MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Disposições Gerais e Critério de Analogia E-AAA.

01

1. 1.1

DISPOSIÇÕES GERAIS Todos os materiais a empregar nas obras serão novos, comprovadamente de primeira qualidade e satisfarão rigorosamente às condições estipuladas nestas Especificações "E", salvo disposição expressa e diversa estabelecida nos Serviços "S" específicos, cujas prescrições prevalecerão. O CONSTRUTOR só poderá usar qualquer material depois de submetê-lo ao exame e aprovação da FISCALIZAÇÃO, a quem caberá impugnar o seu emprego, quando em desacordo com as Especificações. Cada lote ou partida de material deverá, além de outras averiguações, ser comparado com a respectiva amostra, previamente aprovada. As amostras de materiais aprovadas pela FISCALIZAÇÃO, depois de convenientemente autenticadas por esta e pelo CONSTRUTOR, serão cuidadosamente conservadas no canteiro da obra até o fim dos trabalhos, de forma a facultar, a qualquer tempo, a verificação de sua perfeita correspondência aos materiais fornecidos ou já empregados. Obriga-se o CONSTRUTOR a retirar do recinto das obras os materiais porventura impugnados pela FISCALIZAÇÃO, dentro de 72 horas, a contar da Ordem de Serviço atinente ao assunto, sendo expressamente proibido manter no recinto das obras quaisquer materiais que não satisfaçam a estas Especificações. CRITÉRIO DE ANALOGIA Se as circunstâncias ou condições locais tornarem aconselhável a substituição de alguns dos materiais especificados neste Caderno, a substituição obedecerá ao disposto no itens subsequentes e só poderá ser efetuada mediante expressa autorização, por escrito, da FISCALIZAÇÃO, para cada caso particular e será regulada pelo critério de analogia definido a seguir. Diz-se que dois materiais ou equipamentos apresentam analogia total ou equivalência se desempenham idêntica função construtiva e apresentam as mesmas características exigidas na Especificação ou no Serviço que a eles se refiram. Diz-se que dois materiais ou equipamentos apresentam analogia parcial ou semelhança se desempenham idêntica função construtiva mas não apresentam as mesmas características exigidas na Especificação ou no Serviço que a eles se refiram. Na eventualidade de uma equivalência, a substituição se processará sem haver compensação financeira para as partes, ou seja, o PROPRIETÁRIO ou o CONSTRUTOR. Na eventualidade de uma semelhança, a substituição se processará com a correspondente compensação financeira para uma das partes, o PROPRIETÁRIO ou o CONSTRUTOR, conforme contrato. O critério de analogia referido será estabelecido em cada caso pela FISCALIZAÇÃO, sendo objeto de registro no "Diário de Obras".

1.2

1.3 1.4

1.5

2. 2.1

2.2

2.3

2.4

2.5

2.6

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

continuação

E-AAA.01

2.7

Nas Especificações, a identificação de materiais ou equipamentos por determinada marca implica, apenas, a caracterização de uma analogia, ficando a distinção entre equivalência e semelhança subordinada ao critério de analogia estabelecido conforme item anterior. A consulta sobre analogia envolvendo equivalência ou semelhança será efetuada em tempo oportuno pelo CONSTRUTOR, não admitindo o PROPRIETÁRIO, em nenhuma hipótese, que dita consulta sirva para justificar o não-cumprimento dos prazos estabelecidos na documentação contratual.

2.8

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Laboratórios - Exames e Testes E-AAA.02

1.

REQUISITO Os laboratórios que realizarem os exames e testes de materiais e equipamentos deverão estar credenciados pelo INMETRO - Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial, órgão subordinado ao Ministério da Indústria e Comércio e integrante do SINMETRO - Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial.

2. 2.1

VERIFICAÇÃO Compete ao CONSTRUTOR apresentar à FISCALIZAÇÃO o "Certificado de Credenciamento", atualizado, expedido pelo INMETRO, sem o que poderá a finalização considerar inaceitáveis os resultados dos exames e testes realizados por iniciativa do CONSTRUTOR A apresentação do certificado que se reporta o item precedente será efetuada antes da realização dos testes e exames ou, guando muito, concomitantemente com os resultados desses exames e testes.

2.2

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Abrasivos E-ABR.01

1. 1.1

ABRASIVOS PARA PISOS ANTIDERRAPANTES Os abrasivos empregados, quer por incorporação às argamassas e mesclas diversas, quer por esparzimento na superfície de pavimentações, poderão ser dos tipos relacionados nos itens a seguir. CARBORUNDUM Sob esta denominação comercial corrente será designado o Carboneto de Silício (SiC) em cristais de granulometria apropriada.

1.2

1.3

ÓXIDO DE ALUMÍNIO Será constituído por cristais de alumina, de granulometria adequada, não sendo conveniente o uso de material de cor branca, indicadora de grande pureza.

1.4

FITAS ANTIDERRAPANTES Vide E-ANT.01.

1.5

LIMALHAS DE FERRO Serão constituídos por limalhas de granulometria adequada aglutinadas por resinas epóxicas, aplicadas em sulcos abertos na pavimentação, com discos de corte.

2. 2.1

ABRASIVOS PARA ESMERILHAMENTO OU ACABAMENTO Os abrasivos usados para aperfeiçoamento, esmerilhamento, lixamento ou polimento, quer aplicados em pó, quer integrados a pedras de esmeril serão, conforme a necessidade, especificados para cada caso particular. Além dos tipos definidos, serão fixadas as seguintes denominações comerciais. POTÉIA Designação usual de óxido de estanho, finamente pulverizado.

2.2 2.2.1

2.2.2

SAL DE AZEDAS Ácido oxálico granulado.

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Acetato de Polivinila – PVA Emulsões e Soluções E-ACE.01

1.

EMULSÕES As emulsões de acetato de polivinila, para efeito desta Especificação, são dispersões aquosas estáveis, de polímeros ou copolímeros de monômero PVA, obtidas por processo de polimerização em emulsão.

2.

SOLUÇÕES As soluções de acetado de polivinila, para efeito desta Especificação, são soluções orgânicas, de polímeros ou copolímeros do monômero PVA, obtidas por polimerização em solução.

3. 3.1

APLICAÇÕES ADJUVANTES Conforme E-ACE.02.

3.2

COLAS Conforme E-ACE.03.

3.3

TINTAS Conforme E-TIN.01.

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Acetato de Polivinila – PVA Adjuvantes E-ACE.02

1.

DEFINIÇÃO Os adjuvantes de acetato de polivinila, para incorporação nas argamassas, são constituídos por emulsões conforme definido na E-ACE.01.

2.

FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por. • • • • • • Ciplak - Indústrias Químicas Ltda., sob a marca "Fixol"; Denver Indústria e Comércio Ltda., sob a marca "Denverfix"; Hey'Di do Brasil Impermeabilizações Ltda., sob a marca "Emulsão Adesiva Hey'di KZ"; Montana S.A. Indústria e Comércio, sob a marca "Monta Fix"; Otto Baumgart Indústria e Comércio S.A., sob a marca "Bianco"; Rhodia S.A., sob a marca "Rhodopás 012-D".

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Acetato de Polivinila - PVA Colas E-ACE.03

1.

DEFINIÇÃO As colas de acetato de polivinila, para fins diversos. são constituídas por emulsões e soluções, conforme definido na E-ACE.01.

2

FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • Alba Química Indústria e Comércio Ltda., sob as marcas "Cascorez", para montagem de móveis e "Cascorez Extra", para tacos e parquês. Henkel S.A. Indústrias Químicas, sob a marca "Ponal" para colagem de compensado, aglomerado, madeira maciça, tacos e parquês. Rhodia S.A., sob as marcas "Rhodopás-501 D" (emulsão) para tacos e carpetes, "Rhodopás-508 D" (emulsão) para azulejos e cerâmicas e "Ligaforte" (solução) para carpetes.

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aço Concreto Armado E-ACO.01

1.

NORMAS As barras e fios de aço destinados a armaduras de concreto armado obedecerão à EB3/85 - Barras e fios de aço destinados a armaduras para concreto armado (NBR-7480).

2.

CONDIÇÕES GERAIS Para aceitação dos lotes de aço, o PROPRIETÁRIO exigirá a execução, pelo menos, dos ensaios de dobramento (item 6.2 da EB-3/85) e de tração (item 6.8.1 da EB-3/85). As condições de aceitação do lote seguirão as recomendações preconizadas no item 7 do referido normativo. 3. CARACTERÍSTICAS DE FIOS E BARRAS

Bitola

Massa p/ un. de comprim. e tolerância (kg/m) Massa mínima (10%) 0.141 0.233 0.354 Massa mínima (6%) 0.0586 0.0929 0.147 0.233 0.370 0.586 0.929 1.47 2.33 3.70 5.86 9.29 Massa exata 0.0624 0.0988 0.157 0.248 0.393 0.624 0.988 1.57 2.48 3.93 6.24 9.88 Massa máxima (6%) 0.0661 0.105 0.166 0.263 0.417 0.661 1.05 1.66 2.63 4.17 6.61 10.50

Valor nominal p/ cálculo

Fios

Barras

Área da seção (cm²) 0.080 0.125 0.200 0.315 0.50 0.80 1.25 2.00 3.15 5.00 8.00 12.50

Massa p/ unid.de comprim. 0.0693 0.100 0.160 0.250 0.40 0.63 1.00 1.60 2.50 4.00 6.30 10.00

Perím. (cm) 1.00 1.25 1.60 2.00 2.50 3.15 4.00 5.00 6.30 8.00 10.00 12.50

3.2 4 5 6.3 8 10 12.5 5

-

6.3 8 10 12.5 16 20 25 32 40

A massa exata corresponde ao produto do valor da área exata definida pela série de Renard, por 7,85 kg/dm³.

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continuação

E-ACO.01

4.

PROPRIEDADES MECÂNICAS EXIGÍVEIS DE BARRAS DESTINADOS A ARMADURAS DE CONCRETO ARMADO

E

FIOS

DE

AÇO

Categoria

Ensaio de tração (valores mínimos) Resist. Carac. de escoamento fyk (MPa) (A) Limite de resist. fyk (MPa) (B) Along. em 10@ (%) p/ aço cl. A 48 10 8 (C) p. aço cl. B 8 6 5

Ensaio de dobr. a 180° Diâm. do pino (mm) @<20 2@ 3@ 4@ 5@ (D) @>=20 4@ 5@ 6@

Aderência Coef. de conform. superfic. mín p/@>10 nb

Dist. da categoria Cor

CA-25 CA-40 CA-50 CA-60

250 400 500 600

1.20 fy 1.10 fy 1.10 fy 1.05 fy (E)

1.0 1.2 1.5 1.5

amarela vermelha branca azul

A) Valor característico do limite superior de escoamento: LE ou ???? da MB-4/77 Material metálico - determinação das propriedades mecânicas a tração (NBR-6152) ou fy da NB-l/78 - projeto e execução de obras em concreto armado (NBR-6118) (B) O mesmo que resistência convencional à ruptura ou resistência convencional à tração, conforme M(B-4/77 (NBR-6152), o símbolo LR ou ????; (C) Bitola, definida em 3,4; (D) As barras de bitola @>=32 das categorias CA-40 e CA-SO devem ser dobradas sobre pinos de 8@ (em mm) (E) fst mínimo de 660 MPa.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

chapas grossas e barras. Perfis estruturais de aço. usados em estruturas fixas (NBR-9763) Material metálico .Proibida a reprodução sem autorização.ensaio de dobramento semi-guiado (NBR-6153) Projeto e execução de estrutura de aço de edifícios . sob o número 218504 . NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-782/85 EB-1742/86 MB-4/77 MB-5/88 NB-14/86 NB-143/67 PB-347/79 PB-348/78 Elementos de fixação dos componentes das estruturas metálicas (NBR9971) Aços para perfis laminados. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I. formados a frio (NBR-6355) Perfis estruturais soldados de aço (NBR-5884) 2.02 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aço Estrutura Metálica E-ACO.método dos estados limites (NBR-8800) Cálculo de estruturas de aço constituídas por perfis leves.1 DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. especificado na E-ACO. será considerado aço para perfilados destinados à execução de estruturas de aço todo ferro forjável sem necessidade de tratamento. que satisfaça às especificações constantes dos normativos relacionados a seguir. convindo não confundir esse tipo de aço com o aço destinado ao concreto armado.determinação das propriedades mecânicas a tração (NBR-6152) Produto metálico . II e III. Capital Federal.01. 1.

ácido sulfúrico (NBR-7409).03 1. Aço inoxidável . Aços inoxidáveis e aços resistentes ao calor . Aço inoxidável .sulfato cúprico . níquel.determinação da suscetibilidade ao ataque intergranular com cobre . colômbio. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. titânio e molibdênio. Aço inoxidável .tratamento térmico (NBR-6214). II e III. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-1402/83 EB-1409/83 EB-1511/89 MB-1677/82 MB-1678/82 MB-1679/82 MB-1680/82 Peças fundidas de aço inoxidável e de outras ligas resistentes à corrosão para uso geral (NBR-8092) Peças fundidas de aço inoxidável e de outras ligas resistentes ao calor para uso geral (EBR-8093) Produtos planos de aço inoxidável para aplicações estruturais (NBR8579). as ligas poderão conter.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aço Inoxidável E-ACO. ainda. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Capital Federal.determinação da suscetibilidade ao ataque intergranular com ácido nítrico .determinação da suscetibilidade ao ataque intergranular com ácido oxálico (NBR-7408).Proibida a reprodução sem autorização. Para atender a determinadas condições de trabalho. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Aços inoxidáveis . sob o número 218504 . Aço inoxidável .2% de carbono.determinação da suscetibilidade ao ataque intergranular com ácido nítrico (NBR-7410) Aço inoxidável austenítico ao molibdênio .ácido sulfúrico (NBR-7412) Aço inoxidável e ligas similares .classificação por composição química (NBR-5601). Partes I.ácido fluorídrico (NBR-7411). entende-se por aço inoxidável o aço constituído por liga de alto teor de cromo e baixo teor de carbono. Aço inoxidável .seleção (NBR-6847).determinação da suscetibilidade ao ataque intergranular com sulfato férrico . Produtos planos de aço inoxidável . 2.embalagem e marcação (NBR-9764) MB-1681/82 MB-1698/82 NB-320/87 NB-602/78 PB-354/88 PB-578/80 PB-581/90 PB-1210/85 PB-1273/86 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Propriedades mecânicas de produtos planos de aço inoxidável (NBR6666). considerando-se como tais as ligas contendo mais de 10% de cromo e menos de 0.determinação da suscetibilidade à corrosão por pite e por frestas em solução de cloreto férrico (NBR-7546) Elementos de fixação de aço inoxidável e aço resistente à corrosão (NBR-10065).série padronizada (NBR-9246). Produto plano laminado de aço inoxidável .

no mínimo de 0. 3. sob o número 218504 . II e III.13% de carbono. Partes I. O teor de colômbio será 10 vezes superior ao de carbono e.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Para os casos em que se fizer necessária maior resistência à oxidação e à corrosão.Proibida a reprodução sem autorização. serão usadas ligas do tipo 16-6.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . contendo mais de 16% de cromo e de 6% de níquel e menos de 0. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Na hipótese de temperatura elevada. de 0. ou mais ricas. o tipo 18-8.4 a 0. Para os casos de agentes particularmente agressivos.7 a 1%. será empregado.8%. 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. no mínimo. O teor de titânio será 5 vezes superior ao de carbono e. Capital Federal.continuação E-ACO. de preferencia o colômbio ou o titânio. tais como cloreto e outros sais halóides.2 3. isto é. no mínimo. serão adicionados elementos ditos estabilizadores.03 3.

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aço Zincado . haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-167/81 EB-649/81 PB-315/81 Chapas de aço-carbono zincadas pelo processo semicontínuo de imersão a quente (NBR-7005) Chapas de aço-carbono zincadas pelo processo continuo de imersão a quente (NBR-7008). as chapas zincadas serão produzidas com aço de composição química modificada. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. As chapas zincadas receberão revestimento dos tipos A e C da EB-167/81 (NBR-7005). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. O aço das chapas suportará dobramento transversal a 180 sem que haja ocorrências de trincas na face externa do corpo de prova. Siderúrgica da Guanabara . Siderúrgica Nacional. 3. Partes I. com adição de cobre. II e III. No caso de condições corrosivas mais severas. como no caso de calhas de águas pluviais. O revestimento de zinco suportará um dobramento da chapa a 180 sem que haja ocorrência de fissura ou esfoliação da camada protetora. de baixo teor de carbono. Cia.2 3.Chapas E-ACO. Chapas de aço-carbono zincadas pelo processo de imersão a quente requisitos gerais (NBR-7013) 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.04 1. DEFINIÇÃO Esta Especificação considera chapa zincada (CE) a chapa fina de aço. 2. sendo o tipo A ou Comum para uso geral e o tipo C ou Especial para uso em condições mais severas ou guando se desejar maior duração da chapa.3 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O aço-base das chapas zincadas será de baixo teor de carbono.1 3. conforme EB-187/81 (NBR-7005). 3.4 3. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .COSIGUA. revestida em ambas as faces com uma camada de zinco.Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal. constatáveis à vista desarmada. aplicada por imersão da chapa em banho de metal fundido ou por eletroposição. sob o número 218504 . conforme EB-167/81 (NBR-7005) PADRÕES As chapas zincadas poderão ser lisas ou corrugadas.5 4. 5 FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • Cia.

Capital Federal.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Acrílico Calafetadores/Selantes E-ACR. Os selantes acrílicos deverão satisfazer à DIN 18540. norma alemã para massas elásticas de vedação. dureza Shore A. calafetadores ou selantes acrílicos são os produtos obtidos pela polimerização de derivados acrílicos. sob o número 218504 . sob a marca "Vedacril". Ltda.3%. DIN 53505: após 4 semanas: 7.8 N/cm² e 150%: 1. Wolf Hacker & Cia. sob a marca "Sela Junt". temperatura ambiente: inferior a 0. resistência a pancadas de chuva: após 90 minutos.5 N/cm². capacidade de recuperação DIN 52458 em 3 horas: 51%. Otto Baumgart Indústria e Comércio S. aderência/alongamento. resistência de ruptura: 11. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . após 8 semanas: 10 e após 12 semanas: 17. sob a marca "Denverplast". 2.2 3..5 mm. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995..1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS São as seguintes as características técnicas dos calafetadores acrílicos: • • • • • • • • resistência ao fluxo. principalmente dos ésteres do ácido acrílico e do ácido metacrílico.A. II e III. alongamento até ruptura. 2.. sob a marca "Durolastic Acrílico".9 N/cm². DIN 53504: 658%. Texsa Brasileira Ltda.01 1. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • Denver Indústria e Comércio Ltda. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. DIN 53505: 19. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. DIN 52455: 50 e 100%: 1. variação de volume. Partes I.. DIN 52454. perfil A.Proibida a reprodução sem autorização.

"Colorcoat 100" e "Line Paint" (tinta para demarcação). sob a marca "Tintacryl" e "Hey'Dicryl".A.. sob as marcas “Colarcoat 200". sob a marca "Igolflex Branco". Wolf Hacker & Cia. 2. sob o número 218504 . CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A emulsão de acrílico... Hey'Di do Brasil Impermeabilizações Ltda. FABRICANTES/PRODUTOS • • • • • • • Chevron do Brasil Ltda.. é uma emulsão concentrada com materiais minerais e pigmentos inorgânicos. sob a marca "Acril-Texsa" e "Texas-Laje".. "Coberit Tráfego" (tinta para demarcação). II e III. Texsa Brasileira Ltda. Possui consistência pastosa ou de tinta. apresentada em várias cores.A.. Partes I.03 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. ou acrílica. Capital Federal.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Acrílico Emulsão E-ACR. Otto Baumgart Indústria e Comércio S. Denver Indústria e Comércio Ltda. sob a marca "Impercryl" Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A ..Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob a marca "Vedapren Branco" (impermeabilizante para cobertura). sob a marca "Denvercril". Sika S. Ltda.

Capital Federal. sob o número 218504 .. Sika S. Partes I. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Produto formulado à base de resina acrílica e de reticuladores que influenciam a catálise e a polimerização. 415.5 MPa. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .04 1. sob a marca "Sika-Fix". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob a marca "Pavicril" ref. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. 3. II e III.Proibida a reprodução sem autorização.... ligante acrílico é o produto que. Ltda. aumenta a aderência das argamassas.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Acrílico Ligantes E-ACR. sob a marca "Plastop-Graut". adicionado à água de amassamento. Wolf Hacker & Cia.5 a 5.Indústria e Comércio de Materiais Sintéticos para Construção Ltda. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • Matsica . sob a marca "Azulit Acril". 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. com resistência de aderência de 3.A. Texsa Brasileira Ltda.

Telafix Indústria e Comércio Ltda. Texsa Brasileira Ltda. Partes I. Sika S.A.A. sob a marca "Selajunt" Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .05 1. sob a marca "Tapatrinca". DEFINIÇÃO Vedante acrílico. sob a marca "Sika Top 107". 6380. de elasticidade permanente.Proibida a reprodução sem autorização. em geral pó de mármore. sob a marca "Vedacril". Otto Baumgart Indústria e Comércio S. para efeito desta Especificação.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Acrílico Vedantes E-ACR. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal.. sob a marca "Selatrinca". ref. fendas e rachaduras. com pó de mármore como agregado. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Produto formulado à base de resina acrílica e agregado. 3. é o produto destinado a obturar trincas... Cópia fiel da Edição impressa em 1995.. sob o número 218504 . II e III.. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • • Glasurit do Brasil Ltda. 2.

. CERÂMICAS E MÁRMORE • • • • Otto Baumgart Indústria e Comércio S.. SELEÇÃO DE EMPREGO A seleção dos adesivos será procedida considerando-se a finalidade de sua aplicação. Ramires & Cia. para as seguintes colagens: 3. Adesivos de fusão .A. Adesivos de fusão . Sobre adesivo estrutural. Capital Federal.anel e bola (NBR-9424). Partes I. Rhodia S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.determinação do tempo em aberto (NBR-9684).determinação do ponto de amolecimento . sob o número 218504 .01 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . O seu emprego obedecerá. Usina Fortaleza Indústria e Comércio de Massa Fina Ltda. às recomendações do respectivo fabricante. para a colagem de mármore.2 3. sob a marca "Iberê".. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego dos produtos fabricados pelas firmas a seguir relacionadas.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Adesivos E-ADE.A. Adesivos à base de elastômeros . Adesivos à base de elastômeros . Adesivos à base de elastômeros . 2.. II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob a marca "Rhodopás-508 D". Adesivos de base elastomérica .determinação da densidade relativa (NBR-9683). sob a marca "Brancol".determinação da viscosidade (NBR-9393).determinação da densidade (NBR8916).Proibida a reprodução sem autorização. Ltda. rigorosamente. para colagem de azulejos. para azulejo sobre azulejo. 2.determinação do teor de cinzas (NBR9224). Adesivos à base de elastômeros .determinação do teor do sólidos (NSR-8877). NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: MB-2088/84 MB-2098/84 MB-2279/85 MB-2280/85 MB-2281/85 MB-2282/85 MB-2398/85 MB-2399/85 MB-2537/86 MB-2538/86 Adesivos à base de elastômeros .determinação do tempo de escoamento através do copo DIN (NBR-9223). vide E-EPO. Adesivos à base de elastômeros .1 2.determinação da viscosidade Brookfield (NBR-9277).02. sob a marca "Over Coll". Adesivos de fusão e selantes .1 AZULEJOS.determinação do tempo de escoamento através do fluxômetro de pressão (NBR-9278).

. 3.. 3. sob a marca "Brascoplear CE 5575 N"..6 MADEIRA X MADEIRA • Artecola Indústrias Químicas Ltda. Brascola Ltda.8 PLACAS DE VINIL E DE VINIL-AMIANTO • • Alba Química Indústria e Comércio Ltda. 3. Otto Baumqart Indústria e Comércio S.4 FIBROCIMENTO E MADEIRA • Artecola Indústrias Químicas Ltda. Tecno-Fogo. sob a marca "PVArte 103". sobas marcas "Artekarpet 301" (secagem rápida).9 PLACAS DE ESPUMA DE POLIURETANO E DE POLIESTIRENO (EXPANDIDO E EXTRUDADO) • • • • Artecola Indústrias Químicas Ltda. Partes I. sob as marcas "PVArte 103" e PVArte 112".3 ESPELHOS • Brascola Ltda.continuação E-ADE. sob o número 218504 ..5 LAMINADOS PLÁSTICOS E CHAPAS DE FIBRA DE MADEIRA • • • • Artecola Indústrias Químicas Ltda. Sika S. sob a marca "Cola de contato marca Fórmica". cola de contato sob a marca "Brascoplast BX. sob a marca "Formicola". sob a marca "Patex Extra". sob a marca "Flexofix PF".. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A.. II e III. sob a marca "Formicola". . de base de resinas sintéticas..A. sob as marcas "Cascola" e "Cascopox". para locais sujeitos a molhaduras freqüentes.Proibida a reprodução sem autorização. 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Cia. 3. Henkel S. sob a marca "Plurigoma". Indústrias Químicas. para locais sujeitos a molhaduras freqüentes. Química Industrial de Laminados.. sob a marca "Fixopor". Rhodia S.A.2 CARPETES • • • Artecola Indústrias Químicas Ltda. sob a marca "PVArte 431". sob a marca "Igol 2".01 3. Química Industrial de Laminados.A.Pisos de Borracha e Plásticos Ltda.A. sob as marcas "Ligaforte" e Rhodopás-501 D". emulsão de asfalto. Plurigoma ... sob a marca "Cola TF C". para locais não sujeitos a molhaduras freqüentes. sob a marca "Cascola". "Artekarpet 301-M (Secagem média) e "Artekarpet 307".7 PLACAS DE BORRACHA SINTÉTICA • • • Alba Química Indústria e Comércio Ltda... Cia. Fademac S.. sob as marcas "PVArte 103" e "PVArte 112". 3.. Capital Federal. Formilam Indústria e Comércio Ltda. 3.99". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.

Otto Baumgart Indústria e Comércio S.Proibida a reprodução sem autorização. cola de contato sob a marca "Brascoplast BX.01 3. sob o número 218504 .. sob as marcas "PVArte 103" e "PVArte 111". II e III.11 PLACAS DE POLIETILENO (EXTRUDADO/EXPANDIDO) • Brascola Ltda. sob a marca "ICE 938".A.. Partes I. sob as marcas "Fixotac" e "Fixotac Branco". Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.. cola à base de policloropreno. Indústrias Químicas. sob as marcas "Rhodopás-501 D" e "Colataco"..12 TACOS E PARQUÊS • • • Artecola Indústrias Químicas Ltda. 3. Rhodia S. sob a marca "Metylan Vinílico".99". Henkel S.10 PLACAS DE CORTIÇA E FILME VINÍLICO • • Brascola Ltda. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A.A. 3.continuação E-ADE..

Tipo SPR: Aditivo Super Plastificante Retardador.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aditivos Concreto Definição. 3. sob o número 218504 .3 O uso de normativos estrangeiros fica condicionado a justificativas e à aprovação do PROPRIETÁRIO A utilização e dosagem dos aditivos seguirão rigorosamente às recomendações do fabricante. 3. 3. 2.01 1. Capital Federal. NORMA Os aditivos para concreto de cimento Portland obedecerão ao disposto na EB-1763/92 Aditivos plastificantes (redutores de água) e modificadores de pega para concretos de cimento Portland. II e III. Tipo SP : Aditivo Super Plastificante. cujos resultados referem-se a concretos preparados com cimento Portland comum. Tipo A : Aditivo Acelerador. Tipo R : Aditivo Retardador. Normas e Classificação E-ADI. Tipo lAR: Aditivo Incorporador de Ar. o endurecimento ou a pega.1 CLASSIFICAÇÃO A ABNT adota a seguinte classificação: Tipo P : Aditivo Plastificante.2 3. conforme quadro abaixo. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I. modificam certas características do produto. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Tipo PR : Aditivo Plastificante Retardador. DEFINIÇÃO Aditivos para concreto são substâncias de ação química. adicionadas ao concreto.Proibida a reprodução sem autorização. 3. tais como a trabalhabilidade. Tipo PA : Aditivo Plastificante Acelerador.4 Será exigido o atendimento aos requisitos de desempenho preconizados pela EB-1763/92. física ou físico-química que. Tipo SPA: Aditivo Super Plastificante Acelerador.

Proibida a reprodução sem autorização. Partes I.A. Sika S.010 0. Capital Federal. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admite o emprego dos produtos fabricados por: • • • • Montana S. Ltda. Indústria e Comércio. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.continuação E-ADI.010 0.010 0.01 PROPRIEDADES Redução de água (% mínima) no mínimo Tempos de pega (h:min) (MB2665) início não mais que no mínimo fim não mais que 6 - TIPOS DE CIMENTO P +1:00 R -1:00 A PR 6 +1:00 PA 6 ± 1:0 0 IAR +1:15 +3:30 -3:30 -1:00 +3:30 -3:30 -1:00 -1:30 +1:15 3:30 90 90 90 90 90 125 100 100 90 110 +3:30 110 110 110 110 100 125 110 110 110 100 90 90 90 90 90 +1:30 2. sob o número 218504 .0 SP 12 12 -1:00 +1:30 -1:00 +1:30 140 125 115 110 100 110 3:30 125 125 115 110 100 110 150 125 125 100 100 100 120 +3:30 -3:30 -1:00 SPR 12 +1:00 SPA 12 -1:00 -1:00 +1:30 -1:00 +1:30 110 110 110 110 100 Exsudação de água no máximo (%) (ASTM C 232) 12 h Resistência à compressão (% mínima) (MB-3) 3 dias 7 dias 28 dias 90 dias 180 dias (opcional) Resistência à tração por compressão diametral (MB-212) ou tração por flexão (MB-3483) 3 dias (%) m í n i m a 7 dias 100 90 100 100 100 90 100 100 110 28 dias >= 0. máximo) 0.030 % (aum. Wolf Hacker & Cia. II e III.010 0. Otto Baumgart Indústria e Comércio S.010 0.030 % (máxima) 100 90 90 100 100 90 100 100 100 Mudança de comprimento NB-1401 135 135 135 135 135 120 135 135 135 < 0. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .006 0.010 4...A.010 0. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A.010 0.

A distância entre os afastadores deverá ser compatível com o peso das armaduras que suportam. para posicionamento dos vergalhões das armaduras de concreto armado. II e III.1 1.Proibida a reprodução sem autorização. sob o número 218504 . Capital Federal. Partes I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Afastadoras de Armadura E-AFA. ou pastilhas de argamassa. Os afastadores plásticos deverão garantir o recobrimento previsto no projeto estrutural.01 1. serão do tipo "clips" plásticos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. FABRICANTES Admite-se o emprego de distanciadores fabricados por: • Homerplast Indústria e Comércio de Plásticos Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os afastadores ou distanciadores. 1. de forma a assegurar sua perfeita integridade.

dentre eles a desidratação. sob a marca "Protesol Branco". evitando a formação de fissuras e favorecendo o desenvolvimento das resistências mecânicas. Texsa Brasileira Ltda. sob a marca "Curing". 2.A.2 2. 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob a marca "Flexcuresol". sob a marca "Antisol". DEFINIÇÃO Película química aplicada sobre a superfície do concreto fresco. Proporciona processo de cura sem interrupção. Indústria e Comércio.. Ltda. sob o número 218504 . desloca-se rapidamente o pulverizador em direções cruzadas.Proibida a reprodução sem autorização. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • • Montana S. Para obtenção de uma película continua. Wolf Hacker & Cia. observando rigorosamente as recomendações dos fabricantes. visando sua proteção contra agentes prejudiciais. II e III.01 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. superpondo-se as camadas. Sika S. sendo indispensável homogeneizar o agente cuidadosamente antes de vertê-lo no aparelho. O início da aplicação ocorrerá logo após a segregação da água.3 3.. APLICAÇÃO Será efetuada com o uso de pulverizador de baixa pressão. Otto Baumgart Indústria e Comércio S.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Agente Cura E-AGE. Partes I.A.. bem como a proteção pelo período de no mínimo 7 dias.A.1 2. sob a marca "Hidrosol". Capital Federal..

sob a marca "Desmoldante Ciplak".. sob a marca "Repelmod M". sob a marca "Desform". Aplica-se a emulsão sobre a fôrma antes da colocação das armaduras.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Agente Protetor de Fôrmas E-AGE. Capital Federal. Após a aplicação.1 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Otto Baumgart Indústria e Comércio S.3 4. Sika S. fina. ou metálicas. sob a marca "Separol".. até obter líquido de cor homogênea. Texsa Brasileira Ltda.2 3.. APLICAÇÃO Dilui-se 1 parte do produto em 10. Ltda..Proibida a reprodução sem autorização. Indústria e Comércio. facilitar a obtenção de superfícies aparentes de bom aspecto. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . ser aplicável em fôrmas de madeira. sob a marca "DesMad". para ser emulsionada em água no momento de seu emprego. 15 ou 20 partes de água. conforme recomendação do fabricante. sob a marca "Reebol WB". facilitar a desmoldagem. no mínimo. não manchar o concreto.A. sob a marca "Desmol".. sob a marca "Desmoldante Montana". FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • • • • • • Ciplak . CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Composição oleosa. 3. sob o número 218504 . Wolf Hacker & Cia. Montana S.Indústrias Químicas Ltda. sob a marca "Desmoltex". Indústrias Madeirit S. Partes I. 3. Foseco Industrial e Comercial Ltda. 4 horas antes da concretagem.A. Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda. agitando-se bem. PROPRIEDADES O agente protetor de fôrmas apresentará as seguintes propriedades: • • • • • evitar a aderência entre a fôrma e o concreto.. conservam-se as fôrmas abrigadas de chuva.A. aparelhada ou não..02 1. II e III..A.

alto forno. 2. comum.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. alta resistência inicial. para revestimento. alta resistência a sulfatos.3 GESSO • • • calcinado. para estuque. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . pozolânico. 2. Capital Federal. 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 TIPOS CAL • • virgem. aglomerantes são os elementos ativos usados na confecção de mesclas. hidratada.01 1. sob o número 218504 . II e III. 2. DEFINIÇÃO Para os fins desta Especificação.2 CIMENTO PORTLAND • • • • • • • branco. argamassas e concretos. pastas. moderada resistência a sulfatos e moderado calor e hidratação.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aglomerantes Definição e Tipos E-AGL.

sob o número 218504 . resíduo de extinção. principal constituinte para argamassa tipo "C" (comum) NORMAS Os métodos de ensaio para verificação das características referidas são os estabelecidos na E-57 (Especificação de cal virgem para construção) do IPT e nas normas da ABNT referentes à matéria. do qual o constituinte principal é o óxido de cálcio ou o óxido de cálcio em associação natural com o óxido de magnésio. capaz de extinguir-se com água.determinação do tempo de extinção (NBR-10791). ainda. de uma mistura de hidróxido de cálcio e de magnésio e óxido de magnésio.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aglomerantes CAL E-AGL. 1. CaO + MgO.1 CAL HIDRATADA (EXTINTA) Pó seco obtido pelo tratamento da cal virgem com água em quantidade suficiente para satisfazer à afinidade química. Constituída essencialmente de hidróxido de cálcio e de magnésio. Cal virgem e cal hidratada . máximo: 12%.2 1.1. Partes I.1.2 2.determinação da plasticidade (NBR9206). principais constituintes da cal hidratada para argamassa tipo "E" (especial). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. ou. Capital Federal. Cal hidratada para argamassas . Cal virgem e cal hidratada . Cal .1 1. Cal virgem .1 1.02 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . em relação aos compostos não voláteis: 88%.Proibida a reprodução sem autorização.determinação da finura (NBR-9289).2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS CAL VIRGEM Material calcinado. A cal virgem aérea não hidratada apresentará as seguintes características: • • • perda ao fogo. com especial atenção para as relacionadas a seguir: EB-153/86 MB-266/72 MB-341/67 MB-342/67 MB-2331/85 MB-2332/85 MB-2333/85 MB-2351/85 MB-2352/85 MB-3058/89 Cal hidratadas para argamassas (NBR-7175).2.determinação da estabilidade (NBR9205). Cópia fiel da Edição impressa em 1995.análise química (NBR-6473).determinação da capacidade de incorporação de areia no plastômero de Vo55 (NBR-9207). II e III. consideradas as condições em que se processa a hidratação. Cal hidratada para argamassas .2. máximo: 15%. Cal hidratada para argamassas .retirada e preparação de amostra (NBR5471). Cal hidratada para argamassas . 1. 1. Cal hidratada para argamassas .determinação do resíduo de extinção (NBR-6472).determinação da retenção de água (NBR-9290).

.A. Cobrascal Indústria de Cal Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por.. • • • • Campical Indústria e Comércio de Cal Ltda. Ical Indústria de Calcinação S.Proibida a reprodução sem autorização. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I.02 3. Purakal Comércio de Cal e Materiais de Construção Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. Capital Federal. sob o número 218504 .continuação E-AGL.

determinação de perda ao fogo (NBR-5743).determinação de óxido de cálcio livre (NBR-5748).1 1. Cimento Portland e outros materiais em pó . Cimento Portland .processos de arbitragem para determinação de dióxido de silício. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aglomerantes Cimento Portland E-AGL. Capital Federal.determinação da área especifica (NBR-7224). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Os constituídos principalmente de clínquer tipo Portland e adições ativas são do tipo pozolânico ou de alto-forno. CP-32 e CP-40). só podendo ser aceito na obra com a embalagem e a rotulagem de fábrica intactas. Os principais tipos de cimento são os discriminados nos itens a seguir. Cimento Portland .determinação de resíduo insolúvel (NBR-5744).determinação de óxido de sódio e óxido de potássio por fotometria de chama (NBR-5747).03 1. contendo a marca de conformidade da ABCP.2 2.1.determinação de anidrido sulfúrico (NBR-5745). cujo clínquer praticamente não contém óxido de ferro. Partes I. II e III. Cimento Portland .1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Será de fabricação recente.determinação de enxofre na forma de sulfeto (NBR5746).Proibida a reprodução sem autorização. Análise química de cimento Portland .determinação do índice de atividade pozolânica com cimento Portland pozolânico (NBR-5752) 1. 1. Cimento Portland . Análise química de cimento Portland . sob o número 218504 . são os dos tipos comum (nas modalidades CP-25. NORMAS São as seguintes as normas da ABNT referentes ao assunto: EB-1/88 EB-2/74 EB-208/87 EB-758/85 EB-903/85 MB-1/79 MB-11/76 MB-348/84 MB-508/73 MB-509/76 Cimento Portland comum (NBR-5732). MB-510/89 MB-511/89 MB-512/89 MB-513/76 MB-514/89 MB-515/76 MB-1153/77 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .disposições gerais (NBR-5740). de moderada resistência a sulfatos e de alta resistência a sulfatos.extração e preparação de amostras (NBR-5741). que é produzido a partir da fusão de uma mistura de calcário e bauxita. Ensaio de cimento Portland (NBR-7215). de alta resistência inicial. Cimento Portland de moderada resistência a sulfatos (MRS) e cimento Portland de alta resistência a sulfatos (ARS) (NBR-5737). e o aluminoso. Cimento Portland . Os outros tipos de cimento são o Portland branco. óxido férrico. Cimento Portland de alta resistência inicial (NBR-5733).1. óxido de cálcio e óxido de magnésio (NBR-5742). Cimento Portland . Cimento Portland de alto-forno (NBR-5735). Constituídos principalmente de clínquer tipo Portland. Cimento Portland pozolânico (NBR-5736). Pozolanas . óxido de alumínio. Cimento Portland .

determinação da finura por meio de peneira 0.análise química (NBR-8347).determinação de óxido de cálcio livre pelo etileno glicol (NBR-7227). Cimento Portland . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Cimento (NBR-7226) Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .044 mm (número 325) (NBR-9202).método de determinação de atividade pozolânica em cimento Portland pozolânico (NBR-5753).determinação do calor de hidratação a partir do calor de dissolução (NBR-8809).Proibida a reprodução sem autorização. Cimento Portland .03 MB-1154/77 MB-1619/89 MB-1866/83 MB-2072/84 MB-2145/85 TB-75/69 Cimentos . sob o número 218504 . Cimento Portland pozolânico . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cimento Portland e outros materiais em pó .continuação E-AGL. Partes I. Capital Federal. II e III.

Al2O3. 1. diminui muito a velocidade de endurecimento. tempo de pega sem retardo: 10 a 40 minutos. CaCO3. Normalmente amassa-se o gesso com excesso de água para evitar uma pega muito rápida.Proibida a reprodução sem autorização.2%.15 mm). a 75% passam na peneira 100 – (0.sulfato de cálcio com duas moléculas de água. caseína.41 mm). compressão: 7. apresenta pega tão rápida (entre 2 e 5 minutos) que é virtualmente inútil como material de construção. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.4 MPa. As armaduras para peças de gesso serão galvanizadas. sob o número 218504 . Maiores quantidades de água de amassamento possibilitarão o aumento do tempo de pega.10 1. sendo que a quantidade de retardadores não deverá ultrapassar 0.8 1. em geral acompanhado de impurezas como SiO2.6 1. trituração e queima.0 MPa.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aglomerantes Gesso E-AGL. MgO. A presença de impurezas. O gesso não adere bem à madeira e aos agregados lisos.5H20 Na sua fabricação destacam-se três fases: britagem da pedra. II e III. 1. 1. A quantidade teórica de água necessária à hidratação é de 19 a 25%. nenhum resíduo na peneira 14 – (1.7 1. que naturalmente ocorre na gipsita original.4 1. Poder-se-á variar o tempo de pega pela adição de: • • aceleradores: alúmen (silicato duplo de alumínio e potássio). O cozimento industrial feito a temperatura baixa (150 a 300°C) transforma o dütrato em hemidrato: 140°C CaSO4 .1 GESSO CALCINADO Será obtido pela calcinação da gipsita natural . açúcar e álcool.5 1.2 1. Bórax. FeO. num total não ultrapassando a 6%. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . tempo de pega com retardo: 40 minutos a 6 horas. retardadores: sulfato de sódio. 0. 2H20 --------> CaSO4 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3 1. Capital Federal. gesso de Paris. fosfato. sulfatos de alumínio e potássio.5H20 + 1.9 Em caso de verificação das características gerais do gesso. O semi-hidrato puro. As normas da ASTM C-26-33 especificam: • • • • • • tração: 1. devendo-se evitar quantidades superiores a 70%.04 1. serão adotados métodos de ensaio referidos nas normas da ASTM aplicáveis ao caso.11 O gesso corrói o aço e tanto mais facilmente quanto mais água contiver em seus poros.

GESSO PARA REVESTIMENTO O gesso para revestimento não conterá menos de 50% de gesso calcinado. 2. GESSO PARA ESTUQUE O material para estuques. Capital Federal. O gesso para estuque terá pega compreendida entre 20 e 40 minutos de seu preparo. não podendo ter função estrutural. boa proteção contra fogo e facilidade de corte. no mínimo. molduras e ornatos conterá.12 1. sob o número 218504 . II e III. 70% de gesso calcinado. O gesso apresenta bom isolamento térmico. 3. perfuração e fixação por meio de parafusos e pregos com características especiais. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .13 Pela sua solubilidade.Proibida a reprodução sem autorização.04 1. o uso do gesso será restrito a interiores. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.continuação E-AGL. Partes I.

. sob as marcas "Pó n" 1". como elemento integrante de sua constituição. Hey'Di do Brasil Impermeabilizações Ltda.. "Pó n 2". II e III. Denver Indústria e Comércio Ltda. o cimento "Fondu Lafarge". "Denver-Blitz". Cópia fiel da Edição impressa em 1995. "Viapol Presto 2" e "Viapol Presto Selador" (pega rápida) e "Viaplus 1000" (pega ultra-rápida) 2.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os cimentos especiais com adição de substâncias especificas devem apresentar. respectivamente e "Cimento Impermeabilizante Hey'Di K-ll". sob as marcas "Denver Rápido" e "Denver UltraRápido" e para tamponamento. • • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . respectivamente. Viapol impermeabilizastes Ltda. com inicio de pega em 7 segundos e 15 minutos. Os cimentos especiais com inicio de pega em 7 segundos terão.05 1. Partes I. O inicio da pega ocorrerá em 7 segundos ou 15 minutos. sob as marcas "Viaguard" e "Viafix" (pega lenta). 1. total ausência de poros.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aglomerantes Cimentos Especiais E-AGL.Indústrias Químicas Ltda.Proibida a reprodução sem autorização. sob o número 218504 .1 1. • Ciplak . FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por. "Viapol Presto 1"... com inicio de pega em 7 segundos e 15 minutos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal. sendo a aplicação complementada com o uso do "catalizador C". sob as marcas "Adesol A" e "Adesol B". uma vez endurecidos.

Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal. areia média é a areia que passa na peneira de 2.2.8 mm e fica retida na peneira de 2. pedrisco e pó-de-pedra para base de macadame hidráulico (NBR-7174). com diâmetro máximo de 2.ensaio de qualidade de agregado miúdo (NBR-7221).3 FINA Areia de granulometria fina ou.4 mm. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Agregados Areia e Brita E-AGR. NORMAS As normas da ABNT atinentes ao assunto são as seguintes: EB-4/82 EB-72/58 EB-104/79 EB-1133/82 MB-7/87 MB-10/87 MB-95/87 NB-29/68 TB-18/55 Agregados para concreto (NBR-7211). 3. Pedra britada graduada e solo para base tipo macadame (NBR-7582). com diâmetro máximo de 4. mica. areia grossa é a areia que passa na peneira de 4. Agregado .4 mm.6 mm. II e III. sob o número 218504 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.determinação da composição granulométrica (NBR-7217). 3. Materiais de pedra e agregados naturais (NBR-7225). 3. com diâmetro máximo de 1. simplesmente.1 GRANULOMETRIA GROSSA Areia de granulometria grossa ou. Partes I.2.determinação de impurezas orgânicas húmicas em agregado miúdo (NBR-7220).1 AREIA CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Será quartzosa e conforme o item 2. simplesmente.2 3. simplesmente.4 mm e fica retida na de 0. Reconhecimento e amostragem para fins de caracterização de pedregulho e areia (NBR-5491). retro. Areia normal para ensaio de cimento (NBR-7214). areia fina é a areia que passa na peneira de 0. impurezas orgânicas. etc.2 MÉDIA Areia de granulometria média ou. CONDIÇÕES GERAIS Os agregados destinados à confecção de concreto serão isentos de substâncias nocivas.2 mm. cloreto de sódio.8 mm. 2. gravetos. Agregado . Pedra britada. 3. Agregado . tais como torrões de argila.2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .6 mm.01 1. grânulos tenros e friáveis. 3.

3.3 3.5 a 19 mm. com diâmetro variando de 38 a 75 mm. A areia para concretos satisfará à EB-4/82 (NBR-7211) e às necessidades da dosagem para cada caso. todas as faces das partículas são oriundas do processo de britagem.1 USOS A areia para argamassa de chapisco será a de granulometria grossa. Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. com diâmetro variando de 19 a 38 mm. sendo que.3. e para argamassa de reboco será a de granulometria fina. Os ensaios de qualidade e de impurezas orgânicas serão os referidos na EB-72/68 (NBR-7174). as britas são classificadas em. devendo seu emprego ser restrito apenas a concretos ciclópicos. substancialmente. • • • • • brita 0 brita 1 brita 2 brita 3 com diâmetro variando de 4. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 . II e III.5 mm.01 3. pedra de mão com diâmetro acima de 75 mm. BRITA DEFINIÇÃO É o produto resultante da britagem artificial de cascalho. quando utilizada como agregado para concreto. 4.8 a 9.2 4. com diâmetro variando de 9. Partes I.continuação E-AGR.Proibida a reprodução sem autorização.1 4.2 CLASSIFICAÇÃO Comercialmente. para argamassa de alvenaria e de emboço será a de granulometria média.3.

1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS TEOR DE ARGILA O teor de argila varia de 7 a 18% para os saibros ásperos.02 1. com grãos de quartzo (areia).3 DENSIDADE APARENTE Como a densidade aparente dos materiais granulados varia conforme o método empregado na medição. DEFINIÇÃO Sob a designação de saibro entende-se. o que é denunciado pela coloração e pelos aspectos particulares de cada saibro.2 DENSIDADE ABSOLUTA As densidades absolutas de cada saibro foram determinadas pelo "frasco de Chapman". As porcentagens de argila referidas foram determinadas simplesmente por decantação.33 a 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Agregados Saibro E-AGR. sob o número 218504 . 2. principalmente. e de 31 a 32% para os saibros macios. Para todas as variedades. a densidade absoluta encontrada foi de 2. 2. As argilas presentes em cada variedade são de tipos diversos. observando-se a técnica geral recomendada pelo IPT. Os resultados obtidos foram os seguintes: • • saibro áspero: 1. 2. com o objetivo de apresentar números mais próximos da realidade.51. para efeito desta Especificação. saibro macio: 1.18 a 1. de feldspato (muito pouca quantidade) e de argila.21. 2. caixotes semelhantes aos que são usados nas obras para as dosagens em volumes das argamassas.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal. a rocha em decomposição que se apresenta. Em nenhuma hipótese o saibro poderá ser utilizado como agregado para concreto. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. foram utilizados.50. II e III.

03 1. escamas ou fragmentos lamelares só será admitida quando em reduzidas proporções e.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Agregados Granilha E-AGR. unicamente. para atender ao aspecto decorativo. 2. II e III. A existência de lascas. para atender ao aspecto decorativo. 1. isento de pó impalpável.1 UTILIZAÇÃO REVESTIMENTOS As granilhas são agregadas com resinas acrílicas.Proibida a reprodução sem autorização. 1. recoberta com granilhas. Podem ser agregadas com argamassa de cimento e areia.2 GRANILHA DE GRANITO A granilha de granito será constituída por granito triturado. 2.3 COBERTURAS Como membrana asfáltica reforçada. escamas ou fragmentos lamelares só será admitida quando em reduzidas proporções e. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . dolomita ou outras substâncias nocivas. isenta de pó impalpável. Partes I. como é o caso do fulget. granilite e marmorite. unicamente. 2. sob o número 218504 . A existência de lascas. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS GRANILHA DE MÁRMORE A granilha de mármore será constituída por mármore natural triturado. da qualidade que for especificada.2 PAVIMENTAÇÕES Como é o caso do piso de alta resistência à abrasão. aplicadas com espátula metálica. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal. 2.

graduado: obedece a uma distribuição granulométrica especificada 2. bruto: extraído de cavas. fino: compreendido entre 4.8 mm. de forma arredondada. Reconhecimento e amostragem para fins de caracterização de pedregulho e areia (NBR-5491). Materiais de pedra e agregados naturais (NBR-7225). médio: compreendido entre 25 e 4. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . o emprego de pedregulho como agregado graúdo para concreto armado. grosso: compreendido entre 50 e 25 mm.Proibida a reprodução sem autorização. II e III. de dimensão nominal máxima de 100 mm e de dimensão nominal mínima igual ou superior a 2 mm. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.determinação da massa especifica. pedregulho é o material natural inerte. NORMAS São as seguintes as normas da ABNT atinentes ao assunto: MB-29/84 Grãos de pedregulho retidos na peneira de 4. massa especifica aparente e da absorção de água (NBR-6458).Seixo Rolado E-AGR. a juízo do PROPRIETÁRIO.8 mm .04 1. NB-29/68 TB-16/55 3. Capital Federal. lavado: extraído de rios naturais. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. DEFINIÇÃO Conforme a TB-16/55 (NBR-7225). • • • • • • • muito grosso: compreendido entre 100 e 50 mm.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Agregados Pedregulho . sob o número 218504 . UTILIZAÇÃO Será admitido.8 e 2 mm. desde que sua qualidade seja satisfatória e que as dosagens dos concretos sofram as correções necessárias.

Pedra britada. matérias orgânicas ou outras impurezas nocivas aos fins a que se destine. DEFINIÇÃO Resíduo de britamento mecânico de granito ou gnaisse. pedrisco e pó-depedra para base de macadame hidráulico (NBR-7174) 3.05 1. NORMAS A norma da ABNT atinente ao assunto é a EB-72/68 . Será igual e estritamente vedada a adição de pó-de-pedra aos rebocos pré-fabricados. Partes I.Proibida a reprodução sem autorização.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Agregados Pó-de-Pedra E-AGR. ficando terminantemente proibida sua inclusão ou adição como agregado fino de concreto ou argamassa que não sejam de rebocos. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. RESTRIÇÕES Seu uso será limitado aos rebocos. sob o número 218504 . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. 2. será isento de argila.

m/m². utilização: enchimento de lajes e isolante térmico. 4.1 TIPOS Agregado com: • • • massa especifica aparente no estado solto: a 550 kg/m³. resistente e impermeável. e 0. Capital Federal. tamanho variável entre 20 e 30 mm. O coeficiente de condutibilidade térmica para o agregado. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização. utilização: elementos de menores resistências. tamanho variável entre 13 e 20 mm. é 0. utilização: substitui a brita 1. 4. Agregados leves para concreto isolante térmico (NBR-7213). sob o número 218504 . possuindo a superfície vitrificada.h. Partes I. 4.085 kcal. NORMAS Normas da ABNT atinentes ao assunto: EB-228/59 EB-229/82 EB-230/69 Agregados leves para concreto de elementos para alvenaria. tamanho variável entre 0 e 6 mm.3 Agregado com: • • • massa especifica aparente no estado solto: 550 a 500 kg/m³.06 1. 3. Agregados leves para concreto estrutural. utilização: substitui a brita 0.75 t/m³ para o material miúdo.°C. tamanho variável entre 5 e 13 mm. apresentado sob a forma de grãos arredondados de tamanhos variáveis até 2 cm de diâmetro. II e III. 4. 2. DEFINIÇÃO Agregado leve.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Agregados Argila Expandida E-AGR. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. no estado solto. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A massa específica aparente no estado solto varia entre 0. 4.50 t/m³ para o agregado graúdo.4 Agregado com: • • • massa especifica aparente no estado solto: 500 a 550 kg/m³. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 Agregado com: • • • massa especifica aparente no estado solto: 550 a 500 kg/m³.

A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .06 5. EFV Comercial Ltda. II e III.continuação E-AGR. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • Cimasa . Dresmim . sob o número 218504 .. Partes I.Drescon Mineração Ltda. King Comercial Ltda.Construção Industrializada Nacional S.. sob a marca "Cinasita"..

II e III. A granulometria e os pesos específicos desses materiais serão definidos de forma a proporcionar perfeita cobertura superficial. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Mistura de agregados rochosos não britados e metálicos. . Capital Federal. APLICAÇÃO Conforme P-10. e a resistência à abrasão é de 2 cm³/ 50 cm² (DIN 52108). 2. sob a marca "Montadur".MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Agregados Capeamento de Alta Resistência E-AGR.CON. Montana S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização. Grani-Torre Indústria e Comércio Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob a marca "Durbeton". Indústria e Comércio. O consumo é de 4 kg/m². sob a marca "Granitorre". Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 ..A. 3. Partes I.01. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • Durbeton Rio Pisos Industriais Ltda.07 1.

método por titulação direta (NBR5752). Caso ocorra. Partes I. será providenciada decantação ou filtragem. uma turbidez excessiva da água. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2. Água . II e III.determinação da alcalinidade .Proibida a reprodução sem autorização.método complexométrico (NBR-5761).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Água E-AGU.determinação de cloreto . durante a estação chuvosa. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .método argentométrico (NBR-5759). Capital Federal. NORMAS A água destinada ao amassamento de argamassas e concretos atenderá às condições prescritas nas seguintes normas: MB-1056/75 MB-1067/75 MB-1086/76 NB-1/78 Água . Água . CONDIÇÕES GERAIS Presume-se satisfatória a água fornecida pela rede de abastecimento público das cidades. Projeto e execução de obras de concreto armado (NBR-6118). sob o número 218504 .01 1.determinação da dureza .

têmperas (NBR-6835). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 As ligas a empregar em cada caso particular serão perfeitamente caracterizadas pela indicação das proporções relativas a cada componente ou pela sua designação industrial patenteada. "Peraluman 30". Alumínio e suas ligas . Capital Federal. perfis e tubos extrudados (NBR8117).1 LIGAS DE ALUMÍNIO As ligas de alumínio.propriedades mecânicas (NBR-7823). II e III. Al-Si e Al-Mg2Si. "Noral 322".2. acompanhada do indispensável sufixo designativo do tipo escolhido. perda de massa (NBR-9243).01 1 NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. etc. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: CB-32/79 CB-79/80 CB-131/85 EB-1259/81 EB-1421/83 EB-1422/83 MB-2411/85 Alumínio e suas ligas (NBR-6834).Proibida a reprodução sem autorização. considerados os requisitos de aspecto decorativo. Partes I. 2. "Duralumínio B". inércia química ou resistência à corrosão e resistência mecânica. Alumínio e suas ligas .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Alumínio Puro e ligas E-ALU. Alumínio e suas ligas . porém.tratamento de superfície .barras. AlCu-Si. etc. 2.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA ALUMÍNIO PURO Será do Tipo "H" Metalúrgico.processos e produtos (NBR-6599).2.tolerâncias dimensionais de produtos extrudados (NBR-8116). "3S". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Al-Mg.determinação da qualidade de selagem da anodização pelo método de.2 2.arames e barras (NBR-8118). grupos ternários ou mais complexos: ligas do tipo Al-Mg-Si. arames. Al-Mn-Si. PB-986/82 PB-1018/83 TB-165/80 2. Alumínio e suas ligas . Al-Mn-Mg. Al-Mg-Mn. Tratamento de superfície do alumínio e suas ligas (NBR-8968). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. serão selecionadas entre os grupos discriminados a seguir: • • grupo binário: ligas do tipo Al-Mn. 2. Alumínio e suas ligas . Alumínio e suas ligas . sob o número 218504 . conforme exemplos seguintes: "Hidumínio 66". Alumínio e suas ligas .propriedades mecânicas de produtos extrudados (NBR-7000). Alumínio e suas ligas . sempre.chapas .

Partes I. É o acabamento comum obtido na extrusão de ligas duras Para ligas moles. Alumínio e suas ligas .determinação da qualidade de selagem da anodização pelo método de perda de massa (NBR-9243). Alumínio e suas ligas -têmperas (NBR-6835). Alumínio e suas ligas . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. sob o número 218504 . só possível para ligas moles. Alumínio e suas ligam . Capital Federal. PB-986/82 PB-1018/83 TB-165/80 2. arames. limite de escoamento: 63 a 119 MPa. Alumínio e suas ligas . dureza (Brinell .500/10): 48 a 68.propriedades mecânicas de produtos extrudados (NBR-7000). haverá especial atenção para o contido nas seguintes: CB-32/70 CB-79/80 CB-131/85 EB-1259/81 EB-1421/83 EB-1422/83 MB-2411/85 Alumínio e suas ligas (NBR-6834). Alumínio e suas ligas tratamento de superfície .2 3.barras. 3.tolerâncias dimensionais de produtos extrudados (NBR-8116). perfis e tubos extrudados (NBR8117). O acabamento mais grosseiro (n° 1) é normalmente usado em superfícies não expostas. Alumínio e suas ligas . Tratamento de superfície do alumínio e suas ligas (NBR-8968). CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As serralharias de alumínio serão confeccionadas com perfis fabricados com liga de alumínio que apresente es seguintes características: • • • • limite de resistência à tração: 120 a 154 MPa.chapas . medida em micra. alongamento (50 mm) : 18 a 10%. II e III. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização.arames e barras (NBR-8118).3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .processos e produtos (NBR-6599).02 1.1 ACABAMENTOS O acabamento das superfícies dos perfis é caracterizado por linhas de matriz (riscos longitudinais).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Alumínio Perfis para Serralharia E-ALU.propriedades mecânicas (NBR-7823). Alumínio e suas ligas . A anodização é caracterizada pela letra "A" colocada após a RMS. o limite máximo de rugosidade média é de 150 RMS O acabamento que se obtém para superfícies expostas (n° 2) tem um limite máximo de rugosidade média de 100 RMS. 3. 3. A maior ou menor profundidade desses riscos é definida pela rugosidade média da superfície (RMS).

Alcan Alumínio do Brasil S. Capital Federal. Alumínio Industria S.02 4.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 .A. liga "50 M".continuação E-ALU. Partes I. liga "Al-Mg-Si 0. liga "6063".Proibida a reprodução sem autorização. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se que as ligas a seguir relacionadas apresentam as características exigidas: • • • • • • AFNOR. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. liga "50 S": Alcoa Alumínio S. Cia Brasileira de Alumínio. II e III.5". DIN. liga "Extrudal". liga "A-GS".

sob o número 218504 . inércia química.A.Proibida a reprodução sem autorização. Alcan Alumínio do Brasil S. Neo-Rex do Brasil Ltda..A. Formetal S..MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Alumínio Cantoneiras E-ALU. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • • • Acoã . Capital Federal.Máquinas e Perfis Ltda.. Indústria e Comércio. 2. Belmetal Indústria e Comércio Ltda. Partes I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As cantoneiras de alumínio serão fabricadas com ligas de alumínio que apresentem bom aspecto decorativo. resistência à corrosão e resistência mecânica. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III.03 1.A.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Alcoa Alumínio S.

1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. APLICAÇÃO A principal aplicação do alvaiade é a utilização dele como aditivo de cimento branco. Haverá particular atenção para evitar-se o uso de outros produtos apresentados como alvaiade. o sulfato de chumbo.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Alvaiade E-ALV. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. tais como o sulfato de bário ou branco de barita. Capital Federal. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricado por: • Globo S. o sulfato de cálcio e o carbonato de cálcio. sob o número 218504 .1 1.A.01 1. a fim de evitar o escurecimento da junta. para rejuntamento de azulejos e outros revestimentos similares.Proibida a reprodução sem autorização.01). 2. 3. Partes I. sob a marca "Alvaiade Globo". É usado também como pigmento branco (vide E-COR. II e III. Tintas e Pigmentos.2 DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. entende-se por alvaiade o carbonato de chumbo. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

5-1015-20 e 25 cm de largura e dorso de poliéster. 2.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os antiderrapantes apresentam dorso de poliéster ou de lâmina de alumínio. destinados a evitar acidentes por escorregamento. "Selador EC-2140 3M" com "primer" de neoprene e "Vedador de Bordas EC-4475-A 3M". 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Antiderrapantes Tiras e Discos E-ANT. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. em pavimentações que apresentem superfície de trânsito muito lisas. "Safety-Walk Conformable" em tiras com 5-7. Em superfícies porosas ou úmidas. II e III. as bordas do antiderrapante serão protegidas por resina acrílica.Proibida a reprodução sem autorização. A superfície auto-adesiva protegida por um forro de papel ("liner"). Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Os antiderrapantes são revestidos com granilha mineral aglutinada por resina em uma das faces. Em locais sujeitos a lavagens freqüentes e em áreas externas. "Safety-Walk Modelo Circular" com 13 cm de diâmetro e dorso de poliéster ou de alumínio.4 3. 2. sob as marcas "Safety-Walk Uso Geral" em tiras com 5-7. Apresentam características de auto-adesividade na outra face. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • 3M do Brasil Ltda. 5-10-15-20 e 25 cm e dorso de alumínio. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal. DEFINIÇÃO Esta Especificação entende por antiderrapantes os produtos em forma de tiras ou discos.2 2. sob o número 218504 . o emprego do antiderrapante será precedido pela aplicação de um "primer" de base de neoprene.. O de poliéster recomendado para uso sobre superfícies lisas. inclusive madeira. e o de alumínio para superfícies irregulares.01 1.3 2.

dimensões (NBR6499).A. sem deformações e fendas.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Aparelhos Sanitários E-APA. Material cerâmico sanitário . duras.1 1.dimensões (NBR-6498). grânulos ou ondulações. As peças sujeitas a condições mais severas levarão esmalte do tipo resistente a ácidos. Os esmaltes serão perfeitos. desbeiçamentos.2 2. granulações ou fendilhamentos. laminação. rebarbas. resistentes e praticamente impermeáveis. Bacia sanitária de material cerâmico de entrada horizontal e saída embutida vertical . Mictórios de material cerâmico . esfoliações.A. sempre particularizadas nas especificações pela referência "RA". bolhas e sobretudo de depressões. 2. As peças serão bem cozidas. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 1.determinação da absorção de água (NBR6463).2 1. sob o número 218504 . sem manchas.1. As arestas serão perfeitas e as superfícies de metal serão isentas de fendilhamentos. Bacia sanitária de material cerâmico . 2. depressões. Metalúrgica Douat S.dimensões (NBR-6500). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A louça para os diferentes tipos de aparelhos sanitários e acessórios será de grês branco (grês porcelánico). Partes I.2 2. desempenadas. sonoras.1 DE LOUÇA NORMAS São as seguintes as normas da ABNT atinentes ao assunto: EB-44/85 MB-111/85 MB-2194/85 PB-6/83 PB-7/85 PB-l0/90 PB-1165/85 Aparelhos sanitários de material cerâmico (NBR-6452). 1.2. Lavatório de material cerâmico de fixar na parede . abaulamentos ou grânulos. II e III. Bidê de material cerâmico dimensões (NBR-9065). usinagem ou acabamento. Capital Federal.1. Nas peças coloridas haverá particular cuidado na uniformidade de tonalidades das diversas unidades de cada conjunto.1 ESMALTADAS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os aparelhos e acessórios de ferro fundido esmaltado ou de chapa esmaltada não poderão apresentar quaisquer defeitos de fundição. moldagem. sem escorrimentos.Proibida a reprodução sem autorização.verificação do funcionamento (NBR-9160).. FABRICANTES Consideram-se análogos os aparelhos sanitários esmaltados fabricados por: • • Fundição Brasil S.01 1. salvo guando expressamente especificado de modo diverso. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. falhas. O esmalte será homogêneo.

Indústria e Comércio.Indústria Cerâmica do Paraná S. sob o número 218504 . Duratex S.01 2. Capital Federal.continuação E-APA. II e III.A.A. Ideal Standard Wabco Indústria e Comércio Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.3 FABRICANTES Consideram-se análogos os aparelhos sanitários de louça fabricados por: • • • • • Celite S..A..Proibida a reprodução sem autorização. Partes I.A. Incepa . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cidamar S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Indústria e Comércio.

Arames de aço .65 mm (n° 16 SWG) e de 1.barras.ensaio de enrolamento (NBR-6005).01 1.ensaios de torção simples (NBR-6003). Arames de aço .2 ARAME DE ALUMÍNIO EB-1421/83 EB-1422/83 MB-1929/83 Alumínio e suas ligas .24 mm (n° 18 SWG).1 ARAME DE AÇO GALVANIZADO E AÇO RECOZIDO EB-777/78 MB-781/84 MB-782/84 MB-783/79 MB-785/82 PB-323/82 TB-154/82 Arame de aço de baixo teor de carbono. 1. de 1.ensaio de tração (NBR-6207). tolerâncias e pesos (NBR-5589). Arames e arames achatados de ligas cobre-estanho (bronze fosforoso) (NBR-6631).rebites. perfis e tubos extrudados (NBR8117). estirado. 2. barras e arames para recalque a frio determinação da resistência ao cisalhamento (NBR-8309). Arame de aço de baixo teor de carbono . O arame para armaduras de concreto armado será o fio de aço recozido.21 mm (n° 18 SWG). 2. sob o número 218504 . arames.Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. brando e galvanizado a zinco. Alumínio e suas ligas . O arame de cobre para amarração de telhas e outros fins análogos será fio de liga de cobre. Capital Federal. Arames de aço . haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: 2. Partes I. II e III. preto. de bitola adequada a cada caso.1 1.requisitos gerais (NBR6633).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Arames E-ARA.ensaio de dobramento alternado (NBR-6004).arames e barras (NBR-8118). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .3 ARAME DE COBRE EB-319/83 EB-320/79 EB-380/82 Arames e arames achatados de ligas cobre-níquel e cobre-níquel-zinco (NBR-6630). Arame de aço . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2 DEFINIÇÃO Arame de aço galvanizado à o fio de aço estirado. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.diâmetro. de 1. Arames e arames achatados de ligas cobre . Alumínio e suas ligas . 2. zincado para uso geral (NBR6331). Símbolos para acabamentos de superfície de arames de aço (NBR6365).

escala Rockwell). Durox Materiais para Acabamentos Ltda. sob a marca "Durbeton". sob o número 218504 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Fulget Industrial e Comercial Ltda. sob a marca "Durbeton".2 COM AGREGADOS ROCHOSOS • • • Durbeton Rio Pisos Industriais Ltda. com 3 cm de espessura.Proibida a reprodução sem autorização. em placas pré-moldadas de 40 x 40 x 3 cm. sob a marca "Pisodur". sob as marcas "Korodur WH" e "Korodur PL".01 1..MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Alta Resistência E-ARG. Montana S. dimensionados granulometricamente. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: 2.1 COM AGREGADOS ROCHOSOS E METÁLICOS • • • • Durbeton Rio Pisos Industriais Ltda. 1. fundido no local e "Etergran Marcopiso Alta Resistência".A. Partes I.. Montana S. sob as marcas "Granidur" e "Oxicret". de forma a permitir a obtenção de argamassas compactas sem espaço vazios em sua estrutura. Grani-Torre Indústria e Comércio Ltda. 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Grani-Mat Ltda. sob a marca "Fulget Dhur". obedecendo à curva Füller.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS COM AGREGADOS ROCHOSOS E METÁLICOS Trata-se de produto composto por agregados metálicos de alta dureza (entre 47 e 52 na.A. 2. Engenharia. sem espaços vazios em sua estrutura. capazes de constituir pisos de alta resistência a esforços mecânicos de impactos e à abrasão. Indústria e Comércio. da quantidade de cimento. com adição de neoprene na proporção de 20%. • • • • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 COM AGREGADOS ROCHOSOS Trata-se de produto composto por agregados rochosos de alta dureza.. capazes de constituir pisos de alta resistência a esforços mecânicos e de receber acabamento polido. em peso. Etergran Pisos Industriais Engenharia Ltda. sob a marca "Granitorre". 1. Indústria e Comércio.. 2. sob a marca "GT Dhur". Grani-Torre Indústria e Comércio Ltda. em placas prémoldadas de 40 x 40. Capital Federal.3 COM AGREGADOS ROCHOSOS E NEOPRENE Idem item anterior. Foseco Industrial e Comercial Ltda. II e III. Incomex S. Indústria e Comércio..A... dimensionados granulometricamente. de forma a permitir a obtenção de argamassas compactas.. sob a marca "Durox-Oxiduro". 33 x 33 e 25 x 25 cm. sob a marca "Nitopiso Ar". sob a marca "Korosthal".. sob as marca "Etergran Monolítico".

A. Engenharia. Capital Federal. sob a marca "Pisodur Elástico". COM AGREGADOS ROCHOSOS E NEOPRENE • Incomex S.continuação E-ARG. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Wolf Hacker & Cia. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I.A. sob a marca "Durocret". Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Revex Industrial e Mineradora Ltda. sob a marca "Revedur-S". sob as marcas "Sika Piso Ar" e "Sika Piso SP-7"..Proibida a reprodução sem autorização.3 Otto Baumgart Indústria e Comércio S. Ltda...01 • • • • 2.A. II e III.. Indústria e Comércio. sob o número 218504 . sob a marca "Piso Industrial Otto". Sika S.

Ltda. Da mistura dos 2 componentes resulta uma argamassa altamente fluida. Capital Federal. cimento e aditivos. tixotrópico. e "Revestimento OBE 202". densidade 1. sob o número 218504 . O componente "B" é um pó constituído por areia de quartzo selecionada. tixotrópico. e "Durebeton 5".Proibida a reprodução sem autorização. • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . resistência à compressão: 50/60 MPa. cor cinza concreto e densidade 1.. As características da argamassa são as seguintes: • • • • • • trabalhabilidade: 30/60 minutos. autonivelante.. DEFINIÇÃO Por argamassas sintética autonivelante entende-se a argamassa beneficiada com polímero de alto poder adesivo e elevadas resistências químicas e mecânicas. para superfícies verticais. 2. e "Sika Top 122".000 kg/cm². cor branca leitosa.. Partes I.02 1. autonivelante. caracterizada pelo seu poder impermeabilizante e resistência mecânica elevada a curto prazo (24 horas_. denominados "A" e "B.3 3. tixotrópico.5 MPa.2 2. Wolf Hacker & Cia. sob as marcas "Revestimento OBE 201".A. autonivelante. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Otto Baumgart Indústria e Comércio S. para superfícies horizontais. para superfícies verticais. sob as marcas "Sika Top 111". para superfícies horizontais.A. 2.0.8 (aproximada). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob as marcas "Durobeton A". 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Sintética Autonivelante E-ARG. para superfícies verticais.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A argamassa é fornecida em 2 componentes. O componente "A" é um líquido de base acrílica. Sika S. II e III. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. adesão ao aço: 1. módulo de elasticidade dinâmica: 300. para superfícies horizontais. adesão ao concreto: 3 MPa. resistência à flexão: 10/15 MPa.

o qual será de regra para as argamassa que contenham cal em pasta.9 1. os agregados (areia. Será rejeitada e inutilizada toda argamassa que apresentar vestígios de endurecimento. tabuleiros ou superfícies planas impermeáveis e resistentes. dada a incompatibilidade química desses materiais. De qualquer modo.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Usuais E-ARG. saibro.10 1. sendo que nas argamassas contendo areia e saibro poderá haver certa compensação das proporções relativas desses materiais. será permitido o amassamento manual.2 PREPARO E DOSAGEM As argamassas serão preparadas mecânica ou manualmente.Proibida a reprodução sem autorização. paulatinamente. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. para evitar-se perda de água ou segregação dos materiais. a contar do primeiro contato do cimento com a água. Misturar-se-ão. As argamassas contendo cimento serão usadas dentro de 1 hora. O amassamento manual será feito sob coberta e de acordo com as circunstâncias e recursos do canteiro da obra. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .5 1.).4 1. Partes I. a água necessária no centro da cratera assim formada Prosseguir-se-á o amassamento. Jamais será admitida a mescla de cimento Portland e gesso. sendo expressamente vedado tornar a amassá-la. tiverem sido lançados na betoneira ou misturados. tendo-se em vista a variação do grau de aspereza do saibro e a necessidade de ser obtida certa consistência. Será então disposta a mistura em forma de coroa e adicionada. 1. quartzo. . Nas argamassas de cal contendo pequena proporção de cimento. A argamassa retirada ou caída das alvenarias e revestimentos em execução não poderá ser novamente empregada. até conseguir-se a massa homogênea de aspecto uniforme e consistência plástica adequada. conforme tabela a seguir: 1. As dosagens especificadas serão rigorosamente observadas. inclusive a água. Serão preparadas quantidades de argamassa na medida das necessidades dos serviços a executar em cada etapa. primeiramente.03 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. a contar do momento em que os componentes da argamassa.8 1.6 1. Capital Federal.1 1. TIPOS Serão adotados. etc. de maneira a ser evitado o início de endurecimento antes de seu emprego. revolvendo-se os materiais com pá até que a mescla adquira coloração uniforme.7 1. com o devido cuidado. os tipos de argamassas definidos pelos seus traços volumétricos. conforme o fim a que se destinem.3 1.em masseiras. a seco. a adição do cimento será realizada no momento do emprego. Quando a quantidade de argamassa a manipular for insuficiente para justificar a mescla mecânica. O amassamento mecânico deve ser contínuo e durar pelo menos 90 segundos. sob o número 218504 .11 2. não poderá ser alterada proporção entre o conjunto dos agregados e dos aglomerantes.

26 A.20 A. areia e saibro macio cimento.6 A.7 A. areia e saibro macio cimento.3 A. II e III. cal em pó e areia cimento.continuação E-ARG.29 A.15 A.5 1:1 COMPONENTES cimento e areia cimento e areia cimento e areia cimento e areia cimento e areia cimento e areia cimento e areia cimento e saibro áspero cimento e saibro áspero cimento. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I.21 A.18 A.11 A. cal em pasta e areia fina peneirada cimento.4 A. com a adição de 100 kg de cimento para cada m³ de traço cimento.03 TIPO DE ARGAMASSA A.13 A.30 A. cal em pasta e areia fina peneirada cimento.12 A.24 A.31 A.17 A.22 A.5 A.9 A.Proibida a reprodução sem autorização. cal em pó e areia cimento. cal em pó e areia cimento.16 A. cal em pó e areia cimento. cal em pó e areia fina peneirada cimento.28 A. cal em pó e areia fina peneirada cal em pó e areia.25 A.10 A.8 A.23 A. cal em pasta e areia fina peneirada cimento. cal em pó e areia cimento.2 A.14 A. cal em pó e areia cimento. Capital Federal. cal em pasta e areia fina peneirada cal em pasta e areia. cal em pasta e areia fina peneirada cimento. sob o número 218504 .32 TRAÇO 1:1 1:2 1:3 1:4 1:5 1:6 1:8 1:6 1:8 1:2:3 1:3:3 1:3:5 1:1:6 1:2:3 1:2:5 1:2:7 1:2:9 1:3 1:4 1:0. com a adição de 100 kg de cimento para cada m³ de traço cal em pasta e areia. cal em pó e areia fina peneirada cimento.1 A.5:4 1:6:6 1:4 1:0. com a adição de 100 kg de cimento para cada m³ de traço cal em pó e areia fina cal em pó e areia fina Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . cal em pó e areia cimento. areia e saibro macio cimento.19 A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.5:5 1:1:2 1:1:4 1:1:6 1:2:6 1:2:8 1:2:9 1:3:5 1:3.27 A.

continuação E-ARG. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização. variando a proporção de areia com o tipo do emboço adotado A. cal em pó e areia cimento branco.5:6 COMPONENTES cimento branco. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.36 1:1 1:2 a 1:4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .03 TIPO DE ARGAMASSA A.35 A.33 A. Partes I. Capital Federal. II e III.34 TRAÇO 1:2:5 1:0. cal em pasta e quartzo moído de granulometria apropriada à rugosidade desejada. com adição de corante mineral e impermeabilizante gesso calcinado em pó e areia gesso calcinado e areia fina peneirada.

. As argamassas para assentamento de blocos de concreto e de concreto celular têm a sua composição adaptada para a finalidade especifica a que se destinam. e "Argamassa Colabloco Celular" para assentamento de blocos de concreto celular. Serrana S. Partes I. sob as marcas "Unimeas".MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Pré-Fabricadas Alvenaria E-ARG. cal hidratada. de Mineração. "Argamassa Assentabloco Quartzolit". • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1 1.A.Proibida a reprodução sem autorização. DEFINIÇÃO Argamassa fabricada à base de cimento Portland.A.. 1. em alvenaria de vedação e blocos de vidro.2 2. sob a marca "Massa Única". para assentamento de blocos de concreto celular. Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda. areia de quartzo termotratada e aditivos especiais. minerais pulverizados. sob o número 218504 . Pancreto Indústria e Comércio Ltda. para assentamento de tijolos cerâmicos. Capital Federal. para assentamento de blocos de concreto vibrado e blocos de vidro.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob a marca "Qualimassa". para assentamento de tijolos cerâmicos.R". para assentamento de blocos de concreto em alvenaria autoportante.04 1. e "Pancrebloco . "Pancrebloco". Cópia fiel da Edição impressa em 1995. para assentamento de blocos de concreto. "Argamassa Fixoblok Quartzolit". sob as marcas "Multimassa Quartzolit". II e III. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por • • Cimento Mauá S.

sob a marca "Chapiscom".1 EMBOÇO DEFINIÇÃO Argamassa fabricada à base de cimento Portland. de Mineração. sob a marca "Unimass"..Proibida a reprodução sem autorização.2 FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • Pancreto Indústria e Comércio Ltda. Serrana S. minerais pulverizados. areia de quartzo termotratada e aditivos especiais. cal hidratada. sob a marca "Multimassa Quartzolit".A.2 FABRICANTE/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • Rejuntabrás . 1. sob o número 218504 . 2. de forma a garantir perfeita aderência entre o concreto. 1.05 1. Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2. 2. Partes I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1 CHAPISCO DEFINIÇÃO Esta Especificação entende por "chapisco pré-fabricado" o chapisco preparado com argamassa à base de cimento Portland. com aditivos especiais e cargas minerais. II e III. Capital Federal. sob a marca "Chapisco Serrana"... integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. alvenaria e revestimento.Indústria e Comércio Ltda. também de argamassa.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Pré-Fabricadas Chapisco e Emboço E-ARG.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. cal hidratada e aditivos especiais. sob as marcas "Revestio" e "Massa Especial Interna" ambos para paredes internas. II e III. Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • Arga-Rio Argamassas Técnicas Ltda. sob o número 218504 .. que lhe conferem características de plasticidade e aderência. para paredes internas. Capital Federal. Serrana S. sob as marcas "Reboquit". Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2.Proibida a reprodução sem autorização. "Rebofix 1" e "Rebofix II"..06 1. "Rebotex SH" e "Rebolit".MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Pré-Fabricadas Reboco para Pintura E-ARG. Pancreto Indústria e Comércio Ltda. DEFINIÇÃO Argamassa pré-dosada. para paredes externas e "Elastilit". para paredes internas. sob a marca "Argabase Mix 3". de Mineração. • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. Partes I. sob a marca "Massa Única" (reboco paulista). cimento Portland. para paredes internas e externas. para paredes internas.A. constituída basicamente de areia com tratamento térmico e rigoroso controle granulométrico.

sob a marca "Argamassa Cimentcola Quartzolit". sob o número 218504 . painéis de fibrocimento.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Pré-Fabricadas Assentamento de Azulejos e Ladrilhos E-ARG. para emprego sobre emboço desempenado. • • • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .07 1. sob a marca "Pancrefix".... sob as marcas "Argacola Fix 1". etc. "Argacola Especial". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. areia selecionada e aditivos especiais. com as demais características da "Argacola Fix 1". Cópia fiel da Edição impressa em 1995. blocos de concreto e contrapiso de argamassa de cimento e areia. blocos de concreto e contrapiso de argamassa de cimento e areia. de Mineração.. Pancreto Indústria e Comércio Ltda. Incomed . Partes I. II e III. blocos de concreto vibrado ou celular (desde que bem rejuntados e alinhados) e contrapiso de argamassa de cimento e areia. 2. concreto limpo. Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda. Capital Federal. para emprego sobre emboço desempenado. sob a marca "Argamáxima". FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Arga-Rio Argamassas Técnicas Ltda.Indústria e Comércio Santa Edwiges Ltda. e. para fixação e rejuntamento. para emprego sobre emboço desempenado.Proibida a reprodução sem autorização. em cores e tonalidade diversas. DEFINIÇÃO Argamassa dosada gravimetricamente e constituída de cimento Portland. blocos de concreto e de concreto celular. para emprego sobre emboço desempenado.A. contrapiso de argamassa de cimento e areia. Serrana S. sob a marca "Argamassa Cimento Colante".

. blocos de concreto celular. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Arga-Rio Argamassas Técnicas Ltda. paredes de concreto. sob a marca "Argamassa Quartzolit para Pastilhas". para regularização de superfícies. Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda. e "Argabase Mix 1".08 1. Capital Federal. Partes I. sob as marcas "Argacola Fix 1". areia selecionada e graduada e aditivos especiais. para fixação e rejunte. sob as marcas "Fixacreto". contrapisos de cimento e areia e painéis de fibrocimento. DEFINIÇÃO Argamassa dosada gravimetricamente e constituída por uma mistura de cimento Portland. base para aplicação de ladrilhos em mosaico. e "Nata Pancreto". • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. aplicado sobre o "Fixacreto". Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização. Pancreto Indústria e Comércio Ltda. II e III. para fixação e rejunte.. blocos de concreto pré-fabricados. sob o número 218504 .. Será aplicada sobre emboço desempenado. 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Pré-Fabricadas Assentamento de Ladrilhos em Mosaico E-ARG. "Argacola Especial".

Rejuntabrás .09 1.classificado granulometricamente e isento de matérias orgânicas . nas versões "Juntafina" e "Juntalarga". com agentes hidrofugantes. sob a marca "Argajunta". Partes I. Pancreto Indústria e Comércio Ltda. sendo o tipo "A" para juntas até 5 mm. óxidos minerais e aditivos especiais. Sika S.Proibida a reprodução sem autorização. com aditivo para aumentar a flexibilidade e a impermeabilidade. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. basicamente.Indústria e Comércio Santa Edwiges Ltda. na "Série A" para emprego em placas cerâmicas. Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda. sob a marca "Juntacolor-DM".. Incomed . sendo a "Juntafina" para juntas até 4 mm de largura e a "Juntalarga" pera juntas acima de 4 mm. O tipo "B" para juntas de 6 a 11 mm. 2. DEFINIÇÃO Argamassa para rejuntamento de azulejos e ladrilhos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. • • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . e o tipo "C" para juntas de 12 a 20 mm. sob a marca "Juntacor". sob o número 218504 .A. de agregado calcário dolomítico .. para emprego com ou sem hidrofugantes (SH).cimento Portland.. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • Arga-Rio Argamassas Técnicas Ltda.Indústria e Comércio Ltda..MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Pré-Fabricadas Rejuntamento E-ARG. "Série C" para emprego em placas cerâmicas. sob a marca "Sika Rejunte".. II e III. composta. sob a marca "Nata Quartzolit para Juntas". sob a marca "Rejuntar". Capital Federal..

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.10 1. de areia. e "Formicret" para emprego sobre alvenaria de tijolos cerâmicos. basicamente. etc. Capital Federal... cal hidratada e aditivos especiais. funcionando como massa única (emboço). cimento Portland. 2. sob as marcas "Rebocret" para emprego sobre emboço sarrafeado. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • Arga-Rio Argamassas Técnicas Ltda.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Pré-Fabricadas Base Laminados e Tintas E-ARG. para emprego sobre emboço sarrafeado. com rigoroso controle granulométrico. blocos de concreto. sob o número 218504 .. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . DEFINIÇÃO Argamassa composta. Partes I. sob a marca "Argabase Mix 2".Proibida a reprodução sem autorização. II e III.

cal hidratada. sob a marca "Argatraço Raspado". com aditivo hidrorrepelente. de calcário dolomítico. cimento Portland. areia industrializada e classificada granulometricamente.2 FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • Arga-Rio Argamassas Técnicas Ltda.1 TIPO TRAVERTINO DEFINIÇÃO Argamassa composta. cal hidratada. todos em formulação que lhe confira acabamento semelhante ao mármore Travertino. .11 1. com aditivo hidrorrepelente. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 1. todos com formulação que confira ao reboco possibilidade de acabamento raspado. Paocreto Indústria e Comércio Ltda. para emprego em paredes externas e internas. com hidrofugante "Super-H". . Partes I. sob a marca "Argatraço Travertino".Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal. cimento Portland. sob a marca "Itacreto Raspado". sob a marca "Travertino-Quartzolit". Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . basicamente. com hidrofugante "Super-H" 2. sob a marca "Quartzolit". . 2. sob a marca "Itacreto Plásti-Travertino". Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda. 2.2 FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • Arga-Rio Argamassas Técnicas Ltda.MATERIAIS E EQUIPANENTOS/ Argamassas Pré-Fabricadas Reboco Acabado E-ARG. óxidos metálicos e aditivos especiais.1 TIPO RASPADO DEFINIÇÃO Argamassa composta. áspero. 1. óxidos metálicos e aditivos especiais. sobre emboço sarrafeado. sob o número 218504 .. . para emprego em paredes externas e internas. sobre emboço sarrafeado. Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III. areia industrializada e classificada granulometricamente. áspero. Pancreto Indústria e Comércio Ltda. de calcário dolomítico. basicamente.

11 3. II e III. todos em formulação que lhe confira acabamento semelhante ao mármore travertino.1 TIPO CAMURÇADO DEFINIÇÃO Argamassa composta basicamente de calcário dolomítico. áreas de ventilação.2 FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • Arga-Rio Argamassas Técnicas Ltda. sob as marcas "Rebotex" e "Elasticret". cal hidratada. sob o número 218504 . Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda. areia industrializada e classificada granulometricamente . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.). com aditivos impermeabilizantes. Capital Federal. sob a marca "Argatraço Camurçado". etc. cimento Portland. óxidos metálicos e aditivos especiais.Proibida a reprodução sem autorização. para emprego em paredes externas (fachadas secundárias. Pancreto Indústria e Comércio Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 3..continuação E-ARG. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob as marcas "Revestec" e "Massa Especial Externa". . 3. com aditivos impermeabilizantes. sobre emboço sarrafeado áspero. . Partes I.

