85 MB-2332/85 MB-2333/85 MB-2351/85 MB-2352/85 MB-3058/89 Cal hidratadas para argamassas (NBR-7175). ainda.retirada e preparação de amostra (NBR5471). máximo: 12%.1 1.02 1. Cal virgem e cal hidratada .2.2 1. 1.determinação da retenção de água (NBR-9290). máximo: 15%.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS CAL VIRGEM Material calcinado.determinação do resíduo de extinção (NBR-6472). Cal hidratada para argamassas . Constituída essencialmente de hidróxido de cálcio e de magnésio. Cal virgem .determinação da plasticidade (NBR9206). principais constituintes da cal hidratada para argamassa tipo "E" (especial). de uma mistura de hidróxido de cálcio e de magnésio e óxido de magnésio. capaz de extinguir-se com água. A cal virgem aérea não hidratada apresentará as seguintes características: • • • perda ao fogo. em relação aos compostos não voláteis: 88%. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .determinação da capacidade de incorporação de areia no plastômero de Vo55 (NBR-9207). CaO + MgO. Cal hidratada para argamassas .Proibida a reprodução sem autorização. ou.1.1 1. Cal . Cal hidratada para argamassas . Cal hidratada para argamassas .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aglomerantes CAL E-AGL.determinação do tempo de extinção (NBR-10791). Capital Federal.análise química (NBR-6473).1 CAL HIDRATADA (EXTINTA) Pó seco obtido pelo tratamento da cal virgem com água em quantidade suficiente para satisfazer à afinidade química. II e III. consideradas as condições em que se processa a hidratação.

II e III.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.02 3.continuação E-AGL.Proibida a reprodução sem autorização. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 . Capital Federal. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por.. Partes I.A. • • • • Campical Indústria e Comércio de Cal Ltda. Cobrascal Indústria de Cal Ltda. Purakal Comércio de Cal e Materiais de Construção Ltda.. Ical Indústria de Calcinação S.

1. sob o número 218504 .processos de arbitragem para determinação de dióxido de silício. Os principais tipos de cimento são os discriminados nos itens a seguir. II e III. que é produzido a partir da fusão de uma mistura de calcário e bauxita.determinação de óxido de cálcio livre (NBR-5748).Proibida a reprodução sem autorização.disposições gerais (NBR-5740). são os dos tipos comum (nas modalidades CP-25. Partes I. Cimento Portland . contendo a marca de conformidade da ABCP. Constituídos principalmente de clínquer tipo Portland. CP-32 e CP-40). Cópia fiel da Edição impressa em 1995.determinação de anidrido sulfúrico (NBR-5745). Cimento Portland . Cimento Portland de moderada resistência a sulfatos (MRS) e cimento Portland de alta resistência a sulfatos (ARS) (NBR-5737). Cimento Portland de alto-forno (NBR-5735). Cimento Portland .extração e preparação de amostras (NBR-5741).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aglomerantes Cimento Portland E-AGL. de alta resistência inicial.2 2.determinação de resíduo insolúvel (NBR-5744). Capital Federal. óxido férrico.determinação de enxofre na forma de sulfeto (NBR5746). Cimento Portland . 1. só podendo ser aceito na obra com a embalagem e a rotulagem de fábrica intactas.1. Cimento Portland de alta resistência inicial (NBR-5733). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Análise química de cimento Portland . de moderada resistência a sulfatos e de alta resistência a sulfatos.determinação do índice de atividade pozolânica com cimento Portland pozolânico (NBR-5752) 1. Cimento Portland pozolânico (NBR-5736). Cimento Portland .1 1.determinação da área especifica (NBR-7224). Cimento Portland . Os constituídos principalmente de clínquer tipo Portland e adições ativas são do tipo pozolânico ou de alto-forno. MB-510/89 MB-511/89 MB-512/89 MB-513/76 MB-514/89 MB-515/76 MB-1153/77 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . cujo clínquer praticamente não contém óxido de ferro. Ensaio de cimento Portland (NBR-7215).determinação de perda ao fogo (NBR-5743).1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Será de fabricação recente. NORMAS São as seguintes as normas da ABNT referentes ao assunto: EB-1/88 EB-2/74 EB-208/87 EB-758/85 EB-903/85 MB-1/79 MB-11/76 MB-348/84 MB-508/73 MB-509/76 Cimento Portland comum (NBR-5732). Análise química de cimento Portland . Cimento Portland e outros materiais em pó . Cimento Portland . Pozolanas .03 1. e o aluminoso. óxido de alumínio. Os outros tipos de cimento são o Portland branco. óxido de cálcio e óxido de magnésio (NBR-5742).determinação de óxido de sódio e óxido de potássio por fotometria de chama (NBR-5747).

Cimento (NBR-7226) Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 .continuação E-AGL. Cimento Portland pozolânico . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.método de determinação de atividade pozolânica em cimento Portland pozolânico (NBR-5753).03 MB-1154/77 MB-1619/89 MB-1866/83 MB-2072/84 MB-2145/85 TB-75/69 Cimentos .determinação do calor de hidratação a partir do calor de dissolução (NBR-8809).Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cimento Portland e outros materiais em pó . II e III.análise química (NBR-8347).determinação da finura por meio de peneira 0.determinação de óxido de cálcio livre pelo etileno glicol (NBR-7227). Cimento Portland . Cimento Portland . Partes I.044 mm (número 325) (NBR-9202). Capital Federal.

tempo de pega sem retardo: 10 a 40 minutos. Capital Federal. serão adotados métodos de ensaio referidos nas normas da ASTM aplicáveis ao caso.0 MPa. devendo-se evitar quantidades superiores a 70%. O cozimento industrial feito a temperatura baixa (150 a 300°C) transforma o dütrato em hemidrato: 140°C CaSO4 .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aglomerantes Gesso E-AGL. As armaduras para peças de gesso serão galvanizadas. Bórax.8 1.Proibida a reprodução sem autorização.6 1. que naturalmente ocorre na gipsita original. sob o número 218504 . açúcar e álcool. 1. MgO. 0. Partes I.4 1. compressão: 7. 1.4 MPa. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.15 mm). a 75% passam na peneira 100 – (0.11 O gesso corrói o aço e tanto mais facilmente quanto mais água contiver em seus poros.1 GESSO CALCINADO Será obtido pela calcinação da gipsita natural .5H20 Na sua fabricação destacam-se três fases: britagem da pedra.7 1. retardadores: sulfato de sódio. A quantidade teórica de água necessária à hidratação é de 19 a 25%. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sendo que a quantidade de retardadores não deverá ultrapassar 0.5 1.2%. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . nenhum resíduo na peneira 14 – (1. Poder-se-á variar o tempo de pega pela adição de: • • aceleradores: alúmen (silicato duplo de alumínio e potássio). diminui muito a velocidade de endurecimento.41 mm). fosfato. FeO.3 1. trituração e queima. O gesso não adere bem à madeira e aos agregados lisos. Al2O3. num total não ultrapassando a 6%. caseína. apresenta pega tão rápida (entre 2 e 5 minutos) que é virtualmente inútil como material de construção. 2H20 --------> CaSO4 . A presença de impurezas. 1. em geral acompanhado de impurezas como SiO2. Maiores quantidades de água de amassamento possibilitarão o aumento do tempo de pega. gesso de Paris. II e III. CaCO3.sulfato de cálcio com duas moléculas de água. As normas da ASTM C-26-33 especificam: • • • • • • tração: 1. sulfatos de alumínio e potássio. tempo de pega com retardo: 40 minutos a 6 horas. Normalmente amassa-se o gesso com excesso de água para evitar uma pega muito rápida.2 1.5H20 + 1.9 Em caso de verificação das características gerais do gesso.04 1.10 1. O semi-hidrato puro.

O gesso apresenta bom isolamento térmico.Proibida a reprodução sem autorização.12 1. GESSO PARA ESTUQUE O material para estuques. não podendo ter função estrutural. perfuração e fixação por meio de parafusos e pregos com características especiais. Partes I. GESSO PARA REVESTIMENTO O gesso para revestimento não conterá menos de 50% de gesso calcinado. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.04 1. sob o número 218504 . O gesso para estuque terá pega compreendida entre 20 e 40 minutos de seu preparo. Capital Federal.continuação E-AGL. 70% de gesso calcinado. no mínimo. 3.13 Pela sua solubilidade. II e III. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . o uso do gesso será restrito a interiores. 2. molduras e ornatos conterá. boa proteção contra fogo e facilidade de corte.

total ausência de poros... "Viapol Presto 1". respectivamente.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os cimentos especiais com adição de substâncias especificas devem apresentar. Denver Indústria e Comércio Ltda. 1. Hey'Di do Brasil Impermeabilizações Ltda. sob as marcas "Adesol A" e "Adesol B". sob as marcas "Viaguard" e "Viafix" (pega lenta). o cimento "Fondu Lafarge". "Viapol Presto 2" e "Viapol Presto Selador" (pega rápida) e "Viaplus 1000" (pega ultra-rápida) 2. sob o número 218504 . uma vez endurecidos. respectivamente e "Cimento Impermeabilizante Hey'Di K-ll". Cópia fiel da Edição impressa em 1995. • Ciplak . II e III.. como elemento integrante de sua constituição. sendo a aplicação complementada com o uso do "catalizador C". com inicio de pega em 7 segundos e 15 minutos. Viapol impermeabilizastes Ltda. Partes I. Os cimentos especiais com inicio de pega em 7 segundos terão.. • • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Indústrias Químicas Ltda. sob as marcas "Denver Rápido" e "Denver UltraRápido" e para tamponamento. com inicio de pega em 7 segundos e 15 minutos.Proibida a reprodução sem autorização. O inicio da pega ocorrerá em 7 segundos ou 15 minutos. sob as marcas "Pó n" 1".1 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aglomerantes Cimentos Especiais E-AGL. Capital Federal. "Denver-Blitz". "Pó n 2". FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.05 1.

Areia normal para ensaio de cimento (NBR-7214). Agregado . areia fina é a areia que passa na peneira de 0. com diâmetro máximo de 1. etc.2 mm.2. retro. 2. cloreto de sódio. Agregado .Proibida a reprodução sem autorização.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Agregados Areia e Brita E-AGR.2. Pedra britada. sob o número 218504 . Agregado . 3. 3.6 mm. areia grossa é a areia que passa na peneira de 4. 3.4 mm e fica retida na de 0. grânulos tenros e friáveis.ensaio de qualidade de agregado miúdo (NBR-7221). com diâmetro máximo de 4.2.01 1.determinação de impurezas orgânicas húmicas em agregado miúdo (NBR-7220). CONDIÇÕES GERAIS Os agregados destinados à confecção de concreto serão isentos de substâncias nocivas. simplesmente.8 mm. pedrisco e pó-de-pedra para base de macadame hidráulico (NBR-7174). Pedra britada graduada e solo para base tipo macadame (NBR-7582). Cópia fiel da Edição impressa em 1995.4 mm. NORMAS As normas da ABNT atinentes ao assunto são as seguintes: EB-4/82 EB-72/58 EB-104/79 EB-1133/82 MB-7/87 MB-10/87 MB-95/87 NB-29/68 TB-18/55 Agregados para concreto (NBR-7211). tais como torrões de argila.determinação da composição granulométrica (NBR-7217). Partes I.1 AREIA CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Será quartzosa e conforme o item 2.2 3. simplesmente.2 MÉDIA Areia de granulometria média ou.8 mm e fica retida na peneira de 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal. impurezas orgânicas. 3.3 FINA Areia de granulometria fina ou. simplesmente.4 mm. 3. gravetos. Reconhecimento e amostragem para fins de caracterização de pedregulho e areia (NBR-5491).6 mm. mica.1 GRANULOMETRIA GROSSA Areia de granulometria grossa ou. areia média é a areia que passa na peneira de 2. Materiais de pedra e agregados naturais (NBR-7225). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. com diâmetro máximo de 2.

Partes I. com diâmetro variando de 19 a 38 mm. 3. as britas são classificadas em. • • • • • brita 0 brita 1 brita 2 brita 3 com diâmetro variando de 4. quando utilizada como agregado para concreto.1 4.2 4. devendo seu emprego ser restrito apenas a concretos ciclópicos. com diâmetro variando de 38 a 75 mm.2 CLASSIFICAÇÃO Comercialmente. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.01 3. para argamassa de alvenaria e de emboço será a de granulometria média. substancialmente. BRITA DEFINIÇÃO É o produto resultante da britagem artificial de cascalho. 4.1 USOS A areia para argamassa de chapisco será a de granulometria grossa.continuação E-AGR. todas as faces das partículas são oriundas do processo de britagem. pedra de mão com diâmetro acima de 75 mm. sob o número 218504 . com diâmetro variando de 9.5 a 19 mm.3 3. Capital Federal. Os ensaios de qualidade e de impurezas orgânicas serão os referidos na EB-72/68 (NBR-7174).3. II e III.Proibida a reprodução sem autorização.5 mm. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . e para argamassa de reboco será a de granulometria fina. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sendo que. A areia para concretos satisfará à EB-4/82 (NBR-7211) e às necessidades da dosagem para cada caso.3.8 a 9.

21. com o objetivo de apresentar números mais próximos da realidade.02 1. a densidade absoluta encontrada foi de 2.3 DENSIDADE APARENTE Como a densidade aparente dos materiais granulados varia conforme o método empregado na medição. 2. caixotes semelhantes aos que são usados nas obras para as dosagens em volumes das argamassas.51. saibro macio: 1.Proibida a reprodução sem autorização. para efeito desta Especificação. a rocha em decomposição que se apresenta.33 a 1.2 DENSIDADE ABSOLUTA As densidades absolutas de cada saibro foram determinadas pelo "frasco de Chapman". Para todas as variedades. Em nenhuma hipótese o saibro poderá ser utilizado como agregado para concreto. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . observando-se a técnica geral recomendada pelo IPT. sob o número 218504 . Partes I. com grãos de quartzo (areia). principalmente. II e III. As argilas presentes em cada variedade são de tipos diversos. 2. o que é denunciado pela coloração e pelos aspectos particulares de cada saibro. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. e de 31 a 32% para os saibros macios. 2.50. DEFINIÇÃO Sob a designação de saibro entende-se.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Agregados Saibro E-AGR. Capital Federal. de feldspato (muito pouca quantidade) e de argila. foram utilizados.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS TEOR DE ARGILA O teor de argila varia de 7 a 18% para os saibros ásperos. Os resultados obtidos foram os seguintes: • • saibro áspero: 1. 2. As porcentagens de argila referidas foram determinadas simplesmente por decantação.18 a 1.

Partes I. A existência de lascas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. granilite e marmorite. da qualidade que for especificada. sob o número 218504 . II e III.Proibida a reprodução sem autorização.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS GRANILHA DE MÁRMORE A granilha de mármore será constituída por mármore natural triturado. unicamente. 1. 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .03 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Agregados Granilha E-AGR. Podem ser agregadas com argamassa de cimento e areia. para atender ao aspecto decorativo.2 PAVIMENTAÇÕES Como é o caso do piso de alta resistência à abrasão. como é o caso do fulget. escamas ou fragmentos lamelares só será admitida quando em reduzidas proporções e. dolomita ou outras substâncias nocivas. recoberta com granilhas.1 UTILIZAÇÃO REVESTIMENTOS As granilhas são agregadas com resinas acrílicas. 1. 2. Capital Federal.3 COBERTURAS Como membrana asfáltica reforçada. isento de pó impalpável. 2. escamas ou fragmentos lamelares só será admitida quando em reduzidas proporções e. A existência de lascas.2 GRANILHA DE GRANITO A granilha de granito será constituída por granito triturado. 2. aplicadas com espátula metálica. isenta de pó impalpável. unicamente. para atender ao aspecto decorativo.

graduado: obedece a uma distribuição granulométrica especificada 2. sob o número 218504 .8 e 2 mm. a juízo do PROPRIETÁRIO. Reconhecimento e amostragem para fins de caracterização de pedregulho e areia (NBR-5491). o emprego de pedregulho como agregado graúdo para concreto armado. Capital Federal. pedregulho é o material natural inerte. de dimensão nominal máxima de 100 mm e de dimensão nominal mínima igual ou superior a 2 mm. UTILIZAÇÃO Será admitido. DEFINIÇÃO Conforme a TB-16/55 (NBR-7225). médio: compreendido entre 25 e 4. fino: compreendido entre 4. de forma arredondada.determinação da massa especifica. NB-29/68 TB-16/55 3. lavado: extraído de rios naturais. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.8 mm . desde que sua qualidade seja satisfatória e que as dosagens dos concretos sofram as correções necessárias. Partes I. massa especifica aparente e da absorção de água (NBR-6458). bruto: extraído de cavas. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Agregados Pedregulho . Materiais de pedra e agregados naturais (NBR-7225).Seixo Rolado E-AGR. NORMAS São as seguintes as normas da ABNT atinentes ao assunto: MB-29/84 Grãos de pedregulho retidos na peneira de 4. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. grosso: compreendido entre 50 e 25 mm. • • • • • • • muito grosso: compreendido entre 100 e 50 mm.Proibida a reprodução sem autorização.8 mm.04 1.

NORMAS A norma da ABNT atinente ao assunto é a EB-72/68 . Será igual e estritamente vedada a adição de pó-de-pedra aos rebocos pré-fabricados. pedrisco e pó-depedra para base de macadame hidráulico (NBR-7174) 3.05 1. sob o número 218504 . DEFINIÇÃO Resíduo de britamento mecânico de granito ou gnaisse. Partes I.Proibida a reprodução sem autorização.Pedra britada. ficando terminantemente proibida sua inclusão ou adição como agregado fino de concreto ou argamassa que não sejam de rebocos. será isento de argila.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Agregados Pó-de-Pedra E-AGR. Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . RESTRIÇÕES Seu uso será limitado aos rebocos. matérias orgânicas ou outras impurezas nocivas aos fins a que se destine. II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2.

e 0. no estado solto. II e III. Capital Federal. sob o número 218504 . resistente e impermeável. apresentado sob a forma de grãos arredondados de tamanhos variáveis até 2 cm de diâmetro.2 Agregado com: • • • massa especifica aparente no estado solto: 550 a 500 kg/m³. Partes I. 2.h.m/m². utilização: substitui a brita 1.°C. é 0. O coeficiente de condutibilidade térmica para o agregado. 3. possuindo a superfície vitrificada.1 TIPOS Agregado com: • • • massa especifica aparente no estado solto: a 550 kg/m³. Agregados leves para concreto estrutural. utilização: enchimento de lajes e isolante térmico. Agregados leves para concreto isolante térmico (NBR-7213).Proibida a reprodução sem autorização. tamanho variável entre 13 e 20 mm. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Agregados Argila Expandida E-AGR. 4.50 t/m³ para o agregado graúdo. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. utilização: substitui a brita 0. DEFINIÇÃO Agregado leve.4 Agregado com: • • • massa especifica aparente no estado solto: 500 a 550 kg/m³. tamanho variável entre 0 e 6 mm. 4. 4.085 kcal.75 t/m³ para o material miúdo. 4. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A massa específica aparente no estado solto varia entre 0. tamanho variável entre 20 e 30 mm. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 4. utilização: elementos de menores resistências. tamanho variável entre 5 e 13 mm.3 Agregado com: • • • massa especifica aparente no estado solto: 550 a 500 kg/m³. NORMAS Normas da ABNT atinentes ao assunto: EB-228/59 EB-229/82 EB-230/69 Agregados leves para concreto de elementos para alvenaria.06 1.

.. sob a marca "Cinasita". II e III. EFV Comercial Ltda.continuação E-AGR.06 5.Drescon Mineração Ltda.Proibida a reprodução sem autorização.A. King Comercial Ltda. Dresmim . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.. Partes I.Construção Industrializada Nacional S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 . FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • Cimasa . Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.

01. sob a marca "Montadur".Proibida a reprodução sem autorização. O consumo é de 4 kg/m². Montana S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Mistura de agregados rochosos não britados e metálicos. APLICAÇÃO Conforme P-10. e a resistência à abrasão é de 2 cm³/ 50 cm² (DIN 52108). . II e III. Capital Federal.07 1.. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • Durbeton Rio Pisos Industriais Ltda. 3. Indústria e Comércio. Grani-Torre Indústria e Comércio Ltda. sob a marca "Durbeton".A. A granulometria e os pesos específicos desses materiais serão definidos de forma a proporcionar perfeita cobertura superficial.CON.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Agregados Capeamento de Alta Resistência E-AGR. sob a marca "Granitorre". Partes I. 2. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.

durante a estação chuvosa.Proibida a reprodução sem autorização. Água . sob o número 218504 . Capital Federal. Projeto e execução de obras de concreto armado (NBR-6118). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Água . Partes I.determinação da alcalinidade .01 1. 2.determinação de cloreto . CONDIÇÕES GERAIS Presume-se satisfatória a água fornecida pela rede de abastecimento público das cidades. será providenciada decantação ou filtragem. II e III. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . NORMAS A água destinada ao amassamento de argamassas e concretos atenderá às condições prescritas nas seguintes normas: MB-1056/75 MB-1067/75 MB-1086/76 NB-1/78 Água .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Água E-AGU.método por titulação direta (NBR5752). Caso ocorra. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.método argentométrico (NBR-5759).método complexométrico (NBR-5761). uma turbidez excessiva da água.determinação da dureza .

arames. acompanhada do indispensável sufixo designativo do tipo escolhido. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Alumínio e suas ligas . "Duralumínio B". II e III.barras. grupos ternários ou mais complexos: ligas do tipo Al-Mg-Si. Al-Mn-Si.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA ALUMÍNIO PURO Será do Tipo "H" Metalúrgico. Tratamento de superfície do alumínio e suas ligas (NBR-8968). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização. Alumínio e suas ligas . inércia química ou resistência à corrosão e resistência mecânica. "Noral 322".tolerâncias dimensionais de produtos extrudados (NBR-8116).2 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. porém. conforme exemplos seguintes: "Hidumínio 66". considerados os requisitos de aspecto decorativo. etc. 2.2 As ligas a empregar em cada caso particular serão perfeitamente caracterizadas pela indicação das proporções relativas a cada componente ou pela sua designação industrial patenteada. Alumínio e suas ligas .tratamento de superfície . Alumínio e suas ligas . Al-Si e Al-Mg2Si. "Peraluman 30". 2. etc. AlCu-Si. sempre. Al-Mg.2.chapas .2. "3S".determinação da qualidade de selagem da anodização pelo método de.arames e barras (NBR-8118). Alumínio e suas ligas .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Alumínio Puro e ligas E-ALU. Capital Federal. perda de massa (NBR-9243). Alumínio e suas ligas . perfis e tubos extrudados (NBR8117).01 1 NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Alumínio e suas ligas .propriedades mecânicas de produtos extrudados (NBR-7000). Alumínio e suas ligas . serão selecionadas entre os grupos discriminados a seguir: • • grupo binário: ligas do tipo Al-Mn. sob o número 218504 .1 LIGAS DE ALUMÍNIO As ligas de alumínio. PB-986/82 PB-1018/83 TB-165/80 2.têmperas (NBR-6835).propriedades mecânicas (NBR-7823). Partes I. Al-Mg-Mn.processos e produtos (NBR-6599). Al-Mn-Mg. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: CB-32/79 CB-79/80 CB-131/85 EB-1259/81 EB-1421/83 EB-1422/83 MB-2411/85 Alumínio e suas ligas (NBR-6834). 2.

Tratamento de superfície do alumínio e suas ligas (NBR-8968). 3.tolerâncias dimensionais de produtos extrudados (NBR-8116).500/10): 48 a 68.processos e produtos (NBR-6599). Alumínio e suas ligas . É o acabamento comum obtido na extrusão de ligas duras Para ligas moles. 3. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Alumínio e suas ligas . medida em micra.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Alumínio Perfis para Serralharia E-ALU. o limite máximo de rugosidade média é de 150 RMS O acabamento que se obtém para superfícies expostas (n° 2) tem um limite máximo de rugosidade média de 100 RMS. limite de escoamento: 63 a 119 MPa.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . PB-986/82 PB-1018/83 TB-165/80 2. Alumínio e suas ligam . Alumínio e suas ligas .2 3. O acabamento mais grosseiro (n° 1) é normalmente usado em superfícies não expostas. Alumínio e suas ligas -têmperas (NBR-6835). Partes I.arames e barras (NBR-8118).determinação da qualidade de selagem da anodização pelo método de perda de massa (NBR-9243). Alumínio e suas ligas . II e III.1 ACABAMENTOS O acabamento das superfícies dos perfis é caracterizado por linhas de matriz (riscos longitudinais). Alumínio e suas ligas tratamento de superfície . Alumínio e suas ligas . haverá especial atenção para o contido nas seguintes: CB-32/70 CB-79/80 CB-131/85 EB-1259/81 EB-1421/83 EB-1422/83 MB-2411/85 Alumínio e suas ligas (NBR-6834). perfis e tubos extrudados (NBR8117). sob o número 218504 .propriedades mecânicas de produtos extrudados (NBR-7000). 3.barras.propriedades mecânicas (NBR-7823). A anodização é caracterizada pela letra "A" colocada após a RMS. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As serralharias de alumínio serão confeccionadas com perfis fabricados com liga de alumínio que apresente es seguintes características: • • • • limite de resistência à tração: 120 a 154 MPa. dureza (Brinell . arames. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.02 1.Proibida a reprodução sem autorização. só possível para ligas moles. A maior ou menor profundidade desses riscos é definida pela rugosidade média da superfície (RMS). NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.chapas . alongamento (50 mm) : 18 a 10%.

FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se que as ligas a seguir relacionadas apresentam as características exigidas: • • • • • • AFNOR.continuação E-ALU. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . liga "Al-Mg-Si 0. Capital Federal.A.Proibida a reprodução sem autorização. liga "Extrudal". Cia Brasileira de Alumínio. liga "6063". sob o número 218504 .02 4. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.5". Alumínio Industria S. liga "A-GS".A. liga "50 S": Alcoa Alumínio S. II e III. DIN. liga "50 M". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Alcan Alumínio do Brasil S. Partes I.A.

. resistência à corrosão e resistência mecânica. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A. Alcan Alumínio do Brasil S. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As cantoneiras de alumínio serão fabricadas com ligas de alumínio que apresentem bom aspecto decorativo.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III. Alcoa Alumínio S.. Formetal S. sob o número 218504 .03 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • • • Acoã . Belmetal Indústria e Comércio Ltda.. Partes I. Indústria e Comércio.Máquinas e Perfis Ltda.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Alumínio Cantoneiras E-ALU.. Capital Federal. 2. Neo-Rex do Brasil Ltda. inércia química.A..

Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal. 1.A.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Alvaiade E-ALV. É usado também como pigmento branco (vide E-COR. o sulfato de cálcio e o carbonato de cálcio. Tintas e Pigmentos. a fim de evitar o escurecimento da junta. II e III. tais como o sulfato de bário ou branco de barita.01 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob a marca "Alvaiade Globo". FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricado por: • Globo S. o sulfato de chumbo. sob o número 218504 .2 DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. 3.1 1. para rejuntamento de azulejos e outros revestimentos similares. entende-se por alvaiade o carbonato de chumbo. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Haverá particular atenção para evitar-se o uso de outros produtos apresentados como alvaiade. APLICAÇÃO A principal aplicação do alvaiade é a utilização dele como aditivo de cimento branco.01). 2.

2 2.Proibida a reprodução sem autorização. DEFINIÇÃO Esta Especificação entende por antiderrapantes os produtos em forma de tiras ou discos. Os antiderrapantes são revestidos com granilha mineral aglutinada por resina em uma das faces. 2.01 1. o emprego do antiderrapante será precedido pela aplicação de um "primer" de base de neoprene. II e III. 5-10-15-20 e 25 cm e dorso de alumínio. Apresentam características de auto-adesividade na outra face. 2. sob as marcas "Safety-Walk Uso Geral" em tiras com 5-7. Partes I. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • 3M do Brasil Ltda. em pavimentações que apresentem superfície de trânsito muito lisas.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os antiderrapantes apresentam dorso de poliéster ou de lâmina de alumínio.3 2. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. A superfície auto-adesiva protegida por um forro de papel ("liner"). "Safety-Walk Modelo Circular" com 13 cm de diâmetro e dorso de poliéster ou de alumínio. Em superfícies porosas ou úmidas. "Safety-Walk Conformable" em tiras com 5-7. 2. sob o número 218504 . e o de alumínio para superfícies irregulares.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Antiderrapantes Tiras e Discos E-ANT. Em locais sujeitos a lavagens freqüentes e em áreas externas. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .4 3.. 5-1015-20 e 25 cm de largura e dorso de poliéster. O de poliéster recomendado para uso sobre superfícies lisas. as bordas do antiderrapante serão protegidas por resina acrílica. destinados a evitar acidentes por escorregamento. inclusive madeira. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. "Selador EC-2140 3M" com "primer" de neoprene e "Vedador de Bordas EC-4475-A 3M".

sem escorrimentos. Partes I.2. sem manchas. usinagem ou acabamento. desempenadas. abaulamentos ou grânulos. esfoliações. depressões. duras. rebarbas. sem deformações e fendas. FABRICANTES Consideram-se análogos os aparelhos sanitários esmaltados fabricados por: • • Fundição Brasil S. 1. moldagem.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A louça para os diferentes tipos de aparelhos sanitários e acessórios será de grês branco (grês porcelánico).. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Metalúrgica Douat S.A.verificação do funcionamento (NBR-9160).dimensões (NBR-6500). As peças serão bem cozidas. Os esmaltes serão perfeitos. desbeiçamentos.2 1. sob o número 218504 . Capital Federal.1 1. Nas peças coloridas haverá particular cuidado na uniformidade de tonalidades das diversas unidades de cada conjunto. granulações ou fendilhamentos.2 2. Lavatório de material cerâmico de fixar na parede . Bacia sanitária de material cerâmico de entrada horizontal e saída embutida vertical . Bidê de material cerâmico dimensões (NBR-9065).1 ESMALTADAS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os aparelhos e acessórios de ferro fundido esmaltado ou de chapa esmaltada não poderão apresentar quaisquer defeitos de fundição. 2. Mictórios de material cerâmico .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aparelhos Sanitários E-APA. sempre particularizadas nas especificações pela referência "RA". 1.dimensões (NBR-6498). 2. salvo guando expressamente especificado de modo diverso. laminação.determinação da absorção de água (NBR6463).01 1.A. O esmalte será homogêneo.2 2. grânulos ou ondulações.1. As peças sujeitas a condições mais severas levarão esmalte do tipo resistente a ácidos. sonoras.dimensões (NBR6499). As arestas serão perfeitas e as superfícies de metal serão isentas de fendilhamentos. Bacia sanitária de material cerâmico . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III. bolhas e sobretudo de depressões.1. resistentes e praticamente impermeáveis.Proibida a reprodução sem autorização. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Material cerâmico sanitário .1 DE LOUÇA NORMAS São as seguintes as normas da ABNT atinentes ao assunto: EB-44/85 MB-111/85 MB-2194/85 PB-6/83 PB-7/85 PB-l0/90 PB-1165/85 Aparelhos sanitários de material cerâmico (NBR-6452). falhas.

Proibida a reprodução sem autorização. Indústria e Comércio. sob o número 218504 .01 2. Duratex S. Partes I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Ideal Standard Wabco Indústria e Comércio Ltda.Indústria Cerâmica do Paraná S. Indústria e Comércio.A. Cidamar S.continuação E-APA. II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.3 FABRICANTES Consideram-se análogos os aparelhos sanitários de louça fabricados por: • • • • • Celite S. Capital Federal..A.. Incepa .A.

barras. Arames de aço . de 1.24 mm (n° 18 SWG).arames e barras (NBR-8118).3 ARAME DE COBRE EB-319/83 EB-320/79 EB-380/82 Arames e arames achatados de ligas cobre-níquel e cobre-níquel-zinco (NBR-6630).requisitos gerais (NBR6633).01 1. sob o número 218504 . Arames e arames achatados de ligas cobre .Proibida a reprodução sem autorização. barras e arames para recalque a frio determinação da resistência ao cisalhamento (NBR-8309). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.ensaio de enrolamento (NBR-6005). Arames e arames achatados de ligas cobre-estanho (bronze fosforoso) (NBR-6631).ensaios de torção simples (NBR-6003). Arames de aço .diâmetro. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2.rebites.ensaio de dobramento alternado (NBR-6004). NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. 2. brando e galvanizado a zinco. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 ARAME DE ALUMÍNIO EB-1421/83 EB-1422/83 MB-1929/83 Alumínio e suas ligas .21 mm (n° 18 SWG).1 ARAME DE AÇO GALVANIZADO E AÇO RECOZIDO EB-777/78 MB-781/84 MB-782/84 MB-783/79 MB-785/82 PB-323/82 TB-154/82 Arame de aço de baixo teor de carbono. Arame de aço . O arame para armaduras de concreto armado será o fio de aço recozido. tolerâncias e pesos (NBR-5589).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Arames E-ARA. perfis e tubos extrudados (NBR8117). Arame de aço de baixo teor de carbono . Partes I. estirado. Alumínio e suas ligas .ensaio de tração (NBR-6207).1 1. zincado para uso geral (NBR6331). Símbolos para acabamentos de superfície de arames de aço (NBR6365). 1.65 mm (n° 16 SWG) e de 1. II e III. O arame de cobre para amarração de telhas e outros fins análogos será fio de liga de cobre. Capital Federal. preto. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: 2. arames.2 DEFINIÇÃO Arame de aço galvanizado à o fio de aço estirado. de 1. Arames de aço . 2. de bitola adequada a cada caso. Alumínio e suas ligas .

Fulget Industrial e Comercial Ltda. Grani-Mat Ltda..A.. Incomex S. Durox Materiais para Acabamentos Ltda. dimensionados granulometricamente. 1. sob as marca "Etergran Monolítico".. de forma a permitir a obtenção de argamassas compactas sem espaço vazios em sua estrutura.. fundido no local e "Etergran Marcopiso Alta Resistência"..2 COM AGREGADOS ROCHOSOS Trata-se de produto composto por agregados rochosos de alta dureza. sob o número 218504 . em placas prémoldadas de 40 x 40. capazes de constituir pisos de alta resistência a esforços mecânicos de impactos e à abrasão. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: 2. da quantidade de cimento. sob a marca "Durbeton". Partes I. Indústria e Comércio. em placas pré-moldadas de 40 x 40 x 3 cm. sob as marcas "Granidur" e "Oxicret". sob a marca "Fulget Dhur". Capital Federal. de forma a permitir a obtenção de argamassas compactas. obedecendo à curva Füller. sob a marca "Granitorre". sob a marca "Durbeton". Engenharia. • • • • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob as marcas "Korodur WH" e "Korodur PL"..A.1 COM AGREGADOS ROCHOSOS E METÁLICOS • • • • Durbeton Rio Pisos Industriais Ltda. com 3 cm de espessura. Foseco Industrial e Comercial Ltda. Montana S. Grani-Torre Indústria e Comércio Ltda. sob a marca "Nitopiso Ar". sob a marca "GT Dhur".1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS COM AGREGADOS ROCHOSOS E METÁLICOS Trata-se de produto composto por agregados metálicos de alta dureza (entre 47 e 52 na. 1...01 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Alta Resistência E-ARG.A. sob a marca "Korosthal".Proibida a reprodução sem autorização. sob a marca "Durox-Oxiduro". capazes de constituir pisos de alta resistência a esforços mecânicos e de receber acabamento polido. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Etergran Pisos Industriais Engenharia Ltda. 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. em peso. com adição de neoprene na proporção de 20%. escala Rockwell).3 COM AGREGADOS ROCHOSOS E NEOPRENE Idem item anterior..2 COM AGREGADOS ROCHOSOS • • • Durbeton Rio Pisos Industriais Ltda. Indústria e Comércio. II e III. Grani-Torre Indústria e Comércio Ltda. dimensionados granulometricamente. sob a marca "Pisodur". Montana S. 2. 2. Indústria e Comércio. sem espaços vazios em sua estrutura. 33 x 33 e 25 x 25 cm.

Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob a marca "Durocret". Wolf Hacker & Cia. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.3 Otto Baumgart Indústria e Comércio S. II e III. sob a marca "Revedur-S".01 • • • • 2. Partes I. Capital Federal. COM AGREGADOS ROCHOSOS E NEOPRENE • Incomex S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. Indústria e Comércio. sob a marca "Piso Industrial Otto".A.Proibida a reprodução sem autorização. sob o número 218504 . Ltda. sob a marca "Pisodur Elástico". Engenharia. Sika S.A. Revex Industrial e Mineradora Ltda.continuação E-ARG. sob as marcas "Sika Piso Ar" e "Sika Piso SP-7"...A..

Proibida a reprodução sem autorização. densidade 1. e "Revestimento OBE 202". O componente "B" é um pó constituído por areia de quartzo selecionada.A.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A argamassa é fornecida em 2 componentes. para superfícies horizontais. 2. sob o número 218504 . sob as marcas "Revestimento OBE 201". módulo de elasticidade dinâmica: 300.02 1. 2. caracterizada pelo seu poder impermeabilizante e resistência mecânica elevada a curto prazo (24 horas_. autonivelante. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob as marcas "Sika Top 111". tixotrópico. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Otto Baumgart Indústria e Comércio S.. cor cinza concreto e densidade 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Sintética Autonivelante E-ARG.. e "Sika Top 122". DEFINIÇÃO Por argamassas sintética autonivelante entende-se a argamassa beneficiada com polímero de alto poder adesivo e elevadas resistências químicas e mecânicas. Sika S. para superfícies verticais. Ltda. O componente "A" é um líquido de base acrílica. tixotrópico.3 3. cimento e aditivos.0. para superfícies verticais. • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Da mistura dos 2 componentes resulta uma argamassa altamente fluida. denominados "A" e "B. para superfícies verticais.000 kg/cm². resistência à flexão: 10/15 MPa. sob as marcas "Durobeton A". autonivelante. Partes I. para superfícies horizontais. As características da argamassa são as seguintes: • • • • • • trabalhabilidade: 30/60 minutos. Capital Federal.A.8 (aproximada). tixotrópico. autonivelante. cor branca leitosa.2 2. resistência à compressão: 50/60 MPa. 2. para superfícies horizontais.5 MPa. adesão ao concreto: 3 MPa. e "Durebeton 5".. Wolf Hacker & Cia. adesão ao aço: 1.

7 1. Serão preparadas quantidades de argamassa na medida das necessidades dos serviços a executar em cada etapa.em masseiras.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Usuais E-ARG. de maneira a ser evitado o início de endurecimento antes de seu emprego.4 1.9 1. sob o número 218504 .3 1. As dosagens especificadas serão rigorosamente observadas. A argamassa retirada ou caída das alvenarias e revestimentos em execução não poderá ser novamente empregada. O amassamento manual será feito sob coberta e de acordo com as circunstâncias e recursos do canteiro da obra.03 1. até conseguir-se a massa homogênea de aspecto uniforme e consistência plástica adequada. os tipos de argamassas definidos pelos seus traços volumétricos. As argamassas contendo cimento serão usadas dentro de 1 hora. não poderá ser alterada proporção entre o conjunto dos agregados e dos aglomerantes. saibro.Proibida a reprodução sem autorização. Jamais será admitida a mescla de cimento Portland e gesso. etc. De qualquer modo. primeiramente. sendo que nas argamassas contendo areia e saibro poderá haver certa compensação das proporções relativas desses materiais.).6 1. sendo expressamente vedado tornar a amassá-la.10 1. Será então disposta a mistura em forma de coroa e adicionada. a contar do primeiro contato do cimento com a água. tiverem sido lançados na betoneira ou misturados. .5 1. Capital Federal.1 1. Misturar-se-ão. para evitar-se perda de água ou segregação dos materiais. TIPOS Serão adotados. com o devido cuidado. Quando a quantidade de argamassa a manipular for insuficiente para justificar a mescla mecânica. revolvendo-se os materiais com pá até que a mescla adquira coloração uniforme.2 PREPARO E DOSAGEM As argamassas serão preparadas mecânica ou manualmente. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. os agregados (areia. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . a seco. a adição do cimento será realizada no momento do emprego. 1. Partes I.11 2. a contar do momento em que os componentes da argamassa. II e III. paulatinamente. conforme o fim a que se destinem. Será rejeitada e inutilizada toda argamassa que apresentar vestígios de endurecimento. inclusive a água. a água necessária no centro da cratera assim formada Prosseguir-se-á o amassamento. quartzo. O amassamento mecânico deve ser contínuo e durar pelo menos 90 segundos. será permitido o amassamento manual. dada a incompatibilidade química desses materiais. tabuleiros ou superfícies planas impermeáveis e resistentes. conforme tabela a seguir: 1. tendo-se em vista a variação do grau de aspereza do saibro e a necessidade de ser obtida certa consistência. o qual será de regra para as argamassa que contenham cal em pasta.8 1. Nas argamassas de cal contendo pequena proporção de cimento.

16 A. cal em pó e areia cimento.30 A. cal em pasta e areia fina peneirada cimento.4 A.Proibida a reprodução sem autorização. cal em pó e areia cimento.23 A. Partes I.22 A. cal em pó e areia cimento.5:5 1:1:2 1:1:4 1:1:6 1:2:6 1:2:8 1:2:9 1:3:5 1:3. cal em pasta e areia fina peneirada cimento.9 A.17 A.03 TIPO DE ARGAMASSA A.14 A.1 A. areia e saibro macio cimento.continuação E-ARG. com a adição de 100 kg de cimento para cada m³ de traço cimento. sob o número 218504 . areia e saibro macio cimento. II e III.32 TRAÇO 1:1 1:2 1:3 1:4 1:5 1:6 1:8 1:6 1:8 1:2:3 1:3:3 1:3:5 1:1:6 1:2:3 1:2:5 1:2:7 1:2:9 1:3 1:4 1:0.2 A. cal em pó e areia cimento.31 A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. com a adição de 100 kg de cimento para cada m³ de traço cal em pó e areia fina cal em pó e areia fina Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .8 A.25 A. cal em pó e areia fina peneirada cimento.5:4 1:6:6 1:4 1:0.18 A.27 A.15 A. cal em pasta e areia fina peneirada cimento.12 A. areia e saibro macio cimento.3 A. cal em pó e areia cimento.13 A.11 A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. cal em pó e areia cimento. cal em pasta e areia fina peneirada cal em pasta e areia. cal em pó e areia fina peneirada cal em pó e areia. cal em pasta e areia fina peneirada cimento.10 A.5 A.24 A. com a adição de 100 kg de cimento para cada m³ de traço cal em pasta e areia.7 A.26 A.29 A. Capital Federal.6 A.5 1:1 COMPONENTES cimento e areia cimento e areia cimento e areia cimento e areia cimento e areia cimento e areia cimento e areia cimento e saibro áspero cimento e saibro áspero cimento. cal em pó e areia cimento.20 A.28 A.21 A. cal em pó e areia fina peneirada cimento.19 A.

variando a proporção de areia com o tipo do emboço adotado A.continuação E-ARG. sob o número 218504 . com adição de corante mineral e impermeabilizante gesso calcinado em pó e areia gesso calcinado e areia fina peneirada.35 A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.36 1:1 1:2 a 1:4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .34 TRAÇO 1:2:5 1:0. cal em pó e areia cimento branco. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.03 TIPO DE ARGAMASSA A. cal em pasta e quartzo moído de granulometria apropriada à rugosidade desejada.Proibida a reprodução sem autorização.33 A. II e III.5:6 COMPONENTES cimento branco. Partes I. Capital Federal.

• • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . em alvenaria de vedação e blocos de vidro. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por • • Cimento Mauá S.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Pré-Fabricadas Alvenaria E-ARG. Serrana S. e "Pancrebloco ..04 1.R". cal hidratada. para assentamento de tijolos cerâmicos. DEFINIÇÃO Argamassa fabricada à base de cimento Portland. minerais pulverizados. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. para assentamento de blocos de concreto em alvenaria autoportante.. Pancreto Indústria e Comércio Ltda. para assentamento de blocos de concreto vibrado e blocos de vidro. para assentamento de tijolos cerâmicos. sob o número 218504 . Partes I. e "Argamassa Colabloco Celular" para assentamento de blocos de concreto celular. "Pancrebloco". sob a marca "Massa Única". II e III. "Argamassa Assentabloco Quartzolit". para assentamento de blocos de concreto celular. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. de Mineração.A.Proibida a reprodução sem autorização. para assentamento de blocos de concreto. Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda. sob as marcas "Multimassa Quartzolit".A. Capital Federal. "Argamassa Fixoblok Quartzolit". areia de quartzo termotratada e aditivos especiais.2 2. As argamassas para assentamento de blocos de concreto e de concreto celular têm a sua composição adaptada para a finalidade especifica a que se destinam. sob as marcas "Unimeas". sob a marca "Qualimassa"..1 1. 1.

2 FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • Pancreto Indústria e Comércio Ltda. Serrana S.1 EMBOÇO DEFINIÇÃO Argamassa fabricada à base de cimento Portland. 2.A.Indústria e Comércio Ltda. areia de quartzo termotratada e aditivos especiais.2 FABRICANTE/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • Rejuntabrás . de forma a garantir perfeita aderência entre o concreto. sob a marca "Chapiscom". Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília... 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. alvenaria e revestimento. minerais pulverizados.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Pré-Fabricadas Chapisco e Emboço E-ARG.Proibida a reprodução sem autorização. 1. também de argamassa. de Mineração. II e III. sob a marca "Multimassa Quartzolit".05 1. sob o número 218504 . 2. cal hidratada. Partes I.1 CHAPISCO DEFINIÇÃO Esta Especificação entende por "chapisco pré-fabricado" o chapisco preparado com argamassa à base de cimento Portland. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2.. com aditivos especiais e cargas minerais. sob a marca "Chapisco Serrana". sob a marca "Unimass". Capital Federal.

Capital Federal. para paredes internas e externas. DEFINIÇÃO Argamassa pré-dosada. 2. sob as marcas "Revestio" e "Massa Especial Interna" ambos para paredes internas. cal hidratada e aditivos especiais. "Rebotex SH" e "Rebolit". Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda. para paredes internas..A. • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob as marcas "Reboquit".. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Serrana S. constituída basicamente de areia com tratamento térmico e rigoroso controle granulométrico. sob o número 218504 . Partes I.. "Rebofix 1" e "Rebofix II". que lhe conferem características de plasticidade e aderência. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • Arga-Rio Argamassas Técnicas Ltda.Proibida a reprodução sem autorização. sob a marca "Argabase Mix 3".06 1. para paredes externas e "Elastilit". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. para paredes internas. cimento Portland. Pancreto Indústria e Comércio Ltda. sob a marca "Massa Única" (reboco paulista). para paredes internas. de Mineração.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Pré-Fabricadas Reboco para Pintura E-ARG. II e III.

DEFINIÇÃO Argamassa dosada gravimetricamente e constituída de cimento Portland.Indústria e Comércio Santa Edwiges Ltda. para emprego sobre emboço desempenado. para emprego sobre emboço desempenado. Serrana S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I.07 1. sob a marca "Pancrefix". II e III.. etc. para emprego sobre emboço desempenado. Incomed ..MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Pré-Fabricadas Assentamento de Azulejos e Ladrilhos E-ARG. blocos de concreto vibrado ou celular (desde que bem rejuntados e alinhados) e contrapiso de argamassa de cimento e areia. sob a marca "Argamáxima". Capital Federal..Proibida a reprodução sem autorização. areia selecionada e aditivos especiais. e. blocos de concreto e de concreto celular. blocos de concreto e contrapiso de argamassa de cimento e areia. sob o número 218504 . painéis de fibrocimento. sob a marca "Argamassa Cimentcola Quartzolit". contrapiso de argamassa de cimento e areia. "Argacola Especial". em cores e tonalidade diversas.. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Arga-Rio Argamassas Técnicas Ltda. 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. de Mineração.A. • • • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . para fixação e rejuntamento. concreto limpo. com as demais características da "Argacola Fix 1". sob a marca "Argamassa Cimento Colante". para emprego sobre emboço desempenado. Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda. sob as marcas "Argacola Fix 1". Pancreto Indústria e Comércio Ltda. blocos de concreto e contrapiso de argamassa de cimento e areia.

e "Argabase Mix 1". DEFINIÇÃO Argamassa dosada gravimetricamente e constituída por uma mistura de cimento Portland. 2. Será aplicada sobre emboço desempenado. contrapisos de cimento e areia e painéis de fibrocimento. • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . para fixação e rejunte. para regularização de superfícies. II e III. sob as marcas "Argacola Fix 1". paredes de concreto. aplicado sobre o "Fixacreto". base para aplicação de ladrilhos em mosaico. e "Nata Pancreto". Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda. sob o número 218504 . para fixação e rejunte.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Pré-Fabricadas Assentamento de Ladrilhos em Mosaico E-ARG.. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Arga-Rio Argamassas Técnicas Ltda.. blocos de concreto pré-fabricados. sob as marcas "Fixacreto". Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob a marca "Argamassa Quartzolit para Pastilhas".. Partes I. areia selecionada e graduada e aditivos especiais. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. blocos de concreto celular. Capital Federal. Pancreto Indústria e Comércio Ltda.Proibida a reprodução sem autorização.08 1. "Argacola Especial".

nas versões "Juntafina" e "Juntalarga".Indústria e Comércio Santa Edwiges Ltda.09 1. Capital Federal. DEFINIÇÃO Argamassa para rejuntamento de azulejos e ladrilhos. composta. sob a marca "Juntacolor-DM".classificado granulometricamente e isento de matérias orgânicas . Pancreto Indústria e Comércio Ltda. "Série C" para emprego em placas cerâmicas.cimento Portland. sob a marca "Rejuntar". óxidos minerais e aditivos especiais. Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda. de agregado calcário dolomítico . Incomed . Partes I. 2. sob a marca "Argajunta". FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • Arga-Rio Argamassas Técnicas Ltda. • • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . com agentes hidrofugantes. Rejuntabrás . O tipo "B" para juntas de 6 a 11 mm. II e III. sob a marca "Juntacor".MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Pré-Fabricadas Rejuntamento E-ARG... com aditivo para aumentar a flexibilidade e a impermeabilidade. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. basicamente. sob a marca "Sika Rejunte". para emprego com ou sem hidrofugantes (SH). sob a marca "Nata Quartzolit para Juntas". Sika S. sendo o tipo "A" para juntas até 5 mm. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. na "Série A" para emprego em placas cerâmicas. sendo a "Juntafina" para juntas até 4 mm de largura e a "Juntalarga" pera juntas acima de 4 mm. sob o número 218504 ...A.. e o tipo "C" para juntas de 12 a 20 mm.Proibida a reprodução sem autorização.Indústria e Comércio Ltda..

com rigoroso controle granulométrico.. de areia. 2. basicamente. funcionando como massa única (emboço). cal hidratada e aditivos especiais.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Pré-Fabricadas Base Laminados e Tintas E-ARG. etc. para emprego sobre emboço sarrafeado.. Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . DEFINIÇÃO Argamassa composta. sob a marca "Argabase Mix 2". sob as marcas "Rebocret" para emprego sobre emboço sarrafeado.Proibida a reprodução sem autorização.. cimento Portland. II e III. Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.10 1. e "Formicret" para emprego sobre alvenaria de tijolos cerâmicos. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • Arga-Rio Argamassas Técnicas Ltda. sob o número 218504 . blocos de concreto.

Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização. . Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda. 1. cal hidratada. 2. 1. sob a marca "Quartzolit". . sob a marca "Argatraço Raspado". óxidos metálicos e aditivos especiais. . para emprego em paredes externas e internas.2 FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • Arga-Rio Argamassas Técnicas Ltda. Paocreto Indústria e Comércio Ltda. sob a marca "Itacreto Plásti-Travertino". óxidos metálicos e aditivos especiais. II e III. areia industrializada e classificada granulometricamente. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda . cimento Portland. sobre emboço sarrafeado. sob a marca "Argatraço Travertino". Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . para emprego em paredes externas e internas. todos com formulação que confira ao reboco possibilidade de acabamento raspado. de calcário dolomítico. com hidrofugante "Super-H". 2. sobre emboço sarrafeado. cal hidratada. com hidrofugante "Super-H" 2. basicamente. cimento Portland.1 TIPO TRAVERTINO DEFINIÇÃO Argamassa composta.. de calcário dolomítico. Partes I. .MATERIAIS E EQUIPANENTOS/ Argamassas Pré-Fabricadas Reboco Acabado E-ARG. todos em formulação que lhe confira acabamento semelhante ao mármore Travertino.11 1. com aditivo hidrorrepelente. Pancreto Indústria e Comércio Ltda. basicamente.2 FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • Arga-Rio Argamassas Técnicas Ltda. áspero.1 TIPO RASPADO DEFINIÇÃO Argamassa composta. sob o número 218504 . areia industrializada e classificada granulometricamente. com aditivo hidrorrepelente. sob a marca "Itacreto Raspado". sob a marca "Travertino-Quartzolit". áspero.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . . sob as marcas "Rebotex" e "Elasticret". 3. com aditivos impermeabilizantes. II e III.2 FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • Arga-Rio Argamassas Técnicas Ltda. sob o número 218504 . Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. óxidos metálicos e aditivos especiais. áreas de ventilação. sobre emboço sarrafeado áspero. com aditivos impermeabilizantes. cal hidratada. sob as marcas "Revestec" e "Massa Especial Externa". sob a marca "Argatraço Camurçado".). 3.continuação E-ARG. para emprego em paredes externas (fachadas secundárias.11 3. . todos em formulação que lhe confira acabamento semelhante ao mármore travertino. areia industrializada e classificada granulometricamente .. Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda.1 TIPO CAMURÇADO DEFINIÇÃO Argamassa composta basicamente de calcário dolomítico. Partes I. Pancreto Indústria e Comércio Ltda. cimento Portland.Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. etc.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. cimento e areia fina COMPONENTES pozolana.1 2. elevada resistência aos sulfatos. baixo índice de calor de hidratação. fino 1:1:12 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . o que permite o seu emprego logo após a mistura.3 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os revestimentos executados com mesclas de pozolana aceitam qualquer tipo de pintura e dispensam o chapisco sobre as alvenarias. Capital Federal. grosso interno. O material sílico-aluminoso em estado coloidal pode ser armazenado sem prejuízo de suas propriedades. sendo 75% areia média e 25% de areia fina externo. o que implica em consolidação uniforme da argamassa. Os traços volumétricos das argamassas de pozolanas são os seguintes: UTILIZAÇÃO Assentamento tijolos maciços tijolos furados blocos de concreto azulejos. ladrilhos e ladrilhos em mosaicos Revestimento interno. sob o número 218504 . 2. sendo 75% areia média e 25% de areia fina pozolana. alta resistência mecânica.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Especiais Pozolana E-ARG.Proibida a reprodução sem autorização. cimento e areia.12 1.2 2. II e III. o que recomenda o seu emprego em construções na orla marítima. cimento e areia fina pozolana. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Partes I. 2. baixo índice de permeabilidade e de lixiviação. entende-se por argamassa de pozolana a argamassa constituída por um material sílico-aluminoso em estado coloidal e cimento. grosso TRAÇO 1:1:20 1:1:18 1:1:15 1:1:14 1:1:14 1:1:14 1:1:12 pozolana. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. pega lenta. cimento e areia. fino externo.2 plasticidade imediata. A argamassa de pozolana possui ainda as seguintes características: • • • • • • 2.

A mica atua como isolante dielétrico e contribui também para melhorar as características de resistência ao calor e ao fogo e de recobrimento da mescla. resultando dessa calcinação a perlita expandida. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . perlita expandida e elastômero polisobutileno. mica. pigmento resistente à corrosão e imune às mudanças de temperatura. pigmentos naturais. silicone. A perlita. à umidade e aos ácidos. além de outras características. é o componente mais importante. permitindo o recobrimento de fissuras.. O rendimento da argamassa é de cerca de 1 kg/m² e o acabamento poderá ser com textura grossa ou fina. Plasticôte do Brasil (Revestimentos) S. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A resina alquídica (polyester alkid resin). "Ibratin Módulo T" e "Ibratin Azulejo". Serão do tipo "Termikil".5 2.13 1.. Paviquímica Produtos Químicos Ltda.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Especiais Texturadas E-ARG. sob a marca "Plasticôte". sob a marca "Fiber Tex-Cote Glass". carbonato de cálcio. amianto. O fungicida tem por finalidade evitar o aparecimento de fungos (mofo) e a ação de insetos. Ibratio Indústria e Comércio Ltda. 2. dióxido de titânio. "Permacryl". DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. com emprego de resina acrílica em lugar da alquídica..Proibida a reprodução sem autorização. O dióxido de titânio. "Super-Adit". O elastômero polisobutileno confere à argamassa. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • Glasurit do Brasil Ltda. O amianto atua como isolante térmico e acústico e as suas fibras servem de estrutura para a argamassa. É o veículo da composição que confere flexibilidade à película.4 2. da família dos poliestéricos. sob o número 218504 . óxido de zinco.6 2. sob as marcas "Permalit". sob a marca "Selacril".2 2.9 3. A fibra de vidro atua como retardante do fogo. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal. fibra de vidro.7 2. solventes minerais (aguarrás). é triturada e aquecida. Partes I. confere poder de recobrimento à argamassa. 2. fungicida. argamassas texturadas são as argamassas constituídas por resinas alquídicas. "Ibratin Textura".3 2. substância vítrea de origem vulcânica.8 2. material que atua como isolante acústico e térmico. com emprego de resina acrílica.1 2. litopônio. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. etc. adesividade e estabilidade de coloração.. II e III.A.

Proibida a reprodução sem autorização.. Tintas Kresil Ltda. sob a marca "Revplast". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.. Partes I.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob a marca "Suprafix".A. sob a marca "Acril-Texsa". II e III.. com emprego de resina acrílica.13 • • • • • Revplast Indústria e Comércio Ltda.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Texsa Brasileira Ltda. sob a marca "Latex Textura Acrílico Coral". sob a marca "Kresil Textura".continuação E-ARG. Capital Federal. com resina acrílica. Tintas Âncora Ltda. Tintas Coral S. sob o número 218504 . com emprego de resina acrílica.

areia : 206 l1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . A vermiculita expandida obedecerá ao disposto na E-VER. o consumo é o seguinte: • • • • cimento: 206 l (248 kg) cal : 206 l. 1. cal. sob o número 218504 .14 1. areia e vermiculita expandida.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I.1 COMPOSIÇÃO Argamassa constituída por cimento. adaptando-se a alguma exigência especifica. Capital Federal. 1. 3.2 2. ignífuga. II e III.030 l. Esse traço poderá ser ligeiramente modificado. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.9 kcal. vermiculita expandida: 1. isolamento térmico: 0.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Especiais Vermiculita E-ARG. isolamento acústico "NRC" (noise reduction coefficient) : 38%. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.m/m². com traço básico recomendado de 1:1:1:5. em volume. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A argamassa definida acima apresenta as seguintes características: • • • • peso especifico: 800 kgf/m³. CONSUMO Para o preparo de 1 m³ de argamassa.01.h.ºC.

entende-se por argamassa vinílica a argamassa constituída por resina vinílica (acetato de polivinila).A. pigmento. 3. II e III..A. segunda demão: 1 parte de resina para 1 parte de água. sob a marca "Emalux". Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . do tipo "Emulsão Rhodopás 5500". 2..15 1. sob a marca "Revestilux".. aplica-se tinta de base de látex com pistola sobre a superfície do revestimento. sob a marca "Vidroplast".Proibida a reprodução sem autorização. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. cimento branco e pigmento. sob o número 218504 .1 COMPOSIÇÃO A composição da argamassa é a seguinte: • • • • parte de resina vinílica. FABRICANTES / PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • Emalux Revestimentos Comércio Indústria Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Revestilux Comércio Indústria Revestimentos Ltda. Partes I. da Rhodia S. do tipo "Emulsão Rhodopás 5000 SMR".3 Para obter-se o aspecto granitado.2 2..MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Especiais Vinílica E-ARG. Esmalit Pinturas Plásticas Ltda. 2. O acabamento será obtido com 2 demãos de verniz de resina vinílica. úmida e batida à escova. cimento branco. Capital Federal. 6 partes de água. da Rhodia S. sob a marca "Esmalit". conforme segue: • • primeira demão: 1 parte de resina para 3 partes de água. Retinco Indústrias de Tintas e Revestimentos Ltda.. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. até obtenção da consistência desejada..

Capital Federal. na proporção de 1:4.03) e óxido de alumínio. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 1. Gessoliso Revestimento e Montagem Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2. em peso.Proibida a reprodução sem autorização. 1. 1. na proporção de 1:5.1 DEFINIÇÃO ARGAMASSAS DE CARBORUNDUM São constituídas pela mistura de argamassa A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . São recomendadas para locais submetidos a desgaste acentuado por decorrência de abrasão. Mineração Gipso Ltda. em peso.2 (vide E-ARG.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Especiais Diversas E-ARG.03) e carborundum. em cristais de granulometria apropriada.. em cristais de granulometria apropriada.2 ARGAMASSAS DE ÓXIDO DE ALUMÍNIO São constituídas pela mistura de argamassa A.. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: ARGAMASSAS DE GESSO • • • Barbosa Pinto Construções e Incorporações Ltda. sob a marca "Gessoliso". II e III. sob o número 218504 . sob a marca "Digesso".2 (vide E-ARG. Partes I.3 ARGAMASSAS DE GESSO São argamassas constituídas por gesso e um aditivo retardador da pega.16 1.

2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . os primeiros 4 dias completos sucessivos à moldagem. Serão continuamente irrigadas durante. Capital Federal.. caixilhos.. sem função estrutural tais como lajotas.5 1. brises. Os blocos vazados de concreto especificam-se nas E-BLO.Agregados para concreto (NBR7211).1. Neo-Rex do Brasil Ltda. protuberâncias ou grânulos. As peças serão concretadas com vibração ou pervibração. moirões. satisfarão às condições relacionadas a seguir.1. a contar da data de sua moldagem. desbeiçamentos. 2. convenientemente conservadas à sombra e ao abrigo de correntes de ar e de temperaturas inferiores a 10ºC. 1. forjado ou batido. tanques. rebarbas. A matéria-prima para os artefatos será o ferro fundido homogêneo.Pré Fabricados do Brasil Ltda. Ltda.. à E-AGR.1.1 ARTEFATOS DE FERRO CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os artefatos de ferro fundido. resistente e compacto. Lajespuma Cia.1. fendilhamentos.Artefatos de Concreto Armado Santa Rita Ltda. As peças não serão removidas e transportadas ao lugar de assentamento antes do decurso de dez dias.1 2. II e III. pelo menos. Os agregados para o concreto obedecerão à EB-4/82 .01 1. não apresentarão defeitos de fundição.1.6 1. Albino Mendes & Cia.1.Emilson Pereira do Nascimento. placas.01 e às necessidades de dosagem. de gordura. bolhas. 2. Todas as peças serão submetidas a cura. de inspeção. Industrial de Lajes.02. etc. isento de fendas.1. Prefasil . caixas d’água. bolhas ou areia fácil de trabalhar com buril ou lima.1.1 ARTEFATOS DE CONCRETO CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os artefatos de concreto simples ou armado. As superfícies serão isentas de oxidação pronunciada. moldagem.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. falhas.3 1.4 1. usinagem ou acabamento..MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Artefatos E-ART.1 1.01 e E-BLO. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • • • Acarita . Partes I. pérgolas. sob o número 218504 . colunas. Fábrica do Forte . nem usadas antes de 30 dias. tampões.2 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 1. esfoliações.2 1.

sem empenes. Alvar Industrial e Mineradora Ltda. ou outros defeitos. 3. apresentando superfície de polimento esmerado.2 FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • Cia.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1. As peças serão perfeitas. Ltda. Grani-Torre Indústria e Comércio Ltda.. Metarlúrgica Barbará. 3. quer executados em fábrica. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 3. quer no canteiro de obra. serão inteiramente deste material ou terão base ou núcleo de concreto armado. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • Albino Mendes & Cia.01 2.1 ARTEFATOS DE MÁRMORE ARTIFICIAL CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os artefatos de mármore artificial ou de marmorite. II e III.continuação E-ART.Proibida a reprodução sem autorização.1.. falhas.2 3. Mepal Pará de Minas Ltda. Capital Federal. conforme a espessura das peças ou resistência requerida.1 3. sob o número 218504 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I.

vistas a olho nu. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Azulejo . Azulejo – determinação da curvatura diagonal (NBR-6130) Azulejo – determinação da resistência ao gretamento (NBR-6131). Partes I. onde são classificados em "A".determinação da estabilidade de cores (NBR-6126).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Azulejos Faiança E-AZU. Azulejo . sejam absorvidas pela aparência do conjunto em apreciação. vitrificação homogênea e coloração perfeitamente uniforme. 2.1 CLASSE "A" 2. comprovada por ensaios de laboratório. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .formatos e dimensões (NBR-8040). Azulejo – determinação do empeno (NBR-9201).1 CLASSIFICAÇÃO Serão de primeira qualidade. sob o número 218504 .01 1. Azulejo . em condições adequadas de iluminação. 2. Azulejo – determinação da tensão de ruptura à flexão (NBR-6132). dureza e sonoridade características e resistência suficiente O PROPRIETÁRIO não admite outras classes de azulejo. se não as constantes da CB100/83 . Azulejo – determinação das dimensões (NBR-6l33).2 Os azulejos desta classe devem ser isentos de qualquer imperfeição visível a olho nu. Azulejo . à distância de 1 m.2 CLASSE "B" Nos azulejos desta classe são admitidas imperfeições estruturais e ou de superfície. II e III.determinação da absorção de água (NBR-6127).2. brancos ou coloridos. sendo todavia os azulejos isentos de rachaduras. "B" e "C".Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal.determinação da diferença de comprimento entre lados opostos e adjacentes (NBR-6129). conforme discriminado a seguir: 2. à distância de 1 m. Azulejo . desde que as mesmas não comprometam a sua estrutura estática. Azulejo (NBR-5644). haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: CB-100/83 EB-301/86 MB-1193/85 MB-1194/85 MB-1195/85 MB-1196/83 MB-1197/83 MB-1198/85 MB-1199/86 MB-1200/85 MB-2299/85 NB-796/83 PB-1005/86 Azulejo (NBR-7169).Azulejo (NBR-7169).2. e que. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. com esmalte liso.determinação da resistência ao ataque químico (NBR-6128). Assentamento de azulejos (NBR-8214). 2.

II e III.3 A massa será pouco porosa. comprovada por ensaios de laboratório. Incepa Indústria Cerâmica do Paraná S. sob a marca "Klabin". visíveis a olho nu.A. sob a marca "Incepa". com máximo admissível de 25%. EB-30l/85 (NBB-5644). DOE. .A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Cecrisa Cerâmica Criciúma S.2 3.01 2. Capital Federal.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As características técnicas dos azulejos são as seguintes.2. salvo se especificado de modo diverso. Céramus Bahia S. sob a marca "Azpa". FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • • • Azulejos do Pará S.Azulejos (NBR-5644): • • • • • • • variações nas medidas das peças entre lados: 1%.A..03).A.. resistência a choque térmico: 100% das peças. DIN 18155. Os arremates dos revestimentos de azulejos não serão executados com peças que tenham sido tiradas de linha pelos fabricantes de faiança. impermeabilidade absoluta. sob o número 218504 . inclusive pequenas rachaduras. variações nas medidas entre peças: 1%. DIN 51093. conforme normas DIN e EB311/86 . As arestas serão guarnecidas com cantoneiras de alumínio (vide E-ALU.A. . 3. sob a marca "Céramus Bahia". variações nas espessuras entre peças: 10%. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 3.continuação E-AZU. Indústria de Azulejos do Ceará S. IASA produtos Cerâmicos (Brennand). Partes I. resistência a ácidos: normal. desde que estas não comprometam a sua estrutura estática. DIN 51092. EB-301/86 (NBR-5644).A. Indústria de Azulejos da Bahia S. à distância de 1 m. . DIN 18155. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização. 3. sob a marca "Cecrisa". sob a marca "lasa".3 CLASSE "C" Nos azulejos desta classe são consentidas imperfeições estruturais e ou de superfície mais acentuadas. porosidade do biscoito: faixa admissível entre 15 e 225. Klabin Cerâmica S. 4.A. branca ou levemente amarelada e dificilmente raiável por ponta de aço.

DEFINIÇÃO Para fins desta Especificação. Produto de petróleo .determinação do ponto de fulgor (método pelo vaso fechado Pensky Martens). CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os materiais betuminosos podem apresentar-se sob a forma líquida.determinação de água (método por destilação).determinação da viscosidade Saybolt-Furol a alta temperatura.1 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1 O ensaio da mancha obedecerá ao método AASHO T-102. 1. Material betuminoso . Materiais betuminosos . Partes I. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes EB-634/75 MB-37/75 MB-48/72 MB-5O/89 MB-107/71 MB-164/72 MB-166/71 MB-167/71 MB-209/69 MB-517/71 TB-27/90 Materiais asfálticos para impermeabilização na construção civil.2 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.determinação do teor de betume. Objetivando estabelecer a distinção entre asfalto e betume.determinação dos pontos de fulgor e de combustão (vaso aberto Cleveland). com seus derivados de consistência variável e com poder aglutinante e impermeabilizante. 3. II e III.2. Materiais betuminosos .2. Capital Federal.1 NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. mástiques e asfaltos). 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Betuminosos (materiais) Disposições Diversas E-BET. cor pardo-escura ou negra e no qual o constituinte predominante é o betume.2 3. a ASTM assim os definiu: Asfalto é um material aglutinante de consistência variável. 2.1 2. Cimentos asfálticos de petróleo . sendo completamente solúvel no bisulfeto de carbono (CS2). Materiais betuminosos .Proibida a reprodução sem autorização.determinação da penetração (NBR-6576). Materiais betuminosos para emprego em pavimentação (NBR-7208).01 1. semi-sólida ou sólida (soluções ou tintas. podendo ocorrer na natureza. ou ser obtido pela refinação do petróleo.determinação da perda por volatilização. Materiais betuminosos . sob o número 218504 . 1.2 2. entendem-se por materiais betuminosos os produtos obtidos pela destilação do petróleo ou do alcatrão de hulha. Produto de petróleo . emulsões. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. obtidos em estado natural ou por diferentes processos físicos ou químicos.determinação da ponto de amolecimento (NBR6560). Petróleo e outros materiais betuminosos . em jazidas.determinação da ductibilidade (NBR-6293). Betume é uma mistura de hidrocarbonetos pesados.

mas o resíduo asfáltico obtido é mais suscetível ao intemperismo. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 .1 4. o resultado é dado como positivo. ENSAIO DA MANCHA A finalidade do ensaio é eliminar asfaltos que. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. O ensaio é feito dissolvendo-se a amostra de asfalto em nafta ou outro solvente.3 3. do grau de craqueamento e da porcentagem de asfalto craqueado.Proibida a reprodução sem autorização. e os resultantes da destilação do alcatrão de hulha.4 Os produtos obtidos pela destilação do petróleo classificam-se como de base asfáltica. O craqueamento aumenta a produção de gasolina. o resultado é dado como negativo.continuação E-BET. O resultado positivo rejeita o asfalto ensaiado e o resultado negativo o qualifica. Na hipótese de uso simultâneo de vários materiais betuminosos.3 4. sendo vedado o emprego de substâncias higroscópicas. Se a mancha formada for uniformemente marrom. e se houver uma área mais escura no centro.2 3. estes serão sempre da mesma base As cargas minerais empregadas nos materiais betuminosos não devem ser afetadas pela água. O grau de suscetibilidade depende. obviamente. II e III. como de base de alcatrão de hulha. Partes I. no processo de refinação. 4.01 3. Uma gota dessa mistura é colocada sobre uma folha de papel filtro e os resultados são observados. Capital Federal. caso o mesmo perdure por 24 horas.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . tenham sido craqueados. solúveis ou que tenham seu volume modificado pelo contato com esse liquido.2 4. 4.

II e III. Sika S. sob a marca "Protex".02 1. é de cura lenta. é de cura média.1 SOLUÇÃO OU TINTA BETUMINOSA COM CARGA CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS BASE ASFÁLTICA • • teor mínimo de asfalto.1 BASE ASFÁLTICA • • • • Isolamentos Modernos Ltda.A. sob a marca "Isol 15" Sika S. 1. em peso. em peso. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . . querosene ou em solventes orgânicos. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2 DEFINIÇÃO É o material betuminoso. dissolvido em gasolina. em querosene. 60°C.2. MC (Medium Curing). no mínimo.Proibida a reprodução sem autorização. em peso.. sob o número 218504 .A. Ltda.. 2. sob a marca "Igol A" e "Sika Baldrame". SC (Slow Curing) SOLUÇÃO OU TINTA BETUMINOSA SEM CARGA CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS BASE ASFÁLTICA • • teor mínimo de asfalto: 35%. Wolf Hacker & Cia.1 1. 3. 2.1 2. 3. sob a marca "Protex Coaltar".MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Betuminosos (materiais) Soluções ou Tintas E-BET. ponto de amolecimento da componente sólida. O material betuminoso dissolvido em gasolina é de cura rápida. soba marca "Igol T". 2.2 BASE DE ALCATRÃO DE HULHA • • teor mínimo de piche de alcatrão: 35%. e em solvente orgânico. Otto Baumgart Indústria e Comércio S.A.1. no mínimo. 30%.. ponto de amolecimento do piche de alcatrão (anel e bola) : 50°C.A.1 2.1. Partes I.1. no mínimo. sob a marca "Beto-Face".1 3. de base asfáltica ou alcatrão de hulha. RC (Rapid Curing) ou "Cut-back". Ltda. sob a marca "Neutrol 45".. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2.. Wolf Hacker & Cia.. Capital Federal.2 BASE DE ALCATRÃO DE HULHA • • • Otto Baumgart Indústria e Comércio S. 2. ponto de amolecimento do asfalto (anel e bola) : 55°C.2 FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 2.

no mínimo.2. em peso. sob a marca "Isol 15 Denso".A. Sika SA. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 3.A. SIKA S. 30%. 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília...2. . II e III.2 BASE DE ALCATRÃO DE HULHA • • Otto Baumgarr Indústria e Comércio S. sob a marca "Igol T Espesso". sob as marcas "Neutrol 45 Denso" e "Alumination" (tinta de acabamento).Proibida a reprodução sem autorização.2 FABRICANTES/ PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 3..1. ponto de amolecimento da componente sólida: 60°C.continuação E-BET. Capital Federal. sob o número 218504 .02 3. Partes I. sob as marcas “ Igol A Espesso" e "Igol Alumínio".1 BASE ASFÁLTICA • • Otto Baumgart Indústria e Comércio S.2 BASE DE ALCATRÃO DE HULHA • • teor mínimo de piche de alcatrão.

45°C.1. média. 3.1. as emulsões terão estabilidade suficiente para permitir o transporte e o armazenamento do produto e apresentação instabilidade bastante para que sua ruptura não seja demorada. 2. ou lenta.2 FABRICANTES/PRODUTOS Consideram se análogos os produtos fabricados por Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . RS-1 (rapid setting). no mínimo. 3. em peso. MS-2 e MS-3 (medium setting). ponto de amolecimento do asfalto (anel e bola.01).03 1.4 BASE DE ALCATRÃO DE HULHA • • teor mínimo de piche de alcatrão: 25%. em peso. evaporada a água. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 3.2 BASE ASFÁLTICA. II e III. 40°C. SS-1 e SS-2 (slow setting). obtida com auxílio de agente emulsificador. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3 BASE ASFÁLTICA.3 3. As emulsões deverão ser satisfazer à AFNOR-P 84-303. após a aplicação.1 3.1. apresentando resistência à reemulsificação superior a 50°C e teores mínimo de materiais superior betuminoso de 30% para os destinados à impermeabilização. em. o material sólido resultante conterá 97% de material betuminoso de base asfáltica. Partes I. 3.1.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As emulsões podem ser de ruptura rápida. EMULSÃO BETUMINOSA SEM CANGA CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS BASE ASFÁLTICA. sob o número 218504 . mínimo). entende-se por emulsão betuminosa a de materiais betuminosos em água. MS-1. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização.1 3. COMUM • • teor mínimo de asfalto: 30%. isto é. O grau de estabilidade das emulsões será condicionado às conveniências de cada caso. com emulsificador constituído por material coloidal. 2. COM LÁTEX emulsões com dispersão de material betuminoso associado com látex natural (vide ELAT.MATERIAL E EQUIPAMENTOS Betuminoso (materiais) Emulsões E-BET. DEFINIÇÃO Para os fins desta Especificação.1 2. ESPECIAL • • emulsões de características neutras. ponto de amolecimento do componente sólido. 2.

.. Partes I.A. .2. sob a marca "Vitkote"..A. em peso. Wolf Hacker & Cia. como calcários dolomitos. sob a marca "Frioasfalto".. sob a marca “Igol 2”.A.2 FABRICANTE/ PRODUTOS Consideram se análogos os produtos fabricados por• • Incopil S. sob a marca "Copil-Pasta". dotadas de pH superior a 7..- 5 5.1. II e III. sob a marca “Emuplástico Látex”. Texas Brasileira Ltda. sob o número 218504 .A. Indústria e Comércio. 4.03 3. o radical carregado negativamente é solúvel nas partículas dispersas de asfalto. São de natureza básica. no mínimo.. sob a marca "Flexcote Emulsão “. durante o processo de ionização. Capital Federal. Produtos Impermabilizantes.1 EMULSÃO BETUMINOSA COM CARGA CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS BASE ASFÁLTICA • • teor mínimo de asfalto: 30%. COM LÁTEX • • • • • Ciplak – Indústrias Químicas Ltda.Indústria Químicas Ltda. sob a marca "Igol 2". Texsa Brasileira Ltda. ponto de amolecimento do componente sólido: 50°C. 4. Isolamentos Modernos Ltda.2.3 BASE ASFÁLTICA.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . entende-se por emulsão asfáltica aniônica a emulsão na qual o agente emulsificante utilizado tem características tais que. Otto Baumgart Indústria e Comércio S. COMUM • • • • Abbott S. Otto Baumgart Indústria e Comércio S.1. .2. sob a marca "Emufal".A.A. sob a marca "Neoflex Hidroasfalto” Asfaltos Vitória Ltda. sob a marca "Vedapteu".1 5.1 BASE ASFÁLTICA.A. OIto Baumgart Indústria e Comércio S. Indústria e Comércio.2 BASE ASFÁLTICA. 4. Sika S. sob a marca "Neosin". Sika S. ESPECIAL • • • • Abbott S.1 EMULSÃO ASFÁLTICA ANIÔNICA E CATIÔNICA DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. sob a marca "Ciplakote G". 5.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.continuação E-BET. . Ciplak . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. As emulsões aniônicas funcionam exclusivamente com agregados de natureza básica. etc. sob a marca "Negrolin" e "Frioasfalto". sob a marca "Ciplakote". 3. 3.Proibida a reprodução sem autorização..

1.03 5. II e III. 100-400. 20-100.Proibida a reprodução sem autorização.2 FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Chevron do Brasil Ltda. . • Chevron do Brasil Ltda.1 EMULSÃO ASFÁLTICA COM FIBRAS MINERAIS DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 6. sob as marcas "Walk Top Preto" e "Walk Top Colorido". entende-se por emulsão asfáltica cor fibras minerais a emulsão com aditivos para melhorar a resistência. durante o processo de ionização. etc.continuação E-BET. As emulsões catiônicas não apresentam restrições com respeito à natureza do agregado. aniônica. ruptura lenta. 5.3K". 50°C seg. embora sua aplicação com agregados de natureza ácida.3 Entende-se por emulsão asfáltica catiônica a emulsão na qual o agente emulsificante utilizado tem características tais que. Partes I.5. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por. sob o número 218504 .4 5. fibras minerais e pigmentos inorgânicos para enchimento dos vazios e correção das imperfeições da superfície asfáltica.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. o radical carregado positivamente é solúvel nas partículas dispersas de asfalto. catiõnica. lama asfáltica. 6.1. de viscosidade baixa "Saybolt-Furol". catiônica. Capital Federal. traga melhor resultado. "Chevron Bitumuls RR-2C ou RS. 6. com maior resíduo e maior viscosidade "Saybold-Furol". granitos. 50°C seg. aplicados com "primer" "Chevron Bitomuls Primer". dotadas de pH menor do que 6. e "Chevron Bitumuls LA-E ou SS-K". sob as marcas: "Chevron Bitumuls RR-1C ou RS-2E". por exemplo. "Chevton Bitumuls RL-1C ou SS-Kh".São de natureza ácida. quartzitos.

FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 2.. de plastificante e de material inerte granular ou fibroso.. Wolf Hacker & Cia.A.. sob a marca "Vedagum". e 2. Ltda. sob a marca "Durolastic PA" (base de alcatrão e poliuretano) Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . nas cores cinza e preta.. entendem-se por mastiques betuminosos os complexos constituídos de substância betuminosa. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização. Ltda. Partes I.. Sika S. sob as marcas "Carbolástico n° 1 "Carbolástico n° 2". sob a marca "Igas 3".2 BASE DE ALCATRÃO DE HULHA • • • Otto Baumgart Indústria e Comércio S. de solvente ou fluidificante. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. sob o número 218504 . sob a marca "Betulastic".A. sob a marca "Igas EI". Sika S.04 1. Capital Federal.1 BASE ASFÁLTICA • • • • Isolamentos Modernos Ltda. II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A. Wolf Hacker & Cia. 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Betuminosos (materiais) Mástiques E-BET.. sob a marca "Necanol Plástico": Otto Baumgart Indústria e Comércio S.A..

Toro Indústria e Comércio Ltda.4 ASFALTO DESTILADO Asfalto destilado é o asfalto obtido por destilação do petróleo. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . que se funde pelo calor e no qual os constituintes predominantes são os betumes. sob a marca "Toroflex". Ondalit S.1 ASFALTO OXIDADO • • • • Asfaltos Vitória Ltda. sob a marca "Asfalto D-&0". 1.3 ASFALTO OXIDADO Asfalto oxidado é o asfalto obtido por sopro de ar. Mareriais de Construção.2 ASFALTO DESTILADO • • • Asfaltos Vitória Ltda. 2. os produtos fabricados por: 2.. entende-se por asfalto o material sólido ou semi-sólido. 1. sob a marca "Solução de Imprimação . 1.05 1. Materiais de Construção. sob as marcas "Oxidado 0-94" e “Oxidado 0155". É obtido pela destilação do petróleo. através de resíduo da destilação fracionada do petróleo.A. fator indicativo de baixo teor de betume. Capital Federal. há ocorrência de asfalto na natureza. sob a marca "Asfalto Oxidado I..MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Betuminosos (materiais) Asfaltos E-BET. Eventualmente.Proibida a reprodução sem autorização.2 1. sob a marca "Asfalto Oxidado": Isolamentos Modernos Ltda. 2.. de cor entre preta e pardo-escura. Em geral.Base Asfalto de Petróleo". Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I. sob o número 218504 . ASFALTO NATURAL Asfalto natural ou nativo é o asfalto encontrado em depósitos naturais.A. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos. sob a marca "Toroflex". II e III. Ondalit S.. a alta temperatura.1 DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Tomo Indústria e Comércio Ltda.M. é muito duro e não totalmente solúvel no CS2..

método A). sendo 0. revestida em ambas as faces por asfalto catalítico.06 1. método A).2. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: 2..2 2.1 MEMBRANA PLÁSTICA E ASFALTO • Texas Brasileira Ltda.50 mm de asfalto com elastômero. alongamento na rotura longitudinal: 480% (ASTM-D882-67. tensão de rotura longitudinal: 1.09 mm de espessura e será capaz de suportar temperaturas de . 1. 1. Capital Federal. R.2. constituído por membrana plástica de polietileno e asfalto misturado com elastômero. Partes I.70 mm. sob a marca "Trilast". (Inglaterra).. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 MEMBRANA PLÁSTICA E ASFALTO COM ELASTÔMERO • • Darex Produtos Químicos e Plásticos Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização. 2. II e III.. A membrana plástica terá 0. O lençol deverá satisfazer aos seguintes testes: • • • • • ponto de amolecimento do asfalto com elastômero: 97°C (ASTM-D36-70).2 1.20 mm de membrana de polietileno e 1. associada à W.75 MPa (ASTM-D882-67. sob a marca "Morter-Plas". Indaru Indústria e Comércio Ltda. Grace Ltda. A elasticidade do lençol será de 300%. método A).1 MEMBRANA PLÁSTICA E ASFALTO COM ELASTÔMERO Lençol auto-aderente e auto-selante. sob a marca "Bituthene 1000". 1.30 a + 100°C.8 MPa (ASTM-D882-67. tensão de rotura transversal: 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Betuminosos (materiais) Lençóis Asfálticos E-BET.A espessura do lençol será de 1. sob o número 218504 . alongamento na rotura transversal: 500%.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS MEMBRANA PLÁSTICA E ASFALTO Lençol constituído por uma membrana plástica de polietileno.

sob as marcas Denverpren Primer". FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • Asfaltos Vitória Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 . . escorrimento.Materiais betuminosos . Partes I.529 MPa (ASTM D412-80). Cópia fiel da Edição impressa em 1995.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Betuminosos (materiais) Asfalto Modificado Elastômero SBS ou APP E-BET. II e III. em estufa. o que lhe confere estabilidade físico-química. "Denverpren" e "Denverpren II".1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O asfalto em solução. Denver Indústria e Comércio Ltda. modificado com elastômero SBS (estireno-butadieno-estireno). Ciplak . Capital Federal. a 100°C durante 24 horas: não há escorrimento. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. sob a marca "Mantacril-Solução". ductibilidade: 11. modificado com elastômero SBS ou APP.. teor de sólidos: 51. segundo a MB-167/71 . alongamento de ruptura: 1380%. entende-se por asfalto modificado o asfalto em solução. resistência a temperatura: -10°C. absorção de água: 0. apresenta as seguintes características: • • • • • massa especifica: 1. • • • • • • • • ponto de amolecimento: 123°C (não há escorrimento do material quando aplicado em superfície vertical).Indústrias Químicas Ltda.2%. secagem ao toque: 2 a 4 horas (25°C). tempo de secagem entre demãos: 8 horas (25°C). Viapol Impermeabilizantes Ltda.5%.2 O asfalto modificado.determinação da ductibildade (NBR-6293) 3. 2.07 1. penetração a 25°C... sob a marca "Vitlastic". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. tensão de ruptura: 1. seco. 2. 2. em volume. viscosidade a 25°C: 60 UK (unidades Krebs). apresenta as seguintes características. elasticidade permanente e grande durabilidade.1.Divisão Impermeabilizantes.Proibida a reprodução sem autorização. sob as marcas "Viapol Glass" e "Viapol Antiraiz". 100 g: 5 segundos.

