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Materiais e Equipamentos

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Disposições Gerais e Critério de Analogia E-AAA.

01

1. 1.1

DISPOSIÇÕES GERAIS Todos os materiais a empregar nas obras serão novos, comprovadamente de primeira qualidade e satisfarão rigorosamente às condições estipuladas nestas Especificações "E", salvo disposição expressa e diversa estabelecida nos Serviços "S" específicos, cujas prescrições prevalecerão. O CONSTRUTOR só poderá usar qualquer material depois de submetê-lo ao exame e aprovação da FISCALIZAÇÃO, a quem caberá impugnar o seu emprego, quando em desacordo com as Especificações. Cada lote ou partida de material deverá, além de outras averiguações, ser comparado com a respectiva amostra, previamente aprovada. As amostras de materiais aprovadas pela FISCALIZAÇÃO, depois de convenientemente autenticadas por esta e pelo CONSTRUTOR, serão cuidadosamente conservadas no canteiro da obra até o fim dos trabalhos, de forma a facultar, a qualquer tempo, a verificação de sua perfeita correspondência aos materiais fornecidos ou já empregados. Obriga-se o CONSTRUTOR a retirar do recinto das obras os materiais porventura impugnados pela FISCALIZAÇÃO, dentro de 72 horas, a contar da Ordem de Serviço atinente ao assunto, sendo expressamente proibido manter no recinto das obras quaisquer materiais que não satisfaçam a estas Especificações. CRITÉRIO DE ANALOGIA Se as circunstâncias ou condições locais tornarem aconselhável a substituição de alguns dos materiais especificados neste Caderno, a substituição obedecerá ao disposto no itens subsequentes e só poderá ser efetuada mediante expressa autorização, por escrito, da FISCALIZAÇÃO, para cada caso particular e será regulada pelo critério de analogia definido a seguir. Diz-se que dois materiais ou equipamentos apresentam analogia total ou equivalência se desempenham idêntica função construtiva e apresentam as mesmas características exigidas na Especificação ou no Serviço que a eles se refiram. Diz-se que dois materiais ou equipamentos apresentam analogia parcial ou semelhança se desempenham idêntica função construtiva mas não apresentam as mesmas características exigidas na Especificação ou no Serviço que a eles se refiram. Na eventualidade de uma equivalência, a substituição se processará sem haver compensação financeira para as partes, ou seja, o PROPRIETÁRIO ou o CONSTRUTOR. Na eventualidade de uma semelhança, a substituição se processará com a correspondente compensação financeira para uma das partes, o PROPRIETÁRIO ou o CONSTRUTOR, conforme contrato. O critério de analogia referido será estabelecido em cada caso pela FISCALIZAÇÃO, sendo objeto de registro no "Diário de Obras".

1.2

1.3 1.4

1.5

2. 2.1

2.2

2.3

2.4

2.5

2.6

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

continuação

E-AAA.01

2.7

Nas Especificações, a identificação de materiais ou equipamentos por determinada marca implica, apenas, a caracterização de uma analogia, ficando a distinção entre equivalência e semelhança subordinada ao critério de analogia estabelecido conforme item anterior. A consulta sobre analogia envolvendo equivalência ou semelhança será efetuada em tempo oportuno pelo CONSTRUTOR, não admitindo o PROPRIETÁRIO, em nenhuma hipótese, que dita consulta sirva para justificar o não-cumprimento dos prazos estabelecidos na documentação contratual.

2.8

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Laboratórios - Exames e Testes E-AAA.02

1.

REQUISITO Os laboratórios que realizarem os exames e testes de materiais e equipamentos deverão estar credenciados pelo INMETRO - Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial, órgão subordinado ao Ministério da Indústria e Comércio e integrante do SINMETRO - Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial.

2. 2.1

VERIFICAÇÃO Compete ao CONSTRUTOR apresentar à FISCALIZAÇÃO o "Certificado de Credenciamento", atualizado, expedido pelo INMETRO, sem o que poderá a finalização considerar inaceitáveis os resultados dos exames e testes realizados por iniciativa do CONSTRUTOR A apresentação do certificado que se reporta o item precedente será efetuada antes da realização dos testes e exames ou, guando muito, concomitantemente com os resultados desses exames e testes.

2.2

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Abrasivos E-ABR.01

1. 1.1

ABRASIVOS PARA PISOS ANTIDERRAPANTES Os abrasivos empregados, quer por incorporação às argamassas e mesclas diversas, quer por esparzimento na superfície de pavimentações, poderão ser dos tipos relacionados nos itens a seguir. CARBORUNDUM Sob esta denominação comercial corrente será designado o Carboneto de Silício (SiC) em cristais de granulometria apropriada.

1.2

1.3

ÓXIDO DE ALUMÍNIO Será constituído por cristais de alumina, de granulometria adequada, não sendo conveniente o uso de material de cor branca, indicadora de grande pureza.

1.4

FITAS ANTIDERRAPANTES Vide E-ANT.01.

1.5

LIMALHAS DE FERRO Serão constituídos por limalhas de granulometria adequada aglutinadas por resinas epóxicas, aplicadas em sulcos abertos na pavimentação, com discos de corte.

2. 2.1

ABRASIVOS PARA ESMERILHAMENTO OU ACABAMENTO Os abrasivos usados para aperfeiçoamento, esmerilhamento, lixamento ou polimento, quer aplicados em pó, quer integrados a pedras de esmeril serão, conforme a necessidade, especificados para cada caso particular. Além dos tipos definidos, serão fixadas as seguintes denominações comerciais. POTÉIA Designação usual de óxido de estanho, finamente pulverizado.

2.2 2.2.1

2.2.2

SAL DE AZEDAS Ácido oxálico granulado.

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Acetato de Polivinila – PVA Emulsões e Soluções E-ACE.01

1.

EMULSÕES As emulsões de acetato de polivinila, para efeito desta Especificação, são dispersões aquosas estáveis, de polímeros ou copolímeros de monômero PVA, obtidas por processo de polimerização em emulsão.

2.

SOLUÇÕES As soluções de acetado de polivinila, para efeito desta Especificação, são soluções orgânicas, de polímeros ou copolímeros do monômero PVA, obtidas por polimerização em solução.

3. 3.1

APLICAÇÕES ADJUVANTES Conforme E-ACE.02.

3.2

COLAS Conforme E-ACE.03.

3.3

TINTAS Conforme E-TIN.01.

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Acetato de Polivinila – PVA Adjuvantes E-ACE.02

1.

DEFINIÇÃO Os adjuvantes de acetato de polivinila, para incorporação nas argamassas, são constituídos por emulsões conforme definido na E-ACE.01.

2.

FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por. • • • • • • Ciplak - Indústrias Químicas Ltda., sob a marca "Fixol"; Denver Indústria e Comércio Ltda., sob a marca "Denverfix"; Hey'Di do Brasil Impermeabilizações Ltda., sob a marca "Emulsão Adesiva Hey'di KZ"; Montana S.A. Indústria e Comércio, sob a marca "Monta Fix"; Otto Baumgart Indústria e Comércio S.A., sob a marca "Bianco"; Rhodia S.A., sob a marca "Rhodopás 012-D".

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Acetato de Polivinila - PVA Colas E-ACE.03

1.

DEFINIÇÃO As colas de acetato de polivinila, para fins diversos. são constituídas por emulsões e soluções, conforme definido na E-ACE.01.

2

FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • Alba Química Indústria e Comércio Ltda., sob as marcas "Cascorez", para montagem de móveis e "Cascorez Extra", para tacos e parquês. Henkel S.A. Indústrias Químicas, sob a marca "Ponal" para colagem de compensado, aglomerado, madeira maciça, tacos e parquês. Rhodia S.A., sob as marcas "Rhodopás-501 D" (emulsão) para tacos e carpetes, "Rhodopás-508 D" (emulsão) para azulejos e cerâmicas e "Ligaforte" (solução) para carpetes.

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aço Concreto Armado E-ACO.01

1.

NORMAS As barras e fios de aço destinados a armaduras de concreto armado obedecerão à EB3/85 - Barras e fios de aço destinados a armaduras para concreto armado (NBR-7480).

2.

CONDIÇÕES GERAIS Para aceitação dos lotes de aço, o PROPRIETÁRIO exigirá a execução, pelo menos, dos ensaios de dobramento (item 6.2 da EB-3/85) e de tração (item 6.8.1 da EB-3/85). As condições de aceitação do lote seguirão as recomendações preconizadas no item 7 do referido normativo. 3. CARACTERÍSTICAS DE FIOS E BARRAS

Bitola

Massa p/ un. de comprim. e tolerância (kg/m) Massa mínima (10%) 0.141 0.233 0.354 Massa mínima (6%) 0.0586 0.0929 0.147 0.233 0.370 0.586 0.929 1.47 2.33 3.70 5.86 9.29 Massa exata 0.0624 0.0988 0.157 0.248 0.393 0.624 0.988 1.57 2.48 3.93 6.24 9.88 Massa máxima (6%) 0.0661 0.105 0.166 0.263 0.417 0.661 1.05 1.66 2.63 4.17 6.61 10.50

Valor nominal p/ cálculo

Fios

Barras

Área da seção (cm²) 0.080 0.125 0.200 0.315 0.50 0.80 1.25 2.00 3.15 5.00 8.00 12.50

Massa p/ unid.de comprim. 0.0693 0.100 0.160 0.250 0.40 0.63 1.00 1.60 2.50 4.00 6.30 10.00

Perím. (cm) 1.00 1.25 1.60 2.00 2.50 3.15 4.00 5.00 6.30 8.00 10.00 12.50

3.2 4 5 6.3 8 10 12.5 5

-

6.3 8 10 12.5 16 20 25 32 40

A massa exata corresponde ao produto do valor da área exata definida pela série de Renard, por 7,85 kg/dm³.

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continuação

E-ACO.01

4.

PROPRIEDADES MECÂNICAS EXIGÍVEIS DE BARRAS DESTINADOS A ARMADURAS DE CONCRETO ARMADO

E

FIOS

DE

AÇO

Categoria

Ensaio de tração (valores mínimos) Resist. Carac. de escoamento fyk (MPa) (A) Limite de resist. fyk (MPa) (B) Along. em 10@ (%) p/ aço cl. A 48 10 8 (C) p. aço cl. B 8 6 5

Ensaio de dobr. a 180° Diâm. do pino (mm) @<20 2@ 3@ 4@ 5@ (D) @>=20 4@ 5@ 6@

Aderência Coef. de conform. superfic. mín p/@>10 nb

Dist. da categoria Cor

CA-25 CA-40 CA-50 CA-60

250 400 500 600

1.20 fy 1.10 fy 1.10 fy 1.05 fy (E)

1.0 1.2 1.5 1.5

amarela vermelha branca azul

A) Valor característico do limite superior de escoamento: LE ou ???? da MB-4/77 Material metálico - determinação das propriedades mecânicas a tração (NBR-6152) ou fy da NB-l/78 - projeto e execução de obras em concreto armado (NBR-6118) (B) O mesmo que resistência convencional à ruptura ou resistência convencional à tração, conforme M(B-4/77 (NBR-6152), o símbolo LR ou ????; (C) Bitola, definida em 3,4; (D) As barras de bitola @>=32 das categorias CA-40 e CA-SO devem ser dobradas sobre pinos de 8@ (em mm) (E) fst mínimo de 660 MPa.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-782/85 EB-1742/86 MB-4/77 MB-5/88 NB-14/86 NB-143/67 PB-347/79 PB-348/78 Elementos de fixação dos componentes das estruturas metálicas (NBR9971) Aços para perfis laminados.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aço Estrutura Metálica E-ACO. Capital Federal. 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . que satisfaça às especificações constantes dos normativos relacionados a seguir. sob o número 218504 . Perfis estruturais de aço. usados em estruturas fixas (NBR-9763) Material metálico .01. II e III. chapas grossas e barras.método dos estados limites (NBR-8800) Cálculo de estruturas de aço constituídas por perfis leves. especificado na E-ACO. formados a frio (NBR-6355) Perfis estruturais soldados de aço (NBR-5884) 2.ensaio de dobramento semi-guiado (NBR-6153) Projeto e execução de estrutura de aço de edifícios .02 1. será considerado aço para perfilados destinados à execução de estruturas de aço todo ferro forjável sem necessidade de tratamento. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. convindo não confundir esse tipo de aço com o aço destinado ao concreto armado.1 DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.determinação das propriedades mecânicas a tração (NBR-6152) Produto metálico .

as ligas poderão conter. Aços inoxidáveis e aços resistentes ao calor .ácido sulfúrico (NBR-7412) Aço inoxidável e ligas similares .determinação da suscetibilidade ao ataque intergranular com sulfato férrico . titânio e molibdênio. colômbio.determinação da suscetibilidade ao ataque intergranular com ácido nítrico (NBR-7410) Aço inoxidável austenítico ao molibdênio . 2. Para atender a determinadas condições de trabalho. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. entende-se por aço inoxidável o aço constituído por liga de alto teor de cromo e baixo teor de carbono.seleção (NBR-6847).Proibida a reprodução sem autorização.tratamento térmico (NBR-6214). ainda. Produto plano laminado de aço inoxidável .série padronizada (NBR-9246).determinação da suscetibilidade ao ataque intergranular com ácido nítrico . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. Propriedades mecânicas de produtos planos de aço inoxidável (NBR6666). Aço inoxidável . Produtos planos de aço inoxidável . NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.determinação da suscetibilidade ao ataque intergranular com cobre . Aços inoxidáveis .2% de carbono.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aço Inoxidável E-ACO. Aço inoxidável .embalagem e marcação (NBR-9764) MB-1681/82 MB-1698/82 NB-320/87 NB-602/78 PB-354/88 PB-578/80 PB-581/90 PB-1210/85 PB-1273/86 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal. Partes I. sob o número 218504 . Aço inoxidável . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.03 1. considerando-se como tais as ligas contendo mais de 10% de cromo e menos de 0. níquel.determinação da suscetibilidade à corrosão por pite e por frestas em solução de cloreto férrico (NBR-7546) Elementos de fixação de aço inoxidável e aço resistente à corrosão (NBR-10065).ácido fluorídrico (NBR-7411). Aço inoxidável . haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-1402/83 EB-1409/83 EB-1511/89 MB-1677/82 MB-1678/82 MB-1679/82 MB-1680/82 Peças fundidas de aço inoxidável e de outras ligas resistentes à corrosão para uso geral (NBR-8092) Peças fundidas de aço inoxidável e de outras ligas resistentes ao calor para uso geral (EBR-8093) Produtos planos de aço inoxidável para aplicações estruturais (NBR8579).sulfato cúprico .classificação por composição química (NBR-5601).ácido sulfúrico (NBR-7409). Aço inoxidável .determinação da suscetibilidade ao ataque intergranular com ácido oxálico (NBR-7408).

03 3. o tipo 18-8. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 3. será empregado. no mínimo. Na hipótese de temperatura elevada. II e III. O teor de colômbio será 10 vezes superior ao de carbono e. tais como cloreto e outros sais halóides.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . de 0.Proibida a reprodução sem autorização.continuação E-ACO. de preferencia o colômbio ou o titânio. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Para os casos em que se fizer necessária maior resistência à oxidação e à corrosão. Partes I.13% de carbono.8%. isto é. Para os casos de agentes particularmente agressivos. no mínimo. Capital Federal. 3. ou mais ricas. 3. sob o número 218504 . serão adicionados elementos ditos estabilizadores.4 a 0.7 a 1%. no mínimo de 0. O teor de titânio será 5 vezes superior ao de carbono e. contendo mais de 16% de cromo e de 6% de níquel e menos de 0. serão usadas ligas do tipo 16-6.

Chapas E-ACO. 2. Siderúrgica Nacional. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .4 3. revestida em ambas as faces com uma camada de zinco. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. de baixo teor de carbono. sendo o tipo A ou Comum para uso geral e o tipo C ou Especial para uso em condições mais severas ou guando se desejar maior duração da chapa. 5 FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • Cia.2 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 3. Chapas de aço-carbono zincadas pelo processo de imersão a quente requisitos gerais (NBR-7013) 3. aplicada por imersão da chapa em banho de metal fundido ou por eletroposição. O aço das chapas suportará dobramento transversal a 180 sem que haja ocorrências de trincas na face externa do corpo de prova. Cia. II e III. 3. Capital Federal.COSIGUA. Partes I. conforme EB-187/81 (NBR-7005). constatáveis à vista desarmada. As chapas zincadas receberão revestimento dos tipos A e C da EB-167/81 (NBR-7005). haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-167/81 EB-649/81 PB-315/81 Chapas de aço-carbono zincadas pelo processo semicontínuo de imersão a quente (NBR-7005) Chapas de aço-carbono zincadas pelo processo continuo de imersão a quente (NBR-7008). sob o número 218504 . com adição de cobre. conforme EB-167/81 (NBR-7005) PADRÕES As chapas zincadas poderão ser lisas ou corrugadas. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.5 4.04 1.3 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O aço-base das chapas zincadas será de baixo teor de carbono.Proibida a reprodução sem autorização. DEFINIÇÃO Esta Especificação considera chapa zincada (CE) a chapa fina de aço. Siderúrgica da Guanabara . como no caso de calhas de águas pluviais. as chapas zincadas serão produzidas com aço de composição química modificada. O revestimento de zinco suportará um dobramento da chapa a 180 sem que haja ocorrência de fissura ou esfoliação da camada protetora.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aço Zincado . No caso de condições corrosivas mais severas. 3.

temperatura ambiente: inferior a 0. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.01 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Acrílico Calafetadores/Selantes E-ACR.A. sob o número 218504 . Partes I.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS São as seguintes as características técnicas dos calafetadores acrílicos: • • • • • • • • resistência ao fluxo. DIN 53504: 658%. Capital Federal. principalmente dos ésteres do ácido acrílico e do ácido metacrílico. sob a marca "Denverplast". Ltda. norma alemã para massas elásticas de vedação. dureza Shore A. alongamento até ruptura.5 N/cm². perfil A. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • Denver Indústria e Comércio Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. calafetadores ou selantes acrílicos são os produtos obtidos pela polimerização de derivados acrílicos. DIN 52454. resistência de ruptura: 11. Otto Baumgart Indústria e Comércio S.Proibida a reprodução sem autorização.2 3. sob a marca "Durolastic Acrílico". II e III. resistência a pancadas de chuva: após 90 minutos. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . aderência/alongamento.. DIN 53505: 19. após 8 semanas: 10 e após 12 semanas: 17. 2. sob a marca "Sela Junt". Wolf Hacker & Cia.3%. 2. Os selantes acrílicos deverão satisfazer à DIN 18540. 2. DIN 53505: após 4 semanas: 7. Texsa Brasileira Ltda.8 N/cm² e 150%: 1. sob a marca "Vedacril".. DIN 52455: 50 e 100%: 1..9 N/cm².5 mm.. variação de volume. capacidade de recuperação DIN 52458 em 3 horas: 51%.

Sika S. ou acrílica. "Coberit Tráfego" (tinta para demarcação). Ltda. sob a marca "Denvercril". Texsa Brasileira Ltda. sob a marca "Vedapren Branco" (impermeabilizante para cobertura). sob a marca "Acril-Texsa" e "Texas-Laje".MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Acrílico Emulsão E-ACR.. Hey'Di do Brasil Impermeabilizações Ltda.A. sob o número 218504 . "Colorcoat 100" e "Line Paint" (tinta para demarcação).. sob a marca "Igolflex Branco".Proibida a reprodução sem autorização. sob a marca "Tintacryl" e "Hey'Dicryl".A. Otto Baumgart Indústria e Comércio S. FABRICANTES/PRODUTOS • • • • • • • Chevron do Brasil Ltda. sob a marca "Impercryl" Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Wolf Hacker & Cia. apresentada em várias cores... integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Denver Indústria e Comércio Ltda.03 1. Possui consistência pastosa ou de tinta. Capital Federal. sob as marcas “Colarcoat 200".. Partes I.. II e III.. é uma emulsão concentrada com materiais minerais e pigmentos inorgânicos. 2. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A emulsão de acrílico.

5 MPa. sob a marca "Plastop-Graut". sob a marca "Azulit Acril". Ltda. sob a marca "Pavicril" ref.. ligante acrílico é o produto que. Wolf Hacker & Cia. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília..5 a 5. Partes I.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Sika S. aumenta a aderência das argamassas. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Produto formulado à base de resina acrílica e de reticuladores que influenciam a catálise e a polimerização. 2. sob o número 218504 . 415. com resistência de aderência de 3. adicionado à água de amassamento.Indústria e Comércio de Materiais Sintéticos para Construção Ltda.A. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. sob a marca "Sika-Fix". 3. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • Matsica .04 1.Proibida a reprodução sem autorização. II e III.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Acrílico Ligantes E-ACR. Texsa Brasileira Ltda. Capital Federal.

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Acrílico Vedantes E-ACR.A.. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Produto formulado à base de resina acrílica e agregado. Telafix Indústria e Comércio Ltda. Otto Baumgart Indústria e Comércio S. 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. sob a marca "Selajunt" Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Sika S. sob a marca "Sika Top 107". é o produto destinado a obturar trincas. de elasticidade permanente... sob a marca "Selatrinca". 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 6380. Capital Federal.A. em geral pó de mármore. DEFINIÇÃO Vedante acrílico. fendas e rachaduras. sob a marca "Vedacril". FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • • Glasurit do Brasil Ltda. com pó de mármore como agregado.. ref. para efeito desta Especificação.. Texsa Brasileira Ltda. Partes I.05 1. sob a marca "Tapatrinca". sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização.

A. sob a marca "Brancol".Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Adesivos à base de elastômeros . Capital Federal.determinação da viscosidade (NBR-9393). rigorosamente. Ltda. 2. para azulejo sobre azulejo. Adesivos de base elastomérica .determinação da densidade relativa (NBR-9683).2 3. Rhodia S. sob a marca "Over Coll".anel e bola (NBR-9424). Partes I. Ramires & Cia. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: MB-2088/84 MB-2098/84 MB-2279/85 MB-2280/85 MB-2281/85 MB-2282/85 MB-2398/85 MB-2399/85 MB-2537/86 MB-2538/86 Adesivos à base de elastômeros ..determinação do ponto de amolecimento . para as seguintes colagens: 3. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Sobre adesivo estrutural.1 AZULEJOS. sob a marca "Iberê". Usina Fortaleza Indústria e Comércio de Massa Fina Ltda.02.determinação do tempo de escoamento através do fluxômetro de pressão (NBR-9278). Adesivos à base de elastômeros .01 1.1 2. II e III. CERÂMICAS E MÁRMORE • • • • Otto Baumgart Indústria e Comércio S.determinação da densidade (NBR8916).determinação do teor do sólidos (NSR-8877). para colagem de azulejos. O seu emprego obedecerá. Adesivos à base de elastômeros .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Adesivos E-ADE. Adesivos de fusão e selantes . sob o número 218504 .determinação do tempo em aberto (NBR-9684).determinação da viscosidade Brookfield (NBR-9277). Adesivos de fusão ..determinação do tempo de escoamento através do copo DIN (NBR-9223).. Adesivos de fusão . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Adesivos à base de elastômeros . SELEÇÃO DE EMPREGO A seleção dos adesivos será procedida considerando-se a finalidade de sua aplicação.A. às recomendações do respectivo fabricante. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego dos produtos fabricados pelas firmas a seguir relacionadas. para a colagem de mármore.determinação do teor de cinzas (NBR9224). sob a marca "Rhodopás-508 D".. vide E-EPO. Adesivos à base de elastômeros .

Rhodia S.4 FIBROCIMENTO E MADEIRA • Artecola Indústrias Químicas Ltda.01 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Sika S. sob a marca "Fixopor". para locais sujeitos a molhaduras freqüentes.7 PLACAS DE BORRACHA SINTÉTICA • • • Alba Química Indústria e Comércio Ltda..continuação E-ADE.2 CARPETES • • • Artecola Indústrias Químicas Ltda.A. sob a marca "PVArte 431". sob a marca "Flexofix PF". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. cola de contato sob a marca "Brascoplast BX. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cia. Química Industrial de Laminados. sob a marca "Cola de contato marca Fórmica".99". para locais sujeitos a molhaduras freqüentes.Proibida a reprodução sem autorização...A.5 LAMINADOS PLÁSTICOS E CHAPAS DE FIBRA DE MADEIRA • • • • Artecola Indústrias Químicas Ltda.. 3. 3. Fademac S. sob a marca "Formicola".9 PLACAS DE ESPUMA DE POLIURETANO E DE POLIESTIRENO (EXPANDIDO E EXTRUDADO) • • • • Artecola Indústrias Químicas Ltda. Tecno-Fogo. sob a marca "PVArte 103". sob a marca "Formicola". Otto Baumqart Indústria e Comércio S. Plurigoma ...Pisos de Borracha e Plásticos Ltda. Henkel S. 3. Partes I. sob a marca "Patex Extra". sob a marca "Cola TF C".. sob as marcas "PVArte 103" e PVArte 112". Brascola Ltda.. 3. Indústrias Químicas..A. sob a marca "Igol 2". sob as marcas "Cascola" e "Cascopox". 3. II e III. sob o número 218504 .. sob as marcas "Ligaforte" e Rhodopás-501 D". sob a marca "Plurigoma". sobas marcas "Artekarpet 301" (secagem rápida). Química Industrial de Laminados. 3.. Capital Federal.8 PLACAS DE VINIL E DE VINIL-AMIANTO • • Alba Química Indústria e Comércio Ltda.3 ESPELHOS • Brascola Ltda. Formilam Indústria e Comércio Ltda.A.. sob as marcas "PVArte 103" e "PVArte 112". Cia. emulsão de asfalto.. para locais não sujeitos a molhaduras freqüentes.A. de base de resinas sintéticas. . 3. "Artekarpet 301-M (Secagem média) e "Artekarpet 307"..6 MADEIRA X MADEIRA • Artecola Indústrias Químicas Ltda. sob a marca "Brascoplear CE 5575 N". sob a marca "Cascola".

cola de contato sob a marca "Brascoplast BX..11 PLACAS DE POLIETILENO (EXTRUDADO/EXPANDIDO) • Brascola Ltda.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Henkel S. sob as marcas "PVArte 103" e "PVArte 111".. sob a marca "Metylan Vinílico". II e III.Proibida a reprodução sem autorização.. sob a marca "ICE 938". 3.01 3.continuação E-ADE.10 PLACAS DE CORTIÇA E FILME VINÍLICO • • Brascola Ltda. 3.12 TACOS E PARQUÊS • • • Artecola Indústrias Químicas Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A. cola à base de policloropreno. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 .A. sob as marcas "Rhodopás-501 D" e "Colataco". sob as marcas "Fixotac" e "Fixotac Branco". Otto Baumgart Indústria e Comércio S. Rhodia S.A.99". Capital Federal. Partes I. Indústrias Químicas..

3 O uso de normativos estrangeiros fica condicionado a justificativas e à aprovação do PROPRIETÁRIO A utilização e dosagem dos aditivos seguirão rigorosamente às recomendações do fabricante.2 3. tais como a trabalhabilidade. Partes I.4 Será exigido o atendimento aos requisitos de desempenho preconizados pela EB-1763/92. Tipo lAR: Aditivo Incorporador de Ar. sob o número 218504 . Tipo PR : Aditivo Plastificante Retardador. Tipo SPA: Aditivo Super Plastificante Acelerador. Tipo SPR: Aditivo Super Plastificante Retardador.Proibida a reprodução sem autorização. 3. conforme quadro abaixo. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal. Tipo A : Aditivo Acelerador. 3.01 1. Tipo R : Aditivo Retardador. Normas e Classificação E-ADI. DEFINIÇÃO Aditivos para concreto são substâncias de ação química. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . física ou físico-química que. Tipo PA : Aditivo Plastificante Acelerador. modificam certas características do produto. cujos resultados referem-se a concretos preparados com cimento Portland comum. 3. NORMA Os aditivos para concreto de cimento Portland obedecerão ao disposto na EB-1763/92 Aditivos plastificantes (redutores de água) e modificadores de pega para concretos de cimento Portland. II e III. o endurecimento ou a pega. Tipo SP : Aditivo Super Plastificante. 3.1 CLASSIFICAÇÃO A ABNT adota a seguinte classificação: Tipo P : Aditivo Plastificante. 2. adicionadas ao concreto.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aditivos Concreto Definição. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

continuação E-ADI.A. Capital Federal.006 0. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admite o emprego dos produtos fabricados por: • • • • Montana S.010 0.010 0. sob o número 218504 . Indústria e Comércio..Proibida a reprodução sem autorização. II e III. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Sika S. Partes I.010 0.010 4.030 % (aum.010 0. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A ..010 0.010 0. Wolf Hacker & Cia. Ltda. Otto Baumgart Indústria e Comércio S.010 0. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.0 SP 12 12 -1:00 +1:30 -1:00 +1:30 140 125 115 110 100 110 3:30 125 125 115 110 100 110 150 125 125 100 100 100 120 +3:30 -3:30 -1:00 SPR 12 +1:00 SPA 12 -1:00 -1:00 +1:30 -1:00 +1:30 110 110 110 110 100 Exsudação de água no máximo (%) (ASTM C 232) 12 h Resistência à compressão (% mínima) (MB-3) 3 dias 7 dias 28 dias 90 dias 180 dias (opcional) Resistência à tração por compressão diametral (MB-212) ou tração por flexão (MB-3483) 3 dias (%) m í n i m a 7 dias 100 90 100 100 100 90 100 100 110 28 dias >= 0.030 % (máxima) 100 90 90 100 100 90 100 100 100 Mudança de comprimento NB-1401 135 135 135 135 135 120 135 135 135 < 0.A.01 PROPRIEDADES Redução de água (% mínima) no mínimo Tempos de pega (h:min) (MB2665) início não mais que no mínimo fim não mais que 6 - TIPOS DE CIMENTO P +1:00 R -1:00 A PR 6 +1:00 PA 6 ± 1:0 0 IAR +1:15 +3:30 -3:30 -1:00 +3:30 -3:30 -1:00 -1:30 +1:15 3:30 90 90 90 90 90 125 100 100 90 110 +3:30 110 110 110 110 100 125 110 110 110 100 90 90 90 90 90 +1:30 2. máximo) 0.A.

A distância entre os afastadores deverá ser compatível com o peso das armaduras que suportam. 1. ou pastilhas de argamassa. de forma a assegurar sua perfeita integridade.1 1. FABRICANTES Admite-se o emprego de distanciadores fabricados por: • Homerplast Indústria e Comércio de Plásticos Ltda.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Afastadoras de Armadura E-AFA. sob o número 218504 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Os afastadores plásticos deverão garantir o recobrimento previsto no projeto estrutural.01 1. serão do tipo "clips" plásticos. 2. Partes I. para posicionamento dos vergalhões das armaduras de concreto armado. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os afastadores ou distanciadores. II e III. Capital Federal.

3 3. visando sua proteção contra agentes prejudiciais. DEFINIÇÃO Película química aplicada sobre a superfície do concreto fresco.. Otto Baumgart Indústria e Comércio S. observando rigorosamente as recomendações dos fabricantes.A. Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A. sob a marca "Curing". Capital Federal.. sob a marca "Flexcuresol". sob a marca "Protesol Branco". Sika S. 2. Indústria e Comércio.A. sob o número 218504 . APLICAÇÃO Será efetuada com o uso de pulverizador de baixa pressão. evitando a formação de fissuras e favorecendo o desenvolvimento das resistências mecânicas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. O início da aplicação ocorrerá logo após a segregação da água. II e III. sob a marca "Antisol". FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • • Montana S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sendo indispensável homogeneizar o agente cuidadosamente antes de vertê-lo no aparelho. Texsa Brasileira Ltda. desloca-se rapidamente o pulverizador em direções cruzadas. bem como a proteção pelo período de no mínimo 7 dias.Proibida a reprodução sem autorização. Proporciona processo de cura sem interrupção. sob a marca "Hidrosol". Partes I.. superpondo-se as camadas.. Wolf Hacker & Cia. 2. Para obtenção de uma película continua.1 2.01 1. dentre eles a desidratação.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Agente Cura E-AGE.2 2.

sob a marca "Desmoldante Montana". sob a marca "Desmoldante Ciplak".3 4. Sika S.. ser aplicável em fôrmas de madeira. APLICAÇÃO Dilui-se 1 parte do produto em 10... integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 3. Montana S.Indústrias Químicas Ltda. facilitar a desmoldagem. sob o número 218504 . Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda.. conforme recomendação do fabricante. aparelhada ou não. Capital Federal. Indústrias Madeirit S. facilitar a obtenção de superfícies aparentes de bom aspecto. fina. agitando-se bem.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Agente Protetor de Fôrmas E-AGE. conservam-se as fôrmas abrigadas de chuva.02 1. sob a marca "Desmol". PROPRIEDADES O agente protetor de fôrmas apresentará as seguintes propriedades: • • • • • evitar a aderência entre a fôrma e o concreto. sob a marca "Desform". sob a marca "DesMad". 3. 15 ou 20 partes de água. ou metálicas.1 3. Indústria e Comércio. Após a aplicação. Ltda.A. Texsa Brasileira Ltda. até obter líquido de cor homogênea. Wolf Hacker & Cia. Aplica-se a emulsão sobre a fôrma antes da colocação das armaduras.A. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • • • • • • Ciplak .. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Composição oleosa. sob a marca "Reebol WB". Foseco Industrial e Comercial Ltda. para ser emulsionada em água no momento de seu emprego. sob a marca "Desmoltex". Otto Baumgart Indústria e Comércio S. Partes I.A. sob a marca "Separol". 4 horas antes da concretagem.A. sob a marca "Repelmod M".. II e III. 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. no mínimo. 3.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. não manchar o concreto.Proibida a reprodução sem autorização.

para revestimento. alta resistência a sulfatos. aglomerantes são os elementos ativos usados na confecção de mesclas. sob o número 218504 .3 GESSO • • • calcinado.2 CIMENTO PORTLAND • • • • • • • branco. II e III. comum. 2.Proibida a reprodução sem autorização. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2. 2. Capital Federal. moderada resistência a sulfatos e moderado calor e hidratação. 2. argamassas e concretos. alta resistência inicial.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aglomerantes Definição e Tipos E-AGL. DEFINIÇÃO Para os fins desta Especificação. hidratada. alto forno. pozolânico.1 TIPOS CAL • • virgem. para estuque. Partes I.01 1. pastas. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

determinação da retenção de água (NBR-9290). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .determinação da finura (NBR-9289).2. Cal hidratada para argamassas . Constituída essencialmente de hidróxido de cálcio e de magnésio. Cal hidratada para argamassas . principais constituintes da cal hidratada para argamassa tipo "E" (especial). máximo: 15%. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. de uma mistura de hidróxido de cálcio e de magnésio e óxido de magnésio.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aglomerantes CAL E-AGL.2 1. capaz de extinguir-se com água.determinação da plasticidade (NBR9206).análise química (NBR-6473).determinação da estabilidade (NBR9205). 1.2.1. Cal hidratada para argamassas .1 1.Proibida a reprodução sem autorização. 1.1 1. ainda. 1. com especial atenção para as relacionadas a seguir: EB-153/86 MB-266/72 MB-341/67 MB-342/67 MB-2331/85 MB-2332/85 MB-2333/85 MB-2351/85 MB-2352/85 MB-3058/89 Cal hidratadas para argamassas (NBR-7175). Cal virgem . do qual o constituinte principal é o óxido de cálcio ou o óxido de cálcio em associação natural com o óxido de magnésio. ou. II e III. principal constituinte para argamassa tipo "C" (comum) NORMAS Os métodos de ensaio para verificação das características referidas são os estabelecidos na E-57 (Especificação de cal virgem para construção) do IPT e nas normas da ABNT referentes à matéria.determinação da capacidade de incorporação de areia no plastômero de Vo55 (NBR-9207). consideradas as condições em que se processa a hidratação. Cal hidratada para argamassas . Partes I.retirada e preparação de amostra (NBR5471). Capital Federal.02 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 CAL HIDRATADA (EXTINTA) Pó seco obtido pelo tratamento da cal virgem com água em quantidade suficiente para satisfazer à afinidade química. Cal virgem e cal hidratada . máximo: 12%. CaO + MgO. em relação aos compostos não voláteis: 88%. Cal .2 2. Cal hidratada para argamassas . resíduo de extinção. sob o número 218504 .1. Cal virgem e cal hidratada .2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS CAL VIRGEM Material calcinado.determinação do resíduo de extinção (NBR-6472). A cal virgem aérea não hidratada apresentará as seguintes características: • • • perda ao fogo.determinação do tempo de extinção (NBR-10791).

Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por..Proibida a reprodução sem autorização. Cobrascal Indústria de Cal Ltda.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 . II e III.continuação E-AGL. • • • • Campical Indústria e Comércio de Cal Ltda.A. Ical Indústria de Calcinação S. Capital Federal. Purakal Comércio de Cal e Materiais de Construção Ltda..02 3.

Os outros tipos de cimento são o Portland branco. cujo clínquer praticamente não contém óxido de ferro. Constituídos principalmente de clínquer tipo Portland. óxido de cálcio e óxido de magnésio (NBR-5742). óxido férrico. Cimento Portland e outros materiais em pó .determinação de perda ao fogo (NBR-5743). Os principais tipos de cimento são os discriminados nos itens a seguir. Capital Federal. são os dos tipos comum (nas modalidades CP-25.disposições gerais (NBR-5740). Cimento Portland . contendo a marca de conformidade da ABCP. II e III.extração e preparação de amostras (NBR-5741). MB-510/89 MB-511/89 MB-512/89 MB-513/76 MB-514/89 MB-515/76 MB-1153/77 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 2.Proibida a reprodução sem autorização.1. de alta resistência inicial. Cimento Portland .determinação de óxido de sódio e óxido de potássio por fotometria de chama (NBR-5747). Cimento Portland de moderada resistência a sulfatos (MRS) e cimento Portland de alta resistência a sulfatos (ARS) (NBR-5737).determinação do índice de atividade pozolânica com cimento Portland pozolânico (NBR-5752) 1.processos de arbitragem para determinação de dióxido de silício. Cimento Portland pozolânico (NBR-5736). 1. Cimento Portland . óxido de alumínio. Cimento Portland .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aglomerantes Cimento Portland E-AGL. Cimento Portland de alta resistência inicial (NBR-5733). Cimento Portland . CP-32 e CP-40). e o aluminoso. sob o número 218504 . Cimento Portland de alto-forno (NBR-5735).1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Será de fabricação recente. que é produzido a partir da fusão de uma mistura de calcário e bauxita. de moderada resistência a sulfatos e de alta resistência a sulfatos. só podendo ser aceito na obra com a embalagem e a rotulagem de fábrica intactas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.03 1.1 1.determinação de enxofre na forma de sulfeto (NBR5746). Cimento Portland . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.determinação de óxido de cálcio livre (NBR-5748). Análise química de cimento Portland .determinação da área especifica (NBR-7224). NORMAS São as seguintes as normas da ABNT referentes ao assunto: EB-1/88 EB-2/74 EB-208/87 EB-758/85 EB-903/85 MB-1/79 MB-11/76 MB-348/84 MB-508/73 MB-509/76 Cimento Portland comum (NBR-5732).determinação de anidrido sulfúrico (NBR-5745).determinação de resíduo insolúvel (NBR-5744).1. Análise química de cimento Portland . Cimento Portland . Ensaio de cimento Portland (NBR-7215). Pozolanas . Partes I. Os constituídos principalmente de clínquer tipo Portland e adições ativas são do tipo pozolânico ou de alto-forno.

determinação de óxido de cálcio livre pelo etileno glicol (NBR-7227). sob o número 218504 .análise química (NBR-8347). Cimento Portland .método de determinação de atividade pozolânica em cimento Portland pozolânico (NBR-5753). Cimento Portland .03 MB-1154/77 MB-1619/89 MB-1866/83 MB-2072/84 MB-2145/85 TB-75/69 Cimentos . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Cimento Portland e outros materiais em pó . Cimento Portland pozolânico .determinação da finura por meio de peneira 0.determinação do calor de hidratação a partir do calor de dissolução (NBR-8809).044 mm (número 325) (NBR-9202). Cimento (NBR-7226) Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal.continuação E-AGL. II e III.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I.

3 1. fosfato. num total não ultrapassando a 6%.5H20 + 1. trituração e queima. 1.9 Em caso de verificação das características gerais do gesso. 1. As normas da ASTM C-26-33 especificam: • • • • • • tração: 1. CaCO3. em geral acompanhado de impurezas como SiO2.sulfato de cálcio com duas moléculas de água. que naturalmente ocorre na gipsita original. Poder-se-á variar o tempo de pega pela adição de: • • aceleradores: alúmen (silicato duplo de alumínio e potássio). tempo de pega sem retardo: 10 a 40 minutos.41 mm). 1. Bórax. Normalmente amassa-se o gesso com excesso de água para evitar uma pega muito rápida. O cozimento industrial feito a temperatura baixa (150 a 300°C) transforma o dütrato em hemidrato: 140°C CaSO4 . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . A quantidade teórica de água necessária à hidratação é de 19 a 25%. nenhum resíduo na peneira 14 – (1. As armaduras para peças de gesso serão galvanizadas.0 MPa.7 1. II e III. compressão: 7.04 1.2%.5H20 Na sua fabricação destacam-se três fases: britagem da pedra. açúcar e álcool.11 O gesso corrói o aço e tanto mais facilmente quanto mais água contiver em seus poros. MgO. retardadores: sulfato de sódio. O gesso não adere bem à madeira e aos agregados lisos.15 mm).1 GESSO CALCINADO Será obtido pela calcinação da gipsita natural . gesso de Paris. sendo que a quantidade de retardadores não deverá ultrapassar 0. caseína. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. diminui muito a velocidade de endurecimento. Maiores quantidades de água de amassamento possibilitarão o aumento do tempo de pega. O semi-hidrato puro. 2H20 --------> CaSO4 . FeO. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I.6 1.4 1.8 1. sob o número 218504 .5 1.Proibida a reprodução sem autorização. tempo de pega com retardo: 40 minutos a 6 horas.2 1.4 MPa. 0. apresenta pega tão rápida (entre 2 e 5 minutos) que é virtualmente inútil como material de construção.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aglomerantes Gesso E-AGL.10 1. Capital Federal. A presença de impurezas. a 75% passam na peneira 100 – (0. devendo-se evitar quantidades superiores a 70%. sulfatos de alumínio e potássio. Al2O3. serão adotados métodos de ensaio referidos nas normas da ASTM aplicáveis ao caso.

Proibida a reprodução sem autorização. no mínimo. não podendo ter função estrutural.continuação E-AGL. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. boa proteção contra fogo e facilidade de corte. o uso do gesso será restrito a interiores. O gesso apresenta bom isolamento térmico.12 1. Capital Federal. molduras e ornatos conterá. 3. GESSO PARA ESTUQUE O material para estuques. sob o número 218504 . 70% de gesso calcinado. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III. O gesso para estuque terá pega compreendida entre 20 e 40 minutos de seu preparo. Partes I. perfuração e fixação por meio de parafusos e pregos com características especiais. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.13 Pela sua solubilidade. GESSO PARA REVESTIMENTO O gesso para revestimento não conterá menos de 50% de gesso calcinado. 2.04 1.

sendo a aplicação complementada com o uso do "catalizador C"..05 1. 1. Hey'Di do Brasil Impermeabilizações Ltda.. sob as marcas "Pó n" 1". com inicio de pega em 7 segundos e 15 minutos..MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aglomerantes Cimentos Especiais E-AGL. Viapol impermeabilizastes Ltda. com inicio de pega em 7 segundos e 15 minutos. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por.Indústrias Químicas Ltda. respectivamente. O inicio da pega ocorrerá em 7 segundos ou 15 minutos.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os cimentos especiais com adição de substâncias especificas devem apresentar.. uma vez endurecidos.Proibida a reprodução sem autorização. • • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal. "Pó n 2". sob as marcas "Adesol A" e "Adesol B". Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. • Ciplak . Os cimentos especiais com inicio de pega em 7 segundos terão. II e III. sob o número 218504 . sob as marcas "Denver Rápido" e "Denver UltraRápido" e para tamponamento. "Denver-Blitz". sob as marcas "Viaguard" e "Viafix" (pega lenta). total ausência de poros. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Denver Indústria e Comércio Ltda. o cimento "Fondu Lafarge". "Viapol Presto 2" e "Viapol Presto Selador" (pega rápida) e "Viaplus 1000" (pega ultra-rápida) 2. "Viapol Presto 1".1 1. como elemento integrante de sua constituição. respectivamente e "Cimento Impermeabilizante Hey'Di K-ll".

Reconhecimento e amostragem para fins de caracterização de pedregulho e areia (NBR-5491). CONDIÇÕES GERAIS Os agregados destinados à confecção de concreto serão isentos de substâncias nocivas. Capital Federal. areia fina é a areia que passa na peneira de 0.1 GRANULOMETRIA GROSSA Areia de granulometria grossa ou. Partes I.2 3.4 mm. 3.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Agregados Areia e Brita E-AGR. 3. Areia normal para ensaio de cimento (NBR-7214). tais como torrões de argila. impurezas orgânicas.determinação de impurezas orgânicas húmicas em agregado miúdo (NBR-7220). simplesmente.8 mm. mica.2 MÉDIA Areia de granulometria média ou. com diâmetro máximo de 4. 3.Proibida a reprodução sem autorização. etc. simplesmente. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. cloreto de sódio. Agregado . retro. gravetos. areia média é a areia que passa na peneira de 2. com diâmetro máximo de 2.1 AREIA CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Será quartzosa e conforme o item 2. Agregado . II e III.4 mm e fica retida na de 0.8 mm e fica retida na peneira de 2. areia grossa é a areia que passa na peneira de 4. pedrisco e pó-de-pedra para base de macadame hidráulico (NBR-7174).01 1.2.4 mm. 3.6 mm. grânulos tenros e friáveis.2. com diâmetro máximo de 1. 3. NORMAS As normas da ABNT atinentes ao assunto são as seguintes: EB-4/82 EB-72/58 EB-104/79 EB-1133/82 MB-7/87 MB-10/87 MB-95/87 NB-29/68 TB-18/55 Agregados para concreto (NBR-7211). 2. Pedra britada.determinação da composição granulométrica (NBR-7217).ensaio de qualidade de agregado miúdo (NBR-7221). Materiais de pedra e agregados naturais (NBR-7225).2. Agregado . Pedra britada graduada e solo para base tipo macadame (NBR-7582). simplesmente. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3 FINA Areia de granulometria fina ou.2 mm.6 mm. sob o número 218504 .

com diâmetro variando de 19 a 38 mm. as britas são classificadas em. pedra de mão com diâmetro acima de 75 mm. sob o número 218504 . com diâmetro variando de 38 a 75 mm.3 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.5 a 19 mm.1 USOS A areia para argamassa de chapisco será a de granulometria grossa. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal.2 CLASSIFICAÇÃO Comercialmente. Partes I. sendo que. quando utilizada como agregado para concreto. Os ensaios de qualidade e de impurezas orgânicas serão os referidos na EB-72/68 (NBR-7174). e para argamassa de reboco será a de granulometria fina. 3.01 3. devendo seu emprego ser restrito apenas a concretos ciclópicos. 4.5 mm. com diâmetro variando de 9.3. • • • • • brita 0 brita 1 brita 2 brita 3 com diâmetro variando de 4.8 a 9. todas as faces das partículas são oriundas do processo de britagem.Proibida a reprodução sem autorização.continuação E-AGR. A areia para concretos satisfará à EB-4/82 (NBR-7211) e às necessidades da dosagem para cada caso. para argamassa de alvenaria e de emboço será a de granulometria média. substancialmente.1 4. BRITA DEFINIÇÃO É o produto resultante da britagem artificial de cascalho.3.2 4. II e III.

Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I.33 a 1.3 DENSIDADE APARENTE Como a densidade aparente dos materiais granulados varia conforme o método empregado na medição.02 1. 2. 2. com grãos de quartzo (areia). o que é denunciado pela coloração e pelos aspectos particulares de cada saibro. Capital Federal.2 DENSIDADE ABSOLUTA As densidades absolutas de cada saibro foram determinadas pelo "frasco de Chapman". observando-se a técnica geral recomendada pelo IPT. 2. As porcentagens de argila referidas foram determinadas simplesmente por decantação. de feldspato (muito pouca quantidade) e de argila.21. DEFINIÇÃO Sob a designação de saibro entende-se. saibro macio: 1. sob o número 218504 . e de 31 a 32% para os saibros macios.50. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . com o objetivo de apresentar números mais próximos da realidade. caixotes semelhantes aos que são usados nas obras para as dosagens em volumes das argamassas. Para todas as variedades. Em nenhuma hipótese o saibro poderá ser utilizado como agregado para concreto. para efeito desta Especificação.Proibida a reprodução sem autorização.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Agregados Saibro E-AGR.18 a 1. II e III. 2. Os resultados obtidos foram os seguintes: • • saibro áspero: 1. a rocha em decomposição que se apresenta.51. As argilas presentes em cada variedade são de tipos diversos.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS TEOR DE ARGILA O teor de argila varia de 7 a 18% para os saibros ásperos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. foram utilizados. principalmente. a densidade absoluta encontrada foi de 2.

Podem ser agregadas com argamassa de cimento e areia. para atender ao aspecto decorativo.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Agregados Granilha E-AGR. 1. unicamente. A existência de lascas. aplicadas com espátula metálica. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . recoberta com granilhas. sob o número 218504 .3 COBERTURAS Como membrana asfáltica reforçada. escamas ou fragmentos lamelares só será admitida quando em reduzidas proporções e. II e III.2 PAVIMENTAÇÕES Como é o caso do piso de alta resistência à abrasão. Capital Federal.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS GRANILHA DE MÁRMORE A granilha de mármore será constituída por mármore natural triturado. granilite e marmorite. 2. A existência de lascas. 2. da qualidade que for especificada. como é o caso do fulget. unicamente. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2. isento de pó impalpável.2 GRANILHA DE GRANITO A granilha de granito será constituída por granito triturado. isenta de pó impalpável. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. escamas ou fragmentos lamelares só será admitida quando em reduzidas proporções e.1 UTILIZAÇÃO REVESTIMENTOS As granilhas são agregadas com resinas acrílicas.Proibida a reprodução sem autorização.03 1. 1. dolomita ou outras substâncias nocivas. 2. para atender ao aspecto decorativo. Partes I.

médio: compreendido entre 25 e 4. II e III.8 mm. bruto: extraído de cavas. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.8 mm .Seixo Rolado E-AGR. a juízo do PROPRIETÁRIO. NB-29/68 TB-16/55 3. massa especifica aparente e da absorção de água (NBR-6458). Partes I. fino: compreendido entre 4.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Agregados Pedregulho . pedregulho é o material natural inerte. UTILIZAÇÃO Será admitido. Materiais de pedra e agregados naturais (NBR-7225). graduado: obedece a uma distribuição granulométrica especificada 2.Proibida a reprodução sem autorização. de dimensão nominal máxima de 100 mm e de dimensão nominal mínima igual ou superior a 2 mm. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. lavado: extraído de rios naturais. NORMAS São as seguintes as normas da ABNT atinentes ao assunto: MB-29/84 Grãos de pedregulho retidos na peneira de 4.04 1.determinação da massa especifica. • • • • • • • muito grosso: compreendido entre 100 e 50 mm. sob o número 218504 . Reconhecimento e amostragem para fins de caracterização de pedregulho e areia (NBR-5491). de forma arredondada. grosso: compreendido entre 50 e 25 mm.8 e 2 mm. o emprego de pedregulho como agregado graúdo para concreto armado. desde que sua qualidade seja satisfatória e que as dosagens dos concretos sofram as correções necessárias. DEFINIÇÃO Conforme a TB-16/55 (NBR-7225). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

RESTRIÇÕES Seu uso será limitado aos rebocos. ficando terminantemente proibida sua inclusão ou adição como agregado fino de concreto ou argamassa que não sejam de rebocos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. será isento de argila. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Agregados Pó-de-Pedra E-AGR.Pedra britada. 2. Capital Federal. Será igual e estritamente vedada a adição de pó-de-pedra aos rebocos pré-fabricados.05 1. sob o número 218504 . matérias orgânicas ou outras impurezas nocivas aos fins a que se destine. II e III.Proibida a reprodução sem autorização. NORMAS A norma da ABNT atinente ao assunto é a EB-72/68 . DEFINIÇÃO Resíduo de britamento mecânico de granito ou gnaisse. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. pedrisco e pó-depedra para base de macadame hidráulico (NBR-7174) 3.

4 Agregado com: • • • massa especifica aparente no estado solto: 500 a 550 kg/m³. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.°C. O coeficiente de condutibilidade térmica para o agregado. 4. no estado solto. Partes I.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Agregados Argila Expandida E-AGR.085 kcal.h. NORMAS Normas da ABNT atinentes ao assunto: EB-228/59 EB-229/82 EB-230/69 Agregados leves para concreto de elementos para alvenaria. tamanho variável entre 0 e 6 mm. tamanho variável entre 13 e 20 mm. 3. Capital Federal.3 Agregado com: • • • massa especifica aparente no estado solto: 550 a 500 kg/m³.Proibida a reprodução sem autorização. resistente e impermeável. utilização: substitui a brita 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . utilização: enchimento de lajes e isolante térmico.1 TIPOS Agregado com: • • • massa especifica aparente no estado solto: a 550 kg/m³.m/m². e 0. é 0. apresentado sob a forma de grãos arredondados de tamanhos variáveis até 2 cm de diâmetro. Agregados leves para concreto estrutural. 4. 4. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 .75 t/m³ para o material miúdo. 4. tamanho variável entre 20 e 30 mm. tamanho variável entre 5 e 13 mm. utilização: substitui a brita 0.50 t/m³ para o agregado graúdo. II e III. utilização: elementos de menores resistências. DEFINIÇÃO Agregado leve.2 Agregado com: • • • massa especifica aparente no estado solto: 550 a 500 kg/m³.06 1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A massa específica aparente no estado solto varia entre 0. 4. Agregados leves para concreto isolante térmico (NBR-7213). possuindo a superfície vitrificada.

FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • Cimasa .continuação E-AGR.06 5. Dresmim . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob a marca "Cinasita". King Comercial Ltda. EFV Comercial Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal. sob o número 218504 . Partes I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A..Drescon Mineração Ltda.Construção Industrializada Nacional S... II e III.Proibida a reprodução sem autorização.

. sob a marca "Durbeton". Montana S. sob a marca "Granitorre".. e a resistência à abrasão é de 2 cm³/ 50 cm² (DIN 52108). Indústria e Comércio.CON. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Grani-Torre Indústria e Comércio Ltda.07 1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Mistura de agregados rochosos não britados e metálicos. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . A granulometria e os pesos específicos desses materiais serão definidos de forma a proporcionar perfeita cobertura superficial.01. II e III. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • Durbeton Rio Pisos Industriais Ltda. 2. sob o número 218504 . 3. APLICAÇÃO Conforme P-10. Partes I.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Agregados Capeamento de Alta Resistência E-AGR. O consumo é de 4 kg/m². integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A. Capital Federal. sob a marca "Montadur".Proibida a reprodução sem autorização.

01 1. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização.determinação da dureza . sob o número 218504 . Partes I. uma turbidez excessiva da água. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.método por titulação direta (NBR5752). NORMAS A água destinada ao amassamento de argamassas e concretos atenderá às condições prescritas nas seguintes normas: MB-1056/75 MB-1067/75 MB-1086/76 NB-1/78 Água . será providenciada decantação ou filtragem.método argentométrico (NBR-5759). Água . durante a estação chuvosa. CONDIÇÕES GERAIS Presume-se satisfatória a água fornecida pela rede de abastecimento público das cidades. Água . II e III. 2. Caso ocorra.determinação de cloreto . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .método complexométrico (NBR-5761).determinação da alcalinidade . Projeto e execução de obras de concreto armado (NBR-6118).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Água E-AGU. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

II e III. 2. perfis e tubos extrudados (NBR8117).1 LIGAS DE ALUMÍNIO As ligas de alumínio. sob o número 218504 . "3S". Alumínio e suas ligas . 2.arames e barras (NBR-8118). porém. Capital Federal. Alumínio e suas ligas .2 2. Al-Mg-Mn. sempre. "Peraluman 30".tolerâncias dimensionais de produtos extrudados (NBR-8116).2.2.processos e produtos (NBR-6599). 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Alumínio Puro e ligas E-ALU. acompanhada do indispensável sufixo designativo do tipo escolhido. arames. Al-Mn-Si.determinação da qualidade de selagem da anodização pelo método de. PB-986/82 PB-1018/83 TB-165/80 2. Al-Mg. conforme exemplos seguintes: "Hidumínio 66". "Noral 322". Alumínio e suas ligas .barras.Proibida a reprodução sem autorização.propriedades mecânicas de produtos extrudados (NBR-7000). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: CB-32/79 CB-79/80 CB-131/85 EB-1259/81 EB-1421/83 EB-1422/83 MB-2411/85 Alumínio e suas ligas (NBR-6834).têmperas (NBR-6835). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Al-Mn-Mg. inércia química ou resistência à corrosão e resistência mecânica. Alumínio e suas ligas . etc.01 1 NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. grupos ternários ou mais complexos: ligas do tipo Al-Mg-Si. serão selecionadas entre os grupos discriminados a seguir: • • grupo binário: ligas do tipo Al-Mn. Alumínio e suas ligas . Alumínio e suas ligas . considerados os requisitos de aspecto decorativo. Tratamento de superfície do alumínio e suas ligas (NBR-8968). AlCu-Si. etc. Alumínio e suas ligas .2 As ligas a empregar em cada caso particular serão perfeitamente caracterizadas pela indicação das proporções relativas a cada componente ou pela sua designação industrial patenteada.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA ALUMÍNIO PURO Será do Tipo "H" Metalúrgico.tratamento de superfície . Partes I. "Duralumínio B". Al-Si e Al-Mg2Si. Alumínio e suas ligas .propriedades mecânicas (NBR-7823). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . perda de massa (NBR-9243).chapas .

3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .tolerâncias dimensionais de produtos extrudados (NBR-8116). Alumínio e suas ligas . II e III.2 3. Capital Federal. O acabamento mais grosseiro (n° 1) é normalmente usado em superfícies não expostas.processos e produtos (NBR-6599). 3. sob o número 218504 . PB-986/82 PB-1018/83 TB-165/80 2. Partes I. Alumínio e suas ligas .arames e barras (NBR-8118).chapas . dureza (Brinell . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.500/10): 48 a 68.1 ACABAMENTOS O acabamento das superfícies dos perfis é caracterizado por linhas de matriz (riscos longitudinais). Alumínio e suas ligas tratamento de superfície .02 1. É o acabamento comum obtido na extrusão de ligas duras Para ligas moles. A anodização é caracterizada pela letra "A" colocada após a RMS. o limite máximo de rugosidade média é de 150 RMS O acabamento que se obtém para superfícies expostas (n° 2) tem um limite máximo de rugosidade média de 100 RMS. Alumínio e suas ligas -têmperas (NBR-6835). haverá especial atenção para o contido nas seguintes: CB-32/70 CB-79/80 CB-131/85 EB-1259/81 EB-1421/83 EB-1422/83 MB-2411/85 Alumínio e suas ligas (NBR-6834). Alumínio e suas ligam . perfis e tubos extrudados (NBR8117). Alumínio e suas ligas .propriedades mecânicas de produtos extrudados (NBR-7000). NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.barras. medida em micra.Proibida a reprodução sem autorização. Alumínio e suas ligas . 3.determinação da qualidade de selagem da anodização pelo método de perda de massa (NBR-9243). limite de escoamento: 63 a 119 MPa. Alumínio e suas ligas . A maior ou menor profundidade desses riscos é definida pela rugosidade média da superfície (RMS). só possível para ligas moles.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Alumínio Perfis para Serralharia E-ALU. alongamento (50 mm) : 18 a 10%. arames. Tratamento de superfície do alumínio e suas ligas (NBR-8968). CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As serralharias de alumínio serão confeccionadas com perfis fabricados com liga de alumínio que apresente es seguintes características: • • • • limite de resistência à tração: 120 a 154 MPa.propriedades mecânicas (NBR-7823). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 3.

Alumínio Industria S. liga "A-GS".5". Cia Brasileira de Alumínio.continuação E-ALU. liga "6063". FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se que as ligas a seguir relacionadas apresentam as características exigidas: • • • • • • AFNOR. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização.A. Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A.02 4. liga "50 S": Alcoa Alumínio S. liga "Al-Mg-Si 0. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 .A. liga "50 M". II e III. Partes I. DIN. Alcan Alumínio do Brasil S. liga "Extrudal".

Belmetal Indústria e Comércio Ltda.A. Alcan Alumínio do Brasil S.. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As cantoneiras de alumínio serão fabricadas com ligas de alumínio que apresentem bom aspecto decorativo. Indústria e Comércio. Partes I..Máquinas e Perfis Ltda.03 1..A. inércia química. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995... Alcoa Alumínio S. resistência à corrosão e resistência mecânica.Proibida a reprodução sem autorização. Neo-Rex do Brasil Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Alumínio Cantoneiras E-ALU.A. sob o número 218504 . II e III. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • • • Acoã . Formetal S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.

2. sob o número 218504 . sob a marca "Alvaiade Globo". o sulfato de cálcio e o carbonato de cálcio.2 DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.Proibida a reprodução sem autorização. o sulfato de chumbo.01 1. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricado por: • Globo S. tais como o sulfato de bário ou branco de barita. Tintas e Pigmentos. Capital Federal. APLICAÇÃO A principal aplicação do alvaiade é a utilização dele como aditivo de cimento branco. É usado também como pigmento branco (vide E-COR. Haverá particular atenção para evitar-se o uso de outros produtos apresentados como alvaiade.A. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. entende-se por alvaiade o carbonato de chumbo.01). para rejuntamento de azulejos e outros revestimentos similares. a fim de evitar o escurecimento da junta. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1 1. 3. 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Alvaiade E-ALV.

A superfície auto-adesiva protegida por um forro de papel ("liner"). as bordas do antiderrapante serão protegidas por resina acrílica. "Safety-Walk Conformable" em tiras com 5-7.3 2.2 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. e o de alumínio para superfícies irregulares. Os antiderrapantes são revestidos com granilha mineral aglutinada por resina em uma das faces. inclusive madeira. o emprego do antiderrapante será precedido pela aplicação de um "primer" de base de neoprene. Capital Federal. 2. sob o número 218504 . DEFINIÇÃO Esta Especificação entende por antiderrapantes os produtos em forma de tiras ou discos. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • 3M do Brasil Ltda.01 1. O de poliéster recomendado para uso sobre superfícies lisas. 5-1015-20 e 25 cm de largura e dorso de poliéster. Partes I..Proibida a reprodução sem autorização. sob as marcas "Safety-Walk Uso Geral" em tiras com 5-7.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os antiderrapantes apresentam dorso de poliéster ou de lâmina de alumínio. Em superfícies porosas ou úmidas. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Antiderrapantes Tiras e Discos E-ANT. Apresentam características de auto-adesividade na outra face.4 3. 2. 5-10-15-20 e 25 cm e dorso de alumínio. "Selador EC-2140 3M" com "primer" de neoprene e "Vedador de Bordas EC-4475-A 3M". Em locais sujeitos a lavagens freqüentes e em áreas externas. em pavimentações que apresentem superfície de trânsito muito lisas. destinados a evitar acidentes por escorregamento. II e III. "Safety-Walk Modelo Circular" com 13 cm de diâmetro e dorso de poliéster ou de alumínio. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2.

Proibida a reprodução sem autorização. granulações ou fendilhamentos. Bacia sanitária de material cerâmico de entrada horizontal e saída embutida vertical .. 1. abaulamentos ou grânulos. sob o número 218504 . usinagem ou acabamento.A. Os esmaltes serão perfeitos. bolhas e sobretudo de depressões. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sem escorrimentos. salvo guando expressamente especificado de modo diverso. rebarbas.2 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .dimensões (NBR-6500). O esmalte será homogêneo.dimensões (NBR6499).dimensões (NBR-6498).2 2. sem deformações e fendas. As arestas serão perfeitas e as superfícies de metal serão isentas de fendilhamentos. Partes I. 2. Nas peças coloridas haverá particular cuidado na uniformidade de tonalidades das diversas unidades de cada conjunto.2. As peças serão bem cozidas.verificação do funcionamento (NBR-9160).01 1. duras. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sempre particularizadas nas especificações pela referência "RA". sonoras.1. desbeiçamentos. laminação. desempenadas.determinação da absorção de água (NBR6463). grânulos ou ondulações. Lavatório de material cerâmico de fixar na parede . falhas.A. moldagem.1 1. II e III. Bacia sanitária de material cerâmico . Bidê de material cerâmico dimensões (NBR-9065). Mictórios de material cerâmico .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aparelhos Sanitários E-APA. Capital Federal.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A louça para os diferentes tipos de aparelhos sanitários e acessórios será de grês branco (grês porcelánico). sem manchas. FABRICANTES Consideram-se análogos os aparelhos sanitários esmaltados fabricados por: • • Fundição Brasil S. depressões. 1. Metalúrgica Douat S.1.1 ESMALTADAS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os aparelhos e acessórios de ferro fundido esmaltado ou de chapa esmaltada não poderão apresentar quaisquer defeitos de fundição. resistentes e praticamente impermeáveis. 2. As peças sujeitas a condições mais severas levarão esmalte do tipo resistente a ácidos. Material cerâmico sanitário .2 1.1 DE LOUÇA NORMAS São as seguintes as normas da ABNT atinentes ao assunto: EB-44/85 MB-111/85 MB-2194/85 PB-6/83 PB-7/85 PB-l0/90 PB-1165/85 Aparelhos sanitários de material cerâmico (NBR-6452). esfoliações.

Indústria e Comércio.3 FABRICANTES Consideram-se análogos os aparelhos sanitários de louça fabricados por: • • • • • Celite S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Incepa . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Indústria e Comércio. Duratex S.A.. Capital Federal. II e III.A. Partes I. Cidamar S.A.01 2.continuação E-APA.Indústria Cerâmica do Paraná S.. Ideal Standard Wabco Indústria e Comércio Ltda.A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização.

haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: 2. O arame para armaduras de concreto armado será o fio de aço recozido. Arames e arames achatados de ligas cobre . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Arame de aço de baixo teor de carbono . Arame de aço . Arames de aço . Arames e arames achatados de ligas cobre-estanho (bronze fosforoso) (NBR-6631). preto. 1.2 ARAME DE ALUMÍNIO EB-1421/83 EB-1422/83 MB-1929/83 Alumínio e suas ligas .diâmetro. barras e arames para recalque a frio determinação da resistência ao cisalhamento (NBR-8309). de bitola adequada a cada caso. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.ensaio de dobramento alternado (NBR-6004). II e III.01 1. tolerâncias e pesos (NBR-5589). Capital Federal. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.ensaio de tração (NBR-6207). sob o número 218504 .barras.1 ARAME DE AÇO GALVANIZADO E AÇO RECOZIDO EB-777/78 MB-781/84 MB-782/84 MB-783/79 MB-785/82 PB-323/82 TB-154/82 Arame de aço de baixo teor de carbono.ensaios de torção simples (NBR-6003).3 ARAME DE COBRE EB-319/83 EB-320/79 EB-380/82 Arames e arames achatados de ligas cobre-níquel e cobre-níquel-zinco (NBR-6630). Símbolos para acabamentos de superfície de arames de aço (NBR6365).2 DEFINIÇÃO Arame de aço galvanizado à o fio de aço estirado. Arames de aço . arames. zincado para uso geral (NBR6331). 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Arames E-ARA. perfis e tubos extrudados (NBR8117). 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . estirado.1 1.requisitos gerais (NBR6633).65 mm (n° 16 SWG) e de 1.arames e barras (NBR-8118). Partes I.Proibida a reprodução sem autorização. Arames de aço .24 mm (n° 18 SWG). Alumínio e suas ligas . Alumínio e suas ligas .21 mm (n° 18 SWG). O arame de cobre para amarração de telhas e outros fins análogos será fio de liga de cobre.rebites.ensaio de enrolamento (NBR-6005). 2. de 1. de 1. brando e galvanizado a zinco.

01 1.A. sob a marca "Granitorre". Fulget Industrial e Comercial Ltda. Indústria e Comércio.A.. dimensionados granulometricamente. sob a marca "Korosthal". 33 x 33 e 25 x 25 cm. escala Rockwell).. em placas pré-moldadas de 40 x 40 x 3 cm. sob o número 218504 . sob as marcas "Korodur WH" e "Korodur PL". sob a marca "Pisodur". capazes de constituir pisos de alta resistência a esforços mecânicos e de receber acabamento polido. Montana S. 2. sob a marca "Fulget Dhur". sob as marca "Etergran Monolítico". de forma a permitir a obtenção de argamassas compactas. Indústria e Comércio. sob a marca "GT Dhur". Grani-Mat Ltda.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS COM AGREGADOS ROCHOSOS E METÁLICOS Trata-se de produto composto por agregados metálicos de alta dureza (entre 47 e 52 na.Proibida a reprodução sem autorização.. sob a marca "Nitopiso Ar". Foseco Industrial e Comercial Ltda. sob a marca "Durbeton".2 COM AGREGADOS ROCHOSOS Trata-se de produto composto por agregados rochosos de alta dureza. da quantidade de cimento. Etergran Pisos Industriais Engenharia Ltda. Indústria e Comércio. sob a marca "Durbeton". 1. de forma a permitir a obtenção de argamassas compactas sem espaço vazios em sua estrutura..3 COM AGREGADOS ROCHOSOS E NEOPRENE Idem item anterior. 2. Incomex S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Engenharia. Montana S.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Alta Resistência E-ARG... FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: 2. sob as marcas "Granidur" e "Oxicret". 1. com adição de neoprene na proporção de 20%. capazes de constituir pisos de alta resistência a esforços mecânicos de impactos e à abrasão. Grani-Torre Indústria e Comércio Ltda. II e III. sob a marca "Durox-Oxiduro".A. obedecendo à curva Füller. com 3 cm de espessura. Grani-Torre Indústria e Comércio Ltda. Capital Federal..1 COM AGREGADOS ROCHOSOS E METÁLICOS • • • • Durbeton Rio Pisos Industriais Ltda. em placas prémoldadas de 40 x 40. fundido no local e "Etergran Marcopiso Alta Resistência". dimensionados granulometricamente. em peso.. Partes I.. • • • • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 1. Durox Materiais para Acabamentos Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sem espaços vazios em sua estrutura.2 COM AGREGADOS ROCHOSOS • • • Durbeton Rio Pisos Industriais Ltda.

3 Otto Baumgart Indústria e Comércio S. II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I. COM AGREGADOS ROCHOSOS E NEOPRENE • Incomex S. Ltda. Capital Federal.continuação E-ARG.Proibida a reprodução sem autorização. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A ..A. Wolf Hacker & Cia. sob as marcas "Sika Piso Ar" e "Sika Piso SP-7".. sob a marca "Piso Industrial Otto".. Revex Industrial e Mineradora Ltda. sob a marca "Pisodur Elástico". sob a marca "Durocret". Indústria e Comércio. Sika S.A. Engenharia. sob a marca "Revedur-S".A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.01 • • • • 2.. sob o número 218504 .

5 MPa.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. e "Durebeton 5". cor branca leitosa. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. tixotrópico. autonivelante. cimento e aditivos.A. para superfícies verticais. tixotrópico. 2.02 1.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A argamassa é fornecida em 2 componentes. 2.. DEFINIÇÃO Por argamassas sintética autonivelante entende-se a argamassa beneficiada com polímero de alto poder adesivo e elevadas resistências químicas e mecânicas. • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . e "Revestimento OBE 202". para superfícies horizontais. tixotrópico. autonivelante. sob o número 218504 . Wolf Hacker & Cia. As características da argamassa são as seguintes: • • • • • • trabalhabilidade: 30/60 minutos. densidade 1. Ltda. sob as marcas "Revestimento OBE 201".A.3 3. para superfícies verticais. caracterizada pelo seu poder impermeabilizante e resistência mecânica elevada a curto prazo (24 horas_. Da mistura dos 2 componentes resulta uma argamassa altamente fluida. denominados "A" e "B. adesão ao concreto: 3 MPa. para superfícies horizontais. Sika S. e "Sika Top 122".0.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Sintética Autonivelante E-ARG..8 (aproximada).2 2. II e III. O componente "B" é um pó constituído por areia de quartzo selecionada. para superfícies horizontais. cor cinza concreto e densidade 1.Proibida a reprodução sem autorização. módulo de elasticidade dinâmica: 300. adesão ao aço: 1. sob as marcas "Durobeton A". para superfícies verticais. sob as marcas "Sika Top 111". O componente "A" é um líquido de base acrílica. resistência à flexão: 10/15 MPa. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Otto Baumgart Indústria e Comércio S. Capital Federal. Partes I. 2. autonivelante. resistência à compressão: 50/60 MPa.000 kg/cm².

sob o número 218504 . Quando a quantidade de argamassa a manipular for insuficiente para justificar a mescla mecânica. a seco.6 1. Jamais será admitida a mescla de cimento Portland e gesso. sendo expressamente vedado tornar a amassá-la. o qual será de regra para as argamassa que contenham cal em pasta. dada a incompatibilidade química desses materiais. será permitido o amassamento manual.9 1. etc. conforme o fim a que se destinem.5 1. a adição do cimento será realizada no momento do emprego. As argamassas contendo cimento serão usadas dentro de 1 hora. Serão preparadas quantidades de argamassa na medida das necessidades dos serviços a executar em cada etapa.). Nas argamassas de cal contendo pequena proporção de cimento.7 1. até conseguir-se a massa homogênea de aspecto uniforme e consistência plástica adequada. TIPOS Serão adotados. Será então disposta a mistura em forma de coroa e adicionada. paulatinamente. não poderá ser alterada proporção entre o conjunto dos agregados e dos aglomerantes. os agregados (areia. O amassamento manual será feito sob coberta e de acordo com as circunstâncias e recursos do canteiro da obra.1 1. tendo-se em vista a variação do grau de aspereza do saibro e a necessidade de ser obtida certa consistência. tiverem sido lançados na betoneira ou misturados. As dosagens especificadas serão rigorosamente observadas. A argamassa retirada ou caída das alvenarias e revestimentos em execução não poderá ser novamente empregada. de maneira a ser evitado o início de endurecimento antes de seu emprego. Será rejeitada e inutilizada toda argamassa que apresentar vestígios de endurecimento. Partes I. De qualquer modo.em masseiras. Misturar-se-ão. saibro. Capital Federal.8 1. com o devido cuidado.11 2.10 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. O amassamento mecânico deve ser contínuo e durar pelo menos 90 segundos. para evitar-se perda de água ou segregação dos materiais. os tipos de argamassas definidos pelos seus traços volumétricos. revolvendo-se os materiais com pá até que a mescla adquira coloração uniforme. .03 1. a água necessária no centro da cratera assim formada Prosseguir-se-á o amassamento. 1. conforme tabela a seguir: 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . quartzo.Proibida a reprodução sem autorização. tabuleiros ou superfícies planas impermeáveis e resistentes.3 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. inclusive a água. primeiramente.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Usuais E-ARG.4 1. a contar do primeiro contato do cimento com a água. a contar do momento em que os componentes da argamassa. II e III.2 PREPARO E DOSAGEM As argamassas serão preparadas mecânica ou manualmente. sendo que nas argamassas contendo areia e saibro poderá haver certa compensação das proporções relativas desses materiais.

cal em pasta e areia fina peneirada cimento. Capital Federal.32 TRAÇO 1:1 1:2 1:3 1:4 1:5 1:6 1:8 1:6 1:8 1:2:3 1:3:3 1:3:5 1:1:6 1:2:3 1:2:5 1:2:7 1:2:9 1:3 1:4 1:0.5 A.Proibida a reprodução sem autorização. cal em pasta e areia fina peneirada cimento. cal em pó e areia fina peneirada cimento.11 A. II e III. cal em pó e areia cimento.8 A.27 A. com a adição de 100 kg de cimento para cada m³ de traço cal em pó e areia fina cal em pó e areia fina Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . com a adição de 100 kg de cimento para cada m³ de traço cimento. areia e saibro macio cimento.7 A.13 A.22 A.30 A.continuação E-ARG. areia e saibro macio cimento.24 A.15 A. cal em pó e areia cimento.2 A.18 A.17 A.19 A.9 A.16 A.3 A.21 A.4 A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.12 A.23 A. cal em pó e areia cimento. cal em pó e areia cimento.5:5 1:1:2 1:1:4 1:1:6 1:2:6 1:2:8 1:2:9 1:3:5 1:3. Partes I. cal em pasta e areia fina peneirada cimento. cal em pasta e areia fina peneirada cal em pasta e areia.28 A.25 A.03 TIPO DE ARGAMASSA A. cal em pó e areia fina peneirada cal em pó e areia.26 A.6 A.29 A.5 1:1 COMPONENTES cimento e areia cimento e areia cimento e areia cimento e areia cimento e areia cimento e areia cimento e areia cimento e saibro áspero cimento e saibro áspero cimento.1 A. sob o número 218504 . com a adição de 100 kg de cimento para cada m³ de traço cal em pasta e areia. cal em pó e areia cimento.20 A. areia e saibro macio cimento.31 A. cal em pasta e areia fina peneirada cimento. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.5:4 1:6:6 1:4 1:0. cal em pó e areia fina peneirada cimento. cal em pó e areia cimento. cal em pó e areia cimento.10 A.14 A.

cal em pó e areia cimento branco. Partes I.5:6 COMPONENTES cimento branco.continuação E-ARG.33 A. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. com adição de corante mineral e impermeabilizante gesso calcinado em pó e areia gesso calcinado e areia fina peneirada.35 A. sob o número 218504 .34 TRAÇO 1:2:5 1:0.Proibida a reprodução sem autorização. cal em pasta e quartzo moído de granulometria apropriada à rugosidade desejada.36 1:1 1:2 a 1:4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III. variando a proporção de areia com o tipo do emboço adotado A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.03 TIPO DE ARGAMASSA A.

em alvenaria de vedação e blocos de vidro. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I. • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Pancreto Indústria e Comércio Ltda. As argamassas para assentamento de blocos de concreto e de concreto celular têm a sua composição adaptada para a finalidade especifica a que se destinam. para assentamento de blocos de concreto celular. para assentamento de tijolos cerâmicos. de Mineração.R". sob as marcas "Multimassa Quartzolit". cal hidratada. Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda. para assentamento de tijolos cerâmicos. Serrana S. sob a marca "Qualimassa".04 1. para assentamento de blocos de concreto. "Argamassa Fixoblok Quartzolit". para assentamento de blocos de concreto em alvenaria autoportante. sob o número 218504 .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Pré-Fabricadas Alvenaria E-ARG.Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal. areia de quartzo termotratada e aditivos especiais.2 2.A. e "Pancrebloco .A. sob as marcas "Unimeas".. "Pancrebloco". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. minerais pulverizados. DEFINIÇÃO Argamassa fabricada à base de cimento Portland. 1. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por • • Cimento Mauá S. para assentamento de blocos de concreto vibrado e blocos de vidro. "Argamassa Assentabloco Quartzolit". II e III. sob a marca "Massa Única". e "Argamassa Colabloco Celular" para assentamento de blocos de concreto celular.1 1...

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2. sob a marca "Unimass". Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. minerais pulverizados.05 1.2 FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • Pancreto Indústria e Comércio Ltda. II e III. 2. 2. também de argamassa.1 CHAPISCO DEFINIÇÃO Esta Especificação entende por "chapisco pré-fabricado" o chapisco preparado com argamassa à base de cimento Portland.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Pré-Fabricadas Chapisco e Emboço E-ARG. areia de quartzo termotratada e aditivos especiais. sob a marca "Multimassa Quartzolit".2 FABRICANTE/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • Rejuntabrás .Indústria e Comércio Ltda. cal hidratada. 1..A. sob o número 218504 . Partes I. com aditivos especiais e cargas minerais.Proibida a reprodução sem autorização. alvenaria e revestimento. Serrana S. 1.1 EMBOÇO DEFINIÇÃO Argamassa fabricada à base de cimento Portland.. sob a marca "Chapiscom". de Mineração. Capital Federal. de forma a garantir perfeita aderência entre o concreto. sob a marca "Chapisco Serrana".

• Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I.06 1. DEFINIÇÃO Argamassa pré-dosada. sob as marcas "Revestio" e "Massa Especial Interna" ambos para paredes internas. que lhe conferem características de plasticidade e aderência. para paredes internas. sob o número 218504 .. sob as marcas "Reboquit".Proibida a reprodução sem autorização..MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Pré-Fabricadas Reboco para Pintura E-ARG. para paredes internas. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • Arga-Rio Argamassas Técnicas Ltda. de Mineração. cimento Portland. sob a marca "Argabase Mix 3". para paredes internas. cal hidratada e aditivos especiais. sob a marca "Massa Única" (reboco paulista). Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda.. "Rebofix 1" e "Rebofix II". Pancreto Indústria e Comércio Ltda.A. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2. para paredes internas e externas. II e III. para paredes externas e "Elastilit". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Serrana S. "Rebotex SH" e "Rebolit". constituída basicamente de areia com tratamento térmico e rigoroso controle granulométrico.

areia selecionada e aditivos especiais.. blocos de concreto e contrapiso de argamassa de cimento e areia. Pancreto Indústria e Comércio Ltda. Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda. painéis de fibrocimento. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Arga-Rio Argamassas Técnicas Ltda. sob o número 218504 .Indústria e Comércio Santa Edwiges Ltda. DEFINIÇÃO Argamassa dosada gravimetricamente e constituída de cimento Portland. blocos de concreto e de concreto celular. para emprego sobre emboço desempenado. • • • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob a marca "Argamassa Cimento Colante". blocos de concreto e contrapiso de argamassa de cimento e areia.07 1. sob a marca "Pancrefix".MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Pré-Fabricadas Assentamento de Azulejos e Ladrilhos E-ARG. com as demais características da "Argacola Fix 1". e. sob as marcas "Argacola Fix 1". concreto limpo. para emprego sobre emboço desempenado.A.. de Mineração. II e III. Partes I. blocos de concreto vibrado ou celular (desde que bem rejuntados e alinhados) e contrapiso de argamassa de cimento e areia. sob a marca "Argamáxima". em cores e tonalidade diversas. para emprego sobre emboço desempenado.. para fixação e rejuntamento. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Incomed . para emprego sobre emboço desempenado.. sob a marca "Argamassa Cimentcola Quartzolit". "Argacola Especial". contrapiso de argamassa de cimento e areia. 2. Serrana S. etc.

blocos de concreto celular. "Argacola Especial". aplicado sobre o "Fixacreto".Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I. sob o número 218504 . sob as marcas "Fixacreto". para regularização de superfícies. DEFINIÇÃO Argamassa dosada gravimetricamente e constituída por uma mistura de cimento Portland.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Pré-Fabricadas Assentamento de Ladrilhos em Mosaico E-ARG. sob a marca "Argamassa Quartzolit para Pastilhas". para fixação e rejunte. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Arga-Rio Argamassas Técnicas Ltda. contrapisos de cimento e areia e painéis de fibrocimento. sob as marcas "Argacola Fix 1". e "Nata Pancreto". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda. para fixação e rejunte.. • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Será aplicada sobre emboço desempenado.. Pancreto Indústria e Comércio Ltda. areia selecionada e graduada e aditivos especiais. 2. e "Argabase Mix 1". base para aplicação de ladrilhos em mosaico.. paredes de concreto. blocos de concreto pré-fabricados.08 1. Capital Federal. II e III.

.classificado granulometricamente e isento de matérias orgânicas . de agregado calcário dolomítico . FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • Arga-Rio Argamassas Técnicas Ltda. Sika S.Proibida a reprodução sem autorização. composta. para emprego com ou sem hidrofugantes (SH). Partes I. óxidos minerais e aditivos especiais. sob a marca "Sika Rejunte". basicamente. Rejuntabrás . Pancreto Indústria e Comércio Ltda. sob a marca "Juntacor"..Indústria e Comércio Ltda. DEFINIÇÃO Argamassa para rejuntamento de azulejos e ladrilhos.09 1.A. sob o número 218504 .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Pré-Fabricadas Rejuntamento E-ARG. 2. com agentes hidrofugantes. Incomed .. na "Série A" para emprego em placas cerâmicas. "Série C" para emprego em placas cerâmicas. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.. sob a marca "Nata Quartzolit para Juntas". sob a marca "Rejuntar". sendo a "Juntafina" para juntas até 4 mm de largura e a "Juntalarga" pera juntas acima de 4 mm.Indústria e Comércio Santa Edwiges Ltda. sob a marca "Juntacolor-DM". com aditivo para aumentar a flexibilidade e a impermeabilidade. Capital Federal.. O tipo "B" para juntas de 6 a 11 mm. sendo o tipo "A" para juntas até 5 mm..cimento Portland. nas versões "Juntafina" e "Juntalarga". sob a marca "Argajunta". Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda. • • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III. e o tipo "C" para juntas de 12 a 20 mm.

Cópia fiel da Edição impressa em 1995. cal hidratada e aditivos especiais. basicamente.. 2. Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 . Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • Arga-Rio Argamassas Técnicas Ltda. etc.. sob a marca "Argabase Mix 2". de areia..Proibida a reprodução sem autorização. e "Formicret" para emprego sobre alvenaria de tijolos cerâmicos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I. funcionando como massa única (emboço). blocos de concreto. com rigoroso controle granulométrico.10 1. sob as marcas "Rebocret" para emprego sobre emboço sarrafeado. II e III. cimento Portland. para emprego sobre emboço sarrafeado. DEFINIÇÃO Argamassa composta.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Pré-Fabricadas Base Laminados e Tintas E-ARG.

sob a marca "Argatraço Raspado". Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda .Proibida a reprodução sem autorização. . com hidrofugante "Super-H" 2. II e III. óxidos metálicos e aditivos especiais. Pancreto Indústria e Comércio Ltda.1 TIPO RASPADO DEFINIÇÃO Argamassa composta. sob a marca "Itacreto Raspado".2 FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • Arga-Rio Argamassas Técnicas Ltda. Partes I..MATERIAIS E EQUIPANENTOS/ Argamassas Pré-Fabricadas Reboco Acabado E-ARG. de calcário dolomítico. de calcário dolomítico. sobre emboço sarrafeado. 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. .1 TIPO TRAVERTINO DEFINIÇÃO Argamassa composta. todos em formulação que lhe confira acabamento semelhante ao mármore Travertino. para emprego em paredes externas e internas. sob a marca "Quartzolit". sob a marca "Argatraço Travertino". óxidos metálicos e aditivos especiais. áspero. com hidrofugante "Super-H". sob o número 218504 .2 FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • Arga-Rio Argamassas Técnicas Ltda. areia industrializada e classificada granulometricamente. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. . 2. basicamente. cal hidratada. para emprego em paredes externas e internas. sobre emboço sarrafeado. sob a marca "Itacreto Plásti-Travertino". Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .11 1. 1. sob a marca "Travertino-Quartzolit". cimento Portland. áspero. . Paocreto Indústria e Comércio Ltda. 2. todos com formulação que confira ao reboco possibilidade de acabamento raspado. cimento Portland. basicamente. Capital Federal. cal hidratada. Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda. com aditivo hidrorrepelente. com aditivo hidrorrepelente. areia industrializada e classificada granulometricamente.

etc. para emprego em paredes externas (fachadas secundárias.Proibida a reprodução sem autorização. 3. sob as marcas "Rebotex" e "Elasticret".11 3. com aditivos impermeabilizantes. . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .). Pancreto Indústria e Comércio Ltda. óxidos metálicos e aditivos especiais. cal hidratada. sobre emboço sarrafeado áspero. Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda.1 TIPO CAMURÇADO DEFINIÇÃO Argamassa composta basicamente de calcário dolomítico. areia industrializada e classificada granulometricamente . 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.continuação E-ARG. áreas de ventilação. todos em formulação que lhe confira acabamento semelhante ao mármore travertino.2 FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • Arga-Rio Argamassas Técnicas Ltda. cimento Portland. II e III. . Capital Federal.. sob a marca "Argatraço Camurçado". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob as marcas "Revestec" e "Massa Especial Externa". Partes I. sob o número 218504 . com aditivos impermeabilizantes.

o que implica em consolidação uniforme da argamassa. cimento e areia fina COMPONENTES pozolana. baixo índice de calor de hidratação. fino 1:1:12 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . O material sílico-aluminoso em estado coloidal pode ser armazenado sem prejuízo de suas propriedades. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Especiais Pozolana E-ARG.3 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os revestimentos executados com mesclas de pozolana aceitam qualquer tipo de pintura e dispensam o chapisco sobre as alvenarias.2 plasticidade imediata. sendo 75% areia média e 25% de areia fina externo. cimento e areia fina pozolana. 2. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. o que recomenda o seu emprego em construções na orla marítima. A argamassa de pozolana possui ainda as seguintes características: • • • • • • 2. baixo índice de permeabilidade e de lixiviação. II e III. cimento e areia. elevada resistência aos sulfatos.2 2. cimento e areia. grosso TRAÇO 1:1:20 1:1:18 1:1:15 1:1:14 1:1:14 1:1:14 1:1:12 pozolana. Partes I. sob o número 218504 . fino externo.12 1. sendo 75% areia média e 25% de areia fina pozolana. Os traços volumétricos das argamassas de pozolanas são os seguintes: UTILIZAÇÃO Assentamento tijolos maciços tijolos furados blocos de concreto azulejos. pega lenta. o que permite o seu emprego logo após a mistura. alta resistência mecânica. grosso interno.1 2. entende-se por argamassa de pozolana a argamassa constituída por um material sílico-aluminoso em estado coloidal e cimento.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2. ladrilhos e ladrilhos em mosaicos Revestimento interno.

substância vítrea de origem vulcânica. Plasticôte do Brasil (Revestimentos) S. amianto.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Especiais Texturadas E-ARG. sob as marcas "Permalit". O fungicida tem por finalidade evitar o aparecimento de fungos (mofo) e a ação de insetos. A mica atua como isolante dielétrico e contribui também para melhorar as características de resistência ao calor e ao fogo e de recobrimento da mescla. O amianto atua como isolante térmico e acústico e as suas fibras servem de estrutura para a argamassa. é o componente mais importante.13 1.. "Ibratin Módulo T" e "Ibratin Azulejo".7 2.9 3. solventes minerais (aguarrás). FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • Glasurit do Brasil Ltda. Paviquímica Produtos Químicos Ltda. É o veículo da composição que confere flexibilidade à película. Partes I. "Permacryl". pigmento resistente à corrosão e imune às mudanças de temperatura. O rendimento da argamassa é de cerca de 1 kg/m² e o acabamento poderá ser com textura grossa ou fina. resultando dessa calcinação a perlita expandida. da família dos poliestéricos..8 2. "Super-Adit". A fibra de vidro atua como retardante do fogo.Proibida a reprodução sem autorização. Serão do tipo "Termikil". carbonato de cálcio. é triturada e aquecida. perlita expandida e elastômero polisobutileno.A. sob a marca "Plasticôte". etc. Ibratio Indústria e Comércio Ltda. A perlita. II e III. além de outras características. adesividade e estabilidade de coloração. à umidade e aos ácidos. com emprego de resina acrílica.1 2. O elastômero polisobutileno confere à argamassa. permitindo o recobrimento de fissuras. sob a marca "Fiber Tex-Cote Glass". dióxido de titânio. sob a marca "Selacril". com emprego de resina acrílica em lugar da alquídica.3 2. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. pigmentos naturais. mica. fibra de vidro. 2.2 2.4 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. fungicida. litopônio. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2. confere poder de recobrimento à argamassa.5 2. O dióxido de titânio.6 2. argamassas texturadas são as argamassas constituídas por resinas alquídicas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 . "Ibratin Textura". Capital Federal.. silicone. óxido de zinco.. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A resina alquídica (polyester alkid resin). material que atua como isolante acústico e térmico.

. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal. Partes I. sob a marca "Latex Textura Acrílico Coral". II e III.13 • • • • • Revplast Indústria e Comércio Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob a marca "Kresil Textura". Texsa Brasileira Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 . sob a marca "Suprafix".... com resina acrílica.A.. com emprego de resina acrílica.Proibida a reprodução sem autorização. Tintas Âncora Ltda. sob a marca "Acril-Texsa". Tintas Kresil Ltda. sob a marca "Revplast".continuação E-ARG. com emprego de resina acrílica. Tintas Coral S.

adaptando-se a alguma exigência especifica. isolamento térmico: 0. com traço básico recomendado de 1:1:1:5. CONSUMO Para o preparo de 1 m³ de argamassa.ºC. o consumo é o seguinte: • • • • cimento: 206 l (248 kg) cal : 206 l.m/m². II e III. Esse traço poderá ser ligeiramente modificado. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A argamassa definida acima apresenta as seguintes características: • • • • peso especifico: 800 kgf/m³. areia e vermiculita expandida.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Especiais Vermiculita E-ARG. A vermiculita expandida obedecerá ao disposto na E-VER. areia : 206 l1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .01. ignífuga. 1.2 2.14 1.9 kcal.Proibida a reprodução sem autorização. em volume. isolamento acústico "NRC" (noise reduction coefficient) : 38%. 3.030 l. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. vermiculita expandida: 1. 1. cal.h. Partes I.1 COMPOSIÇÃO Argamassa constituída por cimento. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal.

úmida e batida à escova. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. entende-se por argamassa vinílica a argamassa constituída por resina vinílica (acetato de polivinila). sob a marca "Vidroplast". sob a marca "Emalux". conforme segue: • • primeira demão: 1 parte de resina para 3 partes de água.1 COMPOSIÇÃO A composição da argamassa é a seguinte: • • • • parte de resina vinílica. Revestilux Comércio Indústria Revestimentos Ltda.. FABRICANTES / PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • Emalux Revestimentos Comércio Indústria Ltda. Esmalit Pinturas Plásticas Ltda..15 1.Proibida a reprodução sem autorização. 2.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Especiais Vinílica E-ARG.. Partes I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. até obtenção da consistência desejada. sob a marca "Revestilux". aplica-se tinta de base de látex com pistola sobre a superfície do revestimento. sob a marca "Esmalit". sob o número 218504 . segunda demão: 1 parte de resina para 1 parte de água. 6 partes de água.A. da Rhodia S. pigmento.3 Para obter-se o aspecto granitado. Retinco Indústrias de Tintas e Revestimentos Ltda.. cimento branco e pigmento. O acabamento será obtido com 2 demãos de verniz de resina vinílica.2 2.. 2. da Rhodia S. Capital Federal. 3. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. do tipo "Emulsão Rhodopás 5000 SMR". do tipo "Emulsão Rhodopás 5500". II e III. 2. cimento branco.

sob a marca "Gessoliso".1 DEFINIÇÃO ARGAMASSAS DE CARBORUNDUM São constituídas pela mistura de argamassa A. Gessoliso Revestimento e Montagem Ltda..MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Especiais Diversas E-ARG. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: ARGAMASSAS DE GESSO • • • Barbosa Pinto Construções e Incorporações Ltda. São recomendadas para locais submetidos a desgaste acentuado por decorrência de abrasão. na proporção de 1:5. em cristais de granulometria apropriada. 1. sob a marca "Digesso". 1. 2. Mineração Gipso Ltda. Partes I.. em peso.2 (vide E-ARG.16 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2 (vide E-ARG. em cristais de granulometria apropriada. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal.03) e óxido de alumínio. em peso.3 ARGAMASSAS DE GESSO São argamassas constituídas por gesso e um aditivo retardador da pega.03) e carborundum. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. sob o número 218504 .2 ARGAMASSAS DE ÓXIDO DE ALUMÍNIO São constituídas pela mistura de argamassa A. 1.Proibida a reprodução sem autorização. na proporção de 1:4.

Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1. Capital Federal.1.3 1. Industrial de Lajes. convenientemente conservadas à sombra e ao abrigo de correntes de ar e de temperaturas inferiores a 10ºC.01 e às necessidades de dosagem. moldagem. resistente e compacto. Lajespuma Cia.6 1. de gordura. satisfarão às condições relacionadas a seguir. A matéria-prima para os artefatos será o ferro fundido homogêneo. 1.1.1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Artefatos E-ART.Pré Fabricados do Brasil Ltda. Partes I.2 2.Artefatos de Concreto Armado Santa Rita Ltda. As peças serão concretadas com vibração ou pervibração.Proibida a reprodução sem autorização.1.01 1. forjado ou batido. de inspeção.4 1. usinagem ou acabamento. As peças não serão removidas e transportadas ao lugar de assentamento antes do decurso de dez dias.01 e E-BLO. 1. tampões. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • • • Acarita . pelo menos.. Albino Mendes & Cia.1 2. bolhas. As superfícies serão isentas de oxidação pronunciada. fendilhamentos. 2. tanques. esfoliações. 2. nem usadas antes de 30 dias. caixas d’água. moirões. Neo-Rex do Brasil Ltda. não apresentarão defeitos de fundição. sob o número 218504 .2 1. desbeiçamentos.02. protuberâncias ou grânulos. II e III..1.5 1. os primeiros 4 dias completos sucessivos à moldagem. Os blocos vazados de concreto especificam-se nas E-BLO. pérgolas. etc. Serão continuamente irrigadas durante.Agregados para concreto (NBR7211).1.. Os agregados para o concreto obedecerão à EB-4/82 . placas. Fábrica do Forte .1 ARTEFATOS DE FERRO CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os artefatos de ferro fundido. Prefasil .1 1. à E-AGR.1 ARTEFATOS DE CONCRETO CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os artefatos de concreto simples ou armado. Todas as peças serão submetidas a cura. isento de fendas.Emilson Pereira do Nascimento.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sem função estrutural tais como lajotas.. caixilhos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. colunas. rebarbas. bolhas ou areia fácil de trabalhar com buril ou lima. a contar da data de sua moldagem. brises. falhas.1.

1 3. 3.2 3. Capital Federal.. Grani-Torre Indústria e Comércio Ltda.continuação E-ART. serão inteiramente deste material ou terão base ou núcleo de concreto armado.Proibida a reprodução sem autorização. Ltda.01 2. 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1. 3. sem empenes. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III. Alvar Industrial e Mineradora Ltda. falhas. Metarlúrgica Barbará.2 FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • Cia. quer executados em fábrica..1 ARTEFATOS DE MÁRMORE ARTIFICIAL CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os artefatos de mármore artificial ou de marmorite. conforme a espessura das peças ou resistência requerida. apresentando superfície de polimento esmerado. sob o número 218504 . quer no canteiro de obra. As peças serão perfeitas.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1. ou outros defeitos. Mepal Pará de Minas Ltda. Partes I. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • Albino Mendes & Cia.

vistas a olho nu. Azulejo – determinação da curvatura diagonal (NBR-6130) Azulejo – determinação da resistência ao gretamento (NBR-6131).determinação da diferença de comprimento entre lados opostos e adjacentes (NBR-6129).2.determinação da estabilidade de cores (NBR-6126). haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: CB-100/83 EB-301/86 MB-1193/85 MB-1194/85 MB-1195/85 MB-1196/83 MB-1197/83 MB-1198/85 MB-1199/86 MB-1200/85 MB-2299/85 NB-796/83 PB-1005/86 Azulejo (NBR-7169).2. vitrificação homogênea e coloração perfeitamente uniforme.determinação da absorção de água (NBR-6127). Azulejo . Azulejo . com esmalte liso. Azulejo – determinação do empeno (NBR-9201). Azulejo – determinação das dimensões (NBR-6l33). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2.Azulejo (NBR-7169). sejam absorvidas pela aparência do conjunto em apreciação. Azulejo . sendo todavia os azulejos isentos de rachaduras. conforme discriminado a seguir: 2. à distância de 1 m. Azulejo .determinação da resistência ao ataque químico (NBR-6128). onde são classificados em "A". desde que as mesmas não comprometam a sua estrutura estática. e que. dureza e sonoridade características e resistência suficiente O PROPRIETÁRIO não admite outras classes de azulejo.01 1.2 Os azulejos desta classe devem ser isentos de qualquer imperfeição visível a olho nu. Azulejo . "B" e "C".Proibida a reprodução sem autorização. Azulejo – determinação da tensão de ruptura à flexão (NBR-6132). à distância de 1 m.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Azulejos Faiança E-AZU.2 CLASSE "B" Nos azulejos desta classe são admitidas imperfeições estruturais e ou de superfície. Partes I. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. sob o número 218504 . brancos ou coloridos. II e III. se não as constantes da CB100/83 . em condições adequadas de iluminação.1 CLASSIFICAÇÃO Serão de primeira qualidade. 2. Capital Federal. comprovada por ensaios de laboratório. 2.formatos e dimensões (NBR-8040). Azulejo (NBR-5644). Assentamento de azulejos (NBR-8214). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 CLASSE "A" 2.

1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As características técnicas dos azulejos são as seguintes. DIN 18155. 4. 3. .A. resistência a choque térmico: 100% das peças.A. DIN 51092. comprovada por ensaios de laboratório. II e III. inclusive pequenas rachaduras.Azulejos (NBR-5644): • • • • • • • variações nas medidas das peças entre lados: 1%.A.03). visíveis a olho nu.A. Incepa Indústria Cerâmica do Paraná S. Céramus Bahia S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. branca ou levemente amarelada e dificilmente raiável por ponta de aço. DIN 18155. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • • • Azulejos do Pará S. Partes I. Indústria de Azulejos do Ceará S. sob a marca "Klabin". sob a marca "Azpa".continuação E-AZU. Capital Federal. 3. DIN 51093. salvo se especificado de modo diverso. sob a marca "Céramus Bahia". Indústria de Azulejos da Bahia S.A.3 CLASSE "C" Nos azulejos desta classe são consentidas imperfeições estruturais e ou de superfície mais acentuadas.Proibida a reprodução sem autorização.2. conforme normas DIN e EB311/86 . Os arremates dos revestimentos de azulejos não serão executados com peças que tenham sido tiradas de linha pelos fabricantes de faiança. porosidade do biscoito: faixa admissível entre 15 e 225. sob a marca "lasa". Cecrisa Cerâmica Criciúma S. sob a marca "Incepa". impermeabilidade absoluta. . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. EB-301/86 (NBR-5644).3 A massa será pouco porosa..A. variações nas espessuras entre peças: 10%. DOE. As arestas serão guarnecidas com cantoneiras de alumínio (vide E-ALU. sob a marca "Cecrisa". resistência a ácidos: normal. desde que estas não comprometam a sua estrutura estática. . variações nas medidas entre peças: 1%. 3. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . à distância de 1 m. IASA produtos Cerâmicos (Brennand).01 2.A. EB-30l/85 (NBB-5644).. Klabin Cerâmica S.2 3. sob o número 218504 . com máximo admissível de 25%.

mástiques e asfaltos). obtidos em estado natural ou por diferentes processos físicos ou químicos.2 3.determinação do teor de betume.01 1.2 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Betuminosos (materiais) Disposições Diversas E-BET. cor pardo-escura ou negra e no qual o constituinte predominante é o betume. emulsões. sendo completamente solúvel no bisulfeto de carbono (CS2). 1. ou ser obtido pela refinação do petróleo. 1. Materiais betuminosos . Materiais betuminosos . Betume é uma mistura de hidrocarbonetos pesados.1 NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. a ASTM assim os definiu: Asfalto é um material aglutinante de consistência variável.1 O ensaio da mancha obedecerá ao método AASHO T-102. Petróleo e outros materiais betuminosos .determinação da perda por volatilização.2. Materiais betuminosos . Partes I.determinação da viscosidade Saybolt-Furol a alta temperatura. DEFINIÇÃO Para fins desta Especificação.determinação de água (método por destilação).1 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III. 3. entendem-se por materiais betuminosos os produtos obtidos pela destilação do petróleo ou do alcatrão de hulha. Materiais betuminosos para emprego em pavimentação (NBR-7208). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. em jazidas. Capital Federal.determinação dos pontos de fulgor e de combustão (vaso aberto Cleveland).2. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes EB-634/75 MB-37/75 MB-48/72 MB-5O/89 MB-107/71 MB-164/72 MB-166/71 MB-167/71 MB-209/69 MB-517/71 TB-27/90 Materiais asfálticos para impermeabilização na construção civil.determinação da penetração (NBR-6576).determinação da ponto de amolecimento (NBR6560). podendo ocorrer na natureza. Produto de petróleo . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 . Cimentos asfálticos de petróleo . CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os materiais betuminosos podem apresentar-se sob a forma líquida.determinação da ductibilidade (NBR-6293). semi-sólida ou sólida (soluções ou tintas. Produto de petróleo .Proibida a reprodução sem autorização. 2. Material betuminoso . Objetivando estabelecer a distinção entre asfalto e betume.1 2.determinação do ponto de fulgor (método pelo vaso fechado Pensky Martens).2 2. com seus derivados de consistência variável e com poder aglutinante e impermeabilizante. Materiais betuminosos . 2.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. O ensaio é feito dissolvendo-se a amostra de asfalto em nafta ou outro solvente. caso o mesmo perdure por 24 horas.continuação E-BET. O resultado positivo rejeita o asfalto ensaiado e o resultado negativo o qualifica. e se houver uma área mais escura no centro. obviamente. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. como de base de alcatrão de hulha. sendo vedado o emprego de substâncias higroscópicas.3 4. solúveis ou que tenham seu volume modificado pelo contato com esse liquido. 4. estes serão sempre da mesma base As cargas minerais empregadas nos materiais betuminosos não devem ser afetadas pela água. Na hipótese de uso simultâneo de vários materiais betuminosos.4 Os produtos obtidos pela destilação do petróleo classificam-se como de base asfáltica. O craqueamento aumenta a produção de gasolina. sob o número 218504 .1 4. e os resultantes da destilação do alcatrão de hulha. Partes I. II e III. ENSAIO DA MANCHA A finalidade do ensaio é eliminar asfaltos que. Se a mancha formada for uniformemente marrom.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 4. o resultado é dado como positivo. o resultado é dado como negativo. Capital Federal.2 3. Uma gota dessa mistura é colocada sobre uma folha de papel filtro e os resultados são observados.3 3. 4. no processo de refinação.01 3. mas o resíduo asfáltico obtido é mais suscetível ao intemperismo. tenham sido craqueados. do grau de craqueamento e da porcentagem de asfalto craqueado.Proibida a reprodução sem autorização. O grau de suscetibilidade depende.

em peso.1 3. em peso. sob a marca "Igol A" e "Sika Baldrame".A.1 2. 1. Partes I. II e III.02 1.Proibida a reprodução sem autorização. no mínimo.1 BASE ASFÁLTICA • • • • Isolamentos Modernos Ltda. sob a marca "Beto-Face". em peso. e em solvente orgânico. é de cura lenta. dissolvido em gasolina.2 FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 2. RC (Rapid Curing) ou "Cut-back". de base asfáltica ou alcatrão de hulha. querosene ou em solventes orgânicos. Capital Federal. 2. em querosene.1 SOLUÇÃO OU TINTA BETUMINOSA COM CARGA CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS BASE ASFÁLTICA • • teor mínimo de asfalto.... O material betuminoso dissolvido em gasolina é de cura rápida. 3. Wolf Hacker & Cia. ponto de amolecimento do piche de alcatrão (anel e bola) : 50°C. no mínimo. 2. 2..A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 60°C. Wolf Hacker & Cia. sob a marca "Protex Coaltar". . 3. 30%. Ltda. sob a marca "Neutrol 45". SC (Slow Curing) SOLUÇÃO OU TINTA BETUMINOSA SEM CARGA CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS BASE ASFÁLTICA • • teor mínimo de asfalto: 35%. ponto de amolecimento do asfalto (anel e bola) : 55°C. Sika S.. ponto de amolecimento da componente sólida. Ltda. sob a marca "Isol 15" Sika S. 2.A.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Betuminosos (materiais) Soluções ou Tintas E-BET. soba marca "Igol T". sob a marca "Protex". sob o número 218504 . MC (Medium Curing).1.1.1.A. Otto Baumgart Indústria e Comércio S.2.2 DEFINIÇÃO É o material betuminoso.2.2 BASE DE ALCATRÃO DE HULHA • • teor mínimo de piche de alcatrão: 35%. é de cura média. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A ..2 BASE DE ALCATRÃO DE HULHA • • • Otto Baumgart Indústria e Comércio S. no mínimo.1 1.

3. Sika SA.. sob as marcas "Neutrol 45 Denso" e "Alumination" (tinta de acabamento).. Capital Federal.A.1 BASE ASFÁLTICA • • Otto Baumgart Indústria e Comércio S. sob o número 218504 .A. 30%. . 3.2. SIKA S.2.1.2 BASE DE ALCATRÃO DE HULHA • • teor mínimo de piche de alcatrão. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. ponto de amolecimento da componente sólida: 60°C.A.Proibida a reprodução sem autorização.2 BASE DE ALCATRÃO DE HULHA • • Otto Baumgarr Indústria e Comércio S.02 3.. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. em peso.continuação E-BET. sob a marca "Igol T Espesso".2 FABRICANTES/ PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 3. sob as marcas “ Igol A Espesso" e "Igol Alumínio". II e III. sob a marca "Isol 15 Denso". no mínimo.

em. Capital Federal.1. obtida com auxílio de agente emulsificador. o material sólido resultante conterá 97% de material betuminoso de base asfáltica. após a aplicação.3 BASE ASFÁLTICA. ponto de amolecimento do componente sólido. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. no mínimo. apresentando resistência à reemulsificação superior a 50°C e teores mínimo de materiais superior betuminoso de 30% para os destinados à impermeabilização. em peso. 3. evaporada a água.Proibida a reprodução sem autorização.2 FABRICANTES/PRODUTOS Consideram se análogos os produtos fabricados por Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2.01).2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As emulsões podem ser de ruptura rápida. Partes I.1. 3. em peso.1 3. EMULSÃO BETUMINOSA SEM CANGA CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS BASE ASFÁLTICA. 40°C.1.3 3. 2. 45°C. As emulsões deverão ser satisfazer à AFNOR-P 84-303. ou lenta. MS-1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. média.1 2. MS-2 e MS-3 (medium setting). isto é. DEFINIÇÃO Para os fins desta Especificação. ponto de amolecimento do asfalto (anel e bola.4 BASE DE ALCATRÃO DE HULHA • • teor mínimo de piche de alcatrão: 25%.MATERIAL E EQUIPAMENTOS Betuminoso (materiais) Emulsões E-BET.03 1. SS-1 e SS-2 (slow setting). 3. 3.1 3. II e III. COM LÁTEX emulsões com dispersão de material betuminoso associado com látex natural (vide ELAT. com emulsificador constituído por material coloidal.2 BASE ASFÁLTICA. as emulsões terão estabilidade suficiente para permitir o transporte e o armazenamento do produto e apresentação instabilidade bastante para que sua ruptura não seja demorada.1. RS-1 (rapid setting). sob o número 218504 . COMUM • • teor mínimo de asfalto: 30%. 2. mínimo). ESPECIAL • • emulsões de características neutras. entende-se por emulsão betuminosa a de materiais betuminosos em água. O grau de estabilidade das emulsões será condicionado às conveniências de cada caso.

sob a marca "Vedapteu". .A. As emulsões aniônicas funcionam exclusivamente com agregados de natureza básica. Otto Baumgart Indústria e Comércio S. Capital Federal. Sika S. .1 EMULSÃO ASFÁLTICA ANIÔNICA E CATIÔNICA DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Indústria Químicas Ltda. Indústria e Comércio. Produtos Impermabilizantes. sob o número 218504 . sob a marca "Frioasfalto".- 5 5.2.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Otto Baumgart Indústria e Comércio S. sob a marca "Vitkote". Indústria e Comércio. sob a marca "Igol 2". sob a marca "Emufal". sob a marca “Emuplástico Látex”. 5. o radical carregado negativamente é solúvel nas partículas dispersas de asfalto. COM LÁTEX • • • • • Ciplak – Indústrias Químicas Ltda.1. sob a marca "Copil-Pasta". ponto de amolecimento do componente sólido: 50°C..continuação E-BET. Partes I. Isolamentos Modernos Ltda. sob a marca "Negrolin" e "Frioasfalto". Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob a marca "Neoflex Hidroasfalto” Asfaltos Vitória Ltda.A.2 FABRICANTE/ PRODUTOS Consideram se análogos os produtos fabricados por• • Incopil S. ESPECIAL • • • • Abbott S. sob a marca "Neosin". sob a marca “Igol 2”. no mínimo.A. sob a marca "Ciplakote G".Proibida a reprodução sem autorização.. Texas Brasileira Ltda.1 EMULSÃO BETUMINOSA COM CARGA CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS BASE ASFÁLTICA • • teor mínimo de asfalto: 30%. Texsa Brasileira Ltda.2. entende-se por emulsão asfáltica aniônica a emulsão na qual o agente emulsificante utilizado tem características tais que. Ciplak . Wolf Hacker & Cia. . . OIto Baumgart Indústria e Comércio S. 3. São de natureza básica.3 BASE ASFÁLTICA.A. sob a marca "Flexcote Emulsão “.2 BASE ASFÁLTICA.. 4. II e III.A.1 BASE ASFÁLTICA. como calcários dolomitos..A.1. 4. 3.A. COMUM • • • • Abbott S.. Sika S. dotadas de pH superior a 7. etc. 4. em peso.. sob a marca "Ciplakote".03 3.1 5.A. durante o processo de ionização.

lama asfáltica. catiõnica. "Chevton Bitumuls RL-1C ou SS-Kh". . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 20-100. aniônica. 6. dotadas de pH menor do que 6. etc. traga melhor resultado. 50°C seg.1. 50°C seg.4 5. aplicados com "primer" "Chevron Bitomuls Primer".1 EMULSÃO ASFÁLTICA COM FIBRAS MINERAIS DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.São de natureza ácida.1. As emulsões catiônicas não apresentam restrições com respeito à natureza do agregado.continuação E-BET.03 5.2 6.. de viscosidade baixa "Saybolt-Furol". II e III. 100-400. • Chevron do Brasil Ltda. 6. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. quartzitos.Proibida a reprodução sem autorização. sob as marcas "Walk Top Preto" e "Walk Top Colorido". ruptura lenta. e "Chevron Bitumuls LA-E ou SS-K". granitos. sob o número 218504 . fibras minerais e pigmentos inorgânicos para enchimento dos vazios e correção das imperfeições da superfície asfáltica. sob as marcas: "Chevron Bitumuls RR-1C ou RS-2E".3K". embora sua aplicação com agregados de natureza ácida. o radical carregado positivamente é solúvel nas partículas dispersas de asfalto. por exemplo. Partes I.3 Entende-se por emulsão asfáltica catiônica a emulsão na qual o agente emulsificante utilizado tem características tais que. Capital Federal. entende-se por emulsão asfáltica cor fibras minerais a emulsão com aditivos para melhorar a resistência. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . catiônica. 5. "Chevron Bitumuls RR-2C ou RS.5. durante o processo de ionização.2 FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Chevron do Brasil Ltda. com maior resíduo e maior viscosidade "Saybold-Furol".

sob as marcas "Carbolástico n° 1 "Carbolástico n° 2". sob a marca "Vedagum". sob o número 218504 ..04 1. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 2.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Betuminosos (materiais) Mástiques E-BET.1 BASE ASFÁLTICA • • • • Isolamentos Modernos Ltda.. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Capital Federal. Ltda. sob a marca "Igas EI". Sika S..A. sob a marca "Durolastic PA" (base de alcatrão e poliuretano) Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A ... sob a marca "Betulastic".A. e 2.A. Ltda. Wolf Hacker & Cia.. Wolf Hacker & Cia. sob a marca "Igas 3". 2..2 BASE DE ALCATRÃO DE HULHA • • • Otto Baumgart Indústria e Comércio S. de solvente ou fluidificante. Partes I. de plastificante e de material inerte granular ou fibroso.Proibida a reprodução sem autorização. nas cores cinza e preta. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Sika S. entendem-se por mastiques betuminosos os complexos constituídos de substância betuminosa. II e III. sob a marca "Necanol Plástico": Otto Baumgart Indústria e Comércio S.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . ASFALTO NATURAL Asfalto natural ou nativo é o asfalto encontrado em depósitos naturais. sob a marca "Asfalto Oxidado": Isolamentos Modernos Ltda.. Mareriais de Construção. Capital Federal..Proibida a reprodução sem autorização.A. a alta temperatura. 2.1 ASFALTO OXIDADO • • • • Asfaltos Vitória Ltda. II e III. Toro Indústria e Comércio Ltda. 1. sob a marca "Solução de Imprimação .. 1.M. Materiais de Construção. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. os produtos fabricados por: 2. através de resíduo da destilação fracionada do petróleo. que se funde pelo calor e no qual os constituintes predominantes são os betumes..4 ASFALTO DESTILADO Asfalto destilado é o asfalto obtido por destilação do petróleo. Tomo Indústria e Comércio Ltda. É obtido pela destilação do petróleo. Ondalit S. é muito duro e não totalmente solúvel no CS2. sob a marca "Toroflex".MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Betuminosos (materiais) Asfaltos E-BET.3 ASFALTO OXIDADO Asfalto oxidado é o asfalto obtido por sopro de ar.1 DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos. de cor entre preta e pardo-escura. sob a marca "Asfalto Oxidado I. Em geral. há ocorrência de asfalto na natureza.Base Asfalto de Petróleo". sob as marcas "Oxidado 0-94" e “Oxidado 0155". 2.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. entende-se por asfalto o material sólido ou semi-sólido. sob o número 218504 . sob a marca "Toroflex". Partes I.2 1.05 1.. fator indicativo de baixo teor de betume. Eventualmente. 1. Ondalit S. sob a marca "Asfalto D-&0".2 ASFALTO DESTILADO • • • Asfaltos Vitória Ltda.

sob o número 218504 . 1.70 mm. tensão de rotura transversal: 1.2 1. 1.. 1. 2. alongamento na rotura transversal: 500%.20 mm de membrana de polietileno e 1. alongamento na rotura longitudinal: 480% (ASTM-D882-67. Partes I. A membrana plástica terá 0.30 a + 100°C. método A). A elasticidade do lençol será de 300%. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: 2. Capital Federal.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS MEMBRANA PLÁSTICA E ASFALTO Lençol constituído por uma membrana plástica de polietileno. revestida em ambas as faces por asfalto catalítico. tensão de rotura longitudinal: 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob a marca "Bituthene 1000".75 MPa (ASTM-D882-67. R.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Betuminosos (materiais) Lençóis Asfálticos E-BET. (Inglaterra). sob a marca "Morter-Plas".. O lençol deverá satisfazer aos seguintes testes: • • • • • ponto de amolecimento do asfalto com elastômero: 97°C (ASTM-D36-70).1 MEMBRANA PLÁSTICA E ASFALTO • Texas Brasileira Ltda. Indaru Indústria e Comércio Ltda.09 mm de espessura e será capaz de suportar temperaturas de .2 2. II e III. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A espessura do lençol será de 1.2 MEMBRANA PLÁSTICA E ASFALTO COM ELASTÔMERO • • Darex Produtos Químicos e Plásticos Ltda.2. método A). sob a marca "Trilast".50 mm de asfalto com elastômero.. sendo 0. método A). Grace Ltda.06 1.2. associada à W. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. constituído por membrana plástica de polietileno e asfalto misturado com elastômero.Proibida a reprodução sem autorização.8 MPa (ASTM-D882-67.1 MEMBRANA PLÁSTICA E ASFALTO COM ELASTÔMERO Lençol auto-aderente e auto-selante.

Viapol Impermeabilizantes Ltda.. Denver Indústria e Comércio Ltda. seco. Capital Federal. alongamento de ruptura: 1380%. sob o número 218504 . sob as marcas "Viapol Glass" e "Viapol Antiraiz".. • • • • • • • • ponto de amolecimento: 123°C (não há escorrimento do material quando aplicado em superfície vertical). apresenta as seguintes características: • • • • • massa especifica: 1.5%. 100 g: 5 segundos.529 MPa (ASTM D412-80). tensão de ruptura: 1. secagem ao toque: 2 a 4 horas (25°C). DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. modificado com elastômero SBS ou APP. sob a marca "Vitlastic". Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . modificado com elastômero SBS (estireno-butadieno-estireno). 2. penetração a 25°C. em volume. resistência a temperatura: -10°C.Materiais betuminosos . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. absorção de água: 0.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O asfalto em solução.2 O asfalto modificado.2%. sob as marcas Denverpren Primer". II e III.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Betuminosos (materiais) Asfalto Modificado Elastômero SBS ou APP E-BET. 2. . apresenta as seguintes características. em estufa.1. segundo a MB-167/71 .Divisão Impermeabilizantes. tempo de secagem entre demãos: 8 horas (25°C).Proibida a reprodução sem autorização. ductibilidade: 11. 2. Partes I.determinação da ductibildade (NBR-6293) 3.07 1. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • Asfaltos Vitória Ltda..Indústrias Químicas Ltda. teor de sólidos: 51. a 100°C durante 24 horas: não há escorrimento. o que lhe confere estabilidade físico-química. entende-se por asfalto modificado o asfalto em solução. sob a marca "Mantacril-Solução". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. elasticidade permanente e grande durabilidade. Ciplak . viscosidade a 25°C: 60 UK (unidades Krebs). "Denverpren" e "Denverpren II". escorrimento.

3 DIMENSÕES COORDENADAS E NOMINAIS Dimensões coordenadas são as dimensões dos blocos destinados à execução de alvenarias modulares. O quadro de medidas dos blocos modulares é o seguinte. NORMAS São as seguintes as normas da ABNT atinentes ao assunto: EB-50/74 MB-116/74 MB-2412/85 NB-307/81 Blocos vazados de concreto simples para alvenaria sem função estrutural (NBR-7173). descontando-se as áreas vazadas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 3. 2. Capital Federal. com tolerâncias permitidas de + 3 e .2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 BLOCOS MODULARES São blocos com dimensões coordenadas. Bloco vazado modular de concreto (NBR-5712). Blocos vazados de concreto simples para alvenaria sem função estrutural (NBR-7184).1. Partes I. valor que corresponde à espessura média da junta de argamassa. II e III. diminuídas de 1 cm. São dimensões múltiplas do módulo M = 10 cm ou de submódulos M/2 e M/4.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS TIPOS E DIMENSÕES Os blocos vazados de concreto apresentam-se nos tipos normal e modular. Dimensões nominais são as dimensões dos blocos indicadas pelos fabricantes.1 DEFINIÇÕES BLOCOS VAZADOS Elementos de alvenaria quando a seção transversal média útil for inferior a 75% da seção transversal bruta. 3. Os blocos normais têm as dimensões indicadas pelos respectivos fabricantes e os blocos modulares têm as dimensões coordenadas.01 1.2 mm: 3. 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Blocos de Concreto Vazados . 2.Sem Função Estrutural E-BLO. 2.1. Seção transversal bruta é a área total da seção transversal do bloco.Proibida a reprodução sem autorização. a útil é a mesma área. Argamassa de assentamento para alvenaria de bloco de concreto determinação da retenção de água (NBR-9287). sob o número 218504 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 3.

2 3.1.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sendo permitidas tolerâncias de +/ 5 mm.01 DESIGNAÇÃO Largura (cm) 19 19 Altura (cm) 19 19 19 19 9 19 19 19 19 19 19 19 19 19 9 Compr. os quais constituirão amostra representativa de todo o lote do qual foram retirados. Capital Federal.3 O quadro de medidas dos blocos normais à o seguinte. Para fornecimento maior que 10.000 blocos. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização. 3. Partes I. (cm) 39 29 19 9 19 39 34 29 19 39 29 19 14 9 19 M-20 19 19 19 14 M-15 14 14 14 9 9 M-10 9 9 9 9 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. o fabricante fornecerá. blocos inteiros de tamanho natural.2.continuação E-BLO.1 AMOSTRAGEM Para fins de ensaio. gratuitamente. DESIGNAÇÃO Bloco de 20 Bloco de 15 Meio Bloco de 20 Meio Bloco de 15 Lajota Meia Lajota Largura (cm) 20 15 20 15 10 10 Altura (cm) 20 20 20 20 20 20 Compr.000 blocos. Para fornecimento de até 10.2. (cm) 40 40 20 20 40 20 3. a amostra representativa mínima será de 10 blocos. II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. a amostra será composta acrescentando aos 10 blocos a parte inteira do quociente da divisão da quantidade total de blocos por 10.000.

2. de 15% (valores máximos).3. As marcas de cada unidade não devem cobrir mais de 5% da área superficial do bloco.4 3. CONDIÇÕES IMPOSTAS A amostra será submetida aos ensaios de acordo com a MB-116/74 (NBR-7184) e deverá satisfazer às condições relacionadas nos itens a seguir. do fornecimento obedecerá ao disposto na EB50/74 (NBR-7173) sobre o assunto.3. A resistência à compressão média será de 2. II e III. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.3.Proibida a reprodução sem autorização.3 Os blocos que constituem a amostra representativa serão marcados para facilidade de identificação e.01 3.3 3. total ou parcial. os blocos não deverão apresentar umidade superior a 40% da quantidade de água fixada como absorção máxima. 3. No momento da entrega ao laboratório.3 3.1 3. remetidos ao laboratório para execução dos ensaios de recebimento.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 . Partes I.2 3. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.5 MPa e a individual. A absorção média será de 10% e a individual.0 MPa (valores mínimos).3. posteriormente.continuação E-BLO. ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO A aceitação e rejeição. de 2.

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS CLASSIFICAÇÃO Os blocos classificam-se em "A" e "B". o comprimento nominal mínimo dos blocos deve corresponder a 2 M = 20 cm. São dimensões múltiplas do módulo M 10 cm ou dos submódulos M/2 ou M/4.3.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Paredes de alvenaria estrutural .ensaio a compressão simples (NBR8949). II e III. NORMAS São as seguintes as normas da ABNT atinentes ao assunto: EB-959/78 MB-1212/79 MB-2162/85 MB-2412/85 NB-307/81 NB-889/84 NB-1228/89 Blocos vazados de concreto simples de alvenaria estrutural (NBR-6136). Dimensões nominais são as dimensões reais acrescidas de 1 cm. 2. e a útil e a mesma área.02 1. 2.2 3. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização. descontando-se as áreas vazadas. Seção transversal bruta é a área total da seção transversal do bloco. Bloco vazado modular de concreto (NBR-5712). Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Blocos de Concreto Vazados . Cálculo de alvenaria estrutural de blocos vazados de concreto (NBR10837).2 BLOCOS MODULARES São blocos com dimensões coordenadas. conforme descrito a seguir: Os blocos de classe "A" são destinados à execução de alvenarias externas que não irão receber nenhum tipo de revestimento.Com Função Estrutural E-BLO. 2. Partes I. valor que corresponde à espessura média da junta de argamassa.3. sob o número 218504 . Em alvenaria estrutural.1 3.1 DIMENSÕES REAIS E NOMINAIS Dimensões reais são as dimensões dos blocos (comprimento e altura) destinados à execução de alvenarias modulares. 2. 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1.1 3. diminuídas de 1 cm. Argamassa de assentamento para alvenaria de bloco de concreto determinação da retenção de água (NBR-9287). 2. Execução e controle de obras em alvenaria estrutural de blocos vazados de concreto (NBR-8798). Bloco vazado de concreto simples para alvenaria com função estrutural (NBR-7186).1.1 DEFINIÇÕES BLOCOS VAZADOS Elementos de alvenaria quando a seção transversal média útil for inferior a 75% da seção transversal bruta.

por qualquer número de blocos.1.02 3. 390 190 390 190 390 190 190 390 20 M-20 190 190 190 140 15 M-15 140 140 140 3. na entrega. DIMENSÃO (cm) DESIGNAÇÃO DIMENSÕES REAIS (mm) Largura 190 Altura 190 190 90 90 190 190 90 90 Compr. II e III. O lote será formado por um conjunto de blocos com as mesmas características. competindo ao fabricante.2 A espessura mínima de quaisquer paredes de blocos será as constantes da tabela a seguir. 3. a indicação dos blocos que atendam a esse requisito. sob o número 218504 .5 mm. tomadas no ponto mais estreito.2.1 Os blocos modulares e submodulares devem atender às dimensões reais constantes da tabela a seguir.1 LOTES Todos os blocos de um fornecimento serão separados em lotes e submetidos ao controle de aceitação.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal. verificadas com precisão de 0.2. satisfeitas as condições aqui descritas. produzidos sob as mesmas condições e com os mesmos materiais.Proibida a reprodução sem autorização.3 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Os lotes serão constituídos.continuação E-BLO. onde foi considerado (A) como a média das medidas de 3 blocos. a critério do comprador. e (B) a soma das espessuras de todas as paredes transversais do bloco.3 3.3. DIMENSÕES 3.2 Os de classe "B" são destinados à execução de alvenarias internas ou externas que irão receber revestimento. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.3 mm. Partes I. com tolerâncias permitidas de +/.3. dividida pelo comprimento do bloco: DESIGNAÇÃO PAREDES LONGITUDINAIS (A) (mm) 25 32 PAREDES TRANSVERSAIS PAREDES (B) (mm) 25 25 ESPESSURA EQUIVALENTE (B) (mm) 188 188 M-15 M-20 3.

ou fração excedente aos. a amostra será composta. posteriormente lacrado. AMOSTRAGEM De cada lote perfeitamente definido.4.000 blocos.000 blocos.6 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .3 3. desde que requerido pelo comprador. no mínimo. no mínimo.000.5. As marcas de cada unidade não devem cobrir mais de 5% da área superficial do bloco. pata facilidade de identificação.000 blocos.5 3. Os blocos destinados a ensaios serão colocados em recipiente estanque. II e III.4. 12 blocos. aos ensaios de determinação de absorção de água. ao ensaio de determinação da área líquida. Para lotes com mais de 10.2 3. a amostra será composta de. em MPa.3. a outra metade. de forma aleatória. blocos inteiros que constituirão a amostra do lote para efeito de ensaios. Todos os blocos de uma amostra serão marcados. onde: fbk fb Sn n t resistência característica do bloco à compressão.000 blocos. desvio padrão calculado com os exemplares da amostra. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.5. sob o número 218504 . primeiros 10.continuação E-BLO. Metade dos blocos da amostra será submetida ao ensaio de determinação da resistência à compressão. ensaiados à compressão. e remetidos ao laboratório para os ensaios. a maior quantidade de blocos destinar-se à ao ensaio de determinação da resistência à compressão. conforme E-AAA.02 3. número de exemplares da amostra. Capital Federal. ENSAIOS Todos os ensaios serão executados de acordo com a MB-1232/73 (NBR 7186).3 3. Para lotes com até 10.1 Para conjuntos de até 10. A retirada será feita por funcionário do laboratório. VALOR CARACTERÍSTICO DA RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO Admite-se uma distribuição normal para as resistências à compressão dos blocos. resistência média dos blocos ensaiados à compressão. em MPa.4.5. Partes I.2 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. umidade e.3 3.1 3. Sempre que o número de blocos da amostra for ímpar. coeficiente da distribuição de Student dado pela relação abaixo: 3. serão retirados. por laboratório.4 3. sendo o valor característico estimado pela expressão fbk = fb – t .4 3. Nenhum lote poderá constituir-se de mais de 100. dos 12 blocos mais 2 para cada 10. informação que deverá constar do relatório.Proibida a reprodução sem autorização. em MPa.4.02.000 blocos será constituído somente um lote. Sn correspondente ao quantil de 5% da respectiva distribuição.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.860 10 1.703 30 1.650 3.895 9 1.740 20 1.051 7 1. II e III.699 32 1.721 24 1.02 n t 6 2.729 22 1. sob o número 218504 .714 26 1. total ou parcial. Partes I. do lote obedecerão ao disposto na EB-959/78 (NBR-6136) Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização.833 12 1.943 8 1.continuação E-BLO.753 n t 18 1.796 14 1.708 28 1.771 16 1.7 ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO A aceitação e rejeição. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

m/h. Com relação à estabilidade dimensional. sob a marca "Sícal".1 2. Indústria e Comércio .°C. em alta temperatura e a 12 atmosferas de pressão . CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O coeficiente de condutibilidade térmica do concreto celular com que se confeccionam os blocos será de 0.2 2. 1. II e III. que dilata a massa e forma células uniformes e estanques. será de 1. o decréscimo de temperatura.3 a 0. entre as 2 faces. em paredes com blocos de 10 cm de espessura e peso específico de 450 kgf/m³. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .4 3.03 1. Capital Federal. O isolamento acústico médio é de 40 db.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. sob o número 218504 . revestidas nas 2 faces. A estrutura celular é produzida pela geração de gás de hidrogênio. areia .3 2. pó de alumínio e aditivos químicos. confeccionado a partir de uma mistura de cimento. autoclavado.188 para 95°C FABRICANTES/ PRODUTOS Consideram se análogos os produtos fabricados por: • Sical 5 A.5 mm/m desde o estado de saturação completa até o estado seco. a retração por unidade será de 0.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Blocos de Concreto Celular E-BLO. Em paredes executadas com blocos de 12 cm de espessura e após 6 horas de exposição ao fogo. O processo químico físico na cura é completado dentro de autoclaves.3 2.m². cal .13 kcal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. o material adquire suas características de monosilicato de cálcio hidratado. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2.2 1.1 DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.10 a 1. Após um período de 18 horas em vapor saturado. com as seguintes características: 1. entendem se por blocos de concreto celular os blocos fabricados com concreto leve.

5 em 2.30 0. sob o número 218504 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III.50 PESO ESPECÍFICO (kg/m³) 315 (+/-) 475 (+/-) 530(+/-) ESPESSURA (cm) 20/30/40 5/7. Partes I.5 cm • Siporex concreto Celular S.5 cm a partir de 7.Proibida a reprodução sem autorização.45 e 0.5 MPa 60 x 37.30 são para uso em lajes nervuradas e os blocos tipos 0. com as características do quadro a seguir.50 são para uso e alvenarias de vedação ou estrutural: TIPO 0. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.5 cm modulando de 2.5 MPa BLOCO B6 Alvenaria Autoportante 600 kg/m³ 4.5 cm 60 x 37.5/10 12/15/20 LARGURA (cm) COMPRIMENTO (cm) 40 40 60 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .45 0.continuação E-BLO.03 ITENS Utilização Peso específico (seco) Resistência mínima à ruptura por compressão Dimensões largura x altura Espessuras TIPOS BLOCO B5 Alvenaria de Vedação 500 kg/m³ 2. sendo que os blocos tipo 0.sob a marca "Blocos Siporex"..A.

04 1. paredes isolantes térmicas e/ou acústicas. sapatas. 2. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • Prensil S. INDICAÇÃO Utilizados como alvenaria estrutural. . misturadas homogeneamente prensadas e autoclavadas sob altíssima pressão e temperatura 3.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Blocos Sílico-Calcáreos Vazados . NORMA Será aplicada a norma DIN 106.Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal.A. 4. Partes I. pilares e fôrmas. paredes com e sem função estrutural. sob o número 218504 . DEFINIÇÃO Entende-se por blocos de sílico-calcário aqueles fabricados pela fusão de cal virgem em pó e areia quartzosa. apresentam algumas vantagens como dispensa de vigas. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Produtos de Alta Resistência. Podem ser aplicados em alicerces. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Com Função Estrutural E-BLO. II e III.

conforme utilização e recomendações do fabricante. etc. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. vinagre.38 g/cm³. cargas reforçantes e pigmentos. 2.1. a designação correta do produto seria "placas de elastômero". 2. 3.Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.5.. resina de estireno.01. plastificantes. conforme especificação. fabricados por: • • Borcol Indústria de Borracha Ltda. caneladas. As superfícies de acabamento podem ser pastilhadas. sabão em pó e soda cáustica a 10%. abrasão (perda em gramas) : 0. lisas.1 DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.Pisos de Borracha Plásticos Ltda.18.. Todavia. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .01 1. Partes I. sob o número 218504 . detergentes domésticos. optou-se pela terminologia "placas de borracha". peso específico: +/. face ao uso generalizado na construção civil.2 As placas poderão ser assentadas com cola ou argamassa. 1. resistência aos seguintes agentes químicos: suco de limão.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As placas de borracha deverão apresentar as seguintes características: • • • • dureza Shore A: 80 +/. 2. Plurigoma . inclusive acessórios.. II e III. entende-se por placas de borracha as placas constituídas por borracha sintética do tipo SRB. I De acordo com a E-ELA.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Borracha Placas E-BOR.

1.A. Partes I. Eluma Conexões S. Capital Federal. cobre ou outro material preconizado pelo fabricante dos tubos.A.2. porcas e arruelas. Metalúrgica Metsel S.. Brasileira Metalúrgica 5 . Elpasa Metalúrgica S.A. com braçadeira flexível de engate.2 1.. Mecânica Walsywa Ltda. Pabat Produtos de Alta e Baixa Tensão S. Metalúrgica Moferco Ltda. II e III. que é prefixado. sob o número 218504 . O náilon receberá tratamento que lhe confirme características de grande resistência à tração. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília..1 1. 1. ferro fundido ou aço. serão de aço galvanizado ou metalizado. de carretel de fita contínua ou de tubo formado por espiral contínuo. PVC OU POLIPROPILENO Serão de uma Só peça ou de rolo de fita contínua.2 1.40 a + 100°C.4 POLIETILENO Serão de rebite ou de fivela. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . O que for empregado em braçadeiras pata uso externo deverá suportar variações de temperatura de considerável amplitude. sob a marca "Sobenial". Sisa .2.2 1.A. variando de . 1. NÁILON Serão de uma só peça.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS METÁLICAS Todas as braçadeiras para fixação de canalização de cimento-amianto.Sociedade Eletromecânica Ltda. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram se análogos os produtos fabricados por: 2.1 1. 2. latão.A. serão usadas braçadeiras de bronze.3 1. bem assim os respectivos parafusos.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Braçadeiras E-BRA.1.A. tomando-se todas as precauções no sentido de evitar se a formação de par elétrico. galvanizado ou não.1 METÁLICAS • • • • • • • • • Brasmetal .Cia..5 NÁILON E PVC Serão do tipo berço.01 1.1. Para o caso de tubulações de cobre. Fundição Tupy S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995..Proibida a reprodução sem autorização.

II e III.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Plásticos Fischer do Brasil Ltda. Capital Federal.3 PVC OU POLIPROPILENO.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I.continuação E-BRA. E NÁILON E PVC • Hellermann do Brasil Indústria e Comércio Ltda. POLIETILENO. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 . 2.2 NÁILON • • Hellermann do Brasil Indústria e Comércio Ltda.01 2.

sob as marcas "Walsywa WQA". 2.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por 2. Não será afetado por variações atmosféricas e suportará temperatura entre -40 e +100°C. 1. Partes I. Plásticos Fischer do Brasil Ltda. para fixações de alta resistência em concreto. utilizadas em extensões de fios. do tipo "SL".1 BUCHAS E CHUMBADORES DE AÇO • • • Mecânica Walsywa Ltda. chumbador químico em que a fixação é feita por adesão e não por atrito. 2.3 CHUMBADORES QUÍMICOS • Mecânica Walsywa Ltda. Plásticos Fischer do Brasil Ltda. II e III. Tecnart Importação e Comércio Ltda. e "Malsywa MQI". 1. fabricadas em polipropileno e para fixação em tijolos e blocos de concreto. 2. com aplicação recomendada para blocos vazados. Fixal Equipamentos de Fixação.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS BUCHAS E CHUMBADORES DE NÁILON O náilon empregado na fabricação das buchas será resistente a golpes e à corrosão. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2.. Capital Federal. sob o número 218504 .. chumbador químico de ampola..2 BUCHAS E CHUMBADORES DE NÁILON • • • Düben-BAC Indústria e Comércio de Plásticos Ltda.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Buchas e Chumbadores E-BUC.01 1.4 BUCHAS DE PRESSÃO .SEM PARAFUSO • Düben-BAC Indústria e Comércio de Plásticos Ltda.Proibida a reprodução sem autorização. sob a referência "Série A Bucha de Pressão".2 BUCHAS DE PRESSÃO São buchas sem parafuso.

1. II e III.04. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.28.4 DE EPÓXI Conforme E-EPO.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DE ACRÍLICO Conforme E-ACR. E-ELA. 1. 1. sob o número 218504 .5 DE POLIURETANO Conforme E-POL.3 DE ELASTÔMERO Conforme E-ELA.04. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.01 e E-ACR.06 1.01.05 e E-ELA.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Calafetadores E-CAL.03. Capital Federal.01 1.2 BETUMINOSOS Conforme E-BET. 1.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I.

de borracha dura. É usado junto às portas para limpeza das solas dos calçados. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. dos tipos "NOMAD TS". Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob a marca "capacho de fibra de vinil". 2. ou de fibra de coco. Capital Federal.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Capacho E-CAP. Partes I. "NOMAD TC".. II e III. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Espécie de tapete de fibras grossas e ásperas. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • 3M do Brasil Ltda. Casa da Corda Ltda. sob e marca "capacho para fibra de coco indiano".Proibida a reprodução sem autorização.01 1. sob o número 218504 . arame ou laminas metálicas.

juta e sisal).01 1.1 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2. acrílico.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Carpetes E-CAR. fixados nos limites perimetrais dos recintos. Partes I.2 QUADRO COMPARATIVO DAS MATÉRIAS-PRIMAS MATÉRIAS-PRIMAS CARACTERÍSTICAS Resistência ao desgaste Resiliência Resistência a microorganismos Facilidade de limpeza Lã M M B B Náilon A A A A Poliéster A M A A Acrílico M M A A Poliprop. Poderão ser colados no piso ou.A. entende-se por carpete a forração que recobre todo o piso recinto. Os carpetes poderão ser em forma de placas ou mantas.Proibida a reprodução sem autorização.2.2 MATÉRIAS-PRIMAS 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . poliéster e outros) BASE 100% polipropileno 100% fibras sintéticas Mista (fibras vegetais e sintéticas) Sem base (agulhado de manta única) ACABAMENTO “Backing" com aplicação de látex carboxilado Látex carboxilado e dublagem com manta bidim ou tela raschel Imersão total com látex carboxilado 2. As matérias-primas naturais podem ser animais (lã) ou vegetais (algodão. dividem-se em naturais e químicas.1 DEFINIÇÕES Para efeito desta Especificação. no caso mantas. poliéster e polipropileno). II e III. 1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os carpetes poderão ser constituídos com as seguintes matérias primas: SUPERFÍCIE 100% poliamida (náilon) 100% polipropileno 100% poliéster Mista (poliamida. B B A A Viscose B B B B A = alta B = baixa M – média FONTE: RHODIA S.1 As matérias-primas empregadas na obtenção de fibras ou fios. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. a forração que recobre parte dele.2 2. e por tapete. que posteriormente serão usadas na produção de carpetes e tapetes. Capital Federal. e as químicas podem ser artificiais (viscose) ou sintéticas (poliamida-náilon. 2. sob o número 218504 . polipropileno e poliéster) Mista (polipropileno.

Indústria e Comércio Têxtil Avanti Ltda.A.01 3.A..Indústria Tapetes Atlãntida Ltda. Indústria de Tapetes Bandeirante S.. FABRICANTES/PRODUTOS Dentro das respectivas características técnicas.A. consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • • Fademac S. Capital Federal. Santa Mônica Tapetes e Carpetes. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III..A..continuação E-CAR.. Ita . Têxtil Tabacow S..Proibida a reprodução sem autorização. sob o número 218504 . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Tapetes São Carlos Ltda. Sommer Multipiso Revestimentos S.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.4 mm para as instalações hidráulicas. novo. 2.A. 2. marcas. haverá particular atenção para o disposto na TB-108/81 .Chumbo (NBR-6219).1 2. A espessura do lençol ou chapa não poderá ser inferior a 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Chumbo Em Lençol E-CHU. II e III. Metais Não Ferrosos.3 3. Capital Federal. Partes I.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Será laminado. dúctil. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . isento de rasgões. Chapas com dimensões superiores a 350 x 75 cm deverão ser manipuladas com precauções espaciais. Marvin. textura perfeitamente homogênea.01 1. mossas profundas ou impurezas.2 2. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • Impermetal Betina S. de espessura uniforme. S. sob o número 218504 .

2 3.2 2. cobre eletrolítico é o cobre obtido a partir de produtos impuros desse metal ou de seus compostos. Sua condutibilidade elétrica mínima.01 1. Capital Federal. cobre é o material resultante da fundição de produtos impuros desse metal. Produtos e ligas de cobre (NBR-5019). incluída a prata. Tubos de cobre e suas ligas.requisitos gerais (NBR5020). distinguindo-se os tipos refinado a fogo. Apresentará um teor mínimo de 99. 3. 3. incluído o teor de prata. sob o número 218504 .tipos e ligas (NBR-7554).1.1 DEFINIÇÕES Para efeito desta Especificação. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. para condensadores.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Cobre E-COB.5%.1. Partes I. as de tipo macio permitirão seu dobramento em bloco e à mão.1. 1. II e III.85% de cobre. evaporadores e trocadores de calor (NBR-5029). sem costura . refinados por um processo metalúrgico a alta temperatura.Proibida a reprodução sem autorização.1 3. Para as peças auto-suportantes.3 3. laminadas a frio. Exigindo maior flexibilidade. sem estalar ou fissurar. o material será laminado a quente ou convenientemente recozido. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: CB-48/82 EB-224/81 EB-272/80 EB-273/82 EB-274/82 EB-366/77 EB-584/84 TB-50/82 Cobre . e refinado a fogo. Conexões para unir tubos de cobre por soldagem ou brasagem capilar. 1. de alta condutibilidade. mediante um processo eletrolítico de separação. 3. tenaz.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sem costura. Barras e perfis de cobre para usos gerais (NBR-5027). será de 100% lACS. Ainda para efeito desta Especificação. Apresentará um teor mínimo de 99. Tubo de cobre sem costura para refrigeração e ar condicionado (NBR7541). as chapas serão do tipo meio-dura. que exijam maior resistência mecânica ou indeformabilidade. no estado recozido.1. tenaz. Tubo médio e pesado de cobre sem costura para condução de água (NBR-7542). As chapas satisfarão ao ensaio de dobramento a 180°. Tubo de cobre e de ligas de cobre.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS CHAPAS O cobre em chapa será do tipo cobre refinado a fogo. com variação do peso inferior a +/. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.90% de cobre. A espessura das chapas será uniforme. Terá a maleabilidade correspondente às condições de trabalho.

01 3.2 TUBOS Serão utilizados tubos de cobre extrudados e trefilados.Proibida a reprodução sem autorização. em cobre desoxidado recozido. fabricados e fornecidos de acordo com as normas. sob o número 218504 .continuação E-COB. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • Eluma Conexões S. de fabricação industrial. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I. fornecidas de acordo com a EB-366/77. Capital Federal.3 CONEXÕES Serão forjadas. 3. II e III.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A.A. Impermetal Betina S. sem costura. Termobronze Metais e Ligas Ltda. 4. Termomecânica São Paulo S. Metais Não Ferrosos.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995..

Ensaio de compressão de corpos-de-prova cilíndricos de concreto (NBR5739). 3.08. areia. de qualidade rigorosamente de acordo com o estabelecido para esses materiais nas Especificações respectivas. II e III.01 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. serão feitos antes da descarga do concreto na obra e de acordo com o contido em P-05.CON.01. Projeto e execução de obras de concreto armado (NBR-6118). 2.CON. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. sob o número 218504 . bem como o ensaio de abatimento do tronco de cone ("Slump test"). haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: CB-130/92 MB-2/83 MB-3/74 NB-l/78 Concreto . respectivamente.2 CONDIÇÕES DE ACEITAÇÃO Para controle do inicio de pega será exigida a cronometragem do tempo gasto no percurso entre a usina e a obra.CON. bem assim com o disposto no P-05. A moldagem de corpos-de-prova. Capital Federal. CLASSIFICAÇÃO Os concretos serão classificados pelos seguintes grupos de resistência: 3. brita e água.3 4.Proibida a reprodução sem autorização.06 e P-05. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os concretos usinados serão constituídos de cimento Portland.classificação pela resistência à compressão e de concreto para fins estruturais (NBR-8953). 3.1 3. cilíndricos ou prismáticos (NBR-5738). Moldagem e cura de corpos-de-prova de concreto. Serão recusadas as partidas de concreto que não atenderem a quaisquer das exigências mencionadas.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Concreto Usinado E-CON.

Capital Federal.01 Grupo I de resistência Resistência característica à compressão (MPa) 10 15 20 25 30 35 40 45 50 Grupo II de resistência Resistência característica à compressão (MPa) 55 60 70 80 C10 C15 C20 C25 C30 C35 C40 C45 C50 C55 C60 C70 C80 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização.continuação E-CON. sob o número 218504 .

a composição atenderá também ao contido na E-CON. DEFINIÇÃO/CARACTERIZAÇÃO Os concretos simples terão composição análoga à especificada para o concreto estrutural (vide P-05. 2.CON. no caso de concreto usinado.02 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Concreto Simples E-CON. Capital Federal.01). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. e. CLASSIFICAÇÃO Os concretos serão classificados pelos seguintes grupos de resistência: Grupo I de resistência Resistência característica à compressão (MPa) 10 15 20 25 30 35 40 45 50 Grupo II de resistência Resistência característica à compressão (MPa) 55 60 70 80 C10 C15 C20 C25 C30 C35 C40 C45 C50 C55 C60 C70 C80 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 . II e III.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.01.

II e III. 3. previamente fixada.4 e demais condições conforme o tipo CC. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. obtida por meio de marrão. de modo a não permanecerem apertadas entre si ou contra as fôrmas.2. A porcentagem de pedra de mão.2 Composto de concreto simples CS. que a massa do concreto ciclópico se mantenha integralmente plástica. Capital Federal. 2.1 DEFINIÇÃO Entende-se por concreto ciclópico aquele que é constituído por concreto.2 3. DOSAGEM A porcentagem do agregado miúdo. sobre o volume total de agregado. ditas de mão.1 4.1 2.2 2.3 Composto de concreto simples CS. entre 30 e 45%.1 Composto de concreto simples CS. pedras de mão com dimensões máximas de 35 cm e fator água/cimento compatível com a consistência e a resistência desejadas. TIPOS CONCRETO CC. 1. por ocasião do lançamento nas fôrmas será progressivamente incorporada a quantidade de pedras. 4.3. Haverá o maior cuidado para que as pedras de mão fiquem perfeitamente imersas e envolvidas pela massa do concreto. de dimensões tais que possa ser manuseada TB-16/55 .2. será fixada de acordo com a consistência.2 CONCRETO CC.Proibida a reprodução sem autorização.03 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Concreto Ciclópico E-CON. sobre o volume total de agregado do concreto.3 CONCRETO CC. sob o número 218504 . arestas ou diagonal superiores a 35 cm. 1. pedras de mão e fator água/cimento compatível com a consistência e a resistência desejadas. preparado à parte nas resistências estabelecidas pelo cálculo estrutural e a cuja massa. mesmo depois do lançamento das pedras de mão.Materiais de pedra e agregados naturais (NBR-7225). estrutural ou não. será de 30%. a incorporar à massa de concreto já preparado.1 3. no máximo. ainda. Partes I. Pedra de mão ou pedra amarroada é a pedra bruta.2 4. CONDIÇÕES GERAIS As pedras de mão não poderão ter diâmetro. 4.

2.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A dosagem para a produção de 1 m³ de concreto plástico de 400 kg/m³ é a seguinte: • • • • • • • poliestireno expandido. Leichtbauer Projetos e Obras Ltda.11 kcal.01) 2.m². Dessa mistura resulta a formação de silicato de cálcio.040 a 0.3 FABRICANTES/PRODUTOS O PROPRIETÁRIO aceita os produtos fabricados por: • • • • Eteco . entende-se por concreto celular o concreto leve fabricado a partir da mistura de cimento e materiais silicosos.A..°C. 1. condutibilidade térmica: 0.A.. areia de 0. para provocar aderência do cimento sobre as pérolas: 2 kg. 1. sob o número 218504 . o que garante a estabilidade dimensional.Proibida a reprodução sem autorização.6 mm: 14 kg. Siporex Concreto Celular S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.m/h. fator água/cimento: 0.2 2. grande resistência mecânica e satisfatória estabilidade dimensional.046 kca1. Partes I. fabricado a partir da mistura de cimento e pérolas de poliestireno expandido (vide E-POL. II e III. Sical S.°C. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2.4. entende-se por concreto plástico de poliestireno o concreto leve.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O concreto celular em placas ou blocos será do tipo autoclavado. 1. Terá condutibilidade térmica compreendida entre 0. água: 107 litros: aglutinante.04 1. composto químico de elevada porosidade. tipo P-300: 12 kg.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Concreto Especiais .Empresa Técnica Auxiliar de Construção Ltda.2.m/h.m². cimento: 267 kg.1 CONCRETO PLÁSTICO DE POLIESTIRENO DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.Concreto Celular E-CON. Indústria e Comércio.1 CONCRETO CELULAR DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.

porque na betoneira convencional as pérolas poderão separar-se da argamassa.3 Mistura-se o poliestireno expandido com o aglutinante diluído em 40 litros de água. tipo P-300: 12 kg. areia entre 0. cimento: 336 kg.A. aglutinante. menos os 40 litros já utilizados. Indústrias Químicas.°C. sob o número 218504 .2.2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Hoechst do Brasil Química e Farmacéutica S. do tipo "Acronal 295-D". do tipo "Nowilith DM-Go". 2. A quantidade de água pode variar com a umidade da areia e a temperatura ambiente.Proibida a reprodução sem autorização. 2.20 kcal.4 2. O concreto plástico será confeccionado em betoneira de circulação forçada.0 mm: 181 kg. II e III. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.04 2.continuação E-CON.4: condutibilidade térmica: 0. Partes I..m/h. cimento e a quantidade de água necessária.2.6 e 3. para provocar aderência do cimento sobre as pérolas: 2 kg. fator água/cimento: 0.m².A.2 A dosagem para a produção de 1 m³ de concreto plástico de 700 kg/m³ é a seguinte: • • • • • • • poliestireno expandido. Capital Federal. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os aglutinantes fabricados por: • • Basf Brasileira S. Em seguida. água: 169 litros.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . adicionam-se areia.

2 2.3 PARA ANODIZAÇÃO Os corantes para anodização de perfis e ligas de alumínio serão de base de anilina. PARA CONCRETOS E ARGAMASSAS Os pigmentos para concretos e argamassas serão constituídos por óxidos metálicos fabricados dentro do mais criterioso controle técnico. 2. sob o número 218504 .5. como óxido de ferro ou de cromo. sem diluir-se. Admite-se. 2.01 1. Deverão. Fucsina é uma substância cristalina. tubulações. Para os testes de vazamento pode-se empregar o produto ácido ou básico. de fórmula C20 H20 N3 Cl e é preparada por oxidação da anilina e de seus homólogos.2 PARA TINTAS DE BASE DE PVA Os corantes para tintas de base de PVA terão também coloração resistente à ação da luz solar e da chuva. será empregada uma solução de fucsina ou fucsina em água. Capital Federal. II e III.3 3. entendem-se por pigmentos os produtos sólidos (em pó) de cor própria e que permanecem em suspensão. minimizar a eflorescência em artefatos de cimento e dispersar as partículas do pigmento. 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Corantes e Pigmentos E-COR. apenas..4.4.5.4 2. 2. sem efeito na cura do cimento e não reativos com outros ingredientes que integram a mistura. Deverão possuir resistência constante à luz solar e às intempéries. de chapiscos. Entendem-se por corantes os produtos líquidos. ainda.Proibida a reprodução sem autorização. que têm por finalidade fixar a cor das pigmentações. isto é.5 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 2. aminobenzeno ou fenilamina da maior pureza.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS PARA ARGAMASSAS Os pigmentos para argamassas de cimentados.1 PARA TESTES Nos testes de vazamento em impermeabilizações. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. bem como à alcalinidade do cimento e a ácidos fracos. na fase liquida da mistura. TERMINOLOGIA Para efeito desta Especificação. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 2.1 2.5. Partes I. o que exige que elas sejam muito finas. de revestimentos e de rejuntamento terão coloração resistente à ação da luz solar e da chuva. etc. 2. para garantir grande rentabilidade no final. o emprego de pigmentos inorgânicos.

Partes I.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.. Tintas e Pigmentos. Hoechst do Brasil Química e Farmacêutica S.1 PARA ARGAMASSAS • • • Globo S. sob a marca "Corantes Líquidos Xadrez". Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A. Syntechrom Indústria Nacional de Pigmentos e Derivados S.A. Sherwin Wilhams do Brasil Indústria e Comércio Ltda. 3.A. Capital Federal. sob a marca "Colorcret". sob a marca "Suvinil Corantes". sob o número 218504 .2 PARA TINTAS DE BASE DE PVA • • • Glasurit do Brasil Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização. Tintas e Pigmentos. II e III. Tintas e Pigmentos.3 PARA CONCRETOS E ARGAMASSAS • Globo S.continuação E-COR. sob a marca "Xadrez". Globo S. sob a marca "Color Tone PVA".01 3.. 3.A.A.

extraída da casca do Sobreiro verdadeiro (Quercus Suber) 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Cortiça E-COR.Cortiça. Corticenter Comércio de Cortiças Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cortitex Comércio de Revestimentos Ltda.A.2 AGLOMERADA Será obtida por compressão a quente. 3.Arte e Cortiça Ltda. Corticeira Paulista S. II e III. Partes I. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos de: • • • • • Cortiart . Capital Federal. Cortimpex Indústria e Comércio Ltda.1 TIPOS NATURAL De primeira qualidade. e não poderá conter qualquer aglutinante além de sua própria resina natural..Proibida a reprodução sem autorização.. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. em moldes de aço.. 1. 2.. haverá particular atenção para o disposto na TB-79/71 .26 1. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

Capital Federal.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. azulejos.. 2. etc. sob o número 218504 .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Cortadores e Furadores Rodel Cortante e Cortante E-COR. circular.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. II e III. FABRICANTES Admite-se o emprego de equipamentos fabricados por: • • • Fermatic Indústria e Comércio de Máquinas Ltda. etc. de forma retangular. Robert Bosch Ltda. entendem-se por cortadores os equipamentos destinados ao corte de materiais diversos. e por furadores os equipamentos destinados a abrir janelas.. tais como ladrilhos. Makita do Brasil Ferramentas Elétricas Ltda. quadrada. em ladrilhos e azulejos. mármores.51 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . granitos. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2. a frio. 10. Os silicatos são destinados a conferir ao produto qualidade éticas especiais.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os cristais planos.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. paralelas e polidas. II e III. são submetidos a um trabalho mecânico suplementar. Oito trabalho destina-se a desempenar as duas faces do cristal. 15 e 19 mm. Após o recozimento..Cia. de desbastamento e polimento. Brasileira de Cristal. 8. tornando-as praticamente planas. Os cristais planos. com outros elementos. um alcalino e outro terroso ou metálico. cristais são complexos químicos resultantes da combinação de dois silicatos. Os cristais planos podem ser temperados ou termoabsorventes. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . lisos.01 1. 5.3 2. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Cebrace . 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.5 kgf/m² e por mm de espessura. transparentes são fabricados nas seguintes espessuras: 4. Capital Federal. Não poderão apresentar distorção ou ondulação aparentes. 12. A tolerância de planimetria é de 2% de mm. 6.4 3. lisos. O paralelismo entre as faces poderá ser obtido por flutuação. quando examinados a um ângulo superior a 5 graus. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Cristais E-CRI. sob o número 218504 . O peso dos cristais planos será de 2. 2. transparentes são produtos obtidos por fundição e laminação.2 2.

15 kg. quando necessário.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Diatômito E-DIA. medido numa capacidade de 1 litro. sob as marcas "Cimentos Isolantes CLR e CSC". II e III. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Terá peso especifico aparente máximo de 0. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Owens-Corning Fiberglass Ltda. Partes I. É aplicado na constituição de cimentos isolantes. constituído por carapaças de algas diatomáceas. 3. sob o número 218504 .04 kcal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .01 1. e condutibilidade térmica inferior a 0. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.°C. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.. 2.m/m². TIPO O Diatômito ou "Kieselguhr". será praticamente isento de argila e calcinado. sem apertar.h.Proibida a reprodução sem autorização.

resina alquídica (vide E-MAD. mineral maciço.Proibida a reprodução sem autorização.1. Capital Federal. compensado naval (vide E-MAD. com os seguintes acabamentos: • • • • • • • lâmina de madeira natural (vide E MAD. 2.01).02). sem deslocamento dos adjacentes.04) pintura em epóxi.01 1. 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. No caso de locais em que o sigilo seja necessário.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS PAINÉIS Os painéis são constituídos por núcleo (miolo) e revestimento. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. madeira aglomerada de alta densidade (vide E-MAD. carpete.02).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Divisórias Removíveis E-DIV.4 2.02). DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.3 O revestimento será composto por chapas duras de fibra de madeira. Os núcleos podem ser de: • • • • • • • • • madeira aglomerada (vide E-MAD.1. II e III.1.5 2. montado por simples processo de encaixe. gesso nervurado. 2.1 2. será de 40 dB. chapas de vermiculita expandida (vide E-VER. chapas de aço ou chapas de cimento-amianto. tecido.6 O isolamento sonoro médio dos painéis será de 32 dB. pintura.1. laminado plástico termoestável (vide E-LAM. A remoção dos painéis será preferencialmente frontal. sob o número 218504 . gesso maciço. isolante de fibra de madeira (vide E-MAD.03).03). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .06).1.1. 2.01). lã de vidro (vide E-LAV. A modulação e as dimensões dos painéis serão decorrência do projeto arquitetônico e do fabricante. entende-se por divisórias removíveis o sistema modulado de perfis e painéis.1 2.

continuação E-DIV.1 PERFIS Os perfis que integram a estrutura das divisórias removíveis serão de alumínio anodizado. FABRICANTES Consideram-se semelhantes os produtos fabricados por: • • • • • • • Dimoplac .2 2.2.. Os baquetes e leitos para sustentação de vidros serão também fixados por encaixe.2 2. ou fabricados com chapa de aço ABNT 1008/1010.3 3.01 2. Capital Federal. WH Unimon Metalúrgica Ltda. Os rodapés serão fixados por encaixe. (Divisão Wall).2.Divisórias Moduladas Ltda. com epóxi em pó formando camada de 60 micra (espessura mínima) O montantes.Divisórias e Revestimentos Ltda..DIV. Indústria e Comércio. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I.3 2. 2. Eucatex S.. II e III. Solidor Industrial Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Todos os batentes serão guarnecidos com amortecedores de plástico. Voko Sistemas e Móveis Racionais Ltda. Diviplac .A. dispensando-se o uso de parafusos. rodapés e guias de teto deverão permitir a passagem de fiação elétrica e telefônica. Magner S. batentes.2.2. sob o número 218504 .01..Proibida a reprodução sem autorização.4 2. zincada e pintada por eletrodeposição. acabamento acetinado. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . MONTAGEM A montagem será conforme P-12. com a finalidade de reduzir a transmissão de ruídos e proteger as bordas das portas.A.

03 1.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As divisórias de mármore artificial (marmorite ou granilite) serão constituídas por placas divisórias e testeiras. cimento comum e/ou branco CP-32.3 1. ou seja. madeira ou PVC. respectivamente. As testeiras terão. 1. As portas terão batentes de alumínio.Proibida a reprodução sem autorização. As divisórias de mármore artificial serão utilizadas em sanitários e vestiários. 50 mm para cada aba e mais 30 mm para abranger a espessura de placa divisória.2 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Divisórias Mármore Artificial E-DIV. Partes I.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . peças confeccionadas com granilha de mármore e granito. fornecidos nas medidas de 1. de espessura. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal. As placas divisórias e as testeiras terão 30 e 40 mm. sob o número 218504 .10 m. como medida mínima. 130 mm. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.50 a 2. com as medidas intermediárias variando de 10 em 10 cm. areia e aço CA 60 em malha de 15 x 15 cm. ferro. As dimensões das placas obedecerão às indicações do projeto arquitetônico. 1. II e III.

Elastômero vulcanizado . Mantas de butil para impermeabilização (NBR-9229). Capital Federal.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Elastómeros e Correlatos Definição E-ELA.Proibida a reprodução sem autorização. Elastômero vulcanizado . Elastômeros em solução para impermeabilização (NBR-9396). Elastômero vulcanizado . elastômeros e correlatos são determinados polímeros compreendidos no grupo de produtos vulgarmente denominados borrachas sintéticas 2.01 1. sob o número 218504 . Elastômero vulcanizado .método do tubo de ensaio. Partes I.determinação do número de indentação Pusey e Jones. Elastômero vulcanizado .determinação da aderência com metais.determinação da temperatura de fragilidade por impacto.ensaio de deformação permanente à compressão (NBR-10025). Elastômero vulcanizado para uso determinação da dureza (NBR-7318).envelhecimento acelerado em câmara de ozônio . Elastômero vulcanizado .determinação da resistência envelhecimento acelerado . haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-362/74 EB-638/82 EB-1498/84 MB-57/82 MB-383/86 MB-394/82 MB-407/68 MB-464/69 MB-465/69 MB-497/82 MB-522/72 MB-523/72 MB-524/72 MB-580/73 MB-748/74 MB-1111/77 MB-1161/77 MB-1933/83 MB-2027/84 Sistema de classificação de materiais elastoméricos vulcanizados para aplicações gerais. Elastômero . Elastômero vulcanizado .determinação do teor de cinzas totais e das cinzas solúveis em água (NBR-8676). DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.ensaio de envelhecimento acelerado em estufa (NBR-6565). NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Elastômero vulcanizado .ensaio de envelhecimento acelerado em oxigênio. Elastômero vulcanizado .deflexão à compressão. Plásticos e elastômeros .ensaio estático (NBR-8360). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .deformação aparente à compressão a baixa temperatura. em veículos automotores ao Elastômero vulcanizado . Elastômeros . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. por impacto pendular (pêndulo Goodyear-Healey) (NBR-6566).determinação da resistência à dilaceração por agulha. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III. Elastômeros vulcanizados .ensaio de rasgamento.ensaio de tração (NBR-7462).ensaio de resiliência e penetração. Elastômero vulcanizado .

Elastômeros . Elastômeros .determinação da taxa de mistura (NBR-9275). Elastômero vulcanizado .determinação da resiliência (elasticidade ao impacto pêndulo SCHOB) (NBR-8690). Capital Federal. II e III. Elastômeros (NBR-6573).01 MB-2074/84 MB-2275/B5 MB-2327/85 MB-2838/88 NB-1009/86 TB-122/84 Elastômero vulcanizado . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização. Preparação de placa de borracha vulcanizada para ensaios físicos e químicos (NBR-9801). sob o número 218504 .continuação E-ELA.determinação da porcentagem de encolhimento (NBR10551). Partes I.retração a baixa temperatura (NBR-9299). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

módulo a 100%: 2. 2. tração mínima sem envelhecimento .2 NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. a espessura da manta nos pontos isolados não será menor do que 90% do valor nominal.4 MPa. Serão impermeáveis. Resistirão ao envelhecimento. dureza Shore A: 60 +1.2 MPa. DEFINIÇÃO Esta Especificação entende por butil o produto obtido pela copolimerização.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Elastômeros e Correlatos Butil-Manta E-ELA. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 3. com circulação forçada de ar: as características mecânicas do material não devem sofrer alterações superiores a 20%.8 mm. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.5. tração mínima sem envelhecimento . Absorção: ASTM D471-59T. Capital Federal. no que for aplicável ao caso.1 2. sem apresentar alteração química ou da forma. envelhecimento em estufa. insaturado.5%.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Densidade: ASTM D792-66. As mantas devem resistir a perfurações por grãos de areia e asfalto a l40°C. Haverá ainda particular atenção para o disposto nas seguintes normas da ASTM: • • • • Dureza Shore A: ASTM D2240-64T. Não modificarão suas características físicas em temperatura constantes de 0° a 70°C.2 3.módulo a 300%: 4. alongamento mínimo de ruptura: 300%. Terão as seguintes características especificas: • • • • • • • • densidade máxima: 1.20. a baixa temperatura. 2. de modo que o polímero final tenha um grau de insaturação de 1 a 1. II e III. carga mínima de ruptura: 7. de bordas paralelas. terão espessura uniforme. porcentagem mínima de elastômero: 50%. sendo a espessura mínima de 0. 3.Proibida a reprodução sem autorização. 3.01. Porcentagem de Elastômero: ASTM D297. nem apresentarão bolhas. haverá particular atenção para o disposto nas que integram a E-ELA. rachaduras e ondulações. de isobutileno e um monômero. 168 horas. ao ataque de microorganismos e aos álcalis e ácidos dissolvidos na água. sob o número 218504 .3 3.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As mantas serão planas.02 1. ou seja. Partes I.1 MPa. resistentes à umidade e não devem sofrer modificação em seu volume ao contato com a água.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Produtos Impermeabilizantes. sob a marca "Butyilprene". envelhecimento por ozônio. Incopil S. Partes I. Capital Federal. 336 horas.Proibida a reprodução sem autorização. sob o número 218504 .. não deve apresentar fendilhamento sob aumento de 7 vezes. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A.02 • • 4. com 20% de deformação.continuação E-ELA. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A. 100 ppm. II e III. Indústria e Comércio. absorção máxima com imersão em água por 70 horas. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • Impermab S.1%. sob a marca 'Copilflex-M". à temperatura ambiente: 0.

A.. Incomex S. com particular atenção para as relacionadas na E-ELA. prevalecerão as características exigidas nos documentos da ABNT. Isoterma Construções Técnicas Ltda. por peso. antioxidantes. As soluções serão homogêneas e aptas a serem aplicadas em filme úmido de no mínimo 15 milésimos de polegada por rolo. resistência ao ozônio e variação de peso após imersão em água serão as exigidas nas normas da ASTM. II e III. do tipo Rutilo. Isolamentos Modernos Ltda.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Elastômeros e Correlatos "Hypalon" E-ELA. Capital Federal. sob a marca "Ruberit Hypalon". alongamento à ruptura. NORMAS Serão as da ABNT. sob a marca "Duralon". sob as marcas "Nesoprex HB" (branco) e "Nesoprex HC" (cinza) Wolf Hacker & Cia. Partes I. adesão ao concreto. 3.3 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. nas soluções de "hypalon" será.1 1.. sob a marca "Solprene SR".2 DEFINIÇÃO Copolímero de polietileno clorosulfonado é denominado "hypalon".03 1. As soluções de "hvpslon" serão pigmentadas com dióxido de titânio. sob as marcas "Superflex H" e "Superflex HE". Du Pont de Nemours & Co.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As características de resistência à tração. Na hipótese da inexistência de norma da ABNT. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . A porcentagem de sólidos.Proibida a reprodução sem autorização.Indústrias Químicas Ltda. no mínimo.2 4. sob a marca "Elastômero 3220".. 1. e com maleato tribásico de chumbo.01. Na composição não será permitida a substituição do maleato tribásico de chumbo..A. 1. 3. Ltda. Indústria e Comércio. Inc.I.4 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A. Indústria e Comércio. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • Abbott S. Engenharia. da E. sob o número 218504 . de 30%. que é a marca registrada da Du Pont de Nemours International S. 3. agentes de cura e solventes na composição estabelecida no "Boletim Walm". Conterão "hvpalon" combinado com pigmentos. Ciplak .

Inc. Na hipótese da inexistência de norma da ABNT.01. 3. A porcentagem de sólidos. para impregnação e "Superflex N". sob a marca "Denverlastic". e aptas a serem aplicadas em filme úmido de 15 milésimos de polegada. Du Pont de Nemours & Co. Ciplak . sob a marca "Solprene". e no neoprene de cor vermelha é o óxido de ferro. Isolamentos Modernos Ltda. Du Pont de Nemours & Co. sob as marcas "Nesoprex NV" (vermelho).. NORMAS Serão as da ABNT.. dá ao produto.04 1. 1..Indústrias Químicas Ltda.5 2. 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. alongamento à ruptura. Partes I.. Ltda. O nome "neoprene" é a designação comercial que E. por peso. sob o número 218504 . Indústria e Comércio Ltda.. no mínimo.2 4. Isoterma Construções Técnicas Ltda. Incomex S. resinas e solventes.. II e III.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Elastômeros e Correlatos Neoprene E-ELA.I. em presença de catalisador apropriado. sob as marcas Superflex Primer". resistência ao ozônio e variação de peso após imersão em água serão as exigidas nas normas da ABNT. com particular atenção para as relacionadas na E-ELA.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As características de resistência à tração. Wolf Hacker & Cia.3 1. sob a marca "Duroprene". Denver Indústria e Comércio Ltda. sob a marca "Elastômero 1620". 1. 3.2 1. prevalecerão as características exigidas nos documentos da ASTM. Indústria e Comércio. sob a marca "Ruberit Neoprene". de 35%.A. Capital Federal. por rolo. para acabamento. O pigmento empregado no neoprene de cor preta é o negro de fumo tipo M1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.4 1.A. As soluções serão homogêneas. da E. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1 DEFINIÇÃO Policloropreno obtido pela polimerização do cloropeno. Engenharia. tanto na cor preta &Omo na vermelha. combinados com pigmentos.Proibida a reprodução sem autorização. "Nesoprex NC" (cinza) e "Nesoprex NA" (amarelo). adesão ao concreto. Conterão "Neoprene W" ou "Neoprene WM1". Na composição das soluções será empregado "Neoprene W" ou O "Neoprene MM1" da Ou Pont. na composição estabelecida no "Boletim WAJC". nas soluções de "Neoprene W" e "Neoprene WM1" será. Inc.I. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • • Abbott S.

3.2. reagem quimicamente com as substâncias alcalinas integrantes desse concreto.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As principais diferenças entre os selantes e os vedantes de silicone são o sistema de cura e as propriedades mecânicas SISTEMA DE CURA O sistema de cura é escolhido segundo a natureza do material sobre o qual o selante vai estar em contato.2 3.25 MPa (35 psi). Com relação ao módulo de elasticidade.2. alcoólico..3. São dois os sistemas. com particular atenção para as relacionadas na E-ELA.2 3. II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.MÓDULO DE ELASTICIDADE O módulo de elasticidade representa a tensão necessária para provocar uma deformação (permanente ou não) de 100% num corpo de prova realizado de acordo com a norma ASTM D624-54-C. com menores tensões sobre as superfícies do substrato.3 Caso o movimento seja o fator preponderante na seleção do selante. quando aplicados no concreto. DEFINIÇÃO Polisiloxana reativa com cargas inertes que dão ao elastômero as características desejadas e um agente da reticulação.4 3.01.2. 3. Juntas de dilatação requerem um selante de baixo módulo. sob o número 218504 . o de cura acético e o de cura neutro (oxímico.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Elastômeros e Correlatos Silicone . Capital Federal. o silicone de baixo módulo permitirá maiores deformações da junta. vidros laminados e concreto. 3. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . PROPRIEDADES MECÂNICAS .2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. o chumbo e o cobre ocorre o fenômeno da corrosão. NORMAS Serão as da ABNT.2 3.3.1 3. amínico) O sistema de cura acético não deve ser utilizado em superfícies como zinco. Partes I. o que acarreta a restrição mencionada.3 3. médio módulo: 0.3 3.3.Selantes e Vedantes E-ELA. 0. Os silicones com Sistema de cura acético. Os silicones com sistemas de cura neutra são de emprego mais universal e geralmente não apresentam efeito corrosivo nos substratos mais usuais. chumbo.05 1. cobre.35 MPa (50 psi). o que poderá acarretar um deslocamento da massa de vedação e. O filme de polivinil butiral (PVB) empregado nos vidros laminados é sensível aos silicones com sistema de cura acético. alto módulo.1 3.2. permitir infiltrações. os selantes de silicone classificam-se em: • • • baixo módulo: 0.5 3.Proibida a reprodução sem autorização.50 MPa (70 psi). consequentemente. 2. Sobre o zinco.

3.7 MPa. alongamento na ruptura. Capital Federal.3. sob as marcas de selantes "Sista F 1000".continuação E-ELA. "Rhodiastic 303" e "Rhodiastic 666". 3. Indústrias Químicas. MB-57/82 (NBR-7462): 600%.3. como por exemplo juntas de aquário e juntas de "structural glazing".3.A.A. • • • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . MB-57/82 (NBR-7462) : 2.. Henkel S. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • Dow Corning do Brasil Ltda. sob a marca de selante "Siliflex". Incomex S. Otto Baumgart Indústria e Comércio S. Partes I. Engenharia. "Dow Corning 795". "Sista F 1010" e "Sista F 1041". . MB-407/68: 70 N/cm. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob a marca de selante "Silicomex".05 3.6 3.Proibida a reprodução sem autorização. recomenda-se um selante de médio ou alto módulo. MB-497/82 (NBR 7318): 27 pontos. II e III.7 4. Na hipótese de não haver necessidade da junta ter características de elasticidade. selantes de médio módulo.. Após a vulcanização. resistência ao rasgamento.A. exigindo que a junta apresente características de elasticidade. sob o número 218504 .A. Indústria e Comércio.4 Drásticas variações de temperatura e movimentos de dilatação do solo são fatores que geram movimento. assim como um limitado alongamento da junta.5 3. dureza Shore A (instantânea). Rhodia S. utiliza-se o selante de alto ou médio módulo Caso a alta adesão seja um fator desejado. o produto apresentará as seguintes características: • • • • resistência à ruptura. para esses casos. "Rhodiastic 151". Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Recomenda-se. "Dow Corning Q4-4825" e “Dow Corning Q3-5814" e de vedante "Dow Corning Vidro e Alumínio". sob as marcas de selantes "Dow Corning 780". sob as marcas de selante "Rhodiastic 70".

sob a marca "Weatherban BR-7001".Proibida a reprodução sem autorização. sob o número 218504 . FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • 3M do Brasil Ltda. sob a marca "Denverflex". o básico e o acelerador.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.01. "Weatherban EC-2205" e "Weatherban". II e III.. • • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . com emprego de "Primer para Weatherban BR-7002" no caso de superfícies porosas: Denver Indústria e Comércio Ltda. Partes I.A. Otto Baumgart Indústria e Comércio S.A. DEFINIÇÃO Polímero liquido de polissulfeto orgânico apresentado sob a forma de 2 componentes. Indústria e Comércio. sob a marca "Compound Junta".06 1. NORMAS Serão as da ABNT. sob a marca "Tioflex". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 3. com particular atenção para as relacionadas na E-ELA.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Elastômeros e Correlatos Thiokol E-ELA. 2. Capital Federal.. Incomex S. Engenharia.

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os elementos intertravados serão pré-fabricados com concreto que apresenta. sob o número 218504 . na espessura de 45 mm. II e III. nos tipos "Standard". Porto Real Materiais de Construção S. nos tipos "Uni-Stein Standard". 2. nas espessuras de 80 e 60 mm e "Uni-Mini". Os elementos intertravados coloridos serão fabricados com a adição de pigmento a toda a massa do concreto ou apenas à camada superior. Capital Federal.. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. sob as marcas "Blokret L22" e "Blokret Sparta". Vide material similar na E-LAJ. 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 80 e 60 mm. sob a marca "Piso E-16". Pavi-S Indústria e Comércio de Material de Construção Ltda.1 2. "Beiral". aos 28 dias. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • Blokret Industrial Ltda. ambas com arestas da face superior bisotadas. que possibilite absorver os esforços de torção. Cópia fiel da Edição impressa em 1995..01. com formato que permita transmitir os esforços horizontais aos elementos vizinhos e intertravamento pelas faces laterais.3 3. Itauara Pré-Moldados Ltda. uma tensão de ruptura à compressão entre 45 e 50 MPa. O agregado será selecionado e a compactação será obtida por prensa-vibratória. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A ..A. Exactomm Pré-Moldados de Concreto Ltda.Proibida a reprodução sem autorização.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Elementos Intertravados E-ELE. entende-se por elementos intertravados os elementos pré-fabricados de concreto. Partes I.. nas espessuras de 100. "Terminal" e "Conjunto-Setor".01 1..2 2.