3 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os revestimentos executados com mesclas de pozolana aceitam qualquer tipo de pintura e dispensam o chapisco sobre as alvenarias. cimento e areia. cimento e areia.12 1. o que implica em consolidação uniforme da argamassa. baixo índice de calor de hidratação. grosso interno. sob o número 218504 . o que recomenda o seu emprego em construções na orla marítima. A argamassa de pozolana possui ainda as seguintes características: • • • • • • 2. Partes I. pega lenta. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Capital Federal. O material sílico-aluminoso em estado coloidal pode ser armazenado sem prejuízo de suas propriedades.2 plasticidade imediata. cimento e areia fina pozolana. Os traços volumétricos das argamassas de pozolanas são os seguintes: UTILIZAÇÃO Assentamento tijolos maciços tijolos furados blocos de concreto azulejos.1 2. 2.Proibida a reprodução sem autorização. sendo 75% areia média e 25% de areia fina pozolana. fino externo. ladrilhos e ladrilhos em mosaicos Revestimento interno. II e III. sendo 75% areia média e 25% de areia fina externo. grosso TRAÇO 1:1:20 1:1:18 1:1:15 1:1:14 1:1:14 1:1:14 1:1:12 pozolana. elevada resistência aos sulfatos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2. entende-se por argamassa de pozolana a argamassa constituída por um material sílico-aluminoso em estado coloidal e cimento. baixo índice de permeabilidade e de lixiviação.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Especiais Pozolana E-ARG. o que permite o seu emprego logo após a mistura. alta resistência mecânica.2 2. cimento e areia fina COMPONENTES pozolana. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. fino 1:1:12 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

Paviquímica Produtos Químicos Ltda. material que atua como isolante acústico e térmico.Proibida a reprodução sem autorização. O elastômero polisobutileno confere à argamassa. "Super-Adit"..9 3.. A mica atua como isolante dielétrico e contribui também para melhorar as características de resistência ao calor e ao fogo e de recobrimento da mescla. substância vítrea de origem vulcânica. adesividade e estabilidade de coloração. 2. Serão do tipo "Termikil". confere poder de recobrimento à argamassa. dióxido de titânio.8 2. perlita expandida e elastômero polisobutileno. permitindo o recobrimento de fissuras. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A resina alquídica (polyester alkid resin). "Ibratin Textura". além de outras características. "Ibratin Módulo T" e "Ibratin Azulejo". A perlita. silicone. Plasticôte do Brasil (Revestimentos) S.5 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Especiais Texturadas E-ARG. pigmento resistente à corrosão e imune às mudanças de temperatura. sob a marca "Fiber Tex-Cote Glass". sob as marcas "Permalit".13 1. sob a marca "Selacril". mica.. O amianto atua como isolante térmico e acústico e as suas fibras servem de estrutura para a argamassa. etc. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 .6 2. II e III. amianto. solventes minerais (aguarrás). fungicida. pigmentos naturais. É o veículo da composição que confere flexibilidade à película. fibra de vidro. O fungicida tem por finalidade evitar o aparecimento de fungos (mofo) e a ação de insetos. com emprego de resina acrílica em lugar da alquídica. resultando dessa calcinação a perlita expandida. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. litopônio. da família dos poliestéricos. Partes I.3 2.2 2. O dióxido de titânio.4 2. O rendimento da argamassa é de cerca de 1 kg/m² e o acabamento poderá ser com textura grossa ou fina. carbonato de cálcio. à umidade e aos ácidos. sob a marca "Plasticôte".. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • Glasurit do Brasil Ltda. 2.A. óxido de zinco. "Permacryl". argamassas texturadas são as argamassas constituídas por resinas alquídicas. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal. é triturada e aquecida. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. com emprego de resina acrílica. é o componente mais importante.7 2.1 2. A fibra de vidro atua como retardante do fogo. Ibratio Indústria e Comércio Ltda.

A.. Tintas Kresil Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob a marca "Suprafix".13 • • • • • Revplast Indústria e Comércio Ltda. sob a marca "Kresil Textura". sob a marca "Latex Textura Acrílico Coral". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. com emprego de resina acrílica. Capital Federal. com resina acrílica. com emprego de resina acrílica. sob o número 218504 . Partes I. II e III... Tintas Coral S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. Texsa Brasileira Ltda..continuação E-ARG. Tintas Âncora Ltda. sob a marca "Revplast". sob a marca "Acril-Texsa".Proibida a reprodução sem autorização.

isolamento acústico "NRC" (noise reduction coefficient) : 38%.Proibida a reprodução sem autorização. 1. sob o número 218504 . 1. A vermiculita expandida obedecerá ao disposto na E-VER.ºC. Esse traço poderá ser ligeiramente modificado.m/m². integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Especiais Vermiculita E-ARG. ignífuga. isolamento térmico: 0. adaptando-se a alguma exigência especifica. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . CONSUMO Para o preparo de 1 m³ de argamassa. o consumo é o seguinte: • • • • cimento: 206 l (248 kg) cal : 206 l. II e III. Partes I.01.1 COMPOSIÇÃO Argamassa constituída por cimento.h. 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. cal. areia e vermiculita expandida.9 kcal. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A argamassa definida acima apresenta as seguintes características: • • • • peso especifico: 800 kgf/m³. vermiculita expandida: 1.030 l. areia : 206 l1.2 2. em volume.14 1. com traço básico recomendado de 1:1:1:5.

A. O acabamento será obtido com 2 demãos de verniz de resina vinílica.15 1.1 COMPOSIÇÃO A composição da argamassa é a seguinte: • • • • parte de resina vinílica. Capital Federal.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.. Partes I. sob a marca "Vidroplast".. segunda demão: 1 parte de resina para 1 parte de água. do tipo "Emulsão Rhodopás 5500". Revestilux Comércio Indústria Revestimentos Ltda. 2. sob o número 218504 .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Especiais Vinílica E-ARG. entende-se por argamassa vinílica a argamassa constituída por resina vinílica (acetato de polivinila). 3. II e III. cimento branco. cimento branco e pigmento. úmida e batida à escova. Retinco Indústrias de Tintas e Revestimentos Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. da Rhodia S. do tipo "Emulsão Rhodopás 5000 SMR". 6 partes de água. pigmento. Esmalit Pinturas Plásticas Ltda. aplica-se tinta de base de látex com pistola sobre a superfície do revestimento... sob a marca "Revestilux". 2. da Rhodia S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2. até obtenção da consistência desejada.A. sob a marca "Emalux". conforme segue: • • primeira demão: 1 parte de resina para 3 partes de água.3 Para obter-se o aspecto granitado.Proibida a reprodução sem autorização. FABRICANTES / PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • Emalux Revestimentos Comércio Indústria Ltda. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. sob a marca "Esmalit".2 2..

Gessoliso Revestimento e Montagem Ltda. 1. em peso. Mineração Gipso Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 DEFINIÇÃO ARGAMASSAS DE CARBORUNDUM São constituídas pela mistura de argamassa A. 2. em peso.3 ARGAMASSAS DE GESSO São argamassas constituídas por gesso e um aditivo retardador da pega. na proporção de 1:5.2 (vide E-ARG. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: ARGAMASSAS DE GESSO • • • Barbosa Pinto Construções e Incorporações Ltda.03) e carborundum.03) e óxido de alumínio.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Argamassas Especiais Diversas E-ARG. II e III. Partes I. 1. 1. Capital Federal.. São recomendadas para locais submetidos a desgaste acentuado por decorrência de abrasão. sob a marca "Digesso". em cristais de granulometria apropriada. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.16 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A ..2 ARGAMASSAS DE ÓXIDO DE ALUMÍNIO São constituídas pela mistura de argamassa A. sob a marca "Gessoliso". sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização. na proporção de 1:4. em cristais de granulometria apropriada.2 (vide E-ARG.

2 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. bolhas. esfoliações. 1. pérgolas..Artefatos de Concreto Armado Santa Rita Ltda. não apresentarão defeitos de fundição.1.01 1.3 1. 2. etc. Partes I.Emilson Pereira do Nascimento..1 1. Prefasil . fendilhamentos. resistente e compacto. protuberâncias ou grânulos.. As peças não serão removidas e transportadas ao lugar de assentamento antes do decurso de dez dias.01 e E-BLO. pelo menos.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III. de gordura. sem função estrutural tais como lajotas. Os agregados para o concreto obedecerão à EB-4/82 . A matéria-prima para os artefatos será o ferro fundido homogêneo. caixilhos. moirões. sob o número 218504 . placas. isento de fendas. os primeiros 4 dias completos sucessivos à moldagem. Albino Mendes & Cia.02. bolhas ou areia fácil de trabalhar com buril ou lima.1 2. 2. à E-AGR.Proibida a reprodução sem autorização.1. colunas. Ltda.1 ARTEFATOS DE FERRO CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os artefatos de ferro fundido. Fábrica do Forte . Serão continuamente irrigadas durante. usinagem ou acabamento.1. Lajespuma Cia. caixas d’água.2 1. a contar da data de sua moldagem. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. As superfícies serão isentas de oxidação pronunciada. satisfarão às condições relacionadas a seguir.1. 1. desbeiçamentos.1. As peças serão concretadas com vibração ou pervibração. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • • • Acarita . convenientemente conservadas à sombra e ao abrigo de correntes de ar e de temperaturas inferiores a 10ºC.Agregados para concreto (NBR7211). rebarbas.5 1.Pré Fabricados do Brasil Ltda..MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Artefatos E-ART. moldagem. brises.1. forjado ou batido. tanques.1. nem usadas antes de 30 dias.1.6 1. Industrial de Lajes. falhas.4 1. de inspeção.01 e às necessidades de dosagem. tampões. Neo-Rex do Brasil Ltda. Todas as peças serão submetidas a cura. Os blocos vazados de concreto especificam-se nas E-BLO.1 ARTEFATOS DE CONCRETO CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os artefatos de concreto simples ou armado.

conforme a espessura das peças ou resistência requerida.1.. Capital Federal. falhas. 3. 3.1 3.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . quer executados em fábrica. Grani-Torre Indústria e Comércio Ltda. serão inteiramente deste material ou terão base ou núcleo de concreto armado. Partes I.1. Alvar Industrial e Mineradora Ltda. Metarlúrgica Barbará. quer no canteiro de obra. sem empenes. Ltda. Mepal Pará de Minas Ltda.Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. ou outros defeitos. apresentando superfície de polimento esmerado.2 3.2 FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • Cia. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.01 2.. 3.1 ARTEFATOS DE MÁRMORE ARTIFICIAL CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os artefatos de mármore artificial ou de marmorite.continuação E-ART. II e III. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • Albino Mendes & Cia. sob o número 218504 . As peças serão perfeitas.

desde que as mesmas não comprometam a sua estrutura estática. Azulejo .Proibida a reprodução sem autorização. à distância de 1 m. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. se não as constantes da CB100/83 . brancos ou coloridos.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Azulejos Faiança E-AZU. Partes I. Azulejo – determinação das dimensões (NBR-6l33). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Azulejo – determinação do empeno (NBR-9201).2. sejam absorvidas pela aparência do conjunto em apreciação. comprovada por ensaios de laboratório.2 CLASSE "B" Nos azulejos desta classe são admitidas imperfeições estruturais e ou de superfície. com esmalte liso.determinação da resistência ao ataque químico (NBR-6128).formatos e dimensões (NBR-8040).2. II e III. Azulejo . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.01 1. à distância de 1 m. vitrificação homogênea e coloração perfeitamente uniforme. "B" e "C".determinação da absorção de água (NBR-6127). 2. conforme discriminado a seguir: 2.1 CLASSIFICAÇÃO Serão de primeira qualidade.2 Os azulejos desta classe devem ser isentos de qualquer imperfeição visível a olho nu. dureza e sonoridade características e resistência suficiente O PROPRIETÁRIO não admite outras classes de azulejo.1 CLASSE "A" 2. sendo todavia os azulejos isentos de rachaduras. vistas a olho nu.determinação da estabilidade de cores (NBR-6126). em condições adequadas de iluminação. Azulejo . Azulejo – determinação da tensão de ruptura à flexão (NBR-6132). onde são classificados em "A". 2. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Azulejo (NBR-5644). Azulejo – determinação da curvatura diagonal (NBR-6130) Azulejo – determinação da resistência ao gretamento (NBR-6131). 2. Capital Federal. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: CB-100/83 EB-301/86 MB-1193/85 MB-1194/85 MB-1195/85 MB-1196/83 MB-1197/83 MB-1198/85 MB-1199/86 MB-1200/85 MB-2299/85 NB-796/83 PB-1005/86 Azulejo (NBR-7169). Assentamento de azulejos (NBR-8214). Azulejo . e que. Azulejo .determinação da diferença de comprimento entre lados opostos e adjacentes (NBR-6129).Azulejo (NBR-7169). sob o número 218504 .

A. Capital Federal. EB-301/86 (NBR-5644). Os arremates dos revestimentos de azulejos não serão executados com peças que tenham sido tiradas de linha pelos fabricantes de faiança. variações nas espessuras entre peças: 10%. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob a marca "Azpa". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. DOE. 3. resistência a choque térmico: 100% das peças. sob a marca "Klabin".1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As características técnicas dos azulejos são as seguintes. Céramus Bahia S. DIN 18155. As arestas serão guarnecidas com cantoneiras de alumínio (vide E-ALU. variações nas medidas entre peças: 1%. salvo se especificado de modo diverso. DIN 51092. Indústria de Azulejos da Bahia S.continuação E-AZU..A.03). Indústria de Azulejos do Ceará S. visíveis a olho nu. com máximo admissível de 25%. sob a marca "Incepa".A. 3. . resistência a ácidos: normal.A. 4. Partes I. conforme normas DIN e EB311/86 . . 3.A. IASA produtos Cerâmicos (Brennand).2 3. sob o número 218504 .A. Cecrisa Cerâmica Criciúma S. DIN 51093.3 A massa será pouco porosa.. Klabin Cerâmica S.01 2.2.A. . branca ou levemente amarelada e dificilmente raiável por ponta de aço. comprovada por ensaios de laboratório. à distância de 1 m. impermeabilidade absoluta. sob a marca "Céramus Bahia". inclusive pequenas rachaduras. II e III.Azulejos (NBR-5644): • • • • • • • variações nas medidas das peças entre lados: 1%.Proibida a reprodução sem autorização. sob a marca "Cecrisa". Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob a marca "lasa". Incepa Indústria Cerâmica do Paraná S. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • • • Azulejos do Pará S.3 CLASSE "C" Nos azulejos desta classe são consentidas imperfeições estruturais e ou de superfície mais acentuadas. porosidade do biscoito: faixa admissível entre 15 e 225. desde que estas não comprometam a sua estrutura estática. EB-30l/85 (NBB-5644). DIN 18155.

1.01 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes EB-634/75 MB-37/75 MB-48/72 MB-5O/89 MB-107/71 MB-164/72 MB-166/71 MB-167/71 MB-209/69 MB-517/71 TB-27/90 Materiais asfálticos para impermeabilização na construção civil. Capital Federal. DEFINIÇÃO Para fins desta Especificação.determinação da ponto de amolecimento (NBR6560).determinação da ductibilidade (NBR-6293).determinação da perda por volatilização. Material betuminoso . ou ser obtido pela refinação do petróleo. Materiais betuminosos . Partes I. 3. com seus derivados de consistência variável e com poder aglutinante e impermeabilizante. Cimentos asfálticos de petróleo . cor pardo-escura ou negra e no qual o constituinte predominante é o betume. II e III.1 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Materiais betuminosos .2 2.2. entendem-se por materiais betuminosos os produtos obtidos pela destilação do petróleo ou do alcatrão de hulha. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os materiais betuminosos podem apresentar-se sob a forma líquida. Betume é uma mistura de hidrocarbonetos pesados.1 O ensaio da mancha obedecerá ao método AASHO T-102. Materiais betuminosos .2 3. sob o número 218504 . sendo completamente solúvel no bisulfeto de carbono (CS2). 2.1 2. em jazidas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. emulsões. Materiais betuminosos . Petróleo e outros materiais betuminosos .determinação dos pontos de fulgor e de combustão (vaso aberto Cleveland).2 2.determinação de água (método por destilação).determinação do ponto de fulgor (método pelo vaso fechado Pensky Martens). obtidos em estado natural ou por diferentes processos físicos ou químicos. a ASTM assim os definiu: Asfalto é um material aglutinante de consistência variável. podendo ocorrer na natureza. Produto de petróleo . Objetivando estabelecer a distinção entre asfalto e betume. 1. 2. Produto de petróleo . semi-sólida ou sólida (soluções ou tintas.determinação do teor de betume.2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Betuminosos (materiais) Disposições Diversas E-BET. Materiais betuminosos para emprego em pavimentação (NBR-7208).Proibida a reprodução sem autorização.determinação da viscosidade Saybolt-Furol a alta temperatura. mástiques e asfaltos).determinação da penetração (NBR-6576).1 NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.

2 4. solúveis ou que tenham seu volume modificado pelo contato com esse liquido. do grau de craqueamento e da porcentagem de asfalto craqueado. como de base de alcatrão de hulha. sob o número 218504 . O ensaio é feito dissolvendo-se a amostra de asfalto em nafta ou outro solvente. Se a mancha formada for uniformemente marrom.01 3. tenham sido craqueados. sendo vedado o emprego de substâncias higroscópicas. ENSAIO DA MANCHA A finalidade do ensaio é eliminar asfaltos que. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal. Na hipótese de uso simultâneo de vários materiais betuminosos.3 4.continuação E-BET. Partes I. O resultado positivo rejeita o asfalto ensaiado e o resultado negativo o qualifica. mas o resíduo asfáltico obtido é mais suscetível ao intemperismo. estes serão sempre da mesma base As cargas minerais empregadas nos materiais betuminosos não devem ser afetadas pela água. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 3. o resultado é dado como negativo. Uma gota dessa mistura é colocada sobre uma folha de papel filtro e os resultados são observados. e os resultantes da destilação do alcatrão de hulha. O craqueamento aumenta a produção de gasolina. 4.3 3. obviamente.Proibida a reprodução sem autorização. O grau de suscetibilidade depende.1 4.4 Os produtos obtidos pela destilação do petróleo classificam-se como de base asfáltica. e se houver uma área mais escura no centro. o resultado é dado como positivo. no processo de refinação. caso o mesmo perdure por 24 horas. II e III. 4.

Wolf Hacker & Cia.1 2.2. é de cura lenta. Sika S. O material betuminoso dissolvido em gasolina é de cura rápida. em peso.1.2 FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 2.A.1. sob a marca "Beto-Face". Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A ..2 BASE DE ALCATRÃO DE HULHA • • • Otto Baumgart Indústria e Comércio S. 2. sob a marca "Isol 15" Sika S. de base asfáltica ou alcatrão de hulha. sob a marca "Protex Coaltar". RC (Rapid Curing) ou "Cut-back". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A. 3. no mínimo.2 DEFINIÇÃO É o material betuminoso. 1..02 1.. sob o número 218504 . 2.1 1. em peso... ponto de amolecimento da componente sólida. SC (Slow Curing) SOLUÇÃO OU TINTA BETUMINOSA SEM CARGA CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS BASE ASFÁLTICA • • teor mínimo de asfalto: 35%.1 SOLUÇÃO OU TINTA BETUMINOSA COM CARGA CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS BASE ASFÁLTICA • • teor mínimo de asfalto. em querosene.2 BASE DE ALCATRÃO DE HULHA • • teor mínimo de piche de alcatrão: 35%. soba marca "Igol T". II e III. . MC (Medium Curing). Otto Baumgart Indústria e Comércio S.2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Betuminosos (materiais) Soluções ou Tintas E-BET. Ltda. ponto de amolecimento do piche de alcatrão (anel e bola) : 50°C. e em solvente orgânico.1 BASE ASFÁLTICA • • • • Isolamentos Modernos Ltda. Partes I. em peso. 3. dissolvido em gasolina. 60°C. 30%.1 3.A. 2. no mínimo. Wolf Hacker & Cia. sob a marca "Protex".A. é de cura média. sob a marca "Neutrol 45". querosene ou em solventes orgânicos.1.1 2. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.. ponto de amolecimento do asfalto (anel e bola) : 55°C. sob a marca "Igol A" e "Sika Baldrame". no mínimo. Ltda. 2.

A. 30%. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Sika SA. sob a marca "Igol T Espesso".2 BASE DE ALCATRÃO DE HULHA • • Otto Baumgarr Indústria e Comércio S.continuação E-BET.2 FABRICANTES/ PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 3.2. SIKA S. 3. 3.02 3.A..1 BASE ASFÁLTICA • • Otto Baumgart Indústria e Comércio S.1.. sob o número 218504 . ponto de amolecimento da componente sólida: 60°C. sob a marca "Isol 15 Denso".A. em peso. II e III. . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização. sob as marcas "Neutrol 45 Denso" e "Alumination" (tinta de acabamento).. Capital Federal.2 BASE DE ALCATRÃO DE HULHA • • teor mínimo de piche de alcatrão. sob as marcas “ Igol A Espesso" e "Igol Alumínio".2. Partes I. no mínimo.

As emulsões deverão ser satisfazer à AFNOR-P 84-303. em peso.1 3.3 BASE ASFÁLTICA.01). em. ou lenta. Capital Federal. as emulsões terão estabilidade suficiente para permitir o transporte e o armazenamento do produto e apresentação instabilidade bastante para que sua ruptura não seja demorada. obtida com auxílio de agente emulsificador. II e III. isto é.1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. entende-se por emulsão betuminosa a de materiais betuminosos em água. com emulsificador constituído por material coloidal. apresentando resistência à reemulsificação superior a 50°C e teores mínimo de materiais superior betuminoso de 30% para os destinados à impermeabilização. MS-1.03 1.4 BASE DE ALCATRÃO DE HULHA • • teor mínimo de piche de alcatrão: 25%. 2. O grau de estabilidade das emulsões será condicionado às conveniências de cada caso. no mínimo.1. 45°C.1 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 BASE ASFÁLTICA.MATERIAL E EQUIPAMENTOS Betuminoso (materiais) Emulsões E-BET. ponto de amolecimento do asfalto (anel e bola.2 FABRICANTES/PRODUTOS Consideram se análogos os produtos fabricados por Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . COMUM • • teor mínimo de asfalto: 30%. mínimo). em peso. 3. ESPECIAL • • emulsões de características neutras.Proibida a reprodução sem autorização. o material sólido resultante conterá 97% de material betuminoso de base asfáltica.1. DEFINIÇÃO Para os fins desta Especificação. sob o número 218504 . 3. MS-2 e MS-3 (medium setting).2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As emulsões podem ser de ruptura rápida. EMULSÃO BETUMINOSA SEM CANGA CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS BASE ASFÁLTICA. 3. média.1. 40°C.1 2. 2. ponto de amolecimento do componente sólido. Partes I. SS-1 e SS-2 (slow setting). evaporada a água. 3. 2.3 3. após a aplicação. COM LÁTEX emulsões com dispersão de material betuminoso associado com látex natural (vide ELAT. RS-1 (rapid setting).

Capital Federal. sob a marca "Vedapteu". sob a marca "Emufal".2. Otto Baumgart Indústria e Comércio S. dotadas de pH superior a 7. Partes I. . sob a marca "Neoflex Hidroasfalto” Asfaltos Vitória Ltda. 4. sob a marca "Ciplakote G". 3.A. Sika S.2. Produtos Impermabilizantes. Ciplak . ESPECIAL • • • • Abbott S. As emulsões aniônicas funcionam exclusivamente com agregados de natureza básica. etc. sob a marca "Copil-Pasta". sob a marca "Neosin". em peso. Wolf Hacker & Cia. São de natureza básica..continuação E-BET. no mínimo..1 EMULSÃO ASFÁLTICA ANIÔNICA E CATIÔNICA DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.Proibida a reprodução sem autorização. .A. II e III. Indústria e Comércio. sob a marca "Vitkote".A. sob a marca “Emuplástico Látex”. 3. o radical carregado negativamente é solúvel nas partículas dispersas de asfalto. COMUM • • • • Abbott S. Isolamentos Modernos Ltda. 5..1 5.1 EMULSÃO BETUMINOSA COM CARGA CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS BASE ASFÁLTICA • • teor mínimo de asfalto: 30%. . OIto Baumgart Indústria e Comércio S. COM LÁTEX • • • • • Ciplak – Indústrias Químicas Ltda. sob a marca “Igol 2”. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Indústria Químicas Ltda. Texsa Brasileira Ltda.1. sob a marca "Negrolin" e "Frioasfalto".. Sika S. sob a marca "Igol 2". Texas Brasileira Ltda.A.A. . durante o processo de ionização.A.03 3.- 5 5. Otto Baumgart Indústria e Comércio S. sob a marca "Ciplakote". sob a marca "Flexcote Emulsão “.1.2.1 BASE ASFÁLTICA. 4. como calcários dolomitos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 4.A.. sob o número 218504 .2 FABRICANTE/ PRODUTOS Consideram se análogos os produtos fabricados por• • Incopil S. ponto de amolecimento do componente sólido: 50°C.2 BASE ASFÁLTICA. entende-se por emulsão asfáltica aniônica a emulsão na qual o agente emulsificante utilizado tem características tais que. Indústria e Comércio.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A.3 BASE ASFÁLTICA.. sob a marca "Frioasfalto".

6. • Chevron do Brasil Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 20-100.2 FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Chevron do Brasil Ltda. entende-se por emulsão asfáltica cor fibras minerais a emulsão com aditivos para melhorar a resistência. granitos. "Chevton Bitumuls RL-1C ou SS-Kh". de viscosidade baixa "Saybolt-Furol".4 5. . "Chevron Bitumuls RR-2C ou RS. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. etc.1. aniônica. lama asfáltica.continuação E-BET. aplicados com "primer" "Chevron Bitomuls Primer". Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . fibras minerais e pigmentos inorgânicos para enchimento dos vazios e correção das imperfeições da superfície asfáltica. 100-400.1. dotadas de pH menor do que 6. 50°C seg. 50°C seg.3 Entende-se por emulsão asfáltica catiônica a emulsão na qual o agente emulsificante utilizado tem características tais que. Partes I.3K".2 6.5. embora sua aplicação com agregados de natureza ácida. catiõnica. por exemplo.1 EMULSÃO ASFÁLTICA COM FIBRAS MINERAIS DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. ruptura lenta. traga melhor resultado. com maior resíduo e maior viscosidade "Saybold-Furol". As emulsões catiônicas não apresentam restrições com respeito à natureza do agregado.03 5. catiônica. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por. sob as marcas "Walk Top Preto" e "Walk Top Colorido". e "Chevron Bitumuls LA-E ou SS-K". 6.São de natureza ácida. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização. durante o processo de ionização. II e III.. 5. sob o número 218504 . sob as marcas: "Chevron Bitumuls RR-1C ou RS-2E". quartzitos. o radical carregado positivamente é solúvel nas partículas dispersas de asfalto.

sob a marca "Durolastic PA" (base de alcatrão e poliuretano) Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob a marca "Necanol Plástico": Otto Baumgart Indústria e Comércio S.1 BASE ASFÁLTICA • • • • Isolamentos Modernos Ltda. Capital Federal. sob a marca "Igas EI". Cópia fiel da Edição impressa em 1995.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Betuminosos (materiais) Mástiques E-BET. sob a marca "Betulastic".2 BASE DE ALCATRÃO DE HULHA • • • Otto Baumgart Indústria e Comércio S. e 2.. II e III..Proibida a reprodução sem autorização. sob a marca "Vedagum". Wolf Hacker & Cia.. sob a marca "Igas 3". Wolf Hacker & Cia. Sika S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob as marcas "Carbolástico n° 1 "Carbolástico n° 2". Partes I.A. nas cores cinza e preta...A.A. entendem-se por mastiques betuminosos os complexos constituídos de substância betuminosa. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 2. sob o número 218504 . 2. de solvente ou fluidificante. Ltda. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Sika S.04 1.. Ltda.A.. de plastificante e de material inerte granular ou fibroso.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília..MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Betuminosos (materiais) Asfaltos E-BET. Capital Federal. Tomo Indústria e Comércio Ltda. a alta temperatura. Toro Indústria e Comércio Ltda. 2.Proibida a reprodução sem autorização. é muito duro e não totalmente solúvel no CS2.05 1.4 ASFALTO DESTILADO Asfalto destilado é o asfalto obtido por destilação do petróleo. 1. Mareriais de Construção. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A. os produtos fabricados por: 2. 2. sob a marca "Toroflex"... sob o número 218504 . 1. sob a marca "Asfalto D-&0". há ocorrência de asfalto na natureza. que se funde pelo calor e no qual os constituintes predominantes são os betumes. entende-se por asfalto o material sólido ou semi-sólido. Materiais de Construção. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos. ASFALTO NATURAL Asfalto natural ou nativo é o asfalto encontrado em depósitos naturais.A. Partes I.1 DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. sob a marca "Solução de Imprimação . 1. É obtido pela destilação do petróleo. através de resíduo da destilação fracionada do petróleo.3 ASFALTO OXIDADO Asfalto oxidado é o asfalto obtido por sopro de ar.. sob a marca "Asfalto Oxidado I.M. sob a marca "Toroflex". Em geral..Base Asfalto de Petróleo". Eventualmente. sob as marcas "Oxidado 0-94" e “Oxidado 0155". II e III. Ondalit S.2 ASFALTO DESTILADO • • • Asfaltos Vitória Ltda. de cor entre preta e pardo-escura. sob a marca "Asfalto Oxidado": Isolamentos Modernos Ltda. Ondalit S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2 1.1 ASFALTO OXIDADO • • • • Asfaltos Vitória Ltda. fator indicativo de baixo teor de betume.

06 1. associada à W.2. 1. O lençol deverá satisfazer aos seguintes testes: • • • • • ponto de amolecimento do asfalto com elastômero: 97°C (ASTM-D36-70). Indaru Indústria e Comércio Ltda. sob a marca "Morter-Plas". tensão de rotura transversal: 1.50 mm de asfalto com elastômero. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. método A). A membrana plástica terá 0. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 MEMBRANA PLÁSTICA E ASFALTO COM ELASTÔMERO Lençol auto-aderente e auto-selante.30 a + 100°C. sendo 0. Grace Ltda. constituído por membrana plástica de polietileno e asfalto misturado com elastômero. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob a marca "Bituthene 1000".. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: 2.. revestida em ambas as faces por asfalto catalítico.2 2. Capital Federal. sob a marca "Trilast". sob o número 218504 .2.1 MEMBRANA PLÁSTICA E ASFALTO • Texas Brasileira Ltda. 2.09 mm de espessura e será capaz de suportar temperaturas de . método A).A espessura do lençol será de 1. A elasticidade do lençol será de 300%.. tensão de rotura longitudinal: 1. alongamento na rotura transversal: 500%.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS MEMBRANA PLÁSTICA E ASFALTO Lençol constituído por uma membrana plástica de polietileno.2 1.2 MEMBRANA PLÁSTICA E ASFALTO COM ELASTÔMERO • • Darex Produtos Químicos e Plásticos Ltda.8 MPa (ASTM-D882-67.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Betuminosos (materiais) Lençóis Asfálticos E-BET. 1. Partes I.75 MPa (ASTM-D882-67. (Inglaterra).20 mm de membrana de polietileno e 1. 1.Proibida a reprodução sem autorização. método A). R. alongamento na rotura longitudinal: 480% (ASTM-D882-67. II e III.70 mm.

. "Denverpren" e "Denverpren II". a 100°C durante 24 horas: não há escorrimento. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • Asfaltos Vitória Ltda. alongamento de ruptura: 1380%.529 MPa (ASTM D412-80). DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. elasticidade permanente e grande durabilidade..07 1.1.Indústrias Químicas Ltda. seco. modificado com elastômero SBS ou APP. entende-se por asfalto modificado o asfalto em solução. tempo de secagem entre demãos: 8 horas (25°C). viscosidade a 25°C: 60 UK (unidades Krebs). Ciplak . sob o número 218504 .5%.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Betuminosos (materiais) Asfalto Modificado Elastômero SBS ou APP E-BET. teor de sólidos: 51. II e III. apresenta as seguintes características: • • • • • massa especifica: 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . penetração a 25°C. absorção de água: 0.. ductibilidade: 11.Divisão Impermeabilizantes.2 O asfalto modificado. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. escorrimento. secagem ao toque: 2 a 4 horas (25°C). 2. em volume. resistência a temperatura: -10°C. segundo a MB-167/71 . tensão de ruptura: 1. 2. Viapol Impermeabilizantes Ltda. Partes I.Materiais betuminosos . Denver Indústria e Comércio Ltda. sob a marca "Mantacril-Solução". • • • • • • • • ponto de amolecimento: 123°C (não há escorrimento do material quando aplicado em superfície vertical).2%. 2.Proibida a reprodução sem autorização. o que lhe confere estabilidade físico-química. 100 g: 5 segundos. sob as marcas Denverpren Primer". Capital Federal.. sob a marca "Vitlastic". apresenta as seguintes características. modificado com elastômero SBS (estireno-butadieno-estireno). sob as marcas "Viapol Glass" e "Viapol Antiraiz". em estufa.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O asfalto em solução.determinação da ductibildade (NBR-6293) 3.

2.01 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Blocos de Concreto Vazados . Partes I. Os blocos normais têm as dimensões indicadas pelos respectivos fabricantes e os blocos modulares têm as dimensões coordenadas.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . diminuídas de 1 cm.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS TIPOS E DIMENSÕES Os blocos vazados de concreto apresentam-se nos tipos normal e modular. 2.1. Blocos vazados de concreto simples para alvenaria sem função estrutural (NBR-7184).1 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Dimensões nominais são as dimensões dos blocos indicadas pelos fabricantes.1 DEFINIÇÕES BLOCOS VAZADOS Elementos de alvenaria quando a seção transversal média útil for inferior a 75% da seção transversal bruta. 3. Seção transversal bruta é a área total da seção transversal do bloco. descontando-se as áreas vazadas. 2.Proibida a reprodução sem autorização.2 mm: 3.1.Sem Função Estrutural E-BLO. O quadro de medidas dos blocos modulares é o seguinte. 2.3 DIMENSÕES COORDENADAS E NOMINAIS Dimensões coordenadas são as dimensões dos blocos destinados à execução de alvenarias modulares. 3. São dimensões múltiplas do módulo M = 10 cm ou de submódulos M/2 e M/4. Argamassa de assentamento para alvenaria de bloco de concreto determinação da retenção de água (NBR-9287). com tolerâncias permitidas de + 3 e . a útil é a mesma área. valor que corresponde à espessura média da junta de argamassa. II e III. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal.2 BLOCOS MODULARES São blocos com dimensões coordenadas. Bloco vazado modular de concreto (NBR-5712). NORMAS São as seguintes as normas da ABNT atinentes ao assunto: EB-50/74 MB-116/74 MB-2412/85 NB-307/81 Blocos vazados de concreto simples para alvenaria sem função estrutural (NBR-7173).

Para fornecimento maior que 10. sob o número 218504 .3 O quadro de medidas dos blocos normais à o seguinte. Partes I.000. DESIGNAÇÃO Bloco de 20 Bloco de 15 Meio Bloco de 20 Meio Bloco de 15 Lajota Meia Lajota Largura (cm) 20 15 20 15 10 10 Altura (cm) 20 20 20 20 20 20 Compr. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. (cm) 40 40 20 20 40 20 3.Proibida a reprodução sem autorização.continuação E-BLO.2.1.000 blocos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.01 DESIGNAÇÃO Largura (cm) 19 19 Altura (cm) 19 19 19 19 9 19 19 19 19 19 19 19 19 19 9 Compr. Para fornecimento de até 10. sendo permitidas tolerâncias de +/ 5 mm.000 blocos.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . o fabricante fornecerá. Capital Federal. gratuitamente. II e III. blocos inteiros de tamanho natural. os quais constituirão amostra representativa de todo o lote do qual foram retirados. a amostra representativa mínima será de 10 blocos. (cm) 39 29 19 9 19 39 34 29 19 39 29 19 14 9 19 M-20 19 19 19 14 M-15 14 14 14 9 9 M-10 9 9 9 9 3.2. a amostra será composta acrescentando aos 10 blocos a parte inteira do quociente da divisão da quantidade total de blocos por 10.2 3. 3.1 AMOSTRAGEM Para fins de ensaio.

Proibida a reprodução sem autorização. A resistência à compressão média será de 2.3.3 Os blocos que constituem a amostra representativa serão marcados para facilidade de identificação e. total ou parcial. de 2.3.3.2.1 3. de 15% (valores máximos).4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .01 3. remetidos ao laboratório para execução dos ensaios de recebimento.3 3. No momento da entrega ao laboratório. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2 3. posteriormente.continuação E-BLO. ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO A aceitação e rejeição. 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. A absorção média será de 10% e a individual. II e III.5 MPa e a individual. sob o número 218504 . As marcas de cada unidade não devem cobrir mais de 5% da área superficial do bloco.0 MPa (valores mínimos). CONDIÇÕES IMPOSTAS A amostra será submetida aos ensaios de acordo com a MB-116/74 (NBR-7184) e deverá satisfazer às condições relacionadas nos itens a seguir. os blocos não deverão apresentar umidade superior a 40% da quantidade de água fixada como absorção máxima. Capital Federal.4 3.3. do fornecimento obedecerá ao disposto na EB50/74 (NBR-7173) sobre o assunto. Partes I.3 3.

1.1 DIMENSÕES REAIS E NOMINAIS Dimensões reais são as dimensões dos blocos (comprimento e altura) destinados à execução de alvenarias modulares.3.1. Seção transversal bruta é a área total da seção transversal do bloco.Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal.02 1. conforme descrito a seguir: Os blocos de classe "A" são destinados à execução de alvenarias externas que não irão receber nenhum tipo de revestimento.ensaio a compressão simples (NBR8949). Paredes de alvenaria estrutural .1 DEFINIÇÕES BLOCOS VAZADOS Elementos de alvenaria quando a seção transversal média útil for inferior a 75% da seção transversal bruta. 2. 3. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS CLASSIFICAÇÃO Os blocos classificam-se em "A" e "B".1 3.3 2. São dimensões múltiplas do módulo M 10 cm ou dos submódulos M/2 ou M/4. e a útil e a mesma área.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Blocos de Concreto Vazados . NORMAS São as seguintes as normas da ABNT atinentes ao assunto: EB-959/78 MB-1212/79 MB-2162/85 MB-2412/85 NB-307/81 NB-889/84 NB-1228/89 Blocos vazados de concreto simples de alvenaria estrutural (NBR-6136). valor que corresponde à espessura média da junta de argamassa.3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2. Execução e controle de obras em alvenaria estrutural de blocos vazados de concreto (NBR-8798). 2.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2. diminuídas de 1 cm. Bloco vazado de concreto simples para alvenaria com função estrutural (NBR-7186). Dimensões nominais são as dimensões reais acrescidas de 1 cm.2 3. Argamassa de assentamento para alvenaria de bloco de concreto determinação da retenção de água (NBR-9287). sob o número 218504 . Bloco vazado modular de concreto (NBR-5712). descontando-se as áreas vazadas.2 BLOCOS MODULARES São blocos com dimensões coordenadas. Em alvenaria estrutural. 2. Cálculo de alvenaria estrutural de blocos vazados de concreto (NBR10837). Partes I. II e III.1 3. o comprimento nominal mínimo dos blocos deve corresponder a 2 M = 20 cm.Com Função Estrutural E-BLO.

Capital Federal.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Os lotes serão constituídos.1.1 LOTES Todos os blocos de um fornecimento serão separados em lotes e submetidos ao controle de aceitação. DIMENSÕES 3. competindo ao fabricante. II e III. satisfeitas as condições aqui descritas. 390 190 390 190 390 190 190 390 20 M-20 190 190 190 140 15 M-15 140 140 140 3.1 Os blocos modulares e submodulares devem atender às dimensões reais constantes da tabela a seguir.continuação E-BLO. sob o número 218504 .02 3.3.3 3.3 3. na entrega.2. DIMENSÃO (cm) DESIGNAÇÃO DIMENSÕES REAIS (mm) Largura 190 Altura 190 190 90 90 190 190 90 90 Compr.Proibida a reprodução sem autorização. por qualquer número de blocos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 A espessura mínima de quaisquer paredes de blocos será as constantes da tabela a seguir. produzidos sob as mesmas condições e com os mesmos materiais. Partes I. tomadas no ponto mais estreito. verificadas com precisão de 0. com tolerâncias permitidas de +/. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3 mm.3. a indicação dos blocos que atendam a esse requisito. dividida pelo comprimento do bloco: DESIGNAÇÃO PAREDES LONGITUDINAIS (A) (mm) 25 32 PAREDES TRANSVERSAIS PAREDES (B) (mm) 25 25 ESPESSURA EQUIVALENTE (B) (mm) 188 188 M-15 M-20 3. e (B) a soma das espessuras de todas as paredes transversais do bloco. a critério do comprador.5 mm.2 Os de classe "B" são destinados à execução de alvenarias internas ou externas que irão receber revestimento. O lote será formado por um conjunto de blocos com as mesmas características. 3.2. onde foi considerado (A) como a média das medidas de 3 blocos.

em MPa. onde: fbk fb Sn n t resistência característica do bloco à compressão. no mínimo.3. serão retirados. ao ensaio de determinação da área líquida.5 3. desde que requerido pelo comprador.4. a outra metade. informação que deverá constar do relatório.000 blocos. ENSAIOS Todos os ensaios serão executados de acordo com a MB-1232/73 (NBR 7186).5.2 3.4. ensaiados à compressão.4.6 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . de forma aleatória.4 3. por laboratório. Nenhum lote poderá constituir-se de mais de 100.5.3 3.1 3. sob o número 218504 . AMOSTRAGEM De cada lote perfeitamente definido. Sempre que o número de blocos da amostra for ímpar. Metade dos blocos da amostra será submetida ao ensaio de determinação da resistência à compressão. no mínimo. e remetidos ao laboratório para os ensaios.02 3. desvio padrão calculado com os exemplares da amostra. coeficiente da distribuição de Student dado pela relação abaixo: 3.000 blocos. a amostra será composta de. primeiros 10. Os blocos destinados a ensaios serão colocados em recipiente estanque. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. ou fração excedente aos.2 3. Todos os blocos de uma amostra serão marcados. Para lotes com mais de 10. a maior quantidade de blocos destinar-se à ao ensaio de determinação da resistência à compressão. resistência média dos blocos ensaiados à compressão. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.continuação E-BLO. pata facilidade de identificação. 12 blocos. II e III. dos 12 blocos mais 2 para cada 10. A retirada será feita por funcionário do laboratório.000 blocos será constituído somente um lote. em MPa. aos ensaios de determinação de absorção de água.4. conforme E-AAA. Para lotes com até 10. em MPa. sendo o valor característico estimado pela expressão fbk = fb – t .4 3.000.02.5. As marcas de cada unidade não devem cobrir mais de 5% da área superficial do bloco.000 blocos. VALOR CARACTERÍSTICO DA RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO Admite-se uma distribuição normal para as resistências à compressão dos blocos. número de exemplares da amostra. blocos inteiros que constituirão a amostra do lote para efeito de ensaios. Sn correspondente ao quantil de 5% da respectiva distribuição.000 blocos.Proibida a reprodução sem autorização. posteriormente lacrado. a amostra será composta.3 3. umidade e. Capital Federal.3 3.1 Para conjuntos de até 10.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização.714 26 1.721 24 1.753 n t 18 1.771 16 1.895 9 1.796 14 1. Capital Federal.7 ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO A aceitação e rejeição.699 32 1.833 12 1.02 n t 6 2. Partes I.860 10 1.703 30 1. do lote obedecerão ao disposto na EB-959/78 (NBR-6136) Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .740 20 1. II e III.650 3.943 8 1.051 7 1.708 28 1.continuação E-BLO. total ou parcial. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.729 22 1.

o decréscimo de temperatura. em alta temperatura e a 12 atmosferas de pressão . com as seguintes características: 1.2 1.1 2. sob a marca "Sícal". Partes I. será de 1. Em paredes executadas com blocos de 12 cm de espessura e após 6 horas de exposição ao fogo. 2. Com relação à estabilidade dimensional. em paredes com blocos de 10 cm de espessura e peso específico de 450 kgf/m³.03 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Blocos de Concreto Celular E-BLO. entre as 2 faces.5 mm/m desde o estado de saturação completa até o estado seco. sob o número 218504 .3 2. autoclavado. cal . a retração por unidade será de 0. areia .Proibida a reprodução sem autorização. o material adquire suas características de monosilicato de cálcio hidratado. que dilata a massa e forma células uniformes e estanques. O processo químico físico na cura é completado dentro de autoclaves.1 DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.3 a 0. Após um período de 18 horas em vapor saturado.4 3. entendem se por blocos de concreto celular os blocos fabricados com concreto leve. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O coeficiente de condutibilidade térmica do concreto celular com que se confeccionam os blocos será de 0. revestidas nas 2 faces. Capital Federal. II e III.10 a 1.°C. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Indústria e Comércio . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 1. O isolamento acústico médio é de 40 db. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 2. pó de alumínio e aditivos químicos.3 2. confeccionado a partir de uma mistura de cimento. A estrutura celular é produzida pela geração de gás de hidrogênio.m².13 kcal.188 para 95°C FABRICANTES/ PRODUTOS Consideram se análogos os produtos fabricados por: • Sical 5 A.m/h.

5 cm 60 x 37. com as características do quadro a seguir.continuação E-BLO.50 PESO ESPECÍFICO (kg/m³) 315 (+/-) 475 (+/-) 530(+/-) ESPESSURA (cm) 20/30/40 5/7. II e III. Partes I.Proibida a reprodução sem autorização.5 em 2. sob o número 218504 .03 ITENS Utilização Peso específico (seco) Resistência mínima à ruptura por compressão Dimensões largura x altura Espessuras TIPOS BLOCO B5 Alvenaria de Vedação 500 kg/m³ 2.5 MPa 60 x 37.50 são para uso e alvenarias de vedação ou estrutural: TIPO 0. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.30 0.A. sendo que os blocos tipo 0.sob a marca "Blocos Siporex".5 cm modulando de 2..5 MPa BLOCO B6 Alvenaria Autoportante 600 kg/m³ 4.5 cm • Siporex concreto Celular S.30 são para uso em lajes nervuradas e os blocos tipos 0. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.45 e 0.5/10 12/15/20 LARGURA (cm) COMPRIMENTO (cm) 40 40 60 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .45 0.5 cm a partir de 7.

04 1. paredes com e sem função estrutural. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . INDICAÇÃO Utilizados como alvenaria estrutural. . apresentam algumas vantagens como dispensa de vigas. II e III.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Blocos Sílico-Calcáreos Vazados . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 4.Produtos de Alta Resistência. pilares e fôrmas. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • Prensil S. paredes isolantes térmicas e/ou acústicas. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 . 2. Capital Federal. NORMA Será aplicada a norma DIN 106. misturadas homogeneamente prensadas e autoclavadas sob altíssima pressão e temperatura 3.Proibida a reprodução sem autorização. Podem ser aplicados em alicerces.Com Função Estrutural E-BLO. DEFINIÇÃO Entende-se por blocos de sílico-calcário aqueles fabricados pela fusão de cal virgem em pó e areia quartzosa. sapatas.A. Partes I.

sob o número 218504 . cargas reforçantes e pigmentos. Partes I.1.Pisos de Borracha Plásticos Ltda.38 g/cm³. optou-se pela terminologia "placas de borracha". Capital Federal.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As placas de borracha deverão apresentar as seguintes características: • • • • dureza Shore A: 80 +/..1 DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. detergentes domésticos. a designação correta do produto seria "placas de elastômero". vinagre. resina de estireno. sabão em pó e soda cáustica a 10%. Todavia. conforme especificação.. conforme utilização e recomendações do fabricante. fabricados por: • • Borcol Indústria de Borracha Ltda. caneladas. 3. 1. As superfícies de acabamento podem ser pastilhadas. 2.18. inclusive acessórios. II e III. 2. entende-se por placas de borracha as placas constituídas por borracha sintética do tipo SRB.Proibida a reprodução sem autorização. face ao uso generalizado na construção civil. abrasão (perda em gramas) : 0.01 1. peso específico: +/. Plurigoma . 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Borracha Placas E-BOR. lisas. resistência aos seguintes agentes químicos: suco de limão. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. etc.. plastificantes.5. I De acordo com a E-ELA.2 As placas poderão ser assentadas com cola ou argamassa.01. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

A. Metalúrgica Moferco Ltda.5 NÁILON E PVC Serão do tipo berço..A.1 1. galvanizado ou não.2. tomando-se todas as precauções no sentido de evitar se a formação de par elétrico. Fundição Tupy S. porcas e arruelas.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Braçadeiras E-BRA. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.. Elpasa Metalúrgica S.2 1.40 a + 100°C. latão. PVC OU POLIPROPILENO Serão de uma Só peça ou de rolo de fita contínua. Pabat Produtos de Alta e Baixa Tensão S.2 1. Capital Federal. O náilon receberá tratamento que lhe confirme características de grande resistência à tração. sob o número 218504 .1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS METÁLICAS Todas as braçadeiras para fixação de canalização de cimento-amianto.A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . bem assim os respectivos parafusos. Mecânica Walsywa Ltda. ferro fundido ou aço. cobre ou outro material preconizado pelo fabricante dos tubos.Proibida a reprodução sem autorização. O que for empregado em braçadeiras pata uso externo deverá suportar variações de temperatura de considerável amplitude.1. 1. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram se análogos os produtos fabricados por: 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A. Partes I.A. de carretel de fita contínua ou de tubo formado por espiral contínuo.2.1 1. 1.. variando de .1 METÁLICAS • • • • • • • • • Brasmetal .. Eluma Conexões S. II e III. serão de aço galvanizado ou metalizado.01 1. sob a marca "Sobenial". NÁILON Serão de uma só peça. Brasileira Metalúrgica 5 .Cia.A. 1. que é prefixado. Metalúrgica Metsel S. Para o caso de tubulações de cobre. Sisa . 2. com braçadeira flexível de engate. serão usadas braçadeiras de bronze.Sociedade Eletromecânica Ltda.4 POLIETILENO Serão de rebite ou de fivela.1.3 1..2 1.

Proibida a reprodução sem autorização.2 NÁILON • • Hellermann do Brasil Indústria e Comércio Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.01 2.3 PVC OU POLIPROPILENO. II e III. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 . Plásticos Fischer do Brasil Ltda. E NÁILON E PVC • Hellermann do Brasil Indústria e Comércio Ltda.continuação E-BRA. 2. POLIETILENO. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. Partes I. Capital Federal.

. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2.. sob a referência "Série A Bucha de Pressão".01 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . e "Malsywa MQI". utilizadas em extensões de fios. Tecnart Importação e Comércio Ltda. 1.2 BUCHAS E CHUMBADORES DE NÁILON • • • Düben-BAC Indústria e Comércio de Plásticos Ltda. Plásticos Fischer do Brasil Ltda.3 CHUMBADORES QUÍMICOS • Mecânica Walsywa Ltda. Partes I. chumbador químico em que a fixação é feita por adesão e não por atrito.Proibida a reprodução sem autorização. Plásticos Fischer do Brasil Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS BUCHAS E CHUMBADORES DE NÁILON O náilon empregado na fabricação das buchas será resistente a golpes e à corrosão. sob o número 218504 . com aplicação recomendada para blocos vazados.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Buchas e Chumbadores E-BUC. 2..1 BUCHAS E CHUMBADORES DE AÇO • • • Mecânica Walsywa Ltda. sob as marcas "Walsywa WQA". Fixal Equipamentos de Fixação. para fixações de alta resistência em concreto.4 BUCHAS DE PRESSÃO . Capital Federal. II e III. do tipo "SL". fabricadas em polipropileno e para fixação em tijolos e blocos de concreto. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por 2.SEM PARAFUSO • Düben-BAC Indústria e Comércio de Plásticos Ltda. chumbador químico de ampola. 2.. 2. 1. Não será afetado por variações atmosféricas e suportará temperatura entre -40 e +100°C.2 BUCHAS DE PRESSÃO São buchas sem parafuso.

Capital Federal.01.01 e E-ACR.01 1.04. II e III.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DE ACRÍLICO Conforme E-ACR.3 DE ELASTÔMERO Conforme E-ELA.28.Proibida a reprodução sem autorização.05 e E-ELA.03.06 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 1. 1. Partes I.2 BETUMINOSOS Conforme E-BET. E-ELA.5 DE POLIURETANO Conforme E-POL. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .4 DE EPÓXI Conforme E-EPO.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Calafetadores E-CAL. 1. 1.04. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 .

sob a marca "capacho de fibra de vinil".Proibida a reprodução sem autorização. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • 3M do Brasil Ltda. Capital Federal. dos tipos "NOMAD TS". É usado junto às portas para limpeza das solas dos calçados. arame ou laminas metálicas. de borracha dura.. Casa da Corda Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I.. II e III. 2.01 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. "NOMAD TC". sob o número 218504 . CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Espécie de tapete de fibras grossas e ásperas. sob e marca "capacho para fibra de coco indiano". ou de fibra de coco.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Capacho E-CAP.

2.01 1. a forração que recobre parte dele.2 QUADRO COMPARATIVO DAS MATÉRIAS-PRIMAS MATÉRIAS-PRIMAS CARACTERÍSTICAS Resistência ao desgaste Resiliência Resistência a microorganismos Facilidade de limpeza Lã M M B B Náilon A A A A Poliéster A M A A Acrílico M M A A Poliprop. polipropileno e poliéster) Mista (polipropileno. e por tapete. sob o número 218504 . B B A A Viscose B B B B A = alta B = baixa M – média FONTE: RHODIA S. que posteriormente serão usadas na produção de carpetes e tapetes.2 MATÉRIAS-PRIMAS 2.2. no caso mantas.A.1 1. 1. e as químicas podem ser artificiais (viscose) ou sintéticas (poliamida-náilon. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. juta e sisal). Partes I. poliéster e outros) BASE 100% polipropileno 100% fibras sintéticas Mista (fibras vegetais e sintéticas) Sem base (agulhado de manta única) ACABAMENTO “Backing" com aplicação de látex carboxilado Látex carboxilado e dublagem com manta bidim ou tela raschel Imersão total com látex carboxilado 2. 2. Os carpetes poderão ser em forma de placas ou mantas. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Carpetes E-CAR.2 2. dividem-se em naturais e químicas.1 As matérias-primas empregadas na obtenção de fibras ou fios. Poderão ser colados no piso ou. 2. II e III. poliéster e polipropileno). As matérias-primas naturais podem ser animais (lã) ou vegetais (algodão. entende-se por carpete a forração que recobre todo o piso recinto. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os carpetes poderão ser constituídos com as seguintes matérias primas: SUPERFÍCIE 100% poliamida (náilon) 100% polipropileno 100% poliéster Mista (poliamida. fixados nos limites perimetrais dos recintos. acrílico.1 DEFINIÇÕES Para efeito desta Especificação.Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • • Fademac S.A. Indústria e Comércio Têxtil Avanti Ltda. Capital Federal. II e III. sob o número 218504 .A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.... Sommer Multipiso Revestimentos S.continuação E-CAR.A. Santa Mônica Tapetes e Carpetes. Ita . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Têxtil Tabacow S. FABRICANTES/PRODUTOS Dentro das respectivas características técnicas. Partes I..Indústria Tapetes Atlãntida Ltda.A... Indústria de Tapetes Bandeirante S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .01 3. Tapetes São Carlos Ltda.Proibida a reprodução sem autorização.

A espessura do lençol ou chapa não poderá ser inferior a 2. de espessura uniforme.Proibida a reprodução sem autorização. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • Impermetal Betina S.A. sob o número 218504 . NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.4 mm para as instalações hidráulicas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III. marcas. textura perfeitamente homogênea. Marvin. Chapas com dimensões superiores a 350 x 75 cm deverão ser manipuladas com precauções espaciais. S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 2. mossas profundas ou impurezas. 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Chumbo Em Lençol E-CHU. isento de rasgões.Chumbo (NBR-6219). 2.A.01 1. dúctil. Metais Não Ferrosos. novo. haverá particular atenção para o disposto na TB-108/81 . Partes I.1 2.3 3. Capital Federal. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Será laminado.

85% de cobre. 3. Capital Federal.1. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: CB-48/82 EB-224/81 EB-272/80 EB-273/82 EB-274/82 EB-366/77 EB-584/84 TB-50/82 Cobre . A espessura das chapas será uniforme. distinguindo-se os tipos refinado a fogo. cobre eletrolítico é o cobre obtido a partir de produtos impuros desse metal ou de seus compostos. sob o número 218504 .2 2.90% de cobre.1 DEFINIÇÕES Para efeito desta Especificação. Terá a maleabilidade correspondente às condições de trabalho. tenaz. que exijam maior resistência mecânica ou indeformabilidade. Tubos de cobre e suas ligas. Apresentará um teor mínimo de 99. evaporadores e trocadores de calor (NBR-5029). e refinado a fogo. Para as peças auto-suportantes.01 1. para condensadores. sem costura . 1. incluído o teor de prata. sem estalar ou fissurar. Tubo de cobre sem costura para refrigeração e ar condicionado (NBR7541). as de tipo macio permitirão seu dobramento em bloco e à mão.3 3. refinados por um processo metalúrgico a alta temperatura. mediante um processo eletrolítico de separação. 1. As chapas satisfarão ao ensaio de dobramento a 180°. Partes I. cobre é o material resultante da fundição de produtos impuros desse metal.1.Proibida a reprodução sem autorização. Tubo médio e pesado de cobre sem costura para condução de água (NBR-7542).1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. as chapas serão do tipo meio-dura. Produtos e ligas de cobre (NBR-5019). com variação do peso inferior a +/. Barras e perfis de cobre para usos gerais (NBR-5027). Ainda para efeito desta Especificação. Sua condutibilidade elétrica mínima. Exigindo maior flexibilidade. incluída a prata. no estado recozido. de alta condutibilidade. laminadas a frio.tipos e ligas (NBR-7554). Conexões para unir tubos de cobre por soldagem ou brasagem capilar.5%. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sem costura. Apresentará um teor mínimo de 99. 3.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS CHAPAS O cobre em chapa será do tipo cobre refinado a fogo. será de 100% lACS.1. o material será laminado a quente ou convenientemente recozido.requisitos gerais (NBR5020). 3. Tubo de cobre e de ligas de cobre. tenaz. II e III.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1 3.2 3.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Cobre E-COB.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. de fabricação industrial. Metais Não Ferrosos.01 3.Proibida a reprodução sem autorização.. Impermetal Betina S. Partes I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 3.A. 4. Capital Federal.A. II e III. fabricados e fornecidos de acordo com as normas. Termomecânica São Paulo S.continuação E-COB.3 CONEXÕES Serão forjadas. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • Eluma Conexões S. sob o número 218504 .A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sem costura. fornecidas de acordo com a EB-366/77. Termobronze Metais e Ligas Ltda. em cobre desoxidado recozido..2 TUBOS Serão utilizados tubos de cobre extrudados e trefilados.

06 e P-05. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 CONDIÇÕES DE ACEITAÇÃO Para controle do inicio de pega será exigida a cronometragem do tempo gasto no percurso entre a usina e a obra.1 3. Ensaio de compressão de corpos-de-prova cilíndricos de concreto (NBR5739). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. de qualidade rigorosamente de acordo com o estabelecido para esses materiais nas Especificações respectivas. Capital Federal. Serão recusadas as partidas de concreto que não atenderem a quaisquer das exigências mencionadas. areia. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.08. 3.CON. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: CB-130/92 MB-2/83 MB-3/74 NB-l/78 Concreto . II e III. respectivamente. A moldagem de corpos-de-prova. brita e água. bem como o ensaio de abatimento do tronco de cone ("Slump test"). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. cilíndricos ou prismáticos (NBR-5738).3 4.classificação pela resistência à compressão e de concreto para fins estruturais (NBR-8953).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Concreto Usinado E-CON. bem assim com o disposto no P-05. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização. 2. 3.CON. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os concretos usinados serão constituídos de cimento Portland.CON. Moldagem e cura de corpos-de-prova de concreto. Partes I. Projeto e execução de obras de concreto armado (NBR-6118).01 1. CLASSIFICAÇÃO Os concretos serão classificados pelos seguintes grupos de resistência: 3.01. serão feitos antes da descarga do concreto na obra e de acordo com o contido em P-05.

Proibida a reprodução sem autorização.continuação E-CON. II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.01 Grupo I de resistência Resistência característica à compressão (MPa) 10 15 20 25 30 35 40 45 50 Grupo II de resistência Resistência característica à compressão (MPa) 55 60 70 80 C10 C15 C20 C25 C30 C35 C40 C45 C50 C55 C60 C70 C80 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal. sob o número 218504 .

DEFINIÇÃO/CARACTERIZAÇÃO Os concretos simples terão composição análoga à especificada para o concreto estrutural (vide P-05. CLASSIFICAÇÃO Os concretos serão classificados pelos seguintes grupos de resistência: Grupo I de resistência Resistência característica à compressão (MPa) 10 15 20 25 30 35 40 45 50 Grupo II de resistência Resistência característica à compressão (MPa) 55 60 70 80 C10 C15 C20 C25 C30 C35 C40 C45 C50 C55 C60 C70 C80 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .CON. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.02 1. no caso de concreto usinado.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Concreto Simples E-CON. a composição atenderá também ao contido na E-CON.01. Capital Federal.01). 2. e. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização. sob o número 218504 . II e III.

1 2. TIPOS CONCRETO CC.3. ainda. obtida por meio de marrão.3 CONCRETO CC.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Concreto Ciclópico E-CON. 4. entre 30 e 45%.1 4. de dimensões tais que possa ser manuseada TB-16/55 . previamente fixada. A porcentagem de pedra de mão.1 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. no máximo.1 DEFINIÇÃO Entende-se por concreto ciclópico aquele que é constituído por concreto. Capital Federal. arestas ou diagonal superiores a 35 cm.2 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 4. pedras de mão e fator água/cimento compatível com a consistência e a resistência desejadas.2. 4.2 CONCRETO CC. que a massa do concreto ciclópico se mantenha integralmente plástica. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. preparado à parte nas resistências estabelecidas pelo cálculo estrutural e a cuja massa. sobre o volume total de agregado do concreto. estrutural ou não.Proibida a reprodução sem autorização.2 3. será de 30%. 1.03 1. pedras de mão com dimensões máximas de 35 cm e fator água/cimento compatível com a consistência e a resistência desejadas. será fixada de acordo com a consistência.Materiais de pedra e agregados naturais (NBR-7225). 2.1 Composto de concreto simples CS. II e III. 1. por ocasião do lançamento nas fôrmas será progressivamente incorporada a quantidade de pedras.2 Composto de concreto simples CS. sob o número 218504 . de modo a não permanecerem apertadas entre si ou contra as fôrmas. DOSAGEM A porcentagem do agregado miúdo.3 Composto de concreto simples CS. CONDIÇÕES GERAIS As pedras de mão não poderão ter diâmetro. sobre o volume total de agregado. ditas de mão. a incorporar à massa de concreto já preparado.4 e demais condições conforme o tipo CC. mesmo depois do lançamento das pedras de mão.2. Haverá o maior cuidado para que as pedras de mão fiquem perfeitamente imersas e envolvidas pela massa do concreto. Pedra de mão ou pedra amarroada é a pedra bruta. 3. Partes I.

Siporex Concreto Celular S. fabricado a partir da mistura de cimento e pérolas de poliestireno expandido (vide E-POL.m/h.m².°C.1 CONCRETO CELULAR DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.Empresa Técnica Auxiliar de Construção Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .m². integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Dessa mistura resulta a formação de silicato de cálcio.2 2. tipo P-300: 12 kg.m/h. 1. Partes I.11 kcal.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O concreto celular em placas ou blocos será do tipo autoclavado. Capital Federal. o que garante a estabilidade dimensional. condutibilidade térmica: 0. areia de 0. sob o número 218504 . para provocar aderência do cimento sobre as pérolas: 2 kg.4. grande resistência mecânica e satisfatória estabilidade dimensional. 2. II e III.Proibida a reprodução sem autorização.04 1. 1. composto químico de elevada porosidade.046 kca1.2. Leichtbauer Projetos e Obras Ltda.°C.Concreto Celular E-CON.01) 2. fator água/cimento: 0.6 mm: 14 kg. entende-se por concreto celular o concreto leve fabricado a partir da mistura de cimento e materiais silicosos.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A dosagem para a produção de 1 m³ de concreto plástico de 400 kg/m³ é a seguinte: • • • • • • • poliestireno expandido. Indústria e Comércio.A. Terá condutibilidade térmica compreendida entre 0.1 CONCRETO PLÁSTICO DE POLIESTIRENO DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. 2.. entende-se por concreto plástico de poliestireno o concreto leve. água: 107 litros: aglutinante. Sical S. cimento: 267 kg..A.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Concreto Especiais .3 FABRICANTES/PRODUTOS O PROPRIETÁRIO aceita os produtos fabricados por: • • • • Eteco .040 a 0.

Em seguida.A. A quantidade de água pode variar com a umidade da areia e a temperatura ambiente.3 Mistura-se o poliestireno expandido com o aglutinante diluído em 40 litros de água.0 mm: 181 kg. do tipo "Nowilith DM-Go". água: 169 litros. adicionam-se areia. areia entre 0.°C. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. aglutinante.2 A dosagem para a produção de 1 m³ de concreto plástico de 700 kg/m³ é a seguinte: • • • • • • • poliestireno expandido.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . menos os 40 litros já utilizados. tipo P-300: 12 kg. cimento: 336 kg. II e III.04 2. Indústrias Químicas. para provocar aderência do cimento sobre as pérolas: 2 kg.6 e 3. Partes I. cimento e a quantidade de água necessária. sob o número 218504 .20 kcal. Hoechst do Brasil Química e Farmacéutica S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.m².4 2.2. O concreto plástico será confeccionado em betoneira de circulação forçada. 2.Proibida a reprodução sem autorização.continuação E-CON..2.A. porque na betoneira convencional as pérolas poderão separar-se da argamassa.m/h. Capital Federal. fator água/cimento: 0. 2. do tipo "Acronal 295-D".4: condutibilidade térmica: 0. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os aglutinantes fabricados por: • • Basf Brasileira S.2.

PRODUTOS/FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 2. de fórmula C20 H20 N3 Cl e é preparada por oxidação da anilina e de seus homólogos.3 3. tubulações.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Corantes e Pigmentos E-COR.4. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2 2. Deverão possuir resistência constante à luz solar e às intempéries. 2.5. Capital Federal.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS PARA ARGAMASSAS Os pigmentos para argamassas de cimentados.5 2. apenas. que têm por finalidade fixar a cor das pigmentações. será empregada uma solução de fucsina ou fucsina em água.1 PARA TESTES Nos testes de vazamento em impermeabilizações.4 2. minimizar a eflorescência em artefatos de cimento e dispersar as partículas do pigmento.1 2. de chapiscos. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. de revestimentos e de rejuntamento terão coloração resistente à ação da luz solar e da chuva. 2. Partes I.4. Fucsina é uma substância cristalina. Admite-se. Deverão.3 PARA ANODIZAÇÃO Os corantes para anodização de perfis e ligas de alumínio serão de base de anilina. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sem diluir-se. na fase liquida da mistura. como óxido de ferro ou de cromo. sem efeito na cura do cimento e não reativos com outros ingredientes que integram a mistura. TERMINOLOGIA Para efeito desta Especificação. isto é. aminobenzeno ou fenilamina da maior pureza. 2.2 2. ainda. 2. PARA CONCRETOS E ARGAMASSAS Os pigmentos para concretos e argamassas serão constituídos por óxidos metálicos fabricados dentro do mais criterioso controle técnico. 2. entendem-se por pigmentos os produtos sólidos (em pó) de cor própria e que permanecem em suspensão. o emprego de pigmentos inorgânicos. II e III.01 1. Para os testes de vazamento pode-se empregar o produto ácido ou básico.2 PARA TINTAS DE BASE DE PVA Os corantes para tintas de base de PVA terão também coloração resistente à ação da luz solar e da chuva. o que exige que elas sejam muito finas. bem como à alcalinidade do cimento e a ácidos fracos. Entendem-se por corantes os produtos líquidos.Proibida a reprodução sem autorização.5.5. etc. para garantir grande rentabilidade no final.

sob a marca "Colorcret". sob a marca "Color Tone PVA". sob a marca "Corantes Líquidos Xadrez".2 PARA TINTAS DE BASE DE PVA • • • Glasurit do Brasil Ltda. Tintas e Pigmentos. Sherwin Wilhams do Brasil Indústria e Comércio Ltda.A.3 PARA CONCRETOS E ARGAMASSAS • Globo S.A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. II e III. Tintas e Pigmentos. Partes I.Proibida a reprodução sem autorização.01 3. 3. Syntechrom Indústria Nacional de Pigmentos e Derivados S. sob a marca "Suvinil Corantes".. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob a marca "Xadrez". Hoechst do Brasil Química e Farmacêutica S.A.1 PARA ARGAMASSAS • • • Globo S. sob o número 218504 . Tintas e Pigmentos. 3..continuação E-COR.A.A. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Globo S.

1 TIPOS NATURAL De primeira qualidade. 2.. Partes I. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos de: • • • • • Cortiart . 1.Arte e Cortiça Ltda. Corticeira Paulista S. Cortimpex Indústria e Comércio Ltda.A. haverá particular atenção para o disposto na TB-79/71 . Capital Federal.26 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. em moldes de aço. Cortitex Comércio de Revestimentos Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Cortiça. e não poderá conter qualquer aglutinante além de sua própria resina natural.2 AGLOMERADA Será obtida por compressão a quente.. sob o número 218504 . II e III.. extraída da casca do Sobreiro verdadeiro (Quercus Suber) 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Cortiça E-COR.. Corticenter Comércio de Cortiças Ltda. 3.

sob o número 218504 .. circular. etc. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. etc. II e III.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. de forma retangular. Makita do Brasil Ferramentas Elétricas Ltda. mármores. quadrada. Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . azulejos. tais como ladrilhos. Robert Bosch Ltda.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Cortadores e Furadores Rodel Cortante e Cortante E-COR. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. em ladrilhos e azulejos. FABRICANTES Admite-se o emprego de equipamentos fabricados por: • • • Fermatic Indústria e Comércio de Máquinas Ltda. Partes I. entendem-se por cortadores os equipamentos destinados ao corte de materiais diversos. 2. e por furadores os equipamentos destinados a abrir janelas. granitos.Proibida a reprodução sem autorização..51 1.

lisos. sob o número 218504 . Partes I. lisos. a frio. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Cebrace . tornando-as praticamente planas.4 3. são submetidos a um trabalho mecânico suplementar. A tolerância de planimetria é de 2% de mm.. um alcalino e outro terroso ou metálico. 8. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização. Oito trabalho destina-se a desempenar as duas faces do cristal. Após o recozimento. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. O paralelismo entre as faces poderá ser obtido por flutuação. paralelas e polidas.3 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Os cristais planos podem ser temperados ou termoabsorventes. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2 2. 5. Os silicatos são destinados a conferir ao produto qualidade éticas especiais. cristais são complexos químicos resultantes da combinação de dois silicatos. 6. 2. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. 2. transparentes são produtos obtidos por fundição e laminação. Os cristais planos.Cia. 2. Não poderão apresentar distorção ou ondulação aparentes. 10. O peso dos cristais planos será de 2. 12. Brasileira de Cristal.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os cristais planos.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Cristais E-CRI. 15 e 19 mm. de desbastamento e polimento. transparentes são fabricados nas seguintes espessuras: 4.01 1.5 kgf/m² e por mm de espessura. com outros elementos. quando examinados a um ângulo superior a 5 graus. II e III.

15 kg.. medido numa capacidade de 1 litro.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Diatômito E-DIA. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Owens-Corning Fiberglass Ltda. será praticamente isento de argila e calcinado. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.°C. constituído por carapaças de algas diatomáceas.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. quando necessário. É aplicado na constituição de cimentos isolantes. II e III. 2.04 kcal. 3. TIPO O Diatômito ou "Kieselguhr".01 1. Capital Federal. e condutibilidade térmica inferior a 0. sem apertar.h. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Terá peso especifico aparente máximo de 0. sob o número 218504 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.m/m². sob as marcas "Cimentos Isolantes CLR e CSC".

2.02). gesso nervurado. sob o número 218504 . lã de vidro (vide E-LAV. chapas de aço ou chapas de cimento-amianto. chapas de vermiculita expandida (vide E-VER. resina alquídica (vide E-MAD. A remoção dos painéis será preferencialmente frontal. No caso de locais em que o sigilo seja necessário.06). tecido. Partes I. pintura. 2.5 2.04) pintura em epóxi. com os seguintes acabamentos: • • • • • • • lâmina de madeira natural (vide E MAD.6 O isolamento sonoro médio dos painéis será de 32 dB.02).01 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1. mineral maciço. II e III.1.1 2.03).2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS PAINÉIS Os painéis são constituídos por núcleo (miolo) e revestimento. será de 40 dB. 2. gesso maciço. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.1. isolante de fibra de madeira (vide E-MAD.01).1. sem deslocamento dos adjacentes.02). montado por simples processo de encaixe.Proibida a reprodução sem autorização.1 2. madeira aglomerada de alta densidade (vide E-MAD.01).03). compensado naval (vide E-MAD. Capital Federal. A modulação e as dimensões dos painéis serão decorrência do projeto arquitetônico e do fabricante. Os núcleos podem ser de: • • • • • • • • • madeira aglomerada (vide E-MAD. 2.1. entende-se por divisórias removíveis o sistema modulado de perfis e painéis.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Divisórias Removíveis E-DIV. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. carpete. laminado plástico termoestável (vide E-LAM.3 O revestimento será composto por chapas duras de fibra de madeira.4 2.

com a finalidade de reduzir a transmissão de ruídos e proteger as bordas das portas. Indústria e Comércio. acabamento acetinado.Divisórias Moduladas Ltda. Diviplac . Todos os batentes serão guarnecidos com amortecedores de plástico. Os baquetes e leitos para sustentação de vidros serão também fixados por encaixe.01.. 2. com epóxi em pó formando camada de 60 micra (espessura mínima) O montantes. Eucatex S.2 2. II e III. Capital Federal. zincada e pintada por eletrodeposição. Os rodapés serão fixados por encaixe.A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A ..01 2.2.Divisórias e Revestimentos Ltda..3 2. dispensando-se o uso de parafusos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. WH Unimon Metalúrgica Ltda.. rodapés e guias de teto deverão permitir a passagem de fiação elétrica e telefônica. Solidor Industrial Ltda. Magner S.2 2. FABRICANTES Consideram-se semelhantes os produtos fabricados por: • • • • • • • Dimoplac .2.1 PERFIS Os perfis que integram a estrutura das divisórias removíveis serão de alumínio anodizado. Voko Sistemas e Móveis Racionais Ltda.DIV.2.3 3. MONTAGEM A montagem será conforme P-12. batentes.A.continuação E-DIV. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. ou fabricados com chapa de aço ABNT 1008/1010.4 2. (Divisão Wall).2. sob o número 218504 . Partes I.Proibida a reprodução sem autorização.

Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As divisórias de mármore artificial (marmorite ou granilite) serão constituídas por placas divisórias e testeiras. 1. ferro.03 1. madeira ou PVC. As testeiras terão. cimento comum e/ou branco CP-32. As portas terão batentes de alumínio.50 a 2. As divisórias de mármore artificial serão utilizadas em sanitários e vestiários. com as medidas intermediárias variando de 10 em 10 cm. areia e aço CA 60 em malha de 15 x 15 cm.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Divisórias Mármore Artificial E-DIV. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. de espessura. ou seja. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização. As dimensões das placas obedecerão às indicações do projeto arquitetônico. 1. 130 mm.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 . II e III.2 1. como medida mínima.3 1. As placas divisórias e as testeiras terão 30 e 40 mm. respectivamente. 50 mm para cada aba e mais 30 mm para abranger a espessura de placa divisória. fornecidos nas medidas de 1. peças confeccionadas com granilha de mármore e granito. Partes I.10 m.

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Elastómeros e Correlatos Definição E-ELA.método do tubo de ensaio. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.determinação da aderência com metais. Elastômeros em solução para impermeabilização (NBR-9396). Capital Federal.deflexão à compressão.determinação da resistência envelhecimento acelerado .ensaio de deformação permanente à compressão (NBR-10025).ensaio de resiliência e penetração. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Elastômero vulcanizado para uso determinação da dureza (NBR-7318). Elastômeros vulcanizados .determinação da temperatura de fragilidade por impacto. Elastômero vulcanizado .deformação aparente à compressão a baixa temperatura.Proibida a reprodução sem autorização. elastômeros e correlatos são determinados polímeros compreendidos no grupo de produtos vulgarmente denominados borrachas sintéticas 2. Elastômero vulcanizado .ensaio de rasgamento. Mantas de butil para impermeabilização (NBR-9229). DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.ensaio de envelhecimento acelerado em oxigênio. Elastômeros .ensaio de envelhecimento acelerado em estufa (NBR-6565). Elastômero .determinação do teor de cinzas totais e das cinzas solúveis em água (NBR-8676). Elastômero vulcanizado . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Elastômero vulcanizado .01 1.envelhecimento acelerado em câmara de ozônio . Elastômero vulcanizado . Elastômero vulcanizado . Plásticos e elastômeros .ensaio estático (NBR-8360). por impacto pendular (pêndulo Goodyear-Healey) (NBR-6566). haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-362/74 EB-638/82 EB-1498/84 MB-57/82 MB-383/86 MB-394/82 MB-407/68 MB-464/69 MB-465/69 MB-497/82 MB-522/72 MB-523/72 MB-524/72 MB-580/73 MB-748/74 MB-1111/77 MB-1161/77 MB-1933/83 MB-2027/84 Sistema de classificação de materiais elastoméricos vulcanizados para aplicações gerais.determinação da resistência à dilaceração por agulha. em veículos automotores ao Elastômero vulcanizado .ensaio de tração (NBR-7462). II e III. Elastômero vulcanizado . NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. sob o número 218504 . Elastômero vulcanizado . Elastômero vulcanizado .determinação do número de indentação Pusey e Jones. Elastômero vulcanizado . Partes I.

Partes I.determinação da taxa de mistura (NBR-9275). Elastômero vulcanizado .continuação E-ELA.01 MB-2074/84 MB-2275/B5 MB-2327/85 MB-2838/88 NB-1009/86 TB-122/84 Elastômero vulcanizado . sob o número 218504 .determinação da porcentagem de encolhimento (NBR10551). Capital Federal. II e III. Elastômeros . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .retração a baixa temperatura (NBR-9299). Elastômeros . Elastômeros (NBR-6573). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.determinação da resiliência (elasticidade ao impacto pêndulo SCHOB) (NBR-8690).Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Preparação de placa de borracha vulcanizada para ensaios físicos e químicos (NBR-9801).

5. Serão impermeáveis. tração mínima sem envelhecimento . nem apresentarão bolhas. carga mínima de ruptura: 7. As mantas devem resistir a perfurações por grãos de areia e asfalto a l40°C. insaturado. Partes I.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As mantas serão planas.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Elastômeros e Correlatos Butil-Manta E-ELA. 3. dureza Shore A: 60 +1.02 1.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . alongamento mínimo de ruptura: 300%. 3. de isobutileno e um monômero. Absorção: ASTM D471-59T. porcentagem mínima de elastômero: 50%.2 MPa.8 mm. haverá particular atenção para o disposto nas que integram a E-ELA. de modo que o polímero final tenha um grau de insaturação de 1 a 1. terão espessura uniforme.2 3. Haverá ainda particular atenção para o disposto nas seguintes normas da ASTM: • • • • Dureza Shore A: ASTM D2240-64T. ao ataque de microorganismos e aos álcalis e ácidos dissolvidos na água. 3. sem apresentar alteração química ou da forma. II e III.2 NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Não modificarão suas características físicas em temperatura constantes de 0° a 70°C. Densidade: ASTM D792-66. a baixa temperatura. Resistirão ao envelhecimento. Capital Federal. de bordas paralelas.5%.módulo a 300%: 4.módulo a 100%: 2. Terão as seguintes características especificas: • • • • • • • • densidade máxima: 1.1 MPa. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sendo a espessura mínima de 0.Proibida a reprodução sem autorização.4 MPa. Porcentagem de Elastômero: ASTM D297. tração mínima sem envelhecimento . DEFINIÇÃO Esta Especificação entende por butil o produto obtido pela copolimerização. 2.1 2. resistentes à umidade e não devem sofrer modificação em seu volume ao contato com a água. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. no que for aplicável ao caso. 168 horas. rachaduras e ondulações.01. a espessura da manta nos pontos isolados não será menor do que 90% do valor nominal. sob o número 218504 . 2. com circulação forçada de ar: as características mecânicas do material não devem sofrer alterações superiores a 20%. envelhecimento em estufa.20. ou seja.3 3.

FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • Impermab S. à temperatura ambiente: 0. II e III. envelhecimento por ozônio.1%.02 • • 4. com 20% de deformação. sob a marca "Butyilprene". Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização.. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob a marca 'Copilflex-M". Produtos Impermeabilizantes. Indústria e Comércio.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. não deve apresentar fendilhamento sob aumento de 7 vezes.continuação E-ELA. Incopil S. 336 horas. Capital Federal.A. 100 ppm. absorção máxima com imersão em água por 70 horas. sob o número 218504 .

que é a marca registrada da Du Pont de Nemours International S. As soluções serão homogêneas e aptas a serem aplicadas em filme úmido de no mínimo 15 milésimos de polegada por rolo. antioxidantes. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As características de resistência à tração. 3. prevalecerão as características exigidas nos documentos da ABNT. alongamento à ruptura. 1. Capital Federal. resistência ao ozônio e variação de peso após imersão em água serão as exigidas nas normas da ASTM.. Ltda..4 2. Indústria e Comércio. da E. Indústria e Comércio. Conterão "hvpalon" combinado com pigmentos.Proibida a reprodução sem autorização.03 1. sob a marca "Duralon". de 30%. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob as marcas "Nesoprex HB" (branco) e "Nesoprex HC" (cinza) Wolf Hacker & Cia.1 1. sob a marca "Elastômero 3220".01.. NORMAS Serão as da ABNT. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • Abbott S. 3.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Elastômeros e Correlatos "Hypalon" E-ELA. do tipo Rutilo.. Partes I. e com maleato tribásico de chumbo.2 4.A.A. sob a marca "Ruberit Hypalon". As soluções de "hvpslon" serão pigmentadas com dióxido de titânio. 3. sob o número 218504 . adesão ao concreto. Engenharia. nas soluções de "hypalon" será.I. Ciplak . A porcentagem de sólidos. 1. agentes de cura e solventes na composição estabelecida no "Boletim Walm". Na composição não será permitida a substituição do maleato tribásico de chumbo. no mínimo. por peso.2 DEFINIÇÃO Copolímero de polietileno clorosulfonado é denominado "hypalon". Isolamentos Modernos Ltda. Isoterma Construções Técnicas Ltda.Indústrias Químicas Ltda. com particular atenção para as relacionadas na E-ELA. sob a marca "Solprene SR". Na hipótese da inexistência de norma da ABNT. Du Pont de Nemours & Co.A. II e III. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Inc. Incomex S. sob as marcas "Superflex H" e "Superflex HE".3 1.

tanto na cor preta &Omo na vermelha. Ltda. Na composição das soluções será empregado "Neoprene W" ou O "Neoprene MM1" da Ou Pont. sob a marca "Elastômero 1620". prevalecerão as características exigidas nos documentos da ASTM. A porcentagem de sólidos. O nome "neoprene" é a designação comercial que E.I.1 DEFINIÇÃO Policloropreno obtido pela polimerização do cloropeno.. 3.I. Na hipótese da inexistência de norma da ABNT.5 2. sob a marca "Duroprene". Conterão "Neoprene W" ou "Neoprene WM1".A.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As características de resistência à tração. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Inc.A. Isolamentos Modernos Ltda. Partes I. Incomex S.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Elastômeros e Correlatos Neoprene E-ELA... e aptas a serem aplicadas em filme úmido de 15 milésimos de polegada.2 4. por peso. O pigmento empregado no neoprene de cor preta é o negro de fumo tipo M1. 3. As soluções serão homogêneas. Indústria e Comércio. alongamento à ruptura. NORMAS Serão as da ABNT.. Wolf Hacker & Cia. resistência ao ozônio e variação de peso após imersão em água serão as exigidas nas normas da ABNT. sob a marca "Solprene". Denver Indústria e Comércio Ltda. II e III. sob as marcas Superflex Primer". Du Pont de Nemours & Co.Proibida a reprodução sem autorização. adesão ao concreto.. sob a marca "Ruberit Neoprene". Capital Federal. por rolo. para acabamento.04 1.Indústrias Químicas Ltda. para impregnação e "Superflex N".. "Nesoprex NC" (cinza) e "Nesoprex NA" (amarelo).4 1.01. 3. de 35%. da E. e no neoprene de cor vermelha é o óxido de ferro. sob a marca "Denverlastic". Ciplak . Inc. sob o número 218504 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. em presença de catalisador apropriado. dá ao produto. Isoterma Construções Técnicas Ltda.3 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . nas soluções de "Neoprene W" e "Neoprene WM1" será. Indústria e Comércio Ltda. 1. na composição estabelecida no "Boletim WAJC". 1. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • • Abbott S. com particular atenção para as relacionadas na E-ELA. Engenharia. no mínimo. combinados com pigmentos. Du Pont de Nemours & Co.2 1. sob as marcas "Nesoprex NV" (vermelho). resinas e solventes.

alcoólico.2 3. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . chumbo.5 3. consequentemente.01. 0. NORMAS Serão as da ABNT. DEFINIÇÃO Polisiloxana reativa com cargas inertes que dão ao elastômero as características desejadas e um agente da reticulação. Juntas de dilatação requerem um selante de baixo módulo.Selantes e Vedantes E-ELA. o que poderá acarretar um deslocamento da massa de vedação e.3 Caso o movimento seja o fator preponderante na seleção do selante. os selantes de silicone classificam-se em: • • • baixo módulo: 0. São dois os sistemas. PROPRIEDADES MECÂNICAS . cobre. 2.2.3 3.1 3. com particular atenção para as relacionadas na E-ELA. Sobre o zinco. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3.25 MPa (35 psi). sob o número 218504 .1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As principais diferenças entre os selantes e os vedantes de silicone são o sistema de cura e as propriedades mecânicas SISTEMA DE CURA O sistema de cura é escolhido segundo a natureza do material sobre o qual o selante vai estar em contato. Partes I.3.50 MPa (70 psi).2. amínico) O sistema de cura acético não deve ser utilizado em superfícies como zinco.05 1.Proibida a reprodução sem autorização. o silicone de baixo módulo permitirá maiores deformações da junta. 3.2 3. II e III. quando aplicados no concreto. O filme de polivinil butiral (PVB) empregado nos vidros laminados é sensível aos silicones com sistema de cura acético.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Elastômeros e Correlatos Silicone . o chumbo e o cobre ocorre o fenômeno da corrosão. médio módulo: 0. Os silicones com sistemas de cura neutra são de emprego mais universal e geralmente não apresentam efeito corrosivo nos substratos mais usuais. o que acarreta a restrição mencionada..3 3.1 3.2.MÓDULO DE ELASTICIDADE O módulo de elasticidade representa a tensão necessária para provocar uma deformação (permanente ou não) de 100% num corpo de prova realizado de acordo com a norma ASTM D624-54-C. com menores tensões sobre as superfícies do substrato. 3.3. o de cura acético e o de cura neutro (oxímico. alto módulo. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.35 MPa (50 psi).2. Capital Federal. reagem quimicamente com as substâncias alcalinas integrantes desse concreto. vidros laminados e concreto. 3.2 3.4 3. permitir infiltrações.2. Os silicones com Sistema de cura acético. Com relação ao módulo de elasticidade.

exigindo que a junta apresente características de elasticidade. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. como por exemplo juntas de aquário e juntas de "structural glazing". utiliza-se o selante de alto ou médio módulo Caso a alta adesão seja um fator desejado. . selantes de médio módulo.A. sob as marcas de selantes "Sista F 1000".A. assim como um limitado alongamento da junta. Indústrias Químicas. "Sista F 1010" e "Sista F 1041". • • • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .3.continuação E-ELA. Henkel S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. "Dow Corning 795". alongamento na ruptura. Otto Baumgart Indústria e Comércio S..4 Drásticas variações de temperatura e movimentos de dilatação do solo são fatores que geram movimento. MB-57/82 (NBR-7462) : 2. sob a marca de selante "Silicomex". Na hipótese de não haver necessidade da junta ter características de elasticidade.7 MPa.3. Após a vulcanização. MB-407/68: 70 N/cm. Recomenda-se. "Rhodiastic 151". Indústria e Comércio. Incomex S.A. 3.3. sob as marcas de selante "Rhodiastic 70"..5 3. "Dow Corning Q4-4825" e “Dow Corning Q3-5814" e de vedante "Dow Corning Vidro e Alumínio". sob a marca de selante "Siliflex". II e III. o produto apresentará as seguintes características: • • • • resistência à ruptura.A. "Rhodiastic 303" e "Rhodiastic 666". dureza Shore A (instantânea). para esses casos.7 4. sob o número 218504 . MB-57/82 (NBR-7462): 600%. sob as marcas de selantes "Dow Corning 780". Capital Federal.6 3.3. Partes I. MB-497/82 (NBR 7318): 27 pontos. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • Dow Corning do Brasil Ltda. Rhodia S. Engenharia. resistência ao rasgamento.Proibida a reprodução sem autorização. recomenda-se um selante de médio ou alto módulo.05 3.

. com particular atenção para as relacionadas na E-ELA. sob a marca "Compound Junta".Proibida a reprodução sem autorização. sob a marca "Weatherban BR-7001".06 1. com emprego de "Primer para Weatherban BR-7002" no caso de superfícies porosas: Denver Indústria e Comércio Ltda. DEFINIÇÃO Polímero liquido de polissulfeto orgânico apresentado sob a forma de 2 componentes. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Indústria e Comércio..01.A. "Weatherban EC-2205" e "Weatherban". Capital Federal. Partes I. 2. Otto Baumgart Indústria e Comércio S. Engenharia. NORMAS Serão as da ABNT. sob a marca "Tioflex". Incomex S. o básico e o acelerador. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • 3M do Brasil Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. • • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. II e III. sob a marca "Denverflex". sob o número 218504 .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Elastômeros e Correlatos Thiokol E-ELA. 3.A.