Proibida a reprodução sem autorização. São dimensões múltiplas do módulo M = 10 cm ou de submódulos M/2 e M/4. diminuídas de 1 cm. descontando-se as áreas vazadas. Blocos vazados de concreto simples para alvenaria sem função estrutural (NBR-7184).2 BLOCOS MODULARES São blocos com dimensões coordenadas.01 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 3.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Blocos de Concreto Vazados . 2. NORMAS São as seguintes as normas da ABNT atinentes ao assunto: EB-50/74 MB-116/74 MB-2412/85 NB-307/81 Blocos vazados de concreto simples para alvenaria sem função estrutural (NBR-7173). 2. Dimensões nominais são as dimensões dos blocos indicadas pelos fabricantes. sob o número 218504 . Bloco vazado modular de concreto (NBR-5712).1. valor que corresponde à espessura média da junta de argamassa. Seção transversal bruta é a área total da seção transversal do bloco.2 mm: 3.1 3.Sem Função Estrutural E-BLO.1. Partes I. Capital Federal. II e III. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2. O quadro de medidas dos blocos modulares é o seguinte. 3.1 DEFINIÇÕES BLOCOS VAZADOS Elementos de alvenaria quando a seção transversal média útil for inferior a 75% da seção transversal bruta. Os blocos normais têm as dimensões indicadas pelos respectivos fabricantes e os blocos modulares têm as dimensões coordenadas.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS TIPOS E DIMENSÕES Os blocos vazados de concreto apresentam-se nos tipos normal e modular.3 DIMENSÕES COORDENADAS E NOMINAIS Dimensões coordenadas são as dimensões dos blocos destinados à execução de alvenarias modulares. com tolerâncias permitidas de + 3 e . a útil é a mesma área. Argamassa de assentamento para alvenaria de bloco de concreto determinação da retenção de água (NBR-9287).

2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização.2. 3.continuação E-BLO.1 AMOSTRAGEM Para fins de ensaio.000 blocos. sendo permitidas tolerâncias de +/ 5 mm. gratuitamente. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. a amostra será composta acrescentando aos 10 blocos a parte inteira do quociente da divisão da quantidade total de blocos por 10. Para fornecimento maior que 10. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal.000.2. (cm) 39 29 19 9 19 39 34 29 19 39 29 19 14 9 19 M-20 19 19 19 14 M-15 14 14 14 9 9 M-10 9 9 9 9 3. os quais constituirão amostra representativa de todo o lote do qual foram retirados.3 O quadro de medidas dos blocos normais à o seguinte.000 blocos. II e III. blocos inteiros de tamanho natural. a amostra representativa mínima será de 10 blocos.2 3. o fabricante fornecerá. sob o número 218504 .1. DESIGNAÇÃO Bloco de 20 Bloco de 15 Meio Bloco de 20 Meio Bloco de 15 Lajota Meia Lajota Largura (cm) 20 15 20 15 10 10 Altura (cm) 20 20 20 20 20 20 Compr. (cm) 40 40 20 20 40 20 3. Partes I.01 DESIGNAÇÃO Largura (cm) 19 19 Altura (cm) 19 19 19 19 9 19 19 19 19 19 19 19 19 19 9 Compr. Para fornecimento de até 10.

01 3.1 3. sob o número 218504 . Partes I.3 3.2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. do fornecimento obedecerá ao disposto na EB50/74 (NBR-7173) sobre o assunto.3 3. A absorção média será de 10% e a individual. posteriormente.5 MPa e a individual. A resistência à compressão média será de 2.Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal. 3. remetidos ao laboratório para execução dos ensaios de recebimento.3. II e III.3. de 2. No momento da entrega ao laboratório. os blocos não deverão apresentar umidade superior a 40% da quantidade de água fixada como absorção máxima.3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.3 Os blocos que constituem a amostra representativa serão marcados para facilidade de identificação e. de 15% (valores máximos).continuação E-BLO.3. total ou parcial. CONDIÇÕES IMPOSTAS A amostra será submetida aos ensaios de acordo com a MB-116/74 (NBR-7184) e deverá satisfazer às condições relacionadas nos itens a seguir. As marcas de cada unidade não devem cobrir mais de 5% da área superficial do bloco.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 3.0 MPa (valores mínimos).4 3. ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO A aceitação e rejeição.

e a útil e a mesma área. Argamassa de assentamento para alvenaria de bloco de concreto determinação da retenção de água (NBR-9287). Em alvenaria estrutural.3. 2.Proibida a reprodução sem autorização. Bloco vazado modular de concreto (NBR-5712). São dimensões múltiplas do módulo M 10 cm ou dos submódulos M/2 ou M/4.2 BLOCOS MODULARES São blocos com dimensões coordenadas. Execução e controle de obras em alvenaria estrutural de blocos vazados de concreto (NBR-8798).Com Função Estrutural E-BLO. Cálculo de alvenaria estrutural de blocos vazados de concreto (NBR10837). CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS CLASSIFICAÇÃO Os blocos classificam-se em "A" e "B".3.02 1. Partes I.1 3.ensaio a compressão simples (NBR8949). Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2 3. 3. Seção transversal bruta é a área total da seção transversal do bloco. conforme descrito a seguir: Os blocos de classe "A" são destinados à execução de alvenarias externas que não irão receber nenhum tipo de revestimento. Dimensões nominais são as dimensões reais acrescidas de 1 cm.1 DIMENSÕES REAIS E NOMINAIS Dimensões reais são as dimensões dos blocos (comprimento e altura) destinados à execução de alvenarias modulares. 2. II e III.3 2. o comprimento nominal mínimo dos blocos deve corresponder a 2 M = 20 cm. Paredes de alvenaria estrutural . NORMAS São as seguintes as normas da ABNT atinentes ao assunto: EB-959/78 MB-1212/79 MB-2162/85 MB-2412/85 NB-307/81 NB-889/84 NB-1228/89 Blocos vazados de concreto simples de alvenaria estrutural (NBR-6136). 2.1 3. 2. valor que corresponde à espessura média da junta de argamassa. Bloco vazado de concreto simples para alvenaria com função estrutural (NBR-7186).1. diminuídas de 1 cm. descontando-se as áreas vazadas.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Blocos de Concreto Vazados . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 DEFINIÇÕES BLOCOS VAZADOS Elementos de alvenaria quando a seção transversal média útil for inferior a 75% da seção transversal bruta. Capital Federal.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2.1. sob o número 218504 .

1. tomadas no ponto mais estreito. com tolerâncias permitidas de +/. e (B) a soma das espessuras de todas as paredes transversais do bloco.3 mm. 390 190 390 190 390 190 190 390 20 M-20 190 190 190 140 15 M-15 140 140 140 3.continuação E-BLO. na entrega. Os lotes serão constituídos.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .5 mm.2. sob o número 218504 . produzidos sob as mesmas condições e com os mesmos materiais.2. DIMENSÕES 3. por qualquer número de blocos.3 3. DIMENSÃO (cm) DESIGNAÇÃO DIMENSÕES REAIS (mm) Largura 190 Altura 190 190 90 90 190 190 90 90 Compr.3.3 3.Proibida a reprodução sem autorização.2 A espessura mínima de quaisquer paredes de blocos será as constantes da tabela a seguir. satisfeitas as condições aqui descritas.2 Os de classe "B" são destinados à execução de alvenarias internas ou externas que irão receber revestimento. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3. II e III.1 LOTES Todos os blocos de um fornecimento serão separados em lotes e submetidos ao controle de aceitação.02 3. O lote será formado por um conjunto de blocos com as mesmas características. competindo ao fabricante. dividida pelo comprimento do bloco: DESIGNAÇÃO PAREDES LONGITUDINAIS (A) (mm) 25 32 PAREDES TRANSVERSAIS PAREDES (B) (mm) 25 25 ESPESSURA EQUIVALENTE (B) (mm) 188 188 M-15 M-20 3. a critério do comprador. verificadas com precisão de 0. onde foi considerado (A) como a média das medidas de 3 blocos. a indicação dos blocos que atendam a esse requisito. 3. Partes I. Capital Federal.1 Os blocos modulares e submodulares devem atender às dimensões reais constantes da tabela a seguir. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.

número de exemplares da amostra. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. por laboratório. desvio padrão calculado com os exemplares da amostra.5. sob o número 218504 .6 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . umidade e. a amostra será composta de. AMOSTRAGEM De cada lote perfeitamente definido.2 3. serão retirados.000. VALOR CARACTERÍSTICO DA RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO Admite-se uma distribuição normal para as resistências à compressão dos blocos.5. dos 12 blocos mais 2 para cada 10. informação que deverá constar do relatório. Metade dos blocos da amostra será submetida ao ensaio de determinação da resistência à compressão.3.5 3. sendo o valor característico estimado pela expressão fbk = fb – t .4 3. a amostra será composta. aos ensaios de determinação de absorção de água.02 3. onde: fbk fb Sn n t resistência característica do bloco à compressão. Os blocos destinados a ensaios serão colocados em recipiente estanque.000 blocos.5.1 3.4.2 3.continuação E-BLO. ensaiados à compressão. em MPa. Partes I.3 3.000 blocos.Proibida a reprodução sem autorização. II e III. desde que requerido pelo comprador.4. Nenhum lote poderá constituir-se de mais de 100. coeficiente da distribuição de Student dado pela relação abaixo: 3. resistência média dos blocos ensaiados à compressão.4 3. ou fração excedente aos.000 blocos. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. em MPa. Sempre que o número de blocos da amostra for ímpar. Para lotes com mais de 10. Sn correspondente ao quantil de 5% da respectiva distribuição. Todos os blocos de uma amostra serão marcados. primeiros 10.3 3. Capital Federal. 12 blocos. posteriormente lacrado.000 blocos será constituído somente um lote. no mínimo. ao ensaio de determinação da área líquida.1 Para conjuntos de até 10. A retirada será feita por funcionário do laboratório. e remetidos ao laboratório para os ensaios. conforme E-AAA.3 3. Para lotes com até 10. ENSAIOS Todos os ensaios serão executados de acordo com a MB-1232/73 (NBR 7186). no mínimo. a maior quantidade de blocos destinar-se à ao ensaio de determinação da resistência à compressão. blocos inteiros que constituirão a amostra do lote para efeito de ensaios.4.000 blocos. As marcas de cada unidade não devem cobrir mais de 5% da área superficial do bloco. de forma aleatória.02.4. pata facilidade de identificação. a outra metade. em MPa.

714 26 1.699 32 1.708 28 1. II e III. Partes I.860 10 1.753 n t 18 1.continuação E-BLO.895 9 1.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.051 7 1.833 12 1.729 22 1.740 20 1. total ou parcial. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.703 30 1.721 24 1.943 8 1.771 16 1.650 3. do lote obedecerão ao disposto na EB-959/78 (NBR-6136) Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 .796 14 1.7 ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO A aceitação e rejeição.02 n t 6 2. Capital Federal.

que dilata a massa e forma células uniformes e estanques. Indústria e Comércio .Proibida a reprodução sem autorização. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O coeficiente de condutibilidade térmica do concreto celular com que se confeccionam os blocos será de 0. pó de alumínio e aditivos químicos.m². o material adquire suas características de monosilicato de cálcio hidratado.3 2. em alta temperatura e a 12 atmosferas de pressão . Capital Federal. II e III.188 para 95°C FABRICANTES/ PRODUTOS Consideram se análogos os produtos fabricados por: • Sical 5 A. em paredes com blocos de 10 cm de espessura e peso específico de 450 kgf/m³.3 a 0. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. será de 1. autoclavado. areia .3 2. O processo químico físico na cura é completado dentro de autoclaves.10 a 1. o decréscimo de temperatura.5 mm/m desde o estado de saturação completa até o estado seco.4 3. confeccionado a partir de uma mistura de cimento. O isolamento acústico médio é de 40 db.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Blocos de Concreto Celular E-BLO.2 2. Com relação à estabilidade dimensional. a retração por unidade será de 0. Em paredes executadas com blocos de 12 cm de espessura e após 6 horas de exposição ao fogo. com as seguintes características: 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 1. entre as 2 faces. revestidas nas 2 faces.03 1. A estrutura celular é produzida pela geração de gás de hidrogênio. entendem se por blocos de concreto celular os blocos fabricados com concreto leve. 2. sob o número 218504 . sob a marca "Sícal". Após um período de 18 horas em vapor saturado.°C. cal .1 DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.m/h.1 2.2 1.13 kcal. Partes I.

5 cm 60 x 37.5 MPa BLOCO B6 Alvenaria Autoportante 600 kg/m³ 4. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.5 cm modulando de 2.Proibida a reprodução sem autorização.50 são para uso e alvenarias de vedação ou estrutural: TIPO 0..A.45 e 0.5/10 12/15/20 LARGURA (cm) COMPRIMENTO (cm) 40 40 60 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I.03 ITENS Utilização Peso específico (seco) Resistência mínima à ruptura por compressão Dimensões largura x altura Espessuras TIPOS BLOCO B5 Alvenaria de Vedação 500 kg/m³ 2.30 0.45 0.5 cm a partir de 7.5 cm • Siporex concreto Celular S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.5 MPa 60 x 37. sendo que os blocos tipo 0. com as características do quadro a seguir. Capital Federal.sob a marca "Blocos Siporex".continuação E-BLO.5 em 2.50 PESO ESPECÍFICO (kg/m³) 315 (+/-) 475 (+/-) 530(+/-) ESPESSURA (cm) 20/30/40 5/7. sob o número 218504 .30 são para uso em lajes nervuradas e os blocos tipos 0. II e III.

Produtos de Alta Resistência. 2.A. paredes com e sem função estrutural. NORMA Será aplicada a norma DIN 106. sapatas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. apresentam algumas vantagens como dispensa de vigas.Com Função Estrutural E-BLO. misturadas homogeneamente prensadas e autoclavadas sob altíssima pressão e temperatura 3.04 1. Capital Federal. INDICAÇÃO Utilizados como alvenaria estrutural. . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • Prensil S. pilares e fôrmas. Partes I. paredes isolantes térmicas e/ou acústicas. II e III. Podem ser aplicados em alicerces. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização. DEFINIÇÃO Entende-se por blocos de sílico-calcário aqueles fabricados pela fusão de cal virgem em pó e areia quartzosa. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Blocos Sílico-Calcáreos Vazados . 4.

FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. cargas reforçantes e pigmentos.Pisos de Borracha Plásticos Ltda. resistência aos seguintes agentes químicos: suco de limão. I De acordo com a E-ELA. 2. Partes I.18.1.5. 3.38 g/cm³.2 As placas poderão ser assentadas com cola ou argamassa. caneladas.. sabão em pó e soda cáustica a 10%. fabricados por: • • Borcol Indústria de Borracha Ltda. conforme especificação. lisas. face ao uso generalizado na construção civil. inclusive acessórios. Plurigoma . As superfícies de acabamento podem ser pastilhadas. a designação correta do produto seria "placas de elastômero". sob o número 218504 . II e III. etc. abrasão (perda em gramas) : 0.01. Todavia. vinagre. entende-se por placas de borracha as placas constituídas por borracha sintética do tipo SRB.. Capital Federal. 2. 2.01 1. peso específico: +/. plastificantes. detergentes domésticos. resina de estireno..1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As placas de borracha deverão apresentar as seguintes características: • • • • dureza Shore A: 80 +/. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . optou-se pela terminologia "placas de borracha". Cópia fiel da Edição impressa em 1995. conforme utilização e recomendações do fabricante.Proibida a reprodução sem autorização.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Borracha Placas E-BOR. 1.

Proibida a reprodução sem autorização. 1. Metalúrgica Moferco Ltda. serão de aço galvanizado ou metalizado. II e III. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram se análogos os produtos fabricados por: 2. Elpasa Metalúrgica S. Metalúrgica Metsel S..1. Para o caso de tubulações de cobre.4 POLIETILENO Serão de rebite ou de fivela.2 1.A. Pabat Produtos de Alta e Baixa Tensão S.2.3 1. com braçadeira flexível de engate. Fundição Tupy S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Mecânica Walsywa Ltda. porcas e arruelas.A. Partes I.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS METÁLICAS Todas as braçadeiras para fixação de canalização de cimento-amianto. tomando-se todas as precauções no sentido de evitar se a formação de par elétrico. NÁILON Serão de uma só peça.A. O náilon receberá tratamento que lhe confirme características de grande resistência à tração. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2. galvanizado ou não. Sisa . Capital Federal. Eluma Conexões S. Brasileira Metalúrgica 5 . que é prefixado.2 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Braçadeiras E-BRA. sob a marca "Sobenial". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.5 NÁILON E PVC Serão do tipo berço. 1.1 1. ferro fundido ou aço. latão. sob o número 218504 .1.A.1 METÁLICAS • • • • • • • • • Brasmetal .01 1.A..40 a + 100°C.. 2. variando de . O que for empregado em braçadeiras pata uso externo deverá suportar variações de temperatura de considerável amplitude.A. 1. cobre ou outro material preconizado pelo fabricante dos tubos.2 1. de carretel de fita contínua ou de tubo formado por espiral contínuo. bem assim os respectivos parafusos.1 1.. serão usadas braçadeiras de bronze.Sociedade Eletromecânica Ltda.Cia.. PVC OU POLIPROPILENO Serão de uma Só peça ou de rolo de fita contínua.

Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3 PVC OU POLIPROPILENO. POLIETILENO. II e III.continuação E-BRA. 2. Plásticos Fischer do Brasil Ltda.. E NÁILON E PVC • Hellermann do Brasil Indústria e Comércio Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 NÁILON • • Hellermann do Brasil Indústria e Comércio Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 .01 2.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I.

1. Tecnart Importação e Comércio Ltda. 2. Não será afetado por variações atmosféricas e suportará temperatura entre -40 e +100°C. II e III. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . chumbador químico em que a fixação é feita por adesão e não por atrito.. chumbador químico de ampola. 2.1 BUCHAS E CHUMBADORES DE AÇO • • • Mecânica Walsywa Ltda. sob as marcas "Walsywa WQA". FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2..SEM PARAFUSO • Düben-BAC Indústria e Comércio de Plásticos Ltda.01 1. Plásticos Fischer do Brasil Ltda.Proibida a reprodução sem autorização. Fixal Equipamentos de Fixação. sob a referência "Série A Bucha de Pressão". utilizadas em extensões de fios. do tipo "SL"..2 BUCHAS E CHUMBADORES DE NÁILON • • • Düben-BAC Indústria e Comércio de Plásticos Ltda.2 BUCHAS DE PRESSÃO São buchas sem parafuso.3 CHUMBADORES QUÍMICOS • Mecânica Walsywa Ltda. e "Malsywa MQI".4 BUCHAS DE PRESSÃO . com aplicação recomendada para blocos vazados..MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Buchas e Chumbadores E-BUC. sob o número 218504 . Plásticos Fischer do Brasil Ltda. 1. Partes I. 2. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS BUCHAS E CHUMBADORES DE NÁILON O náilon empregado na fabricação das buchas será resistente a golpes e à corrosão. para fixações de alta resistência em concreto. fabricadas em polipropileno e para fixação em tijolos e blocos de concreto.

1.Proibida a reprodução sem autorização.04. sob o número 218504 . II e III.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DE ACRÍLICO Conforme E-ACR. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Calafetadores E-CAL.06 1.03. Partes I.01.01 1.05 e E-ELA.5 DE POLIURETANO Conforme E-POL. 1.04. Capital Federal. 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 1.3 DE ELASTÔMERO Conforme E-ELA.28.01 e E-ACR. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.4 DE EPÓXI Conforme E-EPO. E-ELA.2 BETUMINOSOS Conforme E-BET.

sob o número 218504 . Casa da Corda Ltda.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2. Capital Federal. de borracha dura. sob e marca "capacho para fibra de coco indiano". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.01 1. sob a marca "capacho de fibra de vinil". É usado junto às portas para limpeza das solas dos calçados. dos tipos "NOMAD TS".Proibida a reprodução sem autorização. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • 3M do Brasil Ltda.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Capacho E-CAP. ou de fibra de coco. "NOMAD TC". Partes I.. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Espécie de tapete de fibras grossas e ásperas. II e III. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . arame ou laminas metálicas.

Proibida a reprodução sem autorização. 1.01 1. e as químicas podem ser artificiais (viscose) ou sintéticas (poliamida-náilon. 2. Capital Federal. As matérias-primas naturais podem ser animais (lã) ou vegetais (algodão.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Carpetes E-CAR. acrílico. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1 1. a forração que recobre parte dele. fixados nos limites perimetrais dos recintos. que posteriormente serão usadas na produção de carpetes e tapetes.A. polipropileno e poliéster) Mista (polipropileno.2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Poderão ser colados no piso ou. poliéster e polipropileno).1 DEFINIÇÕES Para efeito desta Especificação. e por tapete. no caso mantas. dividem-se em naturais e químicas.2 2.2 MATÉRIAS-PRIMAS 2. B B A A Viscose B B B B A = alta B = baixa M – média FONTE: RHODIA S. Os carpetes poderão ser em forma de placas ou mantas.2 QUADRO COMPARATIVO DAS MATÉRIAS-PRIMAS MATÉRIAS-PRIMAS CARACTERÍSTICAS Resistência ao desgaste Resiliência Resistência a microorganismos Facilidade de limpeza Lã M M B B Náilon A A A A Poliéster A M A A Acrílico M M A A Poliprop. entende-se por carpete a forração que recobre todo o piso recinto. 2. poliéster e outros) BASE 100% polipropileno 100% fibras sintéticas Mista (fibras vegetais e sintéticas) Sem base (agulhado de manta única) ACABAMENTO “Backing" com aplicação de látex carboxilado Látex carboxilado e dublagem com manta bidim ou tela raschel Imersão total com látex carboxilado 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os carpetes poderão ser constituídos com as seguintes matérias primas: SUPERFÍCIE 100% poliamida (náilon) 100% polipropileno 100% poliéster Mista (poliamida. juta e sisal). sob o número 218504 .2. II e III.1 As matérias-primas empregadas na obtenção de fibras ou fios.

continuação E-CAR.. FABRICANTES/PRODUTOS Dentro das respectivas características técnicas. Ita .A. sob o número 218504 .. Partes I.A.01 3.. Tapetes São Carlos Ltda. Santa Mônica Tapetes e Carpetes..A.Proibida a reprodução sem autorização.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal. II e III. Têxtil Tabacow S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Indústria Tapetes Atlãntida Ltda. Indústria de Tapetes Bandeirante S. Sommer Multipiso Revestimentos S. Indústria e Comércio Têxtil Avanti Ltda. consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • • Fademac S..

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Chumbo Em Lençol E-CHU. marcas. Marvin. Metais Não Ferrosos. Chapas com dimensões superiores a 350 x 75 cm deverão ser manipuladas com precauções espaciais.A. mossas profundas ou impurezas.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. A espessura do lençol ou chapa não poderá ser inferior a 2. sob o número 218504 . 2.3 3. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 2. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III.A.1 2. Capital Federal. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Será laminado. de espessura uniforme. textura perfeitamente homogênea. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • Impermetal Betina S. dúctil. novo. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. S.01 1.Chumbo (NBR-6219). 2. isento de rasgões.4 mm para as instalações hidráulicas. haverá particular atenção para o disposto na TB-108/81 .

2 3. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: CB-48/82 EB-224/81 EB-272/80 EB-273/82 EB-274/82 EB-366/77 EB-584/84 TB-50/82 Cobre . sem estalar ou fissurar.1. 3. Barras e perfis de cobre para usos gerais (NBR-5027). sob o número 218504 .1. mediante um processo eletrolítico de separação.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Cobre E-COB.1 3.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS CHAPAS O cobre em chapa será do tipo cobre refinado a fogo. Tubo médio e pesado de cobre sem costura para condução de água (NBR-7542). as chapas serão do tipo meio-dura. será de 100% lACS. incluída a prata. A espessura das chapas será uniforme. tenaz. Apresentará um teor mínimo de 99. para condensadores. distinguindo-se os tipos refinado a fogo. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. evaporadores e trocadores de calor (NBR-5029). o material será laminado a quente ou convenientemente recozido.1 DEFINIÇÕES Para efeito desta Especificação. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. sem costura . As chapas satisfarão ao ensaio de dobramento a 180°.3 3. Terá a maleabilidade correspondente às condições de trabalho.1. laminadas a frio. Sua condutibilidade elétrica mínima. que exijam maior resistência mecânica ou indeformabilidade. sem costura. tenaz. no estado recozido. Tubos de cobre e suas ligas. e refinado a fogo.85% de cobre. cobre é o material resultante da fundição de produtos impuros desse metal. Tubo de cobre sem costura para refrigeração e ar condicionado (NBR7541). incluído o teor de prata. Para as peças auto-suportantes.01 1.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .5%. Apresentará um teor mínimo de 99. Capital Federal. 3. Exigindo maior flexibilidade. Tubo de cobre e de ligas de cobre. II e III.2 2. 1. as de tipo macio permitirão seu dobramento em bloco e à mão. 1.1.tipos e ligas (NBR-7554). refinados por um processo metalúrgico a alta temperatura.Proibida a reprodução sem autorização.90% de cobre. de alta condutibilidade.requisitos gerais (NBR5020). Conexões para unir tubos de cobre por soldagem ou brasagem capilar. 3. Partes I. Produtos e ligas de cobre (NBR-5019). com variação do peso inferior a +/. cobre eletrolítico é o cobre obtido a partir de produtos impuros desse metal ou de seus compostos. Ainda para efeito desta Especificação.

Termomecânica São Paulo S.A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 4. Partes I. Impermetal Betina S.. 3. Termobronze Metais e Ligas Ltda.3 CONEXÕES Serão forjadas.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 .01 3. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização.continuação E-COB. de fabricação industrial.A. sem costura. em cobre desoxidado recozido.2 TUBOS Serão utilizados tubos de cobre extrudados e trefilados. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • Eluma Conexões S. fabricados e fornecidos de acordo com as normas.. fornecidas de acordo com a EB-366/77. II e III. Metais Não Ferrosos.

Proibida a reprodução sem autorização.08. bem assim com o disposto no P-05. de qualidade rigorosamente de acordo com o estabelecido para esses materiais nas Especificações respectivas. bem como o ensaio de abatimento do tronco de cone ("Slump test"). sob o número 218504 . serão feitos antes da descarga do concreto na obra e de acordo com o contido em P-05.classificação pela resistência à compressão e de concreto para fins estruturais (NBR-8953). cilíndricos ou prismáticos (NBR-5738). Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Moldagem e cura de corpos-de-prova de concreto.2 CONDIÇÕES DE ACEITAÇÃO Para controle do inicio de pega será exigida a cronometragem do tempo gasto no percurso entre a usina e a obra.01 1. respectivamente. Capital Federal.3 4. 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.06 e P-05. 3. A moldagem de corpos-de-prova. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os concretos usinados serão constituídos de cimento Portland.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Concreto Usinado E-CON.CON. Ensaio de compressão de corpos-de-prova cilíndricos de concreto (NBR5739).CON.CON. II e III. 3. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Projeto e execução de obras de concreto armado (NBR-6118).1 3. brita e água. areia. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Serão recusadas as partidas de concreto que não atenderem a quaisquer das exigências mencionadas. CLASSIFICAÇÃO Os concretos serão classificados pelos seguintes grupos de resistência: 3. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: CB-130/92 MB-2/83 MB-3/74 NB-l/78 Concreto .01.

sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização. II e III. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.01 Grupo I de resistência Resistência característica à compressão (MPa) 10 15 20 25 30 35 40 45 50 Grupo II de resistência Resistência característica à compressão (MPa) 55 60 70 80 C10 C15 C20 C25 C30 C35 C40 C45 C50 C55 C60 C70 C80 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .continuação E-CON. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I.

Cópia fiel da Edição impressa em 1995.02 1. II e III.01). Capital Federal. DEFINIÇÃO/CARACTERIZAÇÃO Os concretos simples terão composição análoga à especificada para o concreto estrutural (vide P-05. no caso de concreto usinado.01. a composição atenderá também ao contido na E-CON.Proibida a reprodução sem autorização. sob o número 218504 . 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Concreto Simples E-CON.CON. e. CLASSIFICAÇÃO Os concretos serão classificados pelos seguintes grupos de resistência: Grupo I de resistência Resistência característica à compressão (MPa) 10 15 20 25 30 35 40 45 50 Grupo II de resistência Resistência característica à compressão (MPa) 55 60 70 80 C10 C15 C20 C25 C30 C35 C40 C45 C50 C55 C60 C70 C80 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I.

3. 4. arestas ou diagonal superiores a 35 cm. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sobre o volume total de agregado do concreto. A porcentagem de pedra de mão. pedras de mão e fator água/cimento compatível com a consistência e a resistência desejadas. 1.2 4. ditas de mão.Materiais de pedra e agregados naturais (NBR-7225). entre 30 e 45%. de modo a não permanecerem apertadas entre si ou contra as fôrmas.Proibida a reprodução sem autorização.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Concreto Ciclópico E-CON. de dimensões tais que possa ser manuseada TB-16/55 . que a massa do concreto ciclópico se mantenha integralmente plástica.1 Composto de concreto simples CS. obtida por meio de marrão. sobre o volume total de agregado. a incorporar à massa de concreto já preparado. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2 3.03 1.1 3. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . será fixada de acordo com a consistência. 2.2 CONCRETO CC. sob o número 218504 . 1. pedras de mão com dimensões máximas de 35 cm e fator água/cimento compatível com a consistência e a resistência desejadas.4 e demais condições conforme o tipo CC.2 Composto de concreto simples CS. 3. ainda.1 2. 4.1 4. Capital Federal. estrutural ou não. no máximo. mesmo depois do lançamento das pedras de mão. Haverá o maior cuidado para que as pedras de mão fiquem perfeitamente imersas e envolvidas pela massa do concreto. previamente fixada.2. TIPOS CONCRETO CC. preparado à parte nas resistências estabelecidas pelo cálculo estrutural e a cuja massa. por ocasião do lançamento nas fôrmas será progressivamente incorporada a quantidade de pedras. Pedra de mão ou pedra amarroada é a pedra bruta.3 CONCRETO CC. Partes I. DOSAGEM A porcentagem do agregado miúdo.2.1 DEFINIÇÃO Entende-se por concreto ciclópico aquele que é constituído por concreto.3 Composto de concreto simples CS.2 2. II e III. será de 30%. CONDIÇÕES GERAIS As pedras de mão não poderão ter diâmetro.

6 mm: 14 kg. 1. 2. areia de 0. entende-se por concreto plástico de poliestireno o concreto leve.A.m².040 a 0. Terá condutibilidade térmica compreendida entre 0.°C. condutibilidade térmica: 0. Siporex Concreto Celular S.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O concreto celular em placas ou blocos será do tipo autoclavado. 1.m².2.Proibida a reprodução sem autorização.046 kca1. Leichtbauer Projetos e Obras Ltda.Concreto Celular E-CON. entende-se por concreto celular o concreto leve fabricado a partir da mistura de cimento e materiais silicosos. Indústria e Comércio. Sical S. composto químico de elevada porosidade. o que garante a estabilidade dimensional. Capital Federal.01) 2..m/h. tipo P-300: 12 kg.1 CONCRETO PLÁSTICO DE POLIESTIRENO DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Partes I.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A dosagem para a produção de 1 m³ de concreto plástico de 400 kg/m³ é a seguinte: • • • • • • • poliestireno expandido.11 kcal. cimento: 267 kg. fator água/cimento: 0.4. grande resistência mecânica e satisfatória estabilidade dimensional. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. água: 107 litros: aglutinante.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Concreto Especiais . sob o número 218504 .A. 1. para provocar aderência do cimento sobre as pérolas: 2 kg. 2.°C.1 CONCRETO CELULAR DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. II e III.m/h. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Dessa mistura resulta a formação de silicato de cálcio.Empresa Técnica Auxiliar de Construção Ltda.3 FABRICANTES/PRODUTOS O PROPRIETÁRIO aceita os produtos fabricados por: • • • • Eteco . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .04 1.2 2. fabricado a partir da mistura de cimento e pérolas de poliestireno expandido (vide E-POL..

tipo P-300: 12 kg. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os aglutinantes fabricados por: • • Basf Brasileira S. Em seguida.Proibida a reprodução sem autorização. do tipo "Nowilith DM-Go". A quantidade de água pode variar com a umidade da areia e a temperatura ambiente.0 mm: 181 kg. areia entre 0.A.20 kcal.04 2.4 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. água: 169 litros. cimento: 336 kg.A. II e III.4: condutibilidade térmica: 0. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2.2.. O concreto plástico será confeccionado em betoneira de circulação forçada. fator água/cimento: 0. sob o número 218504 .°C. do tipo "Acronal 295-D". 2.3 Mistura-se o poliestireno expandido com o aglutinante diluído em 40 litros de água.6 e 3. Partes I. 2. Hoechst do Brasil Química e Farmacéutica S. cimento e a quantidade de água necessária. Indústrias Químicas.m². adicionam-se areia.2 A dosagem para a produção de 1 m³ de concreto plástico de 700 kg/m³ é a seguinte: • • • • • • • poliestireno expandido. aglutinante. porque na betoneira convencional as pérolas poderão separar-se da argamassa.2.continuação E-CON.m/h. Capital Federal. para provocar aderência do cimento sobre as pérolas: 2 kg. menos os 40 litros já utilizados.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

Deverão possuir resistência constante à luz solar e às intempéries. Partes I. de chapiscos. ainda. de fórmula C20 H20 N3 Cl e é preparada por oxidação da anilina e de seus homólogos. tubulações. para garantir grande rentabilidade no final. PARA CONCRETOS E ARGAMASSAS Os pigmentos para concretos e argamassas serão constituídos por óxidos metálicos fabricados dentro do mais criterioso controle técnico. minimizar a eflorescência em artefatos de cimento e dispersar as partículas do pigmento. etc. 2.1 2. entendem-se por pigmentos os produtos sólidos (em pó) de cor própria e que permanecem em suspensão. 2. como óxido de ferro ou de cromo. na fase liquida da mistura. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização. 2. Deverão.2 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 . Fucsina é uma substância cristalina. apenas.5. bem como à alcalinidade do cimento e a ácidos fracos.4.2 PARA TINTAS DE BASE DE PVA Os corantes para tintas de base de PVA terão também coloração resistente à ação da luz solar e da chuva.1 PARA TESTES Nos testes de vazamento em impermeabilizações. 2. II e III.5.5 2. de revestimentos e de rejuntamento terão coloração resistente à ação da luz solar e da chuva. aminobenzeno ou fenilamina da maior pureza. será empregada uma solução de fucsina ou fucsina em água. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 2. o emprego de pigmentos inorgânicos.. isto é.3 3.3 PARA ANODIZAÇÃO Os corantes para anodização de perfis e ligas de alumínio serão de base de anilina. Capital Federal. Para os testes de vazamento pode-se empregar o produto ácido ou básico.5.01 1. TERMINOLOGIA Para efeito desta Especificação. Admite-se.2 2. que têm por finalidade fixar a cor das pigmentações.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS PARA ARGAMASSAS Os pigmentos para argamassas de cimentados. o que exige que elas sejam muito finas. sem diluir-se.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Corantes e Pigmentos E-COR.4 2.4. Entendem-se por corantes os produtos líquidos. 2. sem efeito na cura do cimento e não reativos com outros ingredientes que integram a mistura.

sob a marca "Color Tone PVA". Globo S.. sob o número 218504 . Partes I.3 PARA CONCRETOS E ARGAMASSAS • Globo S. Syntechrom Indústria Nacional de Pigmentos e Derivados S.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A.1 PARA ARGAMASSAS • • • Globo S.. Tintas e Pigmentos.01 3.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob a marca "Corantes Líquidos Xadrez". Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob a marca "Colorcret". Sherwin Wilhams do Brasil Indústria e Comércio Ltda. 3. Capital Federal.continuação E-COR.. Tintas e Pigmentos.A. Tintas e Pigmentos. II e III.A. sob a marca "Xadrez". 3. sob a marca "Suvinil Corantes".Proibida a reprodução sem autorização. Hoechst do Brasil Química e Farmacêutica S.2 PARA TINTAS DE BASE DE PVA • • • Glasurit do Brasil Ltda.

. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 1.Cortiça. 3. em moldes de aço.Proibida a reprodução sem autorização. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.. Cortimpex Indústria e Comércio Ltda. extraída da casca do Sobreiro verdadeiro (Quercus Suber) 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Corticenter Comércio de Cortiças Ltda. II e III.2 AGLOMERADA Será obtida por compressão a quente. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. haverá particular atenção para o disposto na TB-79/71 .. Cortitex Comércio de Revestimentos Ltda.A.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Cortiça E-COR. e não poderá conter qualquer aglutinante além de sua própria resina natural.Arte e Cortiça Ltda. Partes I. Capital Federal.26 1.1 TIPOS NATURAL De primeira qualidade.. Corticeira Paulista S. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos de: • • • • • Cortiart . sob o número 218504 .

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . e por furadores os equipamentos destinados a abrir janelas. II e III. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Cortadores e Furadores Rodel Cortante e Cortante E-COR. mármores. azulejos.. Capital Federal. de forma retangular. Makita do Brasil Ferramentas Elétricas Ltda.. 2. circular. etc.51 1. tais como ladrilhos. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. granitos. entendem-se por cortadores os equipamentos destinados ao corte de materiais diversos. FABRICANTES Admite-se o emprego de equipamentos fabricados por: • • • Fermatic Indústria e Comércio de Máquinas Ltda. etc. quadrada. em ladrilhos e azulejos. sob o número 218504 . Partes I. Robert Bosch Ltda.Proibida a reprodução sem autorização..

2 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Os silicatos são destinados a conferir ao produto qualidade éticas especiais. 8. a frio. 15 e 19 mm. Os cristais planos podem ser temperados ou termoabsorventes.Proibida a reprodução sem autorização.Cia. paralelas e polidas. 2. 12. II e III. Após o recozimento. O paralelismo entre as faces poderá ser obtido por flutuação. um alcalino e outro terroso ou metálico. 6. lisos.4 3. 10. com outros elementos.. transparentes são fabricados nas seguintes espessuras: 4. O peso dos cristais planos será de 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. transparentes são produtos obtidos por fundição e laminação. são submetidos a um trabalho mecânico suplementar.01 1. tornando-as praticamente planas. lisos. de desbastamento e polimento. A tolerância de planimetria é de 2% de mm. 2. Não poderão apresentar distorção ou ondulação aparentes. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.5 kgf/m² e por mm de espessura. quando examinados a um ângulo superior a 5 graus. Brasileira de Cristal. 5. Os cristais planos.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os cristais planos. Partes I. Capital Federal. 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Cristais E-CRI.3 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 . FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Cebrace . Oito trabalho destina-se a desempenar as duas faces do cristal. cristais são complexos químicos resultantes da combinação de dois silicatos.

2. sob as marcas "Cimentos Isolantes CLR e CSC". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Terá peso especifico aparente máximo de 0.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I. sem apertar.°C.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Diatômito E-DIA. É aplicado na constituição de cimentos isolantes. sob o número 218504 . constituído por carapaças de algas diatomáceas. será praticamente isento de argila e calcinado. II e III. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização. TIPO O Diatômito ou "Kieselguhr". quando necessário.15 kg. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Owens-Corning Fiberglass Ltda. medido numa capacidade de 1 litro.h.01 1. e condutibilidade térmica inferior a 0. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 3.m/m².04 kcal.

Os núcleos podem ser de: • • • • • • • • • madeira aglomerada (vide E-MAD.4 2.02). 2.04) pintura em epóxi. II e III. 2.02). A remoção dos painéis será preferencialmente frontal.02). laminado plástico termoestável (vide E-LAM. compensado naval (vide E-MAD. madeira aglomerada de alta densidade (vide E-MAD. 2. sem deslocamento dos adjacentes. Capital Federal.1.6 O isolamento sonoro médio dos painéis será de 32 dB. Partes I. sob o número 218504 . com os seguintes acabamentos: • • • • • • • lâmina de madeira natural (vide E MAD. 2. entende-se por divisórias removíveis o sistema modulado de perfis e painéis. tecido. isolante de fibra de madeira (vide E-MAD.1 2.01 1. chapas de vermiculita expandida (vide E-VER. lã de vidro (vide E-LAV. pintura.1.1 2.01).1.1.Proibida a reprodução sem autorização.3 O revestimento será composto por chapas duras de fibra de madeira.1.03). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.06). mineral maciço. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Divisórias Removíveis E-DIV. No caso de locais em que o sigilo seja necessário.5 2. A modulação e as dimensões dos painéis serão decorrência do projeto arquitetônico e do fabricante. gesso maciço. resina alquídica (vide E-MAD.1.01). chapas de aço ou chapas de cimento-amianto. será de 40 dB.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS PAINÉIS Os painéis são constituídos por núcleo (miolo) e revestimento. carpete.03). gesso nervurado. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. montado por simples processo de encaixe.

1 PERFIS Os perfis que integram a estrutura das divisórias removíveis serão de alumínio anodizado.continuação E-DIV.Divisórias Moduladas Ltda.3 3.4 2.DIV. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. acabamento acetinado. (Divisão Wall). II e III.01. Diviplac ..A. Partes I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2.Proibida a reprodução sem autorização.2.. com a finalidade de reduzir a transmissão de ruídos e proteger as bordas das portas. Solidor Industrial Ltda. rodapés e guias de teto deverão permitir a passagem de fiação elétrica e telefônica. Os baquetes e leitos para sustentação de vidros serão também fixados por encaixe. com epóxi em pó formando camada de 60 micra (espessura mínima) O montantes. ou fabricados com chapa de aço ABNT 1008/1010. Capital Federal..A.Divisórias e Revestimentos Ltda.2 2. sob o número 218504 . Os rodapés serão fixados por encaixe. dispensando-se o uso de parafusos.01 2. WH Unimon Metalúrgica Ltda. batentes. Eucatex S.3 2..2. MONTAGEM A montagem será conforme P-12. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. zincada e pintada por eletrodeposição. FABRICANTES Consideram-se semelhantes os produtos fabricados por: • • • • • • • Dimoplac . Todos os batentes serão guarnecidos com amortecedores de plástico. Indústria e Comércio. Magner S. Voko Sistemas e Móveis Racionais Ltda.2 2.2.2.

ou seja. ferro. Partes I.3 1. cimento comum e/ou branco CP-32. areia e aço CA 60 em malha de 15 x 15 cm. 50 mm para cada aba e mais 30 mm para abranger a espessura de placa divisória.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As divisórias de mármore artificial (marmorite ou granilite) serão constituídas por placas divisórias e testeiras.50 a 2. As placas divisórias e as testeiras terão 30 e 40 mm. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização. 130 mm. como medida mínima.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Divisórias Mármore Artificial E-DIV. com as medidas intermediárias variando de 10 em 10 cm. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. peças confeccionadas com granilha de mármore e granito. respectivamente.03 1. madeira ou PVC. de espessura.10 m. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. fornecidos nas medidas de 1. sob o número 218504 . As divisórias de mármore artificial serão utilizadas em sanitários e vestiários. 1. As dimensões das placas obedecerão às indicações do projeto arquitetônico. As portas terão batentes de alumínio. As testeiras terão.2 1. 1. II e III.

Elastômero .determinação da temperatura de fragilidade por impacto. Elastômero vulcanizado . Elastômero vulcanizado . Capital Federal.determinação do teor de cinzas totais e das cinzas solúveis em água (NBR-8676). Elastômero vulcanizado .ensaio de envelhecimento acelerado em oxigênio. Elastômeros em solução para impermeabilização (NBR-9396). DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Elastômero vulcanizado . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.deflexão à compressão. Partes I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .método do tubo de ensaio. sob o número 218504 .envelhecimento acelerado em câmara de ozônio .ensaio de tração (NBR-7462). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.01 1.determinação da resistência envelhecimento acelerado . por impacto pendular (pêndulo Goodyear-Healey) (NBR-6566).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Elastómeros e Correlatos Definição E-ELA. Elastômero vulcanizado . Elastômero vulcanizado .ensaio de deformação permanente à compressão (NBR-10025).determinação da resistência à dilaceração por agulha. Elastômeros .ensaio estático (NBR-8360).deformação aparente à compressão a baixa temperatura. em veículos automotores ao Elastômero vulcanizado . elastômeros e correlatos são determinados polímeros compreendidos no grupo de produtos vulgarmente denominados borrachas sintéticas 2.ensaio de rasgamento. Elastômeros vulcanizados . haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-362/74 EB-638/82 EB-1498/84 MB-57/82 MB-383/86 MB-394/82 MB-407/68 MB-464/69 MB-465/69 MB-497/82 MB-522/72 MB-523/72 MB-524/72 MB-580/73 MB-748/74 MB-1111/77 MB-1161/77 MB-1933/83 MB-2027/84 Sistema de classificação de materiais elastoméricos vulcanizados para aplicações gerais. Elastômero vulcanizado para uso determinação da dureza (NBR-7318). Elastômero vulcanizado .determinação da aderência com metais. Elastômero vulcanizado . II e III. Mantas de butil para impermeabilização (NBR-9229).ensaio de envelhecimento acelerado em estufa (NBR-6565). NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.determinação do número de indentação Pusey e Jones. Elastômero vulcanizado . Plásticos e elastômeros .ensaio de resiliência e penetração.Proibida a reprodução sem autorização. Elastômero vulcanizado .

Cópia fiel da Edição impressa em 1995.retração a baixa temperatura (NBR-9299). II e III. Elastômeros . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização.determinação da taxa de mistura (NBR-9275). Preparação de placa de borracha vulcanizada para ensaios físicos e químicos (NBR-9801).01 MB-2074/84 MB-2275/B5 MB-2327/85 MB-2838/88 NB-1009/86 TB-122/84 Elastômero vulcanizado . sob o número 218504 .continuação E-ELA. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Elastômero vulcanizado . Elastômeros . Elastômeros (NBR-6573).determinação da resiliência (elasticidade ao impacto pêndulo SCHOB) (NBR-8690). Partes I.determinação da porcentagem de encolhimento (NBR10551).

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. envelhecimento em estufa. tração mínima sem envelhecimento . ou seja.Proibida a reprodução sem autorização. terão espessura uniforme.20. de bordas paralelas.2 MPa.01.módulo a 100%: 2. no que for aplicável ao caso. Capital Federal. 3.02 1.5. II e III. rachaduras e ondulações. nem apresentarão bolhas.1 MPa. de isobutileno e um monômero. resistentes à umidade e não devem sofrer modificação em seu volume ao contato com a água. Densidade: ASTM D792-66.3 3. DEFINIÇÃO Esta Especificação entende por butil o produto obtido pela copolimerização.1 2. carga mínima de ruptura: 7. alongamento mínimo de ruptura: 300%. 2. porcentagem mínima de elastômero: 50%. Haverá ainda particular atenção para o disposto nas seguintes normas da ASTM: • • • • Dureza Shore A: ASTM D2240-64T. Serão impermeáveis. Terão as seguintes características especificas: • • • • • • • • densidade máxima: 1. insaturado. As mantas devem resistir a perfurações por grãos de areia e asfalto a l40°C.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Elastômeros e Correlatos Butil-Manta E-ELA. 168 horas. Absorção: ASTM D471-59T.4 MPa. a espessura da manta nos pontos isolados não será menor do que 90% do valor nominal. tração mínima sem envelhecimento . com circulação forçada de ar: as características mecânicas do material não devem sofrer alterações superiores a 20%. 2. 3. haverá particular atenção para o disposto nas que integram a E-ELA. Resistirão ao envelhecimento.2 NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Porcentagem de Elastômero: ASTM D297.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sendo a espessura mínima de 0.8 mm. Partes I.5%. de modo que o polímero final tenha um grau de insaturação de 1 a 1. 3. sem apresentar alteração química ou da forma.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As mantas serão planas. dureza Shore A: 60 +1. sob o número 218504 .módulo a 300%: 4. ao ataque de microorganismos e aos álcalis e ácidos dissolvidos na água. a baixa temperatura.2 3. Não modificarão suas características físicas em temperatura constantes de 0° a 70°C. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Indústria e Comércio.A.02 • • 4. à temperatura ambiente: 0. II e III.. sob o número 218504 . Capital Federal. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • Impermab S. sob a marca "Butyilprene". 100 ppm. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. absorção máxima com imersão em água por 70 horas. sob a marca 'Copilflex-M". Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Produtos Impermeabilizantes. com 20% de deformação. envelhecimento por ozônio.1%. Incopil S. Partes I. não deve apresentar fendilhamento sob aumento de 7 vezes.Proibida a reprodução sem autorização. 336 horas.continuação E-ELA.A.

e com maleato tribásico de chumbo. alongamento à ruptura. Engenharia. Na hipótese da inexistência de norma da ABNT. sob a marca "Solprene SR". Na composição não será permitida a substituição do maleato tribásico de chumbo. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • Abbott S. 1. Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob a marca "Elastômero 3220". com particular atenção para as relacionadas na E-ELA. por peso.03 1... da E. NORMAS Serão as da ABNT.A. A porcentagem de sólidos. 3. que é a marca registrada da Du Pont de Nemours International S. 3. Ciplak .4 2. resistência ao ozônio e variação de peso após imersão em água serão as exigidas nas normas da ASTM.3 1.1 1.. do tipo Rutilo.I.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Elastômeros e Correlatos "Hypalon" E-ELA. sob a marca "Ruberit Hypalon". antioxidantes. Indústria e Comércio.2 DEFINIÇÃO Copolímero de polietileno clorosulfonado é denominado "hypalon". II e III. Isolamentos Modernos Ltda. Conterão "hvpalon" combinado com pigmentos. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Indústria e Comércio. Partes I. Du Pont de Nemours & Co. sob a marca "Duralon". no mínimo. 3. prevalecerão as características exigidas nos documentos da ABNT. As soluções serão homogêneas e aptas a serem aplicadas em filme úmido de no mínimo 15 milésimos de polegada por rolo. As soluções de "hvpslon" serão pigmentadas com dióxido de titânio. 1.. Ltda. sob as marcas "Superflex H" e "Superflex HE". sob o número 218504 . nas soluções de "hypalon" será.A. sob as marcas "Nesoprex HB" (branco) e "Nesoprex HC" (cinza) Wolf Hacker & Cia. Inc. de 30%.01. adesão ao concreto.Proibida a reprodução sem autorização.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As características de resistência à tração.A.Indústrias Químicas Ltda.2 4. Isoterma Construções Técnicas Ltda. Incomex S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. agentes de cura e solventes na composição estabelecida no "Boletim Walm".

no mínimo. Wolf Hacker & Cia. em presença de catalisador apropriado.01. Indústria e Comércio. O nome "neoprene" é a designação comercial que E.04 1. para acabamento. nas soluções de "Neoprene W" e "Neoprene WM1" será.2 4. Isoterma Construções Técnicas Ltda. Incomex S.Proibida a reprodução sem autorização. da E. 3.A. sob a marca "Ruberit Neoprene". Capital Federal.I.. Du Pont de Nemours & Co. sob a marca "Duroprene". Denver Indústria e Comércio Ltda. sob a marca "Elastômero 1620". Na composição das soluções será empregado "Neoprene W" ou O "Neoprene MM1" da Ou Pont. sob a marca "Solprene".1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As características de resistência à tração.2 1. Partes I. II e III. sob o número 218504 . Inc. 3.4 1..MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Elastômeros e Correlatos Neoprene E-ELA. alongamento à ruptura. resistência ao ozônio e variação de peso após imersão em água serão as exigidas nas normas da ABNT. sob as marcas "Nesoprex NV" (vermelho). Ciplak . resinas e solventes. de 35%. O pigmento empregado no neoprene de cor preta é o negro de fumo tipo M1. por peso. combinados com pigmentos. Du Pont de Nemours & Co.5 2. NORMAS Serão as da ABNT.1 DEFINIÇÃO Policloropreno obtido pela polimerização do cloropeno. Indústria e Comércio Ltda.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.. 1.3 1. para impregnação e "Superflex N". Isolamentos Modernos Ltda.. Conterão "Neoprene W" ou "Neoprene WM1". e no neoprene de cor vermelha é o óxido de ferro. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Ltda.I. A porcentagem de sólidos.Indústrias Químicas Ltda. As soluções serão homogêneas. na composição estabelecida no "Boletim WAJC". prevalecerão as características exigidas nos documentos da ASTM. sob as marcas Superflex Primer". Inc. Na hipótese da inexistência de norma da ABNT.. Engenharia. "Nesoprex NC" (cinza) e "Nesoprex NA" (amarelo). 3. por rolo. tanto na cor preta &Omo na vermelha. e aptas a serem aplicadas em filme úmido de 15 milésimos de polegada. com particular atenção para as relacionadas na E-ELA. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • • Abbott S. 1. adesão ao concreto. dá ao produto. sob a marca "Denverlastic".A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

consequentemente. alto módulo.2 3. com menores tensões sobre as superfícies do substrato. amínico) O sistema de cura acético não deve ser utilizado em superfícies como zinco. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2. cobre. permitir infiltrações. reagem quimicamente com as substâncias alcalinas integrantes desse concreto.Proibida a reprodução sem autorização. PROPRIEDADES MECÂNICAS .4 3. Juntas de dilatação requerem um selante de baixo módulo.2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 3. alcoólico.3. 3. chumbo.25 MPa (35 psi).2. 2. vidros laminados e concreto. o chumbo e o cobre ocorre o fenômeno da corrosão. Com relação ao módulo de elasticidade. NORMAS Serão as da ABNT.2 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.3 3.3 Caso o movimento seja o fator preponderante na seleção do selante.3.2. sob o número 218504 . o que poderá acarretar um deslocamento da massa de vedação e.5 3. o silicone de baixo módulo permitirá maiores deformações da junta.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Elastômeros e Correlatos Silicone . Os silicones com Sistema de cura acético.3 3. São dois os sistemas. Partes I.MÓDULO DE ELASTICIDADE O módulo de elasticidade representa a tensão necessária para provocar uma deformação (permanente ou não) de 100% num corpo de prova realizado de acordo com a norma ASTM D624-54-C.35 MPa (50 psi).1 3. médio módulo: 0. os selantes de silicone classificam-se em: • • • baixo módulo: 0.2 3.Selantes e Vedantes E-ELA. Sobre o zinco. II e III. O filme de polivinil butiral (PVB) empregado nos vidros laminados é sensível aos silicones com sistema de cura acético.3. DEFINIÇÃO Polisiloxana reativa com cargas inertes que dão ao elastômero as características desejadas e um agente da reticulação.2.01.50 MPa (70 psi). Os silicones com sistemas de cura neutra são de emprego mais universal e geralmente não apresentam efeito corrosivo nos substratos mais usuais.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As principais diferenças entre os selantes e os vedantes de silicone são o sistema de cura e as propriedades mecânicas SISTEMA DE CURA O sistema de cura é escolhido segundo a natureza do material sobre o qual o selante vai estar em contato. quando aplicados no concreto. 0.1 3.05 1. com particular atenção para as relacionadas na E-ELA.. o que acarreta a restrição mencionada. 3. o de cura acético e o de cura neutro (oxímico. Capital Federal.

Incomex S. II e III. "Rhodiastic 303" e "Rhodiastic 666". Henkel S. exigindo que a junta apresente características de elasticidade.Proibida a reprodução sem autorização. "Dow Corning Q4-4825" e “Dow Corning Q3-5814" e de vedante "Dow Corning Vidro e Alumínio".A. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • Dow Corning do Brasil Ltda.A.3. resistência ao rasgamento.. "Sista F 1010" e "Sista F 1041". MB-57/82 (NBR-7462): 600%. • • • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . "Rhodiastic 151".3. utiliza-se o selante de alto ou médio módulo Caso a alta adesão seja um fator desejado.4 Drásticas variações de temperatura e movimentos de dilatação do solo são fatores que geram movimento.6 3. para esses casos. Rhodia S. Indústria e Comércio.3. "Dow Corning 795". Partes I. Capital Federal.3. Após a vulcanização.7 MPa. sob a marca de selante "Siliflex".continuação E-ELA. sob as marcas de selante "Rhodiastic 70". Recomenda-se. Otto Baumgart Indústria e Comércio S. o produto apresentará as seguintes características: • • • • resistência à ruptura. recomenda-se um selante de médio ou alto módulo.7 4. dureza Shore A (instantânea). como por exemplo juntas de aquário e juntas de "structural glazing". MB-57/82 (NBR-7462) : 2. Na hipótese de não haver necessidade da junta ter características de elasticidade. selantes de médio módulo. alongamento na ruptura. sob a marca de selante "Silicomex".A.05 3. Engenharia. sob o número 218504 . Indústrias Químicas. sob as marcas de selantes "Dow Corning 780". assim como um limitado alongamento da junta. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 3. .5 3.A. MB-497/82 (NBR 7318): 27 pontos. MB-407/68: 70 N/cm.. sob as marcas de selantes "Sista F 1000".

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Elastômeros e Correlatos Thiokol E-ELA. DEFINIÇÃO Polímero liquido de polissulfeto orgânico apresentado sob a forma de 2 componentes. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • 3M do Brasil Ltda. sob a marca "Tioflex".01. Capital Federal. Engenharia.. 3. sob a marca "Weatherban BR-7001".A. sob a marca "Denverflex". Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2.Proibida a reprodução sem autorização.. Indústria e Comércio. sob a marca "Compound Junta". Otto Baumgart Indústria e Comércio S.06 1.. sob o número 218504 .A. o básico e o acelerador. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. "Weatherban EC-2205" e "Weatherban". com emprego de "Primer para Weatherban BR-7002" no caso de superfícies porosas: Denver Indústria e Comércio Ltda. II e III. com particular atenção para as relacionadas na E-ELA. Partes I. Incomex S. NORMAS Serão as da ABNT. • • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

Itauara Pré-Moldados Ltda. Capital Federal.2 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Elementos Intertravados E-ELE. com formato que permita transmitir os esforços horizontais aos elementos vizinhos e intertravamento pelas faces laterais. Porto Real Materiais de Construção S. sob as marcas "Blokret L22" e "Blokret Sparta".01. 2. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • Blokret Industrial Ltda.A. nos tipos "Uni-Stein Standard". nas espessuras de 100. Pavi-S Indústria e Comércio de Material de Construção Ltda. na espessura de 45 mm. aos 28 dias. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Vide material similar na E-LAJ. que possibilite absorver os esforços de torção. nos tipos "Standard". sob a marca "Piso E-16". ambas com arestas da face superior bisotadas. sob o número 218504 . uma tensão de ruptura à compressão entre 45 e 50 MPa.. II e III. Partes I... 80 e 60 mm.01 1. entende-se por elementos intertravados os elementos pré-fabricados de concreto.. Exactomm Pré-Moldados de Concreto Ltda.. O agregado será selecionado e a compactação será obtida por prensa-vibratória. Os elementos intertravados coloridos serão fabricados com a adição de pigmento a toda a massa do concreto ou apenas à camada superior. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3 3. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. "Terminal" e "Conjunto-Setor".1 2.Proibida a reprodução sem autorização. nas espessuras de 80 e 60 mm e "Uni-Mini". "Beiral". 2. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os elementos intertravados serão pré-fabricados com concreto que apresenta.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. etc.. Não possuem função estrutural. Ltda. Neo-Rex do Brasil Ltda. NORMAS Os agregados utilizados na confecção dos elementos vazados obedecem à EB-4/82 Agregados para concreto (NBR-7211).. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Elementos Vazados Concreto ou Cerâmica E-ELE. armadas ou não... II e III. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • Acarita ..Artefatos de Granilite e Cimento Ltda. Reago Indústria e Comércio S. Grani-Mat Ltda. servindo apenas como elementos decorativos e de vedação. executadas com argamassa de cimento e areia. DEFINIÇÃO Elementos vazados de concreto são peças pré-moldadas. mediante tratamento prévio da superfície do elemento vazado..Artefatos de Concreto Armado Santa Rita Ltda. sob o número 218504 .02 1. 3.A.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Possuem dimensões e geometria variadas.2 4. Podem receber pintura a óleo. 2. látex. possuindo textura e cor uniformes. 3. Granicret . acabamento perfeito e arestas bem definidas.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. 3. A argamassa será homogênea. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Albino Mendes & Cia. As peças serão moldadas em fôrma de aço e vibradas.

Cópia fiel da Edição impressa em 1995.epóxipoliamida (NBR-7831).3 PRODUTOS PIGMENTADOS Os produtos pigmentados estão divididos em resinas pigmentadas e tintas epóxi. revestimentos de alta resistência mecânica e química e confecção de argamassa sintética. base para revestimentos. Sistema de revestimento protetores com finalidade anticorrosiva. Partes I.1 2. e os veículos compreendem a parte fixa (resina mais endurecedor) e a parte volátil.4.4. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2. 2.01 1.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Nas tintas epóxi comuns as porcentagens são: • • • pigmentos (ativos e cargas) : 30%.3 PRODUTOS ENCORPADOS OU PASTOSOS Obtidos pela adição de cargas inertes ao produto puro (resina mais endurecedor). Capital Federal.4.4 2. veículos (parte fixa) : 30%. emassamento. veículos (parte volátil) : 40%. II e III. reparos rápidos e calafetação. Os pigmentos abrangem os ativos e os inertes ou cargas. 2. Sistema de revestimentos protetores com finalidade anticorrosiva – epóxi-alcatrão de hulha-poliamida (NBR-7829). 2. A parte de carga não deve ultrapassar 50% gravimétricos em relação ao peso do produto final. sob o número 218504 . As resinas pigmentadas são sem solventes voláteis e com pigmentos e cargas que não ultrapassam 30% gravimétricos. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: MB-1022/77 NB-771/82 NB-772/82 NB-773/82 NB-774/82 Resina epóxi . NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. 2. As tintas epóxi compreendem pigmentos e veículos. Sistema de revestimentos protetores com finalidade anticorrosiva – epóxi-polimida (NBR-7832).determinação do conteúdo de epóxi (NBR-5833).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Epóxi Condições-Gerais E-EPO. injeção de fissuras.4.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O PROPRIETÁRIO somente admitirá a utilização de resinas epóxi resultantes da poliadição de endurecedores e empregados nas seguintes formas: PRODUTOS PUROS OU INCOLORES Empregados com as finalidades de colagem de concreto novo com concreto velho.1 2.2 2. Sistemas de revestimentos protetores com finalidade anticorrosiva – epóxi-alcatrão de hulha-poliamina (NBR-7830).Proibida a reprodução sem autorização. São empregados com as finalidades de colagem em geral.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I. impermeabilização de reservatórios d'água e de lajes de cobertura. Capital Federal. II e III.5 Nas tintas epóxi especiais as porcentagens São: • • • pigmentos (ativos e cargas) : 25%. veículos (parte volátil) 25%.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. no mínimo.6 As resinas pigmentadas são utilizadas em revestimentos de alta responsabilidade.A.A.continuação E-EPO. Shell Química S. 3..Proibida a reprodução sem autorização. sob o número 218504 . 50% de resina epóxi (veículo ou parte fixa).A. veículos (parte fixa) : 50%.01 2. 2. As tintas epóxi são usadas em pinturas em geral e pinturas impermeáveis.4. com emprego de produto contendo.4. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • Ciba-Geigy Química S. Dow Química S. e em pavimentações.

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Epóxi Adesivo Estrutural E-EPO.02

1.

DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação, entende-se por adesivo estrutural o produto destinado a garantir aderência perfeita entre concreto fresco e endurecido (juntas de concretagem) ou entre duas Superfícies de concreto endurecido.

2. 2.1 2.2

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Produto fornecido em 2 componentes, tendo como base resinas epóxicas, resultando da mistura uma pasta de cor acinzentada. A vida útil da mistura já preparada ("pot life") é de 1 a 3 horas, conforme a temperatura ambiente. A faixa de temperatura ideal para emprego do produto é de 20 a 30°C, sendo que em temperaturas abaixo de 10°C não se recomenda o uso do produto. FABRICANTES/PRODUTOS O PROPRIETÁRIO admite a utilização dos produtos fabricados por: • • • • • • • • • Abbott S.A. Indústria e Comércio, sob a marca "Epofix"; Ciba-Geiqv Química S.A., sob as marcas "Strutural Adesivo 01 A/B", "Strutural Adesivo 02 A/B" e "Strutural Adesivo 04 A/A"; Foseco Industrial e Comercial Ltda., sob a marca "Nitroband EP"; Fusecolor Tintas e Vernizes Ltda., sob a marca "Icosit K 250"; Isolamentos Modernos Ltda., sob a marca "Neo-Fix"; Montana S.A. Indústria e Comércio, sob as marcas "Montadur 301" e "Montadur 302"; Otto Baumgart Indústria e Comércio S.A., sob as marcas "Compound Adesivo" e "Compound Adesivo MF"; Sika S.A., sob as marcas "Sikadur 31" e "Sikadur 32"; Wolf Hacker & Cia. Ltda., sob as marcas "Duropoxv AU 50", "Duropoxy AU 100", "Duropoxy MR" e "Duropoxy MRF".

3.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Epóxi Formulação de Resinas Epóxicas e Alcatrão E-EPO.03

1.

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Formulação de 2 componentes, à base de resinas epóxicas e alcatrão, apresentada sob a forma de solução ou de emulsão.

2.

FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por:

2.1

SOLUÇÃO • Incomex S.A. Engenharia, Indústria e Comércio, sob as marcas "Superpóxi-ALFLEX" (filme flexibilizado, recomendado para impermeabilização de áreas sujeitas a subpresão elevada ou a imersão permanente, como subsolos, poços de elevador e águas servidas, reservatórios d'água e jardineiras); "Superpóxi-AL-RIG" (filme duro, usado na proteção anticorrosiva de estacas de concreto, de madeira ou metálicas, estruturas e dutos de ferro e cimento) e "Superpóxi-JP" (filme liso e brilhante, modificado para obter uma maior flexibilidade, atendendo a grandes solicitações dos substratos, usado para a impermeabilização de reservatórios de água, jardineiras, piso e paredes de subsolos onde a subpressão não seja muito elevada, bem como para a proteção, interna e externa, de tubulações de aço e concreto)

2.2

EMULSÃO • Incomex S.A.Engenharia, Indústria e Comércio, sob a marca "Superpóxi-EM" (filme liso, semibrilhante, sem solventes, o que o torna atóxico e não inflamável; recomendado para ambientes confinados, como túneis, reservatários, subsolos, etc.); Otto Baumgart Indústria e Comércio S.A., sob a marca "Compound Coal Tar Epóxi".

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Feltros e Mantas Asfáltico E-FEL.01

1. 1.1

FELTROS DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação, entendem-se por feltros asfálticos os cartões absorventes saturados com asfalto, sem película superficial e sem materiais de revestimento. São utilizados na formação de membranas asfálticas. Para materiais de revestimento não utilizar substâncias que possam interferir na boa adesão entre o feltro e o asfalto, como a mica, o talco, a areia, etc.

1.2

NORMAS Os feltros asfálticos obedecerão ao disposto na EB-636/84 - Feltros asfálticos para impermeabilização (NBR-9228).

1.3

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os feltros asfálticos são compostos por cartões absorventes, fornecidos em bobinas. O valor da resistência mínima à ruptura, após a saturação, será sempre em ambos os sentidos. Terão, conforme o tipo, as características descritas no quadro a seguir.

CARACTERÍSTICA Peso seco (g/m²) Resistência à ruptura (kgf/5 cm) Peso saturado (g/m²) Espessura nominal mínima (mm) Bobinas (m)

TIPO 250/15 250 15 550 0,7 1,00 x 10,00 1,10 x 40,00 350/25 350 25 800 0,9 1,00 x 40,00 500/30 500 30 1.100 1,2 1,00 x 40,00 1,10 x 40,00

1.4

FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • Asfaltos Vitória Ltda.; Isolamentos Modernos Ltda., sob a marca "Feltro Asfáltico I.M.; Ondalit S.A. Materiais de Construção, sob a marca “'Ondalit"; Toro Indústria e Comércio Ltda., sob a marca "Toroflex".

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continuação

E-FEL.01

2. 2.1

MANTAS DE POLIÉSTER DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação, entende-se por manta asfáltica de poliéster a manta de poliéster do tipo "no-woven" (não-tecido), saturada com asfalto e revestida em uma ou em ambas as faces de asfaltos modificados com fina camada de areia ou filme de polietileno, este como acabamento final.

2.2

FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Toro Indústria e Comércio Ltda., nos tipos "Torodin 3500" (manta à base de asfalto modificado em ambas as faces do poliéster, sendo o acabamento de cada uma das faces em areia ou polietileno removível ou termoretrátil) "Torodin 3", "Torodin 4" e "Torodin 5” (mesmas características, sendo que o asfalto utilizado na confecção possui cargas de polímeros).

3. 3.1

MANTAS DE FIBRA DE VIDRO DEFINIÇÃO Manta à base de asfalto modificado com polímero estruturado com véu de fibra de vidro especial, imputrescível, não hidroscópica e com elevada estabilidade dimensional.

3.2

FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Viapol Impermeabilizantes Ltda., nos tipos "Viapol glass 2" e "Viapol glass 3".

4. 4.1

MANTAS DE FIBRA DE VIDRO E POLIÉSTER DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação, entende-se por manta de fibra de vidro e poliéster a manta de fibra de vidro acoplada a filme de poliéster, de alta resistência, saturada com asfaltos modificados com plastômeros, incorporando herbicida em sua massa para inibir o ataque de raízes.

4.2

FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produto fabricado por: • Viapol Impermeabilizantes Ltda., sob a marca "Viapol Antiraiz".

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Ferragens e Artefatos Similares E-FER.01

1.

NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto, merecerão particular atenção as seguintes:

1.1

CREMONA EB-966/79 EB-967/82 MB-1217/82 MB-1218/82 Cremona e seus acessórios - padrão popular (NBR-7179); Cremona e seus acessórios - padrão superior (NBR-7805); Cremona ensaio de campo (NBR-7806); Cremona - ensaio de laboratório.(NBR-7807);

1.2

DOBRADIÇA EB-965/79 EB-1355/82 EB-1359/82 EB-1360/82 EB-1361/82 MB-1777/82 MB-1778/82 MB-1779/82 MB-1780/82 Dobradiças de abas (NBR-7178); Dobradiça invisível (NBR-7782); Dobradiça helicoidal para porta corta-fogo; Dobradiça de mola para porta corta-fogo; Dobradiça excêntrica para porta corta-fogo; Dobradiça - ensaio de laboratório (NBR-7780); Dobradiça - ensaio de campo (NBR-7781); Dobradiça invisível - ensaio de laboratório (NBR-7783); Dobradiça invisível - ensaio de campo (NBR-7784).

1.3

FECHADURA EB-606/72 EB-904/77 EB-906/77 EB-907/77 EB-908/77 EB-909/77 EB-910/77 EB-947/77 EB-948/77 EB-949/77 EB-1358/82 EB-1369/82 EB-1370/82 Cilindro para fechaduras com travamento por pinos; Fechadura de embutir com cilindro - padrão popular (NBR-5630); Fechadura de embutir tipo interna - padrão popular (NBR-5633); Fechadura de embutir tipo banheiro - padrão popular (NBR-5636); Fechadura de embutir com cilindro - padrão médio (NBR-5631); Fechadura de embutir tipo interna - padrão médio(NBR-5634); Fechadura de embutir tipo banheiro - padrão médio (NBR-5637); Fechadura de embutir tipo interna - padrão superior (NBR-5635); Fechadura de embutir tipo banheiro - padrão superior (NBR-5638); Fechadura de embutir com cilindro - padrão superior (NBR-5632); Fechadura destinada à porta corta-fogo para saída de emergência; Fechadura de sobrepor - tipo caixão sem trinco e sem gorges - padrão popular - Tipo A (NBR-7798); Fechadura de sobrepor - tipo caixão sem trinco e sem gorges - padrão popular - TipoB (NBR-7799);

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continuação

E-FER.01

EB-1371/82 EB-1372/82 EB-1373/82 EB-1374/82 EB-1375/82 EB-1411/83 MB-817/72 MB-1781/82 MB-1840/83 MB-1932/83 PB-992/81 1.4

Fechadura de sobrepor - tipo caixão sem trinco e com gorges - padrão popular - tipoC (NBR-7800); Fechadura de sobrepor - tipo caixão com trinco - padrão popular - tipo D (NBR-7801); Fechadura de sobrepor, de 80mm, para portões e portas - padrão popular (NBR-7802); Fechadura de sobrepor, de 100mm, com gorges, para portões e portas padrão popular (NBR-7803); Fechadura de sobrepor, de 80mm, de cilindro - tipo A (NBR-7804); Fechadura de sobrepor, de cilindro, 100mm - tipo B (NBR-7807); Cilindros para fechaduras de sobrepor com travamento por pinos ensaios de resistência à corrosão; Fechadura de dobradiça para porta corta-fogo - verificação da resistência ao funcionamento; Fechadura de embutir - ensaio de campo (NBR-8208); Fechadura de embutir - ensaio de laboratório (NBR-8489); Fechadura destinada à porta corta-fogo para saída de emergência.

FECHO E TRINCO EB-950/79 EB-1362/82 EB-1363/82 EB-1364/82 EB-1365/82 EB-1366/82 EB-1367/82 EB-1368/82 MB-1782/82 MB-1783/82 MB-1784/82 MB-1785/82 Trincos e fechos (NBR-7177); Fecho de segurança tipo pega-ladrão - padrão-médio (NBR-7791); Fecho de segurança tipo pega-ladrão - padrão-superior (NBR-7792); Fecho de segurança de embutir - padrão popular (NBR-7793); Fecho de embutir - padrão superior (NBR-7794); Fecho de embutir - padrão popular (NBR-7795); Fecho de segurança - padrão médio(NBR-7796); Fecho de segurança - padrão luxo (NBR-7797); Trinco e fecho - ensaio de laboratório (NBR-7787); Trinco e fecho - ensaio de campo (NBR-7788); Fecho de segurança tipo pega-ladrão e fecho de embutir - ensaio de laboratório (NBR-7789); Fecho de segurança tipo pega-ladrão e fecho de embutir - ensaio de campo(NBR-7790).

2.

FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por:

2.1

PARA ESQUADRIAS DE MADEIRA E DE AÇO OU FERRO • • Aliança Metalúrgica S.A.; Dorma Sistemas de Controles para Portas Ltda., sob a marca "Gemiclo";

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

continuação

E-FER.01

• • • • • • • • • 2.2

Fama Ferragens S.A.; Ferragens e Laminação Brasil S.A., sob a marca "Concept"; Ferragens Haga S.A.; Indústria Ferragens Pagé; La Fonte Fechaduras S.A.; Metalúrgica Arouca Ltda.; Pado S.A. Industrial, Comercial e Importadora; Papaiz Indústria e Comércio Ltda.; Xilotécnica S.A.

PARA ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO • • • • • Alcan Alumínio do Brasil S.A.; Alcoa Alumínio S.A.; Fermax Indústria de Acessórios para Esquadrias Ltda.; Promel - Produtos Metalúrgicos Ltda.; Udinese Indústria e Comércio Ltda.

2.3

PARA ESQUADRIAS DE VIDRO TEMPERADO • • • • Derma Sistemas de Controles para Portas Ltda.; Cia. Vidraria Santa Marina; Santa Lúcia Cristais Blindex Ltda.; La Fonte Fechaduras S.A.

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Fibras de Vidro Generalidades E-FIB.01

1.

DEFINIÇÃO As fibras de vidro podem ser de fibras curtas, geralmente apresentados sob a forma de lã de vidro (vide E-LAV.01); ou de fios contínuos de vidro, para aplicação, em conjunto com resinas plãsticas. Os fios contínuos são utilizados no campo dos plásticos reforçados e aglutinados por resinas e no campo da impermeabilização da construção civil.

2. 2.1

FABRICAÇÃO As fibras de vidro do tipo fio contínuo são fabricadas, excetuando-se as destinadas aos véus de superfície, com vidro "E" cuja composição é a seguinte: • • • • • Si O2 de 52 a 56% Al2 O3 de 12 a 16% Ca O de 16 a 25% B2 O3 de 08 a 13% Mg O de 00 a 06%

2.2

O processo de fabricação será o de fusão direta, pelo qual os filamentos são formados pela passagem do vidro derretido, diretamente do forno de fusão, através de fieiras ou buchas de metal precioso. Em véus de superfície (vide E-FIB.02) o fio será fabricado com vidro "C", quimicamente mais inerte. As fibras de vidro, após sua formação nas fieiras e quando destinadas aos plásticos reforçados, são tratadas com substâncias químicas especiais, que têm como principal função promover a união química entre o vidro (inorgânico) e as matrizes plásticas (orgânica). Para tal finalidade, as substâncias químicas mais usadas são os compostos de cromo e silício (silano), possuidores de moléculas bifuncionais. Uma das moléculas se une ao vidro e a outra à matriz plástica. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As características principais das fibras de vidro, do tipo fio continuo, são as seguintes: • • • • • • • alta resistência à tração; perfeita elasticidade; incombustibilidade; elevada resistência à umidade; elevada estabilidade dimensional; elevada resistência à corrosão; excelentes características elétricas (alta rigidez e baixa constante dielétrica).

2.3 2.4

3.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

continuação

E-FIB.01

4. 4.1 4.1.1

TIPOS DE PRODUTOS COM FIOS CONTÍNUOS TECIDO Fabricado com fios ("yarns") torcidos e trançados e, no caso de emprego em impermeabilização, obedecendo ao disposto na EB-632/84 - Véu de fibras de vidro para impermeabilização (NBR-9227). O peso dos tecidos para impermeabilização é no mínimo de 50 g/m² e para plásticos reforçados varia de 85 a 1370 g/m². A espessura do tecido para plásticos reforçados varia de 0,08 a 1,14 mm O uso do tecido na fabricação de plásticos reforçados praticamente duplica a resistência alcançada com o emprego de fios paralelos. “ROVING" Entende-se como "roving" o feixe de fios paralelos, não torcidos, enrolados numa bobina.

4.1.2

4.1.3 4.2

4.3

“ROVING" TECIDO Tecido fabricado com "roving", com peso variando de 510 a 1650 g/m². De custo inferior ao do tecido, o "roving" tecido será usado, principalmente, na fabricação de grandes peças estruturais.

4.4

SPUN ROVING" TECIDO Tecido fabricado com o "roving" dobrado várias vezes sobre si mesmo, mas impedido de desfazer-se por meio de um pequeno torcimento. Confere aos laminados maior resistência ao cisalhamento entre lâminas, melhora a aderência com outros materiais e é mais dobrável.

4.5

MANTA DE REFORÇO São tecidos fabricados com fios cortados ou contínuos, aglutinados com resinas ou ligados mecanicamente por costura. O peso das mantas de reforço varia entre 225 a 1400 g/m², no caso do emprego de resina, e entre 600 a 3100 g/m², no caso do uso da costura.

4.6

“ROVING" TECIDO E MANTA Associação de uma camada de "roving" tecido com outra de manta de fio cortado, feita por ligante de poliéster em pó de alta solubilidade. A associação combina a orientação bidirecional do "roving" tecido e a orientação isotrópica da manta de fio cortado. O produto será fabricado com "roving" tecido de 550, 820 ou 960 g/m² unidos à manta de 300 ou 450 g/m².

4.7

VÉU DE SUPERFÍCIE ("SURFACING MAT") Vide E-FIB.02.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

2 MANTA DE REFORÇO • Owens Corning Fiberglass Ltda.continuação E-FIB.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 . 450 e 600 g/m². Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . com gramaturas de 225. sob a marca "Manta M-700" (Silano) . sob as marcas "Roving 825" (Cromo).01 5. Partes I. sob a marca "Fab Mat". "Roving 853" (Silano) e "Roving 891" (Silano)..3 “ROVING" TECIDO E MANTA • Owens Corning Fiberglass Ltda.1 “ROVING" • Owens Corning Fiberglass Ltda. 5. II e III. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 5. 5. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização..

1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Será fabricado com vidro "C" e constituído por fibras extrafinas. "Specification for Textil Testing Machines".Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. obedecerá à EB-632/84 .3 3. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • Abbott S.25 a 0. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.75 mm e com peso de 35 a 45 g/rn2. O Tipo 2 é o véu com fibras de vidro aglomeradas com resinas fenólicas.2. sob o número 218504 .2 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A ..PETROBRÁS. indicado para uso em impermeabilizações constituídas por soluções asfálticas aplicadas a quente. O véu de fibra de vidro será inerte em relação aos componentes que integram os produtos utilizados em impermeabilização.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Fibras de Vidro Véu de Superfície E-FIB. indicado para uso em impermeabilizações constituídas por emulsões e soluções asfálticas aplicadas a frio. NORMAS O véu de fibra de vidro ou véu de superfície.A.A. sob as marcas "Impervéu Branco" (Tipo 1) e "Impervéu Amarelo" (Tipo 2). de diâmetro médio de 16 micra. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2. distribuídas multidirecionalmente. II e III.2 2. De acordo com a EB-632/84. conforme descrito a seguir. quando destinado ao emprego como camada de reforço das membranas de impermeabilização ou como camada de proteção. mais as relacionadas a seguir: ME-13 ASTM-D-76 ASTM-D-146 da Petróleo Brasileiro S. "Sampling and Testing Felted and Woven Fabrios Satured With Bituminous Substances for Use in Waterproofing and Roofing". sob as marcas "Figlass Branco" (Tipo 1) e "Figlass Amarelo" (Tipo 2). Indústria e Comércio. da ABNT. haverá 2 tipos de véu de fibra de vidro.A.2. . Aeroglass Brasileira S.1 2. O Tipo 1 é o véu com fibras de vidro aglomeradas com resinas uréicas e amidos. 2. Será fabricado nas espessuras de 0.Véu de fibras de vidro para impermeabilização (NBR-9227).02 1. Capital Federal.

Proibida a reprodução sem autorização.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Fitas Vedadoras Polipropileno E-FIT. Schlegel do Brasil Indústria e Comércio Ltda. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os fios de polipropileno serão repelentes à água.2 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1 2. inserida em seu meio. As fitas poderão ter. Partes I. uma lâmina. também de polipropileno. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. semiflexível. 2. 2. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. A base de polipropileno será indeformável com a variação de temperatura. sob o número 218504 .3 3.01 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. entendem-se por fitas vedadoras de polipropileno as fitas com felpas de fios de polipropileno e base rígida desse mesmo material. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • Alcan Alumínio do Brasil S.. resistentes à ação dos raios ultravioleta e antiaderentes ao pó. Capital Federal. A altura da felpa será compatível com a distância de montagem.A. II e III.

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Fitas Vedadoras Poliéster E-FIT. Não haverá adesivo na bandagem central. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III. 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 100% poliéster.2 2. Telafix Indústria e Comércio Ltda. para assegurar a elasticidade em torno de 50%. Serão fabricadas em fio torcido. fendas e rachaduras.02 1.Proibida a reprodução sem autorização. para permitir a aplicação de qualquer tipo de revestimento. sob o número 218504 . de material elástico e antimofo.. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • Glasurit do Brasil Ltda. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão de tela auto-adesiva. 2. e com malha aberta. A tela apresentará resistência ao meio alcalino e suportará trações de até 318 daN. Capital Federal. 2.3 3. fita vedadora de poliéster é um produto destinado ao tratamento de trincas.

sob o número 218504 .26 1. para impedir sua fácil remoção. Capital Federal. Alba Química Indústria e Comércio Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A superfície interna da fita deverá ser impregnada com adesivo resistente. As fitas terão corte primoroso das bordas. sem rebarbas. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • 3M do Brasil Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. permitindo acabamento perfeito na delimitação de pinturas 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Fita Crepe E-FIT.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I.

04. GESSO CALCINADO Vide E-AGL..Gesso ".04. 4. "Aglomerantes .Carbonato de Cálcio (CRÉ) 3. 5.1 FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • Gessoforro . 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob a marca "Chapas Gypsum". GESSO PARA ESTUQUE Vide E-AGL. GESSO-CRÉ Será de carbonato de cálcio destinado a ser usado no preparo da massa de vidraceiro ou na confecção de tintas.A. II e III. sob a marca "Gypsalum". Partes I. "Aglomerantes . Capital Federal.Gesso". "Aglomerantes .Indústria e Comércio de Artefatos de Gesso Ltda.01 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 5. "Aglomerantes .Gesso".. sob o número 218504 . GESSO PARA REVESTIMENTO Vide E-AGL.04. GESSO EM PLACAS Vide E-AGL.04. Gypsum do Nordeste S.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Gesso E-GES.Proibida a reprodução sem autorização. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Gesso". devendo satisfazer à EB-30/5 .

FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por. Indústria e Comércio. Partes I. II e III. sob a marca "Durolit Normal".A. sob a marca "Sika 1". Capital Federal. Isolamentos Modernos Ltda.A.01 1.. Ltda. do tipo colmador integral. sob a marca "Proko Normal" n° 1. que se adicionam a concretos e a argamassas por ocasião do amassamento 2. sob a marca "Retrácua". Otto Baumgart Indústria e Comércio S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . DEFINIÇÃO Produtos impermeabilizantes. Wolf Hacker & Cia.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Hidrófugos Colmador Integral (de massa) E-HID..A.Proibida a reprodução sem autorização. sob a marca "Vedacit". Sika S. • • • • • Abbott S. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995... integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.

decorrente da reação referida. Otto Baumgart Indústria e Comércio S. entretanto.. Matsica . Indústria e Comércio. Capital Federal. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • • • Abbott S. 2. entendem-se por hidrófugos superficiais de silicone os produtos hidrorrepelentes ou refratários à molhadura. sob a marca "Super-consevado-5 Silicone". não se processam as reações químicas com o anidrido carbônico do ar.2 2. se transforma. o hidrofugante será do tipo resina de silicone diluída em solvente orgânico. elemento ativo dos produtos adiante especificados. produzirá um véu branco sobre a superfície tratada. O efeito aparece após a evaporação do solvente e a conseqüente impregnação das paredes dos capilares e poros com o ácido polimetilsilícico. O efeito dos produtos constituídos por siliconato de potássio só se verifica após a reação com o anidrido carbônico do ar em presença do vapor d'água. O ácido metilsilícico. Sika S. sob as "Imperdry n° 1. no ácido polimetilsilicico.3 2. O emprego de produtos de base de siliconato de sódio não é recomendado... Partes I.2 2.A. constituindo endutos ou pinturas para tratamento ou proteção de superfícies porosas ou absorvente.. após o desprendimento da água. Na impregnação com esses produtos.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Hidrófugos Superfícies. sob a marca "Repelin". subproduto da reação.02 1. produtos impermeabilizantes Na proteção contra a umidade por hidrófugos.Indústria e Comércio de Materiais Sintéticos para Construção Ltda. II e III. sob o número 218504 . Para emprego sobre superfícies pouco absorventes ou que tenham recebido um tratamento anterior com produto diluído em água. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. mas apenas o revestimento das paredes dos capilares e dos poros pelo produto empregado... sob a marca “Acquella”.A. Não são. Plasticôte do Brasil (Revestimentos) S.Proibida a reprodução sem autorização.”Imperdry n° 2". sob a marca "Acrosil". Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o nome "International GTA 048". Tintas Internacional S.. 1.A.A. pois o carbonato de sódio. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os hidrófugos de base de silicone serão constituídos por siliconato de potássio diluído em água e por resina de silicone diluída em solvente orgânico.e “Imperdry n° 3”.A. Isolamentos Modernos Ltda. sob a marca "Repel-Face".4 3.1 2. não há fechamento dos poros do material de construção.1 DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Silicone E-HID. sob as marcas "Dow Corning 772" e "Dow Corning 773". 1. Dow Corning do Brasil Ltda.

Capital Federal. sob a marca "Neve-Cem". Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • Abbott S.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I. Neve-Cem Indústria e Comércio Ltda. Os hidrófugos de base de cimento branco serão constituídos por cimento branco diluído em água. Otto Baumgart Indústria e Comercio S. Isolamentos Modernos Ltda. entretanto.1 DEFINIÇÃO Produtos hidrorrepelentes ou refratários a molhaduras. 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Hidrófugos Superfícies. sob o número 218504 .3 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Não são. sob a marca "Proko-Fachada". sob a marca "Impertin". produtos impermeabilizantes.A. não há fechamento dos poros do material de construção. sob a marca "Cimentol". constituindo endutos ou pinturas para tratamento ou proteção de superfícies porosas ou absorventes. Indústria e Comércio. mas apenas o revestimento das paredes dos capilares e dos poros pelo produto empregado.. Na proteção contra a umidade por hidrófugos.2 1.. .Proibida a reprodução sem autorização. sob a marca "Super-conservado P".A. II e III.. Sika S.03 1. 1. Cimento Branco E-HID.

Partes I. Capital Federal. II e III. Bombas centrífugas horizontais.Measurement of Fluid Flow in Closed Conduits . pressão nominal 1 MPa . ARI.1 . HVAC.Velocity Area Method Using Pilot Static Tubes. Unidade compacta ou divisível de condicionamento de ar "Self Contained" tipo industrial ou comercial. SMACNA/HVAC Air Duct Leakage Test Manual. dar-se-á particular atenção as seguintes: EB-158/81 EB-224/81 EB-269/69 EB-271/84 EB-273/82 EB-1635/85 NB-3/90 NB-10/78 NB-643/82 PB-856/81 TB-163/79 Condicionador de ar doméstico (NBR-5858). 1977 Standard 3966 . 1981 .2 1. DIN. NEMA. REGULAMENTOS • • • • • • • ANSI/ASME. Fibrous Glass Duct Construction Standards.parâmetros básicos de projeto (NBR-6401). serão observadas as editadas pelos seguintes órgãos: ANSI. AMCA Standard 210-1985 Laboratory Methods of Testing Fans for Rating. Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410). NFPA. ISO. 1. Condicionadores de ar domésticos . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. evaporadores e trocadores de calor (NBR-5029). ASTM.2.Fan Application Guide.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Ar Condicionado. Torres de resfriamento de água (NBR-6111).01 1. SMACNA/HVAC . características nominais e identificação (NBR-7878).1 NORMAS NORMAS NACIONAIS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Instalações centrais de ar condicionado para conforto . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . para condensadores. SMACNA/Standard 1979-2. SMACNA. sem costura.Duct Construction Standards Metal and Flexible.requisites de segurança elétrica (NBR-9318). Ventilação e Aquecimento Normas e Regulamentos E-IAC.1 1. Tubo de cobre sem costura para refrigeração e ar condicionado (NBR7541).2. Tubo de cobre e suas ligas.dimensões. Instalações de ar condicionado para salas de computadores (NBR10080). 1. Tubos capilares de cobre sem costura (NBR-5028).2 NORMAS ESTRANGEIRAS No caso de omissão ou inexistência de normas nacionais. de entrada axial.Gaugers Pressure Indicating Dial Type Elastic Element.Proibida a reprodução sem autorização. sob o número 218504 . 1985 Standard B-40. ASHRAE.

1974 .89. legislações federais que tratam do controle de poluição do ar.09. e quando esteja assegurada a disponibilidade de peças de reposição.4 2. Adjusting and Balancing Building Heating.2 PRESCRIÇÕES Todos os equipamentos acionados por motores elétricos deverão operar com fator de potência mínimo de 0. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Fires in High-risc Buildings. ventilação e aquecimento e ao critério de equivalência definido pelo PROPRIETÁRIO. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.92. estaduais e federais de cada localidade. fabricantes e modelos citados são simples referência do nível mínimo da qualidade exigida para os materiais e equipamentos selecionados pelo CONSTRUTOR. de 31. Capital Federal.continuação E-IAC. classe.Proibida a reprodução sem autorização. além das normas citadas. obedecerão ao disposto nos normativos do PROPRIETÁRIO. 3. ANSI/ASHRAE . etc. ainda que de fabricação estrangeira. 225 da Constituição Federal e Lei n° 6938. 21 2. Deve-se atentar para o art. Os equipamentos fornecidos deverão possuir capacidade e potência conforme o especificado pelo PROPRIETÁRIO. 2. desde que atendam às prescrições destas especificações de materiais para instalações de ar condicionado. ventilação ou aquecimento. II e III. tipo. bem como às posturas municipais.Standard III . pelo período mínimo de 5 anos.81. 2. Outras marcas. Ventilation. fabricantes e modelos poderão ser utilizados. Testing. ASHRAE Technical Data Bulletin. sob o número 218504 . Partes I. Air Conditioning and Refrigerations Systems. Equipamentos estrangeiros somente poderão ser fornecidos quando possuírem representante ou distribuidor autorizado no Brasil. FABRICANTES E MODELOS As marcas. ventilação e aquecimento.08. quando operando nas condições previstas no projeto especifico de ar condicionado.5 3.01 • • • NFPA. Só serão aceitos materiais e equipamentos que estamparem a identificação do fabricante. perfeitamente identificáveis. inclusive as restrições temporárias ou permanentes. assistência técnica e garantia.1 3. MARCAS. bem como modelo.1988 Practices for Measurement. Os materiais para instalações de ar condicionado. alterada em 18.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .3 2.

Deverá ser previamente testado contra vazamentos a uma pressão de 350 psi. Será dotado de válvula de segurança e de sub-resfriador integral que assegure o sub-resfriamento adequado.2 EVAPORADOR Será constituído por uma serpentina confeccionada com tubos de cobre sem costura e aletas integrais de alumínio. o gabinete será dotado de caixa "plenum" com as mesmas características construtivas.02 1. fixadas aos tubos por expansão mecânica. Será provido de bandeja coletora de condensado com caimento para o lado da drenagem. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Será dotado de sub-resfriador integral que assegure o subresfriamento adequado. O sistema de condensação poderá ser a ar ou água e o condensador poderá ficar em gabinete próprio (condensador remoto) 2. O condensador deverá permitir a entrada da tubulação hidráulica no lado que for indicado no projeto. com painéis de chapa de aço galvanizado. Os painéis serão removíveis para permitir fácil acesso ao interior da máquina e construídos com chapas de bitola adequada à boa rigidez do conjunto.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS GABINETE Será constituído por uma estrutura metálica. com pintura eletrostática em tinta esmalte sobre "primer" anticorrosivo. O gabinete será revestido internamente com isolamento termoacústico. Capital Federal. expandidos mecanicamente nos espelhos de aço. sob o número 218504 . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III.4 CONDENSADOR A ÁGUA Tipo "shell and tube" confeccionado com carraça de aço-carbono com tampas removíveis de ferro fundido. dotada de sistema de refrigeração completa e serpentina para tratamento de ar. a qual possuirá grelha de insuflamento com deflexão vertical e horizontal ajustáveis. protegidos contra a corrosão por processo de fosfatização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. construído em chapas de aço com acabamento similar ao da unidade evaporadora. de forma a obter-se um perfeito contato. No caso de condensador remoto. fixadas aos tubos por expansão mecânica. entende-se como condicionador de ar "self-contained" a unidade condicionadora autônoma. Ar Condicionado. com capacidade de 3 a 40 TR. Deverá ser previamente testado contra vazamentos a uma pressão de 350 psi e ser equipado com distribuidores e coletores de fluidos refrigerantes. 2.3 CONDENSADOR A AR Será constituído por uma serpentina confeccionada com tubos de cobre sem costura e aletas integrais de alumínio. sem rede de dutos. Ventilação e Aquecimento Condicionadores self-contained E-IAC. de forma a obter-se perfeito contato. 2. No caso de condicionadores com insuflamento direto. Partes I. Os tubos serão de cobre com aletamento integral. deverá possuir gabinete próprio.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.Proibida a reprodução sem autorização. 2.

sob o número 218504 . filtro secador com conexões rosqueadas (cartuchos selados) ou soldadas (elemento filtrante recambiável). protegidos internamente contra sobrecargas e adequados para tolerar a variação de tensão de até 10% do valor nominal.5 VENTILADORES Serão do tipo centrífugo. Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . pressostato de alta com rearme manual.02 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. de dupla aspiração. válvula solenóide na linha de líquido (condicionadores com condensador remoto).6 COMPRESSORES Serão do tipo alternativo (modelo hermético ou semi-hermético) ou rotativo. devendo a sua instalação ser efetuada em fábrica. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. para permitir ajuste de vazão.continuação E-IAC. nas situações em que não seja exigida pressão estática disponível do mesmo. conexão flexível na descarga de compressores semi-herméticos. Partes I. No caso de unidades com condensadores remotos. A polia mestra do ventilador do evaporador será regulável. • • • • • • 2. autolubrificados e blindados. o ventilador do condensador poderá ser do tipo axial. válvula de serviço ou registro instalado na linha de líquido a montante do filtro secador.7 2. Os compressores serão dotados de aquecedores de cárter. Serão acionados por motores elétricos trifásicos. 4 pólos. com pás voltadas para a frente (sirocco). válvulas de serviço capazes de interromper o fluxo de refrigerante e permitir a leitura de pressão.7. II e III. Cada circuito deverá apresentar no mínimo os seguintes componentes: • • • • • válvula de expansão termostática com equalização externa. instaladas nas linhas de sucção e descarga do compressor.1 CIRCUITO FRIGORÍGENO Será confeccionado com tubos de cobre sem costura.Proibida a reprodução sem autorização. confeccionados com aço galvanizado com rotores balanceados estática e dinamicamente. exceto nos equipamentos com condensadores remotos. Os motores serão refrigerados pelo fluxo de sucção de refrigerante.2 Todos os acessórios citados serão exigidos. pressostato de baixa. transmissão através de polias e correias em "V". instalados sobre isoladores de vibração. Serão acionados por motores elétricos de indução. visor de líquido com indicador de umidade. acoplado diretamente ao motor elétrico. Os compressores deverão receber garantia mínima de 3 anos do fabricante. com carga completa de refrigerante. recolhimento e carga de gás. tanque de líquido (condicionadores com condensador remoto). 2. Deverão operar sobre mancais de rolamentos auto-alinhantes.7. trifásicos. isolamento térmico com borracha esponjosa na linha de sucção. 2.

dimensionados conforme NB-3/90 . O sistema de aquecimento só será instalado quando especificado pelo PROPRIETÁRIO.1 QUADRO ELÉTRICO Será montado no interior do gabinete do condicionador. instaladas junto à serpentina evaporadora. ou resistência de umidificação. os componentes de comando. além de ladrão e dreno. se instalados.Proibida a reprodução sem autorização. contendo no mínimo os seguintes elementos.9 SISTEMA DE AQUECIMENTO Será constituído por resistências elétricas aletadas.2 No caso de instalação de sistema de aquecimento e/ou umidificação.8 FILTROS DE AR Serão do tipo permanente e lavável. Serão protegidas contra a falta ou insuficiência de vazão de ar por chave de fluxo e contra superaquecimento superficial por termostato limite de segurança. O sistema de umidificação só será instalado quando especificado pelo PROPRIETÁRIO. O recipiente será dotado de válvula de bronze. Capital Federal. Para aplicações especiais. força e sinalização deverão ser instalados em quadro elétrico independente. especiais para aquecimento de ar. 2. relé temporizador para partida seqüencial (unidades com 2 compressores) fusíveis e chave contatara para cada estágio de aquecimento. que deverá desenergizar a resistência quando a água atingir o nível mínimo fixado.continuação E-IAC.11 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Abrigará todos os elementos de operação e controle da unidade. instalados dentro do gabinete e a montante de serpentina evaporadora. relés auxiliares para intertravamento. Para potências acima de 9 kW serão instalados 2 estágios de aquecimento.parâmetros básicos de projeto (NBR-6401) .1 da NB10/78 . 2.).02 2.Instalações centrais de ar condicionado para conforto . fusíveis para o circuito de comando. sob o número 218504 . etc. As resistências deverão ser ligadas em triângulo ou estrela equilibrada. amianto. devendo o acesso a ele ser possível sem interrupção do funcionamento da máquina. outras exigências poderão ser definidas pelo PROPRIETÁRIO. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . O controle do funcionamento da resistência será através de sensor de umidade instalado no ambiente condicionado. comandada por bóia de aço inoxidável ou cobre. Partes I. através de fiação revestida com material incombustível (fibra de vidro. chave contatora e relé térmico de sobrecarga para cada motor elétrico. com dissipação máxima de 5 W/cm².11.Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410): • • • • fusíveis diazed para cada motor elétrico. 2.10 SISTEMA DE UMIDIFICAÇÃO Será composto por um recipiente confeccionado com chapa de aço galvanizado protegido contra a corrosão. II e III. Como proteção.11. com resistência de aquecimento imersa. será instalado um sensor de baixo nível de água. Deverão ter eficiência compatível com a classe G. que controlará o nível de água. • 2.

12 PAINEL DE CONTROLE Deverá ser instalado em acionamento da máquina. refrigeração ou calefação. Capital Federal. Indústrias Hitachi S. Em unidades dotadas de o painel deverá conter ainda uma chave seletora para 2.13 INTERTRAVAMENTOS O circuito de comando da unidade deverá atender às seguintes condições de seqüência operacional: • • • • impedir a partida dos compressores quando não estiverem energizadas as contratoras dos ventiladores e das bombas. Partes I.continuação E-IAC. sob o número 218504 . bem como lâmpadas piloto ou estado operacional da máquina.A.A. impedir a partida simultânea de 2 compressores (unidades com mais de 1 compressor). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.. FABRICANTES Admite-se o emprego de condicionadores fabricados por: • • • Coldex Frigor S. Springer Carrier do Nordeste S.Proibida a reprodução sem autorização. "leds" para sinalização do sistema de aquecimento. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III.A. impedir a funcionamento simultâneo de refrigeração e aquecimento em um mesmo condicionador. 3. local de fácil acesso.. contendo todos os dispositivos de perfeitamente identificados. impedir a funcionamento das resistências de aquecimento na falta de ventilação no evaporador ou elevação demasiada da temperatura superficial das resistências de aquecimento. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.02 2.

5 e 3 TR. acionado par motor elétrico monofásico com na mínimo 3 velocidades e filtro de ar permanente e lavável com eficiência G. 2. Os painéis serão removíveis para permitir fácil acesso ao interior da máquina. sem rede de dutos.2 SERPENTINA Será utilizada serpentina de alta eficiência. onde circula água quente ou gelada. própria para trabalhar com água gelada ou quente. controle da velocidade do ventilador e regulagem de temperatura através do termostato. o gabinete será dotado de caixa "plenum" com as mesmas características construtivas.2. Deverá ser previamente testada contra vazamentos a uma pressão de 200 psi. Será confeccionada com tubos de cobre sem costura e aletas integrais de alumínio. com pintura eletrostática em tinta esmalte sobre "primer" anticorrosivo.03 1. 2. Ar Condicionado. dotado de serpentina confeccionada com tubos de cobre com aletas integrais de alumínio. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Será constituído par gabinete de chapa de aço galvanizada protegido contra corrosão. O gabinete será revestido internamente com isolamento termoacústico. e painel de comando incorporado ao gabinete. Quando especificado pelo PROPRIETÁRIO.Proibida a reprodução sem autorização. protegidas contra a corrosão par processo de fosfatização. e de um conjunto ventilador.0. com painéis de chapa de aço galvanizado. II e III. de forma a obter-se um perfeito contato. fixadas aos tubos por expansão mecânica. contendo no mínimo chave para as posições ligado/desligado.2.1 FAN-COIL LINHA COMERCIAL GABINETE Será constituído par uma estrutura metálica. resistências elétricas e sistema de umidificação. 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação entende-se como condicionador tipo fan-coil o equipamento dotado de serpentina(s). Será dotada de coletores em tubos de cobre soldados nos tubos da serpentina e suspiro de ar com "plug" rosqueado. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 2. No caso de climatizadores com insuflamento direto. Partes I. o gabinete deverá possuir espaço disponível para instalação de serpentina adicional para reaquecimento ou calefação. Pode ser constituído par unidades de fabricação comercial ou montado em salas de alvenaria especialmente construídas para este fim. com capacidade entre 0.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS FAN-COIL TIPO CONSOLE É assim denominado o fan-coil compacto para pequenos ambientes. Será provido de bandeja coletora de condensado com caimento para o lado da drenagem. a qual possuirá grelha de insuflamento com deflexão vertical e horizontal ajustáveis. ventilador centrífugo de pás voltadas para frente. Ventilação e Aquecimento Condicionadores tipo fan-coil E-IAC. sob o número 218504 . 2. As unidades para instalação no ambiente deverão possuir grelha de insuflamento direcional.

etc. chave contatora para as resistências. trifásicos. confeccionados com aço galvanizado com rotores balanceados estática e dinamicamente.3 VENTILADORES Serão do tipo centrífugo. O recipiente será dotado de válvula de bronze. Conterá os seguintes elementos mínimos. chave contatora e relé térmico para o motor do ventilador. sob o número 218504 . amianto. podendo ser instalado incorporado ao gabinete ou externamente.Proibida a reprodução sem autorização. especiais para aquecimento de ar. instaladas a montante da serpentina em posição facilmente removível. com resistência de aquecimento imersa. através de fiação revestida com material incombustível (fibra de vidro.5 SISTEMA DE AQUECIMENTO Será constituído par resistências elétricas aletadas. Capital Federal. que deverá desenergizar a resistência quando a água atingir um nível mínimo fixado.) . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 4 pólos.parâmetros básicos de projeto (NBR-6401). O sistema de umidificação só será instalado quando especificado pelo PROPRIETÁRIO.2. O sistema de aquecimento só será instalada quando especificada pelo PROPRIETÁRIO. transmissão através de polias e correias em "V".7 QUADRO ELÉTRICO Deverá abrigar todos os dispositivos de comando e proteção da equipamento. Deverão ter eficiência compatível com a classe G. Deverão operar sobre mancais de rolamentos auto-alinhantes. se instaladas.Instalações centrais de ar condicionado para conforto . com os comandos perfeitamente identificados: • • • fusíveis para a circuito de comando e para os circuitos de força de motores e resistências.2.2. 2. A polia motora do ventilador será regulável. Serão acionados por motores elétricos de indução. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.6 SISTEMA DE UMIDIFICAÇÃO Será composto por um recipiente confeccionado com chapa de aço galvanizado protegido contra a corrosão. será instalado sensor de baixa nível de água.03 2.1 da NB-10/78 . 2. Como proteção. Serão protegidas contra falta ou insuficiência de vazão de ar por chave de fluxo e contra superaquecimento superficial por termostato limite de segurança.2. As resistências deverão ser ligadas em triângulo ou estrela equilibrada. 2. comandada por bóia de aço inoxidável ou cobre. 2. de dupla aspiração.continuação E-IAC. além de ladrão e dreno. autolubrificados e blindados. que controlará o nível de água. Para potências acima de 9 kW serão instalados 2 estágios de aquecimento. II e III. O controle do funcionamento da resistência será através de sensor de umidade instalado no ambiente condicionado. instaladas junto da serpentina evaporadora. com pás voltadas para a frente (sirocco). para permitir ajuste da vazão. podendo ainda ser constituído de serpentina com circulação de água quente. construídos em tela metálica corrugada.4 FILTROS DE AR Serão do tipo permanente e lavável. Para aplicações especiais.2.Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410) . dimensionados conforme a NB-3/90 . com dissipação máxima de 5 W/cm². outras exigências poderão ser especificadas pelo PROPRIETÁRIO. Partes I.

FAN-COIL DE ALVENARIA O climatizador será constituído por uma serpentina montada em uma sala termicamente isolada.A. Trox do Brasil .Difusão de Ar. Indústrias Hitachi S..3 botoeiras de comando liga/desliga. Springer Carrier do Nordeste S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. Mipal Indústria de Evaporadores Ltda.. As especificações da serpentina. de alvenaria ou outro material previsto no Projeto. Comparco Indústria e Comércio de Componentes de Ar Condicionado Ltda Luwa Climatécnica S.03 • • 2. Tropical Artefatos de Metal Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A. 3.Difusão de Ar. ventiladores. fabricadas pelas empresas listadas a seguir: 3.A.. Capital Federal.A.3 FILTROS DE AR • • • • • • Aeroglass Brasileira S.2 SERPENTINAS • • • • • • Coldex Frigor S. II e III. Veco do Brasil Indústria e Comércio de Equipamentos Ltda. 3. Trox do Brasil .. Filtragem e Ventilação Ltda. Tropical Artefatos de Metal Ltda.. sistemas de aquecimento e umidificação e quadro elétrico serão as mesmas válidas para o fan-coil comercial..A. especialmente construída para este fim.. Filtragem e Ventilação Ltda.1 CLIMATIZADORES FAN-COIL TIPO CONSOLE OU LINHA COMERCIAL • • • • • Coldex Frigor S. sob o número 218504 . Acústica.A. Springer Carrier do Nordeste S. lâmpadas de sinalização.A. McQuay do Brasil Indústria e Comércio S.A. Acústica.continuação E-IAC.A. PRODUTOS/FABRICANTES Admite-se o emprego dos equipamentos abaixo. Tropical Artefatos de Metal Ltda. Indústrias Hitachi S.. filtros de ar.Proibida a reprodução sem autorização. 3.. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

de forma a obter-se um perfeito contato. fixadas aos tubos por expansão mecânica. para permitir ajuste de vazão. constituído por duas unidades (condensadora e evaporadora) interligadas pelo circuito frigorífico. sob o número 218504 . Deverá possuir bandeja coletora de condensado com caimento para o lado da drenagem e dispositivo para insuflamento de ar com aletas direcionais. com condensação a ar. protegidos contra a corrosão por processo de fosfatização. com painéis de chapa de aço galvanizado. estando o compressor instalado junto à unidade condensadora.04 1. autalubrificadas e blindadas. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . os ventiladores poderão ser construídos em material plástico. ou vertical para instalação ambiente. Poderá ser do tipo horizontal para instalação embutida no forro ou ambiente. 4 pólos. Deverá ser previamente testado contra vazamentos a uma pressão de 350 psi e ser equipado com distribuidor e coletores de fluidos refrigerantes. Os painéis serão removíveis para permitir fácil acesso ao interior da máquina. Capital Federal. O gabinete do evaporador será revestido internamente com isolamento termoacústico. 2.2 EVAPORADOR Será composto por uma serpentina confeccionada com tubos de cobre sem costura e aletas integrais de alumínio.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.4 VENTILADORES Serão do tipo centrífugo. Deverão operar sobre mancais da rolamentos auto-alinhantes. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Para unidades de até 30. com pintura eletrostática em tinta esmalte sobre "primer" anticorrosivo. Partes I. 2. fixadas aos tubos par expansão mecânica. entende se como condicionador tipo split o equipamento com capacidade nominal de 12. de forma e obter-se um perfeito contato. com rotores balanceados estática e dinamicamente.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS GABINETE Será constituída par uma estrutura metálica. trifásicos. 2. Serão acionados por motores elétricos de indução.Proibida a reprodução sem autorização. Ventilação e Aquecimento Condicionadores tipo split E-IAC. 2. II e III. Deverá ser previamente testado contra vazamentos a uma pressão de 350 psi.3 CONDENSADOR A AR Será composto por uma serpentina confeccionada com tubos de cobre sem costura e aletas integrais de alumínio. Será dotado de sub-resfriador integral que assegure um subresfriamento adequado. de dupla aspiração. transmissão através de polias e correias em "V". 2. com pás voltadas para a frente (sirocco) confeccionados com aço galvanizado. O ventilador do condensador poderá ser do tipo axial. O gabinete da unidade condensadora deverá receber acabamento adequado para instalação ao tempo.000 BTU/h. A polia motora do ventilador do evaporador será regulável. nas situações em que não seja exigida pressão estática disponível do mesmo.000 BTU/h até 40 TR. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. acoplado diretamente ao motor elétrico. Ar Condicionado.

Proibida a reprodução sem autorização. os componentes relacionados nos itens a seguir.3 Unidades com capacidade até 5 TR: • • • • • válvula de inspeção para leitura de pressões na sucção e descarga.04 2.5 COMPRESSORES Serão do tipo alternativo (modelo hermético ou semi-hermético) ou rotativo. 2. Partes I. pressostato de alta e baixa. Capital Federal.1 CIRCUITO FRIGORÍGENO Será construído em tubos de cobre sem costura. Os compressores deverão receber garantia mínima de 3 anos da fabricante. filtro secador com conexões rosqueadas (cartuchos selados) ou soldadas (elemento filtrante recambiável). Cada circuito deverá apresentar. 2. no mínimo.7. Os compressores com capacidade acima de 5 TR serão dotados de aquecedores de cárter.000 BTU/h. chave reversora de ciclo.6 MOTORES ELÉTRICOS Nos condicionadores com capacidade inferior a 30.2 • • • • • 2. recolhimento e carga de gás instaladas nas linhas de sucção e descarga do compressor. II e III. Unidades com capacidade superior a 5 TR: • • • • • válvula de expansão termostática com equalização externa. Serão acionados por motores elétricos trifásicos. filtro secador com conexões rosqueadas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. válvula de serviço ou registro instalada na linha de líquido a montante do filtro secador. válvulas de serviço capazes de interromper o fluxo de refrigerante e permitir a leitura de pressão.7 2. pressostato de baixa. protegidos internamente contra sobrecargas e adequados para tolerar uma variação de tensão de até 10% da valor nominal. os motores elétricos poderão ser monofásicos. instalados pelo fabricante. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . com carga completa de refrigerante. válvula solenóide na linha de liquido. 2. sob o número 218504 . isolamento térmica com borracha esponjosa na linha de sucção. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. instalados sobre isoladores de vibração. em condicionadores onde for solicitado funcionamento de aquecimento em ciclo reverso. Os motores serão refrigerados pelo fluxo de sucção de refrigerante. conexão flexível na descarga de compressores semi-herméticos.7. visor de líquido com indicador de umidade. pressostato de alta com rearme manual. tanque de líquido. controle do fluxo de refrigerante através de válvula de expansão ou tubo capilar.continuação E-IAC.7.

com resistência de aquecimento imersa.Instalações centrais de ar condicionado para conforto . Partes I. ou resistência de umidificação. fusíveis e chave contatora para cada estágio de aquecimento. fusíveis para a circuito de comando. através de fiação revestida com material incombustível (fibra de vidra. etc. II e III. será instalado um sensor de baixo nível de água. força e sinalização deverão ser instalados em quadro elétrico independente.). os componentes de comanda.1 da NB10/78 . que controlará o nível de água. O sistema de umidificação só será instalado quando especificado pelo PROPRIETÁRIO.10 2. que deverá desenergizar a resistência quando a água atingir um nível mínimo fixado. O sistema de aquecimento só será instalado quando especificado pelo PROPRIETÁRIO. instalados dentro do gabinete e a montante da serpentina evaporadora.11.1 SISTEMA DE AQUECIMENTO Será constituído por resistências elétricas aletadas.11.11 2.9. dimensionados conforme a NB-3/90 . além de ladrão e dreno. devendo o acesso a ele ser possível sem interrupção da funcionamento da máquina. comandada por bóia de aço inoxidável ou cobre. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.continuação E-IAC. especiais para aquecimento de ar. SISTEMA DE UMIDIFICAÇÃO Será composto por um recipiente confeccionado com chapa de aço galvanizado protegido contra a corrosão. Deverão ter eficiência compatível com a classe G.9.2 2. relé temporizador para partida seqüencial (unidades com 2 compressores). O recipiente será dotado de válvula de bronze. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. com dissipação máxima de 5 W/cm². Abrigará todos os elementos de operação e controle da unidade.Proibida a reprodução sem autorização.04 2. chave contatora e relé térmico de sobrecarga para ceda motor elétrico. amianto. relés auxiliares para intertravamento. Em unidades de até 5 TR. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .parâmetros básicos de projeto (NBR-6401). outras exigências poderão ser definidas pelo PROPRIETÁRIO. contendo no mínimo os seguintes elementos. 2.8 FILTROS DE AR Serão do tipo permanente e lavável.Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410): • • • • • • fusíveis diazed para cada motor elétrico. sob o número 218504 . se instalados. Capital Federal. Serão protegidas contra falta ou insuficiência de vazão de ar por chave de fluxo e contra superaquecimento superficial por termostato limite de segurança.2 No caso de instalação de sistema de aquecimento e/ou de umidificação.1 QUADRO ELÉTRICO Será montado no interior do gabinete do condicionador. Para potências acima de 9 kW serão instalados 2 estágios de aquecimento. instaladas junta da serpentina evaporadora. Como proteção. O controle do funcionamento da resistência será através de sensor de umidade instalado no ambiente condicionado. 2. será permitida o uso de ciclo reverso. Para aplicações especiais. 2.9 2. As resistências deverão ser ligadas em triângulo ou estrela equilibrada.

3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Indústrias Hitachi S.A. Em unidades dotadas de sistema de aquecimento.04 2.Proibida a reprodução sem autorização. impedir a funcionamento das resistências de aquecimento na falta de ventilação no evaporador. impedir a funcionamento simultâneo de refrigeração e aquecimento em um mesma condicionador. o painel deverá conter ainda uma chave seletora para refrigeração ou calefação.continuação E-IAC. contendo todos os dispositivos de acionamento da máquina perfeitamente identificados.12 PAINEL DE COMANDO Deverá ser instalado em local de fácil acesso. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A. impedir a partida simultânea de 2 compressores (unidades com mais de 1 compressor). FABRICANTES Admite-se o emprego de condicionadores fabricados por: • • • Coldex Frigor S.. bem como lâmpadas piloto ou "leds" para sinalização da estado operacional da máquina. 2. sob o número 218504 .A.. Partes I. II e III. ou elevação demasiada da temperatura superficial das resistências de aquecimento. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal.13 INTERTRAVAMENTOS O circuito de comanda da unidade deverá atender às seguintes condições de seqüência operacional: • • • • impedir a partida dos compressores quando não estiverem energizadas as contatoras de ventiladores e de bombas. Springer Carrier do Nordeste S.

1.5 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . centrífugos ou tipo parafuso. 2. operando sabre mancais de rolamento blindadas e auto-alinhantes. manômetro para leitura das pressões de sucção e descarga.05 1. com carcaça em aço-carbono e tubos de cobre. Os condensadores poderão ser em instalação remota. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. O circuito frigorígeno deverá apresentar as seguintes acessórios.1 2. válvula de serviço na sucção e descarga da compressor. 2. Partes I. ou axial onde não seja exigida pressão estática disponível. O ventilador do condensador será centrífugo. confeccionadas com chapas de aço fosfatizadas e acabamento em pintura eletrostática. devendo ser dimensionado para proporcionar um adequado sub-resfriamento do refrigerante. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Será acionado por motor elétrico de indução trifásico. sendo os painéis removíveis para permitir o acesso às partes internas da máquina.4 2. sob o número 218504 . entende-se como resfriador de líquido o equipamento de refrigeração destinado ao resfriamento de água até as temperaturas usuais em sistemas de ar condicionado. Ar Condicionado. com rearme manual na alta. pressostato de alta e baixa. O condensador será em serpentina de tubos de cobre sem costura. Ventilação e Aquecimento Resfriadores de Líquido E-IAC. O evaporador (chiller) será do tipo "shell and tube". Serão dotados de aquecedores de cárter. expandidos mecanicamente nos espelhos. e deverão operar de modo a permitir ao menos 2 estágios de capacidade nos resfriadores com capacidade nominal de 10 TR. com aletas integrais de alumínio. com proteção mecânica externa.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS RESFRIADORES COM CONDENSAÇÃO A AR Serão montados em gabinetes metálicos.Proibida a reprodução sem autorização. e revestido externamente com material isolante térmico. II e III. Os compressores serão alternativos.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Serão admitidos resfriadores com compressores alternativos. Capital Federal. ou resfriamento de soluções à base de etileno-glicol para sistemas de termoacumulação.1. pressostato de óleo para compressores semi-herméticas. herméticos ou semi-herméticos.1.2 2. transmissão por polias e correias. instaladas pelo fabricante: • • • • • • • filtro secador com conexões rosqueáveis.1. visor de liquido com indicador de umidade. fixadas aos tubos por expansão mecânica. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.3 2. com pás voltadas para a frente (sirocco). 2.1. válvula de expansão termostática com equalização externa.

1 RESFRIADORES ALTERNATIVOS ESTRUTURA O grupo resfriador será montado sobre estrutura metálica. Os enrolamentos dos motores serão protegidas contra superaquecimento por sensores internos. com rotor gaiola e enrolamentos resfriados pelo gás refrigerante de sucção. o qual deverá possuir visor de nível de óleo. Os compressores serão fixados à base através de calços antivibratórios. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2 COMPRESSORES Serão do tipo semi-hermético ou abertos. termostato para controle da temperatura da água.6 O esquema elétrico e a circuito de controle deverá prever os seguintes elementos: • • • • • • fusíveis DIAZED. A partida de motores elétricos deverá ser com corrente inicial reduzida. Capital Federal. proteção contra sobreaquecimento dos enrolamentos da motor da compressor.2. sob o número 218504 .continuação E-IAC. A disposição da estrutura deverá permitir a fácil remoção dos compressores. Para resfriadores com capacidade de até 30 TR será admitida a utilização de compressores herméticos. estanque às pressões de operação. fusíveis para o circuito de comando.2 2. pingos ou bolhas. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. aplicada sobre fundo antioxidante de cromato de zinco. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . com carcaça externa fabricada em ferro fundido. Os motores deverão ser adequados para suportar variações de tensão de mais ou menos 10% da tensão nominal.1. Deverão possuir resistências para aquecimento de cárter.05 2. termostato anticongelamento. confeccionado com perfis laminados de aço dimensionados para suportar o peso e vibrações do conjunto. que ficará permanentemente ligada. de acionamento direto.Proibida a reprodução sem autorização. até que seja dada a partida no compressor. relé temporizador para máquinas com mais de 1 compressor. 4 pólos. A lubrificação será forçada através de bomba de óleo acoplada ao eixo da compressor. A pintura de acabamento será à base de esmalte sintético. chave contatora e relé térmico de sobrecarga para cada motor elétrico. 1750 rpm. Deverão possuir pistões fundidos em alumínio e virabrequim balanceado estática e dinamicamente para eliminar vibrações. COM CONDENSAÇÃO A ÁGUA E COMPRESSORES 2. Utilizarão motores elétricos de indução. Todos os componentes metálicos da estrutura serão soldados eletricamente com os pontos de solda completamente limpos de rebarbas. utilizando-se sistemas como chave estrela-triângulo ou chave compensadora automática. II e III.2. A carcaça deverá ser testada contra vazamentos a uma pressão de 350 psi. 2. Partes I.

a montante do filtro secador. isolamento térmica com borracha esponjosa na linha de sucção. O condensador será dotado de válvula de segurança. Capital Federal. com proteção mecânica externa. instalados pelo fabricante: • • • • filtro secador com elementos filtrantes recambiáveis. para permitir a substituição destes componentes sem perda de gás. com conexões flangeadas e tubos de cobre sem costura com aletamento integral.2.continuação E-IAC. 2. II e III. Poderá ser utilizada válvula piloto comandando a válvula principal em circuitos de grande porte.2. O evaporador será revestido externamente com camada de material isolante térmico. sendo 1 circuito para cada compressor ou. Partes I. pressostato diferencial de óleo (1 para cada compressor). sendo os testes efetuados a pressões compatíveis com as condições operacionais da equipamento. alternativamente. expandidos mecanicamente contra os espelhos. com rearme manual na alta. para permitir a recolhimento da gás no condensador na parada dos compressores ("pump down"). tubulação de equalização de nível de óleo. O controle do fluxo de refrigerante será através de válvula de expansão termostática com equalização externa ou. pressostato de alta e baixa pressão. visor de líquido com indicador de umidade. conexão flexível na descarga das compressores. válvulas de serviço capazes de interromper o fluxo de refrigerante e dotadas de conexão para leitura de pressão.Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410): Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Os trocadores serão projetadas e testados conforme as especificações da ASME para vasos de pressão sem combustão.Proibida a reprodução sem autorização.2. registros na tubulação de comunicação com manômetros e pressostatos. com carcaça confeccionada com aço-carbono e tampas de ferro fundido ou aço. no máximo. válvula solenóide na linha de líquido.5 QUADRO ELÉTRICO/PROTEÇÕES Todos os componentes elétricos de proteção e controle do funcionamento da máquina ficarão abrigados em um quadro. Serão dotados de defletores internos e suportes intermediários para evitar movimentos relativos dos tubos. 2 compressores operando em paralelo. • • • • • • 2. montado junto ao grupo resfriador. sob o número 218504 . interligando o cárter de compressores que trabalham em paralelo. com válvula de expansão com controle de abertura eletrônico. O condensador deverá ser dimensionado para propiciar o adequado sub-resfriamento e atuar como reservatório de refrigerante líquido.4 CIRCUITO FRIGORÍGENO Será confeccionado com tubos de cobre sem costura. dimensionados conforme a NB-3/90 . Cada circuito operará independentemente e contará com os seguintes acessórios. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.3 TROCADORES DE CALOR Serão do tipo "shell and tube". O quadro será dotado de portas com trinco e terá ventilação adequada para a dissipação de calor de seus componentes Conterá os seguintes componentes mínimos. construído em chapas de aço galvanizado tratadas contra corrosão e com pintura de acabamento. recolhimento e carga de refrigerante.05 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. instaladas na sucção e descarga dos compressores e na linha de líquido.

relés auxiliares para interligação ao sistema de circulação/resfriamento da água de condensação.A. York International Corporation.. manômetros para leitura de pressão de óleo em cada compressor. Indústrias Hitachi S. Partes I. manômetros para leitura de pressão de sucção e pressão de descarga de cada circuito. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. termostato de múltiplos estágios para controle da temperatura da água gelada. Mayekawa do Brasil Refrigeração Ltda.2. chave contatora e relé térmica de sobrecarga para cada compressor.6 fusíveis. barramento de força. as resfriadores que operam com estes compressores terão as suas características especificadas pelo PROPRIETÁRIO. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 3.05 • • • • • • • 2. FABRICANTES Admite-se o uso de resfriadores fabricados por: • • • • • • • Coldex Frigor S.Proibida a reprodução sem autorização... termostato anticongelamento do evaporador. lâmpada piloto indicando o funcionamento de cada compressor. chave para comutação manual da seqüência de partida dos compressores. 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A. sob o número 218504 .A. relés temporizadores anti-reciclagem e para partida seqüencial das compressores. lâmpada de alarme indicando que proteção atuou em caso de desarme automático das compressores. Sulzer do Brasil S.continuação E-IAC. PAINEL DE OPERAÇÃO E CONTROLE Será instalado junto ao quadro elétrico.3 RESFRIADORES COM COMPRESSORES CENTRÍFUGOS OU DO TIPO PARAFUSO Por serem de aplicação restrita a instalações de grande porte.. fusíveis para a circuito de comando.. II e III. Springer Carrier do Nordeste S. claramente identificáveis: • • • • • • chave partida/parada de cada compressor. e deverá conter os seguintes instrumentos mínimos.. Capital Federal.A. Sabrag do Brasil Ltda.

Ar Condicionado. 3. como ferro fundido nodular ou aço inoxidável. ou motores de 2 pólos. com proteção IP 54 e isolamento classe B. II e III. Sulzer do Brasil S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . poderão ser utilizadas bombas de fluxo horizontal ("in line"). conforme definido na projeto.. KSB Bombas Hidráulicas S.. poderão ser especificados motores com índice de proteção superior. vencendo a perda de carga e a altura manométrica da sistema. Mark Peerless S. O sistema de vedação poderá ser através de gaxeta ou selo mecânico. sob o número 218504 .A. O acoplamento deverá possuir suficiente flexibilidade angular e axial para evitar esforços sobre mancais.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Ventilação e Aquecimento Bombas Centrífugas E-IAC. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. onde a desmontagem da bomba pode ser feita sem mexer na tubulação. Onde as condições locais exigirem. e dimensionamento conforme potência do motor e rotação.2 MATERIAIS DE FABRICAÇÃO O rotor e a carcaça serão construídos em ferro fundido ou bronze. entende-se como bomba centrífuga o equipamento destinado a efetuar a circulação de água no interior de tubulações. de um estágio. Para instalações de calefação com radiadores de ambiente.. 2. As bombas poderão ser do tipo monobloco ou conjunto moto-bomba. com eixo apoiado sobre mancais de rolamento com lubrificação a graxa e acoplamento por luva elástica. Para aplicações especiais. admitindo-se nestes casas o uso de bombas seladas. sucção axial e descarga no topo da linha de centro do rotor. Serão utilizadas na circulação de água em sistema de condensação. com potência até 1 CV. com eixo em açocarbono. próprios para trabalho ao tempo. 2.A. 4 pólos.A.Proibida a reprodução sem autorização. 2. água gelada ou água quente. com acionamento por motores elétricos. FABRICANTES Admite-se o uso de bombas centrífugas fabricadas por: • • • • • Hero Equipamentos Industriais Ltda.3 MOTORES ELÉTRICOS Serão de indução. 2.A. trifásicos. O sistema de montagem deverá ser "back pull out". DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Partes I.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS FORMA CONSTRUTIVA Serão utilizadas bombas centrífugas. poderão ser especificados pelo PROPRIETÁRIO outros materiais. rotor do tipo gaiola.. Worthington S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal.06 1. construção horizontal.

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. polipropileno ou aço galvanizado. Toda a unidade. poderá ser solicitado o fornecimento de torres de fibra de vidro não inflamável.3 2. Ventilação e Aquecimento Torres de Resfriamento E-IAC. Em instalações de grande capacidade. com todas as arestas resultantes de corte pintadas com composto rico em zinco.Proibida a reprodução sem autorização. Ar Condicionado. confeccionados em bronze. com tratamento idêntico ao item 2.07 1. através do contato direto da água com o ar. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. será aceito enchimento de grades trapezoidais de polipropileno.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS SISTEMA Serão utilizadas torres de contracorrente paralela. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2. interna e externamente. 2. poderão ser construídas torres de resfriamento em alvenaria. 2. 2. entende-se como torre de resfriamento o equipamento destinado ao resfriamento da água do circuito de condensação de sistemas de refrigeração ou outros.1 CARCAÇA Serão aceitas torres de resfriamento de fibra de vidra ("Fiberglass". com circulação do ar forçada ou induzida. latão ou material plástico não corrosível.2.2 retro. Serão sustentadas por estrutura de chapa de fibra de vidro ou perfilados metálicos. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. PVC rígido ou poliestireno. Poderão ainda ser construídas com chapas de aço galvanizada por imersão a quente. Capital Federal. II e III. ENCHIMENTO Será constituído por placas onduladas de PVC auto-extinguível. de modo a criar mudanças na direção do fluxo de ar e limitar a perda por arraste ao máximo de 0. auto-suportante ou com estrutura de aço-carbono zincado revestida externamente com elementos de fibra de vidro. construído em aço galvanizado. quando especificado pela PROPRIETÁRIO.2.4 ELIMINADORES DE GOTAS Será constituído por um sistema de chicanas. será pintada com cromato de zinco aluminizado.2 2. Partes I. próprias para resistir a temperaturas de até 55°C e inertes a ataques biológicos. Para aplicações especiais. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Alternativamente. Os suportes serão dimensionados de forma que o conjunto de placas resulte perfeitamente nivelado e sem deflexões perceptíveis.2 2. sob o número 218504 . 2. 2. Outras configurações somente serão aceitas quando especificadas pelo PROPRIETÁRIO. conforme ASTM D-635.5 SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA Será através de bacia ou calha de distribuição confeccionadas em "poliester-fiberglass". para grandes capacidades.plástico reforçado de fibra de vidro) construídas com chapas de fibra de vidro. Poderá ser também através de bicos pulverizadores.3 2. PRFV .1% da vazão de água circulante.

II e III.6.6.6 2.A. Kepler Weber Controle Ambiental S. Partes I.8 DEMAIS ELEMENTOS As torres serão fornecidas completas. conexões para enchimento rápida.continuação E-IAC. Deverão ser utilizados preferencialmente motores de baixa rotação.A.7 2..A.Proibida a reprodução sem autorização. acionando diretamente os ventiladores. e cubos em poliamida. operando sobre mancais de rolamento relubrificáveis com graxeira ou do tipo blindado. rotor do tipo gaiola. poderão ser especificados matares com índice de proteção superior. MOTORES ELÉTRICOS Serão de indução. sob o número 218504 . 2. com altura ajustável. Alpina S. FABRICANTES Admite-se o uso de torres de resfriamento fabricadas por: • • • • • Alfaterm Indústria e Comércio Ltda. acionados por polias e correias. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Indústria e Comércio. 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. de perfil aerodinâmico. O uso de redutores com engrenagens ou através de polias e correias ficará limitado a casos especiais. parafusos (utilizadas nas torres) de latão naval. filtro tipo tela na saída da água fria. Capital Federal. e rotação conforme a aplicação. com passo regulável. controle da capacidade através da operação liga/desliga dos ventiladores ou motores de 2 velocidades.1 VENTILADORES Os ventiladores centrífugos serão construídas em chapas de aço galvanizado ou PRFV. aço inoxidável ou náilon.. ladrão com dispositivo anti-respingo e com dreno. conexões para entrada e saída de água com flanges. tomadas de ar protegidas por venezianas de fibra de vidro ou tela galvanizada. acionada par bóia plástica ou aço inoxidável. próprias para trabalho ao tempo.07 2. com proteção IP 54 e isolamento classe B. incorporando ainda as seguintes elementos: • • • • • • • • • bacia de água fria. Semco S. pás voltadas para a frente (sirocco) balanceadas estática e dinamicamente. definidos pela PROPRIETÁRIO. Delta Termo Engenharia Ltda. construída em material similar a carcaça. porta de inspeção estanque que permita acesso à bacia e ao enchimento da torre. trifásicos. comandada par termostato com sensor imerso na bacia da torre. de dupla aspiração.. ferro fundido ou aço revestido. Onde as condições locais exigirem. Os ventiladores axiais serão construídos com pás múltiplas de polipropileno ou poliuretano. controle do nível de água na bacia através de válvula de bronze.2 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

de forma a obter-se um bom rendimento da troca de calor. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. lâmpadas sinalizadoras dos estágios ligados e chave liga/desliga. quando utilizados queimadores ou simplesmente resistências imersas na fluxo de água nos aquecedores elétricas.2 RADIADORES DE CALOR São os elementos destinados a transmitir ao ambiente a calor da água que circula em seu interior. e retorna ao aquecedor. por processo de estampagem ou solda elétrica. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização. com circulação de água em múltiplos tubos. O radiador deverá possuir ainda purgador de ar. Uma válvula de controle de vazão será instalada na entrada de água quente para permitir a regulagem do fluxo na radiador. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . onde a água circula nos radiadores de ambiente ou serpentinas.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS GERADORES DE ÁGUA QUENTE São aquecedores de passagem utilizados em sistemas de calefação. seja par convecção natural ou radiação. Partes I. Capital Federal. A água deverá circular em fluxo cruzado (entrada por um lado e saída pelo outro lado da radiador) .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. O corpo do aquecedor deverá ser construído em chapas de aço galvanizado jateadas e revestidas com resina epóxi ou aço inoxidável. chave contatora para cada estágio de resistências. 2. conterá fusíveis de força e comando.3. Receberá isolamento térmico em lã de vidra e revestimento externo de aço pintado com tinta esmalte sintético. Será montado sobre base de aço estrutural.3 2. Será fabricado de acordo com as normas da ASME para vasos de baixa pressão. 2. testada e lacrada em fábrica. entende-se como aquecedor o equipamento destinado a uso em sistemas de calefação. II e III. porta de inspeção e dreno. manômetro e sistema de alarme para sobretemperaturas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Ar Condicionado. incluindo os geradores de água quente e os radiadores de calor a seguir descritos. termômetro com escala circular de temperaturas. O trocador de calor do aquecedor pode ser aquatubular ou flamotubular. Serão admitidos radiadores fabricados em chapas de alumínio. Deverá ser dotado de válvula de segurança para água. As resistências ficarão imersas no reservatório ou no fluxo de água. Deverão apresentar excelente acabamento externo para instalação aparente. Haverá registros na entrada e saída de água. O quadro elétrico será fornecido junto com a aquecedor. aquecendose na passagem. e serão divididas em múltiplos estágios para permitir a modulação da capacidade da aquecedor.08 1. com pintura eletrostática.1 FONTES DE CALOR ENERGIA ELÉTRICA Serão utilizadas resistências elétricas em fio cromo-níquel. sob o número 218504 . fornecido com suportes para fixação em paredes ou pisos. Ventilação e Aquecimento Aquecedores E-IAC. isolado com óxido de magnésio e blindagem externa em cobre. A carcaça será construída em chapa de aço. 2. O acionamento das resistências será comandado por termostato com escala de temperatura ajustável. 2.

com escala de temperatura ajustável. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A.3. Partes I. sob o número 218504 . O aquecedor possuirá ainda porta de aço com isolamento térmico e trinco para acesso da lenha à fornalha.. O controle da ignição será através de termostato. Dirceu Broilo e Cia. O queimador será dotado de ventilador para circulação forçada de ar. valendose de eletrodos para o início da combustão. 2. Serão datados de queimador para lenha de 1 m de comprimento.3 LENHA Os aquecedores a lenha somente serão utilizados em situações especiais. Kent-Daniel Martins S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal. com sensor ótico de chama acoplado a temporizador que bloqueie a injeção de combustível na caso de falha no início da combustão. Morganti S. FABRICANTES Admite-se o uso de aquecedores fabricados por: • • • • • Aquecedores Cumulus S.3.continuação E-IAC. bem como porta para o cinzeiro com regulador de entrada de ar. Ltda. constituído por uma borboleta que vede a saída das gases.A.Proibida a reprodução sem autorização..A. Giacomet Termo Metalúrgica Ltda. 3. com vazão de ar ajustável e bomba de óleo para assegurar a suprimento de combustível. Indústria e Comércio. Indústria e Comércio.. O controle da temperatura da água será totalmente manual. com grelha removível de ferro fundido e cinzeiro. II e III. Na saída da chaminé será instalado um abafador de chama.08 2.2 ÓLEO DIESEL Serão utilizados queimadores para óleo que dispensem o uso de chama piloto.

O selecionamento do motor será de acordo com as tabelas de seleção do fabricante do ventilador. serão fixadas a um cubo central ligado ao eixo.09 1. como torres de arrefecimento. A carcaça será construída de forma a proporcionar o escoamento do ar sem turbulências e com baixo nível de ruído. admitindo-se o uso de motores monofásicos para potências de até 1 CV.2 VENTILADORES AXIAIS São aqueles em que o fluxo de ar no ventilador é paralelo ao eixo do rotor. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. O acoplamento ao eixo será direto ao motor. Capital Federal. São utilizados para a instalação sem dutos. O motor de acionamento terá as mesmas características que a especificado no item anterior. Ventilação e Aquecimento Ventiladores E-IAC. São constituídos por um rotor aerodinâmico construído em aço galvanizado ou alumínio. O rotor poderá ser de simples ou dupla aspiração. depósitos. II e III. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Pode ser usado com ou sem dutos. sendo a polia motora regulável para permitir o ajuste da rotação do ventilador. O rotor será balanceado estática e dinamicamente. balanceado estática e dinamicamente. Para instalação em ambientes agressivos. Ar Condicionado. autolubrificantes e blindados. chapa de aço galvanizado. Partes I. considerando-se as condições de funcionamento. exceto quando especificado de outra forma pelo PROPRIETÁRIO. etc. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. São utilizados para auxiliar a ventilação natural em telhados. A estrutura de suporte do ventilador será rígida o suficiente para impedir a transmissão de vibrações excessivas para os apoios. O acionamento será através de polias sulcadas e correias em "V" de fibra sintética. fibra de vidro ou material plástico. com eixo de açocarbono operando sobre mancais de rolamento auto-alinhantes. 2.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS VENTILADORES CENTRÍFUGOS São aqueles em que o fluxo de ar no ventilador se processa no sentido perpendicular ao eixo da rotor. de modo a possibilitar a regulagem da tensão sobre as correias. como no caso de exaustores para sala de baterias. Serão constituídos par rotor e carraça.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. etc. As pás serão de alumínio fundido.3 VENTILADORES EÓLICOS São ventiladores que utilizam componentes da força de convecção e ação dos ventos para movimentar uma estrutura aerodinâmica que acelera a extração do ar. ou em dutos com pequena perda de carga. O motor elétrico será trifásico de indução com rotor tipo gaiola. construídos em aço galvanizado ou alternativamente em PRFV (plástico reforçado de fibra de vidro) quando especificado pelo PROPRIETÁRIO. 2. e devem ser estanques à penetração de águas pluviais. serão utilizados preferencialmente ventiladores fabricados em materiais sintéticos termoplásticos. O motor será montado sobre base esticadora. 2. 2. São utilizados em instalações onde é exigida pressão estática disponível no ventilador.Proibida a reprodução sem autorização. com as pás voltadas para a frente (sirocco) . sob o número 218504 . entende-se como ventilador o equipamento destinado a efetuar a circulação forçada do ar em sistemas de ventilação geral diluidora ou local exaustora. em diversas aplicações.

Torin Aerotécnica Ltda. Ventisilva Ltda. Capital Federal. FABRICANTES Adimite-se a uso de ventiladores fabricadas por: • • • • • • • Delta Termo Engenharia Ltda... Ventiladores Industriais...Proibida a reprodução sem autorização. Filtragem e Ventilação Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Refricon Refrigeração Ltda.09 3. II e III. Partes I. Otam S.Difusão de Ar. Kepler Weber Controle Ambiental S. sob o número 218504 . Acústica.A.continuação E-IAC.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Trox da Brasil .A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. tipo janela.000 BTU/h. Para este uso.Proibida a reprodução sem autorização..3 3. 2. 2. o equipamento doméstico ou minicentral.A. painel frontal com dispositivos de insuflamento de ar com aletas reguláveis (exceto aparelhos para instalação com dutos) chave seletora com as posições: desligado. Neste caso. os aparelhos serão dotados de válvula reversora para operar em ciclo reverso. entende-se como condicionador de ar compacto. o aparelho deverá possuir pressão estática disponível para vencer a perda de carga da rede de dutos. serão admitidos apenas aparelhos acionados por motores trifásicos. sistema para entrada de ar externo.Tipo Janela E-IAC. permitindo o aquecimento do ar no espaço a condicionar. II e III. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 Quando especificado pelo PROPRIETÁRIO. No caso de utilização de rede de dutos para insuflamento de ar.A 2. Springer Carrier do Nordeste S.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Deverão ser dotados dos seguintes elementos mínimos: • • • • • • gabinete metálico com proteção contra corrosão e pintura de acabamento. dotado de sistema completo de refrigeração e desumidificação. como fusíveis diazed. sob o número 218504 . juntamente com o aparelho deverá ser fornecido um quadro elétrico completo. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.000 até 36. Ventilação e Aquecimento Condicionadores de Ar Compactos . FABRICANTES Admite-se o uso de condicionadores de ar compactos fabricados por: • • • Consul S. filtro de ar removível e lavável. Partes I.A. incluindo todos os componentes de comando e proteção. com capacidade de 7. Elgin Máquinas S. termostato para regulagem da temperatura ambiente. com meios para circulação e limpeza do ar. próprios para instalação ao tempo. Capital Federal.10 1. ventilação e refrigeração. bem como termostato de ambiente do tipo gás. 2. Ar Condicionado.. contatoras e relés. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.

64 22 – 0. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III.50 24 – 0.1.tolerâncias dimensionais (NBR-6999). exaustão ou distribuição.95 18 – 1. os dutos deverão possuir as faces vincadas em "X'.95 18 – 1.79 20 – 0.Produto metálico .Chapas de aço-carbono zincadas por imersão a quente .1 2. retorno.1.3 São os seguintes os materiais para fabricação de dutos de ar: • aço galvanizado: conforme PB-315/81 .Alumínio e suas ligas . dispositivos de insuflamento e retorno.64 22 – 0. alumínio: conforme PB-895/85 . ar exterior.27 16 – 1.série padronizada (NBR9246). 2. PB-986/82 .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.ensaio de dobramento semiguiado (NBR-6153).1 2.requisitos gerais (NBR-7013). sob o número 218504 .1. Destina-se à condução de ar. Partes I. Não serão aceitos dutos montados em placas autoportantes de lã de vidro. poderão ser utilizados dutos convencionais em instalação aparente. Capital Federal. 2. Ventilação e Aquecimento Rede de Distribuição de Ar E-IAC.Chapas de alumínio e suas ligas .27 Circular (mm) Helicoidal até 255 250 a 600 950 a 900 950 a 1250 1300 a 1500 Calandrado Longitudinal até 450 460 a 750 760 a 1150 1160 a 1500 1510 a 1300 Retangular (mm) Lado Maior até 300 310 a 750 760 a 1400 1410 a 2100 2110 a 3000 2.parâmetros básicos de projeto (NBR-6401) cuja tabela é a seguinte: Bitola USG – Espessura (mm) Alumínio 24 – 0. EB-649/81 .1. • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Quando especificado pelo PROPRIETÁRIO. e acessórios. para insuflamento.16 1.1.chapas propriedades mecânicas (NBR-7823) e EB-1333/82 . aço inoxidável ou alumínio.Aços inoxidáveis . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Instalações centrais de ar condicionado para conforto .59 Aço Galvanizado 26 – 0. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.1.Chapas de açocarbono zincadas pelo processo contínuo de imersão a quente (NBR-7008) e MB5/88 . aço inoxidável: conforme PB-1210/85 . 2. Neste caso.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DUTOS DUTOS CONVENCIONAIS Serão confeccionados em chapas de aço galvanizado.79 20 – 0.2 As chapas utilizadas para construção dos dutos deverão ter a bitola de acordo com a NB-10/78 . para melhor acabamento.Proibida a reprodução sem autorização.1. Ar Condicionado. entende-se como rede de distribuição de ar o conjunto formado por dutos. conforme especificado no projeto.Chapa de alumínio e de ligas de alumínio (NBR-7556).

2. retro. através de dispositivo instalado nas aberturas. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . poderão ser utilizados dutos tipo sanduíche.1.continuação E-IAC.1. Sempre que instalados em dutos de seção constante ou para insuflamento em salas individualizadas. Poderão ser utilizados difusores para insuflamento e retorno combinados no mesmo elemento.3 DIFUSORES TIPO “LIGHT TROFFER" São difusores para uso acoplado a luminárias. Os dutos serão de fabricação industrial. 2. deverão ser fornecidos pelo fabricante dos dutos. de acordo com o projeto. grelhas e acessórios de fabricação artesanal. em aplicações especiais.1. Capital Federal.2 DIFUSORES E GRELHAS DE INSUFLAMENTO Serão fabricados em perfis de alumínio extrudado e anodizados. podarão ser especificados dutos com revestimento de lã de vidro protegida por sarja plástica.1. que publiquem catálogos com dados técnicos do desempenho deles. com 1 ou 2 saídas de insuflamento.5 vez o diâmetro nominal. com manta de lã de vidro intercalada entre dois tubos superpostos.2 DUTOS PRÉ-FABRICADOS Serão confeccionados em chapas de aço galvanizado ou alumínio. formado por 2 tubos superpostos com uma manta de material termoisolante intercalada. II e III. derivações. Os difusores lineares de corpo esbelto serão dotados de registro tipo guilhotina e lâminasguias do jato de ar. As partes posteriores serão em chapa de aço esmaltadas a fogo na cor preto-fosca. tais como curvas. Onde as condições locais exigirem.2 2. com as mesmas características do item 2. As grelhas de insuflamento serão de dupla deflexão. ou dutos tipo sanduíche. Não serão aceitos difusores. produzidos por processo contínuo com costura helicoidal. Serão construídos em chapa de aço galvanizado.1 DISPOSITIVOS DE INSUFLAMENTO E RETORNO QUALIDADE Serão admitidos os dispositivos fabricados por empresas especializadas. Para aplicações especiais. Todos os acessórios utilizados.3 DUTOS FLEXÍVEIS Serão utilizados em ramais secundários.Proibida a reprodução sem autorização. 2.16 2. dutos de retorno e outras aplicações. Poderão ser especificados ainda registros tipo captor ou tipo borboleta. os difusores e grelhas serão dotados de registros de aletas convergentes para regulagem de vazão com acionamento pela parte frontal. encaixes. etc. São formados por espirais de alumínio perfilado e devem possuir flexibilidade com raio de curvatura igual a 1. conforme o projeto.2. 2. em instalação invisível.2. sob o número 218504 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sendo as aletas ajustáveis individualmente. quando especificado pelo PROPRIETÁRIO. e fluxo de ar regulável quanto ao volume e direcionamento. Partes I. Poderão ser utilizados dutos de seção circular ou planocilíndrica (oval). reduções. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2. Os dutos planocilindricos terão a sua forma obtida por processo de expansão mecânica. Poderão ser totalmente construídos em chapa de aço.

O fechamento é por gravidade quando utilizado na posição vertical para fluxo de ar horizontal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. PRODUTOS/FABRICANTES Admite-se o uso de equipamentos de distribuição de ar fabricados por: Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . pistão pneumático. dotadas de veneziana externa. A carcaça e dispositivos de acionamento são construídos em aço galvanizado. 2. II e III. acabamento anodizado.3 DAMPER DE SOBREPRESSÃO Dispositivo que abre com pressão positiva e fecha por gravidade. com miolo e fibra mineral testada a prova de fogo.16 2. conforme especificado. 2. tela galvanizada. ou por mola quando utilizado na posição horizontal. formam um conjunto compacto preso por elo fusível a temperaturas acima de 70°C. com aletas horizontais fixas. Partes I. ou para dividir o fluxo de ar em derivações (registro divisório ou "splitter”).3.1 ACESSÓRIOS REGISTROS São utilizados como elementos de regulagem de vazão de ar em dutos ou vãos (registro de volume). filtro de ar removível e lavável e de registro para regulagem de vazão. O acionamento será efetuado mediante alavanca externa. Para vãos.3. Quando solicitado. servomotor.3. revestida com chapa de aço em ambas as faces. Terá fechamento através de mola liberada por intermédio de "plug" fusível a temperaturas acima de 70°C.4 GRELHAS DE RETORNO Serão construídas em alumínio extrudado ou chapa estampada. serão fornecidas com aletas tipo “V" invertido.Proibida a reprodução sem autorização. 3. com aletas apoiadas em eixos com mancais reforçados em náilon e moldura externa. quando abertas na posição. dotada de dispositivo de fixação e indicação do sentido de abertura. 2. 2.4 DAMPER CORTA-FOGO TIPO ALETA Constituído por uma aleta tipo sanduíche. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Não deverão possuir aletas com mais de 30 cm de largura ou 120 cm de comprimento. etc.3.2 TOMADA DE AR EXTERIOR Serão fabricadas em alumínio extrudado.2.continuação E-IAC. 2. maiores serão utilizadas combinações com diversas aletas. Serão construídos em chapa de aço galvanizado bitola # 16. Formado por uma moldura em chapa de aço ou perfis de alumínio. indevassáveis. Para aplicações especiais poderão ser utilizados outros tipos de acionamento como fusível elétrico.5 DAMPER CORTA-FOGO TIPO CORTINA Constituído por uma cortina de lâminas articulares de aço galvanizado que. lâminas de alumínio com juntas de espuma. eixos em latão e buchas em plástico. sob o número 218504 . Capital Federal.3 2. Os registros para modulação de vazão devem ser do tipo de lâminas opostas. e dotadas de moldura e contramoldura.3.

. Trox do Brasil . 3. Filtragem e Ventilação Ltda.continuação E-IAC.Difusão de Ar. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização.2 DIFUSORES. Tropical Artefatos de Metal Ltda.Indústria e Comércio de Componentes de Ar Condicionado Ltda.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Senter Industria e Comércio Ltda. II e III.16 3.. sob o número 218504 . Acústica. Dutos Especiais Ltda.. Westaflex Tubos Flexíveis Ltda. Partes I.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. GRELHAS E ACESSÓRIOS • • • Comparco .1 DUTOS • • • • Climatec Indústria e Comércio Ltda.

DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. "looping". fornecidas de acordo com a norma EB-366/77 Conexões para unir tubos de cobre por soldagem ou brasagem capilar. etc.A. 2. Termobronze Metais e Ligas Ltda. Serão executados na obra. 2. Serão fabricados e fornecidos de acordo com as normas a seguir relacionadas: • • • EB-224/81 .Tubo de cobre sem costura para refrigeração e ar condicionado (NBR7541).3 ACESSÓRIOS São os componentes complementares das linhas.Tubo de cobre e suas ligas. 3. de fabricação industrial. EB-273/82 .2 CONEXÕES Serão forjadas. evaporadores e trocadores de calor (NBR-5029).1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS TUBOS Serão utilizados tubos de cobre extrudados e trefilados.17 1. as quais consistem em um fole de aço inoxidável altamente flexível com tubo-guia interno e terminais lisos de cobre a sifão.. 2.Tubo de cobre e de ligas de cobre. em cobre desoxidado recozido. Termomecânica São Paulo S.1 e 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.Proibida a reprodução sem autorização. destinados à condução do fluido refrigerante em um circuito de refrigeração de uma instalação de ar condicionado.requisitos gerais (NBR-5020). sem costura. tais como juntas de dilatação. utilizandose os componentes dos itens 2. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal. Ar Condicionado. sem costura. entende-se por tubulação frigorígena. 2. sob o número 218504 . conexões e acessórios adequadamente montados. FABRICANTES Admite-se o uso de materiais fabricados por: • • • Eluma Conexões S..2 retro. sem costura . Ventilação e Aquecimento Tubulações Frigorígenas E-IAC.A. para condensadores. II e III. lira. EB-584/84 . o conjunto de tubos.

2.2 2. Ar Condicionado. em aço-carbono.3 e PB-156/85 (NBR-6925) 2. extremidades com chanfros para solda. 2.2 As conexões rosqueadas serão produzidas em ferro maleável conforme a norma ASTM-A-197. Capital Federal. e de outros fluidos. em instalações de ar condicionado. e para diâmetros acima de 12" (inclusive).2. Ventilação e Aquecimento Tubulações Hidráulicas E-IAC.Tubos de aço-carbono com requisitos de qualidade para condução de fluidos (NBR-5590) (classe reforçada). 2. os tubos deverão ser galvanizados e com conexões rosqueadas. respeitadas as demais exigências mencionadas. entende-se como tubulação hidráulica o conjunto de tubos.1. para os sistemas a serem aplicados.18 1. 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2.3 Classe (kgf/cm²) 10 20 Pressões máximas de serviço conforme: DIN-2950/ISO-R-49 ANSI-B-16.Tubos de aço-carbono para rosca Whitworth gás para usos comuns na condução de fluidos (NBR-5580) (classe média). fornecidas de acordo com a tabela abaixo: 2. para diâmetros acima de 3" (inclusive). DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. EB-332/85 . EB-182/84 .3 Para solda de topo. Partes I.Proibida a reprodução sem autorização. CONEXÕES Deverão ser de fabricação industrial.1 2. água gelada ou água quente. II e III. sob o número 218504 . galvanizados ou não (conforme especificado).1.9 e ABNT PB-157/71. sem costura. ASTM-A-53 e 106 (classe mínima Schedule 40). fornecidas conforme dimensões padronizadas nas normas ANSI-B-16.1 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . zincadas. conexões e acessórios adequadamente montados e que permitem a circulação de água nos sistemas de condensação.2 Para diâmetros até 2 1/2" (inclusive). serão aceitos tubos com costura.2. deverão ser em aço preto com conexões soldadas ou flangeadas.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS TUBOS Serão produzidos por laminação.3 Produzidas conforme: ISO-R-49 e PB-110/82 (NBR-6943) ANSI-B-16.2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. fabricados e fornecidos conforme as normas a seguir relacionadas: • • • • DIN 2440 (classe média).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. as conexões serão produzidas em aço-carbono conforme a norma ASTM-A-234.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. castelo aparafusado (junta confinada).Flanges com ferro maleável. Nos diâmetros de 1/2" até 1 1/2" (inclusive).4. fornecidas conforme descrito nos itens a seguir. zincados. 2. internos de bronze.1 FLANGES Serão de fabricação industrial. da ABNT.5 2.1 2. classe 125. São utilizados para eliminar a transmissão de vibrações às tubulações ligadas a bombas ou motores. internos em aço inoxidável. haste ascendente/rosca externa.4.5.4.com a padronização ANSI-B-16. ACESSÓRIOS AMORTECEDORES DE VIBRAÇÃO São elementos constituídos de fole de aço inoxidável com terminais soldados e conexões flangeadas.3 2. classe 300.7 MPa.3. VÁLVULAS Serão do tipo conceituado na TB-321/87 . Partes I. Os flanges cegos (“blind flange") serão forjados em aço-carbono conforme a norma ASTM-A-181 (grau 1) e fornecidos de acordo com a padronização ANSI-B-16.5.2 2. deverão ter o corpo e castelo em aço forjado ASTM-A-105. Capital Federal. extremidades com flange de face lisa ANSI-B-16. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. para pressão superior a 0.5 ou para solda de topo ANSI-B-16. haste ascendente/rosca externa.Válvulas (NBR-10285) da ABNT.4 2. extremidades para rosca BSP. Nos diâmetros acima de 3” (inclusive).3.5 (classes 150 e 300). conforme disposto na TB-265/85 . para pressão até 0. castelo rosqueado.3 2. Nos diâmetros acima de 2" (inclusive). nos tipos relacionados a seguir.5 2. internos em aço inoxidável.5 (classes 150 e 300) e PB-16/65 . deverão ter o corpo e castelo em bronze ASTM-B-61. Os flanges com pescoço ("welding neck flange") serão forjados em aço-carbono conforme a norma ASTM-A-181 (grau 1) e fornecidos de acordo com a padronização ABSI-B-16. para pressão superior a 0.continuação E-IAC.5 (classes 150 e 300). haste não ascendente. classe 300. internos de bronze.Flanges metálicos para tubulações (NBR-9530).18 2.4 2. Nos diâmetros de 1/2" até 2 1/2" (inclusive). classe 125.("threaded flange") serão em ferro maleável.7 MPa. II e III.1 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . castelo ligado por união.7 MPa. extremidades flangeadas (face de ressalto) ANSI-B-16. com rosca.1. ou quando solicitado.7 MPa. fornecidos de acordo.4 2. Para pequenos diâmetros.3 2.3.Proibida a reprodução sem autorização.4. para pressão até 0. deverão ter o corpo e o castelo em ferro fundido ASTM-A-126-Gr. classificação "geralmente forjados ou fundidos".3. deverão ter corpo e castelo em aço fundido ASTM-A-216.25. sob o número 218504 . Os flanges roscados. extremidades flangeadas (face de ressalto) ANSI-B-16. castelo aparafusado. conforme a norma ASTM-A-197. haste não ascendente.4.2 2. serão fornecidos com tensores externos.

2.2 2. com boa estanqueidade e absorção de movimentos e vibrações. Conforja S.3 2.).5.5. São utilizados para reter impurezas eventualmente existentes no interior da tubulação. com elemento filtrante removível.2 2. JUNTAS "DRESSER" Consistem em um cilindro intermediário. As juntas de borracha são construídas com elemento flexível de borracha sintética.Proibida a reprodução sem autorização. fabricado em aço inoxidável perfurado. 2. com rosca BSP. em formato de "Y".5. 2.5 FILTROS TEMPORÁRIOS São filtros fabricados em chapa de aço-carbono com perfurações. laterais e angulares. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Absorvem movimentos axiais.continuação E-IAC. fita vedadora de PTFE (teflon.18 2.5.1 JUNTAS DE EXPANSÃO AXIAIS As de aço inoxidável são similares aos amortecedores de vibração. 2. sob o número 218504 . fluon. dois flanges de aperto com parafusos de açocarbono e anéis de vedação elásticos em neoprene. PRODUTOS/FABRICANTES Admite-se o uso de produtos fabricados por: 3.A. Conexões de Aço. apresentam maior capacidade de absorver dilatações axiais provocadas por variações de temperatura.4 FILTROS “Y” São acessórios constituídos por um corpo fundido em aço ou ferro fundido. Capital Federal. etc. São elementos de rápida e fácil união para tubos. sendo porém o conjunto guiado internamente por um cano rígido soldado num dos terminais. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Além do amortecimento de vibrações. 2. São os seguintes os tipos de vedantes: • • cânhamo (sisal-estopa) com zarcão.5. São instalados entre par de flanges utilizados de forma temporária para proteger equipamentos.6 PURGADORES DE AR Classe 150 psi. além de amortecer vibrações mecânicas. Partes I.5. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. com reforços internos de aço e tela de material sintético fixado a flanges de ferro fundido. II e III.2.5. Serão utilizados em locais onde a rede hidráulica apresente configuração que possibilite o aprisionamento de bolsões de ar.6 VEDANTES São elementos usados para melhorar a estanqueidade em conexões rosqueadas de tubulações. 3.1 TUBOS • • Cia. Siderúrgica Mannesmann. sendo removidos após a partida das unidades.

Fundição Tupy S.18 3.A.. Comércio e Indústria.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I.3 ACESSÓRIOS • • Dinatécnica Indústria e Comércio Ltda. II e III. FLANGES E VÁLVULAS • • • • • Cia. Duratex S.A. Importadora e Industrial Dox.continuação E-IAC. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Spirax Sarco S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A. 3..A.. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Conexões de Aço.A.2 CONEXÕES. Conforja S. Niágara S. sob o número 218504 .

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Terão o mesmo diâmetro da tubulação e um poder de absorção de até 25 mm. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3.1 2. São as seguintes as conexões a serem utilizadas. 2. com tubo guia interno e terminais lisos de cobre. Capital Federal. As juntas de expansão consistem em um fole de aço inoxidável altamente flexível. sob o número 218504 . II e III. permitindo a livre dilatação da tubulação. 2.2 ACESSÓRIOS São os componentes utilizados para fixação. curvas.2 CONEXÕES As conexões serão sempre de fabricação industrial. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. FABRICANTES Admite-se o uso de produtos fabricados por: • Eluma Conexões S. conexões e acessórios adequadamente montados e que permitem a circulação de água quente nos sistemas de calefação. entende-se como tubulação para calefação o conjunto de tubos.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS TUBOS Serão utilizados tubos de cobre fabricados conforme a EB-1251/81 . sendo que a espessura de parede dos mesmos (conforme as classes E. buchas de redução.3.Proibida a reprodução sem autorização.Tubo extra leve de cobre sem costura para condução de água e outros fluidos (NBR-7417) e EB-274/82 Tubo médio e pesado de cobre sem costura para condução de água (NBR-7542) . 2. produzidas conforme a EB-366/77 Conexões para unir tubos de cobre por soldagem ou brasagem capilar. tampões. Os tubos serão fornecidos em barras de 5 m. conectores.A.3 2. A ou I) e seus diâmetros nominais serão de acordo com o exigido no projeto. descritos nos itens a seguir.3.3 3. uniões. permitindo e orientando a dilatação. flanges misturadores e curvas de transposição. devendo ser serrados e soldados para obter-se a configuração desejada. de acordo com o previsto no projeto da tubulação: luvas.19 1. A luva-guia é o suporte deslizante que mantém o alinhamento da tubulação em relação à junta de expansão. Devem ser instaladas nos pontos indicados. ancoragem e absorção de movimentos resultantes de dilatações. A luva-ponto fixo é utilizada nos pontos de fixação (ancoragem) da tubulação. Ar Condicionado. “tês". 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I. Ventilação e Aquecimento Tubulações para Calefação E-IAC. não se admitindo o uso de conexões fabricadas artesanalmente na obra. 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. cotovelos.

REFERÊNCIA: Plastcola HI-17.1.1. da Dow Química S.1 1.1. II e III.1 1. Capital Federal. Ventilação e Aquecimento Isolamento Térmico e Acústico E-IAC.A.1.2 REFERÊNCIA: 1. REFERÊNCIA: Calhas de Isopor F. 1. Tupiniquim Termotécnica S.24 1.2. densidade de 20 kg/m³ e proteção externa em filme de alumínio.1 1.1.2. Placas de poliestireno expandido auto-extinguível. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 1.1.2.A.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. 1.1. utiliza-se cola à. da Isopor Indústria e Comércio de Plásticos S.base de borracha sintética e resina.2.A. REFERÊNCIA: Isoflex 120.1. da Isopor Indústria e Comércio de plásticos S. da Brascola Ltda. com espessura de 25 mm e densidade de 32 kg/m³. com espessura de 20 mm e densidade de 20 kg/m³.2.2 Calhas de espuma rígida de poliuretano auto-extinguível. 1.2 1.2 ADESIVOS Para lã de vidro. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. REFERÊNCIA: Calcel. Para poliestireno. sob o número 218504 .A.A. com densidade de 30 kg/m³. Isopor F III. Vidraria Santa Marina. com 40 mm de espessura e densidade de 30 kg/m³. 1.1 1. da Indústria de Isolantes Térmicos Calorisol S.. da Eucatex S.2.2 1.1 TUBULAÇÃO DE AÇO PARA ÁGUA GELADA OU QUENTE MATERIAIS Calhas de poliestireno expandido auto-extinguível.1. Ar Condicionado.1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A. utiliza-se cola à base de PVA. Partes I.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO ISOLAMENTO TÉRMICO DUTOS DE AR CONDICIONADO MATERIAIS Mantas ou placas de lã de vidro mineral.3 Placas de espuma rígida de poliestireno extrudada com película. Eucavid Isoduto. Indústria e Comércio. com espessura de 25 mm. REFERÊNCIA: Styrofoam.1. da Cia.Proibida a reprodução sem autorização.

REFERÊNCIA: Belmetal Indústria e Comércio Ltda.A.2.A. REFERÊNCIA: Vedaprem Preto. 1. 1.2. REFERÊNCIA: Conforme item 1. protegidas externamente com alumínio corrugado.24 1. 1. da Inducel Espumas Industriais Ltda. da Aeroglass Brasileira S. 1. II e III.3 TUBULAÇÃO DE COBRE PARA ÁGUA QUENTE Se embutida em alvenaria.1 BARREIRA DE VAPOR Revestimento do isolamento com véu de vidro.3. com células fechadas e espessura mínima de 10 mm.2. REFERÊNCIA: Impervéu. Elumaflex. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .continuação E-IAC.3 1.2 1.2. 1. densidade de 30 kg/m³. REFERÊNCIA: Isoltubo.. com espessura de 0.1 PROTEÇÃO MECÂNICA Calha de alumínio corrugado. e a proteção mecânica. com espessura mínima de 25 mm..15 mm.2. sob o número 218504 .3.3.A.35 mm.1 TUBULAÇÕES FRIGORÍGENAS LINHA DE SUCÇÃO Será isolada com calhas de poliestireno expandido auto-extinguível.3 1.1 1. com espessura de 2 cm por toda a volta do tubo.2 LINHA DE LIQUIDO OU DESCARGA Será isolada com a utilização de tubos de polietileno expandido flexível. da Indústria de Isolantes Térmicos Calorisol S.A. da Otto Baumgart Indústria e Comércio S.A. sendo a barreira de vapor executada com véu de vidro e asfalto oxidado.2 Emulsão de asfalto oxidado (frio-asfalto). Partes I.2 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.. retro. se embutida em alvenaria ou aparente. Se aparente.3. com densidade entre 35 e 40 g/m³ e espessura de 0. REFERÊNCIA: Isoltubo.4 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. a tubulação será envolvida em argamassa de amianto em pó e cal. da Inducel Espumas Industriais Ltda. Calokote. da Eluma Conexões S.2.4. Cal-Jack. a tubulação será envolvida com calhas de lã de vidro.Proibida a reprodução sem autorização. com calhas de alumínio. Capital Federal.4. no traço 3:1.2. da Indústria de Isolantes Térmicos Calorisol S. A tubulação poderá também ser envolvida com tubos de espuma de polietileno presa com fitas ou braçadeiras.2.

Partes I.Proibida a reprodução sem autorização. REFERÊNCIA Bidim OP-60.2 CHAPA ISOLANTE Chapa com características termoacústicas.24 2. REFERÊNCIA: Eucatex Isolante Simples ou Revestido. sendo a superfície formada por cunhas anecóicas. onde se requerem características de atenuação acústica. Capital Federal. que absorvem a energia acústica incidente. sendo utilizado no revestimento interno de dutos de ar.continuação E-IAC. II e III. da Rhodia S.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2. formando grande quantidade de células de ar intercomunicadas. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . da Eucatex S. REFERÊNCIA: Sonex. sob o número 218504 . 2. produzidas através do rearranjo de fibras de eucalipto. Indústria e Comércio.A. para atenuação acústica. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. revestimento de chicanas ou venezianas de retorno.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO ISOLAMENTO ACÚSTICO BIDIM Geotextil fabricado a partir de filamentos contínuos de poliéster. da Illbruck Industrial Ltda. Utilizada no revestimento de casas de máquinas ou na construção de chicanas. 2.3 ABSORVEDOR ACÚSTICO DE ESPUMA Placa produzida à base de espuma flexível de poliuretano poliéster auto-extinguível. Climatex Indústria de Madeira Mineralizeda Ltda.