Ltda. A argamassa será homogênea. executadas com argamassa de cimento e areia. Não possuem função estrutural. 3. Neo-Rex do Brasil Ltda. 2.2 4. servindo apenas como elementos decorativos e de vedação. II e III.Proibida a reprodução sem autorização. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • Acarita . látex. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Albino Mendes & Cia. 3.. NORMAS Os agregados utilizados na confecção dos elementos vazados obedecem à EB-4/82 Agregados para concreto (NBR-7211).Artefatos de Granilite e Cimento Ltda.02 1. armadas ou não. Capital Federal.Artefatos de Concreto Armado Santa Rita Ltda. sob o número 218504 .. 3. DEFINIÇÃO Elementos vazados de concreto são peças pré-moldadas.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Elementos Vazados Concreto ou Cerâmica E-ELE. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. mediante tratamento prévio da superfície do elemento vazado. Granicret .A.. Partes I.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Possuem dimensões e geometria variadas. possuindo textura e cor uniformes. As peças serão moldadas em fôrma de aço e vibradas. etc. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. acabamento perfeito e arestas bem definidas. Reago Indústria e Comércio S.. Grani-Mat Ltda.. Podem receber pintura a óleo.

emassamento. II e III.01 1.4. 2.4 2. veículos (parte fixa) : 30%. Sistema de revestimento protetores com finalidade anticorrosiva. e os veículos compreendem a parte fixa (resina mais endurecedor) e a parte volátil. Partes I. Capital Federal. A parte de carga não deve ultrapassar 50% gravimétricos em relação ao peso do produto final.1 2. Sistemas de revestimentos protetores com finalidade anticorrosiva – epóxi-alcatrão de hulha-poliamina (NBR-7830). 2. injeção de fissuras. Nas tintas epóxi comuns as porcentagens são: • • • pigmentos (ativos e cargas) : 30%.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Epóxi Condições-Gerais E-EPO.Proibida a reprodução sem autorização. 2. 2.determinação do conteúdo de epóxi (NBR-5833). base para revestimentos.4.2 2. veículos (parte volátil) : 40%. São empregados com as finalidades de colagem em geral.3 PRODUTOS ENCORPADOS OU PASTOSOS Obtidos pela adição de cargas inertes ao produto puro (resina mais endurecedor).4. Sistema de revestimentos protetores com finalidade anticorrosiva – epóxi-alcatrão de hulha-poliamida (NBR-7829). Sistema de revestimentos protetores com finalidade anticorrosiva – epóxi-polimida (NBR-7832).2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O PROPRIETÁRIO somente admitirá a utilização de resinas epóxi resultantes da poliadição de endurecedores e empregados nas seguintes formas: PRODUTOS PUROS OU INCOLORES Empregados com as finalidades de colagem de concreto novo com concreto velho. sob o número 218504 .epóxipoliamida (NBR-7831). revestimentos de alta resistência mecânica e química e confecção de argamassa sintética. Os pigmentos abrangem os ativos e os inertes ou cargas. As tintas epóxi compreendem pigmentos e veículos. 2. reparos rápidos e calafetação. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: MB-1022/77 NB-771/82 NB-772/82 NB-773/82 NB-774/82 Resina epóxi . As resinas pigmentadas são sem solventes voláteis e com pigmentos e cargas que não ultrapassam 30% gravimétricos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.3 PRODUTOS PIGMENTADOS Os produtos pigmentados estão divididos em resinas pigmentadas e tintas epóxi. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 2.4.

e em pavimentações.A.4. veículos (parte volátil) 25%. 2.5 Nas tintas epóxi especiais as porcentagens São: • • • pigmentos (ativos e cargas) : 25%. Shell Química S. Capital Federal. As tintas epóxi são usadas em pinturas em geral e pinturas impermeáveis. 3.A.4. Dow Química S. no mínimo.Proibida a reprodução sem autorização.6 As resinas pigmentadas são utilizadas em revestimentos de alta responsabilidade..continuação E-EPO. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • Ciba-Geigy Química S. veículos (parte fixa) : 50%.. II e III. impermeabilização de reservatórios d'água e de lajes de cobertura. sob o número 218504 .01 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 50% de resina epóxi (veículo ou parte fixa).A. com emprego de produto contendo. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Epóxi Adesivo Estrutural E-EPO.02

1.

DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação, entende-se por adesivo estrutural o produto destinado a garantir aderência perfeita entre concreto fresco e endurecido (juntas de concretagem) ou entre duas Superfícies de concreto endurecido.

2. 2.1 2.2

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Produto fornecido em 2 componentes, tendo como base resinas epóxicas, resultando da mistura uma pasta de cor acinzentada. A vida útil da mistura já preparada ("pot life") é de 1 a 3 horas, conforme a temperatura ambiente. A faixa de temperatura ideal para emprego do produto é de 20 a 30°C, sendo que em temperaturas abaixo de 10°C não se recomenda o uso do produto. FABRICANTES/PRODUTOS O PROPRIETÁRIO admite a utilização dos produtos fabricados por: • • • • • • • • • Abbott S.A. Indústria e Comércio, sob a marca "Epofix"; Ciba-Geiqv Química S.A., sob as marcas "Strutural Adesivo 01 A/B", "Strutural Adesivo 02 A/B" e "Strutural Adesivo 04 A/A"; Foseco Industrial e Comercial Ltda., sob a marca "Nitroband EP"; Fusecolor Tintas e Vernizes Ltda., sob a marca "Icosit K 250"; Isolamentos Modernos Ltda., sob a marca "Neo-Fix"; Montana S.A. Indústria e Comércio, sob as marcas "Montadur 301" e "Montadur 302"; Otto Baumgart Indústria e Comércio S.A., sob as marcas "Compound Adesivo" e "Compound Adesivo MF"; Sika S.A., sob as marcas "Sikadur 31" e "Sikadur 32"; Wolf Hacker & Cia. Ltda., sob as marcas "Duropoxv AU 50", "Duropoxy AU 100", "Duropoxy MR" e "Duropoxy MRF".

3.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Epóxi Formulação de Resinas Epóxicas e Alcatrão E-EPO.03

1.

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Formulação de 2 componentes, à base de resinas epóxicas e alcatrão, apresentada sob a forma de solução ou de emulsão.

2.

FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por:

2.1

SOLUÇÃO • Incomex S.A. Engenharia, Indústria e Comércio, sob as marcas "Superpóxi-ALFLEX" (filme flexibilizado, recomendado para impermeabilização de áreas sujeitas a subpresão elevada ou a imersão permanente, como subsolos, poços de elevador e águas servidas, reservatórios d'água e jardineiras); "Superpóxi-AL-RIG" (filme duro, usado na proteção anticorrosiva de estacas de concreto, de madeira ou metálicas, estruturas e dutos de ferro e cimento) e "Superpóxi-JP" (filme liso e brilhante, modificado para obter uma maior flexibilidade, atendendo a grandes solicitações dos substratos, usado para a impermeabilização de reservatórios de água, jardineiras, piso e paredes de subsolos onde a subpressão não seja muito elevada, bem como para a proteção, interna e externa, de tubulações de aço e concreto)

2.2

EMULSÃO • Incomex S.A.Engenharia, Indústria e Comércio, sob a marca "Superpóxi-EM" (filme liso, semibrilhante, sem solventes, o que o torna atóxico e não inflamável; recomendado para ambientes confinados, como túneis, reservatários, subsolos, etc.); Otto Baumgart Indústria e Comércio S.A., sob a marca "Compound Coal Tar Epóxi".

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Feltros e Mantas Asfáltico E-FEL.01

1. 1.1

FELTROS DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação, entendem-se por feltros asfálticos os cartões absorventes saturados com asfalto, sem película superficial e sem materiais de revestimento. São utilizados na formação de membranas asfálticas. Para materiais de revestimento não utilizar substâncias que possam interferir na boa adesão entre o feltro e o asfalto, como a mica, o talco, a areia, etc.

1.2

NORMAS Os feltros asfálticos obedecerão ao disposto na EB-636/84 - Feltros asfálticos para impermeabilização (NBR-9228).

1.3

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os feltros asfálticos são compostos por cartões absorventes, fornecidos em bobinas. O valor da resistência mínima à ruptura, após a saturação, será sempre em ambos os sentidos. Terão, conforme o tipo, as características descritas no quadro a seguir.

CARACTERÍSTICA Peso seco (g/m²) Resistência à ruptura (kgf/5 cm) Peso saturado (g/m²) Espessura nominal mínima (mm) Bobinas (m)

TIPO 250/15 250 15 550 0,7 1,00 x 10,00 1,10 x 40,00 350/25 350 25 800 0,9 1,00 x 40,00 500/30 500 30 1.100 1,2 1,00 x 40,00 1,10 x 40,00

1.4

FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • Asfaltos Vitória Ltda.; Isolamentos Modernos Ltda., sob a marca "Feltro Asfáltico I.M.; Ondalit S.A. Materiais de Construção, sob a marca “'Ondalit"; Toro Indústria e Comércio Ltda., sob a marca "Toroflex".

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continuação

E-FEL.01

2. 2.1

MANTAS DE POLIÉSTER DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação, entende-se por manta asfáltica de poliéster a manta de poliéster do tipo "no-woven" (não-tecido), saturada com asfalto e revestida em uma ou em ambas as faces de asfaltos modificados com fina camada de areia ou filme de polietileno, este como acabamento final.

2.2

FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Toro Indústria e Comércio Ltda., nos tipos "Torodin 3500" (manta à base de asfalto modificado em ambas as faces do poliéster, sendo o acabamento de cada uma das faces em areia ou polietileno removível ou termoretrátil) "Torodin 3", "Torodin 4" e "Torodin 5” (mesmas características, sendo que o asfalto utilizado na confecção possui cargas de polímeros).

3. 3.1

MANTAS DE FIBRA DE VIDRO DEFINIÇÃO Manta à base de asfalto modificado com polímero estruturado com véu de fibra de vidro especial, imputrescível, não hidroscópica e com elevada estabilidade dimensional.

3.2

FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Viapol Impermeabilizantes Ltda., nos tipos "Viapol glass 2" e "Viapol glass 3".

4. 4.1

MANTAS DE FIBRA DE VIDRO E POLIÉSTER DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação, entende-se por manta de fibra de vidro e poliéster a manta de fibra de vidro acoplada a filme de poliéster, de alta resistência, saturada com asfaltos modificados com plastômeros, incorporando herbicida em sua massa para inibir o ataque de raízes.

4.2

FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produto fabricado por: • Viapol Impermeabilizantes Ltda., sob a marca "Viapol Antiraiz".

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Ferragens e Artefatos Similares E-FER.01

1.

NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto, merecerão particular atenção as seguintes:

1.1

CREMONA EB-966/79 EB-967/82 MB-1217/82 MB-1218/82 Cremona e seus acessórios - padrão popular (NBR-7179); Cremona e seus acessórios - padrão superior (NBR-7805); Cremona ensaio de campo (NBR-7806); Cremona - ensaio de laboratório.(NBR-7807);

1.2

DOBRADIÇA EB-965/79 EB-1355/82 EB-1359/82 EB-1360/82 EB-1361/82 MB-1777/82 MB-1778/82 MB-1779/82 MB-1780/82 Dobradiças de abas (NBR-7178); Dobradiça invisível (NBR-7782); Dobradiça helicoidal para porta corta-fogo; Dobradiça de mola para porta corta-fogo; Dobradiça excêntrica para porta corta-fogo; Dobradiça - ensaio de laboratório (NBR-7780); Dobradiça - ensaio de campo (NBR-7781); Dobradiça invisível - ensaio de laboratório (NBR-7783); Dobradiça invisível - ensaio de campo (NBR-7784).

1.3

FECHADURA EB-606/72 EB-904/77 EB-906/77 EB-907/77 EB-908/77 EB-909/77 EB-910/77 EB-947/77 EB-948/77 EB-949/77 EB-1358/82 EB-1369/82 EB-1370/82 Cilindro para fechaduras com travamento por pinos; Fechadura de embutir com cilindro - padrão popular (NBR-5630); Fechadura de embutir tipo interna - padrão popular (NBR-5633); Fechadura de embutir tipo banheiro - padrão popular (NBR-5636); Fechadura de embutir com cilindro - padrão médio (NBR-5631); Fechadura de embutir tipo interna - padrão médio(NBR-5634); Fechadura de embutir tipo banheiro - padrão médio (NBR-5637); Fechadura de embutir tipo interna - padrão superior (NBR-5635); Fechadura de embutir tipo banheiro - padrão superior (NBR-5638); Fechadura de embutir com cilindro - padrão superior (NBR-5632); Fechadura destinada à porta corta-fogo para saída de emergência; Fechadura de sobrepor - tipo caixão sem trinco e sem gorges - padrão popular - Tipo A (NBR-7798); Fechadura de sobrepor - tipo caixão sem trinco e sem gorges - padrão popular - TipoB (NBR-7799);

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continuação

E-FER.01

EB-1371/82 EB-1372/82 EB-1373/82 EB-1374/82 EB-1375/82 EB-1411/83 MB-817/72 MB-1781/82 MB-1840/83 MB-1932/83 PB-992/81 1.4

Fechadura de sobrepor - tipo caixão sem trinco e com gorges - padrão popular - tipoC (NBR-7800); Fechadura de sobrepor - tipo caixão com trinco - padrão popular - tipo D (NBR-7801); Fechadura de sobrepor, de 80mm, para portões e portas - padrão popular (NBR-7802); Fechadura de sobrepor, de 100mm, com gorges, para portões e portas padrão popular (NBR-7803); Fechadura de sobrepor, de 80mm, de cilindro - tipo A (NBR-7804); Fechadura de sobrepor, de cilindro, 100mm - tipo B (NBR-7807); Cilindros para fechaduras de sobrepor com travamento por pinos ensaios de resistência à corrosão; Fechadura de dobradiça para porta corta-fogo - verificação da resistência ao funcionamento; Fechadura de embutir - ensaio de campo (NBR-8208); Fechadura de embutir - ensaio de laboratório (NBR-8489); Fechadura destinada à porta corta-fogo para saída de emergência.

FECHO E TRINCO EB-950/79 EB-1362/82 EB-1363/82 EB-1364/82 EB-1365/82 EB-1366/82 EB-1367/82 EB-1368/82 MB-1782/82 MB-1783/82 MB-1784/82 MB-1785/82 Trincos e fechos (NBR-7177); Fecho de segurança tipo pega-ladrão - padrão-médio (NBR-7791); Fecho de segurança tipo pega-ladrão - padrão-superior (NBR-7792); Fecho de segurança de embutir - padrão popular (NBR-7793); Fecho de embutir - padrão superior (NBR-7794); Fecho de embutir - padrão popular (NBR-7795); Fecho de segurança - padrão médio(NBR-7796); Fecho de segurança - padrão luxo (NBR-7797); Trinco e fecho - ensaio de laboratório (NBR-7787); Trinco e fecho - ensaio de campo (NBR-7788); Fecho de segurança tipo pega-ladrão e fecho de embutir - ensaio de laboratório (NBR-7789); Fecho de segurança tipo pega-ladrão e fecho de embutir - ensaio de campo(NBR-7790).

2.

FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por:

2.1

PARA ESQUADRIAS DE MADEIRA E DE AÇO OU FERRO • • Aliança Metalúrgica S.A.; Dorma Sistemas de Controles para Portas Ltda., sob a marca "Gemiclo";

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continuação

E-FER.01

• • • • • • • • • 2.2

Fama Ferragens S.A.; Ferragens e Laminação Brasil S.A., sob a marca "Concept"; Ferragens Haga S.A.; Indústria Ferragens Pagé; La Fonte Fechaduras S.A.; Metalúrgica Arouca Ltda.; Pado S.A. Industrial, Comercial e Importadora; Papaiz Indústria e Comércio Ltda.; Xilotécnica S.A.

PARA ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO • • • • • Alcan Alumínio do Brasil S.A.; Alcoa Alumínio S.A.; Fermax Indústria de Acessórios para Esquadrias Ltda.; Promel - Produtos Metalúrgicos Ltda.; Udinese Indústria e Comércio Ltda.

2.3

PARA ESQUADRIAS DE VIDRO TEMPERADO • • • • Derma Sistemas de Controles para Portas Ltda.; Cia. Vidraria Santa Marina; Santa Lúcia Cristais Blindex Ltda.; La Fonte Fechaduras S.A.

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Fibras de Vidro Generalidades E-FIB.01

1.

DEFINIÇÃO As fibras de vidro podem ser de fibras curtas, geralmente apresentados sob a forma de lã de vidro (vide E-LAV.01); ou de fios contínuos de vidro, para aplicação, em conjunto com resinas plãsticas. Os fios contínuos são utilizados no campo dos plásticos reforçados e aglutinados por resinas e no campo da impermeabilização da construção civil.

2. 2.1

FABRICAÇÃO As fibras de vidro do tipo fio contínuo são fabricadas, excetuando-se as destinadas aos véus de superfície, com vidro "E" cuja composição é a seguinte: • • • • • Si O2 de 52 a 56% Al2 O3 de 12 a 16% Ca O de 16 a 25% B2 O3 de 08 a 13% Mg O de 00 a 06%

2.2

O processo de fabricação será o de fusão direta, pelo qual os filamentos são formados pela passagem do vidro derretido, diretamente do forno de fusão, através de fieiras ou buchas de metal precioso. Em véus de superfície (vide E-FIB.02) o fio será fabricado com vidro "C", quimicamente mais inerte. As fibras de vidro, após sua formação nas fieiras e quando destinadas aos plásticos reforçados, são tratadas com substâncias químicas especiais, que têm como principal função promover a união química entre o vidro (inorgânico) e as matrizes plásticas (orgânica). Para tal finalidade, as substâncias químicas mais usadas são os compostos de cromo e silício (silano), possuidores de moléculas bifuncionais. Uma das moléculas se une ao vidro e a outra à matriz plástica. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As características principais das fibras de vidro, do tipo fio continuo, são as seguintes: • • • • • • • alta resistência à tração; perfeita elasticidade; incombustibilidade; elevada resistência à umidade; elevada estabilidade dimensional; elevada resistência à corrosão; excelentes características elétricas (alta rigidez e baixa constante dielétrica).

2.3 2.4

3.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

continuação

E-FIB.01

4. 4.1 4.1.1

TIPOS DE PRODUTOS COM FIOS CONTÍNUOS TECIDO Fabricado com fios ("yarns") torcidos e trançados e, no caso de emprego em impermeabilização, obedecendo ao disposto na EB-632/84 - Véu de fibras de vidro para impermeabilização (NBR-9227). O peso dos tecidos para impermeabilização é no mínimo de 50 g/m² e para plásticos reforçados varia de 85 a 1370 g/m². A espessura do tecido para plásticos reforçados varia de 0,08 a 1,14 mm O uso do tecido na fabricação de plásticos reforçados praticamente duplica a resistência alcançada com o emprego de fios paralelos. “ROVING" Entende-se como "roving" o feixe de fios paralelos, não torcidos, enrolados numa bobina.

4.1.2

4.1.3 4.2

4.3

“ROVING" TECIDO Tecido fabricado com "roving", com peso variando de 510 a 1650 g/m². De custo inferior ao do tecido, o "roving" tecido será usado, principalmente, na fabricação de grandes peças estruturais.

4.4

SPUN ROVING" TECIDO Tecido fabricado com o "roving" dobrado várias vezes sobre si mesmo, mas impedido de desfazer-se por meio de um pequeno torcimento. Confere aos laminados maior resistência ao cisalhamento entre lâminas, melhora a aderência com outros materiais e é mais dobrável.

4.5

MANTA DE REFORÇO São tecidos fabricados com fios cortados ou contínuos, aglutinados com resinas ou ligados mecanicamente por costura. O peso das mantas de reforço varia entre 225 a 1400 g/m², no caso do emprego de resina, e entre 600 a 3100 g/m², no caso do uso da costura.

4.6

“ROVING" TECIDO E MANTA Associação de uma camada de "roving" tecido com outra de manta de fio cortado, feita por ligante de poliéster em pó de alta solubilidade. A associação combina a orientação bidirecional do "roving" tecido e a orientação isotrópica da manta de fio cortado. O produto será fabricado com "roving" tecido de 550, 820 ou 960 g/m² unidos à manta de 300 ou 450 g/m².

4.7

VÉU DE SUPERFÍCIE ("SURFACING MAT") Vide E-FIB.02.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

2 MANTA DE REFORÇO • Owens Corning Fiberglass Ltda.continuação E-FIB. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob as marcas "Roving 825" (Cromo)..Proibida a reprodução sem autorização. com gramaturas de 225. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 5. sob a marca "Fab Mat". 5. sob o número 218504 . Partes I. II e III. 450 e 600 g/m². "Roving 853" (Silano) e "Roving 891" (Silano).01 5. Capital Federal.1 “ROVING" • Owens Corning Fiberglass Ltda.3 “ROVING" TECIDO E MANTA • Owens Corning Fiberglass Ltda. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 5.. sob a marca "Manta M-700" (Silano) ..

Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal. Aeroglass Brasileira S. 2. Será fabricado nas espessuras de 0. sob as marcas "Figlass Branco" (Tipo 1) e "Figlass Amarelo" (Tipo 2).3 3. quando destinado ao emprego como camada de reforço das membranas de impermeabilização ou como camada de proteção. Indústria e Comércio.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Será fabricado com vidro "C" e constituído por fibras extrafinas. conforme descrito a seguir.75 mm e com peso de 35 a 45 g/rn2. de diâmetro médio de 16 micra. O Tipo 1 é o véu com fibras de vidro aglomeradas com resinas uréicas e amidos.Véu de fibras de vidro para impermeabilização (NBR-9227). II e III. De acordo com a EB-632/84.. NORMAS O véu de fibra de vidro ou véu de superfície.2.2 2. mais as relacionadas a seguir: ME-13 ASTM-D-76 ASTM-D-146 da Petróleo Brasileiro S.25 a 0. "Specification for Textil Testing Machines". da ABNT.2 2. .1 2.Proibida a reprodução sem autorização. distribuídas multidirecionalmente. indicado para uso em impermeabilizações constituídas por emulsões e soluções asfálticas aplicadas a frio. Partes I. sob as marcas "Impervéu Branco" (Tipo 1) e "Impervéu Amarelo" (Tipo 2). O Tipo 2 é o véu com fibras de vidro aglomeradas com resinas fenólicas. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • Abbott S. 2. indicado para uso em impermeabilizações constituídas por soluções asfálticas aplicadas a quente.2. 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Fibras de Vidro Véu de Superfície E-FIB. "Sampling and Testing Felted and Woven Fabrios Satured With Bituminous Substances for Use in Waterproofing and Roofing".02 1. sob o número 218504 . O véu de fibra de vidro será inerte em relação aos componentes que integram os produtos utilizados em impermeabilização.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.PETROBRÁS. obedecerá à EB-632/84 .A. haverá 2 tipos de véu de fibra de vidro.A.

II e III. também de polipropileno. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. entendem-se por fitas vedadoras de polipropileno as fitas com felpas de fios de polipropileno e base rígida desse mesmo material. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. As fitas poderão ter. Partes I.3 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. resistentes à ação dos raios ultravioleta e antiaderentes ao pó. A base de polipropileno será indeformável com a variação de temperatura.01 1. 2. Schlegel do Brasil Indústria e Comércio Ltda.A. 2.1 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Fitas Vedadoras Polipropileno E-FIT.. uma lâmina.2 2. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • Alcan Alumínio do Brasil S. semiflexível. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal. inserida em seu meio. sob o número 218504 . A altura da felpa será compatível com a distância de montagem. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os fios de polipropileno serão repelentes à água.

de material elástico e antimofo.2 2. 2. fendas e rachaduras. Serão fabricadas em fio torcido. e com malha aberta.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. sob o número 218504 . para assegurar a elasticidade em torno de 50%. II e III. Telafix Indústria e Comércio Ltda. 100% poliéster. 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Fitas Vedadoras Poliéster E-FIT. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • Glasurit do Brasil Ltda.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão de tela auto-adesiva.02 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2. para permitir a aplicação de qualquer tipo de revestimento. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.. Não haverá adesivo na bandagem central.3 3. fita vedadora de poliéster é um produto destinado ao tratamento de trincas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . A tela apresentará resistência ao meio alcalino e suportará trações de até 318 daN. Capital Federal.

As fitas terão corte primoroso das bordas. permitindo acabamento perfeito na delimitação de pinturas 2. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A superfície interna da fita deverá ser impregnada com adesivo resistente. Partes I. sem rebarbas. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • 3M do Brasil Ltda.26 1. para impedir sua fácil remoção. Alba Química Indústria e Comércio Ltda. sob o número 218504 . II e III. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Fita Crepe E-FIT. Capital Federal.

04.Gesso". GESSO-CRÉ Será de carbonato de cálcio destinado a ser usado no preparo da massa de vidraceiro ou na confecção de tintas. GESSO EM PLACAS Vide E-AGL. GESSO PARA ESTUQUE Vide E-AGL. GESSO PARA REVESTIMENTO Vide E-AGL. sob a marca "Gypsalum".01 1.Proibida a reprodução sem autorização.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A. Gypsum do Nordeste S. 5.Carbonato de Cálcio (CRÉ) 3.Indústria e Comércio de Artefatos de Gesso Ltda.04. 2.1 FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • Gessoforro . 5. sob o número 218504 .04..MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Gesso E-GES.Gesso".Gesso". II e III. Capital Federal.Gesso ". "Aglomerantes . "Aglomerantes . Partes I. devendo satisfazer à EB-30/5 . GESSO CALCINADO Vide E-AGL. sob a marca "Chapas Gypsum". "Aglomerantes . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.04. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 4. "Aglomerantes .

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Hidrófugos Colmador Integral (de massa) E-HID. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. do tipo colmador integral. Otto Baumgart Indústria e Comércio S..Proibida a reprodução sem autorização.01 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob a marca "Retrácua". Partes I. II e III. sob a marca "Durolit Normal". FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por. Ltda.A. Wolf Hacker & Cia. DEFINIÇÃO Produtos impermeabilizantes. sob o número 218504 . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal.A. Indústria e Comércio. que se adicionam a concretos e a argamassas por ocasião do amassamento 2. sob a marca "Vedacit". • • • • • Abbott S...A. Isolamentos Modernos Ltda. sob a marca "Proko Normal" n° 1. sob a marca "Sika 1". Sika S..

02 1.Indústria e Comércio de Materiais Sintéticos para Construção Ltda. após o desprendimento da água..A.1 2. Sika S.e “Imperdry n° 3”. Partes I.A... pois o carbonato de sódio. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2. sob o nome "International GTA 048".4 3.A. sob as "Imperdry n° 1. decorrente da reação referida. produzirá um véu branco sobre a superfície tratada. Na impregnação com esses produtos. constituindo endutos ou pinturas para tratamento ou proteção de superfícies porosas ou absorvente. Matsica . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . entendem-se por hidrófugos superficiais de silicone os produtos hidrorrepelentes ou refratários à molhadura. O emprego de produtos de base de siliconato de sódio não é recomendado. o hidrofugante será do tipo resina de silicone diluída em solvente orgânico.Proibida a reprodução sem autorização. subproduto da reação. entretanto.1 DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.. sob a marca "Acrosil". não há fechamento dos poros do material de construção. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob a marca "Repelin".. sob as marcas "Dow Corning 772" e "Dow Corning 773".A. Silicone E-HID. sob a marca "Super-consevado-5 Silicone". 1. sob o número 218504 . O ácido metilsilícico. sob a marca “Acquella”. Dow Corning do Brasil Ltda.3 2. Tintas Internacional S. Indústria e Comércio. produtos impermeabilizantes Na proteção contra a umidade por hidrófugos.”Imperdry n° 2". elemento ativo dos produtos adiante especificados. O efeito aparece após a evaporação do solvente e a conseqüente impregnação das paredes dos capilares e poros com o ácido polimetilsilícico.2 2. Para emprego sobre superfícies pouco absorventes ou que tenham recebido um tratamento anterior com produto diluído em água. se transforma. Otto Baumgart Indústria e Comércio S. Isolamentos Modernos Ltda. Não são.2 2. O efeito dos produtos constituídos por siliconato de potássio só se verifica após a reação com o anidrido carbônico do ar em presença do vapor d'água. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • • • Abbott S. Plasticôte do Brasil (Revestimentos) S. no ácido polimetilsilicico.. mas apenas o revestimento das paredes dos capilares e dos poros pelo produto empregado. II e III.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Hidrófugos Superfícies. sob a marca "Repel-Face".A.. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os hidrófugos de base de silicone serão constituídos por siliconato de potássio diluído em água e por resina de silicone diluída em solvente orgânico. 1. não se processam as reações químicas com o anidrido carbônico do ar.

. não há fechamento dos poros do material de construção. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob a marca "Impertin". produtos impermeabilizantes. sob a marca "Neve-Cem".A. sob a marca "Cimentol".Proibida a reprodução sem autorização. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • Abbott S. 1.. Cimento Branco E-HID. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A. Sika S. sob a marca "Super-conservado P". mas apenas o revestimento das paredes dos capilares e dos poros pelo produto empregado. Na proteção contra a umidade por hidrófugos..2 1.3 2.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Não são. constituindo endutos ou pinturas para tratamento ou proteção de superfícies porosas ou absorventes. sob a marca "Proko-Fachada". Partes I. Otto Baumgart Indústria e Comercio S. Isolamentos Modernos Ltda.03 1. entretanto. Os hidrófugos de base de cimento branco serão constituídos por cimento branco diluído em água. Indústria e Comércio. II e III. 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Hidrófugos Superfícies.1 DEFINIÇÃO Produtos hidrorrepelentes ou refratários a molhaduras.. Neve-Cem Indústria e Comércio Ltda. sob o número 218504 . Capital Federal.

2 1. NEMA. REGULAMENTOS • • • • • • • ANSI/ASME. Torres de resfriamento de água (NBR-6111). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I.2. Tubo de cobre sem costura para refrigeração e ar condicionado (NBR7541). 1977 Standard 3966 . Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410).dimensões.Gaugers Pressure Indicating Dial Type Elastic Element. SMACNA/HVAC .Duct Construction Standards Metal and Flexible. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Measurement of Fluid Flow in Closed Conduits . 1. Ar Condicionado. evaporadores e trocadores de calor (NBR-5029). DIN. II e III.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. ASTM. características nominais e identificação (NBR-7878).1 . Bombas centrífugas horizontais. ISO.1 1. 1981 . Tubo de cobre e suas ligas. serão observadas as editadas pelos seguintes órgãos: ANSI. dar-se-á particular atenção as seguintes: EB-158/81 EB-224/81 EB-269/69 EB-271/84 EB-273/82 EB-1635/85 NB-3/90 NB-10/78 NB-643/82 PB-856/81 TB-163/79 Condicionador de ar doméstico (NBR-5858). SMACNA/HVAC Air Duct Leakage Test Manual. Unidade compacta ou divisível de condicionamento de ar "Self Contained" tipo industrial ou comercial. sob o número 218504 . 1. ASHRAE. Ventilação e Aquecimento Normas e Regulamentos E-IAC.2. ARI. Tubos capilares de cobre sem costura (NBR-5028).2 NORMAS ESTRANGEIRAS No caso de omissão ou inexistência de normas nacionais. 1985 Standard B-40. SMACNA/Standard 1979-2.01 1. para condensadores. Condicionadores de ar domésticos . pressão nominal 1 MPa .Proibida a reprodução sem autorização.parâmetros básicos de projeto (NBR-6401). Fibrous Glass Duct Construction Standards. SMACNA. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . AMCA Standard 210-1985 Laboratory Methods of Testing Fans for Rating.Fan Application Guide. Capital Federal. de entrada axial. Instalações centrais de ar condicionado para conforto .1 NORMAS NORMAS NACIONAIS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. NFPA. sem costura.requisites de segurança elétrica (NBR-9318). Instalações de ar condicionado para salas de computadores (NBR10080). HVAC.Velocity Area Method Using Pilot Static Tubes.

FABRICANTES E MODELOS As marcas.3 2. assistência técnica e garantia. ANSI/ASHRAE . fabricantes e modelos poderão ser utilizados. 3. Ventilation. Os equipamentos fornecidos deverão possuir capacidade e potência conforme o especificado pelo PROPRIETÁRIO. ventilação e aquecimento e ao critério de equivalência definido pelo PROPRIETÁRIO. tipo.1 3.5 3.81. 2.Proibida a reprodução sem autorização. ainda que de fabricação estrangeira.1988 Practices for Measurement. Adjusting and Balancing Building Heating. Outras marcas.89. Deve-se atentar para o art. Capital Federal. Equipamentos estrangeiros somente poderão ser fornecidos quando possuírem representante ou distribuidor autorizado no Brasil. classe. desde que atendam às prescrições destas especificações de materiais para instalações de ar condicionado. Air Conditioning and Refrigerations Systems. pelo período mínimo de 5 anos. bem como às posturas municipais. além das normas citadas. MARCAS. de 31. fabricantes e modelos citados são simples referência do nível mínimo da qualidade exigida para os materiais e equipamentos selecionados pelo CONSTRUTOR.92. 225 da Constituição Federal e Lei n° 6938. Só serão aceitos materiais e equipamentos que estamparem a identificação do fabricante.4 2. quando operando nas condições previstas no projeto especifico de ar condicionado. ventilação ou aquecimento. Partes I. perfeitamente identificáveis.Standard III . etc.continuação E-IAC. 2. Testing. legislações federais que tratam do controle de poluição do ar.2 PRESCRIÇÕES Todos os equipamentos acionados por motores elétricos deverão operar com fator de potência mínimo de 0. 1974 . sob o número 218504 . alterada em 18. Os materiais para instalações de ar condicionado. 21 2. inclusive as restrições temporárias ou permanentes.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. e quando esteja assegurada a disponibilidade de peças de reposição. ventilação e aquecimento.01 • • • NFPA. II e III. obedecerão ao disposto nos normativos do PROPRIETÁRIO.08. bem como modelo.09. ASHRAE Technical Data Bulletin.Fires in High-risc Buildings. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. estaduais e federais de cada localidade.

deverá possuir gabinete próprio. 2. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. No caso de condensador remoto. Deverá ser previamente testado contra vazamentos a uma pressão de 350 psi e ser equipado com distribuidores e coletores de fluidos refrigerantes.2 EVAPORADOR Será constituído por uma serpentina confeccionada com tubos de cobre sem costura e aletas integrais de alumínio. No caso de condicionadores com insuflamento direto. 2. II e III.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS GABINETE Será constituído por uma estrutura metálica. a qual possuirá grelha de insuflamento com deflexão vertical e horizontal ajustáveis. fixadas aos tubos por expansão mecânica. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. com capacidade de 3 a 40 TR. sem rede de dutos. 2.3 CONDENSADOR A AR Será constituído por uma serpentina confeccionada com tubos de cobre sem costura e aletas integrais de alumínio. Ar Condicionado. O gabinete será revestido internamente com isolamento termoacústico. Será dotado de válvula de segurança e de sub-resfriador integral que assegure o sub-resfriamento adequado. Os tubos serão de cobre com aletamento integral. Partes I. dotada de sistema de refrigeração completa e serpentina para tratamento de ar. Os painéis serão removíveis para permitir fácil acesso ao interior da máquina e construídos com chapas de bitola adequada à boa rigidez do conjunto. Deverá ser previamente testado contra vazamentos a uma pressão de 350 psi. de forma a obter-se perfeito contato. Será provido de bandeja coletora de condensado com caimento para o lado da drenagem. 2. com painéis de chapa de aço galvanizado. de forma a obter-se um perfeito contato. entende-se como condicionador de ar "self-contained" a unidade condicionadora autônoma. o gabinete será dotado de caixa "plenum" com as mesmas características construtivas. expandidos mecanicamente nos espelhos de aço.02 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.Proibida a reprodução sem autorização. com pintura eletrostática em tinta esmalte sobre "primer" anticorrosivo. protegidos contra a corrosão por processo de fosfatização. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Ventilação e Aquecimento Condicionadores self-contained E-IAC. construído em chapas de aço com acabamento similar ao da unidade evaporadora. sob o número 218504 . fixadas aos tubos por expansão mecânica. Será dotado de sub-resfriador integral que assegure o subresfriamento adequado. O sistema de condensação poderá ser a ar ou água e o condensador poderá ficar em gabinete próprio (condensador remoto) 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .4 CONDENSADOR A ÁGUA Tipo "shell and tube" confeccionado com carraça de aço-carbono com tampas removíveis de ferro fundido. O condensador deverá permitir a entrada da tubulação hidráulica no lado que for indicado no projeto.

Os motores serão refrigerados pelo fluxo de sucção de refrigerante. com carga completa de refrigerante. II e III. • • • • • • 2. Partes I. válvulas de serviço capazes de interromper o fluxo de refrigerante e permitir a leitura de pressão. devendo a sua instalação ser efetuada em fábrica. isolamento térmico com borracha esponjosa na linha de sucção. A polia mestra do ventilador do evaporador será regulável. Serão acionados por motores elétricos trifásicos. Os compressores serão dotados de aquecedores de cárter. No caso de unidades com condensadores remotos. nas situações em que não seja exigida pressão estática disponível do mesmo. instaladas nas linhas de sucção e descarga do compressor. Cada circuito deverá apresentar no mínimo os seguintes componentes: • • • • • válvula de expansão termostática com equalização externa. confeccionados com aço galvanizado com rotores balanceados estática e dinamicamente. tanque de líquido (condicionadores com condensador remoto).7 2.7. protegidos internamente contra sobrecargas e adequados para tolerar a variação de tensão de até 10% do valor nominal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . com pás voltadas para a frente (sirocco).6 COMPRESSORES Serão do tipo alternativo (modelo hermético ou semi-hermético) ou rotativo. autolubrificados e blindados. exceto nos equipamentos com condensadores remotos. visor de líquido com indicador de umidade.2 Todos os acessórios citados serão exigidos. Capital Federal. Serão acionados por motores elétricos de indução. instalados sobre isoladores de vibração.7. de dupla aspiração. transmissão através de polias e correias em "V". pressostato de alta com rearme manual. conexão flexível na descarga de compressores semi-herméticos. 2. Os compressores deverão receber garantia mínima de 3 anos do fabricante. acoplado diretamente ao motor elétrico. Deverão operar sobre mancais de rolamentos auto-alinhantes. filtro secador com conexões rosqueadas (cartuchos selados) ou soldadas (elemento filtrante recambiável). para permitir ajuste de vazão. recolhimento e carga de gás. válvula de serviço ou registro instalado na linha de líquido a montante do filtro secador. válvula solenóide na linha de líquido (condicionadores com condensador remoto). trifásicos.continuação E-IAC.1 CIRCUITO FRIGORÍGENO Será confeccionado com tubos de cobre sem costura. o ventilador do condensador poderá ser do tipo axial.02 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 4 pólos.5 VENTILADORES Serão do tipo centrífugo. 2. sob o número 218504 . pressostato de baixa. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização.

1 QUADRO ELÉTRICO Será montado no interior do gabinete do condicionador. Serão protegidas contra a falta ou insuficiência de vazão de ar por chave de fluxo e contra superaquecimento superficial por termostato limite de segurança.Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410): • • • • fusíveis diazed para cada motor elétrico. que controlará o nível de água. 2.11 2. O sistema de umidificação só será instalado quando especificado pelo PROPRIETÁRIO. chave contatora e relé térmico de sobrecarga para cada motor elétrico. O sistema de aquecimento só será instalado quando especificado pelo PROPRIETÁRIO. se instalados. Partes I. Deverão ter eficiência compatível com a classe G.Proibida a reprodução sem autorização. O recipiente será dotado de válvula de bronze. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. relés auxiliares para intertravamento. será instalado um sensor de baixo nível de água. devendo o acesso a ele ser possível sem interrupção do funcionamento da máquina. instaladas junto à serpentina evaporadora. com dissipação máxima de 5 W/cm². além de ladrão e dreno.11. amianto.10 SISTEMA DE UMIDIFICAÇÃO Será composto por um recipiente confeccionado com chapa de aço galvanizado protegido contra a corrosão. Como proteção.1 da NB10/78 . sob o número 218504 . II e III. O controle do funcionamento da resistência será através de sensor de umidade instalado no ambiente condicionado. especiais para aquecimento de ar.continuação E-IAC. instalados dentro do gabinete e a montante de serpentina evaporadora. contendo no mínimo os seguintes elementos. com resistência de aquecimento imersa. dimensionados conforme NB-3/90 .Instalações centrais de ar condicionado para conforto . os componentes de comando. Abrigará todos os elementos de operação e controle da unidade.). comandada por bóia de aço inoxidável ou cobre. As resistências deverão ser ligadas em triângulo ou estrela equilibrada.8 FILTROS DE AR Serão do tipo permanente e lavável. fusíveis para o circuito de comando. Para aplicações especiais.9 SISTEMA DE AQUECIMENTO Será constituído por resistências elétricas aletadas. outras exigências poderão ser definidas pelo PROPRIETÁRIO. etc.2 No caso de instalação de sistema de aquecimento e/ou umidificação. Para potências acima de 9 kW serão instalados 2 estágios de aquecimento. 2.02 2. através de fiação revestida com material incombustível (fibra de vidro. força e sinalização deverão ser instalados em quadro elétrico independente. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.11. ou resistência de umidificação. 2. Capital Federal. relé temporizador para partida seqüencial (unidades com 2 compressores) fusíveis e chave contatara para cada estágio de aquecimento.parâmetros básicos de projeto (NBR-6401) . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . que deverá desenergizar a resistência quando a água atingir o nível mínimo fixado. • 2.

13 INTERTRAVAMENTOS O circuito de comando da unidade deverá atender às seguintes condições de seqüência operacional: • • • • impedir a partida dos compressores quando não estiverem energizadas as contratoras dos ventiladores e das bombas. contendo todos os dispositivos de perfeitamente identificados..02 2. II e III. "leds" para sinalização do sistema de aquecimento. Em unidades dotadas de o painel deverá conter ainda uma chave seletora para 2. Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Indústrias Hitachi S..A. local de fácil acesso. FABRICANTES Admite-se o emprego de condicionadores fabricados por: • • • Coldex Frigor S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I.A.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Springer Carrier do Nordeste S. impedir a funcionamento das resistências de aquecimento na falta de ventilação no evaporador ou elevação demasiada da temperatura superficial das resistências de aquecimento.A.continuação E-IAC. bem como lâmpadas piloto ou estado operacional da máquina. refrigeração ou calefação.12 PAINEL DE CONTROLE Deverá ser instalado em acionamento da máquina. 3. impedir a partida simultânea de 2 compressores (unidades com mais de 1 compressor). sob o número 218504 . impedir a funcionamento simultâneo de refrigeração e aquecimento em um mesmo condicionador.

resistências elétricas e sistema de umidificação.5 e 3 TR. o gabinete deverá possuir espaço disponível para instalação de serpentina adicional para reaquecimento ou calefação. contendo no mínimo chave para as posições ligado/desligado. ventilador centrífugo de pás voltadas para frente. onde circula água quente ou gelada. Capital Federal. As unidades para instalação no ambiente deverão possuir grelha de insuflamento direcional. 2.2 SERPENTINA Será utilizada serpentina de alta eficiência. Partes I. Será confeccionada com tubos de cobre sem costura e aletas integrais de alumínio.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. própria para trabalhar com água gelada ou quente. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2. com pintura eletrostática em tinta esmalte sobre "primer" anticorrosivo. Quando especificado pelo PROPRIETÁRIO. acionado par motor elétrico monofásico com na mínimo 3 velocidades e filtro de ar permanente e lavável com eficiência G. Ventilação e Aquecimento Condicionadores tipo fan-coil E-IAC. o gabinete será dotado de caixa "plenum" com as mesmas características construtivas.Proibida a reprodução sem autorização. Os painéis serão removíveis para permitir fácil acesso ao interior da máquina. Será dotada de coletores em tubos de cobre soldados nos tubos da serpentina e suspiro de ar com "plug" rosqueado. No caso de climatizadores com insuflamento direto.2 2. com capacidade entre 0. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Será constituído par gabinete de chapa de aço galvanizada protegido contra corrosão.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS FAN-COIL TIPO CONSOLE É assim denominado o fan-coil compacto para pequenos ambientes.1 FAN-COIL LINHA COMERCIAL GABINETE Será constituído par uma estrutura metálica. a qual possuirá grelha de insuflamento com deflexão vertical e horizontal ajustáveis. de forma a obter-se um perfeito contato.2.0. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sem rede de dutos. Deverá ser previamente testada contra vazamentos a uma pressão de 200 psi. e painel de comando incorporado ao gabinete.2. O gabinete será revestido internamente com isolamento termoacústico. dotado de serpentina confeccionada com tubos de cobre com aletas integrais de alumínio. 2. Pode ser constituído par unidades de fabricação comercial ou montado em salas de alvenaria especialmente construídas para este fim. protegidas contra a corrosão par processo de fosfatização. com painéis de chapa de aço galvanizado. fixadas aos tubos por expansão mecânica. II e III. e de um conjunto ventilador. Ar Condicionado. Será provido de bandeja coletora de condensado com caimento para o lado da drenagem. controle da velocidade do ventilador e regulagem de temperatura através do termostato. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação entende-se como condicionador tipo fan-coil o equipamento dotado de serpentina(s). 2.03 1.

4 FILTROS DE AR Serão do tipo permanente e lavável.) . Serão protegidas contra falta ou insuficiência de vazão de ar por chave de fluxo e contra superaquecimento superficial por termostato limite de segurança. dimensionados conforme a NB-3/90 . O recipiente será dotado de válvula de bronze. para permitir ajuste da vazão.7 QUADRO ELÉTRICO Deverá abrigar todos os dispositivos de comando e proteção da equipamento. A polia motora do ventilador será regulável. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410) . II e III. outras exigências poderão ser especificadas pelo PROPRIETÁRIO. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. além de ladrão e dreno. instaladas junto da serpentina evaporadora. que deverá desenergizar a resistência quando a água atingir um nível mínimo fixado.continuação E-IAC. construídos em tela metálica corrugada. com dissipação máxima de 5 W/cm². O controle do funcionamento da resistência será através de sensor de umidade instalado no ambiente condicionado. com os comandos perfeitamente identificados: • • • fusíveis para a circuito de comando e para os circuitos de força de motores e resistências. autolubrificados e blindados. especiais para aquecimento de ar. O sistema de umidificação só será instalado quando especificado pelo PROPRIETÁRIO. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2.Proibida a reprodução sem autorização. 2. através de fiação revestida com material incombustível (fibra de vidro. amianto. Para potências acima de 9 kW serão instalados 2 estágios de aquecimento. As resistências deverão ser ligadas em triângulo ou estrela equilibrada.1 da NB-10/78 . Conterá os seguintes elementos mínimos. trifásicos. etc. transmissão através de polias e correias em "V".5 SISTEMA DE AQUECIMENTO Será constituído par resistências elétricas aletadas.03 2. O sistema de aquecimento só será instalada quando especificada pelo PROPRIETÁRIO. 4 pólos. 2. Deverão operar sobre mancais de rolamentos auto-alinhantes. 2.3 VENTILADORES Serão do tipo centrífugo.2. Como proteção.2. se instaladas.2.Instalações centrais de ar condicionado para conforto . podendo ainda ser constituído de serpentina com circulação de água quente. podendo ser instalado incorporado ao gabinete ou externamente.2. com pás voltadas para a frente (sirocco).parâmetros básicos de projeto (NBR-6401). chave contatora e relé térmico para o motor do ventilador. com resistência de aquecimento imersa. Para aplicações especiais. Deverão ter eficiência compatível com a classe G. que controlará o nível de água. comandada por bóia de aço inoxidável ou cobre. será instalado sensor de baixa nível de água. confeccionados com aço galvanizado com rotores balanceados estática e dinamicamente. Serão acionados por motores elétricos de indução. de dupla aspiração. instaladas a montante da serpentina em posição facilmente removível. Capital Federal.2. Partes I.6 SISTEMA DE UMIDIFICAÇÃO Será composto por um recipiente confeccionado com chapa de aço galvanizado protegido contra a corrosão. chave contatora para as resistências.

As especificações da serpentina.3 FILTROS DE AR • • • • • • Aeroglass Brasileira S.A. Tropical Artefatos de Metal Ltda. Acústica. FAN-COIL DE ALVENARIA O climatizador será constituído por uma serpentina montada em uma sala termicamente isolada. Trox do Brasil .continuação E-IAC. Indústrias Hitachi S.. Tropical Artefatos de Metal Ltda.Difusão de Ar... Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995..A. Tropical Artefatos de Metal Ltda..A.Difusão de Ar. Veco do Brasil Indústria e Comércio de Equipamentos Ltda. 3. PRODUTOS/FABRICANTES Admite-se o emprego dos equipamentos abaixo. ventiladores. fabricadas pelas empresas listadas a seguir: 3. McQuay do Brasil Indústria e Comércio S. de alvenaria ou outro material previsto no Projeto. filtros de ar. sob o número 218504 .. Acústica.2 SERPENTINAS • • • • • • Coldex Frigor S. Comparco Indústria e Comércio de Componentes de Ar Condicionado Ltda Luwa Climatécnica S. Capital Federal. II e III. especialmente construída para este fim. Mipal Indústria de Evaporadores Ltda.A..A.A.03 • • 2.1 CLIMATIZADORES FAN-COIL TIPO CONSOLE OU LINHA COMERCIAL • • • • • Coldex Frigor S. Indústrias Hitachi S. sistemas de aquecimento e umidificação e quadro elétrico serão as mesmas válidas para o fan-coil comercial. Springer Carrier do Nordeste S.3 botoeiras de comando liga/desliga.Proibida a reprodução sem autorização. Trox do Brasil .A.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 3. lâmpadas de sinalização. Springer Carrier do Nordeste S.A.. Partes I. Filtragem e Ventilação Ltda. Filtragem e Ventilação Ltda.. 3.A.

com condensação a ar. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. autalubrificadas e blindadas. 4 pólos. Para unidades de até 30. Deverá ser previamente testado contra vazamentos a uma pressão de 350 psi. A polia motora do ventilador do evaporador será regulável. constituído por duas unidades (condensadora e evaporadora) interligadas pelo circuito frigorífico. Os painéis serão removíveis para permitir fácil acesso ao interior da máquina. Serão acionados por motores elétricos de indução. sob o número 218504 .3 CONDENSADOR A AR Será composto por uma serpentina confeccionada com tubos de cobre sem costura e aletas integrais de alumínio. 2.04 1. acoplado diretamente ao motor elétrico.2 EVAPORADOR Será composto por uma serpentina confeccionada com tubos de cobre sem costura e aletas integrais de alumínio. protegidos contra a corrosão por processo de fosfatização. de forma e obter-se um perfeito contato. os ventiladores poderão ser construídos em material plástico. ou vertical para instalação ambiente.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. com rotores balanceados estática e dinamicamente. Deverá possuir bandeja coletora de condensado com caimento para o lado da drenagem e dispositivo para insuflamento de ar com aletas direcionais. fixadas aos tubos por expansão mecânica. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. fixadas aos tubos par expansão mecânica. Deverá ser previamente testado contra vazamentos a uma pressão de 350 psi e ser equipado com distribuidor e coletores de fluidos refrigerantes. estando o compressor instalado junto à unidade condensadora.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS GABINETE Será constituída par uma estrutura metálica.000 BTU/h até 40 TR. transmissão através de polias e correias em "V". com painéis de chapa de aço galvanizado. de dupla aspiração. 2. Ar Condicionado.000 BTU/h. Poderá ser do tipo horizontal para instalação embutida no forro ou ambiente. de forma a obter-se um perfeito contato. para permitir ajuste de vazão. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2. trifásicos.Proibida a reprodução sem autorização. Deverão operar sobre mancais da rolamentos auto-alinhantes. com pás voltadas para a frente (sirocco) confeccionados com aço galvanizado. O ventilador do condensador poderá ser do tipo axial. O gabinete do evaporador será revestido internamente com isolamento termoacústico.4 VENTILADORES Serão do tipo centrífugo. com pintura eletrostática em tinta esmalte sobre "primer" anticorrosivo. entende se como condicionador tipo split o equipamento com capacidade nominal de 12. 2. Será dotado de sub-resfriador integral que assegure um subresfriamento adequado. Capital Federal. O gabinete da unidade condensadora deverá receber acabamento adequado para instalação ao tempo. II e III. Ventilação e Aquecimento Condicionadores tipo split E-IAC. Partes I. nas situações em que não seja exigida pressão estática disponível do mesmo. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. 2.

Partes I. pressostato de alta e baixa. 2. Serão acionados por motores elétricos trifásicos. no mínimo. Unidades com capacidade superior a 5 TR: • • • • • válvula de expansão termostática com equalização externa.2 • • • • • 2. pressostato de baixa. válvula de serviço ou registro instalada na linha de líquido a montante do filtro secador.7. filtro secador com conexões rosqueadas (cartuchos selados) ou soldadas (elemento filtrante recambiável). recolhimento e carga de gás instaladas nas linhas de sucção e descarga do compressor. válvulas de serviço capazes de interromper o fluxo de refrigerante e permitir a leitura de pressão. II e III. controle do fluxo de refrigerante através de válvula de expansão ou tubo capilar. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. os motores elétricos poderão ser monofásicos. Os compressores com capacidade acima de 5 TR serão dotados de aquecedores de cárter. Os compressores deverão receber garantia mínima de 3 anos da fabricante. pressostato de alta com rearme manual. os componentes relacionados nos itens a seguir. com carga completa de refrigerante.1 CIRCUITO FRIGORÍGENO Será construído em tubos de cobre sem costura. Capital Federal. em condicionadores onde for solicitado funcionamento de aquecimento em ciclo reverso. instalados sobre isoladores de vibração.7.continuação E-IAC. filtro secador com conexões rosqueadas.04 2. chave reversora de ciclo. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.5 COMPRESSORES Serão do tipo alternativo (modelo hermético ou semi-hermético) ou rotativo. 2. válvula solenóide na linha de liquido.7.7 2.3 Unidades com capacidade até 5 TR: • • • • • válvula de inspeção para leitura de pressões na sucção e descarga.6 MOTORES ELÉTRICOS Nos condicionadores com capacidade inferior a 30. protegidos internamente contra sobrecargas e adequados para tolerar uma variação de tensão de até 10% da valor nominal.000 BTU/h. Cada circuito deverá apresentar. 2. visor de líquido com indicador de umidade. Os motores serão refrigerados pelo fluxo de sucção de refrigerante. tanque de líquido. sob o número 218504 . conexão flexível na descarga de compressores semi-herméticos. instalados pelo fabricante. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização. isolamento térmica com borracha esponjosa na linha de sucção.

Capital Federal. Como proteção. fusíveis para a circuito de comando. que deverá desenergizar a resistência quando a água atingir um nível mínimo fixado. além de ladrão e dreno.Proibida a reprodução sem autorização. devendo o acesso a ele ser possível sem interrupção da funcionamento da máquina. comandada por bóia de aço inoxidável ou cobre.04 2. Deverão ter eficiência compatível com a classe G. 2. etc. que controlará o nível de água.11. especiais para aquecimento de ar. Em unidades de até 5 TR. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Serão protegidas contra falta ou insuficiência de vazão de ar por chave de fluxo e contra superaquecimento superficial por termostato limite de segurança. Para potências acima de 9 kW serão instalados 2 estágios de aquecimento. O recipiente será dotado de válvula de bronze. instaladas junta da serpentina evaporadora. contendo no mínimo os seguintes elementos. fusíveis e chave contatora para cada estágio de aquecimento. II e III. dimensionados conforme a NB-3/90 .Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410): • • • • • • fusíveis diazed para cada motor elétrico. O sistema de umidificação só será instalado quando especificado pelo PROPRIETÁRIO. relé temporizador para partida seqüencial (unidades com 2 compressores). será permitida o uso de ciclo reverso. As resistências deverão ser ligadas em triângulo ou estrela equilibrada.). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. O controle do funcionamento da resistência será através de sensor de umidade instalado no ambiente condicionado. força e sinalização deverão ser instalados em quadro elétrico independente. SISTEMA DE UMIDIFICAÇÃO Será composto por um recipiente confeccionado com chapa de aço galvanizado protegido contra a corrosão.9. 2. relés auxiliares para intertravamento. chave contatora e relé térmico de sobrecarga para ceda motor elétrico. outras exigências poderão ser definidas pelo PROPRIETÁRIO.parâmetros básicos de projeto (NBR-6401).2 2.10 2.11.1 QUADRO ELÉTRICO Será montado no interior do gabinete do condicionador. será instalado um sensor de baixo nível de água. com dissipação máxima de 5 W/cm².2 No caso de instalação de sistema de aquecimento e/ou de umidificação. através de fiação revestida com material incombustível (fibra de vidra. com resistência de aquecimento imersa.Instalações centrais de ar condicionado para conforto . Abrigará todos os elementos de operação e controle da unidade. sob o número 218504 . os componentes de comanda. O sistema de aquecimento só será instalado quando especificado pelo PROPRIETÁRIO.9 2.11 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I. 2. amianto.8 FILTROS DE AR Serão do tipo permanente e lavável.continuação E-IAC. ou resistência de umidificação.1 SISTEMA DE AQUECIMENTO Será constituído por resistências elétricas aletadas. Para aplicações especiais. se instalados. instalados dentro do gabinete e a montante da serpentina evaporadora.9.1 da NB10/78 .

Cópia fiel da Edição impressa em 1995..A. 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal. impedir a funcionamento simultâneo de refrigeração e aquecimento em um mesma condicionador. impedir a partida simultânea de 2 compressores (unidades com mais de 1 compressor). 3.. impedir a funcionamento das resistências de aquecimento na falta de ventilação no evaporador. II e III. contendo todos os dispositivos de acionamento da máquina perfeitamente identificados.continuação E-IAC. Partes I. Springer Carrier do Nordeste S. FABRICANTES Admite-se o emprego de condicionadores fabricados por: • • • Coldex Frigor S. sob o número 218504 .A.A.04 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. o painel deverá conter ainda uma chave seletora para refrigeração ou calefação.12 PAINEL DE COMANDO Deverá ser instalado em local de fácil acesso. bem como lâmpadas piloto ou "leds" para sinalização da estado operacional da máquina.Proibida a reprodução sem autorização. ou elevação demasiada da temperatura superficial das resistências de aquecimento. Indústrias Hitachi S. Em unidades dotadas de sistema de aquecimento.13 INTERTRAVAMENTOS O circuito de comanda da unidade deverá atender às seguintes condições de seqüência operacional: • • • • impedir a partida dos compressores quando não estiverem energizadas as contatoras de ventiladores e de bombas.

Ar Condicionado. expandidos mecanicamente nos espelhos.1. com proteção mecânica externa.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Ventilação e Aquecimento Resfriadores de Líquido E-IAC. 2. O ventilador do condensador será centrífugo. 2. Os condensadores poderão ser em instalação remota.05 1. válvula de serviço na sucção e descarga da compressor.1. pressostato de óleo para compressores semi-herméticas.1. Será acionado por motor elétrico de indução trifásico. confeccionadas com chapas de aço fosfatizadas e acabamento em pintura eletrostática. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. e deverão operar de modo a permitir ao menos 2 estágios de capacidade nos resfriadores com capacidade nominal de 10 TR. Serão dotados de aquecedores de cárter. operando sabre mancais de rolamento blindadas e auto-alinhantes. sendo os painéis removíveis para permitir o acesso às partes internas da máquina.1. centrífugos ou tipo parafuso. Os compressores serão alternativos. II e III.3 2. O condensador será em serpentina de tubos de cobre sem costura. entende-se como resfriador de líquido o equipamento de refrigeração destinado ao resfriamento de água até as temperaturas usuais em sistemas de ar condicionado. com carcaça em aço-carbono e tubos de cobre. devendo ser dimensionado para proporcionar um adequado sub-resfriamento do refrigerante. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. transmissão por polias e correias. Serão admitidos resfriadores com compressores alternativos. manômetro para leitura das pressões de sucção e descarga. com rearme manual na alta. instaladas pelo fabricante: • • • • • • • filtro secador com conexões rosqueáveis.1 2. pressostato de alta e baixa. 2. O evaporador (chiller) será do tipo "shell and tube".5 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . e revestido externamente com material isolante térmico. ou resfriamento de soluções à base de etileno-glicol para sistemas de termoacumulação. com pás voltadas para a frente (sirocco). sob o número 218504 . válvula de expansão termostática com equalização externa. Capital Federal. Partes I. O circuito frigorígeno deverá apresentar as seguintes acessórios.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS RESFRIADORES COM CONDENSAÇÃO A AR Serão montados em gabinetes metálicos.2 2.1.Proibida a reprodução sem autorização. com aletas integrais de alumínio. herméticos ou semi-herméticos. visor de liquido com indicador de umidade.4 2. ou axial onde não seja exigida pressão estática disponível. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. fixadas aos tubos por expansão mecânica.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . o qual deverá possuir visor de nível de óleo.2 2. chave contatora e relé térmico de sobrecarga para cada motor elétrico. Os enrolamentos dos motores serão protegidas contra superaquecimento por sensores internos. 1750 rpm.continuação E-IAC.05 2. A carcaça deverá ser testada contra vazamentos a uma pressão de 350 psi. confeccionado com perfis laminados de aço dimensionados para suportar o peso e vibrações do conjunto.6 O esquema elétrico e a circuito de controle deverá prever os seguintes elementos: • • • • • • fusíveis DIAZED.2 COMPRESSORES Serão do tipo semi-hermético ou abertos. com carcaça externa fabricada em ferro fundido.1.1 RESFRIADORES ALTERNATIVOS ESTRUTURA O grupo resfriador será montado sobre estrutura metálica. até que seja dada a partida no compressor. Capital Federal. termostato para controle da temperatura da água. estanque às pressões de operação. que ficará permanentemente ligada. Deverão possuir pistões fundidos em alumínio e virabrequim balanceado estática e dinamicamente para eliminar vibrações.Proibida a reprodução sem autorização. termostato anticongelamento. com rotor gaiola e enrolamentos resfriados pelo gás refrigerante de sucção. Utilizarão motores elétricos de indução. A pintura de acabamento será à base de esmalte sintético. II e III. Os compressores serão fixados à base através de calços antivibratórios. A disposição da estrutura deverá permitir a fácil remoção dos compressores. COM CONDENSAÇÃO A ÁGUA E COMPRESSORES 2. Para resfriadores com capacidade de até 30 TR será admitida a utilização de compressores herméticos. Os motores deverão ser adequados para suportar variações de tensão de mais ou menos 10% da tensão nominal. Todos os componentes metálicos da estrutura serão soldados eletricamente com os pontos de solda completamente limpos de rebarbas.2. Partes I. 2. A partida de motores elétricos deverá ser com corrente inicial reduzida. de acionamento direto. fusíveis para o circuito de comando. relé temporizador para máquinas com mais de 1 compressor. aplicada sobre fundo antioxidante de cromato de zinco. 4 pólos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Deverão possuir resistências para aquecimento de cárter. pingos ou bolhas. A lubrificação será forçada através de bomba de óleo acoplada ao eixo da compressor. utilizando-se sistemas como chave estrela-triângulo ou chave compensadora automática.2. sob o número 218504 . proteção contra sobreaquecimento dos enrolamentos da motor da compressor.

Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III. instalados pelo fabricante: • • • • filtro secador com elementos filtrantes recambiáveis. com válvula de expansão com controle de abertura eletrônico. visor de líquido com indicador de umidade. montado junto ao grupo resfriador. tubulação de equalização de nível de óleo. Capital Federal. sob o número 218504 .3 TROCADORES DE CALOR Serão do tipo "shell and tube". Partes I. • • • • • • 2. O evaporador será revestido externamente com camada de material isolante térmico. para permitir a recolhimento da gás no condensador na parada dos compressores ("pump down"). O quadro será dotado de portas com trinco e terá ventilação adequada para a dissipação de calor de seus componentes Conterá os seguintes componentes mínimos. pressostato de alta e baixa pressão. recolhimento e carga de refrigerante. Cada circuito operará independentemente e contará com os seguintes acessórios. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. com carcaça confeccionada com aço-carbono e tampas de ferro fundido ou aço.4 CIRCUITO FRIGORÍGENO Será confeccionado com tubos de cobre sem costura.5 QUADRO ELÉTRICO/PROTEÇÕES Todos os componentes elétricos de proteção e controle do funcionamento da máquina ficarão abrigados em um quadro. sendo os testes efetuados a pressões compatíveis com as condições operacionais da equipamento. com rearme manual na alta.Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410): Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . válvula solenóide na linha de líquido. sendo 1 circuito para cada compressor ou. construído em chapas de aço galvanizado tratadas contra corrosão e com pintura de acabamento. com conexões flangeadas e tubos de cobre sem costura com aletamento integral. a montante do filtro secador. interligando o cárter de compressores que trabalham em paralelo.2. 2 compressores operando em paralelo.2. Poderá ser utilizada válvula piloto comandando a válvula principal em circuitos de grande porte. O condensador deverá ser dimensionado para propiciar o adequado sub-resfriamento e atuar como reservatório de refrigerante líquido. isolamento térmica com borracha esponjosa na linha de sucção. no máximo. alternativamente.Proibida a reprodução sem autorização. dimensionados conforme a NB-3/90 . registros na tubulação de comunicação com manômetros e pressostatos. pressostato diferencial de óleo (1 para cada compressor). válvulas de serviço capazes de interromper o fluxo de refrigerante e dotadas de conexão para leitura de pressão. 2. para permitir a substituição destes componentes sem perda de gás. expandidos mecanicamente contra os espelhos.05 2.2. O controle do fluxo de refrigerante será através de válvula de expansão termostática com equalização externa ou. com proteção mecânica externa. O condensador será dotado de válvula de segurança. instaladas na sucção e descarga dos compressores e na linha de líquido.continuação E-IAC. Os trocadores serão projetadas e testados conforme as especificações da ASME para vasos de pressão sem combustão. conexão flexível na descarga das compressores. Serão dotados de defletores internos e suportes intermediários para evitar movimentos relativos dos tubos.

lâmpada piloto indicando o funcionamento de cada compressor.3 RESFRIADORES COM COMPRESSORES CENTRÍFUGOS OU DO TIPO PARAFUSO Por serem de aplicação restrita a instalações de grande porte.continuação E-IAC. FABRICANTES Admite-se o uso de resfriadores fabricados por: • • • • • • • Coldex Frigor S.A. claramente identificáveis: • • • • • • chave partida/parada de cada compressor. Sabrag do Brasil Ltda.05 • • • • • • • 2. Sulzer do Brasil S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. manômetros para leitura de pressão de sucção e pressão de descarga de cada circuito. chave contatora e relé térmica de sobrecarga para cada compressor.Proibida a reprodução sem autorização. termostato anticongelamento do evaporador. as resfriadores que operam com estes compressores terão as suas características especificadas pelo PROPRIETÁRIO. lâmpada de alarme indicando que proteção atuou em caso de desarme automático das compressores.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 . Springer Carrier do Nordeste S.A. manômetros para leitura de pressão de óleo em cada compressor. barramento de força. relés auxiliares para interligação ao sistema de circulação/resfriamento da água de condensação.. relés temporizadores anti-reciclagem e para partida seqüencial das compressores. e deverá conter os seguintes instrumentos mínimos. II e III. 2. York International Corporation.2.6 fusíveis.. 3. fusíveis para a circuito de comando. chave para comutação manual da seqüência de partida dos compressores. Partes I.. Indústrias Hitachi S.. PAINEL DE OPERAÇÃO E CONTROLE Será instalado junto ao quadro elétrico..A. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. termostato de múltiplos estágios para controle da temperatura da água gelada. Mayekawa do Brasil Refrigeração Ltda.

. com eixo em açocarbono. 2. Serão utilizadas na circulação de água em sistema de condensação.06 1. vencendo a perda de carga e a altura manométrica da sistema. Para aplicações especiais. poderão ser utilizadas bombas de fluxo horizontal ("in line"). 2.. de um estágio. como ferro fundido nodular ou aço inoxidável.3 MOTORES ELÉTRICOS Serão de indução. 2. O sistema de vedação poderá ser através de gaxeta ou selo mecânico.Proibida a reprodução sem autorização. II e III. onde a desmontagem da bomba pode ser feita sem mexer na tubulação. FABRICANTES Admite-se o uso de bombas centrífugas fabricadas por: • • • • • Hero Equipamentos Industriais Ltda.A.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS FORMA CONSTRUTIVA Serão utilizadas bombas centrífugas. Mark Peerless S. Capital Federal. admitindo-se nestes casas o uso de bombas seladas. água gelada ou água quente. Partes I.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. ou motores de 2 pólos. construção horizontal. poderão ser especificados pelo PROPRIETÁRIO outros materiais. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . com acionamento por motores elétricos. rotor do tipo gaiola. Ar Condicionado. e dimensionamento conforme potência do motor e rotação.2 MATERIAIS DE FABRICAÇÃO O rotor e a carcaça serão construídos em ferro fundido ou bronze. poderão ser especificados motores com índice de proteção superior. sob o número 218504 . Onde as condições locais exigirem. próprios para trabalho ao tempo. trifásicos.A. com eixo apoiado sobre mancais de rolamento com lubrificação a graxa e acoplamento por luva elástica. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. sucção axial e descarga no topo da linha de centro do rotor. 3.A. As bombas poderão ser do tipo monobloco ou conjunto moto-bomba. com proteção IP 54 e isolamento classe B. O sistema de montagem deverá ser "back pull out". Worthington S. Sulzer do Brasil S. conforme definido na projeto. 2. KSB Bombas Hidráulicas S. entende-se como bomba centrífuga o equipamento destinado a efetuar a circulação de água no interior de tubulações. O acoplamento deverá possuir suficiente flexibilidade angular e axial para evitar esforços sobre mancais. 4 pólos..MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. com potência até 1 CV.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Para instalações de calefação com radiadores de ambiente. Ventilação e Aquecimento Bombas Centrífugas E-IAC.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. ENCHIMENTO Será constituído por placas onduladas de PVC auto-extinguível.1% da vazão de água circulante. construído em aço galvanizado. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.plástico reforçado de fibra de vidro) construídas com chapas de fibra de vidro.Proibida a reprodução sem autorização. para grandes capacidades. PRFV . será aceito enchimento de grades trapezoidais de polipropileno. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2.4 ELIMINADORES DE GOTAS Será constituído por um sistema de chicanas. com circulação do ar forçada ou induzida. polipropileno ou aço galvanizado. Poderá ser também através de bicos pulverizadores. com todas as arestas resultantes de corte pintadas com composto rico em zinco. 2.3 2. PVC rígido ou poliestireno. Para aplicações especiais. poderá ser solicitado o fornecimento de torres de fibra de vidro não inflamável. Outras configurações somente serão aceitas quando especificadas pelo PROPRIETÁRIO. através do contato direto da água com o ar. Os suportes serão dimensionados de forma que o conjunto de placas resulte perfeitamente nivelado e sem deflexões perceptíveis.1 CARCAÇA Serão aceitas torres de resfriamento de fibra de vidra ("Fiberglass". 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. quando especificado pela PROPRIETÁRIO. Capital Federal. poderão ser construídas torres de resfriamento em alvenaria. Em instalações de grande capacidade. 2. auto-suportante ou com estrutura de aço-carbono zincado revestida externamente com elementos de fibra de vidro. Ar Condicionado. confeccionados em bronze. Ventilação e Aquecimento Torres de Resfriamento E-IAC.5 SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA Será através de bacia ou calha de distribuição confeccionadas em "poliester-fiberglass".1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS SISTEMA Serão utilizadas torres de contracorrente paralela. sob o número 218504 .07 1. latão ou material plástico não corrosível. II e III. conforme ASTM D-635.2. Toda a unidade.3 2.2. Poderão ainda ser construídas com chapas de aço galvanizada por imersão a quente.2 2. com tratamento idêntico ao item 2. próprias para resistir a temperaturas de até 55°C e inertes a ataques biológicos.2. Serão sustentadas por estrutura de chapa de fibra de vidro ou perfilados metálicos. Alternativamente. Partes I. de modo a criar mudanças na direção do fluxo de ar e limitar a perda por arraste ao máximo de 0. interna e externamente. será pintada com cromato de zinco aluminizado.2 retro. entende-se como torre de resfriamento o equipamento destinado ao resfriamento da água do circuito de condensação de sistemas de refrigeração ou outros. 2.2 2. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.

6 2. acionados por polias e correias.A.7 2. de dupla aspiração. trifásicos.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Kepler Weber Controle Ambiental S. II e III. de perfil aerodinâmico. tomadas de ar protegidas por venezianas de fibra de vidro ou tela galvanizada. FABRICANTES Admite-se o uso de torres de resfriamento fabricadas por: • • • • • Alfaterm Indústria e Comércio Ltda. aço inoxidável ou náilon. acionando diretamente os ventiladores. com proteção IP 54 e isolamento classe B.07 2. construída em material similar a carcaça. rotor do tipo gaiola. e rotação conforme a aplicação. Alpina S. Partes I. com passo regulável. com altura ajustável. MOTORES ELÉTRICOS Serão de indução.6. próprias para trabalho ao tempo. e cubos em poliamida.8 DEMAIS ELEMENTOS As torres serão fornecidas completas.6.. ladrão com dispositivo anti-respingo e com dreno. parafusos (utilizadas nas torres) de latão naval. Semco S. filtro tipo tela na saída da água fria. pás voltadas para a frente (sirocco) balanceadas estática e dinamicamente. Indústria e Comércio. conexões para enchimento rápida. ferro fundido ou aço revestido. operando sobre mancais de rolamento relubrificáveis com graxeira ou do tipo blindado. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. conexões para entrada e saída de água com flanges. porta de inspeção estanque que permita acesso à bacia e ao enchimento da torre.A. Deverão ser utilizados preferencialmente motores de baixa rotação.continuação E-IAC.2 2.Proibida a reprodução sem autorização. controle da capacidade através da operação liga/desliga dos ventiladores ou motores de 2 velocidades.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. controle do nível de água na bacia através de válvula de bronze. incorporando ainda as seguintes elementos: • • • • • • • • • bacia de água fria. Os ventiladores axiais serão construídos com pás múltiplas de polipropileno ou poliuretano. definidos pela PROPRIETÁRIO. 2. O uso de redutores com engrenagens ou através de polias e correias ficará limitado a casos especiais. Capital Federal. acionada par bóia plástica ou aço inoxidável. sob o número 218504 . Onde as condições locais exigirem. comandada par termostato com sensor imerso na bacia da torre. Delta Termo Engenharia Ltda.A. 3.1 VENTILADORES Os ventiladores centrífugos serão construídas em chapas de aço galvanizado ou PRFV. poderão ser especificados matares com índice de proteção superior.

O acionamento das resistências será comandado por termostato com escala de temperatura ajustável. entende-se como aquecedor o equipamento destinado a uso em sistemas de calefação.1 FONTES DE CALOR ENERGIA ELÉTRICA Serão utilizadas resistências elétricas em fio cromo-níquel.3. manômetro e sistema de alarme para sobretemperaturas. 2. lâmpadas sinalizadoras dos estágios ligados e chave liga/desliga. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . com circulação de água em múltiplos tubos. quando utilizados queimadores ou simplesmente resistências imersas na fluxo de água nos aquecedores elétricas. sob o número 218504 . O quadro elétrico será fornecido junto com a aquecedor. conterá fusíveis de força e comando. testada e lacrada em fábrica. 2. por processo de estampagem ou solda elétrica. porta de inspeção e dreno. A carcaça será construída em chapa de aço. onde a água circula nos radiadores de ambiente ou serpentinas. O radiador deverá possuir ainda purgador de ar. com pintura eletrostática.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2. isolado com óxido de magnésio e blindagem externa em cobre. As resistências ficarão imersas no reservatório ou no fluxo de água. Deverá ser dotado de válvula de segurança para água. Haverá registros na entrada e saída de água. Será montado sobre base de aço estrutural.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS GERADORES DE ÁGUA QUENTE São aquecedores de passagem utilizados em sistemas de calefação. e retorna ao aquecedor. II e III. chave contatora para cada estágio de resistências. Será fabricado de acordo com as normas da ASME para vasos de baixa pressão. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização. de forma a obter-se um bom rendimento da troca de calor. termômetro com escala circular de temperaturas. fornecido com suportes para fixação em paredes ou pisos. Uma válvula de controle de vazão será instalada na entrada de água quente para permitir a regulagem do fluxo na radiador. e serão divididas em múltiplos estágios para permitir a modulação da capacidade da aquecedor. O trocador de calor do aquecedor pode ser aquatubular ou flamotubular. Ar Condicionado. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Serão admitidos radiadores fabricados em chapas de alumínio. aquecendose na passagem. Partes I. O corpo do aquecedor deverá ser construído em chapas de aço galvanizado jateadas e revestidas com resina epóxi ou aço inoxidável. 2. incluindo os geradores de água quente e os radiadores de calor a seguir descritos.3 2.08 1. Deverão apresentar excelente acabamento externo para instalação aparente.2 RADIADORES DE CALOR São os elementos destinados a transmitir ao ambiente a calor da água que circula em seu interior. A água deverá circular em fluxo cruzado (entrada por um lado e saída pelo outro lado da radiador) . seja par convecção natural ou radiação. Receberá isolamento térmico em lã de vidra e revestimento externo de aço pintado com tinta esmalte sintético. Capital Federal. Ventilação e Aquecimento Aquecedores E-IAC.

3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. O queimador será dotado de ventilador para circulação forçada de ar. O controle da ignição será através de termostato. com grelha removível de ferro fundido e cinzeiro. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal. Dirceu Broilo e Cia. Morganti S.. com sensor ótico de chama acoplado a temporizador que bloqueie a injeção de combustível na caso de falha no início da combustão. II e III. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .continuação E-IAC.A. Indústria e Comércio. Giacomet Termo Metalúrgica Ltda. O aquecedor possuirá ainda porta de aço com isolamento térmico e trinco para acesso da lenha à fornalha. valendose de eletrodos para o início da combustão. Ltda.2 ÓLEO DIESEL Serão utilizados queimadores para óleo que dispensem o uso de chama piloto..A..08 2.3. Serão datados de queimador para lenha de 1 m de comprimento. Kent-Daniel Martins S. O controle da temperatura da água será totalmente manual. com escala de temperatura ajustável.3 LENHA Os aquecedores a lenha somente serão utilizados em situações especiais. Indústria e Comércio.Proibida a reprodução sem autorização.A. 3. sob o número 218504 . constituído por uma borboleta que vede a saída das gases. bem como porta para o cinzeiro com regulador de entrada de ar. Partes I. com vazão de ar ajustável e bomba de óleo para assegurar a suprimento de combustível. Na saída da chaminé será instalado um abafador de chama. 2. FABRICANTES Admite-se o uso de aquecedores fabricados por: • • • • • Aquecedores Cumulus S.

balanceado estática e dinamicamente. e devem ser estanques à penetração de águas pluviais. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . A carcaça será construída de forma a proporcionar o escoamento do ar sem turbulências e com baixo nível de ruído. considerando-se as condições de funcionamento. como no caso de exaustores para sala de baterias. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. etc. sendo a polia motora regulável para permitir o ajuste da rotação do ventilador. etc.2 VENTILADORES AXIAIS São aqueles em que o fluxo de ar no ventilador é paralelo ao eixo do rotor. 2. sob o número 218504 . com as pás voltadas para a frente (sirocco) .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. fibra de vidro ou material plástico. O acoplamento ao eixo será direto ao motor. em diversas aplicações. O acionamento será através de polias sulcadas e correias em "V" de fibra sintética. 2. entende-se como ventilador o equipamento destinado a efetuar a circulação forçada do ar em sistemas de ventilação geral diluidora ou local exaustora. construídos em aço galvanizado ou alternativamente em PRFV (plástico reforçado de fibra de vidro) quando especificado pelo PROPRIETÁRIO. com eixo de açocarbono operando sobre mancais de rolamento auto-alinhantes. São utilizados para a instalação sem dutos. II e III. As pás serão de alumínio fundido. ou em dutos com pequena perda de carga. serão fixadas a um cubo central ligado ao eixo. Para instalação em ambientes agressivos. como torres de arrefecimento. exceto quando especificado de outra forma pelo PROPRIETÁRIO. serão utilizados preferencialmente ventiladores fabricados em materiais sintéticos termoplásticos. O motor será montado sobre base esticadora. chapa de aço galvanizado. 2. Serão constituídos par rotor e carraça. São constituídos por um rotor aerodinâmico construído em aço galvanizado ou alumínio. Capital Federal.3 VENTILADORES EÓLICOS São ventiladores que utilizam componentes da força de convecção e ação dos ventos para movimentar uma estrutura aerodinâmica que acelera a extração do ar. depósitos. O motor elétrico será trifásico de indução com rotor tipo gaiola. Partes I.09 1.Proibida a reprodução sem autorização. autolubrificantes e blindados. São utilizados para auxiliar a ventilação natural em telhados. São utilizados em instalações onde é exigida pressão estática disponível no ventilador. O rotor será balanceado estática e dinamicamente. Ventilação e Aquecimento Ventiladores E-IAC. admitindo-se o uso de motores monofásicos para potências de até 1 CV. O selecionamento do motor será de acordo com as tabelas de seleção do fabricante do ventilador. Pode ser usado com ou sem dutos. O motor de acionamento terá as mesmas características que a especificado no item anterior. O rotor poderá ser de simples ou dupla aspiração. A estrutura de suporte do ventilador será rígida o suficiente para impedir a transmissão de vibrações excessivas para os apoios. 2.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS VENTILADORES CENTRÍFUGOS São aqueles em que o fluxo de ar no ventilador se processa no sentido perpendicular ao eixo da rotor. de modo a possibilitar a regulagem da tensão sobre as correias. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Ar Condicionado.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. Ventisilva Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Ventiladores Industriais.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.09 3.continuação E-IAC.A. Torin Aerotécnica Ltda. II e III. Refricon Refrigeração Ltda. FABRICANTES Adimite-se a uso de ventiladores fabricadas por: • • • • • • • Delta Termo Engenharia Ltda. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I.. Kepler Weber Controle Ambiental S...Difusão de Ar. Trox da Brasil . Otam S. sob o número 218504 . Acústica. Filtragem e Ventilação Ltda.A.

A 2. No caso de utilização de rede de dutos para insuflamento de ar.000 BTU/h. 2. II e III.Proibida a reprodução sem autorização. sistema para entrada de ar externo.Tipo Janela E-IAC.10 1. Partes I. ventilação e refrigeração. permitindo o aquecimento do ar no espaço a condicionar. bem como termostato de ambiente do tipo gás. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. com capacidade de 7..000 até 36. próprios para instalação ao tempo. tipo janela.A. juntamente com o aparelho deverá ser fornecido um quadro elétrico completo. dotado de sistema completo de refrigeração e desumidificação. entende-se como condicionador de ar compacto.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Deverão ser dotados dos seguintes elementos mínimos: • • • • • • gabinete metálico com proteção contra corrosão e pintura de acabamento. Capital Federal. Elgin Máquinas S. Ventilação e Aquecimento Condicionadores de Ar Compactos .2 Quando especificado pelo PROPRIETÁRIO. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. incluindo todos os componentes de comando e proteção. como fusíveis diazed. o aparelho deverá possuir pressão estática disponível para vencer a perda de carga da rede de dutos. Springer Carrier do Nordeste S.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . filtro de ar removível e lavável. painel frontal com dispositivos de insuflamento de ar com aletas reguláveis (exceto aparelhos para instalação com dutos) chave seletora com as posições: desligado. serão admitidos apenas aparelhos acionados por motores trifásicos. sob o número 218504 .3 3. o equipamento doméstico ou minicentral. 2. Ar Condicionado.A. Neste caso. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. FABRICANTES Admite-se o uso de condicionadores de ar compactos fabricados por: • • • Consul S. os aparelhos serão dotados de válvula reversora para operar em ciclo reverso.. contatoras e relés. termostato para regulagem da temperatura ambiente. Para este uso. com meios para circulação e limpeza do ar. 2.

tolerâncias dimensionais (NBR-6999).Aços inoxidáveis . 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.série padronizada (NBR9246). dispositivos de insuflamento e retorno. sob o número 218504 .79 20 – 0. Ar Condicionado.50 24 – 0. retorno.64 22 – 0.1. entende-se como rede de distribuição de ar o conjunto formado por dutos.Instalações centrais de ar condicionado para conforto .1 2. • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Quando especificado pelo PROPRIETÁRIO.ensaio de dobramento semiguiado (NBR-6153).Produto metálico .requisitos gerais (NBR-7013).1. Neste caso.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DUTOS DUTOS CONVENCIONAIS Serão confeccionados em chapas de aço galvanizado. Capital Federal.Chapas de alumínio e suas ligas . aço inoxidável ou alumínio.59 Aço Galvanizado 26 – 0.27 16 – 1.1. EB-649/81 .Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. 2. Não serão aceitos dutos montados em placas autoportantes de lã de vidro.64 22 – 0. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3 São os seguintes os materiais para fabricação de dutos de ar: • aço galvanizado: conforme PB-315/81 . PB-986/82 .1.chapas propriedades mecânicas (NBR-7823) e EB-1333/82 .95 18 – 1.Alumínio e suas ligas . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 As chapas utilizadas para construção dos dutos deverão ter a bitola de acordo com a NB-10/78 . os dutos deverão possuir as faces vincadas em "X'. exaustão ou distribuição. para melhor acabamento. ar exterior.27 Circular (mm) Helicoidal até 255 250 a 600 950 a 900 950 a 1250 1300 a 1500 Calandrado Longitudinal até 450 460 a 750 760 a 1150 1160 a 1500 1510 a 1300 Retangular (mm) Lado Maior até 300 310 a 750 760 a 1400 1410 a 2100 2110 a 3000 2.79 20 – 0. II e III. Destina-se à condução de ar. poderão ser utilizados dutos convencionais em instalação aparente. aço inoxidável: conforme PB-1210/85 .1.1 2.Chapa de alumínio e de ligas de alumínio (NBR-7556).1.16 1.95 18 – 1. para insuflamento. Ventilação e Aquecimento Rede de Distribuição de Ar E-IAC. e acessórios.Chapas de aço-carbono zincadas por imersão a quente .parâmetros básicos de projeto (NBR-6401) cuja tabela é a seguinte: Bitola USG – Espessura (mm) Alumínio 24 – 0. 2. alumínio: conforme PB-895/85 .Chapas de açocarbono zincadas pelo processo contínuo de imersão a quente (NBR-7008) e MB5/88 .1. conforme especificado no projeto.

2. produzidos por processo contínuo com costura helicoidal. Poderão ser totalmente construídos em chapa de aço. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . derivações. que publiquem catálogos com dados técnicos do desempenho deles. grelhas e acessórios de fabricação artesanal. Os dutos serão de fabricação industrial. retro.1. em aplicações especiais.Proibida a reprodução sem autorização. As grelhas de insuflamento serão de dupla deflexão.2. Partes I. formado por 2 tubos superpostos com uma manta de material termoisolante intercalada.1 DISPOSITIVOS DE INSUFLAMENTO E RETORNO QUALIDADE Serão admitidos os dispositivos fabricados por empresas especializadas. conforme o projeto. ou dutos tipo sanduíche. os difusores e grelhas serão dotados de registros de aletas convergentes para regulagem de vazão com acionamento pela parte frontal.2 DUTOS PRÉ-FABRICADOS Serão confeccionados em chapas de aço galvanizado ou alumínio. Os difusores lineares de corpo esbelto serão dotados de registro tipo guilhotina e lâminasguias do jato de ar. com as mesmas características do item 2.1. etc.2 2. Capital Federal. dutos de retorno e outras aplicações. de acordo com o projeto. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. encaixes. sob o número 218504 . Poderão ser utilizados difusores para insuflamento e retorno combinados no mesmo elemento. Para aplicações especiais. As partes posteriores serão em chapa de aço esmaltadas a fogo na cor preto-fosca. II e III. e fluxo de ar regulável quanto ao volume e direcionamento. deverão ser fornecidos pelo fabricante dos dutos.1. Sempre que instalados em dutos de seção constante ou para insuflamento em salas individualizadas. Os dutos planocilindricos terão a sua forma obtida por processo de expansão mecânica. 2. com 1 ou 2 saídas de insuflamento. Não serão aceitos difusores.3 DUTOS FLEXÍVEIS Serão utilizados em ramais secundários.1.2 DIFUSORES E GRELHAS DE INSUFLAMENTO Serão fabricados em perfis de alumínio extrudado e anodizados. sendo as aletas ajustáveis individualmente. em instalação invisível. com manta de lã de vidro intercalada entre dois tubos superpostos.16 2. quando especificado pelo PROPRIETÁRIO. Todos os acessórios utilizados. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2. tais como curvas.2. Poderão ser especificados ainda registros tipo captor ou tipo borboleta. reduções. Serão construídos em chapa de aço galvanizado. São formados por espirais de alumínio perfilado e devem possuir flexibilidade com raio de curvatura igual a 1.5 vez o diâmetro nominal. 2. através de dispositivo instalado nas aberturas. Poderão ser utilizados dutos de seção circular ou planocilíndrica (oval).3 DIFUSORES TIPO “LIGHT TROFFER" São difusores para uso acoplado a luminárias. podarão ser especificados dutos com revestimento de lã de vidro protegida por sarja plástica. Onde as condições locais exigirem.2. poderão ser utilizados dutos tipo sanduíche.continuação E-IAC.

