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APOSTILA DO CURSO DE EXPOSITORES

SANTO ANDRÉ
ABRIL DE 2006
CURSOS DE EXPOSITORES 2006
ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

INDICE

INTRODUÇÃO...................................................................................................................... 4
JANELA DE JOHARI ............................................................................................................ 5
LIDERANÇA ......................................................................................................................... 6
CONCEITO DE COMUNICAÇÃO......................................................................................... 6
OBJETIVOS DO EXPOSITOR ............................................................................................. 7
MOTIVAÇÃO E ENTUSIASMO ............................................................................................ 7
DISPOSIÇÃO MENTAL ........................................................................................................ 8
NEUROLINGÜISTICA .......................................................................................................... 8
ATITUDES PRIMÁRIAS ....................................................................................................... 9
APARÊNCIA FÍSICA............................................................................................................. 9
PREPARAÇÃO E ELEVAÇÃO ESPIRITUAL SIMPLIFICADA............................................ 10
ENCERRAMENTO E VIBRAÇÕES SIMPLIFICADAS ........................................................ 10
ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – CONCEITO............................................................. 10
HIDRATAÇÃO E SALIVAÇÃO............................................................................................ 11
VOZ .................................................................................................................................... 11
OLHAR ............................................................................................................................... 12
POSTURA E GESTICULAÇÃO .......................................................................................... 12
RITMO E ENTONAÇÃO ..................................................................................................... 13
AUTODOMÍNIO .................................................................................................................. 14
OBSTÁCULOS DECORRENTES DA LINGUAGEM........................................................... 14
OBSTÁCULOS DECORRENTES DE VÍCIOS DE LINGUAGEM ....................................... 14
OBSTÁCULOS DECORRENTES DA PERSONALIDADE.................................................. 15
TÉCNICAS DE NOVA POSTURA ...................................................................................... 15
ATITUDES QUE SE DEVE EVITAR ................................................................................... 20
CACOETES ........................................................................................................................ 21
INIBIÇÃO ............................................................................................................................ 21
RETENÇÃO DO CONHECIMENTO / PROCESSOS DE APRENDIZAGEM ...................... 21
AMBIENTES DE LIDERANÇA............................................................................................ 22
O COMUNICADOR............................................................................................................. 22
FLEXIBILIDADE ................................................................................................................. 23
MEMÓRIA........................................................................................................................... 23
MOVIMENTAÇÃO .............................................................................................................. 23
PRESENÇA ELOQÜENTE ................................................................................................. 24
IMPROVISAÇÃO X PLANEJAMENTO ............................................................................... 24
ESTRUTURA DA EXPOSIÇÃO.......................................................................................... 24
O MEDO ............................................................................................................................. 25
PRECONCEITO.................................................................................................................. 26
PRECE DOS APRENDIZES DO EVANGELHO ................................................................. 27
O BOM SERVIDOR ............................................................................................................ 27
COLA OU LEMBRETE ....................................................................................................... 27
COMPORTAMENTO DO EXPOSITOR .............................................................................. 28
PREPARAÇÃO DO TEMA.................................................................................................. 28
PROCRASTINAÇÃO E QUERER....................................................................................... 30
QUALIDADE NA APRESENTAÇÃO................................................................................... 30
PRONÚNCIA ...................................................................................................................... 30
QUALIDADES LITERÁRIAS............................................................................................... 31
RESPIRAÇÃO .................................................................................................................... 31
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AS DEZ DICAS DO PERFEITO ORADOR. ........................................................................ 31