2. entende-se por elementos intertravados os elementos pré-fabricados de concreto.01. 2.. Partes I. sob as marcas "Blokret L22" e "Blokret Sparta". que possibilite absorver os esforços de torção.A. com formato que permita transmitir os esforços horizontais aos elementos vizinhos e intertravamento pelas faces laterais.. Exactomm Pré-Moldados de Concreto Ltda. sob a marca "Piso E-16". FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • Blokret Industrial Ltda. "Terminal" e "Conjunto-Setor".01 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III. Capital Federal. na espessura de 45 mm.. Pavi-S Indústria e Comércio de Material de Construção Ltda. 80 e 60 mm.3 3. O agregado será selecionado e a compactação será obtida por prensa-vibratória.1 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . aos 28 dias. Vide material similar na E-LAJ. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os elementos intertravados serão pré-fabricados com concreto que apresenta.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Elementos Intertravados E-ELE. sob o número 218504 . uma tensão de ruptura à compressão entre 45 e 50 MPa.Proibida a reprodução sem autorização.. ambas com arestas da face superior bisotadas. Itauara Pré-Moldados Ltda. nas espessuras de 100.2 2. Porto Real Materiais de Construção S. nas espessuras de 80 e 60 mm e "Uni-Mini". nos tipos "Standard". nos tipos "Uni-Stein Standard". Os elementos intertravados coloridos serão fabricados com a adição de pigmento a toda a massa do concreto ou apenas à camada superior. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.. "Beiral".

sob o número 218504 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. A argamassa será homogênea.Proibida a reprodução sem autorização. Neo-Rex do Brasil Ltda. As peças serão moldadas em fôrma de aço e vibradas. etc. Podem receber pintura a óleo.. 3. Grani-Mat Ltda. DEFINIÇÃO Elementos vazados de concreto são peças pré-moldadas. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. 3. possuindo textura e cor uniformes. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Albino Mendes & Cia..Artefatos de Concreto Armado Santa Rita Ltda.Artefatos de Granilite e Cimento Ltda. 2. látex.A. Reago Indústria e Comércio S. Granicret .. Capital Federal. NORMAS Os agregados utilizados na confecção dos elementos vazados obedecem à EB-4/82 Agregados para concreto (NBR-7211).. Não possuem função estrutural. Ltda. acabamento perfeito e arestas bem definidas.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Elementos Vazados Concreto ou Cerâmica E-ELE. Partes I.. mediante tratamento prévio da superfície do elemento vazado. armadas ou não. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • Acarita .2 4. II e III.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Possuem dimensões e geometria variadas. servindo apenas como elementos decorativos e de vedação. executadas com argamassa de cimento e areia.02 1. 3.

sob o número 218504 . Sistema de revestimento protetores com finalidade anticorrosiva.3 PRODUTOS ENCORPADOS OU PASTOSOS Obtidos pela adição de cargas inertes ao produto puro (resina mais endurecedor). Partes I. 2. São empregados com as finalidades de colagem em geral.4.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . base para revestimentos.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O PROPRIETÁRIO somente admitirá a utilização de resinas epóxi resultantes da poliadição de endurecedores e empregados nas seguintes formas: PRODUTOS PUROS OU INCOLORES Empregados com as finalidades de colagem de concreto novo com concreto velho. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2.1 2.Proibida a reprodução sem autorização. Nas tintas epóxi comuns as porcentagens são: • • • pigmentos (ativos e cargas) : 30%. reparos rápidos e calafetação.4 2.epóxipoliamida (NBR-7831). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Sistema de revestimentos protetores com finalidade anticorrosiva – epóxi-alcatrão de hulha-poliamida (NBR-7829). veículos (parte volátil) : 40%. Capital Federal. Sistema de revestimentos protetores com finalidade anticorrosiva – epóxi-polimida (NBR-7832). revestimentos de alta resistência mecânica e química e confecção de argamassa sintética. II e III.3 PRODUTOS PIGMENTADOS Os produtos pigmentados estão divididos em resinas pigmentadas e tintas epóxi. 2. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: MB-1022/77 NB-771/82 NB-772/82 NB-773/82 NB-774/82 Resina epóxi .1 2.2 2. 2. As tintas epóxi compreendem pigmentos e veículos. veículos (parte fixa) : 30%.4. As resinas pigmentadas são sem solventes voláteis e com pigmentos e cargas que não ultrapassam 30% gravimétricos.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Epóxi Condições-Gerais E-EPO. injeção de fissuras.determinação do conteúdo de epóxi (NBR-5833).4. A parte de carga não deve ultrapassar 50% gravimétricos em relação ao peso do produto final. emassamento. Sistemas de revestimentos protetores com finalidade anticorrosiva – epóxi-alcatrão de hulha-poliamina (NBR-7830). Os pigmentos abrangem os ativos e os inertes ou cargas.4. 2. e os veículos compreendem a parte fixa (resina mais endurecedor) e a parte volátil.01 1.

A. impermeabilização de reservatórios d'água e de lajes de cobertura. sob o número 218504 . 2. Capital Federal.6 As resinas pigmentadas são utilizadas em revestimentos de alta responsabilidade. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.5 Nas tintas epóxi especiais as porcentagens São: • • • pigmentos (ativos e cargas) : 25%. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • Ciba-Geigy Química S.4. 50% de resina epóxi (veículo ou parte fixa). Shell Química S.4. com emprego de produto contendo. 3.A. veículos (parte volátil) 25%..Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . veículos (parte fixa) : 50%. II e III.01 2. As tintas epóxi são usadas em pinturas em geral e pinturas impermeáveis. Dow Química S. e em pavimentações. no mínimo.continuação E-EPO.A.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Epóxi Adesivo Estrutural E-EPO.02

1.

DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação, entende-se por adesivo estrutural o produto destinado a garantir aderência perfeita entre concreto fresco e endurecido (juntas de concretagem) ou entre duas Superfícies de concreto endurecido.

2. 2.1 2.2

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Produto fornecido em 2 componentes, tendo como base resinas epóxicas, resultando da mistura uma pasta de cor acinzentada. A vida útil da mistura já preparada ("pot life") é de 1 a 3 horas, conforme a temperatura ambiente. A faixa de temperatura ideal para emprego do produto é de 20 a 30°C, sendo que em temperaturas abaixo de 10°C não se recomenda o uso do produto. FABRICANTES/PRODUTOS O PROPRIETÁRIO admite a utilização dos produtos fabricados por: • • • • • • • • • Abbott S.A. Indústria e Comércio, sob a marca "Epofix"; Ciba-Geiqv Química S.A., sob as marcas "Strutural Adesivo 01 A/B", "Strutural Adesivo 02 A/B" e "Strutural Adesivo 04 A/A"; Foseco Industrial e Comercial Ltda., sob a marca "Nitroband EP"; Fusecolor Tintas e Vernizes Ltda., sob a marca "Icosit K 250"; Isolamentos Modernos Ltda., sob a marca "Neo-Fix"; Montana S.A. Indústria e Comércio, sob as marcas "Montadur 301" e "Montadur 302"; Otto Baumgart Indústria e Comércio S.A., sob as marcas "Compound Adesivo" e "Compound Adesivo MF"; Sika S.A., sob as marcas "Sikadur 31" e "Sikadur 32"; Wolf Hacker & Cia. Ltda., sob as marcas "Duropoxv AU 50", "Duropoxy AU 100", "Duropoxy MR" e "Duropoxy MRF".

3.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Epóxi Formulação de Resinas Epóxicas e Alcatrão E-EPO.03

1.

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Formulação de 2 componentes, à base de resinas epóxicas e alcatrão, apresentada sob a forma de solução ou de emulsão.

2.

FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por:

2.1

SOLUÇÃO • Incomex S.A. Engenharia, Indústria e Comércio, sob as marcas "Superpóxi-ALFLEX" (filme flexibilizado, recomendado para impermeabilização de áreas sujeitas a subpresão elevada ou a imersão permanente, como subsolos, poços de elevador e águas servidas, reservatórios d'água e jardineiras); "Superpóxi-AL-RIG" (filme duro, usado na proteção anticorrosiva de estacas de concreto, de madeira ou metálicas, estruturas e dutos de ferro e cimento) e "Superpóxi-JP" (filme liso e brilhante, modificado para obter uma maior flexibilidade, atendendo a grandes solicitações dos substratos, usado para a impermeabilização de reservatórios de água, jardineiras, piso e paredes de subsolos onde a subpressão não seja muito elevada, bem como para a proteção, interna e externa, de tubulações de aço e concreto)

2.2

EMULSÃO • Incomex S.A.Engenharia, Indústria e Comércio, sob a marca "Superpóxi-EM" (filme liso, semibrilhante, sem solventes, o que o torna atóxico e não inflamável; recomendado para ambientes confinados, como túneis, reservatários, subsolos, etc.); Otto Baumgart Indústria e Comércio S.A., sob a marca "Compound Coal Tar Epóxi".

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Feltros e Mantas Asfáltico E-FEL.01

1. 1.1

FELTROS DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação, entendem-se por feltros asfálticos os cartões absorventes saturados com asfalto, sem película superficial e sem materiais de revestimento. São utilizados na formação de membranas asfálticas. Para materiais de revestimento não utilizar substâncias que possam interferir na boa adesão entre o feltro e o asfalto, como a mica, o talco, a areia, etc.

1.2

NORMAS Os feltros asfálticos obedecerão ao disposto na EB-636/84 - Feltros asfálticos para impermeabilização (NBR-9228).

1.3

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os feltros asfálticos são compostos por cartões absorventes, fornecidos em bobinas. O valor da resistência mínima à ruptura, após a saturação, será sempre em ambos os sentidos. Terão, conforme o tipo, as características descritas no quadro a seguir.

CARACTERÍSTICA Peso seco (g/m²) Resistência à ruptura (kgf/5 cm) Peso saturado (g/m²) Espessura nominal mínima (mm) Bobinas (m)

TIPO 250/15 250 15 550 0,7 1,00 x 10,00 1,10 x 40,00 350/25 350 25 800 0,9 1,00 x 40,00 500/30 500 30 1.100 1,2 1,00 x 40,00 1,10 x 40,00

1.4

FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • Asfaltos Vitória Ltda.; Isolamentos Modernos Ltda., sob a marca "Feltro Asfáltico I.M.; Ondalit S.A. Materiais de Construção, sob a marca “'Ondalit"; Toro Indústria e Comércio Ltda., sob a marca "Toroflex".

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continuação

E-FEL.01

2. 2.1

MANTAS DE POLIÉSTER DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação, entende-se por manta asfáltica de poliéster a manta de poliéster do tipo "no-woven" (não-tecido), saturada com asfalto e revestida em uma ou em ambas as faces de asfaltos modificados com fina camada de areia ou filme de polietileno, este como acabamento final.

2.2

FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Toro Indústria e Comércio Ltda., nos tipos "Torodin 3500" (manta à base de asfalto modificado em ambas as faces do poliéster, sendo o acabamento de cada uma das faces em areia ou polietileno removível ou termoretrátil) "Torodin 3", "Torodin 4" e "Torodin 5” (mesmas características, sendo que o asfalto utilizado na confecção possui cargas de polímeros).

3. 3.1

MANTAS DE FIBRA DE VIDRO DEFINIÇÃO Manta à base de asfalto modificado com polímero estruturado com véu de fibra de vidro especial, imputrescível, não hidroscópica e com elevada estabilidade dimensional.

3.2

FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Viapol Impermeabilizantes Ltda., nos tipos "Viapol glass 2" e "Viapol glass 3".

4. 4.1

MANTAS DE FIBRA DE VIDRO E POLIÉSTER DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação, entende-se por manta de fibra de vidro e poliéster a manta de fibra de vidro acoplada a filme de poliéster, de alta resistência, saturada com asfaltos modificados com plastômeros, incorporando herbicida em sua massa para inibir o ataque de raízes.

4.2

FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produto fabricado por: • Viapol Impermeabilizantes Ltda., sob a marca "Viapol Antiraiz".

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Ferragens e Artefatos Similares E-FER.01

1.

NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto, merecerão particular atenção as seguintes:

1.1

CREMONA EB-966/79 EB-967/82 MB-1217/82 MB-1218/82 Cremona e seus acessórios - padrão popular (NBR-7179); Cremona e seus acessórios - padrão superior (NBR-7805); Cremona ensaio de campo (NBR-7806); Cremona - ensaio de laboratório.(NBR-7807);

1.2

DOBRADIÇA EB-965/79 EB-1355/82 EB-1359/82 EB-1360/82 EB-1361/82 MB-1777/82 MB-1778/82 MB-1779/82 MB-1780/82 Dobradiças de abas (NBR-7178); Dobradiça invisível (NBR-7782); Dobradiça helicoidal para porta corta-fogo; Dobradiça de mola para porta corta-fogo; Dobradiça excêntrica para porta corta-fogo; Dobradiça - ensaio de laboratório (NBR-7780); Dobradiça - ensaio de campo (NBR-7781); Dobradiça invisível - ensaio de laboratório (NBR-7783); Dobradiça invisível - ensaio de campo (NBR-7784).

1.3

FECHADURA EB-606/72 EB-904/77 EB-906/77 EB-907/77 EB-908/77 EB-909/77 EB-910/77 EB-947/77 EB-948/77 EB-949/77 EB-1358/82 EB-1369/82 EB-1370/82 Cilindro para fechaduras com travamento por pinos; Fechadura de embutir com cilindro - padrão popular (NBR-5630); Fechadura de embutir tipo interna - padrão popular (NBR-5633); Fechadura de embutir tipo banheiro - padrão popular (NBR-5636); Fechadura de embutir com cilindro - padrão médio (NBR-5631); Fechadura de embutir tipo interna - padrão médio(NBR-5634); Fechadura de embutir tipo banheiro - padrão médio (NBR-5637); Fechadura de embutir tipo interna - padrão superior (NBR-5635); Fechadura de embutir tipo banheiro - padrão superior (NBR-5638); Fechadura de embutir com cilindro - padrão superior (NBR-5632); Fechadura destinada à porta corta-fogo para saída de emergência; Fechadura de sobrepor - tipo caixão sem trinco e sem gorges - padrão popular - Tipo A (NBR-7798); Fechadura de sobrepor - tipo caixão sem trinco e sem gorges - padrão popular - TipoB (NBR-7799);

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continuação

E-FER.01

EB-1371/82 EB-1372/82 EB-1373/82 EB-1374/82 EB-1375/82 EB-1411/83 MB-817/72 MB-1781/82 MB-1840/83 MB-1932/83 PB-992/81 1.4

Fechadura de sobrepor - tipo caixão sem trinco e com gorges - padrão popular - tipoC (NBR-7800); Fechadura de sobrepor - tipo caixão com trinco - padrão popular - tipo D (NBR-7801); Fechadura de sobrepor, de 80mm, para portões e portas - padrão popular (NBR-7802); Fechadura de sobrepor, de 100mm, com gorges, para portões e portas padrão popular (NBR-7803); Fechadura de sobrepor, de 80mm, de cilindro - tipo A (NBR-7804); Fechadura de sobrepor, de cilindro, 100mm - tipo B (NBR-7807); Cilindros para fechaduras de sobrepor com travamento por pinos ensaios de resistência à corrosão; Fechadura de dobradiça para porta corta-fogo - verificação da resistência ao funcionamento; Fechadura de embutir - ensaio de campo (NBR-8208); Fechadura de embutir - ensaio de laboratório (NBR-8489); Fechadura destinada à porta corta-fogo para saída de emergência.

FECHO E TRINCO EB-950/79 EB-1362/82 EB-1363/82 EB-1364/82 EB-1365/82 EB-1366/82 EB-1367/82 EB-1368/82 MB-1782/82 MB-1783/82 MB-1784/82 MB-1785/82 Trincos e fechos (NBR-7177); Fecho de segurança tipo pega-ladrão - padrão-médio (NBR-7791); Fecho de segurança tipo pega-ladrão - padrão-superior (NBR-7792); Fecho de segurança de embutir - padrão popular (NBR-7793); Fecho de embutir - padrão superior (NBR-7794); Fecho de embutir - padrão popular (NBR-7795); Fecho de segurança - padrão médio(NBR-7796); Fecho de segurança - padrão luxo (NBR-7797); Trinco e fecho - ensaio de laboratório (NBR-7787); Trinco e fecho - ensaio de campo (NBR-7788); Fecho de segurança tipo pega-ladrão e fecho de embutir - ensaio de laboratório (NBR-7789); Fecho de segurança tipo pega-ladrão e fecho de embutir - ensaio de campo(NBR-7790).

2.

FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por:

2.1

PARA ESQUADRIAS DE MADEIRA E DE AÇO OU FERRO • • Aliança Metalúrgica S.A.; Dorma Sistemas de Controles para Portas Ltda., sob a marca "Gemiclo";

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continuação

E-FER.01

• • • • • • • • • 2.2

Fama Ferragens S.A.; Ferragens e Laminação Brasil S.A., sob a marca "Concept"; Ferragens Haga S.A.; Indústria Ferragens Pagé; La Fonte Fechaduras S.A.; Metalúrgica Arouca Ltda.; Pado S.A. Industrial, Comercial e Importadora; Papaiz Indústria e Comércio Ltda.; Xilotécnica S.A.

PARA ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO • • • • • Alcan Alumínio do Brasil S.A.; Alcoa Alumínio S.A.; Fermax Indústria de Acessórios para Esquadrias Ltda.; Promel - Produtos Metalúrgicos Ltda.; Udinese Indústria e Comércio Ltda.

2.3

PARA ESQUADRIAS DE VIDRO TEMPERADO • • • • Derma Sistemas de Controles para Portas Ltda.; Cia. Vidraria Santa Marina; Santa Lúcia Cristais Blindex Ltda.; La Fonte Fechaduras S.A.

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Fibras de Vidro Generalidades E-FIB.01

1.

DEFINIÇÃO As fibras de vidro podem ser de fibras curtas, geralmente apresentados sob a forma de lã de vidro (vide E-LAV.01); ou de fios contínuos de vidro, para aplicação, em conjunto com resinas plãsticas. Os fios contínuos são utilizados no campo dos plásticos reforçados e aglutinados por resinas e no campo da impermeabilização da construção civil.

2. 2.1

FABRICAÇÃO As fibras de vidro do tipo fio contínuo são fabricadas, excetuando-se as destinadas aos véus de superfície, com vidro "E" cuja composição é a seguinte: • • • • • Si O2 de 52 a 56% Al2 O3 de 12 a 16% Ca O de 16 a 25% B2 O3 de 08 a 13% Mg O de 00 a 06%

2.2

O processo de fabricação será o de fusão direta, pelo qual os filamentos são formados pela passagem do vidro derretido, diretamente do forno de fusão, através de fieiras ou buchas de metal precioso. Em véus de superfície (vide E-FIB.02) o fio será fabricado com vidro "C", quimicamente mais inerte. As fibras de vidro, após sua formação nas fieiras e quando destinadas aos plásticos reforçados, são tratadas com substâncias químicas especiais, que têm como principal função promover a união química entre o vidro (inorgânico) e as matrizes plásticas (orgânica). Para tal finalidade, as substâncias químicas mais usadas são os compostos de cromo e silício (silano), possuidores de moléculas bifuncionais. Uma das moléculas se une ao vidro e a outra à matriz plástica. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As características principais das fibras de vidro, do tipo fio continuo, são as seguintes: • • • • • • • alta resistência à tração; perfeita elasticidade; incombustibilidade; elevada resistência à umidade; elevada estabilidade dimensional; elevada resistência à corrosão; excelentes características elétricas (alta rigidez e baixa constante dielétrica).

2.3 2.4

3.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

continuação

E-FIB.01

4. 4.1 4.1.1

TIPOS DE PRODUTOS COM FIOS CONTÍNUOS TECIDO Fabricado com fios ("yarns") torcidos e trançados e, no caso de emprego em impermeabilização, obedecendo ao disposto na EB-632/84 - Véu de fibras de vidro para impermeabilização (NBR-9227). O peso dos tecidos para impermeabilização é no mínimo de 50 g/m² e para plásticos reforçados varia de 85 a 1370 g/m². A espessura do tecido para plásticos reforçados varia de 0,08 a 1,14 mm O uso do tecido na fabricação de plásticos reforçados praticamente duplica a resistência alcançada com o emprego de fios paralelos. “ROVING" Entende-se como "roving" o feixe de fios paralelos, não torcidos, enrolados numa bobina.

4.1.2

4.1.3 4.2

4.3

“ROVING" TECIDO Tecido fabricado com "roving", com peso variando de 510 a 1650 g/m². De custo inferior ao do tecido, o "roving" tecido será usado, principalmente, na fabricação de grandes peças estruturais.

4.4

SPUN ROVING" TECIDO Tecido fabricado com o "roving" dobrado várias vezes sobre si mesmo, mas impedido de desfazer-se por meio de um pequeno torcimento. Confere aos laminados maior resistência ao cisalhamento entre lâminas, melhora a aderência com outros materiais e é mais dobrável.

4.5

MANTA DE REFORÇO São tecidos fabricados com fios cortados ou contínuos, aglutinados com resinas ou ligados mecanicamente por costura. O peso das mantas de reforço varia entre 225 a 1400 g/m², no caso do emprego de resina, e entre 600 a 3100 g/m², no caso do uso da costura.

4.6

“ROVING" TECIDO E MANTA Associação de uma camada de "roving" tecido com outra de manta de fio cortado, feita por ligante de poliéster em pó de alta solubilidade. A associação combina a orientação bidirecional do "roving" tecido e a orientação isotrópica da manta de fio cortado. O produto será fabricado com "roving" tecido de 550, 820 ou 960 g/m² unidos à manta de 300 ou 450 g/m².

4.7

VÉU DE SUPERFÍCIE ("SURFACING MAT") Vide E-FIB.02.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob as marcas "Roving 825" (Cromo). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 450 e 600 g/m². Partes I. Capital Federal.2 MANTA DE REFORÇO • Owens Corning Fiberglass Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . "Roving 853" (Silano) e "Roving 891" (Silano).. sob a marca "Manta M-700" (Silano) . com gramaturas de 225.Proibida a reprodução sem autorização.1 “ROVING" • Owens Corning Fiberglass Ltda. sob o número 218504 ... 5.3 “ROVING" TECIDO E MANTA • Owens Corning Fiberglass Ltda. 5. sob a marca "Fab Mat". PRODUTOS/FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 5.01 5.continuação E-FIB. II e III.

. O Tipo 2 é o véu com fibras de vidro aglomeradas com resinas fenólicas.3 3.PETROBRÁS. distribuídas multidirecionalmente.2 2.02 1. Partes I.A.Proibida a reprodução sem autorização. . O Tipo 1 é o véu com fibras de vidro aglomeradas com resinas uréicas e amidos. indicado para uso em impermeabilizações constituídas por emulsões e soluções asfálticas aplicadas a frio.A. O véu de fibra de vidro será inerte em relação aos componentes que integram os produtos utilizados em impermeabilização.2.25 a 0. mais as relacionadas a seguir: ME-13 ASTM-D-76 ASTM-D-146 da Petróleo Brasileiro S. 2. 2. II e III.Véu de fibras de vidro para impermeabilização (NBR-9227). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. quando destinado ao emprego como camada de reforço das membranas de impermeabilização ou como camada de proteção. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Será fabricado com vidro "C" e constituído por fibras extrafinas. sob as marcas "Impervéu Branco" (Tipo 1) e "Impervéu Amarelo" (Tipo 2).2. indicado para uso em impermeabilizações constituídas por soluções asfálticas aplicadas a quente. Indústria e Comércio. Será fabricado nas espessuras de 0. sob o número 218504 . de diâmetro médio de 16 micra. conforme descrito a seguir. sob as marcas "Figlass Branco" (Tipo 1) e "Figlass Amarelo" (Tipo 2).2 2. obedecerá à EB-632/84 . NORMAS O véu de fibra de vidro ou véu de superfície. da ABNT. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • Abbott S. Capital Federal. haverá 2 tipos de véu de fibra de vidro.75 mm e com peso de 35 a 45 g/rn2.1 2. 2. Aeroglass Brasileira S. "Specification for Textil Testing Machines". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. "Sampling and Testing Felted and Woven Fabrios Satured With Bituminous Substances for Use in Waterproofing and Roofing".MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Fibras de Vidro Véu de Superfície E-FIB.A. De acordo com a EB-632/84.

DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os fios de polipropileno serão repelentes à água. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • Alcan Alumínio do Brasil S. Capital Federal. sob o número 218504 . A altura da felpa será compatível com a distância de montagem. entendem-se por fitas vedadoras de polipropileno as fitas com felpas de fios de polipropileno e base rígida desse mesmo material. A base de polipropileno será indeformável com a variação de temperatura. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I. 2.2 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.01 1. uma lâmina. semiflexível. 2. também de polipropileno. inserida em seu meio.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Fitas Vedadoras Polipropileno E-FIT. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização.A.1 2.3 3. As fitas poderão ter. resistentes à ação dos raios ultravioleta e antiaderentes ao pó. II e III.. Schlegel do Brasil Indústria e Comércio Ltda.

1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão de tela auto-adesiva. A tela apresentará resistência ao meio alcalino e suportará trações de até 318 daN. Telafix Indústria e Comércio Ltda. 2. de material elástico e antimofo. e com malha aberta.. Serão fabricadas em fio torcido. 2. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização. fendas e rachaduras. Partes I.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Fitas Vedadoras Poliéster E-FIT. Não haverá adesivo na bandagem central. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2.02 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2 2. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.3 3. fita vedadora de poliéster é um produto destinado ao tratamento de trincas. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. para assegurar a elasticidade em torno de 50%. para permitir a aplicação de qualquer tipo de revestimento. 100% poliéster. II e III. sob o número 218504 . FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • Glasurit do Brasil Ltda.

FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • 3M do Brasil Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Alba Química Indústria e Comércio Ltda.Proibida a reprodução sem autorização.26 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . para impedir sua fácil remoção. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Fita Crepe E-FIT. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A superfície interna da fita deverá ser impregnada com adesivo resistente. sem rebarbas. permitindo acabamento perfeito na delimitação de pinturas 2. II e III. As fitas terão corte primoroso das bordas. sob o número 218504 . Capital Federal.

"Aglomerantes . Partes I.Gesso". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. GESSO EM PLACAS Vide E-AGL. GESSO PARA REVESTIMENTO Vide E-AGL. GESSO CALCINADO Vide E-AGL.04.Gesso". 5. II e III.. 4.01 1. sob a marca "Chapas Gypsum". devendo satisfazer à EB-30/5 . sob o número 218504 . Capital Federal. GESSO-CRÉ Será de carbonato de cálcio destinado a ser usado no preparo da massa de vidraceiro ou na confecção de tintas.Proibida a reprodução sem autorização. "Aglomerantes . GESSO PARA ESTUQUE Vide E-AGL. sob a marca "Gypsalum". Gypsum do Nordeste S.A.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Indústria e Comércio de Artefatos de Gesso Ltda.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Gesso E-GES.04.04. 5.Carbonato de Cálcio (CRÉ) 3.04. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . "Aglomerantes .Gesso ".1 FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • Gessoforro . 2.Gesso". "Aglomerantes .

do tipo colmador integral.01 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Hidrófugos Colmador Integral (de massa) E-HID. sob a marca "Retrácua". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A.A. DEFINIÇÃO Produtos impermeabilizantes. Sika S. Otto Baumgart Indústria e Comércio S.. que se adicionam a concretos e a argamassas por ocasião do amassamento 2. sob a marca "Durolit Normal"... sob a marca "Proko Normal" n° 1. II e III. • • • • • Abbott S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Isolamentos Modernos Ltda..A. Indústria e Comércio. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por.Proibida a reprodução sem autorização. sob a marca "Sika 1". Capital Federal. sob o número 218504 . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Ltda. Partes I. sob a marca "Vedacit". Wolf Hacker & Cia.

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Hidrófugos Superfícies.A.A. Tintas Internacional S. O efeito aparece após a evaporação do solvente e a conseqüente impregnação das paredes dos capilares e poros com o ácido polimetilsilícico. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Isolamentos Modernos Ltda. O emprego de produtos de base de siliconato de sódio não é recomendado. após o desprendimento da água. mas apenas o revestimento das paredes dos capilares e dos poros pelo produto empregado.”Imperdry n° 2". Plasticôte do Brasil (Revestimentos) S. sob a marca "Acrosil".A. II e III. produtos impermeabilizantes Na proteção contra a umidade por hidrófugos...2 2. sob a marca "Repel-Face". sob as marcas "Dow Corning 772" e "Dow Corning 773". Silicone E-HID. sob as "Imperdry n° 1. 1. constituindo endutos ou pinturas para tratamento ou proteção de superfícies porosas ou absorvente. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os hidrófugos de base de silicone serão constituídos por siliconato de potássio diluído em água e por resina de silicone diluída em solvente orgânico.Proibida a reprodução sem autorização. entendem-se por hidrófugos superficiais de silicone os produtos hidrorrepelentes ou refratários à molhadura.1 DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob a marca "Repelin". não há fechamento dos poros do material de construção.2 2.. Não são..A.A. O efeito dos produtos constituídos por siliconato de potássio só se verifica após a reação com o anidrido carbônico do ar em presença do vapor d'água.4 3. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • • • Abbott S. Na impregnação com esses produtos.1 2. elemento ativo dos produtos adiante especificados. sob o nome "International GTA 048". 2. sob a marca "Super-consevado-5 Silicone". O ácido metilsilícico. Dow Corning do Brasil Ltda. produzirá um véu branco sobre a superfície tratada.02 1...Indústria e Comércio de Materiais Sintéticos para Construção Ltda.3 2. Para emprego sobre superfícies pouco absorventes ou que tenham recebido um tratamento anterior com produto diluído em água.e “Imperdry n° 3”. Otto Baumgart Indústria e Comércio S. Partes I. Capital Federal. 1. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. decorrente da reação referida. pois o carbonato de sódio. não se processam as reações químicas com o anidrido carbônico do ar. Matsica . se transforma. Indústria e Comércio. no ácido polimetilsilicico.. sob a marca “Acquella”. Sika S. subproduto da reação. entretanto. o hidrofugante será do tipo resina de silicone diluída em solvente orgânico.

Sika S.03 1. mas apenas o revestimento das paredes dos capilares e dos poros pelo produto empregado.A. Os hidrófugos de base de cimento branco serão constituídos por cimento branco diluído em água.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Hidrófugos Superfícies.1 DEFINIÇÃO Produtos hidrorrepelentes ou refratários a molhaduras. constituindo endutos ou pinturas para tratamento ou proteção de superfícies porosas ou absorventes. entretanto. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Neve-Cem Indústria e Comércio Ltda.A. Não são. sob a marca "Impertin". Isolamentos Modernos Ltda. Na proteção contra a umidade por hidrófugos. . produtos impermeabilizantes. 1. 1.. II e III. Cimento Branco E-HID. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Indústria e Comércio. sob a marca "Neve-Cem". sob a marca "Cimentol". Otto Baumgart Indústria e Comercio S. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização.3 2.. sob a marca "Super-conservado P". FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • Abbott S. Partes I.2 1. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A. não há fechamento dos poros do material de construção.. sob a marca "Proko-Fachada".

SMACNA. Tubo de cobre e suas ligas. ARI. SMACNA/Standard 1979-2. AMCA Standard 210-1985 Laboratory Methods of Testing Fans for Rating. SMACNA/HVAC .Duct Construction Standards Metal and Flexible. sem costura. serão observadas as editadas pelos seguintes órgãos: ANSI. Tubo de cobre sem costura para refrigeração e ar condicionado (NBR7541). 1981 .2 1.01 1. sob o número 218504 . características nominais e identificação (NBR-7878). Partes I. ISO. 1. Bombas centrífugas horizontais. evaporadores e trocadores de calor (NBR-5029). Instalações centrais de ar condicionado para conforto . de entrada axial.1 . Fibrous Glass Duct Construction Standards. pressão nominal 1 MPa . ASHRAE.Proibida a reprodução sem autorização. REGULAMENTOS • • • • • • • ANSI/ASME. Ventilação e Aquecimento Normas e Regulamentos E-IAC. Unidade compacta ou divisível de condicionamento de ar "Self Contained" tipo industrial ou comercial.Fan Application Guide. 1977 Standard 3966 .2 NORMAS ESTRANGEIRAS No caso de omissão ou inexistência de normas nacionais. dar-se-á particular atenção as seguintes: EB-158/81 EB-224/81 EB-269/69 EB-271/84 EB-273/82 EB-1635/85 NB-3/90 NB-10/78 NB-643/82 PB-856/81 TB-163/79 Condicionador de ar doméstico (NBR-5858).Measurement of Fluid Flow in Closed Conduits .parâmetros básicos de projeto (NBR-6401).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. 1985 Standard B-40. ASTM. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 1.2.1 NORMAS NORMAS NACIONAIS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.requisites de segurança elétrica (NBR-9318). HVAC. Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410).Gaugers Pressure Indicating Dial Type Elastic Element. NEMA. Instalações de ar condicionado para salas de computadores (NBR10080). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Torres de resfriamento de água (NBR-6111). SMACNA/HVAC Air Duct Leakage Test Manual. Ar Condicionado. Condicionadores de ar domésticos . para condensadores.dimensões. NFPA.Velocity Area Method Using Pilot Static Tubes. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal. Tubos capilares de cobre sem costura (NBR-5028). DIN.2. II e III. 1.

ASHRAE Technical Data Bulletin. pelo período mínimo de 5 anos. ventilação e aquecimento. desde que atendam às prescrições destas especificações de materiais para instalações de ar condicionado. estaduais e federais de cada localidade. de 31.01 • • • NFPA. Capital Federal. 2.Standard III .1 3.1988 Practices for Measurement. sob o número 218504 .09. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.4 2.Proibida a reprodução sem autorização.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . ainda que de fabricação estrangeira.92. bem como às posturas municipais.89. Os equipamentos fornecidos deverão possuir capacidade e potência conforme o especificado pelo PROPRIETÁRIO.08. 21 2. quando operando nas condições previstas no projeto especifico de ar condicionado. Ventilation. e quando esteja assegurada a disponibilidade de peças de reposição. Adjusting and Balancing Building Heating. ventilação e aquecimento e ao critério de equivalência definido pelo PROPRIETÁRIO. alterada em 18. perfeitamente identificáveis. ANSI/ASHRAE . além das normas citadas. 225 da Constituição Federal e Lei n° 6938. legislações federais que tratam do controle de poluição do ar. Outras marcas. II e III. 1974 .continuação E-IAC. Partes I.Fires in High-risc Buildings. obedecerão ao disposto nos normativos do PROPRIETÁRIO. fabricantes e modelos poderão ser utilizados. fabricantes e modelos citados são simples referência do nível mínimo da qualidade exigida para os materiais e equipamentos selecionados pelo CONSTRUTOR. assistência técnica e garantia. tipo. 2. bem como modelo. 3. Os materiais para instalações de ar condicionado. Deve-se atentar para o art.5 3. etc. Air Conditioning and Refrigerations Systems. Só serão aceitos materiais e equipamentos que estamparem a identificação do fabricante. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. classe. Equipamentos estrangeiros somente poderão ser fornecidos quando possuírem representante ou distribuidor autorizado no Brasil. inclusive as restrições temporárias ou permanentes. ventilação ou aquecimento. Testing. MARCAS.3 2. FABRICANTES E MODELOS As marcas.81.2 PRESCRIÇÕES Todos os equipamentos acionados por motores elétricos deverão operar com fator de potência mínimo de 0.

DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. a qual possuirá grelha de insuflamento com deflexão vertical e horizontal ajustáveis. entende-se como condicionador de ar "self-contained" a unidade condicionadora autônoma. Partes I. deverá possuir gabinete próprio.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS GABINETE Será constituído por uma estrutura metálica. dotada de sistema de refrigeração completa e serpentina para tratamento de ar. fixadas aos tubos por expansão mecânica. Será dotado de sub-resfriador integral que assegure o subresfriamento adequado.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. o gabinete será dotado de caixa "plenum" com as mesmas características construtivas. 2. expandidos mecanicamente nos espelhos de aço. No caso de condicionadores com insuflamento direto.4 CONDENSADOR A ÁGUA Tipo "shell and tube" confeccionado com carraça de aço-carbono com tampas removíveis de ferro fundido.Proibida a reprodução sem autorização. Os tubos serão de cobre com aletamento integral. protegidos contra a corrosão por processo de fosfatização. Os painéis serão removíveis para permitir fácil acesso ao interior da máquina e construídos com chapas de bitola adequada à boa rigidez do conjunto. Deverá ser previamente testado contra vazamentos a uma pressão de 350 psi. construído em chapas de aço com acabamento similar ao da unidade evaporadora. O gabinete será revestido internamente com isolamento termoacústico. de forma a obter-se perfeito contato. com capacidade de 3 a 40 TR. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. O sistema de condensação poderá ser a ar ou água e o condensador poderá ficar em gabinete próprio (condensador remoto) 2.3 CONDENSADOR A AR Será constituído por uma serpentina confeccionada com tubos de cobre sem costura e aletas integrais de alumínio. sob o número 218504 . Será provido de bandeja coletora de condensado com caimento para o lado da drenagem. 2.2 EVAPORADOR Será constituído por uma serpentina confeccionada com tubos de cobre sem costura e aletas integrais de alumínio. Deverá ser previamente testado contra vazamentos a uma pressão de 350 psi e ser equipado com distribuidores e coletores de fluidos refrigerantes. Ventilação e Aquecimento Condicionadores self-contained E-IAC. Será dotado de válvula de segurança e de sub-resfriador integral que assegure o sub-resfriamento adequado. de forma a obter-se um perfeito contato. 2.02 1. com pintura eletrostática em tinta esmalte sobre "primer" anticorrosivo. com painéis de chapa de aço galvanizado. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. O condensador deverá permitir a entrada da tubulação hidráulica no lado que for indicado no projeto. No caso de condensador remoto. sem rede de dutos. Capital Federal. II e III. fixadas aos tubos por expansão mecânica. 2. Ar Condicionado.

Os motores serão refrigerados pelo fluxo de sucção de refrigerante.7 2. II e III. Serão acionados por motores elétricos trifásicos. pressostato de alta com rearme manual. Capital Federal. instalados sobre isoladores de vibração.6 COMPRESSORES Serão do tipo alternativo (modelo hermético ou semi-hermético) ou rotativo. Os compressores serão dotados de aquecedores de cárter. 2. exceto nos equipamentos com condensadores remotos.2 Todos os acessórios citados serão exigidos. devendo a sua instalação ser efetuada em fábrica. nas situações em que não seja exigida pressão estática disponível do mesmo. de dupla aspiração.5 VENTILADORES Serão do tipo centrífugo. trifásicos. instaladas nas linhas de sucção e descarga do compressor.7. válvulas de serviço capazes de interromper o fluxo de refrigerante e permitir a leitura de pressão. isolamento térmico com borracha esponjosa na linha de sucção. Partes I. • • • • • • 2. Os compressores deverão receber garantia mínima de 3 anos do fabricante. conexão flexível na descarga de compressores semi-herméticos. protegidos internamente contra sobrecargas e adequados para tolerar a variação de tensão de até 10% do valor nominal. confeccionados com aço galvanizado com rotores balanceados estática e dinamicamente. Cada circuito deverá apresentar no mínimo os seguintes componentes: • • • • • válvula de expansão termostática com equalização externa. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. visor de líquido com indicador de umidade. recolhimento e carga de gás. 2. tanque de líquido (condicionadores com condensador remoto). Serão acionados por motores elétricos de indução. com carga completa de refrigerante. válvula de serviço ou registro instalado na linha de líquido a montante do filtro secador. autolubrificados e blindados. sob o número 218504 . A polia mestra do ventilador do evaporador será regulável. filtro secador com conexões rosqueadas (cartuchos selados) ou soldadas (elemento filtrante recambiável). para permitir ajuste de vazão.continuação E-IAC. No caso de unidades com condensadores remotos. com pás voltadas para a frente (sirocco). 4 pólos. Deverão operar sobre mancais de rolamentos auto-alinhantes. transmissão através de polias e correias em "V". o ventilador do condensador poderá ser do tipo axial. pressostato de baixa. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1 CIRCUITO FRIGORÍGENO Será confeccionado com tubos de cobre sem costura.Proibida a reprodução sem autorização. acoplado diretamente ao motor elétrico.7. válvula solenóide na linha de líquido (condicionadores com condensador remoto). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.02 2.

etc. sob o número 218504 . Partes I. Como proteção. através de fiação revestida com material incombustível (fibra de vidro. O sistema de aquecimento só será instalado quando especificado pelo PROPRIETÁRIO. O controle do funcionamento da resistência será através de sensor de umidade instalado no ambiente condicionado. dimensionados conforme NB-3/90 .Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410): • • • • fusíveis diazed para cada motor elétrico. ou resistência de umidificação. relés auxiliares para intertravamento.parâmetros básicos de projeto (NBR-6401) . • 2. 2.10 SISTEMA DE UMIDIFICAÇÃO Será composto por um recipiente confeccionado com chapa de aço galvanizado protegido contra a corrosão.02 2. As resistências deverão ser ligadas em triângulo ou estrela equilibrada. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .11.2 No caso de instalação de sistema de aquecimento e/ou umidificação. instaladas junto à serpentina evaporadora. Deverão ter eficiência compatível com a classe G.Proibida a reprodução sem autorização. especiais para aquecimento de ar. Abrigará todos os elementos de operação e controle da unidade. 2. O sistema de umidificação só será instalado quando especificado pelo PROPRIETÁRIO. instalados dentro do gabinete e a montante de serpentina evaporadora.1 QUADRO ELÉTRICO Será montado no interior do gabinete do condicionador.11 2. fusíveis para o circuito de comando.1 da NB10/78 . 2. os componentes de comando. Capital Federal.9 SISTEMA DE AQUECIMENTO Será constituído por resistências elétricas aletadas. força e sinalização deverão ser instalados em quadro elétrico independente. relé temporizador para partida seqüencial (unidades com 2 compressores) fusíveis e chave contatara para cada estágio de aquecimento. que deverá desenergizar a resistência quando a água atingir o nível mínimo fixado. chave contatora e relé térmico de sobrecarga para cada motor elétrico.Instalações centrais de ar condicionado para conforto . contendo no mínimo os seguintes elementos. que controlará o nível de água. outras exigências poderão ser definidas pelo PROPRIETÁRIO. Serão protegidas contra a falta ou insuficiência de vazão de ar por chave de fluxo e contra superaquecimento superficial por termostato limite de segurança. comandada por bóia de aço inoxidável ou cobre. com dissipação máxima de 5 W/cm². devendo o acesso a ele ser possível sem interrupção do funcionamento da máquina. Para aplicações especiais. O recipiente será dotado de válvula de bronze. se instalados. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. será instalado um sensor de baixo nível de água.continuação E-IAC. Para potências acima de 9 kW serão instalados 2 estágios de aquecimento.8 FILTROS DE AR Serão do tipo permanente e lavável. II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.). amianto. além de ladrão e dreno.11. com resistência de aquecimento imersa.

"leds" para sinalização do sistema de aquecimento. 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A.. Springer Carrier do Nordeste S. impedir a funcionamento simultâneo de refrigeração e aquecimento em um mesmo condicionador.13 INTERTRAVAMENTOS O circuito de comando da unidade deverá atender às seguintes condições de seqüência operacional: • • • • impedir a partida dos compressores quando não estiverem energizadas as contratoras dos ventiladores e das bombas.A. sob o número 218504 . impedir a funcionamento das resistências de aquecimento na falta de ventilação no evaporador ou elevação demasiada da temperatura superficial das resistências de aquecimento.A. bem como lâmpadas piloto ou estado operacional da máquina.02 2.12 PAINEL DE CONTROLE Deverá ser instalado em acionamento da máquina.Proibida a reprodução sem autorização. impedir a partida simultânea de 2 compressores (unidades com mais de 1 compressor). Em unidades dotadas de o painel deverá conter ainda uma chave seletora para 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. contendo todos os dispositivos de perfeitamente identificados.continuação E-IAC. refrigeração ou calefação. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Indústrias Hitachi S. local de fácil acesso. FABRICANTES Admite-se o emprego de condicionadores fabricados por: • • • Coldex Frigor S.. Capital Federal. II e III. Partes I.

2. e painel de comando incorporado ao gabinete. própria para trabalhar com água gelada ou quente. sem rede de dutos.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS FAN-COIL TIPO CONSOLE É assim denominado o fan-coil compacto para pequenos ambientes. Partes I.2. O gabinete será revestido internamente com isolamento termoacústico.Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. 2. com painéis de chapa de aço galvanizado. dotado de serpentina confeccionada com tubos de cobre com aletas integrais de alumínio. Será dotada de coletores em tubos de cobre soldados nos tubos da serpentina e suspiro de ar com "plug" rosqueado. onde circula água quente ou gelada. com capacidade entre 0. Quando especificado pelo PROPRIETÁRIO. 2. II e III. com pintura eletrostática em tinta esmalte sobre "primer" anticorrosivo. Será constituído par gabinete de chapa de aço galvanizada protegido contra corrosão. 2. fixadas aos tubos por expansão mecânica. a qual possuirá grelha de insuflamento com deflexão vertical e horizontal ajustáveis. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação entende-se como condicionador tipo fan-coil o equipamento dotado de serpentina(s).2 SERPENTINA Será utilizada serpentina de alta eficiência. acionado par motor elétrico monofásico com na mínimo 3 velocidades e filtro de ar permanente e lavável com eficiência G. Capital Federal. o gabinete será dotado de caixa "plenum" com as mesmas características construtivas. Ventilação e Aquecimento Condicionadores tipo fan-coil E-IAC. o gabinete deverá possuir espaço disponível para instalação de serpentina adicional para reaquecimento ou calefação. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Ar Condicionado. resistências elétricas e sistema de umidificação. Será confeccionada com tubos de cobre sem costura e aletas integrais de alumínio. controle da velocidade do ventilador e regulagem de temperatura através do termostato. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. As unidades para instalação no ambiente deverão possuir grelha de insuflamento direcional. Os painéis serão removíveis para permitir fácil acesso ao interior da máquina. Deverá ser previamente testada contra vazamentos a uma pressão de 200 psi.0.1 FAN-COIL LINHA COMERCIAL GABINETE Será constituído par uma estrutura metálica.2 2. e de um conjunto ventilador.5 e 3 TR. contendo no mínimo chave para as posições ligado/desligado.03 1. sob o número 218504 . No caso de climatizadores com insuflamento direto. de forma a obter-se um perfeito contato. 2. Pode ser constituído par unidades de fabricação comercial ou montado em salas de alvenaria especialmente construídas para este fim. protegidas contra a corrosão par processo de fosfatização. ventilador centrífugo de pás voltadas para frente. Será provido de bandeja coletora de condensado com caimento para o lado da drenagem.

O recipiente será dotado de válvula de bronze.Proibida a reprodução sem autorização.1 da NB-10/78 . O sistema de umidificação só será instalado quando especificado pelo PROPRIETÁRIO. com pás voltadas para a frente (sirocco).Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410) . 2.2. Partes I. através de fiação revestida com material incombustível (fibra de vidro.2. que controlará o nível de água.5 SISTEMA DE AQUECIMENTO Será constituído par resistências elétricas aletadas.parâmetros básicos de projeto (NBR-6401). comandada por bóia de aço inoxidável ou cobre.3 VENTILADORES Serão do tipo centrífugo. com dissipação máxima de 5 W/cm².continuação E-IAC. 4 pólos. com os comandos perfeitamente identificados: • • • fusíveis para a circuito de comando e para os circuitos de força de motores e resistências. será instalado sensor de baixa nível de água. O controle do funcionamento da resistência será através de sensor de umidade instalado no ambiente condicionado. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . instaladas junto da serpentina evaporadora. trifásicos. especiais para aquecimento de ar.6 SISTEMA DE UMIDIFICAÇÃO Será composto por um recipiente confeccionado com chapa de aço galvanizado protegido contra a corrosão. além de ladrão e dreno. Como proteção. As resistências deverão ser ligadas em triângulo ou estrela equilibrada. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. que deverá desenergizar a resistência quando a água atingir um nível mínimo fixado. II e III. com resistência de aquecimento imersa. se instaladas.03 2.) . para permitir ajuste da vazão. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Deverão operar sobre mancais de rolamentos auto-alinhantes. amianto. O sistema de aquecimento só será instalada quando especificada pelo PROPRIETÁRIO. confeccionados com aço galvanizado com rotores balanceados estática e dinamicamente. autolubrificados e blindados. instaladas a montante da serpentina em posição facilmente removível. A polia motora do ventilador será regulável. podendo ser instalado incorporado ao gabinete ou externamente.2. de dupla aspiração. Deverão ter eficiência compatível com a classe G.7 QUADRO ELÉTRICO Deverá abrigar todos os dispositivos de comando e proteção da equipamento. sob o número 218504 . outras exigências poderão ser especificadas pelo PROPRIETÁRIO. Conterá os seguintes elementos mínimos. Serão acionados por motores elétricos de indução.4 FILTROS DE AR Serão do tipo permanente e lavável.2. chave contatora e relé térmico para o motor do ventilador. transmissão através de polias e correias em "V". podendo ainda ser constituído de serpentina com circulação de água quente. 2. Para potências acima de 9 kW serão instalados 2 estágios de aquecimento.2. 2. etc. Para aplicações especiais. Serão protegidas contra falta ou insuficiência de vazão de ar por chave de fluxo e contra superaquecimento superficial por termostato limite de segurança.Instalações centrais de ar condicionado para conforto . dimensionados conforme a NB-3/90 . chave contatora para as resistências. Capital Federal. construídos em tela metálica corrugada.

A.Difusão de Ar. Mipal Indústria de Evaporadores Ltda.A. As especificações da serpentina. McQuay do Brasil Indústria e Comércio S. filtros de ar. PRODUTOS/FABRICANTES Admite-se o emprego dos equipamentos abaixo..A..2 SERPENTINAS • • • • • • Coldex Frigor S.. Springer Carrier do Nordeste S.. Acústica. Filtragem e Ventilação Ltda.. especialmente construída para este fim.A. de alvenaria ou outro material previsto no Projeto. Indústrias Hitachi S. Acústica.Proibida a reprodução sem autorização. Tropical Artefatos de Metal Ltda. Tropical Artefatos de Metal Ltda. Comparco Indústria e Comércio de Componentes de Ar Condicionado Ltda Luwa Climatécnica S.. 3.1 CLIMATIZADORES FAN-COIL TIPO CONSOLE OU LINHA COMERCIAL • • • • • Coldex Frigor S.A.A.3 FILTROS DE AR • • • • • • Aeroglass Brasileira S. Trox do Brasil . II e III. fabricadas pelas empresas listadas a seguir: 3. Veco do Brasil Indústria e Comércio de Equipamentos Ltda. ventiladores.3 botoeiras de comando liga/desliga. sistemas de aquecimento e umidificação e quadro elétrico serão as mesmas válidas para o fan-coil comercial.A. sob o número 218504 . Partes I. Capital Federal. 3.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Indústrias Hitachi S.A. Springer Carrier do Nordeste S.Difusão de Ar. Filtragem e Ventilação Ltda..A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .continuação E-IAC.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.03 • • 2.. Trox do Brasil . Tropical Artefatos de Metal Ltda. lâmpadas de sinalização. FAN-COIL DE ALVENARIA O climatizador será constituído por uma serpentina montada em uma sala termicamente isolada. 3.

Para unidades de até 30. de dupla aspiração. transmissão através de polias e correias em "V". 2. 4 pólos. nas situações em que não seja exigida pressão estática disponível do mesmo. Poderá ser do tipo horizontal para instalação embutida no forro ou ambiente. de forma a obter-se um perfeito contato. Deverá ser previamente testado contra vazamentos a uma pressão de 350 psi e ser equipado com distribuidor e coletores de fluidos refrigerantes. O gabinete da unidade condensadora deverá receber acabamento adequado para instalação ao tempo. Deverão operar sobre mancais da rolamentos auto-alinhantes. A polia motora do ventilador do evaporador será regulável. O gabinete do evaporador será revestido internamente com isolamento termoacústico. Partes I. Capital Federal. 2. protegidos contra a corrosão por processo de fosfatização. autalubrificadas e blindadas. Será dotado de sub-resfriador integral que assegure um subresfriamento adequado. II e III. Deverá possuir bandeja coletora de condensado com caimento para o lado da drenagem e dispositivo para insuflamento de ar com aletas direcionais.000 BTU/h.3 CONDENSADOR A AR Será composto por uma serpentina confeccionada com tubos de cobre sem costura e aletas integrais de alumínio. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Serão acionados por motores elétricos de indução. 2. 2.04 1. Ar Condicionado. Ventilação e Aquecimento Condicionadores tipo split E-IAC. com pás voltadas para a frente (sirocco) confeccionados com aço galvanizado. sob o número 218504 . entende se como condicionador tipo split o equipamento com capacidade nominal de 12.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS GABINETE Será constituída par uma estrutura metálica. de forma e obter-se um perfeito contato. com painéis de chapa de aço galvanizado. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . fixadas aos tubos por expansão mecânica. para permitir ajuste de vazão.Proibida a reprodução sem autorização. Os painéis serão removíveis para permitir fácil acesso ao interior da máquina. estando o compressor instalado junto à unidade condensadora.4 VENTILADORES Serão do tipo centrífugo. constituído por duas unidades (condensadora e evaporadora) interligadas pelo circuito frigorífico. ou vertical para instalação ambiente. Deverá ser previamente testado contra vazamentos a uma pressão de 350 psi. 2. fixadas aos tubos par expansão mecânica.2 EVAPORADOR Será composto por uma serpentina confeccionada com tubos de cobre sem costura e aletas integrais de alumínio. com rotores balanceados estática e dinamicamente. com condensação a ar. O ventilador do condensador poderá ser do tipo axial. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. acoplado diretamente ao motor elétrico. com pintura eletrostática em tinta esmalte sobre "primer" anticorrosivo.000 BTU/h até 40 TR. trifásicos.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. os ventiladores poderão ser construídos em material plástico.

II e III.04 2.6 MOTORES ELÉTRICOS Nos condicionadores com capacidade inferior a 30. isolamento térmica com borracha esponjosa na linha de sucção. filtro secador com conexões rosqueadas (cartuchos selados) ou soldadas (elemento filtrante recambiável). chave reversora de ciclo. protegidos internamente contra sobrecargas e adequados para tolerar uma variação de tensão de até 10% da valor nominal. os motores elétricos poderão ser monofásicos. Serão acionados por motores elétricos trifásicos. controle do fluxo de refrigerante através de válvula de expansão ou tubo capilar. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. instalados sobre isoladores de vibração. válvulas de serviço capazes de interromper o fluxo de refrigerante e permitir a leitura de pressão. filtro secador com conexões rosqueadas. pressostato de baixa. pressostato de alta e baixa. Os compressores deverão receber garantia mínima de 3 anos da fabricante. 2.Proibida a reprodução sem autorização. válvula de serviço ou registro instalada na linha de líquido a montante do filtro secador.7. válvula solenóide na linha de liquido.3 Unidades com capacidade até 5 TR: • • • • • válvula de inspeção para leitura de pressões na sucção e descarga. Cada circuito deverá apresentar. no mínimo.5 COMPRESSORES Serão do tipo alternativo (modelo hermético ou semi-hermético) ou rotativo.continuação E-IAC. pressostato de alta com rearme manual.7. Os compressores com capacidade acima de 5 TR serão dotados de aquecedores de cárter. em condicionadores onde for solicitado funcionamento de aquecimento em ciclo reverso. Partes I.7 2. instalados pelo fabricante. Capital Federal. visor de líquido com indicador de umidade. 2. conexão flexível na descarga de compressores semi-herméticos. 2. Os motores serão refrigerados pelo fluxo de sucção de refrigerante.1 CIRCUITO FRIGORÍGENO Será construído em tubos de cobre sem costura. tanque de líquido. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 . os componentes relacionados nos itens a seguir. recolhimento e carga de gás instaladas nas linhas de sucção e descarga do compressor. com carga completa de refrigerante. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.000 BTU/h. Unidades com capacidade superior a 5 TR: • • • • • válvula de expansão termostática com equalização externa.2 • • • • • 2.7.

outras exigências poderão ser definidas pelo PROPRIETÁRIO.11 2. que controlará o nível de água. será instalado um sensor de baixo nível de água. fusíveis e chave contatora para cada estágio de aquecimento. com dissipação máxima de 5 W/cm².1 SISTEMA DE AQUECIMENTO Será constituído por resistências elétricas aletadas.2 2. sob o número 218504 . chave contatora e relé térmico de sobrecarga para ceda motor elétrico. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . ou resistência de umidificação. Abrigará todos os elementos de operação e controle da unidade. etc. SISTEMA DE UMIDIFICAÇÃO Será composto por um recipiente confeccionado com chapa de aço galvanizado protegido contra a corrosão. contendo no mínimo os seguintes elementos. Para aplicações especiais.11.1 QUADRO ELÉTRICO Será montado no interior do gabinete do condicionador. Em unidades de até 5 TR.parâmetros básicos de projeto (NBR-6401). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. O sistema de umidificação só será instalado quando especificado pelo PROPRIETÁRIO.Instalações centrais de ar condicionado para conforto .04 2. instaladas junta da serpentina evaporadora. relé temporizador para partida seqüencial (unidades com 2 compressores).continuação E-IAC. Partes I.9 2. que deverá desenergizar a resistência quando a água atingir um nível mínimo fixado. Capital Federal. O sistema de aquecimento só será instalado quando especificado pelo PROPRIETÁRIO. dimensionados conforme a NB-3/90 . com resistência de aquecimento imersa. instalados dentro do gabinete e a montante da serpentina evaporadora.Proibida a reprodução sem autorização. fusíveis para a circuito de comando.8 FILTROS DE AR Serão do tipo permanente e lavável.Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410): • • • • • • fusíveis diazed para cada motor elétrico.11.9. II e III. através de fiação revestida com material incombustível (fibra de vidra. Como proteção. 2. será permitida o uso de ciclo reverso. Serão protegidas contra falta ou insuficiência de vazão de ar por chave de fluxo e contra superaquecimento superficial por termostato limite de segurança.10 2.9.2 No caso de instalação de sistema de aquecimento e/ou de umidificação. além de ladrão e dreno. 2. os componentes de comanda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. força e sinalização deverão ser instalados em quadro elétrico independente. se instalados. O controle do funcionamento da resistência será através de sensor de umidade instalado no ambiente condicionado. As resistências deverão ser ligadas em triângulo ou estrela equilibrada. 2. Para potências acima de 9 kW serão instalados 2 estágios de aquecimento. amianto. Deverão ter eficiência compatível com a classe G.). O recipiente será dotado de válvula de bronze. devendo o acesso a ele ser possível sem interrupção da funcionamento da máquina. especiais para aquecimento de ar.1 da NB10/78 . relés auxiliares para intertravamento. comandada por bóia de aço inoxidável ou cobre.

II e III. Partes I. Em unidades dotadas de sistema de aquecimento. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 . impedir a funcionamento das resistências de aquecimento na falta de ventilação no evaporador. FABRICANTES Admite-se o emprego de condicionadores fabricados por: • • • Coldex Frigor S.A. Springer Carrier do Nordeste S.A.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2.. impedir a partida simultânea de 2 compressores (unidades com mais de 1 compressor). Indústrias Hitachi S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. impedir a funcionamento simultâneo de refrigeração e aquecimento em um mesma condicionador.12 PAINEL DE COMANDO Deverá ser instalado em local de fácil acesso.. o painel deverá conter ainda uma chave seletora para refrigeração ou calefação. Capital Federal. bem como lâmpadas piloto ou "leds" para sinalização da estado operacional da máquina.04 2. ou elevação demasiada da temperatura superficial das resistências de aquecimento. 3. contendo todos os dispositivos de acionamento da máquina perfeitamente identificados.A.13 INTERTRAVAMENTOS O circuito de comanda da unidade deverá atender às seguintes condições de seqüência operacional: • • • • impedir a partida dos compressores quando não estiverem energizadas as contatoras de ventiladores e de bombas.continuação E-IAC.

entende-se como resfriador de líquido o equipamento de refrigeração destinado ao resfriamento de água até as temperaturas usuais em sistemas de ar condicionado.Proibida a reprodução sem autorização. com proteção mecânica externa. Os condensadores poderão ser em instalação remota. devendo ser dimensionado para proporcionar um adequado sub-resfriamento do refrigerante.1. ou axial onde não seja exigida pressão estática disponível. ou resfriamento de soluções à base de etileno-glicol para sistemas de termoacumulação. visor de liquido com indicador de umidade.5 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sendo os painéis removíveis para permitir o acesso às partes internas da máquina.1. Ventilação e Aquecimento Resfriadores de Líquido E-IAC. Serão dotados de aquecedores de cárter.1. 2. com aletas integrais de alumínio. operando sabre mancais de rolamento blindadas e auto-alinhantes. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. manômetro para leitura das pressões de sucção e descarga. O condensador será em serpentina de tubos de cobre sem costura. e revestido externamente com material isolante térmico. com rearme manual na alta. pressostato de óleo para compressores semi-herméticas. herméticos ou semi-herméticos.3 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS RESFRIADORES COM CONDENSAÇÃO A AR Serão montados em gabinetes metálicos. Será acionado por motor elétrico de indução trifásico. válvula de serviço na sucção e descarga da compressor.2 2. transmissão por polias e correias.1 2.05 1. com pás voltadas para a frente (sirocco).1. fixadas aos tubos por expansão mecânica. Capital Federal. expandidos mecanicamente nos espelhos. com carcaça em aço-carbono e tubos de cobre. Ar Condicionado. Serão admitidos resfriadores com compressores alternativos. O ventilador do condensador será centrífugo. sob o número 218504 . 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.1. II e III.4 2. válvula de expansão termostática com equalização externa. instaladas pelo fabricante: • • • • • • • filtro secador com conexões rosqueáveis. centrífugos ou tipo parafuso. confeccionadas com chapas de aço fosfatizadas e acabamento em pintura eletrostática. O evaporador (chiller) será do tipo "shell and tube". pressostato de alta e baixa. 2. O circuito frigorígeno deverá apresentar as seguintes acessórios. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I. e deverão operar de modo a permitir ao menos 2 estágios de capacidade nos resfriadores com capacidade nominal de 10 TR. Os compressores serão alternativos.

A pintura de acabamento será à base de esmalte sintético. 4 pólos. A carcaça deverá ser testada contra vazamentos a uma pressão de 350 psi. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I.continuação E-IAC. utilizando-se sistemas como chave estrela-triângulo ou chave compensadora automática.2 2. proteção contra sobreaquecimento dos enrolamentos da motor da compressor. estanque às pressões de operação. o qual deverá possuir visor de nível de óleo. Os motores deverão ser adequados para suportar variações de tensão de mais ou menos 10% da tensão nominal.05 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Deverão possuir pistões fundidos em alumínio e virabrequim balanceado estática e dinamicamente para eliminar vibrações. A lubrificação será forçada através de bomba de óleo acoplada ao eixo da compressor. Para resfriadores com capacidade de até 30 TR será admitida a utilização de compressores herméticos.6 O esquema elétrico e a circuito de controle deverá prever os seguintes elementos: • • • • • • fusíveis DIAZED. 2.Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. relé temporizador para máquinas com mais de 1 compressor. chave contatora e relé térmico de sobrecarga para cada motor elétrico. com carcaça externa fabricada em ferro fundido. que ficará permanentemente ligada. termostato para controle da temperatura da água. COM CONDENSAÇÃO A ÁGUA E COMPRESSORES 2. Todos os componentes metálicos da estrutura serão soldados eletricamente com os pontos de solda completamente limpos de rebarbas. até que seja dada a partida no compressor. aplicada sobre fundo antioxidante de cromato de zinco. A partida de motores elétricos deverá ser com corrente inicial reduzida. termostato anticongelamento.2 COMPRESSORES Serão do tipo semi-hermético ou abertos. A disposição da estrutura deverá permitir a fácil remoção dos compressores. pingos ou bolhas. com rotor gaiola e enrolamentos resfriados pelo gás refrigerante de sucção. sob o número 218504 . Os enrolamentos dos motores serão protegidas contra superaquecimento por sensores internos. confeccionado com perfis laminados de aço dimensionados para suportar o peso e vibrações do conjunto. Os compressores serão fixados à base através de calços antivibratórios. Deverão possuir resistências para aquecimento de cárter.2. Capital Federal. de acionamento direto.1 RESFRIADORES ALTERNATIVOS ESTRUTURA O grupo resfriador será montado sobre estrutura metálica. fusíveis para o circuito de comando. 1750 rpm. II e III.1. Utilizarão motores elétricos de indução.2.

para permitir a substituição destes componentes sem perda de gás. Serão dotados de defletores internos e suportes intermediários para evitar movimentos relativos dos tubos. com válvula de expansão com controle de abertura eletrônico. com carcaça confeccionada com aço-carbono e tampas de ferro fundido ou aço.3 TROCADORES DE CALOR Serão do tipo "shell and tube".Proibida a reprodução sem autorização. interligando o cárter de compressores que trabalham em paralelo. dimensionados conforme a NB-3/90 . válvula solenóide na linha de líquido. • • • • • • 2.2. 2 compressores operando em paralelo. pressostato diferencial de óleo (1 para cada compressor). tubulação de equalização de nível de óleo. expandidos mecanicamente contra os espelhos. Cada circuito operará independentemente e contará com os seguintes acessórios. II e III. visor de líquido com indicador de umidade.5 QUADRO ELÉTRICO/PROTEÇÕES Todos os componentes elétricos de proteção e controle do funcionamento da máquina ficarão abrigados em um quadro. O condensador deverá ser dimensionado para propiciar o adequado sub-resfriamento e atuar como reservatório de refrigerante líquido. O controle do fluxo de refrigerante será através de válvula de expansão termostática com equalização externa ou.05 2. Os trocadores serão projetadas e testados conforme as especificações da ASME para vasos de pressão sem combustão. O condensador será dotado de válvula de segurança.4 CIRCUITO FRIGORÍGENO Será confeccionado com tubos de cobre sem costura. isolamento térmica com borracha esponjosa na linha de sucção. para permitir a recolhimento da gás no condensador na parada dos compressores ("pump down"). construído em chapas de aço galvanizado tratadas contra corrosão e com pintura de acabamento. válvulas de serviço capazes de interromper o fluxo de refrigerante e dotadas de conexão para leitura de pressão.2. alternativamente.continuação E-IAC. no máximo. registros na tubulação de comunicação com manômetros e pressostatos. com rearme manual na alta. sob o número 218504 . a montante do filtro secador. 2. O quadro será dotado de portas com trinco e terá ventilação adequada para a dissipação de calor de seus componentes Conterá os seguintes componentes mínimos. Capital Federal. sendo os testes efetuados a pressões compatíveis com as condições operacionais da equipamento. recolhimento e carga de refrigerante. conexão flexível na descarga das compressores. O evaporador será revestido externamente com camada de material isolante térmico. instaladas na sucção e descarga dos compressores e na linha de líquido. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410): Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . com conexões flangeadas e tubos de cobre sem costura com aletamento integral. sendo 1 circuito para cada compressor ou. Poderá ser utilizada válvula piloto comandando a válvula principal em circuitos de grande porte. pressostato de alta e baixa pressão. instalados pelo fabricante: • • • • filtro secador com elementos filtrantes recambiáveis. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. montado junto ao grupo resfriador.2. com proteção mecânica externa.

termostato de múltiplos estágios para controle da temperatura da água gelada..continuação E-IAC.... Sabrag do Brasil Ltda. II e III. barramento de força. Capital Federal.05 • • • • • • • 2. claramente identificáveis: • • • • • • chave partida/parada de cada compressor. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A. termostato anticongelamento do evaporador.A. relés auxiliares para interligação ao sistema de circulação/resfriamento da água de condensação. as resfriadores que operam com estes compressores terão as suas características especificadas pelo PROPRIETÁRIO. e deverá conter os seguintes instrumentos mínimos. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . fusíveis para a circuito de comando. chave contatora e relé térmica de sobrecarga para cada compressor. Springer Carrier do Nordeste S..A.. chave para comutação manual da seqüência de partida dos compressores. PAINEL DE OPERAÇÃO E CONTROLE Será instalado junto ao quadro elétrico. relés temporizadores anti-reciclagem e para partida seqüencial das compressores.2. Sulzer do Brasil S.Proibida a reprodução sem autorização. York International Corporation. 2. manômetros para leitura de pressão de sucção e pressão de descarga de cada circuito.3 RESFRIADORES COM COMPRESSORES CENTRÍFUGOS OU DO TIPO PARAFUSO Por serem de aplicação restrita a instalações de grande porte. Indústrias Hitachi S. manômetros para leitura de pressão de óleo em cada compressor. Mayekawa do Brasil Refrigeração Ltda.A. FABRICANTES Admite-se o uso de resfriadores fabricados por: • • • • • • • Coldex Frigor S.6 fusíveis. lâmpada piloto indicando o funcionamento de cada compressor. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. lâmpada de alarme indicando que proteção atuou em caso de desarme automático das compressores. 3.

Serão utilizadas na circulação de água em sistema de condensação. poderão ser especificados pelo PROPRIETÁRIO outros materiais. 2. construção horizontal. 2. Para aplicações especiais. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. poderão ser especificados motores com índice de proteção superior. sucção axial e descarga no topo da linha de centro do rotor. poderão ser utilizadas bombas de fluxo horizontal ("in line"). Mark Peerless S. vencendo a perda de carga e a altura manométrica da sistema. ou motores de 2 pólos.2 MATERIAIS DE FABRICAÇÃO O rotor e a carcaça serão construídos em ferro fundido ou bronze. Worthington S. Para instalações de calefação com radiadores de ambiente. 4 pólos.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS FORMA CONSTRUTIVA Serão utilizadas bombas centrífugas. admitindo-se nestes casas o uso de bombas seladas. II e III. sob o número 218504 . FABRICANTES Admite-se o uso de bombas centrífugas fabricadas por: • • • • • Hero Equipamentos Industriais Ltda. Capital Federal. água gelada ou água quente.3 MOTORES ELÉTRICOS Serão de indução. 2. de um estágio. Sulzer do Brasil S. Onde as condições locais exigirem. As bombas poderão ser do tipo monobloco ou conjunto moto-bomba. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. próprios para trabalho ao tempo. com acionamento por motores elétricos. com eixo apoiado sobre mancais de rolamento com lubrificação a graxa e acoplamento por luva elástica.Proibida a reprodução sem autorização.A.06 1. com eixo em açocarbono.. Ventilação e Aquecimento Bombas Centrífugas E-IAC... O sistema de montagem deverá ser "back pull out". como ferro fundido nodular ou aço inoxidável.A.A. 3. 2. O sistema de vedação poderá ser através de gaxeta ou selo mecânico. Ar Condicionado. onde a desmontagem da bomba pode ser feita sem mexer na tubulação. KSB Bombas Hidráulicas S. trifásicos. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . rotor do tipo gaiola. conforme definido na projeto. com proteção IP 54 e isolamento classe B. e dimensionamento conforme potência do motor e rotação. O acoplamento deverá possuir suficiente flexibilidade angular e axial para evitar esforços sobre mancais. entende-se como bomba centrífuga o equipamento destinado a efetuar a circulação de água no interior de tubulações. com potência até 1 CV. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst..

Capital Federal. conforme ASTM D-635. 2.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS SISTEMA Serão utilizadas torres de contracorrente paralela. com tratamento idêntico ao item 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. interna e externamente. Poderá ser também através de bicos pulverizadores. Toda a unidade. Os suportes serão dimensionados de forma que o conjunto de placas resulte perfeitamente nivelado e sem deflexões perceptíveis. será pintada com cromato de zinco aluminizado.5 SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA Será através de bacia ou calha de distribuição confeccionadas em "poliester-fiberglass". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 2.2. para grandes capacidades. Ventilação e Aquecimento Torres de Resfriamento E-IAC.2. 2. com circulação do ar forçada ou induzida.plástico reforçado de fibra de vidro) construídas com chapas de fibra de vidro. 2. latão ou material plástico não corrosível. Ar Condicionado. PRFV . Alternativamente. Poderão ainda ser construídas com chapas de aço galvanizada por imersão a quente. quando especificado pela PROPRIETÁRIO. entende-se como torre de resfriamento o equipamento destinado ao resfriamento da água do circuito de condensação de sistemas de refrigeração ou outros. de modo a criar mudanças na direção do fluxo de ar e limitar a perda por arraste ao máximo de 0.3 2. próprias para resistir a temperaturas de até 55°C e inertes a ataques biológicos. II e III. ENCHIMENTO Será constituído por placas onduladas de PVC auto-extinguível. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Outras configurações somente serão aceitas quando especificadas pelo PROPRIETÁRIO.4 ELIMINADORES DE GOTAS Será constituído por um sistema de chicanas.1% da vazão de água circulante. polipropileno ou aço galvanizado. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . poderão ser construídas torres de resfriamento em alvenaria.Proibida a reprodução sem autorização.07 1.3 2. PVC rígido ou poliestireno. 2. poderá ser solicitado o fornecimento de torres de fibra de vidro não inflamável.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. sob o número 218504 . confeccionados em bronze. com todas as arestas resultantes de corte pintadas com composto rico em zinco. construído em aço galvanizado. Partes I. Serão sustentadas por estrutura de chapa de fibra de vidro ou perfilados metálicos.2. através do contato direto da água com o ar.2 retro. Para aplicações especiais.1 CARCAÇA Serão aceitas torres de resfriamento de fibra de vidra ("Fiberglass". auto-suportante ou com estrutura de aço-carbono zincado revestida externamente com elementos de fibra de vidro.2 2. Em instalações de grande capacidade. será aceito enchimento de grades trapezoidais de polipropileno. 2.

7 2. Delta Termo Engenharia Ltda. Deverão ser utilizados preferencialmente motores de baixa rotação. de dupla aspiração.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. filtro tipo tela na saída da água fria.Proibida a reprodução sem autorização. acionando diretamente os ventiladores. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. sob o número 218504 . e rotação conforme a aplicação. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. aço inoxidável ou náilon. ferro fundido ou aço revestido. construída em material similar a carcaça.2 2. com altura ajustável. controle da capacidade através da operação liga/desliga dos ventiladores ou motores de 2 velocidades.continuação E-IAC. poderão ser especificados matares com índice de proteção superior. porta de inspeção estanque que permita acesso à bacia e ao enchimento da torre. com proteção IP 54 e isolamento classe B. rotor do tipo gaiola. controle do nível de água na bacia através de válvula de bronze. e cubos em poliamida. operando sobre mancais de rolamento relubrificáveis com graxeira ou do tipo blindado. tomadas de ar protegidas por venezianas de fibra de vidro ou tela galvanizada. Semco S. acionados por polias e correias. Kepler Weber Controle Ambiental S. Alpina S. conexões para enchimento rápida. conexões para entrada e saída de água com flanges. Onde as condições locais exigirem.8 DEMAIS ELEMENTOS As torres serão fornecidas completas. 2. definidos pela PROPRIETÁRIO.6 2.A.6.6. O uso de redutores com engrenagens ou através de polias e correias ficará limitado a casos especiais.07 2. próprias para trabalho ao tempo.1 VENTILADORES Os ventiladores centrífugos serão construídas em chapas de aço galvanizado ou PRFV. 3. pás voltadas para a frente (sirocco) balanceadas estática e dinamicamente. incorporando ainda as seguintes elementos: • • • • • • • • • bacia de água fria. MOTORES ELÉTRICOS Serão de indução. com passo regulável. trifásicos.A.. Os ventiladores axiais serão construídos com pás múltiplas de polipropileno ou poliuretano. FABRICANTES Admite-se o uso de torres de resfriamento fabricadas por: • • • • • Alfaterm Indústria e Comércio Ltda. Partes I. Capital Federal.. acionada par bóia plástica ou aço inoxidável. de perfil aerodinâmico. II e III. Indústria e Comércio. ladrão com dispositivo anti-respingo e com dreno. parafusos (utilizadas nas torres) de latão naval. comandada par termostato com sensor imerso na bacia da torre.

Será fabricado de acordo com as normas da ASME para vasos de baixa pressão. com circulação de água em múltiplos tubos. As resistências ficarão imersas no reservatório ou no fluxo de água. incluindo os geradores de água quente e os radiadores de calor a seguir descritos.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS GERADORES DE ÁGUA QUENTE São aquecedores de passagem utilizados em sistemas de calefação.2 RADIADORES DE CALOR São os elementos destinados a transmitir ao ambiente a calor da água que circula em seu interior. porta de inspeção e dreno. Capital Federal. termômetro com escala circular de temperaturas. sob o número 218504 . Partes I. O quadro elétrico será fornecido junto com a aquecedor. e retorna ao aquecedor. por processo de estampagem ou solda elétrica. quando utilizados queimadores ou simplesmente resistências imersas na fluxo de água nos aquecedores elétricas. Serão admitidos radiadores fabricados em chapas de alumínio. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2. chave contatora para cada estágio de resistências.1 FONTES DE CALOR ENERGIA ELÉTRICA Serão utilizadas resistências elétricas em fio cromo-níquel. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. O radiador deverá possuir ainda purgador de ar. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. seja par convecção natural ou radiação. Ar Condicionado. 2.3 2. II e III. Uma válvula de controle de vazão será instalada na entrada de água quente para permitir a regulagem do fluxo na radiador. 2.08 1. manômetro e sistema de alarme para sobretemperaturas. entende-se como aquecedor o equipamento destinado a uso em sistemas de calefação. onde a água circula nos radiadores de ambiente ou serpentinas. lâmpadas sinalizadoras dos estágios ligados e chave liga/desliga. Deverão apresentar excelente acabamento externo para instalação aparente. O corpo do aquecedor deverá ser construído em chapas de aço galvanizado jateadas e revestidas com resina epóxi ou aço inoxidável. Ventilação e Aquecimento Aquecedores E-IAC. aquecendose na passagem. A carcaça será construída em chapa de aço. O acionamento das resistências será comandado por termostato com escala de temperatura ajustável. Receberá isolamento térmico em lã de vidra e revestimento externo de aço pintado com tinta esmalte sintético. Deverá ser dotado de válvula de segurança para água. isolado com óxido de magnésio e blindagem externa em cobre. de forma a obter-se um bom rendimento da troca de calor. e serão divididas em múltiplos estágios para permitir a modulação da capacidade da aquecedor. O trocador de calor do aquecedor pode ser aquatubular ou flamotubular. 2.Proibida a reprodução sem autorização. Haverá registros na entrada e saída de água.3. testada e lacrada em fábrica. Será montado sobre base de aço estrutural. fornecido com suportes para fixação em paredes ou pisos.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. conterá fusíveis de força e comando. com pintura eletrostática. A água deverá circular em fluxo cruzado (entrada por um lado e saída pelo outro lado da radiador) .

. O aquecedor possuirá ainda porta de aço com isolamento térmico e trinco para acesso da lenha à fornalha.. Serão datados de queimador para lenha de 1 m de comprimento.A. bem como porta para o cinzeiro com regulador de entrada de ar.continuação E-IAC. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 3. Partes I. sob o número 218504 .3 LENHA Os aquecedores a lenha somente serão utilizados em situações especiais. com sensor ótico de chama acoplado a temporizador que bloqueie a injeção de combustível na caso de falha no início da combustão. Giacomet Termo Metalúrgica Ltda.08 2. constituído por uma borboleta que vede a saída das gases. Ltda. Indústria e Comércio. Dirceu Broilo e Cia. FABRICANTES Admite-se o uso de aquecedores fabricados por: • • • • • Aquecedores Cumulus S. O controle da temperatura da água será totalmente manual. com escala de temperatura ajustável. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. com vazão de ar ajustável e bomba de óleo para assegurar a suprimento de combustível. com grelha removível de ferro fundido e cinzeiro. Kent-Daniel Martins S. II e III. Morganti S.3. O controle da ignição será através de termostato.Proibida a reprodução sem autorização.2 ÓLEO DIESEL Serão utilizados queimadores para óleo que dispensem o uso de chama piloto. Indústria e Comércio. O queimador será dotado de ventilador para circulação forçada de ar.A. Capital Federal. Na saída da chaminé será instalado um abafador de chama. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3.A.. valendose de eletrodos para o início da combustão. 2.

O rotor será balanceado estática e dinamicamente. A carcaça será construída de forma a proporcionar o escoamento do ar sem turbulências e com baixo nível de ruído. serão fixadas a um cubo central ligado ao eixo. exceto quando especificado de outra forma pelo PROPRIETÁRIO. O motor será montado sobre base esticadora. em diversas aplicações. fibra de vidro ou material plástico. ou em dutos com pequena perda de carga. Partes I. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. com eixo de açocarbono operando sobre mancais de rolamento auto-alinhantes. São utilizados para auxiliar a ventilação natural em telhados. como no caso de exaustores para sala de baterias. etc. São utilizados em instalações onde é exigida pressão estática disponível no ventilador. São utilizados para a instalação sem dutos.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS VENTILADORES CENTRÍFUGOS São aqueles em que o fluxo de ar no ventilador se processa no sentido perpendicular ao eixo da rotor. e devem ser estanques à penetração de águas pluviais. de modo a possibilitar a regulagem da tensão sobre as correias. Pode ser usado com ou sem dutos. sob o número 218504 . considerando-se as condições de funcionamento. O motor elétrico será trifásico de indução com rotor tipo gaiola. com as pás voltadas para a frente (sirocco) . 2. Para instalação em ambientes agressivos. O rotor poderá ser de simples ou dupla aspiração. São constituídos por um rotor aerodinâmico construído em aço galvanizado ou alumínio. O motor de acionamento terá as mesmas características que a especificado no item anterior.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. construídos em aço galvanizado ou alternativamente em PRFV (plástico reforçado de fibra de vidro) quando especificado pelo PROPRIETÁRIO. serão utilizados preferencialmente ventiladores fabricados em materiais sintéticos termoplásticos. sendo a polia motora regulável para permitir o ajuste da rotação do ventilador. etc. Ar Condicionado. 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Ventilação e Aquecimento Ventiladores E-IAC. O selecionamento do motor será de acordo com as tabelas de seleção do fabricante do ventilador. autolubrificantes e blindados. como torres de arrefecimento.Proibida a reprodução sem autorização. admitindo-se o uso de motores monofásicos para potências de até 1 CV. Capital Federal. O acionamento será através de polias sulcadas e correias em "V" de fibra sintética. 2. Serão constituídos par rotor e carraça. As pás serão de alumínio fundido.2 VENTILADORES AXIAIS São aqueles em que o fluxo de ar no ventilador é paralelo ao eixo do rotor. balanceado estática e dinamicamente. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. depósitos.3 VENTILADORES EÓLICOS São ventiladores que utilizam componentes da força de convecção e ação dos ventos para movimentar uma estrutura aerodinâmica que acelera a extração do ar. II e III. O acoplamento ao eixo será direto ao motor. chapa de aço galvanizado. A estrutura de suporte do ventilador será rígida o suficiente para impedir a transmissão de vibrações excessivas para os apoios. 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.09 1. entende-se como ventilador o equipamento destinado a efetuar a circulação forçada do ar em sistemas de ventilação geral diluidora ou local exaustora.

Partes I. II e III. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização. Refricon Refrigeração Ltda. Torin Aerotécnica Ltda. Filtragem e Ventilação Ltda. Ventiladores Industriais. FABRICANTES Adimite-se a uso de ventiladores fabricadas por: • • • • • • • Delta Termo Engenharia Ltda.. Kepler Weber Controle Ambiental S..continuação E-IAC.A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Ventisilva Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Otam S.Difusão de Ar.. Trox da Brasil .. Capital Federal.. Acústica.09 3.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.

entende-se como condicionador de ar compacto. No caso de utilização de rede de dutos para insuflamento de ar. sistema para entrada de ar externo. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I. II e III. Capital Federal. juntamente com o aparelho deverá ser fornecido um quadro elétrico completo. os aparelhos serão dotados de válvula reversora para operar em ciclo reverso.10 1. incluindo todos os componentes de comando e proteção. contatoras e relés.3 3. Ar Condicionado. Neste caso. painel frontal com dispositivos de insuflamento de ar com aletas reguláveis (exceto aparelhos para instalação com dutos) chave seletora com as posições: desligado. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. o aparelho deverá possuir pressão estática disponível para vencer a perda de carga da rede de dutos. tipo janela. 2. o equipamento doméstico ou minicentral. Para este uso.A 2. dotado de sistema completo de refrigeração e desumidificação..Proibida a reprodução sem autorização. permitindo o aquecimento do ar no espaço a condicionar.Tipo Janela E-IAC. ventilação e refrigeração. 2. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2 Quando especificado pelo PROPRIETÁRIO.A. filtro de ar removível e lavável.000 até 36.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Elgin Máquinas S. 2.A.000 BTU/h. termostato para regulagem da temperatura ambiente. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. próprios para instalação ao tempo.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Deverão ser dotados dos seguintes elementos mínimos: • • • • • • gabinete metálico com proteção contra corrosão e pintura de acabamento. FABRICANTES Admite-se o uso de condicionadores de ar compactos fabricados por: • • • Consul S.. Ventilação e Aquecimento Condicionadores de Ar Compactos . bem como termostato de ambiente do tipo gás. serão admitidos apenas aparelhos acionados por motores trifásicos. Springer Carrier do Nordeste S. como fusíveis diazed. com capacidade de 7. com meios para circulação e limpeza do ar.

dispositivos de insuflamento e retorno.59 Aço Galvanizado 26 – 0.tolerâncias dimensionais (NBR-6999). Não serão aceitos dutos montados em placas autoportantes de lã de vidro.Aços inoxidáveis . Destina-se à condução de ar. Capital Federal. e acessórios. Quando especificado pelo PROPRIETÁRIO. exaustão ou distribuição.Chapa de alumínio e de ligas de alumínio (NBR-7556). os dutos deverão possuir as faces vincadas em "X'. PB-986/82 . aço inoxidável ou alumínio.1.64 22 – 0. 2.Chapas de aço-carbono zincadas por imersão a quente . alumínio: conforme PB-895/85 . II e III. EB-649/81 .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.1.64 22 – 0. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DUTOS DUTOS CONVENCIONAIS Serão confeccionados em chapas de aço galvanizado.3 São os seguintes os materiais para fabricação de dutos de ar: • aço galvanizado: conforme PB-315/81 .1 2.requisitos gerais (NBR-7013).27 16 – 1. retorno. Ventilação e Aquecimento Rede de Distribuição de Ar E-IAC. • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .95 18 – 1.Chapas de alumínio e suas ligas .27 Circular (mm) Helicoidal até 255 250 a 600 950 a 900 950 a 1250 1300 a 1500 Calandrado Longitudinal até 450 460 a 750 760 a 1150 1160 a 1500 1510 a 1300 Retangular (mm) Lado Maior até 300 310 a 750 760 a 1400 1410 a 2100 2110 a 3000 2.50 24 – 0. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Neste caso.parâmetros básicos de projeto (NBR-6401) cuja tabela é a seguinte: Bitola USG – Espessura (mm) Alumínio 24 – 0.Proibida a reprodução sem autorização.1.1.Chapas de açocarbono zincadas pelo processo contínuo de imersão a quente (NBR-7008) e MB5/88 .Alumínio e suas ligas .Instalações centrais de ar condicionado para conforto . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. entende-se como rede de distribuição de ar o conjunto formado por dutos.ensaio de dobramento semiguiado (NBR-6153). Ar Condicionado.79 20 – 0. poderão ser utilizados dutos convencionais em instalação aparente. para melhor acabamento.1. conforme especificado no projeto. Partes I. ar exterior.chapas propriedades mecânicas (NBR-7823) e EB-1333/82 .95 18 – 1.1.série padronizada (NBR9246). sob o número 218504 .Produto metálico .1 2. 2.16 1. para insuflamento.1.79 20 – 0. aço inoxidável: conforme PB-1210/85 .2 As chapas utilizadas para construção dos dutos deverão ter a bitola de acordo com a NB-10/78 .