3. tela galvanizada. 3. com aletas horizontais fixas.3 DAMPER DE SOBREPRESSÃO Dispositivo que abre com pressão positiva e fecha por gravidade. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. servomotor. A carcaça e dispositivos de acionamento são construídos em aço galvanizado.continuação E-IAC.3 2. 2.3. indevassáveis. Quando solicitado.2. ou para dividir o fluxo de ar em derivações (registro divisório ou "splitter”).Proibida a reprodução sem autorização. revestida com chapa de aço em ambas as faces. dotada de dispositivo de fixação e indicação do sentido de abertura.4 GRELHAS DE RETORNO Serão construídas em alumínio extrudado ou chapa estampada.5 DAMPER CORTA-FOGO TIPO CORTINA Constituído por uma cortina de lâminas articulares de aço galvanizado que.3. serão fornecidas com aletas tipo “V" invertido.16 2. Os registros para modulação de vazão devem ser do tipo de lâminas opostas. 2. pistão pneumático. Para vãos. etc.4 DAMPER CORTA-FOGO TIPO ALETA Constituído por uma aleta tipo sanduíche. formam um conjunto compacto preso por elo fusível a temperaturas acima de 70°C. 2.3. Terá fechamento através de mola liberada por intermédio de "plug" fusível a temperaturas acima de 70°C. maiores serão utilizadas combinações com diversas aletas. e dotadas de moldura e contramoldura. com miolo e fibra mineral testada a prova de fogo. Para aplicações especiais poderão ser utilizados outros tipos de acionamento como fusível elétrico. quando abertas na posição. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. lâminas de alumínio com juntas de espuma. ou por mola quando utilizado na posição horizontal. PRODUTOS/FABRICANTES Admite-se o uso de equipamentos de distribuição de ar fabricados por: Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . acabamento anodizado. Formado por uma moldura em chapa de aço ou perfis de alumínio. 2. 2. O fechamento é por gravidade quando utilizado na posição vertical para fluxo de ar horizontal. Não deverão possuir aletas com mais de 30 cm de largura ou 120 cm de comprimento. O acionamento será efetuado mediante alavanca externa.2 TOMADA DE AR EXTERIOR Serão fabricadas em alumínio extrudado. dotadas de veneziana externa. Serão construídos em chapa de aço galvanizado bitola # 16.1 ACESSÓRIOS REGISTROS São utilizados como elementos de regulagem de vazão de ar em dutos ou vãos (registro de volume). com aletas apoiadas em eixos com mancais reforçados em náilon e moldura externa. conforme especificado. II e III. sob o número 218504 . filtro de ar removível e lavável e de registro para regulagem de vazão. Partes I. eixos em latão e buchas em plástico.3.

Filtragem e Ventilação Ltda. Dutos Especiais Ltda.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .16 3. II e III.. Senter Industria e Comércio Ltda.continuação E-IAC. Trox do Brasil .. Tropical Artefatos de Metal Ltda.Difusão de Ar.1 DUTOS • • • • Climatec Indústria e Comércio Ltda. Acústica. 3.2 DIFUSORES. sob o número 218504 . Partes I. GRELHAS E ACESSÓRIOS • • • Comparco .. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Indústria e Comércio de Componentes de Ar Condicionado Ltda. Westaflex Tubos Flexíveis Ltda. Capital Federal..

DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.17 1. FABRICANTES Admite-se o uso de materiais fabricados por: • • • Eluma Conexões S. destinados à condução do fluido refrigerante em um circuito de refrigeração de uma instalação de ar condicionado. Ar Condicionado. o conjunto de tubos. de fabricação industrial. utilizandose os componentes dos itens 2. EB-273/82 . 2. para condensadores. as quais consistem em um fole de aço inoxidável altamente flexível com tubo-guia interno e terminais lisos de cobre a sifão.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.. Partes I. Termobronze Metais e Ligas Ltda. Serão executados na obra. 2. 3. 2.3 ACESSÓRIOS São os componentes complementares das linhas. sob o número 218504 . II e III. evaporadores e trocadores de calor (NBR-5029).2 CONEXÕES Serão forjadas.A. entende-se por tubulação frigorígena. sem costura. sem costura. "looping".2 retro. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Tubo de cobre e de ligas de cobre. Serão fabricados e fornecidos de acordo com as normas a seguir relacionadas: • • • EB-224/81 .. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. tais como juntas de dilatação.Proibida a reprodução sem autorização. fornecidas de acordo com a norma EB-366/77 Conexões para unir tubos de cobre por soldagem ou brasagem capilar. 2. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sem costura .Tubo de cobre e suas ligas.Tubo de cobre sem costura para refrigeração e ar condicionado (NBR7541). lira. conexões e acessórios adequadamente montados. EB-584/84 . etc.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS TUBOS Serão utilizados tubos de cobre extrudados e trefilados.A.1 e 2. Ventilação e Aquecimento Tubulações Frigorígenas E-IAC. em cobre desoxidado recozido.requisitos gerais (NBR-5020). Termomecânica São Paulo S.

e para diâmetros acima de 12" (inclusive). Capital Federal. água gelada ou água quente. 2.2 As conexões rosqueadas serão produzidas em ferro maleável conforme a norma ASTM-A-197. os tubos deverão ser galvanizados e com conexões rosqueadas.18 1. Partes I.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. deverão ser em aço preto com conexões soldadas ou flangeadas. Ventilação e Aquecimento Tubulações Hidráulicas E-IAC. 2.1 2. ASTM-A-53 e 106 (classe mínima Schedule 40). fabricados e fornecidos conforme as normas a seguir relacionadas: • • • • DIN 2440 (classe média). respeitadas as demais exigências mencionadas. sem costura.2. 2. em instalações de ar condicionado. extremidades com chanfros para solda. serão aceitos tubos com costura.1. fornecidas conforme dimensões padronizadas nas normas ANSI-B-16. em aço-carbono.3 Produzidas conforme: ISO-R-49 e PB-110/82 (NBR-6943) ANSI-B-16.1.Proibida a reprodução sem autorização. e de outros fluidos.9 e ABNT PB-157/71. conexões e acessórios adequadamente montados e que permitem a circulação de água nos sistemas de condensação.2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Ar Condicionado. CONEXÕES Deverão ser de fabricação industrial.3 e PB-156/85 (NBR-6925) 2.2 2. entende-se como tubulação hidráulica o conjunto de tubos. II e III.3 Classe (kgf/cm²) 10 20 Pressões máximas de serviço conforme: DIN-2950/ISO-R-49 ANSI-B-16.2 Para diâmetros até 2 1/2" (inclusive).Tubos de aço-carbono com requisitos de qualidade para condução de fluidos (NBR-5590) (classe reforçada).1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS TUBOS Serão produzidos por laminação.Tubos de aço-carbono para rosca Whitworth gás para usos comuns na condução de fluidos (NBR-5580) (classe média). 2. as conexões serão produzidas em aço-carbono conforme a norma ASTM-A-234. EB-332/85 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. fornecidas de acordo com a tabela abaixo: 2. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. EB-182/84 . para os sistemas a serem aplicados. zincadas. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2.2.1 2.3 Para solda de topo. galvanizados ou não (conforme especificado). para diâmetros acima de 3" (inclusive). sob o número 218504 .

2 2.3. deverão ter o corpo e o castelo em ferro fundido ASTM-A-126-Gr.5.3 2.1 FLANGES Serão de fabricação industrial.3 2.7 MPa. II e III. Nos diâmetros de 1/2" até 2 1/2" (inclusive).continuação E-IAC. classe 125.7 MPa. Nos diâmetros de 1/2" até 1 1/2" (inclusive). para pressão superior a 0. ACESSÓRIOS AMORTECEDORES DE VIBRAÇÃO São elementos constituídos de fole de aço inoxidável com terminais soldados e conexões flangeadas.Flanges metálicos para tubulações (NBR-9530). Os flanges com pescoço ("welding neck flange") serão forjados em aço-carbono conforme a norma ASTM-A-181 (grau 1) e fornecidos de acordo com a padronização ABSI-B-16.1 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . castelo aparafusado (junta confinada).Proibida a reprodução sem autorização. zincados. deverão ter corpo e castelo em aço fundido ASTM-A-216. serão fornecidos com tensores externos.5.4. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.4 2. haste não ascendente.3.4 2. com rosca.5 (classes 150 e 300) e PB-16/65 . nos tipos relacionados a seguir. Capital Federal.Flanges com ferro maleável. Nos diâmetros acima de 2" (inclusive). ou quando solicitado.5 (classes 150 e 300). fornecidas conforme descrito nos itens a seguir. VÁLVULAS Serão do tipo conceituado na TB-321/87 . classe 125. haste ascendente/rosca externa.com a padronização ANSI-B-16. extremidades flangeadas (face de ressalto) ANSI-B-16. castelo aparafusado.4.1 2.5 ou para solda de topo ANSI-B-16.3. fornecidos de acordo. classe 300.5 2.7 MPa.4 2. sob o número 218504 . para pressão até 0. castelo ligado por união. haste não ascendente.1. conforme a norma ASTM-A-197.18 2.7 MPa. Para pequenos diâmetros. internos de bronze. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.4. 2.25. haste ascendente/rosca externa.2 2.4. castelo rosqueado. Partes I.5 2. São utilizados para eliminar a transmissão de vibrações às tubulações ligadas a bombas ou motores. para pressão superior a 0. da ABNT. classificação "geralmente forjados ou fundidos".Válvulas (NBR-10285) da ABNT.3 2. para pressão até 0. Os flanges roscados. extremidades com flange de face lisa ANSI-B-16. conforme disposto na TB-265/85 . internos em aço inoxidável. deverão ter o corpo e castelo em aço forjado ASTM-A-105.5 (classes 150 e 300). extremidades flangeadas (face de ressalto) ANSI-B-16. deverão ter o corpo e castelo em bronze ASTM-B-61.("threaded flange") serão em ferro maleável. internos de bronze. Nos diâmetros acima de 3” (inclusive).4. Os flanges cegos (“blind flange") serão forjados em aço-carbono conforme a norma ASTM-A-181 (grau 1) e fornecidos de acordo com a padronização ANSI-B-16. extremidades para rosca BSP. internos em aço inoxidável.3. classe 300.

).2 2.A. São elementos de rápida e fácil união para tubos.5. laterais e angulares. Serão utilizados em locais onde a rede hidráulica apresente configuração que possibilite o aprisionamento de bolsões de ar. Partes I. com rosca BSP. São utilizados para reter impurezas eventualmente existentes no interior da tubulação.5.4 FILTROS “Y” São acessórios constituídos por um corpo fundido em aço ou ferro fundido. apresentam maior capacidade de absorver dilatações axiais provocadas por variações de temperatura.2 2. sendo porém o conjunto guiado internamente por um cano rígido soldado num dos terminais.1 TUBOS • • Cia. em formato de "Y". São instalados entre par de flanges utilizados de forma temporária para proteger equipamentos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.5.continuação E-IAC. Conforja S. 2.2.5. Siderúrgica Mannesmann. Conexões de Aço. etc. fita vedadora de PTFE (teflon.3 2.5.5.18 2. 2. sendo removidos após a partida das unidades. Além do amortecimento de vibrações. fluon. II e III. As juntas de borracha são construídas com elemento flexível de borracha sintética. 2. além de amortecer vibrações mecânicas. 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .6 VEDANTES São elementos usados para melhorar a estanqueidade em conexões rosqueadas de tubulações. São os seguintes os tipos de vedantes: • • cânhamo (sisal-estopa) com zarcão. com boa estanqueidade e absorção de movimentos e vibrações. Capital Federal. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização.5 FILTROS TEMPORÁRIOS São filtros fabricados em chapa de aço-carbono com perfurações. 3. com elemento filtrante removível. JUNTAS "DRESSER" Consistem em um cilindro intermediário.5. Absorvem movimentos axiais. com reforços internos de aço e tela de material sintético fixado a flanges de ferro fundido. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.6 PURGADORES DE AR Classe 150 psi. PRODUTOS/FABRICANTES Admite-se o uso de produtos fabricados por: 3.1 JUNTAS DE EXPANSÃO AXIAIS As de aço inoxidável são similares aos amortecedores de vibração. dois flanges de aperto com parafusos de açocarbono e anéis de vedação elásticos em neoprene. fabricado em aço inoxidável perfurado.2.

Partes I.. Duratex S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal. FLANGES E VÁLVULAS • • • • • Cia.18 3. Conexões de Aço. Niágara S. II e III.3 ACESSÓRIOS • • Dinatécnica Indústria e Comércio Ltda.Proibida a reprodução sem autorização.A.A.A. Conforja S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 3.2 CONEXÕES. sob o número 218504 . Spirax Sarco S. Comércio e Indústria..A.continuação E-IAC.. Importadora e Industrial Dox. Fundição Tupy S.A.

As juntas de expansão consistem em um fole de aço inoxidável altamente flexível. A luva-guia é o suporte deslizante que mantém o alinhamento da tubulação em relação à junta de expansão. 2.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS TUBOS Serão utilizados tubos de cobre fabricados conforme a EB-1251/81 . permitindo a livre dilatação da tubulação.3.A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .3 3. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. cotovelos. curvas. “tês". Partes I. II e III. Terão o mesmo diâmetro da tubulação e um poder de absorção de até 25 mm. descritos nos itens a seguir. uniões. sob o número 218504 . não se admitindo o uso de conexões fabricadas artesanalmente na obra. FABRICANTES Admite-se o uso de produtos fabricados por: • Eluma Conexões S. ancoragem e absorção de movimentos resultantes de dilatações.Tubo extra leve de cobre sem costura para condução de água e outros fluidos (NBR-7417) e EB-274/82 Tubo médio e pesado de cobre sem costura para condução de água (NBR-7542) . Capital Federal.3 2.Proibida a reprodução sem autorização. conexões e acessórios adequadamente montados e que permitem a circulação de água quente nos sistemas de calefação. entende-se como tubulação para calefação o conjunto de tubos.2 CONEXÕES As conexões serão sempre de fabricação industrial. Ventilação e Aquecimento Tubulações para Calefação E-IAC. Os tubos serão fornecidos em barras de 5 m. A ou I) e seus diâmetros nominais serão de acordo com o exigido no projeto.19 1. flanges misturadores e curvas de transposição.1 2. A luva-ponto fixo é utilizada nos pontos de fixação (ancoragem) da tubulação. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. buchas de redução. 2. sendo que a espessura de parede dos mesmos (conforme as classes E. tampões. Devem ser instaladas nos pontos indicados. conectores.2 ACESSÓRIOS São os componentes utilizados para fixação. com tubo guia interno e terminais lisos de cobre. 2.3. de acordo com o previsto no projeto da tubulação: luvas.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Ar Condicionado.3. São as seguintes as conexões a serem utilizadas. permitindo e orientando a dilatação. produzidas conforme a EB-366/77 Conexões para unir tubos de cobre por soldagem ou brasagem capilar. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. devendo ser serrados e soldados para obter-se a configuração desejada. 2.

Vidraria Santa Marina. da Isopor Indústria e Comércio de Plásticos S.1 1.2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Tupiniquim Termotécnica S.2 1. Ventilação e Aquecimento Isolamento Térmico e Acústico E-IAC. REFERÊNCIA: Plastcola HI-17. Capital Federal. II e III. REFERÊNCIA: Styrofoam.2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A ..2. Partes I.2. 1.A.1. com espessura de 25 mm e densidade de 32 kg/m³.base de borracha sintética e resina.Proibida a reprodução sem autorização. utiliza-se cola à base de PVA. da Brascola Ltda.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO ISOLAMENTO TÉRMICO DUTOS DE AR CONDICIONADO MATERIAIS Mantas ou placas de lã de vidro mineral.A.1 1. Ar Condicionado. com espessura de 20 mm e densidade de 20 kg/m³.1 1.2 REFERÊNCIA: 1. REFERÊNCIA: Calhas de Isopor F. sob o número 218504 . densidade de 20 kg/m³ e proteção externa em filme de alumínio.2. da Cia.2 1.1.A. Placas de poliestireno expandido auto-extinguível. Eucavid Isoduto. Isopor F III. 1. 1. da Eucatex S.1.A. da Dow Química S.1.1 1. Indústria e Comércio. da Indústria de Isolantes Térmicos Calorisol S.1.2.1.1. com 40 mm de espessura e densidade de 30 kg/m³. com espessura de 25 mm. com densidade de 30 kg/m³. REFERÊNCIA: Isoflex 120.A.1 TUBULAÇÃO DE AÇO PARA ÁGUA GELADA OU QUENTE MATERIAIS Calhas de poliestireno expandido auto-extinguível.3 Placas de espuma rígida de poliestireno extrudada com película.1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.A.2 Calhas de espuma rígida de poliuretano auto-extinguível. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.24 1.1. da Isopor Indústria e Comércio de plásticos S.1.1. 1. 1. REFERÊNCIA: Calcel.2 ADESIVOS Para lã de vidro. Para poliestireno. utiliza-se cola à.

2.3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2.2.2 1.4. no traço 3:1. A tubulação poderá também ser envolvida com tubos de espuma de polietileno presa com fitas ou braçadeiras. Elumaflex.4 1. Capital Federal. 1.A. 1.35 mm. Cal-Jack.. II e III. com células fechadas e espessura mínima de 10 mm. da Otto Baumgart Indústria e Comércio S. da Indústria de Isolantes Térmicos Calorisol S. REFERÊNCIA: Conforme item 1. da Indústria de Isolantes Térmicos Calorisol S. com calhas de alumínio. protegidas externamente com alumínio corrugado. com espessura de 2 cm por toda a volta do tubo.1 PROTEÇÃO MECÂNICA Calha de alumínio corrugado.1 BARREIRA DE VAPOR Revestimento do isolamento com véu de vidro.2.3 TUBULAÇÃO DE COBRE PARA ÁGUA QUENTE Se embutida em alvenaria. com espessura mínima de 25 mm.A. REFERÊNCIA: Impervéu.2 1.A.3 1. se embutida em alvenaria ou aparente. REFERÊNCIA: Isoltubo. com densidade entre 35 e 40 g/m³ e espessura de 0. da Inducel Espumas Industriais Ltda.4. sob o número 218504 .2. 1. a tubulação será envolvida em argamassa de amianto em pó e cal.3. REFERÊNCIA: Belmetal Indústria e Comércio Ltda.2.2 Emulsão de asfalto oxidado (frio-asfalto).3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização.A.3 1. retro. Partes I.24 1.A.1 TUBULAÇÕES FRIGORÍGENAS LINHA DE SUCÇÃO Será isolada com calhas de poliestireno expandido auto-extinguível.. e a proteção mecânica. da Inducel Espumas Industriais Ltda.3. da Eluma Conexões S.. 1. Se aparente. densidade de 30 kg/m³. sendo a barreira de vapor executada com véu de vidro e asfalto oxidado. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2. 1. REFERÊNCIA: Vedaprem Preto. REFERÊNCIA: Isoltubo. a tubulação será envolvida com calhas de lã de vidro. Calokote.1 1.continuação E-IAC.2. da Aeroglass Brasileira S.2 LINHA DE LIQUIDO OU DESCARGA Será isolada com a utilização de tubos de polietileno expandido flexível.15 mm. com espessura de 0.

sendo a superfície formada por cunhas anecóicas. sob o número 218504 .24 2. produzidas através do rearranjo de fibras de eucalipto. REFERÊNCIA Bidim OP-60. 2. formando grande quantidade de células de ar intercomunicadas. Climatex Indústria de Madeira Mineralizeda Ltda.2 CHAPA ISOLANTE Chapa com características termoacústicas.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO ISOLAMENTO ACÚSTICO BIDIM Geotextil fabricado a partir de filamentos contínuos de poliéster. REFERÊNCIA: Sonex. para atenuação acústica. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3 ABSORVEDOR ACÚSTICO DE ESPUMA Placa produzida à base de espuma flexível de poliuretano poliéster auto-extinguível. Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2. Partes I. 2. Utilizada no revestimento de casas de máquinas ou na construção de chicanas.A. sendo utilizado no revestimento interno de dutos de ar. II e III. revestimento de chicanas ou venezianas de retorno.Proibida a reprodução sem autorização. REFERÊNCIA: Eucatex Isolante Simples ou Revestido. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A. Indústria e Comércio. da Illbruck Industrial Ltda.continuação E-IAC. da Eucatex S. da Rhodia S. onde se requerem características de atenuação acústica. que absorvem a energia acústica incidente.

1 3. Partes I. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS TERMOSTATOS Os termostatos de ambiente são aqueles instalados diretamente no ambiente a condicionar. sendo a aplicação de cada tipo definida no projeto. geralmente em instalações com fan-coil. proporcional + integral (PI) . Os de ação liga/desliga serão utilizados para o controle de compressores em unidades tipo self-contained ou split. 2.25 1. etc.1. umidade. 3. sendo o sinal de saída uma tensão DC variável. Os de ação gradual serão utilizados para o controle de válvula ou "dampers'. Serão de dois tipos. Os controladores pneumáticos. com sensor tipo termistor. ou termistor no caso de termostato eletrônico.1 3.Ar Condicionado. 2. O elemento sensor será um capacitor de capacitância variável. com acabamento compatível para instalação aparente.ou gradual.1 TIPOS Os dispositivos de controle poderão ser do tipo mecânico. tubulações.Proibida a reprodução sem autorização.1 3. conforme descrito nos itens a seguir. sob o número 218504 .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst . 2.1. O contato será do tipo SPDT. conforme projeto. normalmente utilizados em salas de equipamentos onde esta variável precisa situar-se dentro de parâmetros predeterminados. é utilizado para manter os diversos componentes de uma instalação de ar condicionado operando dentro das condições projetadas. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Poderão ser do tipo liga/desliga .1. Deverá possuir botão de ajuste do "set-point" com escala de temperaturas. associado a outros dispositivos. O elemento sensor será um diafragma duplo com enchimento de gás ou vapor. sendo um estágio para cada compressor. ou proporcional + integral derivativo (PID) . A faixa de operação será no mínimo entre 20 e 80% com precisão de 2%. pressão ou vazão. eletromecânico ou eletrônico. entende-se como dispositivo de controle o elemento que. por serem de aplicação especifica. A ação do controlador sobre o elemento final de controle poderá ser do tipo liga/desliga ("on/off") ou gradual. . serão utilizados termostatos com sensor remoto. monitorando temperatura.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Ventilação e Aquecimento Dispositivos de Controle E-IAC.2 3. tais como controle de temperatura da água ou do ar em dutos. para permitir a atuação do atuador em 2 sentidos (abrir/fechar). Para outras aplicações. sendo de no máximo 2°C entre estágios. UMIDISTATOS São dispositivos para controle da umidade relativa de um ambiente. O ajuste de temperatura deverá ser por meio de potenciômetro interno com escala. conforme definido no projeto. Os controladores de ação gradual poderão ser do tipo proporcional (P). A ação deverá ser direta e inversa.1. e de 1°C em cada estágio.2 3. devendo os componentes ficar abrigados por uma caixa plástica ou metálica. somente serão utilizados quando assim definir o PROPRIETÁRIO.1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1.2 3..Serão do tipo eletrônico. II e III. O diferencial será fixo.

Importec . Capital Federal. São compostas por uma palheta que fica imersa no fluxo e por um microinterruptor com contatos SPDT. sob o número 218504 . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Devem possuir parafuso externo para ajuste fino do fluxo. um circuito eletrônico e um conjunto de engrenagens. Para a instalação em tubulação de água. serão sempre de ação gradual. regulando o fluxo no condensador em função da pressão de condensação ou temperatura do ar de descarga. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. enviando um sinal de presença de fluxo.. 3. Partes I. Inc. Robertshaw do Brasil S. Smart Indústria e Comércio Ltda. Deverão possuir parafuso para ajuste de sensibilidade. deverão possuir conexão com rosca BSP e palheta de material incorrosível. Staefa Control System Inc.3 ATUADORES São dispositivos constituídos por um motor de corrente continua. 4. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Lands and Gyr Powers.continuação E-IAC. com dimensões de acordo com a tubulação..Proibida a reprodução sem autorização.. 3.A. Os componentes do atuador serão montados em uma caixa fechada..25 3.. com possibilidade de ajuste.4 CHAVES DE FLUXO São dispositivos que sensoram a vazão de um fluido (água ou ar) . São utilizados em sistemas com condensação a água ou ar..Importadora de Ferramentas Técnicas Ltda. "dampers". Para o acionamento de válvulas de 3 vias em fan-coils. O ângulo de trabalho deverá ser de no mínimo 90°. Ibracon Controles Eletrônicos Ltda.5 VÁLVULAS PRESSOSTÁTICAS/TERMOSTÁTICAS São dispositivos que controlam a vazão de um fluido (água/ar) através da informação de um sensor de pressão e temperatura. FABRICANTES Adimite-se o uso de dispositivos de controle fabricados por: • • • • • • • • Honeywell do Brasil e Cia. II e III. O torque do motor deverá ser compatível com o esforço requerido no acionamento. conforme a aplicação. metálica ou plástica. etc. Podem ser de ação liga/desliga ou gradual.. Jonhson Controis Ltda. utilizados para o acionamento de válvulas.

dial em alumínio fosco protegido por vidro de 2 mm. 2. laminado. PRODUTOS/FABRICANTES Admite-se o uso de acessórios fabricados por.1. com caixa em duralumínio anodizado na cor ouro com formato em "V".2 2.1 2. tracionada pelo parafuso quando do aperto da porca. II e III. leituras. são fixados pela expansão de uma peça cilíndrica (jaqueta ou presilha).Proibida a reprodução sem autorização. Os amortecedores metálicos serão constituídos de elementos elásticos formados por almofadas resilientes montadas em peças metálicas. etc. sob o número 218504 . com haste de imersão em latão. Partes I. enrolado e prensado. Terão diâmetro mínimo de 100 mm e precisão mínima de 2%. com prisioneiro de rosca externa ou autoperfurantes com rosca interna. Capital Federal. Chumbadores de expansão são elementos de fixação que. As escalas de pressão serão selecionadas conforme a aplicação. Podem ser utilizados chumbadores com parafuso.2.1.1 2. Serão utilizados pinos roscados de aço com acabamento zincado. São construídos em aço com acabamento zincado. Os termômetros serão do tipo capela. O tipo de amortecedor será escolhido conforme a aplicação. 2. INSTRUMENTOS Os manômetros e manovacuômetros serão do tipo "bourdon".2 2.26 1.3 2. O capilar será em vidro com baixo coeficiente de dilatação. O elemento sensor será o mercúrio. 2. soquete de latão laminado. a qual aproveita a energia gerada pela deflagração de cartuchos com pólvora (fincapinos) para impulsionar o elemento de fixação (pino). com caixa em aço estampado e tubo em latão repuxado.2. Ar Condicionado. entende-se como acessório a gama de elementos complementares de uma instalação de ar condicionado. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS ACESSÓRIOS DE FIXAÇÃO O sistema de fixação a pólvora consiste na utilização de uma ferramenta especial (pistola). absorção de vibrações. conforme a aplicação.1 2.3.2 3. A expansão é provocada pela ação de uma peça cônica. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . A escala será selecionada conforme a aplicação. ISOLADORES DE VIBRAÇÃO Os calços serão constituídos por elastômero clorado com alta resiliência e baixa histerese. após introduzidos em furo efetuado no local de instalação. Ventilação e Aquecimento Acessórios Diversos E-IAC. utilizados para fixação. com ponteiro balanceado pintado de preto.2 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. que protege o vidro com graduações numéricas em graus centígrados gravadas em preto. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. ou constituídas por fio de aço especial. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.3.

3. Incoterm Indústria de Termômetros Ltda.1 ACESSÓRIOS PARA FIXAÇÃO • • • Fischer Brasil Indústria e Comércio Ltda. . Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2 INSTRUMENTOS • • • Cia.3 ISOLADORES DE VIBRAÇÃO • • Vibrachoc Industrial Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Mecânica Walsywa Ltda. sob o número 218504 . Vibranihil Comércio e Indústria de Amortecedores de Vibração Ltda. Partes I... Dresser Indústria e Comércio Ltda. II e III.26 3.Divisão de Manômetros Willy. Tecnart Indústria e Comércio Ltda.Proibida a reprodução sem autorização..continuação E-IAC. 3. Importadora e Industrial Dox.

etc. Seu invólucro deve abrigar todos os condutores de corrente. porta-lâmpadas e lâmpadas.2. As luminárias deverão ser providas de sistema que permita fácil substituição das lâmpadas sem o uso de ferramentas.4 1.2. Elétricas.1 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. com espessura adequada e arestas expostas lapidadas. zincagem ou outro processo equivalente.. a fiação não poderá ser visível.2 1. As seções de vidro das luminárias deverão ser montadas de forma a oferecer segurança.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.2.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. II e III. deverão ser observadas as seguintes recomendações: Todas as partes de aço deverão ser protegidas contra corrosão. marcadas em local visível. e Informática Pontos de Utilização Luminárias – Aparelhos E-IEL. Mecânicas. condutos. A fiação das luminárias deverá ter isolamento termoplástico para temperaturas até 105°C. de forma a evitar cortes quando manipuladas. tratamento de decapagem.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA As luminárias. potência máxima dos dispositivos que nela podem ser instalados (lâmpadas. Com a luminária instalada.5 1.6 1. modelo da luminária. O reator de cada luminária deverá poder ser acessado sem a remoção da luminária. mediante pintura de acabamento à base de epóxi por processo eletrostático e recozimento em estufa.2. reatores. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . caberá ao CONSTRUTOR a apresentação da seguinte documentação técnica: • • • curva de distribuição luminosa nos planos transversal e longitudinal da luminária. portalâmpadas e demais partes elétricas. As luminárias destinadas a ficar embutidas deverão ser construídas com material incombustível e não danificável sob condições normais de serviço. curva zonal.8 Em caso de substituição do produto especificado.).01 1. 1. fosfatizado. as seguintes informações: • • • nome do fabricante ou marca registrada. Telecom. sob o número 218504 .2. deverão ser construídas de forma a apresentar resistência adequada e dimensões tais que propiciem espaço suficiente para as ligações elétricas. incandescentes ou fluorescentes. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2.2 1.2. Capital Federal. É vedado o emprego de materiais absorventes nesses aparelhos. tabela dos fatores de utilização.3 1. Independente do aspecto estético desejado. Toda luminária apresentará.7 1. 1. As luminárias destinadas a funcionar expostas ao tempo ou em locais úmidos deverão ser construídas de forma a impedir penetração de umidade em eletrodutos.2.

Metalúrgica Moferco Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Siemens S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Indelpa Indústria Elétrica Ltda.A. Intral S. Capital Federal. FABRICANTES Admite-se o emprego de luminárias fabricadas por: • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Art-Luz Indústria e Comércio S.A.. (Lustres Pelotas). Partes I. sob o número 218504 . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Lúmem Eletrometarlúgica Ltda. Dominici Iluminação Moderna Ltda.01 2. Queiroz e Cia. Decorlite S... Produtos Elétricos.. Ltda.A. .Decorações Indústria e Comércio.. Metalúrgica Trópico Indústria e Comércio Ltda. Fábrica Metalúrgica de Lustres Ltda. II e III.Proibida a reprodução sem autorização. Decobrás S.. Philips do Brasil Ltda..A. Peterco do Nordeste S. Indústria de Iluminação. Indústria Elétrica Itaim Comercial Ltda..A..A..continuação E-IEL. P. Lumini Equipamentos de Iluminação Ltda.. Dialuz .. Indústria de Materiais Elétricos.. Tecnowatt Indústria Eletrotécnica Ltda. Metalúrgica Projeto Indústria e Comércio Ltda.Indústria e Comércio Ltda.

e Informática Pontos de Utilização Luminárias-Lâmpadas E-IEL.Proibida a reprodução sem autorização.2 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA LÂMPADAS INCANDESCENTES Os bulbos deverão ser isentos de impurezas. O deslocamento angular máximo. 2.2 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.2.1 2.3 2. As lâmpadas apresentarão. designação da cor. no mínimo. as seguintes marcações legíveis no bulbo ou na base: • • • potência nominal (W).02 1.2.2.4 As lâmpadas deverão ter vida nominal de 1. as seguintes marcações legíveis no bulbo ou na base: • • • tensão nominal (V). 2. manchas ou defeitos que prejudiquem o seu desempenho.2. Capital Federal. As lâmpadas deverão apresentar. nome do fabricante ou marca registrada. As bases não devem rodar em relação ao bulbo quando sujeitas. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Mecânicas. manchas ou defeitos que prejudiquem o seu desempenho.NBR5121) Lâmpadas fluorescentes para iluminação geral (NBR-5115) Lâmpadas incandescentes com filamento de tungstênio . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1. Telecom.1 2.2 2. II e III.1. pelo menos. Elétricas. sob o número 218504 .000 horas. Partes I. entre os planos que passam pelos pinos da base. aos momentos de torção estabelecidos na MB-449/78 (NBR-5160).3 2. é de 6 graus. nome do fabricante ou marca registrada.1 2. potência nominal (W). NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto deverá haver especial atenção para as seguintes: EB-8/80 EB-244/76 MB-370/84 MB-449/78 Lâmpadas com filamento de tungstênio para iluminação geral .ensaios (NBR5387) Lâmpadas fluorescentes para iluminação geral (NBR-5160) 2. LÂMPADAS FLUORESCENTES Os bulbos deverão ser isentos de impurezas. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1.

continuação E-IEL. Philips do Brasil Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . lâmpadas vapor de mercúrio. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 . de Lâmpadas Elétricas.3. manchas ou defeitos que prejudiquem seu funcionamento.1 2. Brasileira de Lâmpadas. O PROPRIETÁRIO admitirá lâmpadas especiais. Sylvania Indústria e Comércio Ltda. Osram do Brasil Cia. desde que definidas em projeto ou pela FISCALIZAÇÃO: • • • • • • lâmpadas luz mista. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. lâmpadas vapor metálico. General Eletric do Brasil S. as relacionadas..Cia.3. PRODUTOS Admite-se o emprego de lâmpadas fabricadas por: • • • • • CBL .2 LÂMPADAS ESPECIAIS Os bulbos deverão ser isentos de impurezas. lâmpadas minifluorescentes. lâmpadas halógenas. lâmpadas vapor de sódio. Partes I. 3.A.3 2.02 2. Capital Federal..Proibida a reprodução sem autorização. II e III.

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.. classe térmica 130°C.2 2. condições potência e outros. As características de funcionamento. Reatores para lâmpadas a vapor de mercúrio a alta pressão (NBR5125). tipo de lâmpada a que se destina. reatores de partida rápida (PR) e de alto fator de potência (AFP). corrente nominal de alimentação. no mínimo. máxima temperatura de operação do enrolamento do reator. Reatores para lâmpadas a vapor de mercúrio a alta pressão . As bobinas serão enroladas com fio de cobre. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto dê-se especial atenção às seguintes.4 2. 600 V. II e III. tais como tensão de saída.ensaios (NBR-5170). esmaltado. 2. são as estabelecidas nas Normas Brasileiras. fator de potência. Mecânicas. esmaltação.ensaios (NBR-5172). tensão nominal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.03 1. em suas instalações de lâmpadas fluorescentes. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . por meio de pintura. Todo reator deverá apresentar uma identificação durável. EB-187/85 EB-805/80 MB-1033/80 MB-1105/85 Reatores para lâmpadas fluorescentes tubulares (NBR-5114).Proibida a reprodução sem autorização. potência nominal das lâmpadas. O PROPRIETÁRIO apenas admitirá.3 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. máxima elevação de temperatura.6 O isolamento dos condutores terminais deverá ser de. na qual deverão seguintes informações: • • • • • • • • • • nome ou marca do fabricante. 2.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Todo reator será provido de invólucro imcombustível e resistente à umidade. esquema de ligações. Elétricas. Telecom. Partes I. 2. zincagem ou processo equivalente. O invólucro do reator será protegido interna e externamente contra a oxidação.5 2. freqüência nominal. Reatores para lâmpadas fluorescentes . e Informática Pontos de Utilização Luminárias – Reatores E-IEL. O núcleo do reator será laminado em aço silício de reduzida perda magnética. sob o número 218504 . Capital Federal.

II e III. sob o número 218504 . Philips do Brasil Ltda. Intral S. Sylvania Indústria e Comércio Ltda.Proibida a reprodução sem autorização. Helfont Produtos Elétricos S. Keiko do Brasil Indústria e Comércio Ltda.03 3. Partes I. Capital Federal.A.A. Indelpa Indústria Elétrica Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Brasileira de Lâmpadas.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. FABRICANTES Admite-se o emprego de reatores fabricados por: • • • • • • • CBL .continuação E-IEL..Cia. Indústria de Materiais Elétricos.

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Elétricas, Mecânicas, Telecom. e Informática Pontos de Utilização Luminárias - Acessórios Diversos E-IEL.04

1.

NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto, deverá ser dada especial atenção às relacionadas abaixo: CB-85/81 EB-1163/86 MB-2428/86 Bases e receptáculos de lâmpadas (NBR-8346); Receptáculo para lâmpadas fluorescentes e starters (NBR-9312); Receptáculo para lâmpadas fluorescentes e starters - ensaios (NBR9329) -

2.

DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação, entendem-se por acessórios diversos os receptáculos, soquetes e outros da espécie que se complementam e integram as luminárias.

3. 3.1

CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Os receptáculos para lâmpadas incandescentes serão especificados para cada caso, cumprindo definir: • • • • • • potência e tensão, no mínimo 300 W e 250 V; material: porcelana, plástico, etc.; tipo de rosca; tipo normal ou pesado; contato lateral ou não; tipo plafonier.

3.2

Os receptáculos para lâmpadas fluorescentes também serão especificados para cada caso e apresentarão, no mínimo, as seguintes características: • • • proteção contra vibração (antivibratórios); proteção contra queda da lâmpada; molas de aço inoxidável para garantia de contato elétrico.

3.3

Os acessórios diversos deverão satisfazer as normas da ABNT atinentes ao assunto e deverão ser objeto de especificação discriminada no projeto de instalação elétrica.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

continuação

E-IEL.04

4.

FABRICANTES Admite-se o emprego dos acessórios fabricados por: • • • • CBL - Cia. Brasileira de Lâmpadas; Lorenzetti S.A. Indústrias Brasileiras Eletrometalúrgicas; Perlex Produtos Plásticos Ltda.; Westinghouse do Brasil S.A.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Elétricas, Mecânicas, Telecom. e Informática Pontos de Utilização Tomadas E-IEL.05

1.

NORMAS As tomadas satisfarão a todas as normas da ABNT atinentes ao assunto, particularmente às seguintes: EB-1112/80 EB-1312/82 MB-1455/80 MB-1748/82 PB-930/82 Plugues e tomadas para uso doméstico (NBR-6147); Plugue e tomada de uso industrial (NBR-7845); Plugues e tomadas de uso doméstico - ensaio de resistência à corrosão (NBR-6256); Plugue e tomada de uso industrial - resistência à corrosão (NBR-7858); Plugues e tomadas de uso doméstico.

2. 2.1 2.1.1 2.1.2

CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA TOMADAS - USO GERAL (tipo 2 pólos + terra e universal) As tomadas de piso e parede para luz e força deverão ser, normalmente, do tipo pesado, com contatos em liga de cobre, 10 A/250 V, no mínimo. Para segurança contra choques elétricos, os contatos deverão ficar distantes, cerca de 8 mm da placa. Deverá haver conexão perfeita da tomada com qualquer tipo de plugue, de pino chato ou redondo. Os bornes deverão permitir ligação rápida e segura de condutores de seção 2,5 mm², cada. Os corpos das tomadas deverão ser de material auto-extinguível para garantia de isolamento elétrico total. TOMADAS ESPECIAIS As tomadas destinadas às instalações especiais serão do tipo polarizadas (tripolares ou tetrapolares) . Serão instaladas desde que definidas em projeto ou pela FISCALIZAÇÃO. As tomadas e plugues blindados serão à prova de tempo, gases, vapores ou explosão, montados em caixa de liga de alumínio com tampa-mola ou tampa com rosca, definidas em projeto, especificação ou pela FISCALIZAÇÃO. FABRICANTES Admite-se o emprego de tomadas fabricadas por: • • • Acripur SA. Indústria e Comércio (Alumbra); Bticino Equipamentos Elétricos Ltda.; Fame S.A. - Fábrica de Aparelhos e Materiais Elétricos;

2.1.3 2.1.4 2.2 2.2.1 2.2.2

3.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

continuação

E-IEL.05

• • • • • • • •

Indústria Panan S.A. de Material Elétrico; Iriel Indústria e Comércio de Material Elétrico Ltda.; Lorenzetti S.A. Indústrias Brasileiras Eletrometalúrgicas; Perlex Produtos Plásticos Ltda.; Pial Eletro-Eletrônicos Ltda.; Primelétrica Ltda.; Siemens S.A.; Steck - Conexões e Materiais Elétricos Ltda.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Elétricas, Mecânicas, Telecom. e Informática Pontos de Utilização Campainhas e Cigarras E-IEL.06

1. 1.1 1.1.1

CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA CAMPAINHAS Serão dos tipos seguintes: • • • • • de timbre, de embutir, 50/60 Hz; de timbre, de sobrepor; musicais 50/60 Hz; musicais com termistor para proteção; de alta potência.

1.1.2 1.1.3

As campainhas de timbre, de embutir, adaptam-se em caixas de 50 x 100 mm. As campainhas de alta potência, para uso de alarme sonoro, deverão apresentar as seguintes características: • • • • • base e suporte em termoplástico reforçado, preto; sino em aço, com pintura esmalte anticorrosão; tempo de funcionamento de 200 horas, com pulsador travado, em condições normais; potência acústica a 2,00 m, de 100 a 104 dã; timbres, de 150 a 250 mm (diâmetro)

1.2

CIGARRAS Poderão ser do tipo de embutir ou de sobrepor.

2.

FABRICANTES Admite-se o emprego de campainhas e cigarras fabricados por: • • Fame S.A. - Fábrica de Aparelhos e Materiais Elétricos; Pial Eletro-Eletrônicos Ltda.

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Elétricas, Mecânicas, Telecom. e Informática Caixas E-IEL.07

1.

NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto, haverá particular atenção para as seguintes: EB-1162/86 MB-1307/86 PB-23/86 Caixas de derivação para uso em instalações elétricas domésticas e análogas (NBR-6235); Caixas de derivação para uso em instalações elétricas domésticas e análogas - ensaios (NBR-6720); Caixas de derivação para uso em instalações elétricas domésticas e análogas - dimensões (NBR-5431) .

2. 2.1. 2.1.1

CAIXAS DE DERIVAÇÃO METÁLICAS As caixas de derivações metálicas deverão ser, conforme o fim a que se destinem, de chapa de aço esmaltado, galvanizado, ou pintado com tinta de base metálica ou de ligas de alumínio. As caixas de derivação deverão ter vinténs ou olhais para assegurar a fixação de eletrodutos. será permitida a abertura dos vinténs ou olhais que se tornarem necessários. 2.1.2 As caixas de derivação de aço esmaltado mais usualmente empregadas deverão ser de chapa de aço n° 16 (BWG) ou n° 15 (MSG), com as características constantes da tabela abaixo:

2.1.2

TIPO QUADRADA

DIMENSÕES (mm) 101 x 101 x 48 127 x 127 x 54

DIMENSÕES (“) 4 x 4 x 1 7/8 5 x 5 x 2 1/8 4 x 2 x 1 7/8 3 x 3 x 1 3/4

ORELHAS 4 4 2 2

OLHAIS (mm) 15 e 20 15 e 20 15 e 20 15 e 20

RETANGULAR OCTOGONAL

101 x 51 x 48 76 x 76 x 44

2.1.4

As caixas de derivação de aço galvanizado mais usualmente empregadas deverão ser de chapa de aço n° 14 (BWG) ou n° 13 (MSG), octogonais de fundo móvel, de 101 x 101 x 51 mm (4" x 4" x 2"),com 4 orelhas internas e 2 externas e olhais de 15 e 20 mm. As caixas deverão ser de embutir ou, para instalações aparentes, de sobrepor.

2.1.5

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

continuação

E-IEL.07

2.1.6

As caixas de piso para tomadas de energia, telefonia, alarme ou lógica deverão ser constituídas de liga de alumínio com elevada resistência ou ferro galvanizado, com tampas e espelhos em latão deslizante. As caixas deverão ser dotadas de entradas rosqueadas para fixação de eletrodutos. No caso de caixas duplas ou triplas (pontos de energia e telefonia) os compartimentos deverão ser divididos por septos do mesmo tipo de material das caixas. O PROPRIETÁRIO admitirá também caixas de aço com galvanização eletrolítica para as tomadas de piso, quando a distribuição da rede for feita por meio de dutos ou canaletas metálicas. Em plataforma de atendimento, poderão ser instalados terminais do tipo pedestal para telefonia (key-system) e sistema on line, de forma a facilitar ampliações, remanejamento e manutenções. Deverão ser fundidos em alumínio, resistente a impactos e pintados em tinta eletrostática. PLÁSTICAS Deverão ser, conforme o fim a que se destinem, de PVC rígido, baquelite, polipropleno ou polietileno . As caixas deverão ter vinténs ou olhais para assegurar a fixação de eletrodutos. Só será permitida a abertura dos vinténs ou olhais que se tornarem necessários. De preferência, as caixas plásticas de derivação deverão ser dotadas de rosca metálica injetada, fabricada em aço zincado, do tipo "rosca-firme". CAIXAS DE PASSAGEM COM PORTA Serão de chapa de aço n° 14 (BWG) com pintura antioxidante, terão molduras e portas ajustáveis para perfeito acabamento e serão providas de trinco e/ou fechadura que garantam segurança e dobradiças dimensionadas para o peso da porta.

2.1.7

2.1.8

2.2 2.2.1 2.2.2 2.2.3 3. 3.1

3.2

COM TAMPA As caixas de passagem com tampa aparafusada serão de chapa de aço n° 16 (BWG) , bem como submetidas a tratamento antioxidante.

3.3 3.3.1

PARA TELEFONES Serão de chapa de aço com espessura mínima n° 18 (BWG), como fundo em madeira de lei, com pelo menos 25 mm espessura. A chapa terá tratamento antioxidante e a madeira do fundo será preparada para receber pintura. As tampas serão dotadas de trinco e dispositivo para cadeado, ou de fechadura com chave. Os rasgos para ventilação terão tela pelo lado interno para impedir entrada de insetos. As caixas de passagem para telefones serão previamente aprovadas pela empresa concessionária local.

3.3.2

3.3.3

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

continuação

E-IEL.07

4.

PRODUTOS/FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por.

4.1

CAIXAS METÁLICAS • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Blinda Eletromecânica Ltda.; Brasmetal - Cia. Brasileira Metalúrgica S.A.; Castmetal Produtos Metalúrgicos Ltda.; Citerko Equipamentos Elétricos Ltda.; Construções Elétricas Eltec S.A.; Daisa Indústrias Metalúrgicas Ltda.; Eletrometalúrgicas Barreiros Ltda.; Elpasa Metalúrgica S.A.; Elsol Eletroequipamento Ltda.; Fábrica de Material Elétrico e de Bakelite Elma S.A.; Forjasul Canoas S.A. Indústria Metalúrgica; Friulim Indústria Metalúrgica Ltda.; Indústria Metalúrgica Moratori Ltda.; Indústrias Metalúrgicas Paschoal Thomeu S.A.; Marvitec Indústria e Comércio Ltda.; Metalúrgica Moferco Ltda.; Metalúrgica Taunus Ltda.; Metalúrgica Wetzel S.A.; Peterco do Nordeste S.A. Produtos Elétricos; Siemens S.A.; Sisa - Sociedade Eletromecânica Ltda.

4.2

CAIXAS PLÁSTICAS • • • • • • Ameropa Indústrias Plásticas Ltda.; Cia. Hansen Industrial - Tigre; Dutoplast Indústria e Comércio Ltda.; Fábrica de Material Elétrico e de Bakelite Elma Ltda.; Pial Eletro-Eletrônicos Ltda Plasinter Industrial de Plásticos Ltda.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Elétricas, Mecânicas, Telecom. e Informática Condutos e Acessórios E-IEL.13

1.

NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto, haverá particular atenção com respeito ao preconizado nas seguintes: EB-154/61 EB-341/84 EB- 342/86 EB-568/87 EB-744/75 NB-3/90 EB-14/83 PB-897/81 Requisitos gerais para condutos de instalações elétricas prediais (NBR6689); Eletroduto rígido de aço-carbono, com revestimento protetor, com rosca ANSI/ASME B.1.20.1 (NBR 5597); Eletroduto rígido de aço carbono, com revestimento protetor, com rosca PB-14 (NBR-5598); Eletroduto rígido de aço-carbono, com costura, com revestimento protetor e com rosca MB-1900 (NBR-5624); Eletroduto de PVC rígido (NBR-6150); Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410); Rosca para tubos onde a vedação é feita pela rosca - designação, dimensões e tolerâncias (NBR-6414); Rosca para tubos onde a vedação não é feita pela rosca - designação, dimensões e tolerâncias (NBR-8133)

2. 2.1 2.1.1

CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA CONDUTOS METÁLICOS Os condutos a serem utilizados serão uniformes, lisos, com superfície interna isenta de arestas cortantes ou rebarbas que possam danificar sua capa protetora. Poderão ser rígidos ou flexíveis. Os condutos metálicos rígidos poderão ser esmaltados ou galvanizados. Os eletrodutos rígidos metálicos são classificados em extras, pesados ou leves. 2.1.3 Os eletrodutos rígidos de aço carbono, da classe extra e pesada, poderão ser fornecidos com ou sem costura, aptos a receber rosca ANSI/ASME B.1.20.1. Poderão ser curvados e deverão obedecer às condições das tabelas da EB-341/84 (NBR-5597) , a seguir:

2.1.2

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

57 2.6 114. do tipo leve.75 3.81 1.72 0.25 3.00 3.85 4.22 1.4 Os eletrodutos rígidos de aço-carbono. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.71 10.25 5. Partes I. a seguir:' Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .30 Massa Teórica (A) (kg/m) 0.61 21.3 141.75 5.3 (A) Massa sem luva e sem revestimento protetor Variações do diâmetro nominal Tamanho nominal 10 a 50 65 a 100 125 a 150 Variações admitidas Para mais 0.1 21.60 9.35 3.75 4. sob o número 218504 .3 26.38 mm 0.3 73.1.0 88.02 25.26 7.25 2. Poderão ser curvados e deverão obedecer às condições da tabela da EB-568/87 (NBR-5624).3 60.30 6. aptos a receber rosca conforme PB897/81 (NBR-8133).68 6.25 2.04 10 15 20 25 32 40 50 65 80 90 100 125 150 17.17 Série Pesada Espessura da Parede (mm) 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.64 mm 1% Para menos 0. II e III.88 11.65 2.30 Massa Teórica (A) (kg/m) 0.04 11. Capital Federal. deverão ser fabricados de tubos com costura.71 5.9 101.64 mm 1% 2.35 3.2 48.91 14.75 4.00 3.21 3.22 7.00 2.97 2.00 5.25 2.continuação E-IEL.13 Tamanho nominal Diâmetro externo (mm) Série Extra Espessura da Parede (mm) 2.Proibida a reprodução sem autorização.4 42.25 20.3 168.34 16.96 1.50 4.00 5.65 3.35 3.65 3.25 4.00 3.31 1.00 6.85 2.38 mm 0.7 33.

20 mm de comprimento.5%. Os condutos flexíveis. Deverão apresentar roscas isentas de imperfeição.1.2 2. sem aberturas de costura. indeformável.continuação E-IEL.50 2.000 +/.4 74.90 1.9 87.9 2. Serão utilizados em ligações de equipamentos que possam estar sujeitos a vibrações. Capital Federal. sob o número 218504 .13 Tamanho nominal Diâmetro externo (mm) Mínimo Máximo 16.15 1.1. deverão suportar curvatura de raio igual a 6 vezes o diâmetro interno.4 25.6 99.0 47.8 2.Proibida a reprodução sem autorização. alta responsabilidade e que sejam à prova de explosão.25 2. ou em outras finalidades indicadas no projeto.1.56 3.85 5. Serão empregados somente em locais isentos de esforços mecânicos.7 Espessura da parede (mm) 1.1 86.6 56. não podendo ser superior a 40% de sua área útil. II e III.0 74. O menor diâmetro externo permitido para condutos metálicos ou plásticos será de 16 mm. Partes I.65 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 59. que só poderão ser metálicos.42 7. dobras e achatamentos que reduzam sua seção interna.1.1. sem rebarbas e com a superfície interna sem arestas e retilíneas. sendo que os eletrodutos serão classificados como do tipo pesado (com roscas e luvas) e do tipo leve (pontas lisas e com buchas para encaixe sem cola).11 2.0 112. Não poderão ser embutidos. compressão.99 2.5 Os eletrodutos metálicos do tipo leve só poderão ser utilizados em locais comprovadamente não sujeitos a choques de origem mecânica ou química (tração. de 15 a 20 mm.25 2. sem emendas.56 0.65 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3 20. CONDUTOS PLÁSTICOS Deverão ser de cloreto de polivinila (PVC) rígido.65 2.50 1.0 25. Em instalações aparentes ou embutidas que demandem segurança. e as espessuras de parede admitirão variações para menos de 12.5 40.5 46. deverão ser constituídos por uma fita metálica de formato helicoidal.5 20. A taxa máxima de ocupação será a soma das áreas totais dos condutores contidos num eletroduto.1.2 31.6 31.44 Rosca (conforme PB-897-81) G 3/8" G 1/2" G 3/4" G 1" G 1 1/4" G 1 1/4" G 2" G 2 1/2" G 3” G 3 1/2" G 4" 10 15 20 25 32 40 50 65 80 90 100 16.10 2. torção e corrosão) Os eletrodutos metálicos rígidos.6 2.50 1.7 2. Os eletrodutos deverão ser fornecidos com 3. deverão ser utilizados eletrodutos metálicos classe pesada.24 4.71 0. formando um conjunto continuo.6 2.70 6.6 100. 2.2.9 41.50 1.1 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .00 2.1.65 Massa Teórica (kg/m) 0.0 111.

Cópia fiel da Edição impressa em 1995.0 75.0.4 +/.0 4.250 0. da parede e (mm) 2. p/ metro M (kg/m) 0.0.105 0.3 +/.1 2.4 + 0.0.0. da parede +@ (mm) + 0.0.1 3. sob o número 218504 .8 Massa aprox.0 1. reentrâncias.5 + 0.1 88.8 2.3 +/.0.3 +/.0 50.2 42.3 +/. de rosca Diâm ext de (mm) 16 20 25 32 40 50 60 75 85 (PB-14) 3/8 1/2 3/4 1 1 1/4 1 1/2 2 2 1/2 3 (mm) 16.280 0.4 + 0. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.110 0.0. e não devem ter bolhas ou vazios.4 +/.760 CLASSE “B” Esp.4 3.5 1.370 1.2 Massa aprox.7 2.7 2.5 + 0. da parede e (mm) 1.4 + 0.2 Os eletrodutos de PVC rígido deverão seguir as condições impostas pela tabela da EB-744/75 (NBR 6150). na esp. Capital Federal.2.6 4.8 4.4 +/. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .133 0. p/ metro M (kg/m) 0.0 1.430 0.150 0.4 75.0 Massa aprox.350 0.0.2 4.0.3 4.0 Afast.6 -o CLASSE “A” Esp.0.4 2.0.5 + 0.090 0.4 + 0.140 0.650 0. p/ metro M (kg/m) 0. II e III. da parede e (mm) 1.6 5.1 1.Tipo pesado Diâmetro nominal Diâm ext de (mm) 16 20 25 32 40 50 60 75 85 (mm) 16.5 + 0.Proibida a reprodução sem autorização.400 0.3 Deverão também apresentar superfícies externa e interna isentas de irregularidades.0 40.0 1.860 1. saliências. Afast.5 + 0.188 0.200 1.7 21.300 CLASSE “B” Esp.3 2.0 60.5 1.540 0.660 0. Afast.5 + 0.295 0.1 26.4 +/ 0.3 +/.13 2. da parede e (mm) 1.180 0. a seguir: Tipo rosqueável – Tipo pesado Diâmetro nominal Ref.2 3.0.3 +/.8 59.5 + 0.0 32.4 +/.4 +/.3 +/.4 + 0.0 3.3 1.170 1.0.500 +/- @ (mm) 0.4 + 0.2 33.070 0. da parede +@ (mm) + 0.8 1.9 3.continuação E-IEL.0 20.5 2.0 Afast.0.3 +/.120 0.5 + 0.0.4 Tipo soldável . Partes I.2.4 + 0.870 1.0 85.4 + 0.6 3.5 1.140 0.670 +/- @ (mm) +/.450 0.220 0.0 3.750 2.240 0.7 Massa aprox.500 0.660 0.0 1.2 47.0 1. p/ metro M (kg/m) 0.0 2.4 +/ 0. na esp.3 +/.820 1.5 6.0 25.6 -o CLASSE “A” Esp.

sem sofrer deformações no decorrer do tempo. a classe e os dizeres: "eletroduto de PVC rígido". possuem perfeita estanqueidade e dispensam os envoltórios de concreto. o diâmetro nominal ou referência de rosca. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3.1 2. As juntas rígidas. o que torna viável o assentamento de vários dutos subterrâneos justapostos.4 2. estanqueidade nas juntas. o que facilita a enfiação dos cabos. capacidade de suportar as temperaturas máximas previstas para os cabos em serviço. CALHAS OU DUTOS Entendem se por calhas ou dutos as estruturas.3 2. metálicas ou não. • • • • • • • inalterabilidade sob a ação de calor ou umidade. destinadas a conter em seus interiores os condutores de um ou mais circuitos elétricos. ocupando o menor espaço possível. não aderindo aos cabos. sob o número 218504 . motivo pelo qual o envoltório de concreto é dispensável em tubulações subterrâneas.4 Deverão trazer marcados de forma bem visível e indelével a marca do fabricante.5 2. Capital Federal. têm luvas adaptadas à conicidade das extremidades dos tubos.3 Os eletrodutos de fibrocimento são fabricados com juntas elásticas e com juntas rígidas.Proibida a reprodução sem autorização.4.5 2.continuação E-IEL.3. O emprego de luvas de PVC possibilita uma canalização com diâmetro externo constante.2 2. As calhas deverão suportar perfeitamente as condições ambientais. imunidade à ação destruidora de correntes parasitas e de agentes agressivos do solo. As juntas rígidas não são estanques.2.3.4 2. do tipo pontas-cônicas e luvas de PVC.4. II e III. insensibilidade aos danos causados por curto circuito. 2.3. devidamente envelopado em concreto. podendo os eletrodutos ser assentados no terreno sem proteção especial. com ou sem tampa.13 2. incombustibilidade.1 2. As juntas elásticas.3.2. Em instalações subterrâneas de baixa tensão poderá ser utilizado eletroduto rígido de PVC enterrado no solo. 2. impermeabilidade. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sendo instaladas de mudo a não submeter os condutores elétricos a esforços mecânicos e térmicos. permitindo uma ligação firme entre dois eletrodutos consecutivos ou entre um eletroduto e uma conexão. CONDUTOS DE FIBROCIMENTO Os eletrodutos e acessórios de fibrocimento obedecerão aos seguintes requisitos. do tipo ponta bolsa com anel de borracha. A rigidez dos eletrodutos e a elasticidade das juntas permitem a instalação de trechos perfeitamente retilíneos.

3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .4 2.5 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. utilizados com a finalidade de dar bom acabamento às instalações. Não deverão apresentar descontinuidades ao longo do seu comprimento.4. rodapés ou alizares deverão ser isolados e contínuos. Serão metálicos ou de plástico.Proibida a reprodução sem autorização. ALIZARES. formadas por 2 longarinas laterais lisas ou perfil em "U" e por perfilados transversais devidamente espaçados (ou fundo de chapa perfurada ou não). ou quando estiverem instaladas nas seguintes condições.6. As bandejas metálicas deverão ser eletrostaticamente galvanizadas e suportar perfeitamente as condições ambientais. dentro de forros ou pisos falsos não desmontáveis.6 2. sendo especificadas em função do peso dos condutores elétricos a serem suportados. MOLDURAS E RODAPÉS São condutos para condutores elétricos. Não se utilizarão calhas metálicas em locais sujeitos a condições físicas desfavoráveis e em poços de içamento e de elevadores.5 2. Os condutores elétricos instalados em bandejas deverão ser isolados. instaladas de modo a não submeter os condutores a esforços mecânicos e térmicos. Admitir 55 á a utilização de condutores Isolados e sem cobertura quando as calhas possuírem tampa desmontável apenas por ferramenta adequada e tiverem paredes maciças. • • • em locais acessíveis apenas a pessoas qualificadas. além das restrições citadas no item anterior.1 2. 2.6.5.6. 2.2 2.13 2. As bandejas poderão ser dos tipos leve. não podendo estar embutidos em alvenaria nem cobertos por papel de parede ou tecido.6 2. rodapés e alizares só serão instalados em locais isentos de umidade e não sujeitos a lavagens freqüentes. As calhas não metálicas. Os condutores elétricos a serem instalados em molduras. Só serão utilizadas em locais onde houver manutenção adequada. dentro de forros ou pisos falsos desmontáveis. ESTEIRAMENTO. isenção de choques mecânicos significativos e impossibilidade de ataques químicos.3 As calhas sé poderão conter condutores elétricos isolados e com cobertura. incombustíveis. médio ou pesado. prateleiras e leito para cabos são estruturas rígidas. os ângulos das ranhuras serão arredondados. sob o número 218504 . ficando sempre aparentes.5. PRATELEIRAS E LEITO PARA CABOS Bandejas. nem quando a temperatura na isolação dos condutores elétricos possa ultrapassar 70°C. com tampas ou coberturas de boa fixação. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.5.4.2 2. Partes I. esteticamente adequados ao recinto onde estiverem instalados. As calhas e dutos plásticos deverão ser de PVC rígido. metálicas ou não. Quando houver mudança de direção. Capital Federal.1 2.4. possuir cobertura e serão firmemente presos a elas.4. não serão aplicadas em locais onde a temperatura ambiente ultrapasse 50°C. BANDEJAS. II e III. Destinamse a suportar condutores elétricos. As molduras.4 As eletrocalhas e os dutos de aço deverão ter como acabamento galvanização eletrolítica.3 2.continuação E-IEL.5. As emendas e derivações serão feitas em caixas adequadas. acessíveis apenas a pessoas qualificadas.

sob o número 218504 . As de aço esmaltado.2 LUVAS Serão de aço esmaltado ou em liga de alumínio-silício.3 graus.1 retro. 3.13 3. As de alumínio-silício serão fabricadas nas bitolas de 10 mm (3/8") a 50 mm (2"). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . As curvas galvanizadas somente são fabricadas em raio longo.1.continuação E-IEL. 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. com variação de +/. II e III.1.1 3. Terão rosca interna paralela segundo as especificações BSP e as normas PB-14/83 (NBR-6414) e ISO R-228.1 3. devendo obedecer à NB-3/90 (NBR-5410) quanto ao raio interno. deverão ter as dimensões da tabela seguinte. Capital Federal.2.2 Tamanho nominal (mm) 10 15 20 25 32 40 50 65 80 90 100 125 150 Raio de curvatura do eixo das curvas (mm) mínimo 90 102 114 146 184 210 241 267 330 381 406 609 762 máximo 94 107 120 153 193 220 253 280 340 392 418 627 785 Comprimento mínimo da parte reta em cada extremo da curva (mm) 34 38 38 48 51 51 51 76 79 82 86 92 95 3. Serão de raio longo para as bitolas de 15 mm (1/2") a 80 mm (3") e de raio curto para as bitolas de 15 mm (1/2") a 25 mm (1"). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I.Proibida a reprodução sem autorização.2.1 ACESSÓRIOS CURVAS As curvas para eletrodutos de aço esmaltado serão fabricadas com os eletrodutos especificados no item 2.2 3. fabricadas nas bitolas de 15 mm (1/2") a 80 mm (3"). segundo especificações da BSP e de acordo com as normas PB-14/83 (NBR6414) e ISO R-228.3 As curvas de 90 graus. 3.1. terão rosca paralela.

sob o número 218504 .3 127. 4.A.2 34.0 159.2.2 51.9 +/ 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 65. Indústrias Metalúrgicas Paschoal Thomeu S.2 25.3.13 3.2 70. PRODUTOS/FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego de produtos fabricados por.0 +/.1 +/. 7 69.2.6 114.3.2 +/. cobre. poderão ser de alumínio.1.3 +/.1 ELETRODUTOS METÁLICOS • • Apolo Produtos de Aço S. caso solicitado pelo PROPRIETÁRIO.5 +/.3.2.2 59.4 BUCHAS E ARRUELAS As arruelas e buchas metálicas deverão ser em ferro galvanizado ou liga especial de alumínio. Capital Federal.2 32. 3.1.3 CONECTORES Os conectores curvos e retos serão fabricados em liga de alumínio-silício ou em latão zincado.1 +/.4 23. Quando for conveniente.3. zinco e magnésio.8 38.5 +/.7 31. Para os eletrodutos de 65 a 150 mm.Proibida a reprodução sem autorização..3 +/. As características são as indicadas na tabela de dimensões e massas das luvas. Partes I. As arruelas e buchas plásticas deverão ser de PVC ou baquelite.2 54.3.3.8 30.2 31. deverão ser de metal cadmiado.8 24. II e III. abaixo Tamanho nominal (mm) 10 15 20 25 32 40 50 65 80 90 100 125 150 Diâmetro externo mínimo – D (mm) 22. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 57.7 +/.2 Comprimento mínimo – C (mm) 30 40 41 51 52 52 54 79 83 88 89 95 102 Massa mínima (g) 40 51 76 136 167 233 396 757 1300 1537 1718 3390 4407 3.2.7 47.9 187. as roscas poderão também ser duplo-cônicas.5 +/.A.7 +/. Quando expostas ao tempo.5 54.6 101. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.continuação E-IEL.7 Comprimento da rosca – A (mm) 17.2.5 +/.3 As roscas das luvas para os eletrodutos de tamanho nominal de 10 a 150 mm deverão ser cilíndricas.3 82. 4.

A.A. Vulcan Material Plástico S.. Tubos Brasilit. Fundição Tupy S. Marvitec Indústria e Comércio Ltda. 4..Sociedade Eletromecânica Ltda.Proibida a reprodução sem autorização. Tubos Brasilit.continuação E-IEL.A.3 CONDUTOS DE FIBROCIMENTO • • Eternit S... Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Vulcan Material Plástico S. II e III.Tigre. Sisa . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Sociedade Eletromecânica Ltda. 4...A.5 BANDEJAS.Tigre.A. sob o número 218504 . Tubos Brasilit.6 ACESSÓRIOS • • • • Cia.A. 4. S. Indústrias Metalúrgicas Paschoal Thomeu S. PRATELEIRAS E LEITO PARA CABOS • • • Friulim Indústria Metalúrgica Ltda.4 CALHAS E DUTOS • • • • • Friulim Indústria Metalúrgica Ltda. Hansen Industrial .A. Dutoplast Indústria e Comércio Ltda.. Marvitec Indústria e Comércio Ltda.2 CONDUTOS PLÁSTICOS • • • • • • Cia. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.. Siemens S. Partes I. S.13 4. 4. ESTEIRAMENTOS. Hansen Industrial . Pial Eletro-Eletrônicos Ltda. S.A... Sisa . Capital Federal.A. Q & T Equipamentos Ltda.

que visam evitar o contato do usuário com as partes vivas da instalação. Elétricas. 3. com chassis em chapa de aço de mesma bitola e molduras e portas em chapa de aço n° 16 (MSG) com grau de proteção IP-40. Deverão. Os espelhos terão plaquetas de acrílico identificando os circuitos. Seu ponto de terra deverá ser duplo. para facilitar a manutenção. de embutir. Capital Federal. espessura mínima equivalente à n° 22 (MSG). Os espelhos metálicos serão providos de dobradiças e fechadura com chave. e chassis. II e III. espelhos e portas em chapa de aço n° 16 (MSG).1.1. Os equipamentos e componentes instalados no interior dos quadros deverão ser montados sobre bandejas removíveis. Partes I. permitir a inversão das portas. espessura mínima equivalente á n° 18 (MSG).4 3. Nas caixas modelo "S" o ponto de terra deve localizar-se no fundo ou no chassis. um em cada lateral. O acabamento interno e externo das chapas deverá ser fosfatizado ou galvanizado e com pintura eletrostática à base de epóxi com esmerado acabamento final em estufa.1. EB-1017/80 NB-3/90 Invólucros de equipamentos elétricos . proteção e supervisão dos circuitos elétricos ou blocos terminais e dispositivos de ligação e proteção de redes de telecomunicações. DEFINIÇÃO Quadros são componentes da instalação elétrica destinados a abrigar os dispositivos de manobra.1. Os quadros de modelo "S" serão fabricados em chapa de aço. ainda. de sobrepor.9 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1.5 3.8 3.2 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA QUADROS ELÉTRICOS Os quadros elétricos serão classificados nos modelos "E".6 3. e "S". 3.1 3. Telecom.1. com grau de proteção IP-54.Proibida a reprodução sem autorização. sob o número 218504 .1. e Informática Quadros E-IEL.1.16 1 NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Os quadros de modelo "E" serão fabricados em chapa de aço. também dotando-o de barramento de cobre. com flanges em chapa de aço n° 14(MSG).1 3. especial atenção deverá ser dada às seguintes. As portas deverão ter abertura através de dobradiças e ser dotadas de fechadura movimentadas por chave. Os quadros terão espelhos metálicos ou de acrílico. Nas caixas modelo "E" o acabamento da caixa-base será efetuado por galvanização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Para maior número de ligações deverá ser montado um barramento de cobre sobre esse ponto. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3 3. com abertura à direita ou à esquerda.proteção (NBR-6146). Mecânicas.7 3.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.1. 3. Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410) 2.

e resistência aos esforços eletrodinâmicos.3 4. Indústrias Metalúrgicas Paschoal Thomeu S. amarela (fase S) . sob o número 218504 .1.. Os barramentos deverão ser montados sobre isoladores de epóxi ou premix. distribuição de fases e número de circuitos.A. As portas serão dotadas de trinco e dispositivo para cadeado ou fechadura com chave. Os quadros terão abertura para ventilação com filtros internos nos locais com incidência de poeira.. fixados por parafusos e arruelas zincados.1. pintados nas cores vermelha (fase R) . azul claro (neutro) e verde (terra) . General Eletric do Brasil S.A.A.. em caso de curto-circuito. Elsol Eletroequipamento Ltda. diagrama trifilar contendo informações quanto às preleções gerais e parciais.continuação E-IEL. para impedir a entrada de insetos. Eletrometalúrgica Barreiros Ltda.1.A.Proibida a reprodução sem autorização. Os quadros serão construídos conforme dimensões. Klockner-Moeller Equipamentos Industriais S.16 3. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .12 Todos os condutores no interior dos quadros deverão sem identificados com anilhas plásticas numeradas. • • • • • • • • • • • • Bojunga Dias S.1 3. Na parte interna da tampa externa dos quadros deverá ser colocado um resumo de cargas. Os pontos de ligação receberão tratamento à base de estanho ou prata. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Indústria Metalúrgica Moratori Ltda. 3. com tratamento antioxidante e terão fundo de madeira com pelo menos 25 mm de espessura.2.1.2 3.11 3. Larsen Eletroequipamentos Indústria Ltda. especificações e padrões da concessionária local. II e III. violeta (fase T) . preparada para receber pintura.. QUADROS PARA TELEFONIA Os quadros para telefonia serão de chapa de aço com espessura mínima equivalente à n° 16 (BWG) ..1. As interligações entre barramentos serão dotadas de arruelas de pressão.2.2 3. Os rasgos para ventilação terão tela pelo lado interno. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por.2. Capital Federal. Partes I..14 3...13 3..10 3. de forma a assegurar-se perfeita isolação. Os barramentos serão de cobre eletrolítico de teor de pureza maior que 97%.. Cemar Componentes Elétricos Ltda. Manufatura de Materiais Elétricos Bruzamolin Ltda. Delta Montagens Eletromecânicas Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Engelco Eletromecânica Industrial Ltda.

A.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 . Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Siemens S..16 • • • • • Metalúrgica Taunus Ltda.Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal. Westinghouse do Brasil S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Plínio de Melo Equipamentos Elétricos Ltda. II e III..A..A. Terasaki do Brasil S.continuação E-IEL.

podendo. seguindo a indicação do projeto ou da FISCALIZAÇÃO. II e III.2 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Deverão ser utilizados condutores de cobre eletrolítico.designações (NBR-9311). todas as instalações deverão ser executadas com condutores isolados. Excetuando-se as instalações em barra. Os condutores para uso em média tensão deverão ter classes de tensão de 3. Elétricas. 12/20 kV. Capital Federal. 2. 15/25 kV. seguindo indicação do projeto ou da FISCALIZAÇÃO.6/6 kV. destinados a. para fina elétricos (NBR-5111). aterramentos e condutores de proteção. DEFINIÇÃO Condutores elétricos são corpos de formato adequado. possuir proteção mecânica contra esforços longitudinais e transversais. ainda. Partes I. Mecânicas. dos tipos termofixos e termoplásticos. Fios de cobre mole estanhados para fins elétrico (NBR-5368). obedecendo a. 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 8.4 3.6 Os condutores deverão ser isolados com isolantes sólidos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.99%.1 3. sob o número 218504 . Telecom. É vedada a utilização de condutores de alumínio. 3. construídos com materiais de alta condutividade.7/15 kV.5 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . de pureza igual ou superior a 99. Cabos nus de cobre para fins elétricos (NBR-5349). 6/10 kV. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. perfeitamente dimensionados para suportar correntes nominais de funcionamento e de curto-circuito sem danos à isolação. merecerão especial atenção ás seguintes: CB-145/86 EB-11/85 EB-12/85 EB-361/80 Cabos elétricos isolados .condução de corrente elétrica. e Informática Condutores de Energia Elétrica E-IEL.3 3. Os condutores que estiverem sujeitos a solicitações mecânicas acidentais deverão possuir proteções contra esforços longitudinais.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Fios de cobre nu de seção circular. 3. Deverão ser utilizados nos ramais de distribuição.tabela abaixo: 3. Deverão ser utilizados nos circuitos de potência e de controle. 20/35 kV e 27/35 kV.Proibida a reprodução sem autorização.18 1. Os condutores para baixa tensão deverão ser das classes de tensão 450/750 V e 600/1000 V.

A.. isolados ou não. sob o número 218504 . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Pirelli S. Alcoa Alumínio S. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.. Ficap . A identificação deverá seguir a codificação a seguir: CORES Vermelho Amarelo Preto Azul-claro Verde Branco CONDUTORES EM CA Fase R Fase 5 Fase T Neutro Proteção Retorno CONDUTORES EM CC Positivo Negativo Proteção - 4. Industrial Brasileira. . que deverão ser do tipo "resistente ao fogo".Proibida a reprodução sem autorização. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por: • • • • • • • • • Alcan Alumínio do Brasil S.A. com exceção dos utilizados em circuitos de segurança e emergência.Condutores Elétricos Ltda. Induscabos .. Os condutores isolados deverão possuir isolação não propagadora de chamas.Cia. Siemens S. Furukawa Industrial S.Fios e Cabos Plásticos do Brasil S. deverão ser convenientemente identificados por cores ou etiquetas coloridas.A. 3.7 Todos os condutores deverão ter proteção contra ataques de agentes químicos e atmosféricos e contra efeitos de umidade. Reiplás Condutores Elétricos Ltda.A.A..continuação E-IEL. II e III..A..A.7 Todos os condutores.. Capital Federal.18 ISOLANTE TERMOFIXOS TERMOPLASTICOS NOME USUAL EPR Polietileno Reticulado (XLPE) PVC Polietileno (PET) COMPOSIÇÃO QUÍMICA Borracha Etileno-Propileno Polietileno Cloreto de Polivilina Polietileno 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Inbrac S.

99%. Elétricas. os cabos deverão ser dotados de enfaixamento com fita de poliéster aplicada sobre a blindagem.1. com blindagem constituída de tranças de fio de cobre nu aplicadas sobre o isolamento. CABOS PARA INSTALAÇÃO DA REDE BB-NET (TVD) Os condutores deverão ser constituídos de fio nu de aço cobreado. O diâmetro dos condutores deverá ser de 0. Os cabos deverão ser coaxiais. DEFINIÇÃO Condutores de telecomunicações são corpos de formato apropriado.5 3. com impedância nominal de 93 Ohms.1.2. NORMAS Além das normas da ABNT atinentes ao assunto. II e III. Mecânicas. haverá especial interesse para com o disposto nas Práticas TELEBRÃS 235-310-702. quando for o caso.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. de pureza igual ou superior a 99.20 1. trançados ou dispostos paralelamente.2. 3.Proibida a reprodução sem autorização.4 3. 0.60 mm.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA CABOS PANA INSTALAÇÕES TELEFÔNICAS Serão utilizados condutores de cobre estanhado. Os fios telefônicos deverão ter a formação de pares internos.6 3. Se aplicados em área externa.1. conforme indicação de projeto ou especificações. Sobre a capa deverá existir identificação do cabo. os cabos poderão ser enfaixados com fitas de material não higroscópico. 3. aplicadas em torno do núcleo. com seção de 0. Capital Federal.40. 235-300-500 e 235-300-501. 2. aplicado em hélice. A capa externa deverá ser de PVC e ter impressa a identificação do fabricante e a referência do material. É vedada a utilização de alumínio. aplicada por extrusão sobre o núcleo enfaixado e blindado. Os cabos de ramal de entrada e rede primária deverão ser blindados e com pares estanhados.1. construídos com materiais de alta condutividade. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Os cabos deverão ser dotados de um fio separador de polietileno. De acordo com exigências de projeto ou das especificações.2 3. nome do fabricante e o ano de fabricação. Telecom. destinados a transportar sinais de telecomunicações. e Informática Condutores de Telecomunicações E-IEL.1.3 3. Partes I. sob o número 218504 . em torno do condutor.1 3. de acordo com indicação de projeto ou especificações.33 mm².2 3. que deverá ser em polietileno.1 3. metragem seqüencial. 3. O material utilizado na isolação dos cabos e fios polivinila (PVC).50 ou 0.2. caso haja exigência de projeto ou da concessionária local Os cabos deverão ser dotados de uma capa externa de PVC. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1.2 3.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

.A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . velocidade de propagação: 80%.A. as seguintes características: • • • • máxima atenuação a 400 MHz: 26.continuação E-IEL.Proibida a reprodução sem autorização.4 Os cabos coaxiais deverão ter. Inbrac S. KMP Cabos Especiais e Sistemas Ltda. ainda.A.A.Cia. poderão ser utilizados condutores telefônicos juntamente com transformadores de impedância (balloon) . .. II e III.3 dB/100 m. se previsto em projeto. Pirelli S.Same.. Furukawa Industrial S. Capital Federal.A. S. a 20°C: 144 Ohm/km. Fios e Cabos Elétricos.20 3. Industrial Brasileira..A.2. Partes I.A. resistência ôhmica máxima em CC. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.5 Alternativamente. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por: • • • • • • • • Alcoa Alumínio S.2. para instalações terminais TVD. Siemens S. sob o número 218504 . 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. capacitância nominal: 48 pF/m. Condugel S. 4. de Materiais Elétricos .

6 3. destinada à proteção elétrica e mecânica de emendas e terminais para fios e cabos.2 2. As emendas são compostas de polietileno reticulado. II e III. Partes I.A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . com selantes termoplásticos e/ou termocontráteis Terão encapsulamento isolante. A fita plástica isolante é auto-extinguível.ser dada ás seguintes: EB-561/83 EB-1593/85 Fitas adesivas sensíveis a. fitas (plástica. e para resistir às intempéries.1 2. indicada para proteção externa de fios e cabos e para reconstituição de isolantes até 35 kV. Elétricas.3 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Acessórios para condutores são terminais. Os terminais devem proporcionar boas conexões elétricas e mecânicas. destinada a proteção isolante em emendas e terminais enfaixados. 2. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • 3M do Brasil Ltda.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal.4 2. resistente ao efeito corona e ao ozônio e baixo fator de perda. especial atenção devera. São destinadas à conexão de condutores. isolante e autofusão e afins. sob o número 218504 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Cia. 2.pressão para fins de isolação elétrica (NBR5037). Raychem Produtos Irradiados Ltda. Industrial Brasileira. e Informática Acessórios para Condutores E-IEL. Serão escolhidos de acordo com sua finalidade de aplicação.. auto-aglomerante.21 1. A de silicone é uma fita de borracha de silicone isolante. A fita isolante autofusão é de borracha etileno-propileno (EPR) auto-aglomerante. Pirelli S. Emendas e terminais para cabos de potência com isolação para tensões de 1 kV a 35 kV (NBR-9314). 2. . NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. emendas. Será resistente a descargas superficiais e corona. solventes e altas temperaturas.5 2. Telecom. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. boa rigidez dielétrica e associação perfeita à vedação. com elevada rigidez dielétrica. Mecânicas.

com contatos da prata e demais componentes elétricos de liga da cobra. II e III.2 1. Os interruptores comuns deverão ser de embutir.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. A lâmpada acesa indica "lâmpadas apagadas". Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Deverão ter formato e dimensões que permitam a fixação no quadro dos disjuntores. Elétricas. que consistirá em manter as lâmpadas acesas. Terão fusível de proteção de 10 A com ação ultra-rápida e botão de regulagem da temporização de no mínimo 30 segundos e no máximo 6 minutos.1 1. 1.1.24 1. O interruptor terá as posições "permanente" e "minuteria". corrente e número de fases) adequados às cargas que comandam.2 3. É vedado utilizar contatos de liga da latão. FABRICANTES Admite-se a utilização dos produtos fabricados por: • • • Acripur S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Fábrica de Aparelhos e Materiais Elétricos. após esgotado o tempo da regulagem. Capital Federal. sem necessidade de observar as lâmpadas que ela controla.1.1. e serão instalados em caixas da 50 x 100 mm.A. Mecânicas. Partes I. Na segunda. no mínimo..1. Indústria e Comércio (Alumbra). A resistência de isolamento dos interruptores deverá ser da. 2. e Informática Dispositivos de Manobra e Proteção Minuterias e Interruptores E-IEL. a lâmpada apagada indica "lâmpadas acesas". Possuirão dispositivos de aviso da extinção de luz.1.2 2.Proibida a reprodução sem autorização. peças móveis e outras fontes de desgasta.1 2. manterá as lâmpadas funcionando conforma a regulagem. Essa período da semi-luminosidade permitirá o acionamento do pulsador antes que o ambiente fique totalmente escuro. Deverão ser de tipos e valores nominais (tensão.1. Serão de construção eletromagnética compacta.4 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 1.1 2. sem motor. durante 8 segundos. Telecom. Na primeira posição manterá as lâmpadas acesas para limpeza ou manutenção. .1 MINUTERIAS CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA As minutarias deverão ser dotadas de lâmpadas de gás néon para permitir a visualização da minuteria em funcionamento. procedendo-se ao acendimento pelos pulsadores.3 1. Fama S. com 50% da luminosidade. sob o número 218504 . INTERRUPTORES TIPO COMUM São componentes elétricos para baixa tensão. TIPO TEMPORIZADO Os interruptores temporizados permitirão ligações em paralelo e dispensarão fiação especial. sem comprometimento do sistema eletrônico. 10 Ohms.A. Bticino Equipamentos Elétricos Ltda. destinados a manobrar circuitos de iluminação em condições normais da funcionamento.

Indústrias Brasileiras Eletrometalúrgicas. Perlex Produtos Plásticos Ltda.. sob o número 218504 .A. Siemens S. Primelétrica Ltda..Proibida a reprodução sem autorização.. Partes I. Westinghouse do Brasil S.A.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III. Pial Eletro Eletrônicos Ltda.24 • • • • • • • Iriel Indústria e Comércio de Material Elétrico Ltda. Lorenzetti S.A. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.continuação E-IEL.

Os fusíveis de baixa tensão deverão possuir dispositivos de sinalização que permitam a rápida inspeção do seu estado (queimados ou não) sem necessidade de retirá-los de suas bases ou uso de aparelhos de testes. com especial atenção para a EB1591/85 .5 Os pontos de fixação dos fusíveis à base deverão ser constituídos de material de excelentes características condutoras. As bases para fusíveis de média tensão deverão apresentar os seguintes valores mínimos: • • tensão de prova de 1 minuto . através da fusão de um elemento fusível. o mesmo valor de tensão nominal dos fusíveis. As bases dos fusíveis deverão garantir um contato perfeito e possuir. 2.Dispositivos fusíveis de baixa tensão. e Informática Dispositivos de Manobra e Proteção Fusíveis E-IEL.7 2. no mínimo.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Parte 1/8. 2. Partes I.83: Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Elétricas.1 CLASSIFICAÇÃO Os fusíveis de baixa tensão são classificados conforme suas características fusionais e seu tipo construtivo. Os fusíveis deverão atender perfeitamente às exigências da instalação. Telecom. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. para a tensão de funcionamento • • média tensão: 30 kA baixa tensão: circuitos de comando: 50 kA circuitos de luz e força: 100 kA 2. Capital Federal. possuindo capacidade de ruptura adequada à corrente de curto-circuito calculada.4 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Fusíveis são elementos elétricos destinados a interromper a circulação de correntes anormais. II e III.3 2. 3.8 3.1 2. para uso em média ou baixa tensão.fase-terra: 55 kV. Mecânicas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 3.2 A tabela seguinte apresenta a classificação dos fusíveis de baixa tensão conforme DIN 57636. Parte 1/VDE 0636. 2. rápidos ou ultra-rápidos.Proibida a reprodução sem autorização. as seguintes capacidades de ruptura nominal. alta capacidade de interrupção para uso industrial (NBR-9121).2 2. sob o número 218504 .76 e 12. tensão de impulso durante 1/50 ms: 125 kV.6 2. no mínimo. que ofereçam mínima resistência de contato e tratados contra corrosão.25 1 NORMAS Deverão obedecer às normas atinentes ao assunto. Podem ser retardados. Deverão ter.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização. PRODUTOS/FABRICANTES Admite-se a utilização de fusíveis fabricados por: 4.continuação E-IEL.2 FUSÍVEIS DE MÉDIA TENSÃO • Cia.25 Classe Funcional Designação Corrente permanente até Corrente de interrupção Classe Operacional Designação L Proteção Cabos e fios Semicondutores Instalações de mineração gL gR gB Fusíveis de faixa completa g R IN > Imin B Tr Transformadores gTr Dispositivos de manobra Semicondutores aM aR Fusíveis de faixa parcial a > 4 IN IN > 2. Masa Alsthom . II e III. 4.A.7 IN M R Imin = corrente mínima de fusão 4.A. sob o número 218504 . Weg S. Transistrol Equipamentos Eletrônicos Ltda.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I.Divisão Sprecher Energie S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 FUSÍVEIS DE BAIXA TENSÃO • • • Siemens S.A.. Capital Federal.

NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto haverá particular atenção para as seguintes.5 3. entendem-se por chaves manuais as chaves de faca. Mecânicas. de chaves manuais que possibilitem manobrar sob carga. As chaves seccionadoras de média tensão deverão permitir o intertravamento elétrico e mecânico com o disjuntor de média tensão da subestação. corrente de ligação e corrente de desligamento compatíveis com a potência da carga comandada. número de pólos e tipo de acionamento exigidos pela instalação. 3.valor de curto).26 1.1. blindadas ou não. não blindadas para baixa tensão (NBR-5381). 3.3 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. se existente. não blindadas para baixa tensão (NBR-5355). e Informática Dispositivos de Manobra e Proteção Chaves Manuais E-IEL. 2. Portanto. Chaves de faca.6 3. de modo a impedir sua manobra com carga. para média e baixa tensão.1. destinados a manobrar circuitos em condições normais de funcionamento.1. chaves interruptoras ou chaves comutadoras são componentes elétricos para média ou baixa tensão. tipo seccionadora. freqüência. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2 3.1. II e III. As chaves seccionadoras deverão atender aos valores de tensão. Elétricas. todas as chaves manuais deverão ser dotadas de dispositivo para extinção de arco e proteção para o operador.1. Chaves blindadas não magnéticas (NBR-5360). corrente nominal. Partes I.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA GENERALIDADES Chaves seccionadoras. O material isolante das chaves seccionadoras deverá possuir rigidez dielétrica compatível com a classe de tensão da instalação. EB-83/81 EB-156/64 EB-1494/84 MB-169/81 Chaves de faca. tipo seccionadora. 3. O número mínimo de manobras e o grau de proteção deverão estar de acordo com o previsto nas normas vigentes da ABNT. em baixa tensão. As chaves seccionadoras deverão ter as correntes máximas admissíveis (térmica durante 1 segundo .7 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.1 3.1.valor eficaz e dinâmica . Capital Federal. ou com o disjuntor geral de baixa tensão. O PROPRIETÁRIO somente permitirá a utilização. tipo seccionadora.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.Proibida a reprodução sem autorização. compatíveis com as correntes de curto-circuito calculadas para a instalação. As chaves seccionadoras para manobra sob carga deverão ter capacidade de ruptura.4 3. Telecom. Chaves fusíveis de baixa tensão (NBR-8560).1. sob o número 218504 .

correntes máximas admissíveis (térmica e dinâmica). acionamento frontal rotativo.1. corrente e freqüência nominal e natureza da corrente (CA ou CC). normas de fabricação e ensaio. 55 seguintes classe de tensão de 15 kV e 25 kV. sob o número 218504 . corrente de ruptura (para equipamentos de operação sob carga). Não se admitirá o uso de chaves facas simples.1.10 3. As chaves seccionadoras de média tensão deverão ter. tensão e corrente dos contatos auxiliares (se existirem). As chaves seccionadoras de média e baixa tensão serão tripolares.1. desde que especificado em projeto ou por orientação da FISCALIZAÇÃO.12 O PROPRIETÁRIO admitirá. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.26 3. São válidas também as demais condições preconizadas para chaves de abertura sob carga. o uso de chaves rotativas para manobra e seleção de circuitos e cargas. As chaves seccionadoras deverão possuir plaqueta irremovível. contendo as seguintes informações: • • • • • • • nome do fabricante. corrente de ligação (para equipamentos de operação sob carga).13 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização. II e III. sempre de ação simultânea quando forem bi ou tripolares.8 Deverão ser dimensionadas para suportar as condições de temperatura e umidade ambientes locais.11 CLASSE 15 kV Tensão aplicada durante 1 minuto. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 3. com corpo em material de alta rigidez dielétrica. Partes I.1. no mínimo.9 3.1. As máximas sobrelevações de temperatura admitidas para os diversos componentes das chaves deverão obedecer ás normas da ABNT. com exceção daquelas utilizadas em circuitos de corrente continua ou em esquemas especiais.continuação E-IEL.1. com a indicação das diversas posições de manobra possíveis. 3. a 60 Hz entrepolos/terra contatos abertos Impulso de tensão durante 1/50 ms (NBI) entrepolos/terra contatos abertos 95 110 36 40 CLASSE 25 kV 60 66 125 140 3. As chaves rotativas deverão ter construção tropicalizada. quando então terão suas especificações definidas em projeto. com ou sem porta-fusíveis. Capital Federal. tensão.