O diferencial será fixo. monitorando temperatura.2 3. 2. Os controladores pneumáticos.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1. O ajuste de temperatura deverá ser por meio de potenciômetro interno com escala.1. sendo a aplicação de cada tipo definida no projeto. O elemento sensor será um capacitor de capacitância variável.. Os de ação gradual serão utilizados para o controle de válvula ou "dampers'. para permitir a atuação do atuador em 2 sentidos (abrir/fechar). 3. ou termistor no caso de termostato eletrônico. serão utilizados termostatos com sensor remoto. geralmente em instalações com fan-coil. conforme descrito nos itens a seguir. UMIDISTATOS São dispositivos para controle da umidade relativa de um ambiente.2 3. tubulações.2 3.1 3. associado a outros dispositivos. devendo os componentes ficar abrigados por uma caixa plástica ou metálica. Partes I.25 1. sendo de no máximo 2°C entre estágios.Ar Condicionado.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. A ação deverá ser direta e inversa. proporcional + integral (PI) .1.ou gradual.Serão do tipo eletrônico. eletromecânico ou eletrônico. normalmente utilizados em salas de equipamentos onde esta variável precisa situar-se dentro de parâmetros predeterminados. Para outras aplicações. com sensor tipo termistor. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS TERMOSTATOS Os termostatos de ambiente são aqueles instalados diretamente no ambiente a condicionar.1 TIPOS Os dispositivos de controle poderão ser do tipo mecânico. etc. Os de ação liga/desliga serão utilizados para o controle de compressores em unidades tipo self-contained ou split.1. conforme definido no projeto. 2. tais como controle de temperatura da água ou do ar em dutos. pressão ou vazão. O elemento sensor será um diafragma duplo com enchimento de gás ou vapor. e de 1°C em cada estágio. Poderão ser do tipo liga/desliga . . Serão de dois tipos. com acabamento compatível para instalação aparente. II e III. conforme projeto. sendo um estágio para cada compressor.1. é utilizado para manter os diversos componentes de uma instalação de ar condicionado operando dentro das condições projetadas. sob o número 218504 . sendo o sinal de saída uma tensão DC variável. umidade.1. ou proporcional + integral derivativo (PID) . O contato será do tipo SPDT.1 3. Os controladores de ação gradual poderão ser do tipo proporcional (P). A faixa de operação será no mínimo entre 20 e 80% com precisão de 2%. entende-se como dispositivo de controle o elemento que. Ventilação e Aquecimento Dispositivos de Controle E-IAC. A ação do controlador sobre o elemento final de controle poderá ser do tipo liga/desliga ("on/off") ou gradual. somente serão utilizados quando assim definir o PROPRIETÁRIO. Capital Federal. por serem de aplicação especifica.1 3. Deverá possuir botão de ajuste do "set-point" com escala de temperaturas. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. 2.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

um circuito eletrônico e um conjunto de engrenagens. Os componentes do atuador serão montados em uma caixa fechada. Importec . Devem possuir parafuso externo para ajuste fino do fluxo.. 3. Capital Federal. São compostas por uma palheta que fica imersa no fluxo e por um microinterruptor com contatos SPDT. Robertshaw do Brasil S. sob o número 218504 . Para o acionamento de válvulas de 3 vias em fan-coils. enviando um sinal de presença de fluxo.. 4. Podem ser de ação liga/desliga ou gradual. Para a instalação em tubulação de água.. regulando o fluxo no condensador em função da pressão de condensação ou temperatura do ar de descarga. etc. Lands and Gyr Powers.25 3. serão sempre de ação gradual. São utilizados em sistemas com condensação a água ou ar. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Jonhson Controis Ltda.4 CHAVES DE FLUXO São dispositivos que sensoram a vazão de um fluido (água ou ar) .3 ATUADORES São dispositivos constituídos por um motor de corrente continua. utilizados para o acionamento de válvulas. 3.. O ângulo de trabalho deverá ser de no mínimo 90°. Inc.5 VÁLVULAS PRESSOSTÁTICAS/TERMOSTÁTICAS São dispositivos que controlam a vazão de um fluido (água/ar) através da informação de um sensor de pressão e temperatura.Proibida a reprodução sem autorização. FABRICANTES Adimite-se o uso de dispositivos de controle fabricados por: • • • • • • • • Honeywell do Brasil e Cia. Staefa Control System Inc. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Importadora de Ferramentas Técnicas Ltda. O torque do motor deverá ser compatível com o esforço requerido no acionamento. com dimensões de acordo com a tubulação. Deverão possuir parafuso para ajuste de sensibilidade. Ibracon Controles Eletrônicos Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. Partes I. Smart Indústria e Comércio Ltda. metálica ou plástica. deverão possuir conexão com rosca BSP e palheta de material incorrosível.A. conforme a aplicação. "dampers".. com possibilidade de ajuste.continuação E-IAC. II e III..

PRODUTOS/FABRICANTES Admite-se o uso de acessórios fabricados por. O tipo de amortecedor será escolhido conforme a aplicação. Podem ser utilizados chumbadores com parafuso.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.Proibida a reprodução sem autorização.2 2.2 2. após introduzidos em furo efetuado no local de instalação. Capital Federal.2. com ponteiro balanceado pintado de preto. laminado.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS ACESSÓRIOS DE FIXAÇÃO O sistema de fixação a pólvora consiste na utilização de uma ferramenta especial (pistola).3. com prisioneiro de rosca externa ou autoperfurantes com rosca interna. Chumbadores de expansão são elementos de fixação que. 2.1. O capilar será em vidro com baixo coeficiente de dilatação. Ventilação e Aquecimento Acessórios Diversos E-IAC. Os termômetros serão do tipo capela. conforme a aplicação. soquete de latão laminado. dial em alumínio fosco protegido por vidro de 2 mm. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .26 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. ISOLADORES DE VIBRAÇÃO Os calços serão constituídos por elastômero clorado com alta resiliência e baixa histerese.3 2.2 2. As escalas de pressão serão selecionadas conforme a aplicação. utilizados para fixação. Terão diâmetro mínimo de 100 mm e precisão mínima de 2%. 2. sob o número 218504 . 2. com haste de imersão em latão. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. a qual aproveita a energia gerada pela deflagração de cartuchos com pólvora (fincapinos) para impulsionar o elemento de fixação (pino). leituras. II e III. que protege o vidro com graduações numéricas em graus centígrados gravadas em preto. Partes I. com caixa em aço estampado e tubo em latão repuxado. Os amortecedores metálicos serão constituídos de elementos elásticos formados por almofadas resilientes montadas em peças metálicas. absorção de vibrações.2 3.1 2. Ar Condicionado.1 2. São construídos em aço com acabamento zincado. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. INSTRUMENTOS Os manômetros e manovacuômetros serão do tipo "bourdon". ou constituídas por fio de aço especial. com caixa em duralumínio anodizado na cor ouro com formato em "V". são fixados pela expansão de uma peça cilíndrica (jaqueta ou presilha). entende-se como acessório a gama de elementos complementares de uma instalação de ar condicionado. O elemento sensor será o mercúrio. etc.3. enrolado e prensado. Serão utilizados pinos roscados de aço com acabamento zincado.1 2.2. A expansão é provocada pela ação de uma peça cônica.1. tracionada pelo parafuso quando do aperto da porca. A escala será selecionada conforme a aplicação.

3 ISOLADORES DE VIBRAÇÃO • • Vibrachoc Industrial Ltda. Dresser Indústria e Comércio Ltda.continuação E-IAC. II e III. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Vibranihil Comércio e Indústria de Amortecedores de Vibração Ltda.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Importadora e Industrial Dox. . Mecânica Walsywa Ltda. Partes I. 3..26 3. Tecnart Indústria e Comércio Ltda. Incoterm Indústria de Termômetros Ltda. Capital Federal.Divisão de Manômetros Willy. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília..Proibida a reprodução sem autorização. 3.2 INSTRUMENTOS • • • Cia.1 ACESSÓRIOS PARA FIXAÇÃO • • • Fischer Brasil Indústria e Comércio Ltda. sob o número 218504 .

II e III. reatores.7 1. tratamento de decapagem. As luminárias destinadas a funcionar expostas ao tempo ou em locais úmidos deverão ser construídas de forma a impedir penetração de umidade em eletrodutos.3 1.01 1. É vedado o emprego de materiais absorventes nesses aparelhos. tabela dos fatores de utilização. Capital Federal.1 1.2.5 1. as seguintes informações: • • • nome do fabricante ou marca registrada.4 1.2 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. condutos. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 1. incandescentes ou fluorescentes. Partes I. O reator de cada luminária deverá poder ser acessado sem a remoção da luminária. A fiação das luminárias deverá ter isolamento termoplástico para temperaturas até 105°C. porta-lâmpadas e lâmpadas.2. deverão ser construídas de forma a apresentar resistência adequada e dimensões tais que propiciem espaço suficiente para as ligações elétricas.). 1.2.2.2.Proibida a reprodução sem autorização. Com a luminária instalada. fosfatizado. a fiação não poderá ser visível. As luminárias destinadas a ficar embutidas deverão ser construídas com material incombustível e não danificável sob condições normais de serviço. deverão ser observadas as seguintes recomendações: Todas as partes de aço deverão ser protegidas contra corrosão. sob o número 218504 .2. com espessura adequada e arestas expostas lapidadas. Telecom. As seções de vidro das luminárias deverão ser montadas de forma a oferecer segurança. Seu invólucro deve abrigar todos os condutores de corrente.6 1.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA As luminárias. Independente do aspecto estético desejado. Elétricas. caberá ao CONSTRUTOR a apresentação da seguinte documentação técnica: • • • curva de distribuição luminosa nos planos transversal e longitudinal da luminária..8 Em caso de substituição do produto especificado. zincagem ou outro processo equivalente. curva zonal. Toda luminária apresentará. 1. marcadas em local visível.2. As luminárias deverão ser providas de sistema que permita fácil substituição das lâmpadas sem o uso de ferramentas.2. Mecânicas. e Informática Pontos de Utilização Luminárias – Aparelhos E-IEL. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. de forma a evitar cortes quando manipuladas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. modelo da luminária. potência máxima dos dispositivos que nela podem ser instalados (lâmpadas. portalâmpadas e demais partes elétricas. etc. mediante pintura de acabamento à base de epóxi por processo eletrostático e recozimento em estufa.

Indústria de Materiais Elétricos. Metalúrgica Trópico Indústria e Comércio Ltda.continuação E-IEL.. Philips do Brasil Ltda. Partes I.A. Indústria de Iluminação.A.A... sob o número 218504 . Ltda.. P. Produtos Elétricos. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A.. Indústria Elétrica Itaim Comercial Ltda... Peterco do Nordeste S. Dominici Iluminação Moderna Ltda. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização. Decorlite S. II e III. Queiroz e Cia. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Fábrica Metalúrgica de Lustres Ltda. Metalúrgica Moferco Ltda.. Metalúrgica Projeto Indústria e Comércio Ltda. . Decobrás S. Lumini Equipamentos de Iluminação Ltda... Dialuz . Lúmem Eletrometarlúgica Ltda. Intral S.Decorações Indústria e Comércio..Indústria e Comércio Ltda.. FABRICANTES Admite-se o emprego de luminárias fabricadas por: • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Art-Luz Indústria e Comércio S.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.01 2.A. Tecnowatt Indústria Eletrotécnica Ltda. (Lustres Pelotas). Indelpa Indústria Elétrica Ltda. Siemens S.A.

1 2. sob o número 218504 . Partes I.Proibida a reprodução sem autorização.ensaios (NBR5387) Lâmpadas fluorescentes para iluminação geral (NBR-5160) 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . aos momentos de torção estabelecidos na MB-449/78 (NBR-5160). Elétricas. Mecânicas.4 As lâmpadas deverão ter vida nominal de 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. no mínimo. O deslocamento angular máximo. manchas ou defeitos que prejudiquem o seu desempenho.NBR5121) Lâmpadas fluorescentes para iluminação geral (NBR-5115) Lâmpadas incandescentes com filamento de tungstênio .2.02 1. LÂMPADAS FLUORESCENTES Os bulbos deverão ser isentos de impurezas. 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. nome do fabricante ou marca registrada.1.2.3 2. As lâmpadas deverão apresentar.2 2.3 2. é de 6 graus. Telecom.2. As bases não devem rodar em relação ao bulbo quando sujeitas.1 2. designação da cor. nome do fabricante ou marca registrada. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto deverá haver especial atenção para as seguintes: EB-8/80 EB-244/76 MB-370/84 MB-449/78 Lâmpadas com filamento de tungstênio para iluminação geral . as seguintes marcações legíveis no bulbo ou na base: • • • potência nominal (W). II e III.1. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. manchas ou defeitos que prejudiquem o seu desempenho.2.2 2. e Informática Pontos de Utilização Luminárias-Lâmpadas E-IEL. As lâmpadas apresentarão. 2.1.000 horas. pelo menos.1 2. potência nominal (W).2 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA LÂMPADAS INCANDESCENTES Os bulbos deverão ser isentos de impurezas. entre os planos que passam pelos pinos da base. as seguintes marcações legíveis no bulbo ou na base: • • • tensão nominal (V).

II e III.continuação E-IEL.02 2. Partes I. lâmpadas halógenas. lâmpadas minifluorescentes. Capital Federal.3..3 2. as relacionadas.1 2.A.. Philips do Brasil Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 3.3.2 LÂMPADAS ESPECIAIS Os bulbos deverão ser isentos de impurezas. desde que definidas em projeto ou pela FISCALIZAÇÃO: • • • • • • lâmpadas luz mista. O PROPRIETÁRIO admitirá lâmpadas especiais. General Eletric do Brasil S. Sylvania Indústria e Comércio Ltda. de Lâmpadas Elétricas. lâmpadas vapor de mercúrio. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Cia. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 . Brasileira de Lâmpadas. PRODUTOS Admite-se o emprego de lâmpadas fabricadas por: • • • • • CBL .Proibida a reprodução sem autorização. lâmpadas vapor de sódio. manchas ou defeitos que prejudiquem seu funcionamento. Osram do Brasil Cia. lâmpadas vapor metálico.

Reatores para lâmpadas a vapor de mercúrio a alta pressão (NBR5125). 2. Mecânicas. são as estabelecidas nas Normas Brasileiras. fator de potência.03 1.ensaios (NBR-5172). As bobinas serão enroladas com fio de cobre. tais como tensão de saída. Reatores para lâmpadas a vapor de mercúrio a alta pressão . Reatores para lâmpadas fluorescentes . Capital Federal. esquema de ligações. EB-187/85 EB-805/80 MB-1033/80 MB-1105/85 Reatores para lâmpadas fluorescentes tubulares (NBR-5114). Partes I. corrente nominal de alimentação. sob o número 218504 . por meio de pintura.4 2. Elétricas. condições potência e outros. As características de funcionamento. no mínimo. O núcleo do reator será laminado em aço silício de reduzida perda magnética. zincagem ou processo equivalente. esmaltado. freqüência nominal. O invólucro do reator será protegido interna e externamente contra a oxidação. tipo de lâmpada a que se destina. em suas instalações de lâmpadas fluorescentes. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.5 2. classe térmica 130°C. Telecom. O PROPRIETÁRIO apenas admitirá. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III.ensaios (NBR-5170). NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto dê-se especial atenção às seguintes. potência nominal das lâmpadas. máxima temperatura de operação do enrolamento do reator.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Todo reator será provido de invólucro imcombustível e resistente à umidade. esmaltação. e Informática Pontos de Utilização Luminárias – Reatores E-IEL.6 O isolamento dos condutores terminais deverá ser de. 2.Proibida a reprodução sem autorização. na qual deverão seguintes informações: • • • • • • • • • • nome ou marca do fabricante..2 2. 2.3 2. 600 V. reatores de partida rápida (PR) e de alto fator de potência (AFP).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. tensão nominal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . máxima elevação de temperatura. Todo reator deverá apresentar uma identificação durável.

Keiko do Brasil Indústria e Comércio Ltda. II e III. Partes I. Helfont Produtos Elétricos S.Cia. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Intral S.A..03 3. Indelpa Indústria Elétrica Ltda. sob o número 218504 .continuação E-IEL.A. Sylvania Indústria e Comércio Ltda. Indústria de Materiais Elétricos.. Brasileira de Lâmpadas. Philips do Brasil Ltda. FABRICANTES Admite-se o emprego de reatores fabricados por: • • • • • • • CBL . Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização.

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Elétricas, Mecânicas, Telecom. e Informática Pontos de Utilização Luminárias - Acessórios Diversos E-IEL.04

1.

NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto, deverá ser dada especial atenção às relacionadas abaixo: CB-85/81 EB-1163/86 MB-2428/86 Bases e receptáculos de lâmpadas (NBR-8346); Receptáculo para lâmpadas fluorescentes e starters (NBR-9312); Receptáculo para lâmpadas fluorescentes e starters - ensaios (NBR9329) -

2.

DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação, entendem-se por acessórios diversos os receptáculos, soquetes e outros da espécie que se complementam e integram as luminárias.

3. 3.1

CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Os receptáculos para lâmpadas incandescentes serão especificados para cada caso, cumprindo definir: • • • • • • potência e tensão, no mínimo 300 W e 250 V; material: porcelana, plástico, etc.; tipo de rosca; tipo normal ou pesado; contato lateral ou não; tipo plafonier.

3.2

Os receptáculos para lâmpadas fluorescentes também serão especificados para cada caso e apresentarão, no mínimo, as seguintes características: • • • proteção contra vibração (antivibratórios); proteção contra queda da lâmpada; molas de aço inoxidável para garantia de contato elétrico.

3.3

Os acessórios diversos deverão satisfazer as normas da ABNT atinentes ao assunto e deverão ser objeto de especificação discriminada no projeto de instalação elétrica.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

continuação

E-IEL.04

4.

FABRICANTES Admite-se o emprego dos acessórios fabricados por: • • • • CBL - Cia. Brasileira de Lâmpadas; Lorenzetti S.A. Indústrias Brasileiras Eletrometalúrgicas; Perlex Produtos Plásticos Ltda.; Westinghouse do Brasil S.A.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Elétricas, Mecânicas, Telecom. e Informática Pontos de Utilização Tomadas E-IEL.05

1.

NORMAS As tomadas satisfarão a todas as normas da ABNT atinentes ao assunto, particularmente às seguintes: EB-1112/80 EB-1312/82 MB-1455/80 MB-1748/82 PB-930/82 Plugues e tomadas para uso doméstico (NBR-6147); Plugue e tomada de uso industrial (NBR-7845); Plugues e tomadas de uso doméstico - ensaio de resistência à corrosão (NBR-6256); Plugue e tomada de uso industrial - resistência à corrosão (NBR-7858); Plugues e tomadas de uso doméstico.

2. 2.1 2.1.1 2.1.2

CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA TOMADAS - USO GERAL (tipo 2 pólos + terra e universal) As tomadas de piso e parede para luz e força deverão ser, normalmente, do tipo pesado, com contatos em liga de cobre, 10 A/250 V, no mínimo. Para segurança contra choques elétricos, os contatos deverão ficar distantes, cerca de 8 mm da placa. Deverá haver conexão perfeita da tomada com qualquer tipo de plugue, de pino chato ou redondo. Os bornes deverão permitir ligação rápida e segura de condutores de seção 2,5 mm², cada. Os corpos das tomadas deverão ser de material auto-extinguível para garantia de isolamento elétrico total. TOMADAS ESPECIAIS As tomadas destinadas às instalações especiais serão do tipo polarizadas (tripolares ou tetrapolares) . Serão instaladas desde que definidas em projeto ou pela FISCALIZAÇÃO. As tomadas e plugues blindados serão à prova de tempo, gases, vapores ou explosão, montados em caixa de liga de alumínio com tampa-mola ou tampa com rosca, definidas em projeto, especificação ou pela FISCALIZAÇÃO. FABRICANTES Admite-se o emprego de tomadas fabricadas por: • • • Acripur SA. Indústria e Comércio (Alumbra); Bticino Equipamentos Elétricos Ltda.; Fame S.A. - Fábrica de Aparelhos e Materiais Elétricos;

2.1.3 2.1.4 2.2 2.2.1 2.2.2

3.

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continuação

E-IEL.05

• • • • • • • •

Indústria Panan S.A. de Material Elétrico; Iriel Indústria e Comércio de Material Elétrico Ltda.; Lorenzetti S.A. Indústrias Brasileiras Eletrometalúrgicas; Perlex Produtos Plásticos Ltda.; Pial Eletro-Eletrônicos Ltda.; Primelétrica Ltda.; Siemens S.A.; Steck - Conexões e Materiais Elétricos Ltda.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Elétricas, Mecânicas, Telecom. e Informática Pontos de Utilização Campainhas e Cigarras E-IEL.06

1. 1.1 1.1.1

CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA CAMPAINHAS Serão dos tipos seguintes: • • • • • de timbre, de embutir, 50/60 Hz; de timbre, de sobrepor; musicais 50/60 Hz; musicais com termistor para proteção; de alta potência.

1.1.2 1.1.3

As campainhas de timbre, de embutir, adaptam-se em caixas de 50 x 100 mm. As campainhas de alta potência, para uso de alarme sonoro, deverão apresentar as seguintes características: • • • • • base e suporte em termoplástico reforçado, preto; sino em aço, com pintura esmalte anticorrosão; tempo de funcionamento de 200 horas, com pulsador travado, em condições normais; potência acústica a 2,00 m, de 100 a 104 dã; timbres, de 150 a 250 mm (diâmetro)

1.2

CIGARRAS Poderão ser do tipo de embutir ou de sobrepor.

2.

FABRICANTES Admite-se o emprego de campainhas e cigarras fabricados por: • • Fame S.A. - Fábrica de Aparelhos e Materiais Elétricos; Pial Eletro-Eletrônicos Ltda.

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Elétricas, Mecânicas, Telecom. e Informática Caixas E-IEL.07

1.

NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto, haverá particular atenção para as seguintes: EB-1162/86 MB-1307/86 PB-23/86 Caixas de derivação para uso em instalações elétricas domésticas e análogas (NBR-6235); Caixas de derivação para uso em instalações elétricas domésticas e análogas - ensaios (NBR-6720); Caixas de derivação para uso em instalações elétricas domésticas e análogas - dimensões (NBR-5431) .

2. 2.1. 2.1.1

CAIXAS DE DERIVAÇÃO METÁLICAS As caixas de derivações metálicas deverão ser, conforme o fim a que se destinem, de chapa de aço esmaltado, galvanizado, ou pintado com tinta de base metálica ou de ligas de alumínio. As caixas de derivação deverão ter vinténs ou olhais para assegurar a fixação de eletrodutos. será permitida a abertura dos vinténs ou olhais que se tornarem necessários. 2.1.2 As caixas de derivação de aço esmaltado mais usualmente empregadas deverão ser de chapa de aço n° 16 (BWG) ou n° 15 (MSG), com as características constantes da tabela abaixo:

2.1.2

TIPO QUADRADA

DIMENSÕES (mm) 101 x 101 x 48 127 x 127 x 54

DIMENSÕES (“) 4 x 4 x 1 7/8 5 x 5 x 2 1/8 4 x 2 x 1 7/8 3 x 3 x 1 3/4

ORELHAS 4 4 2 2

OLHAIS (mm) 15 e 20 15 e 20 15 e 20 15 e 20

RETANGULAR OCTOGONAL

101 x 51 x 48 76 x 76 x 44

2.1.4

As caixas de derivação de aço galvanizado mais usualmente empregadas deverão ser de chapa de aço n° 14 (BWG) ou n° 13 (MSG), octogonais de fundo móvel, de 101 x 101 x 51 mm (4" x 4" x 2"),com 4 orelhas internas e 2 externas e olhais de 15 e 20 mm. As caixas deverão ser de embutir ou, para instalações aparentes, de sobrepor.

2.1.5

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

continuação

E-IEL.07

2.1.6

As caixas de piso para tomadas de energia, telefonia, alarme ou lógica deverão ser constituídas de liga de alumínio com elevada resistência ou ferro galvanizado, com tampas e espelhos em latão deslizante. As caixas deverão ser dotadas de entradas rosqueadas para fixação de eletrodutos. No caso de caixas duplas ou triplas (pontos de energia e telefonia) os compartimentos deverão ser divididos por septos do mesmo tipo de material das caixas. O PROPRIETÁRIO admitirá também caixas de aço com galvanização eletrolítica para as tomadas de piso, quando a distribuição da rede for feita por meio de dutos ou canaletas metálicas. Em plataforma de atendimento, poderão ser instalados terminais do tipo pedestal para telefonia (key-system) e sistema on line, de forma a facilitar ampliações, remanejamento e manutenções. Deverão ser fundidos em alumínio, resistente a impactos e pintados em tinta eletrostática. PLÁSTICAS Deverão ser, conforme o fim a que se destinem, de PVC rígido, baquelite, polipropleno ou polietileno . As caixas deverão ter vinténs ou olhais para assegurar a fixação de eletrodutos. Só será permitida a abertura dos vinténs ou olhais que se tornarem necessários. De preferência, as caixas plásticas de derivação deverão ser dotadas de rosca metálica injetada, fabricada em aço zincado, do tipo "rosca-firme". CAIXAS DE PASSAGEM COM PORTA Serão de chapa de aço n° 14 (BWG) com pintura antioxidante, terão molduras e portas ajustáveis para perfeito acabamento e serão providas de trinco e/ou fechadura que garantam segurança e dobradiças dimensionadas para o peso da porta.

2.1.7

2.1.8

2.2 2.2.1 2.2.2 2.2.3 3. 3.1

3.2

COM TAMPA As caixas de passagem com tampa aparafusada serão de chapa de aço n° 16 (BWG) , bem como submetidas a tratamento antioxidante.

3.3 3.3.1

PARA TELEFONES Serão de chapa de aço com espessura mínima n° 18 (BWG), como fundo em madeira de lei, com pelo menos 25 mm espessura. A chapa terá tratamento antioxidante e a madeira do fundo será preparada para receber pintura. As tampas serão dotadas de trinco e dispositivo para cadeado, ou de fechadura com chave. Os rasgos para ventilação terão tela pelo lado interno para impedir entrada de insetos. As caixas de passagem para telefones serão previamente aprovadas pela empresa concessionária local.

3.3.2

3.3.3

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

continuação

E-IEL.07

4.

PRODUTOS/FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por.

4.1

CAIXAS METÁLICAS • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Blinda Eletromecânica Ltda.; Brasmetal - Cia. Brasileira Metalúrgica S.A.; Castmetal Produtos Metalúrgicos Ltda.; Citerko Equipamentos Elétricos Ltda.; Construções Elétricas Eltec S.A.; Daisa Indústrias Metalúrgicas Ltda.; Eletrometalúrgicas Barreiros Ltda.; Elpasa Metalúrgica S.A.; Elsol Eletroequipamento Ltda.; Fábrica de Material Elétrico e de Bakelite Elma S.A.; Forjasul Canoas S.A. Indústria Metalúrgica; Friulim Indústria Metalúrgica Ltda.; Indústria Metalúrgica Moratori Ltda.; Indústrias Metalúrgicas Paschoal Thomeu S.A.; Marvitec Indústria e Comércio Ltda.; Metalúrgica Moferco Ltda.; Metalúrgica Taunus Ltda.; Metalúrgica Wetzel S.A.; Peterco do Nordeste S.A. Produtos Elétricos; Siemens S.A.; Sisa - Sociedade Eletromecânica Ltda.

4.2

CAIXAS PLÁSTICAS • • • • • • Ameropa Indústrias Plásticas Ltda.; Cia. Hansen Industrial - Tigre; Dutoplast Indústria e Comércio Ltda.; Fábrica de Material Elétrico e de Bakelite Elma Ltda.; Pial Eletro-Eletrônicos Ltda Plasinter Industrial de Plásticos Ltda.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Elétricas, Mecânicas, Telecom. e Informática Condutos e Acessórios E-IEL.13

1.

NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto, haverá particular atenção com respeito ao preconizado nas seguintes: EB-154/61 EB-341/84 EB- 342/86 EB-568/87 EB-744/75 NB-3/90 EB-14/83 PB-897/81 Requisitos gerais para condutos de instalações elétricas prediais (NBR6689); Eletroduto rígido de aço-carbono, com revestimento protetor, com rosca ANSI/ASME B.1.20.1 (NBR 5597); Eletroduto rígido de aço carbono, com revestimento protetor, com rosca PB-14 (NBR-5598); Eletroduto rígido de aço-carbono, com costura, com revestimento protetor e com rosca MB-1900 (NBR-5624); Eletroduto de PVC rígido (NBR-6150); Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410); Rosca para tubos onde a vedação é feita pela rosca - designação, dimensões e tolerâncias (NBR-6414); Rosca para tubos onde a vedação não é feita pela rosca - designação, dimensões e tolerâncias (NBR-8133)

2. 2.1 2.1.1

CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA CONDUTOS METÁLICOS Os condutos a serem utilizados serão uniformes, lisos, com superfície interna isenta de arestas cortantes ou rebarbas que possam danificar sua capa protetora. Poderão ser rígidos ou flexíveis. Os condutos metálicos rígidos poderão ser esmaltados ou galvanizados. Os eletrodutos rígidos metálicos são classificados em extras, pesados ou leves. 2.1.3 Os eletrodutos rígidos de aço carbono, da classe extra e pesada, poderão ser fornecidos com ou sem costura, aptos a receber rosca ANSI/ASME B.1.20.1. Poderão ser curvados e deverão obedecer às condições das tabelas da EB-341/84 (NBR-5597) , a seguir:

2.1.2

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

II e III.35 3.0 88.35 3.72 0.1 21.2 48.4 42.71 10.64 mm 1% 2.00 2.25 5.00 3.3 26.25 2.13 Tamanho nominal Diâmetro externo (mm) Série Extra Espessura da Parede (mm) 2.35 3.65 3.25 2. aptos a receber rosca conforme PB897/81 (NBR-8133).00 5.96 1.continuação E-IEL.30 Massa Teórica (A) (kg/m) 0.75 5.22 1.75 3.30 Massa Teórica (A) (kg/m) 0. do tipo leve.50 4.25 20.17 Série Pesada Espessura da Parede (mm) 2. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização.31 1.7 33. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal. Poderão ser curvados e deverão obedecer às condições da tabela da EB-568/87 (NBR-5624).38 mm 0.25 4.00 5.22 7.6 114.3 60.71 5.26 7.3 141.04 10 15 20 25 32 40 50 65 80 90 100 125 150 17.3 73.02 25.75 4.61 21.4 Os eletrodutos rígidos de aço-carbono. a seguir:' Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .57 2.60 9.34 16.25 3. Partes I.85 4.30 6.64 mm 1% Para menos 0.97 2.38 mm 0.91 14.3 (A) Massa sem luva e sem revestimento protetor Variações do diâmetro nominal Tamanho nominal 10 a 50 65 a 100 125 a 150 Variações admitidas Para mais 0.04 11.1.81 1.21 3.75 4. deverão ser fabricados de tubos com costura.68 6.88 11.9 101.00 3.65 2.00 3.85 2.65 3.3 168.25 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.00 6.

3 20.56 0. Serão utilizados em ligações de equipamentos que possam estar sujeitos a vibrações.65 2.1.0 74. e as espessuras de parede admitirão variações para menos de 12. Partes I.4 25.1.5 Os eletrodutos metálicos do tipo leve só poderão ser utilizados em locais comprovadamente não sujeitos a choques de origem mecânica ou química (tração. Os eletrodutos deverão ser fornecidos com 3. CONDUTOS PLÁSTICOS Deverão ser de cloreto de polivinila (PVC) rígido.1.1. indeformável.25 2.2 31.42 7.9 2. alta responsabilidade e que sejam à prova de explosão. Os condutos flexíveis. ou em outras finalidades indicadas no projeto.continuação E-IEL.6 31.90 1.6 2. O menor diâmetro externo permitido para condutos metálicos ou plásticos será de 16 mm. sendo que os eletrodutos serão classificados como do tipo pesado (com roscas e luvas) e do tipo leve (pontas lisas e com buchas para encaixe sem cola).50 2.11 2.5 40.24 4.13 Tamanho nominal Diâmetro externo (mm) Mínimo Máximo 16.50 1. Deverão apresentar roscas isentas de imperfeição.000 +/. dobras e achatamentos que reduzam sua seção interna.71 0.6 100. que só poderão ser metálicos.8 2. torção e corrosão) Os eletrodutos metálicos rígidos.10 2.70 6. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2. Serão empregados somente em locais isentos de esforços mecânicos. deverão ser utilizados eletrodutos metálicos classe pesada.00 2.1 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .6 56.1.65 2.1 59. Não poderão ser embutidos.0 112. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.9 87.50 1.9 41.85 5.0 25.6 2.65 2.56 3.0 47.65 Massa Teórica (kg/m) 0. A taxa máxima de ocupação será a soma das áreas totais dos condutores contidos num eletroduto.1. de 15 a 20 mm. deverão suportar curvatura de raio igual a 6 vezes o diâmetro interno.1.4 74. Em instalações aparentes ou embutidas que demandem segurança.20 mm de comprimento.0 111.6 99.15 1. sem emendas.5 20.25 2. deverão ser constituídos por uma fita metálica de formato helicoidal. sob o número 218504 .50 1. Capital Federal. compressão.99 2.7 Espessura da parede (mm) 1.1 86. formando um conjunto continuo. II e III. sem aberturas de costura. não podendo ser superior a 40% de sua área útil.Proibida a reprodução sem autorização.44 Rosca (conforme PB-897-81) G 3/8" G 1/2" G 3/4" G 1" G 1 1/4" G 1 1/4" G 2" G 2 1/2" G 3” G 3 1/2" G 4" 10 15 20 25 32 40 50 65 80 90 100 16.5%. 2. sem rebarbas e com a superfície interna sem arestas e retilíneas.7 2.2 2.5 46.

5 + 0.5 1.5 + 0.6 -o CLASSE “A” Esp.8 4.370 1. da parede e (mm) 1.1 3.0 3.120 0.650 0.250 0.140 0.1 2.0 1.0.3 1.150 0. da parede e (mm) 1.9 3.0 Massa aprox.670 +/- @ (mm) +/.2 47.0. e não devem ter bolhas ou vazios.0.450 0.430 0.4 + 0.860 1.6 5.295 0.4 +/. na esp. sob o número 218504 .0. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.7 Massa aprox.4 Tipo soldável .Proibida a reprodução sem autorização.0 40.170 1.2.280 0. na esp.6 -o CLASSE “A” Esp.500 +/- @ (mm) 0.0 75.3 Deverão também apresentar superfícies externa e interna isentas de irregularidades.820 1.4 +/.Tipo pesado Diâmetro nominal Diâm ext de (mm) 16 20 25 32 40 50 60 75 85 (mm) 16.760 CLASSE “B” Esp.4 +/ 0.110 0.8 Massa aprox.5 + 0. Partes I. p/ metro M (kg/m) 0.300 CLASSE “B” Esp. Afast.2 4.0 25.2 42.8 59.2 33.0.070 0.3 +/.350 0.140 0.4 2.3 +/.5 6.3 +/.6 4.0 1.1 26.13 2.105 0. reentrâncias.0 85. da parede +@ (mm) + 0. a seguir: Tipo rosqueável – Tipo pesado Diâmetro nominal Ref.090 0.5 + 0. Afast. da parede e (mm) 1.2.660 0.4 + 0. da parede e (mm) 2.0 32.1 88.continuação E-IEL.0 2.2 Massa aprox.0.0.2 Os eletrodutos de PVC rígido deverão seguir as condições impostas pela tabela da EB-744/75 (NBR 6150).500 0.750 2.4 + 0.0 Afast.4 75.5 + 0.3 +/.0.200 1. de rosca Diâm ext de (mm) 16 20 25 32 40 50 60 75 85 (PB-14) 3/8 1/2 3/4 1 1 1/4 1 1/2 2 2 1/2 3 (mm) 16.4 3.3 +/.870 1. da parede +@ (mm) + 0.5 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .188 0. p/ metro M (kg/m) 0.8 2.0 50.5 + 0. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 3.6 3.4 +/.3 +/.540 0.4 + 0. II e III.0.8 1.3 +/.0. p/ metro M (kg/m) 0.5 + 0.3 +/.4 +/.400 0.660 0.7 21. p/ metro M (kg/m) 0.1 1.7 2.4 + 0.4 + 0.0.4 + 0.133 0.4 +/.5 + 0.5 1.0 20.5 2.4 + 0.0 1.0.3 2.3 4.4 +/ 0. saliências.0.0 4.3 +/.180 0.0.0 3.7 2.0 1.0 60.0 1.220 0.0 Afast. Capital Federal.240 0.0.

2. destinadas a conter em seus interiores os condutores de um ou mais circuitos elétricos. impermeabilidade.4 2.4 2. metálicas ou não. CONDUTOS DE FIBROCIMENTO Os eletrodutos e acessórios de fibrocimento obedecerão aos seguintes requisitos. o que torna viável o assentamento de vários dutos subterrâneos justapostos.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . O emprego de luvas de PVC possibilita uma canalização com diâmetro externo constante.3.1 2. sem sofrer deformações no decorrer do tempo. têm luvas adaptadas à conicidade das extremidades dos tubos. devidamente envelopado em concreto. As juntas rígidas.3 2.13 2. A rigidez dos eletrodutos e a elasticidade das juntas permitem a instalação de trechos perfeitamente retilíneos. Capital Federal. As juntas elásticas.5 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.4.4 Deverão trazer marcados de forma bem visível e indelével a marca do fabricante.4.3.1 2. ocupando o menor espaço possível.2. Partes I.3.3 Os eletrodutos de fibrocimento são fabricados com juntas elásticas e com juntas rígidas. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. estanqueidade nas juntas.continuação E-IEL. possuem perfeita estanqueidade e dispensam os envoltórios de concreto. o diâmetro nominal ou referência de rosca. CALHAS OU DUTOS Entendem se por calhas ou dutos as estruturas.3. imunidade à ação destruidora de correntes parasitas e de agentes agressivos do solo. • • • • • • • inalterabilidade sob a ação de calor ou umidade. incombustibilidade. do tipo pontas-cônicas e luvas de PVC. o que facilita a enfiação dos cabos. sob o número 218504 .2. II e III. a classe e os dizeres: "eletroduto de PVC rígido". não aderindo aos cabos.5 2. Em instalações subterrâneas de baixa tensão poderá ser utilizado eletroduto rígido de PVC enterrado no solo. insensibilidade aos danos causados por curto circuito.Proibida a reprodução sem autorização. As juntas rígidas não são estanques. 2. capacidade de suportar as temperaturas máximas previstas para os cabos em serviço. motivo pelo qual o envoltório de concreto é dispensável em tubulações subterrâneas. As calhas deverão suportar perfeitamente as condições ambientais.2 2. com ou sem tampa. permitindo uma ligação firme entre dois eletrodutos consecutivos ou entre um eletroduto e uma conexão.3. do tipo ponta bolsa com anel de borracha. sendo instaladas de mudo a não submeter os condutores elétricos a esforços mecânicos e térmicos. podendo os eletrodutos ser assentados no terreno sem proteção especial.

4. além das restrições citadas no item anterior. Partes I.2 2. Não se utilizarão calhas metálicas em locais sujeitos a condições físicas desfavoráveis e em poços de içamento e de elevadores. ALIZARES.6 2. dentro de forros ou pisos falsos desmontáveis. dentro de forros ou pisos falsos não desmontáveis. As molduras.Proibida a reprodução sem autorização. As emendas e derivações serão feitas em caixas adequadas.1 2. ESTEIRAMENTO. formadas por 2 longarinas laterais lisas ou perfil em "U" e por perfilados transversais devidamente espaçados (ou fundo de chapa perfurada ou não). instaladas de modo a não submeter os condutores a esforços mecânicos e térmicos. II e III.3 As calhas sé poderão conter condutores elétricos isolados e com cobertura.5 2.5. Só serão utilizadas em locais onde houver manutenção adequada.4. Não deverão apresentar descontinuidades ao longo do seu comprimento. com tampas ou coberturas de boa fixação.6. rodapés ou alizares deverão ser isolados e contínuos.6. sob o número 218504 .4. prateleiras e leito para cabos são estruturas rígidas. PRATELEIRAS E LEITO PARA CABOS Bandejas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 2. Destinamse a suportar condutores elétricos. nem quando a temperatura na isolação dos condutores elétricos possa ultrapassar 70°C. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. acessíveis apenas a pessoas qualificadas. Quando houver mudança de direção. As bandejas poderão ser dos tipos leve. ficando sempre aparentes. 2. médio ou pesado. As calhas e dutos plásticos deverão ser de PVC rígido. os ângulos das ranhuras serão arredondados.13 2.5. ou quando estiverem instaladas nas seguintes condições.continuação E-IEL. 2. possuir cobertura e serão firmemente presos a elas. • • • em locais acessíveis apenas a pessoas qualificadas.6 2.4 2. metálicas ou não.2 2.5. Serão metálicos ou de plástico. esteticamente adequados ao recinto onde estiverem instalados.3 2. Os condutores elétricos a serem instalados em molduras. Capital Federal.5. Os condutores elétricos instalados em bandejas deverão ser isolados.5 2. rodapés e alizares só serão instalados em locais isentos de umidade e não sujeitos a lavagens freqüentes.6. BANDEJAS. sendo especificadas em função do peso dos condutores elétricos a serem suportados. Admitir 55 á a utilização de condutores Isolados e sem cobertura quando as calhas possuírem tampa desmontável apenas por ferramenta adequada e tiverem paredes maciças. As bandejas metálicas deverão ser eletrostaticamente galvanizadas e suportar perfeitamente as condições ambientais.4. MOLDURAS E RODAPÉS São condutos para condutores elétricos. não serão aplicadas em locais onde a temperatura ambiente ultrapasse 50°C. incombustíveis. isenção de choques mecânicos significativos e impossibilidade de ataques químicos. utilizados com a finalidade de dar bom acabamento às instalações.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . As calhas não metálicas.4 As eletrocalhas e os dutos de aço deverão ter como acabamento galvanização eletrolítica. não podendo estar embutidos em alvenaria nem cobertos por papel de parede ou tecido.

2 3.1 3. 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1. fabricadas nas bitolas de 15 mm (1/2") a 80 mm (3").1.1.1 retro. com variação de +/.2 LUVAS Serão de aço esmaltado ou em liga de alumínio-silício.continuação E-IEL. II e III. Terão rosca interna paralela segundo as especificações BSP e as normas PB-14/83 (NBR-6414) e ISO R-228. devendo obedecer à NB-3/90 (NBR-5410) quanto ao raio interno.3 As curvas de 90 graus.2. Capital Federal. terão rosca paralela.1 3. 3. deverão ter as dimensões da tabela seguinte. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 Tamanho nominal (mm) 10 15 20 25 32 40 50 65 80 90 100 125 150 Raio de curvatura do eixo das curvas (mm) mínimo 90 102 114 146 184 210 241 267 330 381 406 609 762 máximo 94 107 120 153 193 220 253 280 340 392 418 627 785 Comprimento mínimo da parte reta em cada extremo da curva (mm) 34 38 38 48 51 51 51 76 79 82 86 92 95 3.2. sob o número 218504 . Partes I. As de alumínio-silício serão fabricadas nas bitolas de 10 mm (3/8") a 50 mm (2"). Serão de raio longo para as bitolas de 15 mm (1/2") a 80 mm (3") e de raio curto para as bitolas de 15 mm (1/2") a 25 mm (1"). segundo especificações da BSP e de acordo com as normas PB-14/83 (NBR6414) e ISO R-228.Proibida a reprodução sem autorização. As curvas galvanizadas somente são fabricadas em raio longo. 3.13 3. As de aço esmaltado. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 ACESSÓRIOS CURVAS As curvas para eletrodutos de aço esmaltado serão fabricadas com os eletrodutos especificados no item 2.3 graus.

Quando for conveniente.2 31. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.3 127.3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.4 23. Para os eletrodutos de 65 a 150 mm.2. Quando expostas ao tempo.2 32.3.2 Comprimento mínimo – C (mm) 30 40 41 51 52 52 54 79 83 88 89 95 102 Massa mínima (g) 40 51 76 136 167 233 396 757 1300 1537 1718 3390 4407 3.4 BUCHAS E ARRUELAS As arruelas e buchas metálicas deverão ser em ferro galvanizado ou liga especial de alumínio. cobre..2.2.1 +/.3 As roscas das luvas para os eletrodutos de tamanho nominal de 10 a 150 mm deverão ser cilíndricas. 4. PRODUTOS/FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego de produtos fabricados por.2 +/.7 +/.2.6 101. As características são as indicadas na tabela de dimensões e massas das luvas.5 +/.2 59.3.9 +/ 1. 3. sob o número 218504 .continuação E-IEL. Partes I.8 24.2 25.1 +/.0 +/.A.3 82.2 70.9 187.1.5 54.2 57.5 +/.3.5 +/.13 3. caso solicitado pelo PROPRIETÁRIO.1 ELETRODUTOS METÁLICOS • • Apolo Produtos de Aço S.7 31. II e III. 4.3 +/. Capital Federal.2 65.2 54.5 +/.3 CONECTORES Os conectores curvos e retos serão fabricados em liga de alumínio-silício ou em latão zincado.3 +/. zinco e magnésio.8 38. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 34. poderão ser de alumínio.1. deverão ser de metal cadmiado.7 +/. Indústrias Metalúrgicas Paschoal Thomeu S.8 30.0 159.7 47.3.2.7 Comprimento da rosca – A (mm) 17.A.2 51. abaixo Tamanho nominal (mm) 10 15 20 25 32 40 50 65 80 90 100 125 150 Diâmetro externo mínimo – D (mm) 22.3.Proibida a reprodução sem autorização.6 114. 7 69. As arruelas e buchas plásticas deverão ser de PVC ou baquelite. as roscas poderão também ser duplo-cônicas.

S. Partes I.. Capital Federal.A.A...A.6 ACESSÓRIOS • • • • Cia. Hansen Industrial . 4.. Sisa . Siemens S.4 CALHAS E DUTOS • • • • • Friulim Indústria Metalúrgica Ltda.13 4. S.. Hansen Industrial .Sociedade Eletromecânica Ltda. 4.continuação E-IEL. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. Sisa . Tubos Brasilit. Vulcan Material Plástico S. Tubos Brasilit..3 CONDUTOS DE FIBROCIMENTO • • Eternit S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Vulcan Material Plástico S.A. Marvitec Indústria e Comércio Ltda. Tubos Brasilit. Dutoplast Indústria e Comércio Ltda. Marvitec Indústria e Comércio Ltda.A...Tigre.Tigre.A. 4. S.Proibida a reprodução sem autorização.Sociedade Eletromecânica Ltda.A. II e III.A.5 BANDEJAS.2 CONDUTOS PLÁSTICOS • • • • • • Cia.A. Q & T Equipamentos Ltda. Indústrias Metalúrgicas Paschoal Thomeu S. PRATELEIRAS E LEITO PARA CABOS • • • Friulim Indústria Metalúrgica Ltda. 4. sob o número 218504 . Pial Eletro-Eletrônicos Ltda. ESTEIRAMENTOS. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.. Fundição Tupy S.

Nas caixas modelo "E" o acabamento da caixa-base será efetuado por galvanização. de embutir. II e III.7 3.1. Para maior número de ligações deverá ser montado um barramento de cobre sobre esse ponto.16 1 NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. EB-1017/80 NB-3/90 Invólucros de equipamentos elétricos . com grau de proteção IP-54. que visam evitar o contato do usuário com as partes vivas da instalação.3 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 3. Os espelhos metálicos serão providos de dobradiças e fechadura com chave. Seu ponto de terra deverá ser duplo. e chassis. Os equipamentos e componentes instalados no interior dos quadros deverão ser montados sobre bandejas removíveis. proteção e supervisão dos circuitos elétricos ou blocos terminais e dispositivos de ligação e proteção de redes de telecomunicações. espessura mínima equivalente á n° 18 (MSG).2 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA QUADROS ELÉTRICOS Os quadros elétricos serão classificados nos modelos "E". Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização. Telecom.1.1. com abertura à direita ou à esquerda. espelhos e portas em chapa de aço n° 16 (MSG). Nas caixas modelo "S" o ponto de terra deve localizar-se no fundo ou no chassis. As portas deverão ter abertura através de dobradiças e ser dotadas de fechadura movimentadas por chave.1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. sob o número 218504 .1. Os quadros de modelo "S" serão fabricados em chapa de aço. ainda. para facilitar a manutenção. com flanges em chapa de aço n° 14(MSG). Os quadros de modelo "E" serão fabricados em chapa de aço. Partes I. também dotando-o de barramento de cobre. O acabamento interno e externo das chapas deverá ser fosfatizado ou galvanizado e com pintura eletrostática à base de epóxi com esmerado acabamento final em estufa. um em cada lateral.1 3.5 3. Os espelhos terão plaquetas de acrílico identificando os circuitos. 3. Elétricas. Deverão.4 3.1.1.proteção (NBR-6146).1. com chassis em chapa de aço de mesma bitola e molduras e portas em chapa de aço n° 16 (MSG) com grau de proteção IP-40. espessura mínima equivalente à n° 22 (MSG).1 3. Mecânicas. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 3. DEFINIÇÃO Quadros são componentes da instalação elétrica destinados a abrigar os dispositivos de manobra. de sobrepor.6 3. Os quadros terão espelhos metálicos ou de acrílico. especial atenção deverá ser dada às seguintes.1.8 3. e Informática Quadros E-IEL.9 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410) 2. permitir a inversão das portas. e "S".

General Eletric do Brasil S. preparada para receber pintura. com tratamento antioxidante e terão fundo de madeira com pelo menos 25 mm de espessura.A. As portas serão dotadas de trinco e dispositivo para cadeado ou fechadura com chave. • • • • • • • • • • • • Bojunga Dias S. Os quadros terão abertura para ventilação com filtros internos nos locais com incidência de poeira. Elsol Eletroequipamento Ltda. Larsen Eletroequipamentos Indústria Ltda. Manufatura de Materiais Elétricos Bruzamolin Ltda.2. amarela (fase S) . pintados nas cores vermelha (fase R) . As interligações entre barramentos serão dotadas de arruelas de pressão. distribuição de fases e número de circuitos.continuação E-IEL.1 3. Partes I.10 3.1.. fixados por parafusos e arruelas zincados. Os rasgos para ventilação terão tela pelo lado interno.14 3.. Indústrias Metalúrgicas Paschoal Thomeu S.A.1. Na parte interna da tampa externa dos quadros deverá ser colocado um resumo de cargas. Indústria Metalúrgica Moratori Ltda. violeta (fase T) . Engelco Eletromecânica Industrial Ltda.2 3. Cemar Componentes Elétricos Ltda.Proibida a reprodução sem autorização. II e III. de forma a assegurar-se perfeita isolação. Os pontos de ligação receberão tratamento à base de estanho ou prata. Klockner-Moeller Equipamentos Industriais S.3 4. QUADROS PARA TELEFONIA Os quadros para telefonia serão de chapa de aço com espessura mínima equivalente à n° 16 (BWG) . sob o número 218504 . Os barramentos serão de cobre eletrolítico de teor de pureza maior que 97%. Os quadros serão construídos conforme dimensões. e resistência aos esforços eletrodinâmicos.. Delta Montagens Eletromecânicas Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A ..11 3...A. azul claro (neutro) e verde (terra) .1. Os barramentos deverão ser montados sobre isoladores de epóxi ou premix. especificações e padrões da concessionária local..2 3.A. Eletrometalúrgica Barreiros Ltda.2.12 Todos os condutores no interior dos quadros deverão sem identificados com anilhas plásticas numeradas. diagrama trifilar contendo informações quanto às preleções gerais e parciais.2. Capital Federal. para impedir a entrada de insetos. 3.1..16 3.1. em caso de curto-circuito.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.13 3..

II e III. sob o número 218504 .16 • • • • • Metalúrgica Taunus Ltda.Proibida a reprodução sem autorização..A. Capital Federal.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I. Plínio de Melo Equipamentos Elétricos Ltda.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .continuação E-IEL.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Siemens S. Terasaki do Brasil S.A.. Westinghouse do Brasil S.

6/10 kV. aterramentos e condutores de proteção.18 1. Os condutores para uso em média tensão deverão ter classes de tensão de 3.7/15 kV.5 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .tabela abaixo: 3.condução de corrente elétrica. Capital Federal. II e III.Proibida a reprodução sem autorização. 8.6/6 kV. e Informática Condutores de Energia Elétrica E-IEL. Mecânicas. Partes I. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 3.99%. 20/35 kV e 27/35 kV. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. É vedada a utilização de condutores de alumínio.3 3. Os condutores que estiverem sujeitos a solicitações mecânicas acidentais deverão possuir proteções contra esforços longitudinais. Elétricas. 3. merecerão especial atenção ás seguintes: CB-145/86 EB-11/85 EB-12/85 EB-361/80 Cabos elétricos isolados . Fios de cobre mole estanhados para fins elétrico (NBR-5368). DEFINIÇÃO Condutores elétricos são corpos de formato adequado. construídos com materiais de alta condutividade. obedecendo a.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. dos tipos termofixos e termoplásticos.1 3.4 3.designações (NBR-9311). para fina elétricos (NBR-5111). Cabos nus de cobre para fins elétricos (NBR-5349). destinados a. seguindo indicação do projeto ou da FISCALIZAÇÃO. Deverão ser utilizados nos ramais de distribuição. possuir proteção mecânica contra esforços longitudinais e transversais. Telecom. ainda. 3. 15/25 kV. Excetuando-se as instalações em barra. podendo. sob o número 218504 . seguindo a indicação do projeto ou da FISCALIZAÇÃO. Os condutores para baixa tensão deverão ser das classes de tensão 450/750 V e 600/1000 V. Deverão ser utilizados nos circuitos de potência e de controle.2 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Deverão ser utilizados condutores de cobre eletrolítico. perfeitamente dimensionados para suportar correntes nominais de funcionamento e de curto-circuito sem danos à isolação. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. todas as instalações deverão ser executadas com condutores isolados. de pureza igual ou superior a 99.6 Os condutores deverão ser isolados com isolantes sólidos. 12/20 kV. Fios de cobre nu de seção circular.

sob o número 218504 .A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.7 Todos os condutores. Inbrac S... Furukawa Industrial S.7 Todos os condutores deverão ter proteção contra ataques de agentes químicos e atmosféricos e contra efeitos de umidade.Fios e Cabos Plásticos do Brasil S. Pirelli S. Induscabos . com exceção dos utilizados em circuitos de segurança e emergência. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por: • • • • • • • • • Alcan Alumínio do Brasil S.. II e III.. isolados ou não. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Alcoa Alumínio S. que deverão ser do tipo "resistente ao fogo". Reiplás Condutores Elétricos Ltda. Siemens S.A. .Cia.. Capital Federal.A. A identificação deverá seguir a codificação a seguir: CORES Vermelho Amarelo Preto Azul-claro Verde Branco CONDUTORES EM CA Fase R Fase 5 Fase T Neutro Proteção Retorno CONDUTORES EM CC Positivo Negativo Proteção - 4.Proibida a reprodução sem autorização. deverão ser convenientemente identificados por cores ou etiquetas coloridas. Partes I.A.A.Condutores Elétricos Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Os condutores isolados deverão possuir isolação não propagadora de chamas.A. Industrial Brasileira.A.. Ficap .18 ISOLANTE TERMOFIXOS TERMOPLASTICOS NOME USUAL EPR Polietileno Reticulado (XLPE) PVC Polietileno (PET) COMPOSIÇÃO QUÍMICA Borracha Etileno-Propileno Polietileno Cloreto de Polivilina Polietileno 3..continuação E-IEL. 3.

trançados ou dispostos paralelamente.3 3. 3.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. destinados a transportar sinais de telecomunicações. aplicada por extrusão sobre o núcleo enfaixado e blindado. 0.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA CABOS PANA INSTALAÇÕES TELEFÔNICAS Serão utilizados condutores de cobre estanhado. Elétricas.2 3. os cabos deverão ser dotados de enfaixamento com fita de poliéster aplicada sobre a blindagem. conforme indicação de projeto ou especificações.5 3. os cabos poderão ser enfaixados com fitas de material não higroscópico.1. nome do fabricante e o ano de fabricação. aplicado em hélice. CABOS PARA INSTALAÇÃO DA REDE BB-NET (TVD) Os condutores deverão ser constituídos de fio nu de aço cobreado. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 3. metragem seqüencial. que deverá ser em polietileno. Sobre a capa deverá existir identificação do cabo. haverá especial interesse para com o disposto nas Práticas TELEBRÃS 235-310-702. em torno do condutor.1. Partes I. com impedância nominal de 93 Ohms.2 3. 3.60 mm.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. com blindagem constituída de tranças de fio de cobre nu aplicadas sobre o isolamento. sob o número 218504 . O material utilizado na isolação dos cabos e fios polivinila (PVC). É vedada a utilização de alumínio. A capa externa deverá ser de PVC e ter impressa a identificação do fabricante e a referência do material. Mecânicas.1 3.4 3.50 ou 0. Telecom.20 1.2.1. caso haja exigência de projeto ou da concessionária local Os cabos deverão ser dotados de uma capa externa de PVC. Se aplicados em área externa.1. com seção de 0.33 mm². Capital Federal. construídos com materiais de alta condutividade. de pureza igual ou superior a 99.Proibida a reprodução sem autorização. e Informática Condutores de Telecomunicações E-IEL.40.2.6 3. De acordo com exigências de projeto ou das especificações. 3. DEFINIÇÃO Condutores de telecomunicações são corpos de formato apropriado. Os cabos deverão ser dotados de um fio separador de polietileno. O diâmetro dos condutores deverá ser de 0. 235-300-500 e 235-300-501. Os fios telefônicos deverão ter a formação de pares internos.1. NORMAS Além das normas da ABNT atinentes ao assunto.1.2. Os cabos de ramal de entrada e rede primária deverão ser blindados e com pares estanhados. 2.99%. quando for o caso. Os cabos deverão ser coaxiais. aplicadas em torno do núcleo. de acordo com indicação de projeto ou especificações. II e III.

poderão ser utilizados condutores telefônicos juntamente com transformadores de impedância (balloon) . resistência ôhmica máxima em CC. a 20°C: 144 Ohm/km. Capital Federal. Partes I. Pirelli S.5 Alternativamente. Condugel S.A. sob o número 218504 .2. se previsto em projeto. S. de Materiais Elétricos .3 dB/100 m. 4.4 Os cabos coaxiais deverão ter.A. ainda.Cia.2.A. KMP Cabos Especiais e Sistemas Ltda. . velocidade de propagação: 80%. para instalações terminais TVD. II e III.continuação E-IEL. 3.20 3.. Industrial Brasileira.Same. Furukawa Industrial S..A. Inbrac S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por: • • • • • • • • Alcoa Alumínio S. Fios e Cabos Elétricos.A.Proibida a reprodução sem autorização. Siemens S..A.. capacitância nominal: 48 pF/m. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. as seguintes características: • • • • máxima atenuação a 400 MHz: 26. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A.

6 3. sob o número 218504 . com elevada rigidez dielétrica. Emendas e terminais para cabos de potência com isolação para tensões de 1 kV a 35 kV (NBR-9314). Será resistente a descargas superficiais e corona.4 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.2 2.A. II e III. resistente ao efeito corona e ao ozônio e baixo fator de perda. boa rigidez dielétrica e associação perfeita à vedação. As emendas são compostas de polietileno reticulado. destinada a proteção isolante em emendas e terminais enfaixados.. auto-aglomerante. A fita isolante autofusão é de borracha etileno-propileno (EPR) auto-aglomerante. Raychem Produtos Irradiados Ltda. São destinadas à conexão de condutores.3 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Acessórios para condutores são terminais. Partes I. e para resistir às intempéries. destinada à proteção elétrica e mecânica de emendas e terminais para fios e cabos. Capital Federal. 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. A de silicone é uma fita de borracha de silicone isolante. Telecom. Elétricas. Serão escolhidos de acordo com sua finalidade de aplicação. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • 3M do Brasil Ltda.Proibida a reprodução sem autorização. indicada para proteção externa de fios e cabos e para reconstituição de isolantes até 35 kV. e Informática Acessórios para Condutores E-IEL. Mecânicas.5 2.Cia. A fita plástica isolante é auto-extinguível. Pirelli S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .ser dada ás seguintes: EB-561/83 EB-1593/85 Fitas adesivas sensíveis a. . 2. solventes e altas temperaturas. Industrial Brasileira. especial atenção devera. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. 2. com selantes termoplásticos e/ou termocontráteis Terão encapsulamento isolante. fitas (plástica. isolante e autofusão e afins.pressão para fins de isolação elétrica (NBR5037).21 1.1 2. Os terminais devem proporcionar boas conexões elétricas e mecânicas. emendas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

Elétricas. durante 8 segundos. sob o número 218504 .3 1. e Informática Dispositivos de Manobra e Proteção Minuterias e Interruptores E-IEL. Na segunda. Bticino Equipamentos Elétricos Ltda.4 2.1. INTERRUPTORES TIPO COMUM São componentes elétricos para baixa tensão.1.1 2. 1. peças móveis e outras fontes de desgasta. 10 Ohms. O interruptor terá as posições "permanente" e "minuteria".1.1 2.24 1. .1. Na primeira posição manterá as lâmpadas acesas para limpeza ou manutenção. 1. que consistirá em manter as lâmpadas acesas. com contatos da prata e demais componentes elétricos de liga da cobra.A. II e III. Partes I. corrente e número de fases) adequados às cargas que comandam. Terão fusível de proteção de 10 A com ação ultra-rápida e botão de regulagem da temporização de no mínimo 30 segundos e no máximo 6 minutos. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Deverão ter formato e dimensões que permitam a fixação no quadro dos disjuntores. com 50% da luminosidade.. Fama S. A resistência de isolamento dos interruptores deverá ser da. após esgotado o tempo da regulagem. FABRICANTES Admite-se a utilização dos produtos fabricados por: • • • Acripur S.1 MINUTERIAS CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA As minutarias deverão ser dotadas de lâmpadas de gás néon para permitir a visualização da minuteria em funcionamento. Os interruptores comuns deverão ser de embutir. sem motor. 2.Fábrica de Aparelhos e Materiais Elétricos. sem necessidade de observar as lâmpadas que ela controla.1. Mecânicas. É vedado utilizar contatos de liga da latão. Capital Federal. Essa período da semi-luminosidade permitirá o acionamento do pulsador antes que o ambiente fique totalmente escuro.Proibida a reprodução sem autorização. Telecom. Serão de construção eletromagnética compacta. A lâmpada acesa indica "lâmpadas apagadas".MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. procedendo-se ao acendimento pelos pulsadores. sem comprometimento do sistema eletrônico. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 3. destinados a manobrar circuitos de iluminação em condições normais da funcionamento. a lâmpada apagada indica "lâmpadas acesas".1. e serão instalados em caixas da 50 x 100 mm.1 1. no mínimo.2 2. Deverão ser de tipos e valores nominais (tensão. manterá as lâmpadas funcionando conforma a regulagem. TIPO TEMPORIZADO Os interruptores temporizados permitirão ligações em paralelo e dispensarão fiação especial.A.2 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Indústria e Comércio (Alumbra). Possuirão dispositivos de aviso da extinção de luz.

continuação E-IEL..A. Partes I.A. sob o número 218504 . Westinghouse do Brasil S. Indústrias Brasileiras Eletrometalúrgicas.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Perlex Produtos Plásticos Ltda.Proibida a reprodução sem autorização.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Primelétrica Ltda.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III.. Capital Federal. Pial Eletro Eletrônicos Ltda.24 • • • • • • • Iriel Indústria e Comércio de Material Elétrico Ltda. Lorenzetti S. Siemens S.

3. para uso em média ou baixa tensão. 2. Os fusíveis deverão atender perfeitamente às exigências da instalação.6 2. Parte 1/VDE 0636. Elétricas.25 1 NORMAS Deverão obedecer às normas atinentes ao assunto.2 2. alta capacidade de interrupção para uso industrial (NBR-9121). Capital Federal. rápidos ou ultra-rápidos. com especial atenção para a EB1591/85 .Proibida a reprodução sem autorização.1 2. II e III.2 A tabela seguinte apresenta a classificação dos fusíveis de baixa tensão conforme DIN 57636. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.83: Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Parte 1/8. Deverão ter. no mínimo. através da fusão de um elemento fusível. para a tensão de funcionamento • • média tensão: 30 kA baixa tensão: circuitos de comando: 50 kA circuitos de luz e força: 100 kA 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.7 2. 2. As bases dos fusíveis deverão garantir um contato perfeito e possuir. 3. no mínimo. que ofereçam mínima resistência de contato e tratados contra corrosão. sob o número 218504 . 2.4 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Fusíveis são elementos elétricos destinados a interromper a circulação de correntes anormais. Podem ser retardados. As bases para fusíveis de média tensão deverão apresentar os seguintes valores mínimos: • • tensão de prova de 1 minuto . e Informática Dispositivos de Manobra e Proteção Fusíveis E-IEL. possuindo capacidade de ruptura adequada à corrente de curto-circuito calculada. Mecânicas.8 3.fase-terra: 55 kV. tensão de impulso durante 1/50 ms: 125 kV. Os fusíveis de baixa tensão deverão possuir dispositivos de sinalização que permitam a rápida inspeção do seu estado (queimados ou não) sem necessidade de retirá-los de suas bases ou uso de aparelhos de testes. Telecom. as seguintes capacidades de ruptura nominal. Partes I.76 e 12.Dispositivos fusíveis de baixa tensão.1 CLASSIFICAÇÃO Os fusíveis de baixa tensão são classificados conforme suas características fusionais e seu tipo construtivo. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.5 Os pontos de fixação dos fusíveis à base deverão ser constituídos de material de excelentes características condutoras. o mesmo valor de tensão nominal dos fusíveis.3 2.

Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Masa Alsthom . 4... sob o número 218504 .continuação E-IEL.25 Classe Funcional Designação Corrente permanente até Corrente de interrupção Classe Operacional Designação L Proteção Cabos e fios Semicondutores Instalações de mineração gL gR gB Fusíveis de faixa completa g R IN > Imin B Tr Transformadores gTr Dispositivos de manobra Semicondutores aM aR Fusíveis de faixa parcial a > 4 IN IN > 2. Transistrol Equipamentos Eletrônicos Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. PRODUTOS/FABRICANTES Admite-se a utilização de fusíveis fabricados por: 4. Weg S. Partes I.7 IN M R Imin = corrente mínima de fusão 4.2 FUSÍVEIS DE MÉDIA TENSÃO • Cia. Capital Federal.A.A. II e III.A.1 FUSÍVEIS DE BAIXA TENSÃO • • • Siemens S.Divisão Sprecher Energie S.Proibida a reprodução sem autorização. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

O número mínimo de manobras e o grau de proteção deverão estar de acordo com o previsto nas normas vigentes da ABNT. As chaves seccionadoras de média tensão deverão permitir o intertravamento elétrico e mecânico com o disjuntor de média tensão da subestação.1.4 3. Partes I. Chaves blindadas não magnéticas (NBR-5360). compatíveis com as correntes de curto-circuito calculadas para a instalação. Chaves de faca. e Informática Dispositivos de Manobra e Proteção Chaves Manuais E-IEL. As chaves seccionadoras deverão ter as correntes máximas admissíveis (térmica durante 1 segundo . todas as chaves manuais deverão ser dotadas de dispositivo para extinção de arco e proteção para o operador. Elétricas. em baixa tensão.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA GENERALIDADES Chaves seccionadoras. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto haverá particular atenção para as seguintes. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 3. destinados a manobrar circuitos em condições normais de funcionamento. Mecânicas. 3. não blindadas para baixa tensão (NBR-5355). número de pólos e tipo de acionamento exigidos pela instalação. freqüência. para média e baixa tensão.1. O PROPRIETÁRIO somente permitirá a utilização. O material isolante das chaves seccionadoras deverá possuir rigidez dielétrica compatível com a classe de tensão da instalação.1.1.1.5 3.7 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1. corrente de ligação e corrente de desligamento compatíveis com a potência da carga comandada. tipo seccionadora.3 3. se existente.1 3. tipo seccionadora.6 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. de modo a impedir sua manobra com carga. não blindadas para baixa tensão (NBR-5381).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.Proibida a reprodução sem autorização. As chaves seccionadoras para manobra sob carga deverão ter capacidade de ruptura.2 3. chaves interruptoras ou chaves comutadoras são componentes elétricos para média ou baixa tensão. II e III. 2.valor eficaz e dinâmica . tipo seccionadora.26 1. Chaves fusíveis de baixa tensão (NBR-8560). Capital Federal. sob o número 218504 . ou com o disjuntor geral de baixa tensão. entendem-se por chaves manuais as chaves de faca.valor de curto). blindadas ou não. Portanto. EB-83/81 EB-156/64 EB-1494/84 MB-169/81 Chaves de faca. corrente nominal. As chaves seccionadoras deverão atender aos valores de tensão. Telecom.1. de chaves manuais que possibilitem manobrar sob carga. 3.

correntes máximas admissíveis (térmica e dinâmica). Não se admitirá o uso de chaves facas simples. desde que especificado em projeto ou por orientação da FISCALIZAÇÃO. contendo as seguintes informações: • • • • • • • nome do fabricante.1.continuação E-IEL.8 Deverão ser dimensionadas para suportar as condições de temperatura e umidade ambientes locais. tensão. no mínimo. As chaves rotativas deverão ter construção tropicalizada. As chaves seccionadoras de média tensão deverão ter.1.1. 55 seguintes classe de tensão de 15 kV e 25 kV. o uso de chaves rotativas para manobra e seleção de circuitos e cargas. sob o número 218504 .11 CLASSE 15 kV Tensão aplicada durante 1 minuto. com exceção daquelas utilizadas em circuitos de corrente continua ou em esquemas especiais. a 60 Hz entrepolos/terra contatos abertos Impulso de tensão durante 1/50 ms (NBI) entrepolos/terra contatos abertos 95 110 36 40 CLASSE 25 kV 60 66 125 140 3.1. com a indicação das diversas posições de manobra possíveis.Proibida a reprodução sem autorização. 3. corrente e freqüência nominal e natureza da corrente (CA ou CC). tensão e corrente dos contatos auxiliares (se existirem).1.1. corrente de ruptura (para equipamentos de operação sob carga). Partes I.9 3.10 3. As chaves seccionadoras de média e baixa tensão serão tripolares. As chaves seccionadoras deverão possuir plaqueta irremovível. As máximas sobrelevações de temperatura admitidas para os diversos componentes das chaves deverão obedecer ás normas da ABNT. II e III. com ou sem porta-fusíveis. São válidas também as demais condições preconizadas para chaves de abertura sob carga. Capital Federal. acionamento frontal rotativo. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. corrente de ligação (para equipamentos de operação sob carga). quando então terão suas especificações definidas em projeto.26 3. com corpo em material de alta rigidez dielétrica. normas de fabricação e ensaio. 3.13 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.12 O PROPRIETÁRIO admitirá. sempre de ação simultânea quando forem bi ou tripolares.

Partes I. Holec Equipamentos Elétricos Ltda.3. Lorenzetti S. Deverão possuir trava de segurança para impossibilitar a abertura da porta com a chave ligada. Siemens S.1 MANUAIS.1 3.2 3..3 3. 4. É vedado o uso de chaves que apresentem fusíveis em paralelo. As partes condutoras (lâminas. Cia Masa Alsthom .3.A.2.3 3.A. O desligamento deverá ser rápido com auxílio de molas reforçadas. sob o número 218504 . Deverão ter dispositivo de travamento para a alavanca de comando na posição desejada.A.2 retro.2.A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 NÃO BLINDADAS As chaves manuais para manobra de circuito poderão ou não ser acopladas a dispositivo de proteção como porta-fusíveis.A.1 3. PRODUTOS/FABRICANTES Admite se o emprego de chaves fabricadas por. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Klockner-Moeller Equipamentos Industriais S.2.4 3.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Indústrias Brasileiras Eletrometalúrgicas. inclusive nas posições de "ligada" e "desligada". também em cobre.26 3. garras. Capital Federal.3 3. As caixas normais blindadas deverão ser fabricadas em chapa de aço n° 18 (MSG) . Beghim Indústria e Comércio S. considerado o disposto nos itens subseqüentes.Semitrans Equipamentos Elétricos S. A montagem das diversas partes do mecanismo de operação das chaves deverá ser efetuada de modo a impedir o afrouxamento durante o uso normal e contínuo. 3.2 3.A. Telemecanique S. Os encaixes.continuação E-IEL. deverão ser reforçados e permitir um contato perfeito com a faca. Efe . terminais) deverão ser de cobre e dimensionadas de maneira que resulte aquecimento reduzido em funcionamento continuo. II e III.A. existindo sempre a possibilidade de travar a chave nas posições "ligado" e "desligado".3. BLINDADAS As chaves blindadas obedecem ao contido no item 3. Asea Brown Boveri Ltda.. NÃO BLINDADAS • • • • • • • • • • Ace Eletrônica Industrial Ltda.4 4..Divisão Sprecher Energie S.Proibida a reprodução sem autorização.2.3.

sob o número 218504 . Westinghouse do Brasil S.Serviços Eletro-Navais S.26 4.Proibida a reprodução sem autorização.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I. (Eletromar). Siemens S.2 BLINDADAS • • • • Asea Brown Boveri Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A.continuação E-IEL.. Capital Federal.A. Selnav . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III.A.

como comando e sinalização. corrente de serviço e corrente térmica permanente (Ith2). 2. DEFINIÇÃO Chaves contactoras são dispositivos destinados a manobrar cargas através de comandos a distância 2. as seguintes categorias de serviço. tensão nominal de funcionamento e isolamento.manobra de cargas com pouca ou nenhuma componente indutiva. sob o número 218504 . Partes I.3 2. As contactoras auxiliares serão utilizadas em circuitos auxiliares. compatíveis com a instalação: • • • • • • • • • • utilização em CA ou CC. AC-4 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . tensão de alimentação da bobina. fusível máximo para proteção.4 Com o fim de garantir elevada durabilidade mecânica e de contatos. Capital Federal. Elétricas.manobra de motores com rotor bobinado em regime normal. poder de fechamento. como manobras de motores e outras cargas. grau de proteção (segundo normas IEC). 2. frenagem por contracorrente ou inversão de rotação.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. AC-2 . quando da escolha da contactora.4.29 1. As de potência serão utilizadas em circuitos de força. AC-3 . 2. e Informática Contactoras E-IEL.Proibida a reprodução sem autorização. Quanto à forma construtiva. II e III. conforme as normas da IEC: CORRENTE ALTERNADA • • • • AC-1 . deverão ser consideradas.manobra de motores com motor em curto-circuito em regime normal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Mecânicas. as contactoras poderão ser montadas em blocos (caixas moldadas) ou em barras.manobra de motores com interrupção da corrente de partida. categoria de serviço.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA As chaves contactoras são classificadas em auxiliares e de potência. As chaves contactoras deverão possuir as seguintes características. Telecom. potência de ruptura.2 2. freqüência.

Weg S. Para tanto. Deverão ser adequadas a temperaturas ambientes entre . FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por: • • • • • Beghim Indústria e Comércio S. poderão ser utilizados. Siemens S.7 2. Partes I.25 e + 55°C.manobra com carga ôhmicas.manobras com motores série em regime normal. com facilidade na conexão de cabos. 2. sempre que necessário.A. Klockner-Moeller Equipamentos Industriais S. blocos aditivos com a finalidade de ampliar a quantidade de contatos auxiliares. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A. Telemecanique S.Proibida a reprodução sem autorização.8 3.. permitindo a rápida inspeção dos seus contatos e a substituição das bobinas sem a necessidade de sua remoção do quadro de comando..continuação E-IEL. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. As chaves contactoras deverão ser de montagem simples. sob o número 218504 . com interrupção da corrente de partida. frenagem por contracorrente ou inversão de rotação.A.manobra com motores derivação com interrupção de corrente de partida. As contactoras deverão ter construção tropicalizada e ter impressas em seu corpo as características nominais de operação.manobras de motores série. 2.A. DC-3 .4. Capital Federal.A.29 2. DC-4 .2 CORRENTE CONTÍNUA • • • • • DC-1 . DC-2 . frenagem por contracorrente ou inversão de rotação.5 As chaves contactoras deverão operar com tensões compreendidas entre 85 e 110% da tensão nominal da bobina sem apresentarem vibrações ou excessivo aquecimento. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.6 2. DC-5 .. Os contatos auxiliares deverão ser em número e capacidade compatíveis com os requisitos dos circuitos de comando.manobra com motores derivação em regime normal. II e III.

Poderão. 3.. máxima freqüência. controle ou proteção de sistemas elétricos..30 1. e Informática Relés E-IEL.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Os relés térmicos bimetálicos atuam em conjunto com as chaves contactoras com o fim de proteger os circuitos a elas ligados contra sobrecargas ou falta de fase (motores trifásicos). freqüência: faixa de ajuste. curvas características de disparo em função da velocidade de atuação desejada.A.. corrente nominal. Weg S. II e III. Capital Federal. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por: • • • • • • • • • Altronic S. Pextron Indústria Eletrônica Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Elétricas. Telecom. Mecânicas. etc.2 2. 2. fusível máximo para proteção. subtensão.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. diferenciais.. direcionais. Elfa-Seg Eletro-Eletrônica Ltda. Siemens S. de sobrecorrente. 2.A. Partes I. DEFINIÇÃO Relés são dispositivos que têm por finalidade realizar supervisão.Proibida a reprodução sem autorização. Na seleção dos relés térmicos deverão ser considerados os seguintes parâmetros: • • • • • • • tensão nominal e tensão de isolamento. ainda. Klockner-Moeller Equipamentos Industriais S.A. conforme especificação de projeto ou determinação da FISCALIZAÇÃO.4 Os relés térmicos deverão atuar adequadamente nas temperaturas ambientes entre .. ser instalados relés temporizadores. categoria de utilização.3 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Coel Controles Elétricos Ltda. Telemecanique S. de sobretensão... sob o número 218504 . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .25 e + 55°C. Schlumberger Indústrias Ltda..A. 2.

Os disjuntores de média e baixa tensão deverão admitir. conforme a tensão da rede onde forem instalados. Telecom. CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Todos os disjuntores deverão possuir disparadores ou relés para proteção contra sobrecarga e curto-circuitos. Partes I. tensão nominal de isolamento. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. e Informática Disjuntores E-IEL.3 3. Os disjuntores a serem empregados poderão ser de baixa ou média tensão. sob o número 218504 .2 3. conduzir por tempo determinado e interromper correntes em condições anormais de funcionamento.2 2. as elevações de temperatura previstas nas respectivas normas. Disjuntores em caixas moldadas (NBR-5283). 2. EB-185/82 EB-186/73 EB-196/89 Disjuntor de baixa tensão (NBR-5361). II e III. 3. Os tempos e valores de atuação dos disparadores e relés dos disjuntores deverão obedecer criteriosamente ao estabelecido no estudo de seletividade. Disjuntores de alta tensão (NBR-7118). será dada especial atenção às seguintes. conduzir e interromper correntes elétricas em condições normais de funcionamento. Os disparadores. corrente nominal do disjuntor.. com freqüência nominal não superior a 60 Hz e 1200 V em corrente contínua.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Elétricas. número de catálogo ou modelo do disjuntor designado pelo fabricante. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Todos os disjuntores deverão apresentar uma identificação indelével na qual deverão constar. Capital Federal.1 3. NORMAS Dentre as normas da ABNT que regulamentam o assunto. Serão considerados de baixa tensão os disjuntores para circuito com tensões nominais de até 1000 V em corrente alternada. as seguintes informações: • • • • • nome ou marca do fabricante.Proibida a reprodução sem autorização. para as diversas partes componentes. respectivamente. Os disjuntores deverão operar sempre em instalações abrigadas. 2. Serão considerados de média tensão os disjuntores para circuitos com tensões nominais entre 1 e 15 kV e freqüência nominal não superior a 60 Hz.1 DEFINIÇÕES Disjuntores são dispositivos de proteção (sobrecarga e curto-circuito) que podem estabelecer.31 1.3 3. corrente nominal da estrutura (se houver disparadores série intercambiáveis). bem como estabelecer. relés e demais componentes do disjuntor deverão estar calibrados para operar adequadamente em temperaturas e umidades relativas de até 45°C e 90%. no mínimo. 2. os quais poderão ser instantâneos ou temporizados. Mecânicas.

que não os de caixa moldada. bem como os componentes de controle de fechamento. 3. reduzindo as distâncias de isolação ou de escoamento. Os terminais externos devem ser tais que os condutores possam ser ligados por parafusos ou Outro meio de ligação. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização. devem ser capazes de operar quando a tensão de alimentação estiver entre 85 e 110% do valor nominal da tensão do circuito de controle.12 3.10 3.9 3. Os disjuntores deverão ser providos de indicação das suas posições fechado e aberto. deverão ter a estrutura e as partes fixas dos invólucros metálicos ligadas eletricamente entre si e a um terminal que permita aterrá-las.13 3. A energia acumulada deve ser suficiente para um ciclo completo de operação. deve ser previsto um dispositivo que indique que o mecanismo está completamente armado. conforme especificação do projeto ou determinação da FISCALIZAÇÃO. Quando o mecanismo for controlado por uma fonte de energia externa.8 3. seja retirada. Deverá ser assegurado que o começo da operação de fechamento do disjuntor só seja possível quando o mecanismo de fechamento estiver completamente armado. O terminal de aterramento deve ser facilmente acessível e projetado de modo que a ligação de terra seja mantida mesmo quando a cobertura. Os disjuntores automáticos ou comandados através de um acessório devem ser de abertura livre.6 3. capacidade de interrupção em curto-circuito (simétrica-valor eficaz) referida às tensões nominais de operação. referência à norma da ABNT pertinente. Os terminais para ligações externas devem ser dispostos de forma a permitir fácil acesso. Os terminais devem ser projetados de forma que prendam o condutor entre as partes metálicas. mesmo tendo a alavanca de manobra intencionalmente travada. Partes I. Este requisito pode ser conseguido através de adequada continuidade entre as partes da estrutura. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.31 • • • 3. interrompendo o circuito sob condições anormais. no local da operação. Quando o mecanismo de acumulação de energia for controlado manualmente. Os terminais não devem permitir deslocamento dos condutores ou deles próprios de forma prejudicial à operação ou isolação. ou qualquer parte móvel. Os disjuntores poderão ser dotados de mecanismo de acumulação de energia para fechamento. o sentido no qual se efetua esta manobra deve ser indicado. nas condições de uso indicadas. Os disjuntores de média e baixa tensão. sob o número 218504 .11 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.14 3. II e III.5 freqüência nominal. sem causar danos significativos (redução da seção efetiva)ao condutor.15 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .continuação E-IEL. com pressão de contato suficiente. Os motores para carregar o mecanismo. de modo a assegurar que a pressão de contato necessária seja mantida permanentemente. Deve ser adequadamente protegido contra a corrosão e indelevelmente marcado com o símbolo de terra.7 3.

as correntes de interrupção simétricas e as correntes de estabelecimento.31 3. 220 V (AC) (kA) 15 30 45 53 84 380 V (AC) (kA) 15 30 45 52. (kA) 1. de acordo com o quadro a seguir: Disjuntor (tipo) Monopolar Bipolar Tripolar 220 V (AC) Cor. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. utilizados em circuitos alimentadores não abrangidos pelo item anterior.5 Cor.5 2 2 Cor. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Est. Int.18 Os disjuntores de alta tensão deverão possuir uma corrente de interrupção simétrica mínima de 12. ambas na classe de 15 kV. sob o número 218504 . no mínimo.17 Os disjuntores de baixa tensão. Os disjuntores poderão ser dotados dos seguintes acessórios. Est. atendendo às especificações de projeto ou determinação da FISCALIZAÇÃO: • • • • • • • bobina de disparo remoto. Os disjuntos de média tensão a grande volume de óleo não serão admitidos.Proibida a reprodução sem autorização.16 Os disjuntores de baixa tensão utilizados na proteção dos circuitos de luz e tomadas comuns (100 w( deverão ter. contato de alarme.5 kA e corrente de estabelecimento mínima de 31 kA. Partes I. Int. (kA) 3 4 4 3. as correntes simétricas de interrupção e as correntes de estabelecimento. Capital Federal. no mínimo. (kA) 10 12 12 380 V (AC) Cor. (kA) 6 9 9 Corrente Contínua Cor. II e III. Int.5 73. de acordo com o quadro a seguir: Corrente nominal do Disjuntor até 25 A de 30 A a 90 A de 100 A a 225 A de 250 A a 400 A acima de 400 A Corrente de Interrupção 220 V (AC) (kA) 10 15 22 30 40 380 V (AC) (kA) 10 15 22 25 35 Corrente de estabelec.5 3. (kA) 3 4. contatos auxiliares. deverão ter. manopla ajustável.continuação E-IEL. bobina de mínima tensão. (kA) 3 6 6 Cor. 3.5 4. Est.19 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . mecanismo de operação motorizada alavanca rotativa.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 . II e III. Partes I. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização.• alavanca de segurança. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

FAE . Merím Geris Brasil S. Terasaki do Brasil S.20 15.20 Tensão nominal kV (eficaz) 01 4.76 7.A. Soprano Eletrometalúrgica Ltda.Ferragens e Aparelhos Elétricos S. Klockner-Moeller Equipamentos Industriais S.. Westinghouse do Brasil S.. intertravamento mecânico. Siemens S..Proibida a reprodução sem autorização. General Eletric do Brasil S.A.A.Telefunken do Brasil S.A. trava de alavanca.A. alavanca de extração.A.00 Tensão suportável nominal de impulso atmosférico kV (crista) 02 40 40 95 Tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto kV (eficaz) 03 19 20 36 4..continuação E-IEL. II e III. conexões traseiras.31 • • • • • • unidade de retardo: gaveta extraível. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995... Bticino Equipamentos Elétricos.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Os níveis de isolamento nominal para os disjuntores de média tensão deverão obedecer aos valores da tabela a seguir. PRODUTOS/FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá os produtos fabricados por: 4.A.A. Asea Brown Boveri Ltda...1 BAIXA TENSÃO • • • • • • • • • • • • AEG . 3. Beqhim Indústria e Comércio S. Capital Federal.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I.

Cia Masa Alsthom .A.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A.Divisão Sprecher Energia S. Siemens S. Partes I.A..A. Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .31 4.continuação E-IEL. sob o número 218504 .. Lorenzetti S.Telefunken do Brasil S. Beghin Indústria e Comércio S. II e III.. Indústrias Brasileiras Eletrometalúrgicas. Asea Brown Boveri Ltda.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2 MÉDIA TENSÃO • • • • • • AEG .