1. em instalação invisível. As partes posteriores serão em chapa de aço esmaltadas a fogo na cor preto-fosca. dutos de retorno e outras aplicações.2 2. Onde as condições locais exigirem. sob o número 218504 . II e III.3 DUTOS FLEXÍVEIS Serão utilizados em ramais secundários. grelhas e acessórios de fabricação artesanal. Os difusores lineares de corpo esbelto serão dotados de registro tipo guilhotina e lâminasguias do jato de ar. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . com 1 ou 2 saídas de insuflamento. São formados por espirais de alumínio perfilado e devem possuir flexibilidade com raio de curvatura igual a 1. retro. derivações.2 DIFUSORES E GRELHAS DE INSUFLAMENTO Serão fabricados em perfis de alumínio extrudado e anodizados. 2.2. através de dispositivo instalado nas aberturas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2.1. Os dutos planocilindricos terão a sua forma obtida por processo de expansão mecânica.continuação E-IAC. Poderão ser utilizados difusores para insuflamento e retorno combinados no mesmo elemento. e fluxo de ar regulável quanto ao volume e direcionamento. quando especificado pelo PROPRIETÁRIO.1 DISPOSITIVOS DE INSUFLAMENTO E RETORNO QUALIDADE Serão admitidos os dispositivos fabricados por empresas especializadas. Poderão ser utilizados dutos de seção circular ou planocilíndrica (oval). Poderão ser totalmente construídos em chapa de aço. etc. tais como curvas. os difusores e grelhas serão dotados de registros de aletas convergentes para regulagem de vazão com acionamento pela parte frontal.2.Proibida a reprodução sem autorização. Não serão aceitos difusores. de acordo com o projeto. 2. 2.5 vez o diâmetro nominal. Poderão ser especificados ainda registros tipo captor ou tipo borboleta. podarão ser especificados dutos com revestimento de lã de vidro protegida por sarja plástica. com manta de lã de vidro intercalada entre dois tubos superpostos. encaixes.1. que publiquem catálogos com dados técnicos do desempenho deles. Todos os acessórios utilizados.3 DIFUSORES TIPO “LIGHT TROFFER" São difusores para uso acoplado a luminárias. Para aplicações especiais. sendo as aletas ajustáveis individualmente.1.16 2. formado por 2 tubos superpostos com uma manta de material termoisolante intercalada. Partes I. Capital Federal. reduções. produzidos por processo contínuo com costura helicoidal. conforme o projeto. Os dutos serão de fabricação industrial. As grelhas de insuflamento serão de dupla deflexão. 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. em aplicações especiais. deverão ser fornecidos pelo fabricante dos dutos. Serão construídos em chapa de aço galvanizado. poderão ser utilizados dutos tipo sanduíche. com as mesmas características do item 2.2 DUTOS PRÉ-FABRICADOS Serão confeccionados em chapas de aço galvanizado ou alumínio. Sempre que instalados em dutos de seção constante ou para insuflamento em salas individualizadas. ou dutos tipo sanduíche.

dotada de dispositivo de fixação e indicação do sentido de abertura. Os registros para modulação de vazão devem ser do tipo de lâminas opostas.Proibida a reprodução sem autorização. PRODUTOS/FABRICANTES Admite-se o uso de equipamentos de distribuição de ar fabricados por: Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Terá fechamento através de mola liberada por intermédio de "plug" fusível a temperaturas acima de 70°C. formam um conjunto compacto preso por elo fusível a temperaturas acima de 70°C. e dotadas de moldura e contramoldura. tela galvanizada. O acionamento será efetuado mediante alavanca externa. O fechamento é por gravidade quando utilizado na posição vertical para fluxo de ar horizontal. Para vãos. lâminas de alumínio com juntas de espuma. conforme especificado. maiores serão utilizadas combinações com diversas aletas. 2. 2. Partes I. Serão construídos em chapa de aço galvanizado bitola # 16. servomotor.4 DAMPER CORTA-FOGO TIPO ALETA Constituído por uma aleta tipo sanduíche.5 DAMPER CORTA-FOGO TIPO CORTINA Constituído por uma cortina de lâminas articulares de aço galvanizado que.3. Não deverão possuir aletas com mais de 30 cm de largura ou 120 cm de comprimento. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. quando abertas na posição.3. 3. 2. eixos em latão e buchas em plástico.3 2.3. dotadas de veneziana externa. indevassáveis. II e III.2.4 GRELHAS DE RETORNO Serão construídas em alumínio extrudado ou chapa estampada. 2. filtro de ar removível e lavável e de registro para regulagem de vazão. Formado por uma moldura em chapa de aço ou perfis de alumínio. ou por mola quando utilizado na posição horizontal. acabamento anodizado.16 2. serão fornecidas com aletas tipo “V" invertido.3 DAMPER DE SOBREPRESSÃO Dispositivo que abre com pressão positiva e fecha por gravidade. etc. Para aplicações especiais poderão ser utilizados outros tipos de acionamento como fusível elétrico.2 TOMADA DE AR EXTERIOR Serão fabricadas em alumínio extrudado.1 ACESSÓRIOS REGISTROS São utilizados como elementos de regulagem de vazão de ar em dutos ou vãos (registro de volume). ou para dividir o fluxo de ar em derivações (registro divisório ou "splitter”). com miolo e fibra mineral testada a prova de fogo.3.continuação E-IAC. pistão pneumático. 2.3. sob o número 218504 . revestida com chapa de aço em ambas as faces. com aletas apoiadas em eixos com mancais reforçados em náilon e moldura externa. Quando solicitado. A carcaça e dispositivos de acionamento são construídos em aço galvanizado. com aletas horizontais fixas. Capital Federal.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 DIFUSORES.. GRELHAS E ACESSÓRIOS • • • Comparco . Westaflex Tubos Flexíveis Ltda. sob o número 218504 .continuação E-IAC. Senter Industria e Comércio Ltda.Indústria e Comércio de Componentes de Ar Condicionado Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.. II e III..16 3. Trox do Brasil .Proibida a reprodução sem autorização. Acústica. Partes I.Difusão de Ar. Tropical Artefatos de Metal Ltda. Capital Federal. Dutos Especiais Ltda. 3. Filtragem e Ventilação Ltda.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1 DUTOS • • • • Climatec Indústria e Comércio Ltda..

lira. FABRICANTES Admite-se o uso de materiais fabricados por: • • • Eluma Conexões S. em cobre desoxidado recozido.A.3 ACESSÓRIOS São os componentes complementares das linhas. conexões e acessórios adequadamente montados. utilizandose os componentes dos itens 2. Ventilação e Aquecimento Tubulações Frigorígenas E-IAC.Tubo de cobre e suas ligas. destinados à condução do fluido refrigerante em um circuito de refrigeração de uma instalação de ar condicionado. de fabricação industrial. evaporadores e trocadores de calor (NBR-5029). 2. II e III. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal. as quais consistem em um fole de aço inoxidável altamente flexível com tubo-guia interno e terminais lisos de cobre a sifão.2 CONEXÕES Serão forjadas. etc. 2. tais como juntas de dilatação. sem costura.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. entende-se por tubulação frigorígena. sem costura. 2.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS TUBOS Serão utilizados tubos de cobre extrudados e trefilados. sob o número 218504 . 3. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. para condensadores. Termobronze Metais e Ligas Ltda.Tubo de cobre sem costura para refrigeração e ar condicionado (NBR7541). o conjunto de tubos.17 1. 2. fornecidas de acordo com a norma EB-366/77 Conexões para unir tubos de cobre por soldagem ou brasagem capilar.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. EB-584/84 ..requisitos gerais (NBR-5020). Serão executados na obra.Proibida a reprodução sem autorização.Tubo de cobre e de ligas de cobre. Serão fabricados e fornecidos de acordo com as normas a seguir relacionadas: • • • EB-224/81 .2 retro. Termomecânica São Paulo S. EB-273/82 . Partes I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Ar Condicionado. sem costura .1 e 2. "looping"..

extremidades com chanfros para solda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.3 Produzidas conforme: ISO-R-49 e PB-110/82 (NBR-6943) ANSI-B-16.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. respeitadas as demais exigências mencionadas. Ar Condicionado.1. 2. fornecidas conforme dimensões padronizadas nas normas ANSI-B-16.1 2. sem costura. em instalações de ar condicionado.Tubos de aço-carbono com requisitos de qualidade para condução de fluidos (NBR-5590) (classe reforçada).1 2.18 1.2. para diâmetros acima de 3" (inclusive). e de outros fluidos. conexões e acessórios adequadamente montados e que permitem a circulação de água nos sistemas de condensação.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS TUBOS Serão produzidos por laminação.2.9 e ABNT PB-157/71.1. EB-332/85 . Partes I.2 2. ASTM-A-53 e 106 (classe mínima Schedule 40). Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3 Para solda de topo. para os sistemas a serem aplicados.3 e PB-156/85 (NBR-6925) 2. fabricados e fornecidos conforme as normas a seguir relacionadas: • • • • DIN 2440 (classe média).2 Para diâmetros até 2 1/2" (inclusive).Proibida a reprodução sem autorização.2. deverão ser em aço preto com conexões soldadas ou flangeadas. EB-182/84 . Ventilação e Aquecimento Tubulações Hidráulicas E-IAC. Capital Federal. entende-se como tubulação hidráulica o conjunto de tubos.2. sob o número 218504 . CONEXÕES Deverão ser de fabricação industrial. II e III. em aço-carbono. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . os tubos deverão ser galvanizados e com conexões rosqueadas. as conexões serão produzidas em aço-carbono conforme a norma ASTM-A-234.2 As conexões rosqueadas serão produzidas em ferro maleável conforme a norma ASTM-A-197. 2. galvanizados ou não (conforme especificado). fornecidas de acordo com a tabela abaixo: 2. zincadas. 2. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.3 Classe (kgf/cm²) 10 20 Pressões máximas de serviço conforme: DIN-2950/ISO-R-49 ANSI-B-16. água gelada ou água quente. serão aceitos tubos com costura. 2. e para diâmetros acima de 12" (inclusive).Tubos de aço-carbono para rosca Whitworth gás para usos comuns na condução de fluidos (NBR-5580) (classe média).

ACESSÓRIOS AMORTECEDORES DE VIBRAÇÃO São elementos constituídos de fole de aço inoxidável com terminais soldados e conexões flangeadas. serão fornecidos com tensores externos.5 (classes 150 e 300) e PB-16/65 . internos em aço inoxidável. para pressão até 0. castelo aparafusado (junta confinada).3.4. conforme disposto na TB-265/85 . para pressão superior a 0.3. castelo rosqueado. Nos diâmetros acima de 3” (inclusive).5. Partes I.2 2. ou quando solicitado.5 (classes 150 e 300). deverão ter o corpo e castelo em bronze ASTM-B-61.5. Os flanges cegos (“blind flange") serão forjados em aço-carbono conforme a norma ASTM-A-181 (grau 1) e fornecidos de acordo com a padronização ANSI-B-16. II e III.7 MPa.5 (classes 150 e 300). Nos diâmetros de 1/2" até 2 1/2" (inclusive). castelo ligado por união.1 2.5 ou para solda de topo ANSI-B-16.5 2.4 2.1. deverão ter o corpo e castelo em aço forjado ASTM-A-105. internos em aço inoxidável.continuação E-IAC.3 2. internos de bronze.3 2. sob o número 218504 .4.5 2. São utilizados para eliminar a transmissão de vibrações às tubulações ligadas a bombas ou motores. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Válvulas (NBR-10285) da ABNT. Para pequenos diâmetros.4. haste ascendente/rosca externa.com a padronização ANSI-B-16. extremidades flangeadas (face de ressalto) ANSI-B-16. Os flanges roscados.3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . nos tipos relacionados a seguir. da ABNT. internos de bronze. VÁLVULAS Serão do tipo conceituado na TB-321/87 . haste ascendente/rosca externa. Os flanges com pescoço ("welding neck flange") serão forjados em aço-carbono conforme a norma ASTM-A-181 (grau 1) e fornecidos de acordo com a padronização ABSI-B-16. classe 300.4. fornecidas conforme descrito nos itens a seguir.3 2. classificação "geralmente forjados ou fundidos". zincados.Proibida a reprodução sem autorização. castelo aparafusado. classe 125.2 2. extremidades para rosca BSP. classe 125.25. Nos diâmetros de 1/2" até 1 1/2" (inclusive).4 2. para pressão até 0.7 MPa. com rosca. Capital Federal. deverão ter o corpo e o castelo em ferro fundido ASTM-A-126-Gr.4. haste não ascendente.Flanges metálicos para tubulações (NBR-9530).("threaded flange") serão em ferro maleável.4 2.18 2. extremidades com flange de face lisa ANSI-B-16.7 MPa. para pressão superior a 0. haste não ascendente.7 MPa. Nos diâmetros acima de 2" (inclusive). deverão ter corpo e castelo em aço fundido ASTM-A-216. extremidades flangeadas (face de ressalto) ANSI-B-16.3. conforme a norma ASTM-A-197. 2. classe 300.1 FLANGES Serão de fabricação industrial. fornecidos de acordo.Flanges com ferro maleável.

5. As juntas de borracha são construídas com elemento flexível de borracha sintética.2 2. São elementos de rápida e fácil união para tubos. fabricado em aço inoxidável perfurado. em formato de "Y". Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . São utilizados para reter impurezas eventualmente existentes no interior da tubulação.A. laterais e angulares. 2.5 FILTROS TEMPORÁRIOS São filtros fabricados em chapa de aço-carbono com perfurações.5.18 2.2.6 VEDANTES São elementos usados para melhorar a estanqueidade em conexões rosqueadas de tubulações.5. 2.5. apresentam maior capacidade de absorver dilatações axiais provocadas por variações de temperatura. etc. sob o número 218504 . JUNTAS "DRESSER" Consistem em um cilindro intermediário. São os seguintes os tipos de vedantes: • • cânhamo (sisal-estopa) com zarcão. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. fita vedadora de PTFE (teflon. sendo removidos após a partida das unidades. 2. dois flanges de aperto com parafusos de açocarbono e anéis de vedação elásticos em neoprene. II e III.1 TUBOS • • Cia. 3. Capital Federal. com rosca BSP. Conforja S.6 PURGADORES DE AR Classe 150 psi.continuação E-IAC. São instalados entre par de flanges utilizados de forma temporária para proteger equipamentos. além de amortecer vibrações mecânicas.).1 JUNTAS DE EXPANSÃO AXIAIS As de aço inoxidável são similares aos amortecedores de vibração. fluon. Absorvem movimentos axiais.3 2.4 FILTROS “Y” São acessórios constituídos por um corpo fundido em aço ou ferro fundido.5. Serão utilizados em locais onde a rede hidráulica apresente configuração que possibilite o aprisionamento de bolsões de ar.2 2. PRODUTOS/FABRICANTES Admite-se o uso de produtos fabricados por: 3.2.5.Proibida a reprodução sem autorização. com boa estanqueidade e absorção de movimentos e vibrações. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Siderúrgica Mannesmann. 2.5. Conexões de Aço. Partes I. sendo porém o conjunto guiado internamente por um cano rígido soldado num dos terminais. Além do amortecimento de vibrações. com reforços internos de aço e tela de material sintético fixado a flanges de ferro fundido. com elemento filtrante removível.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III. Duratex S. Niágara S. Comércio e Indústria..A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 3. Importadora e Industrial Dox. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Fundição Tupy S..A.Proibida a reprodução sem autorização. sob o número 218504 . Conexões de Aço. FLANGES E VÁLVULAS • • • • • Cia.A.A.. Partes I. Spirax Sarco S.2 CONEXÕES.A. Capital Federal. Conforja S.18 3.3 ACESSÓRIOS • • Dinatécnica Indústria e Comércio Ltda.continuação E-IAC.

“tês". sob o número 218504 . sendo que a espessura de parede dos mesmos (conforme as classes E.2 ACESSÓRIOS São os componentes utilizados para fixação. devendo ser serrados e soldados para obter-se a configuração desejada. 2. A luva-guia é o suporte deslizante que mantém o alinhamento da tubulação em relação à junta de expansão. conexões e acessórios adequadamente montados e que permitem a circulação de água quente nos sistemas de calefação. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização. entende-se como tubulação para calefação o conjunto de tubos.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.Tubo extra leve de cobre sem costura para condução de água e outros fluidos (NBR-7417) e EB-274/82 Tubo médio e pesado de cobre sem costura para condução de água (NBR-7542) . flanges misturadores e curvas de transposição.A. II e III. Partes I. Terão o mesmo diâmetro da tubulação e um poder de absorção de até 25 mm. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 2. tampões. Devem ser instaladas nos pontos indicados.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS TUBOS Serão utilizados tubos de cobre fabricados conforme a EB-1251/81 . A ou I) e seus diâmetros nominais serão de acordo com o exigido no projeto. 2. Ar Condicionado. descritos nos itens a seguir. Ventilação e Aquecimento Tubulações para Calefação E-IAC. produzidas conforme a EB-366/77 Conexões para unir tubos de cobre por soldagem ou brasagem capilar. permitindo e orientando a dilatação. não se admitindo o uso de conexões fabricadas artesanalmente na obra. de acordo com o previsto no projeto da tubulação: luvas.19 1. 2. As juntas de expansão consistem em um fole de aço inoxidável altamente flexível.3. Os tubos serão fornecidos em barras de 5 m. Capital Federal. uniões. permitindo a livre dilatação da tubulação.3 2.3. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. 2. São as seguintes as conexões a serem utilizadas. curvas. conectores. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. buchas de redução. ancoragem e absorção de movimentos resultantes de dilatações.3. A luva-ponto fixo é utilizada nos pontos de fixação (ancoragem) da tubulação. cotovelos.2 CONEXÕES As conexões serão sempre de fabricação industrial.3 3. com tubo guia interno e terminais lisos de cobre. FABRICANTES Admite-se o uso de produtos fabricados por: • Eluma Conexões S. 2.

1.A.1 1. II e III.1. utiliza-se cola à.3 Placas de espuma rígida de poliestireno extrudada com película. 1. com espessura de 20 mm e densidade de 20 kg/m³.24 1.1.1..2 1.A. Isopor F III. com espessura de 25 mm. com 40 mm de espessura e densidade de 30 kg/m³.2. com densidade de 30 kg/m³. densidade de 20 kg/m³ e proteção externa em filme de alumínio. REFERÊNCIA: Isoflex 120. da Cia.1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1. da Brascola Ltda. REFERÊNCIA: Plastcola HI-17. REFERÊNCIA: Styrofoam.2.A. REFERÊNCIA: Calcel.2. utiliza-se cola à base de PVA. sob o número 218504 . com espessura de 25 mm e densidade de 32 kg/m³. Ventilação e Aquecimento Isolamento Térmico e Acústico E-IAC.2.2 Calhas de espuma rígida de poliuretano auto-extinguível. Vidraria Santa Marina.1.A.2 1.1.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO ISOLAMENTO TÉRMICO DUTOS DE AR CONDICIONADO MATERIAIS Mantas ou placas de lã de vidro mineral.2 REFERÊNCIA: 1.1.A. 1. Eucavid Isoduto. REFERÊNCIA: Calhas de Isopor F. da Dow Química S. 1. 1. da Indústria de Isolantes Térmicos Calorisol S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Placas de poliestireno expandido auto-extinguível.A.1. da Isopor Indústria e Comércio de plásticos S.1 1.base de borracha sintética e resina. da Eucatex S. da Isopor Indústria e Comércio de Plásticos S. 1.1 TUBULAÇÃO DE AÇO PARA ÁGUA GELADA OU QUENTE MATERIAIS Calhas de poliestireno expandido auto-extinguível.2. Tupiniquim Termotécnica S.2.1 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.Proibida a reprodução sem autorização.1.2 ADESIVOS Para lã de vidro. Partes I.1 1. Indústria e Comércio. Capital Federal. Para poliestireno. Ar Condicionado.

1. a tubulação será envolvida em argamassa de amianto em pó e cal. Se aparente.3.3.2. Elumaflex. REFERÊNCIA: Impervéu. se embutida em alvenaria ou aparente.2. REFERÊNCIA: Belmetal Indústria e Comércio Ltda. da Indústria de Isolantes Térmicos Calorisol S.1 TUBULAÇÕES FRIGORÍGENAS LINHA DE SUCÇÃO Será isolada com calhas de poliestireno expandido auto-extinguível.2. II e III. Capital Federal. retro. 1.1 PROTEÇÃO MECÂNICA Calha de alumínio corrugado. Cal-Jack. densidade de 30 kg/m³.1 BARREIRA DE VAPOR Revestimento do isolamento com véu de vidro. REFERÊNCIA: Vedaprem Preto. A tubulação poderá também ser envolvida com tubos de espuma de polietileno presa com fitas ou braçadeiras.1 1.4 1. com espessura de 0. 1.3 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .3 TUBULAÇÃO DE COBRE PARA ÁGUA QUENTE Se embutida em alvenaria..2 1.2. da Inducel Espumas Industriais Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.continuação E-IAC. com espessura de 2 cm por toda a volta do tubo.3. 1.Proibida a reprodução sem autorização. com células fechadas e espessura mínima de 10 mm.2.2. Calokote.A.A.24 1.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sendo a barreira de vapor executada com véu de vidro e asfalto oxidado. 1. da Aeroglass Brasileira S. protegidas externamente com alumínio corrugado. da Inducel Espumas Industriais Ltda. com densidade entre 35 e 40 g/m³ e espessura de 0.2 Emulsão de asfalto oxidado (frio-asfalto).2.A. da Otto Baumgart Indústria e Comércio S.2 LINHA DE LIQUIDO OU DESCARGA Será isolada com a utilização de tubos de polietileno expandido flexível. no traço 3:1.2.3 1.2 1. a tubulação será envolvida com calhas de lã de vidro. REFERÊNCIA: Isoltubo. REFERÊNCIA: Isoltubo. REFERÊNCIA: Conforme item 1.3.35 mm. sob o número 218504 . da Indústria de Isolantes Térmicos Calorisol S.A. da Eluma Conexões S.A.4.4. com calhas de alumínio. Partes I. e a proteção mecânica. com espessura mínima de 25 mm..15 mm.

1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO ISOLAMENTO ACÚSTICO BIDIM Geotextil fabricado a partir de filamentos contínuos de poliéster. produzidas através do rearranjo de fibras de eucalipto. da Illbruck Industrial Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A. REFERÊNCIA: Eucatex Isolante Simples ou Revestido. 2. REFERÊNCIA Bidim OP-60.2 CHAPA ISOLANTE Chapa com características termoacústicas. II e III. 2. REFERÊNCIA: Sonex. onde se requerem características de atenuação acústica. sendo utilizado no revestimento interno de dutos de ar. Capital Federal. Utilizada no revestimento de casas de máquinas ou na construção de chicanas. da Eucatex S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.continuação E-IAC. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . formando grande quantidade de células de ar intercomunicadas. Climatex Indústria de Madeira Mineralizeda Ltda.24 2. Indústria e Comércio. que absorvem a energia acústica incidente. da Rhodia S. sendo a superfície formada por cunhas anecóicas. Partes I. revestimento de chicanas ou venezianas de retorno. 2.A.Proibida a reprodução sem autorização.3 ABSORVEDOR ACÚSTICO DE ESPUMA Placa produzida à base de espuma flexível de poliuretano poliéster auto-extinguível. sob o número 218504 . para atenuação acústica.

ou proporcional + integral derivativo (PID) .1 3.1 3. sendo um estágio para cada compressor.1 TIPOS Os dispositivos de controle poderão ser do tipo mecânico. tais como controle de temperatura da água ou do ar em dutos.1. sob o número 218504 . com sensor tipo termistor. UMIDISTATOS São dispositivos para controle da umidade relativa de um ambiente. A ação do controlador sobre o elemento final de controle poderá ser do tipo liga/desliga ("on/off") ou gradual. associado a outros dispositivos. A faixa de operação será no mínimo entre 20 e 80% com precisão de 2%. conforme descrito nos itens a seguir.1. O elemento sensor será um capacitor de capacitância variável.25 1. Partes I. pressão ou vazão. etc. entende-se como dispositivo de controle o elemento que. II e III. sendo de no máximo 2°C entre estágios. 3. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. tubulações. serão utilizados termostatos com sensor remoto.2 3.Serão do tipo eletrônico. Ventilação e Aquecimento Dispositivos de Controle E-IAC. proporcional + integral (PI) .2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . normalmente utilizados em salas de equipamentos onde esta variável precisa situar-se dentro de parâmetros predeterminados. Os de ação gradual serão utilizados para o controle de válvula ou "dampers'. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1. 2. O elemento sensor será um diafragma duplo com enchimento de gás ou vapor.1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst . conforme definido no projeto. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS TERMOSTATOS Os termostatos de ambiente são aqueles instalados diretamente no ambiente a condicionar. A ação deverá ser direta e inversa. conforme projeto.1. 2. sendo o sinal de saída uma tensão DC variável.1 3. sendo a aplicação de cada tipo definida no projeto.1. eletromecânico ou eletrônico.Proibida a reprodução sem autorização.ou gradual. . O contato será do tipo SPDT.2 3. monitorando temperatura. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. devendo os componentes ficar abrigados por uma caixa plástica ou metálica. é utilizado para manter os diversos componentes de uma instalação de ar condicionado operando dentro das condições projetadas. 2. e de 1°C em cada estágio. Poderão ser do tipo liga/desliga . somente serão utilizados quando assim definir o PROPRIETÁRIO. Para outras aplicações.Ar Condicionado. Os controladores pneumáticos. O ajuste de temperatura deverá ser por meio de potenciômetro interno com escala. ou termistor no caso de termostato eletrônico. Serão de dois tipos. geralmente em instalações com fan-coil. por serem de aplicação especifica. com acabamento compatível para instalação aparente. Os controladores de ação gradual poderão ser do tipo proporcional (P). umidade.. para permitir a atuação do atuador em 2 sentidos (abrir/fechar). Os de ação liga/desliga serão utilizados para o controle de compressores em unidades tipo self-contained ou split. Capital Federal. Deverá possuir botão de ajuste do "set-point" com escala de temperaturas. O diferencial será fixo.2 3.

serão sempre de ação gradual. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Inc.3 ATUADORES São dispositivos constituídos por um motor de corrente continua. O ângulo de trabalho deverá ser de no mínimo 90°. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . O torque do motor deverá ser compatível com o esforço requerido no acionamento. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Smart Indústria e Comércio Ltda.Proibida a reprodução sem autorização.4 CHAVES DE FLUXO São dispositivos que sensoram a vazão de um fluido (água ou ar) . Devem possuir parafuso externo para ajuste fino do fluxo.. "dampers". enviando um sinal de presença de fluxo.. II e III. Ibracon Controles Eletrônicos Ltda. 4. com dimensões de acordo com a tubulação.. Importec . Robertshaw do Brasil S. metálica ou plástica. Para a instalação em tubulação de água.A.. com possibilidade de ajuste. utilizados para o acionamento de válvulas. Lands and Gyr Powers. conforme a aplicação. deverão possuir conexão com rosca BSP e palheta de material incorrosível.Importadora de Ferramentas Técnicas Ltda. 3. FABRICANTES Adimite-se o uso de dispositivos de controle fabricados por: • • • • • • • • Honeywell do Brasil e Cia. Partes I. Podem ser de ação liga/desliga ou gradual. São utilizados em sistemas com condensação a água ou ar. regulando o fluxo no condensador em função da pressão de condensação ou temperatura do ar de descarga. etc. Para o acionamento de válvulas de 3 vias em fan-coils.25 3. Jonhson Controis Ltda. Deverão possuir parafuso para ajuste de sensibilidade. Staefa Control System Inc. São compostas por uma palheta que fica imersa no fluxo e por um microinterruptor com contatos SPDT. Capital Federal..5 VÁLVULAS PRESSOSTÁTICAS/TERMOSTÁTICAS São dispositivos que controlam a vazão de um fluido (água/ar) através da informação de um sensor de pressão e temperatura. um circuito eletrônico e um conjunto de engrenagens.. 3.continuação E-IAC. Os componentes do atuador serão montados em uma caixa fechada. sob o número 218504 ..

Proibida a reprodução sem autorização. 2.2 3.1. A expansão é provocada pela ação de uma peça cônica. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . leituras. Os amortecedores metálicos serão constituídos de elementos elásticos formados por almofadas resilientes montadas em peças metálicas.2 2.1.1 2. Serão utilizados pinos roscados de aço com acabamento zincado. com ponteiro balanceado pintado de preto. O capilar será em vidro com baixo coeficiente de dilatação. Chumbadores de expansão são elementos de fixação que. com haste de imersão em latão.1 2. absorção de vibrações. sob o número 218504 . após introduzidos em furo efetuado no local de instalação.2 2. Ar Condicionado. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Podem ser utilizados chumbadores com parafuso. com caixa em duralumínio anodizado na cor ouro com formato em "V".2. que protege o vidro com graduações numéricas em graus centígrados gravadas em preto. ou constituídas por fio de aço especial. conforme a aplicação. 2. soquete de latão laminado.2. com caixa em aço estampado e tubo em latão repuxado. O tipo de amortecedor será escolhido conforme a aplicação.3. entende-se como acessório a gama de elementos complementares de uma instalação de ar condicionado. a qual aproveita a energia gerada pela deflagração de cartuchos com pólvora (fincapinos) para impulsionar o elemento de fixação (pino). ISOLADORES DE VIBRAÇÃO Os calços serão constituídos por elastômero clorado com alta resiliência e baixa histerese. 2. Ventilação e Aquecimento Acessórios Diversos E-IAC. utilizados para fixação. Capital Federal. INSTRUMENTOS Os manômetros e manovacuômetros serão do tipo "bourdon". são fixados pela expansão de uma peça cilíndrica (jaqueta ou presilha). PRODUTOS/FABRICANTES Admite-se o uso de acessórios fabricados por. A escala será selecionada conforme a aplicação. As escalas de pressão serão selecionadas conforme a aplicação.26 1.3 2.1 2. Os termômetros serão do tipo capela. laminado.2 2. Terão diâmetro mínimo de 100 mm e precisão mínima de 2%.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS ACESSÓRIOS DE FIXAÇÃO O sistema de fixação a pólvora consiste na utilização de uma ferramenta especial (pistola). enrolado e prensado.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. tracionada pelo parafuso quando do aperto da porca. Partes I. II e III. com prisioneiro de rosca externa ou autoperfurantes com rosca interna. etc. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. dial em alumínio fosco protegido por vidro de 2 mm. São construídos em aço com acabamento zincado.3. O elemento sensor será o mercúrio. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.

Partes I.3 ISOLADORES DE VIBRAÇÃO • • Vibrachoc Industrial Ltda. . Capital Federal. Mecânica Walsywa Ltda. 3. Incoterm Indústria de Termômetros Ltda. Vibranihil Comércio e Indústria de Amortecedores de Vibração Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III.26 3. 3.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Divisão de Manômetros Willy.continuação E-IAC. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização. Importadora e Industrial Dox.2 INSTRUMENTOS • • • Cia.1 ACESSÓRIOS PARA FIXAÇÃO • • • Fischer Brasil Indústria e Comércio Ltda.. Dresser Indústria e Comércio Ltda.. Tecnart Indústria e Comércio Ltda. sob o número 218504 .

5 1. Toda luminária apresentará. zincagem ou outro processo equivalente. O reator de cada luminária deverá poder ser acessado sem a remoção da luminária. As luminárias destinadas a funcionar expostas ao tempo ou em locais úmidos deverão ser construídas de forma a impedir penetração de umidade em eletrodutos.3 1.2. deverão ser construídas de forma a apresentar resistência adequada e dimensões tais que propiciem espaço suficiente para as ligações elétricas.Proibida a reprodução sem autorização.2.2 1.2 1. II e III.2. sob o número 218504 ..7 1. modelo da luminária.1 1. etc. 1. com espessura adequada e arestas expostas lapidadas.). a fiação não poderá ser visível. tratamento de decapagem. reatores.2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. incandescentes ou fluorescentes. Telecom. As luminárias destinadas a ficar embutidas deverão ser construídas com material incombustível e não danificável sob condições normais de serviço. e Informática Pontos de Utilização Luminárias – Aparelhos E-IEL.2. as seguintes informações: • • • nome do fabricante ou marca registrada. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Elétricas.2.2. potência máxima dos dispositivos que nela podem ser instalados (lâmpadas. É vedado o emprego de materiais absorventes nesses aparelhos. As seções de vidro das luminárias deverão ser montadas de forma a oferecer segurança. Com a luminária instalada. de forma a evitar cortes quando manipuladas. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA As luminárias. As luminárias deverão ser providas de sistema que permita fácil substituição das lâmpadas sem o uso de ferramentas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2. porta-lâmpadas e lâmpadas. marcadas em local visível. Partes I. A fiação das luminárias deverá ter isolamento termoplástico para temperaturas até 105°C. tabela dos fatores de utilização. 1.4 1. Capital Federal. condutos. portalâmpadas e demais partes elétricas.01 1. caberá ao CONSTRUTOR a apresentação da seguinte documentação técnica: • • • curva de distribuição luminosa nos planos transversal e longitudinal da luminária.8 Em caso de substituição do produto especificado. curva zonal. mediante pintura de acabamento à base de epóxi por processo eletrostático e recozimento em estufa.6 1. fosfatizado. Mecânicas. Independente do aspecto estético desejado. deverão ser observadas as seguintes recomendações: Todas as partes de aço deverão ser protegidas contra corrosão. Seu invólucro deve abrigar todos os condutores de corrente.

Metalúrgica Trópico Indústria e Comércio Ltda.. Tecnowatt Indústria Eletrotécnica Ltda. sob o número 218504 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Metalúrgica Projeto Indústria e Comércio Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A ... Dialuz .A. Fábrica Metalúrgica de Lustres Ltda.. . Intral S.A. Partes I.. Decorlite S.A.Indústria e Comércio Ltda. FABRICANTES Admite-se o emprego de luminárias fabricadas por: • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Art-Luz Indústria e Comércio S. Peterco do Nordeste S. Metalúrgica Moferco Ltda... Indústria Elétrica Itaim Comercial Ltda. Lumini Equipamentos de Iluminação Ltda. Dominici Iluminação Moderna Ltda. Capital Federal. Indelpa Indústria Elétrica Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III. Indústria de Materiais Elétricos. Queiroz e Cia. Siemens S. Lúmem Eletrometarlúgica Ltda. Indústria de Iluminação. P. Philips do Brasil Ltda. (Lustres Pelotas).continuação E-IEL...Proibida a reprodução sem autorização.A. Ltda. Produtos Elétricos.A....A.. Decobrás S.Decorações Indústria e Comércio.01 2.

1. 2. As bases não devem rodar em relação ao bulbo quando sujeitas. nome do fabricante ou marca registrada. O deslocamento angular máximo. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III.2 2.4 As lâmpadas deverão ter vida nominal de 1. no mínimo.2 2. manchas ou defeitos que prejudiquem o seu desempenho. pelo menos. Capital Federal. e Informática Pontos de Utilização Luminárias-Lâmpadas E-IEL. as seguintes marcações legíveis no bulbo ou na base: • • • potência nominal (W).000 horas. As lâmpadas deverão apresentar. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .02 1.1.NBR5121) Lâmpadas fluorescentes para iluminação geral (NBR-5115) Lâmpadas incandescentes com filamento de tungstênio .1 2. As lâmpadas apresentarão.1 2.2.1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização. entre os planos que passam pelos pinos da base. Mecânicas.ensaios (NBR5387) Lâmpadas fluorescentes para iluminação geral (NBR-5160) 2. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto deverá haver especial atenção para as seguintes: EB-8/80 EB-244/76 MB-370/84 MB-449/78 Lâmpadas com filamento de tungstênio para iluminação geral .1 2. Partes I. aos momentos de torção estabelecidos na MB-449/78 (NBR-5160).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.2 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA LÂMPADAS INCANDESCENTES Os bulbos deverão ser isentos de impurezas.2.2. as seguintes marcações legíveis no bulbo ou na base: • • • tensão nominal (V).3 2. Telecom. nome do fabricante ou marca registrada. potência nominal (W). sob o número 218504 . manchas ou defeitos que prejudiquem o seu desempenho.2. 2. Elétricas. designação da cor. LÂMPADAS FLUORESCENTES Os bulbos deverão ser isentos de impurezas.3 2. é de 6 graus.

as relacionadas.1 2. lâmpadas vapor de sódio. Partes I. Sylvania Indústria e Comércio Ltda. II e III.Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal.2 LÂMPADAS ESPECIAIS Os bulbos deverão ser isentos de impurezas. manchas ou defeitos que prejudiquem seu funcionamento. Philips do Brasil Ltda.02 2. lâmpadas vapor metálico. lâmpadas minifluorescentes. O PROPRIETÁRIO admitirá lâmpadas especiais. General Eletric do Brasil S.continuação E-IEL.. Osram do Brasil Cia.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. desde que definidas em projeto ou pela FISCALIZAÇÃO: • • • • • • lâmpadas luz mista. PRODUTOS Admite-se o emprego de lâmpadas fabricadas por: • • • • • CBL . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. lâmpadas vapor de mercúrio.Cia. de Lâmpadas Elétricas.3.3 2. 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 . lâmpadas halógenas. Brasileira de Lâmpadas.3.

esquema de ligações. fator de potência. máxima temperatura de operação do enrolamento do reator. esmaltado. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.ensaios (NBR-5170).4 2. Reatores para lâmpadas fluorescentes . Mecânicas. tipo de lâmpada a que se destina.ensaios (NBR-5172). sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização. são as estabelecidas nas Normas Brasileiras. O invólucro do reator será protegido interna e externamente contra a oxidação. As características de funcionamento.2 2. Todo reator deverá apresentar uma identificação durável. por meio de pintura. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. condições potência e outros. As bobinas serão enroladas com fio de cobre. 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Partes I. corrente nominal de alimentação.6 O isolamento dos condutores terminais deverá ser de. e Informática Pontos de Utilização Luminárias – Reatores E-IEL. classe térmica 130°C. Elétricas. reatores de partida rápida (PR) e de alto fator de potência (AFP). Capital Federal.3 2. O núcleo do reator será laminado em aço silício de reduzida perda magnética. máxima elevação de temperatura. freqüência nominal. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto dê-se especial atenção às seguintes. 2. em suas instalações de lâmpadas fluorescentes.. Reatores para lâmpadas a vapor de mercúrio a alta pressão . na qual deverão seguintes informações: • • • • • • • • • • nome ou marca do fabricante. 2. tensão nominal.03 1. O PROPRIETÁRIO apenas admitirá. no mínimo. potência nominal das lâmpadas. 600 V. Telecom. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . zincagem ou processo equivalente. esmaltação. tais como tensão de saída. II e III.5 2.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Todo reator será provido de invólucro imcombustível e resistente à umidade. EB-187/85 EB-805/80 MB-1033/80 MB-1105/85 Reatores para lâmpadas fluorescentes tubulares (NBR-5114). Reatores para lâmpadas a vapor de mercúrio a alta pressão (NBR5125).

FABRICANTES Admite-se o emprego de reatores fabricados por: • • • • • • • CBL . Partes I. Intral S. sob o número 218504 . Indústria de Materiais Elétricos..03 3.continuação E-IEL. Indelpa Indústria Elétrica Ltda. Capital Federal. II e III.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Helfont Produtos Elétricos S. Sylvania Indústria e Comércio Ltda. Philips do Brasil Ltda. Keiko do Brasil Indústria e Comércio Ltda.A.Proibida a reprodução sem autorização.. Brasileira de Lâmpadas.Cia.

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Elétricas, Mecânicas, Telecom. e Informática Pontos de Utilização Luminárias - Acessórios Diversos E-IEL.04

1.

NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto, deverá ser dada especial atenção às relacionadas abaixo: CB-85/81 EB-1163/86 MB-2428/86 Bases e receptáculos de lâmpadas (NBR-8346); Receptáculo para lâmpadas fluorescentes e starters (NBR-9312); Receptáculo para lâmpadas fluorescentes e starters - ensaios (NBR9329) -

2.

DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação, entendem-se por acessórios diversos os receptáculos, soquetes e outros da espécie que se complementam e integram as luminárias.

3. 3.1

CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Os receptáculos para lâmpadas incandescentes serão especificados para cada caso, cumprindo definir: • • • • • • potência e tensão, no mínimo 300 W e 250 V; material: porcelana, plástico, etc.; tipo de rosca; tipo normal ou pesado; contato lateral ou não; tipo plafonier.

3.2

Os receptáculos para lâmpadas fluorescentes também serão especificados para cada caso e apresentarão, no mínimo, as seguintes características: • • • proteção contra vibração (antivibratórios); proteção contra queda da lâmpada; molas de aço inoxidável para garantia de contato elétrico.

3.3

Os acessórios diversos deverão satisfazer as normas da ABNT atinentes ao assunto e deverão ser objeto de especificação discriminada no projeto de instalação elétrica.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

continuação

E-IEL.04

4.

FABRICANTES Admite-se o emprego dos acessórios fabricados por: • • • • CBL - Cia. Brasileira de Lâmpadas; Lorenzetti S.A. Indústrias Brasileiras Eletrometalúrgicas; Perlex Produtos Plásticos Ltda.; Westinghouse do Brasil S.A.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Elétricas, Mecânicas, Telecom. e Informática Pontos de Utilização Tomadas E-IEL.05

1.

NORMAS As tomadas satisfarão a todas as normas da ABNT atinentes ao assunto, particularmente às seguintes: EB-1112/80 EB-1312/82 MB-1455/80 MB-1748/82 PB-930/82 Plugues e tomadas para uso doméstico (NBR-6147); Plugue e tomada de uso industrial (NBR-7845); Plugues e tomadas de uso doméstico - ensaio de resistência à corrosão (NBR-6256); Plugue e tomada de uso industrial - resistência à corrosão (NBR-7858); Plugues e tomadas de uso doméstico.

2. 2.1 2.1.1 2.1.2

CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA TOMADAS - USO GERAL (tipo 2 pólos + terra e universal) As tomadas de piso e parede para luz e força deverão ser, normalmente, do tipo pesado, com contatos em liga de cobre, 10 A/250 V, no mínimo. Para segurança contra choques elétricos, os contatos deverão ficar distantes, cerca de 8 mm da placa. Deverá haver conexão perfeita da tomada com qualquer tipo de plugue, de pino chato ou redondo. Os bornes deverão permitir ligação rápida e segura de condutores de seção 2,5 mm², cada. Os corpos das tomadas deverão ser de material auto-extinguível para garantia de isolamento elétrico total. TOMADAS ESPECIAIS As tomadas destinadas às instalações especiais serão do tipo polarizadas (tripolares ou tetrapolares) . Serão instaladas desde que definidas em projeto ou pela FISCALIZAÇÃO. As tomadas e plugues blindados serão à prova de tempo, gases, vapores ou explosão, montados em caixa de liga de alumínio com tampa-mola ou tampa com rosca, definidas em projeto, especificação ou pela FISCALIZAÇÃO. FABRICANTES Admite-se o emprego de tomadas fabricadas por: • • • Acripur SA. Indústria e Comércio (Alumbra); Bticino Equipamentos Elétricos Ltda.; Fame S.A. - Fábrica de Aparelhos e Materiais Elétricos;

2.1.3 2.1.4 2.2 2.2.1 2.2.2

3.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

continuação

E-IEL.05

• • • • • • • •

Indústria Panan S.A. de Material Elétrico; Iriel Indústria e Comércio de Material Elétrico Ltda.; Lorenzetti S.A. Indústrias Brasileiras Eletrometalúrgicas; Perlex Produtos Plásticos Ltda.; Pial Eletro-Eletrônicos Ltda.; Primelétrica Ltda.; Siemens S.A.; Steck - Conexões e Materiais Elétricos Ltda.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Elétricas, Mecânicas, Telecom. e Informática Pontos de Utilização Campainhas e Cigarras E-IEL.06

1. 1.1 1.1.1

CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA CAMPAINHAS Serão dos tipos seguintes: • • • • • de timbre, de embutir, 50/60 Hz; de timbre, de sobrepor; musicais 50/60 Hz; musicais com termistor para proteção; de alta potência.

1.1.2 1.1.3

As campainhas de timbre, de embutir, adaptam-se em caixas de 50 x 100 mm. As campainhas de alta potência, para uso de alarme sonoro, deverão apresentar as seguintes características: • • • • • base e suporte em termoplástico reforçado, preto; sino em aço, com pintura esmalte anticorrosão; tempo de funcionamento de 200 horas, com pulsador travado, em condições normais; potência acústica a 2,00 m, de 100 a 104 dã; timbres, de 150 a 250 mm (diâmetro)

1.2

CIGARRAS Poderão ser do tipo de embutir ou de sobrepor.

2.

FABRICANTES Admite-se o emprego de campainhas e cigarras fabricados por: • • Fame S.A. - Fábrica de Aparelhos e Materiais Elétricos; Pial Eletro-Eletrônicos Ltda.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Elétricas, Mecânicas, Telecom. e Informática Caixas E-IEL.07

1.

NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto, haverá particular atenção para as seguintes: EB-1162/86 MB-1307/86 PB-23/86 Caixas de derivação para uso em instalações elétricas domésticas e análogas (NBR-6235); Caixas de derivação para uso em instalações elétricas domésticas e análogas - ensaios (NBR-6720); Caixas de derivação para uso em instalações elétricas domésticas e análogas - dimensões (NBR-5431) .

2. 2.1. 2.1.1

CAIXAS DE DERIVAÇÃO METÁLICAS As caixas de derivações metálicas deverão ser, conforme o fim a que se destinem, de chapa de aço esmaltado, galvanizado, ou pintado com tinta de base metálica ou de ligas de alumínio. As caixas de derivação deverão ter vinténs ou olhais para assegurar a fixação de eletrodutos. será permitida a abertura dos vinténs ou olhais que se tornarem necessários. 2.1.2 As caixas de derivação de aço esmaltado mais usualmente empregadas deverão ser de chapa de aço n° 16 (BWG) ou n° 15 (MSG), com as características constantes da tabela abaixo:

2.1.2

TIPO QUADRADA

DIMENSÕES (mm) 101 x 101 x 48 127 x 127 x 54

DIMENSÕES (“) 4 x 4 x 1 7/8 5 x 5 x 2 1/8 4 x 2 x 1 7/8 3 x 3 x 1 3/4

ORELHAS 4 4 2 2

OLHAIS (mm) 15 e 20 15 e 20 15 e 20 15 e 20

RETANGULAR OCTOGONAL

101 x 51 x 48 76 x 76 x 44

2.1.4

As caixas de derivação de aço galvanizado mais usualmente empregadas deverão ser de chapa de aço n° 14 (BWG) ou n° 13 (MSG), octogonais de fundo móvel, de 101 x 101 x 51 mm (4" x 4" x 2"),com 4 orelhas internas e 2 externas e olhais de 15 e 20 mm. As caixas deverão ser de embutir ou, para instalações aparentes, de sobrepor.

2.1.5

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

continuação

E-IEL.07

2.1.6

As caixas de piso para tomadas de energia, telefonia, alarme ou lógica deverão ser constituídas de liga de alumínio com elevada resistência ou ferro galvanizado, com tampas e espelhos em latão deslizante. As caixas deverão ser dotadas de entradas rosqueadas para fixação de eletrodutos. No caso de caixas duplas ou triplas (pontos de energia e telefonia) os compartimentos deverão ser divididos por septos do mesmo tipo de material das caixas. O PROPRIETÁRIO admitirá também caixas de aço com galvanização eletrolítica para as tomadas de piso, quando a distribuição da rede for feita por meio de dutos ou canaletas metálicas. Em plataforma de atendimento, poderão ser instalados terminais do tipo pedestal para telefonia (key-system) e sistema on line, de forma a facilitar ampliações, remanejamento e manutenções. Deverão ser fundidos em alumínio, resistente a impactos e pintados em tinta eletrostática. PLÁSTICAS Deverão ser, conforme o fim a que se destinem, de PVC rígido, baquelite, polipropleno ou polietileno . As caixas deverão ter vinténs ou olhais para assegurar a fixação de eletrodutos. Só será permitida a abertura dos vinténs ou olhais que se tornarem necessários. De preferência, as caixas plásticas de derivação deverão ser dotadas de rosca metálica injetada, fabricada em aço zincado, do tipo "rosca-firme". CAIXAS DE PASSAGEM COM PORTA Serão de chapa de aço n° 14 (BWG) com pintura antioxidante, terão molduras e portas ajustáveis para perfeito acabamento e serão providas de trinco e/ou fechadura que garantam segurança e dobradiças dimensionadas para o peso da porta.

2.1.7

2.1.8

2.2 2.2.1 2.2.2 2.2.3 3. 3.1

3.2

COM TAMPA As caixas de passagem com tampa aparafusada serão de chapa de aço n° 16 (BWG) , bem como submetidas a tratamento antioxidante.

3.3 3.3.1

PARA TELEFONES Serão de chapa de aço com espessura mínima n° 18 (BWG), como fundo em madeira de lei, com pelo menos 25 mm espessura. A chapa terá tratamento antioxidante e a madeira do fundo será preparada para receber pintura. As tampas serão dotadas de trinco e dispositivo para cadeado, ou de fechadura com chave. Os rasgos para ventilação terão tela pelo lado interno para impedir entrada de insetos. As caixas de passagem para telefones serão previamente aprovadas pela empresa concessionária local.

3.3.2

3.3.3

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

continuação

E-IEL.07

4.

PRODUTOS/FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por.

4.1

CAIXAS METÁLICAS • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Blinda Eletromecânica Ltda.; Brasmetal - Cia. Brasileira Metalúrgica S.A.; Castmetal Produtos Metalúrgicos Ltda.; Citerko Equipamentos Elétricos Ltda.; Construções Elétricas Eltec S.A.; Daisa Indústrias Metalúrgicas Ltda.; Eletrometalúrgicas Barreiros Ltda.; Elpasa Metalúrgica S.A.; Elsol Eletroequipamento Ltda.; Fábrica de Material Elétrico e de Bakelite Elma S.A.; Forjasul Canoas S.A. Indústria Metalúrgica; Friulim Indústria Metalúrgica Ltda.; Indústria Metalúrgica Moratori Ltda.; Indústrias Metalúrgicas Paschoal Thomeu S.A.; Marvitec Indústria e Comércio Ltda.; Metalúrgica Moferco Ltda.; Metalúrgica Taunus Ltda.; Metalúrgica Wetzel S.A.; Peterco do Nordeste S.A. Produtos Elétricos; Siemens S.A.; Sisa - Sociedade Eletromecânica Ltda.

4.2

CAIXAS PLÁSTICAS • • • • • • Ameropa Indústrias Plásticas Ltda.; Cia. Hansen Industrial - Tigre; Dutoplast Indústria e Comércio Ltda.; Fábrica de Material Elétrico e de Bakelite Elma Ltda.; Pial Eletro-Eletrônicos Ltda Plasinter Industrial de Plásticos Ltda.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Elétricas, Mecânicas, Telecom. e Informática Condutos e Acessórios E-IEL.13

1.

NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto, haverá particular atenção com respeito ao preconizado nas seguintes: EB-154/61 EB-341/84 EB- 342/86 EB-568/87 EB-744/75 NB-3/90 EB-14/83 PB-897/81 Requisitos gerais para condutos de instalações elétricas prediais (NBR6689); Eletroduto rígido de aço-carbono, com revestimento protetor, com rosca ANSI/ASME B.1.20.1 (NBR 5597); Eletroduto rígido de aço carbono, com revestimento protetor, com rosca PB-14 (NBR-5598); Eletroduto rígido de aço-carbono, com costura, com revestimento protetor e com rosca MB-1900 (NBR-5624); Eletroduto de PVC rígido (NBR-6150); Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410); Rosca para tubos onde a vedação é feita pela rosca - designação, dimensões e tolerâncias (NBR-6414); Rosca para tubos onde a vedação não é feita pela rosca - designação, dimensões e tolerâncias (NBR-8133)

2. 2.1 2.1.1

CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA CONDUTOS METÁLICOS Os condutos a serem utilizados serão uniformes, lisos, com superfície interna isenta de arestas cortantes ou rebarbas que possam danificar sua capa protetora. Poderão ser rígidos ou flexíveis. Os condutos metálicos rígidos poderão ser esmaltados ou galvanizados. Os eletrodutos rígidos metálicos são classificados em extras, pesados ou leves. 2.1.3 Os eletrodutos rígidos de aço carbono, da classe extra e pesada, poderão ser fornecidos com ou sem costura, aptos a receber rosca ANSI/ASME B.1.20.1. Poderão ser curvados e deverão obedecer às condições das tabelas da EB-341/84 (NBR-5597) , a seguir:

2.1.2

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A - Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995, Partes I, II e III, integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504

Poderão ser curvados e deverão obedecer às condições da tabela da EB-568/87 (NBR-5624).34 16. sob o número 218504 .64 mm 1% 2.Proibida a reprodução sem autorização.35 3.1 21.71 5.75 4.81 1.17 Série Pesada Espessura da Parede (mm) 2.85 4.38 mm 0.9 101.00 5.3 73.65 3.25 2.65 2.13 Tamanho nominal Diâmetro externo (mm) Série Extra Espessura da Parede (mm) 2.30 Massa Teórica (A) (kg/m) 0.00 3.71 10.38 mm 0.3 141.26 7.68 6. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.97 2.61 21.75 3.88 11.0 88.3 (A) Massa sem luva e sem revestimento protetor Variações do diâmetro nominal Tamanho nominal 10 a 50 65 a 100 125 a 150 Variações admitidas Para mais 0.35 3.00 5.00 3.30 Massa Teórica (A) (kg/m) 0.65 3.4 42.25 20.3 168.3 60.4 Os eletrodutos rígidos de aço-carbono.22 1.7 33.25 2.85 2.00 2.35 3.72 0. deverão ser fabricados de tubos com costura.75 5. II e III.75 4.continuação E-IEL.02 25.96 1.00 3. Partes I.30 6.64 mm 1% Para menos 0.2 48. aptos a receber rosca conforme PB897/81 (NBR-8133).60 9.57 2.6 114.91 14.00 6. a seguir:' Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .22 7.31 1.21 3. do tipo leve. Capital Federal.3 26.04 11.1.50 4. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.25 2.25 4.25 3.25 5.04 10 15 20 25 32 40 50 65 80 90 100 125 150 17.

6 31. Deverão apresentar roscas isentas de imperfeição. Não poderão ser embutidos. A taxa máxima de ocupação será a soma das áreas totais dos condutores contidos num eletroduto.2.6 99. Partes I.9 2. sob o número 218504 .56 0.1.99 2. sem emendas.continuação E-IEL. Os condutos flexíveis.6 100.1.65 Massa Teórica (kg/m) 0. compressão.00 2.4 74.9 87.65 2.5 46.10 2.42 7. II e III.50 2. Em instalações aparentes ou embutidas que demandem segurança. Serão utilizados em ligações de equipamentos que possam estar sujeitos a vibrações.0 25.8 2.7 Espessura da parede (mm) 1. alta responsabilidade e que sejam à prova de explosão.000 +/.85 5.6 2.13 Tamanho nominal Diâmetro externo (mm) Mínimo Máximo 16.11 2.0 111. não podendo ser superior a 40% de sua área útil.5 20. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1.6 2.20 mm de comprimento.1. e as espessuras de parede admitirão variações para menos de 12.1 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1 86.25 2.44 Rosca (conforme PB-897-81) G 3/8" G 1/2" G 3/4" G 1" G 1 1/4" G 1 1/4" G 2" G 2 1/2" G 3” G 3 1/2" G 4" 10 15 20 25 32 40 50 65 80 90 100 16.9 41. 2.56 3. sendo que os eletrodutos serão classificados como do tipo pesado (com roscas e luvas) e do tipo leve (pontas lisas e com buchas para encaixe sem cola).5 40.6 56.50 1. CONDUTOS PLÁSTICOS Deverão ser de cloreto de polivinila (PVC) rígido.1. ou em outras finalidades indicadas no projeto.1.15 1. torção e corrosão) Os eletrodutos metálicos rígidos.50 1.0 47. Capital Federal.7 2.5%. sem rebarbas e com a superfície interna sem arestas e retilíneas.65 2. Os eletrodutos deverão ser fornecidos com 3.Proibida a reprodução sem autorização.3 20.1. O menor diâmetro externo permitido para condutos metálicos ou plásticos será de 16 mm.24 4. deverão ser constituídos por uma fita metálica de formato helicoidal. Serão empregados somente em locais isentos de esforços mecânicos.65 2.2 2.0 74.0 112. de 15 a 20 mm.71 0. que só poderão ser metálicos. formando um conjunto continuo. dobras e achatamentos que reduzam sua seção interna.5 Os eletrodutos metálicos do tipo leve só poderão ser utilizados em locais comprovadamente não sujeitos a choques de origem mecânica ou química (tração. deverão suportar curvatura de raio igual a 6 vezes o diâmetro interno.4 25.25 2.70 6.50 1. indeformável.2 31. deverão ser utilizados eletrodutos metálicos classe pesada.1 59. sem aberturas de costura.90 1.

090 0.0.0.0.5 2.0 1.4 + 0.2 3.670 +/- @ (mm) +/.0 Massa aprox.150 0.450 0.250 0.8 2.0 75.500 0. da parede e (mm) 1.4 + 0.170 1.3 4.5 + 0. da parede e (mm) 1.5 + 0.0 25.3 +/. na esp.7 Massa aprox.3 +/.120 0.0 3.4 3.240 0.660 0.0.4 +/.6 -o CLASSE “A” Esp.540 0. Afast.1 26.7 21.3 +/.0 1.0 60.7 2.6 -o CLASSE “A” Esp.0.2 4.8 Massa aprox.0 2.1 88.0. na esp.0. p/ metro M (kg/m) 0. saliências.Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.5 + 0.5 6. p/ metro M (kg/m) 0.4 +/. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .3 +/.0 50.660 0.5 1.0 40. da parede e (mm) 1.Tipo pesado Diâmetro nominal Diâm ext de (mm) 16 20 25 32 40 50 60 75 85 (mm) 16.5 + 0.6 3.3 2.350 0.4 +/. da parede e (mm) 2.0.4 75.4 + 0.2 33.0.500 +/- @ (mm) 0.4 + 0.133 0.4 + 0.0.110 0.0.3 +/. da parede +@ (mm) + 0.0 20.5 + 0.3 +/.870 1.5 1.105 0.180 0. p/ metro M (kg/m) 0.0 1.3 +/.8 1.430 0.5 + 0. da parede +@ (mm) + 0. de rosca Diâm ext de (mm) 16 20 25 32 40 50 60 75 85 (PB-14) 3/8 1/2 3/4 1 1 1/4 1 1/2 2 2 1/2 3 (mm) 16. a seguir: Tipo rosqueável – Tipo pesado Diâmetro nominal Ref.4 Tipo soldável .0 32.8 4.3 +/.0 4.2 42.200 1.3 Deverão também apresentar superfícies externa e interna isentas de irregularidades.4 + 0.0 3. reentrâncias.760 CLASSE “B” Esp.6 4.8 59.295 0.4 +/ 0.0.13 2.0 85.5 + 0.140 0. Afast.7 2.3 1.5 + 0.188 0.220 0.0 Afast.1 1.2 Massa aprox.0 1.4 + 0.280 0.2 47. p/ metro M (kg/m) 0.9 3.2 Os eletrodutos de PVC rígido deverão seguir as condições impostas pela tabela da EB-744/75 (NBR 6150).0.6 5. Partes I.0 1. e não devem ter bolhas ou vazios. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.continuação E-IEL.750 2.5 1. sob o número 218504 .4 +/ 0.0.4 +/.860 1.820 1. II e III.0.400 0.070 0.650 0.4 + 0.3 +/.140 0.0 Afast.2. Capital Federal.4 +/.1 2.2.300 CLASSE “B” Esp.1 3.370 1.4 2.

13 2.2.3. permitindo uma ligação firme entre dois eletrodutos consecutivos ou entre um eletroduto e uma conexão. estanqueidade nas juntas.4 2.5 2.Proibida a reprodução sem autorização.4 2. metálicas ou não. 2.4 Deverão trazer marcados de forma bem visível e indelével a marca do fabricante. com ou sem tampa. 2. imunidade à ação destruidora de correntes parasitas e de agentes agressivos do solo. a classe e os dizeres: "eletroduto de PVC rígido". Capital Federal.3.2. Partes I. CALHAS OU DUTOS Entendem se por calhas ou dutos as estruturas. As juntas rígidas. possuem perfeita estanqueidade e dispensam os envoltórios de concreto. do tipo ponta bolsa com anel de borracha. ocupando o menor espaço possível. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. O emprego de luvas de PVC possibilita uma canalização com diâmetro externo constante. • • • • • • • inalterabilidade sob a ação de calor ou umidade.continuação E-IEL.4.4. insensibilidade aos danos causados por curto circuito. Em instalações subterrâneas de baixa tensão poderá ser utilizado eletroduto rígido de PVC enterrado no solo.3.5 2. II e III. o que facilita a enfiação dos cabos.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . As juntas elásticas. A rigidez dos eletrodutos e a elasticidade das juntas permitem a instalação de trechos perfeitamente retilíneos.3. destinadas a conter em seus interiores os condutores de um ou mais circuitos elétricos. o que torna viável o assentamento de vários dutos subterrâneos justapostos. podendo os eletrodutos ser assentados no terreno sem proteção especial. têm luvas adaptadas à conicidade das extremidades dos tubos. o diâmetro nominal ou referência de rosca.3 Os eletrodutos de fibrocimento são fabricados com juntas elásticas e com juntas rígidas.3 2. CONDUTOS DE FIBROCIMENTO Os eletrodutos e acessórios de fibrocimento obedecerão aos seguintes requisitos. incombustibilidade.1 2. devidamente envelopado em concreto. As juntas rígidas não são estanques. capacidade de suportar as temperaturas máximas previstas para os cabos em serviço. As calhas deverão suportar perfeitamente as condições ambientais. sem sofrer deformações no decorrer do tempo. do tipo pontas-cônicas e luvas de PVC. sob o número 218504 . impermeabilidade. não aderindo aos cabos.3.2 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 2. motivo pelo qual o envoltório de concreto é dispensável em tubulações subterrâneas. sendo instaladas de mudo a não submeter os condutores elétricos a esforços mecânicos e térmicos.

As molduras.Proibida a reprodução sem autorização. ficando sempre aparentes.2 2.13 2. Serão metálicos ou de plástico.4.4. os ângulos das ranhuras serão arredondados. com tampas ou coberturas de boa fixação.6 2. Destinamse a suportar condutores elétricos. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. além das restrições citadas no item anterior. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Admitir 55 á a utilização de condutores Isolados e sem cobertura quando as calhas possuírem tampa desmontável apenas por ferramenta adequada e tiverem paredes maciças. 2. prateleiras e leito para cabos são estruturas rígidas. ESTEIRAMENTO. sob o número 218504 . nem quando a temperatura na isolação dos condutores elétricos possa ultrapassar 70°C.5 2.2 2. • • • em locais acessíveis apenas a pessoas qualificadas. incombustíveis.4.6 2. ALIZARES.1 2. formadas por 2 longarinas laterais lisas ou perfil em "U" e por perfilados transversais devidamente espaçados (ou fundo de chapa perfurada ou não). metálicas ou não. possuir cobertura e serão firmemente presos a elas.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . esteticamente adequados ao recinto onde estiverem instalados.5.3 As calhas sé poderão conter condutores elétricos isolados e com cobertura.4 2.5.5. utilizados com a finalidade de dar bom acabamento às instalações. Capital Federal.5. acessíveis apenas a pessoas qualificadas. Quando houver mudança de direção.4. Só serão utilizadas em locais onde houver manutenção adequada. não serão aplicadas em locais onde a temperatura ambiente ultrapasse 50°C. As calhas não metálicas. Os condutores elétricos instalados em bandejas deverão ser isolados. As calhas e dutos plásticos deverão ser de PVC rígido. PRATELEIRAS E LEITO PARA CABOS Bandejas. Não se utilizarão calhas metálicas em locais sujeitos a condições físicas desfavoráveis e em poços de içamento e de elevadores. instaladas de modo a não submeter os condutores a esforços mecânicos e térmicos. rodapés ou alizares deverão ser isolados e contínuos. MOLDURAS E RODAPÉS São condutos para condutores elétricos. sendo especificadas em função do peso dos condutores elétricos a serem suportados. Partes I.1 2.4 As eletrocalhas e os dutos de aço deverão ter como acabamento galvanização eletrolítica. Não deverão apresentar descontinuidades ao longo do seu comprimento. não podendo estar embutidos em alvenaria nem cobertos por papel de parede ou tecido. médio ou pesado.6. As emendas e derivações serão feitas em caixas adequadas.continuação E-IEL. As bandejas metálicas deverão ser eletrostaticamente galvanizadas e suportar perfeitamente as condições ambientais. ou quando estiverem instaladas nas seguintes condições. dentro de forros ou pisos falsos não desmontáveis. isenção de choques mecânicos significativos e impossibilidade de ataques químicos. rodapés e alizares só serão instalados em locais isentos de umidade e não sujeitos a lavagens freqüentes. BANDEJAS. As bandejas poderão ser dos tipos leve. 2. dentro de forros ou pisos falsos desmontáveis. II e III.5 2. Os condutores elétricos a serem instalados em molduras.6.6.3 2.

Serão de raio longo para as bitolas de 15 mm (1/2") a 80 mm (3") e de raio curto para as bitolas de 15 mm (1/2") a 25 mm (1").1.Proibida a reprodução sem autorização. 3.1 3.2 3. fabricadas nas bitolas de 15 mm (1/2") a 80 mm (3").1. sob o número 218504 . Capital Federal. As curvas galvanizadas somente são fabricadas em raio longo.1. As de alumínio-silício serão fabricadas nas bitolas de 10 mm (3/8") a 50 mm (2").1 ACESSÓRIOS CURVAS As curvas para eletrodutos de aço esmaltado serão fabricadas com os eletrodutos especificados no item 2. devendo obedecer à NB-3/90 (NBR-5410) quanto ao raio interno. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .3 As curvas de 90 graus. Terão rosca interna paralela segundo as especificações BSP e as normas PB-14/83 (NBR-6414) e ISO R-228. II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 retro.13 3.2.2. com variação de +/. deverão ter as dimensões da tabela seguinte. As de aço esmaltado. segundo especificações da BSP e de acordo com as normas PB-14/83 (NBR6414) e ISO R-228. 3.3 graus. terão rosca paralela.1 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I.2 Tamanho nominal (mm) 10 15 20 25 32 40 50 65 80 90 100 125 150 Raio de curvatura do eixo das curvas (mm) mínimo 90 102 114 146 184 210 241 267 330 381 406 609 762 máximo 94 107 120 153 193 220 253 280 340 392 418 627 785 Comprimento mínimo da parte reta em cada extremo da curva (mm) 34 38 38 48 51 51 51 76 79 82 86 92 95 3.2 LUVAS Serão de aço esmaltado ou em liga de alumínio-silício.continuação E-IEL. 3.

Quando for conveniente.3 +/.3.3. 4. Indústrias Metalúrgicas Paschoal Thomeu S.5 +/. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 4. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 70.2 25. sob o número 218504 . As características são as indicadas na tabela de dimensões e massas das luvas. zinco e magnésio.2 34.2 59.3 CONECTORES Os conectores curvos e retos serão fabricados em liga de alumínio-silício ou em latão zincado. Partes I.A. Quando expostas ao tempo.9 +/ 1.7 +/.2.2. abaixo Tamanho nominal (mm) 10 15 20 25 32 40 50 65 80 90 100 125 150 Diâmetro externo mínimo – D (mm) 22.2 31.4 BUCHAS E ARRUELAS As arruelas e buchas metálicas deverão ser em ferro galvanizado ou liga especial de alumínio.7 47.3.6 101.5 +/.A.2 65. as roscas poderão também ser duplo-cônicas.8 38.8 30.1.1 +/.2 57. caso solicitado pelo PROPRIETÁRIO.1 +/.1.3. II e III. poderão ser de alumínio. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização.2 32.7 31.8 24.1 ELETRODUTOS METÁLICOS • • Apolo Produtos de Aço S.3 +/.3. cobre.13 3.3 127. PRODUTOS/FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego de produtos fabricados por. Para os eletrodutos de 65 a 150 mm..4 23.5 +/.2 Comprimento mínimo – C (mm) 30 40 41 51 52 52 54 79 83 88 89 95 102 Massa mínima (g) 40 51 76 136 167 233 396 757 1300 1537 1718 3390 4407 3.2 +/. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.5 54.continuação E-IEL.3 As roscas das luvas para os eletrodutos de tamanho nominal de 10 a 150 mm deverão ser cilíndricas.2.7 Comprimento da rosca – A (mm) 17. As arruelas e buchas plásticas deverão ser de PVC ou baquelite.0 +/.9 187. 3.2 54.5 +/.6 114. 7 69.7 +/.2.2 51.0 159.2.3 82. deverão ser de metal cadmiado.3.

Tubos Brasilit.Sociedade Eletromecânica Ltda.2 CONDUTOS PLÁSTICOS • • • • • • Cia. 4. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. S. Partes I.3 CONDUTOS DE FIBROCIMENTO • • Eternit S. Q & T Equipamentos Ltda. II e III.A...Proibida a reprodução sem autorização.A. Sisa .. Tubos Brasilit.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Marvitec Indústria e Comércio Ltda. ESTEIRAMENTOS.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A ..Tigre. Pial Eletro-Eletrônicos Ltda. 4. Dutoplast Indústria e Comércio Ltda. Sisa .Sociedade Eletromecânica Ltda. Vulcan Material Plástico S. Vulcan Material Plástico S.A. Hansen Industrial .13 4.A.A. Hansen Industrial . S. 4.A.A.. 4.continuação E-IEL. Capital Federal. sob o número 218504 . Siemens S. Marvitec Indústria e Comércio Ltda.A.A. Indústrias Metalúrgicas Paschoal Thomeu S.5 BANDEJAS.4 CALHAS E DUTOS • • • • • Friulim Indústria Metalúrgica Ltda..6 ACESSÓRIOS • • • • Cia. Tubos Brasilit.Tigre. PRATELEIRAS E LEITO PARA CABOS • • • Friulim Indústria Metalúrgica Ltda.. S.. Fundição Tupy S.

Seu ponto de terra deverá ser duplo. e "S".3 3.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.1. Os equipamentos e componentes instalados no interior dos quadros deverão ser montados sobre bandejas removíveis. 3. EB-1017/80 NB-3/90 Invólucros de equipamentos elétricos . Nas caixas modelo "S" o ponto de terra deve localizar-se no fundo ou no chassis.8 3. Nas caixas modelo "E" o acabamento da caixa-base será efetuado por galvanização. com grau de proteção IP-54.1. Capital Federal. e Informática Quadros E-IEL.2 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA QUADROS ELÉTRICOS Os quadros elétricos serão classificados nos modelos "E". Os quadros de modelo "S" serão fabricados em chapa de aço. Para maior número de ligações deverá ser montado um barramento de cobre sobre esse ponto. Elétricas. sob o número 218504 . espessura mínima equivalente à n° 22 (MSG).6 3. O acabamento interno e externo das chapas deverá ser fosfatizado ou galvanizado e com pintura eletrostática à base de epóxi com esmerado acabamento final em estufa. também dotando-o de barramento de cobre.1. Os espelhos terão plaquetas de acrílico identificando os circuitos. Os quadros de modelo "E" serão fabricados em chapa de aço.16 1 NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.9 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . para facilitar a manutenção. de embutir. espelhos e portas em chapa de aço n° 16 (MSG). Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410) 2. As portas deverão ter abertura através de dobradiças e ser dotadas de fechadura movimentadas por chave. com abertura à direita ou à esquerda. que visam evitar o contato do usuário com as partes vivas da instalação. um em cada lateral.5 3.1 3. Os quadros terão espelhos metálicos ou de acrílico. espessura mínima equivalente á n° 18 (MSG). Os espelhos metálicos serão providos de dobradiças e fechadura com chave.7 3. Partes I. 3.1.4 3. permitir a inversão das portas. com flanges em chapa de aço n° 14(MSG). Deverão.1.1 3. especial atenção deverá ser dada às seguintes.1.Proibida a reprodução sem autorização.1. Telecom.1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1. 3. Mecânicas. II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. DEFINIÇÃO Quadros são componentes da instalação elétrica destinados a abrigar os dispositivos de manobra. de sobrepor. ainda. com chassis em chapa de aço de mesma bitola e molduras e portas em chapa de aço n° 16 (MSG) com grau de proteção IP-40.proteção (NBR-6146). proteção e supervisão dos circuitos elétricos ou blocos terminais e dispositivos de ligação e proteção de redes de telecomunicações. e chassis.

violeta (fase T) . distribuição de fases e número de circuitos.16 3.13 3. As portas serão dotadas de trinco e dispositivo para cadeado ou fechadura com chave. Capital Federal. 3.1.. Os pontos de ligação receberão tratamento à base de estanho ou prata.. • • • • • • • • • • • • Bojunga Dias S. QUADROS PARA TELEFONIA Os quadros para telefonia serão de chapa de aço com espessura mínima equivalente à n° 16 (BWG) . de forma a assegurar-se perfeita isolação.10 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Eletrometalúrgica Barreiros Ltda. e resistência aos esforços eletrodinâmicos. Os barramentos deverão ser montados sobre isoladores de epóxi ou premix. Cemar Componentes Elétricos Ltda. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por.1.. Partes I. General Eletric do Brasil S. Indústria Metalúrgica Moratori Ltda.. Engelco Eletromecânica Industrial Ltda.1. Larsen Eletroequipamentos Indústria Ltda.1.1. em caso de curto-circuito.3 4.. Elsol Eletroequipamento Ltda.. Delta Montagens Eletromecânicas Ltda.. azul claro (neutro) e verde (terra) . Indústrias Metalúrgicas Paschoal Thomeu S.2 3..2 3.14 3.11 3.A.1 3.2.A. Os barramentos serão de cobre eletrolítico de teor de pureza maior que 97%. amarela (fase S) .continuação E-IEL. Manufatura de Materiais Elétricos Bruzamolin Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. preparada para receber pintura. especificações e padrões da concessionária local. pintados nas cores vermelha (fase R) .2.A.12 Todos os condutores no interior dos quadros deverão sem identificados com anilhas plásticas numeradas. Os quadros serão construídos conforme dimensões.Proibida a reprodução sem autorização. Klockner-Moeller Equipamentos Industriais S.2. sob o número 218504 . Os rasgos para ventilação terão tela pelo lado interno. com tratamento antioxidante e terão fundo de madeira com pelo menos 25 mm de espessura. para impedir a entrada de insetos. Na parte interna da tampa externa dos quadros deverá ser colocado um resumo de cargas. fixados por parafusos e arruelas zincados. As interligações entre barramentos serão dotadas de arruelas de pressão. II e III.A.. diagrama trifilar contendo informações quanto às preleções gerais e parciais. Os quadros terão abertura para ventilação com filtros internos nos locais com incidência de poeira.

Partes I.continuação E-IEL. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A ..16 • • • • • Metalúrgica Taunus Ltda.A. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III.. sob o número 218504 ..Proibida a reprodução sem autorização. Terasaki do Brasil S..A. Siemens S.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Westinghouse do Brasil S. Plínio de Melo Equipamentos Elétricos Ltda.

todas as instalações deverão ser executadas com condutores isolados. Deverão ser utilizados nos circuitos de potência e de controle.6 Os condutores deverão ser isolados com isolantes sólidos.7/15 kV.3 3.18 1. 6/10 kV. Fios de cobre nu de seção circular. 8.2 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Deverão ser utilizados condutores de cobre eletrolítico. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. podendo. perfeitamente dimensionados para suportar correntes nominais de funcionamento e de curto-circuito sem danos à isolação. Elétricas. dos tipos termofixos e termoplásticos. destinados a. aterramentos e condutores de proteção. É vedada a utilização de condutores de alumínio. sob o número 218504 . II e III. Os condutores que estiverem sujeitos a solicitações mecânicas acidentais deverão possuir proteções contra esforços longitudinais. Telecom. para fina elétricos (NBR-5111).4 3.condução de corrente elétrica. seguindo a indicação do projeto ou da FISCALIZAÇÃO. Capital Federal. 3. possuir proteção mecânica contra esforços longitudinais e transversais. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.designações (NBR-9311).Proibida a reprodução sem autorização. Os condutores para baixa tensão deverão ser das classes de tensão 450/750 V e 600/1000 V. obedecendo a. Fios de cobre mole estanhados para fins elétrico (NBR-5368). ainda. Os condutores para uso em média tensão deverão ter classes de tensão de 3. seguindo indicação do projeto ou da FISCALIZAÇÃO. 15/25 kV. de pureza igual ou superior a 99. Mecânicas. Cabos nus de cobre para fins elétricos (NBR-5349). 3. 3. 12/20 kV. DEFINIÇÃO Condutores elétricos são corpos de formato adequado.6/6 kV. e Informática Condutores de Energia Elétrica E-IEL. 2. construídos com materiais de alta condutividade.1 3. Deverão ser utilizados nos ramais de distribuição.tabela abaixo: 3. 20/35 kV e 27/35 kV.5 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . merecerão especial atenção ás seguintes: CB-145/86 EB-11/85 EB-12/85 EB-361/80 Cabos elétricos isolados .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.99%. Excetuando-se as instalações em barra.

Reiplás Condutores Elétricos Ltda. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. A identificação deverá seguir a codificação a seguir: CORES Vermelho Amarelo Preto Azul-claro Verde Branco CONDUTORES EM CA Fase R Fase 5 Fase T Neutro Proteção Retorno CONDUTORES EM CC Positivo Negativo Proteção - 4.. sob o número 218504 .Condutores Elétricos Ltda.. II e III.A.continuação E-IEL.A. Partes I.Fios e Cabos Plásticos do Brasil S..A.A..18 ISOLANTE TERMOFIXOS TERMOPLASTICOS NOME USUAL EPR Polietileno Reticulado (XLPE) PVC Polietileno (PET) COMPOSIÇÃO QUÍMICA Borracha Etileno-Propileno Polietileno Cloreto de Polivilina Polietileno 3. que deverão ser do tipo "resistente ao fogo". Ficap . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Induscabos .. deverão ser convenientemente identificados por cores ou etiquetas coloridas.Proibida a reprodução sem autorização. Industrial Brasileira.A. Os condutores isolados deverão possuir isolação não propagadora de chamas.A. Inbrac S.7 Todos os condutores. 3. .A. Pirelli S... com exceção dos utilizados em circuitos de segurança e emergência. Furukawa Industrial S. Alcoa Alumínio S. isolados ou não. Siemens S.7 Todos os condutores deverão ter proteção contra ataques de agentes químicos e atmosféricos e contra efeitos de umidade. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Cia. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por: • • • • • • • • • Alcan Alumínio do Brasil S.

caso haja exigência de projeto ou da concessionária local Os cabos deverão ser dotados de uma capa externa de PVC. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. nome do fabricante e o ano de fabricação. De acordo com exigências de projeto ou das especificações.5 3.1. que deverá ser em polietileno. DEFINIÇÃO Condutores de telecomunicações são corpos de formato apropriado. de acordo com indicação de projeto ou especificações.2.Proibida a reprodução sem autorização. conforme indicação de projeto ou especificações. 0. Partes I. aplicadas em torno do núcleo.2 3. Os cabos de ramal de entrada e rede primária deverão ser blindados e com pares estanhados.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III.1. com impedância nominal de 93 Ohms. sob o número 218504 .2. aplicado em hélice.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. construídos com materiais de alta condutividade. haverá especial interesse para com o disposto nas Práticas TELEBRÃS 235-310-702.1 3. 235-300-500 e 235-300-501.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA CABOS PANA INSTALAÇÕES TELEFÔNICAS Serão utilizados condutores de cobre estanhado. Sobre a capa deverá existir identificação do cabo.4 3.1. com blindagem constituída de tranças de fio de cobre nu aplicadas sobre o isolamento. e Informática Condutores de Telecomunicações E-IEL. O material utilizado na isolação dos cabos e fios polivinila (PVC). aplicada por extrusão sobre o núcleo enfaixado e blindado.20 1. os cabos deverão ser dotados de enfaixamento com fita de poliéster aplicada sobre a blindagem. O diâmetro dos condutores deverá ser de 0. 3.3 3.33 mm². metragem seqüencial.2 3.2. 2. NORMAS Além das normas da ABNT atinentes ao assunto. Capital Federal. Elétricas. Os cabos deverão ser dotados de um fio separador de polietileno.40.50 ou 0. trançados ou dispostos paralelamente. com seção de 0.6 3. A capa externa deverá ser de PVC e ter impressa a identificação do fabricante e a referência do material.99%. quando for o caso.1 3. 3.1.2 3. destinados a transportar sinais de telecomunicações. de pureza igual ou superior a 99.60 mm.1. Os cabos deverão ser coaxiais. Mecânicas. os cabos poderão ser enfaixados com fitas de material não higroscópico. 3. Se aplicados em área externa. CABOS PARA INSTALAÇÃO DA REDE BB-NET (TVD) Os condutores deverão ser constituídos de fio nu de aço cobreado. É vedada a utilização de alumínio. em torno do condutor. Os fios telefônicos deverão ter a formação de pares internos. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Telecom.1.

Inbrac S. ainda.2..Same.A. Siemens S.5 Alternativamente. a 20°C: 144 Ohm/km. sob o número 218504 .A. para instalações terminais TVD. Furukawa Industrial S.20 3.A. KMP Cabos Especiais e Sistemas Ltda. 3.A.. II e III.A.continuação E-IEL.A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. resistência ôhmica máxima em CC. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por: • • • • • • • • Alcoa Alumínio S.2. as seguintes características: • • • • máxima atenuação a 400 MHz: 26. Partes I.Proibida a reprodução sem autorização. velocidade de propagação: 80%.A. de Materiais Elétricos . poderão ser utilizados condutores telefônicos juntamente com transformadores de impedância (balloon) . Capital Federal..Cia. Pirelli S.. capacitância nominal: 48 pF/m. se previsto em projeto.4 Os cabos coaxiais deverão ter.3 dB/100 m. S. 4. Condugel S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Fios e Cabos Elétricos. . Industrial Brasileira.

Capital Federal. A de silicone é uma fita de borracha de silicone isolante. Será resistente a descargas superficiais e corona.1 2.3 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Acessórios para condutores são terminais..21 1. especial atenção devera. fitas (plástica. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. As emendas são compostas de polietileno reticulado. A fita plástica isolante é auto-extinguível. Pirelli S.4 2.A. 2. emendas. auto-aglomerante. isolante e autofusão e afins. Partes I.Cia. Emendas e terminais para cabos de potência com isolação para tensões de 1 kV a 35 kV (NBR-9314).6 3. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. solventes e altas temperaturas. 2. e Informática Acessórios para Condutores E-IEL. 2.5 2. com elevada rigidez dielétrica. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .pressão para fins de isolação elétrica (NBR5037). II e III. A fita isolante autofusão é de borracha etileno-propileno (EPR) auto-aglomerante. . Serão escolhidos de acordo com sua finalidade de aplicação. Os terminais devem proporcionar boas conexões elétricas e mecânicas. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 2. destinada a proteção isolante em emendas e terminais enfaixados. Raychem Produtos Irradiados Ltda. São destinadas à conexão de condutores.ser dada ás seguintes: EB-561/83 EB-1593/85 Fitas adesivas sensíveis a. com selantes termoplásticos e/ou termocontráteis Terão encapsulamento isolante. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • 3M do Brasil Ltda. boa rigidez dielétrica e associação perfeita à vedação.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. destinada à proteção elétrica e mecânica de emendas e terminais para fios e cabos. Mecânicas. Industrial Brasileira. indicada para proteção externa de fios e cabos e para reconstituição de isolantes até 35 kV. Telecom. resistente ao efeito corona e ao ozônio e baixo fator de perda. Elétricas. sob o número 218504 . e para resistir às intempéries.Proibida a reprodução sem autorização.

Partes I. Elétricas.3 1.1. destinados a manobrar circuitos de iluminação em condições normais da funcionamento. Terão fusível de proteção de 10 A com ação ultra-rápida e botão de regulagem da temporização de no mínimo 30 segundos e no máximo 6 minutos. Fama S.2 3. manterá as lâmpadas funcionando conforma a regulagem.4 2.1. e serão instalados em caixas da 50 x 100 mm. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Na segunda. Os interruptores comuns deverão ser de embutir. e Informática Dispositivos de Manobra e Proteção Minuterias e Interruptores E-IEL. Serão de construção eletromagnética compacta.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Essa período da semi-luminosidade permitirá o acionamento do pulsador antes que o ambiente fique totalmente escuro.1. Possuirão dispositivos de aviso da extinção de luz. FABRICANTES Admite-se a utilização dos produtos fabricados por: • • • Acripur S.1 2.A. que consistirá em manter as lâmpadas acesas. com 50% da luminosidade. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 1. peças móveis e outras fontes de desgasta.1. Deverão ser de tipos e valores nominais (tensão.1 1. A resistência de isolamento dos interruptores deverá ser da. sem necessidade de observar as lâmpadas que ela controla. Na primeira posição manterá as lâmpadas acesas para limpeza ou manutenção. após esgotado o tempo da regulagem. II e III. .1 MINUTERIAS CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA As minutarias deverão ser dotadas de lâmpadas de gás néon para permitir a visualização da minuteria em funcionamento.1.2 1. Deverão ter formato e dimensões que permitam a fixação no quadro dos disjuntores. no mínimo. sob o número 218504 . 1. Telecom. TIPO TEMPORIZADO Os interruptores temporizados permitirão ligações em paralelo e dispensarão fiação especial. Capital Federal. O interruptor terá as posições "permanente" e "minuteria". corrente e número de fases) adequados às cargas que comandam.A.24 1.Fábrica de Aparelhos e Materiais Elétricos. A lâmpada acesa indica "lâmpadas apagadas". É vedado utilizar contatos de liga da latão. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1 2. sem comprometimento do sistema eletrônico. com contatos da prata e demais componentes elétricos de liga da cobra. Bticino Equipamentos Elétricos Ltda. Mecânicas. Indústria e Comércio (Alumbra). a lâmpada apagada indica "lâmpadas acesas". 10 Ohms. INTERRUPTORES TIPO COMUM São componentes elétricos para baixa tensão.1.Proibida a reprodução sem autorização..2 2. sem motor. durante 8 segundos. procedendo-se ao acendimento pelos pulsadores.

Capital Federal. Perlex Produtos Plásticos Ltda. Lorenzetti S. Pial Eletro Eletrônicos Ltda. Siemens S.continuação E-IEL. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. Westinghouse do Brasil S. Primelétrica Ltda.A.24 • • • • • • • Iriel Indústria e Comércio de Material Elétrico Ltda. Indústrias Brasileiras Eletrometalúrgicas.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III.A.... sob o número 218504 . Partes I.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.

Proibida a reprodução sem autorização. Mecânicas.2 2. As bases para fusíveis de média tensão deverão apresentar os seguintes valores mínimos: • • tensão de prova de 1 minuto .6 2. Elétricas. Telecom.1 CLASSIFICAÇÃO Os fusíveis de baixa tensão são classificados conforme suas características fusionais e seu tipo construtivo. alta capacidade de interrupção para uso industrial (NBR-9121).2 A tabela seguinte apresenta a classificação dos fusíveis de baixa tensão conforme DIN 57636. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Os fusíveis deverão atender perfeitamente às exigências da instalação.83: Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2. 3. no mínimo.1 2.8 3.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. para uso em média ou baixa tensão.25 1 NORMAS Deverão obedecer às normas atinentes ao assunto. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 . As bases dos fusíveis deverão garantir um contato perfeito e possuir. Deverão ter.Dispositivos fusíveis de baixa tensão. Podem ser retardados.5 Os pontos de fixação dos fusíveis à base deverão ser constituídos de material de excelentes características condutoras. 2. rápidos ou ultra-rápidos.76 e 12. II e III. Os fusíveis de baixa tensão deverão possuir dispositivos de sinalização que permitam a rápida inspeção do seu estado (queimados ou não) sem necessidade de retirá-los de suas bases ou uso de aparelhos de testes. que ofereçam mínima resistência de contato e tratados contra corrosão. 2. Parte 1/VDE 0636. com especial atenção para a EB1591/85 . possuindo capacidade de ruptura adequada à corrente de curto-circuito calculada. Capital Federal. Parte 1/8.3 2. as seguintes capacidades de ruptura nominal. no mínimo. através da fusão de um elemento fusível. Partes I.fase-terra: 55 kV. tensão de impulso durante 1/50 ms: 125 kV.7 2. o mesmo valor de tensão nominal dos fusíveis. 3.4 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Fusíveis são elementos elétricos destinados a interromper a circulação de correntes anormais. para a tensão de funcionamento • • média tensão: 30 kA baixa tensão: circuitos de comando: 50 kA circuitos de luz e força: 100 kA 2. e Informática Dispositivos de Manobra e Proteção Fusíveis E-IEL.

A. 4.. Weg S..1 FUSÍVEIS DE BAIXA TENSÃO • • • Siemens S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Divisão Sprecher Energie S. II e III. Transistrol Equipamentos Eletrônicos Ltda.25 Classe Funcional Designação Corrente permanente até Corrente de interrupção Classe Operacional Designação L Proteção Cabos e fios Semicondutores Instalações de mineração gL gR gB Fusíveis de faixa completa g R IN > Imin B Tr Transformadores gTr Dispositivos de manobra Semicondutores aM aR Fusíveis de faixa parcial a > 4 IN IN > 2. Capital Federal. PRODUTOS/FABRICANTES Admite-se a utilização de fusíveis fabricados por: 4. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .continuação E-IEL. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I.A. sob o número 218504 .2 FUSÍVEIS DE MÉDIA TENSÃO • Cia.Proibida a reprodução sem autorização.7 IN M R Imin = corrente mínima de fusão 4. Masa Alsthom .A.

destinados a manobrar circuitos em condições normais de funcionamento.1. se existente. Portanto. Chaves fusíveis de baixa tensão (NBR-8560).2 3. para média e baixa tensão. corrente de ligação e corrente de desligamento compatíveis com a potência da carga comandada. 3.valor eficaz e dinâmica .1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA GENERALIDADES Chaves seccionadoras. EB-83/81 EB-156/64 EB-1494/84 MB-169/81 Chaves de faca.1. O PROPRIETÁRIO somente permitirá a utilização. As chaves seccionadoras deverão ter as correntes máximas admissíveis (térmica durante 1 segundo . chaves interruptoras ou chaves comutadoras são componentes elétricos para média ou baixa tensão. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. As chaves seccionadoras de média tensão deverão permitir o intertravamento elétrico e mecânico com o disjuntor de média tensão da subestação. tipo seccionadora. Telecom. Elétricas. em baixa tensão. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. O material isolante das chaves seccionadoras deverá possuir rigidez dielétrica compatível com a classe de tensão da instalação.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. de chaves manuais que possibilitem manobrar sob carga.1.1. e Informática Dispositivos de Manobra e Proteção Chaves Manuais E-IEL.1. Capital Federal. blindadas ou não. Chaves de faca. 3. sob o número 218504 . ou com o disjuntor geral de baixa tensão. entendem-se por chaves manuais as chaves de faca. de modo a impedir sua manobra com carga. As chaves seccionadoras deverão atender aos valores de tensão. freqüência. O número mínimo de manobras e o grau de proteção deverão estar de acordo com o previsto nas normas vigentes da ABNT.4 3. compatíveis com as correntes de curto-circuito calculadas para a instalação. Partes I.5 3. corrente nominal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1.1 3. Mecânicas.3 3.7 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . tipo seccionadora. Chaves blindadas não magnéticas (NBR-5360). As chaves seccionadoras para manobra sob carga deverão ter capacidade de ruptura. tipo seccionadora.1.Proibida a reprodução sem autorização. 3. II e III.6 3. número de pólos e tipo de acionamento exigidos pela instalação. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto haverá particular atenção para as seguintes. todas as chaves manuais deverão ser dotadas de dispositivo para extinção de arco e proteção para o operador.26 1. 2. não blindadas para baixa tensão (NBR-5355). não blindadas para baixa tensão (NBR-5381).valor de curto).

As chaves seccionadoras de média tensão deverão ter.1.9 3.1. corrente e freqüência nominal e natureza da corrente (CA ou CC). quando então terão suas especificações definidas em projeto. sempre de ação simultânea quando forem bi ou tripolares. com corpo em material de alta rigidez dielétrica. normas de fabricação e ensaio. corrente de ruptura (para equipamentos de operação sob carga). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. As chaves rotativas deverão ter construção tropicalizada. a 60 Hz entrepolos/terra contatos abertos Impulso de tensão durante 1/50 ms (NBI) entrepolos/terra contatos abertos 95 110 36 40 CLASSE 25 kV 60 66 125 140 3.1. II e III. acionamento frontal rotativo. Partes I. tensão e corrente dos contatos auxiliares (se existirem). As chaves seccionadoras de média e baixa tensão serão tripolares. sob o número 218504 . desde que especificado em projeto ou por orientação da FISCALIZAÇÃO.continuação E-IEL.13 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 55 seguintes classe de tensão de 15 kV e 25 kV. correntes máximas admissíveis (térmica e dinâmica). Capital Federal.1.Proibida a reprodução sem autorização.26 3.10 3. contendo as seguintes informações: • • • • • • • nome do fabricante. com ou sem porta-fusíveis. As chaves seccionadoras deverão possuir plaqueta irremovível.1.8 Deverão ser dimensionadas para suportar as condições de temperatura e umidade ambientes locais. tensão.11 CLASSE 15 kV Tensão aplicada durante 1 minuto. com a indicação das diversas posições de manobra possíveis. corrente de ligação (para equipamentos de operação sob carga). com exceção daquelas utilizadas em circuitos de corrente continua ou em esquemas especiais. Não se admitirá o uso de chaves facas simples. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. no mínimo. 3. São válidas também as demais condições preconizadas para chaves de abertura sob carga.1. o uso de chaves rotativas para manobra e seleção de circuitos e cargas. As máximas sobrelevações de temperatura admitidas para os diversos componentes das chaves deverão obedecer ás normas da ABNT. 3.12 O PROPRIETÁRIO admitirá.