BLINDADAS As chaves blindadas obedecem ao contido no item 3. As partes condutoras (lâminas.3.continuação E-IEL.26 3. Efe . As caixas normais blindadas deverão ser fabricadas em chapa de aço n° 18 (MSG) . Siemens S.3.2.A. Partes I.Divisão Sprecher Energie S.2 retro.2 3. 3.1 MANUAIS. 4. Asea Brown Boveri Ltda.A.3 3.3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Deverão possuir trava de segurança para impossibilitar a abertura da porta com a chave ligada. Beghim Indústria e Comércio S..2 NÃO BLINDADAS As chaves manuais para manobra de circuito poderão ou não ser acopladas a dispositivo de proteção como porta-fusíveis.. Holec Equipamentos Elétricos Ltda.. terminais) deverão ser de cobre e dimensionadas de maneira que resulte aquecimento reduzido em funcionamento continuo.3 3.Semitrans Equipamentos Elétricos S.4 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. existindo sempre a possibilidade de travar a chave nas posições "ligado" e "desligado". O desligamento deverá ser rápido com auxílio de molas reforçadas.A. Telemecanique S.2 3.A. inclusive nas posições de "ligada" e "desligada".A.1 3.4 4. A montagem das diversas partes do mecanismo de operação das chaves deverá ser efetuada de modo a impedir o afrouxamento durante o uso normal e contínuo. Indústrias Brasileiras Eletrometalúrgicas. II e III. Lorenzetti S.. Cia Masa Alsthom . garras. Os encaixes.2.A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . É vedado o uso de chaves que apresentem fusíveis em paralelo.2. PRODUTOS/FABRICANTES Admite se o emprego de chaves fabricadas por.A.2. considerado o disposto nos itens subseqüentes. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização. deverão ser reforçados e permitir um contato perfeito com a faca. Deverão ter dispositivo de travamento para a alavanca de comando na posição desejada.3.3 3. NÃO BLINDADAS • • • • • • • • • • Ace Eletrônica Industrial Ltda.1 3. também em cobre. Klockner-Moeller Equipamentos Industriais S. sob o número 218504 .

Siemens S.A..A. sob o número 218504 .26 4. II e III.2 BLINDADAS • • • • Asea Brown Boveri Ltda. (Eletromar). Selnav . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Westinghouse do Brasil S.continuação E-IEL.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I.Serviços Eletro-Navais S.A.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal.

conforme as normas da IEC: CORRENTE ALTERNADA • • • • AC-1 .manobra de cargas com pouca ou nenhuma componente indutiva. grau de proteção (segundo normas IEC). como comando e sinalização.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. 2.29 1.1 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização. como manobras de motores e outras cargas. As contactoras auxiliares serão utilizadas em circuitos auxiliares.4. freqüência. tensão nominal de funcionamento e isolamento. corrente de serviço e corrente térmica permanente (Ith2). fusível máximo para proteção. e Informática Contactoras E-IEL. II e III. As chaves contactoras deverão possuir as seguintes características. AC-3 . as contactoras poderão ser montadas em blocos (caixas moldadas) ou em barras. compatíveis com a instalação: • • • • • • • • • • utilização em CA ou CC. poder de fechamento.manobra de motores com motor em curto-circuito em regime normal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. quando da escolha da contactora. frenagem por contracorrente ou inversão de rotação.4 Com o fim de garantir elevada durabilidade mecânica e de contatos.manobra de motores com rotor bobinado em regime normal.2 2. Quanto à forma construtiva. 2. AC-2 . Capital Federal.manobra de motores com interrupção da corrente de partida. categoria de serviço. DEFINIÇÃO Chaves contactoras são dispositivos destinados a manobrar cargas através de comandos a distância 2. Elétricas. Mecânicas. Telecom. tensão de alimentação da bobina. 2. Partes I.3 2. As de potência serão utilizadas em circuitos de força. deverão ser consideradas. AC-4 . sob o número 218504 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA As chaves contactoras são classificadas em auxiliares e de potência. potência de ruptura. as seguintes categorias de serviço.

Siemens S. frenagem por contracorrente ou inversão de rotação.7 2. Klockner-Moeller Equipamentos Industriais S.A. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por: • • • • • Beghim Indústria e Comércio S.6 2.. DC-5 .25 e + 55°C. 2. com interrupção da corrente de partida.8 3. As chaves contactoras deverão ser de montagem simples. Weg S. DC-4 .5 As chaves contactoras deverão operar com tensões compreendidas entre 85 e 110% da tensão nominal da bobina sem apresentarem vibrações ou excessivo aquecimento. Deverão ser adequadas a temperaturas ambientes entre . blocos aditivos com a finalidade de ampliar a quantidade de contatos auxiliares. DC-3 .manobra com motores derivação com interrupção de corrente de partida.Proibida a reprodução sem autorização.. poderão ser utilizados.29 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.4. 2.continuação E-IEL. Para tanto.A. sob o número 218504 .A. frenagem por contracorrente ou inversão de rotação.manobras de motores série.A.manobras com motores série em regime normal.2 CORRENTE CONTÍNUA • • • • • DC-1 .manobra com motores derivação em regime normal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. permitindo a rápida inspeção dos seus contatos e a substituição das bobinas sem a necessidade de sua remoção do quadro de comando.A. Partes I. DC-2 . sempre que necessário. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .manobra com carga ôhmicas. II e III.. com facilidade na conexão de cabos. As contactoras deverão ter construção tropicalizada e ter impressas em seu corpo as características nominais de operação. Telemecanique S. Capital Federal. Os contatos auxiliares deverão ser em número e capacidade compatíveis com os requisitos dos circuitos de comando.

A. DEFINIÇÃO Relés são dispositivos que têm por finalidade realizar supervisão. controle ou proteção de sistemas elétricos. etc. ser instalados relés temporizadores. 2. Mecânicas. 2. freqüência: faixa de ajuste.. Na seleção dos relés térmicos deverão ser considerados os seguintes parâmetros: • • • • • • • tensão nominal e tensão de isolamento. Klockner-Moeller Equipamentos Industriais S.25 e + 55°C. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por: • • • • • • • • • Altronic S. 3.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Poderão.2 2. corrente nominal.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. máxima freqüência. direcionais. categoria de utilização. Elfa-Seg Eletro-Eletrônica Ltda..A. ainda. 2.. Partes I. diferenciais. Coel Controles Elétricos Ltda. curvas características de disparo em função da velocidade de atuação desejada. II e III.. Telecom. de sobrecorrente.Proibida a reprodução sem autorização.A. conforme especificação de projeto ou determinação da FISCALIZAÇÃO. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Pextron Indústria Eletrônica Ltda. de sobretensão.3 2. Schlumberger Indústrias Ltda. Capital Federal. Weg S... Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .30 1. Elétricas. subtensão.A.4 Os relés térmicos deverão atuar adequadamente nas temperaturas ambientes entre . Siemens S.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Os relés térmicos bimetálicos atuam em conjunto com as chaves contactoras com o fim de proteger os circuitos a elas ligados contra sobrecargas ou falta de fase (motores trifásicos).. Telemecanique S. e Informática Relés E-IEL. fusível máximo para proteção. sob o número 218504 ..

conduzir por tempo determinado e interromper correntes em condições anormais de funcionamento. Os disjuntores a serem empregados poderão ser de baixa ou média tensão.31 1. Serão considerados de média tensão os disjuntores para circuitos com tensões nominais entre 1 e 15 kV e freqüência nominal não superior a 60 Hz. Os disjuntores deverão operar sempre em instalações abrigadas. corrente nominal do disjuntor. bem como estabelecer. Disjuntores em caixas moldadas (NBR-5283). 2. conduzir e interromper correntes elétricas em condições normais de funcionamento. Os disparadores. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. as elevações de temperatura previstas nas respectivas normas.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal.3 3. CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Todos os disjuntores deverão possuir disparadores ou relés para proteção contra sobrecarga e curto-circuitos. no mínimo.Proibida a reprodução sem autorização. as seguintes informações: • • • • • nome ou marca do fabricante. Partes I. sob o número 218504 . corrente nominal da estrutura (se houver disparadores série intercambiáveis). 2. com freqüência nominal não superior a 60 Hz e 1200 V em corrente contínua.. Os disjuntores de média e baixa tensão deverão admitir. relés e demais componentes do disjuntor deverão estar calibrados para operar adequadamente em temperaturas e umidades relativas de até 45°C e 90%. 3. Telecom.2 2. os quais poderão ser instantâneos ou temporizados. tensão nominal de isolamento. NORMAS Dentre as normas da ABNT que regulamentam o assunto. EB-185/82 EB-186/73 EB-196/89 Disjuntor de baixa tensão (NBR-5361). Disjuntores de alta tensão (NBR-7118).2 3.3 3. Mecânicas. número de catálogo ou modelo do disjuntor designado pelo fabricante. respectivamente. Serão considerados de baixa tensão os disjuntores para circuito com tensões nominais de até 1000 V em corrente alternada. será dada especial atenção às seguintes. Todos os disjuntores deverão apresentar uma identificação indelével na qual deverão constar.1 DEFINIÇÕES Disjuntores são dispositivos de proteção (sobrecarga e curto-circuito) que podem estabelecer. Elétricas. e Informática Disjuntores E-IEL.1 3.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. II e III. Os tempos e valores de atuação dos disparadores e relés dos disjuntores deverão obedecer criteriosamente ao estabelecido no estudo de seletividade. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. para as diversas partes componentes. 2. conforme a tensão da rede onde forem instalados.

Quando o mecanismo de acumulação de energia for controlado manualmente.14 3. A energia acumulada deve ser suficiente para um ciclo completo de operação. que não os de caixa moldada. Os terminais para ligações externas devem ser dispostos de forma a permitir fácil acesso. Os disjuntores automáticos ou comandados através de um acessório devem ser de abertura livre. Os terminais externos devem ser tais que os condutores possam ser ligados por parafusos ou Outro meio de ligação.13 3. nas condições de uso indicadas. Os terminais não devem permitir deslocamento dos condutores ou deles próprios de forma prejudicial à operação ou isolação. II e III. reduzindo as distâncias de isolação ou de escoamento. no local da operação. Deve ser adequadamente protegido contra a corrosão e indelevelmente marcado com o símbolo de terra.Proibida a reprodução sem autorização. sem causar danos significativos (redução da seção efetiva)ao condutor.5 freqüência nominal. de modo a assegurar que a pressão de contato necessária seja mantida permanentemente.12 3. mesmo tendo a alavanca de manobra intencionalmente travada. Quando o mecanismo for controlado por uma fonte de energia externa.11 3. capacidade de interrupção em curto-circuito (simétrica-valor eficaz) referida às tensões nominais de operação.continuação E-IEL. Os disjuntores de média e baixa tensão. deverão ter a estrutura e as partes fixas dos invólucros metálicos ligadas eletricamente entre si e a um terminal que permita aterrá-las. referência à norma da ABNT pertinente. O terminal de aterramento deve ser facilmente acessível e projetado de modo que a ligação de terra seja mantida mesmo quando a cobertura. com pressão de contato suficiente. 3.15 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .6 3. deve ser previsto um dispositivo que indique que o mecanismo está completamente armado. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal. interrompendo o circuito sob condições anormais. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Os disjuntores deverão ser providos de indicação das suas posições fechado e aberto. sob o número 218504 . Os disjuntores poderão ser dotados de mecanismo de acumulação de energia para fechamento. seja retirada. bem como os componentes de controle de fechamento.8 3. Os terminais devem ser projetados de forma que prendam o condutor entre as partes metálicas. Partes I.7 3.31 • • • 3. conforme especificação do projeto ou determinação da FISCALIZAÇÃO. devem ser capazes de operar quando a tensão de alimentação estiver entre 85 e 110% do valor nominal da tensão do circuito de controle. Deverá ser assegurado que o começo da operação de fechamento do disjuntor só seja possível quando o mecanismo de fechamento estiver completamente armado. ou qualquer parte móvel.10 3. o sentido no qual se efetua esta manobra deve ser indicado. Os motores para carregar o mecanismo.9 3. Este requisito pode ser conseguido através de adequada continuidade entre as partes da estrutura.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.5 Cor. Os disjuntos de média tensão a grande volume de óleo não serão admitidos. utilizados em circuitos alimentadores não abrangidos pelo item anterior. mecanismo de operação motorizada alavanca rotativa. as correntes simétricas de interrupção e as correntes de estabelecimento. ambas na classe de 15 kV. (kA) 6 9 9 Corrente Contínua Cor. (kA) 3 4. as correntes de interrupção simétricas e as correntes de estabelecimento.5 2 2 Cor. Partes I.Proibida a reprodução sem autorização. Est. contatos auxiliares. (kA) 3 4 4 3. II e III. deverão ter. (kA) 10 12 12 380 V (AC) Cor. bobina de mínima tensão. Int. Capital Federal.16 Os disjuntores de baixa tensão utilizados na proteção dos circuitos de luz e tomadas comuns (100 w( deverão ter.5 73.continuação E-IEL. (kA) 3 6 6 Cor. Est. manopla ajustável. no mínimo. 3. Est.19 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 . de acordo com o quadro a seguir: Disjuntor (tipo) Monopolar Bipolar Tripolar 220 V (AC) Cor.5 kA e corrente de estabelecimento mínima de 31 kA. no mínimo.31 3.5 3. 220 V (AC) (kA) 15 30 45 53 84 380 V (AC) (kA) 15 30 45 52. Int. contato de alarme. atendendo às especificações de projeto ou determinação da FISCALIZAÇÃO: • • • • • • • bobina de disparo remoto. de acordo com o quadro a seguir: Corrente nominal do Disjuntor até 25 A de 30 A a 90 A de 100 A a 225 A de 250 A a 400 A acima de 400 A Corrente de Interrupção 220 V (AC) (kA) 10 15 22 30 40 380 V (AC) (kA) 10 15 22 25 35 Corrente de estabelec. (kA) 1. Int. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Os disjuntores poderão ser dotados dos seguintes acessórios.17 Os disjuntores de baixa tensão.18 Os disjuntores de alta tensão deverão possuir uma corrente de interrupção simétrica mínima de 12.5 4.

Partes I.Proibida a reprodução sem autorização. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal. II e III. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .• alavanca de segurança. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.

.A. sob o número 218504 .A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.continuação E-IEL... PRODUTOS/FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá os produtos fabricados por: 4. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Westinghouse do Brasil S.A.20 15.A. Os níveis de isolamento nominal para os disjuntores de média tensão deverão obedecer aos valores da tabela a seguir.. Beqhim Indústria e Comércio S.Proibida a reprodução sem autorização.. General Eletric do Brasil S.Telefunken do Brasil S. Klockner-Moeller Equipamentos Industriais S.. Capital Federal. conexões traseiras. II e III. 3. intertravamento mecânico.31 • • • • • • unidade de retardo: gaveta extraível..A.. Asea Brown Boveri Ltda.20 Tensão nominal kV (eficaz) 01 4. trava de alavanca. Partes I.A.00 Tensão suportável nominal de impulso atmosférico kV (crista) 02 40 40 95 Tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto kV (eficaz) 03 19 20 36 4.A. Merím Geris Brasil S. Bticino Equipamentos Elétricos.. alavanca de extração.A.76 7. Terasaki do Brasil S.A. Siemens S. FAE .1 BAIXA TENSÃO • • • • • • • • • • • • AEG .Ferragens e Aparelhos Elétricos S. Soprano Eletrometalúrgica Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

A. Lorenzetti S. Asea Brown Boveri Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Cia Masa Alsthom . II e III. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.. Siemens S.continuação E-IEL.A..A. Capital Federal.2 MÉDIA TENSÃO • • • • • • AEG .. Beghin Indústria e Comércio S.Telefunken do Brasil S.Divisão Sprecher Energia S.A. Partes I.A. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização.31 4. Indústrias Brasileiras Eletrometalúrgicas.

4 Os motores elétricos terão grau de proteção compatível com o local de instalação. Terão. Elétricas. permitindo partidas com cargas resistentes elevadas. que operará de maneira segura e isenta de faiscamento.Máquinas elétricas girantes . Deverão possuir seus capacitores de partida acoplados a um sistema automático de conexão e desconexão. no mínimo. Partes I.5 3. ou monofásicos. sem perda sensível de rotação nem aquecimento acentuado nos enrolamentos. potência nominal. DEFINIÇÃO São equipamentos destinados a transformar energia elétrica em energia mecânica.Proibida a reprodução sem autorização. Os motores elétricos terão plaqueta de identificação contendo. as seguintes informações: • • • • • nome e dados do fabricante. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Os motores de corrente alternada poderão ser trifásicos de indução. alto rendimento e alto fator de potência. modelo.motores de indução (NBR-7094). igual a 1.1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. fator de potência à plena carga. Mecânicas.2 3. isolação classe B (130 C). conjugado mínimo elevado. permitindo sobrecarga de 1.6 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . baixo escorregamento. Os motores elétricos trifásicos deverão atender ás condições de carga. 3. 3. permitindo rápida aceleração da carga. Capital Federal. 2.5 vez a potência nominal durante 2 minutos. 3. no mínimo. Telecom. possuindo as seguintes características: • • • conjugado de partida elevado. tensão nominal. O fator de serviço dos motores elétricos será. conjugado máximo elevado. Os motores elétricos monofásicos serão dotados de capacitores permanentes de maneira a apresentarem alto fator de potência e elevado rendimento. atenção especial merecerá a EB120/81 . II e III.3 3. ligações permitindo a ligação direta ou em estrela-triângulo. com motor em gaiola de esquilo. sob o número 218504 .32 1. Os motores trifásicos com potência igual ou superior a 100 CV deverão possuir proteção térmica composta de sensores de temperatura colocados no interior de cada enrolamento. • • • 3. e Informática Motores Elétricos E-IEL. no mínimo.

Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Indústria e Tecnologia. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III.A.Proibida a reprodução sem autorização. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por: • • • Eberle S. categoria. .A. corrente nominal. freqüência nominal. letra código. Partes I. Siemens S.continuação E-IEL. velocidade nominal. Weg S.. regime. sob o número 218504 . classe de isolamento. ligações. grau de proteção. Capital Federal. fator de serviço.32 • • • • • • • • • • 4.A.

6 1.2 1.10 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sem condensação. + 10%. N. Telecom. 1. forma de onda senoidal.9 Os estabilizadores serão dotados obrigatoriamente de transformadores isoladores na entrada. 200% em 5 segundos.5 A regulagem máxima estática de carga (variação de 0 a 100%) e de linha (piores condições). entre primário e secundário.3%. freqüência de 60 Hz. A capacidade de sobrecarga será a seguinte: • • • 10% em 1 hora 100% durante 10 segundos. nem defasamento angular. T ou 2 F + T). evitando distorção harmônica. tempo de recuperação máximo <= 50 ms.3 1. sem introduzir perdas significativas na linha de carga ou deformações na forma de onda da rede.00 metro. fator de potência de carga entre 1 e 0. A regulagem máxima dinâmica de carga (degrau de 50 a 100%) e de linha (para variação de 10% da tensão de entrada) será <= 10%. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.7 1. acrescida de 20% de folga.33 1. Capital Federal. Não se introduzirá qualquer deformação na onda senoidal.85. ou 220 V entre fases e 127 V entre fase e neutro. Deverão ter configuração monofásica (F. Os estabilizadores terão rendimento mínimo de 90% a plena carga e fator de potência >= 0. A capacidade nominal do estabilizador deverá atender à potência prevista para os equipamentos. Os estabilizadores deverão apresentar ainda as seguintes características: • • • • • • serem monofásicos ou trifásicos. sob o número 218504 .1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA São equipamentos destinados a manter a tensão fornecida dentro de estreitas faixas de variações. Elétricas.5%. ruído menor que 50 dB (A) a 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.8 1. será <=. com tensões padronizadas de 380 V entre fases e 220 V entre fase e neutro. 1. Partes I. No caso de uso em carga não linear (fontes chaveadas) .7 indutivo. As saídas dos estabilizadores deverão ser trifásicas. e Informática Estabilizadores de Tensão E-IEL. +/.4 1. Mecânicas. com blindagem eletrostática de cobre. com tolerância permissível da rede de 15%. com faixa de temperatura de funcionamento de 0 a 45°C e umidade relativa de 0 a 95%. 1. o fator de crista mínimo deverá ser 3. 1. II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização.

18 1. ser racionalmente distribuída e convenientemente identificada através de anilhas plásticas. supressor de transientes com 500 J de dissipação e tensão de grampeamento igual a 200 V. no mínimo. nem alteração das características básicas. Deverão ter os seguintes acessórios: • • • • • • chave reversora para "by-pass" manual. Os conectores deverão ser do tipo "plug-in". ou 350 V para redes de 380/220 V. relação de possíveis defeitos com respectivas causas e indicação de solução (fluxograma de defeitos). relação de peças de estoque mínimo para reposição. A distribuição de componentes no interior do gabinete deverá ser racional. lâmpadas sinalizadoras para operação normal (verde).11 1. Capital Federal. 10 segundos. só deverá ocorrer após uma temporização de. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Todos os "trimpots" de ajuste serão do tipo "multi-volta".14 A habilitação da saída. para redes de 200/127 V.16 1. catálogos técnicos. possibilitando a alimentação direta dos equipamentos a partir do secundário do transformador isolador.15 1. no sentido de diminuir os trajetos dos condutores e proporcionar acesso fácil e imediato a todos os componentes e placas. Partes I. certificado de garantia. sensor eletrônico para proteção contra falta de fase. 1. sob o número 218504 .13 1. juntamente com os equipamentos: • • • • • • esquemas elétricos e eletrônicos completos. o que ocorrer antes.continuação E-IEL. que deverão ser sanados sem ônus para o PROPRIETÁRIO. contra os defeitos decorrentes de fabricação. Deverá ser apresentado certificado de garantia de no mínimo 1 ano da ativação ou 18 meses da data da nota fiscal. II e III.17 1. apresentando alta confiabilidade e convenientemente dimensionados de maneira a não apresentarem aquecimento excessivo. manuais de operação e manutenção.33 1. sensor de sobre e subtensão de saída. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. com o restabelecimento de condições normais.Proibida a reprodução sem autorização. Todos os ajustes deverão ser independentes entre si e estarem indicados na serigrafia. As placas de circuito impresso deverão ser confeccionadas em fibra de vidro e possuir serigrafia para identificação de circuitos e componentes. A fiação do equipamento deverá ser organizada através de chicotes. saída anormal (vermelha) e condição de "by-pass" (amarela). botões de comando liga/desliga. 1. além de otimizar a ventilação do sistema. Deverão ser fornecidos os seguintes documentos.12 O gabinete do equipamento deverá ser confeccionado em chapas de aço decapadas. fosfatizadas e pintadas eletrostaticamente.19 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Os componentes serão do tipo profissional. polarizados e compatíveis com a natureza dos sinais envolvidos.

continuação E-IEL. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos homologados por ele. Capital Federal. Partes I. II e III. relação de empresas de assistência técnica credenciadas para manutenção do equipamento. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.33 • 2.Proibida a reprodução sem autorização. sob o número 218504 .

3. T). Mecânicas.Proibida a reprodução sem autorização.3 Hz. 3. II e III. tempo de recuperação máximo: <= 75 ms (IEC 686). distorção harmônica máxima: 5% total e 3% para cada harmônico. regulação dinâmica de carga (degrau de 50 a 100%):<10%.2 CARACTERÍSTICAS DE SAÍDA CA Deverão apresentar as características de saída CA a seguir: • • • • • • • • • • • • potência de saída informada em kW e kVA (para fator de potência 0.5 Hz. capacidade de sobrecarga: 10% em 10 minutos.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Elétricas. sob o número 218504 . forma de onda: senoidal.34 1. T ou 2 F + T) ou trifásica (3 F. 3.75 a 2.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA CARACTERÍSTICAS DE ENTRADA CA Os no-break deverão apresentar as seguintes características de entrada CA: • • • • • • configuração monofásica (F. distorção da forma de onda de corrente <= 10%.Conversor a semicondutores . Capital Federal. número de fases: 1. e Informática No-Break Estático (até 10 kvA) E-IEL. regulação dinâmica de carga (degrau de 50 a 100%) e linha (variação da tensão de bateria de 1.8. 20% em 1 minuto e 50% em 10 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . N. fator de crista: >= 3. +/.0. tensão nominal: 110. NORMAS Deverão ser observadas as exigências contidas nas normas da ABNT atinentes ao assunto. em especial a EB-2175/91 . rendimento mínimo do inversor: > 80%. DEFINIÇÃO No-break são equipamentos destinados a suprir ininterruptamente de energia o sistema de automação bancária. Partes I.15% + 10%. tensão nominal monofásica (220 V ou 110/127/220 V) ou trifásica (380/220 V ou 220/127 V) tolerância permissível da rede: . fator de potência >=0. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.8). tolerância de freqüência: +/. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Telecom. 127 ou 220 VCA. 2. N.Sistemas de alimentação de potência ininterrupta.4 V/elemento): < 2%. freqüência: 60 Hz.

Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal. sob o número 218504 .segundos. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I.Proibida a reprodução sem autorização. II e III.

3 CARACTERÍSTICAS CC São as seguintes as características CC: • • • • • • • • rendimento do retificador: > 90%.5 V/elemento. fusíveis ultra-rápidos ou disjuntores rápidos em condições de garantir a proteção dos semicondutores das pontes retificadora e inversora.34 3. Partes I.Proibida a reprodução sem autorização. regulação estática de carga (variação de 0 a 100%) e de linha (tensão de entrada 15% + 10%): +/. tensão de equalização: 2. tensão final de descarga: 1. tensão de flutuação: 2. II e III. Capital Federal. capacidade: 100 Ah/10h. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 . sem condensação. capacidade total do retificador: deverá permitir recarregar a bateria em 10 h. proteção contra transientes de tensão (dV/dt)e de corrente (dI/dt). desligamento automático do inversor por efeito interno. sem que ocorra sobretensão. limitação da corrente de saída do retificador contra sobrecarga. 3. proteção contra "overshoots". no caso do resfriamento por • • • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .continuação E-IEL. umidade relativa de O a 95%.4 V/elemento. por tensão CA alta ou baixa na saída. curto circuito na saída ou sobrecarga. fusíveis de bateria e saída CA. tensão do barramento CC: deverá ser informada em VCC (de 48 a 96 VCC). com possibilidade de ajuste na faixa de 5 a 20%.4 CONDIÇÕES AMBIENTAIS Os no-break deverão ser capazes de trabalhar dentro das seguintes condições ambientais: • • temperatura de O a 40°C. com memorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.7. 3.5 CARACTERÍSTICAS DE PROTEÇÃO Os no-break apresentarão as seguintes características de proteção: • • • • • • • disjuntor termomagnético na entrada. proteção automática contra sobretemperatura. limitação da corrente de carga da bateria em 10% da sua capacidade (10 h). com entrada gradativa do retificador até o valor da limitação.1%. desconexão de qualquer módulo com função essencial implicando em tensão nula.2 V/elemento. desligamento do inversor por tensão mínima de bateria e religamento automático do retificador e inversor após o retorno da energia primária. bloqueio do funcionamento do inversor. com plena carga na saída.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 . Capital Federal. Partes I.ventilação forçada. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização. II e III. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

localizada no painel. 3. bateria em flutuação: verde.7 SINALIZAÇÕES Os no-break deverão apresentar as seguintes sinalizações: • • • • • • • • • • rede baixa/falta de rede: vermelho.8 ALARMES Deverão conter os seguintes tipos de alarmes: • • bateria em descarga (com reset). bateria em equalização: amarelo.9. incorporada ao equipamento. Nesse caso.9 3. sobretemperatura: vermelho. o no-break deverá operar em sincronismo com a rede. by-pass ems: amarelo. II e III. saída anormal: vermelho.6 COMANDOS Apresentarão os comandos a seguir: • • • chave liga/desliga e saída. para manutenção. será fornecida e instalada chave estática.3 • Os no-break deverão ainda apresentar as seguintes especificações: 3. bateria em descarga: vermelho. botoeira para reposição dos eventos memorizados. retornando à condição anterior quando normalizada a ocorrência. a qual deverá atender à carga. deverá ocorrer o desligamento do inversor ou desconexão da bateria. não sendo considerada a configuração "short-break" ou "stand-by". nos casos de curtocircuito ou sobrecarga na saída do no-break. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. inversor em serviço: verde.continuação E-IEL. 3.1 ESPECIFICAÇÕES Caso prevista em projeto. bateria em nível baixo (sem reset). 3. Partes I. indicação de sobrecarga: vermelho. O inversor sempre alimenta a carga. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . e através de comando manual. sob o número 218504 . bateria em nível baixo: vermelho. 3.34 3. Capital Federal. Na ocorrência de falta de energia e quando a tensão da bateria atingir 88% da tensão nominal.9.2 transformador isolador na entrada do retificador para propiciar isolação galvânica entre a bateria e a rede.Proibida a reprodução sem autorização.9. chave comutadora de modo de operação do retificador (flutuação/ equalização/ automático). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sem interrupção.

no sentido de diminuir os trajetos de condutores e proporcionar acesso fácil e imediato a todos os componentes e placas.34 • • • • • • 3. esquemas e circuitos elétricos e eletrônicos completos e descrição minuciosa do funcionamento dos circuitos eletrônicos. mesmo por técnicos não familiarizados com o equipamento. contendo introdução. polarizados e compatíveis com a natureza dos sinais envolvidos. Os transformadores e indutores deverão estar apoiados na base do gabinete. Capital Federal.11 3. As chaves de comando e sinalizações deverão ser identificadas com etiquetas afixadas por rebites. ventilação. medição.1 3. entrada e saída AC. recarga das baterias com o inversor em plena carga. Todos os "trimpots" de ajuste deverão ser do tipo multi-volta. recarga automática e manual da bateria.2 3.12 3. facilitando a movimentação do equipamento.Proibida a reprodução sem autorização. Todos os ajustes deverão ser independentes entre si e estarem indicados na serigrafia. sinalização.11. CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS A distribuição dos componentes no interior do gabinete deverá ser racional. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.12. de aço ou outro material adequado. 3.1 transformador entre a bateria e a saída para propiciar isolação galvânica entre a bateria e a carga. tipo SAE.10. sem necessidade de esclarecimentos pessoais ou treinamento. DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA A documentação técnica deverá ser suficientemente didática para que o técnico possa se aprofundar facilmente no conhecimento do sistema.11.3 3.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . ruído a 1.4 3. As chapas deverão sofrer tratamento antioxidante antes da pintura de acabamento.2 3. Os componentes serão do tipo profissional. Partes I.12. proteção.10. Deverá tornar possível a manutenção em curto prazo e de forma sistematizada. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Deverá ter porta frontal ou tampas laterais dotadas de fechos do tipo rápido e base com rodas. além de otimizar a ventilação do sistema.1 3.10.10 3. de modo a não apresentarem aquecimento excessivo nem alteração das características básicas. O gabinete deve ter estrutura suficientemente rígida.00 m <= 55 dB (A). Os conectores deverão ser do tipo "plug-in". conectores fechados. interface para monitoração remota tipo RS232. Serão convenientemente dimensionados. características elétricas. II e III. sob o número 218504 .3 3. de alta confiabilidade. características mecânicas. descrição de funcionamento.continuação E-IEL.11. comandos manuais. Será feita uma descrição geral.10. para conexão dos cabos de bateria. PRESCRIÇÕES SOBRE OS COMPONENTES As placas de circuito impresso deverão ser confeccionadas em fibra de vidro e possuir serigrafia para identificação de circuitos e componentes. A fiação do equipamento deverá ser organizada através de chicotes e ser racionalmente distribuída e convenientemente identificada através de anilhas plásticas.

o que ocorrer antes. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.continuação E-IEL.34 3. Deverá conter ainda relação de empresas de assistência técnica credenciadas para manutenção do equipamento. manutenção e reparo. Deverá ser apresentado certificado de garantia de no mínimo 1 ano após e ativação do mesmo ou 18 meses da data da emissão da nota fiscal. operação.12. II e III. sob o número 218504 . relação de peças de estoque mínimo para reposição. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos homologados por ele. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .4 4. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 3. que deverão ser sanados sem ônus para o PROPRIETÁRIO. Partes I. com fluxogramas de procura de defeitos e níveis de sinal característicos dos circuitos. Capital Federal. bem como diagramas eletroeletrônicos e desenhos. contra defeitos decorrentes de fabricação.3 A documentação deverá conter instruções de instalação.Proibida a reprodução sem autorização.12. relação minuciosa de material com os fabricantes discriminados.

com tinta resistente à finalidade a que se destina. sob o número 218504 . A estrutura metálica da estante deverá receber pré-tratamento de superfície por processo de limpeza química ou mecânica e aplicação de "primer". A altura das bandejas deverá permitir fácil acesso para manutenção dos monoblocos.1. transparente de alto impacto. Mecânicas.1. tipo de monobloco: termoplástico. os quais deverão receber tratamento de superfície resistente à corrosão. tensão final de descarga/elemento: 1.2 V. deverão ser removidas as rebarbas. tensão de equalização/elemento: 2. Elétricas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. de forma a assegurar perfeito acabamento. 2.Proibida a reprodução sem autorização. 1 jarro plástico.2 2. Telecom. Capital Federal.4 ACESSÓRIOS ESTANTES METÁLICAS A estrutura em aço carbono deverá ser dimensionada de forma a suportar a carga sem deformação.1 2.5 2. densidade nominal: 1210 +/. tensão de flutuação/elemento: 2. 1 termômetro. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 1 jogo de ferramentas com cabo isolado.1.35 1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA São as seguintes as características da bateria estacionária: • • • • • • • • • • • capacidade: 100 Ah em 10 horas. II e III.0 V. CAIXAS DE ACESSÓRIOS Cada caixa deverá conter o seguinte: • • • • • 1 densímetro completo.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. garantindo a estabilidade do conjunto (estante e bateria).1 2. Nas operações de furações ou cortes.1. tipo de elemento: tubular.10 g/dm³ a 25°C. O acabamento deverá ser na cor cinza. tensão da bateria: a definir de conformidade com o equipamento.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1.4 V. 2. e Informática Baterias E-IEL. A montagem da estante se fará com parafusos. Partes I.75 V. tensão por elemento: 2. 2. eletrólito: solução de ácido sulfúrico. 1 funil plástico.3 2. número de elementos/monobloco: 3.

Nife Brasil Sistemas Elétricos Ltda.. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Satúrnia S. Partes I.. Capital Federal. Sistemas de Energia. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização.continuação E-IEL. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego de baterias dos seguintes fabricantes: • • • Indústria e Comércio de Acumuladores Fulguris Ltda.35 3. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A. II e III.

Transformadores subterrâneos .2 kV. de maneira forçada ou natural. silicone ou ar.3 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. será: 2. As buchas primárias serão para 25 kV e as secundárias e de neutro para 1. e 115°C para transformadores secos. a freqüência nominal e às temperaturas de 75°C para transformadores em óleo ou silicone. de construção robusta e rendimento elevado. A classe de tensão de isolamento dos transformadores será no mínimo 15 kV.4 POTÊNCIA (kVA) até 150.5 TRAFOS SECOS (%) 6 6 6 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .5 4.5 A impedância percentual mínima dos transformadores. 2.2 2. Transformador de alimentação até 180 kVA para equipamento eletrônico . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I.características elétricas e mecânicas (NBR-9369). 2. II e III. Capital Federal. NORMAS Deverão ser observadas todas as exigências contidas nas normas da ABNT sobre o assunto.determinação de características (NBR-8014).5 5. especialmente as seguintes: EB-91/81 EB-1818/97 MB-1277/82 PB-243/86 Transformador de potência (NBR-5356).1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA São equipamentos estáticos. sendo vedada a classe 15-B (nível de isolamento baixo). Os transformadores poderão ser resfriados através de óleo mineral. destinados a modificar eletromagneticamente os valores de tensão e corrente de um determinado circuito. Telecom.36 1. Mecânicas. referida à maior relação de transformação. inclusive de 225 a 500 acima de 500 TRAFOS EM ÓLEO OU SILICONE (%) 3. Não será permitida a utilização de "Askarel" ou outro PCB como liquido isolante ou resfriador. Transformadores de potência secos (NBR-10295). Elétricas.Proibida a reprodução sem autorização. 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. sob o número 218504 . e Informática Transformadores E-IEL. A classe de isolamento dos transformadores será no mínimo "A" (105°C).

II e III.9 98.0 112. as seguintes indicações: • • • • • • • • • • • nome: transformador ou autotransformador. os seguintes rendimentos.5 97. freqüência nominal.0 acima de 25 RENDIMENTO (%) 97.0 225.8 Os transformadores deverão possuir plaqueta de identificação contendo. Partes I. nome do fabricante. designação e data da especificação da ABNT. sob o número 218504 . para fator de potência igual a 0.3 97.3 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.7 4. diagrama de ligações contendo as tensões nominais.8: POTÊNCIA (kVA) até 45. elevação de temperatura admissível para os enrolamentos.6 Os transformadores secos ou resfriados a óleo ou silicone deverão ter no mínimo. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. inclusive 75. potência nominal. inclusive de 112.3 3.36 2. número de fases.5 150.1 3.0 97. diagrama vetorial (ou polaridades para transformadores monofásicos) Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .0 2. entre outras.8 será conforme a tabela: POTÊNCIA (kVA) até 75.7 A máxima queda de tensão entre funcionamento em vazio e a plena carga (regulação) para o fator de potência igual a 0.continuação E-IEL. tipo.Proibida a reprodução sem autorização.7 97.5 a 150 de 225 a 500 acima de 500 REGULAÇÃO (%) 3. Capital Federal. número de série e data da fabricação.

Para transformadores até 112. corrente de excitação. relação de tensões. II e III. O fabricante do transformador deverá apresentar a planilha dos testes de rotina com as seguintes informações. Partes I.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2. no mínimo: • • • • • • • • • • • • resistência ôhmica dos enrolamentos. tipo de líquido isolante e quantidade necessária. com acesso pela janela de inspeção. Para classe de temperatura de 155°C. Capital Federal.5 kVA deverá ser através de comutador giratório de comando externo.11 2. tensão aplicada ao dielétrico. 2. no mínimo.12 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 . se for o caso. admitir-se-á a comutação tipo painel. referida à temperatura de 115°C. interligáveis a um relé disparador. os acessórios definidos na tabela 12 da EB-91/81 (NBR-5356).36 • • • • • • 2. perdas em vazio. A comutação de tensões para transformadores de potência superior a 112. número de catálogo do fabricante. vazão da água de refrigeração. Os transformadores de potência em óleo deverão ter. a plena carga e totais. deslocamento angular. além da nominal. resistência de isolamento. seqüência de fases. estanqueidade. classe de tensão e isolamento nominal.continuação E-IEL. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. tensão induzida.9 impedância percentual referida a 75°C para classes de temperatura de 105°C ou 130°C.5 kVA. peso aproximado. polaridade. Os transformadores de potência igual ou superior a 225 kVA deverão ser providos de rodas para transporte.10 O transformador deverá ter no enrolamento de alta pelo menos 3 derivações. Os transformadores secos deverão ser providos de sensores de temperatura para enrolamentos. em curto-circuito. tensão de curto-circuito.

Toshiba do Brasil S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Trafo . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por: • • • • • • Indústria de Transformadores Balestro Ltda..A.. Zilmer Ineltec Construções Elétricas Ltda..A. II e III.continuação E-IEL..Transformadores União Ltda. Capital Federal. TUSA .Equipamentos Elétricos S..A. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização.36 3. Weg S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

sujeitos ao máximo de 10% de sobretensão com 60 Hz por períodos prolongados e dentro do limite de temperatura. II e III. Partes I.8 3. Os terminais de cada bucha deverão ser próprios para ligação de 1 ou 2 cabos de seção de 6 até 50 mm².. decorridos 5 minutos de desenergização. contendo número de série.A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . os capacitores deverão ser especialmente fabricados para essa finalidade.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. e Informática Capacitores de potência E-IEL. Inducon do Brasil Capacitores S. retificadores. data de fabricação.1 2.5 2.. Os capacitores deverão suportar até 100 chaveamentos diários sem reacendimento de arco e com tensões transitórias instantâneas limitadas a 2. potência. sob o número 218504 . Inepar S. 2. etc. Os conectores deverão ser estanhados para minimizar os efeitos de corrosão. categoria de temperatura.2 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Os capacitores de potência são equipamentos que geram reativos capacitivos. Indústrias e Construções. Deverão possuir resistências internas de descarga de maneira a reduzir a 50 V a tensão entre terminais. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto será dada especial atenção ás seguintes: EB-139/87 MB-258/73 Capacitores de potência em derivação para sistema de tensão nominal acima de 1000 V (NBR-5282). Cópia fiel da Edição impressa em 1995.. no-break. Capacitores de potência (NBR-5289).83 vezes a tensão nominal. Mecânicas.4 2. Deverão trabalhar adequadamente até a temperatura máxima ambiente de 40°C. Deverão funcionar satisfatoriamente com 135% da potência nominal. Onde houver presença de harmônicas (conversores. capacitância. impregnante.Proibida a reprodução sem autorização.). destinados à correção de fator de potência das instalações. Devem ser projetados para uma vida útil mínima de 20 anos quando trabalhando em tensão nominal.A. Waltec Eletro-Eletrônica Ltda. Capital Federal.7 2.A. As placas de identificação deverão ser em aço inoxidável.6 2. 2.37 1. Siemens S.3 2. Elétricas. 2. Telecom. tensão e freqüência nominais. Os capacitores devem ter garantia mínima de 12 meses após sus energização. marca e tipo. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por: • • • • • Asea Brovri Boveri Ltda. nível de isolamento.

devendo após isso voltar ao intervalo permitido acima citado.4 • O regulador automático de velocidade será eletrônico. do motor diesel. Partes I. Mecânicas. e Informática Grupos Geradores de Emergência E-IEL. 1 indicador de rotação e 1 horímetro. 1 termômetro do sistema de refrigeração. de tal forma que o grupo seja capaz de assumir a carga nominal total dentro de 10 segundos. 2.38 1 1. incluindo reservatório com capacidade para 8 horas de funcionamento a plena carga.Proibida a reprodução sem autorização. na velocidade síncrona. sob o número 218504 . para atender aos seguintes requisitos: rotação tal que a freqüência permaneça no intervalo de 61. Capital Federal.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. tipo "American Bosch". Elétricas. sem dificuldade. dotado de baterias com capacidade de acionar o conjunto a uma velocidade que permita a partida. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA São equipamentos destinados a suprir de energia elétrica as instalações. II e III. O grupo será equipado com um sistema de partida elétrica. para qualquer valor estável de carga entre 0 a 100% da potência contínua. através de resistências.2 Deverá possuir sistema de suprimento de combustível. e sua construção deverá efetuarse em multícilindros verticais ou em "V". com elemento seco recambiável.2 2. controle de parada por sobre-rotação. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Deverão ser montados sobre uma única base de aço com apoio tipo "vibra-stop" e ser previstas partidas manual e automática com pré-aquecimento.2 a 59 Hz. tipo estacionário. além de apresentar os seguintes acessórios: • • • • filtros de óleo lubrificante. acoplados por um sistema monobloco e uma Unidade de Supervisão de Corrente Alternada (USCA). em caso de falha no sistema da concessionária. MOTORES DIESEL O motor fornecerá potência líquida de saída suficiente para acionar continuamente o gerador a 100% de plena carga. painel montado no motor incluindo 1 termômetro e 1 manômetro de óleo lubrificante. 1 amperímetro para controle de carga de baterias. variação instantânea de 0 a 100% da carga nominal e vice-versa nominal. sem oscilações. em tempo máximo de 2 segundos. 2. filtro de ar. 1.1 • 2.3 • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2. indicador de nível e bombas manuais ou elétricas para transferência de combustível de tambor para reservatório. São compostos basicamente de um motor diesel e um alternador síncrono trifásico. da água de refrigeração. e injeção direta. Telecom. silenciador de escape com eliminador de faísca. sem indícios de sobreaquecimento para as condições climáticas locais.

reguladores de tensão eletromecânicos.9 indutivo (salvo especificação em contrário). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. computadores. 3. com terminais de neutro e fases acessíveis. relação de curto-circuito:> 0. regulação para serviço contínuo: 2% da tensão nominal e 5% da freqüência nominal para qualquer situação de carga constante. as características descritas nos itens a seguir. aplicados gradativamente durante 1 minuto entre armadura e massa e entre campo e massa.2 • • • • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .). conforme descrito a seguir.38 3. sobrelevação de temperatura: >= 40°C.5 MOhms a 40°C. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.5. sistemas de telecomunicações. no mínimo. etc. GERADORES CLASSE INDUSTRIAL Os geradores terão. para aplicação brusca de 60% da potência aparente nominal do gerador. fator de potência: 0.Proibida a reprodução sem autorização. distorção harmônica: <= 5%.). queda de tensão instantânea na partida de motores: e 15% com recuperação em 0. Os geradores terão. caldeiras. Os de Classe Especial são utilizados na alimentação de equipamentos eletrônicos (no-breaks. Capital Federal. sobre-rotação: 20% durante 1 minuto.1 3.1.continuação E-IEL. Serão classificados em Industrial e Especial. proteção mecânica: IP 23 ou melhor. Não deverá haver fugas ou efeito comuna perceptíveis. rigidez dielétrica: 1500 V (valor eficaz). resistência de isolamento entre enrolamentos e entre enrolamentos e massa: 0. etc.1. desequilíbrio máximo de carga: 12%. ligação: trifásica. 3.2 3. isolação: igual ou melhor que classe F.5 segundos.1 GERADORES E/OU ALTERNADORES CONDIÇÕES GERAIS Os geradores deverão atender perfeitamente às condições de freqüência.3 3. retificadores. as seguintes características: • • • • • • • • • • regime de funcionamento contínuo. no mínimo. sob o número 218504 . Os de Classe Industrial são utilizados na alimentação de iluminação e equipamentos eletromecânicos (motores de corrente alternada. Partes I. potência e temperatura local das instalações. II e III. sobrecarga: 10% durante 1 hora em cada 6 horas de funcionamento. reguladores eletrônicos.1. em estrela.

relação de curto-circuito: mínimo de 0.8 e 1. fator de potência indutivo mínimo: FP = 0. permanecendo em equilíbrio mecânico e elétrico para todas as velocidades até 125% da rotação nominal.1.1 3. isolamento classe F. com 4 pólos girantes do tipo sem escovas (Brushless) . assegurando funcionamento livre de vibrações. reatância subtransitória: X ‘’ d <= 12%. regulação: +/.2 3. com FP = 0. para qualquer valor estável de carga linear de 0 a 100% da potência nominal e valores de FP entre 0.5% da tensão nominal.5 MOhms a 40°C. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Possuirá ainda as seguintes características: • • • • • • • • • • • • • potência nominal: o projetista dimensionará o gerador para a totalidade de cargas de energia. com excitatriz e ponte retificadora trifásicas de onda completa montadas no mesmo eixo do alternador.3.1. balanceamento: estática e dinamicamente para o rotor.continuação E-IEL. Deverá ser dotado de "space heater" destinado a eliminar umidade condensada no interior do circuito de armadura.1.3. 3. distorção harmônica: < 3% entre fases e < 5% entre fase e neutro.3. em estrela com neutro acessível.0 MOhms a 20°C e 1. com grau de proteção IP-23.8. regulador estático de tensão. permanente até a plena carga. enrolamentos amortecedores para serviço paralelo e isolamento classe B. sistema "compound" e componentes facilmente acessíveis para testes e manutenção. em caso de emergência.1. devendo suportar sobrevelocidade de 25%.1 GERADORES CLASSE ESPECIAL ALTERNADOR Será do tipo próprio para utilização em sistemas de telecomunicações ou CPD. controlando a tensão do gerador dentro de +/. construção totalmente fechada com ventilação externa. sob o número 218504 . regime de funcionamento: contínuo.3. Será construído autoventilado horizontal. acoplada diretamente ao eixo do gerador. resistência de isolamento: e 5. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.8. sobrevelocidade: 20% durante 2 minutos. acrescida de reserva técnica de 25%.3. com corrente alternada com retificador composto de diodos girantes.3 3.0 indutivo. Partes I. sem danos mecânicos. com tempo máximo de recuperação de 2 segundos na aplicação brusca de 100% de potência nominal.8 indutivo e carga linear. Possuirá regulador eletrônico de tensão e sistema "compound". II e III.4 • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . excitatriz: tipo "Brushless" (sem escovas).3 3.2% em relação à nominal. Capital Federal. tensão nominal: 440/380/220 V. rigidez dielétrica: 1880 VCA durante 1 minuto.Proibida a reprodução sem autorização. queda de tensão instantânea: <= 10%. para regiões cujo clima propicie tal condição.38 3. mancais de rolamentos lubrificados a graxa. em qualquer estado. Deverá ser trifásico.

3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.3.3.4 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3. dimensionada para absorver o torque máximo do motor.3 3. Partes I. entre eletrodutos e os terminais do motor.3. dispostos transversalmente. devidamente calculada.Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal. seções convenientemente dimensionadas (mínima de 1.4.2 3. dotados de porca e arruela de pressão. tendo nas extremidades tubos de aço. Todos os componentes metálicos deverão ser soldados eletricamente e os pontos de solda deverão ser completamente limpos de rebarbas.1 3.4. com identificação semelhante à dos terminais do quadro de controle.3. Todos os condutores. As ligações e conexões de peças metálicas à base serão feitas com parafusos de rosca métrica.3.5 mm²). BASE METÁLICA Deverá ser construída em perfis laminados de aço. pingos ou bolhas. A disposição da base deverá permitir a retirada do cárter sem levantar o motor. Todos os condutores da instalação do grupo deverão ser identificados.3. O elemento elástico da luva deverá ser feito de borracha sintética resistente ao contato com óleo diesel. sob o número 218504 . A base metálica deverá dispor de 2 terminais de terra independentes. 3.3.3.3.4 3. mais as solicitações transitórias devido às partidas e paradas do motor e à aplicação instantânea de carga máxima. A montagem do grupo sobre a base metálica será feita utilizando-se amortecedores de borracha sintética (tipo "vibra-stop").3.38 3. cabeça sextavada.4.2.1 3. Os eletrodutos de instalação do grupo deverão terminar numa caixa de terminais fechada com tampa metálica aparafusada. óleo lubrificante e graxa. Os cabos do motor de arranque deverão ser instalados em eletrodutos separados. INSTALAÇÃO ELÉTRICA Deverá ser executada em condutores flexíveis.continuação E-IEL.4. sem costuras (DIN 2440 ou 2441).2 ACOPLAMENTO O acoplamento entre motor e gerador deverá ser feito por meio de parafusos entre o flange do alternador e a carcaça do volante do motor.3. com terminais prensados tipo olhal. nas extremidades. A união entre as partes rotativas deverá ser feita por meio de luva elástica.2 3.2.2.3 3. A luva deverá ser construída de modo a não introduzir esforços axiais nos eixos das máquinas e de tal modo que a substituição do elemento elástico não obrigue a retirada do flange colocado na ponta do eixo do alternador. deverão ficar no interior de tubulações flexíveis. II e III.3.2.2 3. A entrada dos condutores nos tubos flexíveis deverá ser feita através de buchas de borracha. sendo 1 para ligação ao grupo e outro para ligação à terra.1 3. deverá existir uma barra de terminais.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . com anilhas plásticas permanentes de identificação. No interior da caixa de terminais. A instalação elétrica do grupo deverá correr toda no interior de eletrodutos flexíveis tipo "seal-tube" (no trecho horizontal) fixados por grampos aparafusados à base.3.3.3 3.3 .4.3.

disjuntores e réguas terminais (fornecidas completas) deverão ser devidamente dimensionada. tubulações de escape e peças de aço inoxidável. ajustável.3. ou que contenham tubulações flexíveis.3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Após a normalização da tensão produzida pelo gerador. e o acabamento também em 2 demãos. fornecida pelo PROPRIETÁRIO. antes da montagem final. Não serão pintadas peças feitas de borracha.5 mm² para força. com portas em dobradiças.3. sem chave e constituído de 3 partes distintas. após um retardamento previsto de 30 segundos.6. para ampliação futura.1 3. II e III.6 3. partida automática em falha de rede e retorno manual.5 3.3. uma para regulagem estática da tensão.3. com veículo de resina epóxi e carga de óxido de ferro. paralisando-se o grupo gerador.4 3. o quadro deverá possuir também uma chave (instalada remotamente para semi-automatismo. Com o retorno ou normalização da rede. chaves. serão pintados isoladamente.6. maçanetas com trinco. 3. Partes I. evitando-se relés eletromecânicos. QUADRO AUTOMÁTICO DE TRANSFERÊNCIA O quadro será montado em um armário de perfis e chapa de aço totalmente blindado. sob o número 218504 .5.3. no caso de falhas ou irregularidades no fornecimento de energia. deverá ser feita a reversão.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . o controlador deverá dar a partida no grupo.7. com a finalidade de vencer flutuações de curta duração.3. SISTEMA DE AUTOMATISMO A rede deverá ser vigiada permanentemente por um controlador automático trifásico que dará partida ao grupo. depois de decorrido tempo de supervisão. O quadro deverá possuir furação para colocação de chumbadores em laje de concreto.5. As réguas terminais deverão ser confeccionadas com material de capacidade térmica suficiente para suportar sem danos a passagem de correntes permanentes e de curtocircuito inerentes aos condutores correspondentes aos terminais. sendo que a entrada e a saída de cabeção será efetuada pela parte inferior.1 3.38 3.7 3. possuindo isolamento termoplástico antichama para 750V. condutores. No caso de uma variação de tensão da rede. ou seja. IP 22. Não serão utilizadas réguas terminais do tipo aperto direto ao cabo pelo parafuso do terminal.3.1 PINTURA O grupo deverá levar 2 demãos de tinta base.6.3. bem como o motor e alternador. A fiação interna entre instrumentos. com grau de proteção. com seção mínima de 1. uma para força e outra para as proteções.3.6. de 5% para mais ou menos. botoeiras.3. referindo-se aos circuitos e a cada terminal. A lógica do quadro de comando deverá ser baseada em cartões eletrônicos modulares. Os fios e cabos de controle serão agrupados e identificados de forma permanente. sendo que a dita base. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 3. A base do grupo deverá levar 1 demão de cromato de zinco e 2 demãos de acabamento à base de esmalte sintético na ter preta. Quando previsto em projeto. pinos de graxa. As réguas terminais deverão possuir número suficiente de reserva (mínimo de 10 ).3 3.continuação E-IEL.Proibida a reprodução sem autorização. deverá ser efetuada a transferência de carga.7. e resistentes à corrosão.2 3. Capital Federal. no mínimo.

O equipamento deverá permitir 3 tentativas de partida com intervalos reguláveis e. O sistema possuirá intertravamento elétrico e mecânico entre a concessionária e o grupo de emergência.3.3. 3. as respectivas sinalizações ótica e sonora deverão ser acionadas.8 3. a proteção atuará separando o grupo do setor defeituoso.3. velocidade excessiva. deverá haver indicação ótica no quadro. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.7 3. nível de combustível. curto-circuito.3. gerador sobrecarregado.7. II e III. e "falha no ventilador". no caso de qualquer impedimento na última tentativa sem êxito. e o grupo automaticamente desligado.7.7. o grupo deverá permanecer em operação por um tempo regulável de 0 a 15 minutos. Partes I. Na hipótese de um curto-circuito. sendo ainda protegido por disjuntores térmicos de sobrecorrente. Capital Federal. deverá haver sinalização ótica (pisca-pisca) e soar o alarme. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. indicando simultaneamente no painel.3. Durante a operação.7. deverá acionar alarme sonoro.continuação E-IEL. o alarme soará e será indicado opticamente no painel "circuito de água defeituoso". Sempre que possível.38 3. após o qual deverá ser efetuada a reversão da carga.7. 3. que o sistema está bloqueado. com a finalidade de evitar energização da rede da concessionária pelo grupo. A operação de parada do grupo gerador no retorno ou regularização da rede deverá ser controlada por um sistema temporizado para evitar a reversão da carga em falsos picos de retorno.7. Quando o nível de combustível não for suficiente para meia hora de operação.6 Ocorrendo uma das 3 primeiras falhas apontadas. pressão insuficiente de óleo lubrificante.3.4 3. sob o número 218504 . para grupos geradores com torre de arrefecimento.3 O automatismo será de tal forma que o grupo possa assumir o suprimento de energia em tempo máximo de 10 segundos.7. o grupo gerador diesel deverá ser controlado em relação às seguintes falhas: • • • • • • • • falha na partida. serão usadas chaves contatoras. Simultaneamente o sistema deverá ser bloqueado e a respectiva sinalização ótica indicará tal condição.9 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . por sinalização ótica. temperatura excessiva do motor.3.Proibida a reprodução sem autorização. para grupos geradores com radiador. Em caso de qualquer irregularidade no fluxo de água de arrefecimento.5 3. controle do fluxo de água de arrefecimento. com vistas ao arrefecimento do motor diesel. continuando o mesmo em operação com a finalidade de proporcionar arrefecimento o mais rápido possível. No caso de sobrecarga do gerador. Através desse sistema. para construção da chave de transferência. permanecendo o grupo ainda em funcionamento por período também ajustável.

1 comutador para freqüencímetro. para partida manual do motor. 3 transformadores de corrente. gerador ligado. rede/gerador. pré-aquecimento ligado. combustível. para desligado. para os amperímetros. 1 chave seletora de 3 posições.38 3. tensão anormal do gerador. falha na partida. escala apropriada. escala apropriada: 1 comutador para o voltímetro para leitura nas 3 fases. repouso e parada manual do motor.8 INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO São os seguintes os instrumentos de medição dos geradores Classe Especial: • • • • • • • • 3 amperímetros.9 SINALIZAÇÃO Os geradores deverão ter a seguinte sinalização ótica no painel.3. controle ligado. sobrevelocidade. 3 conjuntos unipolares de fusíveis tipo DIAZED. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 3. pressão de óleo baixa.Proibida a reprodução sem autorização. • • • • • • • • • • • • • • rede ligada.. sistema automático bloqueado. 1 comutador para o voltímetro. tensão anormal da rede. de 2 posições. 3.3. automático. 1 freqüencímetro. escala apropriada. • • 1 chave seletora de 4 posições.continuação E-IEL. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . de 2 posições. ensaio e manual. para permitir a leitura de tensão do gerador e da rede. arrefecimento defeituoso. sob o número 218504 . II e III. sobrecarga do gerador. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I. Capital Federal.3. 1 voltímetro.10 DISPOSITIVOS DE MANOBRA DO QUADRO São os seguintes os dispositivos de manobra do quadro. temperatura do motor elevada.

desenhos de dimensões externas principais e disposições dos equipamentos. • • • • • curvas características típicas. pelo prazo de 12 meses a contar da data de funcionamento do mesmo no local definitivo de instalação.3.15 3.11 CARREGADOR DE BATERIA Deverá possuir condições de carregar a bateria e manter a carga em regime de flutuação. pois este deverá receber energia mesmo com o gerador fora de operação. GARANTIA Todos os materiais e equipamentos deverão ser garantidos contra defeitos de fabricação ou desempenho insatisfatório. com os seguintes acessórios: • • • • • tanque de combustível com indicador de nível. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3.14 3. Capital Federal. Todos os instrumentos e ferramental necessários aos testes de aceitação deverão ser fornecidos pelo fabricante. olhal de suspensão do conjunto. 3.3. fosfatizado e pintado eletrostaticamente.3. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . para no mínimo 8 horas de funcionamento ininterrupto.2 3.Proibida a reprodução sem autorização. silencioso. obrigatoriamente. relação e descrição dos testes a serem efetuados. 3.3.38 3.3.3. diagramas elétricos elementares de interligação. mostrando as ligações mecânicas a serem feitas. em 2 vias. no mínimo.16 DOCUMENTAÇÃO A documentação deverá incluir.3. conferindo assim absoluta proteção contra corrosão. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. A tensão deverá ser a mesma do arranque do motor.1 ENSAIOS Serão realizados os ensaios previstos em normativos da ABNT. sob o número 218504 . Deverá ser fornecido ao PROPRIETÁRIO. Partes I. 3. A energia para o carregador deverá emergir da saída do painel. as seguintes informações. a quem o fabricante deverá notificar. II e III. o respectivo relatório. 3.12 PINTURA DO QUADRO DE TRANSFERÊNCIA O gabinete deverá ser decapado.continuação E-IEL. placa de identificação e ligações. com antecedência mínima de 15 dias.13 ACESSÓRIOS O conjunto deverá ser fornecido. conector para aterramento da base metálica para o cabo de cobre de 35 a 95 mm². incluindo pesos. a data prevista para os ensaios. diagramas elétricos e eletrônicos completos e detalhados dos equipamentos. após efetuadas todas as furações previstas no mesmo.14.14. na presença do PROPRIETÁRIO.

A. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO aceitará os grupos geradores fabricados por: • • • • • • • Battistella Indústria e Comércio Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I. Indústria e Comércio.Proibida a reprodução sem autorização. catálogos completos de todos os equipamentos propostos. indicação detalhada e clara de todas as garantias referentes ao equipamento e seus acessórios... integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. Grupos Geradores. Hoos Máquinas Motores S. Comércio e Indústria. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Caterpillar do Brasil S. manuais de operação e manutenção.. lista de desvios e exceções da presente especificação. Polidiesel Indústria e Comércio Ltda. Leon Heimer Indústria e Comércio Ltda. Transmet S.A.continuação E-IEL. relação de acessórios..A. Stemac S. Capital Federal. com a correspondente justificativa.A.38 • • • • • 4. sob o número 218504 .

II e III. CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA A finalidade dos terminais aéreos na estrutura a ser protegida é interceptar as descargas em pontos preferenciais. A função dos condutores de descida é fornecer um caminho de baixa impedância desde os terminais aéreos até os eletrodos de terra. 3. Esta última.4 3.Proibida a reprodução sem autorização. em função da dimensão e localização do aterramento. 3. com possibilidade de provocar danos eletromecânicos graves e até incêndios. poderá apresentar certa complexidade. objeto da proteção.2 3. mas da ocorrência do fenômeno em si. minimizando consequentemente a penetração da corrente de impulso atmosférico que poderia ter seguido um caminho aleatório na cobertura da edificação.1 3. não sendo possível eliminar os riscos de forma absoluta.5 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 DEFINIÇÃO Os Sistemas de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA) compõem-se de um sistema externo (SEPDA) e um interno (SIPDA). Telecom. 2. e Informática Sistema Externo de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SEPDA) E-IEL. sendo vantajoso obter-se baixa resistência de aterramento do eletrodo. Partes I. sem aumentar a probabilidade de incidência de descargas atmosféricas numa determinada região. por causa de seu efeito na indutância e capacitância do sistema. casas de máquina de elevadores. Tais efeitos não decorrem da instalação do sistema de proteção.) são mais propensos a serem atingidos. Elétricas. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. os volumes expostos (caixas d'água. Particularmente. exigem cuidados especiais a verificação de continuidade das partes do sistema e a medição de resistência de aterramento. As correntes de descargas atmosféricas tendem a seguir caminhos de menor impedância. para verificar se estas foram executadas rigorosamente de acordo com o projeto. A menos que estejam cobertos pela zona de proteção. associados ao fenômeno.1 2. através de cuidados de projeto. de modo a evitar que as mesmas atinjam as estruturas. a configuração e as dimensões do sistema de aterramento são mais importantes do que um valor especifico de resistência de terra.Proteção de edificações contra descargas elétricas atmosféricas (NBR-5419).3 3. sob o número 218504 .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. NORMAS Deverão ser observadas todas as exigências contidas nas normas da ABNT sobre o assunto e de modo especial a NB-165/70 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. como a elevação de potencial no solo. Consequentemente. etc. procura criar caminhos preferenciais para as correntes de descarga em direção ao solo. onde ela se dissipará.43 1. Todos os componentes do sistema deverão estar em bom estado de conservação. 2. O sistema externo (SEPDA) é um conjunto de ações que. Capital Federal. Mecânicas. É essencial a realização de rigorosa inspeção de comissionamento das instalações. Busca-se minimizar os possíveis efeitos indiretos perigosos à vida. de modo que a corrente de surto atmosférico possa ser conduzida com segurança até o solo. A norma exige o valor máximo de resistência de 10 Ohms.

continuação E-IEL. Os cabos captores serão de cobre nu e terão seção mínima de # 35 mm².6. como galvanização a fogo ou equivalente. agentes químicos e/ou poluentes.8. cumeeiras de telhados e as guinas das extremidades são pontos preferenciais de incidência.. Os condutores de descida deverão ser de cobre nu e ter seção mínima de 35 mm².1 3. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por: • • • Alfa Sistemas de Pára-raios Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.7..6. sendo curvas abertas.3 4.2 3.7 3. Nunca poderão apresentar inclinações ascendentes. esta difere consideravelmente do valor da resistência convencional. Tais eletrodutos não poderão ter área interna menor do que 1.6.6 3. CONDUTORES DE DESCIDA O caminho para terra deve ser o mais curto e retilíneo possível.Proibida a reprodução sem autorização. Os condutores de interligação na cobertura devem ter sempre inclinação descendente.2 3. As hastes de aterramento deverão ser de aço com cobertura de cobre.1 TERMINAIS AÉREOS Quando as edificações possuírem um considerável comprimento e largura. Amerion Indústria e Comércio de Pára-raios Ltda. O conjunto captor deverá apresentar rigidez mecânica suficiente para suportar esforços mecânicos associados a uma eventual descarga. Não serão admitidos captores radioativos ou ionizantes. em local de fácil acesso e inspeção. de diâmetro mínimo de 50 mm. estes podem descer em "shafts" apropriados. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 .000 mm². Os últimos 3 m dos cabos de descida deverão estar protegidos por duto de PVC. Capital Federal. II e III. no mínimo. Os terminais aéreos consistem de condutores verticais e horizontais.6. 3. Os condutores de aterramento deverão ser cordoalhas de cobre nu de seção mínima igual a 50 mm². Os captores tipo Franklin serão de latão cromado ou de aço inoxidável.8 3. juntamente com os esforços eólicos. segurança pessoal e do equipamento. Quando existirem curvas no trajeto. Os mastros deverão ser de material de alta resistência mecânica. tratados contra o ataque de umidade.7.4 3.2 3. Onde não for possível utilizar cabos de descida externos. encapsulados em dutos não metálicos e não combustíveis. estas devem ter.43 3. ATERRAMENTO O aterramento tem a finalidade de dispersar a corrente de impulso da descarga para a terra. 90°.8. Partes I. ou da combinação de ambos. Copérico do Brasil Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. A conexão entre os cabos de descida e o sistema de eletrodos de aterramento deve estar acima do nível do solo. É normalmente requerido para satisfazer os requisitos de compatibilidade eletromagnética.. até atingirem as descidas propriamente ditas. que utiliza baixa freqüência.3 3.8. Considerando a impedância de surto do eletrodo de terra como sendo "vista" pela corrente de descarga.1 3.

.. Gamatec .A.continuação E-IEL. Capital Federal.. sob o número 218504 ...43 • • • • • • • Fábrica de Peças Elétricas Delmar Ltda. II e III. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Protectors Comércio e Indústria Ltda.Proibida a reprodução sem autorização. Franklin Eletric do Brasil Indústria e Comércio Ltda. Pára-raios Santa Bárbara Indústria e Comércio Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . York Nuclear do Brasil Ltda..Aplicação de Radioisótopos S. Termotécnica Indústria e Comércio Ltda. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

e Informática Sistema Interno de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SIPDA) Protetores de Surto E-IEL.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Partes I. 4.. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por: • • • • • • Amerion Indústria e Comércio de Pára-raios Ltda. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. diodos de proteção (Zener) e filtros de linha ou a combinação desses dispositivos). São sistemas ou dispositivos destinados a evitar os danos decorrentes dos efeitos das descargas atmosféricas diretas ou indiretas. como definidos no P-19.. Capital Federal. CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA A proteção de instalações e equipamentos deverá ser feita utilizando-se protetores de surto ou de transientes (centelhadores a gás e a ar. especial atenção deverá ser dada à NB-3/90 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.. Mecânicas. II e III. Telecom. Indústria Eletromecânica Balestro Ltda. Clamper Indústria e Comércio Ltda. Fábrica de Peças Elétricas Delmar Ltda.Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410).SPD. 2.1 2. sob o número 218504 . 2. Protectora Comércio e Indústria Ltda Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 3.. DEFINIÇÃO Os sistemas de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA) compõem-se de um sistema externo (SEPDA) e de um interno (SIPDA). Franklin Electric do Brasil Indústria e Comércio Ltda.. Elétricas.Proibida a reprodução sem autorização.01.44 1. varistores. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

Tubo de cobre e de ligas de cobre. Tubo de concreto simples de seção circular para águas pluviais (NBR9793). Tubo de fibrocimento .determinação da solubilidade em ácido (NBR8063). de ponta e bolsa.verificação da resistência à compressão diametral (NBR-6582). Tubo de ferro fundido centrifugado. Tubo de cobre sem costura para usos gerais (NBR-5030).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Normas e Regulamentos E-IHI. Tubo de fibrocimento . Tubo de concreto armado de seção circular para águas pluviais (NBR9794). Capital Federal. sem costura . sob o número 218504 . de precisão.determinação da resistência à compressão diametral (NBR-9795). II e III. Tubo coletor de fibrocimento para esgoto sanitário (NBR-8056). Tubos de PVC rígido para adutoras e redes de água (NBR-5647). Hidrômetro taquimétrico para água fria (NBR-8193). Tubo e conexão cerâmicos para canalizações .Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. Tubo de concreto armado . Tubo cerâmico para canalização . Tubo de fibrocimento . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Tubos de aço-carbono para rosca Whitworth gás para usos comuns na condução de fluidos (NBR-5580). para líquidos sob pressão com junta não elástica (NBR-7661).determinação da resistência à compressão diametral (NBR-6583).determinação da absorção de água (NBR-8061). sem costura (NBR-8476). Tubo de ferro fundido centrifugado para líquidos sob pressão com junta elástica (NBR-7662). Cópia fiel da Edição impressa em 1995.determinação da absorção de água (NBR-7529). Tubo de fibrocimento ou junta elástica de tubo de fibrocimento verificação da estanqueidade à pressão interna (NBR-8062).determinação da resistência à compressão diametral (NBR-6464). Tubo de concreto simples . haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-5/89 EB-6/86 EB-43/82 EB-69/82 EB-103/86 EB-137/82 EB-147/83 EB-182/84 EB-183/77 EB-193/84 EB-219/82 EB-274/82 EB-584/84 MB-12/82 MB-14/82 MB-17/86 MB-113/86 MB-140/82 MB-142/82 MB-143/82 MB-144/82 Tubo cerâmico para canalizações (NBR-5845). NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Tubo de aço.requisitos gerais (NBR5020).01 1. Tubo médio e pesado de cobre sem costura para condução de água (NBR-7542).

Tubos de PVC rígido .ensaio de alargamento (NBR-6206).determinação da pressão interna instantânea de ruptura (NBR-5683). II e III.efeitos sobre a água (NBR-5684).determinação do índice de absorção de água (NBR6586). Tubos de aço de seção circular . Tubos de PVC rígido . Junta elástica de tubos de ferro fundido centrifugado . Tubo de fibrocimento . Tubo de PVC rígido .determinação da dureza (NBR-8067).verificação da retilineidade (NBR-8064). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Tubos de ferro fundido centrifugado .verificação da permeabilidade (NBR-9796). Anel de borracha para tubo de fibrocimento . Anel de borracha para tubo de fibrocimento . Tubos de aço de seção circular . Anéis de borracha para juntas de tubos de ferro fundido centrifugado ensaios (NBR-7588). Tubos de PVC rígido .continuação E-IHI. Partes I. sob o número 218504 .determinação da carga de ruptura por pressão interna (NBR-8066). Anel de borracha para tubo de fibrocimento . Instalações prediais de esgotos sanitários (NBR-8160). Tubos de PVC rígido e respectivas juntas .determinação da carga de ruptura por pressão interna (NBR-8065). Tubo de ferro fundido centrifugado .ensaio de flangeamento (NBR-6205). Tubo de fibrocimento .ensaio de flexão por tração do anel (NBR-7562).determinação da deformação permanente à tração (NBR-8068).ensaio de achatamento (NBR-6154).verificação da estabilidade dimensional (NBR5687). Luva de fibrocimento .Proibida a reprodução sem autorização.determinação da perda de massa sob ação dos ácidos (NBR-7689).determinação da deformação permanente à compressão (NBR-8069).ensaio de estanqueidade (NBR-7666). Tubo de fibrocimento .verificação da resistência à pressão interna prolongada (NBR-5686).determinação da carga de ruptura por flexão longitudinal (NBR-8075). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Execução de rede coletora de esgoto sanitário (NBR-9814). Tubo de concreto .resistência ao calor (NBR-6476).verificação da estanqueidade a pressão interna (NBR-5685). Tubo de concreto .ensaio de flexão em corpos de prova em tira (NBR-7587). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal. Tubos de aço de seção circular .01 MB-210/82 MB-227/86 MB-228/86 MB-241/82 MB-242/83 MB-245/83 MB-248/72 MB-251/82 MB-252/82 MB-253/82 MB-310/82 MB-311/82 MB-312/82 MB-313/82 MB-355/64 MB-364/85 MB-365/85 MB-366/85 MB-518/77 MB-519/77 MB-533/77 MB-534/77 MB-535/77 NB-19/83 NB-37/86 Tubo e conexão cerâmicos para canalizações . Tubos de PVC rígido .

continuação E-IHI. para condução de água fria. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 . Execução de tubulações de pressão de PVC rígido com junta soldada. Projeto e execução de tubulações de fibrocimento (NBR-10155).Proibida a reprodução sem autorização.910 a 0. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Execução de tubulações de pressão de polietileno de alta massa específica (0.formatos e dimensões (NBR-6381). Tubos e conexões de ferro fundido para esgoto e ventilação .01 NB-41/81 NB-77/85 NB-92/80 NB-115/64 NB-125/64 Construção e instalação de fossas sépticas e disposição dos efluentes finais (NBR-7229). Escareadores 60 graus . II e III. Projeto e execução de tubulações de ferro fundido centrifugado.965 g/cm³) e de polietileno de baixa massa específica (0. Instalações prediais de água quente (NBR-7198). NB-126/89 NB-128/68 PB-15/82 PB-37/79 PB-77/71 PB-80/68 PB-263/87 PB-300/77 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Válvula de gaveta de ferro fundido cinzento . ou com anéis de borracha (NBR-7372).941 a 0. Capital Federal. Arruelas de borracha para vedação de flanges de tubos de ferro fundido.925 g/cm³) com as respectivas juntas.série métrica. sob pressão. rosqueada.formatos e dimensões (NBR-8161).dimensões (NBR-10158). Conexão de ferro fundido cinzento (NBR-7669). Tampão circular de ferro fundido . Partes I. de ponta e bolsa. Instalações prediais de água fria (NBR-5626).

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Aparelhos Medidores e Limitadores de Descarga E-IHI. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A. 1. II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. a volumes previamente determinados pela municipalidade. além das especificações da EB-147/83 . Comércio e Indústria. Schlumberger Industrias Ltda.2 FABRICANTES Consideram-se análogos os medidores fabricados por: • • • • Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo.A. Niágara S.1 LIMITADORES OU PENA D'ÁGUA CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Dispositivos hidráulicos destinados a limitar o abastecimento de água dos prédios. Partes I. às normas referentes à instalações prediais do município. sob o número 218504 .. Nibco Industrial S. Capital Federal.Hidrômetro taquimétrico para água fria (NBR-8l93) . .Proibida a reprodução sem autorização. 2. 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 MEDIDORES OU HIDRÔMETROS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Satisfarão.NISA. 1.02 1.

cerâmica. concreto armado ou alvenaria de tijolos maciços. as caixas terão profundidade mínima de 90 cm. abaixo do nível da geratriz inferior da tubulação de saída.1. 2. quando a caixa coletora receber efluentes de vasos sanitários e mictórios. separadas por um septo não removível.4 2. NORMAS Conforme EB-19/83 . a contar do nível mais baixo da canalização. O tubo ventilador será completamente independente de qualquer outra ventilação de esgoto do prédio.1. dispositivos adequados para limpeza e inspeção. CAIXAS DE GORDURA As caixas retentoras de gordura serão fechadas hermeticamente com tampa removível. devendo permitir fácil inspeção e limpeza.2 2.3 2. alvenaria de tijolo maciço.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Caixas E-IHI. 2.2 Quando receber efluentes de vasos sanitários.2. a profundidade mínima será de 60 cm. A parte submersa do septo deve ter 20 cm. CAIXAS RETENTORAS Poderão ser de concreto. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. uma receptora e outra vertedora.1. II e III. visando a impedir a deposição de matérias sólidas.Proibida a reprodução sem autorização. será ventilada por um tubo ventilador primário. Serão providas de tampas que assegurem perfeita vedação hidráulica. Sempre que a caixa coletora receber efluentes de vasos sanitários ou mictórios.2.03 1. assegurando perfeita vedação.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . ferro fundido ou PVC. bem como possuir tampa de ferro fundido ou de PVC facilmente removível.1. As caixas poderão ser de concreto pré-moldado. tampa impermeável aos gases. terão as seguintes características: • • • • fundo inclinado na direção do tubo de sucção. Capital Federal.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS CAIXAS COLETORAS Destinadas a receber despejos em nível inferior ao da via pública. de diâmetro não inferior ao da tubulação de recalque. Partes I. sob o número 218504 .Instalações prediais de esgotos sanitários (NBR-8160). 2. Devem ser divididas em duas câmaras.1 2. e a parte imersa. 20 cm acima do mesmo nível. Nos demais casos. no mínimo.1 2. superfícies perfeitamente impermeabilizadas.

3 CAIXAS DE INCÊNDIO Serão de chapas de aço estampado. Serão dotadas de grelhas ou tampa cega e terão altura mínima de 10 cm. de onde será retirado posteriormente.2 2. no mínimo.continuação E-IHI. as caixas de forma quadrada terão 60 cm de lado. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . e as de forma circular. para facilitar o acesso ao seu interior. Capital Federal. 125 ou 150 mm. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. e se poligonal.5 2. terão diâmetro mínimo de 15 cm. Pelo sistema dos vasos comunicantes. tipo escada de marinheiro. o óleo será recolhido na caixa receptora.54).06. de 20 cm de espessura. serão de concreto pré-moldado e possuirão grade de passagem que impeça a entrada de materiais sólidos na rede coletora. de 06. com paredes. retangulares ou quadradas.4.10 m de lado.3 2. Terão fundo construído de modo a assegurar rápido escoamento e evitar formação de depósitos.3 CAIXAS DE AREIA As caixas de areia.10 m de diâmetro.4 CAIXAS DE ÓLEO As caixas separadores de óleo. A ligação da caixa receptora com a caixa separadora será feita com tubulação em ferro galvanizado. provida de registro de metal de 75 mm.4 2.56) e do Ministério do Trabalho e Previdência Social (Portaria n°31. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 60 cm de diâmetro. no mínimo. CAIXAS DE PASSAGEM São caixas destinadas a receber água de lavagem de pisos e efluentes de canalização secundária. com espaçamento máximo de 40 cm. no mínimo. 2. 2. de seção circular. 10 e 15 Unidades Hunter de Contribuição (DHC). permitirão a inscrição de um círculo de diâmetro mínimo de 15 cm.04. ou de alvenaria de tijolos maciços ou blocos de concreto.4. de 05. Partes I.2.4 2. quando receberem efluentes de aparelhos sanitários até o limite de 6.6 2.4.1 CAIXAS DE INSPEÇÃO Serão circulares.4. II e III. no mínimo. sobretampa em grelha do mesmo material. permitindo composição com o piso circundante. 1.6. de seção circular. para facilitar o acesso a seu interior.Proibida a reprodução sem autorização. 2. construídas em anéis de concreto armado pré-moldado.2. Quando profundas. as caixas de inspeção passam a denominar-se poços de visita e serão dotadas de degraus de ferro zincado. se indicado em projeto. serão de concreto pré-moldado e conjugadas a uma caixa receptora lateral. e as de forma circular. 2. sob o número 218504 . serão dotadas de degraus de ferro fundido.1 CAIXAS SIFONADAS As caixas sifonadas devem ter fecho hídrico com altura mínima de 50 mm e ter diâmetros de 100. as caixas de forma quadrada terão 1. respectivamente. Para profundidade máxima de 1 m. e tampo de ferro fundido facilmente removível. com fundo do mesmo material. Neste caso.03 2. Se de seção circular. Para profundidades superiores a 1 m. Terão tampo de ferro fundido ou de concreto armado e. no mínimo. de tipo aprovado pelo Corpo de Bombeiros e satisfarão às normas do Instituto de Resseguros do Brasil (Portaria n°21.

A. Ltda. Brasilit S. Ltda.03 2.Artefatos de Concreto Armado Santa Rita Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .4 As caixas sifonadas só podem receber despejos da própria unidade autônoma na qual estiverem instaladas. Albino Mandes & Cia. bidê.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Metalúrgica Javari Ltda. 3..2 O ramal de esgoto da caixa sifonada deve ser dimensionado pela tabela a seguir. levando em consideração a soma das UNC dos aparelhos que contribuem para mesma..6. Diâmetro nominal do tubo – DN (mm) 40 50 75 100 150 Número máximo de UNC 3 6 20 160 620 2. Albino Mandes & Cia.continuação E-IHI. também designadas por ralos sifonados. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Hansen Industrial . podem ser instaladas caixas sifonadas com grelhas. Indústria e Importação S. chuveiro e tanque de lavagem. Spiero Comércio. 3.Artefatos de Concreto Armado Santa Rita Ltda.Tigre.6.1 CAIXAS COLETORAS • • Acarita .Artefatos de Concreto Armado Santa Rita Ltda. II e III. assim como as águas provenientes de lavagens de pisos. Ltda. Cia.Proibida a reprodução sem autorização... 3..6. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 3.3 CAIXAS DE INCÊNDIO • • • Bucka.2 CAIXAS RETENTORAS • • • • Acarita .3 2. Capital Federal. 3. Partes I. Resmat Ltda.. Para coletar os despejos de lavatório.. banheira. Albino Mendes & Cia.4 CAIXAS DE INSPEÇÃO • • Acarita . sob o número 218504 .

Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Fortilit S.A. Fortilit S.5 CAIXAS DE PASSAGEM • • • • • • Acarita . Cia.Tigre. Hansen Industrial . Hansen Industrial . Cia. Metalúrgica Barbará.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 .. Albino Mandes & Cia.03 3.Tigre. Partes I..A.A. Cia. Ltda. Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A ... Ltda. Metalúrgica Barbará. 3. Cia.continuação E-IHI.A. Brasilit S. Brasilit S.6 CAIXAS SIFONADAS • • • • • Albino Mendes & Cia. II e III.Artefatos de Concreto Armado Santa Rita Ltda.

A. em fossas com capacidade para atender descargas de 6. FINALIDADE As fossas destinam-se ao tratamento primário dos despejos prediais. ONS do Brasil S. NORMAS Na construção de fossas sépticas. Partes I.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Fossas e Efluentes E-IHI. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricadas por: • • Facis Tubos e Postes Ltda. as fossas serão executadas em concreto. 3. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 3. alvenaria.Construção e instalação de fossas sépticas e disposição dos efluentes finais (NBR-7229). especialmente na NB-41/81 . com tratamento complementar por meio de valas de filtração ou filtro anaeróbio..000 litros ou mais. O tipo e a capacidade das fossas serão objeto de projeto especifico. estanqueidade e de resistência a agressões químicas dos despejos.Proibida a reprodução sem autorização. A remoção poderá ser efetuada por bomba ou por pressão hidrostática. na proporção de 1:3 no sentido da localização do dispositivo de limpeza. exceto os de águas pluviais. 2.2 3. Capital Federal. II e III.3 4. cimento-amianto ou outro material que atenda às condições de segurança. o fundo será inclinado. 3. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . As fossas serão providas de dispositivos que possibilitem a remoção do lodo digerido de forma rápida e sem contato do operador. Engenharia Sanitária. haverá particular atenção ao disposto nas normas da ABNT atinentes ao assunto. Para facilitar essa operação. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS De forma cilíndrica ou prismática retangular. através de sumidouro ou valas de infiltração. durabilidade.04 1. ou em águas de superfície. O efluente de uma fossa séptica pode ser disposto no solo.

24 mm. respectivamente. cobre. Quando receberem efluentes de aparelhos sanitários até os limites de 6. Quando de seção poligonal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 . 125 ou 150 mm. Metalúrgica Barbará. Se de cobre. ralo sifonado com ramal de descarga reduzido para 40 mm. 2. os ralos sifonados. caixilhos e grelhas conforme especificado para cada caso. Se de cobre. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. . Partes I. serão de chapa com 1.ESTAL. caixilhos e grelhas conforme especificado para cada caso. permitirão a inscrição de um circulo de diâmetro mínimo de 100 mm. quando de seção poligonal. Empresa de Serviços Técnicos Auxiliares Ltda. 1. permitirão a inscrição de um circulo de diâmetro mínimo de 100.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS TIPOS Os ralos podem ser sifonados ou secundários (de piso) executados em PVC. será empregado.2.2 RALOS DE FERRO FUNDIDO • • • Cia. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 1.27 kg/m². Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Quando de seção circular.3 RALOS DE LATÃO • Hispânia Indústria e Comércio de Metais Ltda. Capital Federal.1 1.05 1. Terá fecho hídrico com altura mínima de 50 mm. 2. no mínimo. Fundição Vitória Ltda. Os ralos sifonados terão dimensões. 125 ou 150 mm.2 1. Os ralos secundários terão dimensões.3.1 RALOS DE COBRE • Hispânia Indústria e Comércio de Metais Ltda.2 2.3.3 1. serão de chapa com cerca de 4. 10 e 15 unidades de descarga. Quando adotado o sistema uno de esgotamento.3 1.Proibida a reprodução sem autorização.2. A área de orifício das grelhas será igual a pelo menos uma vez e meia a área do condutor correspondente ao ralo.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Ralos E-IHI. terão diâmetro mínimo de 100 mm.2. e orifício de saída com diâmetro mínimo de 50 mm. 2. de seção circular. 1. SECUNDÁRIOS (DE PISO) Os ralos de piso possuirão grelha plana. no mínimo. terão diâmetro mínimo de 100.2 1. respectivamente. ferro fundido ou latão. nos pisos de sanitários e de boxes de chuveiros.1 SIFONADOS Ralo sifonado é uma caixa sifonada dotada de grelha. II e III.

A.A. sob o número 218504 . Fortilit S. Hansen Industrial . II e III. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal.continuação E-IHI. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Tigre.4 RALOS DE PLÁSTICO • • • Brasilit S.. Partes I.05 2. Cia. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.

Junta elástica de tubos e conexões cerâmicos para canalizações (NBR8928). Tubo e conexão cerâmicos para canalizações .2 TUBOS CERÂMICOS SANITÁRIOS DE 0. bem como totalmente integrada ao material cerâmico. às descargas de líquidos quentes e à ação das correntes eletrolíticas.determinação da perda de massa sob ação dos ácidos (NBR-7689). II e III. Tubo cerâmico para canalização . Tubo cerâmico para canalizações .Proibida a reprodução sem autorização. resistentes e. Tubo e conexão cerâmicos para canalizações . NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. 2. Anel de borracha para tubos e conexões cerâmicos para canalizações (NBR-8929).verificação da resistência à compressão diametral (NBR-6582). falhas.06 1. aos solventes. 2.verificação da permeabilídade e da resistência à pressão interna (NBR-6549). Cópia fiel da Edição impressa em 1995.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Tubos e Conexões de Cerâmica E-IHI. rebarbas. Conexão cerâmica para canalizações (NBR-8409).000 8. isentos de fendas. Tubo cerâmico para canalização .60 m DE COMPRIMENTO d (mm) 050 075 100 de (mm) 075 100 132 D (mm) 095 130 155 De (mm) 115 145 180 L (mm) 635 652 658 F (mm) 035 052 058 kg 4.determinação da absorção de água (NBR-7529).000 6. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2. à ação dos solos agressivos.verificação dimensional (NBR-7530). haverá particular atenção para o disposto nas seguintes EB-5/89 EB-960/83 EB-1554/85 EB-1555/85 MB-12/82 MB-13/82 MB-14/82 MB-210/82 MB-1210/83 Tubo cerâmico para canalizações (NBR-5645). estrias de queima e bolhas. Partes I. Capital Federal. aos efluentes industriais. Serão sonoros. sob o número 218504 . Serão resistentes ao ataque químico do ácido proveniente do gás sulfídrico.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Deverão ser esmeradamente construídos. quando vidrados. apresentarão camada de vitrificação homogênea e continua.3 Os tubos cerâmicos satisfarão às seguintes tabelas. 2.000 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

A.comprimento da bolsa 3.diâmetro interno da bolsa De .000 24.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995..diâmetro nominal de .06 TUBOS CERÂMICOS SANITÁRIOS DE 1.000 181. Partes I.000 127. PRODUTOS Admite-se o emprego de tubos e conexões cerâmicos fabricados por: • • • Cerâmica Maristela S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.continuação E-IHI.comprimento total (bolsa e tubo) F . II e III. Cerâmica Martini S.000 d .diâmetro externo da ponta do tubo D .25 m DE COMPRIMENTO d (mm) 150 de (mm) 185 D (mm) 210 De (mm) 230 L (mm) 1058 F (mm) 058 kg 30.50 m DE COMPRIMENTO d (mm) 200 250 300 375 450 de (mm) 228 295 352 428 502 D (mm) 270 340 390 475 550 De (mm) 295 370 415 515 596 L (mm) 1568 1568 1568 1570 1570 F (mm) 068 068 068 070 070 kg 51.Produtos Cerâmicos Ltda. sob o número 218504 .A.diâmetro externo da Bolsa L .000 TUBOS CERÂMICOS SANITÁRIOS DE 1.00 m DE COMPRIMENTO d (mm) 100 150 de (mm) 132 185 D (mm) 155 210 De (mm) 180 230 L (mm) 1058 1058 F (mm) 058 058 kg 12.000 77. Procerama .000 TUBOS CERÂMICOS SANITÁRIOS DE 1.Proibida a reprodução sem autorização. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .000 96. Capital Federal.