Proibida a reprodução sem autorização. conjugado máximo elevado. igual a 1. potência nominal. Os motores elétricos trifásicos deverão atender ás condições de carga. no mínimo. II e III. alto rendimento e alto fator de potência. Mecânicas. DEFINIÇÃO São equipamentos destinados a transformar energia elétrica em energia mecânica. O fator de serviço dos motores elétricos será. ligações permitindo a ligação direta ou em estrela-triângulo. Elétricas. 2. Telecom. sem perda sensível de rotação nem aquecimento acentuado nos enrolamentos. 3.motores de indução (NBR-7094).32 1. conjugado mínimo elevado. 3. baixo escorregamento. fator de potência à plena carga. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. modelo. atenção especial merecerá a EB120/81 .3 3. no mínimo. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Máquinas elétricas girantes .5 vez a potência nominal durante 2 minutos. permitindo sobrecarga de 1.1. tensão nominal. Terão. no mínimo. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I. isolação classe B (130 C). sob o número 218504 . ou monofásicos. • • • 3. permitindo partidas com cargas resistentes elevadas. Os motores elétricos terão plaqueta de identificação contendo.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Os motores de corrente alternada poderão ser trifásicos de indução. 3. possuindo as seguintes características: • • • conjugado de partida elevado.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.5 3. Os motores elétricos monofásicos serão dotados de capacitores permanentes de maneira a apresentarem alto fator de potência e elevado rendimento. Deverão possuir seus capacitores de partida acoplados a um sistema automático de conexão e desconexão. e Informática Motores Elétricos E-IEL. permitindo rápida aceleração da carga. que operará de maneira segura e isenta de faiscamento.6 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . com motor em gaiola de esquilo.2 3. as seguintes informações: • • • • • nome e dados do fabricante. Os motores trifásicos com potência igual ou superior a 100 CV deverão possuir proteção térmica composta de sensores de temperatura colocados no interior de cada enrolamento.4 Os motores elétricos terão grau de proteção compatível com o local de instalação.

II e III.32 • • • • • • • • • • 4. corrente nominal. sob o número 218504 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por: • • • Eberle S.A. classe de isolamento. velocidade nominal. letra código.continuação E-IEL. fator de serviço. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. freqüência nominal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . . Siemens S. Capital Federal. ligações. regime.Indústria e Tecnologia.A. Weg S. Partes I..Proibida a reprodução sem autorização. categoria.A. grau de proteção.

No caso de uso em carga não linear (fontes chaveadas) . com faixa de temperatura de funcionamento de 0 a 45°C e umidade relativa de 0 a 95%. sem introduzir perdas significativas na linha de carga ou deformações na forma de onda da rede.7 1. acrescida de 20% de folga.Proibida a reprodução sem autorização. freqüência de 60 Hz. A capacidade nominal do estabilizador deverá atender à potência prevista para os equipamentos. T ou 2 F + T). A capacidade de sobrecarga será a seguinte: • • • 10% em 1 hora 100% durante 10 segundos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. com blindagem eletrostática de cobre. evitando distorção harmônica.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.5%. ruído menor que 50 dB (A) a 1.3%. entre primário e secundário. A regulagem máxima dinâmica de carga (degrau de 50 a 100%) e de linha (para variação de 10% da tensão de entrada) será <= 10%. Os estabilizadores deverão apresentar ainda as seguintes características: • • • • • • serem monofásicos ou trifásicos. e Informática Estabilizadores de Tensão E-IEL. será <=.00 metro. ou 220 V entre fases e 127 V entre fase e neutro. N. tempo de recuperação máximo <= 50 ms. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 1. fator de potência de carga entre 1 e 0. Os estabilizadores terão rendimento mínimo de 90% a plena carga e fator de potência >= 0.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA São equipamentos destinados a manter a tensão fornecida dentro de estreitas faixas de variações. nem defasamento angular.85. 1. sem condensação. As saídas dos estabilizadores deverão ser trifásicas. 1.9 Os estabilizadores serão dotados obrigatoriamente de transformadores isoladores na entrada. 1.6 1. forma de onda senoidal. com tolerância permissível da rede de 15%.5 A regulagem máxima estática de carga (variação de 0 a 100%) e de linha (piores condições).10 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Telecom.8 1. II e III. Deverão ter configuração monofásica (F. Elétricas. Partes I.7 indutivo. Mecânicas. + 10%. o fator de crista mínimo deverá ser 3. 200% em 5 segundos.33 1. +/. com tensões padronizadas de 380 V entre fases e 220 V entre fase e neutro. Capital Federal.2 1.4 1.3 1. Não se introduzirá qualquer deformação na onda senoidal.

apresentando alta confiabilidade e convenientemente dimensionados de maneira a não apresentarem aquecimento excessivo. A fiação do equipamento deverá ser organizada através de chicotes. que deverão ser sanados sem ônus para o PROPRIETÁRIO. Capital Federal. nem alteração das características básicas.19 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .33 1. certificado de garantia.Proibida a reprodução sem autorização. sensor de sobre e subtensão de saída. além de otimizar a ventilação do sistema.continuação E-IEL. A distribuição de componentes no interior do gabinete deverá ser racional. polarizados e compatíveis com a natureza dos sinais envolvidos. lâmpadas sinalizadoras para operação normal (verde). catálogos técnicos. As placas de circuito impresso deverão ser confeccionadas em fibra de vidro e possuir serigrafia para identificação de circuitos e componentes. no mínimo. Os conectores deverão ser do tipo "plug-in". relação de possíveis defeitos com respectivas causas e indicação de solução (fluxograma de defeitos). para redes de 200/127 V. só deverá ocorrer após uma temporização de.16 1. II e III. 10 segundos.18 1.15 1. saída anormal (vermelha) e condição de "by-pass" (amarela). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Deverão ser fornecidos os seguintes documentos. com o restabelecimento de condições normais.11 1. Os componentes serão do tipo profissional. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. fosfatizadas e pintadas eletrostaticamente. contra os defeitos decorrentes de fabricação. juntamente com os equipamentos: • • • • • • esquemas elétricos e eletrônicos completos. ser racionalmente distribuída e convenientemente identificada através de anilhas plásticas.14 A habilitação da saída. supressor de transientes com 500 J de dissipação e tensão de grampeamento igual a 200 V.17 1. botões de comando liga/desliga. relação de peças de estoque mínimo para reposição. ou 350 V para redes de 380/220 V. sensor eletrônico para proteção contra falta de fase.13 1. Deverá ser apresentado certificado de garantia de no mínimo 1 ano da ativação ou 18 meses da data da nota fiscal. possibilitando a alimentação direta dos equipamentos a partir do secundário do transformador isolador. no sentido de diminuir os trajetos dos condutores e proporcionar acesso fácil e imediato a todos os componentes e placas. manuais de operação e manutenção. Todos os "trimpots" de ajuste serão do tipo "multi-volta". 1. o que ocorrer antes. Todos os ajustes deverão ser independentes entre si e estarem indicados na serigrafia. sob o número 218504 . Deverão ter os seguintes acessórios: • • • • • • chave reversora para "by-pass" manual.12 O gabinete do equipamento deverá ser confeccionado em chapas de aço decapadas. 1.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. relação de empresas de assistência técnica credenciadas para manutenção do equipamento. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos homologados por ele. II e III. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização.33 • 2. Capital Federal.continuação E-IEL. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

tolerância de freqüência: +/. tempo de recuperação máximo: <= 75 ms (IEC 686). em especial a EB-2175/91 .8). Telecom. fator de potência >=0. Mecânicas.8.5 Hz. NORMAS Deverão ser observadas as exigências contidas nas normas da ABNT atinentes ao assunto.15% + 10%. +/. e Informática No-Break Estático (até 10 kvA) E-IEL. regulação dinâmica de carga (degrau de 50 a 100%):<10%.75 a 2. 3. 127 ou 220 VCA. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. tensão nominal: 110. Capital Federal. forma de onda: senoidal.3 Hz. 3.2 CARACTERÍSTICAS DE SAÍDA CA Deverão apresentar as características de saída CA a seguir: • • • • • • • • • • • • potência de saída informada em kW e kVA (para fator de potência 0. distorção da forma de onda de corrente <= 10%.0. II e III. tensão nominal monofásica (220 V ou 110/127/220 V) ou trifásica (380/220 V ou 220/127 V) tolerância permissível da rede: .1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA CARACTERÍSTICAS DE ENTRADA CA Os no-break deverão apresentar as seguintes características de entrada CA: • • • • • • configuração monofásica (F. fator de crista: >= 3. freqüência: 60 Hz. 20% em 1 minuto e 50% em 10 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . T). Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. distorção harmônica máxima: 5% total e 3% para cada harmônico. sob o número 218504 .Sistemas de alimentação de potência ininterrupta.4 V/elemento): < 2%. Elétricas.34 1. número de fases: 1. N. T ou 2 F + T) ou trifásica (3 F.Proibida a reprodução sem autorização. rendimento mínimo do inversor: > 80%. 3. capacidade de sobrecarga: 10% em 10 minutos. 2. N. regulação dinâmica de carga (degrau de 50 a 100%) e linha (variação da tensão de bateria de 1. DEFINIÇÃO No-break são equipamentos destinados a suprir ininterruptamente de energia o sistema de automação bancária.Conversor a semicondutores .

Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .segundos.Proibida a reprodução sem autorização. II e III. Partes I. Capital Federal.

7. tensão do barramento CC: deverá ser informada em VCC (de 48 a 96 VCC).continuação E-IEL. desligamento do inversor por tensão mínima de bateria e religamento automático do retificador e inversor após o retorno da energia primária. com memorização. desligamento automático do inversor por efeito interno. capacidade total do retificador: deverá permitir recarregar a bateria em 10 h. tensão de equalização: 2.5 V/elemento. sem que ocorra sobretensão. II e III. 3.3 CARACTERÍSTICAS CC São as seguintes as características CC: • • • • • • • • rendimento do retificador: > 90%. por tensão CA alta ou baixa na saída. proteção automática contra sobretemperatura. fusíveis ultra-rápidos ou disjuntores rápidos em condições de garantir a proteção dos semicondutores das pontes retificadora e inversora.1%.2 V/elemento. capacidade: 100 Ah/10h. com entrada gradativa do retificador até o valor da limitação. Partes I. limitação da corrente de saída do retificador contra sobrecarga. no caso do resfriamento por • • • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .5 CARACTERÍSTICAS DE PROTEÇÃO Os no-break apresentarão as seguintes características de proteção: • • • • • • • disjuntor termomagnético na entrada. com possibilidade de ajuste na faixa de 5 a 20%.4 V/elemento. fusíveis de bateria e saída CA. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. umidade relativa de O a 95%. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização.34 3. Capital Federal. desconexão de qualquer módulo com função essencial implicando em tensão nula. tensão final de descarga: 1.4 CONDIÇÕES AMBIENTAIS Os no-break deverão ser capazes de trabalhar dentro das seguintes condições ambientais: • • temperatura de O a 40°C. regulação estática de carga (variação de 0 a 100%) e de linha (tensão de entrada 15% + 10%): +/. curto circuito na saída ou sobrecarga. sem condensação. com plena carga na saída. proteção contra "overshoots". bloqueio do funcionamento do inversor. tensão de flutuação: 2. limitação da corrente de carga da bateria em 10% da sua capacidade (10 h). proteção contra transientes de tensão (dV/dt)e de corrente (dI/dt). 3.

sob o número 218504 . II e III. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .ventilação forçada. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização.

incorporada ao equipamento. by-pass ems: amarelo. a qual deverá atender à carga. Partes I.8 ALARMES Deverão conter os seguintes tipos de alarmes: • • bateria em descarga (com reset). localizada no painel. 3. retornando à condição anterior quando normalizada a ocorrência. 3. Na ocorrência de falta de energia e quando a tensão da bateria atingir 88% da tensão nominal.3 • Os no-break deverão ainda apresentar as seguintes especificações: 3. nos casos de curtocircuito ou sobrecarga na saída do no-break. O inversor sempre alimenta a carga.9. Capital Federal.34 3.9. bateria em nível baixo: vermelho. bateria em descarga: vermelho. chave comutadora de modo de operação do retificador (flutuação/ equalização/ automático). bateria em equalização: amarelo.2 transformador isolador na entrada do retificador para propiciar isolação galvânica entre a bateria e a rede.9 3. 3. para manutenção. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. não sendo considerada a configuração "short-break" ou "stand-by". indicação de sobrecarga: vermelho. sobretemperatura: vermelho.continuação E-IEL. sem interrupção. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1 ESPECIFICAÇÕES Caso prevista em projeto. inversor em serviço: verde. bateria em flutuação: verde.7 SINALIZAÇÕES Os no-break deverão apresentar as seguintes sinalizações: • • • • • • • • • • rede baixa/falta de rede: vermelho.9. deverá ocorrer o desligamento do inversor ou desconexão da bateria.6 COMANDOS Apresentarão os comandos a seguir: • • • chave liga/desliga e saída. 3. bateria em nível baixo (sem reset). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. o no-break deverá operar em sincronismo com a rede. Nesse caso. será fornecida e instalada chave estática. e através de comando manual. botoeira para reposição dos eventos memorizados. saída anormal: vermelho.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 .10. recarga das baterias com o inversor em plena carga.12. proteção. medição. Partes I. de modo a não apresentarem aquecimento excessivo nem alteração das características básicas. sem necessidade de esclarecimentos pessoais ou treinamento.12 3.10.34 • • • • • • 3. PRESCRIÇÕES SOBRE OS COMPONENTES As placas de circuito impresso deverão ser confeccionadas em fibra de vidro e possuir serigrafia para identificação de circuitos e componentes. no sentido de diminuir os trajetos de condutores e proporcionar acesso fácil e imediato a todos os componentes e placas. conectores fechados. A fiação do equipamento deverá ser organizada através de chicotes e ser racionalmente distribuída e convenientemente identificada através de anilhas plásticas. comandos manuais. As chaves de comando e sinalizações deverão ser identificadas com etiquetas afixadas por rebites. Será feita uma descrição geral. Todos os ajustes deverão ser independentes entre si e estarem indicados na serigrafia. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS A distribuição dos componentes no interior do gabinete deverá ser racional. Deverá ter porta frontal ou tampas laterais dotadas de fechos do tipo rápido e base com rodas. DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA A documentação técnica deverá ser suficientemente didática para que o técnico possa se aprofundar facilmente no conhecimento do sistema. ventilação.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sinalização. de alta confiabilidade. Os transformadores e indutores deverão estar apoiados na base do gabinete. interface para monitoração remota tipo RS232. Capital Federal. 3.2 3. II e III. características mecânicas. esquemas e circuitos elétricos e eletrônicos completos e descrição minuciosa do funcionamento dos circuitos eletrônicos.11.2 3.10.1 3.11.00 m <= 55 dB (A). contendo introdução.11. facilitando a movimentação do equipamento.3 3. para conexão dos cabos de bateria.10.12. polarizados e compatíveis com a natureza dos sinais envolvidos. Todos os "trimpots" de ajuste deverão ser do tipo multi-volta. Os conectores deverão ser do tipo "plug-in". recarga automática e manual da bateria.1 transformador entre a bateria e a saída para propiciar isolação galvânica entre a bateria e a carga.3 3. As chapas deverão sofrer tratamento antioxidante antes da pintura de acabamento.1 3. Os componentes serão do tipo profissional. tipo SAE. entrada e saída AC.4 3. O gabinete deve ter estrutura suficientemente rígida. características elétricas. Serão convenientemente dimensionados.10 3. além de otimizar a ventilação do sistema. ruído a 1.continuação E-IEL. mesmo por técnicos não familiarizados com o equipamento.Proibida a reprodução sem autorização. descrição de funcionamento. Deverá tornar possível a manutenção em curto prazo e de forma sistematizada.11 3. de aço ou outro material adequado.

sob o número 218504 . FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos homologados por ele. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal. relação de peças de estoque mínimo para reposição.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. relação minuciosa de material com os fabricantes discriminados. manutenção e reparo. Deverá ser apresentado certificado de garantia de no mínimo 1 ano após e ativação do mesmo ou 18 meses da data da emissão da nota fiscal. II e III. que deverão ser sanados sem ônus para o PROPRIETÁRIO. 3.12. o que ocorrer antes. operação.12. Deverá conter ainda relação de empresas de assistência técnica credenciadas para manutenção do equipamento. bem como diagramas eletroeletrônicos e desenhos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.continuação E-IEL. com fluxogramas de procura de defeitos e níveis de sinal característicos dos circuitos.4 4.3 A documentação deverá conter instruções de instalação.34 3. Partes I. contra defeitos decorrentes de fabricação.

Nas operações de furações ou cortes.2 V.0 V. II e III.5 2. tipo de elemento: tubular. os quais deverão receber tratamento de superfície resistente à corrosão. 2.1. Elétricas. Mecânicas.10 g/dm³ a 25°C. 1 jogo de ferramentas com cabo isolado.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.4 ACESSÓRIOS ESTANTES METÁLICAS A estrutura em aço carbono deverá ser dimensionada de forma a suportar a carga sem deformação. Telecom. tensão da bateria: a definir de conformidade com o equipamento. com tinta resistente à finalidade a que se destina.1.1.1 2.1. tensão final de descarga/elemento: 1.35 1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA São as seguintes as características da bateria estacionária: • • • • • • • • • • • capacidade: 100 Ah em 10 horas. de forma a assegurar perfeito acabamento. densidade nominal: 1210 +/. 2. deverão ser removidas as rebarbas. Capital Federal.3 2. tensão de equalização/elemento: 2. Partes I.1 2.Proibida a reprodução sem autorização. 1 funil plástico.1. sob o número 218504 . 1 jarro plástico. eletrólito: solução de ácido sulfúrico. transparente de alto impacto.2 2.4 V. A estrutura metálica da estante deverá receber pré-tratamento de superfície por processo de limpeza química ou mecânica e aplicação de "primer". tipo de monobloco: termoplástico. 2. 1 termômetro. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. número de elementos/monobloco: 3. O acabamento deverá ser na cor cinza. CAIXAS DE ACESSÓRIOS Cada caixa deverá conter o seguinte: • • • • • 1 densímetro completo. e Informática Baterias E-IEL.75 V. garantindo a estabilidade do conjunto (estante e bateria). tensão de flutuação/elemento: 2. A altura das bandejas deverá permitir fácil acesso para manutenção dos monoblocos.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . tensão por elemento: 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. A montagem da estante se fará com parafusos.

A. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego de baterias dos seguintes fabricantes: • • • Indústria e Comércio de Acumuladores Fulguris Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Sistemas de Energia. Nife Brasil Sistemas Elétricos Ltda.Proibida a reprodução sem autorização.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .35 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I. Capital Federal. II e III.. sob o número 218504 . Satúrnia S.continuação E-IEL.

II e III. será: 2. destinados a modificar eletromagneticamente os valores de tensão e corrente de um determinado circuito. referida à maior relação de transformação. e Informática Transformadores E-IEL. 2. e 115°C para transformadores secos. Transformador de alimentação até 180 kVA para equipamento eletrônico . de maneira forçada ou natural. A classe de tensão de isolamento dos transformadores será no mínimo 15 kV. especialmente as seguintes: EB-91/81 EB-1818/97 MB-1277/82 PB-243/86 Transformador de potência (NBR-5356).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. inclusive de 225 a 500 acima de 500 TRAFOS EM ÓLEO OU SILICONE (%) 3. Os transformadores poderão ser resfriados através de óleo mineral. a freqüência nominal e às temperaturas de 75°C para transformadores em óleo ou silicone. silicone ou ar.Proibida a reprodução sem autorização. Telecom. Não será permitida a utilização de "Askarel" ou outro PCB como liquido isolante ou resfriador. de construção robusta e rendimento elevado. Transformadores de potência secos (NBR-10295). NORMAS Deverão ser observadas todas as exigências contidas nas normas da ABNT sobre o assunto.5 5.4 POTÊNCIA (kVA) até 150. sendo vedada a classe 15-B (nível de isolamento baixo). Transformadores subterrâneos .5 TRAFOS SECOS (%) 6 6 6 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 2.5 4. Partes I. Capital Federal.36 1.3 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.5 A impedância percentual mínima dos transformadores. 2. Elétricas. A classe de isolamento dos transformadores será no mínimo "A" (105°C).determinação de características (NBR-8014). Mecânicas. As buchas primárias serão para 25 kV e as secundárias e de neutro para 1. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.características elétricas e mecânicas (NBR-9369).1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA São equipamentos estáticos.2 kV. sob o número 218504 .

8: POTÊNCIA (kVA) até 45. para fator de potência igual a 0. tipo.continuação E-IEL. os seguintes rendimentos.3 2. as seguintes indicações: • • • • • • • • • • • nome: transformador ou autotransformador.0 97. entre outras.0 112. inclusive 75.Proibida a reprodução sem autorização. diagrama vetorial (ou polaridades para transformadores monofásicos) Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 .0 acima de 25 RENDIMENTO (%) 97.0 2. inclusive de 112.9 98. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.7 A máxima queda de tensão entre funcionamento em vazio e a plena carga (regulação) para o fator de potência igual a 0.5 a 150 de 225 a 500 acima de 500 REGULAÇÃO (%) 3.3 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. designação e data da especificação da ABNT.5 150.8 será conforme a tabela: POTÊNCIA (kVA) até 75.6 Os transformadores secos ou resfriados a óleo ou silicone deverão ter no mínimo. número de série e data da fabricação.0 225.3 97. freqüência nominal. número de fases. nome do fabricante.7 97.5 97. Partes I. Capital Federal. II e III. diagrama de ligações contendo as tensões nominais. potência nominal.36 2. elevação de temperatura admissível para os enrolamentos.1 3.8 Os transformadores deverão possuir plaqueta de identificação contendo.7 4.

referida à temperatura de 115°C.5 kVA. admitir-se-á a comutação tipo painel. Para classe de temperatura de 155°C. os acessórios definidos na tabela 12 da EB-91/81 (NBR-5356).5 kVA deverá ser através de comutador giratório de comando externo.10 O transformador deverá ter no enrolamento de alta pelo menos 3 derivações. tensão induzida. se for o caso. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2. no mínimo. Os transformadores de potência em óleo deverão ter. corrente de excitação.Proibida a reprodução sem autorização. Os transformadores secos deverão ser providos de sensores de temperatura para enrolamentos. A comutação de tensões para transformadores de potência superior a 112. 2.12 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . relação de tensões. polaridade. Para transformadores até 112. estanqueidade. vazão da água de refrigeração.11 2. peso aproximado. deslocamento angular. perdas em vazio. classe de tensão e isolamento nominal. II e III.continuação E-IEL. Os transformadores de potência igual ou superior a 225 kVA deverão ser providos de rodas para transporte. número de catálogo do fabricante.9 impedância percentual referida a 75°C para classes de temperatura de 105°C ou 130°C.36 • • • • • • 2. interligáveis a um relé disparador. tensão aplicada ao dielétrico. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I. com acesso pela janela de inspeção. além da nominal. a plena carga e totais. sob o número 218504 . O fabricante do transformador deverá apresentar a planilha dos testes de rotina com as seguintes informações. seqüência de fases. no mínimo: • • • • • • • • • • • • resistência ôhmica dos enrolamentos. tensão de curto-circuito. resistência de isolamento. em curto-circuito. Capital Federal. tipo de líquido isolante e quantidade necessária.

.Transformadores União Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização..continuação E-IEL. Weg S.A.A. sob o número 218504 . TUSA .A.36 3. Partes I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Trafo .Equipamentos Elétricos S... FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por: • • • • • • Indústria de Transformadores Balestro Ltda. II e III. Capital Federal. Toshiba do Brasil S. Zilmer Ineltec Construções Elétricas Ltda.

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. sujeitos ao máximo de 10% de sobretensão com 60 Hz por períodos prolongados e dentro do limite de temperatura. os capacitores deverão ser especialmente fabricados para essa finalidade. e Informática Capacitores de potência E-IEL. Elétricas. Os capacitores devem ter garantia mínima de 12 meses após sus energização. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por: • • • • • Asea Brovri Boveri Ltda.6 2. Deverão possuir resistências internas de descarga de maneira a reduzir a 50 V a tensão entre terminais. Devem ser projetados para uma vida útil mínima de 20 anos quando trabalhando em tensão nominal. retificadores. Os conectores deverão ser estanhados para minimizar os efeitos de corrosão.A.A. 2. destinados à correção de fator de potência das instalações.. Onde houver presença de harmônicas (conversores. Os terminais de cada bucha deverão ser próprios para ligação de 1 ou 2 cabos de seção de 6 até 50 mm². As placas de identificação deverão ser em aço inoxidável.83 vezes a tensão nominal. sob o número 218504 .8 3.Proibida a reprodução sem autorização. no-break.5 2.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. impregnante. etc. decorridos 5 minutos de desenergização. nível de isolamento.1 2. Os capacitores deverão suportar até 100 chaveamentos diários sem reacendimento de arco e com tensões transitórias instantâneas limitadas a 2. II e III. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto será dada especial atenção ás seguintes: EB-139/87 MB-258/73 Capacitores de potência em derivação para sistema de tensão nominal acima de 1000 V (NBR-5282).37 1. Inepar S. Partes I. tensão e freqüência nominais. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. data de fabricação. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Mecânicas. 2. Capital Federal.A. categoria de temperatura. Inducon do Brasil Capacitores S. potência.2 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Os capacitores de potência são equipamentos que geram reativos capacitivos. 2. Siemens S. Indústrias e Construções.3 2.4 2. capacitância. marca e tipo.7 2. Telecom. Capacitores de potência (NBR-5289). Deverão funcionar satisfatoriamente com 135% da potência nominal.). Waltec Eletro-Eletrônica Ltda. contendo número de série. Deverão trabalhar adequadamente até a temperatura máxima ambiente de 40°C.

Elétricas. em caso de falha no sistema da concessionária. Capital Federal.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA São equipamentos destinados a suprir de energia elétrica as instalações. silenciador de escape com eliminador de faísca. O grupo será equipado com um sistema de partida elétrica.4 • O regulador automático de velocidade será eletrônico. com elemento seco recambiável. devendo após isso voltar ao intervalo permitido acima citado.2 a 59 Hz. Mecânicas.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. na velocidade síncrona.2 Deverá possuir sistema de suprimento de combustível. indicador de nível e bombas manuais ou elétricas para transferência de combustível de tambor para reservatório. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 1 termômetro do sistema de refrigeração. e Informática Grupos Geradores de Emergência E-IEL. 2. Deverão ser montados sobre uma única base de aço com apoio tipo "vibra-stop" e ser previstas partidas manual e automática com pré-aquecimento. variação instantânea de 0 a 100% da carga nominal e vice-versa nominal. filtro de ar. Partes I. da água de refrigeração. acoplados por um sistema monobloco e uma Unidade de Supervisão de Corrente Alternada (USCA). 1. incluindo reservatório com capacidade para 8 horas de funcionamento a plena carga. São compostos basicamente de um motor diesel e um alternador síncrono trifásico. em tempo máximo de 2 segundos. 2. 1 indicador de rotação e 1 horímetro.38 1 1. II e III. para atender aos seguintes requisitos: rotação tal que a freqüência permaneça no intervalo de 61.Proibida a reprodução sem autorização. através de resistências. painel montado no motor incluindo 1 termômetro e 1 manômetro de óleo lubrificante. tipo estacionário. tipo "American Bosch".2 2. sob o número 218504 . do motor diesel. sem oscilações. controle de parada por sobre-rotação. sem dificuldade. 2. dotado de baterias com capacidade de acionar o conjunto a uma velocidade que permita a partida. MOTORES DIESEL O motor fornecerá potência líquida de saída suficiente para acionar continuamente o gerador a 100% de plena carga.1 • 2. para qualquer valor estável de carga entre 0 a 100% da potência contínua. Telecom. 1 amperímetro para controle de carga de baterias. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. de tal forma que o grupo seja capaz de assumir a carga nominal total dentro de 10 segundos. e injeção direta. além de apresentar os seguintes acessórios: • • • • filtros de óleo lubrificante.3 • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sem indícios de sobreaquecimento para as condições climáticas locais. e sua construção deverá efetuarse em multícilindros verticais ou em "V".

9 indutivo (salvo especificação em contrário). desequilíbrio máximo de carga: 12%. as seguintes características: • • • • • • • • • • regime de funcionamento contínuo.5. reguladores de tensão eletromecânicos.5 MOhms a 40°C.5 segundos. regulação para serviço contínuo: 2% da tensão nominal e 5% da freqüência nominal para qualquer situação de carga constante. conforme descrito a seguir. fator de potência: 0. com terminais de neutro e fases acessíveis. resistência de isolamento entre enrolamentos e entre enrolamentos e massa: 0.). etc. sobre-rotação: 20% durante 1 minuto.38 3. Os de Classe Especial são utilizados na alimentação de equipamentos eletrônicos (no-breaks.3 3.1. no mínimo. as características descritas nos itens a seguir. 3. relação de curto-circuito:> 0. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. para aplicação brusca de 60% da potência aparente nominal do gerador. potência e temperatura local das instalações. sobrecarga: 10% durante 1 hora em cada 6 horas de funcionamento. aplicados gradativamente durante 1 minuto entre armadura e massa e entre campo e massa. Capital Federal.1 3. no mínimo. reguladores eletrônicos.2 3. isolação: igual ou melhor que classe F.2 • • • • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1. Os geradores terão.continuação E-IEL. Serão classificados em Industrial e Especial. Partes I. distorção harmônica: <= 5%. computadores. Não deverá haver fugas ou efeito comuna perceptíveis. retificadores. sistemas de telecomunicações. caldeiras. sobrelevação de temperatura: >= 40°C. queda de tensão instantânea na partida de motores: e 15% com recuperação em 0. em estrela. ligação: trifásica. rigidez dielétrica: 1500 V (valor eficaz).1 GERADORES E/OU ALTERNADORES CONDIÇÕES GERAIS Os geradores deverão atender perfeitamente às condições de freqüência. 3. etc. Os de Classe Industrial são utilizados na alimentação de iluminação e equipamentos eletromecânicos (motores de corrente alternada. II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.). sob o número 218504 . proteção mecânica: IP 23 ou melhor. GERADORES CLASSE INDUSTRIAL Os geradores terão.1.Proibida a reprodução sem autorização.

com excitatriz e ponte retificadora trifásicas de onda completa montadas no mesmo eixo do alternador.5 MOhms a 40°C. resistência de isolamento: e 5.3.8. sem danos mecânicos. sistema "compound" e componentes facilmente acessíveis para testes e manutenção. em caso de emergência. assegurando funcionamento livre de vibrações.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. construção totalmente fechada com ventilação externa. devendo suportar sobrevelocidade de 25%. acrescida de reserva técnica de 25%. excitatriz: tipo "Brushless" (sem escovas). regime de funcionamento: contínuo.continuação E-IEL. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal. com corrente alternada com retificador composto de diodos girantes. balanceamento: estática e dinamicamente para o rotor. mancais de rolamentos lubrificados a graxa.1. tensão nominal: 440/380/220 V. em qualquer estado. permanecendo em equilíbrio mecânico e elétrico para todas as velocidades até 125% da rotação nominal. Será construído autoventilado horizontal. sob o número 218504 .5% da tensão nominal. 3. rigidez dielétrica: 1880 VCA durante 1 minuto.8 indutivo e carga linear.2 3. com FP = 0.1 3. Deverá ser trifásico. relação de curto-circuito: mínimo de 0. em estrela com neutro acessível. Deverá ser dotado de "space heater" destinado a eliminar umidade condensada no interior do circuito de armadura.1. controlando a tensão do gerador dentro de +/.3. isolamento classe F. enrolamentos amortecedores para serviço paralelo e isolamento classe B.3 3.8.38 3. para regiões cujo clima propicie tal condição. regulador estático de tensão. regulação: +/. permanente até a plena carga. reatância subtransitória: X ‘’ d <= 12%. com grau de proteção IP-23. com 4 pólos girantes do tipo sem escovas (Brushless) . fator de potência indutivo mínimo: FP = 0.1.1.4 • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .8 e 1. acoplada diretamente ao eixo do gerador.3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.3. Possuirá regulador eletrônico de tensão e sistema "compound".3 3. para qualquer valor estável de carga linear de 0 a 100% da potência nominal e valores de FP entre 0.3. distorção harmônica: < 3% entre fases e < 5% entre fase e neutro. com tempo máximo de recuperação de 2 segundos na aplicação brusca de 100% de potência nominal.0 MOhms a 20°C e 1.0 indutivo. queda de tensão instantânea: <= 10%.1 GERADORES CLASSE ESPECIAL ALTERNADOR Será do tipo próprio para utilização em sistemas de telecomunicações ou CPD. Possuirá ainda as seguintes características: • • • • • • • • • • • • • potência nominal: o projetista dimensionará o gerador para a totalidade de cargas de energia.2% em relação à nominal. sobrevelocidade: 20% durante 2 minutos. II e III.

3.3. deverão ficar no interior de tubulações flexíveis.continuação E-IEL.3 3. sem costuras (DIN 2440 ou 2441). devidamente calculada.2 3.4.3. A disposição da base deverá permitir a retirada do cárter sem levantar o motor. dotados de porca e arruela de pressão. nas extremidades.3.Proibida a reprodução sem autorização.3.3. com anilhas plásticas permanentes de identificação.2. As ligações e conexões de peças metálicas à base serão feitas com parafusos de rosca métrica. BASE METÁLICA Deverá ser construída em perfis laminados de aço. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Todos os condutores da instalação do grupo deverão ser identificados. dispostos transversalmente.38 3. 3. óleo lubrificante e graxa. A entrada dos condutores nos tubos flexíveis deverá ser feita através de buchas de borracha.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . pingos ou bolhas. A luva deverá ser construída de modo a não introduzir esforços axiais nos eixos das máquinas e de tal modo que a substituição do elemento elástico não obrigue a retirada do flange colocado na ponta do eixo do alternador. dimensionada para absorver o torque máximo do motor.3. A base metálica deverá dispor de 2 terminais de terra independentes.1 3.2 3. tendo nas extremidades tubos de aço.3. A união entre as partes rotativas deverá ser feita por meio de luva elástica. INSTALAÇÃO ELÉTRICA Deverá ser executada em condutores flexíveis. A montagem do grupo sobre a base metálica será feita utilizando-se amortecedores de borracha sintética (tipo "vibra-stop").2.3. Todos os componentes metálicos deverão ser soldados eletricamente e os pontos de solda deverão ser completamente limpos de rebarbas.3.1 3.3 . sob o número 218504 . com terminais prensados tipo olhal. sendo 1 para ligação ao grupo e outro para ligação à terra. entre eletrodutos e os terminais do motor. mais as solicitações transitórias devido às partidas e paradas do motor e à aplicação instantânea de carga máxima.4 3.3 3. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.4. O elemento elástico da luva deverá ser feito de borracha sintética resistente ao contato com óleo diesel. Todos os condutores. Capital Federal. deverá existir uma barra de terminais.3. A instalação elétrica do grupo deverá correr toda no interior de eletrodutos flexíveis tipo "seal-tube" (no trecho horizontal) fixados por grampos aparafusados à base.3.4 3.1 3.4. II e III. cabeça sextavada.3 3.2.3. Os cabos do motor de arranque deverão ser instalados em eletrodutos separados.5 mm²).2.2 ACOPLAMENTO O acoplamento entre motor e gerador deverá ser feito por meio de parafusos entre o flange do alternador e a carcaça do volante do motor. Os eletrodutos de instalação do grupo deverão terminar numa caixa de terminais fechada com tampa metálica aparafusada.4.3.2 3.3.3. com identificação semelhante à dos terminais do quadro de controle. seções convenientemente dimensionadas (mínima de 1.3.4. No interior da caixa de terminais.

no mínimo. uma para regulagem estática da tensão. Não serão pintadas peças feitas de borracha.3. QUADRO AUTOMÁTICO DE TRANSFERÊNCIA O quadro será montado em um armário de perfis e chapa de aço totalmente blindado. partida automática em falha de rede e retorno manual.continuação E-IEL.6.4 3. pinos de graxa.1 PINTURA O grupo deverá levar 2 demãos de tinta base.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . A fiação interna entre instrumentos.5. chaves.5 mm² para força. Capital Federal. O quadro deverá possuir furação para colocação de chumbadores em laje de concreto. com grau de proteção. Os fios e cabos de controle serão agrupados e identificados de forma permanente. serão pintados isoladamente. uma para força e outra para as proteções. evitando-se relés eletromecânicos. no caso de falhas ou irregularidades no fornecimento de energia.7. IP 22. sob o número 218504 . sendo que a dita base. Após a normalização da tensão produzida pelo gerador. sendo que a entrada e a saída de cabeção será efetuada pela parte inferior.3. condutores.3. botoeiras. paralisando-se o grupo gerador. o quadro deverá possuir também uma chave (instalada remotamente para semi-automatismo.3. e resistentes à corrosão.5. fornecida pelo PROPRIETÁRIO. Não serão utilizadas réguas terminais do tipo aperto direto ao cabo pelo parafuso do terminal. depois de decorrido tempo de supervisão.3. ou que contenham tubulações flexíveis. referindo-se aos circuitos e a cada terminal.3. antes da montagem final. após um retardamento previsto de 30 segundos.38 3.2 3.3.3. SISTEMA DE AUTOMATISMO A rede deverá ser vigiada permanentemente por um controlador automático trifásico que dará partida ao grupo.5 3. o controlador deverá dar a partida no grupo.6 3. com seção mínima de 1. maçanetas com trinco. ou seja. As réguas terminais deverão ser confeccionadas com material de capacidade térmica suficiente para suportar sem danos a passagem de correntes permanentes e de curtocircuito inerentes aos condutores correspondentes aos terminais.2 3. II e III.3.1 3. tubulações de escape e peças de aço inoxidável. As réguas terminais deverão possuir número suficiente de reserva (mínimo de 10 ). bem como o motor e alternador. com portas em dobradiças. deverá ser efetuada a transferência de carga.7. ajustável.1 3.3. deverá ser feita a reversão.6. para ampliação futura.7 3.6.Proibida a reprodução sem autorização. com veículo de resina epóxi e carga de óxido de ferro. A lógica do quadro de comando deverá ser baseada em cartões eletrônicos modulares. Quando previsto em projeto. sem chave e constituído de 3 partes distintas. Com o retorno ou normalização da rede. de 5% para mais ou menos. 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. disjuntores e réguas terminais (fornecidas completas) deverão ser devidamente dimensionada. com a finalidade de vencer flutuações de curta duração. A base do grupo deverá levar 1 demão de cromato de zinco e 2 demãos de acabamento à base de esmalte sintético na ter preta.6. Partes I. possuindo isolamento termoplástico antichama para 750V. e o acabamento também em 2 demãos. No caso de uma variação de tensão da rede.3.3 3.

Partes I. Através desse sistema.3.7 3. deverá acionar alarme sonoro. após o qual deverá ser efetuada a reversão da carga. sendo ainda protegido por disjuntores térmicos de sobrecorrente. que o sistema está bloqueado.9 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . indicando simultaneamente no painel.7. 3. o alarme soará e será indicado opticamente no painel "circuito de água defeituoso". para grupos geradores com radiador. curto-circuito. no caso de qualquer impedimento na última tentativa sem êxito. Durante a operação. Simultaneamente o sistema deverá ser bloqueado e a respectiva sinalização ótica indicará tal condição.7.3.7. Em caso de qualquer irregularidade no fluxo de água de arrefecimento. deverá haver sinalização ótica (pisca-pisca) e soar o alarme.3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3.3. e o grupo automaticamente desligado. por sinalização ótica.3 O automatismo será de tal forma que o grupo possa assumir o suprimento de energia em tempo máximo de 10 segundos. II e III. controle do fluxo de água de arrefecimento.3.Proibida a reprodução sem autorização. permanecendo o grupo ainda em funcionamento por período também ajustável. continuando o mesmo em operação com a finalidade de proporcionar arrefecimento o mais rápido possível.3.continuação E-IEL. o grupo gerador diesel deverá ser controlado em relação às seguintes falhas: • • • • • • • • falha na partida. com a finalidade de evitar energização da rede da concessionária pelo grupo. e "falha no ventilador". temperatura excessiva do motor. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. o grupo deverá permanecer em operação por um tempo regulável de 0 a 15 minutos. A operação de parada do grupo gerador no retorno ou regularização da rede deverá ser controlada por um sistema temporizado para evitar a reversão da carga em falsos picos de retorno. pressão insuficiente de óleo lubrificante. 3. com vistas ao arrefecimento do motor diesel.5 3.7.4 3.7. a proteção atuará separando o grupo do setor defeituoso. para construção da chave de transferência. sob o número 218504 . Sempre que possível. gerador sobrecarregado. O equipamento deverá permitir 3 tentativas de partida com intervalos reguláveis e.7. para grupos geradores com torre de arrefecimento. nível de combustível. as respectivas sinalizações ótica e sonora deverão ser acionadas.8 3. deverá haver indicação ótica no quadro. O sistema possuirá intertravamento elétrico e mecânico entre a concessionária e o grupo de emergência. Quando o nível de combustível não for suficiente para meia hora de operação. velocidade excessiva. Na hipótese de um curto-circuito.7. serão usadas chaves contatoras. Capital Federal. No caso de sobrecarga do gerador.6 Ocorrendo uma das 3 primeiras falhas apontadas.38 3.

tensão anormal do gerador. controle ligado. sob o número 218504 . automático. combustível. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . escala apropriada. arrefecimento defeituoso. Partes I. 3. falha na partida.3. • • • • • • • • • • • • • • rede ligada. para os amperímetros.3. sistema automático bloqueado. sobrevelocidade. temperatura do motor elevada. Capital Federal.9 SINALIZAÇÃO Os geradores deverão ter a seguinte sinalização ótica no painel. tensão anormal da rede. ensaio e manual. gerador ligado. escala apropriada: 1 comutador para o voltímetro para leitura nas 3 fases. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. pré-aquecimento ligado. escala apropriada. 1 chave seletora de 3 posições. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. para desligado. 3 transformadores de corrente. para permitir a leitura de tensão do gerador e da rede.continuação E-IEL. 1 freqüencímetro. II e III. pressão de óleo baixa.. repouso e parada manual do motor.10 DISPOSITIVOS DE MANOBRA DO QUADRO São os seguintes os dispositivos de manobra do quadro.3. 3. para partida manual do motor.Proibida a reprodução sem autorização. 1 comutador para o voltímetro. 1 comutador para freqüencímetro. sobrecarga do gerador.8 INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO São os seguintes os instrumentos de medição dos geradores Classe Especial: • • • • • • • • 3 amperímetros. 1 voltímetro.38 3. • • 1 chave seletora de 4 posições. 3 conjuntos unipolares de fusíveis tipo DIAZED. rede/gerador. de 2 posições. de 2 posições.

incluindo pesos. 3. após efetuadas todas as furações previstas no mesmo. conferindo assim absoluta proteção contra corrosão. 3. pois este deverá receber energia mesmo com o gerador fora de operação. mostrando as ligações mecânicas a serem feitas. II e III. silencioso. Deverá ser fornecido ao PROPRIETÁRIO. sob o número 218504 . diagramas elétricos e eletrônicos completos e detalhados dos equipamentos.3.2 3. conector para aterramento da base metálica para o cabo de cobre de 35 a 95 mm². pelo prazo de 12 meses a contar da data de funcionamento do mesmo no local definitivo de instalação. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. A energia para o carregador deverá emergir da saída do painel.12 PINTURA DO QUADRO DE TRANSFERÊNCIA O gabinete deverá ser decapado.1 ENSAIOS Serão realizados os ensaios previstos em normativos da ABNT. relação e descrição dos testes a serem efetuados. 3. A tensão deverá ser a mesma do arranque do motor. • • • • • curvas características típicas. a data prevista para os ensaios. GARANTIA Todos os materiais e equipamentos deverão ser garantidos contra defeitos de fabricação ou desempenho insatisfatório. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização. a quem o fabricante deverá notificar.3.16 DOCUMENTAÇÃO A documentação deverá incluir. Partes I.38 3. no mínimo.3. obrigatoriamente.11 CARREGADOR DE BATERIA Deverá possuir condições de carregar a bateria e manter a carga em regime de flutuação. diagramas elétricos elementares de interligação. na presença do PROPRIETÁRIO. as seguintes informações.14 3. com antecedência mínima de 15 dias.14.15 3. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .continuação E-IEL. Capital Federal. fosfatizado e pintado eletrostaticamente. desenhos de dimensões externas principais e disposições dos equipamentos. Todos os instrumentos e ferramental necessários aos testes de aceitação deverão ser fornecidos pelo fabricante.3.13 ACESSÓRIOS O conjunto deverá ser fornecido. 3. em 2 vias. com os seguintes acessórios: • • • • • tanque de combustível com indicador de nível.3. placa de identificação e ligações. o respectivo relatório.14.3.3. olhal de suspensão do conjunto. para no mínimo 8 horas de funcionamento ininterrupto.3.

Grupos Geradores..A. manuais de operação e manutenção.. relação de acessórios.A.Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.continuação E-IEL. lista de desvios e exceções da presente especificação. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Stemac S. II e III. indicação detalhada e clara de todas as garantias referentes ao equipamento e seus acessórios.38 • • • • • 4. Hoos Máquinas Motores S. catálogos completos de todos os equipamentos propostos.A.. Leon Heimer Indústria e Comércio Ltda. sob o número 218504 . FABRICANTES O PROPRIETÁRIO aceitará os grupos geradores fabricados por: • • • • • • • Battistella Indústria e Comércio Ltda. Indústria e Comércio. com a correspondente justificativa. Caterpillar do Brasil S.A. Polidiesel Indústria e Comércio Ltda. Comércio e Indústria. Transmet S. Capital Federal.. Partes I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

Proteção de edificações contra descargas elétricas atmosféricas (NBR-5419). mas da ocorrência do fenômeno em si.1 3.2 3.1 2. através de cuidados de projeto. poderá apresentar certa complexidade. É essencial a realização de rigorosa inspeção de comissionamento das instalações.) são mais propensos a serem atingidos. Todos os componentes do sistema deverão estar em bom estado de conservação. Busca-se minimizar os possíveis efeitos indiretos perigosos à vida. Capital Federal. sob o número 218504 . Mecânicas. 3. A norma exige o valor máximo de resistência de 10 Ohms. sem aumentar a probabilidade de incidência de descargas atmosféricas numa determinada região. O sistema externo (SEPDA) é um conjunto de ações que.43 1.Proibida a reprodução sem autorização. Elétricas. e Informática Sistema Externo de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SEPDA) E-IEL. A menos que estejam cobertos pela zona de proteção. exigem cuidados especiais a verificação de continuidade das partes do sistema e a medição de resistência de aterramento. onde ela se dissipará. os volumes expostos (caixas d'água. minimizando consequentemente a penetração da corrente de impulso atmosférico que poderia ter seguido um caminho aleatório na cobertura da edificação. sendo vantajoso obter-se baixa resistência de aterramento do eletrodo. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. de modo que a corrente de surto atmosférico possa ser conduzida com segurança até o solo.3 3. para verificar se estas foram executadas rigorosamente de acordo com o projeto. por causa de seu efeito na indutância e capacitância do sistema. objeto da proteção. CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA A finalidade dos terminais aéreos na estrutura a ser protegida é interceptar as descargas em pontos preferenciais.5 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 3. NORMAS Deverão ser observadas todas as exigências contidas nas normas da ABNT sobre o assunto e de modo especial a NB-165/70 . As correntes de descargas atmosféricas tendem a seguir caminhos de menor impedância. com possibilidade de provocar danos eletromecânicos graves e até incêndios. não sendo possível eliminar os riscos de forma absoluta. Partes I. Esta última.2 DEFINIÇÃO Os Sistemas de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA) compõem-se de um sistema externo (SEPDA) e um interno (SIPDA). de modo a evitar que as mesmas atinjam as estruturas. Particularmente. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. 2. em função da dimensão e localização do aterramento. 2. Consequentemente. etc. associados ao fenômeno.4 3.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. como a elevação de potencial no solo. A função dos condutores de descida é fornecer um caminho de baixa impedância desde os terminais aéreos até os eletrodos de terra. casas de máquina de elevadores. Telecom. procura criar caminhos preferenciais para as correntes de descarga em direção ao solo. a configuração e as dimensões do sistema de aterramento são mais importantes do que um valor especifico de resistência de terra. Tais efeitos não decorrem da instalação do sistema de proteção.

que utiliza baixa freqüência..000 mm².Proibida a reprodução sem autorização.1 3.2 3.7.8.7 3. segurança pessoal e do equipamento. Os condutores de aterramento deverão ser cordoalhas de cobre nu de seção mínima igual a 50 mm². Nunca poderão apresentar inclinações ascendentes. Os terminais aéreos consistem de condutores verticais e horizontais. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.43 3. Partes I.7.6. esta difere consideravelmente do valor da resistência convencional.6. É normalmente requerido para satisfazer os requisitos de compatibilidade eletromagnética. 90°.8. CONDUTORES DE DESCIDA O caminho para terra deve ser o mais curto e retilíneo possível. As hastes de aterramento deverão ser de aço com cobertura de cobre. tratados contra o ataque de umidade. Não serão admitidos captores radioativos ou ionizantes. ou da combinação de ambos.6.continuação E-IEL. Quando existirem curvas no trajeto.2 3.6 3. Tais eletrodutos não poderão ter área interna menor do que 1. Os condutores de descida deverão ser de cobre nu e ter seção mínima de 35 mm². Os captores tipo Franklin serão de latão cromado ou de aço inoxidável. Os mastros deverão ser de material de alta resistência mecânica.1 3. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A ..3 3. Capital Federal. em local de fácil acesso e inspeção.6. Onde não for possível utilizar cabos de descida externos. de diâmetro mínimo de 50 mm. II e III. sendo curvas abertas. até atingirem as descidas propriamente ditas.8 3. como galvanização a fogo ou equivalente. sob o número 218504 . Considerando a impedância de surto do eletrodo de terra como sendo "vista" pela corrente de descarga.3 4. O conjunto captor deverá apresentar rigidez mecânica suficiente para suportar esforços mecânicos associados a uma eventual descarga. A conexão entre os cabos de descida e o sistema de eletrodos de aterramento deve estar acima do nível do solo. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.4 3. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por: • • • Alfa Sistemas de Pára-raios Ltda. no mínimo.2 3. estas devem ter. Amerion Indústria e Comércio de Pára-raios Ltda. Os cabos captores serão de cobre nu e terão seção mínima de # 35 mm². 3.1 TERMINAIS AÉREOS Quando as edificações possuírem um considerável comprimento e largura. cumeeiras de telhados e as guinas das extremidades são pontos preferenciais de incidência. Os últimos 3 m dos cabos de descida deverão estar protegidos por duto de PVC..8. Copérico do Brasil Ltda. estes podem descer em "shafts" apropriados. ATERRAMENTO O aterramento tem a finalidade de dispersar a corrente de impulso da descarga para a terra. encapsulados em dutos não metálicos e não combustíveis. juntamente com os esforços eólicos. agentes químicos e/ou poluentes. Os condutores de interligação na cobertura devem ter sempre inclinação descendente.

. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . York Nuclear do Brasil Ltda. Protectors Comércio e Indústria Ltda..A. Pára-raios Santa Bárbara Indústria e Comércio Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Gamatec .Proibida a reprodução sem autorização.continuação E-IEL... Franklin Eletric do Brasil Indústria e Comércio Ltda..Aplicação de Radioisótopos S.. Partes I.43 • • • • • • • Fábrica de Peças Elétricas Delmar Ltda. II e III. Termotécnica Indústria e Comércio Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal. sob o número 218504 .

Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Fábrica de Peças Elétricas Delmar Ltda. Mecânicas.01. CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA A proteção de instalações e equipamentos deverá ser feita utilizando-se protetores de surto ou de transientes (centelhadores a gás e a ar.SPD..1 2. Clamper Indústria e Comércio Ltda.Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410). Partes I.2 3. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Franklin Electric do Brasil Indústria e Comércio Ltda. varistores. 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por: • • • • • • Amerion Indústria e Comércio de Pára-raios Ltda. como definidos no P-19. 4. e Informática Sistema Interno de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SIPDA) Protetores de Surto E-IEL. DEFINIÇÃO Os sistemas de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA) compõem-se de um sistema externo (SEPDA) e de um interno (SIPDA).44 1. São sistemas ou dispositivos destinados a evitar os danos decorrentes dos efeitos das descargas atmosféricas diretas ou indiretas. diodos de proteção (Zener) e filtros de linha ou a combinação desses dispositivos). Protectora Comércio e Indústria Ltda Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III...Proibida a reprodução sem autorização. sob o número 218504 . especial atenção deverá ser dada à NB-3/90 . 2. Indústria Eletromecânica Balestro Ltda. Elétricas. Capital Federal.. Telecom.

sob o número 218504 . Tubo de fibrocimento ou junta elástica de tubo de fibrocimento verificação da estanqueidade à pressão interna (NBR-8062). Hidrômetro taquimétrico para água fria (NBR-8193). Tubo de aço. sem costura (NBR-8476).determinação da resistência à compressão diametral (NBR-6583). Tubos de aço-carbono para rosca Whitworth gás para usos comuns na condução de fluidos (NBR-5580). de precisão. Tubo de concreto armado de seção circular para águas pluviais (NBR9794). Tubo coletor de fibrocimento para esgoto sanitário (NBR-8056). de ponta e bolsa. Capital Federal. Tubo médio e pesado de cobre sem costura para condução de água (NBR-7542). Tubo de concreto simples de seção circular para águas pluviais (NBR9793). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Tubos de PVC rígido para adutoras e redes de água (NBR-5647). II e III.01 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Normas e Regulamentos E-IHI. Partes I.requisitos gerais (NBR5020).verificação da resistência à compressão diametral (NBR-6582). Tubo de fibrocimento . Tubo de ferro fundido centrifugado.determinação da resistência à compressão diametral (NBR-6464). sem costura . Tubo de fibrocimento . NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. para líquidos sob pressão com junta não elástica (NBR-7661). Cópia fiel da Edição impressa em 1995.determinação da solubilidade em ácido (NBR8063). Tubo de concreto simples . Tubo de ferro fundido centrifugado para líquidos sob pressão com junta elástica (NBR-7662).determinação da absorção de água (NBR-7529). Tubo de concreto armado . Tubo e conexão cerâmicos para canalizações . Tubo de cobre e de ligas de cobre. Tubo cerâmico para canalização .Proibida a reprodução sem autorização. Tubo de fibrocimento . Tubo de cobre sem costura para usos gerais (NBR-5030). haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-5/89 EB-6/86 EB-43/82 EB-69/82 EB-103/86 EB-137/82 EB-147/83 EB-182/84 EB-183/77 EB-193/84 EB-219/82 EB-274/82 EB-584/84 MB-12/82 MB-14/82 MB-17/86 MB-113/86 MB-140/82 MB-142/82 MB-143/82 MB-144/82 Tubo cerâmico para canalizações (NBR-5845).determinação da resistência à compressão diametral (NBR-9795).determinação da absorção de água (NBR-8061).

determinação da carga de ruptura por flexão longitudinal (NBR-8075). Tubo de fibrocimento . Tubos de PVC rígido . Anel de borracha para tubo de fibrocimento .ensaio de flexão por tração do anel (NBR-7562). Capital Federal. Partes I.ensaio de flexão em corpos de prova em tira (NBR-7587).continuação E-IHI.determinação da deformação permanente à compressão (NBR-8069). Execução de rede coletora de esgoto sanitário (NBR-9814). Tubos de aço de seção circular .determinação do índice de absorção de água (NBR6586). Tubos de PVC rígido e respectivas juntas . Tubos de PVC rígido .ensaio de estanqueidade (NBR-7666). Anel de borracha para tubo de fibrocimento .verificação da estanqueidade a pressão interna (NBR-5685). Tubo de concreto . Tubo de ferro fundido centrifugado . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .resistência ao calor (NBR-6476). Tubos de ferro fundido centrifugado . Tubo de concreto . Tubos de PVC rígido . Tubo de fibrocimento . II e III. Anéis de borracha para juntas de tubos de ferro fundido centrifugado ensaios (NBR-7588). Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização. Tubos de PVC rígido .determinação da pressão interna instantânea de ruptura (NBR-5683).ensaio de achatamento (NBR-6154).ensaio de flangeamento (NBR-6205). Instalações prediais de esgotos sanitários (NBR-8160).verificação da resistência à pressão interna prolongada (NBR-5686).determinação da dureza (NBR-8067). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.determinação da carga de ruptura por pressão interna (NBR-8066).01 MB-210/82 MB-227/86 MB-228/86 MB-241/82 MB-242/83 MB-245/83 MB-248/72 MB-251/82 MB-252/82 MB-253/82 MB-310/82 MB-311/82 MB-312/82 MB-313/82 MB-355/64 MB-364/85 MB-365/85 MB-366/85 MB-518/77 MB-519/77 MB-533/77 MB-534/77 MB-535/77 NB-19/83 NB-37/86 Tubo e conexão cerâmicos para canalizações .verificação da estabilidade dimensional (NBR5687).ensaio de alargamento (NBR-6206). Tubo de PVC rígido .verificação da retilineidade (NBR-8064). Junta elástica de tubos de ferro fundido centrifugado . Anel de borracha para tubo de fibrocimento . Tubos de aço de seção circular . Luva de fibrocimento .efeitos sobre a água (NBR-5684).verificação da permeabilidade (NBR-9796).determinação da carga de ruptura por pressão interna (NBR-8065). Tubo de fibrocimento .determinação da deformação permanente à tração (NBR-8068). Tubos de aço de seção circular . sob o número 218504 .determinação da perda de massa sob ação dos ácidos (NBR-7689).

965 g/cm³) e de polietileno de baixa massa específica (0.925 g/cm³) com as respectivas juntas. Tubos e conexões de ferro fundido para esgoto e ventilação . rosqueada. Escareadores 60 graus .continuação E-IHI.série métrica.formatos e dimensões (NBR-8161). NB-126/89 NB-128/68 PB-15/82 PB-37/79 PB-77/71 PB-80/68 PB-263/87 PB-300/77 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Instalações prediais de água quente (NBR-7198). de ponta e bolsa.01 NB-41/81 NB-77/85 NB-92/80 NB-115/64 NB-125/64 Construção e instalação de fossas sépticas e disposição dos efluentes finais (NBR-7229). para condução de água fria. Válvula de gaveta de ferro fundido cinzento . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Projeto e execução de tubulações de fibrocimento (NBR-10155). Partes I. Execução de tubulações de pressão de polietileno de alta massa específica (0.Proibida a reprodução sem autorização. Conexão de ferro fundido cinzento (NBR-7669).dimensões (NBR-10158).941 a 0. Arruelas de borracha para vedação de flanges de tubos de ferro fundido. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. ou com anéis de borracha (NBR-7372). Execução de tubulações de pressão de PVC rígido com junta soldada.910 a 0. II e III. Tampão circular de ferro fundido . sob pressão. Capital Federal. Projeto e execução de tubulações de ferro fundido centrifugado. sob o número 218504 .formatos e dimensões (NBR-6381). Instalações prediais de água fria (NBR-5626).

Capital Federal. Nibco Industrial S. Comércio e Indústria.1 LIMITADORES OU PENA D'ÁGUA CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Dispositivos hidráulicos destinados a limitar o abastecimento de água dos prédios.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Aparelhos Medidores e Limitadores de Descarga E-IHI.. .A.02 1. Schlumberger Industrias Ltda. 2.2 FABRICANTES Consideram-se análogos os medidores fabricados por: • • • • Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Niágara S. 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 1.Proibida a reprodução sem autorização. a volumes previamente determinados pela municipalidade. além das especificações da EB-147/83 . às normas referentes à instalações prediais do município.A.Hidrômetro taquimétrico para água fria (NBR-8l93) . sob o número 218504 . II e III.1 MEDIDORES OU HIDRÔMETROS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Satisfarão. Partes I.NISA. 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

Proibida a reprodução sem autorização. devendo permitir fácil inspeção e limpeza. Partes I.Instalações prediais de esgotos sanitários (NBR-8160). Nos demais casos. será ventilada por um tubo ventilador primário. e a parte imersa.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal.2 Quando receber efluentes de vasos sanitários. terão as seguintes características: • • • • fundo inclinado na direção do tubo de sucção.1. a profundidade mínima será de 60 cm.1.3 2. Sempre que a caixa coletora receber efluentes de vasos sanitários ou mictórios. 2.1 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Caixas E-IHI. 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. CAIXAS RETENTORAS Poderão ser de concreto. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2 2. CAIXAS DE GORDURA As caixas retentoras de gordura serão fechadas hermeticamente com tampa removível. dispositivos adequados para limpeza e inspeção. II e III. Serão providas de tampas que assegurem perfeita vedação hidráulica. alvenaria de tijolo maciço. As caixas poderão ser de concreto pré-moldado. tampa impermeável aos gases.1.03 1.1 2. no mínimo. quando a caixa coletora receber efluentes de vasos sanitários e mictórios. Devem ser divididas em duas câmaras. visando a impedir a deposição de matérias sólidas. A parte submersa do septo deve ter 20 cm. uma receptora e outra vertedora. sob o número 218504 . 2.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS CAIXAS COLETORAS Destinadas a receber despejos em nível inferior ao da via pública.4 2. abaixo do nível da geratriz inferior da tubulação de saída. a contar do nível mais baixo da canalização. concreto armado ou alvenaria de tijolos maciços. 2.1. O tubo ventilador será completamente independente de qualquer outra ventilação de esgoto do prédio.2. de diâmetro não inferior ao da tubulação de recalque.2. NORMAS Conforme EB-19/83 . cerâmica. assegurando perfeita vedação. ferro fundido ou PVC. bem como possuir tampa de ferro fundido ou de PVC facilmente removível. 20 cm acima do mesmo nível. separadas por um septo não removível. superfícies perfeitamente impermeabilizadas. as caixas terão profundidade mínima de 90 cm.

serão de concreto pré-moldado e possuirão grade de passagem que impeça a entrada de materiais sólidos na rede coletora. sob o número 218504 . Terão fundo construído de modo a assegurar rápido escoamento e evitar formação de depósitos. para facilitar o acesso ao seu interior. permitirão a inscrição de um círculo de diâmetro mínimo de 15 cm.3 CAIXAS DE INCÊNDIO Serão de chapas de aço estampado. Serão dotadas de grelhas ou tampa cega e terão altura mínima de 10 cm.2 2. Terão tampo de ferro fundido ou de concreto armado e. serão de concreto pré-moldado e conjugadas a uma caixa receptora lateral. ou de alvenaria de tijolos maciços ou blocos de concreto. 125 ou 150 mm.04. de 05.continuação E-IHI. e tampo de ferro fundido facilmente removível. para facilitar o acesso a seu interior.1 CAIXAS DE INSPEÇÃO Serão circulares. 2. e se poligonal.2.3 2. de 20 cm de espessura. retangulares ou quadradas. 2. tipo escada de marinheiro.2.3 CAIXAS DE AREIA As caixas de areia.6. II e III. o óleo será recolhido na caixa receptora. e as de forma circular.4. se indicado em projeto.4. de 06.4. no mínimo. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. com paredes.03 2.6 2. Para profundidades superiores a 1 m. 10 e 15 Unidades Hunter de Contribuição (DHC).4 2. as caixas de forma quadrada terão 1.54). permitindo composição com o piso circundante. terão diâmetro mínimo de 15 cm. Quando profundas.1 CAIXAS SIFONADAS As caixas sifonadas devem ter fecho hídrico com altura mínima de 50 mm e ter diâmetros de 100. 2. no mínimo. com fundo do mesmo material. sobretampa em grelha do mesmo material. Capital Federal. Pelo sistema dos vasos comunicantes. no mínimo.Proibida a reprodução sem autorização. CAIXAS DE PASSAGEM São caixas destinadas a receber água de lavagem de pisos e efluentes de canalização secundária. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Se de seção circular. 60 cm de diâmetro.4 CAIXAS DE ÓLEO As caixas separadores de óleo. Partes I. de onde será retirado posteriormente. de seção circular. de tipo aprovado pelo Corpo de Bombeiros e satisfarão às normas do Instituto de Resseguros do Brasil (Portaria n°21. respectivamente. de seção circular. construídas em anéis de concreto armado pré-moldado. provida de registro de metal de 75 mm. com espaçamento máximo de 40 cm. 2. Neste caso. A ligação da caixa receptora com a caixa separadora será feita com tubulação em ferro galvanizado.5 2. 1. no mínimo.4 2.4. serão dotadas de degraus de ferro fundido. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .56) e do Ministério do Trabalho e Previdência Social (Portaria n°31.10 m de lado. quando receberem efluentes de aparelhos sanitários até o limite de 6. Para profundidade máxima de 1 m. as caixas de inspeção passam a denominar-se poços de visita e serão dotadas de degraus de ferro zincado. e as de forma circular.06. as caixas de forma quadrada terão 60 cm de lado.10 m de diâmetro. no mínimo.

Indústria e Importação S.6. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 3. Brasilit S. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3 CAIXAS DE INCÊNDIO • • • Bucka.Tigre. Partes I. levando em consideração a soma das UNC dos aparelhos que contribuem para mesma. assim como as águas provenientes de lavagens de pisos.Artefatos de Concreto Armado Santa Rita Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.6. Albino Mendes & Cia.2 O ramal de esgoto da caixa sifonada deve ser dimensionado pela tabela a seguir. II e III. Diâmetro nominal do tubo – DN (mm) 40 50 75 100 150 Número máximo de UNC 3 6 20 160 620 2. sob o número 218504 . Ltda.4 As caixas sifonadas só podem receber despejos da própria unidade autônoma na qual estiverem instaladas.continuação E-IHI. chuveiro e tanque de lavagem.1 CAIXAS COLETORAS • • Acarita .Proibida a reprodução sem autorização.A.. banheira.03 2. 3. Para coletar os despejos de lavatório.Artefatos de Concreto Armado Santa Rita Ltda. 3. Albino Mandes & Cia. Ltda... Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . bidê. 3.A. Spiero Comércio. Metalúrgica Javari Ltda. Albino Mandes & Cia. podem ser instaladas caixas sifonadas com grelhas.. Hansen Industrial .. 3.6. Cia.4 CAIXAS DE INSPEÇÃO • • Acarita .. Ltda..3 2.Artefatos de Concreto Armado Santa Rita Ltda. Resmat Ltda.2 CAIXAS RETENTORAS • • • • Acarita . também designadas por ralos sifonados.

Albino Mandes & Cia. Ltda. Hansen Industrial .. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .continuação E-IHI.. Fortilit S.Tigre. Fortilit S.A.Artefatos de Concreto Armado Santa Rita Ltda. sob o número 218504 .6 CAIXAS SIFONADAS • • • • • Albino Mendes & Cia. Partes I. Brasilit S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília... Cia. Cia. Cia. Ltda. Metalúrgica Barbará. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Brasilit S. Hansen Industrial . 3.A. Metalúrgica Barbará.Proibida a reprodução sem autorização.5 CAIXAS DE PASSAGEM • • • • • • Acarita . II e III.A.A.Tigre.. Cia.03 3.

Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A. ou em águas de superfície. o fundo será inclinado. Engenharia Sanitária. cimento-amianto ou outro material que atenda às condições de segurança. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.3 4. As fossas serão providas de dispositivos que possibilitem a remoção do lodo digerido de forma rápida e sem contato do operador. ONS do Brasil S. exceto os de águas pluviais. 2.000 litros ou mais.. alvenaria. A remoção poderá ser efetuada por bomba ou por pressão hidrostática. com tratamento complementar por meio de valas de filtração ou filtro anaeróbio.Proibida a reprodução sem autorização. 3. estanqueidade e de resistência a agressões químicas dos despejos.04 1. durabilidade.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS De forma cilíndrica ou prismática retangular.2 3. Para facilitar essa operação. O efluente de uma fossa séptica pode ser disposto no solo. especialmente na NB-41/81 . através de sumidouro ou valas de infiltração. na proporção de 1:3 no sentido da localização do dispositivo de limpeza. haverá particular atenção ao disposto nas normas da ABNT atinentes ao assunto. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricadas por: • • Facis Tubos e Postes Ltda. 3. NORMAS Na construção de fossas sépticas. 3.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Fossas e Efluentes E-IHI. sob o número 218504 . FINALIDADE As fossas destinam-se ao tratamento primário dos despejos prediais. as fossas serão executadas em concreto. em fossas com capacidade para atender descargas de 6. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Construção e instalação de fossas sépticas e disposição dos efluentes finais (NBR-7229). II e III. O tipo e a capacidade das fossas serão objeto de projeto especifico. Partes I.

A área de orifício das grelhas será igual a pelo menos uma vez e meia a área do condutor correspondente ao ralo. permitirão a inscrição de um circulo de diâmetro mínimo de 100 mm.2 2. SECUNDÁRIOS (DE PISO) Os ralos de piso possuirão grelha plana. e orifício de saída com diâmetro mínimo de 50 mm. respectivamente. serão de chapa com cerca de 4.1 RALOS DE COBRE • Hispânia Indústria e Comércio de Metais Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS TIPOS Os ralos podem ser sifonados ou secundários (de piso) executados em PVC. Os ralos secundários terão dimensões. 2.3. permitirão a inscrição de um circulo de diâmetro mínimo de 100.2 1. 2. Quando receberem efluentes de aparelhos sanitários até os limites de 6.3 RALOS DE LATÃO • Hispânia Indústria e Comércio de Metais Ltda.3 1. Os ralos sifonados terão dimensões. de seção circular. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 1.3 1. respectivamente. terão diâmetro mínimo de 100. caixilhos e grelhas conforme especificado para cada caso. Se de cobre. Se de cobre. será empregado.2 1.2.1 SIFONADOS Ralo sifonado é uma caixa sifonada dotada de grelha. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.27 kg/m². no mínimo. quando de seção poligonal. Partes I.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Ralos E-IHI.3.2 RALOS DE FERRO FUNDIDO • • • Cia.24 mm. 125 ou 150 mm. sob o número 218504 . caixilhos e grelhas conforme especificado para cada caso. Quando adotado o sistema uno de esgotamento. cobre.05 1.Proibida a reprodução sem autorização. 1. . nos pisos de sanitários e de boxes de chuveiros. os ralos sifonados. Empresa de Serviços Técnicos Auxiliares Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 125 ou 150 mm. no mínimo.2.ESTAL. terão diâmetro mínimo de 100 mm. 2. 1. Fundição Vitória Ltda. Quando de seção circular.2. 10 e 15 unidades de descarga. serão de chapa com 1. Metalúrgica Barbará. II e III. ralo sifonado com ramal de descarga reduzido para 40 mm. Terá fecho hídrico com altura mínima de 50 mm. ferro fundido ou latão.1 1. Quando de seção poligonal.

05 2. Capital Federal. II e III.Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Fortilit S.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 . Hansen Industrial .continuação E-IHI.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A.4 RALOS DE PLÁSTICO • • • Brasilit S.Tigre. Partes I. Cia.

Tubo cerâmico para canalização . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Deverão ser esmeradamente construídos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2. resistentes e. Serão sonoros.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Tubos e Conexões de Cerâmica E-IHI. estrias de queima e bolhas.3 Os tubos cerâmicos satisfarão às seguintes tabelas.06 1. 2. 2.verificação da resistência à compressão diametral (NBR-6582).000 6. 2. Tubo e conexão cerâmicos para canalizações . haverá particular atenção para o disposto nas seguintes EB-5/89 EB-960/83 EB-1554/85 EB-1555/85 MB-12/82 MB-13/82 MB-14/82 MB-210/82 MB-1210/83 Tubo cerâmico para canalizações (NBR-5645).Proibida a reprodução sem autorização. Tubo cerâmico para canalização .determinação da absorção de água (NBR-7529).60 m DE COMPRIMENTO d (mm) 050 075 100 de (mm) 075 100 132 D (mm) 095 130 155 De (mm) 115 145 180 L (mm) 635 652 658 F (mm) 035 052 058 kg 4. Tubo cerâmico para canalizações . quando vidrados. apresentarão camada de vitrificação homogênea e continua. bem como totalmente integrada ao material cerâmico. Conexão cerâmica para canalizações (NBR-8409).000 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . à ação dos solos agressivos.verificação dimensional (NBR-7530).2 TUBOS CERÂMICOS SANITÁRIOS DE 0. Capital Federal.000 8. II e III. falhas. sob o número 218504 . aos efluentes industriais. Partes I.determinação da perda de massa sob ação dos ácidos (NBR-7689). Junta elástica de tubos e conexões cerâmicos para canalizações (NBR8928). isentos de fendas. aos solventes. Serão resistentes ao ataque químico do ácido proveniente do gás sulfídrico. Anel de borracha para tubos e conexões cerâmicos para canalizações (NBR-8929). Tubo e conexão cerâmicos para canalizações . às descargas de líquidos quentes e à ação das correntes eletrolíticas.verificação da permeabilídade e da resistência à pressão interna (NBR-6549). NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. rebarbas.

25 m DE COMPRIMENTO d (mm) 150 de (mm) 185 D (mm) 210 De (mm) 230 L (mm) 1058 F (mm) 058 kg 30.000 77.000 TUBOS CERÂMICOS SANITÁRIOS DE 1.diâmetro interno da bolsa De .000 d . Procerama .A.50 m DE COMPRIMENTO d (mm) 200 250 300 375 450 de (mm) 228 295 352 428 502 D (mm) 270 340 390 475 550 De (mm) 295 370 415 515 596 L (mm) 1568 1568 1568 1570 1570 F (mm) 068 068 068 070 070 kg 51.000 96.diâmetro nominal de . sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.comprimento da bolsa 3.diâmetro externo da ponta do tubo D ..000 24. PRODUTOS Admite-se o emprego de tubos e conexões cerâmicos fabricados por: • • • Cerâmica Maristela S. Partes I.diâmetro externo da Bolsa L .00 m DE COMPRIMENTO d (mm) 100 150 de (mm) 132 185 D (mm) 155 210 De (mm) 180 230 L (mm) 1058 1058 F (mm) 058 058 kg 12.comprimento total (bolsa e tubo) F . Cerâmica Martini S.000 TUBOS CERÂMICOS SANITÁRIOS DE 1.continuação E-IHI.Produtos Cerâmicos Ltda.Proibida a reprodução sem autorização.000 127.000 181.A..06 TUBOS CERÂMICOS SANITÁRIOS DE 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.determinação da carga de ruptura por flexão longitudinal (NBR-8075). sob o número 218504 .determinação da deformação permanente à compressão (NBR-8069). Tubo de fibrocimento . Projeto e execução de tubulações de fibrocimento (NBR-10155). Tubo de fibrocimento . Luva de fibrocimento . Anel de borracha para tubo de fibrocimento . Tubo de fibrocimento . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.determinação da carga de ruptura por pressão interna (NBR-8065). Anel de borracha para tubo de fibrocimento . Partes I.determinação da resistência à compressão diametral (NBR-6464). Tubo de fibrocimento ou junta elástica de tubo de fibrocimento verificação da estanqueidade à pressão interna (NBR-8062). II e III. Tubo de fibrocimento .08 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Tubos e Conexões de Cimento-Amianto E-IHI.determinação da absorção de água (NBR-8061).determinação da solubilidade em ácido (NBR8063).determinação da dureza (NBR-8067).verificação da retilineidade (NBR-8064). as seguintes merecerão particular atenção: EB-69/82 MB-140/82 MB-142/82 MB-143/82 MB-144/82 MB-241/82 MB-242/83 MB-245/83 MB-248/72 MB-251/82 MB-252/82 MB-253/82 NB-77/85 Tubo coletor de fibrocimento para esgoto sanitário (NBR-8056). e satisfarão.determinação da carga de ruptura por pressão interna (NBR-8066). 2. Tubo de fibrocimento . de acordo com a EB-69/82 (NBR-8056). à seguinte tabela: Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização.determinação da deformação permanente à tração (NBR-8068). CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão da Classe A. Tubo de fibrocimento . Capital Federal. no mínimo. Anel de borracha para tubo de fibrocimento .

. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • Brasilit S.folga mínima entre a ponta e a bolsa 3. Imbralit S.espessura da ponta do tubo E .08 TUBO d (mm) 25 30 40 50 60 75 100 125 150 175 200 250 300 e (mm) 6 6 7 8 8 8 9 9 10 10 11 13 15 E (mm) 6 7 8 8 8 9 9 10 10 11 13 15 17 BOLSA D (mm) 55 60 72 86 96 111 138 165 194 219 246 302 356 P (mm) 60 60 60 70 70 70 70 70 70 80 80 80 80 F (mm) 7 7 7 8 8 8 8 9 10 10 10 11 11 d . sob o número 218504 . Indústria e Comércio.A.A. Partes I.continuação E-IHI. II e III.A. Isdralit S... Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Eternit S.diâmetro interno nominal e .diâmetro interno da bolsa P . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.espessura da bolsa D .A.profundidade da bolsa F .Proibida a reprodução sem autorização.

82I 1.56 1.710 0.030 médio 0.016 1.921 médio 0.401 0. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 2.910 1.696 1.422 1.921 1.016 1.63 médio 4. tomando-se todas as precauções no sentido de se evitar a formação de par elétrico.11 3. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-219/82 EB-271/84 EB-273/82 EB-274/82 EB-584/84 EB-1251/81 EB-1283/83 Tubo de cobre sem costura para usos gerais (NBR-5030).748 PRESSÃO DE RUPTURA (MPa) pesado 5. 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Tubos e Conexões de Cobre E-IHI.79 2. Tubos capilares de cobre sem costura (NBR-5028).32 1.597 3.120 1.80 2.01 2.797 2.1 Os tubos de cobre satisfarão à seguinte tabela: DIÂMETRO NOMINAL (mm) 15 20 25 30 40 50 65 75 100 ESPESSURA DA PAREDE (mm) pesado 1.52 1.626 2. Tubo de cobre sem costura para refrigeração e ar condicionado (NBR7541).Proibida a reprodução sem autorização.137 1. latão.220 1. também.044 1.220 1. 2.93 1.860 0.093 2.422 1.09 1.26I 1.242 1. A solda para tubulação de cobre obedecerá.113 4. Tubo de cobre soldado (NBR-7247). sem costura .219 1.98 4.581 0.120 1.requisitos gerais (NBR5020).497 0.285 0.422 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Tubo de cobre e de ligas de cobre. II e III.50 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.219 1.420 1.77 3. Tubo médio e pesado de cobre sem costura para condução de água (NBR-7542).2 Serão usadas buchas de bronze. Capital Federal.74 1.30 2.630 PESO (kg/m) pesado 0. Tubo extra leve de cobre sem costura para condução de água e outros fluidos (NBR-7417).14 3.229 3.555 5. às recomendações do fabricante.571 2. Partes I. cobre ou outro material preconizado pelo fabricante dos tubos.06 3.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 . nas passagens através de paredes.

A.continuação E-IHI.Proibida a reprodução sem autorização. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.. sob o número 218504 . complementados por conexões "Yokshire" com anel de solda e "Nibco".09 3. FABRICANTES Admite-se o emprego de tubos de cobre fabricados por: • Eluma Conexões S. sob a marca "Hidrolar". II e III.

para esgoto sanitário . conforme especificado. de seção circular. Tubo de concreto simples . NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Tubo de concreto armado de seção circular para águas pluviais (NBR9794).determinação da resistência à compressão diametral (NBR-9795) Tubo de concreto . haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-6/86 EB-103/86 EB-911/80 EB-969/80 MB-17/86 MB-113/86 MB227/86 MB-228/86 MB-1232/80 MB-1233/80 MB-1234/80 MB-1262/80 MB-1263/80 MB-1369/80 Tubo de concreto simples de seção circular para águas pluviais (NBR9793). no mínimo. de seção circular. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 2.1 As manilhas ou tubos de concreto simples obedecerão à EB-6/86 (NBR9793). Tubo de concreto . Tubo de concreto armado. para esgoto sanitário . Tubos de concreto armado de seção circular para esgoto sanitário (NBR8890). para esgoto sanitário . para esgoto sanitário determinação da resistência à compressão diametral (NBR-8891) Tubo de concreto simples ou armado. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. de seção circular. para esgoto sanitário determinação da resistência à compressão diametral (NBR-8894) Tubo de concreto simples ou armado. para as Classes C1 ou C2. aos seguintes limites: Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Tubo de concreto simples. II e III.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Tubos e Conexões de Concreto E-IHI.determinação do índice de absorção de água (NBR-8892) Tubo de concreto simples ou armado. Anel de borracha destinados a tubos de concreto simples ou armados para esgotos sanitários . de seção circular. de seção circular. Tubo de concreto armado . para esgoto sanitário (NBR-8889). e satisfarão.Proibida a reprodução sem autorização.verificação da permeabilidade (NBR-9796). de seção circular.10 1. Tubo de concreto simples.verificação da estanqueidade de junta elástica (NBR-8895).verificação da permeabilidade (NBR-8893). Partes I.determinação da absorção de água (NBR7531). sob o número 218504 . Capital Federal.determinação da resistência à compressão diametral (NBR-6583).determinação do índice de absorção de água (NBR6586).

MB-17/86 (NBR-6583) . MB-227/86 (NBR-6586) e ao MB-113/86 (NBR-9795) . Capital Federal. Poderão atender às Classes CA-1.2 Os tubos de concreto armado obedecerão à EB-103/86 (NBR-9794).diâmetro interno e/e' – espessura mínima De . mínimo (mm) Classe Classe C1 C2 Bolsa Luva 60 60 60 60 60 120 120 120 120 120 1120 1200 1240 1280 1360 1400 1500 1550 1600 1700 150 200 225 250 300 0. conforme for especificado.continuação E-IHI. a que se refere a alínea "c".75 e 375 400 450 500 600 365 390 440 488 588 30 32 36 40 48 459 I 488 544 602 716 469 498 I 544 612 726 70 70 70 70 70 120 120 120 150 150 1520 1600 1800 2000 2400 1900 2000 2250 2500 3000 Dn . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.diâmetro nominal (interno) Di/D'i .diâmetro externo 2. CA-2 ou CA-3. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização. aos seguintes limites: Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . no mínimo.10 TUBO Dn (mm) Di (mm) 145 195 220 245 290 e (mm) 25 25 25 25 26 De (mm) 216 266 293 318 372 D’i (mm) 226 276 303 328 382 BOLSA OU LUVA e’ (mm) RESISTÊNCIA MÉDIA (kg/m) Compr. ficará a critério da FISCALIZAÇÃO. e satisfarão. do artigo 6 da EB-6/86 (NBR-9793) . II e III. 2. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 A escolha do método de ensaio.

II e III. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • Acarita . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.continuação E-IHI. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal. Partes I.10 Di (mm) classe CA-1 300 350 400 450 500 600 700 800 900 1000 1100 1200 1300 1500 1750 2000 1400 1550 1750 1900 2050 2400 2800 3200 3600 4000 4400 4800 5200 6000 7000 8000 CARGA MÉDIA DE TRINCA (kgf/m) classe CA-2 2000 2150 2350 2500 2650 3000 3350 4000 4650 5650 6650 7650 86S0 10650 13350 16000 classe CA-3 6000 6600 7300 8600 9300 10600 12000 13000 14650I 16650 19350 CARGA MÉDIA DE RUPTURA (kgf/m) classe CA-1 2100 2350 2600 2850 3100 3600 4200 4800 5400 6000 6630 7200 7800 9000 10500 12000 classe CA-2 3000 3250 3500 3750 4000 4500 5000 6000 7000 8500 10000 11500 13000 16000 20000 24000 classe CA-3 9000 10000 11000 13000 14000 16000 18000 19500 22000 25000 29000 COMPRIMENTO MÍNIMO (mm) Bolsa 60 60 70 70 70 70 75 75 75 80 80 90 90 90 100 100 Luva 120 120 140 140 140 140 150 150 150 160 160 180 180 180 200 200 F (mm) 15 15 15 20 20 20 20 20 20 20 20 25 25 25 25 25 Di . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização.folga mínima entre ponta e bolsa (ou luva) 3. Albino Mendes & Cia.. Ltda.diâmetro interno F . sob o número 218504 .Artefatos de Concreto Armado Santa Rita Ltda.

dimensões (NBR-10158).11 1. sob o número 218504 . Revestimento de argamassa de cimento em tubos de ferro fundido dúctil (NBR-8682).formatos e dimensões (NBR-8161). sob pressão. Junta elástica para tubos e conexões de ferro fundido dúctil (NBR-7674). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Tubo e conexão de ferro fundido para esgoto (NBR-9651). Conexão de ferro fundido dúctil (NBR-7675) Tubo de ferro fundido dúctil centrifugado com flanges roscados ou soldados (NBR-7560). de ponta e bolsa. Projeto e execução de tubulações de ferro fundido centrifugado.ensaios mecânicos (NBR-10159). II e III.Proibida a reprodução sem autorização. Tampão circular de ferro fundido . Tubos e conexões de ferro fundido para esgoto e ventilação . para líquidos sob pressão com junta não elástica (NBR-7661). redes coletoras de esgoto e interceptores . Tampão circular de ferro fundido (NBR-10160). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Tubos e Conexões de Ferro Fundido E-IHI. Junta elástica de tubos de ferro fundido centrifugado .diâmetros nominais (NBR7968). Tubos de ferro fundido dúctil centrifugado para canalizações sob pressão (NBR-7663). Capital Federal. Anéis de borracha para juntas de tubos de ferro fundido centrifugado ensaios (NBR-7588). Junta mecânica para conexões de ferro fundido dúctil (NBR-7677). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. de ponta e bolsa. Tubo de ferro fundido dúctil centrifugado para pressão de 1 MPa (NBR8318). Partes I. Tubulação de saneamento nas áreas de redes de distribuição. Arruelas de borracha para vedação de flanges de tubos de ferro fundido. Anéis de borracha para junta elástica e mecânica de tubos e conexões de ferro fundido dúctil e cinzento (NBR-7676). NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. para condução de água fria. Tubo de ferro fundido centrifugado para líquidos sob pressão com junta elástica (NBR-7662). haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-43/82 EB-137/82 EB-303/81 EB-618/87 EB-1273/81 EB-1324/87 EB-1325/90 EB-1326/82 EB-1327/82 EB-1451/83 EB-1452/83 EB-1702/86 MB-312/82 MB-313/82 MB-825/87 NB-126/89 PB-15/82 PB-77/71 PB-80/68 PB-263/87 PB-798/80 Tubo de ferro fundido centrifugado.ensaio de estanqueidade (NBR-7666). Tampão circular de ferro fundido . adutoras. Conexão de ferro fundido cinzento (NBR-7669).