QUADRO DE IDÉIAS ......................................................................................................... 33
SESSÃO DOUTRINÁRIA – CONCEITO............................................................................. 35
CURSO DE MÉDIUNS – CONCEITO................................................................................. 35
ESCOLA DE PAIS – CONCEITO ....................................................................................... 36
PRELEÇÃO EVANGÉLICA – TÉCNICAS .......................................................................... 36
PRELEÇÃO EVANGÉLICA – ASPECTOS ESPIRITUAIS E PSICOLÓGICOS .................. 37
PRELEÇÃO EVANGÉLICA - CONCEITO .......................................................................... 38
CURSO BÁSICO DE ESPIRITISMO – CONCEITO............................................................ 40
ESCOLA DE APRENDIZES DO EVANGELHO – CONCEITO ........................................... 40
ESCLARECIMENTOS SOBRE O PLANO DA EAE............................................................ 41
ESCOLA DE APRENDIZES DO EVANGELHO – PLANO CONVITE ................................. 42
TIPOS DE ALUNOS ........................................................................................................... 42
O PROGRAMA DA ESCOLA DE APRENDIZES ................................................................ 44
OS NÉS, TÁS, HUNS, ÃÃS, ÁÁS ....................................................................................... 44
ARTICULAÇÃO .................................................................................................................. 45
DEFEITOS DE LINGUAGEM ............................................................................................. 46
CONGRUÊNCIA ................................................................................................................. 46
ORIENTAÇÕES GERAIS AO EXPOSITOR DE AULAS..................................................... 46
DINÂMICAS DE GRUPO.................................................................................................... 47
VIDA PLENA....................................................................................................................... 52
DECÁLOGO DO EXPOSITOR ( ALKINDAR DE OLIVEIRA )............................................. 54
DINÂMICAS LÚDICAS ....................................................................................................... 55
DINAMIZAÇÕES DE AULAS.............................................................................................. 55
MOCIDADE ESPÍRITA ....................................................................................................... 56
BIBLIOGRAFIA / CRÉDITOS: ............................................................................................ 59
PRIMEIRO ANO ....................................................................................................................... 62
TERCEIRO ANO....................................................................................................................... 84
CURSO BÁSICO DE ESPIRITISMO....................................................................................... 90
SESSÃO DOUTRINÁRIA........................................................................................................... 94
CURSO DE PASSES E MÉDIUNS..................................................................................... 96
MOCIDADE ESPÍRITA ....................................................................................................... 99
CICLO 1.............................................................................................................................. 99
CICLO 2............................................................................................................................ 106
FILMES PARA AULAS DA MOCIDADE ESPÍRITA .......................................................... 114
B I B L I O G R A F I A....................................................................................... 116

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INTRODUÇÃO

Com objetivo de facilitar o aprendizado e aperfeiçoamento dos irmãos discípulos em cristo dispomos
este material que nos foi passado quando fizemos o curso de multiplicadores na RGA2005. São
informações valiosas para todos nós que trabalhamos na divulgação da mensagem crística. Mudamos o
formato original das paginas, mas a essência é a mesma, todo trabalho de compilação e conteúdo
pertence aos nossos instrutores Carlos Parada e Rogério que trabalham na regional São Paulo e a eles
agradecemos pelo bom trabalho.

Este pequeno Manual tem a intenção de servir como guia. Os assuntos podem e devem ser
aprofundados, os estudos do mesmo contribuirá para o bom aproveitamento do curso.

O grande objetivo é fornecer os elementos conceituais mais importantes para que todos os cursos,
independente de suas necessidades Regionais, possam ter a mesma linguagem, e o expositor da
Aliança tenha sua orientação padronizada em todos os locais atingidos pela luz dos programas
orientados pela Espiritualidade.

Nesta segunda edição acrescentamos parte importante do material colhido da equipe que dirigiu o curso
de multiplicadores na RGA2006, e será sempre atualizado a cada curso, o nosso objetivo é sempre
oferecer o melhor a vocês irmãos que se colocam para o trabalho.

A maior caridade que se faz a doutrina é divulgá-la.

Muita paz a todos,

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JANELA DE JOHARI
Para cumprir o objetivo único da vida que é a evolução, o espírito se abriga em estruturas mutáveis e
que vai abandonando à medida que delas não mais necessita. Nesse estudo temos duas estruturas:

(Plano físico (elementos inferiores) – (1) Corpo físico, 2) Duplo etéreo.

Plano astral (elementos intermediários) – (1) Corpo astral, 2) Corpo mental.