A montagem das diversas partes do mecanismo de operação das chaves deverá ser efetuada de modo a impedir o afrouxamento durante o uso normal e contínuo.2. Indústrias Brasileiras Eletrometalúrgicas. As partes condutoras (lâminas.2.3 3.3 3.A. Deverão ter dispositivo de travamento para a alavanca de comando na posição desejada. Partes I. NÃO BLINDADAS • • • • • • • • • • Ace Eletrônica Industrial Ltda.3 3. sob o número 218504 .continuação E-IEL. Telemecanique S. Klockner-Moeller Equipamentos Industriais S.2 3. BLINDADAS As chaves blindadas obedecem ao contido no item 3. Beghim Indústria e Comércio S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995..A.1 MANUAIS. também em cobre.4 4.A.3. Lorenzetti S.2 retro.. O desligamento deverá ser rápido com auxílio de molas reforçadas.. deverão ser reforçados e permitir um contato perfeito com a faca.Semitrans Equipamentos Elétricos S.A. Cia Masa Alsthom . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 NÃO BLINDADAS As chaves manuais para manobra de circuito poderão ou não ser acopladas a dispositivo de proteção como porta-fusíveis. Holec Equipamentos Elétricos Ltda..Divisão Sprecher Energie S. considerado o disposto nos itens subseqüentes.4 3.A. terminais) deverão ser de cobre e dimensionadas de maneira que resulte aquecimento reduzido em funcionamento continuo. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2.1 3. Asea Brown Boveri Ltda. As caixas normais blindadas deverão ser fabricadas em chapa de aço n° 18 (MSG) . existindo sempre a possibilidade de travar a chave nas posições "ligado" e "desligado".2.1 3. Os encaixes. 3. Capital Federal. 4. garras.3. Siemens S. PRODUTOS/FABRICANTES Admite se o emprego de chaves fabricadas por.A. É vedado o uso de chaves que apresentem fusíveis em paralelo. Efe .2 3. II e III.3. Deverão possuir trava de segurança para impossibilitar a abertura da porta com a chave ligada.A.3. inclusive nas posições de "ligada" e "desligada".26 3.Proibida a reprodução sem autorização.

sob o número 218504 .continuação E-IEL..26 4. Siemens S. Capital Federal.A. (Eletromar).Proibida a reprodução sem autorização. II e III.A.2 BLINDADAS • • • • Asea Brown Boveri Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Serviços Eletro-Navais S. Westinghouse do Brasil S.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.. Partes I. Selnav . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

deverão ser consideradas. Telecom. as seguintes categorias de serviço.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Partes I.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA As chaves contactoras são classificadas em auxiliares e de potência. AC-4 . 2. II e III. frenagem por contracorrente ou inversão de rotação. categoria de serviço.Proibida a reprodução sem autorização.manobra de cargas com pouca ou nenhuma componente indutiva. 2. As chaves contactoras deverão possuir as seguintes características. Elétricas. DEFINIÇÃO Chaves contactoras são dispositivos destinados a manobrar cargas através de comandos a distância 2.3 2.4 Com o fim de garantir elevada durabilidade mecânica e de contatos. compatíveis com a instalação: • • • • • • • • • • utilização em CA ou CC. As de potência serão utilizadas em circuitos de força.manobra de motores com motor em curto-circuito em regime normal. poder de fechamento. Quanto à forma construtiva.1 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . conforme as normas da IEC: CORRENTE ALTERNADA • • • • AC-1 . fusível máximo para proteção. tensão nominal de funcionamento e isolamento. AC-2 .4. potência de ruptura. grau de proteção (segundo normas IEC).manobra de motores com rotor bobinado em regime normal.2 2. AC-3 .manobra de motores com interrupção da corrente de partida. sob o número 218504 . as contactoras poderão ser montadas em blocos (caixas moldadas) ou em barras. Capital Federal. 2. como comando e sinalização.29 1. As contactoras auxiliares serão utilizadas em circuitos auxiliares. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. como manobras de motores e outras cargas. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. tensão de alimentação da bobina. e Informática Contactoras E-IEL. corrente de serviço e corrente térmica permanente (Ith2). freqüência. Mecânicas. quando da escolha da contactora.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.5 As chaves contactoras deverão operar com tensões compreendidas entre 85 e 110% da tensão nominal da bobina sem apresentarem vibrações ou excessivo aquecimento..manobra com motores derivação em regime normal. sob o número 218504 . DC-3 . permitindo a rápida inspeção dos seus contatos e a substituição das bobinas sem a necessidade de sua remoção do quadro de comando. Para tanto. Weg S. Capital Federal.29 2. II e III. blocos aditivos com a finalidade de ampliar a quantidade de contatos auxiliares.A. poderão ser utilizados. Siemens S.Proibida a reprodução sem autorização.A.A.A.A. com facilidade na conexão de cabos. frenagem por contracorrente ou inversão de rotação.4.. 2.manobras de motores série. DC-2 . Deverão ser adequadas a temperaturas ambientes entre . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 CORRENTE CONTÍNUA • • • • • DC-1 . frenagem por contracorrente ou inversão de rotação. Partes I. DC-5 . As chaves contactoras deverão ser de montagem simples. DC-4 . Os contatos auxiliares deverão ser em número e capacidade compatíveis com os requisitos dos circuitos de comando. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.25 e + 55°C. 2.manobra com motores derivação com interrupção de corrente de partida. Telemecanique S. Klockner-Moeller Equipamentos Industriais S..continuação E-IEL.8 3.manobras com motores série em regime normal. com interrupção da corrente de partida. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por: • • • • • Beghim Indústria e Comércio S. As contactoras deverão ter construção tropicalizada e ter impressas em seu corpo as características nominais de operação.7 2. sempre que necessário.6 2.manobra com carga ôhmicas.

Siemens S. Weg S. direcionais. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .30 1. Klockner-Moeller Equipamentos Industriais S. conforme especificação de projeto ou determinação da FISCALIZAÇÃO.2 2. de sobrecorrente. de sobretensão.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.3 2. controle ou proteção de sistemas elétricos.25 e + 55°C. Poderão.4 Os relés térmicos deverão atuar adequadamente nas temperaturas ambientes entre .. 2.A. ser instalados relés temporizadores. Elétricas. subtensão. 3. categoria de utilização.. DEFINIÇÃO Relés são dispositivos que têm por finalidade realizar supervisão. 2..A.Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Schlumberger Indústrias Ltda. Elfa-Seg Eletro-Eletrônica Ltda.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Os relés térmicos bimetálicos atuam em conjunto com as chaves contactoras com o fim de proteger os circuitos a elas ligados contra sobrecargas ou falta de fase (motores trifásicos).. etc. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A. máxima freqüência. corrente nominal. freqüência: faixa de ajuste. Capital Federal. 2.. e Informática Relés E-IEL. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por: • • • • • • • • • Altronic S. Telemecanique S. Telecom. Mecânicas.. Na seleção dos relés térmicos deverão ser considerados os seguintes parâmetros: • • • • • • • tensão nominal e tensão de isolamento. sob o número 218504 . Partes I. II e III. Pextron Indústria Eletrônica Ltda. diferenciais..A. Coel Controles Elétricos Ltda. curvas características de disparo em função da velocidade de atuação desejada. fusível máximo para proteção. ainda..A.

CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Todos os disjuntores deverão possuir disparadores ou relés para proteção contra sobrecarga e curto-circuitos. para as diversas partes componentes. corrente nominal do disjuntor. Os tempos e valores de atuação dos disparadores e relés dos disjuntores deverão obedecer criteriosamente ao estabelecido no estudo de seletividade. Serão considerados de baixa tensão os disjuntores para circuito com tensões nominais de até 1000 V em corrente alternada.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. será dada especial atenção às seguintes.1 DEFINIÇÕES Disjuntores são dispositivos de proteção (sobrecarga e curto-circuito) que podem estabelecer. conforme a tensão da rede onde forem instalados.1 3. tensão nominal de isolamento. Mecânicas. 2. Disjuntores em caixas moldadas (NBR-5283).2 2.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2. Capital Federal. Disjuntores de alta tensão (NBR-7118). Telecom. Todos os disjuntores deverão apresentar uma identificação indelével na qual deverão constar. II e III. Serão considerados de média tensão os disjuntores para circuitos com tensões nominais entre 1 e 15 kV e freqüência nominal não superior a 60 Hz. conduzir por tempo determinado e interromper correntes em condições anormais de funcionamento. Os disjuntores deverão operar sempre em instalações abrigadas. Elétricas.3 3. 2. respectivamente. Os disjuntores de média e baixa tensão deverão admitir. as seguintes informações: • • • • • nome ou marca do fabricante. número de catálogo ou modelo do disjuntor designado pelo fabricante. sob o número 218504 . Partes I. relés e demais componentes do disjuntor deverão estar calibrados para operar adequadamente em temperaturas e umidades relativas de até 45°C e 90%. Os disparadores.31 1.Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.3 3.. conduzir e interromper correntes elétricas em condições normais de funcionamento.2 3. corrente nominal da estrutura (se houver disparadores série intercambiáveis). NORMAS Dentre as normas da ABNT que regulamentam o assunto. Os disjuntores a serem empregados poderão ser de baixa ou média tensão. 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. no mínimo. bem como estabelecer. as elevações de temperatura previstas nas respectivas normas. e Informática Disjuntores E-IEL. os quais poderão ser instantâneos ou temporizados. EB-185/82 EB-186/73 EB-196/89 Disjuntor de baixa tensão (NBR-5361). com freqüência nominal não superior a 60 Hz e 1200 V em corrente contínua.

Capital Federal. sem causar danos significativos (redução da seção efetiva)ao condutor.31 • • • 3. Quando o mecanismo de acumulação de energia for controlado manualmente. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Este requisito pode ser conseguido através de adequada continuidade entre as partes da estrutura.continuação E-IEL. A energia acumulada deve ser suficiente para um ciclo completo de operação.5 freqüência nominal.Proibida a reprodução sem autorização. ou qualquer parte móvel.14 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Os terminais devem ser projetados de forma que prendam o condutor entre as partes metálicas. Os terminais não devem permitir deslocamento dos condutores ou deles próprios de forma prejudicial à operação ou isolação. mesmo tendo a alavanca de manobra intencionalmente travada. 3. Os disjuntores de média e baixa tensão. reduzindo as distâncias de isolação ou de escoamento. Os disjuntores automáticos ou comandados através de um acessório devem ser de abertura livre. seja retirada. Deve ser adequadamente protegido contra a corrosão e indelevelmente marcado com o símbolo de terra. Os terminais externos devem ser tais que os condutores possam ser ligados por parafusos ou Outro meio de ligação. bem como os componentes de controle de fechamento. referência à norma da ABNT pertinente.12 3. no local da operação. com pressão de contato suficiente. Os terminais para ligações externas devem ser dispostos de forma a permitir fácil acesso. de modo a assegurar que a pressão de contato necessária seja mantida permanentemente. devem ser capazes de operar quando a tensão de alimentação estiver entre 85 e 110% do valor nominal da tensão do circuito de controle. Os motores para carregar o mecanismo. Partes I. Deverá ser assegurado que o começo da operação de fechamento do disjuntor só seja possível quando o mecanismo de fechamento estiver completamente armado. Os disjuntores deverão ser providos de indicação das suas posições fechado e aberto.6 3.11 3. que não os de caixa moldada. deverão ter a estrutura e as partes fixas dos invólucros metálicos ligadas eletricamente entre si e a um terminal que permita aterrá-las.8 3.7 3.9 3. interrompendo o circuito sob condições anormais. deve ser previsto um dispositivo que indique que o mecanismo está completamente armado.10 3.13 3. conforme especificação do projeto ou determinação da FISCALIZAÇÃO. Quando o mecanismo for controlado por uma fonte de energia externa. O terminal de aterramento deve ser facilmente acessível e projetado de modo que a ligação de terra seja mantida mesmo quando a cobertura. Os disjuntores poderão ser dotados de mecanismo de acumulação de energia para fechamento. o sentido no qual se efetua esta manobra deve ser indicado. capacidade de interrupção em curto-circuito (simétrica-valor eficaz) referida às tensões nominais de operação.15 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III. nas condições de uso indicadas. sob o número 218504 .

5 Cor.5 3.19 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . atendendo às especificações de projeto ou determinação da FISCALIZAÇÃO: • • • • • • • bobina de disparo remoto. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. bobina de mínima tensão.16 Os disjuntores de baixa tensão utilizados na proteção dos circuitos de luz e tomadas comuns (100 w( deverão ter. 3. Int. sob o número 218504 . contatos auxiliares. ambas na classe de 15 kV. (kA) 3 4.18 Os disjuntores de alta tensão deverão possuir uma corrente de interrupção simétrica mínima de 12. Est. no mínimo.17 Os disjuntores de baixa tensão. Partes I. (kA) 3 6 6 Cor. (kA) 10 12 12 380 V (AC) Cor.5 2 2 Cor.5 73. de acordo com o quadro a seguir: Corrente nominal do Disjuntor até 25 A de 30 A a 90 A de 100 A a 225 A de 250 A a 400 A acima de 400 A Corrente de Interrupção 220 V (AC) (kA) 10 15 22 30 40 380 V (AC) (kA) 10 15 22 25 35 Corrente de estabelec. Os disjuntores poderão ser dotados dos seguintes acessórios. as correntes simétricas de interrupção e as correntes de estabelecimento. as correntes de interrupção simétricas e as correntes de estabelecimento. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III. (kA) 3 4 4 3.5 4. Int.Proibida a reprodução sem autorização.5 kA e corrente de estabelecimento mínima de 31 kA. mecanismo de operação motorizada alavanca rotativa. contato de alarme. (kA) 6 9 9 Corrente Contínua Cor. 220 V (AC) (kA) 15 30 45 53 84 380 V (AC) (kA) 15 30 45 52. Est. Os disjuntos de média tensão a grande volume de óleo não serão admitidos.continuação E-IEL. Int. Est. utilizados em circuitos alimentadores não abrangidos pelo item anterior. de acordo com o quadro a seguir: Disjuntor (tipo) Monopolar Bipolar Tripolar 220 V (AC) Cor. no mínimo. (kA) 1. deverão ter. Capital Federal. manopla ajustável.31 3.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I.• alavanca de segurança. Capital Federal. II e III. sob o número 218504 . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

. Partes I. Bticino Equipamentos Elétricos.A.. Asea Brown Boveri Ltda.20 15.31 • • • • • • unidade de retardo: gaveta extraível. conexões traseiras. Beqhim Indústria e Comércio S.20 Tensão nominal kV (eficaz) 01 4.continuação E-IEL. General Eletric do Brasil S.A. Os níveis de isolamento nominal para os disjuntores de média tensão deverão obedecer aos valores da tabela a seguir..A. FAE . Terasaki do Brasil S. Siemens S.A.1 BAIXA TENSÃO • • • • • • • • • • • • AEG .A. Westinghouse do Brasil S..Ferragens e Aparelhos Elétricos S..76 7. trava de alavanca. Klockner-Moeller Equipamentos Industriais S.A.Telefunken do Brasil S.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . PRODUTOS/FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá os produtos fabricados por: 4. II e III.Proibida a reprodução sem autorização.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. intertravamento mecânico. Merím Geris Brasil S.A. Soprano Eletrometalúrgica Ltda...00 Tensão suportável nominal de impulso atmosférico kV (crista) 02 40 40 95 Tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto kV (eficaz) 03 19 20 36 4. sob o número 218504 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A. Capital Federal.. 3. alavanca de extração.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Asea Brown Boveri Ltda.A..A.A. Cia Masa Alsthom .Proibida a reprodução sem autorização.31 4.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 .2 MÉDIA TENSÃO • • • • • • AEG .A. II e III.Divisão Sprecher Energia S. Siemens S. Indústrias Brasileiras Eletrometalúrgicas.A. Beghin Indústria e Comércio S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Telefunken do Brasil S. Partes I. Capital Federal. Lorenzetti S.continuação E-IEL..

O fator de serviço dos motores elétricos será.32 1. Mecânicas.Proibida a reprodução sem autorização. Elétricas. Os motores elétricos trifásicos deverão atender ás condições de carga. permitindo sobrecarga de 1.5 vez a potência nominal durante 2 minutos. Terão. fator de potência à plena carga. sob o número 218504 . 3. ou monofásicos. as seguintes informações: • • • • • nome e dados do fabricante. que operará de maneira segura e isenta de faiscamento.1. modelo.Máquinas elétricas girantes . baixo escorregamento. no mínimo. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. DEFINIÇÃO São equipamentos destinados a transformar energia elétrica em energia mecânica. e Informática Motores Elétricos E-IEL. Os motores elétricos terão plaqueta de identificação contendo. isolação classe B (130 C).4 Os motores elétricos terão grau de proteção compatível com o local de instalação.5 3. Partes I. possuindo as seguintes características: • • • conjugado de partida elevado. Capital Federal. tensão nominal. Deverão possuir seus capacitores de partida acoplados a um sistema automático de conexão e desconexão.3 3. Os motores elétricos monofásicos serão dotados de capacitores permanentes de maneira a apresentarem alto fator de potência e elevado rendimento.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Os motores de corrente alternada poderão ser trifásicos de indução. permitindo rápida aceleração da carga. Os motores trifásicos com potência igual ou superior a 100 CV deverão possuir proteção térmica composta de sensores de temperatura colocados no interior de cada enrolamento.6 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . conjugado máximo elevado. 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.motores de indução (NBR-7094). • • • 3. potência nominal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.2 3.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. sem perda sensível de rotação nem aquecimento acentuado nos enrolamentos. alto rendimento e alto fator de potência. II e III. conjugado mínimo elevado. 3. atenção especial merecerá a EB120/81 . permitindo partidas com cargas resistentes elevadas. com motor em gaiola de esquilo. no mínimo. no mínimo. Telecom. 3. igual a 1. ligações permitindo a ligação direta ou em estrela-triângulo.

regime. categoria. grau de proteção.32 • • • • • • • • • • 4.. Capital Federal. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por: • • • Eberle S. Weg S. ligações. . freqüência nominal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A. classe de isolamento.A. velocidade nominal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. corrente nominal. fator de serviço. Siemens S. II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização.continuação E-IEL.A. sob o número 218504 .Indústria e Tecnologia. letra código. Partes I.

o fator de crista mínimo deverá ser 3. Os estabilizadores deverão apresentar ainda as seguintes características: • • • • • • serem monofásicos ou trifásicos. 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. No caso de uso em carga não linear (fontes chaveadas) . evitando distorção harmônica. nem defasamento angular. tempo de recuperação máximo <= 50 ms.9 Os estabilizadores serão dotados obrigatoriamente de transformadores isoladores na entrada.8 1.85.00 metro. com faixa de temperatura de funcionamento de 0 a 45°C e umidade relativa de 0 a 95%. ou 220 V entre fases e 127 V entre fase e neutro. sem condensação. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.3%. A regulagem máxima dinâmica de carga (degrau de 50 a 100%) e de linha (para variação de 10% da tensão de entrada) será <= 10%. Não se introduzirá qualquer deformação na onda senoidal. 200% em 5 segundos. 1. Capital Federal. com tolerância permissível da rede de 15%. II e III. Partes I. T ou 2 F + T).10 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .7 indutivo. 1.33 1. Deverão ter configuração monofásica (F. N.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.3 1. +/.7 1. e Informática Estabilizadores de Tensão E-IEL. será <=. + 10%. acrescida de 20% de folga. A capacidade nominal do estabilizador deverá atender à potência prevista para os equipamentos.5 A regulagem máxima estática de carga (variação de 0 a 100%) e de linha (piores condições). 1. Mecânicas.6 1. Elétricas. sob o número 218504 . sem introduzir perdas significativas na linha de carga ou deformações na forma de onda da rede. fator de potência de carga entre 1 e 0. A capacidade de sobrecarga será a seguinte: • • • 10% em 1 hora 100% durante 10 segundos. com blindagem eletrostática de cobre. entre primário e secundário.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA São equipamentos destinados a manter a tensão fornecida dentro de estreitas faixas de variações. ruído menor que 50 dB (A) a 1. com tensões padronizadas de 380 V entre fases e 220 V entre fase e neutro. Telecom. forma de onda senoidal.Proibida a reprodução sem autorização. Os estabilizadores terão rendimento mínimo de 90% a plena carga e fator de potência >= 0.5%.2 1.4 1. As saídas dos estabilizadores deverão ser trifásicas. freqüência de 60 Hz.

As placas de circuito impresso deverão ser confeccionadas em fibra de vidro e possuir serigrafia para identificação de circuitos e componentes.16 1. no sentido de diminuir os trajetos dos condutores e proporcionar acesso fácil e imediato a todos os componentes e placas.14 A habilitação da saída. relação de possíveis defeitos com respectivas causas e indicação de solução (fluxograma de defeitos). Deverão ter os seguintes acessórios: • • • • • • chave reversora para "by-pass" manual. ou 350 V para redes de 380/220 V. além de otimizar a ventilação do sistema. supressor de transientes com 500 J de dissipação e tensão de grampeamento igual a 200 V. possibilitando a alimentação direta dos equipamentos a partir do secundário do transformador isolador.Proibida a reprodução sem autorização. saída anormal (vermelha) e condição de "by-pass" (amarela). 1. catálogos técnicos. Todos os ajustes deverão ser independentes entre si e estarem indicados na serigrafia. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III. ser racionalmente distribuída e convenientemente identificada através de anilhas plásticas. Partes I.17 1. manuais de operação e manutenção. lâmpadas sinalizadoras para operação normal (verde).19 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Deverão ser fornecidos os seguintes documentos. com o restabelecimento de condições normais. A fiação do equipamento deverá ser organizada através de chicotes. sensor de sobre e subtensão de saída.continuação E-IEL.13 1. 10 segundos.18 1. sensor eletrônico para proteção contra falta de fase. certificado de garantia. Capital Federal.11 1. botões de comando liga/desliga. apresentando alta confiabilidade e convenientemente dimensionados de maneira a não apresentarem aquecimento excessivo. Deverá ser apresentado certificado de garantia de no mínimo 1 ano da ativação ou 18 meses da data da nota fiscal. no mínimo. só deverá ocorrer após uma temporização de. Todos os "trimpots" de ajuste serão do tipo "multi-volta". que deverão ser sanados sem ônus para o PROPRIETÁRIO. nem alteração das características básicas. Os componentes serão do tipo profissional. relação de peças de estoque mínimo para reposição.33 1. para redes de 200/127 V. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Os conectores deverão ser do tipo "plug-in". o que ocorrer antes. polarizados e compatíveis com a natureza dos sinais envolvidos. A distribuição de componentes no interior do gabinete deverá ser racional.12 O gabinete do equipamento deverá ser confeccionado em chapas de aço decapadas. 1. juntamente com os equipamentos: • • • • • • esquemas elétricos e eletrônicos completos. contra os defeitos decorrentes de fabricação. sob o número 218504 . fosfatizadas e pintadas eletrostaticamente.15 1.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I.continuação E-IEL. Capital Federal. sob o número 218504 . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. relação de empresas de assistência técnica credenciadas para manutenção do equipamento. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos homologados por ele.33 • 2. II e III.

T ou 2 F + T) ou trifásica (3 F.3 Hz. tempo de recuperação máximo: <= 75 ms (IEC 686). número de fases: 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. fator de potência >=0.0. Capital Federal. 20% em 1 minuto e 50% em 10 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . freqüência: 60 Hz. distorção da forma de onda de corrente <= 10%. forma de onda: senoidal.75 a 2. regulação dinâmica de carga (degrau de 50 a 100%) e linha (variação da tensão de bateria de 1.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA CARACTERÍSTICAS DE ENTRADA CA Os no-break deverão apresentar as seguintes características de entrada CA: • • • • • • configuração monofásica (F. em especial a EB-2175/91 . N. 3.5 Hz.Sistemas de alimentação de potência ininterrupta. rendimento mínimo do inversor: > 80%. Mecânicas.2 CARACTERÍSTICAS DE SAÍDA CA Deverão apresentar as características de saída CA a seguir: • • • • • • • • • • • • potência de saída informada em kW e kVA (para fator de potência 0. tensão nominal: 110.Proibida a reprodução sem autorização. T). II e III. 2. Elétricas. tolerância de freqüência: +/.Conversor a semicondutores . capacidade de sobrecarga: 10% em 10 minutos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. e Informática No-Break Estático (até 10 kvA) E-IEL. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 . regulação dinâmica de carga (degrau de 50 a 100%):<10%.4 V/elemento): < 2%. fator de crista: >= 3. tensão nominal monofásica (220 V ou 110/127/220 V) ou trifásica (380/220 V ou 220/127 V) tolerância permissível da rede: . 3. N. DEFINIÇÃO No-break são equipamentos destinados a suprir ininterruptamente de energia o sistema de automação bancária. NORMAS Deverão ser observadas as exigências contidas nas normas da ABNT atinentes ao assunto. distorção harmônica máxima: 5% total e 3% para cada harmônico.8). Partes I. 127 ou 220 VCA. 3. +/. Telecom.34 1.8.15% + 10%.

Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização. sob o número 218504 . Partes I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .segundos. II e III. Capital Federal.

3. capacidade total do retificador: deverá permitir recarregar a bateria em 10 h. bloqueio do funcionamento do inversor.7. curto circuito na saída ou sobrecarga. tensão final de descarga: 1.1%.4 CONDIÇÕES AMBIENTAIS Os no-break deverão ser capazes de trabalhar dentro das seguintes condições ambientais: • • temperatura de O a 40°C. Partes I.34 3.3 CARACTERÍSTICAS CC São as seguintes as características CC: • • • • • • • • rendimento do retificador: > 90%. com possibilidade de ajuste na faixa de 5 a 20%. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.5 CARACTERÍSTICAS DE PROTEÇÃO Os no-break apresentarão as seguintes características de proteção: • • • • • • • disjuntor termomagnético na entrada. com plena carga na saída.5 V/elemento. capacidade: 100 Ah/10h. tensão do barramento CC: deverá ser informada em VCC (de 48 a 96 VCC). com entrada gradativa do retificador até o valor da limitação. por tensão CA alta ou baixa na saída. proteção automática contra sobretemperatura. II e III. 3. limitação da corrente de saída do retificador contra sobrecarga.2 V/elemento. fusíveis ultra-rápidos ou disjuntores rápidos em condições de garantir a proteção dos semicondutores das pontes retificadora e inversora. no caso do resfriamento por • • • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . com memorização. sem que ocorra sobretensão.4 V/elemento. desligamento do inversor por tensão mínima de bateria e religamento automático do retificador e inversor após o retorno da energia primária. regulação estática de carga (variação de 0 a 100%) e de linha (tensão de entrada 15% + 10%): +/. proteção contra "overshoots".continuação E-IEL. tensão de flutuação: 2. sob o número 218504 . desligamento automático do inversor por efeito interno. tensão de equalização: 2. limitação da corrente de carga da bateria em 10% da sua capacidade (10 h). desconexão de qualquer módulo com função essencial implicando em tensão nula.Proibida a reprodução sem autorização. proteção contra transientes de tensão (dV/dt)e de corrente (dI/dt). sem condensação. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. fusíveis de bateria e saída CA. umidade relativa de O a 95%.

Partes I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.ventilação forçada.Proibida a reprodução sem autorização. II e III. sob o número 218504 .

8 ALARMES Deverão conter os seguintes tipos de alarmes: • • bateria em descarga (com reset). Capital Federal. bateria em flutuação: verde. para manutenção.9 3. inversor em serviço: verde. não sendo considerada a configuração "short-break" ou "stand-by". bateria em equalização: amarelo. 3. chave comutadora de modo de operação do retificador (flutuação/ equalização/ automático).2 transformador isolador na entrada do retificador para propiciar isolação galvânica entre a bateria e a rede. botoeira para reposição dos eventos memorizados.Proibida a reprodução sem autorização. e através de comando manual. O inversor sempre alimenta a carga. retornando à condição anterior quando normalizada a ocorrência.1 ESPECIFICAÇÕES Caso prevista em projeto. bateria em nível baixo: vermelho. by-pass ems: amarelo. o no-break deverá operar em sincronismo com a rede.7 SINALIZAÇÕES Os no-break deverão apresentar as seguintes sinalizações: • • • • • • • • • • rede baixa/falta de rede: vermelho.9. sem interrupção.continuação E-IEL. localizada no painel. II e III. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 3.6 COMANDOS Apresentarão os comandos a seguir: • • • chave liga/desliga e saída. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. será fornecida e instalada chave estática.9.3 • Os no-break deverão ainda apresentar as seguintes especificações: 3. sobretemperatura: vermelho. bateria em nível baixo (sem reset). 3. indicação de sobrecarga: vermelho. Nesse caso. a qual deverá atender à carga. sob o número 218504 . Na ocorrência de falta de energia e quando a tensão da bateria atingir 88% da tensão nominal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. bateria em descarga: vermelho. nos casos de curtocircuito ou sobrecarga na saída do no-break. 3. deverá ocorrer o desligamento do inversor ou desconexão da bateria.34 3.9. saída anormal: vermelho. incorporada ao equipamento.

características mecânicas. contendo introdução.3 3.11. As chapas deverão sofrer tratamento antioxidante antes da pintura de acabamento. sem necessidade de esclarecimentos pessoais ou treinamento.2 3. facilitando a movimentação do equipamento. Capital Federal. ventilação.11 3.12. descrição de funcionamento.continuação E-IEL. conectores fechados.00 m <= 55 dB (A).2 3.10. de alta confiabilidade. de modo a não apresentarem aquecimento excessivo nem alteração das características básicas. Partes I.11. Serão convenientemente dimensionados. mesmo por técnicos não familiarizados com o equipamento. interface para monitoração remota tipo RS232.1 3.10. DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA A documentação técnica deverá ser suficientemente didática para que o técnico possa se aprofundar facilmente no conhecimento do sistema. entrada e saída AC.11.4 3. As chaves de comando e sinalizações deverão ser identificadas com etiquetas afixadas por rebites.10. II e III. características elétricas. recarga automática e manual da bateria.34 • • • • • • 3. tipo SAE. CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS A distribuição dos componentes no interior do gabinete deverá ser racional.12. polarizados e compatíveis com a natureza dos sinais envolvidos.3 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Deverá tornar possível a manutenção em curto prazo e de forma sistematizada. sinalização.10 3. Os conectores deverão ser do tipo "plug-in". de aço ou outro material adequado.12 3. Os componentes serão do tipo profissional. Todos os ajustes deverão ser independentes entre si e estarem indicados na serigrafia.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . para conexão dos cabos de bateria. além de otimizar a ventilação do sistema. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. recarga das baterias com o inversor em plena carga. proteção. Deverá ter porta frontal ou tampas laterais dotadas de fechos do tipo rápido e base com rodas. PRESCRIÇÕES SOBRE OS COMPONENTES As placas de circuito impresso deverão ser confeccionadas em fibra de vidro e possuir serigrafia para identificação de circuitos e componentes. no sentido de diminuir os trajetos de condutores e proporcionar acesso fácil e imediato a todos os componentes e placas.1 3. Será feita uma descrição geral.Proibida a reprodução sem autorização. Os transformadores e indutores deverão estar apoiados na base do gabinete. comandos manuais.10. esquemas e circuitos elétricos e eletrônicos completos e descrição minuciosa do funcionamento dos circuitos eletrônicos. O gabinete deve ter estrutura suficientemente rígida. ruído a 1. A fiação do equipamento deverá ser organizada através de chicotes e ser racionalmente distribuída e convenientemente identificada através de anilhas plásticas. medição.1 transformador entre a bateria e a saída para propiciar isolação galvânica entre a bateria e a carga. Todos os "trimpots" de ajuste deverão ser do tipo multi-volta. sob o número 218504 . 3.

relação de peças de estoque mínimo para reposição.Proibida a reprodução sem autorização. II e III. bem como diagramas eletroeletrônicos e desenhos. que deverão ser sanados sem ônus para o PROPRIETÁRIO. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos homologados por ele. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .12. contra defeitos decorrentes de fabricação.3 A documentação deverá conter instruções de instalação.34 3. Deverá conter ainda relação de empresas de assistência técnica credenciadas para manutenção do equipamento. com fluxogramas de procura de defeitos e níveis de sinal característicos dos circuitos. Capital Federal. operação.12. o que ocorrer antes. relação minuciosa de material com os fabricantes discriminados.continuação E-IEL. Deverá ser apresentado certificado de garantia de no mínimo 1 ano após e ativação do mesmo ou 18 meses da data da emissão da nota fiscal. Partes I. 3. manutenção e reparo. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 .4 4.

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.3 2. densidade nominal: 1210 +/. Capital Federal.0 V. tensão de flutuação/elemento: 2. 2. 2.75 V. tipo de monobloco: termoplástico. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.4 ACESSÓRIOS ESTANTES METÁLICAS A estrutura em aço carbono deverá ser dimensionada de forma a suportar a carga sem deformação. de forma a assegurar perfeito acabamento. 1 termômetro.1.10 g/dm³ a 25°C. 1 funil plástico.Proibida a reprodução sem autorização. II e III.2 2. com tinta resistente à finalidade a que se destina. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 2.5 2. Elétricas. garantindo a estabilidade do conjunto (estante e bateria). Telecom. Mecânicas. sob o número 218504 .1. 2. 1 jogo de ferramentas com cabo isolado. tensão final de descarga/elemento: 1. tensão de equalização/elemento: 2. tensão por elemento: 2. Nas operações de furações ou cortes. tensão da bateria: a definir de conformidade com o equipamento. eletrólito: solução de ácido sulfúrico. Partes I.1. A estrutura metálica da estante deverá receber pré-tratamento de superfície por processo de limpeza química ou mecânica e aplicação de "primer". os quais deverão receber tratamento de superfície resistente à corrosão.1. A montagem da estante se fará com parafusos.4 V.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . CAIXAS DE ACESSÓRIOS Cada caixa deverá conter o seguinte: • • • • • 1 densímetro completo.2 V. A altura das bandejas deverá permitir fácil acesso para manutenção dos monoblocos. deverão ser removidas as rebarbas. e Informática Baterias E-IEL. O acabamento deverá ser na cor cinza.1. número de elementos/monobloco: 3. transparente de alto impacto. 1 jarro plástico.35 1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA São as seguintes as características da bateria estacionária: • • • • • • • • • • • capacidade: 100 Ah em 10 horas. tipo de elemento: tubular.1 2.

FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego de baterias dos seguintes fabricantes: • • • Indústria e Comércio de Acumuladores Fulguris Ltda.. Capital Federal. Sistemas de Energia. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III.continuação E-IEL. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.. Nife Brasil Sistemas Elétricos Ltda. Satúrnia S.35 3.Proibida a reprodução sem autorização.A.

Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Elétricas. sob o número 218504 .5 TRAFOS SECOS (%) 6 6 6 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2. A classe de tensão de isolamento dos transformadores será no mínimo 15 kV. A classe de isolamento dos transformadores será no mínimo "A" (105°C).1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA São equipamentos estáticos. NORMAS Deverão ser observadas todas as exigências contidas nas normas da ABNT sobre o assunto. especialmente as seguintes: EB-91/81 EB-1818/97 MB-1277/82 PB-243/86 Transformador de potência (NBR-5356). Transformadores subterrâneos . de construção robusta e rendimento elevado. Telecom.4 POTÊNCIA (kVA) até 150. será: 2.5 A impedância percentual mínima dos transformadores.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. 2. Não será permitida a utilização de "Askarel" ou outro PCB como liquido isolante ou resfriador. Mecânicas.3 2. a freqüência nominal e às temperaturas de 75°C para transformadores em óleo ou silicone. Os transformadores poderão ser resfriados através de óleo mineral. destinados a modificar eletromagneticamente os valores de tensão e corrente de um determinado circuito. Transformador de alimentação até 180 kVA para equipamento eletrônico . Partes I. inclusive de 225 a 500 acima de 500 TRAFOS EM ÓLEO OU SILICONE (%) 3. Capital Federal.5 5. silicone ou ar.características elétricas e mecânicas (NBR-9369).determinação de características (NBR-8014). referida à maior relação de transformação. 2.5 4. II e III.2 2. As buchas primárias serão para 25 kV e as secundárias e de neutro para 1.36 1. de maneira forçada ou natural. e 115°C para transformadores secos.Proibida a reprodução sem autorização. Transformadores de potência secos (NBR-10295). e Informática Transformadores E-IEL. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sendo vedada a classe 15-B (nível de isolamento baixo).2 kV.

0 97.0 2.0 acima de 25 RENDIMENTO (%) 97. entre outras.5 150.36 2. Capital Federal.8 Os transformadores deverão possuir plaqueta de identificação contendo.7 4.3 3.1 3.3 2. diagrama de ligações contendo as tensões nominais. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. designação e data da especificação da ABNT.8 será conforme a tabela: POTÊNCIA (kVA) até 75. para fator de potência igual a 0.5 97.Proibida a reprodução sem autorização. os seguintes rendimentos.0 225. inclusive 75. tipo.9 98.7 97. elevação de temperatura admissível para os enrolamentos. as seguintes indicações: • • • • • • • • • • • nome: transformador ou autotransformador.0 112. nome do fabricante. sob o número 218504 . potência nominal. número de fases. inclusive de 112.6 Os transformadores secos ou resfriados a óleo ou silicone deverão ter no mínimo. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. número de série e data da fabricação.7 A máxima queda de tensão entre funcionamento em vazio e a plena carga (regulação) para o fator de potência igual a 0.3 97.8: POTÊNCIA (kVA) até 45. freqüência nominal.continuação E-IEL.5 a 150 de 225 a 500 acima de 500 REGULAÇÃO (%) 3. diagrama vetorial (ou polaridades para transformadores monofásicos) Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I.

admitir-se-á a comutação tipo painel. Para classe de temperatura de 155°C. a plena carga e totais. tipo de líquido isolante e quantidade necessária.continuação E-IEL. em curto-circuito. Para transformadores até 112. com acesso pela janela de inspeção. Capital Federal. polaridade. A comutação de tensões para transformadores de potência superior a 112. 2.9 impedância percentual referida a 75°C para classes de temperatura de 105°C ou 130°C. resistência de isolamento. seqüência de fases. peso aproximado. sob o número 218504 .11 2. II e III.10 O transformador deverá ter no enrolamento de alta pelo menos 3 derivações. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. tensão de curto-circuito. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.12 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .5 kVA. se for o caso. tensão induzida. vazão da água de refrigeração. perdas em vazio. referida à temperatura de 115°C. relação de tensões. deslocamento angular. Partes I. O fabricante do transformador deverá apresentar a planilha dos testes de rotina com as seguintes informações. classe de tensão e isolamento nominal.36 • • • • • • 2. no mínimo. no mínimo: • • • • • • • • • • • • resistência ôhmica dos enrolamentos. os acessórios definidos na tabela 12 da EB-91/81 (NBR-5356). 2. interligáveis a um relé disparador. Os transformadores secos deverão ser providos de sensores de temperatura para enrolamentos.5 kVA deverá ser através de comutador giratório de comando externo. estanqueidade. número de catálogo do fabricante.Proibida a reprodução sem autorização. Os transformadores de potência igual ou superior a 225 kVA deverão ser providos de rodas para transporte. Os transformadores de potência em óleo deverão ter. tensão aplicada ao dielétrico. além da nominal. corrente de excitação.

Weg S.Proibida a reprodução sem autorização.. Partes I. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por: • • • • • • Indústria de Transformadores Balestro Ltda. Capital Federal.Equipamentos Elétricos S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.36 3..A. Zilmer Ineltec Construções Elétricas Ltda. sob o número 218504 . Toshiba do Brasil S..A. Trafo .continuação E-IEL.Transformadores União Ltda... TUSA . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst.Proibida a reprodução sem autorização.4 2. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por: • • • • • Asea Brovri Boveri Ltda.. decorridos 5 minutos de desenergização. As placas de identificação deverão ser em aço inoxidável. Capacitores de potência (NBR-5289).7 2. no-break.5 2. Indústrias e Construções. Os capacitores devem ter garantia mínima de 12 meses após sus energização. Deverão funcionar satisfatoriamente com 135% da potência nominal. II e III. 2. Os capacitores deverão suportar até 100 chaveamentos diários sem reacendimento de arco e com tensões transitórias instantâneas limitadas a 2.. Waltec Eletro-Eletrônica Ltda.8 3. sob o número 218504 . Deverão possuir resistências internas de descarga de maneira a reduzir a 50 V a tensão entre terminais.A. Inepar S. Inducon do Brasil Capacitores S. data de fabricação. impregnante. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto será dada especial atenção ás seguintes: EB-139/87 MB-258/73 Capacitores de potência em derivação para sistema de tensão nominal acima de 1000 V (NBR-5282). Devem ser projetados para uma vida útil mínima de 20 anos quando trabalhando em tensão nominal. destinados à correção de fator de potência das instalações.37 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I. Telecom. Os terminais de cada bucha deverão ser próprios para ligação de 1 ou 2 cabos de seção de 6 até 50 mm². os capacitores deverão ser especialmente fabricados para essa finalidade. capacitância.2 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Os capacitores de potência são equipamentos que geram reativos capacitivos. Os conectores deverão ser estanhados para minimizar os efeitos de corrosão. nível de isolamento. Elétricas. categoria de temperatura. Capital Federal. contendo número de série. etc. 2.83 vezes a tensão nominal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .3 2.6 2. Deverão trabalhar adequadamente até a temperatura máxima ambiente de 40°C. potência.1 2. marca e tipo. Mecânicas. e Informática Capacitores de potência E-IEL.A. Onde houver presença de harmônicas (conversores. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.). tensão e freqüência nominais. 2. Siemens S.. sujeitos ao máximo de 10% de sobretensão com 60 Hz por períodos prolongados e dentro do limite de temperatura.A. retificadores.

O grupo será equipado com um sistema de partida elétrica. II e III. sem indícios de sobreaquecimento para as condições climáticas locais.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. da água de refrigeração. 2. filtro de ar. Elétricas. Telecom. para qualquer valor estável de carga entre 0 a 100% da potência contínua. Partes I.38 1 1.Proibida a reprodução sem autorização. 1 amperímetro para controle de carga de baterias. Mecânicas. painel montado no motor incluindo 1 termômetro e 1 manômetro de óleo lubrificante. e injeção direta. na velocidade síncrona.2 2. incluindo reservatório com capacidade para 8 horas de funcionamento a plena carga. indicador de nível e bombas manuais ou elétricas para transferência de combustível de tambor para reservatório. 1 indicador de rotação e 1 horímetro.1 • 2. 2. 1. tipo "American Bosch". São compostos basicamente de um motor diesel e um alternador síncrono trifásico.2 a 59 Hz. sem oscilações. Deverão ser montados sobre uma única base de aço com apoio tipo "vibra-stop" e ser previstas partidas manual e automática com pré-aquecimento. sem dificuldade. com elemento seco recambiável. controle de parada por sobre-rotação. MOTORES DIESEL O motor fornecerá potência líquida de saída suficiente para acionar continuamente o gerador a 100% de plena carga. sob o número 218504 . 2.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA São equipamentos destinados a suprir de energia elétrica as instalações. 1 termômetro do sistema de refrigeração. em tempo máximo de 2 segundos. variação instantânea de 0 a 100% da carga nominal e vice-versa nominal. através de resistências. e Informática Grupos Geradores de Emergência E-IEL. devendo após isso voltar ao intervalo permitido acima citado. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. e sua construção deverá efetuarse em multícilindros verticais ou em "V".4 • O regulador automático de velocidade será eletrônico. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. além de apresentar os seguintes acessórios: • • • • filtros de óleo lubrificante. Capital Federal. do motor diesel. de tal forma que o grupo seja capaz de assumir a carga nominal total dentro de 10 segundos. em caso de falha no sistema da concessionária.2 Deverá possuir sistema de suprimento de combustível. tipo estacionário.3 • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . dotado de baterias com capacidade de acionar o conjunto a uma velocidade que permita a partida. para atender aos seguintes requisitos: rotação tal que a freqüência permaneça no intervalo de 61. silenciador de escape com eliminador de faísca. acoplados por um sistema monobloco e uma Unidade de Supervisão de Corrente Alternada (USCA).

Serão classificados em Industrial e Especial.continuação E-IEL. reguladores de tensão eletromecânicos. regulação para serviço contínuo: 2% da tensão nominal e 5% da freqüência nominal para qualquer situação de carga constante. II e III. sobrelevação de temperatura: >= 40°C.1 3. com terminais de neutro e fases acessíveis. isolação: igual ou melhor que classe F. no mínimo.Proibida a reprodução sem autorização. caldeiras.2 • • • • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . as seguintes características: • • • • • • • • • • regime de funcionamento contínuo. relação de curto-circuito:> 0. aplicados gradativamente durante 1 minuto entre armadura e massa e entre campo e massa. queda de tensão instantânea na partida de motores: e 15% com recuperação em 0.5. ligação: trifásica. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. retificadores. para aplicação brusca de 60% da potência aparente nominal do gerador. 3. sobrecarga: 10% durante 1 hora em cada 6 horas de funcionamento. em estrela. conforme descrito a seguir. rigidez dielétrica: 1500 V (valor eficaz). proteção mecânica: IP 23 ou melhor. potência e temperatura local das instalações. no mínimo.3 3.1 GERADORES E/OU ALTERNADORES CONDIÇÕES GERAIS Os geradores deverão atender perfeitamente às condições de freqüência. 3.1. Os de Classe Industrial são utilizados na alimentação de iluminação e equipamentos eletromecânicos (motores de corrente alternada. reguladores eletrônicos. sobre-rotação: 20% durante 1 minuto. distorção harmônica: <= 5%.9 indutivo (salvo especificação em contrário). etc.5 MOhms a 40°C. Os de Classe Especial são utilizados na alimentação de equipamentos eletrônicos (no-breaks. Não deverá haver fugas ou efeito comuna perceptíveis. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. GERADORES CLASSE INDUSTRIAL Os geradores terão. etc. as características descritas nos itens a seguir.). Partes I.38 3.2 3. sistemas de telecomunicações. desequilíbrio máximo de carga: 12%. sob o número 218504 . Os geradores terão. Capital Federal.1.1.). resistência de isolamento entre enrolamentos e entre enrolamentos e massa: 0. computadores.5 segundos. fator de potência: 0.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. rigidez dielétrica: 1880 VCA durante 1 minuto. com 4 pólos girantes do tipo sem escovas (Brushless) .Proibida a reprodução sem autorização. para qualquer valor estável de carga linear de 0 a 100% da potência nominal e valores de FP entre 0. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. excitatriz: tipo "Brushless" (sem escovas).1 3. sistema "compound" e componentes facilmente acessíveis para testes e manutenção. fator de potência indutivo mínimo: FP = 0. Será construído autoventilado horizontal. em qualquer estado. relação de curto-circuito: mínimo de 0. mancais de rolamentos lubrificados a graxa.8 indutivo e carga linear. assegurando funcionamento livre de vibrações.0 MOhms a 20°C e 1. distorção harmônica: < 3% entre fases e < 5% entre fase e neutro. controlando a tensão do gerador dentro de +/.8.1 GERADORES CLASSE ESPECIAL ALTERNADOR Será do tipo próprio para utilização em sistemas de telecomunicações ou CPD. para regiões cujo clima propicie tal condição.3. em estrela com neutro acessível. acrescida de reserva técnica de 25%.2% em relação à nominal. II e III.2 3.8 e 1. Possuirá regulador eletrônico de tensão e sistema "compound". permanecendo em equilíbrio mecânico e elétrico para todas as velocidades até 125% da rotação nominal.3.0 indutivo. com grau de proteção IP-23. regulador estático de tensão. queda de tensão instantânea: <= 10%. acoplada diretamente ao eixo do gerador. regulação: +/.3.3. com excitatriz e ponte retificadora trifásicas de onda completa montadas no mesmo eixo do alternador.3. tensão nominal: 440/380/220 V.1. Capital Federal. regime de funcionamento: contínuo. resistência de isolamento: e 5. isolamento classe F. enrolamentos amortecedores para serviço paralelo e isolamento classe B. com FP = 0. com tempo máximo de recuperação de 2 segundos na aplicação brusca de 100% de potência nominal. sem danos mecânicos.3 3. Partes I.5% da tensão nominal. construção totalmente fechada com ventilação externa.8.continuação E-IEL. permanente até a plena carga.4 • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .38 3. em caso de emergência. 3.1.3 3. reatância subtransitória: X ‘’ d <= 12%. sobrevelocidade: 20% durante 2 minutos. com corrente alternada com retificador composto de diodos girantes. devendo suportar sobrevelocidade de 25%.1. Deverá ser dotado de "space heater" destinado a eliminar umidade condensada no interior do circuito de armadura.1.5 MOhms a 40°C. balanceamento: estática e dinamicamente para o rotor. Deverá ser trifásico. sob o número 218504 . Possuirá ainda as seguintes características: • • • • • • • • • • • • • potência nominal: o projetista dimensionará o gerador para a totalidade de cargas de energia.

Capital Federal. com identificação semelhante à dos terminais do quadro de controle.3.2. Partes I.3. entre eletrodutos e os terminais do motor.3 3.3.3. dispostos transversalmente. A entrada dos condutores nos tubos flexíveis deverá ser feita através de buchas de borracha.2 3. Os eletrodutos de instalação do grupo deverão terminar numa caixa de terminais fechada com tampa metálica aparafusada. II e III. dimensionada para absorver o torque máximo do motor.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . devidamente calculada.3. INSTALAÇÃO ELÉTRICA Deverá ser executada em condutores flexíveis.3. dotados de porca e arruela de pressão.3.3.2.3.4. deverá existir uma barra de terminais.5 mm²). óleo lubrificante e graxa. cabeça sextavada.4.2 3. pingos ou bolhas. Todos os componentes metálicos deverão ser soldados eletricamente e os pontos de solda deverão ser completamente limpos de rebarbas. BASE METÁLICA Deverá ser construída em perfis laminados de aço. Os cabos do motor de arranque deverão ser instalados em eletrodutos separados.3.3. com terminais prensados tipo olhal. No interior da caixa de terminais.3. seções convenientemente dimensionadas (mínima de 1. sem costuras (DIN 2440 ou 2441). A união entre as partes rotativas deverá ser feita por meio de luva elástica.2. deverão ficar no interior de tubulações flexíveis.3 . mais as solicitações transitórias devido às partidas e paradas do motor e à aplicação instantânea de carga máxima.4.4 3. A instalação elétrica do grupo deverá correr toda no interior de eletrodutos flexíveis tipo "seal-tube" (no trecho horizontal) fixados por grampos aparafusados à base. sob o número 218504 . nas extremidades.2 ACOPLAMENTO O acoplamento entre motor e gerador deverá ser feito por meio de parafusos entre o flange do alternador e a carcaça do volante do motor.1 3. 3. A luva deverá ser construída de modo a não introduzir esforços axiais nos eixos das máquinas e de tal modo que a substituição do elemento elástico não obrigue a retirada do flange colocado na ponta do eixo do alternador.3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. O elemento elástico da luva deverá ser feito de borracha sintética resistente ao contato com óleo diesel.continuação E-IEL. Todos os condutores.3. sendo 1 para ligação ao grupo e outro para ligação à terra. A base metálica deverá dispor de 2 terminais de terra independentes. com anilhas plásticas permanentes de identificação.2.4. Todos os condutores da instalação do grupo deverão ser identificados.3.1 3.3.2 3. As ligações e conexões de peças metálicas à base serão feitas com parafusos de rosca métrica.Proibida a reprodução sem autorização. A montagem do grupo sobre a base metálica será feita utilizando-se amortecedores de borracha sintética (tipo "vibra-stop"). tendo nas extremidades tubos de aço.1 3. A disposição da base deverá permitir a retirada do cárter sem levantar o motor.3 3.4 3.4.3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3 3.38 3.

paralisando-se o grupo gerador. Não serão utilizadas réguas terminais do tipo aperto direto ao cabo pelo parafuso do terminal. ou seja. uma para força e outra para as proteções.3. ou que contenham tubulações flexíveis. sob o número 218504 . o quadro deverá possuir também uma chave (instalada remotamente para semi-automatismo. A base do grupo deverá levar 1 demão de cromato de zinco e 2 demãos de acabamento à base de esmalte sintético na ter preta.6 3. com portas em dobradiças.6.3. deverá ser feita a reversão. Os fios e cabos de controle serão agrupados e identificados de forma permanente.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . chaves. para ampliação futura.2 3.3. e o acabamento também em 2 demãos.3. 3.3. As réguas terminais deverão ser confeccionadas com material de capacidade térmica suficiente para suportar sem danos a passagem de correntes permanentes e de curtocircuito inerentes aos condutores correspondentes aos terminais. deverá ser efetuada a transferência de carga. depois de decorrido tempo de supervisão.5. serão pintados isoladamente.1 3. Capital Federal. condutores. fornecida pelo PROPRIETÁRIO.4 3.7.3 3.5 3. As réguas terminais deverão possuir número suficiente de reserva (mínimo de 10 ). II e III. A fiação interna entre instrumentos. SISTEMA DE AUTOMATISMO A rede deverá ser vigiada permanentemente por um controlador automático trifásico que dará partida ao grupo. com veículo de resina epóxi e carga de óxido de ferro. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.38 3. sem chave e constituído de 3 partes distintas. Com o retorno ou normalização da rede.3. QUADRO AUTOMÁTICO DE TRANSFERÊNCIA O quadro será montado em um armário de perfis e chapa de aço totalmente blindado.3.continuação E-IEL. pinos de graxa. botoeiras.5. Partes I. No caso de uma variação de tensão da rede. O quadro deverá possuir furação para colocação de chumbadores em laje de concreto. disjuntores e réguas terminais (fornecidas completas) deverão ser devidamente dimensionada. sendo que a entrada e a saída de cabeção será efetuada pela parte inferior.6.1 3.2 3. Não serão pintadas peças feitas de borracha.3. referindo-se aos circuitos e a cada terminal.6.1 PINTURA O grupo deverá levar 2 demãos de tinta base. e resistentes à corrosão. de 5% para mais ou menos. IP 22.7 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.5 mm² para força.6. evitando-se relés eletromecânicos. bem como o motor e alternador. tubulações de escape e peças de aço inoxidável. Quando previsto em projeto. no caso de falhas ou irregularidades no fornecimento de energia. Após a normalização da tensão produzida pelo gerador. após um retardamento previsto de 30 segundos. partida automática em falha de rede e retorno manual. com seção mínima de 1. o controlador deverá dar a partida no grupo. possuindo isolamento termoplástico antichama para 750V.7. maçanetas com trinco. no mínimo. ajustável.3.3.3. com a finalidade de vencer flutuações de curta duração.Proibida a reprodução sem autorização. uma para regulagem estática da tensão. antes da montagem final. com grau de proteção. A lógica do quadro de comando deverá ser baseada em cartões eletrônicos modulares. sendo que a dita base.

7.7. deverá haver sinalização ótica (pisca-pisca) e soar o alarme. Partes I.continuação E-IEL. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Sempre que possível. Através desse sistema. 3.7 3. permanecendo o grupo ainda em funcionamento por período também ajustável. 3. No caso de sobrecarga do gerador. e o grupo automaticamente desligado. Durante a operação.3 O automatismo será de tal forma que o grupo possa assumir o suprimento de energia em tempo máximo de 10 segundos. deverá haver indicação ótica no quadro. serão usadas chaves contatoras.3. para construção da chave de transferência. e "falha no ventilador". deverá acionar alarme sonoro. O sistema possuirá intertravamento elétrico e mecânico entre a concessionária e o grupo de emergência. que o sistema está bloqueado.3. o grupo gerador diesel deverá ser controlado em relação às seguintes falhas: • • • • • • • • falha na partida. nível de combustível. sendo ainda protegido por disjuntores térmicos de sobrecorrente. após o qual deverá ser efetuada a reversão da carga. sob o número 218504 . Capital Federal. no caso de qualquer impedimento na última tentativa sem êxito.38 3.4 3.6 Ocorrendo uma das 3 primeiras falhas apontadas.3.3.Proibida a reprodução sem autorização.3. Quando o nível de combustível não for suficiente para meia hora de operação. Simultaneamente o sistema deverá ser bloqueado e a respectiva sinalização ótica indicará tal condição. temperatura excessiva do motor. para grupos geradores com torre de arrefecimento. gerador sobrecarregado.7. as respectivas sinalizações ótica e sonora deverão ser acionadas. continuando o mesmo em operação com a finalidade de proporcionar arrefecimento o mais rápido possível. o grupo deverá permanecer em operação por um tempo regulável de 0 a 15 minutos. Na hipótese de um curto-circuito. com vistas ao arrefecimento do motor diesel. II e III. com a finalidade de evitar energização da rede da concessionária pelo grupo. A operação de parada do grupo gerador no retorno ou regularização da rede deverá ser controlada por um sistema temporizado para evitar a reversão da carga em falsos picos de retorno. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.7.9 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Em caso de qualquer irregularidade no fluxo de água de arrefecimento. indicando simultaneamente no painel. para grupos geradores com radiador. O equipamento deverá permitir 3 tentativas de partida com intervalos reguláveis e. pressão insuficiente de óleo lubrificante. a proteção atuará separando o grupo do setor defeituoso. por sinalização ótica.7. velocidade excessiva.7.8 3. o alarme soará e será indicado opticamente no painel "circuito de água defeituoso".3.3. curto-circuito.7. controle do fluxo de água de arrefecimento.5 3.

8 INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO São os seguintes os instrumentos de medição dos geradores Classe Especial: • • • • • • • • 3 amperímetros. ensaio e manual.3. repouso e parada manual do motor. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3. • • • • • • • • • • • • • • rede ligada. escala apropriada. 3 transformadores de corrente. sobrevelocidade. tensão anormal do gerador.Proibida a reprodução sem autorização. de 2 posições. 1 freqüencímetro. 3 conjuntos unipolares de fusíveis tipo DIAZED. combustível. 1 comutador para freqüencímetro. pressão de óleo baixa. sistema automático bloqueado. II e III. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. de 2 posições. controle ligado. 3. para os amperímetros. • • 1 chave seletora de 4 posições. 1 voltímetro. 1 chave seletora de 3 posições. para partida manual do motor. para permitir a leitura de tensão do gerador e da rede. gerador ligado.continuação E-IEL. falha na partida.10 DISPOSITIVOS DE MANOBRA DO QUADRO São os seguintes os dispositivos de manobra do quadro. arrefecimento defeituoso. para desligado. sobrecarga do gerador.. Partes I. automático. 3. tensão anormal da rede. temperatura do motor elevada. Capital Federal. pré-aquecimento ligado.9 SINALIZAÇÃO Os geradores deverão ter a seguinte sinalização ótica no painel. 1 comutador para o voltímetro. rede/gerador.38 3. escala apropriada.3. escala apropriada: 1 comutador para o voltímetro para leitura nas 3 fases. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 .

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. pois este deverá receber energia mesmo com o gerador fora de operação.15 3. com antecedência mínima de 15 dias. pelo prazo de 12 meses a contar da data de funcionamento do mesmo no local definitivo de instalação.continuação E-IEL. diagramas elétricos elementares de interligação. A tensão deverá ser a mesma do arranque do motor. após efetuadas todas as furações previstas no mesmo. Capital Federal.3. Todos os instrumentos e ferramental necessários aos testes de aceitação deverão ser fornecidos pelo fabricante. A energia para o carregador deverá emergir da saída do painel.3.12 PINTURA DO QUADRO DE TRANSFERÊNCIA O gabinete deverá ser decapado. para no mínimo 8 horas de funcionamento ininterrupto.14. fosfatizado e pintado eletrostaticamente. obrigatoriamente. relação e descrição dos testes a serem efetuados. no mínimo. sob o número 218504 . conector para aterramento da base metálica para o cabo de cobre de 35 a 95 mm². 3. 3.3.3. conferindo assim absoluta proteção contra corrosão. as seguintes informações. em 2 vias. diagramas elétricos e eletrônicos completos e detalhados dos equipamentos. com os seguintes acessórios: • • • • • tanque de combustível com indicador de nível. a quem o fabricante deverá notificar. incluindo pesos. II e III. a data prevista para os ensaios.3. 3.38 3.16 DOCUMENTAÇÃO A documentação deverá incluir. silencioso.11 CARREGADOR DE BATERIA Deverá possuir condições de carregar a bateria e manter a carga em regime de flutuação.Proibida a reprodução sem autorização.3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. mostrando as ligações mecânicas a serem feitas.13 ACESSÓRIOS O conjunto deverá ser fornecido.14. • • • • • curvas características típicas. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .14 3. GARANTIA Todos os materiais e equipamentos deverão ser garantidos contra defeitos de fabricação ou desempenho insatisfatório. Deverá ser fornecido ao PROPRIETÁRIO.3.2 3. 3. Partes I. na presença do PROPRIETÁRIO. olhal de suspensão do conjunto.1 ENSAIOS Serão realizados os ensaios previstos em normativos da ABNT. o respectivo relatório.3. placa de identificação e ligações. desenhos de dimensões externas principais e disposições dos equipamentos.

FABRICANTES O PROPRIETÁRIO aceitará os grupos geradores fabricados por: • • • • • • • Battistella Indústria e Comércio Ltda. Capital Federal. Indústria e Comércio. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. com a correspondente justificativa. Stemac S.. indicação detalhada e clara de todas as garantias referentes ao equipamento e seus acessórios.. Caterpillar do Brasil S. Transmet S.A. Grupos Geradores. sob o número 218504 . Leon Heimer Indústria e Comércio Ltda.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. relação de acessórios. Comércio e Indústria.A.. Polidiesel Indústria e Comércio Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .continuação E-IEL. Hoos Máquinas Motores S.A.38 • • • • • 4. manuais de operação e manutenção.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. lista de desvios e exceções da presente especificação.. catálogos completos de todos os equipamentos propostos. II e III.

mas da ocorrência do fenômeno em si.) são mais propensos a serem atingidos. exigem cuidados especiais a verificação de continuidade das partes do sistema e a medição de resistência de aterramento. objeto da proteção. e Informática Sistema Externo de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SEPDA) E-IEL.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Busca-se minimizar os possíveis efeitos indiretos perigosos à vida. a configuração e as dimensões do sistema de aterramento são mais importantes do que um valor especifico de resistência de terra. Consequentemente. por causa de seu efeito na indutância e capacitância do sistema. os volumes expostos (caixas d'água. Elétricas. sendo vantajoso obter-se baixa resistência de aterramento do eletrodo. através de cuidados de projeto. 2. minimizando consequentemente a penetração da corrente de impulso atmosférico que poderia ter seguido um caminho aleatório na cobertura da edificação.4 3.1 3. Todos os componentes do sistema deverão estar em bom estado de conservação. A função dos condutores de descida é fornecer um caminho de baixa impedância desde os terminais aéreos até os eletrodos de terra.Proibida a reprodução sem autorização. em função da dimensão e localização do aterramento. II e III. etc. 3. casas de máquina de elevadores. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. onde ela se dissipará. CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA A finalidade dos terminais aéreos na estrutura a ser protegida é interceptar as descargas em pontos preferenciais. com possibilidade de provocar danos eletromecânicos graves e até incêndios. Particularmente. NORMAS Deverão ser observadas todas as exigências contidas nas normas da ABNT sobre o assunto e de modo especial a NB-165/70 . Telecom. procura criar caminhos preferenciais para as correntes de descarga em direção ao solo. A menos que estejam cobertos pela zona de proteção. Mecânicas. poderá apresentar certa complexidade. de modo que a corrente de surto atmosférico possa ser conduzida com segurança até o solo. não sendo possível eliminar os riscos de forma absoluta. sob o número 218504 . de modo a evitar que as mesmas atinjam as estruturas. para verificar se estas foram executadas rigorosamente de acordo com o projeto. O sistema externo (SEPDA) é um conjunto de ações que. Partes I. Capital Federal. sem aumentar a probabilidade de incidência de descargas atmosféricas numa determinada região.2 DEFINIÇÃO Os Sistemas de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA) compõem-se de um sistema externo (SEPDA) e um interno (SIPDA). como a elevação de potencial no solo. Esta última.5 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .3 3.43 1. É essencial a realização de rigorosa inspeção de comissionamento das instalações. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Tais efeitos não decorrem da instalação do sistema de proteção. 3. A norma exige o valor máximo de resistência de 10 Ohms. associados ao fenômeno.1 2.2 3. As correntes de descargas atmosféricas tendem a seguir caminhos de menor impedância.Proteção de edificações contra descargas elétricas atmosféricas (NBR-5419).

6 3. juntamente com os esforços eólicos.6.1 3. Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Amerion Indústria e Comércio de Pára-raios Ltda.7. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 3. Os condutores de descida deverão ser de cobre nu e ter seção mínima de 35 mm². CONDUTORES DE DESCIDA O caminho para terra deve ser o mais curto e retilíneo possível. ou da combinação de ambos. ATERRAMENTO O aterramento tem a finalidade de dispersar a corrente de impulso da descarga para a terra. esta difere consideravelmente do valor da resistência convencional.43 3. Não serão admitidos captores radioativos ou ionizantes. Onde não for possível utilizar cabos de descida externos. A conexão entre os cabos de descida e o sistema de eletrodos de aterramento deve estar acima do nível do solo. até atingirem as descidas propriamente ditas.3 3. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. no mínimo. Os últimos 3 m dos cabos de descida deverão estar protegidos por duto de PVC. em local de fácil acesso e inspeção. O conjunto captor deverá apresentar rigidez mecânica suficiente para suportar esforços mecânicos associados a uma eventual descarga. Os cabos captores serão de cobre nu e terão seção mínima de # 35 mm².000 mm².8. cumeeiras de telhados e as guinas das extremidades são pontos preferenciais de incidência. Os mastros deverão ser de material de alta resistência mecânica. Tais eletrodutos não poderão ter área interna menor do que 1. 90°.3 4. Copérico do Brasil Ltda. estes podem descer em "shafts" apropriados. II e III.8 3.Proibida a reprodução sem autorização.2 3.8.1 TERMINAIS AÉREOS Quando as edificações possuírem um considerável comprimento e largura.7 3.6.6. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por: • • • Alfa Sistemas de Pára-raios Ltda.. Nunca poderão apresentar inclinações ascendentes..continuação E-IEL.7. encapsulados em dutos não metálicos e não combustíveis. Os condutores de aterramento deverão ser cordoalhas de cobre nu de seção mínima igual a 50 mm². sendo curvas abertas. As hastes de aterramento deverão ser de aço com cobertura de cobre. que utiliza baixa freqüência. Partes I.6. Os condutores de interligação na cobertura devem ter sempre inclinação descendente. Os captores tipo Franklin serão de latão cromado ou de aço inoxidável. agentes químicos e/ou poluentes.1 3. É normalmente requerido para satisfazer os requisitos de compatibilidade eletromagnética.2 3. segurança pessoal e do equipamento.8. como galvanização a fogo ou equivalente. tratados contra o ataque de umidade.2 3.4 3.. de diâmetro mínimo de 50 mm. Quando existirem curvas no trajeto. Considerando a impedância de surto do eletrodo de terra como sendo "vista" pela corrente de descarga. estas devem ter. Os terminais aéreos consistem de condutores verticais e horizontais.

. Capital Federal. York Nuclear do Brasil Ltda.. Pára-raios Santa Bárbara Indústria e Comércio Ltda. sob o número 218504 .Aplicação de Radioisótopos S. Termotécnica Indústria e Comércio Ltda. II e III.A. Partes I.Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Franklin Eletric do Brasil Indústria e Comércio Ltda.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .continuação E-IEL.. Protectors Comércio e Indústria Ltda.43 • • • • • • • Fábrica de Peças Elétricas Delmar Ltda.. Gamatec .

2. Partes I.44 1. Clamper Indústria e Comércio Ltda. II e III. 2..01.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Inst. Fábrica de Peças Elétricas Delmar Ltda. CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA A proteção de instalações e equipamentos deverá ser feita utilizando-se protetores de surto ou de transientes (centelhadores a gás e a ar. São sistemas ou dispositivos destinados a evitar os danos decorrentes dos efeitos das descargas atmosféricas diretas ou indiretas.Proibida a reprodução sem autorização. e Informática Sistema Interno de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SIPDA) Protetores de Surto E-IEL. 4. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admitirá o emprego dos produtos fabricados por: • • • • • • Amerion Indústria e Comércio de Pára-raios Ltda. Franklin Electric do Brasil Indústria e Comércio Ltda.2 3. especial atenção deverá ser dada à NB-3/90 . varistores.. Elétricas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.. Indústria Eletromecânica Balestro Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410). diodos de proteção (Zener) e filtros de linha ou a combinação desses dispositivos). sob o número 218504 .1 2. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. como definidos no P-19.. Telecom..SPD. Capital Federal. Mecânicas. DEFINIÇÃO Os sistemas de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA) compõem-se de um sistema externo (SEPDA) e de um interno (SIPDA). Protectora Comércio e Indústria Ltda Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

determinação da absorção de água (NBR-7529). Tubo cerâmico para canalização .verificação da resistência à compressão diametral (NBR-6582). Tubo de cobre e de ligas de cobre. de ponta e bolsa. Tubo de aço.requisitos gerais (NBR5020). Partes I. sob o número 218504 . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sem costura (NBR-8476).determinação da absorção de água (NBR-8061). haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-5/89 EB-6/86 EB-43/82 EB-69/82 EB-103/86 EB-137/82 EB-147/83 EB-182/84 EB-183/77 EB-193/84 EB-219/82 EB-274/82 EB-584/84 MB-12/82 MB-14/82 MB-17/86 MB-113/86 MB-140/82 MB-142/82 MB-143/82 MB-144/82 Tubo cerâmico para canalizações (NBR-5845). para líquidos sob pressão com junta não elástica (NBR-7661). Tubo de concreto simples . II e III. Tubos de PVC rígido para adutoras e redes de água (NBR-5647). Tubo médio e pesado de cobre sem costura para condução de água (NBR-7542).determinação da resistência à compressão diametral (NBR-6464). Tubo de cobre sem costura para usos gerais (NBR-5030).determinação da resistência à compressão diametral (NBR-9795). NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.Proibida a reprodução sem autorização. Tubo de ferro fundido centrifugado.determinação da resistência à compressão diametral (NBR-6583). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Tubo de concreto armado de seção circular para águas pluviais (NBR9794). Tubo de fibrocimento ou junta elástica de tubo de fibrocimento verificação da estanqueidade à pressão interna (NBR-8062). Capital Federal. Tubo de fibrocimento . Tubo de fibrocimento . Tubo e conexão cerâmicos para canalizações . Tubo de fibrocimento . Tubos de aço-carbono para rosca Whitworth gás para usos comuns na condução de fluidos (NBR-5580). Tubo de concreto armado . Hidrômetro taquimétrico para água fria (NBR-8193). Tubo coletor de fibrocimento para esgoto sanitário (NBR-8056). de precisão.determinação da solubilidade em ácido (NBR8063).01 1. Tubo de ferro fundido centrifugado para líquidos sob pressão com junta elástica (NBR-7662). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sem costura .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Normas e Regulamentos E-IHI. Tubo de concreto simples de seção circular para águas pluviais (NBR9793).

verificação da estanqueidade a pressão interna (NBR-5685). Tubos de PVC rígido .continuação E-IHI. Tubo de concreto .ensaio de achatamento (NBR-6154).determinação da deformação permanente à tração (NBR-8068). Tubo de concreto .resistência ao calor (NBR-6476). Tubo de fibrocimento .determinação da dureza (NBR-8067). Tubo de fibrocimento . Tubos de PVC rígido e respectivas juntas . Tubo de fibrocimento . Tubos de aço de seção circular . Tubos de PVC rígido .verificação da estabilidade dimensional (NBR5687). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal. Junta elástica de tubos de ferro fundido centrifugado .determinação da carga de ruptura por flexão longitudinal (NBR-8075).determinação da perda de massa sob ação dos ácidos (NBR-7689). Tubos de ferro fundido centrifugado .verificação da retilineidade (NBR-8064).ensaio de flangeamento (NBR-6205). Anel de borracha para tubo de fibrocimento .Proibida a reprodução sem autorização. II e III.verificação da permeabilidade (NBR-9796).ensaio de estanqueidade (NBR-7666).ensaio de alargamento (NBR-6206).verificação da resistência à pressão interna prolongada (NBR-5686). Anel de borracha para tubo de fibrocimento .01 MB-210/82 MB-227/86 MB-228/86 MB-241/82 MB-242/83 MB-245/83 MB-248/72 MB-251/82 MB-252/82 MB-253/82 MB-310/82 MB-311/82 MB-312/82 MB-313/82 MB-355/64 MB-364/85 MB-365/85 MB-366/85 MB-518/77 MB-519/77 MB-533/77 MB-534/77 MB-535/77 NB-19/83 NB-37/86 Tubo e conexão cerâmicos para canalizações . Instalações prediais de esgotos sanitários (NBR-8160).ensaio de flexão em corpos de prova em tira (NBR-7587).determinação da deformação permanente à compressão (NBR-8069). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Anel de borracha para tubo de fibrocimento . Tubos de PVC rígido .determinação da pressão interna instantânea de ruptura (NBR-5683). Partes I.determinação do índice de absorção de água (NBR6586). Tubos de aço de seção circular . Tubo de PVC rígido . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.efeitos sobre a água (NBR-5684).determinação da carga de ruptura por pressão interna (NBR-8066).ensaio de flexão por tração do anel (NBR-7562). Tubo de ferro fundido centrifugado . sob o número 218504 . Tubos de aço de seção circular . Anéis de borracha para juntas de tubos de ferro fundido centrifugado ensaios (NBR-7588). Execução de rede coletora de esgoto sanitário (NBR-9814). Tubos de PVC rígido .determinação da carga de ruptura por pressão interna (NBR-8065). Luva de fibrocimento .

Execução de tubulações de pressão de polietileno de alta massa específica (0.01 NB-41/81 NB-77/85 NB-92/80 NB-115/64 NB-125/64 Construção e instalação de fossas sépticas e disposição dos efluentes finais (NBR-7229). sob pressão.continuação E-IHI. Projeto e execução de tubulações de fibrocimento (NBR-10155). Conexão de ferro fundido cinzento (NBR-7669). Válvula de gaveta de ferro fundido cinzento . para condução de água fria. de ponta e bolsa. II e III. Partes I. Escareadores 60 graus . Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.dimensões (NBR-10158).965 g/cm³) e de polietileno de baixa massa específica (0.série métrica.formatos e dimensões (NBR-6381). sob o número 218504 .941 a 0.formatos e dimensões (NBR-8161). Instalações prediais de água fria (NBR-5626). Arruelas de borracha para vedação de flanges de tubos de ferro fundido.925 g/cm³) com as respectivas juntas. Tampão circular de ferro fundido . ou com anéis de borracha (NBR-7372).Proibida a reprodução sem autorização. rosqueada. Projeto e execução de tubulações de ferro fundido centrifugado. Tubos e conexões de ferro fundido para esgoto e ventilação . NB-126/89 NB-128/68 PB-15/82 PB-37/79 PB-77/71 PB-80/68 PB-263/87 PB-300/77 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .910 a 0. Instalações prediais de água quente (NBR-7198). Execução de tubulações de pressão de PVC rígido com junta soldada. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

1 MEDIDORES OU HIDRÔMETROS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Satisfarão. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.02 1.1 LIMITADORES OU PENA D'ÁGUA CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Dispositivos hidráulicos destinados a limitar o abastecimento de água dos prédios.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Aparelhos Medidores e Limitadores de Descarga E-IHI. 1.Proibida a reprodução sem autorização.A.2 FABRICANTES Consideram-se análogos os medidores fabricados por: • • • • Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo. Nibco Industrial S.Hidrômetro taquimétrico para água fria (NBR-8l93) . Schlumberger Industrias Ltda. Capital Federal. . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. além das especificações da EB-147/83 .. Comércio e Indústria. Niágara S. 2. 1. 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I.NISA.A. a volumes previamente determinados pela municipalidade. II e III. às normas referentes à instalações prediais do município. sob o número 218504 .

1. 2.3 2.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS CAIXAS COLETORAS Destinadas a receber despejos em nível inferior ao da via pública.2. superfícies perfeitamente impermeabilizadas. no mínimo. a contar do nível mais baixo da canalização.1. alvenaria de tijolo maciço.Instalações prediais de esgotos sanitários (NBR-8160). bem como possuir tampa de ferro fundido ou de PVC facilmente removível.1 2.1. cerâmica. II e III. CAIXAS RETENTORAS Poderão ser de concreto. abaixo do nível da geratriz inferior da tubulação de saída. e a parte imersa. 2. visando a impedir a deposição de matérias sólidas. CAIXAS DE GORDURA As caixas retentoras de gordura serão fechadas hermeticamente com tampa removível. NORMAS Conforme EB-19/83 . ferro fundido ou PVC. 20 cm acima do mesmo nível. as caixas terão profundidade mínima de 90 cm.2. separadas por um septo não removível. de diâmetro não inferior ao da tubulação de recalque. Sempre que a caixa coletora receber efluentes de vasos sanitários ou mictórios. será ventilada por um tubo ventilador primário.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. Nos demais casos. 2. O tubo ventilador será completamente independente de qualquer outra ventilação de esgoto do prédio. tampa impermeável aos gases. dispositivos adequados para limpeza e inspeção.1. a profundidade mínima será de 60 cm. terão as seguintes características: • • • • fundo inclinado na direção do tubo de sucção.03 1.4 2. A parte submersa do septo deve ter 20 cm. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. concreto armado ou alvenaria de tijolos maciços.2 2. quando a caixa coletora receber efluentes de vasos sanitários e mictórios. uma receptora e outra vertedora.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Caixas E-IHI. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 2. sob o número 218504 . 2. Serão providas de tampas que assegurem perfeita vedação hidráulica.2 Quando receber efluentes de vasos sanitários. Devem ser divididas em duas câmaras. devendo permitir fácil inspeção e limpeza.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal. As caixas poderão ser de concreto pré-moldado. assegurando perfeita vedação.

quando receberem efluentes de aparelhos sanitários até o limite de 6. de 05. no mínimo.54). tipo escada de marinheiro. Terão tampo de ferro fundido ou de concreto armado e.10 m de diâmetro. 10 e 15 Unidades Hunter de Contribuição (DHC). 125 ou 150 mm.4. ou de alvenaria de tijolos maciços ou blocos de concreto. construídas em anéis de concreto armado pré-moldado. permitirão a inscrição de um círculo de diâmetro mínimo de 15 cm. se indicado em projeto.3 2. II e III.5 2.4. Para profundidades superiores a 1 m. 60 cm de diâmetro. Serão dotadas de grelhas ou tampa cega e terão altura mínima de 10 cm. de tipo aprovado pelo Corpo de Bombeiros e satisfarão às normas do Instituto de Resseguros do Brasil (Portaria n°21. e se poligonal. 2.1 CAIXAS DE INSPEÇÃO Serão circulares. com paredes. as caixas de inspeção passam a denominar-se poços de visita e serão dotadas de degraus de ferro zincado. Capital Federal. Neste caso. para facilitar o acesso ao seu interior. Se de seção circular. 2. A ligação da caixa receptora com a caixa separadora será feita com tubulação em ferro galvanizado.06. serão dotadas de degraus de ferro fundido. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3 CAIXAS DE AREIA As caixas de areia.10 m de lado. permitindo composição com o piso circundante. de onde será retirado posteriormente. de seção circular.1 CAIXAS SIFONADAS As caixas sifonadas devem ter fecho hídrico com altura mínima de 50 mm e ter diâmetros de 100. respectivamente. Partes I. e as de forma circular.2 2.2. de seção circular. de 06.03 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2. sob o número 218504 .3 CAIXAS DE INCÊNDIO Serão de chapas de aço estampado. Terão fundo construído de modo a assegurar rápido escoamento e evitar formação de depósitos. sobretampa em grelha do mesmo material. Para profundidade máxima de 1 m.4 2. e as de forma circular.6.Proibida a reprodução sem autorização.continuação E-IHI. no mínimo. no mínimo.4.4 CAIXAS DE ÓLEO As caixas separadores de óleo. retangulares ou quadradas. serão de concreto pré-moldado e conjugadas a uma caixa receptora lateral. Quando profundas. 1. com espaçamento máximo de 40 cm. com fundo do mesmo material.04. o óleo será recolhido na caixa receptora. CAIXAS DE PASSAGEM São caixas destinadas a receber água de lavagem de pisos e efluentes de canalização secundária. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. para facilitar o acesso a seu interior. Pelo sistema dos vasos comunicantes. serão de concreto pré-moldado e possuirão grade de passagem que impeça a entrada de materiais sólidos na rede coletora. as caixas de forma quadrada terão 1.4 2.56) e do Ministério do Trabalho e Previdência Social (Portaria n°31.4. e tampo de ferro fundido facilmente removível. provida de registro de metal de 75 mm. as caixas de forma quadrada terão 60 cm de lado. no mínimo. terão diâmetro mínimo de 15 cm. 2. no mínimo.6 2. de 20 cm de espessura.

6. Partes I. II e III.continuação E-IHI. Para coletar os despejos de lavatório.. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 3. 3. Ltda. 3. chuveiro e tanque de lavagem. Cia. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Albino Mandes & Cia.4 CAIXAS DE INSPEÇÃO • • Acarita .. Capital Federal. sob o número 218504 . Diâmetro nominal do tubo – DN (mm) 40 50 75 100 150 Número máximo de UNC 3 6 20 160 620 2. banheira.. Ltda.A. Albino Mendes & Cia.6. Indústria e Importação S.3 2. Metalúrgica Javari Ltda.4 As caixas sifonadas só podem receber despejos da própria unidade autônoma na qual estiverem instaladas. 3.03 2.Artefatos de Concreto Armado Santa Rita Ltda.Artefatos de Concreto Armado Santa Rita Ltda. também designadas por ralos sifonados.Artefatos de Concreto Armado Santa Rita Ltda.Proibida a reprodução sem autorização.2 O ramal de esgoto da caixa sifonada deve ser dimensionado pela tabela a seguir.. assim como as águas provenientes de lavagens de pisos.6. Albino Mandes & Cia. Resmat Ltda. Spiero Comércio. bidê. levando em consideração a soma das UNC dos aparelhos que contribuem para mesma.... podem ser instaladas caixas sifonadas com grelhas. Brasilit S.3 CAIXAS DE INCÊNDIO • • • Bucka.A. Ltda. 3.1 CAIXAS COLETORAS • • Acarita . Hansen Industrial .2 CAIXAS RETENTORAS • • • • Acarita . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Tigre.

Ltda..continuação E-IHI. Capital Federal. II e III.Artefatos de Concreto Armado Santa Rita Ltda. Cia. Cia. Hansen Industrial .5 CAIXAS DE PASSAGEM • • • • • • Acarita . 3.A.A. Ltda.. Partes I.Tigre. Brasilit S.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Hansen Industrial . sob o número 218504 .. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A.03 3. Fortilit S.. Metalúrgica Barbará. Cia.6 CAIXAS SIFONADAS • • • • • Albino Mendes & Cia. Albino Mandes & Cia. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Fortilit S. Metalúrgica Barbará.A. Cia. Brasilit S.Tigre.Proibida a reprodução sem autorização.

estanqueidade e de resistência a agressões químicas dos despejos. especialmente na NB-41/81 . com tratamento complementar por meio de valas de filtração ou filtro anaeróbio. sob o número 218504 .000 litros ou mais. na proporção de 1:3 no sentido da localização do dispositivo de limpeza. O tipo e a capacidade das fossas serão objeto de projeto especifico.Construção e instalação de fossas sépticas e disposição dos efluentes finais (NBR-7229). FINALIDADE As fossas destinam-se ao tratamento primário dos despejos prediais. exceto os de águas pluviais. Capital Federal.2 3. II e III. 2. 3. durabilidade. ONS do Brasil S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. alvenaria.A.Proibida a reprodução sem autorização. ou em águas de superfície. 3. O efluente de uma fossa séptica pode ser disposto no solo. as fossas serão executadas em concreto. 3.3 4. haverá particular atenção ao disposto nas normas da ABNT atinentes ao assunto. Partes I. o fundo será inclinado.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Fossas e Efluentes E-IHI. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricadas por: • • Facis Tubos e Postes Ltda. A remoção poderá ser efetuada por bomba ou por pressão hidrostática. em fossas com capacidade para atender descargas de 6. Engenharia Sanitária. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. As fossas serão providas de dispositivos que possibilitem a remoção do lodo digerido de forma rápida e sem contato do operador. cimento-amianto ou outro material que atenda às condições de segurança. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Para facilitar essa operação.04 1. através de sumidouro ou valas de infiltração..1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS De forma cilíndrica ou prismática retangular. NORMAS Na construção de fossas sépticas.

Quando adotado o sistema uno de esgotamento. .1 1.24 mm. Quando de seção circular. permitirão a inscrição de um circulo de diâmetro mínimo de 100. Se de cobre. ralo sifonado com ramal de descarga reduzido para 40 mm.2.3. de seção circular. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . os ralos sifonados. caixilhos e grelhas conforme especificado para cada caso.3 1. II e III. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 1. 10 e 15 unidades de descarga. serão de chapa com 1. sob o número 218504 . respectivamente. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2. Os ralos sifonados terão dimensões. cobre. quando de seção poligonal. 1. e orifício de saída com diâmetro mínimo de 50 mm. Quando receberem efluentes de aparelhos sanitários até os limites de 6. SECUNDÁRIOS (DE PISO) Os ralos de piso possuirão grelha plana. 2. será empregado. Capital Federal.27 kg/m². respectivamente. Os ralos secundários terão dimensões. no mínimo.05 1. serão de chapa com cerca de 4.2 RALOS DE FERRO FUNDIDO • • • Cia.2 1.1 RALOS DE COBRE • Hispânia Indústria e Comércio de Metais Ltda. Partes I. 125 ou 150 mm.1 SIFONADOS Ralo sifonado é uma caixa sifonada dotada de grelha. no mínimo.2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Quando de seção poligonal.Proibida a reprodução sem autorização. caixilhos e grelhas conforme especificado para cada caso. terão diâmetro mínimo de 100.ESTAL. Se de cobre.3 RALOS DE LATÃO • Hispânia Indústria e Comércio de Metais Ltda. Terá fecho hídrico com altura mínima de 50 mm. A área de orifício das grelhas será igual a pelo menos uma vez e meia a área do condutor correspondente ao ralo.2 1. Metalúrgica Barbará. terão diâmetro mínimo de 100 mm. permitirão a inscrição de um circulo de diâmetro mínimo de 100 mm.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS TIPOS Os ralos podem ser sifonados ou secundários (de piso) executados em PVC.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Ralos E-IHI. Empresa de Serviços Técnicos Auxiliares Ltda. Fundição Vitória Ltda.3 1. nos pisos de sanitários e de boxes de chuveiros. 1. 2.2.3.2 2. ferro fundido ou latão. 125 ou 150 mm.

Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização.Tigre.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A.continuação E-IHI.4 RALOS DE PLÁSTICO • • • Brasilit S.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.05 2. sob o número 218504 . II e III. Cia. Fortilit S. Hansen Industrial . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Tubo cerâmico para canalização .000 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .000 6.determinação da absorção de água (NBR-7529). II e III.determinação da perda de massa sob ação dos ácidos (NBR-7689). Partes I. 2. Conexão cerâmica para canalizações (NBR-8409). aos efluentes industriais.verificação dimensional (NBR-7530). aos solventes. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Tubo cerâmico para canalizações . bem como totalmente integrada ao material cerâmico. apresentarão camada de vitrificação homogênea e continua.60 m DE COMPRIMENTO d (mm) 050 075 100 de (mm) 075 100 132 D (mm) 095 130 155 De (mm) 115 145 180 L (mm) 635 652 658 F (mm) 035 052 058 kg 4. Serão resistentes ao ataque químico do ácido proveniente do gás sulfídrico. resistentes e. 2. Junta elástica de tubos e conexões cerâmicos para canalizações (NBR8928). Serão sonoros.06 1. Capital Federal. estrias de queima e bolhas. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. quando vidrados. 2. falhas. Tubo cerâmico para canalização .verificação da resistência à compressão diametral (NBR-6582). Tubo e conexão cerâmicos para canalizações . Tubo e conexão cerâmicos para canalizações .000 8.3 Os tubos cerâmicos satisfarão às seguintes tabelas. 2. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes EB-5/89 EB-960/83 EB-1554/85 EB-1555/85 MB-12/82 MB-13/82 MB-14/82 MB-210/82 MB-1210/83 Tubo cerâmico para canalizações (NBR-5645).Proibida a reprodução sem autorização.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Tubos e Conexões de Cerâmica E-IHI.verificação da permeabilídade e da resistência à pressão interna (NBR-6549). rebarbas. Anel de borracha para tubos e conexões cerâmicos para canalizações (NBR-8929).2 TUBOS CERÂMICOS SANITÁRIOS DE 0. às descargas de líquidos quentes e à ação das correntes eletrolíticas. à ação dos solos agressivos.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Deverão ser esmeradamente construídos. sob o número 218504 . isentos de fendas.

continuação E-IHI. Procerama ..A.25 m DE COMPRIMENTO d (mm) 150 de (mm) 185 D (mm) 210 De (mm) 230 L (mm) 1058 F (mm) 058 kg 30. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.diâmetro externo da Bolsa L .000 TUBOS CERÂMICOS SANITÁRIOS DE 1.00 m DE COMPRIMENTO d (mm) 100 150 de (mm) 132 185 D (mm) 155 210 De (mm) 180 230 L (mm) 1058 1058 F (mm) 058 058 kg 12.A. sob o número 218504 .06 TUBOS CERÂMICOS SANITÁRIOS DE 1.diâmetro externo da ponta do tubo D . Partes I.000 24.000 TUBOS CERÂMICOS SANITÁRIOS DE 1.000 181.000 77.. Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .000 127.diâmetro interno da bolsa De .Produtos Cerâmicos Ltda.Proibida a reprodução sem autorização.000 96.000 d .comprimento da bolsa 3. II e III.diâmetro nominal de .50 m DE COMPRIMENTO d (mm) 200 250 300 375 450 de (mm) 228 295 352 428 502 D (mm) 270 340 390 475 550 De (mm) 295 370 415 515 596 L (mm) 1568 1568 1568 1570 1570 F (mm) 068 068 068 070 070 kg 51. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.comprimento total (bolsa e tubo) F . Cerâmica Martini S. PRODUTOS Admite-se o emprego de tubos e conexões cerâmicos fabricados por: • • • Cerâmica Maristela S.

de acordo com a EB-69/82 (NBR-8056). Capital Federal. Tubo de fibrocimento .determinação da deformação permanente à compressão (NBR-8069). Tubo de fibrocimento . 2. e satisfarão.verificação da retilineidade (NBR-8064). sob o número 218504 .determinação da carga de ruptura por pressão interna (NBR-8066).determinação da absorção de água (NBR-8061). CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão da Classe A. no mínimo. II e III. Luva de fibrocimento .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Tubos e Conexões de Cimento-Amianto E-IHI.determinação da dureza (NBR-8067). Partes I.determinação da resistência à compressão diametral (NBR-6464).determinação da deformação permanente à tração (NBR-8068). Projeto e execução de tubulações de fibrocimento (NBR-10155). as seguintes merecerão particular atenção: EB-69/82 MB-140/82 MB-142/82 MB-143/82 MB-144/82 MB-241/82 MB-242/83 MB-245/83 MB-248/72 MB-251/82 MB-252/82 MB-253/82 NB-77/85 Tubo coletor de fibrocimento para esgoto sanitário (NBR-8056). à seguinte tabela: Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Tubo de fibrocimento ou junta elástica de tubo de fibrocimento verificação da estanqueidade à pressão interna (NBR-8062). Tubo de fibrocimento .Proibida a reprodução sem autorização. Anel de borracha para tubo de fibrocimento .08 1. Anel de borracha para tubo de fibrocimento . NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Tubo de fibrocimento . Tubo de fibrocimento . Tubo de fibrocimento .determinação da solubilidade em ácido (NBR8063).determinação da carga de ruptura por pressão interna (NBR-8065). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Anel de borracha para tubo de fibrocimento .determinação da carga de ruptura por flexão longitudinal (NBR-8075).

espessura da ponta do tubo E .A.08 TUBO d (mm) 25 30 40 50 60 75 100 125 150 175 200 250 300 e (mm) 6 6 7 8 8 8 9 9 10 10 11 13 15 E (mm) 6 7 8 8 8 9 9 10 10 11 13 15 17 BOLSA D (mm) 55 60 72 86 96 111 138 165 194 219 246 302 356 P (mm) 60 60 60 70 70 70 70 70 70 80 80 80 80 F (mm) 7 7 7 8 8 8 8 9 10 10 10 11 11 d . Imbralit S.espessura da bolsa D . Eternit S. Indústria e Comércio. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .profundidade da bolsa F .diâmetro interno da bolsa P .A.Proibida a reprodução sem autorização.A..folga mínima entre a ponta e a bolsa 3. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal.continuação E-IHI. sob o número 218504 . FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • Brasilit S. Isdralit S.A..diâmetro interno nominal e ..

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 2.030 médio 0.11 3.09 1.497 0.80 2. 2. latão.696 1.1 Os tubos de cobre satisfarão à seguinte tabela: DIÂMETRO NOMINAL (mm) 15 20 25 30 40 50 65 75 100 ESPESSURA DA PAREDE (mm) pesado 1.555 5.50 2. tomando-se todas as precauções no sentido de se evitar a formação de par elétrico.74 1.56 1.06 3.285 0.242 1. cobre ou outro material preconizado pelo fabricante dos tubos.requisitos gerais (NBR5020). Tubo de cobre sem costura para refrigeração e ar condicionado (NBR7541).32 1.220 1. Tubos capilares de cobre sem costura (NBR-5028).2 Serão usadas buchas de bronze.219 1.597 3.01 2.093 2.626 2. nas passagens através de paredes.910 1. às recomendações do fabricante.571 2.401 0.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Tubos e Conexões de Cobre E-IHI. 2. Capital Federal.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .120 1. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.120 1.710 0.422 1. sem costura .77 3.79 2. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-219/82 EB-271/84 EB-273/82 EB-274/82 EB-584/84 EB-1251/81 EB-1283/83 Tubo de cobre sem costura para usos gerais (NBR-5030).630 PESO (kg/m) pesado 0.113 4.748 PRESSÃO DE RUPTURA (MPa) pesado 5.Proibida a reprodução sem autorização.921 1.219 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Tubo médio e pesado de cobre sem costura para condução de água (NBR-7542). Partes I. Tubo extra leve de cobre sem costura para condução de água e outros fluidos (NBR-7417).797 2.220 1.860 0.63 médio 4. sob o número 218504 .82I 1.137 1.016 1. Tubo de cobre e de ligas de cobre.52 1.93 1.044 1.26I 1. A solda para tubulação de cobre obedecerá.420 1. também.422 1.30 2.98 4.229 3.016 1.921 médio 0.422 1. II e III.581 0.14 3. Tubo de cobre soldado (NBR-7247). Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal. sob a marca "Hidrolar". Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A. Partes I. II e III..Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.09 3. FABRICANTES Admite-se o emprego de tubos de cobre fabricados por: • Eluma Conexões S. complementados por conexões "Yokshire" com anel de solda e "Nibco". sob o número 218504 .continuação E-IHI.

no mínimo.verificação da estanqueidade de junta elástica (NBR-8895).determinação da resistência à compressão diametral (NBR-6583).determinação do índice de absorção de água (NBR6586).determinação do índice de absorção de água (NBR-8892) Tubo de concreto simples ou armado. Tubo de concreto armado de seção circular para águas pluviais (NBR9794).verificação da permeabilidade (NBR-8893). para esgoto sanitário determinação da resistência à compressão diametral (NBR-8891) Tubo de concreto simples ou armado.10 1. de seção circular. para esgoto sanitário . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.determinação da resistência à compressão diametral (NBR-9795) Tubo de concreto . Tubo de concreto armado. 2. Anel de borracha destinados a tubos de concreto simples ou armados para esgotos sanitários . Partes I. de seção circular. de seção circular. II e III. para esgoto sanitário . CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 2. de seção circular. Tubo de concreto simples . para esgoto sanitário (NBR-8889). de seção circular. Tubos de concreto armado de seção circular para esgoto sanitário (NBR8890). Tubo de concreto simples. Capital Federal.verificação da permeabilidade (NBR-9796).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Tubos e Conexões de Concreto E-IHI.1 As manilhas ou tubos de concreto simples obedecerão à EB-6/86 (NBR9793). aos seguintes limites: Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-6/86 EB-103/86 EB-911/80 EB-969/80 MB-17/86 MB-113/86 MB227/86 MB-228/86 MB-1232/80 MB-1233/80 MB-1234/80 MB-1262/80 MB-1263/80 MB-1369/80 Tubo de concreto simples de seção circular para águas pluviais (NBR9793). para as Classes C1 ou C2. e satisfarão. de seção circular.determinação da absorção de água (NBR7531). para esgoto sanitário . Tubo de concreto simples. Tubo de concreto armado . Tubo de concreto . NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. para esgoto sanitário determinação da resistência à compressão diametral (NBR-8894) Tubo de concreto simples ou armado. sob o número 218504 . conforme especificado.

sob o número 218504 . 2. a que se refere a alínea "c". conforme for especificado. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.10 TUBO Dn (mm) Di (mm) 145 195 220 245 290 e (mm) 25 25 25 25 26 De (mm) 216 266 293 318 372 D’i (mm) 226 276 303 328 382 BOLSA OU LUVA e’ (mm) RESISTÊNCIA MÉDIA (kg/m) Compr.75 e 375 400 450 500 600 365 390 440 488 588 30 32 36 40 48 459 I 488 544 602 716 469 498 I 544 612 726 70 70 70 70 70 120 120 120 150 150 1520 1600 1800 2000 2400 1900 2000 2250 2500 3000 Dn . MB-17/86 (NBR-6583) . CA-2 ou CA-3. mínimo (mm) Classe Classe C1 C2 Bolsa Luva 60 60 60 60 60 120 120 120 120 120 1120 1200 1240 1280 1360 1400 1500 1550 1600 1700 150 200 225 250 300 0. Capital Federal. Poderão atender às Classes CA-1. e satisfarão.2 Os tubos de concreto armado obedecerão à EB-103/86 (NBR-9794).diâmetro interno e/e' – espessura mínima De .diâmetro externo 2. II e III.2 A escolha do método de ensaio.diâmetro nominal (interno) Di/D'i . do artigo 6 da EB-6/86 (NBR-9793) . aos seguintes limites: Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . no mínimo.continuação E-IHI. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. MB-227/86 (NBR-6586) e ao MB-113/86 (NBR-9795) . ficará a critério da FISCALIZAÇÃO.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Ltda. II e III.Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • Acarita . sob o número 218504 .diâmetro interno F .10 Di (mm) classe CA-1 300 350 400 450 500 600 700 800 900 1000 1100 1200 1300 1500 1750 2000 1400 1550 1750 1900 2050 2400 2800 3200 3600 4000 4400 4800 5200 6000 7000 8000 CARGA MÉDIA DE TRINCA (kgf/m) classe CA-2 2000 2150 2350 2500 2650 3000 3350 4000 4650 5650 6650 7650 86S0 10650 13350 16000 classe CA-3 6000 6600 7300 8600 9300 10600 12000 13000 14650I 16650 19350 CARGA MÉDIA DE RUPTURA (kgf/m) classe CA-1 2100 2350 2600 2850 3100 3600 4200 4800 5400 6000 6630 7200 7800 9000 10500 12000 classe CA-2 3000 3250 3500 3750 4000 4500 5000 6000 7000 8500 10000 11500 13000 16000 20000 24000 classe CA-3 9000 10000 11000 13000 14000 16000 18000 19500 22000 25000 29000 COMPRIMENTO MÍNIMO (mm) Bolsa 60 60 70 70 70 70 75 75 75 80 80 90 90 90 100 100 Luva 120 120 140 140 140 140 150 150 150 160 160 180 180 180 200 200 F (mm) 15 15 15 20 20 20 20 20 20 20 20 25 25 25 25 25 Di . Albino Mendes & Cia.continuação E-IHI. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Artefatos de Concreto Armado Santa Rita Ltda.folga mínima entre ponta e bolsa (ou luva) 3.

formatos e dimensões (NBR-8161). Tubo e conexão de ferro fundido para esgoto (NBR-9651). para líquidos sob pressão com junta não elástica (NBR-7661). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-43/82 EB-137/82 EB-303/81 EB-618/87 EB-1273/81 EB-1324/87 EB-1325/90 EB-1326/82 EB-1327/82 EB-1451/83 EB-1452/83 EB-1702/86 MB-312/82 MB-313/82 MB-825/87 NB-126/89 PB-15/82 PB-77/71 PB-80/68 PB-263/87 PB-798/80 Tubo de ferro fundido centrifugado.dimensões (NBR-10158). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I. Anéis de borracha para juntas de tubos de ferro fundido centrifugado ensaios (NBR-7588). para condução de água fria. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Tubo de ferro fundido centrifugado para líquidos sob pressão com junta elástica (NBR-7662). Conexão de ferro fundido dúctil (NBR-7675) Tubo de ferro fundido dúctil centrifugado com flanges roscados ou soldados (NBR-7560).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Tubos e Conexões de Ferro Fundido E-IHI. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Tubo de ferro fundido dúctil centrifugado para pressão de 1 MPa (NBR8318). Tubulação de saneamento nas áreas de redes de distribuição. Junta elástica de tubos de ferro fundido centrifugado .11 1. Tampão circular de ferro fundido . adutoras.diâmetros nominais (NBR7968). Tubos e conexões de ferro fundido para esgoto e ventilação . Revestimento de argamassa de cimento em tubos de ferro fundido dúctil (NBR-8682). de ponta e bolsa. sob pressão. Arruelas de borracha para vedação de flanges de tubos de ferro fundido. sob o número 218504 . Tampão circular de ferro fundido (NBR-10160).ensaios mecânicos (NBR-10159).ensaio de estanqueidade (NBR-7666). de ponta e bolsa. Junta mecânica para conexões de ferro fundido dúctil (NBR-7677). Junta elástica para tubos e conexões de ferro fundido dúctil (NBR-7674). Capital Federal. Anéis de borracha para junta elástica e mecânica de tubos e conexões de ferro fundido dúctil e cinzento (NBR-7676). redes coletoras de esgoto e interceptores .Proibida a reprodução sem autorização. Tubos de ferro fundido dúctil centrifugado para canalizações sob pressão (NBR-7663). Tampão circular de ferro fundido . Conexão de ferro fundido cinzento (NBR-7669). Projeto e execução de tubulações de ferro fundido centrifugado.

2. Fundição Tupy S. de ponta e bolsa.11 2. JUNTA DE CHUMBO • • • Cia.6 8. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 8.6 6 6 6 ESPESSURA DA PAREDE (mm) 7. no que lhes for aplicável. com as seguintes características específicas dos tubos: DIÂMETRO NOMINAL (mm) 50 60 75 100 125 150 COMP. às características gerais dos tubos. com junta elástica ou de chumbo.5 9. ÚTIL (m) 3 3 3 .2 TIPO PRESSÃO.A.0 PESO (kg/m) 11 13 16 22 28 35 3. sob a marca "Elasty-Junta". pintados externamente com tinta anticorrosiva. 3. com as seguintes características dos tubos: Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal. Metalúrgica Barbará. Classe A.2 CONEXÕES As conexões para as canalizações de ferro fundido obedecerão. Classe A. Cia.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS TUBOS Os tubos de ferro fundido poderão ser do tipo pressão. Partes I. Metalúrgica Barbará. Cia. sob a marca “Ferroflex". 2. sob o número 218504 .continuação E-IHI.4. Ferro Brasileiro. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 3.3 7. ou do tipo esgoto. O revestimento interno será dos tipos betuminoso ou cimentado por centrifugação.1 TIPO PRESSÃO. Serão centrifugados. Ferro Brasileiro. JUNTA ELÁSTICA • • Cia. revestimento interno tipo betuminoso ou cimentado.Proibida a reprodução sem autorização.. II e III.1 7. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

..1 7.continuação E-IHI.0 PESO (kg/m) 10 12 15 20 26 32 3. Capital Federal.5 9. sob o número 218504 .1 8. Metalúrgica Barbará. Série Extra-Forte. Fundição Vitória Ltda. II e III.3 TIPO ESGOTO • • • • Cia.6 8. com as seguintes características especificas dos tubos: DIÂMETRO NOMINAL (mm) 50 75 100 150 COMP.A.11 DIÂMETRO NOMINAL (mm) 50 60 75 100 125 150 COMP. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. ÚTIL (m) 3 3 3 3–6 6 6 ESPESSURA DA PAREDE (mm) 7.Proibida a reprodução sem autorização.3 7. Partes I. Ferro Brasileiro. Cia. Fundição Tupy S. tipo "JR". ÚTIL (m) 3 3 3 6 PESO (kg/m) 6 6 11 18 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Tubos e Conexões de Ferro Galvanizado E-IHI. Produtos de aço ou ferro fundido .classe 10 (NBR-6943). especial atenção para o contido nas seguintes: EB-182/84 EB-331/85 EB-332/82 EB-344/90 EB-363/82 EB-554/82 EB-1781/87 EB-1782/87 MB-25-I/90 MB-25-II/90 MB-25-III/90 Tubos de aço-carbono para rosca Whitworth gás para usos comuns na condução de fluidos (NBR-5580). Produto de aço ou ferro fundido .12 1. Conexão de ferro maleável para tubulações . MB-25-IV/90 PB-14/83 PB-110/82 1. Tubo de aço com e sem costura. ASTM-A-120-SCH-40 e DIN-2440.revestimento de zinco por imersão a quente .1 1.revestimento de zinco por imersão a quente verificação da aderência (NBR-7398).1 Dentre as normas estrangeiras.Proibida a reprodução sem autorização. conforme BS-1387-1967 e Leve II.revestimento de zinco por imersão a quente verificação da espessura do revestimento por processo não destrutivo (NBR-7399).1. dimensões e tolerâncias (NBR-6414). Tubo de aço-carbono com costura helicoidal para uso em água. CLASSES CLASSE LEVE E CLASSE LEVE II Classe Leve. Produto de aço ou ferro fundido . haverá particular atenção para o disposto nas BS-13871967. ISO-65-1973. II e III. ISO-R-7.2 1.2.1. Produto de aço ou ferro fundido . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .designação.2 1. para junta elástica (NBR-9914).verificação da uniformidade do revestimento (NBR-7400).revestimento de zinco por imersão a quente determinação da massa por unidade de área (NBR-7397). Capital Federal. para condução. ar e vapor de baixa pressão em instalações industriais (NBR-5622). Partes I. Produto de aço ou ferro fundido . Teste hidrostático de 5 MPa. conforme ISO-65-1973. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Tubos de aço ponta e bolsa. Anel de vedação de borracha para junta elástica de tubos e conexões de aço ponta bolsa (NBR-9915). utilizado em baixa temperatura (NBR-5602).1 TUBOS NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Rosca para tubos onde a vedação é feita pela rosca . Tubo de aço-carbono com requisitos de qualidade para condução de fluidos (NBR-5590).revestimento de zinco por imersão a quente (NBR-6323). Tubos de aço para usos comuns na condução de fluidos (NBR-5885).

O peso da camada protetora de zinco não poderá ser inferior a 0.746 3. DIN-2440.12 1. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização. Teste hidrostático de 7 MPa 1.5 1. Capital Federal.520 4. valor resultante da divisão do peso total do zinco aplicado pela área total da superfície galvanizada. conforme ISO-65-1973.25 2.451 6.05 g/cm².continuação E-IHI.2. MB-25-I/90 (NBR-7397) a MB-25-IV/90 (NBR-7400) .5. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.106 7.2. 1.3 ROSCAS As roscas dos tubos galvanizados serão do tipo cônica. conforme EB-182/84 (NBR-5580) e Leve I. 1. II e III.00 3.65 2. seguindo as especificações da BSP-Whitworth Gás e as normas PB-14/83 (NBR-6414) e ISO-R-7.25 PESO TEÓRICO (kg/m) 1.452 2. 1.66 3.1 PESOS E ESPESSURAS CLASSE LEVE E CLASSE LEVE II DIÂM. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. BS-1387-1967 e ISO-65-1973. NOMINAL (mm) 27 34 42 48 60 76 89 ESP.00 3.136 2.179 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 1. Teste hidrostático de 5 MPa. de acordo com as normas EB344/90 (NBR-6323) .3 CLASSE MÉDIA Conforme EB-182/84 (NBR-5580). PAREDE (mm) 2.2. Partes I.4 CLASSE SCH 40 Conforme ASTM-A-120-SCH-40.4 PROTEÇÃO Será do tipo "proteção catódica" por zincagem a quente.2 CLASSE LEVE E CLASSE LEVE 1 Classe Leve.25 3. Teste hidrostático de 5 MPa.

NOMINAL (mm) 21 27 34 42 48 60 76 89 ESP.65 3.05 PESO TEÓRICO (kg/m) 1.794 8. PAREDE (mm) 2.00 3.continuação E-IHI. Partes I.12 1.633 3.05 PESO TEÓRICO (kg/m) 1.Proibida a reprodução sem autorização.995 1.65 PESO TEÓRICO (kg/m) 1.25 3.377 3.25 3.5.452 2.140 5.00 3.803 1.4 CLASSE SCH 40 DIÂM.65 3.65 3.2 CLASSE LEVE E CLASSE LEVE 1 DIÂM.65 4.65 4.764 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III.25 3.520 4. PAREDE (mm) 2.25 2.599 4.319 6. sob o número 218504 .25 3.00 3.787 6.106 7.292 3.833 2.670 2.295 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.782 5.65 3.5.25 3. Capital Federal.547 3.5.25 3.65 2.282 1.066 3.00 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. PAREDE (mm) 2. NOMINAL (mm) 21 27 34 42 48 60 ESP. NOMINAL (mm) 21 27 34 42 48 60 76 89 ESP.3 CLASSE MÉDIA DlÁM.131 1.35 3.

ao padrão N.1 para tubulações .2 Dentre as normas estrangeiras. valor resultante da divisão do peso total do zinco aplicado pela área total da superfície galvanizada. 2. serão da Classe 10.0 MPa .1. dimensões e tolerâncias (NBR-6414). obtida por fusão.classe 2.classe 10 (NBR-6943).P. 2.2. Siderúrgica Mannesmann. II e III.Proibida a reprodução sem autorização.1 CONEXÕES NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. sob o número 218504 . para aplicações até 2.12 2. haverá particular atenção para o disposto nas ANSI (A. para aplicações até 14. com teor acima de 2% de carbono. 2.05 g/cm²..1.S.) B.0 MPa.3. apresentando.1 TUBOS SEM COSTURA • • Cia. carbono e silício.5 MPa. Capital Federal.3 CLASSES As conexões de ferro maleável.designação.T. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Conforja S. e as roscas das conexões Classe 20. após tratamento térmico adequado. DIN-2950. 2. conforme PB-156/85 (NBR-6925).2 2. DIN-2999 e ISO-R-7.A.A. formas e dimensões.A. DEFINIÇÃO O ferro maleável preto é uma liga constituída basicamente de ferro. as roscas serão do tipo "rosca integrada". e da Classe 20. O peso da camada protetora de zinco não poderá ser inferior a 0..5 PROTEÇÃO A proteção do FMP da corrosão será do tipo "proteção catódica" por zincagem a quente.16.S.) B. apresenta grafita do tipo nodular. PRODUTOS/FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: 3. todo o carbono na forma combinada. ANSI (A. Conexões de Aço. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .continuação E-IHI.4 ROSCAS As roscas das conexões Classe 10 obedecerão ao padrão Whitworth. Conexão de ferro maleável para tubulações . Partes I. de acordo com a ABNT. na solidificação.1. de acordo com a PB-110/82. A liga. 2. haverá particular atenção para as seguintes PB-14/83 PB-110/82 PB-156/85 Rosca para tubos onde a vedação é feita pela rosca . Construtivamente. Conexões de ferro fundido maleável com rosca ANSI/ASME B1. 3.20. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 2.tipos.

continuação E-IHI.2 TUBOS COM COSTURA • • • • • Apolo Produtos de Aço S.. 3. sob o número 218504 .A.3 CONEXÕES • Fundição Tupy S. Persico Pizzamiglio S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Siderúrgica Mannesmann..A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I. Capital Federal. Tuperba ..Tubos e Perfilados da Bahia S. Cia. sob as marcas "Conexões de Maleável 150-Classe 10" e "Conexões AP (Alta Pressão)". Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A. Conforja S. Conexões de Aço.Proibida a reprodução sem autorização.A. II e III.12 3.A.

5 78.1 16.7 45.6 4.7 116. INTERNO DA BOLSA (mm) 68.9 14. sob o número 218504 .4 19. INTERNO (mm) DIÂM.3 30.9 17.70 139.8 32. Capital Federal.9 11.8 71.9 14.5 100 3. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 57.8 29.70 139.4 56.70 139.70 139.0 7.3 4.9 22.8 29.1 6.1 16.0 39.70 10 3.95 139.9 21. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.0 80.0 98.8 5.1 126.5 11.8 25.0 195.4 PESO (kg/m) CLASSE 80 3.6 26.Proibida a reprodução sem autorização.1 14.9 10.6 26.70 139.7 11.A.0 8.1 17.6 6.1 16.4 51.9 11.8 116.9 14.6 24. Partes I. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.4 21.0 7.4 93.70 139.0 7.3 22.3 5.3 4.0 8.5 85.0 120 3.0 32.4 99.4 55.8 113.9 8.0 8.3 45.0 7. EXTERNO DA BOLSA (mm) ESP.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Tubos e Conexões de Fibra de Vidro E-IHI.0 115.70 139. tubos e conexões de fibra de vidro são aqueles fabricados com argamassa de resina termoestável.0 142.3 23. II e III.4 83.70 139. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.7 45.9 11.3 26.9 14.8 26. Indústria e Comércio.3 4.9 14. para os demais.70 139.6 4.9 11.0 7.70 139.3 5.1 23. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DIÂM.8 29. DA PAREDE (mm) 3.2 90. para tubos com diâmetro interno de 100 mm e.1 5.5 COMPR.4 56. 2. Comprimento útil de 3 m. A classe define a pressão de serviço em metros de coluna d'água.6 100 150 200 250 300 350 400 450 500 550 600 700 800 920 1000 1100 1200 149 223 270 320 386 437 488 539 597 635 699 803 920 1039 1143 1227 1364 • • 3.8 32.0 8.70 139.70 139.9 14.0 9.70 139.2 122.70 139.3 26. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Polyarm S.6 24.9 9.0 35.3 104.5 64.9 40 3.0 72.0 42.0 74.0 8.6 150 3.0 67.4 21.5 43.6 24.4 19.0 7.6 26.9 7.1 135.8 27.0 53.3 20.70 139.0 29. reforçada por filamento de fibra de vidro e areia.13 1.7 49.9 11. de 6 m.

Plásticos .determinação da absorção da água (NBR-8514).determinação das propriedades mecânicas à tração (NBR9622). Plásticos rígidos .determinação das propriedades de flexão (NBR-7447). NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes as assunto. Tubo de PVC rígido . Plásticos .determinação da pressão interna instantânea de ruptura (NBR-5683).determinação da dureza shore (NBR-7456). Plástico . rosqueada.Proibida a reprodução sem autorização.determinação da densidade pelo método do gradiente de densidade. Plásticos rígidos . Tubos de PVC rígido .determinação das características em compressão (NBR9628). Plásticos . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. MB-1642/81 MB-1660/82 MB-1694/82 MB-1990/84 MB-2381/85 MB-2383/85 MB-2421/85 MB-2422/85 MB-2423/85 MB-2440/86 MB-2747/67 NB-115/64 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .14 1.determinação da resistência ao impacto IZOD (NBR8425). sob o número 218504 .determinação da dureza Rockwell (NBR-9630).determinação da resistência ao impacto Charpy (NBR9564).atmosferas-padrão para condicionamento e ensaio (NBR7452). Plásticos . Partes I.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Tubos e Conexões de Plástico E-IHI. Capital Federal.determinação da dureza tipo Barcol (NBR-9629).determinação da estabilidade dimensional sob calor pelo método de Martens (NBR-10438).determinação da estabilidade térmica do PVC. Plásticos .verificação da estabilidade dimensional (NBR5687). haverá particular atenção para o disposto nas seguintes EB-183/77 EB-1300/82 MB-355/64 MB-519/77 MB-534/77 MB-1123/77 MB-1378/80 MB-1561/81 Tubos de PVC rígido para adutoras e redes de água (NBR-5647). Plásticos rígidos .determinação da flamabilidade (NBR-7356). Tubos de PVC rígido . II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.resistência ao calor (NBR-6476). Plásticos rígidos . polímeros e copolímeros contendo cloretos e seus compostos através do método de descoloração (NBR-7147). Plásticos . ou com anéis de borracha (NBR-7372). Plásticos . Execução de tubulações de pressão de PVC rígido com junta soldada. Plásticos . Plásticos . Plásticos .determinação da dureza por penetração da esfera (NBR9624).

continuação E-IHI. e terão as seguintes espessuras e pesos: REFERÊNCIA pol.1 Peso médio aprox.2 7.5 1.910 a 0. ext.1 2.5 2.133 0. Plásticos (NBR-9633).6 4. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 . 2. mín.2 4.2 42. médio (mm) 16.760 2.9 113.75 MPa Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .7 2.820 1.941 a 0.7 21.2 47. rígido.8 59.6 Peso médio aprox.750 2.965 g/cm³) e de polietileno de baixa massa especifica (0. ext.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão de cloreto de polivinila (PVC).5 1.2 26.2 Para instalações prediais de água fria. do tipo pesado.14 NB-125/64 Execução de tubulações de pressão de polietileno de alta massa especifica (0.925 g/cm³) com as respectivas juntas.6 3.170 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.450 0. TB-162/85 2.1 87.118 0.7 6.295 0.280 0.920 1. Os tubos serão testados com a pressão mínima de 5 MPa.0 4. (kg/m) 0.140 0.0 3.430 0.6 5. Capital Federal. os tubos de PVC serão da Série A. II e III.220 0.5 4. conforme EB-183/77 (NBR-5647). parede (e) (mm) 2. 0. TABELA I TUBOS COM JUNTAS SOLDÁVEIS Diâm.660 0. médio (mm) 16 20 25 32 40 50 60 75 85 110 Esp. (kg/m) 0.700 3/8 1/2 3/4 1 1 1/4 1 1/2 2 2 1/2 3 4 Pressão de serviço: 0.6 75.4 3.2 3.5 6. parede (e) (mm) 1. Partes I.4 33.650 0.370 1. 2.950 TABELA I TUBOS COM JUNTAS ROSQUEÁVEIS Diâm. mín.Proibida a reprodução sem autorização.5 Esp.0 2.105.300 3.

8 Peso médio aprox. 3.6 1.00 Espessura (mm) 1.06 2.6 1.390 0. os tubos de PVC terão as seguintes espessuras e pesos: TUBOS COM PONTA E BOLSA Diâmetro (mm) 40 Comprimento (m) 3.4 Para instalações prediais de esgotos secundários. os tubos de PVC terão as seguintes espessuras e pesos: Diâmetro (mm) TUBOS COM BOLSA E VIROLA EM UMA DAS PONTAS Comprimento Espessura (m) (mm) 1. Fortilit S.continuação E-IHI.06 3. (kg/m) 0.6 1.00 6. II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Tigre.690 1.8 1. Partes I.8 Peso médio aprox.870 1.06 2.7 1.06 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.00 6. Cia.06 1. Hansen Industrial . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . (kg/m) 0.6 1.7 1.626 1.806 0. naquilo que lhes for aplicável.00 Espessura (mm) 1.06 2.06 3.7 1.414 0.194 0.2 TUBOS COM PONTAS LISAS Diâmetro (mm) 40 Comprimento (m) 6.802 - 50 75 1.A. Capital Federal.06 2. em se tratando de bitolas até 50 mm.5 As conexões de plástico para canalizações obedecerão.216 1.510 TUBOS COM PONTAS LISAS Comprimento (mm) 6.590 0. sob o número 218504 .00 Espessura (mm) 1 2.3 Para instalações prediais de esgoto primário.7 1.8 1.A. Serão fabricados pelo sistema de solda ou pelo de injeção. FABRICANTES Consideram-se análogos os tubos de plástico fabricados por: • • • Brasilit S.14 2. às características gerais dos tubos.804 1.06 100 1.Proibida a reprodução sem autorização.

1.. Indústria e Comércio.A. Metalúrgica Triângulo S. II e III. conforme especificação.4 VÁLVULA DE RETENÇÃO As válvulas de retenção com rosca serão inteiramente de bronze ou ferro fundido.1 VÁLVULA DE BÓIA • • • Cipla S. 1. 1.Proibida a reprodução sem autorização. Cia. Importadora & Industrial Dox. do tipo vertical ou horizontal. Capital Federal. Duratex S."balão inteiro".válvula de vedação e haste de metal fundido.. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram análogos os produtos fabricados por: 2. considerada a pressão de serviço projetada.A..1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS VÁLVULAS DE BÓIA Serão do tipo reforçado. com flutuador de chapa de cobre. sob o número 218504 . Poderão ser utilizadas válvulas de bóia tipo flutuador de plástico.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.5 VÁLVULA DE DESCARGA Serão com corpo de bronze ou latão fundido. com vedação de borracha ou bronze. com ou sem registro acoplado As canoplas poderão ter acabamento cromado.A. Fabrimar S. 1. Partes I. latoado ou pintado. 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Válvulas e Registros E-IHI. Dal-Docol Comércio de Produtos Sanitários Ltda. "balão chato" . 1.15 1.2 REGISTRO DE GAVETA E DE PRESSÃO Serão especificados para cada caso particular. "balão oval". "meio balão". ou poliestireno expandido . Duratex S. latão repuxado.3 VÁLVULA GLOBO Serão de metal fundido ou forjado ou de ferro fundido. com vedação de metal contra metal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . As válvulas com flange serão de ferro. 2.2 REGISTRO DE GAVETA E DE PRESSÃO • • • • • Cia. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A.. Metalúrgica Barbará.

. 2. Fabrimar S. Duratex S.A. Importadora e Industrial Dox. Metalúrgica Triãngulo S.A. 2. Duratex S. Fabrimar S.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.continuação E-IHI. Niágara S.A.5 VÁLVULA DE DESCARGA • • • Dal-Docol Comércio de Produtos Sanitários Ltda.A.. Indústria e Comércio. Indústria e Comércio. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização. Niágara S.A. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.15 • • • 2. VÁLVULA GLOBO • • • • Cia. Niágara S... Comércio e Indústria.A.3 Metalúrgica Becker Ltda. Capital Federal.4 VÁLVULA DE RETENÇÃO • • Cia. sob o número 218504 .. Importadora e Industrial Dox. Comércio e Indústria.A. II e III. Comércio e Indústria.

. sob as marcas "Massa Epóxi Barbará" nos componentes "A" e "B". Metalúrgica Barbará. sob as marcas "Pasta de Vedação Dox". gases e solventes à base de petróleo.. 2. entende-se por vedantes e similares os produtos em forma de fitas. Importadora & Industrial Dox.A. consistindo de fibras longas de juta impregnadas com alcatrão de hulha para rejuntamento de manilhas e tubulações de esgoto. solventes. sob o número 218504 . PRODUTOS/FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 2. para rejuntamento de manilhas de barro e tubos de concreto armado e "Estopas Amealhar Alcatroada"..A.A. • • • 2. sob a marca "Fita Vedarosca Cora1". fibras ou pastas. Capital Federal. para vedação de juntas de circuitos de vapor.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalação de Água Vedantes e Similares E-IHI. óleo. gases. II e III. Fundição Tupy S. sob a marca "Fita de Firlon".2 SIMILARES • Asfaltos Vitória Ltda.Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. não recomendada para uso em presença de álcool e "Fita Vedante de Teflon". DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Firlon S. para execução de juntas rígidas. de PTFE. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Cia. composição pastosa neutra destinada a facilitar a operação de encaixe dos tubos.. recomendada para vedação de juntas de circuitos de vapor. sob as marcas "Asfalto para Junção de Manilhas". água e águas pluviais. • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Vedações Industriais. etc. Tintas Coral S. Partes I. ácidos. sob a marca "Vedante Para Roscas Tupy". destinados a garantir a estanqueidade dos circuitos hidráulicos. ar.1 VEDANTES • Cia. ar. e "Lubrificante Barbará". água.16 1.

de acordo com as normas da ABNT atinentes ao assunto. Os quadros de comandos deverão ser eletrônicos e com tecnologia atual. por corrente alternada com controle eletrônico de velocidade.dispositivo de operação e sinalização (NBR10982). da última geração existente no mercado. são considerados equipamentos de transporte vertical os elevadores. todos com acionamento elétrico.8 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1. corrente contínua: 10 mm. limitando-se o uso de portas de eixo vertical a casos específicos. Elevadores elétricos (NBR-5666).1 2. Os elevadores deverão possuir comando automático e coletivo seletivo na subida e na descida. 2. Monta-Cargas e Escadas Rolantes E-ITV. As máquinas e equipamentos terão fator de potência >= 0. com abertura central ou lateral. 2. A porta de cabina será acionada por um operador elétrico. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização. exceto guando especificado de modo diverso.1. em especial as relacionadas a seguir: NB-30/84 NB-38/84 PB-1448/89 TB-6/77 Projeto.2 2. sendo que tanto a abertura quanto o fechamento serão automáticos. através de um engate mecânico.6 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS ELEVADORES DE PASSAGEIROS Os elevadores serão fornecidos completos.5 2. ou por corrente contínua. corrente alternada com controle eletrônico de velocidade: 10 mm.1 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Instalações de Transporte Vertical Elevadores. fabricação e instalação de escadas rolantes (NBR-8900). Partes I. O nivelamento das cabinas em relação aos diversos pavimentos será automático e não deverá exceder às seguintes tolerâncias com carga total: • • • corrente alternada com 2 velocidades: 25 mm. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. 2. Elevadores elétricos . 2.01 1.4 2. conforme definido no projeto.1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. monta-cargas e as escadas rolantes. incluindo todos os elementos a acessórios exigidos nas NB-30/84 (NBR-7192) e PB-1448/89 (NBR-10982). Projeto.1. O acionamento dos elevadores poderá ser por corrente alternada com duas velocidades. A porta de pavimento será fechada simultaneamente com a da cabina.92.1.1.1.7 As portas de pavimento e de cabina serão do tipo corrediça horizontal. sob o número 218504 . fabricação e instalação de elevadores (NBR-7192).3 2. Capital Federal. II e III.1.

O bloqueio deverá ser temporizado.1. A cabina deverá ser suspensa por no mínimo 2 cabos de aço. para evitar que a cabina fique retida indeterminadamente. O comando será automático através de botoeiras externas em cada pavimento. só permitindo nova operação através de comando manual exclusivo (clave bombeiro).1. Indústria e Comércio.3 2. ESCADAS ROLANTES Serão fornecidas completas. incluindo todos os elementos e acessórios exigidos na norma. Elevadores Schindler do Brasil S.Proibida a reprodução sem autorização. casa de máquinas e portaria.continuação E-ITV.2. Em cada pavimento deve ser instalado um sinalizador luminoso e sonoro para avisar a chegada da cabina..1 2. 2. botão de alarme.A.9 Os dispositivos de operação e sinalização instalados nos elevadores deverão atender à padronização da ABNT. sob o número 218504 .CARGAS Os monta-cargas deverão obedecer às exigências da NB-30/84 (NBR-7192).2 2. Serão utilizadas portas do tipo corrediça vertical (guilhotina). Capital Federal.2. ficando ela bloqueada até que a porta seja aberta. botoeira de pavimento em cada parada.01 2. 2.A. Serão exigidos no mínimo os seguintes dispositivos: • • • • • • botoeira de cabina com sinalização luminosa. com botões de chamada e sinalização luminosa.2. Elevadores Otis Ltda. FABRICANTES Admite-se o uso de equipamentos de transporte vertical fabricados por: • • • • • Elevadores Kone Ltda. intercomunicação de emergência (interfone ou telefone) entre a cabina. mantido o coeficiente de segurança previsto na norma para cada cabo.2. sem paradas.Elevadores Atlas. onde deverão existir botões que permitam chamar e enviar a cabina para o andar desejado. Elevadores Sur S. indicador luminoso e sonoro de aproximação (gongo) em cada parada. Partes I. MONTA. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. A sua composição e acabamento deverá atender às determinações do PROPRIETÁRIO.2 2. O seu dimensionamento deverá atender ao fluxo de passageiros e desníveis entre pavimentos previstos no projeto. contendo botões de paredes. indicador de posição na cabina e em todos os pavimentos.A.4 2. II e III...10 A instalação de transporte vertical será dotada de sistema de emergência que possibilite o tráfego automático do carro ao pavimento térreo. Indústrias Villares S. . iluminação de emergência da cabina. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.3 3. botões para abertura e fechamento manual da porta e chave geral do painel. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

II e III.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA As juntas serão confeccionadas em poliestireno "standard" ou "alto impacto".MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Juntas Dilatação Poliestireno (Plástico) E-JUN.Proibida a reprodução sem autorização.A. O perfil das juntas será apropriado para garantir perfeita aderência com a pavimentação a que se integram. Partes I. sob o número 218504 .2 2. Grani-Torre Indústria e Comércio Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.01 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Indústria de Material Plástico Ltda. IMP . Serão fabricadas em várias cores e dimensões. Icofrisa S. este último para pisos de alta resistência. 1.. Capital Federal. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • Auraplast Indústria e Comércio Ltda.. Perfilados Plásticos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 1.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.formatos e dimensões (NBR-9459).. sob o número 218504 . cores firmes e uniformes. Marmoraria Santo Antônio. Ladrilho hidráulico . sendo a inferior constituída por argamassa A. II e III.01). Partes I. Etergran Pisos Industriais Engenharia Ltda. Ltda. os ladrilhos terão sido submetidos a forte compressão. de arestas vivas. perfeitamente maduros.. 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . CDR . Capital Federal.3 3.Proibida a reprodução sem autorização.4 (traço 1:4 de cimento e areia grossa) e a superior constituída por argamassa de cimento comum ou branco e areia fina. Assentamento de ladrilho hidráulico (NBR-9458)..1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão de cimento e areia. Fulget Industrial e Comercial Ltda. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • Albino Mendes & Cia. no mesmo traço. prensados. Adicionam-se à camada superior os corantes necessários à formação dos desenhos (vide E-COR.Industria e Comércio de Artefatos de Cimento Ltda. Serão fabricados em 2 camadas. desempenados e isentos de umidade. Antes da cura em ambiente úmido. perfeitamente planos. Sociedade Imobiliária Brasileira de Lançamentos Indústria e Comércio Ltda.01 1. isentos de cal. NORMAS As normas da ABNT atinentes ao assunto são as seguintes: EB-1693/86 NB-1024/86 PB-1237/86 Ladrilho hidráulico (NBR-9457). 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2..MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Ladrilhos Hidráulicos E-LAD.2 2.

sob o número 218504 . Piso cerâmico . Ladrilho cerâmico não esmaltado . II e III. quer os de grês cerâmico ou de porcelana ou de feldspato serão bem cozidos.. 2.A. NORMAS As normas da ABNT atinentes ao assunto são as seguintes: EB-648/75 MB-848/86 MB-849/75 MB-850/85 PB-314/85 TB-118/85 Ladrilho cerâmico não esmaltado (NBR-6455).5 MPa em atmosfera saturada. Cerâmica Jatobá S.0. placas.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os ladrilhos.A. a 120°C.A. resistência à flexão (biscoito) : 15 a 20 MPa. recusando-se todas as peças que apresentem a mais leve diferença de tonalidade. Cerâmica Antigua Indústria e Comércio Ltda... de massa homogênea e perfeitamente planos. equilíbrio biscoito-esmalte: devem suportar 4 testes sucessivos de autoclave a 0. 2. durante 2 horas.Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cerâmica e Velas de Ignição NGK do Brasil S. Cerâmica Porto Ferreira S. estabilidade dimensional: +/. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A. As características técnicas dos ladrilhos cerâmicos esmaltados são as seguintes: • • • • dureza: 6 a 7 na escala de Mohs.. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • • • • Cecrisa .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Ladrilhos Cerâmicos e de Porcelana E-LAD.determinação da absorção de água (NBR-6480). Partes I. Capital Federal. Cerâmica Aurora.formatos e dimensões (NBR-6501). Cerâmica Saffran S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 2..A. Cerâmica Atlas Ltda.A.. Piso cerâmico (NBR-6504).. Piso cerâmico .determinação da resistência ao desgaste por meio de abrasão (NBR-6481). Cerâmica Portobello S.determinação das dimensões (NBR-6482).Cerâmica Criciuma S. blocos e pastilhas..02 1. não apresentarão camadas ou folhelhos. 2.3 3. Piso cerâmico .04 cm em ladrilhos de 15 x 15 cm. A uniformidade de coloração dos ladrilhos destinados a um mesmo local será objeto de cuidadosa verificação sob condições e iluminamento adequados. Quando fraturados. quer os de terracota.

Gail Guarulhos Indústria e Comércio Ltda~.A. Cerâmica São Caetano S.A. Klabin Cerâmica S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A.Pedra Cerâmica Santo Antônio Ltda. Incepa ..continuação E-LAD. CESA .02 • • • • • • • • • • • Cerâmica São Bento S..A. Capital Federal. II e III.A. Partes I... Indústrias Matarazzo de Artefatos de Cerâmica S.A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . .. De Lucca Revestimentos Cerâmicos Ltda.A.Indústria de Azulejos Eliane.Proibida a reprodução sem autorização. IASA Produtos Cerâmicos (Brennand)..Indústria Cerâmica do Paraná S. Oficina Cerâmica Francisco Brennand S. Maximiliano Gaidzinsk S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 ..

03 1.. "Vidrotil Téssera" e "Vetricolor". Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 . II e III. perfeitamente moldados. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Vidrotil Indústria e Comércio Ltda. sem apresentar qualquer variação perceptível de coloração entre as diferentes chapas destinadas a um mesmo conjunto. 2.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão do tipo ladrilhos em mosaico. Serão totalmente impermeáveis. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sem porosidade e não atacadas pela ação do ar marinho e ácidos em geral.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Ladrilhos Vidro E-LAD. sob as marcas "Vidrotil". Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . colados em papel.

. Partes I. As lajotas coloridas serão fabricadas com a adição de pigmento a toda a massa do concreto. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • • Blokret Industrial Ltda. prensado e sazonado (amadurecido). com a articulação feita pelo encaixe das faces salientes com as reentrantes. lajotas articuladas são as lajotas pré-fabricadas. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.. Uni-Stein Pavimentação e Construção Ltda. Exactomm Pré-Moldados de Concreto Ltda. com formatos variados. Passareli & Neves Ltda. II e III. Glasser Pisos e Pré-Moldados Ltda.Proibida a reprodução sem autorização.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As lajotas articuladas serão fabricadas com concreto perfeitamente vibrado. 2. 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Apresentarão as seguintes características: • • resistência média à compressão: 25 MPa.. de concreto.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Lajotas Articuladas E-LAJ.. sob o número 218504 . faces laterais alternadamente reentrantes e salientes.2 3.01 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal. 2. resistência mínima à compressão: 20 MPa. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

estampável a frio.01 1. resistente à chama e revestido de cobre. na publicação LD 1-1964. estampável a quente e revestido de cobre. sob as marcas "Fórmica" e "Pisofórmica".Proibida a reprodução sem autorização. 2. estampável a frio e revestido de cobre. Perstorp do Brasil Indústria e Comércio Ltda. tipo FR-2 (V-0. 2. Química Industrial de Laminados.2/82 Laminado fenólico à base de papel. sob o número 218504 .. Capital Federal.A. NB-425-2. 2. tipo XXXPC (NBR-5093). impregnado com resina melamínica e mais uma folha de papel transparente. Partes I.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Laminado Plástico Laminado Fenólico Melamínico Plástico Termoestável E-LAM..1/82 Laminado fenólico à base de papel. V-1 e H) (NBR-5094).. Além das normas acima. II e III. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . mais uma folha de papel opaco.3/82 Laminado fenólico à base de papel. tipo XXXP (NBR-5093). Formiline S. Formilam Indústria e Comércio Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. os laminados plásticos satisfarão às estabelecidas pela NEMA. sob a marca "Perstorp". dito "overlay". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. dito decorativo. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • Cia.1 NORMAS As normas da ABNT atinentes ao assunto são as seguintes: NB-425-2.2 3. sob as marcas "Formiplac" e "Formipiso". NB-425-2. DEFINIÇÃO Entende-se por laminado plástico termoestável o produto obtido pela ação conjunta de alta pressão e temperatura sobre 7 a 8 folhas de papel "kraft" impregnadas com resinas fenólicas.

2. II e III.flocos. Partes I. sob o número 218504 .020 (mantas rígidas) e 0. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produto fabricado por: • • Eucatex S. sob a marca "Eucaroc Painéis". Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal.4 3. A massa fibrosa é molhada com resina sintética e a seguir passada num túnel a temperatura elevada. Isolantes térmicos de lã de rocha . diabásio.01 1. etc. Isolantes térmicos de lã de rocha . Owens Corning Fiberglass Ltda.tubos.feltros.3 2.1 2. sob a marca "Thermax". 2.painéis. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Produto obtido pela fundição de minérios de diversas composições (dolomita. Terá condutibilidade térmica compreendida entre 0. Indústria e Comércio.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Lã de Rocha E-LAR.m/h.A..35 kcal.) juntamente com carvão coque à temperatura de 1. A massa liquida é soprada continuamente com vapor.500°C. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . NORMAS São as seguintes as normas da ABNT atinentes ao assunto: EB-586/77 EB-590/89 EB-591/89 EB-592/89 Isolantes térmicos de lã de rocha . A resina é polimerizada e atua como ligante das fibras.°C (mantas flexíveis). Isolantes térmicos de lá de rocha . formando a estrutura característica de lã de rocha. 2.Proibida a reprodução sem autorização. resfriando-se no ar à temperatura ambiente e transformando-se em pequenas fibras minerais cujo diâmetro médio é de 3 micra.

2 LÁTEX SINTÉTICO Para efeito desta Especificação.determinação de estireno residual (NBR-8915).determinação de gel (NBR-9951). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2. NORMAS As normas da ABNT atinentes ao assunto são as seguintes: EB-226/89 MB-396/66 MB-2085/84 MB-2086/84 MB-2087/84 MB-2097/84 MB-2272/85 MB-2680/87 Látex concentrado de borracha natural. sob o número 218504 . Partes I.determinação da viscosidade (NBR-9035) Látex sintético . Látex sintético . entende-se por látex natural o exsudado vegetal obtido da "Hevea Brasiliensis". Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Látex E-LAT.01 1. Látex de borracha de estireno-butadieno . o qual contém de 30 a 40% de borracha.1 DEFINIÇÃO LÁTEX NATURAL Para efeito desta Especificação. Látex e copolímero SBR e NBR . Látex sintético .determinação da tensão superficial (NBR-9669).determinação da estabilidade mecânica (NBR-9036). Látex concentrado de borracha natural .determinação do teor de coágulos (NBR-9034). 1. 1.Proibida a reprodução sem autorização. entende-se por látex sintético uma emulsão de tipo vinílico à base de resinas estireno-butadieno. II e III.ensaios. Látex de borracha de estireno-butadieno . Capital Federal.

A. coeficientes impostos. absorção acústica. Indústria e Comércio.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Lá de Vidro E-LAV. Indústrias Reunidas Vidrobrás Ltda. em cordão. Recomenda-se também a utilização dos equipamentos de segurança pessoal.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As características da lá de vidro serão definidas para cada caso particular. qualidade. tipo de apresentação (a granel. recobrimento e outros elementos necessários à perfeita identificação. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.. sob a marca "Fibravid".. 3. durante o seu manuseio. II e III. possuindo as características estabelecidas nas normas da ABNT atinentes ao assunto. máscaras. condições gerais. A classificação. Partes I. FABRICANTES/PRODUTOS Considerem-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • Cia. etc. Vidrosa Fabricação brasileira Fibras de Vidro S. em placas. Vidraçaria Santa Marina. dimensões e condutibilidade térmica são definidas pelas normas da ABNT.painéis. 3. tratamento acústico de casa de máquinas de ar condicionado.A.feltros de lamelas (NBR-10412).feltros. relação dos defeitos. Isolantes térmicos de lã de vidro .01 1. camada antivibrátil.).Proibida a reprodução sem autorização. enchimento.2 3. Por tratar-se de produto cancerígeno.3 3. Fiberglas Fibras Ltda.). etc. DEFINIÇÃO O material genericamente designado por lã de vidro é um conglomerado de fibras curtas. 3. condições específicas.). Capital Federal. botas.flocos. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Isolantes térmicos de lã de vidro . etc. Eucatex S.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.4 4. sob a marca "Eucavid". indicando-se sua finalidade (isolamento térmico. recomenda-se não empregá-lo em locais que possibilitem o retorno de partículas pelo sistema de ar condicionado (forros de lã de vidro. 2. NORMAS São as seguintes as normas da ABNT atinentes ao assunto: EB-324/89 EB-330/89 EB-374/89 EB-376/89 EB-1656/86 Cordões termo-isolantes de lã de vidro. etc. tais como luvas. sob o número 218504 . em colchão. Isolantes térmicos de lã de vidro . Isolantes térmicos de lã de vidro .

Se se empregar o termo bronze sem agregado. Em seguida. II e III. agregam-se ao termo bronze os números que correspondem às percentagens nominais do cobre e do estanho. sem costura. 92-8 e 90-10: bronzes especiais: bronze 94-5 chumbo 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.01 1. Outros elementos serão considerados como impurezas. 3.tipos e ligas (NBR-7554). Capital Federal.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Bronze binário é a liga formada por cobre e estanho. sob o número 218504 . bronze 92-4 zinco 4 e bronze 88-4 chumbo 4 zinco 4. o estanho deve ser o elemento principal da liga. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. evaporadores e trocadores de calor (NBR-5029). 93-7. bronze são ligas de cobre e estanho com ou sem adição de outros elementos secundários. NORMAS São as seguintes as normas da ABNT atinentes ao assunto: CB-48/82 EB-224/81 EB-272/80 EB-273/82 EB-274/82 EB-584/84 TB-50/82 Cobre . Tubo de cobre e de ligas de cobre. Bronze especial é a liga de cobre e estanho com outros elementos secundários.requisitos gerais (NBR5020). Partes I.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Ligas Metálicas Bronze E-LIG. bronze 92-5 chumbo 3. Tubo de cobre e suas ligas. sem costura . 3. pode conter fósforo em quantidades controladas. agregamse os símbolos dos outros elementos secundários presentes. A cada um desses elementos se agrega o valor de sua porcentagem nominal: • • bronzes binários: bronzes 95-5. se têm teores iguais. outros elementos. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. para condensadores.Proibida a reprodução sem autorização. Para se distinguir os diversos bronzes. na ordem decrescente de sua importância ou. excluído o cobre 2.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 3. além de cobre e estanho. na ordem alfabética. 3. Se se trata de ligas que contêm. Tubo médio e pesado de cobre sem costura para condução de água (NBR-7542). Barras e perfis de cobre para usos gerais (NBR-5027). Tubo de cobre sem costura para refrigeração e ar condicionado (NBR7541). entende-se que se trata de bronze binário. Produtos e ligas de cobre (NBR-5019). Deve ser tratada com fósforo.

II e III.A. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal.Metais e Ligas Ltda... Partes I. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • • • • Bronze Metal S.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. Metalina .. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Metal Certo Aços Ligas Ltda.01 4. Metais Não Ferrosos. Indústria e Comércio. Termobronze Metais e Ligas Ltda. Metaltubos Indústria e Comércio de Metais Ltda. Impermetal Betina S.continuação E-LIG. Cobresul Indústria e Comércio Ltda.

latões especiais. 85-15.2 3. latão 71-28 estanho 1 arsênico. Se se trata de ligas que contêm. sem costura . 72-28.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Latão binário é a liga formada unicamente de cobre e zinco. junta-se o valor da percentagem nominal: • • latões binários: latões 95-5. etc. latão 62-36 chumbo 2. na ordem alfabética. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.tipos e ligas (NBR-7554). 65-35. 3. 70-30. Para se distinguir os diversos latões. Latão especial é a liga de cobre e zinco com outros elementos com ou sem chumbo. Produtos e ligas de cobre (NBR-5019). evaporadores e trocadores de calor (NBR-5029). para condensadores. excluído o cobre. Poderá conter outros elementos somente como impurezas. Tubo de cobre e de ligas de cobre. 63-37 e 60-40. outros elementos. Partes I.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Ligas Metálicas Latão E-LIG. latão 65-34 chumbo 1. latão 61-36 chumbo 3. com alumínio. o zinco deve ser o elemento principal. latão 65-23 alumínio 5 manganês 4 ferro 3. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sem costura. 67-33. estanho e outros metais: latão 77-21 alumínio 2 arsênico. Latão com chumbo é a liga de cobre. latões são ligas de cobre e zinco com ou sem a adição de outros elementos secundários. 87-13. se forem de teor igual. latão 60-38 chumbo 2.requisitos gerais (NBR5020). II e III. Se se emprega o termo latão sem agregado. Tubo médio e pesado de cobre sem costura para condução de água (NBR-7542). A cada elemento desses. separadas por um traço. Barras e perfis de cobre para usos gerais (NBR-5027). latão 58-40 chumbo 2 e latão 57-40 chumbo 3. Tubo de cobre sem costura para refrigeração e ar condicionado NBR7541). além de cobre e zinco. 80-20. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. 3. zinco e chumbo.3 • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Em seguida agregam-se os símbolos dos outros elementos secundários presentes na ordem decrescente de sua importância ou. agregam-se ao termo latão os números que correspondem às porcentagens nominais de cobre e zinco. Capital Federal. latões com chumbo: latão 65-33 chumbo 2. 90-10. sob o número 218504 . latão 61-38 chumbo 1. NORMAS São as seguintes as normas da ABNT atinentes ao assunto: CB-48/82 EB-224/81 EB-272/80 EB-273/82 EB-274/82 EB-584/84 TB-50/82 Cobre . entender-se-á que Se trata de latão binário. 3. Tubos de cobre e suas ligas.02 1.Proibida a reprodução sem autorização.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.. Prametal Aços Metais Ltda.continuação E-LIG. Capital Federal.02 4. sob o número 218504 . II e III.. PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • Aço Danúbio Ltda. Aluminox Ltda.. Metalúrgica Dulong Ltda. Partes I.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

tapumes. tábuas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. será de pinus elliott. Capital Federal. II e III. couçoeiras ou pernas. Partes I.01 1. A madeira de emprego provisório.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Toda madeira para emprego definitivo será de lei. Madeiras brasileiras. resistência ou aparência. em pranchões. NOMENCLATURA A fim de dirimir dúvidas. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cálculo e execução de estruturas de madeira NBR-7190). para andaimes. eucaliptus ou equivalentes.ensaios físicos e mecânicos (NBR-6230). haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: MB-26/40 NB-11/51 PB-5/45 TB-12/49 Madeira . Madeira serrada e beneficiada NBR-7203). serão adotadas as seguintes equivalência de terminologia vulgar e botânica: 2. caruncho ou broca.Proibida a reprodução sem autorização. Andira anthelmintica Hymenolobium Petraeum Ducke Hymenolobium Excelsum Ducke Pithecolobium Polycephalum Benth Swietenia macrophylla king Astronium urundeuva Melanoxylon braúna Myroxylon balsamun Cassia Ferrugineo Scharad Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . com as dimensões necessárias aos fins a que se destinam. não ardida e sem nós ou fendas que comprometam sua durabilidade. moldes e escoramentos. isenta de branco.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Madeira Natural E-MAD. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. NOME VULGAR Acapu Amendoim Angelim-Amargoso Angelim-Pedra Angelim Vermelho (comum) Angico Aguano Aroeira-do-Sertão Braúna Cabriúva Vermelha Canafístula CLASSIFICAÇÃO BOTÂNICA Voucapoua americana Terminalia Catappa L.2 3. 2. sob o número 218504 . bem seca. sendo admitido o uso de roliços desde que resistentes. 2.

continuação E-MAD. sob o número 218504 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização. Isso permite definir uma alternativa na eventualidade de falta da essência especificada. Capital Federal. 4. estão relacionados nos itens a seguir as madeiras de acordo com sua finalidade e uso. II e III.1 FINALIDADE E USO Com base no trabalho "Grupamento de Madeiras Conforme sua Finalidade e Uso". Partes I. elaborado pelo Sindicato do Comércio Atacadista de Materiais de Construção do Rio de Janeiro e pelo Centro de Materiais de Construção.01 NOME VULGAR Canela-Parda Canela-Sassafrás Carvalho-Brasileiro Cedro-Aromático Cedro-Vermelho Cerejeira-Amarela Faveiro Freijó Gonçalo-Alves Imbuia Ipê-Tabaco Jacarandá-Caviúna Jacarandá-Preto Louro-Aritu Louro Pardo Louro-Rosa Macacaúba Massaranduba Mogno Muiracatiara Óleo Vermelho Pau-Marfim-do-Pará Pau-Cetim Pequiá-Cetim Peroba-do-Campo Peroba-Rosa Pinho-do-Paraná Sucupira-Parda Vinhático CLASSIFICAÇÃO BOTÂNICA Nectandra amara Ocotea pretiosa Euplassa Organensis Cedrela odorata Cedrela fissilis Amburana acreana Pterodon abruptus Benth Cordia Goeldiana Huber Astronium fraxinifoliun Phoebe porosa Tecoma leucoxylon Dalbergia violacea Machaerium incorruptibile Acrodiclidium appellii Cordia exclesa Amiba parviflora Platymiscium Ulei Harms Mimussops rufula Swietenia macrophylla king Astronium Lecointei Ducke Myrospernum erythroxylon Agonandra brasiliensis Aspidosperma eburneum Aspidosperma parvifolium Paratecoma peroba Aspidosperma polyneuron Araucaria angustifolia Bowdichia racemosa Plathymonia reticulata 4. As abreviaturas utilizadas são as seguintes: Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

Angelim-Vermelho (E-Co). Cumaru (E-Al). Muiracatiara (E-DAl). Canafístula (E-Al). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Itaúba (E-Al). 4. Peroba-Rosa (C-Co). Cedrorana (E-AL).7 GANZEPES Canela-preta (E-Co). Cumaru (E-D-Al). Gonçalo-Alves (E-Co) e Canafístula (E-Al).continuação E-MAD. Freijó (C-Co). Canela-Preta (E-Al). Itaúba (E-Al). LAMBRIS E DIVISÓRIAS Andiroba (E-Al). Jatobá (E-Al). Sucupira (E-Co) e Tatajuba (E-Al). Pau-Amarelo (C-D-Al). Sapucaia (E-D-Al). Louro (C-Al). Andiroba (E-Al). Carvalho (C-Al). Angico-Preto (E-Al). Ipê (E-Co). Partes I. Cerejeira (C-Co). 4.2 cor clara (C) e escura (E). 4. Massaranduba (E-Al).01 • • • 4. Peroba-do-Campo (C-Co) e Sucupira (E-Al). Amendoim (E-D-Co) e Angico (E-D-Co) 4. Ipê (E-Co). Pau-Amarelo (C-Al) .9 PARA LAMBRIS. Louro-Inhamuí (C-Al) . Pequiá-Amarelo (C-Al) e Tatajuba (E-Al). 4. Jarana (C-Al). Pequiá (C-Al).3 PARA TELHADOS COMUNS Angelim-Pedra (E-Co). Mogno (E-Al). Angico (E-Co) e Pau-Marfim) (C-Co). uso: alternativo (Al) e comum (Co). LouroInhamuí (C-Al). Imbuia (E-Al). Quaruba (E-Al). 4. Muiracatiara (E-Al). PauAmarelo (C-Al). Sapucaia (E-Al) e Sucupira (EAl). Amendoim (E-Co). Sucupira (E-D-Al). Pau-Amarelo (C-Al). Canela-Preta (E-Al). Jarana (C-D-Al).6 PARA PISOS COMUNS DOMÉSTICOS Angelim (C-D-Al). Araracanga (C-Al). Massaranduba (E-D-Co). Pau-Amarelo (C-Al). Pinus (C-Al).8 BARROTEAMENTO PARA FORROS. Jatobá (E-D-Co). Cerejeira (C-Al). Mogno (E-Al). Guaritá (E-Al). Angico-Rajado (E-Al). Pequiá (C-Al). Jatobá (E-Co).Proibida a reprodução sem autorização. Pequiá (C-Al) Sapucaia (E-Al) e Tatajuba (E-Al). Sapucaia (E-Al) e Tatajuba (E-Al). Massaranduba (E-Co). Ipê (ED-Co). Cedro (E-Co). Ipê (E-Co). Guarita (E-Al). Pau-Marfim (C-D-Al).4 PARA TELHADOS DECORADOS Angelim-Pedra (E-Al). FORROS E DIVISÓRIAS Abiurana (C-Al). média (Me) e dura (D). Pinho-do-Paraná (C-Co). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 . Canela (E-Co). Peroba-Rosa (C-Co). Imbuia (E-Al). Muiracatiara (E-Al). Pau-Marfim (C-Al). Araracanga (C-D-Al). Jatobá (E-Co). dureza: mole (Mo). RESISTÊNCIA À ÁGUA E ESTRUTURAIS Angelim-Pedra (E-Al). Muiracatiara (E-Al). II e III. Sucupira (E-Co). Cedro (E-Co).5 PARA PISOS INDUSTRIALIZADOS Angelim-Pedra (E-Al). Imbuia (E-Al). Massaranduba (E-Co). Capital Federal. Amendoim (E-Co). Angelim (C-Al). Marfim (C-Al). Muiracatiara (E-Al). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Ipê (E-Co). Canela-Preta (E-D-Al). Quaruba (E-Al) e Tatajuba (E-Al). 4.

ADUELAS. BALAÚSTRES. sob o número 218504 . Louro-Vermelho (E-MeAl). Ipê (E-Co). Massaranduba (E-D-Co). Cópia fiel da Edição impressa em 1995.12 PARA LÂMINAS DE MADEIRAS DECORATIVAS Angelim-Rajado (C-Al). Mogno (E-Co) e Sucupira (E-Al). Mogno (E-Me-Co). Peroba-do-Campo (C-Al) e Pinho-do-Paraná (C-Al). Muiracatiara (E-D-AL). 4. Capital Federal. Peroba (C-Al) e Massaranduba (E-Al) 4.10 PARA ESQUADRIAS. Louro-Inhamuí (C-D-Al). Cumaru (E-Al). ALIZARES. Cerejeira (C-Co). Marfim (C-Co). Jatobá (E-Al). Jacarandá (E-Co). PauMarfim (C-Al). JANELAS E PORTAS Andiroba (E-Mo-Al). Imbuia (ECo). Quaruba (E-Me-AL) e Tatajuba (E-D-AL). Partes I. II e III.11 PARA ESCADAS. Jarana (C-Al). Amendoim (E-Al). Canela-Preta (E-D-Co). CORRIMÕES E TORNEADOS Angelim-Pedra (E-Al). Cerejeira (C-Me-AL). Castanheira (E-D-Al). Jatobá (E-Al). Gonçalo-Alves (E-Al). Freijó (C-Co). Freijó (C-Me-Al). Louro (C-Co). RODAPÉS. Cedro (E-Mo-Al). Pau-Amarelo (CD-Al) . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização.01 4.continuação E-MAD. Macacaúba (C-Al). Ipê (E-Co). Amendoim (E-Co). Sucupira (E-Al). Canela (E-Al). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.

sob a marca "Madepan". II e III. FABRICANTES / PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por• • • • Freudenberg . com adição de outros aditivos destinados a melhorar as características técnicas do material . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Madequímica S.Proibida a reprodução sem autorização. DEFINIÇÃO Madeira aglomerada é o produto obtido a partir do partículas de madeira em forma de flocos. sob a marca "Arvorit".A. Indústria de Madeiras Termo-Estabilizadas.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Madeira Aglomerada E-MAD.Indústrias Madeireiras.02 1. sob a ação de pressão e temperatura. Partes I. sob a marca "Pinusplac". Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Satipel .Sociedade Anônima Taquariense de Papei. ligadas por resinas sintéticas. dos tipos uréia/formaldeído. uréia/melamina/formaldeído ou fenol/formaldeído. sob o número 218504 . 2. Solidur Industrial Ltda. Capital Federal.

Compensado . No caso de emprego da placa em locais sujeitos a molhaduras freqüentes. Partes I.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Madeira Compensada E-MAD.2. sendo as lâminas dispostas com as fibras em sentido ortogonal. Condicionamento de corpos-de-prova para ensaio (NBR-9489). Compensado . sob o número 218504 . 5 ou 7) coladas sob pressão. Amostragem de compensado para ensaio (NBR-9488).determinação do teor de umidade (NBR-9484). Compensado . Compensado . II e III.determinação da resistência à flexão estática (NBR9533). Capital Federal. chapeado em ambas as faces por laminado de espessura variável entre 3 e 5 mm. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS CONTRACHAPEADA A madeira compensada contrachapeada apresenta-se sob a forma de placas constituídas de núcleo de sarrafos. de forma que o movimento higroscópico transversal de uma lâmina é compensado pelas fibras ortogonais da lâmina adjacente.1 2.03 1.determinação da massa específica aparente (NBR-9485).1. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-1668/86 MB-2495/86 MB-2496/86 MB-2497/86 MB-2498/86 MB-2499/86 MB-2500/86 NB-1014/86 NB-1015/86 TB-287/86 Chapas de madeira compensada (NBR-9532). 2. 2. o adesivo empregado será do tipo a prova d'água e o material será caracterizado com a designação de "compensado naval" LAMINADA A madeira compensada laminada é constituída por um número ímpar de lâminas (3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 2.1. defeito que poderia ocorrer no caso de emprego de maiores espessuras. Lâmina e compensado de madeira (NBR-9490).determinação da resistência da colagem ao esforço de cisalhamento (NBR-9534). Os sarrafos terão cerca de 5 mm de espessura para evitar ondulações nas lâminas exteriores.2 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Compensado . Compensado . com as fibras em sentido ortogonal.determinação da absorção da água (NBR-9486). considerando que no sentido longitudinal é praticamente nula a deformação da madeira. 2.determinação do inchamento (NBR-9535). Os sarrafos e as lâminas serão aglutinados com adesivo apropriado.Proibida a reprodução sem autorização.

Indústrias Madeirit S. Partes I. Prosper Indústria e Comércio de Madeira Ltda.continuação E-MAD. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Solidor Industrial Ltda.2.Proibida a reprodução sem autorização.. No caso do emprego de placa em locais sujeitos a molhaduras freqüentes. Indústria de Madeira Compensada.2 A união das lâminas de uma mesma camada será perfeita.. Placas do Paraná S.03 2. II e III.A.A. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. o adesivo empregado será do tipo a prova d'água e o material será caracterizado com a designação de "compensado naval". sob o número 218504 . para evitar defeitos ou ondulações nas chapas exteriores. FABRICANTES Admite-se o emprego de madeira compensada fabricada por: • • • • • Gethal S.A. 3.

Eucatex S. nos tipos "Xapadur Liso". Partes I. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. sob o número 218504 . "Xapadur Couro". "Xapadur Dupla-Face". aglutinadas pela própria resina ou ácidos orgânicos naturais. Indústria e Comércio. nos tipos "Duratex Normal". • • Duratex S. sem emprego de produtos especiais 2. "Duratex Temperado".Proibida a reprodução sem autorização. entendem-se por chapas duras ("hard boards") as chapas obtidas pela prensagem a quente do colchão de fibras formado pelo processo úmido. (redondo linha e diagonal). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A.04 1. Chapas Duras E-MAD. "Xapadur Perfurado". "Duratex Marfim" e "Duraplac". "Eucaplac" e "Formidur". Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Madeira Fibras. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por. II e III..

Proibida a reprodução sem autorização. sob o número 218504 . do colchão de polpa saído das máquinas formadoras ("forming"). FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de chapas acústicas fabricadas por: • • • Climatex Indústria de Madeira Mineralizada Ltda. Capital Federal. Chapas Acústicas Forros E-MAD. Eucatex S.05 1. com as bordas do tipo macho-e-fêmea e com as bordas retas (SE). Duratex S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Indústria e Comércio.. chapas acústicas de forros ("softboards") são as chapas obtidas pela secagem.A.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Madeira Fibras. Partes I.A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2. com as bordas bisotadas (BE). DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III. em estufa.

entendem-se por chapas isolantes ("softboards") as chapas obtidas pela secagem. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Madeira Fibras. Duratex S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização. Chapas Isolantes E-MAD. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal.06 1. de superfícies rígidas e lisas. II e III. Partes I.A.. 2. Indústria e Comércio. encostadas. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de chapas isolantes fabricadas por: • • • Climatex Indústria de Madeira Mineralizada Ltda. Eucatex S.A. em estufa. do colchão de polpa saído das máquinas formadoras ("forming") e as chapas compostas de farpas e lascas de madeira comprimidas e impregnadas de pasta de cimento.. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. sob o número 218504 .

Partes I.A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 . FABRICANTES Admite-se o emprego de painéis contraplacados de fabricação da: • • Duratex S. Indústria a Comércio.04) e por chapas isolantes da fibra de madeira (vide E-MAD.Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III.06).A. entendem-se por painéis contraplacados aqueles constituídos por chapas duras (vide E-MAD. 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Madeira Painéis Contraplacados E-MAD.07 1.. Eucatex S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.

Recoma. Eucatex S. Partes I. Duratex S. Porta de madeira de edificação .verificação de deformações da folha submetida a carregamentos (NBR-8053). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . • • • • • • • • • • • • Berneck & Cia. porta de madeira é o conjunto em que a folha. 2. Indústria e Comércio Irmãos Zugman S.. II e III.A. Polato Esquadrias e Ferragens. sob o número 218504 .. Porta de madeira de edificação .. "Porta de Madeira de Edificação".verificação das dimensões e formato da folha (NBR-8543). Porta de madeira de edificação . sob as marcas "Portas Divilux" e "Portas Lakra". Esquadrias Salvi Ltda.A.verificação do comportamento da folha submetida a manobras anormais (NBR-8054).A... o quadro. Paulicéia Ltda. 3. sob a marca "Duradoor". Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Pormade Portas de Madeiras Decorativas Ltda. Porta de madeira de edificação . Porta de madeira de edificação . Indústria de Madeira Compensada.verificação da resistência a impactos da folha (NBR-8051). Desempenho de porta de madeira de edificação (NBR-8542)...Proibida a reprodução sem autorização. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por. Porta de madeira de edificação (NBR-8037). as capas e/ou as almofadas são constituídos de madeira maciça e seus derivados. Ituportas Indústria e Comércio Ltda.dimensões (NBR-8052). DEFINIÇÃO De acordo com a TB-223/83 (NBR-8037). Indústria e Comércio.verificação do comportamento da folha sob ação da água e sob ação do calor (NBR-8544). Capital Federal.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Madeira Portas E-MAD. Masbra Madeiras Sul Brasil Ltda..08 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes MB-1786/86 MB-1787/82 MB-1788/82 MB-1789/82 MB-1790/82 NB-610/86 PB-586/86 TB-223/83 Porta de madeira de edificação . Gethal S.

Solidor Industrial Ltda.continuação E-MAD..A. II e III. sob o número 218504 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A.08 • • • Sincol S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Indústria e Comércio. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização. Wiegando Olsen S. Partes I. Capital Federal.

II e III. Comércio e Construções Ltda. Concreto Aparente E-MAD. Prátika Indústria e Comércio de Fôrmas Ltda. Capital Federal.. dependendo do detalhamento no projeto arquitetônico. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. chapas de madeira compensada.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Madeira Fôrmas. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Indústrias Madeirit S..A. 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 .A.09 1. A colagem das lâminas de madeira será executada com resina fenólica.3 2. sintética e à prova d'água.2 1. Indústria de Madeira Compensada.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As fôrmas de madeira para concreto aparente poderão ser constituídas.Proibida a reprodução sem autorização. Gell System Brasileira Indústria. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admite o emprego dos produtos fabricados por: • • • • • Atlantic Veneer do Brasil S. por meio de prensagem e alta temperatura e grande pressão. Gethal S. 1. Partes I.A. O revestimento plástico "tego-film" será um filme impregnado com resina sintética e aplicado às superfícies das chapas. por tábuas aparelhadas.. resinadas ou não. ou ainda com revestimento plástico "tego-film" em uma ou em ambas as faces.

especifica-se na E-AGR. mármore artificial. II e III. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. "terrazzo".03.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . A granilha. 1.01 1. 1. de mármore ou de granito. de granulometria apropriada. Capital Federal.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Mármore Artificial E-MAR. pedrite ou marmorite serão constituídos de cimento branco e granilha de mármore ou granito. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização. granitina.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Pedra plástica.

. Devem conservar sua elasticidade após a aplicação.THIOKOL • • Otto Baumgart Indústria e Comércio S.4 MASSA DE ELASTÔMERO . Capital Federal. geralmente procedida a frio. também denominados massas e cimentos plásticos. sob a marca "Durolastic Neoprene" 2. com espátula. Wolf Hacker & Cia. 2. Wolf Hacker & Cia.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Mástiques e Massas Plásticas E-MAS. Partes I.A..01 1. DEFINIÇÃO Os mástiques elásticos.NEOPRENE • • 3M do Brasil Ltda.. sob a marca "Igas 3". Ltda.2 MASSA DE ELASTÔMERO . 2. serão produtos de consistência plástica à temperatura ambiente. sob a marca "Durolastic Silicone".1 MASSAS BETUMINOSAS • • Sika S. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: 2. Ltda. sob a marca "Siliflex" Sika S. Ltda.. sob a marca "Betulastic". sob a marca "Compound Junta". sob a marca "EC-981". sob o número 218504 . II e III. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Wolf Hacker & Cia.A.Proibida a reprodução sem autorização.A..3 MASSA DE ELASTÔMERO .SILICONE • • • Otto Baumgart Indústria e Comércio S. 2...A. Wolf Hacker & Cia. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob a marca "Thicol".. Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.. sob a marca "Sika-Sil".

1. Capital Federal.1 1. tensão de ruptura à tração: 10 MPa.1 1. rugosidade para aumentar a superfície de aderência. ainda. bem como resistência mecânica. mecânica e às intempéries.10%.5.2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. temperatura de emprego: .10%. O neoprene apresentará os seguintes resultados quando submetidos a ensaios: • • • dureza Shore A: 55 +/. de alta resistência aos esforços mecânicos.3 PERFIS DE RETENÇÃO Serão confeccionados em polietileno expandido ou extrudado. Serão confeccionados em termoplástico PVC. extrudado através de matrizes especiais e vulcanizado na sua forma definitiva. à flexão e.2.1.3. cisalhamento: 12 MPa +/. Deverão apresentar grande deformabilidade e excelente resistência aos agentes agressivos normais. PERFIS ELÁSTICOS DE NEOPRENE Serão confeccionados em neoprene de alta resistência química.2 1. à abrasão. de alto desempenho. II e III.3 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Têm por finalidade servir de suporte para reduzir o consumo de calafetadores e vedantes.Proibida a reprodução sem autorização.CON. O PVC apresentará os seguintes resultados em testes mecânicos: • • • • • • resistência à tração: 16 MPa +/. resistência às intempéries.1.4 A escolha do perfil a empregar dependerá de diversos fatores. na parte externa.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS PERFIS ELÁSTICOS DE PVC Serão de acordo com a EB-1507/84 . dimensões da peça e respectiva armação e da finalidade da junta. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . solda: autógena. Partes I. sob o número 218504 . Serão bicomponentes. tixotrópico e com características que permitam perfeita adaptação à superfície aplicada. às intempéries e ao envelhecimento. dureza: 84 shore +/. alongamento de ruptura à tração: 350% (mínimo). Serão aplicados com adesivo de base de epóxi. alongamento de ruptura: 240% +/.Perfil extrudado à base de cloreto de polivinila (PVC) para juntas de estruturas de concreto (NBR-8803) e com o disposto no P05.3 1.01 1.12. principalmente da pressão d'água atuante.30 a 50°C. 1. ou compostos de perfis de espuma de poliuretano.10%.2 1.1. garantindo resistência química à oxidação e à corrosão.2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Mata-Juntas e Junta de Retenção E-MAT.1. O interior do perfil é configurado por uma ou mais cavidades e possui.2 1. 1.

FABRICANTES/PRODUTOS O PROPRIETÁRIO admite o emprego dos produtos fabricados por: 2. sob a marca "Mata-Juntas Vedacit".Proibida a reprodução sem autorização.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.01 2.. Partes I. Ltda. Ltda.. II e III.A.. 2.continuação E-MAT.. sob a marca "Fugenband". Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Sika S.1 PERFIS ELÁSTICOS DE PVC • • • Otto Baumgart Indústria e Comércio S. Wolf Hacker & Cia. Wolf Hacker & Cia.A. sob o número 218504 . sob a marca "Veda Junta-Fugenband"..3 PERFIS DE RETENÇÃO • • • Dow Química S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Wolf Hacker & Cia. Inducel Espumas Industriais Ltda. 2.A.2 PERFIS ELÁSTICOS DE NEOPRENE • • Jeene Juntas e Impermeabilizações Ltda. Ltda.

A. Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 2. não sendo tolerado qualquer empeno. 2. Esteves & Cia.1 2. Metalúrgica Becker Ltda. 1. Para obter-se produto compacto..A. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS METAIS FORJADOS Metais forjados são os produtos obtidos a partir de vergalhões de qualidade controlada.1. Indústria e Comércio. defeito do polimento. esmerada usinagem e cuidadoso acabamento.1.A.1 2. sob a marca "Deca".. Cópia fiel da Edição impressa em 1995..2 2. II e III.01 1. As peças não poderão apresentar quaisquer defeitos de fundição ou usinagem. Ideal Standard Wabco Indústria e Comércio Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2.1 2. A galvanoplastia dos metais será primorosa.A. Fabrimar S. o produto resulta isento de bolhas de ar. os quais são aquecidos para adquirirem plasticidade. Em seguida. Duratex S. compacto. na fôrma da peça que se procura fabricar. METAIS FUNDIDOS Metais fundidos são os produtos obtidos a partir do aquecimento do metal. Como o metal não é derretido e depois resfriado. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • • • • Celite S. acabamento ou marca de ferramentas. especialmente falta de aderência com a superfície de base.. Esses vergalhões são cortados em pequenos blocos denominados batoques. até à liquefação. Partes I.Proibida a reprodução sem autorização. vazamento. sob o número 218504 . As peça móveis serão perfeitamente adaptáveis às suas sedes. como é o caso da fundição. os blocos são trabalhados em prensas e submetidos às operações de acabamento.A. Dal-Docol Comércio de Produtos Sanitários Ltda. sem porosidades e preciso em suas dimensões.2. o resfriamento deve processar-se com todos os requisitos e cautelas. evitando-se a formação de bolhas de ar.. Capital Federal. Tinsley & Filhos S. Indústria e Comércio. Metalúrgica Triângulo S. 1. e o seu posterior resfriamento.2 3.1 CARACTERÍSTICAS GERAIS Os artigos de metal para equipamento sanitário serão de perfeita fabricação. defeito que poderá prejudicar o funcionamento da peça.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Metais Equipamento Sanitário E-MET. não se admitindo qualquer defeito na película de recobrimento.2 2.

Permetal S.A..A. Para cada caso particular será caracterizado o metal expandido "déployée" pela dimensão da menor diagonal. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . seção das tiras e peso.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Metal Expandido "Déployée" E-MET. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Será constituído por treliça metálica obtida pelo corte incompleto de chapa de aço em tiras paralelas estiradas de modo a formar malhas losangulares.1 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Perfuradora de Metais S.. II e III. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • Aramifício Vidal S. 1. Metais Perfurados. sob o número 218504 .A.2 2.26 1.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob a marca "WH.01 1. II e III. trama: 7 a 10 fios por cm. Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 1. Trama é o fio conduzido pela lançadeira através da urdidura na tecelagem de pano (fio transversal) e urdidura é o agrupamento dos fios que compõem a teia. 2.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O tecido de náilon apresentará as seguintes características: • • • • urdidura: 7 a 10 fios por cm. 1.1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. náilon e "rayon" equivalente ao peso de 0.140".. fio: 840 denier.A. Partes I. FABRICANTES/ PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • Rhodia S.Proibida a reprodução sem autorização. Wolf Hacker & Cia. Ltda.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Náilon Tecido E-NAI. peso: 250 g/m². com comprimento determinado e dispostos paralelamente entre si.2 Denier é a unidade de medição de fios de seda. no mínimo..5 g por 450 m de fio. sob o número 218504 .

PAPEL PARAFINADO Será qualquer papel impregnado de parafina e suficientemente resistente para os fins visados. Partes I. PAPEL FORTE Será qualquer papel suficientemente resistente e pouco hidrófilo para os serviços exigidos.Proibida a reprodução sem autorização. II e III. tal como o papel kraft ("Kraft Paper") e o papel para construções ("Building Paper").01 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 . 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Papel Diversos E-PAP.

Para aplicação. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.02 1.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Admite lavagem com água. DEFINIÇÃO Papel de parede é o revestimento mural produzido à base de papel especial (composição da pasta. usa-se cola do tipo sintética. Apresenta-se com as ourelas aparadas. Vulcan Material Plástico S. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . o que implica em ser colado por justaposição (uma faixa ao lado da outra e não uma sobre a outra). II e III. É impresso com tintas resistentes à ação da luz e com aplicação de uma capa de acetato de polivinila.Proibida a reprodução sem autorização. 2. peso por m². FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • Bobinex Indústria e Comércio de Papéis Ltda..2 3.A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A. comprimento das fibras. 2. sob o número 218504 . Carambient Indústria e Comércio de Revestimentos Ltda. Tintas Coral S. Capital Federal. 2. que lhe confere resistência à lavabilidade. sabão neutro e esponja macia. resistência às trações horizontal e vertical e coeficiente de elasticidade dentro das normas e padrões internacionais).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Papel Revestimento de Parede E-PAP.

fundo (chapa) e abas.Proibida a reprodução sem autorização. II e III. sob o número 218504 . FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por. Os caixões-perdidos serão dotados de tampa. 1.2 TUBOS DE PAPELÃO • Indústria de Tubos Bassit Ltda. por superposição.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS CAIXÃO-PERDIDO As fôrmas para lajes. tipo caixão-perdido. 1. 2. A finalidade das abas é impedir. 2. o contato da fôrma de madeira com o concreto.A.1 1. caixa.26 1.2. O papelão será quimicamente inerte para não reagir com o concreto e apresentará resistência compatível com a sua utilização.1 1.1.2 1.1.2 2. Capital Federal. Partes I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . rígidos e terão tampas em ambas as extremidades. Os tubos serão cilíndricos. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. bem como garantir o correto posicionamento dos próprios caixões. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2. serão feitas com papelão ondulado.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Papelão E-PAP. colmeia.1 CAIXÃO-PERDIDO • Klabin Cerâmica S. TUBOS DE PAPELÃO As formas tubulares serão feitas com papelão impermeabilizado.1 1.

Parafusos com cabeça sextavada e rosca total grau de produto C dimensões e tolerâncias (NBR-10107). Parafuso retangular . Parafusos com cabeça sextavada e rosca parcial grau de produto C dimensões (NBR-10087). Parafuso de cabeça cilíndrica com sextavado interno . Parafuso de cabeça escareada com fenda . Porca sextavada cega baixa .grau de produto A. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Aplicação.Proibida a reprodução sem autorização.grau de produto B.dimensões (NBR-10114).parafusos . Elementos de fixação roscados (parafusos.dimensões (NBR-8851).grau de produto A dimensões (NBR-10113). II e III. sob o número 218504 . Arruela lisa de uso em parafuso sextavado estrutural . Parafuso auto-atarraxante (NBR-6669).grau de produto A e B. Parafuso sem cabeça com sextavado interno e ponta cilíndrica .grau de produto A .01 1. Parafuso de cabeça abaulada e pescoço quadrado . escolha de diâmetros de furo de base e de passagem para parafuso auto-atarraxantes (NBR-9595).grau de produto A dimensões (NBR-10115). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.dimensões e características mecânicas (NBR10093).características mecânicas.características mecânicas (NBR8855). Capital Federal. as seguintes merecem destaque e atenção: EB-168/84 EB-847/81 EB-1564/85 Elementos de fixação . Parafuso de cabeça escareada-abaulada e fenda . Porca quadrada. Partes I.dimensões (NBR-5866). Parafuso de cabeça cilíndrica baixa com sextavado interno . Parafuso sextavado para uso estrutural . Elementos de fixação .dimensões e material (NBR-5871).grau de produto A dimensões (NBR-10116). prisioneiros e porcas) de metais não ferrosos . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.dimensões (NBR-10112).dimensões e características mecânicas (NBR-10092). Parafuso de cabeça cilíndrica arredondada com fenda . Arruelas de pressão para parafusos com cabeça cilíndrica .grau de produto A .características mecânicas de parafusos sem cabeça e outros elementos de fixação roscados similares não sujeitos a tensões de tração (NBR-10108).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Parafusos e Porcas E-PAR. EB-1958/89 NB-952/85 PB-40/86 PB-41/86 PB-42/85 PB-43/85 PB-51/60 PB-53/90 PB-165/87 PB-166/87 PB-167/87 PB-178/82 PB-179/82 PB-229/87 PB-230/87 PB-236/90 PB-240/90 PB-332/87 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Parafuso de cabeça cilíndrica com fenda .

Porca sextavada de alta resistência para uso estrutural .graus de produto A e B com passo de rosca fino. Parafusos de cabeça quadrada de grau de produto C .formas e dimensões (NBR-5926). Aparelho de mudança de via A .grau de produto A.01 PB-333/87 PB-906/85 PB-993/85 PB-994/85 PB-1027/83 PB-1181/85 PB-1182/85 PB-1183/85 PB-1184/85 PB-1185/85 PB-1186/85 PB-1187/85 PB-1258/86 PB-1358/89 PB-1424/89 PB-1442/89 PB-1458/90 PB-1460/90 PB-1461/90 PB1462/90 PB-1473/90 PB-1489/90 TB-56/69 Arruelas de pressão pré-montadas em parafusos .grau de produto A e B. Porca sextavada baixa de rosca fina . Parafusos. porcas e acessórios (NBR-5875).grau de produto A. ganchos e pinos usados para a fixação de telhas de fibrocimento .dimensões (NBR-10042).graus de produto A e B .dimensões (NBR9584).grau de produto B. Porca redonda . Parafusos auto-atarraxantes com cabeça cilíndrica e fenda .dimensões (NBR-9583). Parafuso sem cabeça com sextavado interno e ponta côncava . Parafusos auto-atarraxantes com cabeça sextavada . Partes I. Parafusos.graus de produto A e B . sob o número 218504 . Parafuso sem cabeça com sextavado interno e ponta plana .dimensões (NBR-9981). Parafuso de cabeça sextavada com rosca total .dimensões.dimensões (NBR-9982). Parafuso de cabeça sextavada com rosca total . Parafuso sem cabeça com sextavado interno e ponta cônica .dimensões. Parafusos auto-atarraxantes com cabeça escareada-abaulada e fenda cruzada .parafuso de cabeça quadrada e porca quadrada .dimensões Parafuso de fixação de fresa para eixo porta-fresa .dimensões (NBR-8136). II e III. Parafusos auto-atarraxantes com cabeça escareada-abaulada e fenda dimensões (NBR-9586). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Parafuso sextavado de alta resistência para uso estrutural . Parafusos auto-atarraxantes com cabeça abaulada e fenda cruzada dimensões (NBR-10040). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .continuação E-PAR. Parafusos auto-atarraxantes com cabeça escareada e fenda cruzada dimensões (NBR-10041). Parafusos auto-atarraxantes com cabeça escareada e fenda dimensões (NBR-9585).dimensões e tipos (NBR-8055).grau de produto A. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal. Parafuso de cabeça sextavada com rosca parcial .Proibida a reprodução sem autorização.dimensões (NBR10111).