às características gerais dos tubos. 3.0 PESO (kg/m) 11 13 16 22 28 35 3.1 7.continuação E-IHI.5 9. JUNTA DE CHUMBO • • • Cia. sob o número 218504 . Classe A. Metalúrgica Barbará. 2. Serão centrifugados. JUNTA ELÁSTICA • • Cia. ou do tipo esgoto. Fundição Tupy S. Ferro Brasileiro.1 TIPO PRESSÃO.1 8. no que lhes for aplicável.2 TIPO PRESSÃO.4. de ponta e bolsa. sob a marca "Elasty-Junta".A. Classe A. Metalúrgica Barbará. com as seguintes características dos tubos: Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 CONEXÕES As conexões para as canalizações de ferro fundido obedecerão. O revestimento interno será dos tipos betuminoso ou cimentado por centrifugação. Capital Federal.11 2. Ferro Brasileiro. revestimento interno tipo betuminoso ou cimentado.6 6 6 6 ESPESSURA DA PAREDE (mm) 7. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 3. com as seguintes características específicas dos tubos: DIÂMETRO NOMINAL (mm) 50 60 75 100 125 150 COMP. com junta elástica ou de chumbo. ÚTIL (m) 3 3 3 . pintados externamente com tinta anticorrosiva.. Cia.6 8. II e III.Proibida a reprodução sem autorização. 2.3 7. sob a marca “Ferroflex". Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS TUBOS Os tubos de ferro fundido poderão ser do tipo pressão. Cia.

Cia. Série Extra-Forte. Ferro Brasileiro.11 DIÂMETRO NOMINAL (mm) 50 60 75 100 125 150 COMP. Metalúrgica Barbará.Proibida a reprodução sem autorização.1 8. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.6 8. com as seguintes características especificas dos tubos: DIÂMETRO NOMINAL (mm) 50 75 100 150 COMP.. tipo "JR".5 9.1 7.3 7.A. Partes I. Capital Federal. Fundição Tupy S. II e III. sob o número 218504 . ÚTIL (m) 3 3 3 6 PESO (kg/m) 6 6 11 18 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .continuação E-IHI. Fundição Vitória Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.0 PESO (kg/m) 10 12 15 20 26 32 3..3 TIPO ESGOTO • • • • Cia. ÚTIL (m) 3 3 3 3–6 6 6 ESPESSURA DA PAREDE (mm) 7.

verificação da uniformidade do revestimento (NBR-7400). MB-25-IV/90 PB-14/83 PB-110/82 1.revestimento de zinco por imersão a quente verificação da espessura do revestimento por processo não destrutivo (NBR-7399). Produto de aço ou ferro fundido . Tubos de aço ponta e bolsa. Produto de aço ou ferro fundido . dimensões e tolerâncias (NBR-6414). Produto de aço ou ferro fundido . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . ISO-R-7. Teste hidrostático de 5 MPa. para junta elástica (NBR-9914). Rosca para tubos onde a vedação é feita pela rosca .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Tubos e Conexões de Ferro Galvanizado E-IHI. Tubo de aço-carbono com requisitos de qualidade para condução de fluidos (NBR-5590). conforme BS-1387-1967 e Leve II.12 1.1. CLASSES CLASSE LEVE E CLASSE LEVE II Classe Leve.1 1.revestimento de zinco por imersão a quente verificação da aderência (NBR-7398). 1. Capital Federal. Produtos de aço ou ferro fundido . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. ar e vapor de baixa pressão em instalações industriais (NBR-5622).2 1. Tubos de aço para usos comuns na condução de fluidos (NBR-5885). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Conexão de ferro maleável para tubulações . para condução.2 1. especial atenção para o contido nas seguintes: EB-182/84 EB-331/85 EB-332/82 EB-344/90 EB-363/82 EB-554/82 EB-1781/87 EB-1782/87 MB-25-I/90 MB-25-II/90 MB-25-III/90 Tubos de aço-carbono para rosca Whitworth gás para usos comuns na condução de fluidos (NBR-5580). ISO-65-1973.1. utilizado em baixa temperatura (NBR-5602).Proibida a reprodução sem autorização.designação.1 TUBOS NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Tubo de aço com e sem costura. haverá particular atenção para o disposto nas BS-13871967.2. II e III.revestimento de zinco por imersão a quente (NBR-6323). ASTM-A-120-SCH-40 e DIN-2440. Partes I.1 Dentre as normas estrangeiras.classe 10 (NBR-6943). conforme ISO-65-1973.revestimento de zinco por imersão a quente . Tubo de aço-carbono com costura helicoidal para uso em água.revestimento de zinco por imersão a quente determinação da massa por unidade de área (NBR-7397). sob o número 218504 . Produto de aço ou ferro fundido . Anel de vedação de borracha para junta elástica de tubos e conexões de aço ponta bolsa (NBR-9915).

O peso da camada protetora de zinco não poderá ser inferior a 0. Teste hidrostático de 5 MPa. 1.05 g/cm². integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.65 2.3 ROSCAS As roscas dos tubos galvanizados serão do tipo cônica. Teste hidrostático de 7 MPa 1. MB-25-I/90 (NBR-7397) a MB-25-IV/90 (NBR-7400) . de acordo com as normas EB344/90 (NBR-6323) .2.520 4. DIN-2440.continuação E-IHI.Proibida a reprodução sem autorização. NOMINAL (mm) 27 34 42 48 60 76 89 ESP.00 3. seguindo as especificações da BSP-Whitworth Gás e as normas PB-14/83 (NBR-6414) e ISO-R-7.5 1.452 2.746 3.12 1. Teste hidrostático de 5 MPa.25 3.4 CLASSE SCH 40 Conforme ASTM-A-120-SCH-40.66 3.451 6.179 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .5. 1.4 PROTEÇÃO Será do tipo "proteção catódica" por zincagem a quente.25 2. BS-1387-1967 e ISO-65-1973. Partes I. PAREDE (mm) 2.00 3.3 CLASSE MÉDIA Conforme EB-182/84 (NBR-5580). valor resultante da divisão do peso total do zinco aplicado pela área total da superfície galvanizada. Capital Federal.136 2.106 7. 1.25 PESO TEÓRICO (kg/m) 1.1 PESOS E ESPESSURAS CLASSE LEVE E CLASSE LEVE II DIÂM. 1. conforme EB-182/84 (NBR-5580) e Leve I.2.2. II e III. sob o número 218504 . conforme ISO-65-1973. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2 CLASSE LEVE E CLASSE LEVE 1 Classe Leve.

995 1.35 3.25 3.282 1.65 3.5.25 3.794 8.3 CLASSE MÉDIA DlÁM. PAREDE (mm) 2.00 3.65 2.25 3.787 6.599 4.670 2.00 3.377 3. Partes I.25 3. NOMINAL (mm) 21 27 34 42 48 60 ESP.05 PESO TEÓRICO (kg/m) 1.65 4.2 CLASSE LEVE E CLASSE LEVE 1 DIÂM.5.292 3.319 6. NOMINAL (mm) 21 27 34 42 48 60 76 89 ESP.65 4.833 2.633 3.25 3.65 3.452 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.65 3.520 4.131 1.Proibida a reprodução sem autorização.12 1.25 2.65 3.106 7.066 3.140 5.4 CLASSE SCH 40 DIÂM.5. NOMINAL (mm) 21 27 34 42 48 60 76 89 ESP. sob o número 218504 . PAREDE (mm) 2. PAREDE (mm) 2. II e III.00 3.25 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.782 5.65 PESO TEÓRICO (kg/m) 1.continuação E-IHI.05 PESO TEÓRICO (kg/m) 1.803 1.764 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal.295 1.547 3.00 3.

5 MPa. conforme PB-156/85 (NBR-6925). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização. carbono e silício.A. sob o número 218504 . Conexões de Aço.) B. Partes I. Conexões de ferro fundido maleável com rosca ANSI/ASME B1.05 g/cm². 2.4 ROSCAS As roscas das conexões Classe 10 obedecerão ao padrão Whitworth.2 Dentre as normas estrangeiras.) B.1 2. O peso da camada protetora de zinco não poderá ser inferior a 0.. 2.3. 2. após tratamento térmico adequado. PRODUTOS/FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: 3. valor resultante da divisão do peso total do zinco aplicado pela área total da superfície galvanizada. as roscas serão do tipo "rosca integrada". com teor acima de 2% de carbono.1.2 2.classe 10 (NBR-6943). de acordo com a ABNT. haverá particular atenção para as seguintes PB-14/83 PB-110/82 PB-156/85 Rosca para tubos onde a vedação é feita pela rosca .1.0 MPa. Siderúrgica Mannesmann.A. ao padrão N.classe 2.A. e as roscas das conexões Classe 20. obtida por fusão. para aplicações até 14. dimensões e tolerâncias (NBR-6414).designação. Capital Federal. Conforja S.1. ANSI (A.S.20. II e III. para aplicações até 2. de acordo com a PB-110/82. 2.1 TUBOS SEM COSTURA • • Cia.T.16.0 MPa .tipos. apresenta grafita do tipo nodular. A liga. formas e dimensões.. DEFINIÇÃO O ferro maleável preto é uma liga constituída basicamente de ferro. apresentando.continuação E-IHI. haverá particular atenção para o disposto nas ANSI (A. 2. Conexão de ferro maleável para tubulações . DIN-2999 e ISO-R-7.3 CLASSES As conexões de ferro maleável.S. na solidificação. 3. serão da Classe 10. e da Classe 20. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.5 PROTEÇÃO A proteção do FMP da corrosão será do tipo "proteção catódica" por zincagem a quente. Construtivamente. DIN-2950.1 para tubulações . todo o carbono na forma combinada.P.12 2.2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1 CONEXÕES NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.

.A.3 CONEXÕES • Fundição Tupy S.continuação E-IHI. Persico Pizzamiglio S. Conforja S. sob as marcas "Conexões de Maleável 150-Classe 10" e "Conexões AP (Alta Pressão)". Conexões de Aço.A...Tubos e Perfilados da Bahia S. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 3. Cia.A. Partes I. Siderúrgica Mannesmann. II e III.2 TUBOS COM COSTURA • • • • • Apolo Produtos de Aço S.A. Tuperba . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização.A. sob o número 218504 .12 3.

6 150 3.6 26.1 135.6 24.0 9.8 71. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.70 139.4 55.4 21.0 80.70 139.9 9.70 139.6 6.7 11.3 4.1 17.70 139.70 139.8 25.5 100 3. Indústria e Comércio.8 116. tubos e conexões de fibra de vidro são aqueles fabricados com argamassa de resina termoestável.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Tubos e Conexões de Fibra de Vidro E-IHI.9 40 3.4 51.70 10 3.0 74.3 4. para tubos com diâmetro interno de 100 mm e.9 14. Comprimento útil de 3 m.3 22. para os demais.0 72. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .70 139.0 29.70 139.5 78.8 113.9 11.1 14.6 26.8 29. EXTERNO DA BOLSA (mm) ESP.4 99. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DIÂM.3 5.8 32.9 11.8 29.2 122.7 45.9 7.9 14.70 139.4 56. Capital Federal.70 139.3 104.6 100 150 200 250 300 350 400 450 500 550 600 700 800 920 1000 1100 1200 149 223 270 320 386 437 488 539 597 635 699 803 920 1039 1143 1227 1364 • • 3.1 126.9 17.6 4.0 8.3 20.2 57. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Polyarm S.5 64.5 COMPR. DA PAREDE (mm) 3.9 22.8 29.A.4 83.70 139.0 42.8 27.0 120 3.0 8.5 43.0 142.0 35. 2.0 67.9 8.9 11.5 11.1 6.4 19.3 5.70 139.1 16.0 7.0 39.95 139.9 11.9 14. A classe define a pressão de serviço em metros de coluna d'água.4 21.70 139.0 53.2 90.4 19. reforçada por filamento de fibra de vidro e areia.6 24.6 4.9 14.1 16.7 49.3 45.8 32.5 85.9 10.70 139. sob o número 218504 .6 26.4 93. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.9 21.9 14.8 26.9 14.7 116. Partes I.4 PESO (kg/m) CLASSE 80 3.1 16.0 32. de 6 m. INTERNO (mm) DIÂM.0 7.0 8.7 45.1 5. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.8 5.0 8.0 7. INTERNO DA BOLSA (mm) 68.4 56.0 8.0 7.70 139.1 23.0 98.0 7.0 7.3 26. II e III.0 115.70 139.9 11.Proibida a reprodução sem autorização.13 1.3 4.3 23.3 30.6 24.0 195.3 26.

Plásticos rígidos . Plásticos . Plásticos . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.14 1.Proibida a reprodução sem autorização. Tubos de PVC rígido .determinação da dureza tipo Barcol (NBR-9629).atmosferas-padrão para condicionamento e ensaio (NBR7452). Partes I.determinação das propriedades de flexão (NBR-7447).determinação da resistência ao impacto IZOD (NBR8425). Plásticos . polímeros e copolímeros contendo cloretos e seus compostos através do método de descoloração (NBR-7147).determinação da estabilidade térmica do PVC.determinação da flamabilidade (NBR-7356). haverá particular atenção para o disposto nas seguintes EB-183/77 EB-1300/82 MB-355/64 MB-519/77 MB-534/77 MB-1123/77 MB-1378/80 MB-1561/81 Tubos de PVC rígido para adutoras e redes de água (NBR-5647). Plásticos rígidos .verificação da estabilidade dimensional (NBR5687). Plásticos . Capital Federal. Plásticos rígidos .determinação da densidade pelo método do gradiente de densidade.determinação da dureza shore (NBR-7456). NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes as assunto.determinação da dureza por penetração da esfera (NBR9624). Plásticos .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Tubos e Conexões de Plástico E-IHI.determinação das características em compressão (NBR9628). rosqueada. Plástico . Plásticos .determinação da absorção da água (NBR-8514). sob o número 218504 . Tubo de PVC rígido .resistência ao calor (NBR-6476). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Plásticos . Plásticos .determinação da estabilidade dimensional sob calor pelo método de Martens (NBR-10438).determinação da pressão interna instantânea de ruptura (NBR-5683).determinação das propriedades mecânicas à tração (NBR9622). Plásticos rígidos . Plásticos . Execução de tubulações de pressão de PVC rígido com junta soldada. II e III. ou com anéis de borracha (NBR-7372). Tubos de PVC rígido . MB-1642/81 MB-1660/82 MB-1694/82 MB-1990/84 MB-2381/85 MB-2383/85 MB-2421/85 MB-2422/85 MB-2423/85 MB-2440/86 MB-2747/67 NB-115/64 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Plásticos .determinação da dureza Rockwell (NBR-9630).determinação da resistência ao impacto Charpy (NBR9564).

7 21. 2. do tipo pesado.Proibida a reprodução sem autorização.965 g/cm³) e de polietileno de baixa massa especifica (0. TABELA I TUBOS COM JUNTAS SOLDÁVEIS Diâm. ext.925 g/cm³) com as respectivas juntas.75 MPa Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I.2 Para instalações prediais de água fria. rígido.280 0.750 2.650 0. os tubos de PVC serão da Série A.920 1.0 3.4 3. II e III. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.5 2.295 0.7 2. parede (e) (mm) 2. 0.5 6. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.300 3.6 3.6 4.4 33.1 2. Capital Federal.9 113.2 47.5 1.5 Esp.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão de cloreto de polivinila (PVC).700 3/8 1/2 3/4 1 1 1/4 1 1/2 2 2 1/2 3 4 Pressão de serviço: 0.7 6.450 0.1 Peso médio aprox.2 7.2 3.430 0. conforme EB-183/77 (NBR-5647).760 2.370 1. médio (mm) 16 20 25 32 40 50 60 75 85 110 Esp.105.6 Peso médio aprox. ext.820 1. sob o número 218504 .0 4.140 0. 2.660 0.6 75. mín. médio (mm) 16.14 NB-125/64 Execução de tubulações de pressão de polietileno de alta massa especifica (0.941 a 0.950 TABELA I TUBOS COM JUNTAS ROSQUEÁVEIS Diâm.1 87.2 42. (kg/m) 0.0 2. mín.118 0.2 4.133 0. parede (e) (mm) 1.continuação E-IHI. Plásticos (NBR-9633).2 26.220 0.8 59.5 4. e terão as seguintes espessuras e pesos: REFERÊNCIA pol.910 a 0. TB-162/85 2. Os tubos serão testados com a pressão mínima de 5 MPa. (kg/m) 0.170 1.6 5.5 1.

06 3.802 - 50 75 1. II e III.8 Peso médio aprox.A.06 100 1.8 Peso médio aprox.06 2.6 1.414 0.A.00 Espessura (mm) 1.806 0.06 2.00 6. Capital Federal.7 1. Partes I.00 6.3 Para instalações prediais de esgoto primário.06 3. Hansen Industrial . FABRICANTES Consideram-se análogos os tubos de plástico fabricados por: • • • Brasilit S. os tubos de PVC terão as seguintes espessuras e pesos: TUBOS COM PONTA E BOLSA Diâmetro (mm) 40 Comprimento (m) 3.Proibida a reprodução sem autorização.2 TUBOS COM PONTAS LISAS Diâmetro (mm) 40 Comprimento (m) 6.6 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Serão fabricados pelo sistema de solda ou pelo de injeção.06 2.00 Espessura (mm) 1.7 1. os tubos de PVC terão as seguintes espessuras e pesos: Diâmetro (mm) TUBOS COM BOLSA E VIROLA EM UMA DAS PONTAS Comprimento Espessura (m) (mm) 1.Tigre.06 1. em se tratando de bitolas até 50 mm.690 1.continuação E-IHI.804 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.8 1.870 1.510 TUBOS COM PONTAS LISAS Comprimento (mm) 6. sob o número 218504 .8 1. (kg/m) 0.590 0.194 0.7 1. Fortilit S.626 1. às características gerais dos tubos.14 2.6 1.6 1. 3. Cia. (kg/m) 0.4 Para instalações prediais de esgotos secundários. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.7 1.216 1.390 0. naquilo que lhes for aplicável.5 As conexões de plástico para canalizações obedecerão.06 3.00 Espessura (mm) 1 2.06 2.

.4 VÁLVULA DE RETENÇÃO As válvulas de retenção com rosca serão inteiramente de bronze ou ferro fundido. latoado ou pintado. "balão chato" .2 REGISTRO DE GAVETA E DE PRESSÃO Serão especificados para cada caso particular. com flutuador de chapa de cobre. considerada a pressão de serviço projetada. 2. 1.Proibida a reprodução sem autorização. Duratex S. latão repuxado.. 1. Indústria e Comércio.A. 1. "meio balão". PRODUTOS/FABRICANTES Consideram análogos os produtos fabricados por: 2.2 REGISTRO DE GAVETA E DE PRESSÃO • • • • • Cia. Importadora & Industrial Dox. Metalúrgica Triângulo S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.válvula de vedação e haste de metal fundido."balão inteiro". sob o número 218504 . Partes I.5 VÁLVULA DE DESCARGA Serão com corpo de bronze ou latão fundido.1 VÁLVULA DE BÓIA • • • Cipla S. Poderão ser utilizadas válvulas de bóia tipo flutuador de plástico. do tipo vertical ou horizontal. conforme especificação.A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A. com vedação de borracha ou bronze.A. "balão oval". Dal-Docol Comércio de Produtos Sanitários Ltda. com ou sem registro acoplado As canoplas poderão ter acabamento cromado. As válvulas com flange serão de ferro. 1. ou poliestireno expandido ..MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Válvulas e Registros E-IHI. Fabrimar S. Metalúrgica Barbará. Cia.. Capital Federal.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS VÁLVULAS DE BÓIA Serão do tipo reforçado.A. II e III. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3 VÁLVULA GLOBO Serão de metal fundido ou forjado ou de ferro fundido. 1. Duratex S. com vedação de metal contra metal.15 1.

Metalúrgica Triãngulo S. Niágara S. Comércio e Indústria. 2. Duratex S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A.4 VÁLVULA DE RETENÇÃO • • Cia.A.A. Fabrimar S.. 2. Niágara S. VÁLVULA GLOBO • • • • Cia.3 Metalúrgica Becker Ltda.continuação E-IHI. II e III.. Indústria e Comércio. Comércio e Indústria.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I.15 • • • 2. Capital Federal..A. Niágara S. Importadora e Industrial Dox. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Fabrimar S. Comércio e Indústria. sob o número 218504 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A. Importadora e Industrial Dox.A..5 VÁLVULA DE DESCARGA • • • Dal-Docol Comércio de Produtos Sanitários Ltda.A.. Duratex S. Indústria e Comércio.A.

composição pastosa neutra destinada a facilitar a operação de encaixe dos tubos. Fundição Tupy S. para execução de juntas rígidas. • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob a marca "Fita Vedarosca Cora1". gases.1 VEDANTES • Cia. solventes. sob as marcas "Pasta de Vedação Dox". para rejuntamento de manilhas de barro e tubos de concreto armado e "Estopas Amealhar Alcatroada".2 SIMILARES • Asfaltos Vitória Ltda. Cia.Proibida a reprodução sem autorização. Metalúrgica Barbará. sob o número 218504 . gases e solventes à base de petróleo. água e águas pluviais.. Firlon S.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Tintas Coral S.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Vedantes e Similares E-IHI. destinados a garantir a estanqueidade dos circuitos hidráulicos. 2. e "Lubrificante Barbará". sob a marca "Fita de Firlon". óleo. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 2. sob a marca "Vedante Para Roscas Tupy". Importadora & Industrial Dox.A. Partes I.A. entende-se por vedantes e similares os produtos em forma de fitas. de PTFE. não recomendada para uso em presença de álcool e "Fita Vedante de Teflon".. sob as marcas "Massa Epóxi Barbará" nos componentes "A" e "B". • • • 2. II e III. Capital Federal. ar. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. ácidos. fibras ou pastas. para vedação de juntas de circuitos de vapor. Vedações Industriais. água.16 1. ar. recomendada para vedação de juntas de circuitos de vapor.A. consistindo de fibras longas de juta impregnadas com alcatrão de hulha para rejuntamento de manilhas e tubulações de esgoto. sob as marcas "Asfalto para Junção de Manilhas".. etc.

2. em especial as relacionadas a seguir: NB-30/84 NB-38/84 PB-1448/89 TB-6/77 Projeto. 2. incluindo todos os elementos a acessórios exigidos nas NB-30/84 (NBR-7192) e PB-1448/89 (NBR-10982).1. todos com acionamento elétrico.7 As portas de pavimento e de cabina serão do tipo corrediça horizontal. limitando-se o uso de portas de eixo vertical a casos específicos.3 2. ou por corrente contínua.1. O acionamento dos elevadores poderá ser por corrente alternada com duas velocidades. fabricação e instalação de escadas rolantes (NBR-8900). Capital Federal. corrente contínua: 10 mm. Os quadros de comandos deverão ser eletrônicos e com tecnologia atual.1 2. II e III. exceto guando especificado de modo diverso. A porta de pavimento será fechada simultaneamente com a da cabina. Projeto. de acordo com as normas da ABNT atinentes ao assunto.5 2. com abertura central ou lateral.1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalações de Transporte Vertical Elevadores.2 2.4 2.dispositivo de operação e sinalização (NBR10982).1. sendo que tanto a abertura quanto o fechamento serão automáticos. por corrente alternada com controle eletrônico de velocidade.1. As máquinas e equipamentos terão fator de potência >= 0. da última geração existente no mercado. Elevadores elétricos .Proibida a reprodução sem autorização. Monta-Cargas e Escadas Rolantes E-ITV. conforme definido no projeto. fabricação e instalação de elevadores (NBR-7192). O nivelamento das cabinas em relação aos diversos pavimentos será automático e não deverá exceder às seguintes tolerâncias com carga total: • • • corrente alternada com 2 velocidades: 25 mm. Os elevadores deverão possuir comando automático e coletivo seletivo na subida e na descida.1.8 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . corrente alternada com controle eletrônico de velocidade: 10 mm.6 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS ELEVADORES DE PASSAGEIROS Os elevadores serão fornecidos completos.01 1. A porta de cabina será acionada por um operador elétrico.92. são considerados equipamentos de transporte vertical os elevadores. 2. através de um engate mecânico.1. 2. monta-cargas e as escadas rolantes. Partes I. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.1 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 .1. Elevadores elétricos (NBR-5666).

ESCADAS ROLANTES Serão fornecidas completas. com botões de chamada e sinalização luminosa.1. onde deverão existir botões que permitam chamar e enviar a cabina para o andar desejado. iluminação de emergência da cabina.1.2 2. ficando ela bloqueada até que a porta seja aberta. 2. Indústrias Villares S.Elevadores Atlas.2. indicador de posição na cabina e em todos os pavimentos. intercomunicação de emergência (interfone ou telefone) entre a cabina. Partes I.Proibida a reprodução sem autorização. Elevadores Sur S. só permitindo nova operação através de comando manual exclusivo (clave bombeiro).1 2. Em cada pavimento deve ser instalado um sinalizador luminoso e sonoro para avisar a chegada da cabina. O seu dimensionamento deverá atender ao fluxo de passageiros e desníveis entre pavimentos previstos no projeto.01 2. Indústria e Comércio. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. indicador luminoso e sonoro de aproximação (gongo) em cada parada.. O bloqueio deverá ser temporizado. sem paradas.10 A instalação de transporte vertical será dotada de sistema de emergência que possibilite o tráfego automático do carro ao pavimento térreo.CARGAS Os monta-cargas deverão obedecer às exigências da NB-30/84 (NBR-7192). Serão exigidos no mínimo os seguintes dispositivos: • • • • • • botoeira de cabina com sinalização luminosa.3 2. FABRICANTES Admite-se o uso de equipamentos de transporte vertical fabricados por: • • • • • Elevadores Kone Ltda. Elevadores Otis Ltda. A cabina deverá ser suspensa por no mínimo 2 cabos de aço.2. botoeira de pavimento em cada parada. mantido o coeficiente de segurança previsto na norma para cada cabo. botões para abertura e fechamento manual da porta e chave geral do painel. Capital Federal. botão de alarme.2. contendo botões de paredes.2 2. A sua composição e acabamento deverá atender às determinações do PROPRIETÁRIO. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . casa de máquinas e portaria. sob o número 218504 . .9 Os dispositivos de operação e sinalização instalados nos elevadores deverão atender à padronização da ABNT.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A..4 2. II e III.2.. Serão utilizadas portas do tipo corrediça vertical (guilhotina). para evitar que a cabina fique retida indeterminadamente. Elevadores Schindler do Brasil S. MONTA. O comando será automático através de botoeiras externas em cada pavimento. 2.A. incluindo todos os elementos e acessórios exigidos na norma.3 3.continuação E-ITV.

IMP . Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A. II e III. Icofrisa S. 1.. O perfil das juntas será apropriado para garantir perfeita aderência com a pavimentação a que se integram. este último para pisos de alta resistência. 1.Proibida a reprodução sem autorização.2 2. Serão fabricadas em várias cores e dimensões.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA As juntas serão confeccionadas em poliestireno "standard" ou "alto impacto". Perfilados Plásticos.01 1.Indústria de Material Plástico Ltda.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Juntas Dilatação Poliestireno (Plástico) E-JUN. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 .. Grani-Torre Indústria e Comércio Ltda. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • Auraplast Indústria e Comércio Ltda. Partes I.

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Ladrilhos Hidráulicos E-LAD. 2.formatos e dimensões (NBR-9459). cores firmes e uniformes. Capital Federal. os ladrilhos terão sido submetidos a forte compressão. Adicionam-se à camada superior os corantes necessários à formação dos desenhos (vide E-COR. Partes I.Proibida a reprodução sem autorização. CDR .01).. isentos de cal. sob o número 218504 . Antes da cura em ambiente úmido.01 1. prensados. Ladrilho hidráulico . FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • Albino Mendes & Cia. 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . de arestas vivas. Sociedade Imobiliária Brasileira de Lançamentos Indústria e Comércio Ltda. Assentamento de ladrilho hidráulico (NBR-9458). sendo a inferior constituída por argamassa A.4 (traço 1:4 de cimento e areia grossa) e a superior constituída por argamassa de cimento comum ou branco e areia fina. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Etergran Pisos Industriais Engenharia Ltda. Marmoraria Santo Antônio. perfeitamente maduros. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Serão fabricados em 2 camadas. II e III.3 3.2 2.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão de cimento e areia. desempenados e isentos de umidade. NORMAS As normas da ABNT atinentes ao assunto são as seguintes: EB-1693/86 NB-1024/86 PB-1237/86 Ladrilho hidráulico (NBR-9457). no mesmo traço. Ltda... perfeitamente planos..Industria e Comércio de Artefatos de Cimento Ltda. Fulget Industrial e Comercial Ltda.

Piso cerâmico . Piso cerâmico .. Cerâmica Porto Ferreira S...A. 2.. Cerâmica Portobello S. Capital Federal.determinação da resistência ao desgaste por meio de abrasão (NBR-6481). blocos e pastilhas.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os ladrilhos. placas.determinação da absorção de água (NBR-6480). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. a 120°C.A. NORMAS As normas da ABNT atinentes ao assunto são as seguintes: EB-648/75 MB-848/86 MB-849/75 MB-850/85 PB-314/85 TB-118/85 Ladrilho cerâmico não esmaltado (NBR-6455). Quando fraturados. equilíbrio biscoito-esmalte: devem suportar 4 testes sucessivos de autoclave a 0..A.A.determinação das dimensões (NBR-6482).02 1. 2.5 MPa em atmosfera saturada. resistência à flexão (biscoito) : 15 a 20 MPa. recusando-se todas as peças que apresentem a mais leve diferença de tonalidade. de massa homogênea e perfeitamente planos.formatos e dimensões (NBR-6501). Cerâmica Antigua Indústria e Comércio Ltda. Cerâmica Atlas Ltda. Cerâmica Saffran S.2 2. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • • • • Cecrisa . estabilidade dimensional: +/. durante 2 horas. As características técnicas dos ladrilhos cerâmicos esmaltados são as seguintes: • • • • dureza: 6 a 7 na escala de Mohs. A uniformidade de coloração dos ladrilhos destinados a um mesmo local será objeto de cuidadosa verificação sob condições e iluminamento adequados. Piso cerâmico (NBR-6504).0.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Ladrilhos Cerâmicos e de Porcelana E-LAD.. sob o número 218504 . Cerâmica e Velas de Ignição NGK do Brasil S. não apresentarão camadas ou folhelhos.Cerâmica Criciuma S. II e III. Cerâmica Jatobá S. Cerâmica Aurora.A. quer os de grês cerâmico ou de porcelana ou de feldspato serão bem cozidos. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A ..3 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Piso cerâmico . Ladrilho cerâmico não esmaltado .. 2. Partes I.04 cm em ladrilhos de 15 x 15 cm. quer os de terracota.A.Proibida a reprodução sem autorização.

A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Cerâmica São Caetano S. ..A. IASA Produtos Cerâmicos (Brennand).. Indústrias Matarazzo de Artefatos de Cerâmica S....Indústria de Azulejos Eliane. Partes I.Indústria Cerâmica do Paraná S. CESA . Maximiliano Gaidzinsk S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização.A.. Gail Guarulhos Indústria e Comércio Ltda~.Pedra Cerâmica Santo Antônio Ltda. Capital Federal. Klabin Cerâmica S. De Lucca Revestimentos Cerâmicos Ltda.02 • • • • • • • • • • • Cerâmica São Bento S.A.continuação E-LAD. Incepa .A. II e III..A. Oficina Cerâmica Francisco Brennand S.A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

2. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão do tipo ladrilhos em mosaico. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. perfeitamente moldados. "Vidrotil Téssera" e "Vetricolor". colados em papel. Partes I. sem apresentar qualquer variação perceptível de coloração entre as diferentes chapas destinadas a um mesmo conjunto. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Ladrilhos Vidro E-LAD. sob as marcas "Vidrotil". sem porosidade e não atacadas pela ação do ar marinho e ácidos em geral. Serão totalmente impermeáveis. Capital Federal.. sob o número 218504 . FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Vidrotil Indústria e Comércio Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização. II e III.03 1.

Exactomm Pré-Moldados de Concreto Ltda. prensado e sazonado (amadurecido).. As lajotas coloridas serão fabricadas com a adição de pigmento a toda a massa do concreto. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • • Blokret Industrial Ltda. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2.2 3.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As lajotas articuladas serão fabricadas com concreto perfeitamente vibrado. com a articulação feita pelo encaixe das faces salientes com as reentrantes. de concreto.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Glasser Pisos e Pré-Moldados Ltda. resistência mínima à compressão: 20 MPa. lajotas articuladas são as lajotas pré-fabricadas. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. sob o número 218504 . 2.01 1. 2.Proibida a reprodução sem autorização. faces laterais alternadamente reentrantes e salientes.. com formatos variados.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Lajotas Articuladas E-LAJ. Apresentarão as seguintes características: • • resistência média à compressão: 25 MPa.. Uni-Stein Pavimentação e Construção Ltda. Passareli & Neves Ltda. II e III. Capital Federal.

impregnado com resina melamínica e mais uma folha de papel transparente.2 3. estampável a frio e revestido de cobre. Capital Federal. Perstorp do Brasil Indústria e Comércio Ltda. V-1 e H) (NBR-5094). tipo XXXPC (NBR-5093). dito "overlay". sob o número 218504 . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . os laminados plásticos satisfarão às estabelecidas pela NEMA. na publicação LD 1-1964. Partes I.A. tipo XXXP (NBR-5093).1/82 Laminado fenólico à base de papel. resistente à chama e revestido de cobre. mais uma folha de papel opaco. NB-425-2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III.2/82 Laminado fenólico à base de papel. NB-425-2. estampável a quente e revestido de cobre.. 2.01 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob as marcas "Formiplac" e "Formipiso".. 2. sob as marcas "Fórmica" e "Pisofórmica".Proibida a reprodução sem autorização. Formiline S.3/82 Laminado fenólico à base de papel. tipo FR-2 (V-0. estampável a frio. dito decorativo. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • Cia. 2. DEFINIÇÃO Entende-se por laminado plástico termoestável o produto obtido pela ação conjunta de alta pressão e temperatura sobre 7 a 8 folhas de papel "kraft" impregnadas com resinas fenólicas. Química Industrial de Laminados.1 NORMAS As normas da ABNT atinentes ao assunto são as seguintes: NB-425-2. Formilam Indústria e Comércio Ltda. Além das normas acima.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Laminado Plástico Laminado Fenólico Melamínico Plástico Termoestável E-LAM.. sob a marca "Perstorp".

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A. A massa fibrosa é molhada com resina sintética e a seguir passada num túnel a temperatura elevada. Isolantes térmicos de lã de rocha . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Produto obtido pela fundição de minérios de diversas composições (dolomita. Isolantes térmicos de lã de rocha . A resina é polimerizada e atua como ligante das fibras. Isolantes térmicos de lá de rocha . sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização. A massa liquida é soprada continuamente com vapor.020 (mantas rígidas) e 0.500°C. Partes I. II e III. 2.°C (mantas flexíveis).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Lã de Rocha E-LAR.35 kcal. Capital Federal.) juntamente com carvão coque à temperatura de 1. Owens Corning Fiberglass Ltda.feltros.4 3. sob a marca "Thermax".flocos. formando a estrutura característica de lã de rocha.3 2.painéis.. 2. sob a marca "Eucaroc Painéis". Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Terá condutibilidade térmica compreendida entre 0.m/h. NORMAS São as seguintes as normas da ABNT atinentes ao assunto: EB-586/77 EB-590/89 EB-591/89 EB-592/89 Isolantes térmicos de lã de rocha . resfriando-se no ar à temperatura ambiente e transformando-se em pequenas fibras minerais cujo diâmetro médio é de 3 micra. diabásio.01 1.tubos. etc. 2. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produto fabricado por: • • Eucatex S.1 2. Indústria e Comércio.

determinação da tensão superficial (NBR-9669). entende-se por látex natural o exsudado vegetal obtido da "Hevea Brasiliensis". o qual contém de 30 a 40% de borracha. Látex sintético . entende-se por látex sintético uma emulsão de tipo vinílico à base de resinas estireno-butadieno.1 DEFINIÇÃO LÁTEX NATURAL Para efeito desta Especificação. NORMAS As normas da ABNT atinentes ao assunto são as seguintes: EB-226/89 MB-396/66 MB-2085/84 MB-2086/84 MB-2087/84 MB-2097/84 MB-2272/85 MB-2680/87 Látex concentrado de borracha natural.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Látex E-LAT. sob o número 218504 . Látex e copolímero SBR e NBR . Látex de borracha de estireno-butadieno . 1.determinação da viscosidade (NBR-9035) Látex sintético . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.determinação do teor de coágulos (NBR-9034). Látex concentrado de borracha natural . 2.Proibida a reprodução sem autorização.ensaios. Látex de borracha de estireno-butadieno . II e III.determinação de estireno residual (NBR-8915). Partes I.2 LÁTEX SINTÉTICO Para efeito desta Especificação. Látex sintético .01 1.determinação de gel (NBR-9951).determinação da estabilidade mecânica (NBR-9036). 1. Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

). Isolantes térmicos de lã de vidro . DEFINIÇÃO O material genericamente designado por lã de vidro é um conglomerado de fibras curtas. Por tratar-se de produto cancerígeno. Capital Federal.. máscaras.).feltros de lamelas (NBR-10412). Eucatex S.01 1. Vidrosa Fabricação brasileira Fibras de Vidro S. recomenda-se não empregá-lo em locais que possibilitem o retorno de partículas pelo sistema de ar condicionado (forros de lã de vidro. Isolantes térmicos de lã de vidro . Indústrias Reunidas Vidrobrás Ltda. indicando-se sua finalidade (isolamento térmico. em cordão.painéis. recobrimento e outros elementos necessários à perfeita identificação. sob a marca "Eucavid". NORMAS São as seguintes as normas da ABNT atinentes ao assunto: EB-324/89 EB-330/89 EB-374/89 EB-376/89 EB-1656/86 Cordões termo-isolantes de lã de vidro. sob a marca "Fibravid".3 3.. dimensões e condutibilidade térmica são definidas pelas normas da ABNT. enchimento. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. durante o seu manuseio. etc. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 . botas. etc. coeficientes impostos.flocos. em placas. etc.A. 3. Fiberglas Fibras Ltda. Vidraçaria Santa Marina.A. FABRICANTES/PRODUTOS Considerem-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • Cia. Isolantes térmicos de lã de vidro . em colchão. Isolantes térmicos de lã de vidro .. relação dos defeitos. Indústria e Comércio. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2. 3. possuindo as características estabelecidas nas normas da ABNT atinentes ao assunto. A classificação. Recomenda-se também a utilização dos equipamentos de segurança pessoal. condições específicas. camada antivibrátil. tais como luvas. II e III.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Lá de Vidro E-LAV. tratamento acústico de casa de máquinas de ar condicionado.Proibida a reprodução sem autorização.2 3.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As características da lá de vidro serão definidas para cada caso particular. qualidade.4 4. tipo de apresentação (a granel.). condições gerais.feltros. etc. 3. absorção acústica.

Barras e perfis de cobre para usos gerais (NBR-5027). excluído o cobre 2. Produtos e ligas de cobre (NBR-5019). Deve ser tratada com fósforo. NORMAS São as seguintes as normas da ABNT atinentes ao assunto: CB-48/82 EB-224/81 EB-272/80 EB-273/82 EB-274/82 EB-584/84 TB-50/82 Cobre . Capital Federal.tipos e ligas (NBR-7554). na ordem alfabética. A cada um desses elementos se agrega o valor de sua porcentagem nominal: • • bronzes binários: bronzes 95-5. bronze 92-4 zinco 4 e bronze 88-4 chumbo 4 zinco 4. Se se empregar o termo bronze sem agregado. sem costura . sob o número 218504 .2 3. 3. o estanho deve ser o elemento principal da liga. Tubo médio e pesado de cobre sem costura para condução de água (NBR-7542). 3. bronze são ligas de cobre e estanho com ou sem adição de outros elementos secundários. Tubo de cobre e suas ligas.01 1. outros elementos. Tubo de cobre e de ligas de cobre. agregam-se ao termo bronze os números que correspondem às percentagens nominais do cobre e do estanho. Bronze especial é a liga de cobre e estanho com outros elementos secundários. Outros elementos serão considerados como impurezas. bronze 92-5 chumbo 3. evaporadores e trocadores de calor (NBR-5029). Para se distinguir os diversos bronzes. II e III.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Bronze binário é a liga formada por cobre e estanho. Em seguida.Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. agregamse os símbolos dos outros elementos secundários presentes. sem costura. 3. pode conter fósforo em quantidades controladas. na ordem decrescente de sua importância ou.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . entende-se que se trata de bronze binário. se têm teores iguais.requisitos gerais (NBR5020). Se se trata de ligas que contêm.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Ligas Metálicas Bronze E-LIG. 92-8 e 90-10: bronzes especiais: bronze 94-5 chumbo 1. além de cobre e estanho. para condensadores. Partes I. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. 93-7. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Tubo de cobre sem costura para refrigeração e ar condicionado (NBR7541).

Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I. Impermetal Betina S. Capital Federal.A.continuação E-LIG. Metalina .. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.. Indústria e Comércio. Cobresul Indústria e Comércio Ltda.Metais e Ligas Ltda..A. Termobronze Metais e Ligas Ltda. sob o número 218504 . FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • • • • Bronze Metal S. Metal Certo Aços Ligas Ltda. II e III.. Metais Não Ferrosos.Proibida a reprodução sem autorização. Metaltubos Indústria e Comércio de Metais Ltda.01 4.

requisitos gerais (NBR5020).tipos e ligas (NBR-7554). sob o número 218504 .02 1. se forem de teor igual. 80-20. 87-13. latão 62-36 chumbo 2. entender-se-á que Se trata de latão binário. Se se trata de ligas que contêm. Para se distinguir os diversos latões. latão 71-28 estanho 1 arsênico. Tubos de cobre e suas ligas. Poderá conter outros elementos somente como impurezas.3 • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 65-35. 72-28. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Barras e perfis de cobre para usos gerais (NBR-5027). Partes I. 67-33. junta-se o valor da percentagem nominal: • • latões binários: latões 95-5. latão 60-38 chumbo 2. Tubo de cobre e de ligas de cobre. latões com chumbo: latão 65-33 chumbo 2. Tubo de cobre sem costura para refrigeração e ar condicionado NBR7541).2 3. latões especiais. além de cobre e zinco. zinco e chumbo. Latão especial é a liga de cobre e zinco com outros elementos com ou sem chumbo. Em seguida agregam-se os símbolos dos outros elementos secundários presentes na ordem decrescente de sua importância ou. A cada elemento desses. II e III. Capital Federal. o zinco deve ser o elemento principal. excluído o cobre.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Ligas Metálicas Latão E-LIG. sem costura . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. com alumínio. estanho e outros metais: latão 77-21 alumínio 2 arsênico. 63-37 e 60-40. latão 65-34 chumbo 1. para condensadores. na ordem alfabética. NORMAS São as seguintes as normas da ABNT atinentes ao assunto: CB-48/82 EB-224/81 EB-272/80 EB-273/82 EB-274/82 EB-584/84 TB-50/82 Cobre . agregam-se ao termo latão os números que correspondem às porcentagens nominais de cobre e zinco. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Se se emprega o termo latão sem agregado. 70-30.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Latão binário é a liga formada unicamente de cobre e zinco. latão 61-38 chumbo 1. latão 65-23 alumínio 5 manganês 4 ferro 3. etc.Proibida a reprodução sem autorização. 85-15. outros elementos. latão 58-40 chumbo 2 e latão 57-40 chumbo 3. separadas por um traço. 3. 3. 2. Latão com chumbo é a liga de cobre. latão 61-36 chumbo 3. Produtos e ligas de cobre (NBR-5019). 90-10. sem costura. Tubo médio e pesado de cobre sem costura para condução de água (NBR-7542). evaporadores e trocadores de calor (NBR-5029). latões são ligas de cobre e zinco com ou sem a adição de outros elementos secundários. 3.

PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • Aço Danúbio Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 .02 4. Capital Federal.. Metalúrgica Dulong Ltda.. Aluminox Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. Partes I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização. Prametal Aços Metais Ltda.continuação E-LIG..

2 3. será de pinus elliott.01 1. Madeiras brasileiras. NOMENCLATURA A fim de dirimir dúvidas. II e III. serão adotadas as seguintes equivalência de terminologia vulgar e botânica: 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2. A madeira de emprego provisório.Proibida a reprodução sem autorização. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: MB-26/40 NB-11/51 PB-5/45 TB-12/49 Madeira . eucaliptus ou equivalentes. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. NOME VULGAR Acapu Amendoim Angelim-Amargoso Angelim-Pedra Angelim Vermelho (comum) Angico Aguano Aroeira-do-Sertão Braúna Cabriúva Vermelha Canafístula CLASSIFICAÇÃO BOTÂNICA Voucapoua americana Terminalia Catappa L. Partes I. sendo admitido o uso de roliços desde que resistentes. caruncho ou broca. Cálculo e execução de estruturas de madeira NBR-7190). Andira anthelmintica Hymenolobium Petraeum Ducke Hymenolobium Excelsum Ducke Pithecolobium Polycephalum Benth Swietenia macrophylla king Astronium urundeuva Melanoxylon braúna Myroxylon balsamun Cassia Ferrugineo Scharad Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 . resistência ou aparência. tábuas. couçoeiras ou pernas. com as dimensões necessárias aos fins a que se destinam. em pranchões. Capital Federal. para andaimes. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. isenta de branco. bem seca. não ardida e sem nós ou fendas que comprometam sua durabilidade. 2.ensaios físicos e mecânicos (NBR-6230).1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Toda madeira para emprego definitivo será de lei. moldes e escoramentos. tapumes. Madeira serrada e beneficiada NBR-7203).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Madeira Natural E-MAD.

01 NOME VULGAR Canela-Parda Canela-Sassafrás Carvalho-Brasileiro Cedro-Aromático Cedro-Vermelho Cerejeira-Amarela Faveiro Freijó Gonçalo-Alves Imbuia Ipê-Tabaco Jacarandá-Caviúna Jacarandá-Preto Louro-Aritu Louro Pardo Louro-Rosa Macacaúba Massaranduba Mogno Muiracatiara Óleo Vermelho Pau-Marfim-do-Pará Pau-Cetim Pequiá-Cetim Peroba-do-Campo Peroba-Rosa Pinho-do-Paraná Sucupira-Parda Vinhático CLASSIFICAÇÃO BOTÂNICA Nectandra amara Ocotea pretiosa Euplassa Organensis Cedrela odorata Cedrela fissilis Amburana acreana Pterodon abruptus Benth Cordia Goeldiana Huber Astronium fraxinifoliun Phoebe porosa Tecoma leucoxylon Dalbergia violacea Machaerium incorruptibile Acrodiclidium appellii Cordia exclesa Amiba parviflora Platymiscium Ulei Harms Mimussops rufula Swietenia macrophylla king Astronium Lecointei Ducke Myrospernum erythroxylon Agonandra brasiliensis Aspidosperma eburneum Aspidosperma parvifolium Paratecoma peroba Aspidosperma polyneuron Araucaria angustifolia Bowdichia racemosa Plathymonia reticulata 4. estão relacionados nos itens a seguir as madeiras de acordo com sua finalidade e uso. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 4.Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 . elaborado pelo Sindicato do Comércio Atacadista de Materiais de Construção do Rio de Janeiro e pelo Centro de Materiais de Construção.continuação E-MAD. Isso permite definir uma alternativa na eventualidade de falta da essência especificada. As abreviaturas utilizadas são as seguintes: Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III.1 FINALIDADE E USO Com base no trabalho "Grupamento de Madeiras Conforme sua Finalidade e Uso". Capital Federal.

Angelim (C-Al). Angico-Rajado (E-Al). Pequiá-Amarelo (C-Al) e Tatajuba (E-Al). Pau-Amarelo (C-Al). 4. Mogno (E-Al). Itaúba (E-Al). Angico (E-Co) e Pau-Marfim) (C-Co). Pau-Amarelo (C-Al). Pequiá (C-Al). Pequiá (C-Al) Sapucaia (E-Al) e Tatajuba (E-Al). Jarana (C-Al). Canela-Preta (E-Al). Pau-Marfim (C-Al). Pau-Amarelo (C-D-Al). 4. Imbuia (E-Al). Jatobá (E-Co). Louro-Inhamuí (C-Al) . Pau-Amarelo (C-Al) . Pequiá (C-Al).9 PARA LAMBRIS. Jatobá (E-D-Co). Araracanga (C-D-Al). Muiracatiara (E-DAl). Muiracatiara (E-Al). Angelim-Vermelho (E-Co). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 4. Massaranduba (E-D-Co). Canafístula (E-Al).continuação E-MAD.3 PARA TELHADOS COMUNS Angelim-Pedra (E-Co).2 cor clara (C) e escura (E). Gonçalo-Alves (E-Co) e Canafístula (E-Al). Jatobá (E-Al).Proibida a reprodução sem autorização. Quaruba (E-Al). uso: alternativo (Al) e comum (Co). Peroba-Rosa (C-Co). Partes I. Cedrorana (E-AL).8 BARROTEAMENTO PARA FORROS. Sapucaia (E-Al) e Sucupira (EAl). Jarana (C-D-Al). Canela (E-Co). Capital Federal. Peroba-Rosa (C-Co). 4. Muiracatiara (E-Al). dureza: mole (Mo). média (Me) e dura (D). 4. Guaritá (E-Al). Sucupira (E-D-Al). Cerejeira (C-Co). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Pinus (C-Al). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cerejeira (C-Al). Jatobá (E-Co). Canela-Preta (E-D-Al). Muiracatiara (E-Al). Ipê (ED-Co). Louro (C-Al). Angico-Preto (E-Al). Amendoim (E-Co).5 PARA PISOS INDUSTRIALIZADOS Angelim-Pedra (E-Al). 4. Amendoim (E-D-Co) e Angico (E-D-Co) 4. Marfim (C-Al). Cedro (E-Co). Pau-Marfim (C-D-Al).6 PARA PISOS COMUNS DOMÉSTICOS Angelim (C-D-Al). Sucupira (E-Co) e Tatajuba (E-Al). Quaruba (E-Al) e Tatajuba (E-Al). Cumaru (E-Al). Sapucaia (E-D-Al). PauAmarelo (C-Al). RESISTÊNCIA À ÁGUA E ESTRUTURAIS Angelim-Pedra (E-Al). Araracanga (C-Al). Freijó (C-Co). Ipê (E-Co). Peroba-do-Campo (C-Co) e Sucupira (E-Al). Imbuia (E-Al). Cumaru (E-D-Al). Sapucaia (E-Al) e Tatajuba (E-Al). Ipê (E-Co). Massaranduba (E-Al). Mogno (E-Al). Sucupira (E-Co).4 PARA TELHADOS DECORADOS Angelim-Pedra (E-Al). Itaúba (E-Al). LouroInhamuí (C-Al).7 GANZEPES Canela-preta (E-Co).01 • • • 4. II e III. Canela-Preta (E-Al). Guarita (E-Al). Pinho-do-Paraná (C-Co). Massaranduba (E-Co). FORROS E DIVISÓRIAS Abiurana (C-Al). Massaranduba (E-Co). Cedro (E-Co). LAMBRIS E DIVISÓRIAS Andiroba (E-Al). sob o número 218504 . Andiroba (E-Al). Muiracatiara (E-Al). Imbuia (E-Al). Amendoim (E-Co). Ipê (E-Co). Carvalho (C-Al). Ipê (E-Co).

Proibida a reprodução sem autorização. Jatobá (E-Al).11 PARA ESCADAS. Amendoim (E-Al). BALAÚSTRES. Partes I. Cedro (E-Mo-Al). II e III. Macacaúba (C-Al). Ipê (E-Co). Louro-Vermelho (E-MeAl). Amendoim (E-Co). ALIZARES. Cumaru (E-Al). RODAPÉS. Jatobá (E-Al). Peroba (C-Al) e Massaranduba (E-Al) 4. 4. Louro-Inhamuí (C-D-Al). ADUELAS. Massaranduba (E-D-Co). Cerejeira (C-Co). Sucupira (E-Al). Jarana (C-Al). Peroba-do-Campo (C-Al) e Pinho-do-Paraná (C-Al). PauMarfim (C-Al). Jacarandá (E-Co). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .continuação E-MAD. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal. Castanheira (E-D-Al). Louro (C-Co). Pau-Amarelo (CD-Al) . Imbuia (ECo). Quaruba (E-Me-AL) e Tatajuba (E-D-AL). Canela (E-Al). Freijó (C-Me-Al). CORRIMÕES E TORNEADOS Angelim-Pedra (E-Al). Freijó (C-Co). JANELAS E PORTAS Andiroba (E-Mo-Al). Cerejeira (C-Me-AL). Muiracatiara (E-D-AL). Mogno (E-Me-Co). Gonçalo-Alves (E-Al).12 PARA LÂMINAS DE MADEIRAS DECORATIVAS Angelim-Rajado (C-Al). Marfim (C-Co). Canela-Preta (E-D-Co). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 . Mogno (E-Co) e Sucupira (E-Al). Ipê (E-Co).10 PARA ESQUADRIAS.01 4.

DEFINIÇÃO Madeira aglomerada é o produto obtido a partir do partículas de madeira em forma de flocos. uréia/melamina/formaldeído ou fenol/formaldeído. Capital Federal. com adição de outros aditivos destinados a melhorar as características técnicas do material . Partes I. FABRICANTES / PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por• • • • Freudenberg . sob o número 218504 . sob a marca "Arvorit".Sociedade Anônima Taquariense de Papei.Proibida a reprodução sem autorização.A.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Madeira Aglomerada E-MAD. sob a ação de pressão e temperatura. Solidur Industrial Ltda. Madequímica S.Indústrias Madeireiras.02 1. II e III. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. ligadas por resinas sintéticas. Indústria de Madeiras Termo-Estabilizadas. Satipel . dos tipos uréia/formaldeído. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob a marca "Pinusplac". Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob a marca "Madepan". 2.

NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. II e III. Compensado . 2.determinação da absorção da água (NBR-9486). 2.1.determinação do teor de umidade (NBR-9484). Compensado . Partes I. Compensado . Condicionamento de corpos-de-prova para ensaio (NBR-9489).1 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . de forma que o movimento higroscópico transversal de uma lâmina é compensado pelas fibras ortogonais da lâmina adjacente. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.03 1. Lâmina e compensado de madeira (NBR-9490). Compensado . chapeado em ambas as faces por laminado de espessura variável entre 3 e 5 mm. 5 ou 7) coladas sob pressão. Compensado .2 2.1 2. considerando que no sentido longitudinal é praticamente nula a deformação da madeira. com as fibras em sentido ortogonal.determinação da resistência à flexão estática (NBR9533). defeito que poderia ocorrer no caso de emprego de maiores espessuras.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS CONTRACHAPEADA A madeira compensada contrachapeada apresenta-se sob a forma de placas constituídas de núcleo de sarrafos. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 .determinação da massa específica aparente (NBR-9485). sendo as lâminas dispostas com as fibras em sentido ortogonal.determinação da resistência da colagem ao esforço de cisalhamento (NBR-9534). haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-1668/86 MB-2495/86 MB-2496/86 MB-2497/86 MB-2498/86 MB-2499/86 MB-2500/86 NB-1014/86 NB-1015/86 TB-287/86 Chapas de madeira compensada (NBR-9532).Proibida a reprodução sem autorização.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Madeira Compensada E-MAD. Capital Federal.2 2. o adesivo empregado será do tipo a prova d'água e o material será caracterizado com a designação de "compensado naval" LAMINADA A madeira compensada laminada é constituída por um número ímpar de lâminas (3. 2. Os sarrafos terão cerca de 5 mm de espessura para evitar ondulações nas lâminas exteriores.2. Os sarrafos e as lâminas serão aglutinados com adesivo apropriado. Amostragem de compensado para ensaio (NBR-9488).determinação do inchamento (NBR-9535). No caso de emprego da placa em locais sujeitos a molhaduras freqüentes.1. Compensado .

Partes I.03 2.. Indústrias Madeirit S.A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Solidor Industrial Ltda. FABRICANTES Admite-se o emprego de madeira compensada fabricada por: • • • • • Gethal S. 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização.2. para evitar defeitos ou ondulações nas chapas exteriores. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 A união das lâminas de uma mesma camada será perfeita. II e III.continuação E-MAD. Placas do Paraná S. Indústria de Madeira Compensada. sob o número 218504 .. Prosper Indústria e Comércio de Madeira Ltda. No caso do emprego de placa em locais sujeitos a molhaduras freqüentes.A.A. Capital Federal. o adesivo empregado será do tipo a prova d'água e o material será caracterizado com a designação de "compensado naval".

Indústria e Comércio. (redondo linha e diagonal). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Madeira Fibras. nos tipos "Xapadur Liso". sem emprego de produtos especiais 2. aglutinadas pela própria resina ou ácidos orgânicos naturais. "Xapadur Couro". "Xapadur Perfurado". DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. II e III. Capital Federal. sob o número 218504 .A. "Duratex Temperado". • • Duratex S. Partes I.A. "Xapadur Dupla-Face".Proibida a reprodução sem autorização. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . nos tipos "Duratex Normal". Eucatex S. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por..04 1. entendem-se por chapas duras ("hard boards") as chapas obtidas pela prensagem a quente do colchão de fibras formado pelo processo úmido. Chapas Duras E-MAD. "Eucaplac" e "Formidur". "Duratex Marfim" e "Duraplac".

A. com as bordas do tipo macho-e-fêmea e com as bordas retas (SE). Capital Federal.. com as bordas bisotadas (BE). II e III. em estufa.A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Madeira Fibras. Partes I.Proibida a reprodução sem autorização. 2. do colchão de polpa saído das máquinas formadoras ("forming"). Indústria e Comércio. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 . Eucatex S. Duratex S. chapas acústicas de forros ("softboards") são as chapas obtidas pela secagem. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Chapas Acústicas Forros E-MAD. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de chapas acústicas fabricadas por: • • • Climatex Indústria de Madeira Mineralizada Ltda.05 1.

Partes I.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Madeira Fibras. sob o número 218504 . Eucatex S.A.. em estufa.06 1.. 2. encostadas. de superfícies rígidas e lisas. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de chapas isolantes fabricadas por: • • • Climatex Indústria de Madeira Mineralizada Ltda. Chapas Isolantes E-MAD. entendem-se por chapas isolantes ("softboards") as chapas obtidas pela secagem.Proibida a reprodução sem autorização. do colchão de polpa saído das máquinas formadoras ("forming") e as chapas compostas de farpas e lascas de madeira comprimidas e impregnadas de pasta de cimento. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Duratex S. Indústria e Comércio. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. Capital Federal.A.

07 1. sob o número 218504 .04) e por chapas isolantes da fibra de madeira (vide E-MAD. Partes I. II e III. Indústria a Comércio. Capital Federal.A. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Madeira Painéis Contraplacados E-MAD. entendem-se por painéis contraplacados aqueles constituídos por chapas duras (vide E-MAD.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.06).Proibida a reprodução sem autorização. Eucatex S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2. FABRICANTES Admite-se o emprego de painéis contraplacados de fabricação da: • • Duratex S..

A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Paulicéia Ltda. Ituportas Indústria e Comércio Ltda. Duratex S. Indústria e Comércio. 2. Porta de madeira de edificação . haverá particular atenção para o disposto nas seguintes MB-1786/86 MB-1787/82 MB-1788/82 MB-1789/82 MB-1790/82 NB-610/86 PB-586/86 TB-223/83 Porta de madeira de edificação .08 1. Recoma.verificação do comportamento da folha sob ação da água e sob ação do calor (NBR-8544). Polato Esquadrias e Ferragens. Porta de madeira de edificação .A.. as capas e/ou as almofadas são constituídos de madeira maciça e seus derivados. Indústria e Comércio Irmãos Zugman S.verificação do comportamento da folha submetida a manobras anormais (NBR-8054). Capital Federal.. Esquadrias Salvi Ltda.A. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por. sob o número 218504 . Pormade Portas de Madeiras Decorativas Ltda. Gethal S. DEFINIÇÃO De acordo com a TB-223/83 (NBR-8037). Indústria de Madeira Compensada.verificação das dimensões e formato da folha (NBR-8543). sob a marca "Duradoor". Desempenho de porta de madeira de edificação (NBR-8542). 3. Eucatex S. "Porta de Madeira de Edificação".. • • • • • • • • • • • • Berneck & Cia.dimensões (NBR-8052).verificação da resistência a impactos da folha (NBR-8051).Proibida a reprodução sem autorização.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Madeira Portas E-MAD. Masbra Madeiras Sul Brasil Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Porta de madeira de edificação . sob as marcas "Portas Divilux" e "Portas Lakra". NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Partes I..verificação de deformações da folha submetida a carregamentos (NBR-8053). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Porta de madeira de edificação . II e III. o quadro..A... porta de madeira é o conjunto em que a folha. Porta de madeira de edificação (NBR-8037).. Porta de madeira de edificação .

08 • • • Sincol S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Wiegando Olsen S.Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal. sob o número 218504 . Partes I.. II e III. Indústria e Comércio.A.A. Solidor Industrial Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.continuação E-MAD.

Capital Federal.A. Prátika Indústria e Comércio de Fôrmas Ltda.Proibida a reprodução sem autorização. dependendo do detalhamento no projeto arquitetônico. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Concreto Aparente E-MAD.. por meio de prensagem e alta temperatura e grande pressão. ou ainda com revestimento plástico "tego-film" em uma ou em ambas as faces.09 1.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As fôrmas de madeira para concreto aparente poderão ser constituídas. Comércio e Construções Ltda. 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A.. sintética e à prova d'água. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . resinadas ou não. II e III. O revestimento plástico "tego-film" será um filme impregnado com resina sintética e aplicado às superfícies das chapas. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admite o emprego dos produtos fabricados por: • • • • • Atlantic Veneer do Brasil S. sob o número 218504 . Indústria de Madeira Compensada. A colagem das lâminas de madeira será executada com resina fenólica.. Gethal S. por tábuas aparelhadas.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Madeira Fôrmas. Gell System Brasileira Indústria. Partes I. 1.A. Indústrias Madeirit S.2 1. chapas de madeira compensada.3 2.

01 1. mármore artificial. 1. Partes I. de mármore ou de granito. de granulometria apropriada.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Pedra plástica. sob o número 218504 . A granilha. Capital Federal. 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. "terrazzo".MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Mármore Artificial E-MAR. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. especifica-se na E-AGR.03.Proibida a reprodução sem autorização. granitina. II e III. pedrite ou marmorite serão constituídos de cimento branco e granilha de mármore ou granito.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

SILICONE • • • Otto Baumgart Indústria e Comércio S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob a marca "Compound Junta". Ltda. sob a marca "Sika-Sil". Capital Federal. serão produtos de consistência plástica à temperatura ambiente. sob a marca "Durolastic Neoprene" 2. sob a marca "Thicol".A. II e III.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Mástiques e Massas Plásticas E-MAS. Wolf Hacker & Cia.. 2. sob a marca "Betulastic".3 MASSA DE ELASTÔMERO . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .01 1. sob a marca "Siliflex" Sika S. Devem conservar sua elasticidade após a aplicação... 2. sob o número 218504 ..THIOKOL • • Otto Baumgart Indústria e Comércio S. sob a marca "Igas 3"...A. sob a marca "Durolastic Silicone". Wolf Hacker & Cia. 2. Ltda. geralmente procedida a frio. Ltda. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 2.2 MASSA DE ELASTÔMERO .. Partes I. Wolf Hacker & Cia. com espátula. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 MASSAS BETUMINOSAS • • Sika S.A..A.4 MASSA DE ELASTÔMERO . DEFINIÇÃO Os mástiques elásticos. também denominados massas e cimentos plásticos. Ltda.Proibida a reprodução sem autorização.NEOPRENE • • 3M do Brasil Ltda. Wolf Hacker & Cia.. sob a marca "EC-981".

bem como resistência mecânica. cisalhamento: 12 MPa +/.CON. principalmente da pressão d'água atuante.3 PERFIS DE RETENÇÃO Serão confeccionados em polietileno expandido ou extrudado. solda: autógena. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS PERFIS ELÁSTICOS DE PVC Serão de acordo com a EB-1507/84 . à abrasão.1.01 1. Serão bicomponentes.30 a 50°C. tixotrópico e com características que permitam perfeita adaptação à superfície aplicada.2. 1.2 1.10%. à flexão e.1.1. tensão de ruptura à tração: 10 MPa.1 1.3.2. ainda. de alto desempenho. ou compostos de perfis de espuma de poliuretano. de alta resistência aos esforços mecânicos. mecânica e às intempéries.5. rugosidade para aumentar a superfície de aderência. resistência às intempéries. extrudado através de matrizes especiais e vulcanizado na sua forma definitiva. dureza: 84 shore +/. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.10%.Perfil extrudado à base de cloreto de polivinila (PVC) para juntas de estruturas de concreto (NBR-8803) e com o disposto no P05. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .3 1.Proibida a reprodução sem autorização.3 1. 1. alongamento de ruptura: 240% +/. O neoprene apresentará os seguintes resultados quando submetidos a ensaios: • • • dureza Shore A: 55 +/. sob o número 218504 . temperatura de emprego: . Deverão apresentar grande deformabilidade e excelente resistência aos agentes agressivos normais.4 A escolha do perfil a empregar dependerá de diversos fatores.1 1. Capital Federal. 1. Serão aplicados com adesivo de base de epóxi.2 1. II e III. Serão confeccionados em termoplástico PVC.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Mata-Juntas e Junta de Retenção E-MAT. Partes I. O interior do perfil é configurado por uma ou mais cavidades e possui. às intempéries e ao envelhecimento.12. O PVC apresentará os seguintes resultados em testes mecânicos: • • • • • • resistência à tração: 16 MPa +/. dimensões da peça e respectiva armação e da finalidade da junta.2 1.10%. Têm por finalidade servir de suporte para reduzir o consumo de calafetadores e vedantes. na parte externa. PERFIS ELÁSTICOS DE NEOPRENE Serão confeccionados em neoprene de alta resistência química.2. garantindo resistência química à oxidação e à corrosão. alongamento de ruptura à tração: 350% (mínimo).1.

.Proibida a reprodução sem autorização. sob a marca "Mata-Juntas Vedacit".. Ltda..A. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. FABRICANTES/PRODUTOS O PROPRIETÁRIO admite o emprego dos produtos fabricados por: 2.. Wolf Hacker & Cia. Partes I. 2. sob a marca "Veda Junta-Fugenband". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.continuação E-MAT. Inducel Espumas Industriais Ltda. sob a marca "Fugenband". Wolf Hacker & Cia. Wolf Hacker & Cia.01 2. II e III. Sika S. sob o número 218504 .A.1 PERFIS ELÁSTICOS DE PVC • • • Otto Baumgart Indústria e Comércio S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .3 PERFIS DE RETENÇÃO • • • Dow Química S.2 PERFIS ELÁSTICOS DE NEOPRENE • • Jeene Juntas e Impermeabilizações Ltda... Ltda.A. Ltda. 2.

1. esmerada usinagem e cuidadoso acabamento. e o seu posterior resfriamento.. Em seguida. evitando-se a formação de bolhas de ar. Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 . FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • • • • Celite S. 2. não se admitindo qualquer defeito na película de recobrimento. os blocos são trabalhados em prensas e submetidos às operações de acabamento.A. Metalúrgica Triângulo S.01 1. defeito do polimento. o resfriamento deve processar-se com todos os requisitos e cautelas. até à liquefação. METAIS FUNDIDOS Metais fundidos são os produtos obtidos a partir do aquecimento do metal. o produto resulta isento de bolhas de ar.A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 2. Indústria e Comércio. Como o metal não é derretido e depois resfriado. defeito que poderá prejudicar o funcionamento da peça.A.. Capital Federal. Tinsley & Filhos S.2.1 2. como é o caso da fundição.2 2. vazamento.A.Proibida a reprodução sem autorização. Metalúrgica Becker Ltda.. As peças não poderão apresentar quaisquer defeitos de fundição ou usinagem.. A galvanoplastia dos metais será primorosa.1.A.1 2. Duratex S. Esses vergalhões são cortados em pequenos blocos denominados batoques. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS METAIS FORJADOS Metais forjados são os produtos obtidos a partir de vergalhões de qualidade controlada. Indústria e Comércio. sem porosidades e preciso em suas dimensões. os quais são aquecidos para adquirirem plasticidade. Ideal Standard Wabco Indústria e Comércio Ltda. não sendo tolerado qualquer empeno. acabamento ou marca de ferramentas.2 2. Dal-Docol Comércio de Produtos Sanitários Ltda. As peça móveis serão perfeitamente adaptáveis às suas sedes. Fabrimar S.2 3. compacto. II e III.1 2. sob a marca "Deca". Partes I. na fôrma da peça que se procura fabricar. Esteves & Cia.1..1 CARACTERÍSTICAS GERAIS Os artigos de metal para equipamento sanitário serão de perfeita fabricação.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Metais Equipamento Sanitário E-MET. Para obter-se produto compacto.2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. especialmente falta de aderência com a superfície de base. 1.

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Será constituído por treliça metálica obtida pelo corte incompleto de chapa de aço em tiras paralelas estiradas de modo a formar malhas losangulares.26 1. Capital Federal..1 1. sob o número 218504 . Metais Perfurados.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Metal Expandido "Déployée" E-MET. 1.A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Perfuradora de Metais S.Proibida a reprodução sem autorização. seção das tiras e peso. II e III. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Para cada caso particular será caracterizado o metal expandido "déployée" pela dimensão da menor diagonal. Permetal S.2 2. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • Aramifício Vidal S..A.

Wolf Hacker & Cia. Trama é o fio conduzido pela lançadeira através da urdidura na tecelagem de pano (fio transversal) e urdidura é o agrupamento dos fios que compõem a teia. fio: 840 denier. 1.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. no mínimo. trama: 7 a 10 fios por cm. Ltda. 2.01 1. com comprimento determinado e dispostos paralelamente entre si.5 g por 450 m de fio..1.2 Denier é a unidade de medição de fios de seda.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O tecido de náilon apresentará as seguintes características: • • • • urdidura: 7 a 10 fios por cm. sob o número 218504 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. náilon e "rayon" equivalente ao peso de 0. peso: 250 g/m².A. sob a marca "WH. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização.140". 1. Partes I.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Náilon Tecido E-NAI. FABRICANTES/ PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • Rhodia S. Capital Federal.

Cópia fiel da Edição impressa em 1995.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Papel Diversos E-PAP. sob o número 218504 . II e III. Capital Federal. tal como o papel kraft ("Kraft Paper") e o papel para construções ("Building Paper").01 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I.Proibida a reprodução sem autorização. 2. PAPEL PARAFINADO Será qualquer papel impregnado de parafina e suficientemente resistente para os fins visados. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. PAPEL FORTE Será qualquer papel suficientemente resistente e pouco hidrófilo para os serviços exigidos.

Apresenta-se com as ourelas aparadas. 2. Tintas Coral S. resistência às trações horizontal e vertical e coeficiente de elasticidade dentro das normas e padrões internacionais). Vulcan Material Plástico S. peso por m². usa-se cola do tipo sintética. Carambient Indústria e Comércio de Revestimentos Ltda. 2. o que implica em ser colado por justaposição (uma faixa ao lado da outra e não uma sobre a outra). que lhe confere resistência à lavabilidade. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. É impresso com tintas resistentes à ação da luz e com aplicação de uma capa de acetato de polivinila.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Admite lavagem com água. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III.02 1. Capital Federal. comprimento das fibras.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Papel Revestimento de Parede E-PAP. Partes I.. Para aplicação.A. sabão neutro e esponja macia. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • Bobinex Indústria e Comércio de Papéis Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 3. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização.A. 2. DEFINIÇÃO Papel de parede é o revestimento mural produzido à base de papel especial (composição da pasta.

2 1. Os caixões-perdidos serão dotados de tampa.Proibida a reprodução sem autorização.2. 2. O papelão será quimicamente inerte para não reagir com o concreto e apresentará resistência compatível com a sua utilização. Capital Federal. A finalidade das abas é impedir. serão feitas com papelão ondulado. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. bem como garantir o correto posicionamento dos próprios caixões. Partes I.1.A.2 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . caixa. 1. tipo caixão-perdido. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS CAIXÃO-PERDIDO As fôrmas para lajes. fundo (chapa) e abas. o contato da fôrma de madeira com o concreto. colmeia.1.26 1. por superposição. 1. Os tubos serão cilíndricos. rígidos e terão tampas em ambas as extremidades. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por. TUBOS DE PAPELÃO As formas tubulares serão feitas com papelão impermeabilizado. sob o número 218504 .2.1 1.1 CAIXÃO-PERDIDO • Klabin Cerâmica S.1 1. II e III.1 1.2 TUBOS DE PAPELÃO • Indústria de Tubos Bassit Ltda.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Papelão E-PAP. 2.

Cópia fiel da Edição impressa em 1995.grau de produto A .grau de produto B. EB-1958/89 NB-952/85 PB-40/86 PB-41/86 PB-42/85 PB-43/85 PB-51/60 PB-53/90 PB-165/87 PB-166/87 PB-167/87 PB-178/82 PB-179/82 PB-229/87 PB-230/87 PB-236/90 PB-240/90 PB-332/87 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Parafusos com cabeça sextavada e rosca total grau de produto C dimensões e tolerâncias (NBR-10107).grau de produto A dimensões (NBR-10113). prisioneiros e porcas) de metais não ferrosos .grau de produto A e B. Elementos de fixação . Parafuso retangular .dimensões (NBR-10114). Parafuso sextavado para uso estrutural . Aplicação. Capital Federal. escolha de diâmetros de furo de base e de passagem para parafuso auto-atarraxantes (NBR-9595).características mecânicas.dimensões e características mecânicas (NBR-10092).parafusos . Arruela lisa de uso em parafuso sextavado estrutural . Parafuso de cabeça escareada com fenda . Parafuso de cabeça abaulada e pescoço quadrado .Proibida a reprodução sem autorização.grau de produto A dimensões (NBR-10115).dimensões (NBR-10112). Porca sextavada cega baixa . Parafuso de cabeça cilíndrica com sextavado interno . NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.características mecânicas de parafusos sem cabeça e outros elementos de fixação roscados similares não sujeitos a tensões de tração (NBR-10108). Parafuso de cabeça escareada-abaulada e fenda . II e III. Parafuso sem cabeça com sextavado interno e ponta cilíndrica .01 1.dimensões e material (NBR-5871).dimensões (NBR-5866). sob o número 218504 . Porca quadrada.dimensões (NBR-8851).grau de produto A.grau de produto A . Parafuso de cabeça cilíndrica arredondada com fenda . Elementos de fixação roscados (parafusos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.grau de produto A dimensões (NBR-10116). Partes I.dimensões e características mecânicas (NBR10093). as seguintes merecem destaque e atenção: EB-168/84 EB-847/81 EB-1564/85 Elementos de fixação . Parafuso auto-atarraxante (NBR-6669). Parafusos com cabeça sextavada e rosca parcial grau de produto C dimensões (NBR-10087). Parafuso de cabeça cilíndrica baixa com sextavado interno . Parafuso de cabeça cilíndrica com fenda .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Parafusos e Porcas E-PAR.características mecânicas (NBR8855). Arruelas de pressão para parafusos com cabeça cilíndrica .

dimensões. Partes I. Parafuso de cabeça sextavada com rosca total . Parafusos.grau de produto A.grau de produto A. Porca sextavada de alta resistência para uso estrutural .01 PB-333/87 PB-906/85 PB-993/85 PB-994/85 PB-1027/83 PB-1181/85 PB-1182/85 PB-1183/85 PB-1184/85 PB-1185/85 PB-1186/85 PB-1187/85 PB-1258/86 PB-1358/89 PB-1424/89 PB-1442/89 PB-1458/90 PB-1460/90 PB-1461/90 PB1462/90 PB-1473/90 PB-1489/90 TB-56/69 Arruelas de pressão pré-montadas em parafusos .dimensões (NBR-8136). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Parafuso sextavado de alta resistência para uso estrutural .dimensões (NBR-10042). II e III.graus de produto A e B com passo de rosca fino. Parafusos. Parafusos auto-atarraxantes com cabeça sextavada . Parafusos auto-atarraxantes com cabeça cilíndrica e fenda .dimensões (NBR9584).graus de produto A e B . Parafuso de cabeça sextavada com rosca total . Parafusos de cabeça quadrada de grau de produto C . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.graus de produto A e B .dimensões (NBR-9981).parafuso de cabeça quadrada e porca quadrada . porcas e acessórios (NBR-5875).dimensões Parafuso de fixação de fresa para eixo porta-fresa .formas e dimensões (NBR-5926). Parafusos auto-atarraxantes com cabeça escareada-abaulada e fenda cruzada . Aparelho de mudança de via A .Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal.dimensões (NBR-9583). Porca sextavada baixa de rosca fina . Parafusos auto-atarraxantes com cabeça escareada e fenda cruzada dimensões (NBR-10041). Parafusos auto-atarraxantes com cabeça escareada-abaulada e fenda dimensões (NBR-9586).dimensões. sob o número 218504 . Parafusos auto-atarraxantes com cabeça escareada e fenda dimensões (NBR-9585).grau de produto B. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.dimensões (NBR10111). Porca redonda .grau de produto A.grau de produto A e B. Parafuso sem cabeça com sextavado interno e ponta cônica . Parafusos auto-atarraxantes com cabeça abaulada e fenda cruzada dimensões (NBR-10040).dimensões (NBR-9982). Parafuso de cabeça sextavada com rosca parcial .dimensões e tipos (NBR-8055). Parafuso sem cabeça com sextavado interno e ponta côncava .continuação E-PAR. ganchos e pinos usados para a fixação de telhas de fibrocimento . Parafuso sem cabeça com sextavado interno e ponta plana .

II e III. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 . Indústria de Madeiras. compatível com as condições geoclimáticas do local - 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A. Wiegando Olsen S. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão do tipo macho e fêmea e apresentarão teor de umidade entre 8 e 12%.A. FABRICANTES consideram se análogos os produtos fabricados por: • • • • • Cruzeiro Laminados Indústria e Comércio Ltda. Tacolindner S.Proibida a reprodução sem autorização.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Parquet Convencional E PAR 26 1. Parquet Fixocolax Ltda Recoma.

FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • Parquet Paulista S. Partes I. com teor de umidade entre 8 e 12%. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão secos em estufa. que se funde com o adesivo de fixação do conjunto à base. Capital Federal.A.Indústria de Madeiras.A. sob o número 218504 . Tacolindner S. II e III. Recoma. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização. Wiegando Olsen S.27 1. Serão fabricados em placas compostas por damas agrupadas sobre uma cela termoplástica na face de colagem. compatível com as condições geoclimáticas do local..A. 2. . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Parquet Tipo Mosaico E-PAR. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

evitando-se. obtidas pelo amassamento de um aglomerante (cimento. II e III.Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. corante em pó e água cimento Portland branco e água cal em pasta e água gesso calcinado e água caseína e água 3.1 Os tipos de pastas são os relacionados na tabela a seguir: TIPO P. 2.2.3 P. etc. Partes I. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. serão cuidadosamente peneiradas antes da aplicação. sob o número 218504 . vulgarmente denominadas "nata de cal".MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pastas Usuais E-PAS.) com água. todavia a segregação por excesso de manipulação.2 A proporção de corante.2 P. TIPOS 3. cal.01 1. não podendo ser superior a 20% do volume de cimento. entendem-se as massas mais ou menos plásticas. pela denominação genérica de pastas. de modo a não apresentarem quaisquer granulações. utilizado na pasta P. será determinada pela coloração desejada. PREPARO O amassamento das pastas será manual e completo.1 P.5 P. gesso. Capital Federal. sem adição de qualquer agregado. As pastas de cal para emprego direto. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .4 P. 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. a fim de não enfraquecer a pasta.6 COMPOSIÇÃO cimento Portland e água cimento Portland comum.

sedimentares ou metamórficas. 2. pedras metamórficas. pequena resistência ao choque. pedras sedimentares.01 1. Partes I.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As pedras de construção apresentam as seguintes características: • • • pouca resistência à tração e à flexão. grande dureza.2 Para efeito destas Especificações. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização. 2. II e III. sob o número 218504 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Condições Gerais E-PED. compreendendo pedras eruptivas. DEFINIÇÃO Sob a denominação genérica de pedras de construção serão considerados rodos os fragmentos de rocha cortados dos maciços originais para emprego em construção. as pedras de construção serão classificadas em três grupos: • • • pedras magmáticas ou eruptivas. Capital Federal.

identificado como "D". é a relação entre o peso da pedra seca "P" e o volume de cheios "Vc". gabro: 2. sienito: 2. é a relação entre o peso específico aparente e o peso específico real.80 t/m³.00 t/m³. gnaisse leucocrático: 2. A compacidade é expressa por um valor sempre inferior a 1. travertinos: 2.65 t/m³.70 a 2. O volume total é a soma do volume de cheios "Vc" com o volume de vazios. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . ardósias: 2.50 t/m³. é a relação entre o peso da pedra seca "P" e o volume total "Vt".65 a 3. De acordo com a DIN 2100.00 t/m³.1.85 t/m³. COMPACIDADE Identificada como "C".00 t/m³. diorito.60 t/m³.80 a 3. Capital Federal. Partes I. A porosidade total está na razão inversa do peso especifico.1. O volume de vazios é a soma do volume de água "Va" com o volume de ar e/ou gás "Vg".Proibida a reprodução sem autorização. 2.00 a 2. Materiais de pedra a agregados naturais (NBR-7225). arenitos: 2.2 2. Placa de mármore natural para revestimento de pisos (NBR-7206).02 1.70 a 2. II e III.80 t/m³.2 Peso específico real. conglomerados: 1.40 a 2. 2. basalto: 2. mármores..80 a 2.3 COEFICIENTE DE VAZIOS OU POROSIDADE TOTAL Identificado como "Cv” é o complemento da compacidade para a umidade ou a relação entre o volume de vazios e o volume total. sob o número 218504 . 2. 2.65 a 2. são os seguintes os valores limites do peso específico aparente de algumas pedras de construção: • • • • • • • • • • granito. identificado como "d". NORMAS São as seguintes as normas da ABNT relacionadas com o assunto: PB-107/69 PB-108/69 TB-16/55 Placa de mármore natural para revestimento superficial vertical externo (NBR-7205).60 a 2.3 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Propriedades E-PED.95 a 3. ou a relação entre o volume de cheios e o volume total. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS PESO ESPECÍFICO O peso específico aparente.90 t/m³. diabásio: 2. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1.1 2.