Nestes dois planos (físico e astral) e em seus respectivos corpos (físico, etéreo, astral e mental) é que
reside o que chamamos de personalidade.

É na compreensão destas estruturas é que está a possibilidade de nossa mudança interior.

Físico: Exercícios, alimentação, relaxamento, respiração, asseio.


Etéreo: Extensão dos benefícios acima.
Astral: Erradicação de vícios, controle de paixões, contenção de defeitos.
Mental: Meditação, reflexões elevadas, fuga das inquietações.

A personalidade é o conjunto total de características que torna o indivíduo único, diferente dos demais.
Ela se revela através da conduta e o indivíduo toma conhecimento dela através das reações favoráveis
ou desfavoráveis daqueles que o cerca. Essas reações são observadas quanto: Aparência física,
intelectualidade, emoções, sociabilidade, valores.

Já que notamos ou tomamos conhecimento de nossa personalidade pelas reações (feedback) dos
outros, podemos lançar mãos de recursos que poderão nos auxiliar na identificação do que é melhor ou
mais adequado no relacionamento com o próximo e consigo mesmo.
Nas áreas da personalidade temos os quadrantes:

Conhecido para MIM Não conhecido para MIM


I II
Eu aberto Eu cego
III IV
Eu secreto Eu desconhecido

Área I (Eu aberto) Conhecido por nós e pelos outros – Este comportamento varia muito conforme nossa
expectativa de certo ou errado em um ambiente já conhecido. São coisas óbvias como fala, habilidades,
atitudes gerais.
Área II (Eu cego) Conhecido pelos outros e não conhecido por nós – Manifestações nervosas, sob
tensão, agressividades, altos desafios, discordâncias. É nesta área que nos tornamos críticos com os
outros.
Área III (Eu secreto) Conhecemos e escondemos dos outros – Quando e onde nos sentimos
ameaçados e por incapacidade de comunicação satisfatória, usamos máscaras que nos ajudam a
representar papéis. Nesta área a pessoa é capaz de se abrir com estranhos e se fechar com aqueles
que ama.
Área IV (eu desconhecido) Nem nós, nem os outros conhecem – Traumas de infância, potencialidades
reprimidas, estado de defesa.

Análise da mudança de quadrantes:

Área I (eu aberto) é o melhor de todos os estilos. A pessoa sabe o que faz e por isso aceita o retorno
que é dado por aqueles que os cercam. O indivíduo se expõe mais, pois sabe seus limites e a medida
que esta área cresce ela invade outras, mas principalmente a área III.

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Área II (eu cego) leva muito tempo para agirmos nesta área, pois desconhecemos o que aí se passa e
por não concordarmos com o retorno, dificultamos a auto-análise e por nossa contrariedade e irritação
os outros passam a sonegar informação o que dificulta mais o processo. Nesta situação surge o
autoritarismo, melindres e ressentimentos.

Área III (eu secreto / fachada) É o que mais existe nos dias de hoje e faz com que o indivíduo use
máscaras para cumprir bem seus papéis sociais. Com a expansão desta área o indivíduo perde muito
tempo e energias, pois fica cada vez mais difícil defende-la.

Área IV (eu desconhecido) Potencial inexplorado, criatividade reprimida, não assume riscos, observa
superficialmente os acontecimentos. É a situação mais perigosa, pois não sabemos onde estamos
pisando e nos tornamos capazes de extremos.

CONCLUSÃO: Quando estamos preparando um tema para qualquer tipo de apresentação onde
estaremos expondo a alguém, devemos perceber qual área de nossa janela foi iluminada e utilizarmos o
tema para nossa análise em primeiro lugar.

LIDERANÇA
“O Discípulo de Jesus é aquele que deixou de ser conduzido para conduzir”, isto é liderança.

Líder no movimento espírita, além dos atributos normais de um condutor comum, deverá reunir outras
características, pois sua ação está estreitamente ligada à evangelização do próximo e a continuidade da
Doutrina. As características necessárias são:

• Comprometimento – “Tatuar a pele”.