A. Tacolindner S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal. sob o número 218504 . Parquet Fixocolax Ltda Recoma.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Parquet Convencional E PAR 26 1. FABRICANTES consideram se análogos os produtos fabricados por: • • • • • Cruzeiro Laminados Indústria e Comércio Ltda. Wiegando Olsen S.Proibida a reprodução sem autorização. Indústria de Madeiras. II e III. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão do tipo macho e fêmea e apresentarão teor de umidade entre 8 e 12%. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A. Partes I. compatível com as condições geoclimáticas do local - 2.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. com teor de umidade entre 8 e 12%. Partes I. Tacolindner S.A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão secos em estufa.. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • Parquet Paulista S. compatível com as condições geoclimáticas do local. Serão fabricados em placas compostas por damas agrupadas sobre uma cela termoplástica na face de colagem. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 .A. 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Parquet Tipo Mosaico E-PAR.A.Proibida a reprodução sem autorização.27 1. Wiegando Olsen S. Recoma.Indústria de Madeiras. . que se funde com o adesivo de fixação do conjunto à base. II e III.

01 1. pela denominação genérica de pastas. será determinada pela coloração desejada. Partes I. a fim de não enfraquecer a pasta. vulgarmente denominadas "nata de cal". etc. evitando-se. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. As pastas de cal para emprego direto.Proibida a reprodução sem autorização. corante em pó e água cimento Portland branco e água cal em pasta e água gesso calcinado e água caseína e água 3. de modo a não apresentarem quaisquer granulações. gesso.) com água.4 P. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.5 P. utilizado na pasta P.6 COMPOSIÇÃO cimento Portland e água cimento Portland comum. sob o número 218504 .3 P. entendem-se as massas mais ou menos plásticas. 2. II e III. serão cuidadosamente peneiradas antes da aplicação. não podendo ser superior a 20% do volume de cimento.1 Os tipos de pastas são os relacionados na tabela a seguir: TIPO P. sem adição de qualquer agregado. Capital Federal. cal.2 A proporção de corante. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. 3. todavia a segregação por excesso de manipulação. PREPARO O amassamento das pastas será manual e completo.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pastas Usuais E-PAS. obtidas pelo amassamento de um aglomerante (cimento.1 P.2 P. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2. TIPOS 3.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 Para efeito destas Especificações. 2. as pedras de construção serão classificadas em três grupos: • • • pedras magmáticas ou eruptivas. grande dureza. II e III. sedimentares ou metamórficas. DEFINIÇÃO Sob a denominação genérica de pedras de construção serão considerados rodos os fragmentos de rocha cortados dos maciços originais para emprego em construção. compreendendo pedras eruptivas. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As pedras de construção apresentam as seguintes características: • • • pouca resistência à tração e à flexão.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. pedras sedimentares. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. pequena resistência ao choque.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Condições Gerais E-PED. pedras metamórficas. sob o número 218504 .01 1. 2.

95 a 3.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Propriedades E-PED.Proibida a reprodução sem autorização.90 t/m³.1. é a relação entre o peso da pedra seca "P" e o volume de cheios "Vc". gnaisse leucocrático: 2. A porosidade total está na razão inversa do peso especifico. NORMAS São as seguintes as normas da ABNT relacionadas com o assunto: PB-107/69 PB-108/69 TB-16/55 Placa de mármore natural para revestimento superficial vertical externo (NBR-7205). diorito. identificado como "d". O volume de vazios é a soma do volume de água "Va" com o volume de ar e/ou gás "Vg".65 a 2. travertinos: 2.00 a 2. sienito: 2. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.70 a 2. 2.80 a 2.85 t/m³. 2.00 t/m³. De acordo com a DIN 2100.00 t/m³. mármores. identificado como "D". conglomerados: 1.3 COEFICIENTE DE VAZIOS OU POROSIDADE TOTAL Identificado como "Cv” é o complemento da compacidade para a umidade ou a relação entre o volume de vazios e o volume total.60 t/m³. diabásio: 2. é a relação entre o peso específico aparente e o peso específico real. O volume total é a soma do volume de cheios "Vc" com o volume de vazios. Placa de mármore natural para revestimento de pisos (NBR-7206). Materiais de pedra a agregados naturais (NBR-7225).1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS PESO ESPECÍFICO O peso específico aparente. basalto: 2. são os seguintes os valores limites do peso específico aparente de algumas pedras de construção: • • • • • • • • • • granito.02 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.60 a 2.65 a 3.80 t/m³.2 2.2 Peso específico real. 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .3 2.80 a 3. COMPACIDADE Identificada como "C".. é a relação entre o peso da pedra seca "P" e o volume total "Vt". sob o número 218504 .70 a 2. arenitos: 2. ou a relação entre o volume de cheios e o volume total.00 t/m³.1. 2. Capital Federal.50 t/m³. ardósias: 2.1 2.40 a 2.80 t/m³. II e III. A compacidade é expressa por um valor sempre inferior a 1.1. 2.65 t/m³. gabro: 2.

as rochas podem ser classificadas da seguinte forma (Bendel. muito porosa: 10. semiduras: quando.2 2. A segunda refere se à quantidade de vazios que podem ser cheios de líquidos ou gases e. com areia ou esmeril (exemplo: mármores).7 2.0%. A classificação das pedras de construam segundo a dureza é a seguinte: • • • • brandas: quando se deixam serrar facilmente pela serra de dentes (exemplo: tufos vulcânicos). fortemente porosa: acima de 20. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . pequena porosidade: 1.4 POROSIDADE APARENTE É a relação entre o peso da água absorvida pela pedra após a sua imersão nesse liquido.1 COEFICIENTE DE POROSIDADE É o número que se obtém multiplicando por 100 a porosidade aparente relativa ao peso ou ao volume. duríssimas: quando.6 PERMEABILIDADE É a propriedade em virtude da qual certas pedras deixam-se atravessar por gases ou líquidos. 2.0 a 2. 2.0%. O coeficiente de porosidade em relação ao peso é também denominado coeficiente de absorção. II e III. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Ingenieur Geologie") • • • • • • muito compacta: menor do que 1. à passagem desses fluidos através de seus poros.5.5. durante um tempo determinado.0 a 20.5%: regular porosidade: 2. A permeabilidade e a porosidade são propriedades distintas.02 2.0 a 10. O coeficiente de porosidade das rochas eruptivas situa-se entre 0. duras: quando só podem ser serradas pela serra lisa.5 a 5. 2. dificilmente serradas pela serra de dentes. pela maior ou menor facilidade com que elas podem ser serradas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I. Capital Federal. e o peso da pedra seca. praticamente.7. Segundo o coeficiente de porosidade. a primeira.0%. com resultado expresso com uma decimal.5.1 2.3 2. bastante porosa: 5. o das rochas sedimentares químicas e orgânicas entre 5 e 10% e o das rochas sedimentares clásticas (arenitos) entre 10 a 15%.Proibida a reprodução sem autorização.5 2.0%. dificilmente serradas pela serra lisa com areia.continuação E-PED. ou seu volume total. ou esmeril.0%. sob o número 218504 .7. são facilmente serradas com diamante ou carborundum (exemplo: granitos). deixam se serrar facilmente pela serra lisa com areia ou esmeril (exemplo: calcários compactos).2 DUREZA A dureza das pedras de construção é avaliada.5 a 1.5%.

II e III. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I.continuação E-PED. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.02 2. sob o número 218504 .8 GRANULOMETRIA Conforme TB-16/55 (NBR-7225) Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

as picolas ou as bujardas n°s 3 e 2. 2. APARELHAMENTO OU ACABAMENTO ACABAMENTO RÚSTICO Correspondente a paramento tosco. serragem. sob o número 218504 . com sinais de serra resultantes das operações de serragem e corte do bloco.03 1. 2. resultante da operação de desempeno ou retificação com máquinas politrizes usando granalha de aço até o n° 60. sem sinais de serra. o acabamento apicoado será: • • • grosso. esta última de 36 pontas por polegada quadrada. DEFINIÇÃO 1. grosseiramente desbastado e escassilhado. médio: quando usadas. resultante do tratamento com picola ou bujarda. guando usada a picola ou a bujarda n° 3. Conforme o grau de aspereza da superfície. as picolas ou as bujardas n°s 3. sucessivamente.1 2. corte e aparelhamento ou acabamento.3 ACABAMENTO SERRADO RETIFICADO Correspondente a paramento plano e áspero. conforme quadro seguinte: ESTADO INICIAL Pedreira Bloco Chapa Forra OPERAÇÃO Extração Serragem Corte Aparelhamento ou acabamento ESTADO FINAL Bloco Chapa Forra Simples Forra Aparelhada 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 Para efeito desta Especificação. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 2. entende se por beneficiamento ou afeiçoamento das pedras o conjunto das operações de extração. Partes I.la ao aspecto exigido nas especificações ou projeto. 2 e 1. resultante da operação de extração do bloco. sucessivamente.4 ACABAMENTO APICOADO Corresponde a paramento plano e áspero.2 ACABAMENTO SERRADO SIMPLES Correspondente a paramento plano.Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal. 2.2 Entende se por aparelhamento ou acabamento os trabalhos executados nas faces da pedra que ficarão aparentes e que têm por fim adaptá. sem qualquer outro trabalho de beneficiamento. fino: quando usadas. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Beneficiamento E PED.

O acabamento polido fosco compreende o polido fosco grosso.1 2.8. A lustração dos mármores é obtida com ácido oxálico (comercialmente sal de azedas) ou com óxido de estanho (comercialmente potéia). médio: esmeris até o n° 220. manuais ou de máquinas politrizes.6. Para os mármores e granitos.03 2. lava-se a pedra e aplica-se sobre ela aguarrás misturada com cera virgem para proteger o lustro. médio e fino.8 2. II e III.5 ACABAMENTO LAVRADO Corresponde a paramento perfeitamente plano e pouco áspero. os esmeris de carbureto de silício (comercialmente carborundum) empregados são os seguintes: • • • grosso: esmeris até o n° 120.2 ACABAMENTO POLIDO FOSCO Correspondente a paramento perfeitamente plano e liso. 2. fino: esmeris até o n° 600 ou até 3F. Em seguida. sob o número 218504 . resultante de operações. resultante de acerto e eliminação de asperezas do apicoado fino por meio de escopros.2 ACABAMENTO LUSTRADO Correspondente a paramento polido fosco fino com acabamento especular resultante da operação de lustração.8. dando-se o brilho final com óxido de estanho reduzido a pó (comercialmente potéia) e aplicado com disco de chumbo ou de feltro.7 ACABAMENTO POLIDO ENCERADO Correspondente a paramento polido fosco fino encerado com uma mistura de aguarrás e cera virgem.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. 2. em que se empregam esmeris em grãos ou pedra.8.6 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.continuação E-PED.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2.1 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal. A lustração dos granitos é obtida com óxido de alumínio.6. 2.

granitos. respectivamente.3 Essa correspondência resulta do fato de provirem os riolitos. adesitos e basaltos do mesmo magma que. formou.2 pedras eruptivas de profundidade.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Eruptivas . fonolitos.04 1.1 SUBGRUPOS As pedras eruptivas compreendem 2 subgrupos: • • 1. pedras eruptivas efusivas. Capital Federal. na profundidade. As pedras eruptivas de profundidade mantêm correspondência com as pedras eruptivas efusivas: a seguinte PROFUNDIDADE Granitos Sienitos Sienitos Nefelínicos Dioritos Gabros EFUSIVAS Riolitos Traquitos Fonolitos Andesitos Basaltos 1.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . dioritos e gabros. II e III. traquitos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sienitos. sob o número 218504 . sienitos nefelínicos. 1.Condições Gerais E-PED.

DEFINIÇÃO Comercialmente. verde-São Gonçalo. II e III. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. verde-ubatuba. feldspato e mica. das pedras eruptivas de profundidade. Partes I. cinza-andorinha. pelas analogias tecnológicas que apresenta. cinza-petrópolis. ouro-velho-tijuca. cinza-bangu.1 2. cinza-irajá. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal. granito é o termo genérico. essencialmente. estendendo se a designação aos gnaisses. vermelho-itu. sob o número 218504 . por partículas cristalinas de quartzo. As pedras mais usadas sob a designação comercial de granitos são as seguintes: • • • • • • • • • • • • • cinza-andaraí.05 1. 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Eruptivas . verde-gávea.2 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Os granitos são constituídos. 2.Granitos E PED.Proibida a reprodução sem autorização. pelas mesmas razões. vermelho-porto alegre. preto-tijuca. juparaná.

os dioritos têm. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. decorrência de um resfriamento lento. São susceptíveis de polimento. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. o pomito e empregado na constituição dos concretos leves. SIENITOS Os sienitos têm aplicação análoga à do granito.Diversas E-PED. também. com emprego recomendado para as partes da construção submetidas a cargas reduzidas. 3. Cortados em fragmentos.1 4. 4.06 1.Proibida a reprodução sem autorização. Comercialmente. são conhecidos sob a designação de granitos pretos. O basalto deve apresentar cristalização regular. constituem o mosaico denominado "pedras portuguesas". Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . DIORITOS Semelhantemente aos granitos. os diabásios e basaltos são escuros e constituem pedras de grande resistência e dureza. característica responsável por sua dureza e resistência.3 DIABÁSIOS E BASALTOS Utilizados especialmente em calçamentos. Partes I.2 4. sob o número 218504 . 2. os riolitos formam o polito ou pedras-pomes. Capital Federal.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Eruptivas . Nas construções modernas. propriedades e aplicações idênticas. II e III. 4. RIOLITOS Quando completamente vítreos.

Condições Gerais E PED. sob o número 218504 . Capital Federal.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Sedimentares . II e III.2 SUBGRUPOS As pedras sedimentares compreendam 3 subgrupos: as clásticas. transporte e deposição. As pedras sedimentares orgânicas são formadas a partir de restos de animais e vegetais (exemplos: calcários diversos). As pedras sedimentares clásticas resultam da desintegração física e mecânica. as de precipitação química e as orgânicas.1 2. brechas calcáreas e conglomerados calcários). Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização. porém com interferência de fenômeno químico (exemplos: alabastros e travertinos). 2.3 2.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . conforme descrito a seguir. DEFINIÇÃO São as pedras de construção que se formam na natureza pela desagregação. Partes I. 2. 2.07 1. As pedras sedimentares de precipitação química resultam do mesmo processo de formação das clásticas. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. transposição e deposição. sem interferência de fenômeno químico (exemplos: arenitos.

sob o número 218504 .Arenitos E-PED. 2. ligados por um cimento silicoso.Proibida a reprodução sem autorização. ferruginoso. Partes I. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . COMPOSIÇÃO Pedras de construção constituídas por grãos. recomenda se o seu emprego com acabamento polido. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Resistem bem aos ataques de atmosferas poluídas. argiloso ou calcário. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. Capital Federal.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Sedimentares . de sílica ou quartzo.08 1. Por esse motivo. mas sujam-se e escurecem.

Capital Federal. os fragmentos destacam-se da massa pela transição brusca de tonalidade. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. PRODUTOS Comercialmente.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Pedras de construção constituídas por fragmentos de calcário. Conforme os fragmentos sejam angulosos ou arredondados.2 2. aglomerados por um cimento de natureza sedimentar.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Sedimentares . brecha mericea. A distinção entre as brechas e conglomerados e os mármores é feita pela coloração. verifica-se um esbatimento de cores. 1. Partes I. respectivamente. a pedra recebe a denominação de brecha ou conglomerado. sob o número 218504 . Nos mármores. Nos dois primeiros.09 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . resultantes das fraturas provocadas por movimentos da croata terrestre. brecha oriental.Brechas e Conglomerados E-PED.Proibida a reprodução sem autorização. as brechas mais usadas são: • • • brecha arrábida. 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

Capital Federal. adquirindo brilho excepcional. 2. os travertinos mais difundidos são: • • travertino romano.1 1.1 2. 1. compactos. II e III. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização. o que permite o seu emprego em pavimentação. 2.Diversas E PED. os alabastros são denominados de mármore ônix (o ônix verdadeiro é uma variedade de calcedônia) e os mais empregados são: • • • ônix cambuci. Comercialmente. A denominação dos calcários de origem orgânica varia com a textura. a aparência. a granulação. Recebe muito bem o polimento. que resultam da associação de substâncias diversas ao carbonato de cálcio.2 ALABASTROS Variedade translúcida de calcário de sedimentação química.10 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. ônix africano. em virtude de sua formação em torno de fragmentos vegetais. etc. com exceção de algumas variedades que apresentam grande resistência ao desgaste. numerosas cavidades. sob o número 218504 .3 3. ônix São Luiz. Recomendados para emprego em revestimentos. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I. todavia. travertino italiano. 2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Sedimentares . apresentando. CALCÁRIOS DIVERSOS Calcários de origem orgânica. Comercialmente.2 TRAVERTINOS Calcários lacustres.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . quartzitos: dos arenitos. 2.11 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Metamórficas . Capital Federal. são as relacionadas a seguir: • • • • • gnaisses: dos granitos.Condições Gerais E-PED. VARIEDADES As variedades. Partes I. micaxisto: dos granitos. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. com ausência ou raridade de feldspatos.Proibida a reprodução sem autorização. DEFINIÇÃO Pedras metamórficas são pedras de construção resultantes da ação do metamorfismo sobre as já existentes na natureza. resultantes dos metamorfismos respectivos. ardósias: das argilas. II e III. sob o número 218504 . mármores: dos calcários.

3 O gnaisse leucocrático é o que mais se assemelha ao granito.12 1.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . O gnaisse lenticular caracteriza-se pela presença de grandes olhos alongados ou facóides que. melanocrático. 1. dão à pedra o aspecto lenticular. Os canteiros denominam esse tipo de gnaisse de "pedra de galho". 1. em decorrência da presença de mica.Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Metamórficas-Gnaisses E-PED. sob o número 218504 . lenticular ou porfiróide ou facoideano. moldados em uma matriz bem cristalina. Partes I. 1. o mais escuro.2 1. na tonalidade cinza. O gnaisse melanocrático é. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os gnaisses apresentam-se em três variedades: • • • leucocrático ou leptínico. II e III.

talcoxistos (talco). essencialmente. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. COMERCIALIZAÇÃO Comercialmente. de quartzo e mica. Os micaxistos apresentam-se em 3 variedades: • • • sericitoxistos (sericita). textura mais fina e predomínio de elementos lamelares e micáceos. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III.Micaxistos E-PED. 2. São compostos. apresentando.1 1. 1.13 1. o talcoxisto é conhecido pela denominação de pedra-sabão.3 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Os micaxistos têm aspecto semelhante ao dos gnaisses. sob o número 218504 . Partes I. entretanto. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 1. cloritoxistos (clorita).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Metamórficas .

e o itabirito. com textura granitóide ou porfiróide.1 Os quartzitos apresentam-se nas variedades itacolomito e itabirito.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Metamórficas . Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 1. Capital Federal. sob o número 218504 . por grãos de quartzo e hematita. amarelos. II e III.2 São compactos.Quartzitos E-PED. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. geralmente esbranquiçado. resistentes e extremamente duros.Proibida a reprodução sem autorização. O itacolomito é constituído por grãos de quartzo ligados por um cimento de mica sericita.14 1. 1. acizentados ou avermelhados.

Partes I. a nomenclatura dos mármores nacionais e estrangeiros mais empregados é a relacionada nas tabelas 1 e 2. 1. a cor atenua-se. II e III. Aurora Norte "A" Marfim "B" Comum Prateado Chumbinho Cumbi Lapa Perlato Florido Portoro 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. segundo a aplicação a que se destinam. a seguir: TABELA 01 MATERIAL E COR Mármore Branco Mármore Branco Mármore Branco Mármore Branco Mármore Branco Mármore Branco Mármore Branco Mármore Branco Mármore Branco Mármore Bege Mármore Bege Mármore Cinza Mármore Cinza Mármore Cinza Mármore Pérola Mármore Pérola Mármore Pérola Mármore Preto Mármore Preto PROCEDÊNCIA Belmonte (MG) Bocaiúva do Sul (PR) Rio Branco do Sul (PR) Cachoeiro do Itapemirim (ES) Cachoeiro do Itapemirim (ES) Cachoeiro do Itapemirim (ES) Italva (RJ) Italva (RJ) São Rafael. COMERCIALIZAÇÃO Comercialmente.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Metamórficas – Mármores E-PED. O mármore estatuário é o mármore puro. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.15 1. confundem se as tonalidades características. Capital Federal. Oiti Juazeiro (BA) Juazeiro (BA) Cachoeira do Campo (MG) Itabirito (MG) Sete Lagoas (MG) Cachoeira do Campo (MG) Cachoeira do Campo (MG) Itabirito (MG) Córrego da Prata (MG) Patos (MG) TIPO Arabescato "A" Paraná "A" Paraná "A" Branco sem mancha "B" Veiado "C" Azulado Capacete Veiado. Os mármores devem ser empregados ao abrigo das intempéries.2 2. os mármores perdem o polimento. sob o número 218504 . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização. Em contato com o exterior.1 CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA Os mármores classificam-se. A sua aparência provém de reflexo de luz que nele penetra a certa profundidade. em mármores estatuários e mármores de construção.

II e III.Proibida a reprodução sem autorização. com tonalidades azuis.15 MATERIAL E COR Mármore Preto Mármore Rosa Mármore Rosa Mármore Rosa Mármore Rosa Mármore Rosa Mármore Verde Mármore Verde Mármore Verde Mármore Verde Mármore Verde Mármore Vermelho Mármore Vermelho Mármore Vermelho PROCEDÊNCIA Sete Lagoas (MG) Cachoeira do Itapemirim (ES) Itapebi (BA) Rio Grande do Norte Sete Lagoas (MG) Patamute (BA) Córrego da Prata (MG) Itajaí (SC) Sete Lagoas (MG) Sete Lagoas (MG) Sete Lagoas (MG) Cachoeira do Campo (MG) Sabará (MG) Sete Lagoas (MG) TIPO Esperança Bahia Rio Grande do Norte Bahia Jaspe Aurora Veiado Esperança Ipiranga Tropical Jacarandá Floresta Esperança TABELA 02 NOME COMERCIAL Ônix Africano Ônix São Luiz Travertino Grand Bleu Preto Belga Vert Antique Verde Tinos Bardilho Botticino Calacatta Carrara Carrara Veiado Portóro Rosa Verona PROCEDÊNCIA África Argentina Argentina Bélgica Bélgica França Grécia Itália Itália Itália Itália Itália Itália Itália CORES CARACTERÍSTICAS Pardo. esverdeadas e amareladas (alabastro) Verde-mostarda (alabastro) Creme-claro com cavidades irregulares Preto com veios brancos Preto Fundo verde com grandes incrustações escuras. Capital Federal. finos e entrelaçados Cinza-chumbo Creme-claro Branco com veios entrelaçados verdes. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I. sob o número 218504 . pardos e rosas Branco-estatuário Branco com manchas cinzentas Preto com veios brancos ou dourados bem característicos Rosa-queimado com manchas e veios mais escuros Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . cinzas e pretas Verde-escuro com veios mais claros e brancos. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.continuação E-PED.

com veios rosados. Partes I. II e III. pardos ou rosados Rosado ou pérola com incrustações conchíferas esbranquiçadas Rosado com veios esbranquiçados e esverdeados Branco rosado com fragmentos e veios marromavermelhados Extremós Lioz Claro Lioz Florido Rosa do Monte Brecha Oriental Portugal Portugal Portugal Portugal Uruguai Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .continuação E-PED.15 NOME COMERCIAL Travertino Brecha Arrábida PROCEDÊNCIA Itália Portugal CORES CARACTERÍSTICAS Creme-claro com cavidades irregulares Mistura de fragmentos de cores variadas. sob o número 218504 . Capital Federal. predominando os pardos. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. pardos ou violáceos Pérola com veios acinzentados. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. vermelhos e pretos Pérola ou rosado.Proibida a reprodução sem autorização. cremes.

Capital Federal. pois o seu peso é de 20 a 25 kg/m².Ardósia E PED. II e III. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. DEFINIÇÃO Pedras de construção resultantes do metamorfismo das argilas.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pedras de Construção Metamórficas .17 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . UTILIZAÇÃO São utilizadas em pavimentação. O emprego das ardósias em cobertura permite substancial economia no madeiramento. sob o número 218504 . revestimento e cobertura. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pinos de Sustentação Sistema de Fixação à Pólvora E PIN.7 2. Para ambientes altamente corrosivos ou expostos ao tempo.5 1. sob o número 218504 . No caso do aço. II e III. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I. esteja a recobrir o concreto. encruado. Capital Federal. a haste de penetração será função da penetração mínima necessária.01 1. 1. que são cartuchos calibre 22 ou 38. No concreto.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O sistema de fixação à pólvora não deve ser usado em materiais excessivamente duros ou quebradiços. granito. o acabamento será zinco-bicromatizado. A energia que aciona as ferramentas é gerada pela deflagração dos fincapinos. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Mecânica Walsywa Ltda. da espessura do elemento a ser fixado e da espessura da argamassa que. A fixação não poderá ser efetuada em aço temperado ou com dureza acima do aço SAE-1020. A caracterização dos pinos será procedida pela definição da haste de penetração e da haste de rosca. telhas. soldado ou em dobras de chapas. 1. aço temperado. Os pinos são normalmente fornecidos com acabamento niquelado. eventualmente. a ponta do pino deve atravessar a chapa e s haste de penetração é ranhurada. tais como tijolos furados. etc. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .4 1. rochas de qualquer espécie. A espessura da chapa não poderá ser inferior ao diâmetro da haste de penetração do pino.Proibida a reprodução sem autorização.2 1. mármore.6 1.3 1.

revestida com material antiderrapante. etc. haverá uma lâmina intermediária de alumínio para resistir molhaduras. cruzeta de apoio em alumínio fundido por pressão.01 1. porca de aço galvanizado.02). sextavado e auto-travante. rodapé de acabamento junto às paredes. pedra (granito. com 3 mm de espessura. com espessura de 28 a 38 mm. As placas poderão ser revestidas em carpete ou em placas de vinil. ou em perfil de PVC (para revestimento superior em laminado fenólico. com o fim de impedir a passagem do ar e conferir isolamento acústico. Partes I. A face inferior das placas será sempre revestida com lâmina de alumínio. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . borracha ou laminado fenólico melamínico. 4. 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. e por pedestais ou suportes telescópicos. com laminado fenólico melamínico (para revestimento superior em carpete) . com peso especifico de 720 kg/m³. tratamento em pintura eletrostática. II e III. sob o número 218504 . PEDESTAIS Os pedestais ou suportes telescópicos apresentarão as seguintes características: • • • • • • • indeformidade quando submetidos aos esforços previstos: regulagem de altura de até 6 cm. basalto. de placas em madeira aglomerada de alta densidade (vide E-MAD. rigidamente fixado com peças metálicas adaptadas aos pedestais. DEFINIÇÃO Os pisos falsos serão constituídos por placas ou painéis modulares. serão os a seguir relacionados: • • • rodapé de fechamento em madeira de alta densidade. base côncava de aço.). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. basicamente.3 3. Quando o revestimento superior for em carpete. salvo se especificados de forma diversa no projeto arquitetônico. 4. guarnição na cruzeta. mármore.2 2. placas de vinil ou placas de borracha). As laterais. removíveis. Capital Federal.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pisos Falsos E-PIS. ou zincagem com o mínimo de 8 micra. divisórias e pilares. 2. 2.1 PAINÉIS MODULADOS Os painéis modulados serão constituídos.Proibida a reprodução sem autorização.1 ACABAMENTOS E ACESSÓRIOS Os acabamentos. rampa de acesso em madeira aglomerada de alta densidade.

sob o número 218504 .continuação E-PIS. WH Unimon Metalúrgica Ltda. Capital Federal. CARGAS As cargas serão previstas nos pisos elevados de acordo com o relacionado a seguir: • • • plataformas de atendimento: 500 kg/m² de carga distribuída. terão sacador tipo ventosa.2 Para plataformas revestidas em carpete.A.1 5. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO admite o emprego de plataformas elevadas fabricadas por: • • • • • • • • ATL Indústria e Comércio Ltda. placas de vinil ou placas de borracha..000 kg de carga concentrada nos pedestais. Senter Indústria e Comércio Ltda. 6. Metalfloor Comercial e Industrial Ltda. As plataformas revestidas em laminado fenólico melamínico. II e III. Solidor Industrial Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.01 4. será previsto sacador tipo pente ou outro adequado ao fabricante. 5. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . As longarinas dificultam o desnivelamento das plataformas nos casos de manutenção. Dimoplac .Divisórias Moduladas Ltda.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. plataformas de sala on-line ou sala mux: 500 kg/m² de carga distribuída e 2.. Mobilínea S. 5. Kavty do Brasil . uma vez que não permitem que os pedestais girem quando da remoção das placas.2 O PROPRIETÁRIO recomenda o emprego de plataformas elevadas com uso de longarinas para que as cargas sejam transmitidas de maneira uniforme aos pedestais. plataformas para computadores de grande porte: de conformidade com O fabricante dos equipamentos.Indústria de Pisos para Computadores Ltda. Indústria e Comércio de Móveis..

Plástico . MB-1659/82 MB-1660/82 MB-1661/82 MB-1708/82 MB-1990/84 MB-2381/85 MB-2383/85 MB-2421/85 MB-2423/85 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2. Plásticos . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.índice de viscosidade das resinas de PVC em solução diluída (NBR-7136). quando submetidas a pressão e temperatura.determinação da estabilidade térmica do PVC. Plástico . Plástico .Proibida a reprodução sem autorização. polímeros e copolímeros contendo cloretos e seus compostos através do método de descoloração (NBR-7147).determinação da densidade aparente de material de moldagem capaz de fluir através de um funil especificado (NBR-7457). cuja característica comum é terem tido ou terem.determinação da densidade pelo método gradiente de densidade.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Plásticos Resinas Sintéticas Definição e Conceitos E-PLA. Plástico . Plásticos .determinação da densidade aparente de material de moldagem que não é capaz de fluir através de um funil especificado (NBR-7455). Plásticos . Plásticos .atmosferas padrão para condicionamento e ensaio (NBR 7452). haverá particular atenção para as seguintes EB-1300/82 EB-1997/89 MB-1123/77 MB-1161/77 MB-1377/80 MB-1561/81 Plásticos .determinação da dureza Rockwell (NBR-9630).01 1. Plásticos . II e III. Plásticos . de elevado peso molecular. Plásticos . DEFINIÇÃO Entende se por plásticos ou resinas sintéticas uma série de substâncias orgânicas sintéticas. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.determinação das características em compressão (NBR 9628). Capital Federal. Compostos de PVC para uso em artigos médicos.determinação da temperatura de fragilidade por impacto.determinação da dureza shore (NBR 7456).determinação da dureza por penetração da esfera (NBR 9624). Partes I. odontológicos e hospitalares de uso único.determinação das propriedades mecânicas a tração (NBR9622) Plásticos . sob o número 218504 .determinação gravimétrica da espessura de um filme (NBR7983). Plásticos e elastômeros .determinação da absorção de água (NBR-8514). NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. em alguma fase de sua fabricação.determinação do número . a propriedade de serem moldadas.

São mais estáveis do que as ligações duplas ou triplas. mas possui ramificações) e reticulados (várias cadeias começam a se interligar.2.2 4. Polímeros são compostos formados de macromoléculas. o amolecimento pelo calor é ama propriedade reversível. geralmente com eliminação de água ou de alguma outra molécula pequena. onde nada as liga entre si.determinação da fissura sob tensão em um ambiente determinado . novamente se solidificam. Plásticos . nas quais uma ou várias unidades básicas (monômeros) se repetem inúmeras vezes. Na polimerização por condensação.3 3.01 MB-2641/86 MB-2685/87 MB-2747/87 TB-162/85 3. Na polimerização por adição.determinação da estabilidade dimensional sob calor pelo método Martens (NBR-10438).1 CLASSIFICAÇÃO Os plásticos ou resinas sintéticas classificam-se em termoplásticos ou termorrígidos (termoestáveis ou termofixos) .5 ESTRUTURAS POLIMÉRICAS As estruturas poliméricas podem ser com polímeros lineares (com molécula em forma aproximada de uma cadeia retilínea) .Proibida a reprodução sem autorização. são termoplásticos. Compostos não saturados ou insaturados são compostos de carbono com ligações duplas ou triplas. através da polimerização. duas moléculas diferentes reagem. CONCEITOS BÁSICOS Compostos saturados são compostos de carbono com ligações simples. TERMOPLÁSTICOS As resinas sintéticas termoplásticas são aquelas que sob a ação do calor amolecem.continuação E-PLA. 3. 3. ramificados (molécula não cresce apenas em uma direção.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Monômeros são compostos não saturados que.método do corpo-de-prova encurvado. conforme descrito nos itens a seguir. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Todos os polímeros cujas moléculas são nitidamente separadas. 4. Plásticos (NBR-9633). Plásticos .2. ou seja. Partes I.determinação da massa específica do material moldado e do fator compressão (NBR-9875). PROCESSOS DE POLIMERIZAÇÃO Existem 2 processos de polimerização: por adição e por condensação. formando uma molécula tridimensional) 4. sob o número 218504 . chegando à fusão Uma vez retirado o calor. Capital Federal.1 4.4 3. dão origem aos polímeros. uma mesma unidade monomérica é acrescentada à cadeia em crescimento. 4.2 3.1 Plásticos . II e III.

chegando a carbonizar.3.2 Apresenta características mecânicas comparáveis às dos metais (dureza e estabilidade dimensional) com ótima resistência a esforços permanentes.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. por vezes.3.) ACETAL Produto resultante das seguintes operações: • • • formação do póli (acetato de vinila). especialmente as empregadas em superfícies externas. obtidas pela polimerização de derivados acrílicos. para peças submetidas a intenso manuseio. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 5. mesmo em temperaturas elevadas. lentes. uma vez endurecidos. Empregado.1. e grande resistência ao desgaste por atrito. não permitem distinguir a cadeia principal. butadieno (B) e estiteno (S). de preferência. 5. flexibilidade. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. visores de relógio e lâmpadas. ou seja.1.2 5. os termorrígidos.1 5. dissolução do póli (acetato de vinila) em álcool. permitindo. tais como eletrodomésticos. por exemplo. Apresenta estabilidade dimensional. São termorrigidos todos os polímeros que apresentam a cadeia ramificada de tal forma que. sem lubrificação.3. resistência ao calor e excelente acabamento superficial.3 5. as excelentes propriedades de aderência.1 TERMORÍGIDOS OU TERMOFIXAS As resinas sintéticas termorrígidas ou termofixas são aquelas que sob a ação do calor não fundem. apresentam característica de irreversibilidade em relação a esse novo estado. etc. ainda. as resinas acrílicas são utilizadas na fabricação de peças que devam possuir propriedades áticas especiais como.3 4.1 5.2. transparentes.2. retenção de cor e resistência à radiação ultravioleta. um copolímero. como em engrenagens e peças de movimento ACRÍLICO Resinas sintéticas. sifões. II e III. televisão.2 5.1.01 4.2. 5.1 5. hidrólise e condensação com butiraldeído.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . grades de carro e controles sanitários (válvulas. TIPOS DE PLÁSTICOS ABS Combinação de acrilonitrilo (A). Capital Federal. sendo. Por apresentarem superfícies de alto brilho e elevada transparência. sob o número 218504 . As resinas acrílicas modificadas com estireno ou outros tipos de copolímeros são empregadas na formulação de tintas. As resinas termorrígidas endurecem com o calor. principalmente dos ésteres do ácido acrílico e do ácido metacrílico.3.2 5.3 5. a eletrodeposição (cromação). 4. à umidade e aos álcalis têm provocado o aumento de utilização das resinas acrílicas na fabricação de tintas. rádio. Empregado usualmente em peças das quais se exige elevada resistência mecânica.continuação E-PLA. alta resistência química.2 5.3 5. Apesar de caras.3. portanto.

5. 5. 5.G.04.7 5.2 5.P.11 “HYPALON” Vide E-ELA. EPÓXI Vide E-EPO.1 CPVC Póli (cloreto de vinila) clorado. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. todos monômeros (M). geralmente o estireno. (Itália) para o PTFE (politetrafluoretileno). 5. do propileno (P) e do dieno (D). (Alemanha) para o PTFE (politetrafluoretileno).A. de preferência.9 FLUON Marca comercial da Imperial Chemical Industries (Reino Unido) para o PTFE (politetrafluoretileno).5 BUTYL Vide E-ELA.8 5.6 5. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.01 e E-EPO.7.10 HOSTAFLON Marca comercial da Hoechst A.12 NEOPRENE Vide E-ELA. A grande diferença entre o PVC e o CPVC é que o CPVC é uma resina que pode ser utilizada em temperaturas mais elevadas. 5. do tipo gaxeta de compressão.03.Proibida a reprodução sem autorização.1 POLIÉSTER São resinas constituídas por uma base poliéster (molécula linear longa. 5.continuação E-PLA. utilizado no assentamento de vidros.7. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .4 ALGOFLON Marca comercial da Montefluos S. produto da polimerização por condensação de um biálcool e de um biácido) .02. 5. Capital Federal. O CPVC possui essencialmente as mesmas propriedades do PVC rígido (ASTM Tipo 1) . isso permite o seu emprego na fabricação de tubos destinados ao transporte de água quente. até cerca de 100°C. Empregado.01 5. II e III. sendo obtido por cloração posterior do PVC.6.13. Partes I. dissolvida em um monômero insaturado. na confecção de perfil rígido.1 5.02. sob o número 218504 .13 5. EPDM Copolímero resultante da polimerização do etileno (E).

13. monômero de estireno. O polietileno é empregado na fabricação de embalagens flexíveis.14. Os tubos fabricados com UHMW e PEX resistem melhor às solicitações mecânicas. Na polimerização do poliéster.3 5. se unem às duplas ligações da base poliéster. POLIETILENO (PE) Resina obtida através da polimerização do etileno por meio de diferentes processos. satisfatoriamente. Existem 3 tipos de resina poliéster termofixa disponíveis no mercado: o poliéster ortoftálico.2 5. Os tubos de PE possuem resistência mecânica relativamente baixa. peças flexíveis. não tem cheiro e apresenta alta permeabilidade ao oxigênio e baixa ao vapor d'água. no revestimento protetor de estruturas de aço e concreto. garrafas e outras utilidades domésticas e tubos. Essa reação química se processa à temperatura ambiente.14 5.14.13.5 5.14. também o agente de interligação. As resistências mecânica e química se acentuam com o aumento da densidade. as resinas isoftálicas são relativamente resistentes a ambientes agressivos e as resinas bisfenólicas apresentam excelentes características de resistência química. O PE se degrada pela exposição à luz e ao oxigênio.5 5.15. dando origem a um composto reticulado tridimensional e transformando a resina do estado liquido ao estado sólido. é insaturado e participa na reação de cura.2 Como resina termofixa. o poliéster possui pontos de saturação em sua cadeia molecular. o PEAD (polietileno de alta densidade) . 5. II e III. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.14. Essas instaurações são instáveis e facilmente rompidas durante a reação de cura. através de suas duplas ligações. Apresenta boa resistência a choques e satisfatório acabamento superficial. a resistência ao intemperismo do tubo pigmentado com negro de fumo (preto) é boa. etc.13. o poliéster isoftálico e o poliéster bisfenólico. sendo utilizados. As resinas ortoftálicas não apresentam boas características de resistência química.15. na impermeabilização de reservatórios. POLIESTIRENO Resina obtida através da polimerização do estireno. translúcido. O PE é branco. porém ótima flexibilidade em temperaturas até – 55°C. tais como o PEBD (polietileno de baixa densidade) . sob o número 218504 .1 5. até + 50°C.3 5.4 5. enquanto a deformação lenta diminui.continuação E-PLA.4 5. pela ação de substâncias catalisadoras.6 5.13. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 5.15 5.13.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . No entanto. as várias moléculas de estireno. Capital Federal.01 5. especialmente na fabricação de telhas e domos. com perda de resistência. pela ação de agentes catalisadores e aceleradores.14. Não apenas a base do poliéster da resina apresenta insaturação. o que acarreta a formação de polímeros com características diversas.Proibida a reprodução sem autorização. A resina poliéster reforçada com fibra de vidro ("fiberglass") é largamente utilizada na construção civil. O poliestireno é utilizado na fabricação de caixas e de peças submetidas a reduzida solicitação mecânica. Partes I. piscinas e terraços. o UHMW (polietileno de altíssimo peso molecular) e o PEX (polietileno reticulado).

27 e E-POL. apresenta maior resistência à tração e à flexão. transparente ou opaco. Utilizado na fabricação de fitas de vedação. POLIURETANO Vide E-POL. o PVC pode ser rígido ou flexível.16. A temperatura máxima de uso.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .19 5.18 5. graxas. sob carga.90 e + 230°C. é mais quebradiço que um PVC que contém plastificante. anéis para engaxetamentos de válvula.continuação E-PLA. anéis para válvulas de esfera. PVA Por PVA caracteriza-se o póli (acetato de vinila) . monofilamentos. A partir do "chips" do polipropileno obtêm-se fibras para a fabricação de carpetes. Para evitar a degradação decorrente da perda do ácido clorídrico.03. assegurando enorme faixa de aplicações dentro da indústria moderna. O polipropileno é o plástico mais leve conhecido. E-POL. O PVC utilizado na fabricação de conexões é o não plastificado ou rígido. puro ou composto de outras substâncias. talhas. buchas e tarugos.28. Partes I. 5. com massa específica de 0. Dependendo do tipo de formulação. além de excelente resistência química. o PTFE é autolubrificante. No entanto.26. Capital Federal. O polipropileno é utilizado na fabricação de caixas de bateria e de tubos. é obtido pela polimerização do cloreto de vinila. Durante a produção são incorporados estabilizadores e absorvedores de radiação ultravioleta.18. póli (cloreto de vinila). observadas suas tolerâncias térmicas.1 PTFE O PTFE (politetrafluoretileno) é um polímero obtido da combinação de flúor e carbono. As cadeias poliméricas normalmente são ramificadas e o polímero apresenta pequeno grau de cristalinidade. 5. É comercializado em forma de pó. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização.18. discos de vedação de válvulas. gaxetas. Não sofre alterações sob temperaturas entre . II e III.02 e EACE.20. 5. É atacado somente por metais alcalinos em estado de fusão ou por alguns compostos fluorados a altas temperaturas.90 g/cm³. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.20.18. etc.16 5. de forros. A alta cristalinidade confere ao polipropileno grande resistência à tração.2 5.2 5. suspensões aquosas. granulado.16. juntas-envelope e de expansão. Vide E-ACE. maior módulo de elasticidade e elevada resistência química.1 POLIPROPILENO (PP) Resina obtida através da polimerização do propileno com estrutura essencialmente linear e altamente cristalina. O PVC é utilizado na fabricação de tubos e conexões.20 5. daí sua utilização em gaxetas do mais alto rendimento.01.1 PVC O PVC. é de cerca de 65°C.17 5.01 5. E-ACE. películas ("skived tape"). o PVC nunca é utilizado puro. o que aumenta a sua durabilidade. esses para redes não pressurizadas e suportando temperaturas de até 90°C.3 5.20. etc.2 5. Com coeficiente de atrito igual ao do gelo sobre gelo. mantas flexíveis para impermeabilização. rigidez e dureza.

01 5. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 5. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I.21 SILICONE Vide E-ELA.continuação E-PLA.22 TEFLON Marca comercial da E.06. I.Proibida a reprodução sem autorização.05. II e III. sob o número 218504 . Capital Federal. Du Pont de Nemours (EUA) para o PTFE (politetrafluoretileno). 5.23 THIOKOL Vide E-ELA.

3. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.3. varia de 0. calha.04).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Poliestireno Expandido E-POL. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes. nos seguintes tipos: • • • tipo 1: M. 3.E.m/h. Concreto plástico é uma mistura de cimento e pérolas de poliestireno (vide E-CON.A.1 . acima de 20 até 25 kg/m³. 3.026 a 0.A.ensaio de flamabilidade. tipo II: M.029 kca1. tipo III.01 1. Capital Federal. o poliestireno expandido divide-se em classe "A" (material não retardante à chama) e classe "B" (material retardante à chama). Tupiniquim Termotécnica S.A. de 16 a 20 kg/m³. 3. sob o número 218504 . Partes I. obtido por expansão do estireno polimerizado (poliestireno). N. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .determinação da massa especifica aparente.3 Na temperatura de + 10°C. Na temperatura de 0 °C. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.4 4. 2.025 a 0.E. Poliestireno expandido para fins de isolação térmica . Para fins de isolação térmica. Poliestireno expandido para fins de isolação térmica . DEFINIÇÃO Poliestireno expandido é um produto termoplástico com estrutura de células fechadas.A. placa e placa especial. sendo que por peças entende-se tubo isolante. Indústrias Químicas.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O poliestireno expandido apresenta-se sob a forma de peças ou de pérolas.determinação da absorção de água (NBR-7973).Proibida a reprodução sem autorização. o coeficiente de condutibilidade térmica do poliestireno expandido varia de 0.028 kcal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A.m². II e III. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por • • Basf Brasileira S. Poliestireno expandido para fins de isolação térmica .°C.°C. segmento.E.m/h.m². de 13 a 16 kg/m³. EB-1010/80 MB-1304/80 MB-1305/80 MB-1404/81 Poliestireno expandido par fins de isolação térmica.

poliestireno extrudado é um produto termoplástico com estrutura de células fechadas. condutibilidade térmica a 10°C (DIN 52616 ou ASTM C-518) : 0. sob o número 218504 . classificação em relação a chamas (DIN 4102) .m². absorção de água por submersão (ASTM C-2842) . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2% por volume.A.m/h.2% por volume. 0. absorção de água por submersão (DIN 53428).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Poliestireno Extrudado E-POL. B1 (difícil de inflamar) 3. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS São as seguintes as características técnicas do poliestireno extrudado: • • • • • • peso específico (ASTM C-303): 32-35 kgf/m³. Partes I.02 1. • Dow Química S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.8 kgf/cm².023 kcal.°C. 1. obtido por processo contínuo de extrusão do estireno polimerizado (poliestireno) 2. com 10% de deformação (DIN 53421 ou ASTM C-1621): 2. Capital Federal. resistência à compressão. II e III. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob as marcas "Styrofoam RM" e "Styrofoam IB". DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.Proibida a reprodução sem autorização.

Para verificação de permeabilidade e estanqueidade do filme polimerizado. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. As camadas de proteção em argamassa evitam as agressões naturais do intemperismo. .3 3.Concreto determinação da consistência pelo abatimento do tronco de cone (NBR-7223) e cura racional durante 28 dias. ozônio e raios ultravioleta.1). após tratados superficialmente com a emulsão. apresentada sob a forma de um componente.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Polímero Emulsão E-POL. Esses corpos. etc. • Técnica Forte Construções. após seu rompimento. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . São as seguintes as demais características técnicas do polímero. Os mesmos corpos de concreto sem o tratamento impermeável. penetração profunda de água. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. A estanqueidade dos suportes será obtida por colmatação de poros e fissuras e por formação de filme impermeável. • • • • percentual de extrato seco: 53% (+/. aderência.500). a inexistência de penetração de água no seu maciço. observada a MB-256/81 . 3. flexibilidade. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por. após rompimento. 2. adesão concreto/concreto: até 10 MPa (média 8 MPa) 2. solúvel em água e polimerizável a frio nas condições ambientais. submetidos às mesmas condições. sob o número 218504 . moldam-se corpos-de-prova de concreto com "slump" 6 cm.1 TESTE DE ESTANQUEIDADE E PERMEABILIDADE Na falta de normatização completa para testes com os látex sintéticos.1. não reemulsionável após a polimerização. Comércio e Indústria Ltda. 3. verificando-se.2 3. adotam-se critérios de determinação de permeabilidade e estanqueidade que buscam reproduzir em laboratório as condições de trabalho para os quais o produto é especificado.3 4. 2.25 1. II e III.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O filme apresentará características físicas próprias do látex polimerizado.Proibida a reprodução sem autorização. são submetidos durante 48 horas à coluna d'água sob pressão de 6 MPa/cm². apresentam. sob a marca Elastflex.1 2. monômeros livres: <= 1. viscosidade Brookfield (20° c/20 rpm): 1 x 10/4 (+/. Partes I. DEFINIÇÃO Emulsão de látex plastificado e estabilizadores. como memória de forma. Capital Federal.

02. ambos produtos da Farbenfabriken Bayer A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Poliuretano Tintas e Vernizes E-POL. Capital Federal. com o mesmo tipo de "Desmodur" (designado também por endurecedor). da fórmula OH.Proibida a reprodução sem autorização. Variando as proporções da mistura "Desmodur" e "Desmophen" e empregando tipos adequados de "Desmophen" é possível. da fórmula NCO. O "Desmophen" é um poliéster que possui grupos hidroxílicos excedentes. produzir películas de grande elasticidade ou também películas duras e tenazes. II e III. 1.G. principia a reação química entre o grupo ECO e o grupo OH.2 1.1 PREPARO DE TINTAS E VERNIZES Os vernizes ou esmaltes de poliuretano são obtidos a partir da mistura de 2 componentes. sendo um deles o "Desmodur" e o outro o "Desmophen". Ao misturar-se "Desmodur" com o "Desmophen". FABRICANTES As tintas e vernizes de base de poliuretano são objeto da E-TIN.4 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. O "Desmodur" contém grupos reativos de isocianato. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 .26 1. 1. que leva ao enlace estável do uretano. Partes I.3 1.

Montagens e Construções Ltda.m/h. São as seguintes as demais características técnicas: • • • • • • coeficiente de condutibilidade térmica: entre 0. formando um produto homogêneo. orientadas no mesmo sentido. Texsa Brasileira Ltda. Zenimont Engenharia. "Desmodur': e aditivos.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A espuma rígida de poliuretano é fabricada com matéria prima Farbenfabriken Bayer AG. estabilidade dimensional: 7 dias a 70°C.. sob a merca "Rigicel-K". resistência ao fogo: não combustível. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . . são unidas pela própria estrutura de suas paredes.°C.Proibida a reprodução sem autorização. Temporal S. cujas células. sob a marca "Isoterm". 2. sob a marca "Zeniterm-20". FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • Indústria e Comércio Trorion S. sob o número 218504 . caráter químico: neutro não corrosivo. A capilaridade é nula.2.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. em volume máximo: 1%.m². densidade aparente: mínimo de 45 kg/m³ +/. obtida a partir do "Desmorapid". entende-se por espuma rígida de poliuretano a espuma resultante de reação de um poliéster. sob a marca "Multicel”.A. II e III. 2. sob a marca registrada "Moltopren H".27 1.A.16 kcal. Capital Federal. Por isso. Indústria de Isolantes Térmicos. 2. absorção de água em 24 h. aditivos com dissocianatos e agentes de expansão.2 3. Partes I.013 e 0. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. espuma rígida de poliuretano deve ser uma macromolécula e não um aglomerado de grânulos.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Poliuretano Espuma Rígida E-POL. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Poliuretano Calafetador E-POL.28

1.

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS São as seguintes as características técnicas do poliuretano; • • • • • elasticidade permanente; aderência, sem uso de "primer", em vidro, madeira e cerâmica; aderência, com uso da "primer", em concreto, alumínio, ferro, borracha e PVC; polimerização completa, sem retração, pala própria umidade do ar; aplicação com pistola metálica.

2.

FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • Ciplak - Indústrias Químicas Ltda., sob a marca "Elastol CL 100"; Denver Indústria e Comércio Ltda.; Hey'Di do Brasil Impermeabilizações Ltda., sob as marcas "Elasto Primer", "Massa Elástica Hey'di Escutan 20" e "Massa Elástica Hay'di Escutan 35"; Otto Baumgart Indústria a Comércio S.A., sob a marca "Vadaflex"; Sika S.A. , sob as marcas "Sikaflex 1 A", "Sikaflex 11 FC" a "Sikaprimer 1".

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Poliéster Manta não Tecida e Véu E-POL.51

1.

DEFINIÇÃO Entende-se por manta não tecida a manta de poliéster do tipo "non-woven" (não-tecida), obtida por extrusão direta pelo sistema "Spunbonded", processo patenteado pela "Rhodia", e constituída por filamentos contínuos de poliéster interligados mecanicamente por agulhagem.

2.

APLICAÇÃO A manta não tecida de poliéster pode ser empregada nos seguintes serviços: • • • • • • • • • • drenagem; áreas verdes de lazer e esporte; aterros; barragens; canais; captação de águas subterrâneas; controle de erosão; impermeabilização; obras viárias; saneamento.

3.

PRODUTOS/FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por;

3.1

MANTA NÃO TECIDA • Rhodia S.A. ,sob a marca "Bidim".

3.2

VÉU • Ciplak - Indústrias Químicas Ltda., sob as marcas "Nontex CP-30" e "Nontex CP-50".

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Polietileno Extrudado - Manta e Perfil E-POL.61

1.

DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação, polietileno extrudado é um produto termoplástico com estrutura de células fechadas, obtido por processo contínuo de extrusão do etileno polimerizado.

2. 2.1

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS MANTA As características mecânicas das mantas utilizadas no tratamento acústico serão as seguintes; • • • peso específico médio (ASTM D-3575 teste C/B): 35 kgf/m³; resistência à tração (ASTM D-3575 teste E): 4,2 kgf/m³; resistência ao rasgo, direção da extrusão (ASTM D-3575 teste D): 3,3 kg/cm.

2.2

PERFIL Perfil de seção circular, tipo cordão, empregado como material de suporte ou elemento liberador em juntas de dilatação ou de outros tipos.

3.

PRODUTOS / FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por;

3.1

MANTA • Dow Química S.A., sob as marcas "Ethafoam", fornecido em bobinas, para tratamento acústico, e "Polispuma", com 2,4 e 6 mm de espessura, para uso em impermeabilização.

3.2

PERFIL • Dow Química S.A., sob a marca "Ethafoam SB" ("Sealant Baker") , apresentando diâmetro compatível com a largura da junta.

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Polietileno Expandido Fita, Chapa e Perfil E-POL.62

1.

DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação, polietileno expandido é um produto termoplástico com estrutura de células fechadas, obtido por expansão do etileno polimerizado.

2. 2.1

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS FITA E CHAPA • • • • • • células fechadas; boa resistência ao tempo e aos agentes químicos; quimicamente neutro; dimensões estáveis; temperatura de uso: - 70 a + 80 °C; com ou sem adesivo.

2.2

PERFIL • • • • • • • • • células fechadas; cor: cinza; cheiro: nenhum; absorção de água: nenhuma; peso específico: 30 kgf/m³; resistência térmica: - 40 a + 70° C; resistência química: excelente contra óleos, gasolina e solventes; resistência a intempéries: excelente; seção circular, com diâmetros de 6, 8, 10, 12, 15, 20, 25, 30, 40 e 50 mm.

3.

PRODUTOS/FABRICANTES Para uso como junta de retenção, admite-se o emprego de produtos fabricados por:

3.1

FITA E CHAPA • Inducel Espumas Industriais Ltda. , sob a marca “PZ 940”.

3.2

PERFIL • Inducel Espumas Industriais Ltda., sob a marca "Tarucel".

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Porta Corta-Fogo Núcleo de Vermiculita Expandida E-POR.01

1.

DEFINIÇÃO Conjunto de folha de porta, marco e acessórios que atenda às normas brasileiras. Impede ou retarda a propagação do fogo, calor e gases de um ambiente para outro e resiste ao fogo, sem sofrer colapso, por um mínimo tempo determinado.

2.

NORMAS As portas corta-fogo obedecerão às normas da ABNT atinentes ao assunto, com particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-132/86 EB-920/80 EB-1358/82 EB-1359/82 EB-1360/82 EB-1361/82 MB-564/77 MB-1781/82 NB-208/93 PB-992/81 Portas e vedadores corta-fogo para isolamento de riscos em ambientes comerciais e industriais; Porta corta-fogo para saída de emergência; Fechadura destinada à porta corta-fogo para saída de emergência; Dobradiça helicoidal para porta corta-fogo; Dobradiça de mola para porta corta-fogo; Dobradiça excêntrica para porta corta fogo; Portas e vedações - métodos de ensaio ao fogo (NBR-6479); Fechadura e dobradiça para porta cotra-fogo - verificação da resistência ao funcionamento; Saídas de emergência em edifícios (NBR-9077); Fechadura destinada à porta corta-fogo para saída de emergência.

3.

FABRICANTES Admite se o emprego de produtos fabricados por: • • • • • • Cibam - Cia. Industrial Brasileira de Artefatos Metálicos; Eucatex S.A. Indústria e Comércio; Incoper Indústria e Comércio de Portas e Persianas Ltda.; MMR Mecânica e Metalurgia Royal Ltda.; Mirage - São Paulo Metalúrgica Ltda.; Resmat Ltda.

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Porta Corta-Fogo Núcleo de Silicato de Cálcio E-POR.02

1.

DEFINIÇÃO Conjunto de folha de porta, marco e acessórios que atenda às normas brasileiras. Impede ou retarda a propagação do fogo, calor e gases de um ambiente para outro e resiste ao fogo, sem sofrer colapso, por um mínimo tempo determinado (definição constante da NB-208/83) (NBR-9077/85).

2.

NORMAS As portas corta-fogo obedecerão às normas da ABNT atinentes ao assunto, com particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-920/80 MB-564/77 NB-208/93 Porta corta-fogo para saída de emergência; Portas e vedações - métodos de ensaio ao fogo.(NBR-6479); Saídas de emergência em edifícios(NBR-9077).

3. 3.1

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As portas corta-fogo para saída de emergência são classificadas em 4 classes, segundo seu tempo de resistência ao fogo no ensaio a que são submetidas, de acordo com o MB564/77 (NBR-6479) , não sendo admitidas classificações intermediárias. As classes, com os respectivos tempos de resistência mínima ao fogo, são as seguintes: • • • • classe P-30: 30 minutos; classe P-60: 60 minutos; classe P-90: 90 minutos; classe P-120: 120 minutos.

3.2

4.

FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produto fabricado por: • Asberit S.A., com marco, bandeja da porta e reforço, em chapa de aço "Zincrometal"; parafusos e rebites em aço galvanizado; dobradiças, fechadura e barra antipânico (opcional), em aço zincado e miolo da porta em "Termoplac 600", à base de silicato de cálcio e fibras minerais (sem amianto)

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Porta-Forte, Trapão e Ventilador "Z" E-POR.10

1.

NORMAS Conforme UL-140 - Relocking Devices for Safes and Vaults e UL-608 - Burglary Resistant Vault Doors and Modular Panels, da Underwriters Laboratories Inc. (EUA).

2. 2.1

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A porta-forte deverá atender à classificação "Class 1" do item 1.2 da norma UL-608, correspondente à resistência ao arrombamento por no mínimo 30 minutos, sob ação das ferramentas, equipamentos e procedimentos ali estabelecidos. Quando prevista a instalação de janela de emergência (trapão) , esta terá as mesmas características de blindagem e dispositivos da porta-forte, inclusive as fechaduras triplecronomêtrica e de retardo ("timers"). Serão instalados no teto da casa-forte 2 ventiladores "Z", dispostos em posições diametralmente opostas. Um deles terá acoplado a si um ventilador acionado através do interruptor que comanda a iluminação interna e deverá atender uma vazão mínima de 13 m³/h. As portas-fortes serão fabricadas segundo os projetos e especificações fornecidos ou aprovados pelo PROPRIETÁRIO, e sob a sua fiscalização. As especificações ora fornecidas configuram condições mínimas a serem atendidas; melhoramentos e aperfeiçoamentos só poderão ser introduzidos mediante a prévia aprovação do PROPRIETÁRIO. Será admitida a utilização de portas-fortes fabricadas pelas empresas relacionadas no item 4.2, adiante. A fabricação por outra empresa dependerá de sua prévia homologação junto ao PROPRIETÁRIO, o que deverá ser solicitado em tempo hábil, uma vez que o processo de homologação inclui a fabricação de protótipos e ensaios em laboratório especializado. ESPECIFICAÇÕES MÍNIMAS PORTA- FORTE DIMENSÕES As dimensões constam da tabela abaixo, sendo as alturas fixas e as larguras dependentes do tipo especificado (1, 2 ou 3):

2.2

2.3

2.4

2.5

3. 3.1 3.1.1

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continuação

E-POR.10

LARGURAS TIPO 1 2 1 VÃO LIVRE DE PASSAGEM (A) 800 1.000 1.200 (B) 1.300 1.500 1.700 VÃO DE INSTALAÇÃO (C) 1.280 1.480 1.680

PESO (kgf +/- 10%) 1.000 1.150 1.300

3.1.2

CHAPA FRONTAL Será em aço-carbono SAE 1020, bitola 6,35 mm (1/4"), podendo ser adotada espessura maior se o processo de fabricação assim o exigir.

3.1.3

PERFIS DE REFORÇO DA FACE EXTERNA Serão confeccionados em formato "Z", aço carbono SAE 1020, bitola # 16. Serão soldados à chapa frontal através de cordões de solda com 30 mm de comprimento, espaçados a cada 50 mm.

3.1.4

BLINDAGEM ASFÁLTICA Compõe-se de uma camada de asfalto oxidado 084, com 20 mm de espessura, proporcionando o completo enchimento da câmara formada pelos perfis "Z" de reforço.

3.1.5

CHAPA DE AÇO INOXIDÁVEL AISI 304 Será na bitola de 3,18 mm (1/8") e posicionada entre aplaca de blindagem de alumíniocorindum e a camada de blindagem química.

3.1.6 3.1.6.1 3.1.6.2

PLACA DE BLINDAGEM DE ALUMÍNIO-CORINDUM Esta placa é composta de alumínio fundido e nuggets de óxido de alumínio (corindum) com dureza de 9 mohs. O teor de cada composto é de 50% em peso. A placa será moldada previamente na espessura de 40 mm, em fôrma confeccionada especialmente para tal fim, de modo a se obter o máximo de uniformidade dimensional, homogeneidade e compacidade. Para garantir o posicionamento dos nuggets durante o lançamento do alumínio na fôrma, poderá ser utilizada tela. A fim de favorecer a aderência com o alumínio fundido, os nuggets de corindum serão pré-aquecidos, admitindo-se a alternativa de injeção de alumínio sob pressão. A face lisa da placa de blindagem de alumínio-corindum será voltada para a chapa frontal e a face rugosa voltada para a chapa de aço inoxidável. O eventual excesso dimensional por irregularidade de espessura será compensado na espessura das camadas de graute (descritas adiante) limitado ao máximo de 5 mm.

3.1.6.3 3.1.6.4

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continuação

E-POR.10

3.1.7

BLINDAGEM QUÍMICA Será composta por uma mistura de 60% de breu e 40% de enxofre, em peso, na espessura de 10 mm. Ao longo de todo o perímetro da porta será prevista uma "margem de costura" de 10 mm, através da fixação prévia de cantoneira com solda ou rebite, visando impedir a ignição da blindagem química quando da soldagem da chapa de fixação de mecanismos às almofadas.

3.1.8

CHAPA DE FIXAÇÃO DOS MECANISMOS Será em aço-carbono SAN 1020, bitola 6,35 mm (1/4"), totalmente soldadas às almofadas.

3.1.9

ALMOFADAS Serão em chapa de aço-carbono SAE 1020, na bitola de 4,74 mm (3/16"). O desenho das almofadas foi desenvolvido visando impedir a remoção da porta mesmo após a remoção dos mancais.

3.1.10 3.1.10.1

GRAUTE COM ARMADURA O graute será aplicado diretamente sobre a camada de blindagem química descrita anteriormente, na espessura de 14 mm, composto por graute, conforme item a seguir, e armadura conforme abaixo: • • tela de aço soldada, composta de fios de bitola 3,8 mm em malha de 10 x 10 cm, e seção transversal de 1,13 cm²/m, dos fabricantes relacionados no item 4.3, adiante; tela de alumínio em malha quadrada de 150 mm de aresta, composta por fios de bitola # 10.

3.1.10.2

O posicionamento das telas será no plano médio da espessura do graute, ficando a tela de alumínio voltada para a camada de blindagem química, e a tela de aço voltada para a chapa de fixação de mecanismos. Para garantia do posicionamento correto, serão usados afastadores do tipo "clips" plásticos, pastilhas de argamassa ou "caranguejos" de aço. GRAUTE Será aplicado entre a placa de alumínio-corindum e a chapa de aço inoxidável para regularização da superfície rugosa daquela placa, bem como preenchimento do espaço entre as almofadas e a placa de alumínio-corindum ao longo do perímetro da porta. Serão admitidos os produtos e fabricantes relacionados no item 4.1, adiante.

3.1.11

3.1.12

FECHOS Os fechos serão em barra de aço-carbono trefilado SAE 1020, com diâmetro de 50,8 mm (2") e acabamento com aplicação de cromo duro. A disposição dos fechos está indicada nos desenhos anexos.

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continuação

E-POR.10

3.1.13

PLACA (VIDRO) DE SEGURANÇA Será em vidro incolor temperado, 6 mm de espessura, e seu perímetro abrangerá toda a área do segredo, fechadura, ponto de travamento e "timer" de programação de data e hora de abertura. Será dotada de furos que permitam a passagem do eixo do segredo e da chave, e sirvam de pontos de fixação dos cabos das travas automáticas. A placa será fixada com uso de coxins de borracha que impeçam o contato direto do vidro com o metal.

3.1.14 3.1.14.1

LOCAÇÃO DOS PONTOS DE TRAVAMENTO Os pontos de travamento dos mecanismos de abertura dos fechos serão sempre sobre o vidro e, em princípio, dotados de acionamento indireto. O acionamento direto, ou seja, travamento direto na lingüeta da fechadura ou segredo, só será admitido se comprovado previamente que não causará danos a estes últimos, em caso de forçar a abertura com giro do volante sem a desativação dos mecanismos. A ligação entre o sistema de acionamento dos fechos e o sistema de travamento será feito por pinos fixados com presilhas, removíveis manualmente e dotados de selo de segurança ou lacre. PLACA DE FIXAÇÃO DO SEGREDO, FECHADURA E "TIMER" Será em chapa de aço-carbono SAE 1020, bitola 6,35 mm (1/4"), posicionada sob a placa de segurança, ou seja, entre a placa e o tampo de serviço. Deverá garantir a rígida fixação dos equipamentos através de parafusos.

3.1.14.2

3.1.15

3.1.16 3.1.16.1

TAMPO DE SERVIÇO Será em chapa de aço-carbono SAE 1020, bitola 1,21 mm (18") e proverá o arremate e fechamento da caixa de mecanismos. Sua fixação será feita por meio de parafusos, admitindo-se o uso de dobradiças em um dos lados. Conterá uma abertura que permita visualização e manuseio da fechadura triplecronométrica. Na sua face externa, voltada para o interior de casa-forte, será fixada uma chave "cachimbo" para remoção dos parafusos de fixação e conterá a seguinte mensagem de orientação pintada na superfície: “EM CASO DE TRANCAMENTO ACIDENTAL, RETIRE, COM O USO DA CHAVE AO LADO OS PARAFUSOS DESTA TAMPA, REMOVA-A E SIGA AS INSTRUÇÕES DESCRITAS NA FACE INTERNA DA MESMA".

3.1.16.2

Na face interna da tampa serão gravadas ou pintadas as instruções para remoção dos pinos que interligam o sistema de fechamento e abertura ao sistema de travamento, inclusive com desenhos ilustrativos. Na face externa da tampa será fixada plaqueta metálica com, no mínimo, os seguintes dados; • • • nome do fabricante; modelo; número de série;

3.1.16.3

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continuação

E-POR.10

• • 3.1.17

mês e ano de fabricação; peso do equipamento.

EIXO DO VOLANTE DE ACIONAMENTO DO MECANISMO DE MOVIMENTO DOS FECHOS Será em aço-carbono SAE 1020 trefilado, usinado de forma a possuir um limitador de torque próximo à face externa da porta, através da redução de sua seção transversal. O posicionamento do limitador de torque deverá impedir o acesso direto, mesmo com o rompimento do eixo e a remoção do volante.

3.1.18 3.1.18.1

TRAVAS AUTOMÁTICAS ("RELOCKS") Deverão atender às recomendações contidas na norma UL-140 da Underwriters Laboratories Inc. (EUA). Serão confeccionadas em aço-carbono SAE 1020, com diâmetro mínimo de 1/2" no ponto de trava. Cada porta-forte conterá, no mínimo, 2 travas, sendo facultada a instalação de mais unidades. O posicionamento indicado no desenho poderá ser modificado pelo fabricante (mantida a disposição assimétrica), assim como o caminhamento do cabo de fixação à placa de segurança, desde que garanta o travamento do mecanismo de abertura em caso de quebra da placa de segurança. Preferencialmente, as travas serão fixadas de forma que as lingüetas fiquem na direção vertical, e o sentido de acionamento da trava seja para baixo. As travas serão ativadas por molas e possuirão um dispositivo que impeça o retorno da lingüeta para a posição normal sem a remoção do conjunto. Essas travas deverão ser facilmente identificáveis, podendo ser pintadas, e serão fornecidas com um segundo mecanismo de segurança (trava de viagem) que impeça sua ativação por quebra acidental do vidro durante o transporte ou instalação. Essa "trava de viagem" será removida após a instalação definitiva e as instruções para remoção serão enviadas junto com a chave e o segredo. Os parafusos de fixação das travas automáticas serão da mesma bitola que os de fixação do tampo de serviço, de forma que a remoção de ambos seja possível com a mesma chave. MANCAIS Serão em aço-carbono SAE 1020 e terão rolamentos axiais e radiais. Deverão ser dimensionados em função do peso da porta e possibilitar o giro de 180 graus. O mancal superior deverá permitir a passagem da fiação do sistema de alarme sensorial através de abertura axial (o eixo do mancal superior é oco) com diâmetro mínimo de 3/8". Outro caminhamento da fiação poderá ser utilizado se não interferir no movimento de abertura e fechamento da porta, e desde que submetida previamente à aprovação do PROPRIETÁRIO.

3.1.18.2

3.1.18.3

3.1.19

3.1.20

BATENTE DE FECHAMENTO Será instalado na borda da porta ou do caixilho um pino ou faixa de borracha nitrílica de forma a impedir o contato metal/metal entre a porta e o caixilho, bem como evitar danos à pintura. É facultado ao fabricante alterar o posicionamento indicado no desenho fornecido pelo Banco.

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continuação

E-POR.10

3.2 3.2.1

CAIXILHO Será em aço-carbono SAE 1020, bitola 4,75 mm (3/16"), projetado para uma parede de 250 mm de espessura e construído de forma a alojar a porta com perfeição. As diversas partes que compõem o caixilho serão totalmente soldadas para formar um quadro rígido, e possuirá grapas ou nervuras para chumbamento ou ancoramento ao graute, bem como pontos de içamento para fins de transporte. A chapa inferior do caixilho será em chapa de aço-carbono SAE 1020, bitola 12,7 mm (1/2"), com as bordas dianteira e traseira chanfradas de forma a facilitar o acesso de equipamentos rodantes. A folga máxima admissível entre esta chapa e a face inferior da porta é de 6 mm. Para a entrada da fiação será executada, na face superior do caixilho, uma caixa de passagem (4 x 4"), também em chapa de aço-carbono SAE 1020, bem como será instalado eletroduto interligando-a com a caixa dos mecanismos, através do eixo do mancal superior da porta, dotado de bucha e arruela nas duas extremidades. O eletroduto conterá um cabo-guia de arame galvanizado ou de cadarço, para fins de passagem da fiação do sistema de alarme. PORTA DO DIA Será em forma de grade, executada com barras de aço laminado SAE 1020, dos tipos chata (1/2 x 1/2") e redonda (5/8"). Sua fixação ao caixilho será por meio de dobradiças do tipo "cachimbo", de forma a permitir o intercâmbio do sentido de abertura à direita ou à esquerda. Será dotada de fechadura de cilindro.

3.2.2

3.2.3

3.3

3.4

BATENTE PARA ABERTURA DA PORTA Cada unidade de porta terá um batente para limitar o curso de abertura da porta e evitar colisão com a parede nos movimentos de 180 graus. Esse batente será composto de um amortecedor de borracha, um perfil de fixação e chumbadores expansivos para fixá-lo ao piso. Será também conjugado com um sistema de retenção mecânico ou magnético que impeça o fechamento acidental.

3.5

ESPAÇADORES PARA NIVELAMENTO Cada porta será fornecida com um conjunto de 8 espaçadores de nivelamento reguláveis, tipo parafuso com rosca M16 ou 5/8", com ponta cônica e porca tubular, para efetuar o estroncamento e nivelar o conjunto.

3.6 3.6.1

ACABAMENTOS As faces visíveis (frontal, laterais, caixilhos e tampo de serviço) receberão fosfatização a frio, "primer" e pintura final com tinta à base de poliuretano graneado cinza. Na face externa da porta será pintada a seguinte mensagem na cor vermelha. “ESTA PORTA É DOTADA DE BLINDAGEM QUÍMICA. A EXECUÇÃO DE FUROS OU CORTES COM FERRAMENTAS QUE POSSAM ELEVAR A TEMPERATURA (FURADEIRAS, SERRAS, MAÇARICOS, ETC.) PODERÁ PROVOCAR QUEIMADURAS E/OU INTOXICAÇÃO."

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continuação

E-POR.10

3.6.2

As faces em contato com o concreto ou graute receberão fosfatização a frio e "primer"; as peças e partes móveis da ferragem, bicromatização, e os parafusos, porcas, arruelas, contrapinos, etc., receberão cadmiação e bicromatização. MECANISMOS DE FECHAMENTO SEGREDO DE COMBINAÇÃO NUMÉRICAS Terá o mínimo de 4 combinações (4 discos) e permitirá o mínimo de 1.000.000 de combinações diferentes, com mudança automática do segredo por meio de chave especial. Deverá dispor de 1 trava automática na caixa, que impeça o movimento da lingüeta no caso de remoção da tampa. Deverá suportar, no mínimo, 20.000 ciclos completos de funcionamento normal de combinações a uma rotação que não exceda 48 rpm. Todas as peças móveis serão em latão, admitindo-se o uso de outros materiais resistentes à corrosão e autolubrificantes, desde que submetido previamente à aprovação do PROPRIETÁRIO. A caixa do segredo será bicromatizada e o conjunto deverá permitir exposição à névoa salina por 72 horas, com funcionamento posterior normal. O dial será do tipo de visão restrita (antiespia) , com 100 divisões, podendo ser numérico, alfabético ou alfanumérico. FECHADURA Serão aceitas fechaduras do tipo volumétrica ou do tipo gorges com palheta dupla. Todas as peças que não forem de latão serão bicromatizadas, inclusive a caixa e a tampa ou receberão tratamento superficial anticorrosivo equivalente, sob aprovação do PROPRIETÁRIO. Sendo do tipo gorges, a fechadura conterá, no mínimo, 7 lâminas e será de duplo comando, ou seja, para o curso completo da lingüeta serão utilizadas 2 chaves diferentes, uma para liberação parcial e outra para completar o curso. As chaves serão de dupla palheta, com ponteira destacável, e a fechadura só permitirá a remoção da chave com a lingüeta acionada (posição "trancada"). MECANISMOS DE CONTROLE E DE TEMPO DE ABERTURA “TIMER" DE PROGRAMAÇÃO DE DATA E HORA DE ABERTURA A porta-forte será fornecida com um "timer" que permita a programação de abertura em dia e hora predeterminados O "timer" poderá ser eletrônico ou mecânico. No caso de ser mecânico, com fechadura triplecronométrica, o "timer" será dotado de 3 cronômetros em linha, prevalecendo a programação de tempo mais curta e com acesso para programação apenas com a porta aberta.

3.7 3.7.1 3.7.1.1

3.7.1.2 3.7.1.3

3.7.1.4 3.7.2 3.7.2.1

3.7.2.2

3.8 3.8.1

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continuação

E-POR.10

3.8.2 3.8.2.1

FECHADURA DE RETARDO Esta fechadura deverá proporcionar um retardo entre 10 e 12 minutos na abertura da porta, contados a partir do acionamento. Será independente da fechadura, do segredo e do "timer" de programação de data e hora de abertura. Tem por objetivo o uso durante o expediente. Neste período, será ativada quando fechada a porta-forte de forma que, mesmo estando desativados a fechadura e o segredo, exigirá que sejam aguardados de 10 a 12 minutos para a próxima abertura dos fechos da porta. O posicionamento da fechadura, assim como o ponto de atuação no mecanismo de movimento dos fechos ficará e critério do fabricante. INFORMAÇÕES ADICIONAIS São as seguintes as especificações complementares: • aço-carbono SAN 1020: C = .18/.23; Mn= .30/.80; P = .040, no máximo; S= .050, no máximo; • • • • parafusos e porcas: ASTM-A 307 ou SAE 1020; perfis laminados: ASTM-A 283 graus C; eletrodos: AWS-E 7018; arame MIG: AWS-AS-18-79.

3.8.2.2 3.9

4.

FABRICANTES Admite-se o emprego dos produtos e equipamentos fabricados pelas firmas relacionadas a seguir.

4.1

GRAUTE • • Otto Baumgart Indústria e Comércio S.A., sob a marca "V-1 Grauth"; Sika S.A., sob a marca "Sikagraut".

4.2

PORTA-FORTE, TRAPÃO E VENTILADOR "Z" • • • Bernardini S.A. Indústria e Comércio; Berta S.A. Sistemas de Segurança; Fichet-Bauche do Brasil Ltda.

4.3

TELA DE AÇO SOLDADA • • Bematel, tipo QA 113; Telcon S.A. Indústria e Comércio, tipo Q 113.

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MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Porta Giratória Detectora de Metais E-POR.20

1. 1.1

DEFINIÇÃO Trata-se de porta destinada à proteção das agências contra assaltos, com a função de detectar massas metálicas (armas) por meio de sensor ligado a dispositivos mecânicos que acionam o travamento da porta, impedindo o ingresso do portador do material detectado. Deverá ser observado o constante na P-29.POR.01 e seus anexos. O conjunto "Porta Giratória Detectora de Metais" (PGDM) é composto de: HALL DE ENTRADA Espaço de transição entre a porta principal de acesso ao prédio e o portal. Será sempre dotado de forro estanque, devido às perdas do ar condicionado da agência.

1.2 1.3 1.3.1

1.3.2

PORTAL Componente anterior à caixa de passagem (sentido de entrada) , onde são instalados dispositivos eletrônicos sensíveis a massas metálicas.

1.3.3

CAIXA DE PASSAGEM Conjunto de superfícies verticais e horizontais que delimita o espaço das folhas giratórias.

1.3.4

FOLHAS GIRATÓRIAS Compõem o mecanismo que, ao girar, controla o fluxo de pessoas que entram e saem do prédio, de forma a garantir a passagem de uma pessoa de cada vez.

1.3.5

PORTA ALTERNATIVA Item obrigatório para a instalação da PGDM, destinado à comunicação alternativa com o espaço externo da dependência, a ser transposta por usuários em situações especiais (deficientes físicos, portadores de marcapasso e saída de emergência).

1.3.6

DISPOSITIVO DETECTOR DE METAIS Consiste no conjunto de componentes eletro-eletrônicos destinados à detecção de massas, sinalização e acionamento do mecanismo de travamento e controle remoto.

1.3.7

MECANISMO DE TRAVAMENTO Caracteriza-se pelo conjunto de componentes que produzem o travamento mecânico das folhas giratórias quando acionados pelo sistema de detecção, impedindo o ingresso de pessoas no interior da dependência.

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continuação

E-POR.20

2. 2.1 2.1.1 2.1.2

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS HALL DE ENTRADA E PORTA ALTERNATIVA A estrutura, vidros, ferragens e leiaute com as dimensões do hall de entrada e de porta alternativa serão definidos e especificados para cada caso. Serão fornecidas 2 chaves da fechadura, devendo uma delas ser instalada em uma caixa tipo "quebre o vidro", a ser instalada nas proximidades do acesso alternativo, para uso em situação de emergência. A PGDM deverá ser dotada de abertura para passagem ou recepção de massas metálicas no interior do hall de entrada ou na fachada. Tal abertura deverá ser instalada de modo a não interferir no funcionamento do detector (vide anexo 2 da P-29.POR.01). CAIXA DE PASSAGEM ESTRUTURA Poderá ser autoportante ou estruturada por esquadrias confeccionadas em perfis de alumínio, aço ou madeira de lei. No caso de sistema autoportante, deverão ser utilizadas ferragens de sustentação e união entre os painéis, além de estrutura de sustentação do teto, que resistam às solicitações geradas pelo travamento das folhas giratórias. 2.2.1.2
ESTRUTURA Alumínio Pintura Eletrostática

2.1.3

2.2 2.2.1 2.2.1.1

A estrutura da caixa de passagem terá os seguintes acabamentos, conforme o tipo:
TIPO DE ACABAMENTO Fundo: primeiramente uma única demão pulverizada de "wash primer", aplicado a pistola; depois, primer epóxi. Acabamento: tinta epóxi poliamida, referência cromática cinza kaisel fosco 91 (General Motors), tintas Wanda

Aço

Pintura Eletrostática

Fundo: primer epóxi Acabamento: tinta epóxi poliamida, referência cromática cinza kaisel fosco 91 (General Motors), tintas Wanda

Madeira

Pintura Automotiva

Fundo: primer universal Acabamento: tinta laca nitrocelulose, linha automotiva, sem polimento, referência cinza kaisel fosco 91 (General Motors), tintas Wanda

Revestimento em Laminado

Laminado fenólico melamínico, acabamento texturizado, referências: • • • cinza metálico 915, (Fórmica – Cynamid Química do Brasil) L.116 – grafite (Formiline) 380 (GRA) – grafite (Formiplac)

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continuação

E-POR.20

2.2.2

VIDROS Serão sempre de segurança, temperados ou laminados, com espessura mínima de 6 mm, transparentes, incolores. No caso de autoportantes, serão utilizados somente vidros temperados, com espessura mínima de 10 mm, ou policarbonato com resistência equivalente. A fixação dos painéis de vidro será executada de forma a garantir que o funcionamento não implique em riscos de queda e quebra. É vedado o uso de massa de vidraceiro ou arrebites.

2.2.3 2.2.3.1 2.2.3.2 2.2.3.3

TETO O teto da caixa de passagem terá estrutura que não interfira com o detector. A platibanda terá acabamento em pintura eletrostática, pintura automotiva Ou revestimento em laminado, seguindo as especificações constantes do item 2.2.1, retro. O forro estanque terá acabamento em chapa de compensado de 10 mm revestida de laminado fenólico melamínico, na cor cinza claro, referência cromática 956 (Fórmica) , acabamento texturizado. As uniões do revestimento, bem como qualquer tipo de junta, deverão obedecer rigorosamente a posição de parada das folhas giratórias definidas nos anexos 4 e 5 da P-29.POR.01. O espaço do entreforro terá fechamento em toda a extensão da parte superior. Terá acabamento em pintura eletrostática, pintura automotiva ou revestimento em laminado, seguindo as especificações constantes do item 2.2.1, retro. O entreforro deverá abrigar o mecanismo de travamento e possuir aberturas para ventilação e tampas removíveis (ou outro sistema de abertura) para manutenção. DIMENSÕES A altura livre (piso acabado-forro será de 210 cm. A largura livre dos vãos de entrada e saída terá dimensão nominal de 80 cm (+/- 5 cm) e pé direito de 210 cm.

2.2.3.4

2.2.4

2.3 2.3.1

PORTAL Poderá ser confeccionado em madeira, material sintético, fibra de vidro ou combinação destas com chapas metálicas, com acabamento em pintura eletrostática ou revestimento em laminado ou material sintético, seguindo especificações do item 2.2.1, retro. A altura livre interna será de 210 cm. A largura livre interna terá dimensão nominal de 80 cm (+/- 5 cm). FOLHAS GIRATÓRIAS ESTRUTURA E VIDROS Serão 3 folhas, espaçadas de 120 graus, com estrutura e vidros conforme itens 2.2.1 e 2.2.2, retro. Deverão ser instalados 3 puxadores, sendo um em cada folha, de vidro ou acrílico transparente.

2.3.2 2.4 2.4.1

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continuação

E-POR.20

2.4.2

FIXAÇÃO As folhas deverão ser rigidamente fixadas às articulações inferior e superior de forma a garantir a resistência do conjunto, tanto no uso normal quanto nos impactos de travamento.

2.4.3 2.4.3.1

APOIOS As folhas giratórias deverão ser suportadas por 2 apoios com mancais de rolamento nas extremidades superior e inferior. Deverão ser utilizados rolamentos devidamente dimensionados para as solicitações do conjunto girante, a saber: • • mancal inferior: esforços axiais (rolamentos de roletes ou oblíquos de esferas); mancal superior: esforços radiais (rolamentos de esferas).

2.4.3.2

As caixas dos mancais deverão ser dotadas de vedação dinâmica de forma a impedir a penetração de poeira, detritos, respingos d'água, etc. A montagem dos anéis interno e externo dos rolamentos deverá garantir o ajuste adequado do conjunto girante, bem como permitir a sue rápida substituição. MOVIMENTO DE ROTAÇÃO O conjunto girante deverá ser dotado de dispositivo regulável para atenuação de velocidade e aceleração, bem como sistema de posicionamento de parada definida. O impulsionamento manual do conjunto girante deverá ser suave, permitindo a sua movimentação com pequeno esforço, de modo a não restringir o conforto e a utilização por pessoas debilitadas.

2.4.4

2.5 2.5.1

DISPOSITIVO DETECTOR DE METAIS SENSIBILIDADE Dentro da zona de atuação do sistema, que corresponde a todo o volume interno do portal, o sistema deverá atuar de acordo com os seguintes limites de detecção: • • relógios de pulso, chaveiros de dimensões normais, braceletes, etc., não deverão ser detectados: armas de fogo, fabricadas em aço ou aço de liga leve, de massa equivalente ou superior a do revólver calibre 22 ou da pistola 6.35, atualmente fabricados no pais, deverão provocar o acionamento do mecanismo de travamento da porta giratória, mesmo se portadas por elemento que adentre o portal caminhando de forma lenta.

2.5.2

ESTABILIDADE O sistema deverá apresentar características de estabilidade tais que seus ajustes de operação e sensibilidade não sejam alterados em função de: • • • variações climáticas: faixa de temperatura. 10 a 30 graus; faixa de umidade: 20 a 90%, sem condensação; vibrações normais decorrentes de esforços mecânicos na porta; movimentação de massas metálicas fora do conjunto (a mais de 1,50 m).

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5. a unidade defeituosa será encaminhada ao fornecedor para os reparos necessários. Será exigido uso de placas de circuito impresso de fibra de vidro. selecionável por TAP. Este conjunto será dotado de conectores apropriados de encaixe. a exemplo de emissões de "Walkie Talkie".5. com atributos de seletividade e exclusividade. utilizando-se unidade reserva pré-ajustada. sistemas de iluminação fluorescentes e espúrios da rede da Concessionária. disponíveis no mercado.6.5. para interligação às bobinas de emissão/detecção.4 2. que confira ao sistema adequada proteção mecânica. controle de sensibilidade. 2. com garantia mínima de 2 anos.20 2.1 2.4.5. proteção de entrada: através de fusível. II e III. Os circuitos eletrônicos deverão estar contidos em gabinete metálico ou de material sintético.continuação E-POR. operando por radiofrequência ou emissão infravermelho onidírecional.2 FONTE DE ALIMENTAÇÃO A alimentação elétrica do sistema de detecção e travamento deverá ser estabilizada. Capital Federal.3 REJEIÇÃO À INTERFERÊNCIAS ELETROMAGNÉTICAS O detector eletrônico deverá ser imune a campos eletromagnéticos normais existentes nas agências. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.6 2.5.5.1 CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS Tendo em vista as eventuais dificuldades de manutenção local. São as seguintes as especificações do retificador/flutuador: • • • • • tensão de entrada: 220/127.6. sendo facultada sua integração ao monobloco do sistema eletrônico. com condição sinalizada por LED (operada pelos usuários). selada.6. o sistema eletrônico deverá dispor de recursos de flexibilidade que possibilitem sua substituição completa por técnicos não especializados.5 CONTROLE REMOTO Será do tipo sem fios. Partes I. com travamento e baixas perdas. Idêntico tratamento deverá ser dado ao conjunto da fonte de alimentação. confeccionadas e montadas por processo industrial que cumpra normas profissionais de acabamento e qualidade. Neste caso. monofásico. 2. 2. eletroímãs. deverão ser sólidas e resistentes a impactos decorrentes de quedas. inclusive pilhas secas. Este controle deverá permitir o travamento e a liberação da porta pelo vigilante controlador. etc.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2. chave liga/desliga rede (para uso do pessoal da manutenção). VHF/UHF. sob o número 218504 .4.Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. bateria: tipo automotiva. capacidade mínima de 36 Ah.5.2 2.5. que poderá ocupar invólucro similar. chave ativa/inibe circuito eletrônico. alimentação. localizada em local de fácil acesso para manutenção e de forma a não comprometer a estética do conjunto. devendo ser comutada automaticamente para a bateria. A construção mecânica do invólucro desse dispositivo e a fixação interna da placa eletrônica. na falta de energia elétrica.5. de forma a impedir o destravamento da porta por elementos estranhos utilizando acionadores remotos ordinários.