0%.5.7. duríssimas: quando. Ingenieur Geologie") • • • • • • muito compacta: menor do que 1. dificilmente serradas pela serra lisa com areia.5%: regular porosidade: 2. fortemente porosa: acima de 20.2 2.Proibida a reprodução sem autorização.0 a 2.5. a primeira.5 2.5%. muito porosa: 10.1 COEFICIENTE DE POROSIDADE É o número que se obtém multiplicando por 100 a porosidade aparente relativa ao peso ou ao volume.1 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. deixam se serrar facilmente pela serra lisa com areia ou esmeril (exemplo: calcários compactos).0%. O coeficiente de porosidade das rochas eruptivas situa-se entre 0.0 a 20.0 a 10.7. são facilmente serradas com diamante ou carborundum (exemplo: granitos).7 2. A classificação das pedras de construam segundo a dureza é a seguinte: • • • • brandas: quando se deixam serrar facilmente pela serra de dentes (exemplo: tufos vulcânicos). bastante porosa: 5. e o peso da pedra seca. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. durante um tempo determinado. o das rochas sedimentares químicas e orgânicas entre 5 e 10% e o das rochas sedimentares clásticas (arenitos) entre 10 a 15%. dificilmente serradas pela serra de dentes. praticamente. à passagem desses fluidos através de seus poros. duras: quando só podem ser serradas pela serra lisa.5. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . pequena porosidade: 1.4 POROSIDADE APARENTE É a relação entre o peso da água absorvida pela pedra após a sua imersão nesse liquido.3 2. 2. A segunda refere se à quantidade de vazios que podem ser cheios de líquidos ou gases e.0%. semiduras: quando. A permeabilidade e a porosidade são propriedades distintas. com areia ou esmeril (exemplo: mármores).0%.6 PERMEABILIDADE É a propriedade em virtude da qual certas pedras deixam-se atravessar por gases ou líquidos.0%.5 a 5. 2. II e III. 2. ou seu volume total. Capital Federal.5 a 1. sob o número 218504 .continuação E-PED. com resultado expresso com uma decimal.2 DUREZA A dureza das pedras de construção é avaliada. Partes I. Segundo o coeficiente de porosidade. ou esmeril. pela maior ou menor facilidade com que elas podem ser serradas.02 2. O coeficiente de porosidade em relação ao peso é também denominado coeficiente de absorção. as rochas podem ser classificadas da seguinte forma (Bendel.

sob o número 218504 .continuação E-PED. II e III. Capital Federal.02 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I.8 GRANULOMETRIA Conforme TB-16/55 (NBR-7225) Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Beneficiamento E PED. Capital Federal.1 Para efeito desta Especificação. resultante da operação de extração do bloco. DEFINIÇÃO 1. 2. grosseiramente desbastado e escassilhado. II e III.2 Entende se por aparelhamento ou acabamento os trabalhos executados nas faces da pedra que ficarão aparentes e que têm por fim adaptá. as picolas ou as bujardas n°s 3. sem sinais de serra. resultante da operação de desempeno ou retificação com máquinas politrizes usando granalha de aço até o n° 60. médio: quando usadas. entende se por beneficiamento ou afeiçoamento das pedras o conjunto das operações de extração.Proibida a reprodução sem autorização. sucessivamente. Partes I. 2.4 ACABAMENTO APICOADO Corresponde a paramento plano e áspero. sem qualquer outro trabalho de beneficiamento. 2.1 2. guando usada a picola ou a bujarda n° 3. fino: quando usadas. 2.03 1. serragem. conforme quadro seguinte: ESTADO INICIAL Pedreira Bloco Chapa Forra OPERAÇÃO Extração Serragem Corte Aparelhamento ou acabamento ESTADO FINAL Bloco Chapa Forra Simples Forra Aparelhada 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . com sinais de serra resultantes das operações de serragem e corte do bloco. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Conforme o grau de aspereza da superfície.la ao aspecto exigido nas especificações ou projeto. o acabamento apicoado será: • • • grosso. esta última de 36 pontas por polegada quadrada. resultante do tratamento com picola ou bujarda. sob o número 218504 .3 ACABAMENTO SERRADO RETIFICADO Correspondente a paramento plano e áspero. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sucessivamente. as picolas ou as bujardas n°s 3 e 2. 2 e 1. corte e aparelhamento ou acabamento.2 ACABAMENTO SERRADO SIMPLES Correspondente a paramento plano. APARELHAMENTO OU ACABAMENTO ACABAMENTO RÚSTICO Correspondente a paramento tosco.

6. médio: esmeris até o n° 220. Para os mármores e granitos. O acabamento polido fosco compreende o polido fosco grosso.7 ACABAMENTO POLIDO ENCERADO Correspondente a paramento polido fosco fino encerado com uma mistura de aguarrás e cera virgem.2 ACABAMENTO POLIDO FOSCO Correspondente a paramento perfeitamente plano e liso.continuação E-PED. A lustração dos granitos é obtida com óxido de alumínio.8. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2.03 2. em que se empregam esmeris em grãos ou pedra. 2. fino: esmeris até o n° 600 ou até 3F.1 2. lava-se a pedra e aplica-se sobre ela aguarrás misturada com cera virgem para proteger o lustro. 2.8. sob o número 218504 .2 ACABAMENTO LUSTRADO Correspondente a paramento polido fosco fino com acabamento especular resultante da operação de lustração.6 2.6. Partes I.8 2. Em seguida.5 ACABAMENTO LAVRADO Corresponde a paramento perfeitamente plano e pouco áspero. dando-se o brilho final com óxido de estanho reduzido a pó (comercialmente potéia) e aplicado com disco de chumbo ou de feltro.8. resultante de operações.1 2. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização. os esmeris de carbureto de silício (comercialmente carborundum) empregados são os seguintes: • • • grosso: esmeris até o n° 120. médio e fino. 2. A lustração dos mármores é obtida com ácido oxálico (comercialmente sal de azedas) ou com óxido de estanho (comercialmente potéia). manuais ou de máquinas politrizes.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . resultante de acerto e eliminação de asperezas do apicoado fino por meio de escopros. II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

na profundidade.2 pedras eruptivas de profundidade. II e III.Condições Gerais E-PED. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Eruptivas . respectivamente. Partes I. sienitos nefelínicos. fonolitos. As pedras eruptivas de profundidade mantêm correspondência com as pedras eruptivas efusivas: a seguinte PROFUNDIDADE Granitos Sienitos Sienitos Nefelínicos Dioritos Gabros EFUSIVAS Riolitos Traquitos Fonolitos Andesitos Basaltos 1. sienitos.1 SUBGRUPOS As pedras eruptivas compreendem 2 subgrupos: • • 1. traquitos. adesitos e basaltos do mesmo magma que. granitos. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal. sob o número 218504 . dioritos e gabros.Proibida a reprodução sem autorização. formou. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . pedras eruptivas efusivas.04 1.3 Essa correspondência resulta do fato de provirem os riolitos.

verde-ubatuba. sob o número 218504 . cinza-bangu. cinza-andorinha. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1 2. Capital Federal. pelas mesmas razões. cinza-irajá. vermelho-itu. verde-São Gonçalo. das pedras eruptivas de profundidade. 2.Proibida a reprodução sem autorização. por partículas cristalinas de quartzo. pelas analogias tecnológicas que apresenta. verde-gávea.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Eruptivas . feldspato e mica. juparaná. estendendo se a designação aos gnaisses. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. cinza-petrópolis. ouro-velho-tijuca. vermelho-porto alegre. DEFINIÇÃO Comercialmente. essencialmente. As pedras mais usadas sob a designação comercial de granitos são as seguintes: • • • • • • • • • • • • • cinza-andaraí.05 1. granito é o termo genérico. II e III. 2. Partes I.2 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Os granitos são constituídos. preto-tijuca.Granitos E PED. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.

O basalto deve apresentar cristalização regular. Capital Federal. decorrência de um resfriamento lento. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2. os riolitos formam o polito ou pedras-pomes. DIORITOS Semelhantemente aos granitos. Comercialmente. 4. os dioritos têm. 3. também. Partes I.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Eruptivas . são conhecidos sob a designação de granitos pretos. 4. com emprego recomendado para as partes da construção submetidas a cargas reduzidas. SIENITOS Os sienitos têm aplicação análoga à do granito.1 4. o pomito e empregado na constituição dos concretos leves. propriedades e aplicações idênticas. sob o número 218504 .06 1. constituem o mosaico denominado "pedras portuguesas". Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Diversas E-PED. os diabásios e basaltos são escuros e constituem pedras de grande resistência e dureza. Nas construções modernas. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . característica responsável por sua dureza e resistência. RIOLITOS Quando completamente vítreos. II e III. São susceptíveis de polimento.3 DIABÁSIOS E BASALTOS Utilizados especialmente em calçamentos.2 4.Proibida a reprodução sem autorização. Cortados em fragmentos.

transposição e deposição. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2. 2. As pedras sedimentares orgânicas são formadas a partir de restos de animais e vegetais (exemplos: calcários diversos). brechas calcáreas e conglomerados calcários).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Sedimentares . Partes I. transporte e deposição. II e III.Condições Gerais E PED. As pedras sedimentares de precipitação química resultam do mesmo processo de formação das clásticas.07 1. conforme descrito a seguir.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1 2.2 SUBGRUPOS As pedras sedimentares compreendam 3 subgrupos: as clásticas.3 2. Capital Federal. sem interferência de fenômeno químico (exemplos: arenitos.Proibida a reprodução sem autorização. DEFINIÇÃO São as pedras de construção que se formam na natureza pela desagregação. sob o número 218504 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2. As pedras sedimentares clásticas resultam da desintegração física e mecânica. porém com interferência de fenômeno químico (exemplos: alabastros e travertinos). as de precipitação química e as orgânicas.

Capital Federal. 2. ferruginoso. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Resistem bem aos ataques de atmosferas poluídas. Partes I. recomenda se o seu emprego com acabamento polido. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Por esse motivo. mas sujam-se e escurecem. II e III.Arenitos E-PED. de sílica ou quartzo.08 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. argiloso ou calcário. sob o número 218504 . ligados por um cimento silicoso.Proibida a reprodução sem autorização. COMPOSIÇÃO Pedras de construção constituídas por grãos. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Sedimentares .

resultantes das fraturas provocadas por movimentos da croata terrestre. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. a pedra recebe a denominação de brecha ou conglomerado. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III.2 2. 1.Brechas e Conglomerados E-PED. brecha oriental. Capital Federal. as brechas mais usadas são: • • • brecha arrábida. Nos mármores.09 1. Nos dois primeiros. respectivamente.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Sedimentares . os fragmentos destacam-se da massa pela transição brusca de tonalidade. Partes I. verifica-se um esbatimento de cores. brecha mericea.Proibida a reprodução sem autorização. Conforme os fragmentos sejam angulosos ou arredondados. 1.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Pedras de construção constituídas por fragmentos de calcário. aglomerados por um cimento de natureza sedimentar. PRODUTOS Comercialmente. sob o número 218504 . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . A distinção entre as brechas e conglomerados e os mármores é feita pela coloração.

2.1 2. todavia. ônix São Luiz. II e III. apresentando. CALCÁRIOS DIVERSOS Calcários de origem orgânica. Recebe muito bem o polimento. o que permite o seu emprego em pavimentação. os travertinos mais difundidos são: • • travertino romano. a aparência. Capital Federal. que resultam da associação de substâncias diversas ao carbonato de cálcio.Diversas E PED.3 3. A denominação dos calcários de origem orgânica varia com a textura. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Recomendados para emprego em revestimentos. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. adquirindo brilho excepcional. compactos.2 TRAVERTINOS Calcários lacustres. 2. com exceção de algumas variedades que apresentam grande resistência ao desgaste. a granulação. 2. numerosas cavidades. em virtude de sua formação em torno de fragmentos vegetais.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Sedimentares .1 1. Partes I. etc. os alabastros são denominados de mármore ônix (o ônix verdadeiro é uma variedade de calcedônia) e os mais empregados são: • • • ônix cambuci.2 ALABASTROS Variedade translúcida de calcário de sedimentação química. Comercialmente. sob o número 218504 .10 1.Proibida a reprodução sem autorização. Comercialmente. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. ônix africano. 1. travertino italiano.

resultantes dos metamorfismos respectivos. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. quartzitos: dos arenitos.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Metamórficas . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. são as relacionadas a seguir: • • • • • gnaisses: dos granitos. 2. ardósias: das argilas. II e III. mármores: dos calcários. DEFINIÇÃO Pedras metamórficas são pedras de construção resultantes da ação do metamorfismo sobre as já existentes na natureza. Capital Federal. sob o número 218504 . com ausência ou raridade de feldspatos.11 1. micaxisto: dos granitos. VARIEDADES As variedades. Partes I.Proibida a reprodução sem autorização.Condições Gerais E-PED.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. O gnaisse lenticular caracteriza-se pela presença de grandes olhos alongados ou facóides que. Capital Federal. em decorrência da presença de mica.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Metamórficas-Gnaisses E-PED.Proibida a reprodução sem autorização.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Os canteiros denominam esse tipo de gnaisse de "pedra de galho". 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III. melanocrático. 1. sob o número 218504 . 1.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os gnaisses apresentam-se em três variedades: • • • leucocrático ou leptínico. O gnaisse melanocrático é. Partes I.12 1. moldados em uma matriz bem cristalina. dão à pedra o aspecto lenticular.3 O gnaisse leucocrático é o que mais se assemelha ao granito. o mais escuro.2 1. lenticular ou porfiróide ou facoideano. na tonalidade cinza.

cloritoxistos (clorita). 1. Partes I.1 1. II e III. São compostos. entretanto. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Os micaxistos apresentam-se em 3 variedades: • • • sericitoxistos (sericita).13 1. talcoxistos (talco). 2. o talcoxisto é conhecido pela denominação de pedra-sabão. de quartzo e mica. COMERCIALIZAÇÃO Comercialmente. Capital Federal.2 1.Micaxistos E-PED.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Metamórficas .Proibida a reprodução sem autorização. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . textura mais fina e predomínio de elementos lamelares e micáceos.3 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Os micaxistos têm aspecto semelhante ao dos gnaisses. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. essencialmente. apresentando.

1.2 São compactos. acizentados ou avermelhados.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Metamórficas . geralmente esbranquiçado.Proibida a reprodução sem autorização.14 1. O itacolomito é constituído por grãos de quartzo ligados por um cimento de mica sericita. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 1.1 Os quartzitos apresentam-se nas variedades itacolomito e itabirito. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. Partes I.Quartzitos E-PED. sob o número 218504 . amarelos. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. resistentes e extremamente duros. Capital Federal. com textura granitóide ou porfiróide. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . por grãos de quartzo e hematita. e o itabirito.

os mármores perdem o polimento. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 1. A sua aparência provém de reflexo de luz que nele penetra a certa profundidade. Os mármores devem ser empregados ao abrigo das intempéries. Capital Federal. em mármores estatuários e mármores de construção. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . a seguir: TABELA 01 MATERIAL E COR Mármore Branco Mármore Branco Mármore Branco Mármore Branco Mármore Branco Mármore Branco Mármore Branco Mármore Branco Mármore Branco Mármore Bege Mármore Bege Mármore Cinza Mármore Cinza Mármore Cinza Mármore Pérola Mármore Pérola Mármore Pérola Mármore Preto Mármore Preto PROCEDÊNCIA Belmonte (MG) Bocaiúva do Sul (PR) Rio Branco do Sul (PR) Cachoeiro do Itapemirim (ES) Cachoeiro do Itapemirim (ES) Cachoeiro do Itapemirim (ES) Italva (RJ) Italva (RJ) São Rafael. II e III.15 1. a cor atenua-se. a nomenclatura dos mármores nacionais e estrangeiros mais empregados é a relacionada nas tabelas 1 e 2. O mármore estatuário é o mármore puro. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Aurora Norte "A" Marfim "B" Comum Prateado Chumbinho Cumbi Lapa Perlato Florido Portoro 1. COMERCIALIZAÇÃO Comercialmente.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Metamórficas – Mármores E-PED.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. Oiti Juazeiro (BA) Juazeiro (BA) Cachoeira do Campo (MG) Itabirito (MG) Sete Lagoas (MG) Cachoeira do Campo (MG) Cachoeira do Campo (MG) Itabirito (MG) Córrego da Prata (MG) Patos (MG) TIPO Arabescato "A" Paraná "A" Paraná "A" Branco sem mancha "B" Veiado "C" Azulado Capacete Veiado.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Os mármores classificam-se.2 2. Em contato com o exterior. confundem se as tonalidades características. segundo a aplicação a que se destinam.

esverdeadas e amareladas (alabastro) Verde-mostarda (alabastro) Creme-claro com cavidades irregulares Preto com veios brancos Preto Fundo verde com grandes incrustações escuras. Partes I. finos e entrelaçados Cinza-chumbo Creme-claro Branco com veios entrelaçados verdes. cinzas e pretas Verde-escuro com veios mais claros e brancos. II e III.Proibida a reprodução sem autorização. sob o número 218504 .continuação E-PED. pardos e rosas Branco-estatuário Branco com manchas cinzentas Preto com veios brancos ou dourados bem característicos Rosa-queimado com manchas e veios mais escuros Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.15 MATERIAL E COR Mármore Preto Mármore Rosa Mármore Rosa Mármore Rosa Mármore Rosa Mármore Rosa Mármore Verde Mármore Verde Mármore Verde Mármore Verde Mármore Verde Mármore Vermelho Mármore Vermelho Mármore Vermelho PROCEDÊNCIA Sete Lagoas (MG) Cachoeira do Itapemirim (ES) Itapebi (BA) Rio Grande do Norte Sete Lagoas (MG) Patamute (BA) Córrego da Prata (MG) Itajaí (SC) Sete Lagoas (MG) Sete Lagoas (MG) Sete Lagoas (MG) Cachoeira do Campo (MG) Sabará (MG) Sete Lagoas (MG) TIPO Esperança Bahia Rio Grande do Norte Bahia Jaspe Aurora Veiado Esperança Ipiranga Tropical Jacarandá Floresta Esperança TABELA 02 NOME COMERCIAL Ônix Africano Ônix São Luiz Travertino Grand Bleu Preto Belga Vert Antique Verde Tinos Bardilho Botticino Calacatta Carrara Carrara Veiado Portóro Rosa Verona PROCEDÊNCIA África Argentina Argentina Bélgica Bélgica França Grécia Itália Itália Itália Itália Itália Itália Itália CORES CARACTERÍSTICAS Pardo. com tonalidades azuis.

Capital Federal. cremes. Partes I. vermelhos e pretos Pérola ou rosado.Proibida a reprodução sem autorização. predominando os pardos. pardos ou rosados Rosado ou pérola com incrustações conchíferas esbranquiçadas Rosado com veios esbranquiçados e esverdeados Branco rosado com fragmentos e veios marromavermelhados Extremós Lioz Claro Lioz Florido Rosa do Monte Brecha Oriental Portugal Portugal Portugal Portugal Uruguai Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . pardos ou violáceos Pérola com veios acinzentados.15 NOME COMERCIAL Travertino Brecha Arrábida PROCEDÊNCIA Itália Portugal CORES CARACTERÍSTICAS Creme-claro com cavidades irregulares Mistura de fragmentos de cores variadas. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.continuação E-PED. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 . com veios rosados. II e III.

Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Metamórficas . Partes I.Ardósia E PED. pois o seu peso é de 20 a 25 kg/m². integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. UTILIZAÇÃO São utilizadas em pavimentação.17 1. O emprego das ardósias em cobertura permite substancial economia no madeiramento. DEFINIÇÃO Pedras de construção resultantes do metamorfismo das argilas. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização. revestimento e cobertura.

A energia que aciona as ferramentas é gerada pela deflagração dos fincapinos.01 1. encruado. da espessura do elemento a ser fixado e da espessura da argamassa que. Os pinos são normalmente fornecidos com acabamento niquelado. rochas de qualquer espécie. etc. a haste de penetração será função da penetração mínima necessária.2 1.Proibida a reprodução sem autorização.3 1. Partes I. Capital Federal.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pinos de Sustentação Sistema de Fixação à Pólvora E PIN. Para ambientes altamente corrosivos ou expostos ao tempo. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. No caso do aço. A caracterização dos pinos será procedida pela definição da haste de penetração e da haste de rosca. tais como tijolos furados. No concreto.4 1. o acabamento será zinco-bicromatizado. soldado ou em dobras de chapas. sob o número 218504 . granito.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O sistema de fixação à pólvora não deve ser usado em materiais excessivamente duros ou quebradiços. esteja a recobrir o concreto. A fixação não poderá ser efetuada em aço temperado ou com dureza acima do aço SAE-1020. a ponta do pino deve atravessar a chapa e s haste de penetração é ranhurada. mármore. 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. telhas.7 2.6 1. que são cartuchos calibre 22 ou 38. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Mecânica Walsywa Ltda. A espessura da chapa não poderá ser inferior ao diâmetro da haste de penetração do pino. eventualmente. II e III.5 1. aço temperado. 1.

Quando o revestimento superior for em carpete.). rampa de acesso em madeira aglomerada de alta densidade. salvo se especificados de forma diversa no projeto arquitetônico. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sextavado e auto-travante. serão os a seguir relacionados: • • • rodapé de fechamento em madeira de alta densidade. etc.02). placas de vinil ou placas de borracha). borracha ou laminado fenólico melamínico. tratamento em pintura eletrostática. base côncava de aço. com espessura de 28 a 38 mm. com 3 mm de espessura. mármore.1 PAINÉIS MODULADOS Os painéis modulados serão constituídos.01 1. basalto. rodapé de acabamento junto às paredes. ou em perfil de PVC (para revestimento superior em laminado fenólico. ou zincagem com o mínimo de 8 micra. 2. revestida com material antiderrapante. Partes I. removíveis. 4. II e III. de placas em madeira aglomerada de alta densidade (vide E-MAD. As laterais. 4. 2. PEDESTAIS Os pedestais ou suportes telescópicos apresentarão as seguintes características: • • • • • • • indeformidade quando submetidos aos esforços previstos: regulagem de altura de até 6 cm. com o fim de impedir a passagem do ar e conferir isolamento acústico. 2. divisórias e pilares. rigidamente fixado com peças metálicas adaptadas aos pedestais. e por pedestais ou suportes telescópicos. Capital Federal. basicamente.1 ACABAMENTOS E ACESSÓRIOS Os acabamentos. guarnição na cruzeta.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pisos Falsos E-PIS. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização. haverá uma lâmina intermediária de alumínio para resistir molhaduras. As placas poderão ser revestidas em carpete ou em placas de vinil. A face inferior das placas será sempre revestida com lâmina de alumínio. porca de aço galvanizado. com peso especifico de 720 kg/m³. com laminado fenólico melamínico (para revestimento superior em carpete) . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 2. cruzeta de apoio em alumínio fundido por pressão. pedra (granito. DEFINIÇÃO Os pisos falsos serão constituídos por placas ou painéis modulares.

terão sacador tipo ventosa. plataformas para computadores de grande porte: de conformidade com O fabricante dos equipamentos. plataformas de sala on-line ou sala mux: 500 kg/m² de carga distribuída e 2. Senter Indústria e Comércio Ltda.1 5. WH Unimon Metalúrgica Ltda.Proibida a reprodução sem autorização.Divisórias Moduladas Ltda.Indústria de Pisos para Computadores Ltda.2 Para plataformas revestidas em carpete. Capital Federal. 6.. Solidor Industrial Ltda. Kavty do Brasil . As longarinas dificultam o desnivelamento das plataformas nos casos de manutenção. sob o número 218504 . Metalfloor Comercial e Industrial Ltda. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admite o emprego de plataformas elevadas fabricadas por: • • • • • • • • ATL Indústria e Comércio Ltda...2 O PROPRIETÁRIO recomenda o emprego de plataformas elevadas com uso de longarinas para que as cargas sejam transmitidas de maneira uniforme aos pedestais. CARGAS As cargas serão previstas nos pisos elevados de acordo com o relacionado a seguir: • • • plataformas de atendimento: 500 kg/m² de carga distribuída. As plataformas revestidas em laminado fenólico melamínico. II e III.000 kg de carga concentrada nos pedestais. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . uma vez que não permitem que os pedestais girem quando da remoção das placas. 5. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Indústria e Comércio de Móveis. Mobilínea S. será previsto sacador tipo pente ou outro adequado ao fabricante. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.continuação E-PIS.A. Dimoplac . placas de vinil ou placas de borracha.. Partes I.01 4. 5.

determinação do número .determinação da estabilidade térmica do PVC. odontológicos e hospitalares de uso único. Plásticos e elastômeros . Plásticos .determinação da dureza por penetração da esfera (NBR 9624). Plástico . polímeros e copolímeros contendo cloretos e seus compostos através do método de descoloração (NBR-7147). 2. Plásticos . Plásticos . sob o número 218504 .determinação da densidade aparente de material de moldagem que não é capaz de fluir através de um funil especificado (NBR-7455). II e III.determinação da dureza shore (NBR 7456).01 1. Plástico . em alguma fase de sua fabricação. Capital Federal.índice de viscosidade das resinas de PVC em solução diluída (NBR-7136). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. haverá particular atenção para as seguintes EB-1300/82 EB-1997/89 MB-1123/77 MB-1161/77 MB-1377/80 MB-1561/81 Plásticos .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Plásticos Resinas Sintéticas Definição e Conceitos E-PLA.determinação gravimétrica da espessura de um filme (NBR7983). cuja característica comum é terem tido ou terem. Plásticos .determinação da densidade aparente de material de moldagem capaz de fluir através de um funil especificado (NBR-7457). quando submetidas a pressão e temperatura.determinação das propriedades mecânicas a tração (NBR9622) Plásticos . MB-1659/82 MB-1660/82 MB-1661/82 MB-1708/82 MB-1990/84 MB-2381/85 MB-2383/85 MB-2421/85 MB-2423/85 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .determinação da dureza Rockwell (NBR-9630).Proibida a reprodução sem autorização. a propriedade de serem moldadas.determinação da temperatura de fragilidade por impacto.determinação da densidade pelo método gradiente de densidade. Plásticos .atmosferas padrão para condicionamento e ensaio (NBR 7452). de elevado peso molecular. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Plástico .determinação da absorção de água (NBR-8514). Partes I.determinação das características em compressão (NBR 9628). DEFINIÇÃO Entende se por plásticos ou resinas sintéticas uma série de substâncias orgânicas sintéticas. Plásticos . Plástico . Plásticos . Compostos de PVC para uso em artigos médicos. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . mas possui ramificações) e reticulados (várias cadeias começam a se interligar. novamente se solidificam. Capital Federal.1 4. conforme descrito nos itens a seguir. Monômeros são compostos não saturados que. ramificados (molécula não cresce apenas em uma direção. São mais estáveis do que as ligações duplas ou triplas.continuação E-PLA. 4.determinação da massa específica do material moldado e do fator compressão (NBR-9875). Partes I. TERMOPLÁSTICOS As resinas sintéticas termoplásticas são aquelas que sob a ação do calor amolecem. dão origem aos polímeros.3 3. onde nada as liga entre si.2 3. ou seja. 4. Compostos não saturados ou insaturados são compostos de carbono com ligações duplas ou triplas. uma mesma unidade monomérica é acrescentada à cadeia em crescimento. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.5 ESTRUTURAS POLIMÉRICAS As estruturas poliméricas podem ser com polímeros lineares (com molécula em forma aproximada de uma cadeia retilínea) .1 CLASSIFICAÇÃO Os plásticos ou resinas sintéticas classificam-se em termoplásticos ou termorrígidos (termoestáveis ou termofixos) . chegando à fusão Uma vez retirado o calor.método do corpo-de-prova encurvado.2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Plásticos .4 3. 3.determinação da estabilidade dimensional sob calor pelo método Martens (NBR-10438).01 MB-2641/86 MB-2685/87 MB-2747/87 TB-162/85 3. duas moléculas diferentes reagem. Polímeros são compostos formados de macromoléculas. Na polimerização por adição. Na polimerização por condensação.1 Plásticos . Todos os polímeros cujas moléculas são nitidamente separadas. geralmente com eliminação de água ou de alguma outra molécula pequena. o amolecimento pelo calor é ama propriedade reversível. sob o número 218504 . Plásticos . nas quais uma ou várias unidades básicas (monômeros) se repetem inúmeras vezes. são termoplásticos. PROCESSOS DE POLIMERIZAÇÃO Existem 2 processos de polimerização: por adição e por condensação.2 4. através da polimerização. Plásticos (NBR-9633).Proibida a reprodução sem autorização. 3.determinação da fissura sob tensão em um ambiente determinado . II e III. CONCEITOS BÁSICOS Compostos saturados são compostos de carbono com ligações simples. formando uma molécula tridimensional) 4.2.

por exemplo. flexibilidade. visores de relógio e lâmpadas.3. dissolução do póli (acetato de vinila) em álcool.3.3 5. II e III.2.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Empregado usualmente em peças das quais se exige elevada resistência mecânica. Capital Federal.continuação E-PLA. não permitem distinguir a cadeia principal. hidrólise e condensação com butiraldeído. transparentes. especialmente as empregadas em superfícies externas. As resinas termorrígidas endurecem com o calor. etc. Apesar de caras. televisão.3. 5.1 5. tais como eletrodomésticos. chegando a carbonizar. apresentam característica de irreversibilidade em relação a esse novo estado. grades de carro e controles sanitários (válvulas. um copolímero.2.2 5. 4. sem lubrificação. de preferência. butadieno (B) e estiteno (S). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.01 4.1. obtidas pela polimerização de derivados acrílicos.2 5.2. São termorrigidos todos os polímeros que apresentam a cadeia ramificada de tal forma que. permitindo. principalmente dos ésteres do ácido acrílico e do ácido metacrílico. sendo.1 5.2 5. rádio. portanto. ou seja. as resinas acrílicas são utilizadas na fabricação de peças que devam possuir propriedades áticas especiais como.1. uma vez endurecidos. a eletrodeposição (cromação).3.3 5.2 Apresenta características mecânicas comparáveis às dos metais (dureza e estabilidade dimensional) com ótima resistência a esforços permanentes. Empregado.3 5. por vezes.1 TERMORÍGIDOS OU TERMOFIXAS As resinas sintéticas termorrígidas ou termofixas são aquelas que sob a ação do calor não fundem. lentes. as excelentes propriedades de aderência. à umidade e aos álcalis têm provocado o aumento de utilização das resinas acrílicas na fabricação de tintas. ainda. sob o número 218504 . Por apresentarem superfícies de alto brilho e elevada transparência. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sifões.) ACETAL Produto resultante das seguintes operações: • • • formação do póli (acetato de vinila).Proibida a reprodução sem autorização. As resinas acrílicas modificadas com estireno ou outros tipos de copolímeros são empregadas na formulação de tintas. 5.1 5. mesmo em temperaturas elevadas. para peças submetidas a intenso manuseio.3. alta resistência química. TIPOS DE PLÁSTICOS ABS Combinação de acrilonitrilo (A). Partes I.2 5.3 4.1.1 5. Apresenta estabilidade dimensional. os termorrígidos. resistência ao calor e excelente acabamento superficial. como em engrenagens e peças de movimento ACRÍLICO Resinas sintéticas. e grande resistência ao desgaste por atrito. retenção de cor e resistência à radiação ultravioleta.

de preferência. todos monômeros (M).9 FLUON Marca comercial da Imperial Chemical Industries (Reino Unido) para o PTFE (politetrafluoretileno). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .continuação E-PLA.8 5.01 e E-EPO. isso permite o seu emprego na fabricação de tubos destinados ao transporte de água quente.02.1 5.13 5. EPÓXI Vide E-EPO. (Itália) para o PTFE (politetrafluoretileno).12 NEOPRENE Vide E-ELA. Capital Federal.01 5.7. 5. geralmente o estireno. 5. A grande diferença entre o PVC e o CPVC é que o CPVC é uma resina que pode ser utilizada em temperaturas mais elevadas. sendo obtido por cloração posterior do PVC. dissolvida em um monômero insaturado. (Alemanha) para o PTFE (politetrafluoretileno). 5.02.A. do tipo gaxeta de compressão. II e III. EPDM Copolímero resultante da polimerização do etileno (E). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 .11 “HYPALON” Vide E-ELA.7 5. 5.6. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.7.13.6 5.1 CPVC Póli (cloreto de vinila) clorado.03.P. utilizado no assentamento de vidros.1 POLIÉSTER São resinas constituídas por uma base poliéster (molécula linear longa. 5.Proibida a reprodução sem autorização. O CPVC possui essencialmente as mesmas propriedades do PVC rígido (ASTM Tipo 1) . 5.4 ALGOFLON Marca comercial da Montefluos S. 5.2 5.G.10 HOSTAFLON Marca comercial da Hoechst A. até cerca de 100°C. na confecção de perfil rígido. Empregado. produto da polimerização por condensação de um biálcool e de um biácido) .04. do propileno (P) e do dieno (D).5 BUTYL Vide E-ELA. Partes I.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. O polietileno é empregado na fabricação de embalagens flexíveis.15. O PE é branco. No entanto. Essas instaurações são instáveis e facilmente rompidas durante a reação de cura. garrafas e outras utilidades domésticas e tubos. na impermeabilização de reservatórios.13. etc.15. Apresenta boa resistência a choques e satisfatório acabamento superficial. Existem 3 tipos de resina poliéster termofixa disponíveis no mercado: o poliéster ortoftálico. porém ótima flexibilidade em temperaturas até – 55°C. II e III.1 5. translúcido.15 5. através de suas duplas ligações. não tem cheiro e apresenta alta permeabilidade ao oxigênio e baixa ao vapor d'água. monômero de estireno.13.14. enquanto a deformação lenta diminui.14. Os tubos fabricados com UHMW e PEX resistem melhor às solicitações mecânicas.01 5. peças flexíveis. as várias moléculas de estireno.Proibida a reprodução sem autorização. tais como o PEBD (polietileno de baixa densidade) .2 5.14. é insaturado e participa na reação de cura. Capital Federal. com perda de resistência. se unem às duplas ligações da base poliéster.1 5.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . satisfatoriamente. POLIETILENO (PE) Resina obtida através da polimerização do etileno por meio de diferentes processos. Na polimerização do poliéster. o que acarreta a formação de polímeros com características diversas. a resistência ao intemperismo do tubo pigmentado com negro de fumo (preto) é boa. sendo utilizados. especialmente na fabricação de telhas e domos. o poliéster isoftálico e o poliéster bisfenólico.13.3 5. 5.13. pela ação de agentes catalisadores e aceleradores.14. também o agente de interligação.5 5. até + 50°C. as resinas isoftálicas são relativamente resistentes a ambientes agressivos e as resinas bisfenólicas apresentam excelentes características de resistência química.13. As resinas ortoftálicas não apresentam boas características de resistência química. piscinas e terraços. O PE se degrada pela exposição à luz e ao oxigênio. no revestimento protetor de estruturas de aço e concreto. O poliestireno é utilizado na fabricação de caixas e de peças submetidas a reduzida solicitação mecânica.2 Como resina termofixa. o poliéster possui pontos de saturação em sua cadeia molecular. Os tubos de PE possuem resistência mecânica relativamente baixa.4 5.continuação E-PLA.4 5. sob o número 218504 . o PEAD (polietileno de alta densidade) . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.14. o UHMW (polietileno de altíssimo peso molecular) e o PEX (polietileno reticulado). As resistências mecânica e química se acentuam com o aumento da densidade. Não apenas a base do poliéster da resina apresenta insaturação.5 5. A resina poliéster reforçada com fibra de vidro ("fiberglass") é largamente utilizada na construção civil. POLIESTIRENO Resina obtida através da polimerização do estireno. dando origem a um composto reticulado tridimensional e transformando a resina do estado liquido ao estado sólido. pela ação de substâncias catalisadoras.6 5. Partes I.14 5. Essa reação química se processa à temperatura ambiente.3 5.

O polipropileno é o plástico mais leve conhecido. o PVC pode ser rígido ou flexível. sob carga.1 PVC O PVC. Durante a produção são incorporados estabilizadores e absorvedores de radiação ultravioleta. juntas-envelope e de expansão. sob o número 218504 .01. observadas suas tolerâncias térmicas. películas ("skived tape"). É comercializado em forma de pó. talhas. Não sofre alterações sob temperaturas entre . é de cerca de 65°C. O PVC é utilizado na fabricação de tubos e conexões.1 POLIPROPILENO (PP) Resina obtida através da polimerização do propileno com estrutura essencialmente linear e altamente cristalina.17 5. E-POL. É atacado somente por metais alcalinos em estado de fusão ou por alguns compostos fluorados a altas temperaturas. O polipropileno é utilizado na fabricação de caixas de bateria e de tubos. mantas flexíveis para impermeabilização. Vide E-ACE.2 5. com massa específica de 0.20.18 5. de forros. granulado.19 5.16. transparente ou opaco. suspensões aquosas. monofilamentos. Para evitar a degradação decorrente da perda do ácido clorídrico. Capital Federal. II e III. é mais quebradiço que um PVC que contém plastificante. o PTFE é autolubrificante.20. buchas e tarugos. Com coeficiente de atrito igual ao do gelo sobre gelo.02 e EACE.18. puro ou composto de outras substâncias. gaxetas. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Utilizado na fabricação de fitas de vedação.Proibida a reprodução sem autorização. o que aumenta a sua durabilidade. 5. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.18. póli (cloreto de vinila).2 5. etc. maior módulo de elasticidade e elevada resistência química. o PVC nunca é utilizado puro.18.01 5. No entanto. anéis para válvulas de esfera.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .26. E-ACE. As cadeias poliméricas normalmente são ramificadas e o polímero apresenta pequeno grau de cristalinidade. além de excelente resistência química. graxas. O PVC utilizado na fabricação de conexões é o não plastificado ou rígido.3 5. 5.continuação E-PLA.27 e E-POL. discos de vedação de válvulas.1 PTFE O PTFE (politetrafluoretileno) é um polímero obtido da combinação de flúor e carbono. anéis para engaxetamentos de válvula.20. Partes I. daí sua utilização em gaxetas do mais alto rendimento. etc.16 5.16. A partir do "chips" do polipropileno obtêm-se fibras para a fabricação de carpetes.2 5. esses para redes não pressurizadas e suportando temperaturas de até 90°C. rigidez e dureza. é obtido pela polimerização do cloreto de vinila. PVA Por PVA caracteriza-se o póli (acetato de vinila) . POLIURETANO Vide E-POL. 5. Dependendo do tipo de formulação. apresenta maior resistência à tração e à flexão.90 g/cm³.28.03. A alta cristalinidade confere ao polipropileno grande resistência à tração.90 e + 230°C. assegurando enorme faixa de aplicações dentro da indústria moderna.20 5. A temperatura máxima de uso.

II e III.06. Du Pont de Nemours (EUA) para o PTFE (politetrafluoretileno).21 SILICONE Vide E-ELA.22 TEFLON Marca comercial da E. Partes I.01 5. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.05.continuação E-PLA.Proibida a reprodução sem autorização. sob o número 218504 . 5.23 THIOKOL Vide E-ELA. I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal. 5. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.

028 kcal.04).E. 3.A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.E. tipo II: M. acima de 20 até 25 kg/m³.ensaio de flamabilidade. Partes I. o poliestireno expandido divide-se em classe "A" (material não retardante à chama) e classe "B" (material retardante à chama). Capital Federal. sendo que por peças entende-se tubo isolante.°C.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O poliestireno expandido apresenta-se sob a forma de peças ou de pérolas.determinação da massa especifica aparente.A.1 .025 a 0. Poliestireno expandido para fins de isolação térmica .029 kca1.Proibida a reprodução sem autorização.m/h. 3.m².3 Na temperatura de + 10°C.A. 3. nos seguintes tipos: • • • tipo 1: M. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes. sob o número 218504 . 2.m/h. segmento. varia de 0.°C. calha. DEFINIÇÃO Poliestireno expandido é um produto termoplástico com estrutura de células fechadas.026 a 0. II e III.A. N. placa e placa especial.3. Indústrias Químicas. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por • • Basf Brasileira S. Poliestireno expandido para fins de isolação térmica .01 1. Poliestireno expandido para fins de isolação térmica .m². Tupiniquim Termotécnica S.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Poliestireno Expandido E-POL. EB-1010/80 MB-1304/80 MB-1305/80 MB-1404/81 Poliestireno expandido par fins de isolação térmica. 3. tipo III. de 16 a 20 kg/m³.4 4. Concreto plástico é uma mistura de cimento e pérolas de poliestireno (vide E-CON. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.determinação da absorção de água (NBR-7973). Na temperatura de 0 °C. o coeficiente de condutibilidade térmica do poliestireno expandido varia de 0. obtido por expansão do estireno polimerizado (poliestireno). Para fins de isolação térmica.E. de 13 a 16 kg/m³.

023 kcal. absorção de água por submersão (DIN 53428). • Dow Química S. sob o número 218504 . com 10% de deformação (DIN 53421 ou ASTM C-1621): 2.Proibida a reprodução sem autorização.2% por volume. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .m/h. condutibilidade térmica a 10°C (DIN 52616 ou ASTM C-518) : 0. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por. classificação em relação a chamas (DIN 4102) . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. sob as marcas "Styrofoam RM" e "Styrofoam IB". DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.A.8 kgf/cm².°C. B1 (difícil de inflamar) 3. obtido por processo contínuo de extrusão do estireno polimerizado (poliestireno) 2. absorção de água por submersão (ASTM C-2842) .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Poliestireno Extrudado E-POL.2% por volume. 0.02 1. resistência à compressão. poliestireno extrudado é um produto termoplástico com estrutura de células fechadas. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal.m². CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS São as seguintes as características técnicas do poliestireno extrudado: • • • • • • peso específico (ASTM C-303): 32-35 kgf/m³. 1.

• • • • percentual de extrato seco: 53% (+/. apresentada sob a forma de um componente. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Concreto determinação da consistência pelo abatimento do tronco de cone (NBR-7223) e cura racional durante 28 dias.2 3.1 TESTE DE ESTANQUEIDADE E PERMEABILIDADE Na falta de normatização completa para testes com os látex sintéticos.3 4. ozônio e raios ultravioleta. observada a MB-256/81 .2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O filme apresentará características físicas próprias do látex polimerizado. verificando-se.500). viscosidade Brookfield (20° c/20 rpm): 1 x 10/4 (+/. não reemulsionável após a polimerização.3 3. sob o número 218504 . Partes I.1 2. são submetidos durante 48 horas à coluna d'água sob pressão de 6 MPa/cm². • Técnica Forte Construções. Comércio e Indústria Ltda. sob a marca Elastflex. Os mesmos corpos de concreto sem o tratamento impermeável. 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Polímero Emulsão E-POL. Capital Federal.25 1. . penetração profunda de água. monômeros livres: <= 1. após seu rompimento. flexibilidade. a inexistência de penetração de água no seu maciço. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por.1). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 3. após rompimento. 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . adesão concreto/concreto: até 10 MPa (média 8 MPa) 2. como memória de forma.1. Para verificação de permeabilidade e estanqueidade do filme polimerizado. II e III. após tratados superficialmente com a emulsão. Esses corpos. A estanqueidade dos suportes será obtida por colmatação de poros e fissuras e por formação de filme impermeável. DEFINIÇÃO Emulsão de látex plastificado e estabilizadores. 3.Proibida a reprodução sem autorização. solúvel em água e polimerizável a frio nas condições ambientais. etc. aderência. submetidos às mesmas condições. moldam-se corpos-de-prova de concreto com "slump" 6 cm. apresentam. As camadas de proteção em argamassa evitam as agressões naturais do intemperismo. São as seguintes as demais características técnicas do polímero. adotam-se critérios de determinação de permeabilidade e estanqueidade que buscam reproduzir em laboratório as condições de trabalho para os quais o produto é especificado.

produzir películas de grande elasticidade ou também películas duras e tenazes. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . O "Desmophen" é um poliéster que possui grupos hidroxílicos excedentes. Ao misturar-se "Desmodur" com o "Desmophen". sob o número 218504 .4 2.G. O "Desmodur" contém grupos reativos de isocianato. com o mesmo tipo de "Desmodur" (designado também por endurecedor). principia a reação química entre o grupo ECO e o grupo OH. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização. Variando as proporções da mistura "Desmodur" e "Desmophen" e empregando tipos adequados de "Desmophen" é possível.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Poliuretano Tintas e Vernizes E-POL. da fórmula NCO.26 1.1 PREPARO DE TINTAS E VERNIZES Os vernizes ou esmaltes de poliuretano são obtidos a partir da mistura de 2 componentes. Partes I. que leva ao enlace estável do uretano.2 1. ambos produtos da Farbenfabriken Bayer A. 1.3 1. FABRICANTES As tintas e vernizes de base de poliuretano são objeto da E-TIN. Capital Federal. 1. da fórmula OH. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III. sendo um deles o "Desmodur" e o outro o "Desmophen".02.

Capital Federal. . sob a marca "Zeniterm-20". Zenimont Engenharia. cujas células. absorção de água em 24 h.. 2. são unidas pela própria estrutura de suas paredes. Texsa Brasileira Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Indústria de Isolantes Térmicos. obtida a partir do "Desmorapid". sob a marca "Isoterm".MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Poliuretano Espuma Rígida E-POL. aditivos com dissocianatos e agentes de expansão. São as seguintes as demais características técnicas: • • • • • • coeficiente de condutibilidade térmica: entre 0.A. Partes I. formando um produto homogêneo. densidade aparente: mínimo de 45 kg/m³ +/. entende-se por espuma rígida de poliuretano a espuma resultante de reação de um poliéster. sob o número 218504 .°C.. sob a merca "Rigicel-K". 2.16 kcal.m/h.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A espuma rígida de poliuretano é fabricada com matéria prima Farbenfabriken Bayer AG. Montagens e Construções Ltda. sob a marca registrada "Moltopren H". em volume máximo: 1%. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. A capilaridade é nula. Por isso. sob a marca "Multicel”.m². Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 3. espuma rígida de poliuretano deve ser uma macromolécula e não um aglomerado de grânulos.013 e 0. II e III. estabilidade dimensional: 7 dias a 70°C. resistência ao fogo: não combustível. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • Indústria e Comércio Trorion S. orientadas no mesmo sentido. caráter químico: neutro não corrosivo. 2.27 1. "Desmodur': e aditivos. Temporal S.Proibida a reprodução sem autorização.2.

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Poliuretano Calafetador E-POL.28

1.

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS São as seguintes as características técnicas do poliuretano; • • • • • elasticidade permanente; aderência, sem uso de "primer", em vidro, madeira e cerâmica; aderência, com uso da "primer", em concreto, alumínio, ferro, borracha e PVC; polimerização completa, sem retração, pala própria umidade do ar; aplicação com pistola metálica.

2.

FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • Ciplak - Indústrias Químicas Ltda., sob a marca "Elastol CL 100"; Denver Indústria e Comércio Ltda.; Hey'Di do Brasil Impermeabilizações Ltda., sob as marcas "Elasto Primer", "Massa Elástica Hey'di Escutan 20" e "Massa Elástica Hay'di Escutan 35"; Otto Baumgart Indústria a Comércio S.A., sob a marca "Vadaflex"; Sika S.A. , sob as marcas "Sikaflex 1 A", "Sikaflex 11 FC" a "Sikaprimer 1".

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Poliéster Manta não Tecida e Véu E-POL.51

1.

DEFINIÇÃO Entende-se por manta não tecida a manta de poliéster do tipo "non-woven" (não-tecida), obtida por extrusão direta pelo sistema "Spunbonded", processo patenteado pela "Rhodia", e constituída por filamentos contínuos de poliéster interligados mecanicamente por agulhagem.

2.

APLICAÇÃO A manta não tecida de poliéster pode ser empregada nos seguintes serviços: • • • • • • • • • • drenagem; áreas verdes de lazer e esporte; aterros; barragens; canais; captação de águas subterrâneas; controle de erosão; impermeabilização; obras viárias; saneamento.

3.

PRODUTOS/FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por;

3.1

MANTA NÃO TECIDA • Rhodia S.A. ,sob a marca "Bidim".

3.2

VÉU • Ciplak - Indústrias Químicas Ltda., sob as marcas "Nontex CP-30" e "Nontex CP-50".

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Polietileno Extrudado - Manta e Perfil E-POL.61

1.

DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação, polietileno extrudado é um produto termoplástico com estrutura de células fechadas, obtido por processo contínuo de extrusão do etileno polimerizado.

2. 2.1

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS MANTA As características mecânicas das mantas utilizadas no tratamento acústico serão as seguintes; • • • peso específico médio (ASTM D-3575 teste C/B): 35 kgf/m³; resistência à tração (ASTM D-3575 teste E): 4,2 kgf/m³; resistência ao rasgo, direção da extrusão (ASTM D-3575 teste D): 3,3 kg/cm.

2.2

PERFIL Perfil de seção circular, tipo cordão, empregado como material de suporte ou elemento liberador em juntas de dilatação ou de outros tipos.

3.

PRODUTOS / FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por;

3.1

MANTA • Dow Química S.A., sob as marcas "Ethafoam", fornecido em bobinas, para tratamento acústico, e "Polispuma", com 2,4 e 6 mm de espessura, para uso em impermeabilização.

3.2

PERFIL • Dow Química S.A., sob a marca "Ethafoam SB" ("Sealant Baker") , apresentando diâmetro compatível com a largura da junta.

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Polietileno Expandido Fita, Chapa e Perfil E-POL.62

1.

DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação, polietileno expandido é um produto termoplástico com estrutura de células fechadas, obtido por expansão do etileno polimerizado.

2. 2.1

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS FITA E CHAPA • • • • • • células fechadas; boa resistência ao tempo e aos agentes químicos; quimicamente neutro; dimensões estáveis; temperatura de uso: - 70 a + 80 °C; com ou sem adesivo.

2.2

PERFIL • • • • • • • • • células fechadas; cor: cinza; cheiro: nenhum; absorção de água: nenhuma; peso específico: 30 kgf/m³; resistência térmica: - 40 a + 70° C; resistência química: excelente contra óleos, gasolina e solventes; resistência a intempéries: excelente; seção circular, com diâmetros de 6, 8, 10, 12, 15, 20, 25, 30, 40 e 50 mm.

3.

PRODUTOS/FABRICANTES Para uso como junta de retenção, admite-se o emprego de produtos fabricados por:

3.1

FITA E CHAPA • Inducel Espumas Industriais Ltda. , sob a marca “PZ 940”.

3.2

PERFIL • Inducel Espumas Industriais Ltda., sob a marca "Tarucel".

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Porta Corta-Fogo Núcleo de Vermiculita Expandida E-POR.01

1.

DEFINIÇÃO Conjunto de folha de porta, marco e acessórios que atenda às normas brasileiras. Impede ou retarda a propagação do fogo, calor e gases de um ambiente para outro e resiste ao fogo, sem sofrer colapso, por um mínimo tempo determinado.

2.

NORMAS As portas corta-fogo obedecerão às normas da ABNT atinentes ao assunto, com particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-132/86 EB-920/80 EB-1358/82 EB-1359/82 EB-1360/82 EB-1361/82 MB-564/77 MB-1781/82 NB-208/93 PB-992/81 Portas e vedadores corta-fogo para isolamento de riscos em ambientes comerciais e industriais; Porta corta-fogo para saída de emergência; Fechadura destinada à porta corta-fogo para saída de emergência; Dobradiça helicoidal para porta corta-fogo; Dobradiça de mola para porta corta-fogo; Dobradiça excêntrica para porta corta fogo; Portas e vedações - métodos de ensaio ao fogo (NBR-6479); Fechadura e dobradiça para porta cotra-fogo - verificação da resistência ao funcionamento; Saídas de emergência em edifícios (NBR-9077); Fechadura destinada à porta corta-fogo para saída de emergência.

3.

FABRICANTES Admite se o emprego de produtos fabricados por: • • • • • • Cibam - Cia. Industrial Brasileira de Artefatos Metálicos; Eucatex S.A. Indústria e Comércio; Incoper Indústria e Comércio de Portas e Persianas Ltda.; MMR Mecânica e Metalurgia Royal Ltda.; Mirage - São Paulo Metalúrgica Ltda.; Resmat Ltda.

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Porta Corta-Fogo Núcleo de Silicato de Cálcio E-POR.02

1.

DEFINIÇÃO Conjunto de folha de porta, marco e acessórios que atenda às normas brasileiras. Impede ou retarda a propagação do fogo, calor e gases de um ambiente para outro e resiste ao fogo, sem sofrer colapso, por um mínimo tempo determinado (definição constante da NB-208/83) (NBR-9077/85).

2.

NORMAS As portas corta-fogo obedecerão às normas da ABNT atinentes ao assunto, com particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-920/80 MB-564/77 NB-208/93 Porta corta-fogo para saída de emergência; Portas e vedações - métodos de ensaio ao fogo.(NBR-6479); Saídas de emergência em edifícios(NBR-9077).

3. 3.1

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As portas corta-fogo para saída de emergência são classificadas em 4 classes, segundo seu tempo de resistência ao fogo no ensaio a que são submetidas, de acordo com o MB564/77 (NBR-6479) , não sendo admitidas classificações intermediárias. As classes, com os respectivos tempos de resistência mínima ao fogo, são as seguintes: • • • • classe P-30: 30 minutos; classe P-60: 60 minutos; classe P-90: 90 minutos; classe P-120: 120 minutos.

3.2

4.

FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produto fabricado por: • Asberit S.A., com marco, bandeja da porta e reforço, em chapa de aço "Zincrometal"; parafusos e rebites em aço galvanizado; dobradiças, fechadura e barra antipânico (opcional), em aço zincado e miolo da porta em "Termoplac 600", à base de silicato de cálcio e fibras minerais (sem amianto)

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Porta-Forte, Trapão e Ventilador "Z" E-POR.10

1.

NORMAS Conforme UL-140 - Relocking Devices for Safes and Vaults e UL-608 - Burglary Resistant Vault Doors and Modular Panels, da Underwriters Laboratories Inc. (EUA).

2. 2.1

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A porta-forte deverá atender à classificação "Class 1" do item 1.2 da norma UL-608, correspondente à resistência ao arrombamento por no mínimo 30 minutos, sob ação das ferramentas, equipamentos e procedimentos ali estabelecidos. Quando prevista a instalação de janela de emergência (trapão) , esta terá as mesmas características de blindagem e dispositivos da porta-forte, inclusive as fechaduras triplecronomêtrica e de retardo ("timers"). Serão instalados no teto da casa-forte 2 ventiladores "Z", dispostos em posições diametralmente opostas. Um deles terá acoplado a si um ventilador acionado através do interruptor que comanda a iluminação interna e deverá atender uma vazão mínima de 13 m³/h. As portas-fortes serão fabricadas segundo os projetos e especificações fornecidos ou aprovados pelo PROPRIETÁRIO, e sob a sua fiscalização. As especificações ora fornecidas configuram condições mínimas a serem atendidas; melhoramentos e aperfeiçoamentos só poderão ser introduzidos mediante a prévia aprovação do PROPRIETÁRIO. Será admitida a utilização de portas-fortes fabricadas pelas empresas relacionadas no item 4.2, adiante. A fabricação por outra empresa dependerá de sua prévia homologação junto ao PROPRIETÁRIO, o que deverá ser solicitado em tempo hábil, uma vez que o processo de homologação inclui a fabricação de protótipos e ensaios em laboratório especializado. ESPECIFICAÇÕES MÍNIMAS PORTA- FORTE DIMENSÕES As dimensões constam da tabela abaixo, sendo as alturas fixas e as larguras dependentes do tipo especificado (1, 2 ou 3):

2.2

2.3

2.4

2.5

3. 3.1 3.1.1

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continuação

E-POR.10

LARGURAS TIPO 1 2 1 VÃO LIVRE DE PASSAGEM (A) 800 1.000 1.200 (B) 1.300 1.500 1.700 VÃO DE INSTALAÇÃO (C) 1.280 1.480 1.680

PESO (kgf +/- 10%) 1.000 1.150 1.300

3.1.2

CHAPA FRONTAL Será em aço-carbono SAE 1020, bitola 6,35 mm (1/4"), podendo ser adotada espessura maior se o processo de fabricação assim o exigir.

3.1.3

PERFIS DE REFORÇO DA FACE EXTERNA Serão confeccionados em formato "Z", aço carbono SAE 1020, bitola # 16. Serão soldados à chapa frontal através de cordões de solda com 30 mm de comprimento, espaçados a cada 50 mm.

3.1.4

BLINDAGEM ASFÁLTICA Compõe-se de uma camada de asfalto oxidado 084, com 20 mm de espessura, proporcionando o completo enchimento da câmara formada pelos perfis "Z" de reforço.

3.1.5

CHAPA DE AÇO INOXIDÁVEL AISI 304 Será na bitola de 3,18 mm (1/8") e posicionada entre aplaca de blindagem de alumíniocorindum e a camada de blindagem química.

3.1.6 3.1.6.1 3.1.6.2

PLACA DE BLINDAGEM DE ALUMÍNIO-CORINDUM Esta placa é composta de alumínio fundido e nuggets de óxido de alumínio (corindum) com dureza de 9 mohs. O teor de cada composto é de 50% em peso. A placa será moldada previamente na espessura de 40 mm, em fôrma confeccionada especialmente para tal fim, de modo a se obter o máximo de uniformidade dimensional, homogeneidade e compacidade. Para garantir o posicionamento dos nuggets durante o lançamento do alumínio na fôrma, poderá ser utilizada tela. A fim de favorecer a aderência com o alumínio fundido, os nuggets de corindum serão pré-aquecidos, admitindo-se a alternativa de injeção de alumínio sob pressão. A face lisa da placa de blindagem de alumínio-corindum será voltada para a chapa frontal e a face rugosa voltada para a chapa de aço inoxidável. O eventual excesso dimensional por irregularidade de espessura será compensado na espessura das camadas de graute (descritas adiante) limitado ao máximo de 5 mm.

3.1.6.3 3.1.6.4

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continuação

E-POR.10

3.1.7

BLINDAGEM QUÍMICA Será composta por uma mistura de 60% de breu e 40% de enxofre, em peso, na espessura de 10 mm. Ao longo de todo o perímetro da porta será prevista uma "margem de costura" de 10 mm, através da fixação prévia de cantoneira com solda ou rebite, visando impedir a ignição da blindagem química quando da soldagem da chapa de fixação de mecanismos às almofadas.

3.1.8

CHAPA DE FIXAÇÃO DOS MECANISMOS Será em aço-carbono SAN 1020, bitola 6,35 mm (1/4"), totalmente soldadas às almofadas.

3.1.9

ALMOFADAS Serão em chapa de aço-carbono SAE 1020, na bitola de 4,74 mm (3/16"). O desenho das almofadas foi desenvolvido visando impedir a remoção da porta mesmo após a remoção dos mancais.

3.1.10 3.1.10.1

GRAUTE COM ARMADURA O graute será aplicado diretamente sobre a camada de blindagem química descrita anteriormente, na espessura de 14 mm, composto por graute, conforme item a seguir, e armadura conforme abaixo: • • tela de aço soldada, composta de fios de bitola 3,8 mm em malha de 10 x 10 cm, e seção transversal de 1,13 cm²/m, dos fabricantes relacionados no item 4.3, adiante; tela de alumínio em malha quadrada de 150 mm de aresta, composta por fios de bitola # 10.

3.1.10.2

O posicionamento das telas será no plano médio da espessura do graute, ficando a tela de alumínio voltada para a camada de blindagem química, e a tela de aço voltada para a chapa de fixação de mecanismos. Para garantia do posicionamento correto, serão usados afastadores do tipo "clips" plásticos, pastilhas de argamassa ou "caranguejos" de aço. GRAUTE Será aplicado entre a placa de alumínio-corindum e a chapa de aço inoxidável para regularização da superfície rugosa daquela placa, bem como preenchimento do espaço entre as almofadas e a placa de alumínio-corindum ao longo do perímetro da porta. Serão admitidos os produtos e fabricantes relacionados no item 4.1, adiante.

3.1.11

3.1.12

FECHOS Os fechos serão em barra de aço-carbono trefilado SAE 1020, com diâmetro de 50,8 mm (2") e acabamento com aplicação de cromo duro. A disposição dos fechos está indicada nos desenhos anexos.

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continuação

E-POR.10

3.1.13

PLACA (VIDRO) DE SEGURANÇA Será em vidro incolor temperado, 6 mm de espessura, e seu perímetro abrangerá toda a área do segredo, fechadura, ponto de travamento e "timer" de programação de data e hora de abertura. Será dotada de furos que permitam a passagem do eixo do segredo e da chave, e sirvam de pontos de fixação dos cabos das travas automáticas. A placa será fixada com uso de coxins de borracha que impeçam o contato direto do vidro com o metal.

3.1.14 3.1.14.1

LOCAÇÃO DOS PONTOS DE TRAVAMENTO Os pontos de travamento dos mecanismos de abertura dos fechos serão sempre sobre o vidro e, em princípio, dotados de acionamento indireto. O acionamento direto, ou seja, travamento direto na lingüeta da fechadura ou segredo, só será admitido se comprovado previamente que não causará danos a estes últimos, em caso de forçar a abertura com giro do volante sem a desativação dos mecanismos. A ligação entre o sistema de acionamento dos fechos e o sistema de travamento será feito por pinos fixados com presilhas, removíveis manualmente e dotados de selo de segurança ou lacre. PLACA DE FIXAÇÃO DO SEGREDO, FECHADURA E "TIMER" Será em chapa de aço-carbono SAE 1020, bitola 6,35 mm (1/4"), posicionada sob a placa de segurança, ou seja, entre a placa e o tampo de serviço. Deverá garantir a rígida fixação dos equipamentos através de parafusos.

3.1.14.2

3.1.15

3.1.16 3.1.16.1

TAMPO DE SERVIÇO Será em chapa de aço-carbono SAE 1020, bitola 1,21 mm (18") e proverá o arremate e fechamento da caixa de mecanismos. Sua fixação será feita por meio de parafusos, admitindo-se o uso de dobradiças em um dos lados. Conterá uma abertura que permita visualização e manuseio da fechadura triplecronométrica. Na sua face externa, voltada para o interior de casa-forte, será fixada uma chave "cachimbo" para remoção dos parafusos de fixação e conterá a seguinte mensagem de orientação pintada na superfície: “EM CASO DE TRANCAMENTO ACIDENTAL, RETIRE, COM O USO DA CHAVE AO LADO OS PARAFUSOS DESTA TAMPA, REMOVA-A E SIGA AS INSTRUÇÕES DESCRITAS NA FACE INTERNA DA MESMA".

3.1.16.2

Na face interna da tampa serão gravadas ou pintadas as instruções para remoção dos pinos que interligam o sistema de fechamento e abertura ao sistema de travamento, inclusive com desenhos ilustrativos. Na face externa da tampa será fixada plaqueta metálica com, no mínimo, os seguintes dados; • • • nome do fabricante; modelo; número de série;

3.1.16.3

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continuação

E-POR.10

• • 3.1.17

mês e ano de fabricação; peso do equipamento.

EIXO DO VOLANTE DE ACIONAMENTO DO MECANISMO DE MOVIMENTO DOS FECHOS Será em aço-carbono SAE 1020 trefilado, usinado de forma a possuir um limitador de torque próximo à face externa da porta, através da redução de sua seção transversal. O posicionamento do limitador de torque deverá impedir o acesso direto, mesmo com o rompimento do eixo e a remoção do volante.

3.1.18 3.1.18.1

TRAVAS AUTOMÁTICAS ("RELOCKS") Deverão atender às recomendações contidas na norma UL-140 da Underwriters Laboratories Inc. (EUA). Serão confeccionadas em aço-carbono SAE 1020, com diâmetro mínimo de 1/2" no ponto de trava. Cada porta-forte conterá, no mínimo, 2 travas, sendo facultada a instalação de mais unidades. O posicionamento indicado no desenho poderá ser modificado pelo fabricante (mantida a disposição assimétrica), assim como o caminhamento do cabo de fixação à placa de segurança, desde que garanta o travamento do mecanismo de abertura em caso de quebra da placa de segurança. Preferencialmente, as travas serão fixadas de forma que as lingüetas fiquem na direção vertical, e o sentido de acionamento da trava seja para baixo. As travas serão ativadas por molas e possuirão um dispositivo que impeça o retorno da lingüeta para a posição normal sem a remoção do conjunto. Essas travas deverão ser facilmente identificáveis, podendo ser pintadas, e serão fornecidas com um segundo mecanismo de segurança (trava de viagem) que impeça sua ativação por quebra acidental do vidro durante o transporte ou instalação. Essa "trava de viagem" será removida após a instalação definitiva e as instruções para remoção serão enviadas junto com a chave e o segredo. Os parafusos de fixação das travas automáticas serão da mesma bitola que os de fixação do tampo de serviço, de forma que a remoção de ambos seja possível com a mesma chave. MANCAIS Serão em aço-carbono SAE 1020 e terão rolamentos axiais e radiais. Deverão ser dimensionados em função do peso da porta e possibilitar o giro de 180 graus. O mancal superior deverá permitir a passagem da fiação do sistema de alarme sensorial através de abertura axial (o eixo do mancal superior é oco) com diâmetro mínimo de 3/8". Outro caminhamento da fiação poderá ser utilizado se não interferir no movimento de abertura e fechamento da porta, e desde que submetida previamente à aprovação do PROPRIETÁRIO.

3.1.18.2

3.1.18.3

3.1.19

3.1.20

BATENTE DE FECHAMENTO Será instalado na borda da porta ou do caixilho um pino ou faixa de borracha nitrílica de forma a impedir o contato metal/metal entre a porta e o caixilho, bem como evitar danos à pintura. É facultado ao fabricante alterar o posicionamento indicado no desenho fornecido pelo Banco.

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continuação

E-POR.10

3.2 3.2.1

CAIXILHO Será em aço-carbono SAE 1020, bitola 4,75 mm (3/16"), projetado para uma parede de 250 mm de espessura e construído de forma a alojar a porta com perfeição. As diversas partes que compõem o caixilho serão totalmente soldadas para formar um quadro rígido, e possuirá grapas ou nervuras para chumbamento ou ancoramento ao graute, bem como pontos de içamento para fins de transporte. A chapa inferior do caixilho será em chapa de aço-carbono SAE 1020, bitola 12,7 mm (1/2"), com as bordas dianteira e traseira chanfradas de forma a facilitar o acesso de equipamentos rodantes. A folga máxima admissível entre esta chapa e a face inferior da porta é de 6 mm. Para a entrada da fiação será executada, na face superior do caixilho, uma caixa de passagem (4 x 4"), também em chapa de aço-carbono SAE 1020, bem como será instalado eletroduto interligando-a com a caixa dos mecanismos, através do eixo do mancal superior da porta, dotado de bucha e arruela nas duas extremidades. O eletroduto conterá um cabo-guia de arame galvanizado ou de cadarço, para fins de passagem da fiação do sistema de alarme. PORTA DO DIA Será em forma de grade, executada com barras de aço laminado SAE 1020, dos tipos chata (1/2 x 1/2") e redonda (5/8"). Sua fixação ao caixilho será por meio de dobradiças do tipo "cachimbo", de forma a permitir o intercâmbio do sentido de abertura à direita ou à esquerda. Será dotada de fechadura de cilindro.

3.2.2

3.2.3

3.3

3.4

BATENTE PARA ABERTURA DA PORTA Cada unidade de porta terá um batente para limitar o curso de abertura da porta e evitar colisão com a parede nos movimentos de 180 graus. Esse batente será composto de um amortecedor de borracha, um perfil de fixação e chumbadores expansivos para fixá-lo ao piso. Será também conjugado com um sistema de retenção mecânico ou magnético que impeça o fechamento acidental.

3.5

ESPAÇADORES PARA NIVELAMENTO Cada porta será fornecida com um conjunto de 8 espaçadores de nivelamento reguláveis, tipo parafuso com rosca M16 ou 5/8", com ponta cônica e porca tubular, para efetuar o estroncamento e nivelar o conjunto.

3.6 3.6.1

ACABAMENTOS As faces visíveis (frontal, laterais, caixilhos e tampo de serviço) receberão fosfatização a frio, "primer" e pintura final com tinta à base de poliuretano graneado cinza. Na face externa da porta será pintada a seguinte mensagem na cor vermelha. “ESTA PORTA É DOTADA DE BLINDAGEM QUÍMICA. A EXECUÇÃO DE FUROS OU CORTES COM FERRAMENTAS QUE POSSAM ELEVAR A TEMPERATURA (FURADEIRAS, SERRAS, MAÇARICOS, ETC.) PODERÁ PROVOCAR QUEIMADURAS E/OU INTOXICAÇÃO."

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continuação

E-POR.10

3.6.2

As faces em contato com o concreto ou graute receberão fosfatização a frio e "primer"; as peças e partes móveis da ferragem, bicromatização, e os parafusos, porcas, arruelas, contrapinos, etc., receberão cadmiação e bicromatização. MECANISMOS DE FECHAMENTO SEGREDO DE COMBINAÇÃO NUMÉRICAS Terá o mínimo de 4 combinações (4 discos) e permitirá o mínimo de 1.000.000 de combinações diferentes, com mudança automática do segredo por meio de chave especial. Deverá dispor de 1 trava automática na caixa, que impeça o movimento da lingüeta no caso de remoção da tampa. Deverá suportar, no mínimo, 20.000 ciclos completos de funcionamento normal de combinações a uma rotação que não exceda 48 rpm. Todas as peças móveis serão em latão, admitindo-se o uso de outros materiais resistentes à corrosão e autolubrificantes, desde que submetido previamente à aprovação do PROPRIETÁRIO. A caixa do segredo será bicromatizada e o conjunto deverá permitir exposição à névoa salina por 72 horas, com funcionamento posterior normal. O dial será do tipo de visão restrita (antiespia) , com 100 divisões, podendo ser numérico, alfabético ou alfanumérico. FECHADURA Serão aceitas fechaduras do tipo volumétrica ou do tipo gorges com palheta dupla. Todas as peças que não forem de latão serão bicromatizadas, inclusive a caixa e a tampa ou receberão tratamento superficial anticorrosivo equivalente, sob aprovação do PROPRIETÁRIO. Sendo do tipo gorges, a fechadura conterá, no mínimo, 7 lâminas e será de duplo comando, ou seja, para o curso completo da lingüeta serão utilizadas 2 chaves diferentes, uma para liberação parcial e outra para completar o curso. As chaves serão de dupla palheta, com ponteira destacável, e a fechadura só permitirá a remoção da chave com a lingüeta acionada (posição "trancada"). MECANISMOS DE CONTROLE E DE TEMPO DE ABERTURA “TIMER" DE PROGRAMAÇÃO DE DATA E HORA DE ABERTURA A porta-forte será fornecida com um "timer" que permita a programação de abertura em dia e hora predeterminados O "timer" poderá ser eletrônico ou mecânico. No caso de ser mecânico, com fechadura triplecronométrica, o "timer" será dotado de 3 cronômetros em linha, prevalecendo a programação de tempo mais curta e com acesso para programação apenas com a porta aberta.

3.7 3.7.1 3.7.1.1

3.7.1.2 3.7.1.3

3.7.1.4 3.7.2 3.7.2.1

3.7.2.2

3.8 3.8.1

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continuação

E-POR.10

3.8.2 3.8.2.1

FECHADURA DE RETARDO Esta fechadura deverá proporcionar um retardo entre 10 e 12 minutos na abertura da porta, contados a partir do acionamento. Será independente da fechadura, do segredo e do "timer" de programação de data e hora de abertura. Tem por objetivo o uso durante o expediente. Neste período, será ativada quando fechada a porta-forte de forma que, mesmo estando desativados a fechadura e o segredo, exigirá que sejam aguardados de 10 a 12 minutos para a próxima abertura dos fechos da porta. O posicionamento da fechadura, assim como o ponto de atuação no mecanismo de movimento dos fechos ficará e critério do fabricante. INFORMAÇÕES ADICIONAIS São as seguintes as especificações complementares: • aço-carbono SAN 1020: C = .18/.23; Mn= .30/.80; P = .040, no máximo; S= .050, no máximo; • • • • parafusos e porcas: ASTM-A 307 ou SAE 1020; perfis laminados: ASTM-A 283 graus C; eletrodos: AWS-E 7018; arame MIG: AWS-AS-18-79.

3.8.2.2 3.9

4.

FABRICANTES Admite-se o emprego dos produtos e equipamentos fabricados pelas firmas relacionadas a seguir.

4.1

GRAUTE • • Otto Baumgart Indústria e Comércio S.A., sob a marca "V-1 Grauth"; Sika S.A., sob a marca "Sikagraut".

4.2

PORTA-FORTE, TRAPÃO E VENTILADOR "Z" • • • Bernardini S.A. Indústria e Comércio; Berta S.A. Sistemas de Segurança; Fichet-Bauche do Brasil Ltda.

4.3

TELA DE AÇO SOLDADA • • Bematel, tipo QA 113; Telcon S.A. Indústria e Comércio, tipo Q 113.

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Porta Giratória Detectora de Metais E-POR.20

1. 1.1

DEFINIÇÃO Trata-se de porta destinada à proteção das agências contra assaltos, com a função de detectar massas metálicas (armas) por meio de sensor ligado a dispositivos mecânicos que acionam o travamento da porta, impedindo o ingresso do portador do material detectado. Deverá ser observado o constante na P-29.POR.01 e seus anexos. O conjunto "Porta Giratória Detectora de Metais" (PGDM) é composto de: HALL DE ENTRADA Espaço de transição entre a porta principal de acesso ao prédio e o portal. Será sempre dotado de forro estanque, devido às perdas do ar condicionado da agência.

1.2 1.3 1.3.1

1.3.2

PORTAL Componente anterior à caixa de passagem (sentido de entrada) , onde são instalados dispositivos eletrônicos sensíveis a massas metálicas.

1.3.3

CAIXA DE PASSAGEM Conjunto de superfícies verticais e horizontais que delimita o espaço das folhas giratórias.

1.3.4

FOLHAS GIRATÓRIAS Compõem o mecanismo que, ao girar, controla o fluxo de pessoas que entram e saem do prédio, de forma a garantir a passagem de uma pessoa de cada vez.

1.3.5

PORTA ALTERNATIVA Item obrigatório para a instalação da PGDM, destinado à comunicação alternativa com o espaço externo da dependência, a ser transposta por usuários em situações especiais (deficientes físicos, portadores de marcapasso e saída de emergência).

1.3.6

DISPOSITIVO DETECTOR DE METAIS Consiste no conjunto de componentes eletro-eletrônicos destinados à detecção de massas, sinalização e acionamento do mecanismo de travamento e controle remoto.

1.3.7

MECANISMO DE TRAVAMENTO Caracteriza-se pelo conjunto de componentes que produzem o travamento mecânico das folhas giratórias quando acionados pelo sistema de detecção, impedindo o ingresso de pessoas no interior da dependência.

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continuação

E-POR.20

2. 2.1 2.1.1 2.1.2

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS HALL DE ENTRADA E PORTA ALTERNATIVA A estrutura, vidros, ferragens e leiaute com as dimensões do hall de entrada e de porta alternativa serão definidos e especificados para cada caso. Serão fornecidas 2 chaves da fechadura, devendo uma delas ser instalada em uma caixa tipo "quebre o vidro", a ser instalada nas proximidades do acesso alternativo, para uso em situação de emergência. A PGDM deverá ser dotada de abertura para passagem ou recepção de massas metálicas no interior do hall de entrada ou na fachada. Tal abertura deverá ser instalada de modo a não interferir no funcionamento do detector (vide anexo 2 da P-29.POR.01). CAIXA DE PASSAGEM ESTRUTURA Poderá ser autoportante ou estruturada por esquadrias confeccionadas em perfis de alumínio, aço ou madeira de lei. No caso de sistema autoportante, deverão ser utilizadas ferragens de sustentação e união entre os painéis, além de estrutura de sustentação do teto, que resistam às solicitações geradas pelo travamento das folhas giratórias. 2.2.1.2
ESTRUTURA Alumínio Pintura Eletrostática

2.1.3

2.2 2.2.1 2.2.1.1

A estrutura da caixa de passagem terá os seguintes acabamentos, conforme o tipo:
TIPO DE ACABAMENTO Fundo: primeiramente uma única demão pulverizada de "wash primer", aplicado a pistola; depois, primer epóxi. Acabamento: tinta epóxi poliamida, referência cromática cinza kaisel fosco 91 (General Motors), tintas Wanda

Aço

Pintura Eletrostática

Fundo: primer epóxi Acabamento: tinta epóxi poliamida, referência cromática cinza kaisel fosco 91 (General Motors), tintas Wanda

Madeira

Pintura Automotiva

Fundo: primer universal Acabamento: tinta laca nitrocelulose, linha automotiva, sem polimento, referência cinza kaisel fosco 91 (General Motors), tintas Wanda

Revestimento em Laminado

Laminado fenólico melamínico, acabamento texturizado, referências: • • • cinza metálico 915, (Fórmica – Cynamid Química do Brasil) L.116 – grafite (Formiline) 380 (GRA) – grafite (Formiplac)

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continuação

E-POR.20

2.2.2

VIDROS Serão sempre de segurança, temperados ou laminados, com espessura mínima de 6 mm, transparentes, incolores. No caso de autoportantes, serão utilizados somente vidros temperados, com espessura mínima de 10 mm, ou policarbonato com resistência equivalente. A fixação dos painéis de vidro será executada de forma a garantir que o funcionamento não implique em riscos de queda e quebra. É vedado o uso de massa de vidraceiro ou arrebites.

2.2.3 2.2.3.1 2.2.3.2 2.2.3.3

TETO O teto da caixa de passagem terá estrutura que não interfira com o detector. A platibanda terá acabamento em pintura eletrostática, pintura automotiva Ou revestimento em laminado, seguindo as especificações constantes do item 2.2.1, retro. O forro estanque terá acabamento em chapa de compensado de 10 mm revestida de laminado fenólico melamínico, na cor cinza claro, referência cromática 956 (Fórmica) , acabamento texturizado. As uniões do revestimento, bem como qualquer tipo de junta, deverão obedecer rigorosamente a posição de parada das folhas giratórias definidas nos anexos 4 e 5 da P-29.POR.01. O espaço do entreforro terá fechamento em toda a extensão da parte superior. Terá acabamento em pintura eletrostática, pintura automotiva ou revestimento em laminado, seguindo as especificações constantes do item 2.2.1, retro. O entreforro deverá abrigar o mecanismo de travamento e possuir aberturas para ventilação e tampas removíveis (ou outro sistema de abertura) para manutenção. DIMENSÕES A altura livre (piso acabado-forro será de 210 cm. A largura livre dos vãos de entrada e saída terá dimensão nominal de 80 cm (+/- 5 cm) e pé direito de 210 cm.

2.2.3.4

2.2.4

2.3 2.3.1

PORTAL Poderá ser confeccionado em madeira, material sintético, fibra de vidro ou combinação destas com chapas metálicas, com acabamento em pintura eletrostática ou revestimento em laminado ou material sintético, seguindo especificações do item 2.2.1, retro. A altura livre interna será de 210 cm. A largura livre interna terá dimensão nominal de 80 cm (+/- 5 cm). FOLHAS GIRATÓRIAS ESTRUTURA E VIDROS Serão 3 folhas, espaçadas de 120 graus, com estrutura e vidros conforme itens 2.2.1 e 2.2.2, retro. Deverão ser instalados 3 puxadores, sendo um em cada folha, de vidro ou acrílico transparente.

2.3.2 2.4 2.4.1

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continuação

E-POR.20

2.4.2

FIXAÇÃO As folhas deverão ser rigidamente fixadas às articulações inferior e superior de forma a garantir a resistência do conjunto, tanto no uso normal quanto nos impactos de travamento.

2.4.3 2.4.3.1

APOIOS As folhas giratórias deverão ser suportadas por 2 apoios com mancais de rolamento nas extremidades superior e inferior. Deverão ser utilizados rolamentos devidamente dimensionados para as solicitações do conjunto girante, a saber: • • mancal inferior: esforços axiais (rolamentos de roletes ou oblíquos de esferas); mancal superior: esforços radiais (rolamentos de esferas).

2.4.3.2

As caixas dos mancais deverão ser dotadas de vedação dinâmica de forma a impedir a penetração de poeira, detritos, respingos d'água, etc. A montagem dos anéis interno e externo dos rolamentos deverá garantir o ajuste adequado do conjunto girante, bem como permitir a sue rápida substituição. MOVIMENTO DE ROTAÇÃO O conjunto girante deverá ser dotado de dispositivo regulável para atenuação de velocidade e aceleração, bem como sistema de posicionamento de parada definida. O impulsionamento manual do conjunto girante deverá ser suave, permitindo a sua movimentação com pequeno esforço, de modo a não restringir o conforto e a utilização por pessoas debilitadas.

2.4.4

2.5 2.5.1

DISPOSITIVO DETECTOR DE METAIS SENSIBILIDADE Dentro da zona de atuação do sistema, que corresponde a todo o volume interno do portal, o sistema deverá atuar de acordo com os seguintes limites de detecção: • • relógios de pulso, chaveiros de dimensões normais, braceletes, etc., não deverão ser detectados: armas de fogo, fabricadas em aço ou aço de liga leve, de massa equivalente ou superior a do revólver calibre 22 ou da pistola 6.35, atualmente fabricados no pais, deverão provocar o acionamento do mecanismo de travamento da porta giratória, mesmo se portadas por elemento que adentre o portal caminhando de forma lenta.

2.5.2

ESTABILIDADE O sistema deverá apresentar características de estabilidade tais que seus ajustes de operação e sensibilidade não sejam alterados em função de: • • • variações climáticas: faixa de temperatura. 10 a 30 graus; faixa de umidade: 20 a 90%, sem condensação; vibrações normais decorrentes de esforços mecânicos na porta; movimentação de massas metálicas fora do conjunto (a mais de 1,50 m).

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

continuação E-POR. chave liga/desliga rede (para uso do pessoal da manutenção). sob o número 218504 . para interligação às bobinas de emissão/detecção. Os circuitos eletrônicos deverão estar contidos em gabinete metálico ou de material sintético. proteção de entrada: através de fusível. Capital Federal. monofásico. II e III. bateria: tipo automotiva.6 2. alimentação. disponíveis no mercado.4.5. inclusive pilhas secas.2 FONTE DE ALIMENTAÇÃO A alimentação elétrica do sistema de detecção e travamento deverá ser estabilizada. São as seguintes as especificações do retificador/flutuador: • • • • • tensão de entrada: 220/127. eletroímãs. sendo facultada sua integração ao monobloco do sistema eletrônico.4 2.6. que confira ao sistema adequada proteção mecânica.5. Será exigido uso de placas de circuito impresso de fibra de vidro.6. com garantia mínima de 2 anos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I. Este controle deverá permitir o travamento e a liberação da porta pelo vigilante controlador. Idêntico tratamento deverá ser dado ao conjunto da fonte de alimentação.6. selecionável por TAP. Neste caso. utilizando-se unidade reserva pré-ajustada. controle de sensibilidade. o sistema eletrônico deverá dispor de recursos de flexibilidade que possibilitem sua substituição completa por técnicos não especializados. deverão ser sólidas e resistentes a impactos decorrentes de quedas.5. 2.Proibida a reprodução sem autorização.4. 2.5.5 CONTROLE REMOTO Será do tipo sem fios. com travamento e baixas perdas. com condição sinalizada por LED (operada pelos usuários). 2.2 2.3 REJEIÇÃO À INTERFERÊNCIAS ELETROMAGNÉTICAS O detector eletrônico deverá ser imune a campos eletromagnéticos normais existentes nas agências. capacidade mínima de 36 Ah.5.1 CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS Tendo em vista as eventuais dificuldades de manutenção local. A construção mecânica do invólucro desse dispositivo e a fixação interna da placa eletrônica. que poderá ocupar invólucro similar.20 2.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .5. selada. na falta de energia elétrica. etc. com atributos de seletividade e exclusividade. operando por radiofrequência ou emissão infravermelho onidírecional. devendo ser comutada automaticamente para a bateria.1 2.5. 2. chave ativa/inibe circuito eletrônico.5.5. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. a exemplo de emissões de "Walkie Talkie". localizada em local de fácil acesso para manutenção e de forma a não comprometer a estética do conjunto. VHF/UHF. Este conjunto será dotado de conectores apropriados de encaixe. sistemas de iluminação fluorescentes e espúrios da rede da Concessionária. a unidade defeituosa será encaminhada ao fornecedor para os reparos necessários. de forma a impedir o destravamento da porta por elementos estranhos utilizando acionadores remotos ordinários. confeccionadas e montadas por processo industrial que cumpra normas profissionais de acabamento e qualidade.

2 3.6 MECANISMO DE TRAVAMENTO O funcionamento do mecanismo de travamento deverá contemplar os seguintes aspectos: • • • • • • • suportar as solicitações do impacto de travamento sem risco de quebra/desgaste prematuro das peças envolvidas.3.2 3. de forma a garantir a sua durabilidade.Níveis de ruído para conforto acústico (NBR-10152). em quaisquer condições de ajuste dos circuitos. Será instalada uma faixa auto-adesiva de advertência para portadoras de marcapasso. O mecanismo de travamento deverá possuir dispositivos nos batentes para amortecimento do impacto e evitando-se "pancadas secas" geradas pelo efeito de travamento. Entre outros cuidados. Partes I.Proibida a reprodução sem autorização. serão observados os aspectos relacionados nos itens a seguir. o pino de travamento.2.1 3. 01. 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2. 3. O travamento da porta será indicado por meios de sinal luminoso.3 REQUISITOS DE SEGURANÇA Todo o conjunto será concebido de forma a evitar quaisquer riscos físicos aos usuários.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . em local visível e com a citação da porta alternativa de acesso.20 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2. afixada no portal.continuação E-POR. o sistema de travamento não poderá ser neutralizado a partir do interior da caixa de passagem.4 3. deverá receber tratamento térmico.3 3. O mecanismo deverá permitir o retorno das folhas giratórias no sentido horário (visto de cima) para a evasão do usuário da caixa de passagem: todo o mecanismo deverá ficar contido no entreforro da caixa de passagem. caso exista. deverá ter formato concordante com o mesmo.2. Os níveis de emissão eletromagnética do aparelho. a superfície da peça que colide com pino de travamento. SINALIZAÇÃO As folhas giratórias serão dotadas de sinalização do sentido de rotação. Capital Federal. facilmente visualisável pelo elemento controlador da porta.3. 3. sob o número 218504 . II e III. Será previsto aterramento de todas as partes metálicas.1 3. conectando-as à malha de proteção do sistema elétrico da dependência. 3. bem como o seu dispositivo de guia.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS CONFORTO ACÚSTICO Os níveis de ruído emitidos pelos dispositivos eletromecânicos não deverão superar os estabelecidos pela NB-95 . deverão ser mantidos dentro de limiares que garantam total segurança contra interferências em dispositivos de marcapassos cardíacos. conforme anexo 3 da P-29 POR.

Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Sistema Automação S.5 mm². Caberá ao CONSTRUTOR o fornecimento e instalação de eletrodutos.20 3. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO somente admite a utilização dos produtos fabricados por: • • • Massari S. II e III. com identificação de componentes..5 3. detalhes e cuidados de instalação. quantitativos de materiais e componentes. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A. Wolpac Sistemas de Controle Ltda. leiaute interno. instruções para manutenção básica em campo e para substituição de monoblocos eletrônicos. onde constarão detalhes executivos complementares. e detalhes em 3 vistas das principais peças mecânicas. instruções de ajuste e manutenção. a partir de quadro elétrico indicado no projeto fornecido pelo Banco. de forma a garantir funcionamento confiável e baixíssima incidência de defeitos em todos os componentes do conjunto PGDM. 3. 3. fonte e demais componentes eletromecânicos.1 DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA O CONSTRUTOR deverá entregar documentação técnica completa. 3. condutores de fase. 3. e proteção termomagnética independente junto ao quadro elétrico. diagramas esquemáticos completos.A.Proibida a reprodução sem autorização.5.5. cuidados para utilização do sistema e instruções para o ajuste no sistema. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 3. 4.2 • • • • • • • MANUAL 1 (para uso do Departamento de Engenharia do Banco do Brasil): descrição básica de operação/funcionamento com diagramas em blocos funcionais.5. Indústria de Viaturas.6 CONFIABILIDADE A tecnologia construtiva empregada no sistema deverá fazer uso de componentes de qualidade.7 GARANTIA DE FABRICAÇÃO Deverá ser fornecido certificado de garantia válido por 2 anos contra defeitos de fabricação e instalação.3 MANUAL 2 (para uso do pessoal das agências): • • descrição básica de funcionamento. Partes I. incluindo roteiros e planilhas para diagnóstico de defeitos. neutro e terra com seção mínima de 2. Capital Federal. na forma de 2 manuais contendo o descrito nos itens a seguir.4 INFRAESTRUTURA ELÉTRICA O conjunto será alimentado através de circuito exclusivo.continuação E-POR. sob o número 218504 .

Prego de linha .9 4. haverá particular atenção para O disposto nas seguintes EB-73/81 EB-755/61 MB-956/76 PB-58/65 PB-248/89 TB-141/88 Pregos comuns e arestas de aço para madeiras (NBR-6627).6 8.prego asa de barata (NBR-7616).1 A designação de pregos com cabeça será feita por dois números (a x b) O primeiro deles.Proibida a reprodução sem autorização. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.7 0. O segundo número representa O comprimento medido em linhas (2. referente ao diâmetro.01 1. Capital Federal.4 7.4 n° 19 20 21 22 23 24 25 26 27 PARIS diâmetro (mm) 3.8 0. FIEIRA n° 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 diâmetro (mm) 0.0 1.9 1.prego de linha (NBR-7644). é o número do prego na Pieira Paris. Fixação ferroviária .2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 .6 1.3 mm).determinação da resistência ao dobramento (NBR7699). CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.4 1. Partes I.9 6. Fixação ferroviária . unidade que corresponde a 1/2 da polegada antiga. II e III.2 2.8 2. Prego de linha (NBR-7697).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pregos E PRE.5 1. 2.1 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.6 0.4 5.2 1.0 7. Prego comum de cabeça cônica (NBR-6374).4 4.0 2.3 1.9 5.

continuação E PRE. Capital Federal.7 3.0 3.4 10. II e III.4 28 29 30 PARIS 8.0 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I.Proibida a reprodução sem autorização.01 FIEIRA 16 17 18 2.8 9. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 .

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Policloreto de Vinila Mantas de PVC E-PVC.. 3. a espessura da manta nos pontos isolados não será menor do que 90% do valor nominal. dureza shore A: 80 +/. manta de PVC é o produto obtido pela calandragem ou extrusão do policloreto de vinila. de bordas paralelas e terão espessura uniforme.2 3. sob o número 218504 . mínima: 60 N. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I. Resistirão ao envelhecimento. 3. ou seja. Devem resistir a perfurações por grãos de areia e não apresentarão bolhas.5. carga de ruptura à tração na emenda (corpo de prova tipo 1 da MB-57/82 (NBR7462). sob a marca "Manta de PVC Sikanorm". Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.ensaio de tração (NBR-7462). tensão de ruptura à tração: 12 MPa: alongamento na ruptura à tração: 250%. resistentes à umidade e não devem sofrer modificações em seu volume ao contato com a água. Capital Federal. massa específica relativa. 2. Não modificarão suas características físicas na faixa de temperatura de 0 a 70°C. especial atenção será dada à MB57/82 . FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Sika S.A.3 As mantas serão planas. rachaduras e ondulações. Serão impermeáveis. ao ataque de microorganismos e aos álcalis e ácidos dissolvidos na água. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. máxima: 1.Proibida a reprodução sem autorização.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As mantas de PVC devem apresentar as seguintes características: • • • • • • espessura mínima: 1 mm.4 g/cm³.Elastômero vulcanizado . NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.01 1. 3. 4. II e III.

O tipo GG está classificado granulometricamente entre 1. 1.. Satelli Indústria. Comércio e Serviços de Revestimentos Ltda. Durox Materiais para Acabamentos Ltda. Tecnosum Indústria e Comércio Ltda..1 1.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Fulget Industrial e Comercial Ltda.. Partes I.. sob a marca "Sunplast". A apresentação do produto é feita nos tipos GG (granulometria grossa) e GF (granulometria fina). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob a marca "Granilha”. Os grãos de quartzo serão objeto de rigorosa seleção e coloridos com pigmentos resistentes à luz.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Trata-se de produto destinado a revestimento. sob a marca "Granita". Capital Federal. 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Quartzo Grãos Aglutinados E-QUA.9 e 0. II e III. sob a marca "Imprecolor Quartz": Minavit Ltda. sob o número 218504 .01 1.Proibida a reprodução sem autorização.84 mm e o tipo GF entre 0. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Comércio e Engenharia Ltda.3 2.. Imprevisol Ltda. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricado por: • • • • • • • Arquiplast Indústria.84 e 0. constituído por grãos de quartzo aglutinados por resina acrílica e protegidos por filme de resina epóxi.59 mm..

médios ou pesados. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 . Capital Federal.3 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Sociedade Eletromecânica Ltda.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Suspensão de Tubulações Metálica E-SUS. O sistema permitirá a suspensão da tubulação a qualquer altura e regulagem milimétrica FABRICANTES Admite-se o emprego de equipamentos fabricados por: • • • Marvitec Indústria e Comércio Ltda. garantindo uma resistência à corrosão de 120 horas no teste "salt-spray". Todos os componentes do sistema de suspensão serão protegidos por processo eletrolítico zinco-bicromatizado. 1.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O sistema de suspensão de tubulações deve destinar-se a tubos ou dutos de qualquer formato. leves.Proibida a reprodução sem autorização.01 1. Mecânica Walsywa Ltda.. II e III. Partes I. Sisa . 1..1 1.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • • • Atlantic Veneer do Brasil S..Seleções de Madeiras S. 1.A. sob o número 218504 .Indústria de Madeiras. Selmasa . Recoma.Proibida a reprodução sem autorização. .01 1.. com a finalidade de compensar os efeitos da dilatação pela umidade ambiente.A.. compatível com as condições locais. II e III. Os frisos levarão canais ou sulcos longitudinais na face inferior. juntas quase invisíveis na face superior dos frisos.2 1..4 2..1 1. Wiegando Olsen S. com superfície aplainada e aparelhada. Cemex Comércio Madeiras Exportação S. Partes I.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. consequentemente. apresentando coloração uniforme. 1.A. Cruzeiro Laminados Indústria e Comércio Ltda. Parquet Paulista S. A saliência das respigas (machos) será ligeiramente inferior à profundidade das mechas (fêmeas) e a forma trapezoidal de ambas.A.3 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os frisos serão confeccionados com madeira rigorosamente selecionada e seca em estufa. Tacolindner S. Capital Federal.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tábua corrida (frisos) Madeira E-TAB. com teor de umidade entre 8 e 12%. As tábuas de friso serão de respiga e mecha (macho-e-fêmea) perfeitamente galgadas. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. permitirá perfeita justaposição e. com folga na contraface.

Partes I. 2.A.A.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tacos Madeira . Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Comuns E-TAC. Tacos modulares de madeira para soalhos na construção coordenada modularmente (NBR-5724). Recoma. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • Atlantlc Veneer do Brasil S. II e III. Indusparquet Indústria e Comércio de Madeiras Ltda.Seleções de Madeiras S.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Selmasa .. NORMAS Haverá particular atenção para o disposto nas seguintes normas da ABNT: EB-14/45 NB-9/45 NB-373/81 Taco de madeira para soalhos (NBR-6451). sob o número 218504 . Execução de soalhos de tacos de madeira.01 1.Proibida a reprodução sem autorização.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A.A.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tacos Madeira . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2. Capital Federal. Parquet Paulista S. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram se análogos os produtos fabricados por • • • • • • Indusparquet Indústria e Comércio de Madeiras Ltda. Madeireira Felgueiras Indústria e Comércio de Tacos Ltda. II e III. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Recoma. Wiegando Olsen S. sob a marca "Supertac". CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão de macho-e-fêmea e apresentarão teor de umidade entre 8 e 12% compatível com as condições geoclimáticas do local.Encaixe Secos em Estufa E-TAC. Selmasa Seleções de Madeiras S. sob a marca "Taco de Encaixe".Proibida a reprodução sem autorização.A.02 1.. sob o número 218504 .

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tampas Reservatórios.1 CONDIÇÕES GERAIS Os caixilhos serão executados em aço comum para guarnecimento de placas do material com acabamento idêntico ao da pavimentação e/ou revestimento circundante das vedações de caixa de passagem. sob o número 218504 . Os caixilhos serão colocados em nível superior aos das áreas circundantes. com alças para suspensão.01 1. de quadros elétricos. A robustez do cada caixilho e os detalhes de fixação e aparência serão objeto de exame e aprovação da FISCALIZAÇÃO. Partes I.Proibida a reprodução sem autorização.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 1. inspeção ou visita. de modo que através das tampas não haja penetração de águas servidas ou de lavagens. Bueiros e Caixas Diversas E-TAM. 1. II e III. de abrigos etc. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. salvo indicação em contrário. de armários. Os tampões de todas as caixas deverão ser constituídos por caixilhos e tampas de ferro fundido. 1. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.

Proibida a reprodução sem autorização. FABRICANTES Admitem-se os produtos fabricados por: • • • • Colorplast Indústria e Comércio de Plásticos Ltda. Polifibras do Brasil Plásticos Reforçados e Acrílicos Ltda. Usiarte Indústria e Comércio de Produtos de Acrílico e Fibra de Vidro. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal..01 1...MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Acrílico E-TEL. sob o número 218504 . Partes I. II e III. Duomo Indústria de Acrílico e Fibra de Vidro Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

Partes I. FABRICANTES São admitidos os produtos fabricados por: • • • • Perkron Construções Indústria e Comércio Ltda. Indústria e Comércio.. com perfil que permita vencer vãos sem emprego de apoios intermediários. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal. Tekno S.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Roll-For Artefatos Metálicos Ltda. autoportantes.02 1 DEFINIÇÃO Elementos de cobertura. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . usinados em chapa estampada e repuxada.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Aço Simples E-TEL.A. 2.. Construções. sob o número 218504 .. Robertson Tekno Ltda. II e III.

sob as marcas "Telha Standard Ondulada".2 2. Indústria e Comércio.2 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Alumínio Simples e Duplas E-TEL. constituídos em chapas de alumínio em forma trapezoidal. As chapas de alumínio terão 0.1 SIMPLES • • • Alcan Alumínio do Brasil S. Alumínio do Brasil S. II e III. com antichama. sob as marcas "Telha Ondulada". Brasileira de Alumínio.2. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram se análogos os produtos fabricados por: 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I. sob a marca "Kalha-Tekno".1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS SIMPLES São elementos de cobertura. 1.5 mm de espessura.Proibida a reprodução sem autorização.2 1. "Maxi Trapezoidal" e "Maxi Nervurosa".A. A espuma rígida de poliuretano terá 31 mm de espessura média. A resistência ao fogo dos painéis está de acordo com a categoria B-1 da norma DIN 4102. peso específico aparente de 55 kgf/m³ e será injetada entre as duas chapas de alumínio de forma que a aderência da espuma com as chapas se processe em decorrência da expansão da espuma. Laminação e Extrusão.03 1. usinados em chapa de alumínio.5 mm de espessura e serão fabricadas em liga de alta resistência à corrosão.3 1. intercaladas com espuma rígida de polilsocianurato expandido. Construções.1 DUPLAS São elementos de cobertura. "Super-Telhas Onduladas" e "Trapezoidais". DUPLAS ANTICHAMA São elementos de cobertura.A. As chapas de alumínio terão 0. com perfil ondulado ou trapezoidal. "Telha Standard Trapezoidal". sob o número 218504 . Cia. Alumínio S.. "Telha tipo Amazonas" e "Telha Trapezoidal". Capital Federal.3.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2. 1.1 1.. 2.3. sob as marcas Telhas Onduladas". Tekno S. "Maxi Ondulada". O polilsocianurato poderá ter espessura entre 30 e 100 mm. intercaladas com espuma rígida de poliuretano.A. É vedada a adoção do processo "spray" para aplicação de espuma. constituídos em chapas de alumínio em forma trapezoidal. • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

2. Painéis Isolantes. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob as marcas "Telha Trapezoidal Plana".Proibida a reprodução sem autorização.continuação E-TEL. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A. Capital Federal. sob as marcas "Isogrega" e "Isocobertura". II e III.2 DUPLAS • Bernini Indústria e Comércio Ltda. Partes I..3 DUPLAS ANTICHAMA • Panisol S.03 2. "Telha Trapezoidal Dupla" e "Telha Ondulada Dupla". sob o número 218504 . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

3 2. Telha cerâmica de capa e canal tipo plan . NORMAS As telhas cerâmicas devem obedecer às seguintes normas da ABNT: EB-21/86 EB-1701/86 MB-54/86 MB-2132/85 MB-2133/85 MB-2524/86 PB-1013/86 PB-1245/86 PB-1246/86 PB-1247/86 Telha cerâmica tipo francesa (NSR-7172). tais como a impermeabilidade e a resistência à flexão. Telha cerâmica de capa e canal . assim como a tonalidade da telha.dimensões (NBR-9600). a telha cerâmica apresentará um som metálico.1.verificação da impermeabilidade (NBR-8948). inferir a adequação de algumas propriedades. 2. Telha cerâmica de capa e canal tipo colonial .04 1. não apresentará defeitos sistemáticos.determinação da carga de ruptura à flexão (NBR-6462). Telha cerâmica tipo francesa .determinação da massa e da absorção de água (NBR8947). ASPECTO VISUAL E CARACTERÍSTICA SONORA A telha cerâmica deve trazer na face inferior. Telha cerâmica .1 2. O som produzido pela telha percutida também evidencia a presença de trincas e fissuras internas. quebras e rebarbas.1. portanto. Quanto ao aspecto visual. gravada em alto ou baixo relevo. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2. Telha cerâmica de capa e canal NBR-9601). 2. Essa característica.2 2. possibilita ajuizar o grau de queima da peça e. II e III. Telha cerâmica tipo francesa forma e dimensões (NBR-8038) Telha cerâmica de capa e canal tipo paulista .determinação da carga de ruptura à flexão (NBR-9602).dimensões (NBR-9599).dimensões (NBR-9598). deve ser comprovada a origem da telha.1. Quando suspensa por uma extremidade e percutida.1.Proibida a reprodução sem autorização. Telha cerâmica .1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS IDENTIFICAÇÃO.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Cerâmicas Simples e Esmaltadas E-TEL.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Em caso diverso. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. esfoliações. a marca do fabricante e a cidade onde foi produzida. Capital Federal. tais como fissuras na superfície que ficar exposta às interpéries.

Para telhas cerâmicas do tipo capa e canal.5. Quando apoiadas sobre um plano horizontal. em caso de reforma ou manutenção de telhados. II e III.5. as arestas de telhas cerâmicas de capa e canal não ficarão.2 2. absorção de água na parte superior: 6 a 12%. apresentarão a massa seca máxima que cada peça pode atingir. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.5 2. encontra-se definido na MB-54/86 (NBR-6462) em se tratando de telhas cerâmicas tipo francesa.3 2.5 cm de largura.1 CARGA DE RUPTURA À FLEXÃO Para maior segurança no trânsito de pessoas sobre o telhado. 2. Esse aspecto é importante para garantir o perfeito ajuste entre telhas vizinhas. O ensaio será processado de acordo com o MB-2133/85 (NBR-8948). será considerado o peso máximo e uma absorção de água de 20%.2 2. sob o número 218504 . a resistência à flexão será. Deverá garantir a impermeabilidade do produto e apresentar homogeneidade de cores. de 10 N. Capital Federal. o método de ensaio encontra-se definido na MB-2524/86 (NBR-9602). quando submetidas a ensaio para verificação da impermeabilidade..2. peso/m²: 42 kg.2. As telhas cerâmicas tipo francesa não apresentarão empenamentos. Partes I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. MASSA E ABSORÇÃO DE ÁGUA As telhas cerâmicas. deflexões ou distorções que venham a prejudicar o encaixe. absorção de água na parte inferior: 1 a 3%. dimensões: 43 cm de comprimento e 21. • • • • • • peças/m²: 15. Para efeito de dímensionamento da estrutura do telhado.8 kg.1 CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS Cada tipo de telha cerâmica deverá obedecer às dimensões e tolerâncias constantes da padronização específica. ESMALTAÇÃO A esmaltação se fará nas duas faces da telha. tipos francesa e de capa e canal.4 IMPERMEABILIDADE As telhas cerâmicas não apresentarão vazamentos ou formação de gotas em sua face inferior. O método de ensaio para a determinada carga de ruptura a flexão.Proibida a reprodução sem autorização. bem como permitir a reposição de peças.7 TELHAS TÉRMICAS As telhas térmicas apresentarão as seguintes características. 2. A determinação da massa e da absorção de água será processada de acordo com a MB2132/85 (NBR-8947).2 2. separadas desse plano mais do que 5 mm.6 2. peso médio por peça: 2.continuação E-TEL. no mínimo. em nenhum ponto.04 2. 2. conforme recomendação do IPT.

o que determina um espaçamento entre ripas (galga) de 40 cm. 3.4 TELHAS TIPO COLONIAL A diferença estética entre a telha do tipo colonial e a telha do tipo paulista é o comprimento maior e a diferença da relação altura/largura O espaçamento entre ripas (galga) é de 44 cm.A. O recobrimento transversal é de 6 cm. Capital Federal. Tijolos e Telhas Mavi Ltda. para aumentar a segurança em caso de trânsito sobre ela. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. a padronização será a seguinte: 3.. em média. sob o número 218504 .A. Partes I. Cerâmica Maria Paula Ltda..2 TELHA TIPO PLAN O escoamento ocorre pelo canal. 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.3 TELHA TIPO PAULISTA A telha tipo paulista difere da telha plan apenas quanto ao perfil. II e III. Indústria Cerâmica Barra Bonita Ltda. para facilitar o escoamento da água.Proibida a reprodução sem autorização. A capa evita a penetração de água recobrindo. à guisa de canais. 5 FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • • • • • • Cedisa .. variando entre fabricantes.continuação E-TEL.. 3. em média. Telha Tex Indústria de Cerâmica Ltda. Planatex Indústria de Cerâmica Ltda.. representada por Forja Tijolos S. longitudinalmente..1 TELHA TIPO FRANCESA Possui encaixes transversal e longitudinal. mantendo o mesmo sistema de encaixe.Cerâmica Difrei S.04 3. Possui outros rebaixos. Cerâmica Mandi Ltda. A telha apresenta detalhes que propiciam bom encaixe entre canais e ripas e entre capas e canais. variando entre fabricantes. bem como ranhuras na lateral da peça. Cerâmica Itu Ltda.. 2 canais vizinhos. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. PADRONIZAÇÃO DE TELHAS CERÂMICAS Para efeito esta Especificação. Cerâmica Vaz Ltda.

. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.. sob o número 218504 . FABRICANTES Admite-se o emprego dos produtos fabricados por: • • • • Duomo Indústria de Acrílico e Fibra de Vidro Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Durana Técnica em Plástico Ltda. M.05 1.. Pinho Comércio e Indústria Ltda.Proibida a reprodução sem autorização. Polifibras do Brasil Plásticos Reforçados e Acrílicos Ltda. 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Fibra de Vidro E-TEL. sob a marca "Translux". Capital Federal. II e III. podem ser transparentes ou leitosas. Partes I. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Feitas de resina poliéster e fibra de vidro.

haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-93/82 MB-234/82 MB-236/82 MB-1089/82 MB-1090/82 NB-94/82 NB-554/77 PB-1169/85 Telha ondulada de fíbrocimento (NBR-7581). na espessura de 8 mm. na espessura de 5 mm e "Chapas Onduladas Precontex". sob as marcas "Chapas Onduladas Eternit". nas espessuras de 6 e 8 mm. Peças complementares para telhas onduladas de fibrocimento .Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. na espessura de 10 mm. sob o número 218504 . nas espessuras de 6 e 8 mm. Emprego de chapas estruturais de cimento-amianto (NBR-5639). FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • Eternit S. "Chapas Onduladas Preconit".determinação da impermeabilidade (NBR-5642). da resistência a cargas Folha de telha ondulada de fibrocimento (NBR-7196).A. Tubos Brasilit. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A. sob as marcas "Chapas Onduladas Sano". Partes I.verificação uniformemente distribuídas (NBR-5643). Sano S.determinação da absorção de água (NBR-6470).06 1. "Kalhetão Brasilit". nas espessuras de 8 a 10 mm. Telha ondulada e chapa estrutural de fibrocimento . • • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . na espessura de 10 mm..determinação da resistência à flexão (NBR-6468). "Meios-Tubos". tipos e dimensões(NBR-9066). na espessura de 10 mm e "Telha Modulada".A. "Kalheta Delta". Capital Federal. II e III. na espessura de 8 mm e "Meia-Cana". 2. nas espessuras de 8 e 9 mm e "Sanocalha Estrutural". nas espessuras de 6 e 9 mm. na espessura de 4 mm. "Sanocalha Meio-Tubo". "Canalete".MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Fibrocimento (Cimento-Amianto) E-TEL. Telha ondulada de fibrocimento .funções. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Telha ondulada de fibrocimento . sob as marcas "Chapas Onduladas Precon". na espessura de 8 mm. "Sanocalha Bandeja". S.A. nas espessuras de 6 e 8 mm. Indústria e Comércio. Telha de fibrocimento . nas espessuras de 8 a 10 mm: Precon Industrial S. sob as marcas "Chapas Onduladas Brasilit".

Capital Federal.3 2. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.5 kgf/m². FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por.: • Indústrias Madeirit S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 . Haverá peças complementares. do tipo "Tego Film". como cumeeiras de madeira e plástico e peças de fixação. ondulada. sob a marca "Telhas Madeirit". telha de madeira é a telha constituída por madeira compensada laminada.. revestida em um dos lados com lâmina metálica de alumínio - 2.5 ondas e a altura das ondas será de 31 mm. 2. o que implicará em uma altura total de 37 mm. 2.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A madeira compensada ondulada será constituída por 5 lâminas colocadas com resina sintética.05 mm de espessura.07 1. II e III. A espessura total da telha será de 6 mm e o peso será de 4.00 m de largura. As telhas serão 2.20 m de comprimento e 1. do tipo compensado naval.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Madeira E-TEL. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 2. Partes I.4 3. A lâmina metálica de alumínio terá 0.A. A madeira compensada será imunizada com sal de Wolman ("Tanalith") para resistir ao ataque de fungos e insetos. Terão 6.Proibida a reprodução sem autorização. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

Prefal . ou de poliéster reforçado com filamentos de vidro.08 1.Proibida a reprodução sem autorização.A. Goyana S.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Plástico E-TEL.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Indústria e Comércio Trorion S. Indústrias Brasileiras de Matérias Plásticas.Indústria de Produtos Comércio em Plásticos Reforçados Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 . Indústria e Comércio de Matéria Plástica. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Feitas de cloreto de polivinila (PVC) rígido.A. II e III. de alto peso molecular. • • • • • • Braspla S. Partes I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A.A. em chapas translúcidas ou opacas. Capital Federal.. 2.. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por. Durana Técnica em Plástico Ltda. Indústrias Químicas Eletro Cloro S.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão claras. com as dimensões de 45 x 16 x 14 cm. • • Ibravir . com encaixe à esquerda e dimensões de 44 x 24 cm. com encaixe à direita e dimensões de 41 x 24 cm. bem moldadas e de dimensões uniformes. “Francesa Carioca”. para a capa. “Tipo Colonial”.Proibida a reprodução sem autorização.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Vidro E-TEL. com encaixe à direita e dimensões de 39 x 23 cm. “Tipo Plan”. II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I. 1. Capital Federal. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por. “Francesa Paraná”. sob o número 218504 . TIPOS • • • • • “Francesa Paulista”. para a capa.1 1. 2. Indústria de Vidros Pirofrax Ltda. para a canal e 45 x 14 x 11 cm. para a canal e 50 x 14 x 11 cm.09 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Indústria Brasileira de Vidros e Refratários Ltda. com as dimensões de 50 x 18 x 14 cm..

sob a marca "CZC". fabricadas com aço de baixo teor de carbono e revestidas. II e III. por eletrodeposição.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Zinco E-TEL. Siderúrgica Nacional. ou ainda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. com uma camada de zinco aplicada por imersão de chapa em banho do metal fundido. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por. sob o número 218504 .50 n° de corrugações reais 12 10 efetivas 1 9 n° de corrugações reais 888 745 efetivas 830 695 2.55 a 3.35 a 0. Capital Federal.40 0. 1. • Cia.2 As telhas terão o comprimento máximo de 3.50 e 5 55 características da tabela abaixo: espessura (mm) 0.Proibida a reprodução sem autorização.10 1. em ambas as faces. 1.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão constituídas por chapas zincadas corrugadas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

55 mm. 1.A. sob a marca "Telha Termoacústíca".95.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Panisol S. 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Aço Duplas . Dependendo do tipo de telha trapezoidal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A.: • • • Bernini Indústria e Comércio Ltda. 0.3 2. II e III. Eucatex S.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS São elementos de cobertura constituídos de chapas de aço galvanizado em forma trapezoidal. lã de rocha. Indústria e Comércio. as espessuras das chapas podem ser de 0. 0.Termoacústicas E-TEL.11 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . intercaladas com lã de vidro.65.. Partes I. Painéis Isolantes.50. sob o número 218504 .25 e 1. Capital Federal. 0. 1.2 1. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por.43. Para arremate das bordas haverá perfil próprio. A espessura do núcleo é garantida pelo perfil espaçador e será determinada em função da condutibilidade térmica desejada. polilsocianurato ou poliuretano rígido expandido.80. 0.

nas 3 dimensões. o que será efetuado sem prejuízo para o uso do produto.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os tijolos maciços cerâmicos são fabricados com argila. sob o número 218504 .4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. conformados por extrusão ou prensagem.1 TIJOLOS MACIÇOS DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Os tijolos comuns possuirão a forma de um paralelepípedo retangular.3 1.4. quebras. As tolerâncias máximas de fabricação serão de 3 mm para mais ou para menos. essencialmente fabricados nas mesmas condições.4. conforme sua resistência à compressão. Capital Federal.2 DIMENSÃO REAL Dimensão obtida de acordo com o processo definido na EB-19/83 (NBR-7170).4 1. B (2. Os especiais são fabricados em formatos e especificações acordados entre as partes. Serão fornecidos em lotes ou sublotes identificáveis.forma e dimensões (NBR-8041). 1. superfícies irregulares. EB-19/83 PB-1007/83 Tijolo maciço cerâmico para alvenaria (NBR-7170).3.4.5 MPa) e C (4. ao produto final. Partes I. deformações e desuniformidade de cor. entende-se por tijolo maciço o tijolo que possui todas as faces plenas de material. 1.5 MPa).4.1 TERMINOLOGIA DIMENSÃO NOMINAL Dimensão especificada pelo fabricante para as arestas do tijolo. Tijolo maciço cerâmico para alvenaria .3. A unidade de compra é o milheiro. Os tijolos se classificam em comuns e especiais. 1.3 ÁREA BRUTA Área de qualquer uma das faces do tijolo.01 1. Os tijolos comuns são de uso comum e podem ser classificados em categorias A (1. particularmente as seguintes.2 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tijolos e Blocos Cerâmicos E-TIJ. Os tijolos não apresentarão defeitos sistemáticos tais como trincas. 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3.Proibida a reprodução sem autorização. 1. 1. II e III. atender às condições determinadas nesta Especificação.2 NORMAS Os tijolos maciços obedecerão às correspondentes normas da ABNT. constituídos de unidades do mesmo tipo e qualidade. sendo suas dimensões nominais de 190 x 90 x 57 e 190 x 90 x 90 mm (comprimento x largura x altura). queimados a temperatura que permita. 1.0 MPa). podendo apresentar rebaixos de fabricação em uma das faces de maior área.3 1. Devem trazer a identificação do fabricante.

Na inspeção por ensaio.6 1. Partes I. e serão medidas separadamente.4 Na inspeção por ensaio.6. INSPEÇÃO Serão feitas inspeções de forma geral. Se. a resistência à compressão dos tijolos será verificada por dupla amostragem. de acordo com o indicado a seguir: 1. II e III. não for possível medir os 24 tijolos dispostos em ume fila. o CONSTRUTOR pode solicitar a inspeção geral.6. colocam-se 24 tijolos em fila. ou 3 filas de 8. desde que tenha providenciado a reposição dos tijolos defeituosos. Capital Federal.continuação E-TIJ. a amostra será dividida em 2 filas de 12. largura ou altura e mede-se com auxilio de ume trena metálica (aproximação de 2 mm).000 1ª AMOSTRA 8 13 20 2ª AMOSTRA 8 13 20 1. A fim de reduzir a duração da inspeção geral pode-se. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.000 de 3.000 tijolos. a partir de acordo entre as partes. o lote pode ser aceito na 1ª ou na 2ª amostragem. transformá-la em dupla amostragem.5 Para determinação das dimensões. Na inspeção geral.000 de 35.01 1. sob o número 218504 . Na inspeção por medição direta. por alguma razão.000 a 50. por medição direta e por ensaio. o lote será aceito se a dimensão real encontrada atender às características geométricas especificadas.1 1. no sentido do comprimento.5 LOTES de 1. sendo o número de sistema o indicado no quadro a seguir: 1. Somem-se os resultados obtidos em qualquer dos casos e divide-se o resultado por 24 para obter-se a dimensão real do comprimento dos tijolos.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Neste caso. 1.000 a 3.Proibida a reprodução sem autorização.6. as exigências quanto às características visuais serão objeto de verificação no lote inteiro.001 a 35.6.2 ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO Os tijolos rejeitados na inspeção serão retirados do lote e substituídos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. serão verificadas as características geométricas em lotes não superiores a 10. se houver a reprovação do lote.4. Na inspeção por medição direta.

1 TERMINOLOGIA DIMENSÃO NOMINAL Dimensão especificada pelo fabricante para as arestas do bloco. sob o número 218504 . é necessário que a soma das unidades defeituosas da 1ª e 2ª amostragens seja inferior ao número de aceitação indicado na tabela acima.000 de 3. BLOCOS CERÂMICOS DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.3 2.2 NORMAS Serão obedecidas as normas da ABNT sobre o assunto. 1. Bloco cerâmico portante para alvenaria .6. II e III.6. 2. EB-20/83 MB-53/83 MB-1820/83 PB-1008/83 Bloco cerâmico para alvenaria (NBR-7171).verificação da resistência à compressão (NBR 6461).000 de 35.000 1. O lote passará para a 2ª amostragem se o número de unidades defeituosas for superior ao número de aceitação e inferior ao de rejeição.6.2 DIMENSÃO REAL Dimensão obtida para as arestas do bloco através da média das dimensões de 24 blocos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.000 a 3.determinação da área líquida (NBR-8043).Proibida a reprodução sem autorização.continuação E-TIJ. é necessário que o número de unidades defeituosas seja inferior ou igual ao número de aceitação.6 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2.001 a 35.7 2.3. particularmente as seguintes.001 a 50.01 AMOSTRA LOTES 1ª 8 13 20 2ª 8 13 20 UNIDADES DEFEITUOSAS 1ª AMOSTRA n° aceitação 1 2 3 n° rejeição 4 5 7 1ª + 2ª AMOSTRAS n° aceitação 4 6 8 n° rejeição 5 7 9 de 1. Bloco cerâmico para alvenaria formas e dimensões (NBR-8042). 2.5 Para que o lote seja aceito na 1 amostragem. Para que o lote seja aceito na 2ª amostragem. entende-se por bloco cerâmico o componente de alvenaria que possui furos prismáticos ou cilíndricos perpendiculares às faces que os contêm. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I. Bloco cerâmico para alvenaria . O lote será rejeitado na 1ª amostragem se o número de unidades defeituosas for superior ao número de rejeição. Capital Federal.1 2.3.

Os comuns são os de uso corrente e serão classificados conforme sua resistência à compressão na área bruta.0 10. quebras. conforme tabela abaixo: 2.4.4 ÁREA LÍQUIDA Área bruta de qualquer uma das faces do bloco diminuída da área dos vazios contidos nesta face.Proibida a reprodução sem autorização. entendendo-se por largura (L).menor aresta da face perpendicular aos furos. 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. queimados a temperatura que permita ao produto final atender às condições determinadas nesta Especificação.4. sob o número 218504 .2 2.6 2. largura .4. 2. CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS Os blocos de vedação e portantes comuns possuirão a forma de um paralelepipedo retangular.0 7. Os de vedação são projetados para serem assentados com os furos na horizontal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2.5 2.4 2.4.01 2.1 Os blocos não apresentarão defeitos sistemáticos tais como trincas. com os furos na vertical. Devem trazer a identificação do fabricante.4.4. essencialmente fabricados nas mesmas condições.3 ÁREA BRUTA Área de qualquer uma das faces do bloco. Capital Federal.3 TIPO De vedação A B C Portante D E RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO (MPa) 1.maior aresta da face perpendicular aos furos.4 Os blocos cerâmicos podem ser especiais ou comuns. altura (H) e comprimento (C) desse paralelepípedo o seguinte.3. Os especiais serão fabricados em formatos e especificações acordados entre as partes.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os blocos cerâmicos são fabricados com argila. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. constituídos de blocos do mesmo tipo e qualidade. Partes I. II e III. Serão fornecidos em lotes ou sublotes identificáveis. conformados por extrusão. e os portantes.6.5 4. superfícies irregulares.5 2.continuação E-TIJ.4. • blocos de vedação: altura . o que será efetuado sem prejuízo para o uso do produto. Classificam-se em blocos de vedação ou portantes.0 2. deformações e desuniformidade de cor.3.

II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I. sob o número 218504 .aresta paralela ao eixo dos furos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização.comprimento .

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .maior aresta da face perpendicular aos furos.8 A sistemática para a determinação das dimensões é a mesma definida para os tijolos maciços.Proibida a reprodução sem autorização.01 • blocos portantes: largura . altura . Partes I. II e III.7 As tolerâncias máximas de fabricação para os blocos são as indicadas a seguir: DIMENSÃO Largura (L) Altura (H) Comprimento (C) Desvio em relação ao esquadro (D) Flecha (F) TOLERÂNCIA (mm) +/.4.continuação E-TIJ.aresta paralela ao eixo dos furos. 2.menor aresta da face perpendicular aos furos. comprimento . sob o número 218504 .4.2 As dimensões comerciais e nominais dos blocos de vedação e portantes comuns são as seguintes: DIMENSÕES COMERCIAIS (cm) LXHXC 10 x 20 x 10 10 x 20 x 20 10 x 20 x 30 10 x 20 x 40 15 x 20 x 10 15 x 20 x 20 15 x 20 x 30 15 x 20 x 40 20 x 20 x 10 20 x 20 x 20 20 x 20 x 30 20 x 20 x 40 DIMENSÕES NOMINAIS (mm) LARGURA (L) 90 90 90 90 140 140 140 140 190 190 190 190 ALTURA (H) 190 190 190 190 190 190 190 190 190 190 190 190 COMPRIMENTO (C) 90 190 290 390 90 190 290 390 90 190 290 390 2.4. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.3 +/. Capital Federal.3 3 3 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.6.3 +/.

000 blocos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.10 2. INSPEÇÃO Toda a partida será dividida em lotes.000 a 3.5.001 a 50. por medição direta e por ensaio.1 2.5.5 2.continuação E-TIJ. as exigências quanto às características visuais serão verificadas no lote inteiro. conforme descrito adiante. a resistência à compressão será verificada por dupla amostragem.6 2. A inspeção será procedida em local determinado pelas partes para a completa verificação dos pontos preestabelecidos. Serão feitas inspeções de forma geral.000 1ª AMOSTRA 8 13 2ª AMOSTRA 8 13 2. Partes I.4.3 Na inspeção por medição direta.5) e régua (precisão de 0.001 a 35.4.000 de 3. sob o número 218504 .1 ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO Os blocos rejeitados na inspeção geral serão retirados do lote e substituídos.5 mm. As exigências quanto ao desvio em relação ao esquadro e planeza serão verificadas por dupla amostragem. A determinação da área líquida será procedida de acordo com o método de ensaio constante da MB-1820 (NBR-8043).2 LOTES de 1.5 mm) metálicos.5. as exigências quanto às dimensões nominais serão verificadas em lotes não superiores a 10.11 2.001 a 35.000 a 3. A planeza das faces destinadas ao revestimento será determinada através da flecha na região central de sua diagonal. sendo o número de amostras o indicado na tabela a seguir: 2.000 de 35.01 2. Capital Federal. A resistência à compressão do bloco será determinada de acordo com o método de ensaio constante da MB-53/83 (NBR-6461).6. 2. II e III. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . empregando-se esquadro (90° +/. empregando-se régua metálica com precisão de 0.000 1ª AMOSTRA 32 50 80 2ª AMOSTRA 32 50 80 2.5.000 de 3. O número de amostras será o indicado na tabela a seguir: LOTES de 1.4 Na inspeção por ensaio. cada bloco será submetido a ensaio. Na inspeção geral.9 O desvio em relação ao esquadro será medido entre as faces destinadas ao assentamento e ao revestimento do bloco.4.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

2.000 de 3. Quanto ao desvio em relação ao esquadro e à planeza. O lote será rejeitado na 1ª amostragem se o número de unidades defeituosas for superior ao número de rejeição.6.Proibida a reprodução sem autorização. a partir de acordo entre as partes.001 a 35.6. de acordo com o indicado na tabela abaixo: AMOSTRA LOTES 1ª 32 50 80 2ª 32 50 80 UNIDADES DEFEITUOSAS 1ª AMOSTRA n° aceitação 5 7 11 n° rejeição 9 11 16 2ª AMOSTRA n° aceitação 12 18 26 n° rejeição 13 19 27 de 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.continuação E-TIJ. desde que tenha providenciado a reposição dos blocos defeituosos.7 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .6. o lote pode ser aceito na 1 ou na 2 amostragem. Para que o lote seja aceito na 2ª amostragem é necessário que a soma das unidades defeituosas da 1ª e 2ª amostragens seja inferior ao número de aceitação indicado nas tabelas acima.6.5 Para que o lote seja aceito na 1ª amostragem. o CONSTRUTOR pode solicitar nova inspeção geral. II e III. Capital Federal. pode-se. Nesse caso.6.001 a 10. Partes I. o lote será aceito se as dimensões reais encontradas atenderem às características geométricas especificadas.2 Com o objetivo de reduzir sua duração.000 2. O lote passará para a 2ª amostragem se o número de unidades defeituosas for superior ao número de aceitação e inferior ao número de rejeição. 2.01 2.000 a 3.6.000 de 10.6 2. sob o número 218504 . se houver a reprovação do lote.000 a 3. transformar a inspeção geral em dupla amostragem. o lote pode ser aceito na 1 ou na 2 amostragem. é necessário que o número de unidades defeituosas seja inferior ou igual ao número de aceitação. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.000 de 3. de acordo com o indicado na tabela a seguir: AMOSTRA LOTES 1ª 8 13 2ª 8 13 UNIDADES DEFEITUOSAS 1ª AMOSTRA n° aceitação 1 2 n° rejeição 4 5 1ª + 2ª AMOSTRAS n° aceitação 4 6 n° rejeição 5 7 de 1.000 2.001 a 35.4 Na inspeção por ensaio.3 Na inspeção por medição direta.

isolantes de sílica e de carbureto de silício. II e III. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal. NORMAS Haverá particular atenção para o disposto nas seguintes normas da ABNT: MB-1441/80 MB-1442/80 Tijolos refratários isolantes .02 1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão refratários sílico-aluminosos. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.determinação da resistência à flexão à temperatura ambiente (NBR 6228). Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Tijolos refratários isolantes .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tijolos Refratários E-TIJ.determinação da resistência à compressão à temperatura ambiente (NBR-6227). antiácidos. sob o número 218504 . aluminosos.Proibida a reprodução sem autorização.

h.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS RESISTÊNCIA A COMPRESSÃO Os blocos do tipo estrutural são fabricados com resistência à compressão controlada. na direção do eixo longitudinal. sob alta pressão.85 kcal. a estabilidade dimensional é de +/.3 ESTABILIDADE DIMENSIONAL Na direção de prensagem. é <= 2 mm. Capital Federal. sob o número 218504 . entende-se por tijolos sílico-calcários o material de construção da classe dos produtos sílico-calcários. fabricados em peças prismáticas brancas.Proibida a reprodução sem autorização. 3. submetidas a uma autoclavagem de 5 horas. Partes I.03 1. 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. com resistência não controlada. feitas por prensagem de uma argamassa de areia silicosa e cal virgem em pó. abaixo da linha de falência (120°C temperatura ambiente).60 a 0. 3. a vapor. 2. 3.4 CONDUTIBILIDADE TÉRMICA A condutibilidade térmica é de 0.2 ABSORÇÃO A absorção de água decresce com o aumento de sua resistência à compressão. Nas outras dimensões.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tijolos Sílico-Calcários E-TIJ. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . NORMAS Os blocos sílico-calcários obedecerão à norma DIN-106.m/m². e do tipo normal e extra. Os valores médios das resistências controladas têm um desvio padrão de 12 MPa. conservando-se.2 mm. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.5 PROTEÇÃO AO FOCO Os blocos sílico-calcários resistem a 4 horas de fogo.°C. sendo fabricados com resistências de 10 até 35 MPa. Seu valor médio está entre 10 e 12% (kgf de água por kgf de material seco). DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. em relação à temperatura da face oposta. maciças ou com furos. II e III. 3. 3. ou seja.

3 x 24 14. Partes I.continuação E-TIJ.3 x 24 17.1 x 24 11.5 x 11.80 6. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização.00 4. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. TIPOS E DIMENSÕES TIPO NF 2 DF 2 DF 14 3 DF DIMENSÕES (cm) 11.5 x 11.5 x 7. Capital Federal.3 x 24 PESO (kg) 3.03 4.00 PEÇAS/m² 48 32 32 32 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.0 x 11.75 4. II e III.

máx. Partes I.4 1.150 0. nas dimensões de 229 x 114 mm e nas espessuras de 63 e 76 mm.7 1. com as seguintes características: TIPO Temp. sob o número 218504 . Indústria e Comércio.538 0.100 1. Capital Federal. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Eucatex S.693 1. de trabalho (MPa) 0.577 0. térmica à temp. II e III. (MPa) Após queima à temp.8 1.h. de trab.A. sob a marca "Isobloc".628 0. máx.04 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tijolos Vermiculita Expandida E-TIJ.1 0.6 0.°C) Temp.14 0. máx. (°C) Massa específ.1 1. de trab.m/ m². aparente (g/cm²) Resistência à Compressão à temp.12 0.15 55 65 70 95 1.200 1.9 Condutib. amb.200 1.Proibida a reprodução sem autorização.13 0.250 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .8 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. (kcal. na face fria (°C) Refratariedade (°C) 1 B-501 1 B-801 1 B-802 1 B-1151 500 800 800 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

A. sob o número 218504 . 3. Partes I.00 kgf/unidade. pesando 2. translúcido. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os tijolos de vidro têm as seguintes dimensões e pesos: • • 20 x 20 x 6 cm.70 kgf/unidade. sob a marca "Vidromatone".. 20 x 20 x 10 cm. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III. pesando 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Ibravir .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tijolos Vidro E-TIJ.Indústria Brasileira de Vidros e Refratários Ltda. entende-se por tijolos de vidro os tijolos moldados em uma só peça confeccionada com vidro extraclaro. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização. não transparente. Indústria de Vidros Pirofrax Ltda. 2. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • Electrovidro S.05 1.

Verde-cromo concentrado. Amarelo-cromo. Óxido verde-cromo. Classificação do óleo bruto e semi-refinado de caroço de algodão. Azul-ultramar. Carbonato de cálcio (CRE). Carbonato de cálcio precipitado. Partes I.Proibida a reprodução sem autorização. Óleo de linhaça cozido.01 1. Verde-cromo reduzido. Viscosímetros cinemáticos padronizados de vidro. Óxido de zinco (alvaiade de zinco). NORMAS Haverá particular atenção para o disposto nas seguintes normas da ADNT: EB-7/43 EB-16/43 EB-23/51 EB-24/51 EB-26/45 EB-27/51 EB-28/51 EB-29/51 EB-30/51 EB-31/51 EB-32/45 EB-33/45 EB-34/45 EB-35/45 EB-36/45 EB-37/51 EB-38/51 EB-95/56 EB-96/56 EB-140/62 EB-174/64 EB-236/67 EB-243/82 EB-285/79 EB-316/72 TB-124/76 Óleo de linhaça cru. Carbonato básico de chumbo . Secante em pó. Capital Federal. Esmalte à base de resina sintética para exterior: Diluente para esmalte sintético. Vernizes e resinas (NBR-5846). Ocre.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tintas e Vernizes Normas e Classificação E-TIN. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Aguarrás vegetal (essência de terebentina). Azul da Prússia. Litopônio.alvaiade de chumbo. II e III. sob o número 218504 . Tinta ou massa retardante de incêndio. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Óleo de tungue cru. Pó de zinco (NBR-6629). Óxido vermelho de chumbo (zarcão). Óxido de ferro natural.

tintas ASTV.1. a classificação de tintas será a seguinte: 2. tintas de epóxi-alcatrão. 2. tintas de neoprene. sob o número 218504 .01 2. tintas de poliuretano.Proibida a reprodução sem autorização.2 AQUOSAS • tintas de zinco .3. 2. Capital Federal.1 TINTAS COM VEÍCULO REATIVO NÃO AQUOSAS • • • • tintas de epóxi.2 TINTAS COM VEÍCULO NÃO AQUOSO E ÓLEO SECATIVO TINTAS A ÓLEO LACAS • • esmalte tipo "Duco". tintas vinílicas. Partes I.2. esmalte sintético.1 2. CLASSIFICAÇÃO DE TINTAS Para efeito destas Especificações. 2. tintas formol-fenólicas.2 2.1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. tintas betuminosas. II e III.3. tintas de PVA. 2. tintas de borracha clorada.3 2.2 AQUOSAS • • tintas de látex. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 2.3 2. tintas de "hypalon".silicato (base água) Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2.continuação E-TIN.1.1 TINTAS ALQUÍDICAS TINTAS COM VEÍCULO TERMOPLÁSTICO NÃO AQUOSAS • • • • • • • • tintas acrílicas. tintas de zinco-epóxi.

Fusecolor Tintas e Vernizes Ltda. Alba Química Indústria e Comércio Ltda.A. pigmentos.. Denver Indústria e Comércio Ltda. minerais de base de cal (caiação). Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização. Montana S.A. corantes e cargas.01 2. Glasurit do Brasil Ltda. apenas. Química Industrial .. 4.A.2 CLASSIFICAÇÃO DE VERNIZES A classificação de vernizes é semelhante à de tintas. 3.Indústria e Comércio de Materiais Sintéticos para Construção Ltda. no fato de que os últimos não possuem em sua constituição elementos de cobertura.. 3. pintura a cola. minerais de gesso e cola ou têmpera ou.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Tintas e Vernizes. Hempel Tintas Marítimas S. Partes I. Ibratin Indústria e Comércio Ltda. a diferença entre tintas e vernizes reside.. ainda. resistentes ao calor. .CIL.Fábrica da Tintas Águia. • • • • • • • hidrófugas de base de cimento.. II e III. Matsica . Plastoflex Tintas e Plásticos Ltda. as tintas incluídas nesta categoria escapam a essa diretriz. ignífugas. entendendo-se como tal. Globo S. Cia.A. Indústria e Comércio. Otto Baumgart Indústria e Comércio S. considerando que o critério adotado em sua elaboração foi o de tomar como base o veículo permanente. Para efeito desta Especificação. hidrófugas de base de silicone.continuação E-TIN. Michigan Química do Brasil Ltda. Mobil Química Ltda. imunizantes...A.. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • • • • • • • • • • • Abel de Barros Comércio e Indústria de Tintas S.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 . Tintas e Pigmentos..1 3. Polidura S..4 EXTRA CLASSIFICAÇÃO Como o critério de classificação tomou como base o veículo permanente.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III.. Revplast Indústria e Comércio Ltda.continuação E-TIN.A. sob o número 218504 .. Capital Federal. Tecno-Fogo S.A. Renner Herrmann S.. Sherwin Williams do Brasil Indústria e Comércio Ltda.. Indústria de Tintas e Óleos.Proibida a reprodução sem autorização.. Indústria e Comércio.A.A.A. Química Industrial União Ltda.. Tintas Kresil Ltda.. Tecno-Quimica S..A. Tintas Internacional S.. Tintas Wanda . Tintas Ypiranga Ltda. Partes I....A. Sika S. Retinco Indústrias de Tintas e Revestimentos Ltda. Tintas Coral S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Sayer Lack Indústria Brasileira de Vernizes S.Akso Ltda.01 • • • • • • • • • • • • • • • Prema Tintas e Preservação de Madeiras S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A.

1. 1. É vedado seu emprego em superfícies expostas à radiação solar (vide EEPO. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . por reação em meio alcalino.01). Partes I. obtida pela ação do cloro sobre uma solução de látex natural em tetracloreto da carbono. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 1. Capital Federal.7 IGNÍFUGAS Tintas ignífugas são produtos que se enquadram na categoria da tintas como veículo termoplástico. o anidrido ftálico (derivado do ácido ftálico) e a glicerina. 1. de PVA.1 DEFINIÇÕES ACRÍLICAS E ESMALTES Tintas e vernizes acrílicos são aqueles em que o veículo permanente é constituído por resina em cuja composição se encontram polímeros ou copolímeros do ácido acrílico e do ácido metacrílico. ou simplesmente tintas fenólicas.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tintas e Vernizes Diversos E-TIN.3 ASVT Tintas ASVT são aquelas em que o veículo permanente é constituído por resina de copolímeros ASVT (acrílico. 1.4 BORRACHA CLORADA Tintas de borracha clorada são aquelas em que o veículo permanente é constituído por uma resina natural. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização.2 ALQUÍDICAS Tintas e vernizes alquídicos são aqueles em que o veículo permanente é constituído por resinas artificiais em cuja composição se encontram. 1. isolados ou associados a outros elementos. 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. São aquosas. tolueno) e que secam por evaporação do solvente. vinil.6 FORMOL-FENÓLICAS Tintas formol-fenólicas. bem como ésteres desses ácidos. stireno. com adição de sais de mono-amônea e fosfato. são aquelas em que o veículo permanente é constituído por uma resina obtida pala reação do formol com o fenol em presença da colofônia ou qualquer outra resina natural.5 EPÓXI Tintas e vernizes de epóxi são aqueles em que o veículo permanente é constituído por resina epóxi obtida a partir da epicloridrina e do bisfenol "A". II e III. modificada.02 1.

e.Proibida a reprodução sem autorização. por conseguinte. como plastificantes (ftalatos de butila. Esmalte sintético é a laca em que o veículo permanente é constituído por resina de nitrocelulose associada com resina sintética.10. à qual geralmente são incorporadas outras substâncias.3 1.2 1.1 1. O grupo reativo dos isocianatos (de fórmula NCO) e o grupo hidroxila dos poliésteres (de fórmula OH) reagem por adição. Entendem-se por emulsões copolímeras de PVA aquelas em que os plastificantes estão quimicamente ligados ao PVA e. resinas e pigmentos.2 1. como sais de chumbo.9 1.11 1.12. PVA Tintas de PVA são aquelas em que o veículo permanente é constituído por resina de acetato de polivinila obtido pela ação do acetileno e ácido acético em presença de catalisadores. associada a um secante. Para uso em exteriores. no caso de tintas. com deslocamento do hidrogênio e formação de uretano.12.1 1. LÁTEX Tintas de látex são aquelas em que o veículo permanente é constituído por uma resina de látex. O veículo permanente é o óleo de linhaça cru. POLIURETANO Tintas e vernizes de poliuretano são aqueles em que o veículo permanente é constituído por resina obtida pela reação entre ésteres do ácido isociânico (isocianatos) e poliésteres contendo grupos hidroxílicos.02 1. Partes I.1 ÓLEO Tintas e vernizes a óleo são aqueles que secam por oxidação e em que o veículo permanente é constituído exclusivamente por produtos à base de óleo.11.continuação E-TIN.11. entre 12 e 25%. absolutamente fixados. de magnésio ou de cobalto. para exteriores. cujos componentes fundamentais são os veículos permanentes e voláteis.26). 1.8.8 1. Capital Federal. O veículo volátil é o aguarrás (essência de terebintina) atuando como solvente. sob o número 218504 . Taxa de plastificação é a porcentagem do plastificante em relação ao peso da resina seca. e para uso em interiores. 1. com impregnação de um pigmento.10. octila ou isooctila). Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 LACAS Lacas são tintas e vernizes que secam por evaporação e são constituídos por solução de nitrocelulose.8. e cozido. produtos que lhes conferem propriedades especiais. para interiores. entendendo-se como tal uma emulsão de tipo vinílico à base de resinas estireno-butadieno.12 1. Para uso em superfícies expostas à radiação solar deve-se empregar a resina de poliuretano alifático e não a de poliuretano aromático (vide E-POL. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. como resina alquídica ou maléica.10 1. Esmalte tipo "Duco" é a laca em que o veículo permanente é constituído exclusivamente por resina de nitrocelulose impregnada de um pigmento.2 1. a taxa de plastificação deve situar-se entre 6 e 12%.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .8. pigmentos e cargas.

são aquelas em que o veículo permanente é constituído por silicatos alcalinos. 1. entre 3 e 4. de silicone e alumínio como carga. RESISTENTES AO CALOR Tintas resistentes ao calor são tintas com veículo não aquoso e óleo secativo e alumínio como carga.4 ZINCO-SILICATO EB-243/82 Pó de zinco (NBR-6629). 3.1 IGNÍFUGAS EB-285/79 Tintas ou massa retardante de incêndio. segundo componente.5. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. e para uso em interiores. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 LACAS EB-95/56 EB-96/56 Esmalte à base de resina sintética para exterior. não aquosas. base água. sob o número 218504 . Diluente para esmalte sintético. Aguarrás vegetal (essência de terebintina). ou tintas com veículo termoplástico.5. NORMAS Haverá particular atenção para o disposto nas normas da ABNT atinentes ao assunto.14 VINÍLICAS Tintas vinílicas são aquelas em que o veículo permanente é constituído por resina da cloreto de polivinil obtido pala ação do acetileno sobre o ácido clorídrico. 1. Capital Federal. Partes I. FABRICANTES Vide E-TIN. 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. deverá situar-se entre 1 e 2. em presença de catalisadores.3 1.Proibida a reprodução sem autorização. recomendadas para temperaturas de 200 a 550°C. O pó de zinco.15 ZINCO-SILICATO Tintas de zinco-silicato. Óleo de linhaça cozido. 2.3 ÓLEO EB-7/43 EB-38/51 EB-140/62 Óleo de linhaça cru. II e III.12. em especial as relacionadas a seguir: 2. 2.01. 2. recomendadas para temperaturas até 200°C. é o elemento que confere a proteção catódica ao metal.continuação E-TIN.02 1.13 A relação entre os elementos de cobertura (P) e ligante (L) para uso em exteriores.

são produtos inseticidas e fungicidas. com adição de pigmento. 1.1. penetrantes e tóxicos.A.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS IMUNIZANTE DE BASE DE NAFTENATO DE ZINCO Para efeito desta Especificação.1 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. tribromofenol. sob o número 218504 . II e III. Indústria e Comércio.2 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I. as tintas imunizantes. IMUNIZANTE DE BASE DE ALCATRÃO Para efeito desta Especificação. parafina clorada e resinas sintéticas impermeabilizantes. “Stain" é produto semelhante ao imunizante à base de naftenato de zinco. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Montana S.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tintas e Vernizes Imunizante E-TIN.Proibida a reprodução sem autorização. sob as marcas "Pentox Super" (à base de naftenato de zinco) e "Osmose . 1. solventes alifáticos e aromáticos. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Contêm. "Dieldrin".Mistura Especial para Mourões" (à base de alcatrão).1. as tintas imunizantes. são produtos contendo alcatrões de hulha (piche) e de madeira (creosoto). naftenato de zinco.2 1.03 1. à base de naftenato de zinco. além de sais fungicidas e inseticidas. à base de alcatrão. Capital Federal. entre outros componentes.

Cópia fiel da Edição impressa em 1995. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por. 1. entende se por caiação a pintura pela cal. produzida em fábrica. Tintas e Pigmentos. com ou sem adição de pigmentos minerais. fornecida pronta para uso. necessitando apenas da adição de água. do tipo usado para argamassas (vide E-COR.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tintas e Vernizes Cal E-TIN.04 1. A coloração será obtida com o uso de pigmentos minerais.1 1. • Globo S.A. puríssima. II e III. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. do mesmo fabricante. Pode também ser preparada na obra. Capital Federal. de nome "Globo-Fix" 2. A pintura pela cal preparada na obra deverá empregar cal branca. A pintura pela cal pode ser de fábrica. sob as marcas "Hidrax" (de fábrica) e "Glocal" (para preparo na obra). associados ao aditivo fixador. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização.2 1. Partes I.01).3 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Para efeito desta Especificação. sob o número 218504 .

sob a marca "Temporal". A condutibilidade térmica da vermiculita expandida varia com a temperatura. quanto maior for o peso especifico aparente.A. Essa variação será tanto menor quanto mais reduzido for o tamanho dos grãos. na temperatura de 20°C. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Temporal S. de uma peneira. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O coeficiente de condutibilidade térmica da vermiculita expandida é de 0.2 GRANA 1 2 3 4 5 PESO ESPECÍFICO APARENTE (kgf/m³) 100 . ou seja.Minérios Brasileiros .120 110 . alumínio e ferro. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.140 140 .Mineração e Comércio Ltda. Indústria de Isolantes Térmicos.1 2. Indústria e Comércio.. 2.2 DEFINIÇÃO A vermiculita é um silicato hidratado de magnésio.4 2.0326 kcal. II e III.170 180 . sob o número 218504 . FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • Eucatex S.h.3 A classificação granulométrica da vermiculita expandida é a seguinte: 2. encontrada geralmente sob lençóis freáticos.5 3.000°C.1 1. emprega-se a unidade "mesh" para caracterizar granulometricamente a vermiculita expandida.Proibida a reprodução sem autorização. não se modifica com os solventes orgânicos. Minertec . Partes I. Comercialmente. formando seu leito.Mineração e Industrialização Ltda. o seu pH (7) é neutro.m/m². O "mesh" é o número de malhas. 2. sob a marca "Isoroc". 1.220 GRÃOS (mm) 12 a 6 6a3 3a2 2a1 pó 2. A vermiculita expandida é um mineral inerte. por polegada. Minebra . Os esquisitos e argilas expandidos não poderão ser considerados materiais equivalentes à vermiculita expandida.01 1.A. A vermiculita expandida é o resultado da expansão obtida pela calcinação da vermiculita entre 650 e 1..130 130 .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vermiculita Expandida Agregado E-VER. Capital Federal.°C (em média) .

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Vermiculita do Brasil Ltda.continuação E-VER. Wolf Hacker & Cia. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização.01 • • • Vermex . Ltda. II e III.. sob o número 218504 . Partes I.Vermiculita Expandida Ltda.

075 kcal.m/m².2 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2. parte 6.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As chapas de vermiculita expandida aceitam pintura de base acrílica. II e III. parte 7. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .3 PROPAGAÇÃO DO FOGO PARA MATERIAIS • baixo índice de propagação (i 1=4. classe P (Inglaterra).Minérios Brasileiros .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vermiculita Expandida Chapas E-VER. 2. classe 1: conforme Método de Testes BS 476. sob o número 218504 . estruturada com fibra celulósica e ligantes orgânicos tratados. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • Eucatex S. as chapas empregadas em núcleo de portas e painéis serão submetidas.Proibida a reprodução sem autorização. DEFINIÇÃO São chapas de vermiculita expandida. classe 0. para classificação ou RF. peso com 15 mm de espessura: 6 kgf/m². São de fácil aderência e compatíveis com a maioria dos adesivos existentes no mercado. peso com 30 mm de espessura: 12 kgf/m².4 Quanto à resistência ao fogo.02 1.A. 2. ao ensaio preconizado na MB-564/77 Portas e vedações métodos de ensaio ao fogo (NBR-6479). Partes I.89 e 1=10. Minebra . sob a marca "Isolante Fibraroc". 2.3. coeficiente de condutibilidade térmica: 0. peso com 45 mm de espessura: 19 kgf/m².h.6): conforme método de teste BS 476. 2. exceto aquele excessivamente alcalinos.2 POTENCIAL DE IGNIÇÃO • Material dificilmente inflamável: conforme 55 476. As características físico-mecânicas são as seguintes: • • • • • densidade: 400 kgf/m³. Capital Federal. 1868.1 A reação ao fogo das chapas de vermiculita expandida será verificada conforme discriminado a seguir. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 1971 (Inglaterra). não alcalina. 3.Mineração e Industrialização Ltda. 1065 (Inglaterra) AND 3ulhO 1970. parte 5.3. seção 2.3 2.3. 2. ALASTRAMENTO SUPERFICIAL DE CHAMA • • classe A-25 ou inferior: conforme ASTM E 84/70.°C. Indústria e Comércio.

Indústria e Comércio. sob o número 218504 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. As chapas serão do tipo especificado na E-VER.02. Eucatex S. Partes I.03 1.A.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vermiculita Expandida Forros E-VER. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal. 2.Proibida a reprodução sem autorização. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os forros serão constituídos por chapas de vermiculita expandida e por perfis de aço ou alumínio. FABRICANTES Admite-se o uso de produtos fabricados por: • • Climatex Indústria de Madeira Mineralizada Ltda.

Partes I.nos quais a sílica atua como elemento ácido e os óxidos agem como elementos básicos.) . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. tornam o vidro solúvel em água e atacável pela umidade. A desproporção entre a massa e a superfície exposta ao ataque é tal que. têm por finalidade controlar o processamento e conferir determinadas propriedades ao produto.02). o que não ocorre quando se trata de filamentos de pequeno diâmetro. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. 1. CaO: 10%.Proibida a reprodução sem autorização. possuindo excelentes propriedades físicas. etc. Capital Federal. Nas aplicações usuais esse fato passa despercebido.1 DEFINIÇÃO Para os fins desta Especificação. dando origem aos vários tipos de vidros. essa pequena solubilidade deve ser levada em conta. Os ingredientes modificadores. Os óxidos alcalinos (sódio e potássio). 1.3 VIDRO TIPO 'E" Vidro têxtil padrão.1. de véus de superfície ("surfacing mat") (vide EFIB. bário.1. etc. adicionados à base de sílica.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vidros Definição e Tipos E-VID. A configuração tridimensional da sílica (bióxido de silício) é a base das propriedades típicas do vidro.01.01 1.1 3. A composição típica do vidro "A" é a seguinte: • • • SiO2: 72%. 3. 3. 3. garrafas. Sua constituição e processo de fabricação estão na E-FIB. chumbo.Vidro na construção civil (NBR 7210). sob o número 218504 . mecânicas e elétricas.2 VIDRO TIPO "C" Trata-se de produto desenvolvido para aplicação onde necessário se fizer maior resistência ao ataque de ácidos. Na2O: 14%. no caso de filamentos.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS VIDRO TIPO "A" É o vidro empregado em vidraças. etc. É empregado na fabricação de filtros químicos e. na indústria dos plásticos reforçados. NORMAS Haverá particular atenção para o disposto na TB-88/88 .1 3.3 3.2 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 3. vidros são complexos químicos resultantes da combinação de dois silicatos um alcalino (potássio de sódio) e outro terroso ou metálico (cálcio. que são usados para baixar a temperatura de fusão do dióxido de silício.1.

1 1. coloridos na massa e com superfícies perfeitamente polidas e terão as seguintes espessuras: • • fumê: 3.5 ESPESSURAS Conforme NB-226/85 . com tolerância de . TRANSPARENTES.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vidros Recozido . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Vidro plano transparente comum. Os vidros recozidos. coloridos: de 3 a 10 mm. 5. 1.4 1. translúcidos. 1.02 1. planos.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS LISOS. 8 e 10 mm. 6. transparentes.1.4.3 LISOS. com as seguintes espessuras. Comum E-VID. O peso dos vidros planos é de 2. bronze: 4. 8 e 10 mm. a visão nítida. comuns.3 a + 0.1.3 1. 5. conforme definição da EB92/55. químico ou mecânico. tais como martelado (com 4 mm) . por mm de espessura. em função das dimensões dos vãos: Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . COMUNS São vidros tipo "fantasia". 6.2 1.5 kgf/m². TRANSPARENTES Deverão satisfazer à EB-92/55 . Partes I. Terão as seguintes espessuras: • • incolor: de 2 a 19 mm.Plano. obtidos por alterações introduzidas na rugosidade da superfície acabada. lisos e transparentes recebem unicamente "polimento ao fogo".Proibida a reprodução sem autorização. coloridos: de 3 a 10 mm.1 IMPRESSOS. submetidos a tratamento prévio.4.1 1. 9 e 10 mm) e canelado (com 4 mm). 1. 1. coloridos: de 3 a 10 mm.2 LISOS. sob o número 218504 . 8. COLORIDOS Os vidros serão planos.1 mm: • • incolor: de 2 a 19 mm. Terão as seguintes espessuras: • • incolor: de 2 a 19 mm.1. após o resfriamento. execução e aplicações . 4. 1. através dele. pontilhado (com 4. lisos. qualquer tratamento.Projeto. de modo a formar desenhos abrangendo diversos tipos e espessuras. II e III. Capital Federal.vidros na construção civil (NBR7199). não sofrendo as suas superfícies. são as seguintes as espessuras recomendadas para os vidros. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. de modo a permitir a passagem da luz e evitar.0. TRANSLÚCIDOS São vidros lisos. Serão admitidos exclusivamente vidros da qualidade "A".

sob as marcas "Providro" e "Santa Lúcia".30 0.80 3.continuação E-VID. sob o número 218504 . COMUNS • Cia. sob a marca "Vidro Liso".00 2. Produtora de Vidro.80 2. TRANSLÚCIDOS • • Cia. sob a marca "Impressos". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cia. NOMINAL (mm) 2 3 4 5 6 7 LARG.4 IMPRESSOS.1 LISOS.60 1. COLORIDOS • Cebrace .Cia.30 1.02 ESP.20 COMPR. TRANSPARENTES. Capital Federal.3 LISOS. Vidraria Santa Marina. Produtora de Vidro.80 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .80 1. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: 2. sob a marca "Providro".30 2. MÁXIMA (m) 0. sob a marca "Vidro Liso". 2. 2. TRANSPARENTES • • Cia. II e III.2 LISOS. Vidraçaria Santa Marina. Brasileira de Cristal. Vidraçaria Santa Marina.40 1. MÁXIMO (m) 0.00 1. Cia.Proibida a reprodução sem autorização.

8 e 10 mm. 6.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vidros Planos Especiais. Santa Lúcia Cristais Blindex Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.03 1.3 IMPRESSOS São vidros impressos. coloridos na massa. COLORIDOS São vidros planos. 3. 3. TRANSPARENTES. TRANSPARENTES. Terão espessura mínima de 8 e 10 mm. sob a marca "Blindex". Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Vicoplex Indústria e Comércio Ltda. 2.Proibida a reprodução sem autorização. transparentes.2 LISOS. Vidraçaria Santa Marina. Terão as espessuras nominais de 6. NORMAS Haverá especial atenção para o disposto no MB-1617/81 . INCOLORES São vidros planos..Vidros de segurança determinação dos afastamentos quando submetidos à verificação dimensional (NBR7334) e no E-VID. Temperados E-VID. 2. II e III.. 2. Partes I. Santa Lúcia Cristais Blindex Ltda.07.1 LISOS. incolores. TRANSPARENTES. COLORIDOS • • Cia. superfícies perfeitamente polidas. TRANSPARENTES. Capital Federal. translúcidos. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram se análogos os produtos fabricados por: 3. lisos. sob a marca "Vicoplex". lisos. transparentes. apresentando alta resistência conferida por processo térmico de têmpera. Terão as espessuras nominais de 4 mm (para área de decoração).3 IMPRESSOS • Santa Lúcia Cristais Blindex Ltda. Vidraçaria Santa Marina. INCOLORES • • • Cia. apresentando alta resistência conferida por processo térmico de têmpera. sob o número 218504 . 3. 8 e 10 mm.2 LISOS. sob a marca "Temperite". Cópia fiel da Edição impressa em 1995. superfícies perfeitamente polidas. apresentando alta resistência conferida por processo térmico de têmpera. 2.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS LISOS.

Termoabsorventes E-VID. sob a marca "Antélio”. sob o número 218504 . coloridos.04 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão lisas. nas espessuras nominais de 6.Proibida a reprodução sem autorização. 2. transparentes. Capital Federal.Cia. II e III. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • Cebrace . nas cores incolor e cinza. Brasileira de Cristal. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 8 e 100 mm.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vidros Planos Especiais.

Partes I. O conjunto será hermeticamente selado.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.3 Os vidros poderão ter formato quadrado ou retangular. intensidade luminosa. de elevada superfície capilar. II e III. segurança. possibilitando a atuação da substância higroscópica.2 • • 1.4 2. substância higroscópica. Térmicos e Acústicos E-VID. em todo o perímetro. ruídos externos.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Conjunto de duas chapas de vidro separadas por uma camada de ar desidratado. As chapas de vidro poderão ter espessuras iguais ou diferentes. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Cia. 1. com a finalidade de propiciar a junção das 2 chapas de vidro ao perfil de alumínio.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vidros Planos Especiais.Proibida a reprodução sem autorização. Produtora de Vidro. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 . no lado interno. sempre com 9 mm de espessura. Os elementos que constituem os vidros especiais térmicos e acústicos são os seguintes: • • • 2 chapas de vidro. com propriedades isolantes térmicas e acústicas relacionadas com a natureza dos vidros empregados na montagem. A seleção das chapas de vidro será efetuada levando-se em consideração os seguintes fatores. 1. sob a marca "Protesom". 1. com 9 mm de largura. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. bem como a de conferir estanqueidade absoluta ao conjunto. com as dimensões máximas de 180 x 200 cm. adesivo e calafetador de elastômeros. Poderão ser nas espessuras de 17 ou 23 mm. camada de ar intercalar. disposto em toda a periferia e com pequenos orifícios.06 1. inclusive a camada de ar intercalar de 9 mm. Capital Federal. colocada no interior do perfil de alumínio e destinada a absorver e a reter a umidade da camada de ar intercalar. • • • • carga solar. perfil oco de alumínio.

sob o número 218504 . sob as marcas "Triplex". nas espessuras de 6.Laminado E-VID. nas espessuras 6 a 10 mm (categoria A). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Vidro de segurança . firmemente unidas e alternadas com uma ou mais películas de material aderente . Capital Federal.determinação da resistência ao impacto com Phantom (NBR 9493). sob as marcas "Laminex Padrão" nas espessuras de 6 a 10 mm e "Laminex Múltiplo" nas espessuras de 10 a 50 mm. Partes I. impresso cicio.07 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vidros Segurança. ambos nas tonalidades incolor e colorido Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .determinação da visibilidade após ruptura e segurança contra estilhaços (NBR-9492). Vidros de segurança . II e III.determinação da transmissão luminosa (NBR9503).determinação da resistência à umidade (NBR 9502). Vidros de segurança . Vidro de segurança . 30 a 35 mm (categoria E) e 50 a mm (categoria F). 16 a mm (categoria C). Vidro de segurança .Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2.ensaio de resistência a alta temperatura (NBR 9499). 3. colorido. . Vidro de segurança . NORMAS Os vidros de segurança laminados devem obedecer às seguintes normas da ABNT: MB-1529/86 MB-1530/86 MB-1531/86 MB-1617/81 MB-2433/86 MB-2434/86 MB-2435/86 MB-2436/86 MB-2437/86 MB-2438/86 MB-2439/86 Vidros de segurança . Vidraçaria Santa Marina. DEFINIÇÃO Por vidro de segurança laminado entende-se o vidro manufaturado com duas ou mais chapas de vidro. 7 e 8 mm e "Triplex Bang-Bang". Vidro de segurança . Venda de segurança . 12 a 14 mm (categoria B).ensaio de radiação (NBR-9501). ou de 18 60 • Santa Lúcia Cristais Blindex Ltda. Vidro de segurança . apresenta a tendência de manter os estilhaços presos à película aderente.ensaio de abrasão (NBR-9498).butiral de polivinila. de forma que.determinação dos afastamentos quando submetidos à verificação dimensional (NBR-7334). quando quebrado.determinação da resistência ao impacto com esfera (NBR 9494).determinação da distorção óptica (NBR-9504). à prova bala. dos tipos liso. 20 a 25 mm (categoria C). FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Cia.determinação da separação da imagem secundária (NBR 9497). Vidro de segurança .

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS São as seguintes as características técnicas dos vidros aramados: • • • • coeficiente global de transmissão luminosa: 0.°C.h. índice de atenuação acústica: 28 a 31 dB.Proibida a reprodução sem autorização.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vidros Planos Especiais.000 2.9 kcal. impressos ou aramados são os vidros translúcidos. poder antichamas: 62 minutos. DEFINIÇÃO Fora efeito desta Especificação.500 1. Aramados E-VID 08 1. II e III.78.500 PESO APROX. Capital Federal.500 1. sob o número 218504 . especiais. 2. 3. com inserção de fina tela de arame durante a laminação. POR CHAPA (kg) 43 54 65 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .500 3. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Cia. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. vidros planos. nas seguintes dimensões de fabricação: ESPESSURA NOMINAL (mm) 7 7 7 COMPRIMENTO (mm) 2. Vidraria Santa Marina.m/m². Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I. coeficiente global de transmissão térmica: 4. sob a marca "Vidro Aramado”.000 LARGURA (mm) 1.

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vidros Moldados E-VID. de 10 e 12 cm de diâmetro e 6 e 8 cm de altura.09 e E-TIJ. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 PAVÊS • Ibravir . respectivamente. 1. nas dimensões de 20 x 20 x 2. 2. Partes I.3 PAVÊS São fabricados com vidro extratemperado.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS LADRILHOS São fabricados com vidro extratemperado e terão seu uso restrito à constituição de clarabóias. TIJOLOS E BLOCOS Vide E-TEL. São recomendadas para a constituição de vitrôs. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Indústria Brasileira de Vidros e Refratários Ltda.Indústria Brasileira de Vidros e Refratários Ltda. 1. 1. PRODUTOS/FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal.5 cm.5 cm.5 TELHAS.6 VENEZIANAS São desenhadas de forma a permitir apenas a ventilação indireta.1 LADRILHOS • Ibravir .09 1. 2. 1.. 1. II e III.Indústria Brasileira de Vidros e Refratários Ltda. 2. 1. 1.3 PLACAS • Ibravir .5 cm e de 30 x 30 x 2.4 PLACAS São fabricadas com vidro que transmita a luz de maneira difusa. nos tipos "Quadrado". 24 x 24 x 2.7 BARRAS DE VIDRO São perfis tipo "U". sob o número 218504 . empregados para confecção de divisórias. nas dimensões de 20 x 20 x 6 cm.2 LADRILHOS EM MOSAICO Vide E-LAD.03..Proibida a reprodução sem autorização. de 15 x 15 x 5 cm ("pavê A") e de 17 x 17 x 5 cm ("pavê B") e "Redondo"..05.

2.09 2.4 VENEZIANAS • Ibravir .Indústria Brasileira de Vidros e Refratários Ltda. sob o número 218504 . nos tipos "Comum" de 20 x 10 x 10 cm e "Capelinha".Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I.comtinuação E-VID..5 BARRAS DE VIDRO • Cia. II e III. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Vidraçaria Santa Marina. sob a marca "Uglass".

homogênea. II e III. A liga termoplástica deve consistir. substancialmente.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vinil Com Carga Placas E-VIN.verificação de perda de material por volatilidade (NBR-7379).verificação das dimensões lineares (NBR7377). as placas constituídas por liga termoplástica. plastificantes. Ladrilho vinílico semiflexível . Ladrilho vinílico semiflexível .verificação de resistência à deflexão (NBR7381).verificação de resistência a agentes químicos (NBR-7385). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.verificação da espessura (NBR-7386).determinação de dureza . Ladrilho vinílico semiflexível .verificação de folga nos cantos (NBR7387). 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. cargas inertes e pigmentos. determinação da resistência ao Ladrilho vinílico semiflexível . copolímero de cloreto de vinila.Método Mack-Burney (NBR-7382). entende-se por placas de vinil com cargas.2 2. Ladrilho vinílico semiflexível . Ladrilho vinílico semiflexível gravação(NBR-7384). composta por resina vinílica. 1. Partes I. de um ou de ambos os seguintes materiais: • • polímero de cloreto de vinila. Ladrilho vinílico semiflexível .02 1.verificação da estabilidade dimensional (NBR-7378). Ladrilho vinílico semiflexível .verificação de ocorrência de empeno (NBR-7380). NORMAS Haverá particular atenção para o disposto nas seguintes normas da ABNT: MB-1239/87 MB-1240/87 MB-1241/87 MB-1242/87 MB-1243/87 MB-1244/87 MB-1245/87 MB-1246/87 MB-1247/87 MB-1248/87 MB-1249/90 MB-1250/87 MB-1251/87 Ladrilho vinílico semiflexível . Ladrilho vinílico semiflexível . sob o número 218504 .verificação de solidez à ação da luz solar (NBR-7375).Proibida a reprodução sem autorização.determinação da penetração. verificação de profundidade de Placa vinílica para revestimento de piso e parede . Capital Federal. Ladrilho vinílico semiflexível . Ladrilho vinílico semiflexível impacto(NBR-7376). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . pertencente à categoria dos ladrilhos semiflexíveis.Método de Shore D (NBR-7383).

ácido fênico. volatilidade. sendo cortada. de superfície lisa ou gravada. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS FABRICAÇÃO Após a dosagem e pesagem. As monocromáticas serão coloridas uniformemente e as marmorizadas serão coloridas de maneira aleatória em toda a sua espessura.1 COR E ACABAMENTO As placas de vinil com cargas serão monocromáticas ou marmorizadas. nas dimensões padronizadas. até a obtenção da espessura desejada. água sanitária.75 mm. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .esquadro (NBR-7388). Partes I.15 mm.1 Ladrilho vinílico semiflexível . quando testada pelo método definido no MB-1239/87 (NBR-7375). vinagre doméstico e carbonato de sódio.2. A penetração (identação). em função da penetração inicial a 1 minuto. 3.continuação E-VIN. quando verificada pelo MB-1243/87 (NBR-7379). II e III. quando testada pelo método definido no MB-1247/87 (NBR-7383). a 48°C: máximo de 1 mm.88 mm.30 e 0.38 mm.1 3. soda cáustica.3.2 3. detergente doméstico. quando testada pelo método definido no MB-1242/87 (NBR-7378). A massa obtida é laminada em calandras aquecidas.18 e 0.verificação de ortogonalidade . 3. quando testado segundo o MB1244/87 (NBR-7380).3 3. CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS As placas de vinil com cargas. entre 0.Proibida a reprodução sem autorização. impacto. Capital Federal. penetração a 30 segundos.02 MB-1252/87 3. quando testada pelo MB-1246 (NBR-7382). pelo menos.25%. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. não deverão apresentar descoloração acentuada sob ataque dos agentes químicos. penetração a 10 minutos. óleo vegetal refinado. em seguida.3 Demais características técnicas das placas: • • • • • • resistência à luz solar.3. à escala azul 5. sob o número 218504 .3.2 3. As placas gravadas em baixo ou alto relevo devem atender aos mesmos limites e tolerâncias das placas lisas. 3. a 25°C. a 25°C: entre 0. os diversos componentes da formulação são misturados a quente. as placas não deverão quebrar quando submetidas a teste conforme MB1240/87 (NBR-7376). deve corresponder. ortogonalidade. empenamento: valor máximo aceitável 4e 0. estabilidade dimensional: alteração das medidas de no máximo 0. tem os seguintes valores: • • • penetração a 1 minuto.2. presença de matérias voláteis de no máximo 1%.2 3. quando testadas pelo método definido no MB-1249/90 (NBR-7385) quanto à resistência a agentes químicos. folga máxima permitida entre as bordas da placa e a do esquadro de 0. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. amônia.

classificado como auto-extinguível. sob a marca "Vinamipiso". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização. flamabilidade. Capital Federal. sob as marcas "Paviflex 2000" e "Paviflex 2000 TP".A. Vinamiflex Indústria a Comércio Ltda. II e III. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • Fademac S.continuação E-VIN.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 .. segundo a norma ASTM-D-63563. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .02 • 4. Partes I.

II e III. . Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização. A lâmina de PVC recebe ainda uma camada de verniz acrílico impermeabilizante.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vinil Filme. Partes I. entende-se por filme vinílico uma lâmina de PVC aplicada sobre uma tela de tecido tratada com aditivo antimofo.04 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. com Verniz Acrílico E-VIN. 2. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 .A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob a marca "Vulcatex". FABRICANTES/PRODUTOS Admite se o emprego de produto fabricado por: • Vulcan Material Plástico S.

0 e 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. cargas e pigmentos associados a uma manta de fibra de vidro.05 1.6. A camada de superfície é de PVC transparente e a seguinte é de espuma. resistência a agentes químicos: é resistente a metanol. também de PVC.1 mm. 2. são as seguintes: • • • • revestimento de paredes: 0. . 3.Proibida a reprodução sem autorização. que é ainda de PVC. para conferir estabilidade dimensional ou produto. 1.9. etanol.1%. Partes I. 2.0 mm. com espessuras de 0. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . composto por resinas de PVC. parafina. pisos de quadras esportivas: 2. entende-se por vinil em mantas o capeamento vinílico flexível em mantas.2 2. 1.960. segundo norma DIN 51.9 mm. sob o número 218504 . II e III. Capital Federal. sob a marca "Decorflex".6 mm. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Fademac S. óleos vegetais e álcalis.1 mm. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 As espessuras. Segue-se a camada de fibra de vidro coberta com PVC e a de fundo. pises residenciais: 1.1 DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. pises comerciais: 2. plastificastes. flamabilidade: auto-extinguível. conforme a utilização. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS São as seguintes as características técnicas das mantas de vinil: • • • estabilidade dimensional: 0.1 2.A.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vinil Mantas E-VIN. 1.

2 2. com a finalidade de protegê-la por meio da formação de uma película resistente. II e III. acabamento brilhante ou fosco. A reação química é provocada pela adição de um catalisador ou endurecedor.Proibida a reprodução sem autorização. 1. decorativa. 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vitrificantes Resina Uréia-Formol E-VIT.01 1. sob o número 218504 . por reação química interna e evaporação dos solventes. brilhante ou fosca. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob a marca "Super-Synteko".. de fácil limpeza e que dispensa o uso de ceras. durável. Partes I.1 DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. por vitrificante de resina uréia-formol entende-se a resina especialmente formulada para aplicação em pavimentação de madeira. A resina apresenta-se no estado liquido e o seu endurecimento se processa sobre a própria superfície da madeira. Capital Federal. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Synteko Indústria e Comércio Ltda.

método de absorção atômica (NBR10473). etc.determinação do zinco .determinação de cobre (teor de 0. Óxido de zinco . Óxido de zinco . chapas. Zinco e suas ligas . Zinco e ligas de zinco . Pó de zinco (NBR-6629).1%) método volumétrico (NBR-8277).método turbidimétrico (NBR8312).análise química. 2.determinação de ferro . Zinco (NR-6010). Pó de zinco .005%) .0025% a 0.determinação do ferro por espectrofotometria. Óxido de zinco. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Chumbo refinado .método espectrofotométrico (NBR-8314). Zinco e ligas de zinco .método espectrofotométrico (NBR-8589).01 1.1%) .determinação de chumbo e cádmio .Proibida a reprodução sem autorização.. NORMAS Haverá particular atenção para o disposto nas seguintes normas da ABNT: CB-10/83 EB-243/82 EB-302/84 EB-1886/88 EB-1967/89 MB-446/85 MB-1881/88 MB-1901/83 MB-1902/83 MB-1903/83 MB-2014/84 MB-2016/84 MB-2128/85 MB-2886/88 MB-3060/89 MB-3061/89 TB-55/88 Ligas de zinco (NBR-6180).método polarográfico (NBR-8819). II e III.método espectrofotométrico. TIPO O zinco para fins diversos. Níquel . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Zinco E-ZIN.5 %.determinação do ferro (teores acima de 0. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. com pureza mínima de 97.determinação dos componentes (NBR-6639). Revestimentos de zinco eletrodepositado sobre ferro ou aço (NBR10476). Zinco .método espectrofotométrico (NBR-8587). Partes I. sob o número 218504 . Zinco determinação de cobre (teor de 0. bobinas. Zinco .0006% a 0. Zinco primário (NBR-5996).determinação de zinco .determinação de estanho . Capital Federal. será do tipo metalúrgico.