Capital Federal. e satisfarão.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Tubos e Conexões de Cimento-Amianto E-IHI.determinação da carga de ruptura por pressão interna (NBR-8065).determinação da resistência à compressão diametral (NBR-6464).determinação da deformação permanente à compressão (NBR-8069).determinação da carga de ruptura por flexão longitudinal (NBR-8075). NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Partes I. Projeto e execução de tubulações de fibrocimento (NBR-10155).determinação da solubilidade em ácido (NBR8063). de acordo com a EB-69/82 (NBR-8056). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 . Anel de borracha para tubo de fibrocimento . Tubo de fibrocimento . Tubo de fibrocimento . II e III. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Tubo de fibrocimento ou junta elástica de tubo de fibrocimento verificação da estanqueidade à pressão interna (NBR-8062). Anel de borracha para tubo de fibrocimento .08 1.determinação da absorção de água (NBR-8061).determinação da dureza (NBR-8067). Tubo de fibrocimento . Tubo de fibrocimento . Anel de borracha para tubo de fibrocimento . Tubo de fibrocimento . CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão da Classe A.Proibida a reprodução sem autorização. Luva de fibrocimento .determinação da carga de ruptura por pressão interna (NBR-8066).determinação da deformação permanente à tração (NBR-8068). no mínimo. as seguintes merecerão particular atenção: EB-69/82 MB-140/82 MB-142/82 MB-143/82 MB-144/82 MB-241/82 MB-242/83 MB-245/83 MB-248/72 MB-251/82 MB-252/82 MB-253/82 NB-77/85 Tubo coletor de fibrocimento para esgoto sanitário (NBR-8056). Tubo de fibrocimento . à seguinte tabela: Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .verificação da retilineidade (NBR-8064).

Capital Federal. Isdralit S. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • Brasilit S..A.08 TUBO d (mm) 25 30 40 50 60 75 100 125 150 175 200 250 300 e (mm) 6 6 7 8 8 8 9 9 10 10 11 13 15 E (mm) 6 7 8 8 8 9 9 10 10 11 13 15 17 BOLSA D (mm) 55 60 72 86 96 111 138 165 194 219 246 302 356 P (mm) 60 60 60 70 70 70 70 70 70 80 80 80 80 F (mm) 7 7 7 8 8 8 8 9 10 10 10 11 11 d . Eternit S.continuação E-IHI. sob o número 218504 .espessura da ponta do tubo E . II e III.diâmetro interno da bolsa P ..A.A.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.diâmetro interno nominal e . Partes I.profundidade da bolsa F .A.Proibida a reprodução sem autorização.folga mínima entre a ponta e a bolsa 3. Indústria e Comércio. Imbralit S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.espessura da bolsa D .

710 0.581 0.797 2. Capital Federal.09 1.597 3. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 2.420 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.79 2.requisitos gerais (NBR5020).32 1. cobre ou outro material preconizado pelo fabricante dos tubos.2 Serão usadas buchas de bronze.14 3.220 1.044 1.Proibida a reprodução sem autorização.030 médio 0. às recomendações do fabricante.422 1.422 1. Tubo extra leve de cobre sem costura para condução de água e outros fluidos (NBR-7417).30 2.01 2.26I 1.921 médio 0. Tubo de cobre soldado (NBR-7247).56 1.11 3. Partes I.497 0. 2.242 1.120 1. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.82I 1. Tubos capilares de cobre sem costura (NBR-5028). tomando-se todas as precauções no sentido de se evitar a formação de par elétrico. latão. A solda para tubulação de cobre obedecerá.74 1.113 4.016 1.98 4. também.80 2.77 3.422 1.696 1. II e III.137 1. sem costura .3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .220 1.748 PRESSÃO DE RUPTURA (MPa) pesado 5. Tubo de cobre e de ligas de cobre.571 2.555 5. sob o número 218504 .229 3.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Tubos e Conexões de Cobre E-IHI. Tubo médio e pesado de cobre sem costura para condução de água (NBR-7542).93 1.630 PESO (kg/m) pesado 0.50 2.120 1.016 1.219 1.219 1.401 0. Tubo de cobre sem costura para refrigeração e ar condicionado (NBR7541).06 3.63 médio 4. nas passagens através de paredes.860 0. 2. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-219/82 EB-271/84 EB-273/82 EB-274/82 EB-584/84 EB-1251/81 EB-1283/83 Tubo de cobre sem costura para usos gerais (NBR-5030).093 2.285 0.52 1.921 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.910 1.626 2.1 Os tubos de cobre satisfarão à seguinte tabela: DIÂMETRO NOMINAL (mm) 15 20 25 30 40 50 65 75 100 ESPESSURA DA PAREDE (mm) pesado 1.

Partes I. II e III.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.continuação E-IHI. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .09 3. sob o número 218504 .. FABRICANTES Admite-se o emprego de tubos de cobre fabricados por: • Eluma Conexões S. sob a marca "Hidrolar".A. complementados por conexões "Yokshire" com anel de solda e "Nibco".

para esgoto sanitário . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.verificação da estanqueidade de junta elástica (NBR-8895).verificação da permeabilidade (NBR-8893). para esgoto sanitário determinação da resistência à compressão diametral (NBR-8891) Tubo de concreto simples ou armado.10 1.determinação do índice de absorção de água (NBR6586). para esgoto sanitário determinação da resistência à compressão diametral (NBR-8894) Tubo de concreto simples ou armado. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-6/86 EB-103/86 EB-911/80 EB-969/80 MB-17/86 MB-113/86 MB227/86 MB-228/86 MB-1232/80 MB-1233/80 MB-1234/80 MB-1262/80 MB-1263/80 MB-1369/80 Tubo de concreto simples de seção circular para águas pluviais (NBR9793).determinação da resistência à compressão diametral (NBR-6583). Tubo de concreto .determinação do índice de absorção de água (NBR-8892) Tubo de concreto simples ou armado.determinação da absorção de água (NBR7531). para esgoto sanitário . para esgoto sanitário . para esgoto sanitário (NBR-8889). Tubo de concreto simples.verificação da permeabilidade (NBR-9796). aos seguintes limites: Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal.determinação da resistência à compressão diametral (NBR-9795) Tubo de concreto . Tubo de concreto armado .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Tubos e Conexões de Concreto E-IHI. de seção circular. de seção circular. de seção circular. e satisfarão. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 2. Tubo de concreto simples. sob o número 218504 . conforme especificado. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. no mínimo.Proibida a reprodução sem autorização. Anel de borracha destinados a tubos de concreto simples ou armados para esgotos sanitários . II e III. Tubos de concreto armado de seção circular para esgoto sanitário (NBR8890). de seção circular.1 As manilhas ou tubos de concreto simples obedecerão à EB-6/86 (NBR9793). de seção circular. Tubo de concreto simples . para as Classes C1 ou C2. Tubo de concreto armado de seção circular para águas pluviais (NBR9794). de seção circular. Tubo de concreto armado. 2.

do artigo 6 da EB-6/86 (NBR-9793) . CA-2 ou CA-3.continuação E-IHI. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I. sob o número 218504 .diâmetro nominal (interno) Di/D'i . MB-17/86 (NBR-6583) . ficará a critério da FISCALIZAÇÃO.diâmetro externo 2. mínimo (mm) Classe Classe C1 C2 Bolsa Luva 60 60 60 60 60 120 120 120 120 120 1120 1200 1240 1280 1360 1400 1500 1550 1600 1700 150 200 225 250 300 0. 2.2 Os tubos de concreto armado obedecerão à EB-103/86 (NBR-9794). Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2 A escolha do método de ensaio. Poderão atender às Classes CA-1.Proibida a reprodução sem autorização. e satisfarão. Capital Federal. conforme for especificado. MB-227/86 (NBR-6586) e ao MB-113/86 (NBR-9795) . II e III. a que se refere a alínea "c". no mínimo. aos seguintes limites: Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .75 e 375 400 450 500 600 365 390 440 488 588 30 32 36 40 48 459 I 488 544 602 716 469 498 I 544 612 726 70 70 70 70 70 120 120 120 150 150 1520 1600 1800 2000 2400 1900 2000 2250 2500 3000 Dn .10 TUBO Dn (mm) Di (mm) 145 195 220 245 290 e (mm) 25 25 25 25 26 De (mm) 216 266 293 318 372 D’i (mm) 226 276 303 328 382 BOLSA OU LUVA e’ (mm) RESISTÊNCIA MÉDIA (kg/m) Compr.diâmetro interno e/e' – espessura mínima De .

Capital Federal. Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 .10 Di (mm) classe CA-1 300 350 400 450 500 600 700 800 900 1000 1100 1200 1300 1500 1750 2000 1400 1550 1750 1900 2050 2400 2800 3200 3600 4000 4400 4800 5200 6000 7000 8000 CARGA MÉDIA DE TRINCA (kgf/m) classe CA-2 2000 2150 2350 2500 2650 3000 3350 4000 4650 5650 6650 7650 86S0 10650 13350 16000 classe CA-3 6000 6600 7300 8600 9300 10600 12000 13000 14650I 16650 19350 CARGA MÉDIA DE RUPTURA (kgf/m) classe CA-1 2100 2350 2600 2850 3100 3600 4200 4800 5400 6000 6630 7200 7800 9000 10500 12000 classe CA-2 3000 3250 3500 3750 4000 4500 5000 6000 7000 8500 10000 11500 13000 16000 20000 24000 classe CA-3 9000 10000 11000 13000 14000 16000 18000 19500 22000 25000 29000 COMPRIMENTO MÍNIMO (mm) Bolsa 60 60 70 70 70 70 75 75 75 80 80 90 90 90 100 100 Luva 120 120 140 140 140 140 150 150 150 160 160 180 180 180 200 200 F (mm) 15 15 15 20 20 20 20 20 20 20 20 25 25 25 25 25 Di . FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • Acarita . Albino Mendes & Cia. II e III.folga mínima entre ponta e bolsa (ou luva) 3.continuação E-IHI.Artefatos de Concreto Armado Santa Rita Ltda. Partes I.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização.diâmetro interno F .

II e III. Capital Federal. Partes I. Projeto e execução de tubulações de ferro fundido centrifugado. Tubo e conexão de ferro fundido para esgoto (NBR-9651). sob o número 218504 . de ponta e bolsa. sob pressão. Conexão de ferro fundido dúctil (NBR-7675) Tubo de ferro fundido dúctil centrifugado com flanges roscados ou soldados (NBR-7560).formatos e dimensões (NBR-8161). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Revestimento de argamassa de cimento em tubos de ferro fundido dúctil (NBR-8682).11 1. para condução de água fria. Arruelas de borracha para vedação de flanges de tubos de ferro fundido. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Tubo de ferro fundido centrifugado para líquidos sob pressão com junta elástica (NBR-7662).dimensões (NBR-10158).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Tubos e Conexões de Ferro Fundido E-IHI. Anéis de borracha para junta elástica e mecânica de tubos e conexões de ferro fundido dúctil e cinzento (NBR-7676). Tampão circular de ferro fundido . haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-43/82 EB-137/82 EB-303/81 EB-618/87 EB-1273/81 EB-1324/87 EB-1325/90 EB-1326/82 EB-1327/82 EB-1451/83 EB-1452/83 EB-1702/86 MB-312/82 MB-313/82 MB-825/87 NB-126/89 PB-15/82 PB-77/71 PB-80/68 PB-263/87 PB-798/80 Tubo de ferro fundido centrifugado. Junta elástica de tubos de ferro fundido centrifugado . para líquidos sob pressão com junta não elástica (NBR-7661). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Tubos e conexões de ferro fundido para esgoto e ventilação . Conexão de ferro fundido cinzento (NBR-7669). Anéis de borracha para juntas de tubos de ferro fundido centrifugado ensaios (NBR-7588).diâmetros nominais (NBR7968). Tubo de ferro fundido dúctil centrifugado para pressão de 1 MPa (NBR8318). Junta mecânica para conexões de ferro fundido dúctil (NBR-7677). de ponta e bolsa. Tampão circular de ferro fundido . adutoras.Proibida a reprodução sem autorização.ensaios mecânicos (NBR-10159).ensaio de estanqueidade (NBR-7666). Tubos de ferro fundido dúctil centrifugado para canalizações sob pressão (NBR-7663). Junta elástica para tubos e conexões de ferro fundido dúctil (NBR-7674). NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. redes coletoras de esgoto e interceptores . Tubulação de saneamento nas áreas de redes de distribuição. Tampão circular de ferro fundido (NBR-10160).

1 7. com as seguintes características específicas dos tubos: DIÂMETRO NOMINAL (mm) 50 60 75 100 125 150 COMP.4. JUNTA DE CHUMBO • • • Cia.. sob o número 218504 . Serão centrifugados. Ferro Brasileiro.0 PESO (kg/m) 11 13 16 22 28 35 3.3 7.1 TIPO PRESSÃO. Cia. ÚTIL (m) 3 3 3 . 2. 3. Ferro Brasileiro. de ponta e bolsa.5 9. com as seguintes características dos tubos: Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal. no que lhes for aplicável. sob a marca “Ferroflex".1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS TUBOS Os tubos de ferro fundido poderão ser do tipo pressão. pintados externamente com tinta anticorrosiva. Metalúrgica Barbará. ou do tipo esgoto. com junta elástica ou de chumbo. Classe A. 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I. sob a marca "Elasty-Junta".2 CONEXÕES As conexões para as canalizações de ferro fundido obedecerão.6 6 6 6 ESPESSURA DA PAREDE (mm) 7.A. às características gerais dos tubos.6 8. revestimento interno tipo betuminoso ou cimentado. Cia. II e III.11 2. Metalúrgica Barbará. O revestimento interno será dos tipos betuminoso ou cimentado por centrifugação.2 TIPO PRESSÃO. Fundição Tupy S. Classe A.1 8.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 3. JUNTA ELÁSTICA • • Cia.continuação E-IHI.

Metalúrgica Barbará.5 9.. ÚTIL (m) 3 3 3 6 PESO (kg/m) 6 6 11 18 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Ferro Brasileiro.3 TIPO ESGOTO • • • • Cia. Série Extra-Forte. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.0 PESO (kg/m) 10 12 15 20 26 32 3. tipo "JR".Proibida a reprodução sem autorização.continuação E-IHI. II e III. Fundição Vitória Ltda.3 7. Partes I. ÚTIL (m) 3 3 3 3–6 6 6 ESPESSURA DA PAREDE (mm) 7.6 8.1 8. com as seguintes características especificas dos tubos: DIÂMETRO NOMINAL (mm) 50 75 100 150 COMP. sob o número 218504 .A. Cia. Capital Federal. Fundição Tupy S.11 DIÂMETRO NOMINAL (mm) 50 60 75 100 125 150 COMP.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 7.

sob o número 218504 . Rosca para tubos onde a vedação é feita pela rosca . Produto de aço ou ferro fundido . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2 1. haverá particular atenção para o disposto nas BS-13871967. ISO-65-1973. conforme BS-1387-1967 e Leve II. Teste hidrostático de 5 MPa.1 TUBOS NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.2. Partes I. Capital Federal.1.revestimento de zinco por imersão a quente verificação da aderência (NBR-7398). ISO-R-7. dimensões e tolerâncias (NBR-6414).revestimento de zinco por imersão a quente . utilizado em baixa temperatura (NBR-5602).revestimento de zinco por imersão a quente determinação da massa por unidade de área (NBR-7397). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Anel de vedação de borracha para junta elástica de tubos e conexões de aço ponta bolsa (NBR-9915). CLASSES CLASSE LEVE E CLASSE LEVE II Classe Leve. ASTM-A-120-SCH-40 e DIN-2440. Produto de aço ou ferro fundido . Produto de aço ou ferro fundido . especial atenção para o contido nas seguintes: EB-182/84 EB-331/85 EB-332/82 EB-344/90 EB-363/82 EB-554/82 EB-1781/87 EB-1782/87 MB-25-I/90 MB-25-II/90 MB-25-III/90 Tubos de aço-carbono para rosca Whitworth gás para usos comuns na condução de fluidos (NBR-5580). Tubo de aço-carbono com requisitos de qualidade para condução de fluidos (NBR-5590). conforme ISO-65-1973.revestimento de zinco por imersão a quente verificação da espessura do revestimento por processo não destrutivo (NBR-7399).designação. para condução. MB-25-IV/90 PB-14/83 PB-110/82 1. Produto de aço ou ferro fundido . Produtos de aço ou ferro fundido .revestimento de zinco por imersão a quente (NBR-6323).1 Dentre as normas estrangeiras.classe 10 (NBR-6943).2 1. Conexão de ferro maleável para tubulações .Proibida a reprodução sem autorização. Tubo de aço-carbono com costura helicoidal para uso em água. Tubo de aço com e sem costura.verificação da uniformidade do revestimento (NBR-7400). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 1.12 1. para junta elástica (NBR-9914). Tubos de aço para usos comuns na condução de fluidos (NBR-5885).1 1. ar e vapor de baixa pressão em instalações industriais (NBR-5622). Tubos de aço ponta e bolsa. II e III.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Tubos e Conexões de Ferro Galvanizado E-IHI.1.

BS-1387-1967 e ISO-65-1973.66 3.2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.4 CLASSE SCH 40 Conforme ASTM-A-120-SCH-40. sob o número 218504 .continuação E-IHI.Proibida a reprodução sem autorização. Teste hidrostático de 7 MPa 1.179 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1 PESOS E ESPESSURAS CLASSE LEVE E CLASSE LEVE II DIÂM.746 3.3 ROSCAS As roscas dos tubos galvanizados serão do tipo cônica.12 1. NOMINAL (mm) 27 34 42 48 60 76 89 ESP. conforme EB-182/84 (NBR-5580) e Leve I. PAREDE (mm) 2.2 CLASSE LEVE E CLASSE LEVE 1 Classe Leve.4 PROTEÇÃO Será do tipo "proteção catódica" por zincagem a quente. O peso da camada protetora de zinco não poderá ser inferior a 0.05 g/cm².25 PESO TEÓRICO (kg/m) 1. 1.3 CLASSE MÉDIA Conforme EB-182/84 (NBR-5580).25 3.452 2.2. DIN-2440.65 2. II e III. seguindo as especificações da BSP-Whitworth Gás e as normas PB-14/83 (NBR-6414) e ISO-R-7. de acordo com as normas EB344/90 (NBR-6323) . Partes I.00 3.5.25 2. Teste hidrostático de 5 MPa. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. conforme ISO-65-1973. 1.136 2. MB-25-I/90 (NBR-7397) a MB-25-IV/90 (NBR-7400) . valor resultante da divisão do peso total do zinco aplicado pela área total da superfície galvanizada. Capital Federal.5 1.2.520 4. Teste hidrostático de 5 MPa.00 3.451 6. 1. 1.106 7.

25 3.520 4.65 3.65 4. PAREDE (mm) 2.803 1.782 5. NOMINAL (mm) 21 27 34 42 48 60 76 89 ESP. PAREDE (mm) 2.05 PESO TEÓRICO (kg/m) 1. NOMINAL (mm) 21 27 34 42 48 60 ESP.Proibida a reprodução sem autorização.452 2.295 1.25 3. sob o número 218504 .377 3.633 3.282 1.65 4.65 PESO TEÓRICO (kg/m) 1.5.833 2.25 3. PAREDE (mm) 2.00 3.05 PESO TEÓRICO (kg/m) 1.547 3.25 2.131 1.4 CLASSE SCH 40 DIÂM.25 3.3 CLASSE MÉDIA DlÁM.35 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2 CLASSE LEVE E CLASSE LEVE 1 DIÂM.995 1.00 3.599 4.65 3.764 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .140 5.00 3.794 8.066 3.continuação E-IHI.319 6.65 3. Capital Federal.670 2.65 2.65 3.25 3.787 6.5.5.00 3.292 3.25 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I.106 7.12 1. NOMINAL (mm) 21 27 34 42 48 60 76 89 ESP. II e III.

O peso da camada protetora de zinco não poderá ser inferior a 0.tipos. Conexões de Aço.T. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2. haverá particular atenção para as seguintes PB-14/83 PB-110/82 PB-156/85 Rosca para tubos onde a vedação é feita pela rosca . haverá particular atenção para o disposto nas ANSI (A. com teor acima de 2% de carbono.20.) B. Conexões de ferro fundido maleável com rosca ANSI/ASME B1.12 2.1.A. conforme PB-156/85 (NBR-6925). PRODUTOS/FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: 3. Siderúrgica Mannesmann. de acordo com a PB-110/82. DEFINIÇÃO O ferro maleável preto é uma liga constituída basicamente de ferro. ANSI (A. e da Classe 20. Conforja S. A liga. para aplicações até 14.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.P.1 para tubulações .05 g/cm².continuação E-IHI. II e III. serão da Classe 10. as roscas serão do tipo "rosca integrada". DIN-2950. após tratamento térmico adequado. sob o número 218504 .2 2. na solidificação. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . todo o carbono na forma combinada.3 CLASSES As conexões de ferro maleável. 3. 2.5 MPa. DIN-2999 e ISO-R-7. formas e dimensões. 2. para aplicações até 2. 2. Partes I.A. Construtivamente.S.5 PROTEÇÃO A proteção do FMP da corrosão será do tipo "proteção catódica" por zincagem a quente.designação.1 2. Capital Federal.. e as roscas das conexões Classe 20. apresenta grafita do tipo nodular.classe 2.1.2. 2. carbono e silício.0 MPa.4 ROSCAS As roscas das conexões Classe 10 obedecerão ao padrão Whitworth.2 Dentre as normas estrangeiras. dimensões e tolerâncias (NBR-6414).1 TUBOS SEM COSTURA • • Cia. obtida por fusão.1 CONEXÕES NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.3.Proibida a reprodução sem autorização.classe 10 (NBR-6943). de acordo com a ABNT.16.S. apresentando. valor resultante da divisão do peso total do zinco aplicado pela área total da superfície galvanizada. Conexão de ferro maleável para tubulações . ao padrão N.1..0 MPa .) B.

Tubos e Perfilados da Bahia S.12 3. Tuperba . II e III. Conforja S.A.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Conexões de Aço. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A. Siderúrgica Mannesmann. Persico Pizzamiglio S. Capital Federal... sob o número 218504 . 3. Partes I.3 CONEXÕES • Fundição Tupy S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A..A. Cia. sob as marcas "Conexões de Maleável 150-Classe 10" e "Conexões AP (Alta Pressão)".continuação E-IHI.Proibida a reprodução sem autorização.2 TUBOS COM COSTURA • • • • • Apolo Produtos de Aço S.

9 9.95 139.3 104.70 139.70 139.7 116. Comprimento útil de 3 m.70 139.0 98.4 55.9 22.0 7.9 40 3.6 24.5 85. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DIÂM.9 11.7 11.8 25.7 45.9 11. tubos e conexões de fibra de vidro são aqueles fabricados com argamassa de resina termoestável.6 4.0 8.1 135. de 6 m.1 16. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 126.0 8. A classe define a pressão de serviço em metros de coluna d'água.70 139.0 29.1 5.4 19. EXTERNO DA BOLSA (mm) ESP.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Tubos e Conexões de Fibra de Vidro E-IHI.6 150 3. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Polyarm S.0 80. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 17. sob o número 218504 .0 35.5 64.9 14.3 45.0 8.9 17.70 139.70 139.9 11.7 45.6 26.4 56.70 139.70 139.3 5.1 14. reforçada por filamento de fibra de vidro e areia. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .13 1.8 27.8 32. 2.5 COMPR.3 4.0 7. DA PAREDE (mm) 3.3 4.9 10.0 115.A.9 14.0 74.0 72.0 39.1 23. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.70 139.6 26.70 139.6 26.9 21.6 100 150 200 250 300 350 400 450 500 550 600 700 800 920 1000 1100 1200 149 223 270 320 386 437 488 539 597 635 699 803 920 1039 1143 1227 1364 • • 3.1 16.4 56. Partes I.2 90.7 49.0 67. Indústria e Comércio.1 6.8 29.4 93.0 8.0 7.3 22.4 21.5 11.5 43.4 83.6 24.70 139.3 5.2 57.4 21.0 32.0 120 3.0 7. Capital Federal. para tubos com diâmetro interno de 100 mm e.3 20.9 14. para os demais.8 71.1 16.4 99.9 14.2 122.Proibida a reprodução sem autorização.8 32.70 10 3.5 78.9 8.8 5. INTERNO DA BOLSA (mm) 68. II e III.5 100 3.3 26.0 7.70 139.0 53.9 14.3 30.3 4. INTERNO (mm) DIÂM.6 24.0 8.8 113.70 139.3 26.8 116.9 11.8 29.6 4.0 7.9 7.0 9.6 6.0 42.9 11.4 19.8 26.4 51.70 139.9 14.0 142.0 195.70 139.8 29.3 23.4 PESO (kg/m) CLASSE 80 3.

Tubos de PVC rígido . polímeros e copolímeros contendo cloretos e seus compostos através do método de descoloração (NBR-7147). Tubos de PVC rígido . Tubo de PVC rígido .determinação da estabilidade dimensional sob calor pelo método de Martens (NBR-10438).resistência ao calor (NBR-6476). ou com anéis de borracha (NBR-7372). NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes as assunto.determinação da dureza shore (NBR-7456).determinação da dureza Rockwell (NBR-9630). Plásticos .determinação das propriedades mecânicas à tração (NBR9622). MB-1642/81 MB-1660/82 MB-1694/82 MB-1990/84 MB-2381/85 MB-2383/85 MB-2421/85 MB-2422/85 MB-2423/85 MB-2440/86 MB-2747/67 NB-115/64 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .14 1.Proibida a reprodução sem autorização. Plásticos . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.determinação da resistência ao impacto Charpy (NBR9564).determinação da flamabilidade (NBR-7356). Plásticos . II e III. Plásticos .determinação da absorção da água (NBR-8514). Plásticos rígidos .atmosferas-padrão para condicionamento e ensaio (NBR7452). rosqueada. Capital Federal. Plásticos rígidos .determinação das características em compressão (NBR9628).determinação da dureza por penetração da esfera (NBR9624).determinação da resistência ao impacto IZOD (NBR8425).determinação da densidade pelo método do gradiente de densidade. Execução de tubulações de pressão de PVC rígido com junta soldada.determinação da estabilidade térmica do PVC.determinação da pressão interna instantânea de ruptura (NBR-5683). Plásticos rígidos .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Tubos e Conexões de Plástico E-IHI. Partes I.determinação da dureza tipo Barcol (NBR-9629). Plásticos . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 . Plásticos .verificação da estabilidade dimensional (NBR5687). Plástico .determinação das propriedades de flexão (NBR-7447). Plásticos rígidos . Plásticos . Plásticos . haverá particular atenção para o disposto nas seguintes EB-183/77 EB-1300/82 MB-355/64 MB-519/77 MB-534/77 MB-1123/77 MB-1378/80 MB-1561/81 Tubos de PVC rígido para adutoras e redes de água (NBR-5647). Plásticos . Plásticos .

941 a 0.continuação E-IHI.2 42.7 6.2 3.170 1.965 g/cm³) e de polietileno de baixa massa especifica (0.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão de cloreto de polivinila (PVC).750 2. rígido.950 TABELA I TUBOS COM JUNTAS ROSQUEÁVEIS Diâm.75 MPa Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .660 0.0 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. médio (mm) 16. TB-162/85 2.5 4.118 0.650 0.2 47.4 33. 2. Os tubos serão testados com a pressão mínima de 5 MPa.105.7 21. (kg/m) 0.820 1.370 1.430 0.280 0. parede (e) (mm) 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.760 2.2 4.6 3.5 1. conforme EB-183/77 (NBR-5647).5 1. Plásticos (NBR-9633).133 0.2 7.910 a 0.2 Para instalações prediais de água fria. médio (mm) 16 20 25 32 40 50 60 75 85 110 Esp.6 Peso médio aprox. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização.9 113.1 87.6 4. (kg/m) 0. mín.8 59. mín.5 Esp. os tubos de PVC serão da Série A.4 3. ext. parede (e) (mm) 2.6 5. do tipo pesado.925 g/cm³) com as respectivas juntas. 0.1 Peso médio aprox.5 2.0 4. Capital Federal.700 3/8 1/2 3/4 1 1 1/4 1 1/2 2 2 1/2 3 4 Pressão de serviço: 0.7 2.0 2.220 0. II e III.140 0. e terão as seguintes espessuras e pesos: REFERÊNCIA pol. ext. 2.300 3.2 26. Partes I.6 75.5 6.14 NB-125/64 Execução de tubulações de pressão de polietileno de alta massa especifica (0.450 0.1 2.295 0.920 1. TABELA I TUBOS COM JUNTAS SOLDÁVEIS Diâm.

06 2.00 Espessura (mm) 1 2.06 100 1.00 6.390 0. os tubos de PVC terão as seguintes espessuras e pesos: TUBOS COM PONTA E BOLSA Diâmetro (mm) 40 Comprimento (m) 3.00 6.A. os tubos de PVC terão as seguintes espessuras e pesos: Diâmetro (mm) TUBOS COM BOLSA E VIROLA EM UMA DAS PONTAS Comprimento Espessura (m) (mm) 1.7 1. em se tratando de bitolas até 50 mm.06 2.7 1.7 1.510 TUBOS COM PONTAS LISAS Comprimento (mm) 6.3 Para instalações prediais de esgoto primário. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .806 0.8 1.626 1. 3.870 1. às características gerais dos tubos.14 2.4 Para instalações prediais de esgotos secundários.06 3. naquilo que lhes for aplicável.Proibida a reprodução sem autorização. sob o número 218504 .8 Peso médio aprox.A.06 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. FABRICANTES Consideram-se análogos os tubos de plástico fabricados por: • • • Brasilit S.8 1. II e III.6 1.2 TUBOS COM PONTAS LISAS Diâmetro (mm) 40 Comprimento (m) 6.06 3.06 1.5 As conexões de plástico para canalizações obedecerão.590 0.Tigre.8 Peso médio aprox.06 3.7 1. Fortilit S.194 0.802 - 50 75 1.6 1. (kg/m) 0.00 Espessura (mm) 1. Hansen Industrial . Partes I.690 1. Cia.804 1. Serão fabricados pelo sistema de solda ou pelo de injeção.00 Espessura (mm) 1.continuação E-IHI. (kg/m) 0.6 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal.6 1.06 2.414 0.216 1.

Metalúrgica Triângulo S.válvula de vedação e haste de metal fundido. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1 VÁLVULA DE BÓIA • • • Cipla S. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram análogos os produtos fabricados por: 2. Dal-Docol Comércio de Produtos Sanitários Ltda.Proibida a reprodução sem autorização. 1. Duratex S. Cia. Importadora & Industrial Dox. com ou sem registro acoplado As canoplas poderão ter acabamento cromado. Partes I."balão inteiro". "meio balão". 1. Indústria e Comércio. conforme especificação. com flutuador de chapa de cobre. 1. com vedação de borracha ou bronze.. 2. do tipo vertical ou horizontal. 2. II e III. 1. "balão chato" . Duratex S.2 REGISTRO DE GAVETA E DE PRESSÃO • • • • • Cia. 1.A. Fabrimar S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.3 VÁLVULA GLOBO Serão de metal fundido ou forjado ou de ferro fundido..A. latoado ou pintado.15 1..A. sob o número 218504 .5 VÁLVULA DE DESCARGA Serão com corpo de bronze ou latão fundido.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. considerada a pressão de serviço projetada. latão repuxado.. Capital Federal.4 VÁLVULA DE RETENÇÃO As válvulas de retenção com rosca serão inteiramente de bronze ou ferro fundido. "balão oval". com vedação de metal contra metal.2 REGISTRO DE GAVETA E DE PRESSÃO Serão especificados para cada caso particular. ou poliestireno expandido . Poderão ser utilizadas válvulas de bóia tipo flutuador de plástico.A.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS VÁLVULAS DE BÓIA Serão do tipo reforçado. As válvulas com flange serão de ferro.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Válvulas e Registros E-IHI. Metalúrgica Barbará.

2. Duratex S. II e III. Indústria e Comércio.5 VÁLVULA DE DESCARGA • • • Dal-Docol Comércio de Produtos Sanitários Ltda..A.A. Fabrimar S.A. Metalúrgica Triãngulo S.. Niágara S. VÁLVULA GLOBO • • • • Cia. Niágara S. Comércio e Indústria.3 Metalúrgica Becker Ltda..A. Comércio e Indústria.. Niágara S. Indústria e Comércio.A. Fabrimar S. sob o número 218504 . Importadora e Industrial Dox.continuação E-IHI.A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2.4 VÁLVULA DE RETENÇÃO • • Cia..A.Proibida a reprodução sem autorização. Duratex S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Comércio e Indústria. Partes I.15 • • • 2. Capital Federal. Importadora e Industrial Dox.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

• • • 2... Vedações Industriais. Importadora & Industrial Dox. e "Lubrificante Barbará".16 1. ar. não recomendada para uso em presença de álcool e "Fita Vedante de Teflon". • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. ácidos.Proibida a reprodução sem autorização. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. água e águas pluviais. sob a marca "Vedante Para Roscas Tupy". Tintas Coral S. para rejuntamento de manilhas de barro e tubos de concreto armado e "Estopas Amealhar Alcatroada". Cia. ar. fibras ou pastas. sob as marcas "Massa Epóxi Barbará" nos componentes "A" e "B". solventes. sob as marcas "Asfalto para Junção de Manilhas". sob a marca "Fita de Firlon". sob as marcas "Pasta de Vedação Dox".A. Partes I. para execução de juntas rígidas. Capital Federal. recomendada para vedação de juntas de circuitos de vapor.. Metalúrgica Barbará. sob o número 218504 . óleo. etc.A. destinados a garantir a estanqueidade dos circuitos hidráulicos. 2. sob a marca "Fita Vedarosca Cora1".MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Vedantes e Similares E-IHI. II e III. Fundição Tupy S. de PTFE.2 SIMILARES • Asfaltos Vitória Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 VEDANTES • Cia. água. entende-se por vedantes e similares os produtos em forma de fitas. para vedação de juntas de circuitos de vapor. gases e solventes à base de petróleo. composição pastosa neutra destinada a facilitar a operação de encaixe dos tubos.A. gases. Firlon S. consistindo de fibras longas de juta impregnadas com alcatrão de hulha para rejuntamento de manilhas e tubulações de esgoto. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 2.

fabricação e instalação de elevadores (NBR-7192). Os quadros de comandos deverão ser eletrônicos e com tecnologia atual.1. 2.1. incluindo todos os elementos a acessórios exigidos nas NB-30/84 (NBR-7192) e PB-1448/89 (NBR-10982). Capital Federal. são considerados equipamentos de transporte vertical os elevadores.1. exceto guando especificado de modo diverso. sendo que tanto a abertura quanto o fechamento serão automáticos.1 2. II e III.3 2.8 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1. 2. ou por corrente contínua.1. Elevadores elétricos . Elevadores elétricos (NBR-5666). da última geração existente no mercado. com abertura central ou lateral.dispositivo de operação e sinalização (NBR10982). Projeto. Monta-Cargas e Escadas Rolantes E-ITV.1. por corrente alternada com controle eletrônico de velocidade. em especial as relacionadas a seguir: NB-30/84 NB-38/84 PB-1448/89 TB-6/77 Projeto.1 2. conforme definido no projeto.7 As portas de pavimento e de cabina serão do tipo corrediça horizontal. corrente alternada com controle eletrônico de velocidade: 10 mm.5 2. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.01 1. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. O nivelamento das cabinas em relação aos diversos pavimentos será automático e não deverá exceder às seguintes tolerâncias com carga total: • • • corrente alternada com 2 velocidades: 25 mm.6 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS ELEVADORES DE PASSAGEIROS Os elevadores serão fornecidos completos. 2. limitando-se o uso de portas de eixo vertical a casos específicos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.4 2.Proibida a reprodução sem autorização. todos com acionamento elétrico.1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalações de Transporte Vertical Elevadores.2 2. A porta de pavimento será fechada simultaneamente com a da cabina. de acordo com as normas da ABNT atinentes ao assunto. monta-cargas e as escadas rolantes. fabricação e instalação de escadas rolantes (NBR-8900). sob o número 218504 .92. O acionamento dos elevadores poderá ser por corrente alternada com duas velocidades. corrente contínua: 10 mm.1. A porta de cabina será acionada por um operador elétrico. através de um engate mecânico. As máquinas e equipamentos terão fator de potência >= 0. Os elevadores deverão possuir comando automático e coletivo seletivo na subida e na descida. 2.

Serão utilizadas portas do tipo corrediça vertical (guilhotina).A. para evitar que a cabina fique retida indeterminadamente. A cabina deverá ser suspensa por no mínimo 2 cabos de aço. Indústria e Comércio. 2.1. Elevadores Sur S.2. botão de alarme.10 A instalação de transporte vertical será dotada de sistema de emergência que possibilite o tráfego automático do carro ao pavimento térreo. indicador de posição na cabina e em todos os pavimentos. ficando ela bloqueada até que a porta seja aberta. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Serão exigidos no mínimo os seguintes dispositivos: • • • • • • botoeira de cabina com sinalização luminosa.2. Indústrias Villares S. iluminação de emergência da cabina.Elevadores Atlas.2 2. O bloqueio deverá ser temporizado. só permitindo nova operação através de comando manual exclusivo (clave bombeiro). botoeira de pavimento em cada parada. . indicador luminoso e sonoro de aproximação (gongo) em cada parada. A sua composição e acabamento deverá atender às determinações do PROPRIETÁRIO. Partes I. casa de máquinas e portaria. intercomunicação de emergência (interfone ou telefone) entre a cabina. mantido o coeficiente de segurança previsto na norma para cada cabo. O comando será automático através de botoeiras externas em cada pavimento.1 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.CARGAS Os monta-cargas deverão obedecer às exigências da NB-30/84 (NBR-7192). Elevadores Schindler do Brasil S. Elevadores Otis Ltda.2. MONTA.Proibida a reprodução sem autorização.. sem paradas. FABRICANTES Admite-se o uso de equipamentos de transporte vertical fabricados por: • • • • • Elevadores Kone Ltda.01 2.A. Em cada pavimento deve ser instalado um sinalizador luminoso e sonoro para avisar a chegada da cabina. contendo botões de paredes.continuação E-ITV. onde deverão existir botões que permitam chamar e enviar a cabina para o andar desejado...4 2.2. Capital Federal. botões para abertura e fechamento manual da porta e chave geral do painel. sob o número 218504 . ESCADAS ROLANTES Serão fornecidas completas.A. O seu dimensionamento deverá atender ao fluxo de passageiros e desníveis entre pavimentos previstos no projeto. II e III.3 3. 2.1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.9 Os dispositivos de operação e sinalização instalados nos elevadores deverão atender à padronização da ABNT. incluindo todos os elementos e acessórios exigidos na norma.2 2. com botões de chamada e sinalização luminosa.3 2.

Capital Federal.01 1.Indústria de Material Plástico Ltda. IMP . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização.. sob o número 218504 . O perfil das juntas será apropriado para garantir perfeita aderência com a pavimentação a que se integram. Partes I.. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • Auraplast Indústria e Comércio Ltda. Icofrisa S. este último para pisos de alta resistência. Serão fabricadas em várias cores e dimensões. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Juntas Dilatação Poliestireno (Plástico) E-JUN.2 2. Perfilados Plásticos. 1. II e III.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA As juntas serão confeccionadas em poliestireno "standard" ou "alto impacto". Grani-Torre Indústria e Comércio Ltda.A.

desempenados e isentos de umidade. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Sociedade Imobiliária Brasileira de Lançamentos Indústria e Comércio Ltda. isentos de cal.formatos e dimensões (NBR-9459). prensados. perfeitamente planos.. Capital Federal. cores firmes e uniformes.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Ladrilhos Hidráulicos E-LAD. Partes I. Ltda.01 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. CDR . Adicionam-se à camada superior os corantes necessários à formação dos desenhos (vide E-COR.2 2. 2.. de arestas vivas. NORMAS As normas da ABNT atinentes ao assunto são as seguintes: EB-1693/86 NB-1024/86 PB-1237/86 Ladrilho hidráulico (NBR-9457).Proibida a reprodução sem autorização.. os ladrilhos terão sido submetidos a forte compressão. sob o número 218504 . perfeitamente maduros. no mesmo traço. II e III.Industria e Comércio de Artefatos de Cimento Ltda. Antes da cura em ambiente úmido.. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • Albino Mendes & Cia.4 (traço 1:4 de cimento e areia grossa) e a superior constituída por argamassa de cimento comum ou branco e areia fina. sendo a inferior constituída por argamassa A. Fulget Industrial e Comercial Ltda. Marmoraria Santo Antônio.01). Ladrilho hidráulico .3 3. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Etergran Pisos Industriais Engenharia Ltda. Serão fabricados em 2 camadas. 2.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão de cimento e areia. Assentamento de ladrilho hidráulico (NBR-9458). 2.

Cerâmica Saffran S. Quando fraturados.determinação da absorção de água (NBR-6480). As características técnicas dos ladrilhos cerâmicos esmaltados são as seguintes: • • • • dureza: 6 a 7 na escala de Mohs. placas. Piso cerâmico .. II e III. Piso cerâmico . blocos e pastilhas.A.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Ladrilhos Cerâmicos e de Porcelana E-LAD.02 1. recusando-se todas as peças que apresentem a mais leve diferença de tonalidade. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • • • • Cecrisa . NORMAS As normas da ABNT atinentes ao assunto são as seguintes: EB-648/75 MB-848/86 MB-849/75 MB-850/85 PB-314/85 TB-118/85 Ladrilho cerâmico não esmaltado (NBR-6455). Cerâmica Aurora. Ladrilho cerâmico não esmaltado ....A. Cerâmica Antigua Indústria e Comércio Ltda. Cerâmica e Velas de Ignição NGK do Brasil S. Cerâmica Porto Ferreira S. a 120°C. A uniformidade de coloração dos ladrilhos destinados a um mesmo local será objeto de cuidadosa verificação sob condições e iluminamento adequados.2 2..3 3.A. de massa homogênea e perfeitamente planos.A.. Partes I. Piso cerâmico (NBR-6504). Capital Federal. Cerâmica Portobello S. quer os de grês cerâmico ou de porcelana ou de feldspato serão bem cozidos... equilíbrio biscoito-esmalte: devem suportar 4 testes sucessivos de autoclave a 0. 2. resistência à flexão (biscoito) : 15 a 20 MPa.5 MPa em atmosfera saturada. Cerâmica Jatobá S.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os ladrilhos.0.A. estabilidade dimensional: +/. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. não apresentarão camadas ou folhelhos.A.determinação das dimensões (NBR-6482). 2.determinação da resistência ao desgaste por meio de abrasão (NBR-6481). Piso cerâmico . quer os de terracota. Cerâmica Atlas Ltda.formatos e dimensões (NBR-6501). 2.Cerâmica Criciuma S. sob o número 218504 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.04 cm em ladrilhos de 15 x 15 cm.Proibida a reprodução sem autorização. durante 2 horas.

..Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal. Indústrias Matarazzo de Artefatos de Cerâmica S.02 • • • • • • • • • • • Cerâmica São Bento S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 .A. De Lucca Revestimentos Cerâmicos Ltda.A. Partes I.A.A.Indústria de Azulejos Eliane.continuação E-LAD. II e III. Gail Guarulhos Indústria e Comércio Ltda~.A. Cerâmica São Caetano S.A.. CESA ... Incepa . .. Oficina Cerâmica Francisco Brennand S. Klabin Cerâmica S.A. Maximiliano Gaidzinsk S.Pedra Cerâmica Santo Antônio Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . IASA Produtos Cerâmicos (Brennand).Indústria Cerâmica do Paraná S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995..

Partes I. Serão totalmente impermeáveis. sob as marcas "Vidrotil".Proibida a reprodução sem autorização. perfeitamente moldados. sem porosidade e não atacadas pela ação do ar marinho e ácidos em geral. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. colados em papel. sem apresentar qualquer variação perceptível de coloração entre as diferentes chapas destinadas a um mesmo conjunto.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Ladrilhos Vidro E-LAD. Capital Federal. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Vidrotil Indústria e Comércio Ltda. II e III. sob o número 218504 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . "Vidrotil Téssera" e "Vetricolor". CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão do tipo ladrilhos em mosaico.. 2.03 1.

. Partes I. Passareli & Neves Ltda. As lajotas coloridas serão fabricadas com a adição de pigmento a toda a massa do concreto. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • • Blokret Industrial Ltda.01 1. II e III.2 3. Apresentarão as seguintes características: • • resistência média à compressão: 25 MPa. Capital Federal. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Uni-Stein Pavimentação e Construção Ltda. faces laterais alternadamente reentrantes e salientes.Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília... lajotas articuladas são as lajotas pré-fabricadas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. prensado e sazonado (amadurecido).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Lajotas Articuladas E-LAJ. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . com formatos variados.. 2. Glasser Pisos e Pré-Moldados Ltda. 2. de concreto. Exactomm Pré-Moldados de Concreto Ltda. 2. sob o número 218504 .1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As lajotas articuladas serão fabricadas com concreto perfeitamente vibrado. com a articulação feita pelo encaixe das faces salientes com as reentrantes. resistência mínima à compressão: 20 MPa.

impregnado com resina melamínica e mais uma folha de papel transparente. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. tipo XXXPC (NBR-5093). os laminados plásticos satisfarão às estabelecidas pela NEMA.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Laminado Plástico Laminado Fenólico Melamínico Plástico Termoestável E-LAM. tipo XXXP (NBR-5093). dito "overlay".A. mais uma folha de papel opaco. Além das normas acima. DEFINIÇÃO Entende-se por laminado plástico termoestável o produto obtido pela ação conjunta de alta pressão e temperatura sobre 7 a 8 folhas de papel "kraft" impregnadas com resinas fenólicas. Capital Federal. dito decorativo.1 NORMAS As normas da ABNT atinentes ao assunto são as seguintes: NB-425-2. NB-425-2.1/82 Laminado fenólico à base de papel.. sob a marca "Perstorp".3/82 Laminado fenólico à base de papel. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III. 2. sob as marcas "Formiplac" e "Formipiso". V-1 e H) (NBR-5094). Formiline S. estampável a frio. Química Industrial de Laminados. 2. tipo FR-2 (V-0. estampável a quente e revestido de cobre.2 3. 2. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • Cia.2/82 Laminado fenólico à base de papel. sob o número 218504 .. resistente à chama e revestido de cobre.. sob as marcas "Fórmica" e "Pisofórmica". Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Formilam Indústria e Comércio Ltda. estampável a frio e revestido de cobre. Partes I. Perstorp do Brasil Indústria e Comércio Ltda.01 1. na publicação LD 1-1964.Proibida a reprodução sem autorização. NB-425-2.

1 2.020 (mantas rígidas) e 0.3 2. Isolantes térmicos de lã de rocha .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Lã de Rocha E-LAR. Terá condutibilidade térmica compreendida entre 0.4 3.01 1. Isolantes térmicos de lã de rocha .°C (mantas flexíveis).35 kcal. II e III. Capital Federal.) juntamente com carvão coque à temperatura de 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização. sob a marca "Thermax". NORMAS São as seguintes as normas da ABNT atinentes ao assunto: EB-586/77 EB-590/89 EB-591/89 EB-592/89 Isolantes térmicos de lã de rocha . etc. resfriando-se no ar à temperatura ambiente e transformando-se em pequenas fibras minerais cujo diâmetro médio é de 3 micra.500°C.A. Isolantes térmicos de lá de rocha . diabásio.. A resina é polimerizada e atua como ligante das fibras.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Produto obtido pela fundição de minérios de diversas composições (dolomita. A massa fibrosa é molhada com resina sintética e a seguir passada num túnel a temperatura elevada. formando a estrutura característica de lã de rocha.flocos. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.painéis. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produto fabricado por: • • Eucatex S. 2. 2. sob a marca "Eucaroc Painéis". 2.m/h. Partes I. Owens Corning Fiberglass Ltda. A massa liquida é soprada continuamente com vapor. sob o número 218504 . Indústria e Comércio. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.feltros.tubos.

sob o número 218504 .determinação de gel (NBR-9951). Látex sintético . Látex concentrado de borracha natural .1 DEFINIÇÃO LÁTEX NATURAL Para efeito desta Especificação. 1. Látex de borracha de estireno-butadieno . 2. 1. Látex sintético . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. NORMAS As normas da ABNT atinentes ao assunto são as seguintes: EB-226/89 MB-396/66 MB-2085/84 MB-2086/84 MB-2087/84 MB-2097/84 MB-2272/85 MB-2680/87 Látex concentrado de borracha natural.01 1. Partes I.2 LÁTEX SINTÉTICO Para efeito desta Especificação.Proibida a reprodução sem autorização.determinação da viscosidade (NBR-9035) Látex sintético . entende-se por látex natural o exsudado vegetal obtido da "Hevea Brasiliensis". o qual contém de 30 a 40% de borracha.determinação da tensão superficial (NBR-9669).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Látex E-LAT.determinação do teor de coágulos (NBR-9034). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.ensaios.determinação de estireno residual (NBR-8915). Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Látex e copolímero SBR e NBR . II e III. entende-se por látex sintético uma emulsão de tipo vinílico à base de resinas estireno-butadieno.determinação da estabilidade mecânica (NBR-9036). Látex de borracha de estireno-butadieno .

flocos. II e III. dimensões e condutibilidade térmica são definidas pelas normas da ABNT.2 3.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Lá de Vidro E-LAV. 3. etc. NORMAS São as seguintes as normas da ABNT atinentes ao assunto: EB-324/89 EB-330/89 EB-374/89 EB-376/89 EB-1656/86 Cordões termo-isolantes de lã de vidro. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I. tratamento acústico de casa de máquinas de ar condicionado. DEFINIÇÃO O material genericamente designado por lã de vidro é um conglomerado de fibras curtas. Por tratar-se de produto cancerígeno.). em cordão.A. Isolantes térmicos de lã de vidro . sob a marca "Fibravid". Vidrosa Fabricação brasileira Fibras de Vidro S. relação dos defeitos. Isolantes térmicos de lã de vidro .feltros de lamelas (NBR-10412). indicando-se sua finalidade (isolamento térmico. etc. coeficientes impostos. etc.4 4. Isolantes térmicos de lã de vidro . recobrimento e outros elementos necessários à perfeita identificação. enchimento. Capital Federal. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.). em placas. Isolantes térmicos de lã de vidro ..). durante o seu manuseio. possuindo as características estabelecidas nas normas da ABNT atinentes ao assunto.. Recomenda-se também a utilização dos equipamentos de segurança pessoal.. máscaras. 2. 3.A. sob a marca "Eucavid". 3. absorção acústica. camada antivibrátil. em colchão. Indústria e Comércio. tais como luvas. recomenda-se não empregá-lo em locais que possibilitem o retorno de partículas pelo sistema de ar condicionado (forros de lã de vidro. FABRICANTES/PRODUTOS Considerem-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • Cia. Vidraçaria Santa Marina.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As características da lá de vidro serão definidas para cada caso particular. etc.feltros. Fiberglas Fibras Ltda. condições específicas. A classificação.Proibida a reprodução sem autorização.3 3. Indústrias Reunidas Vidrobrás Ltda.01 1. tipo de apresentação (a granel. botas. Eucatex S.painéis. qualidade. condições gerais.

se têm teores iguais. Partes I. Tubo de cobre sem costura para refrigeração e ar condicionado (NBR7541). bronze são ligas de cobre e estanho com ou sem adição de outros elementos secundários. outros elementos. Se se trata de ligas que contêm. Bronze especial é a liga de cobre e estanho com outros elementos secundários.requisitos gerais (NBR5020).2 3. Tubo médio e pesado de cobre sem costura para condução de água (NBR-7542). Deve ser tratada com fósforo. agregamse os símbolos dos outros elementos secundários presentes. entende-se que se trata de bronze binário. para condensadores. pode conter fósforo em quantidades controladas. 3. Tubo de cobre e de ligas de cobre. NORMAS São as seguintes as normas da ABNT atinentes ao assunto: CB-48/82 EB-224/81 EB-272/80 EB-273/82 EB-274/82 EB-584/84 TB-50/82 Cobre .tipos e ligas (NBR-7554). além de cobre e estanho.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Bronze binário é a liga formada por cobre e estanho. na ordem alfabética. Barras e perfis de cobre para usos gerais (NBR-5027). 3.Proibida a reprodução sem autorização. Para se distinguir os diversos bronzes. evaporadores e trocadores de calor (NBR-5029).01 1. sob o número 218504 . Tubo de cobre e suas ligas. Capital Federal. Se se empregar o termo bronze sem agregado.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Ligas Metálicas Bronze E-LIG. 92-8 e 90-10: bronzes especiais: bronze 94-5 chumbo 1. o estanho deve ser o elemento principal da liga. Outros elementos serão considerados como impurezas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. na ordem decrescente de sua importância ou. bronze 92-4 zinco 4 e bronze 88-4 chumbo 4 zinco 4. agregam-se ao termo bronze os números que correspondem às percentagens nominais do cobre e do estanho. sem costura. A cada um desses elementos se agrega o valor de sua porcentagem nominal: • • bronzes binários: bronzes 95-5. excluído o cobre 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Em seguida. II e III. 93-7. Produtos e ligas de cobre (NBR-5019). sem costura . bronze 92-5 chumbo 3.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 3. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A. Metaltubos Indústria e Comércio de Metais Ltda. Termobronze Metais e Ligas Ltda. Metais Não Ferrosos. II e III. Capital Federal. Partes I. Metal Certo Aços Ligas Ltda.continuação E-LIG.Metais e Ligas Ltda.A.. sob o número 218504 . Indústria e Comércio.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Impermetal Betina S..Proibida a reprodução sem autorização. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • • • • Bronze Metal S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .01 4.. Metalina . Cobresul Indústria e Comércio Ltda.

Proibida a reprodução sem autorização. agregam-se ao termo latão os números que correspondem às porcentagens nominais de cobre e zinco. outros elementos.tipos e ligas (NBR-7554). 3. Latão especial é a liga de cobre e zinco com outros elementos com ou sem chumbo. latão 61-38 chumbo 1. sob o número 218504 . além de cobre e zinco. Poderá conter outros elementos somente como impurezas. latão 65-34 chumbo 1. Se se emprega o termo latão sem agregado. Produtos e ligas de cobre (NBR-5019). 67-33.02 1. latão 62-36 chumbo 2. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. latão 65-23 alumínio 5 manganês 4 ferro 3. 72-28. zinco e chumbo. se forem de teor igual. etc. 87-13. Tubo de cobre sem costura para refrigeração e ar condicionado NBR7541). 2. o zinco deve ser o elemento principal. Tubo médio e pesado de cobre sem costura para condução de água (NBR-7542). Se se trata de ligas que contêm. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 63-37 e 60-40. latões são ligas de cobre e zinco com ou sem a adição de outros elementos secundários. latão 61-36 chumbo 3. Partes I. 90-10. Para se distinguir os diversos latões. Tubos de cobre e suas ligas. entender-se-á que Se trata de latão binário.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Ligas Metálicas Latão E-LIG. 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.requisitos gerais (NBR5020). latão 71-28 estanho 1 arsênico. latões com chumbo: latão 65-33 chumbo 2. na ordem alfabética. 65-35. NORMAS São as seguintes as normas da ABNT atinentes ao assunto: CB-48/82 EB-224/81 EB-272/80 EB-273/82 EB-274/82 EB-584/84 TB-50/82 Cobre . Latão com chumbo é a liga de cobre. separadas por um traço. Barras e perfis de cobre para usos gerais (NBR-5027). 3. II e III. 80-20. 85-15.3 • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 70-30. com alumínio. para condensadores. latão 58-40 chumbo 2 e latão 57-40 chumbo 3. sem costura. junta-se o valor da percentagem nominal: • • latões binários: latões 95-5. latões especiais. evaporadores e trocadores de calor (NBR-5029). Em seguida agregam-se os símbolos dos outros elementos secundários presentes na ordem decrescente de sua importância ou. latão 60-38 chumbo 2. Capital Federal. estanho e outros metais: latão 77-21 alumínio 2 arsênico. excluído o cobre. sem costura . A cada elemento desses.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Latão binário é a liga formada unicamente de cobre e zinco.2 3. Tubo de cobre e de ligas de cobre.

PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • Aço Danúbio Ltda. Aluminox Ltda.Proibida a reprodução sem autorização.02 4. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.continuação E-LIG. Partes I. Prametal Aços Metais Ltda. II e III. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília... Metalúrgica Dulong Ltda. Capital Federal.

2. serão adotadas as seguintes equivalência de terminologia vulgar e botânica: 2.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Toda madeira para emprego definitivo será de lei. Capital Federal. eucaliptus ou equivalentes. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. couçoeiras ou pernas. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: MB-26/40 NB-11/51 PB-5/45 TB-12/49 Madeira . com as dimensões necessárias aos fins a que se destinam. II e III. resistência ou aparência. não ardida e sem nós ou fendas que comprometam sua durabilidade. sob o número 218504 . isenta de branco. NOME VULGAR Acapu Amendoim Angelim-Amargoso Angelim-Pedra Angelim Vermelho (comum) Angico Aguano Aroeira-do-Sertão Braúna Cabriúva Vermelha Canafístula CLASSIFICAÇÃO BOTÂNICA Voucapoua americana Terminalia Catappa L.ensaios físicos e mecânicos (NBR-6230). Cálculo e execução de estruturas de madeira NBR-7190). NOMENCLATURA A fim de dirimir dúvidas. em pranchões. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Madeiras brasileiras. Andira anthelmintica Hymenolobium Petraeum Ducke Hymenolobium Excelsum Ducke Pithecolobium Polycephalum Benth Swietenia macrophylla king Astronium urundeuva Melanoxylon braúna Myroxylon balsamun Cassia Ferrugineo Scharad Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . bem seca. A madeira de emprego provisório. será de pinus elliott. Partes I. tapumes. caruncho ou broca. tábuas. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2. moldes e escoramentos.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Madeira Natural E-MAD. para andaimes.Proibida a reprodução sem autorização.01 1. sendo admitido o uso de roliços desde que resistentes. Madeira serrada e beneficiada NBR-7203).2 3.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização.continuação E-MAD. II e III. As abreviaturas utilizadas são as seguintes: Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.01 NOME VULGAR Canela-Parda Canela-Sassafrás Carvalho-Brasileiro Cedro-Aromático Cedro-Vermelho Cerejeira-Amarela Faveiro Freijó Gonçalo-Alves Imbuia Ipê-Tabaco Jacarandá-Caviúna Jacarandá-Preto Louro-Aritu Louro Pardo Louro-Rosa Macacaúba Massaranduba Mogno Muiracatiara Óleo Vermelho Pau-Marfim-do-Pará Pau-Cetim Pequiá-Cetim Peroba-do-Campo Peroba-Rosa Pinho-do-Paraná Sucupira-Parda Vinhático CLASSIFICAÇÃO BOTÂNICA Nectandra amara Ocotea pretiosa Euplassa Organensis Cedrela odorata Cedrela fissilis Amburana acreana Pterodon abruptus Benth Cordia Goeldiana Huber Astronium fraxinifoliun Phoebe porosa Tecoma leucoxylon Dalbergia violacea Machaerium incorruptibile Acrodiclidium appellii Cordia exclesa Amiba parviflora Platymiscium Ulei Harms Mimussops rufula Swietenia macrophylla king Astronium Lecointei Ducke Myrospernum erythroxylon Agonandra brasiliensis Aspidosperma eburneum Aspidosperma parvifolium Paratecoma peroba Aspidosperma polyneuron Araucaria angustifolia Bowdichia racemosa Plathymonia reticulata 4. Partes I. sob o número 218504 . 4. estão relacionados nos itens a seguir as madeiras de acordo com sua finalidade e uso. elaborado pelo Sindicato do Comércio Atacadista de Materiais de Construção do Rio de Janeiro e pelo Centro de Materiais de Construção. Isso permite definir uma alternativa na eventualidade de falta da essência especificada.1 FINALIDADE E USO Com base no trabalho "Grupamento de Madeiras Conforme sua Finalidade e Uso". Capital Federal.

Jatobá (E-Co). Sapucaia (E-D-Al). Canela (E-Co). Jarana (C-Al). Araracanga (C-D-Al). 4. Muiracatiara (E-Al). Mogno (E-Al). Massaranduba (E-D-Co). Quaruba (E-Al). Guaritá (E-Al). Gonçalo-Alves (E-Co) e Canafístula (E-Al).Proibida a reprodução sem autorização. Quaruba (E-Al) e Tatajuba (E-Al). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Pequiá-Amarelo (C-Al) e Tatajuba (E-Al). Pequiá (C-Al) Sapucaia (E-Al) e Tatajuba (E-Al). Muiracatiara (E-Al). Cumaru (E-D-Al). Angico-Rajado (E-Al). Jatobá (E-Al). Sucupira (E-D-Al). Pequiá (C-Al).3 PARA TELHADOS COMUNS Angelim-Pedra (E-Co). Cedrorana (E-AL). Jarana (C-D-Al). Pinus (C-Al). Amendoim (E-Co). Pau-Amarelo (C-Al) . Muiracatiara (E-Al). PauAmarelo (C-Al). RESISTÊNCIA À ÁGUA E ESTRUTURAIS Angelim-Pedra (E-Al). Cerejeira (C-Al).9 PARA LAMBRIS.2 cor clara (C) e escura (E). Itaúba (E-Al). Angelim-Vermelho (E-Co). Peroba-do-Campo (C-Co) e Sucupira (E-Al). Louro-Inhamuí (C-Al) . dureza: mole (Mo). Imbuia (E-Al). Amendoim (E-Co). LouroInhamuí (C-Al). Marfim (C-Al). uso: alternativo (Al) e comum (Co). 4. Ipê (E-Co). Imbuia (E-Al). Angico-Preto (E-Al). Canela-Preta (E-Al). Andiroba (E-Al). Cedro (E-Co). Pau-Amarelo (C-Al). FORROS E DIVISÓRIAS Abiurana (C-Al). Jatobá (E-Co). Canela-Preta (E-Al). II e III. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Jatobá (E-D-Co). Pinho-do-Paraná (C-Co). Araracanga (C-Al). 4. Pequiá (C-Al).6 PARA PISOS COMUNS DOMÉSTICOS Angelim (C-D-Al). Sucupira (E-Co). Sucupira (E-Co) e Tatajuba (E-Al). Louro (C-Al). Muiracatiara (E-Al). Ipê (ED-Co).4 PARA TELHADOS DECORADOS Angelim-Pedra (E-Al). Itaúba (E-Al). 4. Cumaru (E-Al). Cerejeira (C-Co). Peroba-Rosa (C-Co). Capital Federal. Canafístula (E-Al).01 • • • 4. Pau-Marfim (C-Al). Pau-Marfim (C-D-Al). Canela-Preta (E-D-Al). Peroba-Rosa (C-Co). Pau-Amarelo (C-D-Al).continuação E-MAD. Ipê (E-Co). 4. 4. Mogno (E-Al).5 PARA PISOS INDUSTRIALIZADOS Angelim-Pedra (E-Al). Carvalho (C-Al). Angelim (C-Al). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . média (Me) e dura (D). Sapucaia (E-Al) e Tatajuba (E-Al). Massaranduba (E-Co). Pau-Amarelo (C-Al). Massaranduba (E-Al). Muiracatiara (E-DAl). Ipê (E-Co). Cedro (E-Co). LAMBRIS E DIVISÓRIAS Andiroba (E-Al). Angico (E-Co) e Pau-Marfim) (C-Co). Imbuia (E-Al). Freijó (C-Co). sob o número 218504 . Sapucaia (E-Al) e Sucupira (EAl). Massaranduba (E-Co).7 GANZEPES Canela-preta (E-Co). Guarita (E-Al).8 BARROTEAMENTO PARA FORROS. Ipê (E-Co). Amendoim (E-D-Co) e Angico (E-D-Co) 4.

Macacaúba (C-Al). Ipê (E-Co). Cerejeira (C-Co). Freijó (C-Co). Imbuia (ECo). II e III. Peroba-do-Campo (C-Al) e Pinho-do-Paraná (C-Al). Louro (C-Co).continuação E-MAD. ALIZARES. Partes I. Ipê (E-Co). Sucupira (E-Al). Pau-Amarelo (CD-Al) . BALAÚSTRES. CORRIMÕES E TORNEADOS Angelim-Pedra (E-Al).Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal.10 PARA ESQUADRIAS. Canela-Preta (E-D-Co). Canela (E-Al). Mogno (E-Co) e Sucupira (E-Al). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. JANELAS E PORTAS Andiroba (E-Mo-Al). PauMarfim (C-Al). Amendoim (E-Co).12 PARA LÂMINAS DE MADEIRAS DECORATIVAS Angelim-Rajado (C-Al). Castanheira (E-D-Al). ADUELAS. Jatobá (E-Al). Amendoim (E-Al). Cerejeira (C-Me-AL). Peroba (C-Al) e Massaranduba (E-Al) 4. Massaranduba (E-D-Co). Cumaru (E-Al). Jacarandá (E-Co). 4. Louro-Vermelho (E-MeAl). Jarana (C-Al). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Jatobá (E-Al). sob o número 218504 . RODAPÉS.11 PARA ESCADAS. Louro-Inhamuí (C-D-Al). Gonçalo-Alves (E-Al).01 4. Mogno (E-Me-Co). Cedro (E-Mo-Al). Quaruba (E-Me-AL) e Tatajuba (E-D-AL). Marfim (C-Co). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Muiracatiara (E-D-AL). Freijó (C-Me-Al).

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Madeira Aglomerada E-MAD. sob a ação de pressão e temperatura. dos tipos uréia/formaldeído. ligadas por resinas sintéticas. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . com adição de outros aditivos destinados a melhorar as características técnicas do material .Sociedade Anônima Taquariense de Papei. Indústria de Madeiras Termo-Estabilizadas. Solidur Industrial Ltda. 2. Madequímica S.Proibida a reprodução sem autorização.Indústrias Madeireiras. sob a marca "Pinusplac". Cópia fiel da Edição impressa em 1995. DEFINIÇÃO Madeira aglomerada é o produto obtido a partir do partículas de madeira em forma de flocos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A. Partes I. sob o número 218504 . uréia/melamina/formaldeído ou fenol/formaldeído. II e III. sob a marca "Madepan".02 1. FABRICANTES / PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por• • • • Freudenberg . sob a marca "Arvorit". Capital Federal. Satipel .

Compensado .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Madeira Compensada E-MAD.2.03 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal.determinação da resistência da colagem ao esforço de cisalhamento (NBR-9534). Compensado . II e III. Partes I.determinação da resistência à flexão estática (NBR9533). de forma que o movimento higroscópico transversal de uma lâmina é compensado pelas fibras ortogonais da lâmina adjacente. Condicionamento de corpos-de-prova para ensaio (NBR-9489). defeito que poderia ocorrer no caso de emprego de maiores espessuras. No caso de emprego da placa em locais sujeitos a molhaduras freqüentes. o adesivo empregado será do tipo a prova d'água e o material será caracterizado com a designação de "compensado naval" LAMINADA A madeira compensada laminada é constituída por um número ímpar de lâminas (3. Compensado .determinação da massa específica aparente (NBR-9485). chapeado em ambas as faces por laminado de espessura variável entre 3 e 5 mm. Compensado . Os sarrafos terão cerca de 5 mm de espessura para evitar ondulações nas lâminas exteriores. 5 ou 7) coladas sob pressão.determinação do teor de umidade (NBR-9484). considerando que no sentido longitudinal é praticamente nula a deformação da madeira.2 2.determinação da absorção da água (NBR-9486). 2. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. sob o número 218504 .1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS CONTRACHAPEADA A madeira compensada contrachapeada apresenta-se sob a forma de placas constituídas de núcleo de sarrafos. Amostragem de compensado para ensaio (NBR-9488). Compensado .determinação do inchamento (NBR-9535).2 2. sendo as lâminas dispostas com as fibras em sentido ortogonal. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-1668/86 MB-2495/86 MB-2496/86 MB-2497/86 MB-2498/86 MB-2499/86 MB-2500/86 NB-1014/86 NB-1015/86 TB-287/86 Chapas de madeira compensada (NBR-9532). 2.1 2. com as fibras em sentido ortogonal.1. 2.1.1 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Lâmina e compensado de madeira (NBR-9490). Os sarrafos e as lâminas serão aglutinados com adesivo apropriado.Proibida a reprodução sem autorização. Compensado .

. Prosper Indústria e Comércio de Madeira Ltda.A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 . II e III.A.A.Proibida a reprodução sem autorização. 3.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Indústria de Madeira Compensada. Indústrias Madeirit S. Solidor Industrial Ltda.03 2. Placas do Paraná S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2. para evitar defeitos ou ondulações nas chapas exteriores. FABRICANTES Admite-se o emprego de madeira compensada fabricada por: • • • • • Gethal S.continuação E-MAD.2 A união das lâminas de uma mesma camada será perfeita. Partes I. No caso do emprego de placa em locais sujeitos a molhaduras freqüentes. o adesivo empregado será do tipo a prova d'água e o material será caracterizado com a designação de "compensado naval". Capital Federal.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . "Xapadur Perfurado". entendem-se por chapas duras ("hard boards") as chapas obtidas pela prensagem a quente do colchão de fibras formado pelo processo úmido. nos tipos "Xapadur Liso". Eucatex S.. "Eucaplac" e "Formidur".04 1. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. aglutinadas pela própria resina ou ácidos orgânicos naturais. nos tipos "Duratex Normal". II e III. sob o número 218504 .A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. • • Duratex S. sem emprego de produtos especiais 2.Proibida a reprodução sem autorização. "Duratex Marfim" e "Duraplac".A. Indústria e Comércio. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por. Partes I. "Duratex Temperado". Chapas Duras E-MAD. (redondo linha e diagonal). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. "Xapadur Dupla-Face". "Xapadur Couro".MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Madeira Fibras. Capital Federal.

com as bordas bisotadas (BE). 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Madeira Fibras. chapas acústicas de forros ("softboards") são as chapas obtidas pela secagem. Duratex S. sob o número 218504 . Chapas Acústicas Forros E-MAD.A. do colchão de polpa saído das máquinas formadoras ("forming"). Partes I.05 1. II e III.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. com as bordas do tipo macho-e-fêmea e com as bordas retas (SE). FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de chapas acústicas fabricadas por: • • • Climatex Indústria de Madeira Mineralizada Ltda. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Capital Federal. Indústria e Comércio. Eucatex S.. em estufa.

2. Capital Federal.06 1. entendem-se por chapas isolantes ("softboards") as chapas obtidas pela secagem.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Madeira Fibras. Eucatex S. Duratex S.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. do colchão de polpa saído das máquinas formadoras ("forming") e as chapas compostas de farpas e lascas de madeira comprimidas e impregnadas de pasta de cimento.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Chapas Isolantes E-MAD. encostadas.A. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. sob o número 218504 . FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de chapas isolantes fabricadas por: • • • Climatex Indústria de Madeira Mineralizada Ltda. Partes I. em estufa. Indústria e Comércio.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . de superfícies rígidas e lisas.A. II e III.

Capital Federal.04) e por chapas isolantes da fibra de madeira (vide E-MAD. Eucatex S.07 1.. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. FABRICANTES Admite-se o emprego de painéis contraplacados de fabricação da: • • Duratex S.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Madeira Painéis Contraplacados E-MAD.Proibida a reprodução sem autorização. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. II e III. 2. entendem-se por painéis contraplacados aqueles constituídos por chapas duras (vide E-MAD. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A.A. Indústria a Comércio. Partes I.06). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

A.. • • • • • • • • • • • • Berneck & Cia.A. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por. Porta de madeira de edificação . 3.dimensões (NBR-8052).. DEFINIÇÃO De acordo com a TB-223/83 (NBR-8037).verificação de deformações da folha submetida a carregamentos (NBR-8053). haverá particular atenção para o disposto nas seguintes MB-1786/86 MB-1787/82 MB-1788/82 MB-1789/82 MB-1790/82 NB-610/86 PB-586/86 TB-223/83 Porta de madeira de edificação . Esquadrias Salvi Ltda. Porta de madeira de edificação (NBR-8037). Gethal S. Porta de madeira de edificação .A. Indústria de Madeira Compensada.. sob o número 218504 .verificação do comportamento da folha submetida a manobras anormais (NBR-8054).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Madeira Portas E-MAD.. Indústria e Comércio Irmãos Zugman S.. Capital Federal..verificação da resistência a impactos da folha (NBR-8051). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.08 1. o quadro. Paulicéia Ltda. 2. Eucatex S. as capas e/ou as almofadas são constituídos de madeira maciça e seus derivados. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Porta de madeira de edificação . Porta de madeira de edificação . Duratex S.A. Ituportas Indústria e Comércio Ltda. Recoma. Polato Esquadrias e Ferragens..verificação do comportamento da folha sob ação da água e sob ação do calor (NBR-8544). Porta de madeira de edificação . sob as marcas "Portas Divilux" e "Portas Lakra". Desempenho de porta de madeira de edificação (NBR-8542). Partes I. porta de madeira é o conjunto em que a folha. sob a marca "Duradoor". Indústria e Comércio. Masbra Madeiras Sul Brasil Ltda. Pormade Portas de Madeiras Decorativas Ltda.verificação das dimensões e formato da folha (NBR-8543).. II e III. "Porta de Madeira de Edificação".

A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Wiegando Olsen S.Proibida a reprodução sem autorização. Solidor Industrial Ltda. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.. II e III.08 • • • Sincol S.continuação E-MAD. Indústria e Comércio.A. Capital Federal. Partes I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

1. Comércio e Construções Ltda.3 2.Proibida a reprodução sem autorização. Gell System Brasileira Indústria. por tábuas aparelhadas. Indústria de Madeira Compensada. Indústrias Madeirit S. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admite o emprego dos produtos fabricados por: • • • • • Atlantic Veneer do Brasil S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.. sob o número 218504 . 1.09 1...A. dependendo do detalhamento no projeto arquitetônico.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Prátika Indústria e Comércio de Fôrmas Ltda. II e III.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As fôrmas de madeira para concreto aparente poderão ser constituídas. Gethal S. por meio de prensagem e alta temperatura e grande pressão. Partes I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . O revestimento plástico "tego-film" será um filme impregnado com resina sintética e aplicado às superfícies das chapas. chapas de madeira compensada.A. ou ainda com revestimento plástico "tego-film" em uma ou em ambas as faces. Capital Federal. resinadas ou não.2 1. A colagem das lâminas de madeira será executada com resina fenólica. sintética e à prova d'água.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Madeira Fôrmas. Concreto Aparente E-MAD.

03.01 1. de mármore ou de granito. 1.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Pedra plástica. "terrazzo". Capital Federal. 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Mármore Artificial E-MAR.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 . II e III. granitina. especifica-se na E-AGR. Partes I. A granilha. mármore artificial. de granulometria apropriada. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. pedrite ou marmorite serão constituídos de cimento branco e granilha de mármore ou granito.

. sob a marca "Durolastic Neoprene" 2.. sob a marca "Durolastic Silicone". Ltda. 2. Wolf Hacker & Cia. sob o número 218504 .1 MASSAS BETUMINOSAS • • Sika S. 2. Devem conservar sua elasticidade após a aplicação. sob a marca "EC-981".A. também denominados massas e cimentos plásticos.. Partes I. Capital Federal..A. sob a marca "Compound Junta". II e III.. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Wolf Hacker & Cia.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Mástiques e Massas Plásticas E-MAS. Ltda. Wolf Hacker & Cia.SILICONE • • • Otto Baumgart Indústria e Comércio S. Wolf Hacker & Cia. com espátula.NEOPRENE • • 3M do Brasil Ltda.3 MASSA DE ELASTÔMERO . Ltda.. serão produtos de consistência plástica à temperatura ambiente. sob a marca "Igas 3".Proibida a reprodução sem autorização. Ltda..A. geralmente procedida a frio.. sob a marca "Siliflex" Sika S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. sob a marca "Thicol". DEFINIÇÃO Os mástiques elásticos. sob a marca "Betulastic". sob a marca "Sika-Sil".THIOKOL • • Otto Baumgart Indústria e Comércio S. 2.01 1.2 MASSA DE ELASTÔMERO . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A.4 MASSA DE ELASTÔMERO .

na parte externa.1.30 a 50°C.2.Perfil extrudado à base de cloreto de polivinila (PVC) para juntas de estruturas de concreto (NBR-8803) e com o disposto no P05. de alto desempenho.2 1. 1.01 1. Têm por finalidade servir de suporte para reduzir o consumo de calafetadores e vedantes. Serão aplicados com adesivo de base de epóxi. Serão bicomponentes. Partes I.2.2. O PVC apresentará os seguintes resultados em testes mecânicos: • • • • • • resistência à tração: 16 MPa +/. à flexão e.2 1. garantindo resistência química à oxidação e à corrosão. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . tensão de ruptura à tração: 10 MPa. de alta resistência aos esforços mecânicos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1.3 1.10%. alongamento de ruptura: 240% +/. principalmente da pressão d'água atuante.1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Mata-Juntas e Junta de Retenção E-MAT.1 1.3 1. Serão confeccionados em termoplástico PVC. cisalhamento: 12 MPa +/. temperatura de emprego: . alongamento de ruptura à tração: 350% (mínimo).4 A escolha do perfil a empregar dependerá de diversos fatores. Deverão apresentar grande deformabilidade e excelente resistência aos agentes agressivos normais. dureza: 84 shore +/.10%. ou compostos de perfis de espuma de poliuretano.3. tixotrópico e com características que permitam perfeita adaptação à superfície aplicada. dimensões da peça e respectiva armação e da finalidade da junta.10%.CON.3 PERFIS DE RETENÇÃO Serão confeccionados em polietileno expandido ou extrudado. à abrasão.5. extrudado através de matrizes especiais e vulcanizado na sua forma definitiva. 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. PERFIS ELÁSTICOS DE NEOPRENE Serão confeccionados em neoprene de alta resistência química. 1. rugosidade para aumentar a superfície de aderência.2 1. Capital Federal. O neoprene apresentará os seguintes resultados quando submetidos a ensaios: • • • dureza Shore A: 55 +/. ainda. às intempéries e ao envelhecimento.1 1.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS PERFIS ELÁSTICOS DE PVC Serão de acordo com a EB-1507/84 . bem como resistência mecânica. solda: autógena.1.12.Proibida a reprodução sem autorização. O interior do perfil é configurado por uma ou mais cavidades e possui. mecânica e às intempéries. II e III. sob o número 218504 . resistência às intempéries.

Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Wolf Hacker & Cia. sob a marca "Fugenband".A. 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Wolf Hacker & Cia.. sob o número 218504 .continuação E-MAT.Proibida a reprodução sem autorização. Wolf Hacker & Cia.... Ltda. Sika S. FABRICANTES/PRODUTOS O PROPRIETÁRIO admite o emprego dos produtos fabricados por: 2..3 PERFIS DE RETENÇÃO • • • Dow Química S. Capital Federal. Partes I. 2. II e III. sob a marca "Veda Junta-Fugenband". Ltda.. sob a marca "Mata-Juntas Vedacit".A. Inducel Espumas Industriais Ltda.2 PERFIS ELÁSTICOS DE NEOPRENE • • Jeene Juntas e Impermeabilizações Ltda.1 PERFIS ELÁSTICOS DE PVC • • • Otto Baumgart Indústria e Comércio S.A.01 2.

. compacto. Capital Federal. Ltda.1.A. até à liquefação. acabamento ou marca de ferramentas. As peças não poderão apresentar quaisquer defeitos de fundição ou usinagem.2 2. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS METAIS FORJADOS Metais forjados são os produtos obtidos a partir de vergalhões de qualidade controlada. Esses vergalhões são cortados em pequenos blocos denominados batoques. Dal-Docol Comércio de Produtos Sanitários Ltda.2 2.A. II e III. Indústria e Comércio.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Metalúrgica Becker Ltda. 1. defeito que poderá prejudicar o funcionamento da peça. vazamento..1 2. 1.2 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Metalúrgica Triângulo S. Partes I. o resfriamento deve processar-se com todos os requisitos e cautelas.01 1. METAIS FUNDIDOS Metais fundidos são os produtos obtidos a partir do aquecimento do metal. Fabrimar S.A.2.. Ideal Standard Wabco Indústria e Comércio Ltda. sem porosidades e preciso em suas dimensões.1 2. o produto resulta isento de bolhas de ar. os quais são aquecidos para adquirirem plasticidade. defeito do polimento. Duratex S.1 2.1. Esteves & Cia. na fôrma da peça que se procura fabricar. sob o número 218504 . As peça móveis serão perfeitamente adaptáveis às suas sedes.A. Em seguida.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Metais Equipamento Sanitário E-MET.Proibida a reprodução sem autorização. como é o caso da fundição.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. esmerada usinagem e cuidadoso acabamento.1 CARACTERÍSTICAS GERAIS Os artigos de metal para equipamento sanitário serão de perfeita fabricação. sob a marca "Deca". FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • • • • Celite S. Tinsley & Filhos S. especialmente falta de aderência com a superfície de base.2 3. não sendo tolerado qualquer empeno. 2.2. Para obter-se produto compacto.. Indústria e Comércio. Como o metal não é derretido e depois resfriado. e o seu posterior resfriamento. A galvanoplastia dos metais será primorosa. evitando-se a formação de bolhas de ar. não se admitindo qualquer defeito na película de recobrimento. os blocos são trabalhados em prensas e submetidos às operações de acabamento.

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Metal Expandido "Déployée" E-MET.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. sob o número 218504 . Metais Perfurados.A. Perfuradora de Metais S. Permetal S..A.2 2. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Será constituído por treliça metálica obtida pelo corte incompleto de chapa de aço em tiras paralelas estiradas de modo a formar malhas losangulares.. Para cada caso particular será caracterizado o metal expandido "déployée" pela dimensão da menor diagonal. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • Aramifício Vidal S. seção das tiras e peso.1 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III.A.26 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 1. Capital Federal.

01 1. com comprimento determinado e dispostos paralelamente entre si. sob a marca "WH. 1. 2. fio: 840 denier.140".2 Denier é a unidade de medição de fios de seda. trama: 7 a 10 fios por cm. Capital Federal. Partes I. 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. no mínimo.5 g por 450 m de fio..Proibida a reprodução sem autorização. peso: 250 g/m².1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O tecido de náilon apresentará as seguintes características: • • • • urdidura: 7 a 10 fios por cm. náilon e "rayon" equivalente ao peso de 0. Ltda.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Náilon Tecido E-NAI.1.A. Wolf Hacker & Cia. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 .. FABRICANTES/ PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • Rhodia S. Trama é o fio conduzido pela lançadeira através da urdidura na tecelagem de pano (fio transversal) e urdidura é o agrupamento dos fios que compõem a teia.

Proibida a reprodução sem autorização.01 1. tal como o papel kraft ("Kraft Paper") e o papel para construções ("Building Paper"). Capital Federal. PAPEL PARAFINADO Será qualquer papel impregnado de parafina e suficientemente resistente para os fins visados.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Papel Diversos E-PAP. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 . 2. II e III. PAPEL FORTE Será qualquer papel suficientemente resistente e pouco hidrófilo para os serviços exigidos. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.

sob o número 218504 . II e III. que lhe confere resistência à lavabilidade.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Admite lavagem com água. DEFINIÇÃO Papel de parede é o revestimento mural produzido à base de papel especial (composição da pasta. 2. É impresso com tintas resistentes à ação da luz e com aplicação de uma capa de acetato de polivinila. Capital Federal.. Tintas Coral S. resistência às trações horizontal e vertical e coeficiente de elasticidade dentro das normas e padrões internacionais). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 3. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • Bobinex Indústria e Comércio de Papéis Ltda. Apresenta-se com as ourelas aparadas.02 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Papel Revestimento de Parede E-PAP. Para aplicação. peso por m². usa-se cola do tipo sintética.A. Vulcan Material Plástico S. comprimento das fibras. Partes I.Proibida a reprodução sem autorização. sabão neutro e esponja macia. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. o que implica em ser colado por justaposição (uma faixa ao lado da outra e não uma sobre a outra). 2.A. 2. Carambient Indústria e Comércio de Revestimentos Ltda.

2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS CAIXÃO-PERDIDO As fôrmas para lajes. fundo (chapa) e abas.2 TUBOS DE PAPELÃO • Indústria de Tubos Bassit Ltda.1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Papelão E-PAP. Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .26 1. bem como garantir o correto posicionamento dos próprios caixões.1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização. caixa. sob o número 218504 .1 1. TUBOS DE PAPELÃO As formas tubulares serão feitas com papelão impermeabilizado. rígidos e terão tampas em ambas as extremidades. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2.2 2. 2.1 1. o contato da fôrma de madeira com o concreto.A.1 CAIXÃO-PERDIDO • Klabin Cerâmica S. Os caixões-perdidos serão dotados de tampa. 1. por superposição. colmeia.1 1. tipo caixão-perdido. Os tubos serão cilíndricos.2 1. II e III. 1. serão feitas com papelão ondulado. 2. A finalidade das abas é impedir. Partes I.2. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por. O papelão será quimicamente inerte para não reagir com o concreto e apresentará resistência compatível com a sua utilização.

dimensões (NBR-8851).grau de produto A e B.características mecânicas de parafusos sem cabeça e outros elementos de fixação roscados similares não sujeitos a tensões de tração (NBR-10108). Aplicação. Parafuso de cabeça cilíndrica com fenda . Parafuso auto-atarraxante (NBR-6669). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização.dimensões (NBR-10114). escolha de diâmetros de furo de base e de passagem para parafuso auto-atarraxantes (NBR-9595). Parafuso sextavado para uso estrutural .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Parafusos e Porcas E-PAR. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.dimensões (NBR-10112). Parafuso de cabeça cilíndrica baixa com sextavado interno . as seguintes merecem destaque e atenção: EB-168/84 EB-847/81 EB-1564/85 Elementos de fixação . prisioneiros e porcas) de metais não ferrosos .dimensões e características mecânicas (NBR-10092). Parafuso de cabeça abaulada e pescoço quadrado . Parafuso de cabeça cilíndrica com sextavado interno .grau de produto A dimensões (NBR-10113). Elementos de fixação roscados (parafusos. Arruela lisa de uso em parafuso sextavado estrutural .01 1. Partes I.dimensões e características mecânicas (NBR10093). Parafuso de cabeça cilíndrica arredondada com fenda . sob o número 218504 .grau de produto A . Parafusos com cabeça sextavada e rosca parcial grau de produto C dimensões (NBR-10087).grau de produto B. Capital Federal.grau de produto A .dimensões (NBR-5866). Porca sextavada cega baixa . Parafuso de cabeça escareada com fenda . Parafuso de cabeça escareada-abaulada e fenda . Parafuso sem cabeça com sextavado interno e ponta cilíndrica . Arruelas de pressão para parafusos com cabeça cilíndrica . Parafusos com cabeça sextavada e rosca total grau de produto C dimensões e tolerâncias (NBR-10107). II e III. Porca quadrada.grau de produto A.parafusos . EB-1958/89 NB-952/85 PB-40/86 PB-41/86 PB-42/85 PB-43/85 PB-51/60 PB-53/90 PB-165/87 PB-166/87 PB-167/87 PB-178/82 PB-179/82 PB-229/87 PB-230/87 PB-236/90 PB-240/90 PB-332/87 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .grau de produto A dimensões (NBR-10115). Parafuso retangular . Elementos de fixação .características mecânicas.características mecânicas (NBR8855).dimensões e material (NBR-5871). Cópia fiel da Edição impressa em 1995.grau de produto A dimensões (NBR-10116).