• Envolvimento – Ele faz com as pessoas.
• Entrosamento – Ele conhece o que faz.
• Responsabilidade – Sabendo que a tarefa é sua, cria condições e faz.
• Aferição – Checa o resultado de seu trabalho.
• Entusiasmo – Gosta do que faz.
• Firmeza – Contorna os obstáculos.

Todos estes valores servem e valem para o expositor espírita, se faltar algum deles deixa de cumprir
com a tarefa integralmente.

CONCEITO DE COMUNICAÇÃO
Comunicação vem do Latim (comunicare) que significa tornar comum, partilhar, trocar opiniões,
conferenciar.
É elemento fundamental no relacionamento, na socialização e na convivência em grupos de qualquer
espécie.
Os elementos do processo comunicativo são:
Emissor: É a fonte da comunicação, indivíduo que toma a iniciativa, que envia a mensagem.
Mensagem: Conteúdo da comunicação pode ser falado, escrito, desenhado, etc., dependendo do canal
de comunicação.
Receptor: Aquele que recebe a mensagem e a interpreta.
Canal de comunicação: Meio pela qual a mensagem é transmitida (escrita ou falada).
Ruídos: Interferências no processo de comunicação (em qualquer elemento do processo), exemplos:
– No emissor: Gagueira, atitude imprópria, desconhecimento, etc.
– Na mensagem: Falta de dados, de clareza, de objetividade, etc.
– No receptor: Surdez falta de atenção, leitura deficiente, etc.
– No canal: barulhos, defeitos em aparelhos, erros gráficos, etc.
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OBJETIVOS DO EXPOSITOR
Esclarecer: Revelando o Evangelho pela Doutrina Espírita
Conscientizar: Da moral Cristã pelos exemplos de Jesus
Consolar: Transmitindo ânimo, fé, esperança, otimismo e entusiasmo.
Focar a reforma íntima do aluno (em caso de aulas de EAE)

“Mil conceitos teóricos de nada valem se não forem aplicados corretamente. Ensinar é aprender duas
vezes” (Vera Perez).
“O que vos digo aos ouvidos, proclamai-o sobre os telhados” (Jesus).

O expositor é um trabalhador diferente. É um discípulo de Jesus como os demais trabalhadores, é um


divulgador da Doutrina como os demais, porém seu trabalho é equiparado ao de Pedro, João e Tiago
quando por ocasião da eleição dos Diáconos, sua visão deve ser a de Paulo que compreendeu desde
cedo que a iluminação da mente faz adeptos comprometidos com a mensagem renovadora e não
somente o consolo ou a esperança.

Ele realiza o “efeito multiplicador” propagando a Doutrina no que ela tem de melhor.

MOTIVAÇÃO E ENTUSIASMO
Não entraremos aqui em aspectos psicológicos do estar e do ser motivado, mas apenas lembrar que
somos seres constantemente influenciáveis pelas ações do meio.
Assim temos tendências a variarmos nossas disposições, mentais e físicas, dependendo do que nos
ocorre no dia-a-dia. Muitas vezes, em nome da razão deixamos de acreditar na possibilidade de algo
dar certo e perdemos a ação de concretizar este algo.
Isso é que o expositor tem que ter em mente constantemente. A tarefa deve ser gratificante e
estimulante, encararmos cada aula, cada preleção, como oportunidades valiosas de estudo,
aprendizado e crescimento. O fardo não deve ser pesado, ao contrário, o fardo é leve porque a
recompensa é muito maior, a sensação do dever cumprido, o olhar penetrante do aluno, o sorriso nos
lábios, a reflexão profunda em torno da vida, tudo isso é a recompensa que deve nos mover à frente,
conscientes que o trabalho é pelo Cristo e não por nós.

A motivação segundo Taylor (1910) baseia-se na obediência aos métodos e nas penas e recompensas.
A máxima é: Quanto vou ganhar com isto se fizer deste jeito?