1 3.6 MECANISMO DE TRAVAMENTO O funcionamento do mecanismo de travamento deverá contemplar os seguintes aspectos: • • • • • • • suportar as solicitações do impacto de travamento sem risco de quebra/desgaste prematuro das peças envolvidas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.1 3. Será previsto aterramento de todas as partes metálicas. O travamento da porta será indicado por meios de sinal luminoso. afixada no portal. o sistema de travamento não poderá ser neutralizado a partir do interior da caixa de passagem. sob o número 218504 .2 3. 01. caso exista. Entre outros cuidados. em quaisquer condições de ajuste dos circuitos. II e III.3 REQUISITOS DE SEGURANÇA Todo o conjunto será concebido de forma a evitar quaisquer riscos físicos aos usuários. conforme anexo 3 da P-29 POR.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Partes I.3.2.Proibida a reprodução sem autorização. deverão ser mantidos dentro de limiares que garantam total segurança contra interferências em dispositivos de marcapassos cardíacos. conectando-as à malha de proteção do sistema elétrico da dependência. a superfície da peça que colide com pino de travamento. deverá ter formato concordante com o mesmo. Os níveis de emissão eletromagnética do aparelho. serão observados os aspectos relacionados nos itens a seguir.2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS CONFORTO ACÚSTICO Os níveis de ruído emitidos pelos dispositivos eletromecânicos não deverão superar os estabelecidos pela NB-95 .3 3. SINALIZAÇÃO As folhas giratórias serão dotadas de sinalização do sentido de rotação. 3.Níveis de ruído para conforto acústico (NBR-10152). de forma a garantir a sua durabilidade.continuação E-POR. deverá receber tratamento térmico.2.4 3. facilmente visualisável pelo elemento controlador da porta.2. O mecanismo deverá permitir o retorno das folhas giratórias no sentido horário (visto de cima) para a evasão do usuário da caixa de passagem: todo o mecanismo deverá ficar contido no entreforro da caixa de passagem. em local visível e com a citação da porta alternativa de acesso.2 3. O mecanismo de travamento deverá possuir dispositivos nos batentes para amortecimento do impacto e evitando-se "pancadas secas" geradas pelo efeito de travamento. 3. 3. Será instalada uma faixa auto-adesiva de advertência para portadoras de marcapasso. o pino de travamento. 3. bem como o seu dispositivo de guia. Capital Federal.20 2.3.

quantitativos de materiais e componentes. leiaute interno. neutro e terra com seção mínima de 2. detalhes e cuidados de instalação.5.6 CONFIABILIDADE A tecnologia construtiva empregada no sistema deverá fazer uso de componentes de qualidade. Partes I. Wolpac Sistemas de Controle Ltda. instruções para manutenção básica em campo e para substituição de monoblocos eletrônicos.7 GARANTIA DE FABRICAÇÃO Deverá ser fornecido certificado de garantia válido por 2 anos contra defeitos de fabricação e instalação.Proibida a reprodução sem autorização.4 INFRAESTRUTURA ELÉTRICA O conjunto será alimentado através de circuito exclusivo. Sistema Automação S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Indústria de Viaturas. a partir de quadro elétrico indicado no projeto fornecido pelo Banco.20 3.. onde constarão detalhes executivos complementares.2 • • • • • • • MANUAL 1 (para uso do Departamento de Engenharia do Banco do Brasil): descrição básica de operação/funcionamento com diagramas em blocos funcionais. Capital Federal. diagramas esquemáticos completos.3 MANUAL 2 (para uso do pessoal das agências): • • descrição básica de funcionamento. 3.continuação E-POR. 4. sob o número 218504 . incluindo roteiros e planilhas para diagnóstico de defeitos. Caberá ao CONSTRUTOR o fornecimento e instalação de eletrodutos. fonte e demais componentes eletromecânicos.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. na forma de 2 manuais contendo o descrito nos itens a seguir. II e III.5 3. FABRICANTES O PROPRIETÁRIO somente admite a utilização dos produtos fabricados por: • • • Massari S. 3. com identificação de componentes. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . condutores de fase. e proteção termomagnética independente junto ao quadro elétrico. 3. de forma a garantir funcionamento confiável e baixíssima incidência de defeitos em todos os componentes do conjunto PGDM. e detalhes em 3 vistas das principais peças mecânicas.5 mm². cuidados para utilização do sistema e instruções para o ajuste no sistema.5. 3.1 DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA O CONSTRUTOR deverá entregar documentação técnica completa.A. instruções de ajuste e manutenção.5. 3.

determinação da resistência ao dobramento (NBR7699). FIEIRA n° 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 diâmetro (mm) 0. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 2. referente ao diâmetro.01 1. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Partes I.1 A designação de pregos com cabeça será feita por dois números (a x b) O primeiro deles.Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Fixação ferroviária .1 1.prego de linha (NBR-7644).8 2.4 5. II e III. Prego de linha .4 1.prego asa de barata (NBR-7616).0 7.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Prego comum de cabeça cônica (NBR-6374).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Pregos E PRE.4 7. O segundo número representa O comprimento medido em linhas (2.4 4.9 6.3 mm). haverá particular atenção para O disposto nas seguintes EB-73/81 EB-755/61 MB-956/76 PB-58/65 PB-248/89 TB-141/88 Pregos comuns e arestas de aço para madeiras (NBR-6627). sob o número 218504 .8 0.6 0.4 n° 19 20 21 22 23 24 25 26 27 PARIS diâmetro (mm) 3. 2.7 0. é o número do prego na Pieira Paris.5 1.0 1. Fixação ferroviária . Capital Federal.2 2.3 1. unidade que corresponde a 1/2 da polegada antiga. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.9 4.9 1.2 1.6 1.9 5. Prego de linha (NBR-7697).6 8.0 2.

Capital Federal.4 10.0 3. II e III.4 28 29 30 PARIS 8.Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.01 FIEIRA 16 17 18 2.8 9.0 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .7 3.continuação E PRE. sob o número 218504 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I.

3.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Policloreto de Vinila Mantas de PVC E-PVC.Elastômero vulcanizado .3 As mantas serão planas. Devem resistir a perfurações por grãos de areia e não apresentarão bolhas. Resistirão ao envelhecimento.4 g/cm³. II e III. ao ataque de microorganismos e aos álcalis e ácidos dissolvidos na água. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Sika S. resistentes à umidade e não devem sofrer modificações em seu volume ao contato com a água. a espessura da manta nos pontos isolados não será menor do que 90% do valor nominal. mínima: 60 N. rachaduras e ondulações. carga de ruptura à tração na emenda (corpo de prova tipo 1 da MB-57/82 (NBR7462). 3. sob a marca "Manta de PVC Sikanorm".5.01 1.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As mantas de PVC devem apresentar as seguintes características: • • • • • • espessura mínima: 1 mm.2 3. massa específica relativa. de bordas paralelas e terão espessura uniforme. tensão de ruptura à tração: 12 MPa: alongamento na ruptura à tração: 250%. 4. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. Serão impermeáveis. Capital Federal. manta de PVC é o produto obtido pela calandragem ou extrusão do policloreto de vinila. Não modificarão suas características físicas na faixa de temperatura de 0 a 70°C. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2. NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto.ensaio de tração (NBR-7462). ou seja. 3.A. especial atenção será dada à MB57/82 . dureza shore A: 80 +/. sob o número 218504 . máxima: 1. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.

Cópia fiel da Edição impressa em 1995.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Quartzo Grãos Aglutinados E-QUA.9 e 0.84 mm e o tipo GF entre 0. sob a marca "Sunplast". Partes I. Comércio e Serviços de Revestimentos Ltda.84 e 0. 1.. Satelli Indústria. Fulget Industrial e Comercial Ltda. Imprevisol Ltda.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Trata-se de produto destinado a revestimento. sob a marca "Granilha”. A apresentação do produto é feita nos tipos GG (granulometria grossa) e GF (granulometria fina). O tipo GG está classificado granulometricamente entre 1..Proibida a reprodução sem autorização. sob a marca "Imprecolor Quartz": Minavit Ltda. 1. Tecnosum Indústria e Comércio Ltda. Durox Materiais para Acabamentos Ltda. constituído por grãos de quartzo aglutinados por resina acrílica e protegidos por filme de resina epóxi.59 mm. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Os grãos de quartzo serão objeto de rigorosa seleção e coloridos com pigmentos resistentes à luz.. II e III.. Capital Federal.1 1.01 1.3 2. sob o número 218504 . FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricado por: • • • • • • • Arquiplast Indústria.. sob a marca "Granita". Comércio e Engenharia Ltda...

Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. O sistema permitirá a suspensão da tubulação a qualquer altura e regulagem milimétrica FABRICANTES Admite-se o emprego de equipamentos fabricados por: • • • Marvitec Indústria e Comércio Ltda.01 1. Capital Federal.Sociedade Eletromecânica Ltda..2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O sistema de suspensão de tubulações deve destinar-se a tubos ou dutos de qualquer formato. 1. Mecânica Walsywa Ltda.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Suspensão de Tubulações Metálica E-SUS. leves. Sisa .3 2. médios ou pesados. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III. garantindo uma resistência à corrosão de 120 horas no teste "salt-spray". Todos os componentes do sistema de suspensão serão protegidos por processo eletrolítico zinco-bicromatizado.Proibida a reprodução sem autorização. 1.1 1.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 .

Parquet Paulista S.A.4 2..A. juntas quase invisíveis na face superior dos frisos. Partes I. Recoma. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • • • Atlantic Veneer do Brasil S. 1. 1.. As tábuas de friso serão de respiga e mecha (macho-e-fêmea) perfeitamente galgadas. com folga na contraface.Proibida a reprodução sem autorização.A. apresentando coloração uniforme.. A saliência das respigas (machos) será ligeiramente inferior à profundidade das mechas (fêmeas) e a forma trapezoidal de ambas. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cemex Comércio Madeiras Exportação S. II e III. com teor de umidade entre 8 e 12%. Tacolindner S..Seleções de Madeiras S. permitirá perfeita justaposição e. Cruzeiro Laminados Indústria e Comércio Ltda. com superfície aplainada e aparelhada. Wiegando Olsen S. Selmasa .1 1. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A.01 1. sob o número 218504 .Indústria de Madeiras.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tábua corrida (frisos) Madeira E-TAB. Os frisos levarão canais ou sulcos longitudinais na face inferior. consequentemente. . com a finalidade de compensar os efeitos da dilatação pela umidade ambiente.3 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os frisos serão confeccionados com madeira rigorosamente selecionada e seca em estufa.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 1.A.A. compatível com as condições locais.

2.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Comuns E-TAC. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal.A. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • Atlantlc Veneer do Brasil S. II e III. Partes I.A. sob o número 218504 . Selmasa . Tacos modulares de madeira para soalhos na construção coordenada modularmente (NBR-5724). Execução de soalhos de tacos de madeira. NORMAS Haverá particular atenção para o disposto nas seguintes normas da ABNT: EB-14/45 NB-9/45 NB-373/81 Taco de madeira para soalhos (NBR-6451)..01 1. Recoma.Seleções de Madeiras S. Indusparquet Indústria e Comércio de Madeiras Ltda.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tacos Madeira .

Parquet Paulista S. Wiegando Olsen S. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão de macho-e-fêmea e apresentarão teor de umidade entre 8 e 12% compatível com as condições geoclimáticas do local. Capital Federal. Partes I.Proibida a reprodução sem autorização..MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tacos Madeira . Recoma. Madeireira Felgueiras Indústria e Comércio de Tacos Ltda. Selmasa Seleções de Madeiras S.Encaixe Secos em Estufa E-TAC. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram se análogos os produtos fabricados por • • • • • • Indusparquet Indústria e Comércio de Madeiras Ltda. sob a marca "Taco de Encaixe".A.A. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.02 1. sob a marca "Supertac". II e III. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A. 2. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

de quadros elétricos. sob o número 218504 .1 CONDIÇÕES GERAIS Os caixilhos serão executados em aço comum para guarnecimento de placas do material com acabamento idêntico ao da pavimentação e/ou revestimento circundante das vedações de caixa de passagem. de abrigos etc. A robustez do cada caixilho e os detalhes de fixação e aparência serão objeto de exame e aprovação da FISCALIZAÇÃO.01 1. salvo indicação em contrário.2 1.Proibida a reprodução sem autorização. de armários. inspeção ou visita. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal. de modo que através das tampas não haja penetração de águas servidas ou de lavagens. com alças para suspensão. 1. Bueiros e Caixas Diversas E-TAM. Os caixilhos serão colocados em nível superior aos das áreas circundantes.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tampas Reservatórios.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 1. II e III. Os tampões de todas as caixas deverão ser constituídos por caixilhos e tampas de ferro fundido. Partes I.

. Usiarte Indústria e Comércio de Produtos de Acrílico e Fibra de Vidro. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. FABRICANTES Admitem-se os produtos fabricados por: • • • • Colorplast Indústria e Comércio de Plásticos Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III. Duomo Indústria de Acrílico e Fibra de Vidro Ltda.01 1. Polifibras do Brasil Plásticos Reforçados e Acrílicos Ltda. Capital Federal. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Acrílico E-TEL... Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.

FABRICANTES São admitidos os produtos fabricados por: • • • • Perkron Construções Indústria e Comércio Ltda. 2. autoportantes. Construções. sob o número 218504 . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . com perfil que permita vencer vãos sem emprego de apoios intermediários.. II e III.Proibida a reprodução sem autorização. Tekno S.A... usinados em chapa estampada e repuxada. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.02 1 DEFINIÇÃO Elementos de cobertura. Indústria e Comércio. Roll-For Artefatos Metálicos Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Capital Federal.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Aço Simples E-TEL. Robertson Tekno Ltda. Partes I.

"Telha tipo Amazonas" e "Telha Trapezoidal".. constituídos em chapas de alumínio em forma trapezoidal.3 1.A. sob as marcas "Telha Standard Ondulada". II e III. A resistência ao fogo dos painéis está de acordo com a categoria B-1 da norma DIN 4102.3. As chapas de alumínio terão 0.5 mm de espessura.Proibida a reprodução sem autorização.A. "Maxi Ondulada".3. "Super-Telhas Onduladas" e "Trapezoidais". usinados em chapa de alumínio. "Telha Standard Trapezoidal". A espuma rígida de poliuretano terá 31 mm de espessura média. sob as marcas "Telha Ondulada".5 mm de espessura e serão fabricadas em liga de alta resistência à corrosão. intercaladas com espuma rígida de poliuretano. Partes I. Indústria e Comércio. O polilsocianurato poderá ter espessura entre 30 e 100 mm.1 DUPLAS São elementos de cobertura. 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Alumínio Simples e Duplas E-TEL. constituídos em chapas de alumínio em forma trapezoidal. Laminação e Extrusão.. com perfil ondulado ou trapezoidal. com antichama.2 1.03 1. Tekno S. sob o número 218504 .2. sob a marca "Kalha-Tekno". Cia.2. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram se análogos os produtos fabricados por: 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal. "Maxi Trapezoidal" e "Maxi Nervurosa". intercaladas com espuma rígida de polilsocianurato expandido. Construções. DUPLAS ANTICHAMA São elementos de cobertura. Brasileira de Alumínio. • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A. Alumínio S. É vedada a adoção do processo "spray" para aplicação de espuma. peso específico aparente de 55 kgf/m³ e será injetada entre as duas chapas de alumínio de forma que a aderência da espuma com as chapas se processe em decorrência da expansão da espuma.1 SIMPLES • • • Alcan Alumínio do Brasil S.1 1. 2.A.2 2. sob as marcas Telhas Onduladas". integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Alumínio do Brasil S. As chapas de alumínio terão 0. 1.2 1.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS SIMPLES São elementos de cobertura.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.2 DUPLAS • Bernini Indústria e Comércio Ltda. sob o número 218504 .continuação E-TEL.3 DUPLAS ANTICHAMA • Panisol S. sob as marcas "Isogrega" e "Isocobertura".A. Partes I.03 2.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Painéis Isolantes. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III.Proibida a reprodução sem autorização. 2. Capital Federal. sob as marcas "Telha Trapezoidal Plana". "Telha Trapezoidal Dupla" e "Telha Ondulada Dupla".

1 2.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS IDENTIFICAÇÃO.1. Telha cerâmica tipo francesa .Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. tais como a impermeabilidade e a resistência à flexão. NORMAS As telhas cerâmicas devem obedecer às seguintes normas da ABNT: EB-21/86 EB-1701/86 MB-54/86 MB-2132/85 MB-2133/85 MB-2524/86 PB-1013/86 PB-1245/86 PB-1246/86 PB-1247/86 Telha cerâmica tipo francesa (NSR-7172).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Cerâmicas Simples e Esmaltadas E-TEL. esfoliações. Partes I. Telha cerâmica de capa e canal . II e III. Essa característica. 2. Telha cerâmica tipo francesa forma e dimensões (NBR-8038) Telha cerâmica de capa e canal tipo paulista . gravada em alto ou baixo relevo.dimensões (NBR-9598). Em caso diverso. sob o número 218504 . Telha cerâmica de capa e canal tipo colonial . Cópia fiel da Edição impressa em 1995.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . portanto. ASPECTO VISUAL E CARACTERÍSTICA SONORA A telha cerâmica deve trazer na face inferior.determinação da carga de ruptura à flexão (NBR-9602). não apresentará defeitos sistemáticos. 2. a telha cerâmica apresentará um som metálico.3 2.determinação da carga de ruptura à flexão (NBR-6462).verificação da impermeabilidade (NBR-8948). O som produzido pela telha percutida também evidencia a presença de trincas e fissuras internas. Telha cerâmica .dimensões (NBR-9600). assim como a tonalidade da telha. Telha cerâmica de capa e canal tipo plan . deve ser comprovada a origem da telha. tais como fissuras na superfície que ficar exposta às interpéries.1. Telha cerâmica .2 2. a marca do fabricante e a cidade onde foi produzida. Telha cerâmica de capa e canal NBR-9601). 2.determinação da massa e da absorção de água (NBR8947). Quando suspensa por uma extremidade e percutida.1.04 1. possibilita ajuizar o grau de queima da peça e. quebras e rebarbas. Quanto ao aspecto visual.dimensões (NBR-9599).1. inferir a adequação de algumas propriedades. Capital Federal.

5. Partes I.5. A determinação da massa e da absorção de água será processada de acordo com a MB2132/85 (NBR-8947). tipos francesa e de capa e canal. Para efeito de dímensionamento da estrutura do telhado. peso médio por peça: 2. • • • • • • peças/m²: 15. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . o método de ensaio encontra-se definido na MB-2524/86 (NBR-9602). peso/m²: 42 kg. ESMALTAÇÃO A esmaltação se fará nas duas faces da telha.5 2. O ensaio será processado de acordo com o MB-2133/85 (NBR-8948). em caso de reforma ou manutenção de telhados. MASSA E ABSORÇÃO DE ÁGUA As telhas cerâmicas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Deverá garantir a impermeabilidade do produto e apresentar homogeneidade de cores. conforme recomendação do IPT. absorção de água na parte inferior: 1 a 3%. separadas desse plano mais do que 5 mm. será considerado o peso máximo e uma absorção de água de 20%. Capital Federal.2 2. absorção de água na parte superior: 6 a 12%.04 2. 2.2. 2. a resistência à flexão será. As telhas cerâmicas tipo francesa não apresentarão empenamentos. no mínimo.1 CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS Cada tipo de telha cerâmica deverá obedecer às dimensões e tolerâncias constantes da padronização específica. apresentarão a massa seca máxima que cada peça pode atingir.5 cm de largura.4 IMPERMEABILIDADE As telhas cerâmicas não apresentarão vazamentos ou formação de gotas em sua face inferior. II e III. quando submetidas a ensaio para verificação da impermeabilidade. Quando apoiadas sobre um plano horizontal. dimensões: 43 cm de comprimento e 21. sob o número 218504 .1 CARGA DE RUPTURA À FLEXÃO Para maior segurança no trânsito de pessoas sobre o telhado. Esse aspecto é importante para garantir o perfeito ajuste entre telhas vizinhas. 2.2 2.2 2. encontra-se definido na MB-54/86 (NBR-6462) em se tratando de telhas cerâmicas tipo francesa. O método de ensaio para a determinada carga de ruptura a flexão. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.6 2.continuação E-TEL.Proibida a reprodução sem autorização.7 TELHAS TÉRMICAS As telhas térmicas apresentarão as seguintes características. bem como permitir a reposição de peças. Para telhas cerâmicas do tipo capa e canal. deflexões ou distorções que venham a prejudicar o encaixe.2. em nenhum ponto.8 kg..3 2. de 10 N. as arestas de telhas cerâmicas de capa e canal não ficarão.

5 FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • • • • • • • • • Cedisa . PADRONIZAÇÃO DE TELHAS CERÂMICAS Para efeito esta Especificação... 3..2 TELHA TIPO PLAN O escoamento ocorre pelo canal. A capa evita a penetração de água recobrindo. Tijolos e Telhas Mavi Ltda. A telha apresenta detalhes que propiciam bom encaixe entre canais e ripas e entre capas e canais. em média.4 TELHAS TIPO COLONIAL A diferença estética entre a telha do tipo colonial e a telha do tipo paulista é o comprimento maior e a diferença da relação altura/largura O espaçamento entre ripas (galga) é de 44 cm. Planatex Indústria de Cerâmica Ltda. o que determina um espaçamento entre ripas (galga) de 40 cm. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização. em média. Cerâmica Maria Paula Ltda. 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Cerâmica Vaz Ltda. Partes I. Possui outros rebaixos.. longitudinalmente.continuação E-TEL.A.04 3. 2 canais vizinhos. representada por Forja Tijolos S.. Cerâmica Mandi Ltda. Cerâmica Itu Ltda.. Telha Tex Indústria de Cerâmica Ltda.1 TELHA TIPO FRANCESA Possui encaixes transversal e longitudinal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília... II e III. O recobrimento transversal é de 6 cm. variando entre fabricantes. bem como ranhuras na lateral da peça. para facilitar o escoamento da água. a padronização será a seguinte: 3. à guisa de canais.Cerâmica Difrei S. Indústria Cerâmica Barra Bonita Ltda.3 TELHA TIPO PAULISTA A telha tipo paulista difere da telha plan apenas quanto ao perfil. 3. sob o número 218504 . variando entre fabricantes. para aumentar a segurança em caso de trânsito sobre ela.A. mantendo o mesmo sistema de encaixe.

Polifibras do Brasil Plásticos Reforçados e Acrílicos Ltda.05 1.. podem ser transparentes ou leitosas. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . FABRICANTES Admite-se o emprego dos produtos fabricados por: • • • • Duomo Indústria de Acrílico e Fibra de Vidro Ltda. Durana Técnica em Plástico Ltda.A. Pinho Comércio e Indústria Ltda.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Fibra de Vidro E-TEL. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Feitas de resina poliéster e fibra de vidro. 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. sob a marca "Translux". M. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. sob o número 218504 ..

nas espessuras de 6 e 9 mm. "Sanocalha Meio-Tubo". • • • Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Peças complementares para telhas onduladas de fibrocimento . nas espessuras de 6 e 8 mm. nas espessuras de 6 e 8 mm. nas espessuras de 8 a 10 mm. "Canalete".determinação da resistência à flexão (NBR-6468). NORMAS Dentre as normas da ABNT atinentes ao assunto. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob as marcas "Chapas Onduladas Brasilit".verificação uniformemente distribuídas (NBR-5643). na espessura de 4 mm. Telha ondulada de fibrocimento . na espessura de 10 mm e "Telha Modulada". nas espessuras de 6 e 8 mm.. haverá particular atenção para o disposto nas seguintes: EB-93/82 MB-234/82 MB-236/82 MB-1089/82 MB-1090/82 NB-94/82 NB-554/77 PB-1169/85 Telha ondulada de fíbrocimento (NBR-7581). Telha de fibrocimento . "Kalheta Delta". Capital Federal.funções. S. sob as marcas "Chapas Onduladas Eternit".A. nas espessuras de 8 a 10 mm: Precon Industrial S. II e III. Tubos Brasilit. na espessura de 5 mm e "Chapas Onduladas Precontex". Partes I. sob as marcas "Chapas Onduladas Precon". na espessura de 10 mm. Telha ondulada e chapa estrutural de fibrocimento . "Chapas Onduladas Preconit".A.Proibida a reprodução sem autorização. Sano S. na espessura de 8 mm.determinação da impermeabilidade (NBR-5642). na espessura de 8 mm. 2. "Sanocalha Bandeja". sob as marcas "Chapas Onduladas Sano". na espessura de 8 mm e "Meia-Cana".A. nas espessuras de 8 e 9 mm e "Sanocalha Estrutural". Emprego de chapas estruturais de cimento-amianto (NBR-5639). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.determinação da absorção de água (NBR-6470).A. "Meios-Tubos".06 1. Telha ondulada de fibrocimento . FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • Eternit S.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Fibrocimento (Cimento-Amianto) E-TEL. sob o número 218504 . "Kalhetão Brasilit". Indústria e Comércio. tipos e dimensões(NBR-9066). da resistência a cargas Folha de telha ondulada de fibrocimento (NBR-7196). na espessura de 10 mm.

A lâmina metálica de alumínio terá 0. do tipo "Tego Film".5 kgf/m². DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Partes I.3 2. 2. A espessura total da telha será de 6 mm e o peso será de 4. ondulada. o que implicará em uma altura total de 37 mm.00 m de largura.07 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Madeira E-TEL.Proibida a reprodução sem autorização.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A madeira compensada ondulada será constituída por 5 lâminas colocadas com resina sintética. As telhas serão 2.: • Indústrias Madeirit S. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. revestida em um dos lados com lâmina metálica de alumínio - 2. do tipo compensado naval. sob a marca "Telhas Madeirit".05 mm de espessura. A madeira compensada será imunizada com sal de Wolman ("Tanalith") para resistir ao ataque de fungos e insetos. sob o número 218504 . II e III.20 m de comprimento e 1. Capital Federal. como cumeeiras de madeira e plástico e peças de fixação. 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.4 3. Terão 6.5 ondas e a altura das ondas será de 31 mm.2 2. Haverá peças complementares. telha de madeira é a telha constituída por madeira compensada laminada.A.

. 2. Goyana S.A.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Plástico E-TEL. Indústria e Comércio de Matéria Plástica.A.Proibida a reprodução sem autorização. II e III.. Capital Federal. de alto peso molecular. em chapas translúcidas ou opacas.08 1.Indústria de Produtos Comércio em Plásticos Reforçados Ltda.. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.A. Prefal . Indústrias Brasileiras de Matérias Plásticas. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Feitas de cloreto de polivinila (PVC) rígido.A. Indústrias Químicas Eletro Cloro S. ou de poliéster reforçado com filamentos de vidro. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Durana Técnica em Plástico Ltda. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 . Indústria e Comércio Trorion S. Partes I. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por. • • • • • • Braspla S.

com as dimensões de 45 x 16 x 14 cm. para a capa. Indústria de Vidros Pirofrax Ltda. “Francesa Carioca”. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. para a canal e 45 x 14 x 11 cm. “Francesa Paraná”. “Tipo Plan”. Capital Federal. sob o número 218504 . com encaixe à esquerda e dimensões de 44 x 24 cm.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Vidro E-TEL. 2.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão claras. “Tipo Colonial”.Proibida a reprodução sem autorização. TIPOS • • • • • “Francesa Paulista”. com as dimensões de 50 x 18 x 14 cm.. 1.1 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. bem moldadas e de dimensões uniformes. para a capa.09 1. com encaixe à direita e dimensões de 39 x 23 cm. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .Indústria Brasileira de Vidros e Refratários Ltda. para a canal e 50 x 14 x 11 cm. com encaixe à direita e dimensões de 41 x 24 cm. • • Ibravir . II e III.

integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 1.50 n° de corrugações reais 12 10 efetivas 1 9 n° de corrugações reais 888 745 efetivas 830 695 2. sob a marca "CZC".MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Zinco E-TEL.2 As telhas terão o comprimento máximo de 3.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão constituídas por chapas zincadas corrugadas. sob o número 218504 . com uma camada de zinco aplicada por imersão de chapa em banho do metal fundido. 1. em ambas as faces. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . ou ainda. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por. Capital Federal.55 a 3. Partes I. por eletrodeposição. fabricadas com aço de baixo teor de carbono e revestidas.50 e 5 55 características da tabela abaixo: espessura (mm) 0. II e III.35 a 0. • Cia.10 1.Proibida a reprodução sem autorização. Siderúrgica Nacional. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.40 0.

polilsocianurato ou poliuretano rígido expandido. A espessura do núcleo é garantida pelo perfil espaçador e será determinada em função da condutibilidade térmica desejada.A. 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 0.25 e 1.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS São elementos de cobertura constituídos de chapas de aço galvanizado em forma trapezoidal. Dependendo do tipo de telha trapezoidal.95. Indústria e Comércio. Partes I.55 mm. Para arremate das bordas haverá perfil próprio. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 0.2 1. intercaladas com lã de vidro. Eucatex S. 0.80. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. sob o número 218504 . 1.3 2. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização. 0..65. as espessuras das chapas podem ser de 0.A. 1.50. Painéis Isolantes. II e III.Termoacústicas E-TEL. Panisol S.11 1.: • • • Bernini Indústria e Comércio Ltda. lã de rocha.43. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por. sob a marca "Telha Termoacústíca".MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Telhas Aço Duplas .

deformações e desuniformidade de cor.3.0 MPa). As tolerâncias máximas de fabricação serão de 3 mm para mais ou para menos.4 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Os tijolos se classificam em comuns e especiais. Os especiais são fabricados em formatos e especificações acordados entre as partes.3 ÁREA BRUTA Área de qualquer uma das faces do tijolo.3 1. essencialmente fabricados nas mesmas condições.5 MPa) e C (4. podendo apresentar rebaixos de fabricação em uma das faces de maior área. sendo suas dimensões nominais de 190 x 90 x 57 e 190 x 90 x 90 mm (comprimento x largura x altura). Capital Federal.1 TIJOLOS MACIÇOS DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. nas 3 dimensões. Os tijolos comuns possuirão a forma de um paralelepípedo retangular. 1. quebras.Proibida a reprodução sem autorização. superfícies irregulares.4.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os tijolos maciços cerâmicos são fabricados com argila.4. particularmente as seguintes. conformados por extrusão ou prensagem. sob o número 218504 . 1. Tijolo maciço cerâmico para alvenaria . 1. II e III.forma e dimensões (NBR-8041).2 NORMAS Os tijolos maciços obedecerão às correspondentes normas da ABNT. EB-19/83 PB-1007/83 Tijolo maciço cerâmico para alvenaria (NBR-7170).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tijolos e Blocos Cerâmicos E-TIJ. Os tijolos não apresentarão defeitos sistemáticos tais como trincas. ao produto final.4 1.3. atender às condições determinadas nesta Especificação. constituídos de unidades do mesmo tipo e qualidade.1 TERMINOLOGIA DIMENSÃO NOMINAL Dimensão especificada pelo fabricante para as arestas do tijolo. Os tijolos comuns são de uso comum e podem ser classificados em categorias A (1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.5 MPa).4. B (2. 1.3 1.3. o que será efetuado sem prejuízo para o uso do produto. queimados a temperatura que permita.4.2 DIMENSÃO REAL Dimensão obtida de acordo com o processo definido na EB-19/83 (NBR-7170). 1. entende-se por tijolo maciço o tijolo que possui todas as faces plenas de material.2 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.01 1. conforme sua resistência à compressão. 1. Partes I. Serão fornecidos em lotes ou sublotes identificáveis. A unidade de compra é o milheiro. 1. Devem trazer a identificação do fabricante.

Somem-se os resultados obtidos em qualquer dos casos e divide-se o resultado por 24 para obter-se a dimensão real do comprimento dos tijolos. Na inspeção por medição direta. o lote será aceito se a dimensão real encontrada atender às características geométricas especificadas. por medição direta e por ensaio. o CONSTRUTOR pode solicitar a inspeção geral. as exigências quanto às características visuais serão objeto de verificação no lote inteiro.000 tijolos.5 Para determinação das dimensões.6. o lote pode ser aceito na 1ª ou na 2ª amostragem.1 1. serão verificadas as características geométricas em lotes não superiores a 10. Se. 1. no sentido do comprimento.2 ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO Os tijolos rejeitados na inspeção serão retirados do lote e substituídos. ou 3 filas de 8. Capital Federal. Na inspeção por medição direta.continuação E-TIJ.000 a 50. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.6. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.6. Neste caso. Partes I. se houver a reprovação do lote. colocam-se 24 tijolos em fila. desde que tenha providenciado a reposição dos tijolos defeituosos.6 1.000 1ª AMOSTRA 8 13 20 2ª AMOSTRA 8 13 20 1. transformá-la em dupla amostragem. sob o número 218504 .6. Na inspeção por ensaio. sendo o número de sistema o indicado no quadro a seguir: 1. por alguma razão.Proibida a reprodução sem autorização.01 1. de acordo com o indicado a seguir: 1. Na inspeção geral. e serão medidas separadamente. A fim de reduzir a duração da inspeção geral pode-se.4 Na inspeção por ensaio. a partir de acordo entre as partes. largura ou altura e mede-se com auxilio de ume trena metálica (aproximação de 2 mm).000 a 3.000 de 3. a amostra será dividida em 2 filas de 12.4.001 a 35. INSPEÇÃO Serão feitas inspeções de forma geral. não for possível medir os 24 tijolos dispostos em ume fila.5 LOTES de 1.000 de 35. II e III. a resistência à compressão dos tijolos será verificada por dupla amostragem.3 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

000 a 3. Bloco cerâmico para alvenaria .continuação E-TIJ.000 de 35. BLOCOS CERÂMICOS DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.01 AMOSTRA LOTES 1ª 8 13 20 2ª 8 13 20 UNIDADES DEFEITUOSAS 1ª AMOSTRA n° aceitação 1 2 3 n° rejeição 4 5 7 1ª + 2ª AMOSTRAS n° aceitação 4 6 8 n° rejeição 5 7 9 de 1.6. 2.2 DIMENSÃO REAL Dimensão obtida para as arestas do bloco através da média das dimensões de 24 blocos.001 a 35. 2. Capital Federal.000 1.7 2.6. O lote será rejeitado na 1ª amostragem se o número de unidades defeituosas for superior ao número de rejeição.Proibida a reprodução sem autorização. Bloco cerâmico portante para alvenaria .verificação da resistência à compressão (NBR 6461). Cópia fiel da Edição impressa em 1995.5 Para que o lote seja aceito na 1 amostragem.000 de 3.1 TERMINOLOGIA DIMENSÃO NOMINAL Dimensão especificada pelo fabricante para as arestas do bloco.001 a 50. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 NORMAS Serão obedecidas as normas da ABNT sobre o assunto.3 2.3. sob o número 218504 . é necessário que o número de unidades defeituosas seja inferior ou igual ao número de aceitação. EB-20/83 MB-53/83 MB-1820/83 PB-1008/83 Bloco cerâmico para alvenaria (NBR-7171). é necessário que a soma das unidades defeituosas da 1ª e 2ª amostragens seja inferior ao número de aceitação indicado na tabela acima.determinação da área líquida (NBR-8043).3. 2.1 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. entende-se por bloco cerâmico o componente de alvenaria que possui furos prismáticos ou cilíndricos perpendiculares às faces que os contêm. II e III. Bloco cerâmico para alvenaria formas e dimensões (NBR-8042). O lote passará para a 2ª amostragem se o número de unidades defeituosas for superior ao número de aceitação e inferior ao de rejeição. Para que o lote seja aceito na 2ª amostragem.6 1. 1.6. particularmente as seguintes. Partes I.

superfícies irregulares. o que será efetuado sem prejuízo para o uso do produto. 2.4. constituídos de blocos do mesmo tipo e qualidade.4. Classificam-se em blocos de vedação ou portantes.5 4.0 10. • blocos de vedação: altura .1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os blocos cerâmicos são fabricados com argila.4. conformados por extrusão.Proibida a reprodução sem autorização.4. queimados a temperatura que permita ao produto final atender às condições determinadas nesta Especificação. CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS Os blocos de vedação e portantes comuns possuirão a forma de um paralelepipedo retangular. Partes I. II e III. sob o número 218504 .4 ÁREA LÍQUIDA Área bruta de qualquer uma das faces do bloco diminuída da área dos vazios contidos nesta face.3.6 2. Capital Federal.01 2. quebras. Os comuns são os de uso corrente e serão classificados conforme sua resistência à compressão na área bruta. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.5 2.4.4 2.maior aresta da face perpendicular aos furos. e os portantes.menor aresta da face perpendicular aos furos.4. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. essencialmente fabricados nas mesmas condições. largura . Os especiais serão fabricados em formatos e especificações acordados entre as partes.1 Os blocos não apresentarão defeitos sistemáticos tais como trincas.3 TIPO De vedação A B C Portante D E RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO (MPa) 1.3.4 Os blocos cerâmicos podem ser especiais ou comuns.3 ÁREA BRUTA Área de qualquer uma das faces do bloco. com os furos na vertical.4. entendendo-se por largura (L). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . deformações e desuniformidade de cor. Devem trazer a identificação do fabricante.0 7. Serão fornecidos em lotes ou sublotes identificáveis.6. Os de vedação são projetados para serem assentados com os furos na horizontal. altura (H) e comprimento (C) desse paralelepípedo o seguinte.continuação E-TIJ.2 2. 2. conforme tabela abaixo: 2.5 2. 2.0 2.

Proibida a reprodução sem autorização. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Capital Federal.comprimento . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 . Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III.aresta paralela ao eixo dos furos.

Proibida a reprodução sem autorização.4.menor aresta da face perpendicular aos furos.3 +/.4.01 • blocos portantes: largura . Partes I.4. Capital Federal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 .aresta paralela ao eixo dos furos. comprimento .6.2 As dimensões comerciais e nominais dos blocos de vedação e portantes comuns são as seguintes: DIMENSÕES COMERCIAIS (cm) LXHXC 10 x 20 x 10 10 x 20 x 20 10 x 20 x 30 10 x 20 x 40 15 x 20 x 10 15 x 20 x 20 15 x 20 x 30 15 x 20 x 40 20 x 20 x 10 20 x 20 x 20 20 x 20 x 30 20 x 20 x 40 DIMENSÕES NOMINAIS (mm) LARGURA (L) 90 90 90 90 140 140 140 140 190 190 190 190 ALTURA (H) 190 190 190 190 190 190 190 190 190 190 190 190 COMPRIMENTO (C) 90 190 290 390 90 190 290 390 90 190 290 390 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.3 +/.3 3 3 2. II e III.8 A sistemática para a determinação das dimensões é a mesma definida para os tijolos maciços. 2.7 As tolerâncias máximas de fabricação para os blocos são as indicadas a seguir: DIMENSÃO Largura (L) Altura (H) Comprimento (C) Desvio em relação ao esquadro (D) Flecha (F) TOLERÂNCIA (mm) +/.continuação E-TIJ. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .maior aresta da face perpendicular aos furos. altura .

cada bloco será submetido a ensaio. As exigências quanto ao desvio em relação ao esquadro e planeza serão verificadas por dupla amostragem. A resistência à compressão do bloco será determinada de acordo com o método de ensaio constante da MB-53/83 (NBR-6461).000 1ª AMOSTRA 32 50 80 2ª AMOSTRA 32 50 80 2.000 1ª AMOSTRA 8 13 2ª AMOSTRA 8 13 2.001 a 50. II e III. sob o número 218504 .000 blocos. a resistência à compressão será verificada por dupla amostragem.2 LOTES de 1. INSPEÇÃO Toda a partida será dividida em lotes.5. as exigências quanto às características visuais serão verificadas no lote inteiro.6. as exigências quanto às dimensões nominais serão verificadas em lotes não superiores a 10. Partes I.5.6 2.000 de 35. empregando-se régua metálica com precisão de 0. O número de amostras será o indicado na tabela a seguir: LOTES de 1. por medição direta e por ensaio. Serão feitas inspeções de forma geral. 2. A planeza das faces destinadas ao revestimento será determinada através da flecha na região central de sua diagonal. sendo o número de amostras o indicado na tabela a seguir: 2.01 2. Capital Federal.1 2.001 a 35.000 a 3. A inspeção será procedida em local determinado pelas partes para a completa verificação dos pontos preestabelecidos.1 ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO Os blocos rejeitados na inspeção geral serão retirados do lote e substituídos.11 2.5 mm) metálicos.10 2.001 a 35. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.5.3 Na inspeção por medição direta. Na inspeção geral. empregando-se esquadro (90° +/. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.000 de 3.4.5.5 2.000 de 3. A determinação da área líquida será procedida de acordo com o método de ensaio constante da MB-1820 (NBR-8043).4 Na inspeção por ensaio.000 a 3.4.Proibida a reprodução sem autorização.9 O desvio em relação ao esquadro será medido entre as faces destinadas ao assentamento e ao revestimento do bloco.continuação E-TIJ.5 mm.4. conforme descrito adiante. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .5) e régua (precisão de 0.

pode-se.000 a 3. de acordo com o indicado na tabela abaixo: AMOSTRA LOTES 1ª 32 50 80 2ª 32 50 80 UNIDADES DEFEITUOSAS 1ª AMOSTRA n° aceitação 5 7 11 n° rejeição 9 11 16 2ª AMOSTRA n° aceitação 12 18 26 n° rejeição 13 19 27 de 1. se houver a reprovação do lote. transformar a inspeção geral em dupla amostragem. Quanto ao desvio em relação ao esquadro e à planeza. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 . Para que o lote seja aceito na 2ª amostragem é necessário que a soma das unidades defeituosas da 1ª e 2ª amostragens seja inferior ao número de aceitação indicado nas tabelas acima.6.000 de 3.5 Para que o lote seja aceito na 1ª amostragem. o CONSTRUTOR pode solicitar nova inspeção geral.6. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.001 a 35.6 2.000 2. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização.4 Na inspeção por ensaio.6. o lote será aceito se as dimensões reais encontradas atenderem às características geométricas especificadas. O lote passará para a 2ª amostragem se o número de unidades defeituosas for superior ao número de aceitação e inferior ao número de rejeição.3 Na inspeção por medição direta.6. O lote será rejeitado na 1ª amostragem se o número de unidades defeituosas for superior ao número de rejeição.000 de 10.000 a 3. desde que tenha providenciado a reposição dos blocos defeituosos.6.7 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2.continuação E-TIJ. a partir de acordo entre as partes. é necessário que o número de unidades defeituosas seja inferior ou igual ao número de aceitação.01 2.001 a 10.6. Partes I.001 a 35. o lote pode ser aceito na 1 ou na 2 amostragem.000 2. Nesse caso.000 de 3.2 Com o objetivo de reduzir sua duração. 2. II e III. o lote pode ser aceito na 1 ou na 2 amostragem. de acordo com o indicado na tabela a seguir: AMOSTRA LOTES 1ª 8 13 2ª 8 13 UNIDADES DEFEITUOSAS 1ª AMOSTRA n° aceitação 1 2 n° rejeição 4 5 1ª + 2ª AMOSTRAS n° aceitação 4 6 n° rejeição 5 7 de 1.

II e III. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . antiácidos.02 1. aluminosos. Partes I. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tijolos Refratários E-TIJ. 2.determinação da resistência à flexão à temperatura ambiente (NBR 6228). Capital Federal. sob o número 218504 . NORMAS Haverá particular atenção para o disposto nas seguintes normas da ABNT: MB-1441/80 MB-1442/80 Tijolos refratários isolantes .determinação da resistência à compressão à temperatura ambiente (NBR-6227). CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão refratários sílico-aluminosos. isolantes de sílica e de carbureto de silício. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Proibida a reprodução sem autorização. Tijolos refratários isolantes .

1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS RESISTÊNCIA A COMPRESSÃO Os blocos do tipo estrutural são fabricados com resistência à compressão controlada. Partes I. sendo fabricados com resistências de 10 até 35 MPa. 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.°C. Os valores médios das resistências controladas têm um desvio padrão de 12 MPa. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 3. a estabilidade dimensional é de +/. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .60 a 0. 3. a vapor.h.m/m². 3. Nas outras dimensões.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tijolos Sílico-Calcários E-TIJ. é <= 2 mm.Proibida a reprodução sem autorização. 3. 3. conservando-se.5 PROTEÇÃO AO FOCO Os blocos sílico-calcários resistem a 4 horas de fogo. 2. Seu valor médio está entre 10 e 12% (kgf de água por kgf de material seco). II e III. abaixo da linha de falência (120°C temperatura ambiente).85 kcal. em relação à temperatura da face oposta. sob alta pressão.2 mm. ou seja. com resistência não controlada. sob o número 218504 . feitas por prensagem de uma argamassa de areia silicosa e cal virgem em pó.2 ABSORÇÃO A absorção de água decresce com o aumento de sua resistência à compressão. e do tipo normal e extra. na direção do eixo longitudinal.4 CONDUTIBILIDADE TÉRMICA A condutibilidade térmica é de 0. NORMAS Os blocos sílico-calcários obedecerão à norma DIN-106. Capital Federal. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. submetidas a uma autoclavagem de 5 horas.03 1. fabricados em peças prismáticas brancas.3 ESTABILIDADE DIMENSIONAL Na direção de prensagem. entende-se por tijolos sílico-calcários o material de construção da classe dos produtos sílico-calcários. maciças ou com furos.

Cópia fiel da Edição impressa em 1995.5 x 11.Proibida a reprodução sem autorização.5 x 7.3 x 24 17.03 4.0 x 11. II e III. Partes I. TIPOS E DIMENSÕES TIPO NF 2 DF 2 DF 14 3 DF DIMENSÕES (cm) 11.75 4. sob o número 218504 . Capital Federal.5 x 11.continuação E-TIJ.3 x 24 14.1 x 24 11.00 4.00 PEÇAS/m² 48 32 32 32 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .3 x 24 PESO (kg) 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.80 6.

14 0.577 0. máx. de trabalho (MPa) 0.4 1.6 0.628 0.°C) Temp. sob a marca "Isobloc".15 55 65 70 95 1. sob o número 218504 .1 0.100 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tijolos Vermiculita Expandida E-TIJ. máx.150 0.250 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . máx.8 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. amb. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Eucatex S.A.7 1. nas dimensões de 229 x 114 mm e nas espessuras de 63 e 76 mm. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. aparente (g/cm²) Resistência à Compressão à temp. na face fria (°C) Refratariedade (°C) 1 B-501 1 B-801 1 B-802 1 B-1151 500 800 800 1. de trab. de trab.200 1. Indústria e Comércio.693 1. (kcal.13 0. com as seguintes características: TIPO Temp. Capital Federal.Proibida a reprodução sem autorização.12 0.04 1.9 Condutib.8 1. II e III.h.1 1.538 0.200 1. (MPa) Após queima à temp. (°C) Massa específ. Partes I.m/ m². térmica à temp.

pesando 2. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • Electrovidro S.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tijolos Vidro E-TIJ. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. pesando 2. Capital Federal.00 kgf/unidade. Indústria de Vidros Pirofrax Ltda. 20 x 20 x 10 cm. 3. sob a marca "Vidromatone".Indústria Brasileira de Vidros e Refratários Ltda.A. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . translúcido.05 1.. entende-se por tijolos de vidro os tijolos moldados em uma só peça confeccionada com vidro extraclaro. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. Ibravir . . sob o número 218504 . CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os tijolos de vidro têm as seguintes dimensões e pesos: • • 20 x 20 x 6 cm. Partes I. 2.70 kgf/unidade.Proibida a reprodução sem autorização. não transparente. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.

Óxido de ferro natural. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Carbonato de cálcio (CRE). Azul da Prússia. Verde-cromo concentrado. Óleo de linhaça cozido. Carbonato de cálcio precipitado. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Classificação do óleo bruto e semi-refinado de caroço de algodão.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tintas e Vernizes Normas e Classificação E-TIN. Azul-ultramar. NORMAS Haverá particular atenção para o disposto nas seguintes normas da ADNT: EB-7/43 EB-16/43 EB-23/51 EB-24/51 EB-26/45 EB-27/51 EB-28/51 EB-29/51 EB-30/51 EB-31/51 EB-32/45 EB-33/45 EB-34/45 EB-35/45 EB-36/45 EB-37/51 EB-38/51 EB-95/56 EB-96/56 EB-140/62 EB-174/64 EB-236/67 EB-243/82 EB-285/79 EB-316/72 TB-124/76 Óleo de linhaça cru. Partes I.alvaiade de chumbo. Amarelo-cromo. Verde-cromo reduzido. II e III. Esmalte à base de resina sintética para exterior: Diluente para esmalte sintético. Tinta ou massa retardante de incêndio. Óxido de zinco (alvaiade de zinco). Litopônio. Óxido verde-cromo. Ocre. Secante em pó.01 1. Aguarrás vegetal (essência de terebentina). Carbonato básico de chumbo . Viscosímetros cinemáticos padronizados de vidro. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Óxido vermelho de chumbo (zarcão). Capital Federal. Óleo de tungue cru.Proibida a reprodução sem autorização. sob o número 218504 . Vernizes e resinas (NBR-5846). Pó de zinco (NBR-6629).

tintas vinílicas. tintas de "hypalon". tintas formol-fenólicas. 2. tintas betuminosas. tintas de neoprene. Partes I.2 AQUOSAS • tintas de zinco .1 2.01 2.silicato (base água) Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .1 TINTAS ALQUÍDICAS TINTAS COM VEÍCULO TERMOPLÁSTICO NÃO AQUOSAS • • • • • • • • tintas acrílicas. tintas ASTV. sob o número 218504 . 2. II e III. tintas de epóxi-alcatrão. CLASSIFICAÇÃO DE TINTAS Para efeito destas Especificações.3.Proibida a reprodução sem autorização. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.continuação E-TIN. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. tintas de poliuretano.1 TINTAS COM VEÍCULO REATIVO NÃO AQUOSAS • • • • tintas de epóxi.1. tintas de borracha clorada.2.1. tintas de PVA.3 2.3 2.2. esmalte sintético.3.2 TINTAS COM VEÍCULO NÃO AQUOSO E ÓLEO SECATIVO TINTAS A ÓLEO LACAS • • esmalte tipo "Duco". Capital Federal.1. tintas de zinco-epóxi.2 AQUOSAS • • tintas de látex.2 2. 2. 2. a classificação de tintas será a seguinte: 2.1 2.

. Denver Indústria e Comércio Ltda.A.1 3..A. Tintas e Vernizes. considerando que o critério adotado em sua elaboração foi o de tomar como base o veículo permanente. II e III. imunizantes..4 EXTRA CLASSIFICAÇÃO Como o critério de classificação tomou como base o veículo permanente. Tintas e Pigmentos. sob o número 218504 . Montana S. FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • • • • • • • • • • • • • Abel de Barros Comércio e Indústria de Tintas S. pintura a cola. Para efeito desta Especificação. Otto Baumgart Indústria e Comércio S. Fusecolor Tintas e Vernizes Ltda. no fato de que os últimos não possuem em sua constituição elementos de cobertura. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .. Indústria e Comércio..01 2. Química Industrial .A. Partes I. Matsica . Glasurit do Brasil Ltda. entendendo-se como tal. resistentes ao calor.A.CIL. Globo S. Mobil Química Ltda. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. pigmentos. corantes e cargas. • • • • • • • hidrófugas de base de cimento. Hempel Tintas Marítimas S. Plastoflex Tintas e Plásticos Ltda... hidrófugas de base de silicone. Capital Federal. Michigan Química do Brasil Ltda.A. 4. a diferença entre tintas e vernizes reside.Proibida a reprodução sem autorização. ainda. 3.. Polidura S..Fábrica da Tintas Águia. Alba Química Indústria e Comércio Ltda.. minerais de base de cal (caiação). ignífugas.Indústria e Comércio de Materiais Sintéticos para Construção Ltda.2 CLASSIFICAÇÃO DE VERNIZES A classificação de vernizes é semelhante à de tintas. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. as tintas incluídas nesta categoria escapam a essa diretriz.A. apenas. minerais de gesso e cola ou têmpera ou. 3. Ibratin Indústria e Comércio Ltda.. Cia.continuação E-TIN. .

Tintas Kresil Ltda.01 • • • • • • • • • • • • • • • Prema Tintas e Preservação de Madeiras S.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.A..A.. Partes I. Indústria e Comércio. Química Industrial União Ltda. Tecno-Fogo S. Capital Federal.A.continuação E-TIN.. Tintas Ypiranga Ltda.. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .A.. II e III. Tintas Coral S.. Sherwin Williams do Brasil Indústria e Comércio Ltda.. Sayer Lack Indústria Brasileira de Vernizes S.A..A..A. Renner Herrmann S... Retinco Indústrias de Tintas e Revestimentos Ltda.A. Tintas Wanda . Tecno-Quimica S. Indústria de Tintas e Óleos. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Revplast Indústria e Comércio Ltda.Akso Ltda. Tintas Internacional S. Sika S. sob o número 218504 .Proibida a reprodução sem autorização.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .4 BORRACHA CLORADA Tintas de borracha clorada são aquelas em que o veículo permanente é constituído por uma resina natural.6 FORMOL-FENÓLICAS Tintas formol-fenólicas.Proibida a reprodução sem autorização.02 1. obtida pela ação do cloro sobre uma solução de látex natural em tetracloreto da carbono. por reação em meio alcalino. Partes I. vinil. stireno. tolueno) e que secam por evaporação do solvente. II e III. de PVA. 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. modificada.2 ALQUÍDICAS Tintas e vernizes alquídicos são aqueles em que o veículo permanente é constituído por resinas artificiais em cuja composição se encontram.3 ASVT Tintas ASVT são aquelas em que o veículo permanente é constituído por resina de copolímeros ASVT (acrílico.01). São aquosas.1 DEFINIÇÕES ACRÍLICAS E ESMALTES Tintas e vernizes acrílicos são aqueles em que o veículo permanente é constituído por resina em cuja composição se encontram polímeros ou copolímeros do ácido acrílico e do ácido metacrílico. Capital Federal. 1. bem como ésteres desses ácidos. isolados ou associados a outros elementos.5 EPÓXI Tintas e vernizes de epóxi são aqueles em que o veículo permanente é constituído por resina epóxi obtida a partir da epicloridrina e do bisfenol "A". ou simplesmente tintas fenólicas. são aquelas em que o veículo permanente é constituído por uma resina obtida pala reação do formol com o fenol em presença da colofônia ou qualquer outra resina natural. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob o número 218504 .7 IGNÍFUGAS Tintas ignífugas são produtos que se enquadram na categoria da tintas como veículo termoplástico. 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tintas e Vernizes Diversos E-TIN. É vedado seu emprego em superfícies expostas à radiação solar (vide EEPO. 1. com adição de sais de mono-amônea e fosfato. 1. 1. o anidrido ftálico (derivado do ácido ftálico) e a glicerina. 1.

para exteriores. Taxa de plastificação é a porcentagem do plastificante em relação ao peso da resina seca. sob o número 218504 .8.2 1.8. 1.2 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . O veículo volátil é o aguarrás (essência de terebintina) atuando como solvente.9 1.11 1. como resina alquídica ou maléica. associada a um secante. Capital Federal.11. Para uso em exteriores. produtos que lhes conferem propriedades especiais. de magnésio ou de cobalto. pigmentos e cargas.2 1.Proibida a reprodução sem autorização.1 1.11.12 1. cujos componentes fundamentais são os veículos permanentes e voláteis. octila ou isooctila). II e III. Esmalte tipo "Duco" é a laca em que o veículo permanente é constituído exclusivamente por resina de nitrocelulose impregnada de um pigmento. e para uso em interiores.10. Entendem-se por emulsões copolímeras de PVA aquelas em que os plastificantes estão quimicamente ligados ao PVA e. O grupo reativo dos isocianatos (de fórmula NCO) e o grupo hidroxila dos poliésteres (de fórmula OH) reagem por adição. e.3 1.continuação E-TIN.10. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. resinas e pigmentos. por conseguinte.1 LACAS Lacas são tintas e vernizes que secam por evaporação e são constituídos por solução de nitrocelulose.26). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. entre 12 e 25%.8 1. Esmalte sintético é a laca em que o veículo permanente é constituído por resina de nitrocelulose associada com resina sintética. com deslocamento do hidrogênio e formação de uretano.8. no caso de tintas. com impregnação de um pigmento.1 1. O veículo permanente é o óleo de linhaça cru.12.02 1. a taxa de plastificação deve situar-se entre 6 e 12%. LÁTEX Tintas de látex são aquelas em que o veículo permanente é constituído por uma resina de látex. como plastificantes (ftalatos de butila. e cozido. POLIURETANO Tintas e vernizes de poliuretano são aqueles em que o veículo permanente é constituído por resina obtida pela reação entre ésteres do ácido isociânico (isocianatos) e poliésteres contendo grupos hidroxílicos. absolutamente fixados.1 ÓLEO Tintas e vernizes a óleo são aqueles que secam por oxidação e em que o veículo permanente é constituído exclusivamente por produtos à base de óleo. PVA Tintas de PVA são aquelas em que o veículo permanente é constituído por resina de acetato de polivinila obtido pela ação do acetileno e ácido acético em presença de catalisadores.10 1. Para uso em superfícies expostas à radiação solar deve-se empregar a resina de poliuretano alifático e não a de poliuretano aromático (vide E-POL. para interiores. entendendo-se como tal uma emulsão de tipo vinílico à base de resinas estireno-butadieno. 1.2 1.12. à qual geralmente são incorporadas outras substâncias. como sais de chumbo.

01.13 A relação entre os elementos de cobertura (P) e ligante (L) para uso em exteriores. sob o número 218504 . não aquosas.14 VINÍLICAS Tintas vinílicas são aquelas em que o veículo permanente é constituído por resina da cloreto de polivinil obtido pala ação do acetileno sobre o ácido clorídrico.continuação E-TIN. deverá situar-se entre 1 e 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Óleo de linhaça cozido.3 ÓLEO EB-7/43 EB-38/51 EB-140/62 Óleo de linhaça cru.4 ZINCO-SILICATO EB-243/82 Pó de zinco (NBR-6629). RESISTENTES AO CALOR Tintas resistentes ao calor são tintas com veículo não aquoso e óleo secativo e alumínio como carga. FABRICANTES Vide E-TIN. Capital Federal.12.15 ZINCO-SILICATO Tintas de zinco-silicato. e para uso em interiores. recomendadas para temperaturas até 200°C. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 2. II e III.Proibida a reprodução sem autorização. base água.3 1. Aguarrás vegetal (essência de terebintina). O pó de zinco.5. de silicone e alumínio como carga. 2. entre 3 e 4. são aquelas em que o veículo permanente é constituído por silicatos alcalinos. ou tintas com veículo termoplástico. em presença de catalisadores. Partes I. Diluente para esmalte sintético.1 IGNÍFUGAS EB-285/79 Tintas ou massa retardante de incêndio. 2.02 1. 3. 2. segundo componente. 1. 1.2 LACAS EB-95/56 EB-96/56 Esmalte à base de resina sintética para exterior. em especial as relacionadas a seguir: 2. é o elemento que confere a proteção catódica ao metal. recomendadas para temperaturas de 200 a 550°C. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.5. NORMAS Haverá particular atenção para o disposto nas normas da ABNT atinentes ao assunto.

as tintas imunizantes. 1. IMUNIZANTE DE BASE DE ALCATRÃO Para efeito desta Especificação.1 1. tribromofenol.A. Contêm. são produtos contendo alcatrões de hulha (piche) e de madeira (creosoto). solventes alifáticos e aromáticos. 1. além de sais fungicidas e inseticidas. entre outros componentes. à base de alcatrão.Mistura Especial para Mourões" (à base de alcatrão). integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. penetrantes e tóxicos. à base de naftenato de zinco. “Stain" é produto semelhante ao imunizante à base de naftenato de zinco. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Montana S.1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tintas e Vernizes Imunizante E-TIN.1. Capital Federal.2 1. sob o número 218504 . II e III.03 1. são produtos inseticidas e fungicidas.2 2. sob as marcas "Pentox Super" (à base de naftenato de zinco) e "Osmose .1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS IMUNIZANTE DE BASE DE NAFTENATO DE ZINCO Para efeito desta Especificação. Indústria e Comércio. parafina clorada e resinas sintéticas impermeabilizantes. Partes I.Proibida a reprodução sem autorização. as tintas imunizantes. com adição de pigmento. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. naftenato de zinco. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . "Dieldrin".

do tipo usado para argamassas (vide E-COR. fornecida pronta para uso. de nome "Globo-Fix" 2. sob o número 218504 . sob as marcas "Hidrax" (de fábrica) e "Glocal" (para preparo na obra).04 1. entende se por caiação a pintura pela cal. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram-se análogos os produtos fabricados por. produzida em fábrica. com ou sem adição de pigmentos minerais. necessitando apenas da adição de água. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . II e III.01).1 1.3 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Para efeito desta Especificação. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. do mesmo fabricante. A pintura pela cal preparada na obra deverá empregar cal branca. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. puríssima.Proibida a reprodução sem autorização. • Globo S. Pode também ser preparada na obra. A pintura pela cal pode ser de fábrica.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Tintas e Vernizes Cal E-TIN.A. A coloração será obtida com o uso de pigmentos minerais. Partes I. Tintas e Pigmentos. 1. Capital Federal.2 1. associados ao aditivo fixador.

sob a marca "Temporal".140 140 .000°C. Indústria de Isolantes Térmicos.5 3.A.Mineração e Comércio Ltda. 1. formando seu leito. Indústria e Comércio.Minérios Brasileiros . CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O coeficiente de condutibilidade térmica da vermiculita expandida é de 0. Minertec . 2.m/m².4 2.170 180 . A condutibilidade térmica da vermiculita expandida varia com a temperatura. Temporal S. II e III. Partes I. quanto maior for o peso especifico aparente. emprega-se a unidade "mesh" para caracterizar granulometricamente a vermiculita expandida.°C (em média) .1 1..01 1.130 130 . FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • • • Eucatex S. de uma peneira.h. sob o número 218504 . encontrada geralmente sob lençóis freáticos. o seu pH (7) é neutro. Essa variação será tanto menor quanto mais reduzido for o tamanho dos grãos. ou seja.Proibida a reprodução sem autorização. Capital Federal.2 GRANA 1 2 3 4 5 PESO ESPECÍFICO APARENTE (kgf/m³) 100 .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vermiculita Expandida Agregado E-VER. na temperatura de 20°C. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Comercialmente. 2. Minebra .120 110 .1 2.3 A classificação granulométrica da vermiculita expandida é a seguinte: 2.Mineração e Industrialização Ltda. O "mesh" é o número de malhas.2 DEFINIÇÃO A vermiculita é um silicato hidratado de magnésio. A vermiculita expandida é o resultado da expansão obtida pela calcinação da vermiculita entre 650 e 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . por polegada.0326 kcal. não se modifica com os solventes orgânicos.A. Os esquisitos e argilas expandidos não poderão ser considerados materiais equivalentes à vermiculita expandida.. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. alumínio e ferro. sob a marca "Isoroc".220 GRÃOS (mm) 12 a 6 6a3 3a2 2a1 pó 2. A vermiculita expandida é um mineral inerte.

. Capital Federal. Wolf Hacker & Cia. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Vermiculita do Brasil Ltda.continuação E-VER. sob o número 218504 .Vermiculita Expandida Ltda. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Ltda. II e III. Partes I.Proibida a reprodução sem autorização.01 • • • Vermex ..

peso com 15 mm de espessura: 6 kgf/m². parte 5.m/m². classe 1: conforme Método de Testes BS 476.2 POTENCIAL DE IGNIÇÃO • Material dificilmente inflamável: conforme 55 476. seção 2. 3. exceto aquele excessivamente alcalinos.2 2. 1971 (Inglaterra).Minérios Brasileiros . Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.°C. classe 0.h. coeficiente de condutibilidade térmica: 0. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . peso com 30 mm de espessura: 12 kgf/m². 2.6): conforme método de teste BS 476. para classificação ou RF.02 1. sob a marca "Isolante Fibraroc". parte 6. 2. peso com 45 mm de espessura: 19 kgf/m². DEFINIÇÃO São chapas de vermiculita expandida.3. classe P (Inglaterra).3. Indústria e Comércio. ao ensaio preconizado na MB-564/77 Portas e vedações métodos de ensaio ao fogo (NBR-6479). FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • Eucatex S.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS As chapas de vermiculita expandida aceitam pintura de base acrílica. sob o número 218504 .89 e 1=10. ALASTRAMENTO SUPERFICIAL DE CHAMA • • classe A-25 ou inferior: conforme ASTM E 84/70.3.075 kcal. São de fácil aderência e compatíveis com a maioria dos adesivos existentes no mercado.3 2. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. As características físico-mecânicas são as seguintes: • • • • • densidade: 400 kgf/m³. Minebra .Mineração e Industrialização Ltda. parte 7.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vermiculita Expandida Chapas E-VER.3 PROPAGAÇÃO DO FOGO PARA MATERIAIS • baixo índice de propagação (i 1=4. 1868. Partes I. 2. não alcalina. 2.4 Quanto à resistência ao fogo. as chapas empregadas em núcleo de portas e painéis serão submetidas.Proibida a reprodução sem autorização. 1065 (Inglaterra) AND 3ulhO 1970. 2. 2. estruturada com fibra celulósica e ligantes orgânicos tratados.A. II e III.1 A reação ao fogo das chapas de vermiculita expandida será verificada conforme discriminado a seguir.

Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . FABRICANTES Admite-se o uso de produtos fabricados por: • • Climatex Indústria de Madeira Mineralizada Ltda. As chapas serão do tipo especificado na E-VER. Eucatex S. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização.03 1. Partes I.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vermiculita Expandida Forros E-VER. sob o número 218504 .02. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Indústria e Comércio. Capital Federal. II e III. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os forros serão constituídos por chapas de vermiculita expandida e por perfis de aço ou alumínio..A. 2.

no caso de filamentos. garrafas. bário. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .01 1. possuindo excelentes propriedades físicas.1. Partes I. dando origem aos vários tipos de vidros. 3.3 3. têm por finalidade controlar o processamento e conferir determinadas propriedades ao produto. Os óxidos alcalinos (sódio e potássio).1 DEFINIÇÃO Para os fins desta Especificação. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. A configuração tridimensional da sílica (bióxido de silício) é a base das propriedades típicas do vidro. essa pequena solubilidade deve ser levada em conta. A desproporção entre a massa e a superfície exposta ao ataque é tal que. na indústria dos plásticos reforçados. A composição típica do vidro "A" é a seguinte: • • • SiO2: 72%. 3.Proibida a reprodução sem autorização. 1. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.1. chumbo. II e III.1 3.2 2. vidros são complexos químicos resultantes da combinação de dois silicatos um alcalino (potássio de sódio) e outro terroso ou metálico (cálcio. NORMAS Haverá particular atenção para o disposto na TB-88/88 . o que não ocorre quando se trata de filamentos de pequeno diâmetro.1 3. mecânicas e elétricas.2 VIDRO TIPO "C" Trata-se de produto desenvolvido para aplicação onde necessário se fizer maior resistência ao ataque de ácidos. Na2O: 14%. que são usados para baixar a temperatura de fusão do dióxido de silício. sob o número 218504 . adicionados à base de sílica.Vidro na construção civil (NBR 7210).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vidros Definição e Tipos E-VID. 3. Nas aplicações usuais esse fato passa despercebido.1.3 VIDRO TIPO 'E" Vidro têxtil padrão. etc. Capital Federal.01. Sua constituição e processo de fabricação estão na E-FIB. CaO: 10%. tornam o vidro solúvel em água e atacável pela umidade. etc.) .02).nos quais a sílica atua como elemento ácido e os óxidos agem como elementos básicos. É empregado na fabricação de filtros químicos e. de véus de superfície ("surfacing mat") (vide EFIB. Os ingredientes modificadores.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS VIDRO TIPO "A" É o vidro empregado em vidraças. etc. 1. 3.

com as seguintes espessuras. Capital Federal. execução e aplicações . 5. coloridos na massa e com superfícies perfeitamente polidas e terão as seguintes espessuras: • • fumê: 3.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vidros Recozido .2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS LISOS. transparentes. submetidos a tratamento prévio.2 1. COLORIDOS Os vidros serão planos. Terão as seguintes espessuras: • • incolor: de 2 a 19 mm.5 ESPESSURAS Conforme NB-226/85 . II e III. 1. 5. 1. tais como martelado (com 4 mm) . pontilhado (com 4. Comum E-VID. 8 e 10 mm. O peso dos vidros planos é de 2.02 1. lisos e transparentes recebem unicamente "polimento ao fogo". com tolerância de . não sofrendo as suas superfícies. 8 e 10 mm. de modo a formar desenhos abrangendo diversos tipos e espessuras. qualquer tratamento. coloridos: de 3 a 10 mm.4. translúcidos.Vidro plano transparente comum.Plano. 1. 1. químico ou mecânico.3 1.1 IMPRESSOS. de modo a permitir a passagem da luz e evitar.0.4.3 LISOS.1.4 1. após o resfriamento. Os vidros recozidos.vidros na construção civil (NBR7199). Terão as seguintes espessuras: • • incolor: de 2 a 19 mm. conforme definição da EB92/55. Partes I. em função das dimensões dos vãos: Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . obtidos por alterações introduzidas na rugosidade da superfície acabada. planos.Proibida a reprodução sem autorização.2 LISOS.1. lisos. são as seguintes as espessuras recomendadas para os vidros. coloridos: de 3 a 10 mm.1 mm: • • incolor: de 2 a 19 mm.1 1. sob o número 218504 . 4. através dele. 6.1. COMUNS São vidros tipo "fantasia".5 kgf/m².Projeto. 6. bronze: 4.3 a + 0. por mm de espessura. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. a visão nítida. 1. 9 e 10 mm) e canelado (com 4 mm). TRANSPARENTES Deverão satisfazer à EB-92/55 . integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. comuns. TRANSLÚCIDOS São vidros lisos. coloridos: de 3 a 10 mm.1 1. 8. TRANSPARENTES. Serão admitidos exclusivamente vidros da qualidade "A".

3 LISOS. Vidraria Santa Marina.30 2. Brasileira de Cristal. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: 2. Produtora de Vidro.40 1. TRANSPARENTES • • Cia. COLORIDOS • Cebrace .30 1. Vidraçaria Santa Marina. MÁXIMO (m) 0. Cia. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob a marca "Providro".Proibida a reprodução sem autorização. Cia. sob a marca "Impressos". MÁXIMA (m) 0.80 2. TRANSPARENTES.4 IMPRESSOS. NOMINAL (mm) 2 3 4 5 6 7 LARG.continuação E-VID. 2. II e III. sob a marca "Vidro Liso". 2. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.60 1.00 1. Vidraçaria Santa Marina. Produtora de Vidro.2 LISOS.1 LISOS. Capital Federal. sob a marca "Vidro Liso". COMUNS • Cia.00 2. TRANSLÚCIDOS • • Cia.02 ESP.80 1.80 3. sob as marcas "Providro" e "Santa Lúcia".20 COMPR. Partes I.Cia.80 2. sob o número 218504 . 2.30 0.

Vidros de segurança determinação dos afastamentos quando submetidos à verificação dimensional (NBR7334) e no E-VID. PRODUTOS/FABRICANTES Consideram se análogos os produtos fabricados por: 3. 8 e 10 mm. Partes I. COLORIDOS • • Cia. II e III. Terão as espessuras nominais de 6.07. Vicoplex Indústria e Comércio Ltda.2 LISOS. 8 e 10 mm. INCOLORES São vidros planos. lisos. transparentes. INCOLORES • • • Cia. TRANSPARENTES. 6.2 LISOS. apresentando alta resistência conferida por processo térmico de têmpera.1 LISOS.3 IMPRESSOS • Santa Lúcia Cristais Blindex Ltda. transparentes. Vidraçaria Santa Marina. apresentando alta resistência conferida por processo térmico de têmpera. incolores. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Temperados E-VID. TRANSPARENTES. apresentando alta resistência conferida por processo térmico de têmpera. COLORIDOS São vidros planos. NORMAS Haverá especial atenção para o disposto no MB-1617/81 . sob a marca "Vicoplex".03 1. superfícies perfeitamente polidas. sob a marca "Temperite". coloridos na massa.. Capital Federal. TRANSPARENTES. Terão espessura mínima de 8 e 10 mm. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 2. 2. Santa Lúcia Cristais Blindex Ltda. 3. Santa Lúcia Cristais Blindex Ltda. TRANSPARENTES. 2. translúcidos. lisos.Proibida a reprodução sem autorização. sob a marca "Blindex". Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Vidraçaria Santa Marina. 3. 3. superfícies perfeitamente polidas.3 IMPRESSOS São vidros impressos.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS LISOS. sob o número 218504 .. 2. Terão as espessuras nominais de 4 mm (para área de decoração).MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vidros Planos Especiais.

FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • Cebrace .Cia. sob a marca "Antélio”. Partes I. 2. coloridos. Termoabsorventes E-VID. 8 e 100 mm.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vidros Planos Especiais. sob o número 218504 . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Serão lisas. transparentes. Brasileira de Cristal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. nas espessuras nominais de 6. nas cores incolor e cinza. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III. Capital Federal.04 1.Proibida a reprodução sem autorização.

06 1. Capital Federal. Os elementos que constituem os vidros especiais térmicos e acústicos são os seguintes: • • • 2 chapas de vidro. camada de ar intercalar. com propriedades isolantes térmicas e acústicas relacionadas com a natureza dos vidros empregados na montagem. Produtora de Vidro. O conjunto será hermeticamente selado. Partes I. 1. com 9 mm de largura. adesivo e calafetador de elastômeros.3 Os vidros poderão ter formato quadrado ou retangular. no lado interno. bem como a de conferir estanqueidade absoluta ao conjunto. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III. segurança. substância higroscópica. sempre com 9 mm de espessura. 1.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Conjunto de duas chapas de vidro separadas por uma camada de ar desidratado. perfil oco de alumínio. ruídos externos.. de elevada superfície capilar. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Cia. inclusive a camada de ar intercalar de 9 mm.Proibida a reprodução sem autorização. As chapas de vidro poderão ter espessuras iguais ou diferentes. Poderão ser nas espessuras de 17 ou 23 mm. sob o número 218504 . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. sob a marca "Protesom". possibilitando a atuação da substância higroscópica.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vidros Planos Especiais. 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . intensidade luminosa. A seleção das chapas de vidro será efetuada levando-se em consideração os seguintes fatores. em todo o perímetro. colocada no interior do perfil de alumínio e destinada a absorver e a reter a umidade da camada de ar intercalar. Térmicos e Acústicos E-VID. • • • • carga solar.2 • • 1. disposto em toda a periferia e com pequenos orifícios. com a finalidade de propiciar a junção das 2 chapas de vidro ao perfil de alumínio.4 2. com as dimensões máximas de 180 x 200 cm.

Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. 12 a 14 mm (categoria B). Vidros de segurança . 20 a 25 mm (categoria C). impresso cicio.determinação da resistência ao impacto com Phantom (NBR 9493). de forma que. II e III.determinação da visibilidade após ruptura e segurança contra estilhaços (NBR-9492). nas espessuras 6 a 10 mm (categoria A).determinação dos afastamentos quando submetidos à verificação dimensional (NBR-7334).determinação da transmissão luminosa (NBR9503). à prova bala. 2. 7 e 8 mm e "Triplex Bang-Bang". colorido. sob o número 218504 . Vidro de segurança . quando quebrado.determinação da resistência ao impacto com esfera (NBR 9494). Vidro de segurança . DEFINIÇÃO Por vidro de segurança laminado entende-se o vidro manufaturado com duas ou mais chapas de vidro. Capital Federal. apresenta a tendência de manter os estilhaços presos à película aderente.ensaio de resistência a alta temperatura (NBR 9499). Cópia fiel da Edição impressa em 1995. ou de 18 60 • Santa Lúcia Cristais Blindex Ltda. Vidro de segurança . Vidros de segurança . nas espessuras de 6. firmemente unidas e alternadas com uma ou mais películas de material aderente . sob as marcas "Triplex". Vidro de segurança . dos tipos liso. NORMAS Os vidros de segurança laminados devem obedecer às seguintes normas da ABNT: MB-1529/86 MB-1530/86 MB-1531/86 MB-1617/81 MB-2433/86 MB-2434/86 MB-2435/86 MB-2436/86 MB-2437/86 MB-2438/86 MB-2439/86 Vidros de segurança .determinação da resistência à umidade (NBR 9502).ensaio de abrasão (NBR-9498). Vidro de segurança . 30 a 35 mm (categoria E) e 50 a mm (categoria F).Proibida a reprodução sem autorização.determinação da separação da imagem secundária (NBR 9497).Laminado E-VID.determinação da distorção óptica (NBR-9504). 16 a mm (categoria C). FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Cia.07 1. Venda de segurança .ensaio de radiação (NBR-9501). Vidraçaria Santa Marina. ambos nas tonalidades incolor e colorido Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Vidro de segurança .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vidros Segurança. Vidro de segurança .butiral de polivinila. sob as marcas "Laminex Padrão" nas espessuras de 6 a 10 mm e "Laminex Múltiplo" nas espessuras de 10 a 50 mm. . 3.

h. coeficiente global de transmissão térmica: 4.78. sob a marca "Vidro Aramado”. POR CHAPA (kg) 43 54 65 Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . índice de atenuação acústica: 28 a 31 dB. Aramados E-VID 08 1.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vidros Planos Especiais. nas seguintes dimensões de fabricação: ESPESSURA NOMINAL (mm) 7 7 7 COMPRIMENTO (mm) 2.500 PESO APROX.m/m². DEFINIÇÃO Fora efeito desta Especificação.°C. impressos ou aramados são os vidros translúcidos. Vidraria Santa Marina. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Cia.500 1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS São as seguintes as características técnicas dos vidros aramados: • • • • coeficiente global de transmissão luminosa: 0.9 kcal. poder antichamas: 62 minutos.000 LARGURA (mm) 1.500 3. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III. com inserção de fina tela de arame durante a laminação.Proibida a reprodução sem autorização.500 1. sob o número 218504 . Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. Partes I.000 2. especiais. 3. vidros planos. 2.

Cópia fiel da Edição impressa em 1995.7 BARRAS DE VIDRO São perfis tipo "U". 1.5 TELHAS.3 PLACAS • Ibravir . 1. TIJOLOS E BLOCOS Vide E-TEL.5 cm. Partes I. PRODUTOS/FABRICANTES Admite-se o emprego de produtos fabricados por: 2. nos tipos "Quadrado".Indústria Brasileira de Vidros e Refratários Ltda.2 LADRILHOS EM MOSAICO Vide E-LAD.. Capital Federal. São recomendadas para a constituição de vitrôs.6 VENEZIANAS São desenhadas de forma a permitir apenas a ventilação indireta.2 PAVÊS • Ibravir . nas dimensões de 20 x 20 x 2. 2. II e III.4 PLACAS São fabricadas com vidro que transmita a luz de maneira difusa. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.5 cm. empregados para confecção de divisórias.3 PAVÊS São fabricados com vidro extratemperado. de 10 e 12 cm de diâmetro e 6 e 8 cm de altura. respectivamente.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS LADRILHOS São fabricados com vidro extratemperado e terão seu uso restrito à constituição de clarabóias. 1. de 15 x 15 x 5 cm ("pavê A") e de 17 x 17 x 5 cm ("pavê B") e "Redondo". 1.. 2. 24 x 24 x 2.09 e E-TIJ. sob o número 218504 . 1. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .5 cm e de 30 x 30 x 2. nas dimensões de 20 x 20 x 6 cm.1 LADRILHOS • Ibravir .Proibida a reprodução sem autorização. 1. 1. 2.Indústria Brasileira de Vidros e Refratários Ltda.05.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vidros Moldados E-VID..09 1.03.Indústria Brasileira de Vidros e Refratários Ltda.

5 BARRAS DE VIDRO • Cia. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . sob o número 218504 .4 VENEZIANAS • Ibravir . 2. Partes I. nos tipos "Comum" de 20 x 10 x 10 cm e "Capelinha".. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.09 2.comtinuação E-VID. Cópia fiel da Edição impressa em 1995.Proibida a reprodução sem autorização. II e III. Capital Federal.Indústria Brasileira de Vidros e Refratários Ltda. Vidraçaria Santa Marina. sob a marca "Uglass".

Ladrilho vinílico semiflexível gravação(NBR-7384).1 DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. Ladrilho vinílico semiflexível . as placas constituídas por liga termoplástica. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. plastificantes. Partes I. sob o número 218504 .verificação de resistência a agentes químicos (NBR-7385). cargas inertes e pigmentos. composta por resina vinílica. Ladrilho vinílico semiflexível . Ladrilho vinílico semiflexível impacto(NBR-7376).verificação de solidez à ação da luz solar (NBR-7375).verificação da espessura (NBR-7386). Ladrilho vinílico semiflexível .determinação de dureza . determinação da resistência ao Ladrilho vinílico semiflexível .02 1.Proibida a reprodução sem autorização. substancialmente. entende-se por placas de vinil com cargas. de um ou de ambos os seguintes materiais: • • polímero de cloreto de vinila. Ladrilho vinílico semiflexível . Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . 1. homogênea.verificação de folga nos cantos (NBR7387). Ladrilho vinílico semiflexível . copolímero de cloreto de vinila. Ladrilho vinílico semiflexível .verificação de perda de material por volatilidade (NBR-7379). verificação de profundidade de Placa vinílica para revestimento de piso e parede .Método Mack-Burney (NBR-7382).verificação da estabilidade dimensional (NBR-7378).2 2. A liga termoplástica deve consistir.verificação de resistência à deflexão (NBR7381).determinação da penetração. Capital Federal. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.Método de Shore D (NBR-7383). II e III. pertencente à categoria dos ladrilhos semiflexíveis. Ladrilho vinílico semiflexível .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vinil Com Carga Placas E-VIN. Ladrilho vinílico semiflexível . NORMAS Haverá particular atenção para o disposto nas seguintes normas da ABNT: MB-1239/87 MB-1240/87 MB-1241/87 MB-1242/87 MB-1243/87 MB-1244/87 MB-1245/87 MB-1246/87 MB-1247/87 MB-1248/87 MB-1249/90 MB-1250/87 MB-1251/87 Ladrilho vinílico semiflexível .verificação de ocorrência de empeno (NBR-7380). 1.verificação das dimensões lineares (NBR7377).

nas dimensões padronizadas.esquadro (NBR-7388). II e III. não deverão apresentar descoloração acentuada sob ataque dos agentes químicos. detergente doméstico. 3. sendo cortada. a 25°C.continuação E-VIN. a 25°C: entre 0. tem os seguintes valores: • • • penetração a 1 minuto. ácido fênico.30 e 0. volatilidade.2 3.1 Ladrilho vinílico semiflexível .88 mm. A massa obtida é laminada em calandras aquecidas. em seguida.3 3. quando testada pelo MB-1246 (NBR-7382).02 MB-1252/87 3. soda cáustica. de superfície lisa ou gravada. deve corresponder.Proibida a reprodução sem autorização. ortogonalidade. vinagre doméstico e carbonato de sódio. os diversos componentes da formulação são misturados a quente. 3. empenamento: valor máximo aceitável 4e 0. água sanitária.2 3. a 48°C: máximo de 1 mm. entre 0. à escala azul 5. Capital Federal.2. A penetração (identação). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .2 3. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. em função da penetração inicial a 1 minuto.3. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS FABRICAÇÃO Após a dosagem e pesagem.1 COR E ACABAMENTO As placas de vinil com cargas serão monocromáticas ou marmorizadas.15 mm.3. CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS As placas de vinil com cargas.3 Demais características técnicas das placas: • • • • • • resistência à luz solar. quando testado segundo o MB1244/87 (NBR-7380). 3. folga máxima permitida entre as bordas da placa e a do esquadro de 0. quando testada pelo método definido no MB-1239/87 (NBR-7375). amônia. As monocromáticas serão coloridas uniformemente e as marmorizadas serão coloridas de maneira aleatória em toda a sua espessura.75 mm.verificação de ortogonalidade . quando testada pelo método definido no MB-1242/87 (NBR-7378). estabilidade dimensional: alteração das medidas de no máximo 0. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Partes I. quando testadas pelo método definido no MB-1249/90 (NBR-7385) quanto à resistência a agentes químicos.1 3. pelo menos.38 mm. penetração a 30 segundos.3. as placas não deverão quebrar quando submetidas a teste conforme MB1240/87 (NBR-7376).25%. quando verificada pelo MB-1243/87 (NBR-7379). As placas gravadas em baixo ou alto relevo devem atender aos mesmos limites e tolerâncias das placas lisas. até a obtenção da espessura desejada. sob o número 218504 . óleo vegetal refinado. presença de matérias voláteis de no máximo 1%.2. quando testada pelo método definido no MB-1247/87 (NBR-7383). penetração a 10 minutos.18 e 0. impacto.

Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Vinamiflex Indústria a Comércio Ltda.continuação E-VIN.A. flamabilidade. Capital Federal.02 • 4. FABRICANTES/PRODUTOS Consideram-se análogos os produtos fabricados por: • • Fademac S. II e III. sob a marca "Vinamipiso". segundo a norma ASTM-D-63563. sob as marcas "Paviflex 2000" e "Paviflex 2000 TP". sob o número 218504 .. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília..Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. classificado como auto-extinguível. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

FABRICANTES/PRODUTOS Admite se o emprego de produto fabricado por: • Vulcan Material Plástico S. Capital Federal.A. entende-se por filme vinílico uma lâmina de PVC aplicada sobre uma tela de tecido tratada com aditivo antimofo.Proibida a reprodução sem autorização. sob o número 218504 . sob a marca "Vulcatex".04 1. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. II e III. com Verniz Acrílico E-VIN. A lâmina de PVC recebe ainda uma camada de verniz acrílico impermeabilizante. . 2. Partes I. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vinil Filme. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A .

resistência a agentes químicos: é resistente a metanol. plastificastes. Segue-se a camada de fibra de vidro coberta com PVC e a de fundo.1%. parafina. pises residenciais: 1.A.6. sob o número 218504 .MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vinil Mantas E-VIN. entende-se por vinil em mantas o capeamento vinílico flexível em mantas.9 mm. 1.2 2. segundo norma DIN 51. Capital Federal. que é ainda de PVC. óleos vegetais e álcalis.05 1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS São as seguintes as características técnicas das mantas de vinil: • • • estabilidade dimensional: 0.1 mm. etanol. cargas e pigmentos associados a uma manta de fibra de vidro. sob a marca "Decorflex". com espessuras de 0. pises comerciais: 2.0 mm.1 DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. para conferir estabilidade dimensional ou produto. 1. Partes I. também de PVC.0 e 2.6 mm. 2. conforme a utilização. 1.960. . flamabilidade: auto-extinguível. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Fademac S. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. II e III.2 As espessuras. pisos de quadras esportivas: 2.9.1 mm.Proibida a reprodução sem autorização. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . são as seguintes: • • • • revestimento de paredes: 0. 2.1 2. A camada de superfície é de PVC transparente e a seguinte é de espuma. composto por resinas de PVC. 3.

2 2. brilhante ou fosca. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília. A resina apresenta-se no estado liquido e o seu endurecimento se processa sobre a própria superfície da madeira. FABRICANTES/PRODUTOS Admite-se o emprego de produtos fabricados por: • Synteko Indústria e Comércio Ltda.01 1. II e III.. com a finalidade de protegê-la por meio da formação de uma película resistente. 1. por reação química interna e evaporação dos solventes. Cópia fiel da Edição impressa em 1995. 1. de fácil limpeza e que dispensa o uso de ceras. A reação química é provocada pela adição de um catalisador ou endurecedor. por vitrificante de resina uréia-formol entende-se a resina especialmente formulada para aplicação em pavimentação de madeira.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vitrificantes Resina Uréia-Formol E-VIT. Capital Federal. Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . acabamento brilhante ou fosco.1 DEFINIÇÃO Para efeito desta Especificação. sob a marca "Super-Synteko". durável. decorativa.Proibida a reprodução sem autorização. Partes I. sob o número 218504 .

Zinco e suas ligas . Zinco .01 1. será do tipo metalúrgico. com pureza mínima de 97. integralmente registrada e arquivada em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício de Brasília.método espectrofotométrico.determinação de cobre (teor de 0. sob o número 218504 .determinação dos componentes (NBR-6639).1%) . Zinco e ligas de zinco . Partes I. 2.método espectrofotométrico (NBR-8314). Direitos Autorais reservados ao BANCO DO BRASIL S/A . Óxido de zinco .determinação de estanho .método polarográfico (NBR-8819).método de absorção atômica (NBR10473).1%) método volumétrico (NBR-8277). Pó de zinco (NBR-6629). Zinco (NR-6010).determinação do zinco . Zinco determinação de cobre (teor de 0. chapas. TIPO O zinco para fins diversos.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Zinco E-ZIN.Proibida a reprodução sem autorização. bobinas. NORMAS Haverá particular atenção para o disposto nas seguintes normas da ABNT: CB-10/83 EB-243/82 EB-302/84 EB-1886/88 EB-1967/89 MB-446/85 MB-1881/88 MB-1901/83 MB-1902/83 MB-1903/83 MB-2014/84 MB-2016/84 MB-2128/85 MB-2886/88 MB-3060/89 MB-3061/89 TB-55/88 Ligas de zinco (NBR-6180).0006% a 0.determinação de chumbo e cádmio . Chumbo refinado .determinação de ferro . Capital Federal.005%) . Revestimentos de zinco eletrodepositado sobre ferro ou aço (NBR10476).0025% a 0.determinação do ferro por espectrofotometria. etc. Pó de zinco .determinação do ferro (teores acima de 0. Óxido de zinco.método espectrofotométrico (NBR-8589).5 %. II e III.determinação de zinco .método espectrofotométrico (NBR-8587). Óxido de zinco . Cópia fiel da Edição impressa em 1995. Zinco .análise química. Zinco primário (NBR-5996).. Níquel .método turbidimétrico (NBR8312). Zinco e ligas de zinco .

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