Parafusos auto-atarraxantes com cabeça escareada e fenda dimensões (NBR-9585). II e III.parafuso de cabeça quadrada e porca quadrada .grau de produto A e B. Parafuso de cabeça sextavada com rosca total . Parafusos auto-atarraxantes com cabeça escareada e fenda cruzada dimensões (NBR-10041). Parafuso sem cabeça com sextavado interno e ponta cônica . Parafuso sextavado de alta resistência para uso estrutural .formas e dimensões (NBR-5926). Parafusos auto-atarraxantes com cabeça cilíndrica e fenda . Aparelho de mudança de via A . Parafuso sem cabeça com sextavado interno e ponta plana .dimensões Parafuso de fixação de fresa para eixo porta-fresa . Parafusos.dimensões e tipos (NBR-8055). Parafusos auto-atarraxantes com cabeça escareada-abaulada e fenda cruzada . Parafusos de cabeça quadrada de grau de produto C . Parafuso sem cabeça com sextavado interno e ponta côncava .graus de produto A e B com passo de rosca fino.grau de produto A.dimensões (NBR-10042).dimensões (NBR9584).dimensões (NBR10111). Parafusos auto-atarraxantes com cabeça sextavada .grau de produto A.dimensões (NBR-8136). porcas e acessórios (NBR-5875). Parafusos auto-atarraxantes com cabeça abaulada e fenda cruzada dimensões (NBR-10040).dimensões (NBR-9981). Parafusos auto-atarraxantes com cabeça escareada-abaulada e fenda dimensões (NBR-9586). Porca redonda . Parafuso de cabeça sextavada com rosca total .dimensões (NBR-9583).dimensões (NBR-9982). Parafusos. Partes I.dimensões. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. ganchos e pinos usados para a fixação de telhas de fibrocimento .graus de produto A e B .dimensões. Parafuso de cabeça sextavada com rosca parcial . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.01 PB-333/87 PB-906/85 PB-993/85 PB-994/85 PB-1027/83 PB-1181/85 PB-1182/85 PB-1183/85 PB-1184/85 PB-1185/85 PB-1186/85 PB-1187/85 PB-1258/86 PB-1358/89 PB-1424/89 PB-1442/89 PB-1458/90 PB-1460/90 PB-1461/90 PB1462/90 PB-1473/90 PB-1489/90 TB-56/69 Arruelas de pressão pré-montadas em parafusos . Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .continuação E-PAR. Porca sextavada de alta resistência para uso estrutural .Proibida a reprodução sem autorização.grau de produto A.grau de produto B.graus de produto A e B . sob o número 218504 . Porca sextavada baixa de rosca fina .

Wiegando Olsen S.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Parquet Convencional E PAR 26 1.A. compatível com as condições geoclimáticas do local - 2. Indústria de Madeiras. Tacolindner S. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I. Parquet Fixocolax Ltda Recoma.A. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. FABRICANTES consideram se análogos os produtos fabricados por: • • • • • Cruzeiro Laminados Indústria e Comércio Ltda. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão do tipo macho e fêmea e apresentarão teor de umidade entre 8 e 12%. II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão secos em estufa.A. sob o número 218504 . compatível com as condições geoclimáticas do local. 2.A.. Wiegando Olsen S.27 1. Capital Federal.Indústria de Madeiras.A.Proibida a reprodução sem autorização. Serão fabricados em placas compostas por damas agrupadas sobre uma cela termoplástica na face de colagem. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Parquet Tipo Mosaico E-PAR. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • Parquet Paulista S. II e III. . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Recoma. Tacolindner S. que se funde com o adesivo de fixação do conjunto à base. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. com teor de umidade entre 8 e 12%.

corante em pó e água cimento Portland branco e água cal em pasta e água gesso calcinado e água caseína e água 3. obtidas pelo amassamento de um aglomerante (cimento. cal. entendem-se as massas mais ou menos plásticas.01 1. serão cuidadosamente peneiradas antes da aplicação. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.) com água. PREPARO O amassamento das pastas será manual e completo. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . etc.1 P.1 Os tipos de pastas são os relacionados na tabela a seguir: TIPO P. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. 2.4 P.6 COMPOSIÇÃO cimento Portland e água cimento Portland comum. vulgarmente denominadas "nata de cal". sem adição de qualquer agregado. II e III.3 P.5 P. TIPOS 3. pela denominação genérica de pastas. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pastas Usuais E-PAS. será determinada pela coloração desejada. Partes I. evitando-se. Capital Federal. de modo a não apresentarem quaisquer granulações. gesso.2. todavia a segregação por excesso de manipulação. 3.Proibida a reprodução sem autorização. sob o número 218504 .2 P. utilizado na pasta P.2 A proporção de corante. As pastas de cal para emprego direto. a fim de não enfraquecer a pasta. não podendo ser superior a 20% do volume de cimento.

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Condições Gerais E-PED. Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sedimentares ou metamórficas. sob o número 218504 . 2. compreendendo pedras eruptivas.Proibida a reprodução sem autorização.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As pedras de construção apresentam as seguintes características: • • • pouca resistência à tração e à flexão. pequena resistência ao choque.2 Para efeito destas Especificações. 2. as pedras de construção serão classificadas em três grupos: • • • pedras magmáticas ou eruptivas.01 1. pedras sedimentares. DEFINIÇÃO Sob a denominação genérica de pedras de construção serão considerados rodos os fragmentos de rocha cortados dos maciços originais para emprego em construção. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. pedras metamórficas. Partes I. grande dureza. 2. II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

3 COEFICIENTE DE VAZIOS OU POROSIDADE TOTAL Identificado como "Cv” é o complemento da compacidade para a umidade ou a relação entre o volume de vazios e o volume total. sob o número 218504 . COMPACIDADE Identificada como "C". diabásio: 2. sienito: 2.60 a 2.70 a 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I. gabro: 2.1 2.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS PESO ESPECÍFICO O peso específico aparente. 2.85 t/m³. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. basalto: 2.95 a 3. Materiais de pedra a agregados naturais (NBR-7225). 2.3 2. é a relação entre o peso da pedra seca "P" e o volume total "Vt". diorito. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. NORMAS São as seguintes as normas da ABNT relacionadas com o assunto: PB-107/69 PB-108/69 TB-16/55 Placa de mármore natural para revestimento superficial vertical externo (NBR-7205). 2.00 t/m³.80 a 2.Proibida a reprodução sem autorização. O volume de vazios é a soma do volume de água "Va" com o volume de ar e/ou gás "Vg".80 t/m³. O volume total é a soma do volume de cheios "Vc" com o volume de vazios.00 a 2.2 2. identificado como "d".1. ardósias: 2. é a relação entre o peso da pedra seca "P" e o volume de cheios "Vc".40 a 2.65 t/m³.65 a 2.. são os seguintes os valores limites do peso específico aparente de algumas pedras de construção: • • • • • • • • • • granito.00 t/m³. arenitos: 2. Placa de mármore natural para revestimento de pisos (NBR-7206).2 Peso específico real. identificado como "D". conglomerados: 1. travertinos: 2.02 1.50 t/m³.65 a 3.80 t/m³. mármores.00 t/m³.1. De acordo com a DIN 2100. é a relação entre o peso específico aparente e o peso específico real. Capital Federal. II e III.1. A porosidade total está na razão inversa do peso especifico.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Propriedades E-PED. gnaisse leucocrático: 2. 2.70 a 2. A compacidade é expressa por um valor sempre inferior a 1.90 t/m³. ou a relação entre o volume de cheios e o volume total.80 a 3.60 t/m³.

deixam se serrar facilmente pela serra lisa com areia ou esmeril (exemplo: calcários compactos).3 2. Segundo o coeficiente de porosidade. praticamente.continuação E-PED.02 2. muito porosa: 10. com resultado expresso com uma decimal. à passagem desses fluidos através de seus poros. 2. II e III. ou esmeril. Capital Federal. pela maior ou menor facilidade com que elas podem ser serradas.0 a 2.5%: regular porosidade: 2.4 POROSIDADE APARENTE É a relação entre o peso da água absorvida pela pedra após a sua imersão nesse liquido.5 a 1.2 DUREZA A dureza das pedras de construção é avaliada. e o peso da pedra seca. semiduras: quando. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.5.2 2. a primeira.0 a 10.6 PERMEABILIDADE É a propriedade em virtude da qual certas pedras deixam-se atravessar por gases ou líquidos. 2.7. as rochas podem ser classificadas da seguinte forma (Bendel. Ingenieur Geologie") • • • • • • muito compacta: menor do que 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.7 2. duríssimas: quando. A segunda refere se à quantidade de vazios que podem ser cheios de líquidos ou gases e. com areia ou esmeril (exemplo: mármores). dificilmente serradas pela serra lisa com areia. sob o número 218504 .5.0%.7. são facilmente serradas com diamante ou carborundum (exemplo: granitos).0%.1 COEFICIENTE DE POROSIDADE É o número que se obtém multiplicando por 100 a porosidade aparente relativa ao peso ou ao volume.0%. durante um tempo determinado. A permeabilidade e a porosidade são propriedades distintas.5.0 a 20.0%.0%. o das rochas sedimentares químicas e orgânicas entre 5 e 10% e o das rochas sedimentares clásticas (arenitos) entre 10 a 15%. A classificação das pedras de construam segundo a dureza é a seguinte: • • • • brandas: quando se deixam serrar facilmente pela serra de dentes (exemplo: tufos vulcânicos). Partes I. bastante porosa: 5. duras: quando só podem ser serradas pela serra lisa.5%. O coeficiente de porosidade em relação ao peso é também denominado coeficiente de absorção.5 2. ou seu volume total. pequena porosidade: 1.Proibida a reprodução sem autorização. O coeficiente de porosidade das rochas eruptivas situa-se entre 0. fortemente porosa: acima de 20.1 2. dificilmente serradas pela serra de dentes. 2.5 a 5.

8 GRANULOMETRIA Conforme TB-16/55 (NBR-7225) Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.continuação E-PED.Proibida a reprodução sem autorização. II e III.02 2. sob o número 218504 . Capital Federal. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sem sinais de serra. com sinais de serra resultantes das operações de serragem e corte do bloco. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 . o acabamento apicoado será: • • • grosso. corte e aparelhamento ou acabamento. Partes I. esta última de 36 pontas por polegada quadrada. 2. 2. guando usada a picola ou a bujarda n° 3. grosseiramente desbastado e escassilhado. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.03 1.4 ACABAMENTO APICOADO Corresponde a paramento plano e áspero.la ao aspecto exigido nas especificações ou projeto. Capital Federal. médio: quando usadas. Conforme o grau de aspereza da superfície. sucessivamente. sucessivamente. resultante da operação de extração do bloco. DEFINIÇÃO 1. II e III. 2.1 Para efeito desta Especificação. resultante do tratamento com picola ou bujarda. as picolas ou as bujardas n°s 3. 2 e 1.3 ACABAMENTO SERRADO RETIFICADO Correspondente a paramento plano e áspero. APARELHAMENTO OU ACABAMENTO ACABAMENTO RÚSTICO Correspondente a paramento tosco.Proibida a reprodução sem autorização. conforme quadro seguinte: ESTADO INICIAL Pedreira Bloco Chapa Forra OPERAÇÃO Extração Serragem Corte Aparelhamento ou acabamento ESTADO FINAL Bloco Chapa Forra Simples Forra Aparelhada 1.1 2. sem qualquer outro trabalho de beneficiamento. fino: quando usadas. serragem. as picolas ou as bujardas n°s 3 e 2.2 ACABAMENTO SERRADO SIMPLES Correspondente a paramento plano. entende se por beneficiamento ou afeiçoamento das pedras o conjunto das operações de extração. 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Beneficiamento E PED. resultante da operação de desempeno ou retificação com máquinas politrizes usando granalha de aço até o n° 60.2 Entende se por aparelhamento ou acabamento os trabalhos executados nas faces da pedra que ficarão aparentes e que têm por fim adaptá.

médio e fino.5 ACABAMENTO LAVRADO Corresponde a paramento perfeitamente plano e pouco áspero. Em seguida. dando-se o brilho final com óxido de estanho reduzido a pó (comercialmente potéia) e aplicado com disco de chumbo ou de feltro.03 2.2 ACABAMENTO POLIDO FOSCO Correspondente a paramento perfeitamente plano e liso.8.2 ACABAMENTO LUSTRADO Correspondente a paramento polido fosco fino com acabamento especular resultante da operação de lustração. 2. Para os mármores e granitos.6.6 2. A lustração dos granitos é obtida com óxido de alumínio. Partes I.6. O acabamento polido fosco compreende o polido fosco grosso.continuação E-PED. 2. fino: esmeris até o n° 600 ou até 3F. sob o número 218504 . em que se empregam esmeris em grãos ou pedra. resultante de acerto e eliminação de asperezas do apicoado fino por meio de escopros.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . manuais ou de máquinas politrizes. resultante de operações.1 2.Proibida a reprodução sem autorização. médio: esmeris até o n° 220.1 2. A lustração dos mármores é obtida com ácido oxálico (comercialmente sal de azedas) ou com óxido de estanho (comercialmente potéia). 2. Capital Federal.8. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.8.8 2. os esmeris de carbureto de silício (comercialmente carborundum) empregados são os seguintes: • • • grosso: esmeris até o n° 120.7 ACABAMENTO POLIDO ENCERADO Correspondente a paramento polido fosco fino encerado com uma mistura de aguarrás e cera virgem. II e III. lava-se a pedra e aplica-se sobre ela aguarrás misturada com cera virgem para proteger o lustro.

respectivamente. Capital Federal. adesitos e basaltos do mesmo magma que. Partes I. sienitos.3 Essa correspondência resulta do fato de provirem os riolitos. sienitos nefelínicos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. granitos. na profundidade. traquitos. As pedras eruptivas de profundidade mantêm correspondência com as pedras eruptivas efusivas: a seguinte PROFUNDIDADE Granitos Sienitos Sienitos Nefelínicos Dioritos Gabros EFUSIVAS Riolitos Traquitos Fonolitos Andesitos Basaltos 1. II e III.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Eruptivas . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Condições Gerais E-PED. formou. dioritos e gabros. sob o número 218504 .04 1.Proibida a reprodução sem autorização.1 SUBGRUPOS As pedras eruptivas compreendem 2 subgrupos: • • 1. 1. fonolitos. pedras eruptivas efusivas.2 pedras eruptivas de profundidade. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . pelas mesmas razões. essencialmente. 2. verde-ubatuba.05 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Eruptivas . cinza-andorinha. vermelho-itu.1 2. cinza-irajá.Granitos E PED. cinza-bangu. verde-gávea. DEFINIÇÃO Comercialmente. cinza-petrópolis. Partes I. II e III. Capital Federal. feldspato e mica. As pedras mais usadas sob a designação comercial de granitos são as seguintes: • • • • • • • • • • • • • cinza-andaraí.2 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Os granitos são constituídos. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 . granito é o termo genérico. das pedras eruptivas de profundidade. por partículas cristalinas de quartzo. estendendo se a designação aos gnaisses. pelas analogias tecnológicas que apresenta. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. verde-São Gonçalo.Proibida a reprodução sem autorização. preto-tijuca. 2. vermelho-porto alegre. juparaná. ouro-velho-tijuca.

os riolitos formam o polito ou pedras-pomes. Nas construções modernas. II e III.Proibida a reprodução sem autorização. são conhecidos sob a designação de granitos pretos. constituem o mosaico denominado "pedras portuguesas". os diabásios e basaltos são escuros e constituem pedras de grande resistência e dureza. o pomito e empregado na constituição dos concretos leves.06 1. São susceptíveis de polimento. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Comercialmente.Diversas E-PED. 4.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Eruptivas . DIORITOS Semelhantemente aos granitos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. propriedades e aplicações idênticas. SIENITOS Os sienitos têm aplicação análoga à do granito.2 4. Cortados em fragmentos. O basalto deve apresentar cristalização regular.3 DIABÁSIOS E BASALTOS Utilizados especialmente em calçamentos. com emprego recomendado para as partes da construção submetidas a cargas reduzidas. sob o número 218504 . 3. Capital Federal. os dioritos têm. 4. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I. característica responsável por sua dureza e resistência.1 4. 2. decorrência de um resfriamento lento. também. RIOLITOS Quando completamente vítreos.

Proibida a reprodução sem autorização.07 1. II e III. brechas calcáreas e conglomerados calcários).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Sedimentares . As pedras sedimentares clásticas resultam da desintegração física e mecânica. As pedras sedimentares orgânicas são formadas a partir de restos de animais e vegetais (exemplos: calcários diversos). As pedras sedimentares de precipitação química resultam do mesmo processo de formação das clásticas.2 SUBGRUPOS As pedras sedimentares compreendam 3 subgrupos: as clásticas.Condições Gerais E PED.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal. 2. Partes I. 2. DEFINIÇÃO São as pedras de construção que se formam na natureza pela desagregação.1 2. conforme descrito a seguir. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2. as de precipitação química e as orgânicas. transposição e deposição. porém com interferência de fenômeno químico (exemplos: alabastros e travertinos). sem interferência de fenômeno químico (exemplos: arenitos.3 2. sob o número 218504 . transporte e deposição.

de sílica ou quartzo. sob o número 218504 . Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Por esse motivo.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Sedimentares .08 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Resistem bem aos ataques de atmosferas poluídas.Proibida a reprodução sem autorização. ferruginoso. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . recomenda se o seu emprego com acabamento polido. mas sujam-se e escurecem. ligados por um cimento silicoso. argiloso ou calcário. 2.Arenitos E-PED. Partes I. COMPOSIÇÃO Pedras de construção constituídas por grãos.

Brechas e Conglomerados E-PED. Nos dois primeiros. resultantes das fraturas provocadas por movimentos da croata terrestre. sob o número 218504 .2 2. respectivamente. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Nos mármores.09 1. os fragmentos destacam-se da massa pela transição brusca de tonalidade. verifica-se um esbatimento de cores. Capital Federal. 1.Proibida a reprodução sem autorização. aglomerados por um cimento de natureza sedimentar. PRODUTOS Comercialmente. A distinção entre as brechas e conglomerados e os mármores é feita pela coloração.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Sedimentares .1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Pedras de construção constituídas por fragmentos de calcário. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. brecha oriental. a pedra recebe a denominação de brecha ou conglomerado. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I. Conforme os fragmentos sejam angulosos ou arredondados. brecha mericea. 1. as brechas mais usadas são: • • • brecha arrábida. II e III.

2. numerosas cavidades. os alabastros são denominados de mármore ônix (o ônix verdadeiro é uma variedade de calcedônia) e os mais empregados são: • • • ônix cambuci. II e III. 2. Comercialmente.2 ALABASTROS Variedade translúcida de calcário de sedimentação química. Comercialmente. Capital Federal. etc. A denominação dos calcários de origem orgânica varia com a textura. Recebe muito bem o polimento. Partes I. sob o número 218504 .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Sedimentares . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 1.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. CALCÁRIOS DIVERSOS Calcários de origem orgânica.10 1. apresentando. a granulação. com exceção de algumas variedades que apresentam grande resistência ao desgaste. compactos.3 3. ônix São Luiz.1 1. adquirindo brilho excepcional. ônix africano. o que permite o seu emprego em pavimentação. a aparência. travertino italiano.1 2. Recomendados para emprego em revestimentos. os travertinos mais difundidos são: • • travertino romano. em virtude de sua formação em torno de fragmentos vegetais.Diversas E PED.2 TRAVERTINOS Calcários lacustres. todavia. que resultam da associação de substâncias diversas ao carbonato de cálcio. 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2. II e III.11 1. ardósias: das argilas. Partes I. Capital Federal. sob o número 218504 . quartzitos: dos arenitos. são as relacionadas a seguir: • • • • • gnaisses: dos granitos.Proibida a reprodução sem autorização. com ausência ou raridade de feldspatos. DEFINIÇÃO Pedras metamórficas são pedras de construção resultantes da ação do metamorfismo sobre as já existentes na natureza. micaxisto: dos granitos. mármores: dos calcários. resultantes dos metamorfismos respectivos. VARIEDADES As variedades.Condições Gerais E-PED.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Metamórficas .

sob o número 218504 . 1. em decorrência da presença de mica. 1. na tonalidade cinza.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os gnaisses apresentam-se em três variedades: • • • leucocrático ou leptínico.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Metamórficas-Gnaisses E-PED. Capital Federal. o mais escuro. lenticular ou porfiróide ou facoideano. O gnaisse melanocrático é. II e III.2 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. O gnaisse lenticular caracteriza-se pela presença de grandes olhos alongados ou facóides que. 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. moldados em uma matriz bem cristalina. melanocrático.Proibida a reprodução sem autorização. dão à pedra o aspecto lenticular.3 O gnaisse leucocrático é o que mais se assemelha ao granito.12 1. Os canteiros denominam esse tipo de gnaisse de "pedra de galho". Partes I.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

talcoxistos (talco).3 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Os micaxistos têm aspecto semelhante ao dos gnaisses. 1. o talcoxisto é conhecido pela denominação de pedra-sabão. COMERCIALIZAÇÃO Comercialmente. 2.Micaxistos E-PED. II e III. sob o número 218504 . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal. cloritoxistos (clorita). de quartzo e mica. Os micaxistos apresentam-se em 3 variedades: • • • sericitoxistos (sericita).2 1. textura mais fina e predomínio de elementos lamelares e micáceos. apresentando.13 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Metamórficas . essencialmente. entretanto. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização.1 1. Partes I. São compostos.

2 São compactos. Capital Federal. por grãos de quartzo e hematita. Partes I.Proibida a reprodução sem autorização. com textura granitóide ou porfiróide.14 1. e o itabirito. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Metamórficas . acizentados ou avermelhados. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Quartzitos E-PED. resistentes e extremamente duros.1 Os quartzitos apresentam-se nas variedades itacolomito e itabirito. geralmente esbranquiçado. O itacolomito é constituído por grãos de quartzo ligados por um cimento de mica sericita. II e III. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 1. amarelos.

confundem se as tonalidades características. O mármore estatuário é o mármore puro. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 2. Capital Federal. sob o número 218504 . segundo a aplicação a que se destinam. a seguir: TABELA 01 MATERIAL E COR Mármore Branco Mármore Branco Mármore Branco Mármore Branco Mármore Branco Mármore Branco Mármore Branco Mármore Branco Mármore Branco Mármore Bege Mármore Bege Mármore Cinza Mármore Cinza Mármore Cinza Mármore Pérola Mármore Pérola Mármore Pérola Mármore Preto Mármore Preto PROCEDÊNCIA Belmonte (MG) Bocaiúva do Sul (PR) Rio Branco do Sul (PR) Cachoeiro do Itapemirim (ES) Cachoeiro do Itapemirim (ES) Cachoeiro do Itapemirim (ES) Italva (RJ) Italva (RJ) São Rafael. a nomenclatura dos mármores nacionais e estrangeiros mais empregados é a relacionada nas tabelas 1 e 2. os mármores perdem o polimento. Em contato com o exterior. Os mármores devem ser empregados ao abrigo das intempéries. II e III. Partes I. Oiti Juazeiro (BA) Juazeiro (BA) Cachoeira do Campo (MG) Itabirito (MG) Sete Lagoas (MG) Cachoeira do Campo (MG) Cachoeira do Campo (MG) Itabirito (MG) Córrego da Prata (MG) Patos (MG) TIPO Arabescato "A" Paraná "A" Paraná "A" Branco sem mancha "B" Veiado "C" Azulado Capacete Veiado. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .15 1.Proibida a reprodução sem autorização. Aurora Norte "A" Marfim "B" Comum Prateado Chumbinho Cumbi Lapa Perlato Florido Portoro 1. a cor atenua-se.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Os mármores classificam-se.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Metamórficas – Mármores E-PED. em mármores estatuários e mármores de construção. A sua aparência provém de reflexo de luz que nele penetra a certa profundidade. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. COMERCIALIZAÇÃO Comercialmente. 1.

sob o número 218504 . finos e entrelaçados Cinza-chumbo Creme-claro Branco com veios entrelaçados verdes.15 MATERIAL E COR Mármore Preto Mármore Rosa Mármore Rosa Mármore Rosa Mármore Rosa Mármore Rosa Mármore Verde Mármore Verde Mármore Verde Mármore Verde Mármore Verde Mármore Vermelho Mármore Vermelho Mármore Vermelho PROCEDÊNCIA Sete Lagoas (MG) Cachoeira do Itapemirim (ES) Itapebi (BA) Rio Grande do Norte Sete Lagoas (MG) Patamute (BA) Córrego da Prata (MG) Itajaí (SC) Sete Lagoas (MG) Sete Lagoas (MG) Sete Lagoas (MG) Cachoeira do Campo (MG) Sabará (MG) Sete Lagoas (MG) TIPO Esperança Bahia Rio Grande do Norte Bahia Jaspe Aurora Veiado Esperança Ipiranga Tropical Jacarandá Floresta Esperança TABELA 02 NOME COMERCIAL Ônix Africano Ônix São Luiz Travertino Grand Bleu Preto Belga Vert Antique Verde Tinos Bardilho Botticino Calacatta Carrara Carrara Veiado Portóro Rosa Verona PROCEDÊNCIA África Argentina Argentina Bélgica Bélgica França Grécia Itália Itália Itália Itália Itália Itália Itália CORES CARACTERÍSTICAS Pardo. cinzas e pretas Verde-escuro com veios mais claros e brancos. esverdeadas e amareladas (alabastro) Verde-mostarda (alabastro) Creme-claro com cavidades irregulares Preto com veios brancos Preto Fundo verde com grandes incrustações escuras. II e III. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. com tonalidades azuis. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.continuação E-PED. pardos e rosas Branco-estatuário Branco com manchas cinzentas Preto com veios brancos ou dourados bem característicos Rosa-queimado com manchas e veios mais escuros Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

15 NOME COMERCIAL Travertino Brecha Arrábida PROCEDÊNCIA Itália Portugal CORES CARACTERÍSTICAS Creme-claro com cavidades irregulares Mistura de fragmentos de cores variadas. pardos ou violáceos Pérola com veios acinzentados. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.continuação E-PED. vermelhos e pretos Pérola ou rosado. Partes I. cremes. predominando os pardos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. pardos ou rosados Rosado ou pérola com incrustações conchíferas esbranquiçadas Rosado com veios esbranquiçados e esverdeados Branco rosado com fragmentos e veios marromavermelhados Extremós Lioz Claro Lioz Florido Rosa do Monte Brecha Oriental Portugal Portugal Portugal Portugal Uruguai Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III. com veios rosados.Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal. sob o número 218504 .

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . UTILIZAÇÃO São utilizadas em pavimentação. pois o seu peso é de 20 a 25 kg/m².Proibida a reprodução sem autorização.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Metamórficas . 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.17 1. revestimento e cobertura. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. DEFINIÇÃO Pedras de construção resultantes do metamorfismo das argilas. Partes I. sob o número 218504 . O emprego das ardósias em cobertura permite substancial economia no madeiramento. Capital Federal.Ardósia E PED.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. soldado ou em dobras de chapas. da espessura do elemento a ser fixado e da espessura da argamassa que. etc.3 1. II e III. 1. A fixação não poderá ser efetuada em aço temperado ou com dureza acima do aço SAE-1020. o acabamento será zinco-bicromatizado. 1. telhas. Os pinos são normalmente fornecidos com acabamento niquelado. A energia que aciona as ferramentas é gerada pela deflagração dos fincapinos.5 1. Partes I. aço temperado.Proibida a reprodução sem autorização. eventualmente. No caso do aço.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pinos de Sustentação Sistema de Fixação à Pólvora E PIN. tais como tijolos furados.2 1. A espessura da chapa não poderá ser inferior ao diâmetro da haste de penetração do pino.4 1. que são cartuchos calibre 22 ou 38. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Mecânica Walsywa Ltda. a haste de penetração será função da penetração mínima necessária.01 1. esteja a recobrir o concreto.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O sistema de fixação à pólvora não deve ser usado em materiais excessivamente duros ou quebradiços. sob o número 218504 . No concreto. a ponta do pino deve atravessar a chapa e s haste de penetração é ranhurada. A caracterização dos pinos será procedida pela definição da haste de penetração e da haste de rosca.6 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . encruado. mármore.7 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Para ambientes altamente corrosivos ou expostos ao tempo. granito. Capital Federal. rochas de qualquer espécie.

1 PAINÉIS MODULADOS Os painéis modulados serão constituídos. sob o número 218504 . rodapé de acabamento junto às paredes. 2. de placas em madeira aglomerada de alta densidade (vide E-MAD. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pisos Falsos E-PIS. tratamento em pintura eletrostática. guarnição na cruzeta. Partes I. DEFINIÇÃO Os pisos falsos serão constituídos por placas ou painéis modulares. haverá uma lâmina intermediária de alumínio para resistir molhaduras.02). ou em perfil de PVC (para revestimento superior em laminado fenólico. borracha ou laminado fenólico melamínico. PEDESTAIS Os pedestais ou suportes telescópicos apresentarão as seguintes características: • • • • • • • indeformidade quando submetidos aos esforços previstos: regulagem de altura de até 6 cm.1 ACABAMENTOS E ACESSÓRIOS Os acabamentos. pedra (granito.). As laterais. rigidamente fixado com peças metálicas adaptadas aos pedestais. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. e por pedestais ou suportes telescópicos. com espessura de 28 a 38 mm. basalto. divisórias e pilares. rampa de acesso em madeira aglomerada de alta densidade. 2.01 1. porca de aço galvanizado. 4. revestida com material antiderrapante. ou zincagem com o mínimo de 8 micra. Quando o revestimento superior for em carpete. mármore. com 3 mm de espessura. II e III. cruzeta de apoio em alumínio fundido por pressão. serão os a seguir relacionados: • • • rodapé de fechamento em madeira de alta densidade. base côncava de aço. removíveis. salvo se especificados de forma diversa no projeto arquitetônico. placas de vinil ou placas de borracha). 2.Proibida a reprodução sem autorização. com peso especifico de 720 kg/m³.3 3.2 2. As placas poderão ser revestidas em carpete ou em placas de vinil. etc. sextavado e auto-travante. A face inferior das placas será sempre revestida com lâmina de alumínio. Capital Federal. com o fim de impedir a passagem do ar e conferir isolamento acústico. basicamente. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . com laminado fenólico melamínico (para revestimento superior em carpete) . 4.

CARGAS As cargas serão previstas nos pisos elevados de acordo com o relacionado a seguir: • • • plataformas de atendimento: 500 kg/m² de carga distribuída. Partes I. terão sacador tipo ventosa. II e III. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admite o emprego de plataformas elevadas fabricadas por: • • • • • • • • ATL Indústria e Comércio Ltda.2 Para plataformas revestidas em carpete. 6. As plataformas revestidas em laminado fenólico melamínico.Divisórias Moduladas Ltda.. Indústria e Comércio de Móveis.1 5. Solidor Industrial Ltda.. será previsto sacador tipo pente ou outro adequado ao fabricante. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.000 kg de carga concentrada nos pedestais. placas de vinil ou placas de borracha. Kavty do Brasil . uma vez que não permitem que os pedestais girem quando da remoção das placas. Mobilínea S. Senter Indústria e Comércio Ltda. 5. plataformas para computadores de grande porte: de conformidade com O fabricante dos equipamentos.continuação E-PIS. WH Unimon Metalúrgica Ltda. sob o número 218504 . As longarinas dificultam o desnivelamento das plataformas nos casos de manutenção. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.01 4.Proibida a reprodução sem autorização.2 O PROPRIETÁRIO recomenda o emprego de plataformas elevadas com uso de longarinas para que as cargas sejam transmitidas de maneira uniforme aos pedestais. Dimoplac .Indústria de Pisos para Computadores Ltda. plataformas de sala on-line ou sala mux: 500 kg/m² de carga distribuída e 2. Capital Federal..A. 5. Metalfloor Comercial e Industrial Ltda.

determinação das propriedades mecânicas a tração (NBR9622) Plásticos . a propriedade de serem moldadas. MB-1659/82 MB-1660/82 MB-1661/82 MB-1708/82 MB-1990/84 MB-2381/85 MB-2383/85 MB-2421/85 MB-2423/85 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Plástico . DEFINIÇÃO Entende se por plásticos ou resinas sintéticas uma série de substâncias orgânicas sintéticas. Plásticos . Plásticos . Plásticos . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. polímeros e copolímeros contendo cloretos e seus compostos através do método de descoloração (NBR-7147).determinação da densidade aparente de material de moldagem que não é capaz de fluir através de um funil especificado (NBR-7455). sob o número 218504 .determinação da dureza por penetração da esfera (NBR 9624).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Plásticos Resinas Sintéticas Definição e Conceitos E-PLA. haverá particular atenção para as seguintes EB-1300/82 EB-1997/89 MB-1123/77 MB-1161/77 MB-1377/80 MB-1561/81 Plásticos . 2. Plásticos .determinação do número . NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Compostos de PVC para uso em artigos médicos.determinação das características em compressão (NBR 9628). de elevado peso molecular.determinação da temperatura de fragilidade por impacto.Proibida a reprodução sem autorização.determinação da dureza shore (NBR 7456).determinação da estabilidade térmica do PVC. em alguma fase de sua fabricação. Plásticos . odontológicos e hospitalares de uso único. Plástico . Capital Federal.determinação da dureza Rockwell (NBR-9630). II e III.determinação da densidade aparente de material de moldagem capaz de fluir através de um funil especificado (NBR-7457).determinação gravimétrica da espessura de um filme (NBR7983). Plásticos e elastômeros .01 1. Partes I.determinação da densidade pelo método gradiente de densidade. cuja característica comum é terem tido ou terem. Plástico .índice de viscosidade das resinas de PVC em solução diluída (NBR-7136). Plásticos .determinação da absorção de água (NBR-8514).atmosferas padrão para condicionamento e ensaio (NBR 7452). Plástico . Plásticos . quando submetidas a pressão e temperatura.

4 3.2.continuação E-PLA. 3. onde nada as liga entre si. através da polimerização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 4. novamente se solidificam. Na polimerização por condensação. Capital Federal. Plásticos . uma mesma unidade monomérica é acrescentada à cadeia em crescimento. formando uma molécula tridimensional) 4. nas quais uma ou várias unidades básicas (monômeros) se repetem inúmeras vezes. PROCESSOS DE POLIMERIZAÇÃO Existem 2 processos de polimerização: por adição e por condensação. II e III.determinação da massa específica do material moldado e do fator compressão (NBR-9875). o amolecimento pelo calor é ama propriedade reversível.determinação da estabilidade dimensional sob calor pelo método Martens (NBR-10438). dão origem aos polímeros. 3. Todos os polímeros cujas moléculas são nitidamente separadas. são termoplásticos.2 3. Monômeros são compostos não saturados que. ramificados (molécula não cresce apenas em uma direção.2.determinação da fissura sob tensão em um ambiente determinado . Polímeros são compostos formados de macromoléculas. São mais estáveis do que as ligações duplas ou triplas. duas moléculas diferentes reagem. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Compostos não saturados ou insaturados são compostos de carbono com ligações duplas ou triplas. 4.2 4.5 ESTRUTURAS POLIMÉRICAS As estruturas poliméricas podem ser com polímeros lineares (com molécula em forma aproximada de uma cadeia retilínea) .1 CLASSIFICAÇÃO Os plásticos ou resinas sintéticas classificam-se em termoplásticos ou termorrígidos (termoestáveis ou termofixos) . geralmente com eliminação de água ou de alguma outra molécula pequena.01 MB-2641/86 MB-2685/87 MB-2747/87 TB-162/85 3.método do corpo-de-prova encurvado.Proibida a reprodução sem autorização. Plásticos (NBR-9633). Na polimerização por adição. Plásticos . 4. conforme descrito nos itens a seguir.3 3. ou seja.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1 Plásticos . chegando à fusão Uma vez retirado o calor. sob o número 218504 . CONCEITOS BÁSICOS Compostos saturados são compostos de carbono com ligações simples. TERMOPLÁSTICOS As resinas sintéticas termoplásticas são aquelas que sob a ação do calor amolecem. mas possui ramificações) e reticulados (várias cadeias começam a se interligar.

à umidade e aos álcalis têm provocado o aumento de utilização das resinas acrílicas na fabricação de tintas. resistência ao calor e excelente acabamento superficial.2 5. hidrólise e condensação com butiraldeído. São termorrigidos todos os polímeros que apresentam a cadeia ramificada de tal forma que. as resinas acrílicas são utilizadas na fabricação de peças que devam possuir propriedades áticas especiais como. televisão. os termorrígidos. Apresenta estabilidade dimensional.1 5. por vezes.3 5. permitindo.01 4.2. 4. TIPOS DE PLÁSTICOS ABS Combinação de acrilonitrilo (A). por exemplo. Partes I.2.2. grades de carro e controles sanitários (válvulas. ou seja. tais como eletrodomésticos. Por apresentarem superfícies de alto brilho e elevada transparência.1 TERMORÍGIDOS OU TERMOFIXAS As resinas sintéticas termorrígidas ou termofixas são aquelas que sob a ação do calor não fundem. principalmente dos ésteres do ácido acrílico e do ácido metacrílico.3. lentes. Apesar de caras.3 5. e grande resistência ao desgaste por atrito. como em engrenagens e peças de movimento ACRÍLICO Resinas sintéticas.3. não permitem distinguir a cadeia principal. 5. rádio. flexibilidade.1 5. dissolução do póli (acetato de vinila) em álcool. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.) ACETAL Produto resultante das seguintes operações: • • • formação do póli (acetato de vinila). sem lubrificação. um copolímero.3.1 5. as excelentes propriedades de aderência. transparentes. II e III. ainda.Proibida a reprodução sem autorização.2 5.1 5. retenção de cor e resistência à radiação ultravioleta. 5.2 5. Capital Federal.3. mesmo em temperaturas elevadas.1.2 5.3.2 Apresenta características mecânicas comparáveis às dos metais (dureza e estabilidade dimensional) com ótima resistência a esforços permanentes. portanto. especialmente as empregadas em superfícies externas. As resinas acrílicas modificadas com estireno ou outros tipos de copolímeros são empregadas na formulação de tintas. etc. Empregado usualmente em peças das quais se exige elevada resistência mecânica. sob o número 218504 . sendo.3 5.1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. As resinas termorrígidas endurecem com o calor. para peças submetidas a intenso manuseio. butadieno (B) e estiteno (S). sifões. uma vez endurecidos. obtidas pela polimerização de derivados acrílicos. a eletrodeposição (cromação). chegando a carbonizar.3 4.continuação E-PLA.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . alta resistência química. apresentam característica de irreversibilidade em relação a esse novo estado.1. visores de relógio e lâmpadas. de preferência. Empregado.

do tipo gaxeta de compressão.7 5. (Alemanha) para o PTFE (politetrafluoretileno). sob o número 218504 .1 POLIÉSTER São resinas constituídas por uma base poliéster (molécula linear longa. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.8 5.03.6. isso permite o seu emprego na fabricação de tubos destinados ao transporte de água quente.continuação E-PLA. Partes I. todos monômeros (M).12 NEOPRENE Vide E-ELA.G.1 CPVC Póli (cloreto de vinila) clorado. EPDM Copolímero resultante da polimerização do etileno (E). II e III. 5. O CPVC possui essencialmente as mesmas propriedades do PVC rígido (ASTM Tipo 1) .5 BUTYL Vide E-ELA. dissolvida em um monômero insaturado. de preferência.11 “HYPALON” Vide E-ELA.4 ALGOFLON Marca comercial da Montefluos S. 5. EPÓXI Vide E-EPO.6 5. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . do propileno (P) e do dieno (D). 5.13. A grande diferença entre o PVC e o CPVC é que o CPVC é uma resina que pode ser utilizada em temperaturas mais elevadas. até cerca de 100°C. utilizado no assentamento de vidros.7.1 5. sendo obtido por cloração posterior do PVC.2 5.A.10 HOSTAFLON Marca comercial da Hoechst A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.01 5. geralmente o estireno.9 FLUON Marca comercial da Imperial Chemical Industries (Reino Unido) para o PTFE (politetrafluoretileno). na confecção de perfil rígido.02. 5. 5. Empregado. 5.04.P.01 e E-EPO. (Itália) para o PTFE (politetrafluoretileno).7.02. Capital Federal.13 5.Proibida a reprodução sem autorização. produto da polimerização por condensação de um biálcool e de um biácido) . 5.

1 5. enquanto a deformação lenta diminui.14. O PE é branco.3 5. dando origem a um composto reticulado tridimensional e transformando a resina do estado liquido ao estado sólido. Apresenta boa resistência a choques e satisfatório acabamento superficial.13. translúcido. pela ação de agentes catalisadores e aceleradores. especialmente na fabricação de telhas e domos.6 5. Existem 3 tipos de resina poliéster termofixa disponíveis no mercado: o poliéster ortoftálico. etc.3 5.14. com perda de resistência. satisfatoriamente. POLIESTIRENO Resina obtida através da polimerização do estireno.15. na impermeabilização de reservatórios.continuação E-PLA. O PE se degrada pela exposição à luz e ao oxigênio.5 5. No entanto. peças flexíveis. As resinas ortoftálicas não apresentam boas características de resistência química. A resina poliéster reforçada com fibra de vidro ("fiberglass") é largamente utilizada na construção civil. sendo utilizados.13.13. monômero de estireno. até + 50°C. tais como o PEBD (polietileno de baixa densidade) .14.2 Como resina termofixa. o PEAD (polietileno de alta densidade) .2 5. através de suas duplas ligações. o que acarreta a formação de polímeros com características diversas.13. O poliestireno é utilizado na fabricação de caixas e de peças submetidas a reduzida solicitação mecânica. o poliéster possui pontos de saturação em sua cadeia molecular.13. sob o número 218504 . também o agente de interligação. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Não apenas a base do poliéster da resina apresenta insaturação. as várias moléculas de estireno. o UHMW (polietileno de altíssimo peso molecular) e o PEX (polietileno reticulado). Essa reação química se processa à temperatura ambiente.1 5.14 5. Os tubos fabricados com UHMW e PEX resistem melhor às solicitações mecânicas. piscinas e terraços.15.14. no revestimento protetor de estruturas de aço e concreto. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização. garrafas e outras utilidades domésticas e tubos. POLIETILENO (PE) Resina obtida através da polimerização do etileno por meio de diferentes processos.4 5. Essas instaurações são instáveis e facilmente rompidas durante a reação de cura.14. 5. se unem às duplas ligações da base poliéster. O polietileno é empregado na fabricação de embalagens flexíveis. Partes I.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . é insaturado e participa na reação de cura. as resinas isoftálicas são relativamente resistentes a ambientes agressivos e as resinas bisfenólicas apresentam excelentes características de resistência química.4 5. II e III. As resistências mecânica e química se acentuam com o aumento da densidade. Os tubos de PE possuem resistência mecânica relativamente baixa. o poliéster isoftálico e o poliéster bisfenólico. a resistência ao intemperismo do tubo pigmentado com negro de fumo (preto) é boa. pela ação de substâncias catalisadoras.5 5. Na polimerização do poliéster. Capital Federal.15 5. não tem cheiro e apresenta alta permeabilidade ao oxigênio e baixa ao vapor d'água.01 5. porém ótima flexibilidade em temperaturas até – 55°C.

E-ACE. É comercializado em forma de pó. monofilamentos. Partes I.18. películas ("skived tape"). discos de vedação de válvulas.16 5. É atacado somente por metais alcalinos em estado de fusão ou por alguns compostos fluorados a altas temperaturas. graxas. o PVC pode ser rígido ou flexível. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 5.Proibida a reprodução sem autorização. o que aumenta a sua durabilidade.90 e + 230°C. o PTFE é autolubrificante. 5. PVA Por PVA caracteriza-se o póli (acetato de vinila) . com massa específica de 0. As cadeias poliméricas normalmente são ramificadas e o polímero apresenta pequeno grau de cristalinidade.01.1 PTFE O PTFE (politetrafluoretileno) é um polímero obtido da combinação de flúor e carbono.18.16.16. esses para redes não pressurizadas e suportando temperaturas de até 90°C.2 5. A partir do "chips" do polipropileno obtêm-se fibras para a fabricação de carpetes. O polipropileno é o plástico mais leve conhecido. Para evitar a degradação decorrente da perda do ácido clorídrico. A temperatura máxima de uso. talhas.2 5.20. mantas flexíveis para impermeabilização. Não sofre alterações sob temperaturas entre .17 5. suspensões aquosas. A alta cristalinidade confere ao polipropileno grande resistência à tração. O PVC utilizado na fabricação de conexões é o não plastificado ou rígido. etc. Durante a produção são incorporados estabilizadores e absorvedores de radiação ultravioleta. anéis para engaxetamentos de válvula.3 5. daí sua utilização em gaxetas do mais alto rendimento. O PVC é utilizado na fabricação de tubos e conexões. Dependendo do tipo de formulação. Capital Federal. 5. é de cerca de 65°C. etc.90 g/cm³. gaxetas.20. póli (cloreto de vinila). puro ou composto de outras substâncias.26. Vide E-ACE. granulado.28. anéis para válvulas de esfera. assegurando enorme faixa de aplicações dentro da indústria moderna.20.03. POLIURETANO Vide E-POL. Utilizado na fabricação de fitas de vedação.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . é mais quebradiço que um PVC que contém plastificante. sob o número 218504 . apresenta maior resistência à tração e à flexão. buchas e tarugos. juntas-envelope e de expansão.19 5. o PVC nunca é utilizado puro. de forros.20 5.01 5.continuação E-PLA.27 e E-POL. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2 5.1 POLIPROPILENO (PP) Resina obtida através da polimerização do propileno com estrutura essencialmente linear e altamente cristalina. II e III. além de excelente resistência química. maior módulo de elasticidade e elevada resistência química. rigidez e dureza.18.02 e EACE. E-POL.1 PVC O PVC. O polipropileno é utilizado na fabricação de caixas de bateria e de tubos. é obtido pela polimerização do cloreto de vinila. Com coeficiente de atrito igual ao do gelo sobre gelo. transparente ou opaco. No entanto. sob carga. observadas suas tolerâncias térmicas.18 5.

Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I.06. 5.23 THIOKOL Vide E-ELA.continuação E-PLA. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.21 SILICONE Vide E-ELA. I.05. II e III. sob o número 218504 .22 TEFLON Marca comercial da E.Proibida a reprodução sem autorização.01 5. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 5. Du Pont de Nemours (EUA) para o PTFE (politetrafluoretileno).

determinação da absorção de água (NBR-7973).3.029 kca1.E.m/h.Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.A. 2. o coeficiente de condutibilidade térmica do poliestireno expandido varia de 0. Poliestireno expandido para fins de isolação térmica .m². Para fins de isolação térmica. Poliestireno expandido para fins de isolação térmica . 3.026 a 0.E. Poliestireno expandido para fins de isolação térmica .A.m/h. 3.A. placa e placa especial.01 1. EB-1010/80 MB-1304/80 MB-1305/80 MB-1404/81 Poliestireno expandido par fins de isolação térmica. Na temperatura de 0 °C. II e III. o poliestireno expandido divide-se em classe "A" (material não retardante à chama) e classe "B" (material retardante à chama).A.025 a 0. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .4 4.A.determinação da massa especifica aparente.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O poliestireno expandido apresenta-se sob a forma de peças ou de pérolas. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por • • Basf Brasileira S. calha.°C.3 Na temperatura de + 10°C.028 kcal.m².04).ensaio de flamabilidade. acima de 20 até 25 kg/m³. obtido por expansão do estireno polimerizado (poliestireno). Concreto plástico é uma mistura de cimento e pérolas de poliestireno (vide E-CON.°C. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes. Indústrias Químicas. Capital Federal. sendo que por peças entende-se tubo isolante. sob o número 218504 . tipo III. 3.E.1 . de 13 a 16 kg/m³. de 16 a 20 kg/m³. segmento. nos seguintes tipos: • • • tipo 1: M. tipo II: M. DEFINIÇÃO Poliestireno expandido é um produto termoplástico com estrutura de células fechadas. varia de 0. 3.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Poliestireno Expandido E-POL. Tupiniquim Termotécnica S. N. Partes I.

0. • Dow Química S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I. 1.m/h. absorção de água por submersão (DIN 53428).m².02 1.Proibida a reprodução sem autorização.8 kgf/cm². II e III. sob as marcas "Styrofoam RM" e "Styrofoam IB". condutibilidade térmica a 10°C (DIN 52616 ou ASTM C-518) : 0.023 kcal.2% por volume.2% por volume. Capital Federal. resistência à compressão. absorção de água por submersão (ASTM C-2842) . poliestireno extrudado é um produto termoplástico com estrutura de células fechadas. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por. com 10% de deformação (DIN 53421 ou ASTM C-1621): 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Poliestireno Extrudado E-POL.°C. obtido por processo contínuo de extrusão do estireno polimerizado (poliestireno) 2.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS São as seguintes as características técnicas do poliestireno extrudado: • • • • • • peso específico (ASTM C-303): 32-35 kgf/m³. sob o número 218504 . classificação em relação a chamas (DIN 4102) . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. B1 (difícil de inflamar) 3. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.

1 TESTE DE ESTANQUEIDADE E PERMEABILIDADE Na falta de normatização completa para testes com os látex sintéticos. como memória de forma. A estanqueidade dos suportes será obtida por colmatação de poros e fissuras e por formação de filme impermeável. monômeros livres: <= 1. penetração profunda de água.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Polímero Emulsão E-POL. etc. Os mesmos corpos de concreto sem o tratamento impermeável. observada a MB-256/81 . Esses corpos. .1. viscosidade Brookfield (20° c/20 rpm): 1 x 10/4 (+/. 2. 2. moldam-se corpos-de-prova de concreto com "slump" 6 cm. sob o número 218504 . Comércio e Indústria Ltda.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O filme apresentará características físicas próprias do látex polimerizado. • • • • percentual de extrato seco: 53% (+/. • Técnica Forte Construções. após seu rompimento.1 2. 3.3 3.500). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Concreto determinação da consistência pelo abatimento do tronco de cone (NBR-7223) e cura racional durante 28 dias. 3. adesão concreto/concreto: até 10 MPa (média 8 MPa) 2. As camadas de proteção em argamassa evitam as agressões naturais do intemperismo. são submetidos durante 48 horas à coluna d'água sob pressão de 6 MPa/cm².25 1.Proibida a reprodução sem autorização. solúvel em água e polimerizável a frio nas condições ambientais. apresentada sob a forma de um componente. flexibilidade. II e III. após rompimento. apresentam. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Para verificação de permeabilidade e estanqueidade do filme polimerizado. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por. aderência. adotam-se critérios de determinação de permeabilidade e estanqueidade que buscam reproduzir em laboratório as condições de trabalho para os quais o produto é especificado. sob a marca Elastflex. ozônio e raios ultravioleta. a inexistência de penetração de água no seu maciço. após tratados superficialmente com a emulsão. submetidos às mesmas condições.3 4. DEFINIÇÃO Emulsão de látex plastificado e estabilizadores. verificando-se.2 3.1). São as seguintes as demais características técnicas do polímero. Capital Federal. não reemulsionável após a polimerização.

FABRICANTES As tintas e vernizes de base de poliuretano são objeto da E-TIN. com o mesmo tipo de "Desmodur" (designado também por endurecedor). sob o número 218504 .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Poliuretano Tintas e Vernizes E-POL. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. da fórmula NCO.1 PREPARO DE TINTAS E VERNIZES Os vernizes ou esmaltes de poliuretano são obtidos a partir da mistura de 2 componentes. principia a reação química entre o grupo ECO e o grupo OH. 1. ambos produtos da Farbenfabriken Bayer A. O "Desmodur" contém grupos reativos de isocianato. Partes I.G. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.02.4 2.26 1. sendo um deles o "Desmodur" e o outro o "Desmophen". Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 1. que leva ao enlace estável do uretano. II e III. Ao misturar-se "Desmodur" com o "Desmophen".Proibida a reprodução sem autorização.3 1. O "Desmophen" é um poliéster que possui grupos hidroxílicos excedentes. da fórmula OH. produzir películas de grande elasticidade ou também películas duras e tenazes. 1. Variando as proporções da mistura "Desmodur" e "Desmophen" e empregando tipos adequados de "Desmophen" é possível.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I.2. em volume máximo: 1%. densidade aparente: mínimo de 45 kg/m³ +/.m/h.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A espuma rígida de poliuretano é fabricada com matéria prima Farbenfabriken Bayer AG. sob o número 218504 . sob a marca "Isoterm". 2.A.Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Texsa Brasileira Ltda. sob a merca "Rigicel-K". Capital Federal. obtida a partir do "Desmorapid". aditivos com dissocianatos e agentes de expansão.2 3. São as seguintes as demais características técnicas: • • • • • • coeficiente de condutibilidade térmica: entre 0.A. cujas células. sob a marca registrada "Moltopren H". sob a marca "Multicel”.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Poliuretano Espuma Rígida E-POL. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. absorção de água em 24 h.°C. Temporal S. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.013 e 0.16 kcal. estabilidade dimensional: 7 dias a 70°C.. formando um produto homogêneo.. Por isso. resistência ao fogo: não combustível. Montagens e Construções Ltda. espuma rígida de poliuretano deve ser uma macromolécula e não um aglomerado de grânulos. Indústria de Isolantes Térmicos.27 1. entende-se por espuma rígida de poliuretano a espuma resultante de reação de um poliéster. 2. sob a marca "Zeniterm-20".m². orientadas no mesmo sentido. caráter químico: neutro não corrosivo. II e III. 2. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • Indústria e Comércio Trorion S. "Desmodur': e aditivos. . A capilaridade é nula. são unidas pela própria estrutura de suas paredes. Zenimont Engenharia.

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Poliuretano Calafetador E-POL.28

1.

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS São as seguintes as características técnicas do poliuretano; • • • • • elasticidade permanente; aderência, sem uso de "primer", em vidro, madeira e cerâmica; aderência, com uso da "primer", em concreto, alumínio, ferro, borracha e PVC; polimerização completa, sem retração, pala própria umidade do ar; aplicação com pistola metálica.

2.

FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • Ciplak - Indústrias Químicas Ltda., sob a marca "Elastol CL 100"; Denver Indústria e Comércio Ltda.; Hey'Di do Brasil Impermeabilizações Ltda., sob as marcas "Elasto Primer", "Massa Elástica Hey'di Escutan 20" e "Massa Elástica Hay'di Escutan 35"; Otto Baumgart Indústria a Comércio S.A., sob a marca "Vadaflex"; Sika S.A. , sob as marcas "Sikaflex 1 A", "Sikaflex 11 FC" a "Sikaprimer 1".

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Poliéster Manta não Tecida e Véu E-POL.51

1.

DEFINIÇÃO Entende-se por manta não tecida a manta de poliéster do tipo "non-woven" (não-tecida), obtida por extrusão direta pelo sistema "Spunbonded", processo patenteado pela "Rhodia", e constituída por filamentos contínuos de poliéster interligados mecanicamente por agulhagem.

2.

APLICAÇÃO A manta não tecida de poliéster pode ser empregada nos seguintes serviços: • • • • • • • • • • drenagem; áreas verdes de lazer e esporte; aterros; barragens; canais; captação de águas subterrâneas; controle de erosão; impermeabilização; obras viárias; saneamento.

3.

PRODUTOS/FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por;

3.1

MANTA NÃO TECIDA • Rhodia S.A. ,sob a marca "Bidim".

3.2

VÉU • Ciplak - Indústrias Químicas Ltda., sob as marcas "Nontex CP-30" e "Nontex CP-50".

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Polietileno Extrudado - Manta e Perfil E-POL.61

1.

DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação, polietileno extrudado é um produto termoplástico com estrutura de células fechadas, obtido por processo contínuo de extrusão do etileno polimerizado.

2. 2.1

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS MANTA As características mecânicas das mantas utilizadas no tratamento acústico serão as seguintes; • • • peso específico médio (ASTM D-3575 teste C/B): 35 kgf/m³; resistência à tração (ASTM D-3575 teste E): 4,2 kgf/m³; resistência ao rasgo, direção da extrusão (ASTM D-3575 teste D): 3,3 kg/cm.

2.2

PERFIL Perfil de seção circular, tipo cordão, empregado como material de suporte ou elemento liberador em juntas de dilatação ou de outros tipos.

3.

PRODUTOS / FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por;

3.1

MANTA • Dow Química S.A., sob as marcas "Ethafoam", fornecido em bobinas, para tratamento acústico, e "Polispuma", com 2,4 e 6 mm de espessura, para uso em impermeabilização.

3.2

PERFIL • Dow Química S.A., sob a marca "Ethafoam SB" ("Sealant Baker") , apresentando diâmetro compatível com a largura da junta.

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Polietileno Expandido Fita, Chapa e Perfil E-POL.62

1.

DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação, polietileno expandido é um produto termoplástico com estrutura de células fechadas, obtido por expansão do etileno polimerizado.

2. 2.1

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS FITA E CHAPA • • • • • • células fechadas; boa resistência ao tempo e aos agentes químicos; quimicamente neutro; dimensões estáveis; temperatura de uso: - 70 a + 80 °C; com ou sem adesivo.

2.2

PERFIL • • • • • • • • • células fechadas; cor: cinza; cheiro: nenhum; absorção de água: nenhuma; peso específico: 30 kgf/m³; resistência térmica: - 40 a + 70° C; resistência química: excelente contra óleos, gasolina e solventes; resistência a intempéries: excelente; seção circular, com diâmetros de 6, 8, 10, 12, 15, 20, 25, 30, 40 e 50 mm.

3.

PRODUTOS/FABRICANTES Para uso como junta de retenção, admite-se o emprego de produtos fabricados por:

3.1

FITA E CHAPA • Inducel Espumas Industriais Ltda. , sob a marca “PZ 940”.

3.2

PERFIL • Inducel Espumas Industriais Ltda., sob a marca "Tarucel".

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Porta Corta-Fogo Núcleo de Vermiculita Expandida E-POR.01

1.

DEFINIÇÃO Conjunto de folha de porta, marco e acessórios que atenda às normas brasileiras. Impede ou retarda a propagação do fogo, calor e gases de um ambiente para outro e resiste ao fogo, sem sofrer colapso, por um mínimo tempo determinado.

2.

NORMAS As portas corta-fogo obedecerão às normas da ABNT atinentes ao assunto, com particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-132/86 EB-920/80 EB-1358/82 EB-1359/82 EB-1360/82 EB-1361/82 MB-564/77 MB-1781/82 NB-208/93 PB-992/81 Portas e vedadores corta-fogo para isolamento de riscos em ambientes comerciais e industriais; Porta corta-fogo para saída de emergência; Fechadura destinada à porta corta-fogo para saída de emergência; Dobradiça helicoidal para porta corta-fogo; Dobradiça de mola para porta corta-fogo; Dobradiça excêntrica para porta corta fogo; Portas e vedações - métodos de ensaio ao fogo (NBR-6479); Fechadura e dobradiça para porta cotra-fogo - verificação da resistência ao funcionamento; Saídas de emergência em edifícios (NBR-9077); Fechadura destinada à porta corta-fogo para saída de emergência.

3.

FABRICANTES Admite se o emprego de produtos fabricados por: • • • • • • Cibam - Cia. Industrial Brasileira de Artefatos Metálicos; Eucatex S.A. Indústria e Comércio; Incoper Indústria e Comércio de Portas e Persianas Ltda.; MMR Mecânica e Metalurgia Royal Ltda.; Mirage - São Paulo Metalúrgica Ltda.; Resmat Ltda.

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Porta Corta-Fogo Núcleo de Silicato de Cálcio E-POR.02

1.

DEFINIÇÃO Conjunto de folha de porta, marco e acessórios que atenda às normas brasileiras. Impede ou retarda a propagação do fogo, calor e gases de um ambiente para outro e resiste ao fogo, sem sofrer colapso, por um mínimo tempo determinado (definição constante da NB-208/83) (NBR-9077/85).

2.

NORMAS As portas corta-fogo obedecerão às normas da ABNT atinentes ao assunto, com particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-920/80 MB-564/77 NB-208/93 Porta corta-fogo para saída de emergência; Portas e vedações - métodos de ensaio ao fogo.(NBR-6479); Saídas de emergência em edifícios(NBR-9077).

3. 3.1

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As portas corta-fogo para saída de emergência são classificadas em 4 classes, segundo seu tempo de resistência ao fogo no ensaio a que são submetidas, de acordo com o MB564/77 (NBR-6479) , não sendo admitidas classificações intermediárias. As classes, com os respectivos tempos de resistência mínima ao fogo, são as seguintes: • • • • classe P-30: 30 minutos; classe P-60: 60 minutos; classe P-90: 90 minutos; classe P-120: 120 minutos.

3.2

4.

FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produto fabricado por: • Asberit S.A., com marco, bandeja da porta e reforço, em chapa de aço "Zincrometal"; parafusos e rebites em aço galvanizado; dobradiças, fechadura e barra antipânico (opcional), em aço zincado e miolo da porta em "Termoplac 600", à base de silicato de cálcio e fibras minerais (sem amianto)

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Porta-Forte, Trapão e Ventilador "Z" E-POR.10

1.

NORMAS Conforme UL-140 - Relocking Devices for Safes and Vaults e UL-608 - Burglary Resistant Vault Doors and Modular Panels, da Underwriters Laboratories Inc. (EUA).

2. 2.1

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A porta-forte deverá atender à classificação "Class 1" do item 1.2 da norma UL-608, correspondente à resistência ao arrombamento por no mínimo 30 minutos, sob ação das ferramentas, equipamentos e procedimentos ali estabelecidos. Quando prevista a instalação de janela de emergência (trapão) , esta terá as mesmas características de blindagem e dispositivos da porta-forte, inclusive as fechaduras triplecronomêtrica e de retardo ("timers"). Serão instalados no teto da casa-forte 2 ventiladores "Z", dispostos em posições diametralmente opostas. Um deles terá acoplado a si um ventilador acionado através do interruptor que comanda a iluminação interna e deverá atender uma vazão mínima de 13 m³/h. As portas-fortes serão fabricadas segundo os projetos e especificações fornecidos ou aprovados pelo PROPRIETÁRIO, e sob a sua fiscalização. As especificações ora fornecidas configuram condições mínimas a serem atendidas; melhoramentos e aperfeiçoamentos só poderão ser introduzidos mediante a prévia aprovação do PROPRIETÁRIO. Será admitida a utilização de portas-fortes fabricadas pelas empresas relacionadas no item 4.2, adiante. A fabricação por outra empresa dependerá de sua prévia homologação junto ao PROPRIETÁRIO, o que deverá ser solicitado em tempo hábil, uma vez que o processo de homologação inclui a fabricação de protótipos e ensaios em laboratório especializado. ESPECIFICAÇÕES MÍNIMAS PORTA- FORTE DIMENSÕES As dimensões constam da tabela abaixo, sendo as alturas fixas e as larguras dependentes do tipo especificado (1, 2 ou 3):

2.2

2.3

2.4

2.5

3. 3.1 3.1.1

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continuação

E-POR.10

LARGURAS TIPO 1 2 1 VÃO LIVRE DE PASSAGEM (A) 800 1.000 1.200 (B) 1.300 1.500 1.700 VÃO DE INSTALAÇÃO (C) 1.280 1.480 1.680

PESO (kgf +/- 10%) 1.000 1.150 1.300

3.1.2

CHAPA FRONTAL Será em aço-carbono SAE 1020, bitola 6,35 mm (1/4"), podendo ser adotada espessura maior se o processo de fabricação assim o exigir.

3.1.3

PERFIS DE REFORÇO DA FACE EXTERNA Serão confeccionados em formato "Z", aço carbono SAE 1020, bitola # 16. Serão soldados à chapa frontal através de cordões de solda com 30 mm de comprimento, espaçados a cada 50 mm.

3.1.4

BLINDAGEM ASFÁLTICA Compõe-se de uma camada de asfalto oxidado 084, com 20 mm de espessura, proporcionando o completo enchimento da câmara formada pelos perfis "Z" de reforço.

3.1.5

CHAPA DE AÇO INOXIDÁVEL AISI 304 Será na bitola de 3,18 mm (1/8") e posicionada entre aplaca de blindagem de alumíniocorindum e a camada de blindagem química.

3.1.6 3.1.6.1 3.1.6.2

PLACA DE BLINDAGEM DE ALUMÍNIO-CORINDUM Esta placa é composta de alumínio fundido e nuggets de óxido de alumínio (corindum) com dureza de 9 mohs. O teor de cada composto é de 50% em peso. A placa será moldada previamente na espessura de 40 mm, em fôrma confeccionada especialmente para tal fim, de modo a se obter o máximo de uniformidade dimensional, homogeneidade e compacidade. Para garantir o posicionamento dos nuggets durante o lançamento do alumínio na fôrma, poderá ser utilizada tela. A fim de favorecer a aderência com o alumínio fundido, os nuggets de corindum serão pré-aquecidos, admitindo-se a alternativa de injeção de alumínio sob pressão. A face lisa da placa de blindagem de alumínio-corindum será voltada para a chapa frontal e a face rugosa voltada para a chapa de aço inoxidável. O eventual excesso dimensional por irregularidade de espessura será compensado na espessura das camadas de graute (descritas adiante) limitado ao máximo de 5 mm.

3.1.6.3 3.1.6.4

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continuação

E-POR.10

3.1.7

BLINDAGEM QUÍMICA Será composta por uma mistura de 60% de breu e 40% de enxofre, em peso, na espessura de 10 mm. Ao longo de todo o perímetro da porta será prevista uma "margem de costura" de 10 mm, através da fixação prévia de cantoneira com solda ou rebite, visando impedir a ignição da blindagem química quando da soldagem da chapa de fixação de mecanismos às almofadas.

3.1.8

CHAPA DE FIXAÇÃO DOS MECANISMOS Será em aço-carbono SAN 1020, bitola 6,35 mm (1/4"), totalmente soldadas às almofadas.

3.1.9

ALMOFADAS Serão em chapa de aço-carbono SAE 1020, na bitola de 4,74 mm (3/16"). O desenho das almofadas foi desenvolvido visando impedir a remoção da porta mesmo após a remoção dos mancais.

3.1.10 3.1.10.1

GRAUTE COM ARMADURA O graute será aplicado diretamente sobre a camada de blindagem química descrita anteriormente, na espessura de 14 mm, composto por graute, conforme item a seguir, e armadura conforme abaixo: • • tela de aço soldada, composta de fios de bitola 3,8 mm em malha de 10 x 10 cm, e seção transversal de 1,13 cm²/m, dos fabricantes relacionados no item 4.3, adiante; tela de alumínio em malha quadrada de 150 mm de aresta, composta por fios de bitola # 10.

3.1.10.2

O posicionamento das telas será no plano médio da espessura do graute, ficando a tela de alumínio voltada para a camada de blindagem química, e a tela de aço voltada para a chapa de fixação de mecanismos. Para garantia do posicionamento correto, serão usados afastadores do tipo "clips" plásticos, pastilhas de argamassa ou "caranguejos" de aço. GRAUTE Será aplicado entre a placa de alumínio-corindum e a chapa de aço inoxidável para regularização da superfície rugosa daquela placa, bem como preenchimento do espaço entre as almofadas e a placa de alumínio-corindum ao longo do perímetro da porta. Serão admitidos os produtos e fabricantes relacionados no item 4.1, adiante.

3.1.11

3.1.12

FECHOS Os fechos serão em barra de aço-carbono trefilado SAE 1020, com diâmetro de 50,8 mm (2") e acabamento com aplicação de cromo duro. A disposição dos fechos está indicada nos desenhos anexos.

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continuação

E-POR.10

3.1.13

PLACA (VIDRO) DE SEGURANÇA Será em vidro incolor temperado, 6 mm de espessura, e seu perímetro abrangerá toda a área do segredo, fechadura, ponto de travamento e "timer" de programação de data e hora de abertura. Será dotada de furos que permitam a passagem do eixo do segredo e da chave, e sirvam de pontos de fixação dos cabos das travas automáticas. A placa será fixada com uso de coxins de borracha que impeçam o contato direto do vidro com o metal.

3.1.14 3.1.14.1

LOCAÇÃO DOS PONTOS DE TRAVAMENTO Os pontos de travamento dos mecanismos de abertura dos fechos serão sempre sobre o vidro e, em princípio, dotados de acionamento indireto. O acionamento direto, ou seja, travamento direto na lingüeta da fechadura ou segredo, só será admitido se comprovado previamente que não causará danos a estes últimos, em caso de forçar a abertura com giro do volante sem a desativação dos mecanismos. A ligação entre o sistema de acionamento dos fechos e o sistema de travamento será feito por pinos fixados com presilhas, removíveis manualmente e dotados de selo de segurança ou lacre. PLACA DE FIXAÇÃO DO SEGREDO, FECHADURA E "TIMER" Será em chapa de aço-carbono SAE 1020, bitola 6,35 mm (1/4"), posicionada sob a placa de segurança, ou seja, entre a placa e o tampo de serviço. Deverá garantir a rígida fixação dos equipamentos através de parafusos.

3.1.14.2

3.1.15

3.1.16 3.1.16.1

TAMPO DE SERVIÇO Será em chapa de aço-carbono SAE 1020, bitola 1,21 mm (18") e proverá o arremate e fechamento da caixa de mecanismos. Sua fixação será feita por meio de parafusos, admitindo-se o uso de dobradiças em um dos lados. Conterá uma abertura que permita visualização e manuseio da fechadura triplecronométrica. Na sua face externa, voltada para o interior de casa-forte, será fixada uma chave "cachimbo" para remoção dos parafusos de fixação e conterá a seguinte mensagem de orientação pintada na superfície: “EM CASO DE TRANCAMENTO ACIDENTAL, RETIRE, COM O USO DA CHAVE AO LADO OS PARAFUSOS DESTA TAMPA, REMOVA-A E SIGA AS INSTRUÇÕES DESCRITAS NA FACE INTERNA DA MESMA".

3.1.16.2

Na face interna da tampa serão gravadas ou pintadas as instruções para remoção dos pinos que interligam o sistema de fechamento e abertura ao sistema de travamento, inclusive com desenhos ilustrativos. Na face externa da tampa será fixada plaqueta metálica com, no mínimo, os seguintes dados; • • • nome do fabricante; modelo; número de série;

3.1.16.3

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continuação

E-POR.10

• • 3.1.17

mês e ano de fabricação; peso do equipamento.

EIXO DO VOLANTE DE ACIONAMENTO DO MECANISMO DE MOVIMENTO DOS FECHOS Será em aço-carbono SAE 1020 trefilado, usinado de forma a possuir um limitador de torque próximo à face externa da porta, através da redução de sua seção transversal. O posicionamento do limitador de torque deverá impedir o acesso direto, mesmo com o rompimento do eixo e a remoção do volante.

3.1.18 3.1.18.1

TRAVAS AUTOMÁTICAS ("RELOCKS") Deverão atender às recomendações contidas na norma UL-140 da Underwriters Laboratories Inc. (EUA). Serão confeccionadas em aço-carbono SAE 1020, com diâmetro mínimo de 1/2" no ponto de trava. Cada porta-forte conterá, no mínimo, 2 travas, sendo facultada a instalação de mais unidades. O posicionamento indicado no desenho poderá ser modificado pelo fabricante (mantida a disposição assimétrica), assim como o caminhamento do cabo de fixação à placa de segurança, desde que garanta o travamento do mecanismo de abertura em caso de quebra da placa de segurança. Preferencialmente, as travas serão fixadas de forma que as lingüetas fiquem na direção vertical, e o sentido de acionamento da trava seja para baixo. As travas serão ativadas por molas e possuirão um dispositivo que impeça o retorno da lingüeta para a posição normal sem a remoção do conjunto. Essas travas deverão ser facilmente identificáveis, podendo ser pintadas, e serão fornecidas com um segundo mecanismo de segurança (trava de viagem) que impeça sua ativação por quebra acidental do vidro durante o transporte ou instalação. Essa "trava de viagem" será removida após a instalação definitiva e as instruções para remoção serão enviadas junto com a chave e o segredo. Os parafusos de fixação das travas automáticas serão da mesma bitola que os de fixação do tampo de serviço, de forma que a remoção de ambos seja possível com a mesma chave. MANCAIS Serão em aço-carbono SAE 1020 e terão rolamentos axiais e radiais. Deverão ser dimensionados em função do peso da porta e possibilitar o giro de 180 graus. O mancal superior deverá permitir a passagem da fiação do sistema de alarme sensorial através de abertura axial (o eixo do mancal superior é oco) com diâmetro mínimo de 3/8". Outro caminhamento da fiação poderá ser utilizado se não interferir no movimento de abertura e fechamento da porta, e desde que submetida previamente à aprovação do PROPRIETÁRIO.

3.1.18.2

3.1.18.3

3.1.19

3.1.20

BATENTE DE FECHAMENTO Será instalado na borda da porta ou do caixilho um pino ou faixa de borracha nitrílica de forma a impedir o contato metal/metal entre a porta e o caixilho, bem como evitar danos à pintura. É facultado ao fabricante alterar o posicionamento indicado no desenho fornecido pelo Banco.

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continuação

E-POR.10

3.2 3.2.1

CAIXILHO Será em aço-carbono SAE 1020, bitola 4,75 mm (3/16"), projetado para uma parede de 250 mm de espessura e construído de forma a alojar a porta com perfeição. As diversas partes que compõem o caixilho serão totalmente soldadas para formar um quadro rígido, e possuirá grapas ou nervuras para chumbamento ou ancoramento ao graute, bem como pontos de içamento para fins de transporte. A chapa inferior do caixilho será em chapa de aço-carbono SAE 1020, bitola 12,7 mm (1/2"), com as bordas dianteira e traseira chanfradas de forma a facilitar o acesso de equipamentos rodantes. A folga máxima admissível entre esta chapa e a face inferior da porta é de 6 mm. Para a entrada da fiação será executada, na face superior do caixilho, uma caixa de passagem (4 x 4"), também em chapa de aço-carbono SAE 1020, bem como será instalado eletroduto interligando-a com a caixa dos mecanismos, através do eixo do mancal superior da porta, dotado de bucha e arruela nas duas extremidades. O eletroduto conterá um cabo-guia de arame galvanizado ou de cadarço, para fins de passagem da fiação do sistema de alarme. PORTA DO DIA Será em forma de grade, executada com barras de aço laminado SAE 1020, dos tipos chata (1/2 x 1/2") e redonda (5/8"). Sua fixação ao caixilho será por meio de dobradiças do tipo "cachimbo", de forma a permitir o intercâmbio do sentido de abertura à direita ou à esquerda. Será dotada de fechadura de cilindro.

3.2.2

3.2.3

3.3

3.4

BATENTE PARA ABERTURA DA PORTA Cada unidade de porta terá um batente para limitar o curso de abertura da porta e evitar colisão com a parede nos movimentos de 180 graus. Esse batente será composto de um amortecedor de borracha, um perfil de fixação e chumbadores expansivos para fixá-lo ao piso. Será também conjugado com um sistema de retenção mecânico ou magnético que impeça o fechamento acidental.

3.5

ESPAÇADORES PARA NIVELAMENTO Cada porta será fornecida com um conjunto de 8 espaçadores de nivelamento reguláveis, tipo parafuso com rosca M16 ou 5/8", com ponta cônica e porca tubular, para efetuar o estroncamento e nivelar o conjunto.

3.6 3.6.1

ACABAMENTOS As faces visíveis (frontal, laterais, caixilhos e tampo de serviço) receberão fosfatização a frio, "primer" e pintura final com tinta à base de poliuretano graneado cinza. Na face externa da porta será pintada a seguinte mensagem na cor vermelha. “ESTA PORTA É DOTADA DE BLINDAGEM QUÍMICA. A EXECUÇÃO DE FUROS OU CORTES COM FERRAMENTAS QUE POSSAM ELEVAR A TEMPERATURA (FURADEIRAS, SERRAS, MAÇARICOS, ETC.) PODERÁ PROVOCAR QUEIMADURAS E/OU INTOXICAÇÃO."

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continuação

E-POR.10

3.6.2

As faces em contato com o concreto ou graute receberão fosfatização a frio e "primer"; as peças e partes móveis da ferragem, bicromatização, e os parafusos, porcas, arruelas, contrapinos, etc., receberão cadmiação e bicromatização. MECANISMOS DE FECHAMENTO SEGREDO DE COMBINAÇÃO NUMÉRICAS Terá o mínimo de 4 combinações (4 discos) e permitirá o mínimo de 1.000.000 de combinações diferentes, com mudança automática do segredo por meio de chave especial. Deverá dispor de 1 trava automática na caixa, que impeça o movimento da lingüeta no caso de remoção da tampa. Deverá suportar, no mínimo, 20.000 ciclos completos de funcionamento normal de combinações a uma rotação que não exceda 48 rpm. Todas as peças móveis serão em latão, admitindo-se o uso de outros materiais resistentes à corrosão e autolubrificantes, desde que submetido previamente à aprovação do PROPRIETÁRIO. A caixa do segredo será bicromatizada e o conjunto deverá permitir exposição à névoa salina por 72 horas, com funcionamento posterior normal. O dial será do tipo de visão restrita (antiespia) , com 100 divisões, podendo ser numérico, alfabético ou alfanumérico. FECHADURA Serão aceitas fechaduras do tipo volumétrica ou do tipo gorges com palheta dupla. Todas as peças que não forem de latão serão bicromatizadas, inclusive a caixa e a tampa ou receberão tratamento superficial anticorrosivo equivalente, sob aprovação do PROPRIETÁRIO. Sendo do tipo gorges, a fechadura conterá, no mínimo, 7 lâminas e será de duplo comando, ou seja, para o curso completo da lingüeta serão utilizadas 2 chaves diferentes, uma para liberação parcial e outra para completar o curso. As chaves serão de dupla palheta, com ponteira destacável, e a fechadura só permitirá a remoção da chave com a lingüeta acionada (posição "trancada"). MECANISMOS DE CONTROLE E DE TEMPO DE ABERTURA “TIMER" DE PROGRAMAÇÃO DE DATA E HORA DE ABERTURA A porta-forte será fornecida com um "timer" que permita a programação de abertura em dia e hora predeterminados O "timer" poderá ser eletrônico ou mecânico. No caso de ser mecânico, com fechadura triplecronométrica, o "timer" será dotado de 3 cronômetros em linha, prevalecendo a programação de tempo mais curta e com acesso para programação apenas com a porta aberta.

3.7 3.7.1 3.7.1.1

3.7.1.2 3.7.1.3

3.7.1.4 3.7.2 3.7.2.1

3.7.2.2

3.8 3.8.1

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continuação

E-POR.10

3.8.2 3.8.2.1

FECHADURA DE RETARDO Esta fechadura deverá proporcionar um retardo entre 10 e 12 minutos na abertura da porta, contados a partir do acionamento. Será independente da fechadura, do segredo e do "timer" de programação de data e hora de abertura. Tem por objetivo o uso durante o expediente. Neste período, será ativada quando fechada a porta-forte de forma que, mesmo estando desativados a fechadura e o segredo, exigirá que sejam aguardados de 10 a 12 minutos para a próxima abertura dos fechos da porta. O posicionamento da fechadura, assim como o ponto de atuação no mecanismo de movimento dos fechos ficará e critério do fabricante. INFORMAÇÕES ADICIONAIS São as seguintes as especificações complementares: • aço-carbono SAN 1020: C = .18/.23; Mn= .30/.80; P = .040, no máximo; S= .050, no máximo; • • • • parafusos e porcas: ASTM-A 307 ou SAE 1020; perfis laminados: ASTM-A 283 graus C; eletrodos: AWS-E 7018; arame MIG: AWS-AS-18-79.

3.8.2.2 3.9

4.

FABRICANTES Admite-se o emprego dos produtos e equipamentos fabricados pelas firmas relacionadas a seguir.

4.1

GRAUTE • • Otto Baumgart Indústria e Comércio S.A., sob a marca "V-1 Grauth"; Sika S.A., sob a marca "Sikagraut".

4.2

PORTA-FORTE, TRAPÃO E VENTILADOR "Z" • • • Bernardini S.A. Indústria e Comércio; Berta S.A. Sistemas de Segurança; Fichet-Bauche do Brasil Ltda.

4.3

TELA DE AÇO SOLDADA • • Bematel, tipo QA 113; Telcon S.A. Indústria e Comércio, tipo Q 113.

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Porta Giratória Detectora de Metais E-POR.20

1. 1.1

DEFINIÇÃO Trata-se de porta destinada à proteção das agências contra assaltos, com a função de detectar massas metálicas (armas) por meio de sensor ligado a dispositivos mecânicos que acionam o travamento da porta, impedindo o ingresso do portador do material detectado. Deverá ser observado o constante na P-29.POR.01 e seus anexos. O conjunto "Porta Giratória Detectora de Metais" (PGDM) é composto de: HALL DE ENTRADA Espaço de transição entre a porta principal de acesso ao prédio e o portal. Será sempre dotado de forro estanque, devido às perdas do ar condicionado da agência.

1.2 1.3 1.3.1

1.3.2

PORTAL Componente anterior à caixa de passagem (sentido de entrada) , onde são instalados dispositivos eletrônicos sensíveis a massas metálicas.

1.3.3

CAIXA DE PASSAGEM Conjunto de superfícies verticais e horizontais que delimita o espaço das folhas giratórias.

1.3.4

FOLHAS GIRATÓRIAS Compõem o mecanismo que, ao girar, controla o fluxo de pessoas que entram e saem do prédio, de forma a garantir a passagem de uma pessoa de cada vez.

1.3.5

PORTA ALTERNATIVA Item obrigatório para a instalação da PGDM, destinado à comunicação alternativa com o espaço externo da dependência, a ser transposta por usuários em situações especiais (deficientes físicos, portadores de marcapasso e saída de emergência).

1.3.6

DISPOSITIVO DETECTOR DE METAIS Consiste no conjunto de componentes eletro-eletrônicos destinados à detecção de massas, sinalização e acionamento do mecanismo de travamento e controle remoto.

1.3.7

MECANISMO DE TRAVAMENTO Caracteriza-se pelo conjunto de componentes que produzem o travamento mecânico das folhas giratórias quando acionados pelo sistema de detecção, impedindo o ingresso de pessoas no interior da dependência.

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continuação

E-POR.20

2. 2.1 2.1.1 2.1.2

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS HALL DE ENTRADA E PORTA ALTERNATIVA A estrutura, vidros, ferragens e leiaute com as dimensões do hall de entrada e de porta alternativa serão definidos e especificados para cada caso. Serão fornecidas 2 chaves da fechadura, devendo uma delas ser instalada em uma caixa tipo "quebre o vidro", a ser instalada nas proximidades do acesso alternativo, para uso em situação de emergência. A PGDM deverá ser dotada de abertura para passagem ou recepção de massas metálicas no interior do hall de entrada ou na fachada. Tal abertura deverá ser instalada de modo a não interferir no funcionamento do detector (vide anexo 2 da P-29.POR.01). CAIXA DE PASSAGEM ESTRUTURA Poderá ser autoportante ou estruturada por esquadrias confeccionadas em perfis de alumínio, aço ou madeira de lei. No caso de sistema autoportante, deverão ser utilizadas ferragens de sustentação e união entre os painéis, além de estrutura de sustentação do teto, que resistam às solicitações geradas pelo travamento das folhas giratórias. 2.2.1.2
ESTRUTURA Alumínio Pintura Eletrostática

2.1.3

2.2 2.2.1 2.2.1.1

A estrutura da caixa de passagem terá os seguintes acabamentos, conforme o tipo:
TIPO DE ACABAMENTO Fundo: primeiramente uma única demão pulverizada de "wash primer", aplicado a pistola; depois, primer epóxi. Acabamento: tinta epóxi poliamida, referência cromática cinza kaisel fosco 91 (General Motors), tintas Wanda

Aço

Pintura Eletrostática

Fundo: primer epóxi Acabamento: tinta epóxi poliamida, referência cromática cinza kaisel fosco 91 (General Motors), tintas Wanda

Madeira

Pintura Automotiva

Fundo: primer universal Acabamento: tinta laca nitrocelulose, linha automotiva, sem polimento, referência cinza kaisel fosco 91 (General Motors), tintas Wanda

Revestimento em Laminado

Laminado fenólico melamínico, acabamento texturizado, referências: • • • cinza metálico 915, (Fórmica – Cynamid Química do Brasil) L.116 – grafite (Formiline) 380 (GRA) – grafite (Formiplac)

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continuação

E-POR.20

2.2.2

VIDROS Serão sempre de segurança, temperados ou laminados, com espessura mínima de 6 mm, transparentes, incolores. No caso de autoportantes, serão utilizados somente vidros temperados, com espessura mínima de 10 mm, ou policarbonato com resistência equivalente. A fixação dos painéis de vidro será executada de forma a garantir que o funcionamento não implique em riscos de queda e quebra. É vedado o uso de massa de vidraceiro ou arrebites.

2.2.3 2.2.3.1 2.2.3.2 2.2.3.3

TETO O teto da caixa de passagem terá estrutura que não interfira com o detector. A platibanda terá acabamento em pintura eletrostática, pintura automotiva Ou revestimento em laminado, seguindo as especificações constantes do item 2.2.1, retro. O forro estanque terá acabamento em chapa de compensado de 10 mm revestida de laminado fenólico melamínico, na cor cinza claro, referência cromática 956 (Fórmica) , acabamento texturizado. As uniões do revestimento, bem como qualquer tipo de junta, deverão obedecer rigorosamente a posição de parada das folhas giratórias definidas nos anexos 4 e 5 da P-29.POR.01. O espaço do entreforro terá fechamento em toda a extensão da parte superior. Terá acabamento em pintura eletrostática, pintura automotiva ou revestimento em laminado, seguindo as especificações constantes do item 2.2.1, retro. O entreforro deverá abrigar o mecanismo de travamento e possuir aberturas para ventilação e tampas removíveis (ou outro sistema de abertura) para manutenção. DIMENSÕES A altura livre (piso acabado-forro será de 210 cm. A largura livre dos vãos de entrada e saída terá dimensão nominal de 80 cm (+/- 5 cm) e pé direito de 210 cm.

2.2.3.4

2.2.4

2.3 2.3.1

PORTAL Poderá ser confeccionado em madeira, material sintético, fibra de vidro ou combinação destas com chapas metálicas, com acabamento em pintura eletrostática ou revestimento em laminado ou material sintético, seguindo especificações do item 2.2.1, retro. A altura livre interna será de 210 cm. A largura livre interna terá dimensão nominal de 80 cm (+/- 5 cm). FOLHAS GIRATÓRIAS ESTRUTURA E VIDROS Serão 3 folhas, espaçadas de 120 graus, com estrutura e vidros conforme itens 2.2.1 e 2.2.2, retro. Deverão ser instalados 3 puxadores, sendo um em cada folha, de vidro ou acrílico transparente.

2.3.2 2.4 2.4.1

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continuação

E-POR.20

2.4.2

FIXAÇÃO As folhas deverão ser rigidamente fixadas às articulações inferior e superior de forma a garantir a resistência do conjunto, tanto no uso normal quanto nos impactos de travamento.

2.4.3 2.4.3.1

APOIOS As folhas giratórias deverão ser suportadas por 2 apoios com mancais de rolamento nas extremidades superior e inferior. Deverão ser utilizados rolamentos devidamente dimensionados para as solicitações do conjunto girante, a saber: • • mancal inferior: esforços axiais (rolamentos de roletes ou oblíquos de esferas); mancal superior: esforços radiais (rolamentos de esferas).

2.4.3.2

As caixas dos mancais deverão ser dotadas de vedação dinâmica de forma a impedir a penetração de poeira, detritos, respingos d'água, etc. A montagem dos anéis interno e externo dos rolamentos deverá garantir o ajuste adequado do conjunto girante, bem como permitir a sue rápida substituição. MOVIMENTO DE ROTAÇÃO O conjunto girante deverá ser dotado de dispositivo regulável para atenuação de velocidade e aceleração, bem como sistema de posicionamento de parada definida. O impulsionamento manual do conjunto girante deverá ser suave, permitindo a sua movimentação com pequeno esforço, de modo a não restringir o conforto e a utilização por pessoas debilitadas.

2.4.4

2.5 2.5.1

DISPOSITIVO DETECTOR DE METAIS SENSIBILIDADE Dentro da zona de atuação do sistema, que corresponde a todo o volume interno do portal, o sistema deverá atuar de acordo com os seguintes limites de detecção: • • relógios de pulso, chaveiros de dimensões normais, braceletes, etc., não deverão ser detectados: armas de fogo, fabricadas em aço ou aço de liga leve, de massa equivalente ou superior a do revólver calibre 22 ou da pistola 6.35, atualmente fabricados no pais, deverão provocar o acionamento do mecanismo de travamento da porta giratória, mesmo se portadas por elemento que adentre o portal caminhando de forma lenta.

2.5.2

ESTABILIDADE O sistema deverá apresentar características de estabilidade tais que seus ajustes de operação e sensibilidade não sejam alterados em função de: • • • variações climáticas: faixa de temperatura. 10 a 30 graus; faixa de umidade: 20 a 90%, sem condensação; vibrações normais decorrentes de esforços mecânicos na porta; movimentação de massas metálicas fora do conjunto (a mais de 1,50 m).

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5.5.3 REJEIÇÃO À INTERFERÊNCIAS ELETROMAGNÉTICAS O detector eletrônico deverá ser imune a campos eletromagnéticos normais existentes nas agências. sendo facultada sua integração ao monobloco do sistema eletrônico. na falta de energia elétrica. localizada em local de fácil acesso para manutenção e de forma a não comprometer a estética do conjunto. selada. A construção mecânica do invólucro desse dispositivo e a fixação interna da placa eletrônica. de forma a impedir o destravamento da porta por elementos estranhos utilizando acionadores remotos ordinários. alimentação.4. eletroímãs. chave liga/desliga rede (para uso do pessoal da manutenção).continuação E-POR. capacidade mínima de 36 Ah. a unidade defeituosa será encaminhada ao fornecedor para os reparos necessários.5.1 2. 2. Os circuitos eletrônicos deverão estar contidos em gabinete metálico ou de material sintético. Este conjunto será dotado de conectores apropriados de encaixe. operando por radiofrequência ou emissão infravermelho onidírecional. 2.5 CONTROLE REMOTO Será do tipo sem fios.2 2. Neste caso. utilizando-se unidade reserva pré-ajustada. 2. bateria: tipo automotiva.6.5.4.5. VHF/UHF. Será exigido uso de placas de circuito impresso de fibra de vidro. etc. proteção de entrada: através de fusível. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.5. com travamento e baixas perdas. o sistema eletrônico deverá dispor de recursos de flexibilidade que possibilitem sua substituição completa por técnicos não especializados. confeccionadas e montadas por processo industrial que cumpra normas profissionais de acabamento e qualidade.20 2. Este controle deverá permitir o travamento e a liberação da porta pelo vigilante controlador. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. chave ativa/inibe circuito eletrônico.6. com garantia mínima de 2 anos. selecionável por TAP. 2. que poderá ocupar invólucro similar. para interligação às bobinas de emissão/detecção. São as seguintes as especificações do retificador/flutuador: • • • • • tensão de entrada: 220/127.6 2.4 2.Proibida a reprodução sem autorização. com condição sinalizada por LED (operada pelos usuários). deverão ser sólidas e resistentes a impactos decorrentes de quedas. sistemas de iluminação fluorescentes e espúrios da rede da Concessionária.5. que confira ao sistema adequada proteção mecânica.5. disponíveis no mercado. inclusive pilhas secas.6.1 CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS Tendo em vista as eventuais dificuldades de manutenção local. a exemplo de emissões de "Walkie Talkie". Partes I. com atributos de seletividade e exclusividade. sob o número 218504 . monofásico. II e III.2 FONTE DE ALIMENTAÇÃO A alimentação elétrica do sistema de detecção e travamento deverá ser estabilizada.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . controle de sensibilidade. Capital Federal. devendo ser comutada automaticamente para a bateria. Idêntico tratamento deverá ser dado ao conjunto da fonte de alimentação.5.