Maslow (1943) expõe que o homem só buscará satisfazer suas necessidades quando a anterior estiver
satisfeita, como uma pirâmide de valores.
Em 1970 formulou-se a teoria do X, Y, Z onde X seriam pessoas acomodadas que só se mexem
quando punidas, coagidas ou obrigadas. O Y seriam pessoas inquietas que aceitam desafios e Z seriam
as pessoas a favor da cooperação, dão ênfase ao trabalho em equipe, para elas o sucesso vem da
direção em comum e não do trabalho em todas as direções. São dinâmicas, solidárias, pedem ajuda e
dividem responsabilidades. Este estudo serve para esclarecer o expositor quanto aos tipos de
motivação existentes e que com certeza ele encontrará nos alunos. O seu texto deverá ter a qualidade
que satisfaça pelo menos o tipo de motivação dominante.
Ser motivado é ter otimismo aliado a comportamento entusiástico.
Ser otimista é acreditar que tudo vai dar certo. Lembremo-nos dos conceitos de vida plena, onde todas
as experiências são amigas, e agir entusiasticamente é transformar, agir, transmutar em realidade.

Quais são as conseqüências de se agir entusiasticamente?

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Primeiro: estimula e contagia positivamente o grupo para um objetivo, levanta o moral, eleva a vibração.
Segundo: Favorece o crescimento e a mudança, pois com um clima de maior intensidade emocional o
sujeito se dispõe a mudar, a cortar laços cristalizados, a “não se recalcitrar contra os aguilhões” como
recebeu a instrução Paulo de Tarso. Terceiro: Com este estado de disposição potencializado o indivíduo
se abre à busca de novas experiências e oportunidades.

Sugestões para se agir entusiasticamente:

• Passar das palavras à ação. (Emmanuel: A palavra esclarece, mas o exemplo arrasta).
• Para de se lamentar. (Evitar dizer: Não sei..., é impossível..., mas...).
• Administrar o tempo.
• Concentrar-se no agora.
• Aprender com as experiências passadas.
• Distinguir o essencial do não essencial.
• Planejar, estabelecendo prioridades.
• Desenvolver a autodisciplina.
• Vencer o medo.
• Tentar, começar, caminhar.
• Tomar iniciativas.
• Errar: De vez em quando acertar.
• Aprender com os insucessos.
• Avaliar causas e conseqüências.
• Cultivar boa saúde física e mental.
• Ter visão criativa.
• Sair da rotina.
• Ser flexível e tolerante.

DISPOSIÇÃO MENTAL
O expositor deve ter em si que a tarefa é agradável, gratificante.
Alimentar amor por ela e estar sempre motivado a exerce-la, independentemente das dificuldades do
dia-a-dia. No início existirá uma dificuldade natural que diminuirá com o treino, isso se dará em forma de
receio, de dúvida (Será que estou à altura da tarefa? Será que tenho bagagem literária para isso? Como
o público vai reagir à apresentação? E se alguém perguntar algo que não sei? Etc.).
Deve-se começar a conversar muito com amigos de jornada, permitindo-se acrescer pontos de vista
diversos e enriquecer os conhecimentos.
A disposição mental baseia-se em construir no nosso íntimo a necessidade de falar, mas não apenas da
boca para fora, e sim transmitir o que se vivencia, em toda a plenitude das experiências, com todos os
sentimentos que nos são gerados.
Devemos aproveitar todas as oportunidades que nos são colocadas às mãos. Quanto maior a prática,
maior será o aprendizado e conseqüentemente os fatores que permitirão segurança e harmonia nas
apresentações.

NEUROLINGÜISTICA
Os canais de comunicação dos seres são:

– Visual: Percepção do mundo pelo que se vê.