Cópia fiel da Edição impressa em 1995. conectando-as à malha de proteção do sistema elétrico da dependência.continuação E-POR. 3. caso exista. Capital Federal. 3.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS CONFORTO ACÚSTICO Os níveis de ruído emitidos pelos dispositivos eletromecânicos não deverão superar os estabelecidos pela NB-95 . deverá receber tratamento térmico.2 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.20 2. afixada no portal. serão observados os aspectos relacionados nos itens a seguir. O mecanismo deverá permitir o retorno das folhas giratórias no sentido horário (visto de cima) para a evasão do usuário da caixa de passagem: todo o mecanismo deverá ficar contido no entreforro da caixa de passagem.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . o sistema de travamento não poderá ser neutralizado a partir do interior da caixa de passagem.2.Níveis de ruído para conforto acústico (NBR-10152). 3. deverão ser mantidos dentro de limiares que garantam total segurança contra interferências em dispositivos de marcapassos cardíacos.2. a superfície da peça que colide com pino de travamento. o pino de travamento. deverá ter formato concordante com o mesmo. facilmente visualisável pelo elemento controlador da porta.1 3.3 3.3 REQUISITOS DE SEGURANÇA Todo o conjunto será concebido de forma a evitar quaisquer riscos físicos aos usuários. conforme anexo 3 da P-29 POR. em local visível e com a citação da porta alternativa de acesso.6 MECANISMO DE TRAVAMENTO O funcionamento do mecanismo de travamento deverá contemplar os seguintes aspectos: • • • • • • • suportar as solicitações do impacto de travamento sem risco de quebra/desgaste prematuro das peças envolvidas.Proibida a reprodução sem autorização.4 3.2 3.1 3. sob o número 218504 . Os níveis de emissão eletromagnética do aparelho. O travamento da porta será indicado por meios de sinal luminoso. Partes I. bem como o seu dispositivo de guia. Será instalada uma faixa auto-adesiva de advertência para portadoras de marcapasso.2. SINALIZAÇÃO As folhas giratórias serão dotadas de sinalização do sentido de rotação. em quaisquer condições de ajuste dos circuitos. II e III. O mecanismo de travamento deverá possuir dispositivos nos batentes para amortecimento do impacto e evitando-se "pancadas secas" geradas pelo efeito de travamento.3. Será previsto aterramento de todas as partes metálicas. 3. de forma a garantir a sua durabilidade. 01.3.2. Entre outros cuidados.

II e III. Caberá ao CONSTRUTOR o fornecimento e instalação de eletrodutos. incluindo roteiros e planilhas para diagnóstico de defeitos. sob o número 218504 . instruções para manutenção básica em campo e para substituição de monoblocos eletrônicos.5 3. 4.5.A. e proteção termomagnética independente junto ao quadro elétrico. Sistema Automação S.20 3.. condutores de fase.1 DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA O CONSTRUTOR deverá entregar documentação técnica completa. e detalhes em 3 vistas das principais peças mecânicas. com identificação de componentes.4 INFRAESTRUTURA ELÉTRICA O conjunto será alimentado através de circuito exclusivo. detalhes e cuidados de instalação. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . na forma de 2 manuais contendo o descrito nos itens a seguir. diagramas esquemáticos completos. leiaute interno. 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.6 CONFIABILIDADE A tecnologia construtiva empregada no sistema deverá fazer uso de componentes de qualidade. Wolpac Sistemas de Controle Ltda. neutro e terra com seção mínima de 2. Capital Federal. 3.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 3. de forma a garantir funcionamento confiável e baixíssima incidência de defeitos em todos os componentes do conjunto PGDM. Indústria de Viaturas.continuação E-POR.5.A. quantitativos de materiais e componentes.7 GARANTIA DE FABRICAÇÃO Deverá ser fornecido certificado de garantia válido por 2 anos contra defeitos de fabricação e instalação. onde constarão detalhes executivos complementares.5 mm². fonte e demais componentes eletromecânicos.5.2 • • • • • • • MANUAL 1 (para uso do Departamento de Engenharia do Banco do Brasil): descrição básica de operação/funcionamento com diagramas em blocos funcionais. a partir de quadro elétrico indicado no projeto fornecido pelo Banco. 3. 3. Partes I. cuidados para utilização do sistema e instruções para o ajuste no sistema. instruções de ajuste e manutenção. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO somente admite a utilização dos produtos fabricados por: • • • Massari S.3 MANUAL 2 (para uso do pessoal das agências): • • descrição básica de funcionamento.

referente ao diâmetro.8 2. 2.9 4.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pregos E PRE. unidade que corresponde a 1/2 da polegada antiga.4 5.9 1. Prego de linha (NBR-7697).5 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.9 6.2 2. FIEIRA n° 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 diâmetro (mm) 0.1 A designação de pregos com cabeça será feita por dois números (a x b) O primeiro deles. Fixação ferroviária . CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 2.7 0.8 0. II e III.6 0. sob o número 218504 . haverá particular atenção para O disposto nas seguintes EB-73/81 EB-755/61 MB-956/76 PB-58/65 PB-248/89 TB-141/88 Pregos comuns e arestas de aço para madeiras (NBR-6627).1 1.4 n° 19 20 21 22 23 24 25 26 27 PARIS diâmetro (mm) 3.0 7.4 7. O segundo número representa O comprimento medido em linhas (2.2 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.3 mm).2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Prego de linha .determinação da resistência ao dobramento (NBR7699).0 2. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Partes I.6 8.0 1. Capital Federal.prego asa de barata (NBR-7616). Fixação ferroviária .9 5. Prego comum de cabeça cônica (NBR-6374).01 1.6 1.4 1.4 4.prego de linha (NBR-7644). é o número do prego na Pieira Paris.Proibida a reprodução sem autorização.3 1.

4 10. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.0 3. sob o número 218504 . Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização.continuação E PRE.7 3.0 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .4 28 29 30 PARIS 8. II e III.01 FIEIRA 16 17 18 2. Partes I.8 9.

3. Serão impermeáveis. sob o número 218504 .5.3 As mantas serão planas. sob a marca "Manta de PVC Sikanorm". máxima: 1. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Sika S. Resistirão ao envelhecimento. resistentes à umidade e não devem sofrer modificações em seu volume ao contato com a água. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . mínima: 60 N. a espessura da manta nos pontos isolados não será menor do que 90% do valor nominal. manta de PVC é o produto obtido pela calandragem ou extrusão do policloreto de vinila. tensão de ruptura à tração: 12 MPa: alongamento na ruptura à tração: 250%. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. carga de ruptura à tração na emenda (corpo de prova tipo 1 da MB-57/82 (NBR7462). de bordas paralelas e terão espessura uniforme. rachaduras e ondulações.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As mantas de PVC devem apresentar as seguintes características: • • • • • • espessura mínima: 1 mm..Proibida a reprodução sem autorização.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Policloreto de Vinila Mantas de PVC E-PVC.ensaio de tração (NBR-7462). ou seja. especial atenção será dada à MB57/82 . dureza shore A: 80 +/.Elastômero vulcanizado . 2.01 1.A. ao ataque de microorganismos e aos álcalis e ácidos dissolvidos na água. II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 3. Devem resistir a perfurações por grãos de areia e não apresentarão bolhas.4 g/cm³. 3. Partes I. Não modificarão suas características físicas na faixa de temperatura de 0 a 70°C. Capital Federal. 3. massa específica relativa. 4. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.

.9 e 0.. 1. Partes I.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Quartzo Grãos Aglutinados E-QUA. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. Comércio e Engenharia Ltda..2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Trata-se de produto destinado a revestimento.1 1. Satelli Indústria. Comércio e Serviços de Revestimentos Ltda. sob a marca "Sunplast".. Fulget Industrial e Comercial Ltda. Os grãos de quartzo serão objeto de rigorosa seleção e coloridos com pigmentos resistentes à luz. Capital Federal. II e III.Proibida a reprodução sem autorização. O tipo GG está classificado granulometricamente entre 1. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricado por: • • • • • • • Arquiplast Indústria.59 mm. A apresentação do produto é feita nos tipos GG (granulometria grossa) e GF (granulometria fina). sob o número 218504 . Durox Materiais para Acabamentos Ltda. constituído por grãos de quartzo aglutinados por resina acrílica e protegidos por filme de resina epóxi. 1.84 e 0.. sob a marca "Granita". Tecnosum Indústria e Comércio Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob a marca "Granilha”.84 mm e o tipo GF entre 0. Imprevisol Ltda.01 1. sob a marca "Imprecolor Quartz": Minavit Ltda.3 2..

3 2. Sisa ..2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O sistema de suspensão de tubulações deve destinar-se a tubos ou dutos de qualquer formato. 1.Proibida a reprodução sem autorização. médios ou pesados. O sistema permitirá a suspensão da tubulação a qualquer altura e regulagem milimétrica FABRICANTES Admite-se o emprego de equipamentos fabricados por: • • • Marvitec Indústria e Comércio Ltda.1 1. Capital Federal. II e III.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Suspensão de Tubulações Metálica E-SUS.. Todos os componentes do sistema de suspensão serão protegidos por processo eletrolítico zinco-bicromatizado. 1.Sociedade Eletromecânica Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . garantindo uma resistência à corrosão de 120 horas no teste "salt-spray".01 1. leves. sob o número 218504 . Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Mecânica Walsywa Ltda.

Tacolindner S.Indústria de Madeiras.3 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os frisos serão confeccionados com madeira rigorosamente selecionada e seca em estufa.2 1. As tábuas de friso serão de respiga e mecha (macho-e-fêmea) perfeitamente galgadas. 1. sob o número 218504 .A. Wiegando Olsen S.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tábua corrida (frisos) Madeira E-TAB. Parquet Paulista S.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Cemex Comércio Madeiras Exportação S. 1.1 1. com superfície aplainada e aparelhada.01 1.A. permitirá perfeita justaposição e... com folga na contraface.A. consequentemente. Partes I.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • • • Atlantic Veneer do Brasil S.Seleções de Madeiras S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. com a finalidade de compensar os efeitos da dilatação pela umidade ambiente. . A saliência das respigas (machos) será ligeiramente inferior à profundidade das mechas (fêmeas) e a forma trapezoidal de ambas. Recoma. com teor de umidade entre 8 e 12%. juntas quase invisíveis na face superior dos frisos. compatível com as condições locais. II e III. Selmasa .A.. apresentando coloração uniforme.4 2.Proibida a reprodução sem autorização. Os frisos levarão canais ou sulcos longitudinais na face inferior.A. Cruzeiro Laminados Indústria e Comércio Ltda. Capital Federal..

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tacos Madeira . 2. Capital Federal. Tacos modulares de madeira para soalhos na construção coordenada modularmente (NBR-5724). Selmasa . Partes I.Seleções de Madeiras S.. II e III. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • Atlantlc Veneer do Brasil S.A.01 1.Comuns E-TAC.. Indusparquet Indústria e Comércio de Madeiras Ltda. Execução de soalhos de tacos de madeira. NORMAS Haverá particular atenção para o disposto nas seguintes normas da ABNT: EB-14/45 NB-9/45 NB-373/81 Taco de madeira para soalhos (NBR-6451).Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Recoma. sob o número 218504 .

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tacos Madeira .. II e III. Madeireira Felgueiras Indústria e Comércio de Tacos Ltda. sob a marca "Supertac". Selmasa Seleções de Madeiras S.A. sob a marca "Taco de Encaixe".Encaixe Secos em Estufa E-TAC. Partes I. Recoma.02 1. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram se análogos os produtos fabricados por • • • • • • Indusparquet Indústria e Comércio de Madeiras Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Parquet Paulista S. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão de macho-e-fêmea e apresentarão teor de umidade entre 8 e 12% compatível com as condições geoclimáticas do local. Wiegando Olsen S. sob o número 218504 . Capital Federal.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização.A. 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

II e III. inspeção ou visita. 1. de armários. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Os caixilhos serão colocados em nível superior aos das áreas circundantes. Bueiros e Caixas Diversas E-TAM.1 CONDIÇÕES GERAIS Os caixilhos serão executados em aço comum para guarnecimento de placas do material com acabamento idêntico ao da pavimentação e/ou revestimento circundante das vedações de caixa de passagem. A robustez do cada caixilho e os detalhes de fixação e aparência serão objeto de exame e aprovação da FISCALIZAÇÃO. Capital Federal.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 1. de abrigos etc. de quadros elétricos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. de modo que através das tampas não haja penetração de águas servidas ou de lavagens.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tampas Reservatórios.01 1. sob o número 218504 . com alças para suspensão. Os tampões de todas as caixas deverão ser constituídos por caixilhos e tampas de ferro fundido. Partes I. salvo indicação em contrário. 1.Proibida a reprodução sem autorização.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Duomo Indústria de Acrílico e Fibra de Vidro Ltda. FABRICANTES Admitem-se os produtos fabricados por: • • • • Colorplast Indústria e Comércio de Plásticos Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Polifibras do Brasil Plásticos Reforçados e Acrílicos Ltda..01 1. sob o número 218504 .. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I. II e III. Usiarte Indústria e Comércio de Produtos de Acrílico e Fibra de Vidro. Capital Federal..MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Acrílico E-TEL.Proibida a reprodução sem autorização.

FABRICANTES São admitidos os produtos fabricados por: • • • • Perkron Construções Indústria e Comércio Ltda.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I. com perfil que permita vencer vãos sem emprego de apoios intermediários.. Tekno S. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Indústria e Comércio.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Aço Simples E-TEL. sob o número 218504 . autoportantes. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Robertson Tekno Ltda. Construções. usinados em chapa estampada e repuxada. 2.02 1 DEFINIÇÃO Elementos de cobertura. II e III. Roll-For Artefatos Metálicos Ltda...Proibida a reprodução sem autorização.

Alumínio do Brasil S. II e III.2.. "Maxi Ondulada". As chapas de alumínio terão 0.1 DUPLAS São elementos de cobertura.3 1.1 SIMPLES • • • Alcan Alumínio do Brasil S. sob as marcas "Telha Ondulada". "Telha tipo Amazonas" e "Telha Trapezoidal". "Super-Telhas Onduladas" e "Trapezoidais". A resistência ao fogo dos painéis está de acordo com a categoria B-1 da norma DIN 4102. Laminação e Extrusão.A.3.A.5 mm de espessura e serão fabricadas em liga de alta resistência à corrosão. sob o número 218504 . A espuma rígida de poliuretano terá 31 mm de espessura média.2.A. sob as marcas "Telha Standard Ondulada". As chapas de alumínio terão 0. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I. 2. 1. Alumínio S. • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . PRODUTOS/FABRICANTES Consideram se análogos os produtos fabricados por: 1. DUPLAS ANTICHAMA São elementos de cobertura. com antichama. Construções. Capital Federal.. peso específico aparente de 55 kgf/m³ e será injetada entre as duas chapas de alumínio de forma que a aderência da espuma com as chapas se processe em decorrência da expansão da espuma.2 1. Cia. "Telha Standard Trapezoidal". intercaladas com espuma rígida de poliuretano.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS SIMPLES São elementos de cobertura. sob a marca "Kalha-Tekno". com perfil ondulado ou trapezoidal. 1.1 1.2 2. Indústria e Comércio.A.03 1. usinados em chapa de alumínio. "Maxi Trapezoidal" e "Maxi Nervurosa".5 mm de espessura.2 1. intercaladas com espuma rígida de polilsocianurato expandido.Proibida a reprodução sem autorização. constituídos em chapas de alumínio em forma trapezoidal. O polilsocianurato poderá ter espessura entre 30 e 100 mm. constituídos em chapas de alumínio em forma trapezoidal. É vedada a adoção do processo "spray" para aplicação de espuma. Tekno S.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Alumínio Simples e Duplas E-TEL.3. Brasileira de Alumínio. sob as marcas Telhas Onduladas".

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização. 2. Capital Federal. "Telha Trapezoidal Dupla" e "Telha Ondulada Dupla". sob o número 218504 . sob as marcas "Telha Trapezoidal Plana".2 DUPLAS • Bernini Indústria e Comércio Ltda. sob as marcas "Isogrega" e "Isocobertura".. Painéis Isolantes.3 DUPLAS ANTICHAMA • Panisol S.03 2. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.continuação E-TEL. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A. II e III.

2.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1.dimensões (NBR-9599).verificação da impermeabilidade (NBR-8948). Partes I. portanto. Telha cerâmica de capa e canal . gravada em alto ou baixo relevo. Telha cerâmica de capa e canal NBR-9601). ASPECTO VISUAL E CARACTERÍSTICA SONORA A telha cerâmica deve trazer na face inferior. inferir a adequação de algumas propriedades.determinação da carga de ruptura à flexão (NBR-9602). Capital Federal. quebras e rebarbas. possibilita ajuizar o grau de queima da peça e.3 2. II e III. tais como a impermeabilidade e a resistência à flexão. Telha cerâmica de capa e canal tipo plan . Telha cerâmica .1 2.determinação da carga de ruptura à flexão (NBR-6462). Quando suspensa por uma extremidade e percutida. Quanto ao aspecto visual. O som produzido pela telha percutida também evidencia a presença de trincas e fissuras internas. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1. a telha cerâmica apresentará um som metálico. 2. assim como a tonalidade da telha.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS IDENTIFICAÇÃO. deve ser comprovada a origem da telha. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.dimensões (NBR-9598). tais como fissuras na superfície que ficar exposta às interpéries.Proibida a reprodução sem autorização. 2.dimensões (NBR-9600).determinação da massa e da absorção de água (NBR8947). Telha cerâmica tipo francesa . NORMAS As telhas cerâmicas devem obedecer às seguintes normas da ABNT: EB-21/86 EB-1701/86 MB-54/86 MB-2132/85 MB-2133/85 MB-2524/86 PB-1013/86 PB-1245/86 PB-1246/86 PB-1247/86 Telha cerâmica tipo francesa (NSR-7172). a marca do fabricante e a cidade onde foi produzida. Essa característica. esfoliações. Telha cerâmica tipo francesa forma e dimensões (NBR-8038) Telha cerâmica de capa e canal tipo paulista . Telha cerâmica de capa e canal tipo colonial .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Cerâmicas Simples e Esmaltadas E-TEL.1. sob o número 218504 .2 2. não apresentará defeitos sistemáticos. Telha cerâmica .04 1. Em caso diverso.1.

o método de ensaio encontra-se definido na MB-2524/86 (NBR-9602). 2.2 2. dimensões: 43 cm de comprimento e 21. a resistência à flexão será. peso/m²: 42 kg. 2.1 CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS Cada tipo de telha cerâmica deverá obedecer às dimensões e tolerâncias constantes da padronização específica.4 IMPERMEABILIDADE As telhas cerâmicas não apresentarão vazamentos ou formação de gotas em sua face inferior. apresentarão a massa seca máxima que cada peça pode atingir.1 CARGA DE RUPTURA À FLEXÃO Para maior segurança no trânsito de pessoas sobre o telhado. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I. ESMALTAÇÃO A esmaltação se fará nas duas faces da telha. O ensaio será processado de acordo com o MB-2133/85 (NBR-8948). bem como permitir a reposição de peças.5. será considerado o peso máximo e uma absorção de água de 20%. peso médio por peça: 2.2.8 kg..2 2. Quando apoiadas sobre um plano horizontal. encontra-se definido na MB-54/86 (NBR-6462) em se tratando de telhas cerâmicas tipo francesa.2. quando submetidas a ensaio para verificação da impermeabilidade. II e III.5 cm de largura. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . as arestas de telhas cerâmicas de capa e canal não ficarão. Deverá garantir a impermeabilidade do produto e apresentar homogeneidade de cores. • • • • • • peças/m²: 15. separadas desse plano mais do que 5 mm.2 2. O método de ensaio para a determinada carga de ruptura a flexão. tipos francesa e de capa e canal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização. em caso de reforma ou manutenção de telhados.6 2. deflexões ou distorções que venham a prejudicar o encaixe. Capital Federal. As telhas cerâmicas tipo francesa não apresentarão empenamentos.5. de 10 N. em nenhum ponto. Para telhas cerâmicas do tipo capa e canal.7 TELHAS TÉRMICAS As telhas térmicas apresentarão as seguintes características. no mínimo. sob o número 218504 .continuação E-TEL. A determinação da massa e da absorção de água será processada de acordo com a MB2132/85 (NBR-8947). 2. absorção de água na parte inferior: 1 a 3%. MASSA E ABSORÇÃO DE ÁGUA As telhas cerâmicas. Para efeito de dímensionamento da estrutura do telhado. absorção de água na parte superior: 6 a 12%. conforme recomendação do IPT.04 2. Esse aspecto é importante para garantir o perfeito ajuste entre telhas vizinhas.5 2.3 2.

representada por Forja Tijolos S. Cerâmica Maria Paula Ltda.Proibida a reprodução sem autorização...A.Cerâmica Difrei S. 3. Cerâmica Mandi Ltda. Cerâmica Vaz Ltda.. para facilitar o escoamento da água.. bem como ranhuras na lateral da peça. para aumentar a segurança em caso de trânsito sobre ela. Tijolos e Telhas Mavi Ltda.. 3.4 TELHAS TIPO COLONIAL A diferença estética entre a telha do tipo colonial e a telha do tipo paulista é o comprimento maior e a diferença da relação altura/largura O espaçamento entre ripas (galga) é de 44 cm.A. variando entre fabricantes.04 3..1 TELHA TIPO FRANCESA Possui encaixes transversal e longitudinal. Telha Tex Indústria de Cerâmica Ltda. A capa evita a penetração de água recobrindo. à guisa de canais. variando entre fabricantes. Capital Federal.continuação E-TEL. 3. II e III.3 TELHA TIPO PAULISTA A telha tipo paulista difere da telha plan apenas quanto ao perfil. mantendo o mesmo sistema de encaixe. Planatex Indústria de Cerâmica Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 5 FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • • • • • • Cedisa . o que determina um espaçamento entre ripas (galga) de 40 cm. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. em média. Possui outros rebaixos. Partes I. O recobrimento transversal é de 6 cm.. 2 canais vizinhos. Cerâmica Itu Ltda. Indústria Cerâmica Barra Bonita Ltda.2 TELHA TIPO PLAN O escoamento ocorre pelo canal.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . a padronização será a seguinte: 3. A telha apresenta detalhes que propiciam bom encaixe entre canais e ripas e entre capas e canais. em média. sob o número 218504 . longitudinalmente. PADRONIZAÇÃO DE TELHAS CERÂMICAS Para efeito esta Especificação.

Capital Federal. 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . FABRICANTES Admite-se o emprego dos produtos fabricados por: • • • • Duomo Indústria de Acrílico e Fibra de Vidro Ltda.05 1. Durana Técnica em Plástico Ltda.. sob o número 218504 ... II e III. Partes I. M. sob a marca "Translux". Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização. Polifibras do Brasil Plásticos Reforçados e Acrílicos Ltda. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Feitas de resina poliéster e fibra de vidro.A. podem ser transparentes ou leitosas. Pinho Comércio e Indústria Ltda.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Fibra de Vidro E-TEL. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.

sob as marcas "Chapas Onduladas Precon". • • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . nas espessuras de 8 a 10 mm.verificação uniformemente distribuídas (NBR-5643). Peças complementares para telhas onduladas de fibrocimento . Partes I. "Chapas Onduladas Preconit".A.A. 2. "Kalheta Delta".determinação da impermeabilidade (NBR-5642). Tubos Brasilit. Emprego de chapas estruturais de cimento-amianto (NBR-5639). Telha ondulada de fibrocimento . na espessura de 10 mm e "Telha Modulada". Cópia fiel da Edição impressa em 1995. nas espessuras de 6 e 8 mm. Telha ondulada de fibrocimento . na espessura de 10 mm.Proibida a reprodução sem autorização.06 1. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • Eternit S. Indústria e Comércio.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Fibrocimento (Cimento-Amianto) E-TEL.A. na espessura de 4 mm. nas espessuras de 8 e 9 mm e "Sanocalha Estrutural". NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Telha ondulada e chapa estrutural de fibrocimento . sob as marcas "Chapas Onduladas Eternit". sob as marcas "Chapas Onduladas Brasilit". na espessura de 5 mm e "Chapas Onduladas Precontex". nas espessuras de 6 e 8 mm. Capital Federal. Sano S. nas espessuras de 6 e 8 mm. tipos e dimensões(NBR-9066). na espessura de 10 mm. nas espessuras de 6 e 9 mm. sob o número 218504 . "Sanocalha Meio-Tubo". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. nas espessuras de 8 a 10 mm: Precon Industrial S. na espessura de 8 mm.funções. S.. "Canalete". II e III. "Kalhetão Brasilit".A. sob as marcas "Chapas Onduladas Sano". haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-93/82 MB-234/82 MB-236/82 MB-1089/82 MB-1090/82 NB-94/82 NB-554/77 PB-1169/85 Telha ondulada de fíbrocimento (NBR-7581).determinação da absorção de água (NBR-6470). Telha de fibrocimento . da resistência a cargas Folha de telha ondulada de fibrocimento (NBR-7196). na espessura de 8 mm.determinação da resistência à flexão (NBR-6468). na espessura de 8 mm e "Meia-Cana". "Meios-Tubos". "Sanocalha Bandeja".

A lâmina metálica de alumínio terá 0. A madeira compensada será imunizada com sal de Wolman ("Tanalith") para resistir ao ataque de fungos e insetos.20 m de comprimento e 1.05 mm de espessura.5 kgf/m². como cumeeiras de madeira e plástico e peças de fixação.4 3. As telhas serão 2.A. Capital Federal. ondulada. A espessura total da telha será de 6 mm e o peso será de 4. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob a marca "Telhas Madeirit".Proibida a reprodução sem autorização. do tipo compensado naval. Partes I.3 2. do tipo "Tego Film". o que implicará em uma altura total de 37 mm. revestida em um dos lados com lâmina metálica de alumínio - 2.2 2.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A madeira compensada ondulada será constituída por 5 lâminas colocadas com resina sintética. Terão 6.: • Indústrias Madeirit S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III.07 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Madeira E-TEL.. Haverá peças complementares. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.00 m de largura.5 ondas e a altura das ondas será de 31 mm. telha de madeira é a telha constituída por madeira compensada laminada. 2. sob o número 218504 . 2. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por.

.A. Indústria e Comércio de Matéria Plástica. Indústrias Químicas Eletro Cloro S.. Prefal . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Goyana S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . ou de poliéster reforçado com filamentos de vidro.Indústria de Produtos Comércio em Plásticos Reforçados Ltda. Capital Federal.A. sob o número 218504 . 2. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por. em chapas translúcidas ou opacas. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Feitas de cloreto de polivinila (PVC) rígido. Indústria e Comércio Trorion S. Partes I..A. Indústrias Brasileiras de Matérias Plásticas.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Plástico E-TEL. Durana Técnica em Plástico Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A. • • • • • • Braspla S. de alto peso molecular.08 1. II e III.Proibida a reprodução sem autorização.

“Tipo Plan”.1 1.Indústria Brasileira de Vidros e Refratários Ltda. para a capa. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. TIPOS • • • • • “Francesa Paulista”. “Tipo Colonial”. 2. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por. com as dimensões de 50 x 18 x 14 cm. “Francesa Carioca”.Proibida a reprodução sem autorização. para a capa. Indústria de Vidros Pirofrax Ltda.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão claras. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.. com as dimensões de 45 x 16 x 14 cm. bem moldadas e de dimensões uniformes. Capital Federal.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Vidro E-TEL. com encaixe à esquerda e dimensões de 44 x 24 cm. II e III. para a canal e 50 x 14 x 11 cm. • • Ibravir . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . para a canal e 45 x 14 x 11 cm. “Francesa Paraná”. sob o número 218504 . 1. com encaixe à direita e dimensões de 39 x 23 cm.09 1. com encaixe à direita e dimensões de 41 x 24 cm. Partes I.

sob o número 218504 . 1. Siderúrgica Nacional. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Zinco E-TEL. 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III. Partes I. sob a marca "CZC".50 n° de corrugações reais 12 10 efetivas 1 9 n° de corrugações reais 888 745 efetivas 830 695 2. por eletrodeposição.55 a 3.40 0.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão constituídas por chapas zincadas corrugadas. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .50 e 5 55 características da tabela abaixo: espessura (mm) 0. Capital Federal. fabricadas com aço de baixo teor de carbono e revestidas. com uma camada de zinco aplicada por imersão de chapa em banho do metal fundido. em ambas as faces.Proibida a reprodução sem autorização.35 a 0. • Cia. ou ainda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 As telhas terão o comprimento máximo de 3.10 1.

A espessura do núcleo é garantida pelo perfil espaçador e será determinada em função da condutibilidade térmica desejada.25 e 1.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS São elementos de cobertura constituídos de chapas de aço galvanizado em forma trapezoidal.Proibida a reprodução sem autorização.. II e III. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 .3 2.50. 1.65. Para arremate das bordas haverá perfil próprio. Panisol S. Eucatex S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A.A.: • • • Bernini Indústria e Comércio Ltda. Capital Federal. 0. Dependendo do tipo de telha trapezoidal. 0.43. 0. intercaladas com lã de vidro. as espessuras das chapas podem ser de 0. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Painéis Isolantes.95.11 1. lã de rocha. 1. Indústria e Comércio. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Aço Duplas . 1.55 mm.2 1. sob a marca "Telha Termoacústíca". Partes I. polilsocianurato ou poliuretano rígido expandido.80. 0.Termoacústicas E-TEL.

1. constituídos de unidades do mesmo tipo e qualidade. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. nas 3 dimensões.01 1.0 MPa). 1. II e III. podendo apresentar rebaixos de fabricação em uma das faces de maior área.2 DIMENSÃO REAL Dimensão obtida de acordo com o processo definido na EB-19/83 (NBR-7170).2 NORMAS Os tijolos maciços obedecerão às correspondentes normas da ABNT.3 1. conforme sua resistência à compressão. Devem trazer a identificação do fabricante.3 ÁREA BRUTA Área de qualquer uma das faces do tijolo.4.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tijolos e Blocos Cerâmicos E-TIJ. ao produto final. 1. sendo suas dimensões nominais de 190 x 90 x 57 e 190 x 90 x 90 mm (comprimento x largura x altura).1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os tijolos maciços cerâmicos são fabricados com argila.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 1. A unidade de compra é o milheiro. Os especiais são fabricados em formatos e especificações acordados entre as partes. superfícies irregulares. Os tijolos comuns possuirão a forma de um paralelepípedo retangular.5 MPa) e C (4. essencialmente fabricados nas mesmas condições. B (2.4.forma e dimensões (NBR-8041). o que será efetuado sem prejuízo para o uso do produto.2 1.3. atender às condições determinadas nesta Especificação. Capital Federal. 1.4 1. 1. entende-se por tijolo maciço o tijolo que possui todas as faces plenas de material.3. Serão fornecidos em lotes ou sublotes identificáveis.Proibida a reprodução sem autorização. Tijolo maciço cerâmico para alvenaria .5 MPa). Partes I. EB-19/83 PB-1007/83 Tijolo maciço cerâmico para alvenaria (NBR-7170). deformações e desuniformidade de cor.4.3 1.4. queimados a temperatura que permita. particularmente as seguintes.1 TIJOLOS MACIÇOS DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. conformados por extrusão ou prensagem. sob o número 218504 .1 TERMINOLOGIA DIMENSÃO NOMINAL Dimensão especificada pelo fabricante para as arestas do tijolo. 1. quebras. Os tijolos se classificam em comuns e especiais.3. Os tijolos comuns são de uso comum e podem ser classificados em categorias A (1. Os tijolos não apresentarão defeitos sistemáticos tais como trincas. As tolerâncias máximas de fabricação serão de 3 mm para mais ou para menos.

5 Para determinação das dimensões.000 a 3. o lote pode ser aceito na 1ª ou na 2ª amostragem.000 a 50. desde que tenha providenciado a reposição dos tijolos defeituosos.000 1ª AMOSTRA 8 13 20 2ª AMOSTRA 8 13 20 1.5 LOTES de 1. 1. sendo o número de sistema o indicado no quadro a seguir: 1.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .4 Na inspeção por ensaio. por medição direta e por ensaio. de acordo com o indicado a seguir: 1.4.6. Se. Na inspeção por medição direta.001 a 35.6.000 de 35. INSPEÇÃO Serão feitas inspeções de forma geral. o CONSTRUTOR pode solicitar a inspeção geral. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. se houver a reprovação do lote.6. o lote será aceito se a dimensão real encontrada atender às características geométricas especificadas. largura ou altura e mede-se com auxilio de ume trena metálica (aproximação de 2 mm). e serão medidas separadamente. Na inspeção por medição direta. a partir de acordo entre as partes.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. a resistência à compressão dos tijolos será verificada por dupla amostragem. Neste caso. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 . colocam-se 24 tijolos em fila.continuação E-TIJ.2 ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO Os tijolos rejeitados na inspeção serão retirados do lote e substituídos. Na inspeção geral.6. não for possível medir os 24 tijolos dispostos em ume fila. Somem-se os resultados obtidos em qualquer dos casos e divide-se o resultado por 24 para obter-se a dimensão real do comprimento dos tijolos. as exigências quanto às características visuais serão objeto de verificação no lote inteiro. a amostra será dividida em 2 filas de 12. por alguma razão. II e III. Capital Federal.000 tijolos. no sentido do comprimento. ou 3 filas de 8.1 1.000 de 3. transformá-la em dupla amostragem. A fim de reduzir a duração da inspeção geral pode-se.6 1.01 1. Na inspeção por ensaio. serão verificadas as características geométricas em lotes não superiores a 10.

Partes I. é necessário que a soma das unidades defeituosas da 1ª e 2ª amostragens seja inferior ao número de aceitação indicado na tabela acima.verificação da resistência à compressão (NBR 6461). Capital Federal.000 de 35. EB-20/83 MB-53/83 MB-1820/83 PB-1008/83 Bloco cerâmico para alvenaria (NBR-7171). Cópia fiel da Edição impressa em 1995.6.Proibida a reprodução sem autorização. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Bloco cerâmico para alvenaria . Bloco cerâmico para alvenaria formas e dimensões (NBR-8042). Bloco cerâmico portante para alvenaria . entende-se por bloco cerâmico o componente de alvenaria que possui furos prismáticos ou cilíndricos perpendiculares às faces que os contêm. II e III.3. Para que o lote seja aceito na 2ª amostragem. particularmente as seguintes.determinação da área líquida (NBR-8043).001 a 35.001 a 50.6 1. O lote passará para a 2ª amostragem se o número de unidades defeituosas for superior ao número de aceitação e inferior ao de rejeição. 1.6. é necessário que o número de unidades defeituosas seja inferior ou igual ao número de aceitação.3.01 AMOSTRA LOTES 1ª 8 13 20 2ª 8 13 20 UNIDADES DEFEITUOSAS 1ª AMOSTRA n° aceitação 1 2 3 n° rejeição 4 5 7 1ª + 2ª AMOSTRAS n° aceitação 4 6 8 n° rejeição 5 7 9 de 1.3 2. 2. O lote será rejeitado na 1ª amostragem se o número de unidades defeituosas for superior ao número de rejeição. 2.7 2.1 2. BLOCOS CERÂMICOS DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.continuação E-TIJ.6. sob o número 218504 .1 TERMINOLOGIA DIMENSÃO NOMINAL Dimensão especificada pelo fabricante para as arestas do bloco. 2.5 Para que o lote seja aceito na 1 amostragem.000 de 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 DIMENSÃO REAL Dimensão obtida para as arestas do bloco através da média das dimensões de 24 blocos.000 a 3.2 NORMAS Serão obedecidas as normas da ABNT sobre o assunto.000 1.

1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os blocos cerâmicos são fabricados com argila. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .continuação E-TIJ.4.3.4. 2.3. o que será efetuado sem prejuízo para o uso do produto.4 2. conforme tabela abaixo: 2. largura . deformações e desuniformidade de cor. Classificam-se em blocos de vedação ou portantes. com os furos na vertical.5 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.0 2.01 2.5 2. entendendo-se por largura (L). essencialmente fabricados nas mesmas condições. II e III. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização.4 Os blocos cerâmicos podem ser especiais ou comuns. quebras. queimados a temperatura que permita ao produto final atender às condições determinadas nesta Especificação.2 2. Os de vedação são projetados para serem assentados com os furos na horizontal.4. constituídos de blocos do mesmo tipo e qualidade.4. Devem trazer a identificação do fabricante.4.4. Serão fornecidos em lotes ou sublotes identificáveis.6 2.1 Os blocos não apresentarão defeitos sistemáticos tais como trincas. conformados por extrusão.0 7.5 4.0 10. altura (H) e comprimento (C) desse paralelepípedo o seguinte. 2. superfícies irregulares.4 ÁREA LÍQUIDA Área bruta de qualquer uma das faces do bloco diminuída da área dos vazios contidos nesta face. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Os comuns são os de uso corrente e serão classificados conforme sua resistência à compressão na área bruta.menor aresta da face perpendicular aos furos. Capital Federal.maior aresta da face perpendicular aos furos. CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS Os blocos de vedação e portantes comuns possuirão a forma de um paralelepipedo retangular.3 ÁREA BRUTA Área de qualquer uma das faces do bloco.6. Os especiais serão fabricados em formatos e especificações acordados entre as partes. • blocos de vedação: altura . 2. Partes I.3 TIPO De vedação A B C Portante D E RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO (MPa) 1. e os portantes.4.

sob o número 218504 .aresta paralela ao eixo dos furos.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.comprimento . II e III. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

continuação E-TIJ.4. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.6. Partes I.aresta paralela ao eixo dos furos.4.8 A sistemática para a determinação das dimensões é a mesma definida para os tijolos maciços.01 • blocos portantes: largura .3 +/.2 As dimensões comerciais e nominais dos blocos de vedação e portantes comuns são as seguintes: DIMENSÕES COMERCIAIS (cm) LXHXC 10 x 20 x 10 10 x 20 x 20 10 x 20 x 30 10 x 20 x 40 15 x 20 x 10 15 x 20 x 20 15 x 20 x 30 15 x 20 x 40 20 x 20 x 10 20 x 20 x 20 20 x 20 x 30 20 x 20 x 40 DIMENSÕES NOMINAIS (mm) LARGURA (L) 90 90 90 90 140 140 140 140 190 190 190 190 ALTURA (H) 190 190 190 190 190 190 190 190 190 190 190 190 COMPRIMENTO (C) 90 190 290 390 90 190 290 390 90 190 290 390 2. sob o número 218504 .4. Capital Federal. altura .maior aresta da face perpendicular aos furos. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .7 As tolerâncias máximas de fabricação para os blocos são as indicadas a seguir: DIMENSÃO Largura (L) Altura (H) Comprimento (C) Desvio em relação ao esquadro (D) Flecha (F) TOLERÂNCIA (mm) +/. 2.3 +/.3 3 3 2. comprimento . II e III.menor aresta da face perpendicular aos furos.

A planeza das faces destinadas ao revestimento será determinada através da flecha na região central de sua diagonal. por medição direta e por ensaio.5.9 O desvio em relação ao esquadro será medido entre as faces destinadas ao assentamento e ao revestimento do bloco.4. empregando-se régua metálica com precisão de 0.2 LOTES de 1.4. as exigências quanto às características visuais serão verificadas no lote inteiro.10 2. Na inspeção geral.001 a 35. sendo o número de amostras o indicado na tabela a seguir: 2.000 1ª AMOSTRA 32 50 80 2ª AMOSTRA 32 50 80 2.5 mm) metálicos. 2.000 blocos. a resistência à compressão será verificada por dupla amostragem. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. INSPEÇÃO Toda a partida será dividida em lotes. sob o número 218504 . cada bloco será submetido a ensaio.000 de 35. As exigências quanto ao desvio em relação ao esquadro e planeza serão verificadas por dupla amostragem.000 1ª AMOSTRA 8 13 2ª AMOSTRA 8 13 2.4 Na inspeção por ensaio.5) e régua (precisão de 0. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .01 2.5. A resistência à compressão do bloco será determinada de acordo com o método de ensaio constante da MB-53/83 (NBR-6461).6 2. Capital Federal.001 a 50.1 ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO Os blocos rejeitados na inspeção geral serão retirados do lote e substituídos.5. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.000 de 3. II e III.000 a 3.5 mm.000 de 3.continuação E-TIJ. O número de amostras será o indicado na tabela a seguir: LOTES de 1. A determinação da área líquida será procedida de acordo com o método de ensaio constante da MB-1820 (NBR-8043).001 a 35.4. conforme descrito adiante.5. Serão feitas inspeções de forma geral. A inspeção será procedida em local determinado pelas partes para a completa verificação dos pontos preestabelecidos.1 2.000 a 3.11 2.6.3 Na inspeção por medição direta.Proibida a reprodução sem autorização. empregando-se esquadro (90° +/.5 2. Partes I. as exigências quanto às dimensões nominais serão verificadas em lotes não superiores a 10.

000 2.3 Na inspeção por medição direta.6. Nesse caso. O lote passará para a 2ª amostragem se o número de unidades defeituosas for superior ao número de aceitação e inferior ao número de rejeição. Para que o lote seja aceito na 2ª amostragem é necessário que a soma das unidades defeituosas da 1ª e 2ª amostragens seja inferior ao número de aceitação indicado nas tabelas acima.01 2.5 Para que o lote seja aceito na 1ª amostragem. transformar a inspeção geral em dupla amostragem.000 de 3. desde que tenha providenciado a reposição dos blocos defeituosos.000 2. o lote pode ser aceito na 1 ou na 2 amostragem. o lote pode ser aceito na 1 ou na 2 amostragem. o lote será aceito se as dimensões reais encontradas atenderem às características geométricas especificadas. Quanto ao desvio em relação ao esquadro e à planeza.4 Na inspeção por ensaio. O lote será rejeitado na 1ª amostragem se o número de unidades defeituosas for superior ao número de rejeição. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.7 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização. de acordo com o indicado na tabela abaixo: AMOSTRA LOTES 1ª 32 50 80 2ª 32 50 80 UNIDADES DEFEITUOSAS 1ª AMOSTRA n° aceitação 5 7 11 n° rejeição 9 11 16 2ª AMOSTRA n° aceitação 12 18 26 n° rejeição 13 19 27 de 1. 2. Capital Federal.000 de 10. 2.6. pode-se. o CONSTRUTOR pode solicitar nova inspeção geral. de acordo com o indicado na tabela a seguir: AMOSTRA LOTES 1ª 8 13 2ª 8 13 UNIDADES DEFEITUOSAS 1ª AMOSTRA n° aceitação 1 2 n° rejeição 4 5 1ª + 2ª AMOSTRAS n° aceitação 4 6 n° rejeição 5 7 de 1.000 a 3.001 a 10.2 Com o objetivo de reduzir sua duração.continuação E-TIJ. sob o número 218504 .001 a 35. a partir de acordo entre as partes.000 de 3. é necessário que o número de unidades defeituosas seja inferior ou igual ao número de aceitação. Partes I. se houver a reprovação do lote.6 2.6.001 a 35.6.6. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.000 a 3. II e III.6.

antiácidos.Proibida a reprodução sem autorização. aluminosos.determinação da resistência à compressão à temperatura ambiente (NBR-6227). Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tijolos Refratários E-TIJ.02 1. NORMAS Haverá particular atenção para o disposto nas seguintes normas da ABNT: MB-1441/80 MB-1442/80 Tijolos refratários isolantes . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Tijolos refratários isolantes . sob o número 218504 . isolantes de sílica e de carbureto de silício. 2. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão refratários sílico-aluminosos.determinação da resistência à flexão à temperatura ambiente (NBR 6228).

60 a 0. II e III.°C. e do tipo normal e extra. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 ABSORÇÃO A absorção de água decresce com o aumento de sua resistência à compressão.h. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. maciças ou com furos. 3. fabricados em peças prismáticas brancas.2 mm. a vapor. feitas por prensagem de uma argamassa de areia silicosa e cal virgem em pó. Partes I. 3. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Seu valor médio está entre 10 e 12% (kgf de água por kgf de material seco). 3.Proibida a reprodução sem autorização. Nas outras dimensões.m/m². em relação à temperatura da face oposta. sendo fabricados com resistências de 10 até 35 MPa. 3. abaixo da linha de falência (120°C temperatura ambiente). 3. conservando-se.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tijolos Sílico-Calcários E-TIJ.5 PROTEÇÃO AO FOCO Os blocos sílico-calcários resistem a 4 horas de fogo.4 CONDUTIBILIDADE TÉRMICA A condutibilidade térmica é de 0. sob o número 218504 .85 kcal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS RESISTÊNCIA A COMPRESSÃO Os blocos do tipo estrutural são fabricados com resistência à compressão controlada. na direção do eixo longitudinal. NORMAS Os blocos sílico-calcários obedecerão à norma DIN-106.3 ESTABILIDADE DIMENSIONAL Na direção de prensagem. ou seja. é <= 2 mm. sob alta pressão. a estabilidade dimensional é de +/. 3. entende-se por tijolos sílico-calcários o material de construção da classe dos produtos sílico-calcários. com resistência não controlada. submetidas a uma autoclavagem de 5 horas. Os valores médios das resistências controladas têm um desvio padrão de 12 MPa.03 1. Capital Federal.

3 x 24 PESO (kg) 3.5 x 11. Capital Federal.5 x 11. TIPOS E DIMENSÕES TIPO NF 2 DF 2 DF 14 3 DF DIMENSÕES (cm) 11.00 4. Partes I.03 4.75 4.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3 x 24 14.00 PEÇAS/m² 48 32 32 32 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .3 x 24 17.0 x 11. sob o número 218504 .continuação E-TIJ. II e III. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 x 24 11.5 x 7.80 6.

538 0.h.°C) Temp. aparente (g/cm²) Resistência à Compressão à temp.8 1. de trabalho (MPa) 0.628 0.693 1.577 0. Capital Federal. (MPa) Após queima à temp.Proibida a reprodução sem autorização.150 0. sob a marca "Isobloc".6 0.8 1. de trab. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Indústria e Comércio. de trab. II e III.12 0.250 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .200 1. na face fria (°C) Refratariedade (°C) 1 B-501 1 B-801 1 B-802 1 B-1151 500 800 800 1. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Eucatex S. máx.7 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.m/ m².15 55 65 70 95 1. (kcal. térmica à temp.4 1.14 0. com as seguintes características: TIPO Temp. Partes I.1 0. máx.04 1. máx.1 1.13 0. nas dimensões de 229 x 114 mm e nas espessuras de 63 e 76 mm.A.9 Condutib.100 1.200 1. amb. (°C) Massa específ.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tijolos Vermiculita Expandida E-TIJ.

3.Proibida a reprodução sem autorização. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Ibravir .70 kgf/unidade. não transparente.Indústria Brasileira de Vidros e Refratários Ltda.05 1. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • Electrovidro S.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tijolos Vidro E-TIJ.A. pesando 2. Partes I. sob o número 218504 . entende-se por tijolos de vidro os tijolos moldados em uma só peça confeccionada com vidro extraclaro.00 kgf/unidade. pesando 2. II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. translúcido. 2. Capital Federal. 20 x 20 x 10 cm. sob a marca "Vidromatone". CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os tijolos de vidro têm as seguintes dimensões e pesos: • • 20 x 20 x 6 cm.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Indústria de Vidros Pirofrax Ltda.

Capital Federal.alvaiade de chumbo.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tintas e Vernizes Normas e Classificação E-TIN. Óleo de tungue cru. II e III. Pó de zinco (NBR-6629). Tinta ou massa retardante de incêndio. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Óxido verde-cromo. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.01 1. Azul da Prússia. Azul-ultramar. Amarelo-cromo. NORMAS Haverá particular atenção para o disposto nas seguintes normas da ADNT: EB-7/43 EB-16/43 EB-23/51 EB-24/51 EB-26/45 EB-27/51 EB-28/51 EB-29/51 EB-30/51 EB-31/51 EB-32/45 EB-33/45 EB-34/45 EB-35/45 EB-36/45 EB-37/51 EB-38/51 EB-95/56 EB-96/56 EB-140/62 EB-174/64 EB-236/67 EB-243/82 EB-285/79 EB-316/72 TB-124/76 Óleo de linhaça cru. Aguarrás vegetal (essência de terebentina). Partes I. Óxido de ferro natural. Verde-cromo reduzido. Óxido de zinco (alvaiade de zinco). Óxido vermelho de chumbo (zarcão). Óleo de linhaça cozido. Classificação do óleo bruto e semi-refinado de caroço de algodão. Secante em pó. Esmalte à base de resina sintética para exterior: Diluente para esmalte sintético. Carbonato de cálcio precipitado. Vernizes e resinas (NBR-5846). sob o número 218504 . Litopônio. Carbonato de cálcio (CRE).Proibida a reprodução sem autorização. Viscosímetros cinemáticos padronizados de vidro. Verde-cromo concentrado. Carbonato básico de chumbo . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Ocre.

Capital Federal.1. tintas de epóxi-alcatrão. tintas betuminosas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. tintas de "hypalon".3.1.01 2.continuação E-TIN.1 TINTAS COM VEÍCULO REATIVO NÃO AQUOSAS • • • • tintas de epóxi. tintas de neoprene.1 2. 2. esmalte sintético. Partes I.1 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. tintas de zinco-epóxi. 2.2 AQUOSAS • tintas de zinco .2. tintas vinílicas. 2.3.1. CLASSIFICAÇÃO DE TINTAS Para efeito destas Especificações. a classificação de tintas será a seguinte: 2.2 TINTAS COM VEÍCULO NÃO AQUOSO E ÓLEO SECATIVO TINTAS A ÓLEO LACAS • • esmalte tipo "Duco".2 AQUOSAS • • tintas de látex.2 2. 2. tintas de poliuretano. tintas formol-fenólicas.silicato (base água) Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2.3 2. tintas de PVA.3 2. tintas de borracha clorada. sob o número 218504 . tintas ASTV.Proibida a reprodução sem autorização.1 TINTAS ALQUÍDICAS TINTAS COM VEÍCULO TERMOPLÁSTICO NÃO AQUOSAS • • • • • • • • tintas acrílicas.

. . ignífugas.Proibida a reprodução sem autorização. corantes e cargas.Fábrica da Tintas Águia. Química Industrial .A..continuação E-TIN.01 2. Plastoflex Tintas e Plásticos Ltda. Tintas e Pigmentos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 3. Glasurit do Brasil Ltda.1 3. entendendo-se como tal. Fusecolor Tintas e Vernizes Ltda.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.. sob o número 218504 . Polidura S.. Indústria e Comércio. pigmentos.A..CIL. a diferença entre tintas e vernizes reside. • • • • • • • hidrófugas de base de cimento.. Montana S. Michigan Química do Brasil Ltda. II e III. minerais de base de cal (caiação). FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • • • • • • • • • • • Abel de Barros Comércio e Indústria de Tintas S. Capital Federal. imunizantes. Hempel Tintas Marítimas S. ainda.Indústria e Comércio de Materiais Sintéticos para Construção Ltda. no fato de que os últimos não possuem em sua constituição elementos de cobertura. considerando que o critério adotado em sua elaboração foi o de tomar como base o veículo permanente. apenas.A. as tintas incluídas nesta categoria escapam a essa diretriz. Tintas e Vernizes. 3. Globo S.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Otto Baumgart Indústria e Comércio S..4 EXTRA CLASSIFICAÇÃO Como o critério de classificação tomou como base o veículo permanente. 4.. pintura a cola. Alba Química Indústria e Comércio Ltda. Ibratin Indústria e Comércio Ltda. Partes I.2 CLASSIFICAÇÃO DE VERNIZES A classificação de vernizes é semelhante à de tintas..A. Para efeito desta Especificação. Denver Indústria e Comércio Ltda. Matsica . hidrófugas de base de silicone. Cia.A. resistentes ao calor.A. Mobil Química Ltda. minerais de gesso e cola ou têmpera ou.

.A. Tintas Kresil Ltda. Capital Federal.. Renner Herrmann S.. Sayer Lack Indústria Brasileira de Vernizes S. Partes I..A. Sika S.A. Tintas Wanda . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.. Revplast Indústria e Comércio Ltda. Tintas Coral S.continuação E-TIN. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A.Akso Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A. Tecno-Quimica S.. Tecno-Fogo S. sob o número 218504 ..A.A. Química Industrial União Ltda... Sherwin Williams do Brasil Indústria e Comércio Ltda. Tintas Ypiranga Ltda. Tintas Internacional S.A. Indústria de Tintas e Óleos. Retinco Indústrias de Tintas e Revestimentos Ltda..01 • • • • • • • • • • • • • • • Prema Tintas e Preservação de Madeiras S.. Indústria e Comércio. II e III.Proibida a reprodução sem autorização..

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.7 IGNÍFUGAS Tintas ignífugas são produtos que se enquadram na categoria da tintas como veículo termoplástico.Proibida a reprodução sem autorização. de PVA.02 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. ou simplesmente tintas fenólicas. Capital Federal. sob o número 218504 . 1. 1. II e III. modificada.4 BORRACHA CLORADA Tintas de borracha clorada são aquelas em que o veículo permanente é constituído por uma resina natural. com adição de sais de mono-amônea e fosfato. isolados ou associados a outros elementos.2 ALQUÍDICAS Tintas e vernizes alquídicos são aqueles em que o veículo permanente é constituído por resinas artificiais em cuja composição se encontram.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tintas e Vernizes Diversos E-TIN. o anidrido ftálico (derivado do ácido ftálico) e a glicerina. São aquosas. 1. 1. obtida pela ação do cloro sobre uma solução de látex natural em tetracloreto da carbono. Partes I. por reação em meio alcalino. bem como ésteres desses ácidos.6 FORMOL-FENÓLICAS Tintas formol-fenólicas. stireno. É vedado seu emprego em superfícies expostas à radiação solar (vide EEPO. tolueno) e que secam por evaporação do solvente. são aquelas em que o veículo permanente é constituído por uma resina obtida pala reação do formol com o fenol em presença da colofônia ou qualquer outra resina natural. 1.1 DEFINIÇÕES ACRÍLICAS E ESMALTES Tintas e vernizes acrílicos são aqueles em que o veículo permanente é constituído por resina em cuja composição se encontram polímeros ou copolímeros do ácido acrílico e do ácido metacrílico. 1. vinil. 1.01).5 EPÓXI Tintas e vernizes de epóxi são aqueles em que o veículo permanente é constituído por resina epóxi obtida a partir da epicloridrina e do bisfenol "A".3 ASVT Tintas ASVT são aquelas em que o veículo permanente é constituído por resina de copolímeros ASVT (acrílico.

8 1.continuação E-TIN. como resina alquídica ou maléica. por conseguinte.1 1.1 ÓLEO Tintas e vernizes a óleo são aqueles que secam por oxidação e em que o veículo permanente é constituído exclusivamente por produtos à base de óleo. Esmalte tipo "Duco" é a laca em que o veículo permanente é constituído exclusivamente por resina de nitrocelulose impregnada de um pigmento. para exteriores.11. PVA Tintas de PVA são aquelas em que o veículo permanente é constituído por resina de acetato de polivinila obtido pela ação do acetileno e ácido acético em presença de catalisadores. com impregnação de um pigmento. com deslocamento do hidrogênio e formação de uretano.8.26).12.10 1. LÁTEX Tintas de látex são aquelas em que o veículo permanente é constituído por uma resina de látex.12 1. POLIURETANO Tintas e vernizes de poliuretano são aqueles em que o veículo permanente é constituído por resina obtida pela reação entre ésteres do ácido isociânico (isocianatos) e poliésteres contendo grupos hidroxílicos. Capital Federal.12. II e III.1 1. entendendo-se como tal uma emulsão de tipo vinílico à base de resinas estireno-butadieno. Partes I. e cozido. resinas e pigmentos.8.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . no caso de tintas. associada a um secante. Para uso em superfícies expostas à radiação solar deve-se empregar a resina de poliuretano alifático e não a de poliuretano aromático (vide E-POL. Entendem-se por emulsões copolímeras de PVA aquelas em que os plastificantes estão quimicamente ligados ao PVA e. como plastificantes (ftalatos de butila.2 1. 1.Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.02 1. O grupo reativo dos isocianatos (de fórmula NCO) e o grupo hidroxila dos poliésteres (de fórmula OH) reagem por adição. O veículo volátil é o aguarrás (essência de terebintina) atuando como solvente. à qual geralmente são incorporadas outras substâncias. a taxa de plastificação deve situar-se entre 6 e 12%. pigmentos e cargas. como sais de chumbo. produtos que lhes conferem propriedades especiais.11. Para uso em exteriores.10. O veículo permanente é o óleo de linhaça cru.2 1.8. Taxa de plastificação é a porcentagem do plastificante em relação ao peso da resina seca. entre 12 e 25%.3 1. octila ou isooctila). Esmalte sintético é a laca em que o veículo permanente é constituído por resina de nitrocelulose associada com resina sintética.10. 1.11 1. absolutamente fixados. e. cujos componentes fundamentais são os veículos permanentes e voláteis.9 1. e para uso em interiores.2 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 . de magnésio ou de cobalto. para interiores.1 LACAS Lacas são tintas e vernizes que secam por evaporação e são constituídos por solução de nitrocelulose.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.15 ZINCO-SILICATO Tintas de zinco-silicato. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2. é o elemento que confere a proteção catódica ao metal. RESISTENTES AO CALOR Tintas resistentes ao calor são tintas com veículo não aquoso e óleo secativo e alumínio como carga. NORMAS Haverá particular atenção para o disposto nas normas da ABNT atinentes ao assunto. 2. Óleo de linhaça cozido.5. são aquelas em que o veículo permanente é constituído por silicatos alcalinos. deverá situar-se entre 1 e 2. recomendadas para temperaturas de 200 a 550°C.3 ÓLEO EB-7/43 EB-38/51 EB-140/62 Óleo de linhaça cru. O pó de zinco. em presença de catalisadores.3 1. 3. base água.1 IGNÍFUGAS EB-285/79 Tintas ou massa retardante de incêndio.continuação E-TIN.13 A relação entre os elementos de cobertura (P) e ligante (L) para uso em exteriores. segundo componente.12. em especial as relacionadas a seguir: 2. sob o número 218504 .14 VINÍLICAS Tintas vinílicas são aquelas em que o veículo permanente é constituído por resina da cloreto de polivinil obtido pala ação do acetileno sobre o ácido clorídrico. de silicone e alumínio como carga.4 ZINCO-SILICATO EB-243/82 Pó de zinco (NBR-6629). entre 3 e 4. Partes I. Diluente para esmalte sintético. 2. FABRICANTES Vide E-TIN.Proibida a reprodução sem autorização.01.02 1. 2.2 LACAS EB-95/56 EB-96/56 Esmalte à base de resina sintética para exterior. II e III. 1. e para uso em interiores. recomendadas para temperaturas até 200°C. não aquosas. ou tintas com veículo termoplástico. Aguarrás vegetal (essência de terebintina). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal.5. 1.

tribromofenol. 1. "Dieldrin". Capital Federal.1 1. entre outros componentes. Contêm. com adição de pigmento. Indústria e Comércio. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. são produtos contendo alcatrões de hulha (piche) e de madeira (creosoto). naftenato de zinco. além de sais fungicidas e inseticidas. as tintas imunizantes. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. à base de alcatrão. IMUNIZANTE DE BASE DE ALCATRÃO Para efeito desta Especificação.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS IMUNIZANTE DE BASE DE NAFTENATO DE ZINCO Para efeito desta Especificação. 1.2 1.1.Mistura Especial para Mourões" (à base de alcatrão).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tintas e Vernizes Imunizante E-TIN. as tintas imunizantes. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Montana S. penetrantes e tóxicos. “Stain" é produto semelhante ao imunizante à base de naftenato de zinco. Partes I. sob o número 218504 . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . à base de naftenato de zinco. solventes alifáticos e aromáticos.A.Proibida a reprodução sem autorização. II e III. são produtos inseticidas e fungicidas. parafina clorada e resinas sintéticas impermeabilizantes. sob as marcas "Pentox Super" (à base de naftenato de zinco) e "Osmose .1.2 2.03 1.

A pintura pela cal preparada na obra deverá empregar cal branca. do mesmo fabricante. com ou sem adição de pigmentos minerais. necessitando apenas da adição de água. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por. produzida em fábrica. sob as marcas "Hidrax" (de fábrica) e "Glocal" (para preparo na obra). fornecida pronta para uso.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tintas e Vernizes Cal E-TIN. A pintura pela cal pode ser de fábrica.01).A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. puríssima. sob o número 218504 . associados ao aditivo fixador.1 1. Partes I. do tipo usado para argamassas (vide E-COR.3 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Para efeito desta Especificação.Proibida a reprodução sem autorização. Tintas e Pigmentos. II e III. de nome "Globo-Fix" 2.04 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . A coloração será obtida com o uso de pigmentos minerais. 1. Pode também ser preparada na obra. entende se por caiação a pintura pela cal.2 1. Capital Federal. • Globo S.

5 3. A vermiculita expandida é o resultado da expansão obtida pela calcinação da vermiculita entre 650 e 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 2.120 110 .Proibida a reprodução sem autorização.A. A condutibilidade térmica da vermiculita expandida varia com a temperatura.140 140 . Minertec . Partes I. 2. alumínio e ferro. o seu pH (7) é neutro. Temporal S.3 A classificação granulométrica da vermiculita expandida é a seguinte: 2. ou seja. por polegada.°C (em média) .Mineração e Comércio Ltda. não se modifica com os solventes orgânicos.170 180 . Indústria e Comércio.4 2. Minebra . sob o número 218504 .m/m². na temperatura de 20°C.0326 kcal. quanto maior for o peso especifico aparente.01 1. O "mesh" é o número de malhas. emprega-se a unidade "mesh" para caracterizar granulometricamente a vermiculita expandida. sob a marca "Isoroc". Capital Federal.Minérios Brasileiros . de uma peneira. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • Eucatex S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . formando seu leito. Comercialmente.Mineração e Industrialização Ltda.A.1 1.2 DEFINIÇÃO A vermiculita é um silicato hidratado de magnésio.000°C.h.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vermiculita Expandida Agregado E-VER.. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O coeficiente de condutibilidade térmica da vermiculita expandida é de 0. A vermiculita expandida é um mineral inerte. 1.220 GRÃOS (mm) 12 a 6 6a3 3a2 2a1 pó 2. encontrada geralmente sob lençóis freáticos. Essa variação será tanto menor quanto mais reduzido for o tamanho dos grãos. II e III.130 130 . sob a marca "Temporal". Indústria de Isolantes Térmicos. Os esquisitos e argilas expandidos não poderão ser considerados materiais equivalentes à vermiculita expandida.2 GRANA 1 2 3 4 5 PESO ESPECÍFICO APARENTE (kgf/m³) 100 . 2..

Ltda. Wolf Hacker & Cia. sob o número 218504 ..Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Vermiculita do Brasil Ltda.continuação E-VER.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.01 • • • Vermex . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Vermiculita Expandida Ltda. II e III. Capital Federal.

DEFINIÇÃO São chapas de vermiculita expandida.°C.89 e 1=10. 3.m/m².h.6): conforme método de teste BS 476.1 A reação ao fogo das chapas de vermiculita expandida será verificada conforme discriminado a seguir.3. classe 0. sob o número 218504 . parte 5. 1971 (Inglaterra). seção 2. peso com 45 mm de espessura: 19 kgf/m². para classificação ou RF.3. peso com 15 mm de espessura: 6 kgf/m². as chapas empregadas em núcleo de portas e painéis serão submetidas.Minérios Brasileiros . 2.2 POTENCIAL DE IGNIÇÃO • Material dificilmente inflamável: conforme 55 476. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. classe 1: conforme Método de Testes BS 476. Minebra . 2.Mineração e Industrialização Ltda. parte 7. 2. classe P (Inglaterra).4 Quanto à resistência ao fogo. exceto aquele excessivamente alcalinos. 1868.3 2.075 kcal. São de fácil aderência e compatíveis com a maioria dos adesivos existentes no mercado.02 1. Capital Federal. estruturada com fibra celulósica e ligantes orgânicos tratados.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vermiculita Expandida Chapas E-VER. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3 PROPAGAÇÃO DO FOGO PARA MATERIAIS • baixo índice de propagação (i 1=4. ALASTRAMENTO SUPERFICIAL DE CHAMA • • classe A-25 ou inferior: conforme ASTM E 84/70. não alcalina. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização. 1065 (Inglaterra) AND 3ulhO 1970. sob a marca "Isolante Fibraroc". II e III. ao ensaio preconizado na MB-564/77 Portas e vedações métodos de ensaio ao fogo (NBR-6479).2 2. peso com 30 mm de espessura: 12 kgf/m². coeficiente de condutibilidade térmica: 0. As características físico-mecânicas são as seguintes: • • • • • densidade: 400 kgf/m³.A. 2. parte 6.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As chapas de vermiculita expandida aceitam pintura de base acrílica. Indústria e Comércio. Partes I. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • Eucatex S. 2.3.

2. Partes I. Indústria e Comércio.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vermiculita Expandida Forros E-VER. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os forros serão constituídos por chapas de vermiculita expandida e por perfis de aço ou alumínio. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. As chapas serão do tipo especificado na E-VER. Capital Federal.A.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III.03 1. sob o número 218504 .02.Proibida a reprodução sem autorização. FABRICANTES Admite-se o uso de produtos fabricados por: • • Climatex Indústria de Madeira Mineralizada Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Eucatex S.

garrafas.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS VIDRO TIPO "A" É o vidro empregado em vidraças. 3. mecânicas e elétricas. bário. A desproporção entre a massa e a superfície exposta ao ataque é tal que.2 2. 1.Proibida a reprodução sem autorização. CaO: 10%. II e III.1. etc. na indústria dos plásticos reforçados.1 3. o que não ocorre quando se trata de filamentos de pequeno diâmetro. Os óxidos alcalinos (sódio e potássio).01 1. 1.02).3 3. A configuração tridimensional da sílica (bióxido de silício) é a base das propriedades típicas do vidro. Capital Federal. têm por finalidade controlar o processamento e conferir determinadas propriedades ao produto. Na2O: 14%. etc. Os ingredientes modificadores. etc.1 3. Sua constituição e processo de fabricação estão na E-FIB. no caso de filamentos.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vidros Definição e Tipos E-VID. 3.1 DEFINIÇÃO Para os fins desta Especificação. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1.) . que são usados para baixar a temperatura de fusão do dióxido de silício. É empregado na fabricação de filtros químicos e. de véus de superfície ("surfacing mat") (vide EFIB. 3. possuindo excelentes propriedades físicas.3 VIDRO TIPO 'E" Vidro têxtil padrão. Nas aplicações usuais esse fato passa despercebido.Vidro na construção civil (NBR 7210). A composição típica do vidro "A" é a seguinte: • • • SiO2: 72%.2 VIDRO TIPO "C" Trata-se de produto desenvolvido para aplicação onde necessário se fizer maior resistência ao ataque de ácidos.1. vidros são complexos químicos resultantes da combinação de dois silicatos um alcalino (potássio de sódio) e outro terroso ou metálico (cálcio. dando origem aos vários tipos de vidros. essa pequena solubilidade deve ser levada em conta. chumbo.nos quais a sílica atua como elemento ácido e os óxidos agem como elementos básicos. 3.01. sob o número 218504 . tornam o vidro solúvel em água e atacável pela umidade. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I. NORMAS Haverá particular atenção para o disposto na TB-88/88 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. adicionados à base de sílica.

não sofrendo as suas superfícies.Projeto.1 mm: • • incolor: de 2 a 19 mm.02 1. Terão as seguintes espessuras: • • incolor: de 2 a 19 mm. lisos. execução e aplicações . 4. comuns. transparentes. de modo a formar desenhos abrangendo diversos tipos e espessuras.3 LISOS. 1.4.Plano.2 LISOS. coloridos: de 3 a 10 mm.3 1.Vidro plano transparente comum. 1.1 1. 8. coloridos: de 3 a 10 mm. 8 e 10 mm. pontilhado (com 4. qualquer tratamento.0. são as seguintes as espessuras recomendadas para os vidros. lisos e transparentes recebem unicamente "polimento ao fogo". sob o número 218504 . translúcidos. coloridos na massa e com superfícies perfeitamente polidas e terão as seguintes espessuras: • • fumê: 3. por mm de espessura. planos.1 1.1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. coloridos: de 3 a 10 mm. submetidos a tratamento prévio. químico ou mecânico.4. Serão admitidos exclusivamente vidros da qualidade "A". de modo a permitir a passagem da luz e evitar. 8 e 10 mm. TRANSPARENTES Deverão satisfazer à EB-92/55 . Partes I. TRANSPARENTES.3 a + 0. com as seguintes espessuras. Capital Federal. COLORIDOS Os vidros serão planos. 9 e 10 mm) e canelado (com 4 mm). bronze: 4.1.vidros na construção civil (NBR7199).2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS LISOS. II e III. COMUNS São vidros tipo "fantasia". TRANSLÚCIDOS São vidros lisos. Os vidros recozidos. 1. 1. 5.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vidros Recozido .Proibida a reprodução sem autorização. 6. obtidos por alterações introduzidas na rugosidade da superfície acabada.1 IMPRESSOS. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.5 ESPESSURAS Conforme NB-226/85 . a visão nítida. 5.4 1. O peso dos vidros planos é de 2. 1.1. após o resfriamento. 6. Terão as seguintes espessuras: • • incolor: de 2 a 19 mm. conforme definição da EB92/55.2 1. em função das dimensões dos vãos: Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . através dele.5 kgf/m². Comum E-VID. com tolerância de . tais como martelado (com 4 mm) .

40 1.continuação E-VID. Vidraçaria Santa Marina. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: 2. Brasileira de Cristal. Capital Federal.Cia.80 2.30 0. TRANSLÚCIDOS • • Cia. 2. MÁXIMO (m) 0.2 LISOS. sob a marca "Vidro Liso". sob a marca "Impressos".02 ESP.60 1. TRANSPARENTES • • Cia. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. TRANSPARENTES. Partes I.00 1.30 1. COLORIDOS • Cebrace . sob o número 218504 .4 IMPRESSOS.3 LISOS.30 2. II e III. Cia.00 2. 2.80 2. Vidraria Santa Marina. MÁXIMA (m) 0. Vidraçaria Santa Marina. COMUNS • Cia.80 3. sob a marca "Vidro Liso". sob a marca "Providro". NOMINAL (mm) 2 3 4 5 6 7 LARG. 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 LISOS. sob as marcas "Providro" e "Santa Lúcia". Cia.Proibida a reprodução sem autorização. Produtora de Vidro.80 1.20 COMPR. Produtora de Vidro.

TRANSPARENTES.1 LISOS. 3. Terão as espessuras nominais de 6. Vidraçaria Santa Marina. 2. apresentando alta resistência conferida por processo térmico de têmpera. Partes I. translúcidos. transparentes. 8 e 10 mm.3 IMPRESSOS São vidros impressos. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vidros Planos Especiais.Proibida a reprodução sem autorização. sob a marca "Vicoplex". coloridos na massa. 8 e 10 mm.03 1. Terão espessura mínima de 8 e 10 mm. COLORIDOS São vidros planos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 LISOS. 2. superfícies perfeitamente polidas.. Vicoplex Indústria e Comércio Ltda. superfícies perfeitamente polidas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2. transparentes.2 LISOS. 6.3 IMPRESSOS • Santa Lúcia Cristais Blindex Ltda. TRANSPARENTES. incolores.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS LISOS. TRANSPARENTES. apresentando alta resistência conferida por processo térmico de têmpera. sob o número 218504 . Terão as espessuras nominais de 4 mm (para área de decoração). 2. lisos.. COLORIDOS • • Cia. Santa Lúcia Cristais Blindex Ltda. TRANSPARENTES.07. NORMAS Haverá especial atenção para o disposto no MB-1617/81 . lisos. INCOLORES São vidros planos. II e III. Vidraçaria Santa Marina. sob a marca "Temperite". PRODUTOS/FABRICANTES Consideram se análogos os produtos fabricados por: 3. Capital Federal. Temperados E-VID. Santa Lúcia Cristais Blindex Ltda. INCOLORES • • • Cia. 3.Vidros de segurança determinação dos afastamentos quando submetidos à verificação dimensional (NBR7334) e no E-VID. sob a marca "Blindex". 3. apresentando alta resistência conferida por processo térmico de têmpera.

FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • Cebrace . transparentes. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização. II e III. coloridos. Brasileira de Cristal. nas cores incolor e cinza.04 1. Capital Federal. 8 e 100 mm. sob o número 218504 . Termoabsorventes E-VID. Partes I. 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão lisas.Cia.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vidros Planos Especiais. nas espessuras nominais de 6. sob a marca "Antélio”. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 • • 1. Produtora de Vidro. substância higroscópica. em todo o perímetro. sob a marca "Protesom". A seleção das chapas de vidro será efetuada levando-se em consideração os seguintes fatores. camada de ar intercalar.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vidros Planos Especiais. colocada no interior do perfil de alumínio e destinada a absorver e a reter a umidade da camada de ar intercalar. Capital Federal.4 2. Térmicos e Acústicos E-VID. com as dimensões máximas de 180 x 200 cm. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Conjunto de duas chapas de vidro separadas por uma camada de ar desidratado. de elevada superfície capilar.Proibida a reprodução sem autorização.. no lado interno. sob o número 218504 . sempre com 9 mm de espessura. 1. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Cia. segurança. com propriedades isolantes térmicas e acústicas relacionadas com a natureza dos vidros empregados na montagem. Os elementos que constituem os vidros especiais térmicos e acústicos são os seguintes: • • • 2 chapas de vidro. perfil oco de alumínio. com a finalidade de propiciar a junção das 2 chapas de vidro ao perfil de alumínio. Poderão ser nas espessuras de 17 ou 23 mm. As chapas de vidro poderão ter espessuras iguais ou diferentes. adesivo e calafetador de elastômeros. 1. ruídos externos.3 Os vidros poderão ter formato quadrado ou retangular. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. intensidade luminosa. inclusive a camada de ar intercalar de 9 mm. com 9 mm de largura. 1. Partes I. bem como a de conferir estanqueidade absoluta ao conjunto. • • • • carga solar. O conjunto será hermeticamente selado. II e III.06 1. disposto em toda a periferia e com pequenos orifícios. possibilitando a atuação da substância higroscópica.

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vidros Segurança. Venda de segurança . ou de 18 60 • Santa Lúcia Cristais Blindex Ltda. sob as marcas "Triplex". II e III. nas espessuras de 6.determinação da resistência à umidade (NBR 9502). 2.determinação da separação da imagem secundária (NBR 9497).ensaio de radiação (NBR-9501).Proibida a reprodução sem autorização. 20 a 25 mm (categoria C).07 1. Vidros de segurança . 12 a 14 mm (categoria B).determinação da visibilidade após ruptura e segurança contra estilhaços (NBR-9492). Vidro de segurança . colorido.determinação da resistência ao impacto com Phantom (NBR 9493). quando quebrado. Vidro de segurança . 3.butiral de polivinila.determinação da resistência ao impacto com esfera (NBR 9494). Vidro de segurança .ensaio de resistência a alta temperatura (NBR 9499). DEFINIÇÃO Por vidro de segurança laminado entende-se o vidro manufaturado com duas ou mais chapas de vidro. impresso cicio. Vidro de segurança . Capital Federal. 7 e 8 mm e "Triplex Bang-Bang". FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Cia. Vidros de segurança . Vidro de segurança . 30 a 35 mm (categoria E) e 50 a mm (categoria F).determinação da distorção óptica (NBR-9504). Vidro de segurança . nas espessuras 6 a 10 mm (categoria A). à prova bala. Vidraçaria Santa Marina. sob o número 218504 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.ensaio de abrasão (NBR-9498). dos tipos liso. ambos nas tonalidades incolor e colorido Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 16 a mm (categoria C). sob as marcas "Laminex Padrão" nas espessuras de 6 a 10 mm e "Laminex Múltiplo" nas espessuras de 10 a 50 mm. firmemente unidas e alternadas com uma ou mais películas de material aderente .determinação da transmissão luminosa (NBR9503). de forma que. . Vidro de segurança .determinação dos afastamentos quando submetidos à verificação dimensional (NBR-7334).Laminado E-VID. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. apresenta a tendência de manter os estilhaços presos à película aderente. Partes I. NORMAS Os vidros de segurança laminados devem obedecer às seguintes normas da ABNT: MB-1529/86 MB-1530/86 MB-1531/86 MB-1617/81 MB-2433/86 MB-2434/86 MB-2435/86 MB-2436/86 MB-2437/86 MB-2438/86 MB-2439/86 Vidros de segurança .

Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 .h. nas seguintes dimensões de fabricação: ESPESSURA NOMINAL (mm) 7 7 7 COMPRIMENTO (mm) 2.000 LARGURA (mm) 1. POR CHAPA (kg) 43 54 65 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Cia. vidros planos. Vidraria Santa Marina.500 1.78. 2. com inserção de fina tela de arame durante a laminação.m/m². Aramados E-VID 08 1. especiais. coeficiente global de transmissão térmica: 4. poder antichamas: 62 minutos.500 1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS São as seguintes as características técnicas dos vidros aramados: • • • • coeficiente global de transmissão luminosa: 0. sob a marca "Vidro Aramado”. impressos ou aramados são os vidros translúcidos.500 3. DEFINIÇÃO Fora efeito desta Especificação.°C. 3.500 PESO APROX.9 kcal.Proibida a reprodução sem autorização. índice de atenuação acústica: 28 a 31 dB.000 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vidros Planos Especiais. II e III.

1.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.09 e E-TIJ. empregados para confecção de divisórias.3 PLACAS • Ibravir . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . de 10 e 12 cm de diâmetro e 6 e 8 cm de altura. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Indústria Brasileira de Vidros e Refratários Ltda. 1. 2. São recomendadas para a constituição de vitrôs. 2. II e III.Proibida a reprodução sem autorização.05.6 VENEZIANAS São desenhadas de forma a permitir apenas a ventilação indireta. de 15 x 15 x 5 cm ("pavê A") e de 17 x 17 x 5 cm ("pavê B") e "Redondo". 24 x 24 x 2.Indústria Brasileira de Vidros e Refratários Ltda. 1.7 BARRAS DE VIDRO São perfis tipo "U".1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS LADRILHOS São fabricados com vidro extratemperado e terão seu uso restrito à constituição de clarabóias. nas dimensões de 20 x 20 x 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vidros Moldados E-VID. PRODUTOS/FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: 2. 1.03. Capital Federal.5 cm e de 30 x 30 x 2.3 PAVÊS São fabricados com vidro extratemperado. TIJOLOS E BLOCOS Vide E-TEL.09 1. sob o número 218504 .4 PLACAS São fabricadas com vidro que transmita a luz de maneira difusa.5 cm.1 LADRILHOS • Ibravir ..5 cm. nos tipos "Quadrado".2 LADRILHOS EM MOSAICO Vide E-LAD. 1. 2.5 TELHAS.Indústria Brasileira de Vidros e Refratários Ltda.2 PAVÊS • Ibravir . nas dimensões de 20 x 20 x 6 cm. Partes I. respectivamente. 1.. 1.

Indústria Brasileira de Vidros e Refratários Ltda.4 VENEZIANAS • Ibravir . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. Vidraçaria Santa Marina. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.comtinuação E-VID. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. nos tipos "Comum" de 20 x 10 x 10 cm e "Capelinha". sob o número 218504 . sob a marca "Uglass".5 BARRAS DE VIDRO • Cia. 2.Proibida a reprodução sem autorização.09 2. Capital Federal.

verificação da estabilidade dimensional (NBR-7378). as placas constituídas por liga termoplástica. Ladrilho vinílico semiflexível impacto(NBR-7376). II e III. Ladrilho vinílico semiflexível gravação(NBR-7384). pertencente à categoria dos ladrilhos semiflexíveis. substancialmente.verificação da espessura (NBR-7386). Ladrilho vinílico semiflexível . 1. Ladrilho vinílico semiflexível . Ladrilho vinílico semiflexível . Partes I.02 1.determinação da penetração. entende-se por placas de vinil com cargas. de um ou de ambos os seguintes materiais: • • polímero de cloreto de vinila.2 2. verificação de profundidade de Placa vinílica para revestimento de piso e parede . Ladrilho vinílico semiflexível .determinação de dureza .verificação de solidez à ação da luz solar (NBR-7375).verificação de resistência à deflexão (NBR7381). 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. copolímero de cloreto de vinila. homogênea.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vinil Com Carga Placas E-VIN. Ladrilho vinílico semiflexível . A liga termoplástica deve consistir. Capital Federal. Ladrilho vinílico semiflexível . sob o número 218504 . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .verificação das dimensões lineares (NBR7377).verificação de resistência a agentes químicos (NBR-7385).verificação de ocorrência de empeno (NBR-7380).1 DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. determinação da resistência ao Ladrilho vinílico semiflexível .Proibida a reprodução sem autorização. composta por resina vinílica.verificação de perda de material por volatilidade (NBR-7379).verificação de folga nos cantos (NBR7387). NORMAS Haverá particular atenção para o disposto nas seguintes normas da ABNT: MB-1239/87 MB-1240/87 MB-1241/87 MB-1242/87 MB-1243/87 MB-1244/87 MB-1245/87 MB-1246/87 MB-1247/87 MB-1248/87 MB-1249/90 MB-1250/87 MB-1251/87 Ladrilho vinílico semiflexível . cargas inertes e pigmentos.Método de Shore D (NBR-7383).Método Mack-Burney (NBR-7382). plastificantes. Ladrilho vinílico semiflexível . Ladrilho vinílico semiflexível .

quando testada pelo método definido no MB-1247/87 (NBR-7383). presença de matérias voláteis de no máximo 1%. CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS As placas de vinil com cargas. soda cáustica. detergente doméstico. A massa obtida é laminada em calandras aquecidas.Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal. 3. tem os seguintes valores: • • • penetração a 1 minuto.2 3. quando testado segundo o MB1244/87 (NBR-7380).2 3. pelo menos.15 mm.esquadro (NBR-7388).88 mm. quando testada pelo MB-1246 (NBR-7382). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1 COR E ACABAMENTO As placas de vinil com cargas serão monocromáticas ou marmorizadas.3 Demais características técnicas das placas: • • • • • • resistência à luz solar.30 e 0. de superfície lisa ou gravada. empenamento: valor máximo aceitável 4e 0. água sanitária. As monocromáticas serão coloridas uniformemente e as marmorizadas serão coloridas de maneira aleatória em toda a sua espessura. sendo cortada. a 25°C: entre 0. folga máxima permitida entre as bordas da placa e a do esquadro de 0. quando verificada pelo MB-1243/87 (NBR-7379).3. quando testadas pelo método definido no MB-1249/90 (NBR-7385) quanto à resistência a agentes químicos. até a obtenção da espessura desejada. A penetração (identação). óleo vegetal refinado. sob o número 218504 . à escala azul 5. não deverão apresentar descoloração acentuada sob ataque dos agentes químicos.3. 3.2. impacto.1 3.02 MB-1252/87 3. os diversos componentes da formulação são misturados a quente. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.verificação de ortogonalidade .75 mm. entre 0. em função da penetração inicial a 1 minuto.2 3. as placas não deverão quebrar quando submetidas a teste conforme MB1240/87 (NBR-7376).25%.3 3. em seguida. volatilidade.2. estabilidade dimensional: alteração das medidas de no máximo 0. 3.18 e 0.1 Ladrilho vinílico semiflexível . penetração a 10 minutos. ortogonalidade.continuação E-VIN. ácido fênico. a 25°C. As placas gravadas em baixo ou alto relevo devem atender aos mesmos limites e tolerâncias das placas lisas.38 mm. amônia.3. Partes I. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS FABRICAÇÃO Após a dosagem e pesagem. II e III. deve corresponder. nas dimensões padronizadas. penetração a 30 segundos. quando testada pelo método definido no MB-1242/87 (NBR-7378). a 48°C: máximo de 1 mm. vinagre doméstico e carbonato de sódio. quando testada pelo método definido no MB-1239/87 (NBR-7375).

flamabilidade. classificado como auto-extinguível. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A ... Partes I. sob o número 218504 . sob as marcas "Paviflex 2000" e "Paviflex 2000 TP". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. segundo a norma ASTM-D-63563.02 • 4. Vinamiflex Indústria a Comércio Ltda.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • Fademac S.continuação E-VIN. sob a marca "Vinamipiso". II e III.Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal.

DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. com Verniz Acrílico E-VIN. II e III.A. Partes I.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vinil Filme. A lâmina de PVC recebe ainda uma camada de verniz acrílico impermeabilizante. Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .04 1. sob o número 218504 . . sob a marca "Vulcatex". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização. 2. entende-se por filme vinílico uma lâmina de PVC aplicada sobre uma tela de tecido tratada com aditivo antimofo. FABRICANTES/PRODUTOS Admite se o emprego de produto fabricado por: • Vulcan Material Plástico S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

2 2. cargas e pigmentos associados a uma manta de fibra de vidro. composto por resinas de PVC. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. A camada de superfície é de PVC transparente e a seguinte é de espuma.A. 3. .05 1. 2. também de PVC. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS São as seguintes as características técnicas das mantas de vinil: • • • estabilidade dimensional: 0.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vinil Mantas E-VIN.9. sob a marca "Decorflex". são as seguintes: • • • • revestimento de paredes: 0. Capital Federal. II e III.6 mm. flamabilidade: auto-extinguível.6. segundo norma DIN 51. sob o número 218504 . FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Fademac S. entende-se por vinil em mantas o capeamento vinílico flexível em mantas. pises residenciais: 1.1%. pises comerciais: 2.1 2.1 mm. para conferir estabilidade dimensional ou produto. plastificastes.1 mm. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2 As espessuras. 1.960.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. 1.9 mm. conforme a utilização. com espessuras de 0. Segue-se a camada de fibra de vidro coberta com PVC e a de fundo. pisos de quadras esportivas: 2. parafina. 1. que é ainda de PVC. resistência a agentes químicos: é resistente a metanol. óleos vegetais e álcalis.1 DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.0 mm.0 e 2. etanol. 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. A resina apresenta-se no estado liquido e o seu endurecimento se processa sobre a própria superfície da madeira. com a finalidade de protegê-la por meio da formação de uma película resistente.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vitrificantes Resina Uréia-Formol E-VIT.01 1. acabamento brilhante ou fosco.2 2. sob o número 218504 . FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Synteko Indústria e Comércio Ltda. por vitrificante de resina uréia-formol entende-se a resina especialmente formulada para aplicação em pavimentação de madeira. por reação química interna e evaporação dos solventes. A reação química é provocada pela adição de um catalisador ou endurecedor. durável. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I. sob a marca "Super-Synteko". 1. decorativa. Capital Federal. II e III.Proibida a reprodução sem autorização. brilhante ou fosca..1 DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. de fácil limpeza e que dispensa o uso de ceras. 1.

005%) . etc.análise química. Níquel .1%) método volumétrico (NBR-8277).método espectrofotométrico (NBR-8589). bobinas.5 %. NORMAS Haverá particular atenção para o disposto nas seguintes normas da ABNT: CB-10/83 EB-243/82 EB-302/84 EB-1886/88 EB-1967/89 MB-446/85 MB-1881/88 MB-1901/83 MB-1902/83 MB-1903/83 MB-2014/84 MB-2016/84 MB-2128/85 MB-2886/88 MB-3060/89 MB-3061/89 TB-55/88 Ligas de zinco (NBR-6180). Zinco e ligas de zinco . será do tipo metalúrgico. Pó de zinco (NBR-6629).determinação de estanho . 2.método espectrofotométrico.determinação dos componentes (NBR-6639).método de absorção atômica (NBR10473).método polarográfico (NBR-8819). Óxido de zinco . Zinco .determinação do ferro (teores acima de 0.determinação do zinco . TIPO O zinco para fins diversos. com pureza mínima de 97.01 1.determinação de chumbo e cádmio .método espectrofotométrico (NBR-8587). Chumbo refinado . Capital Federal.determinação de zinco . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.determinação do ferro por espectrofotometria. Zinco primário (NBR-5996). Zinco determinação de cobre (teor de 0. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .determinação de cobre (teor de 0.1%) . Zinco e suas ligas .método espectrofotométrico (NBR-8314). II e III.0025% a 0. Zinco e ligas de zinco . Partes I.. sob o número 218504 . Revestimentos de zinco eletrodepositado sobre ferro ou aço (NBR10476).0006% a 0. Zinco .Proibida a reprodução sem autorização.método turbidimétrico (NBR8312). Óxido de zinco . Pó de zinco . Zinco (NR-6010). Óxido de zinco.determinação de ferro .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Zinco E-ZIN. chapas.

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