– Auditivo: Percepção do mundo pelo que se ouve.
– Sinestésico: Percepção do mundo pelo que se sente

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Em todo o nível de comunicação os três canais se fazem presentes. A aula deve estar preparada para
ser “ouvida’”, vista “e” sentida”, pois só assim a comunicação se estabelecerá plenamente.
Independentemente deste aspecto específico temos a realidade de que em média só retemos 20% do
que ouvimos, 30% do que vemos e 50% do que sentimos.
Para que se efetue a boa comunicação é necessária a sintonia (rapport), algo em comum que alimente
e sustente esta relação (no caso da EAE é o programa). Em nosso caso o rapport se estabelecerá com
o domínio que temos do programa e dos objetivos de cada aula.
Um exemplo perfeito do rapport é o da dança de casal, pois quando se dança bem não se sabe quem
está conduzindo ou quem é conduzido, as ações são comandadas em conjunto, pois os dois se
movimentam ao sabor do mesmo ritmo e harmonia.
Espelhamento (fisiologia empática): Devemos ser simpáticos e aceitos pela turma, e para isto alguns
aspectos são importantes: Aparência, identificação, postura, gestos e voz.
Motivação: Os atos humanos de cunho elevado e moral são motivados para que se evite a dor e se
busque o prazer. Nossa comunicação deve ocorrer no sentido de auxiliar os alunos a buscarem o
prazer e não só fugir da dor.

ATITUDES PRIMÁRIAS
• Amor ao próximo (Ama a teu próximo como a ti mesmo).
• Ter tato pedagógico (Domínio da classe, não deixar que o raciocínio encubra o discernimento. Levar
amor).
• Fidelidade à mensagem Cristã.
• Paciência e compreensão (Observação, força de vontade, autoridade moral, bom senso e
sensibilidade).
• Simpatia (Conter a tirania dos nervos).
• Aparência pessoal (Simplicidade, limpeza, não usar enfeites exagerados que desviem atenção, não
se vestir como estar indo a um clube ou baile de gala).
• Reserva e dignidade (Compreender os defeitos ou más tendências – vícios, desvios de
comportamento, atitudes inadequadas, etc.).
• Imparcialidade (Não tomar defesa de questões exteriores e polêmicas, partidos políticos, esportes,
etc.).
• Sinceridade (Criar ambiente positivo. Todos percebem que podem ser sinceros e espontâneos, sem
melindres).
• Conhecimento (É o primeiro passo que leva ao desabrochar de virtudes).
• Promover disciplina (Dar exemplo, impor limitações com carinho, obedecer a horários – Sala cheia e
silenciosa não significa aprendizado).
• Capacidade de despertar a atenção e o interesse (Atenção é o interesse em ação).

APARÊNCIA FÍSICA
É necessário que o expositor adeque-se à sua tarefa, inclusive no âmbito social, para que sua
aparência seja agradável aos olhos, evitando imagens negativas ou preconceituosas.
Por não se tratar de evento social, faz-se necessário tomar alguns cuidados para a apresentação
pessoal, tanto em preleções quanto em exposições de aulas. É sabido que na grande maioria das vezes
o expositor tem que se deslocar diretamente de seu local de trabalho físico para a tarefa espiritual, o
que pode gerar algumas distorções, que devem ser minimizadas se tomarmos alguns pequenos
cuidados.
É muito importante cuidarmos do hálito, principalmente quando permanecemos muitas horas sem
alimentação, quando temos problemas estomacais ou gengivais. Este fato é de simples solução, basta
criarmos o hábito de carregarmos conosco um tubo de pasta dental e escova para a devida
higienização um pouco antes da apresentação (pode ser no banheiro do Centro Espírita mesmo). Ainda
nesta questão podemos fazer um “lanchinho” rápido, no deslocamento para o Centro, com
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algo simples como biscoitos, sucos naturais, barras de cereais, etc., isso não exclui a posterior
higienização.
A higiene corporal é mais difícil quando nos deslocamos diretamente das atividades materiais. Muitas
vezes trabalhamos em atividades que exigem desgaste corporal e conseqüentemente nos vemos
“sujos” ou “suados” além da conta. Um “mini-banho” na pia do banheiro do Centro, com aplicação de um
suave desodorante pode auxiliar neste caso. Uma boa troca de camisa também se faz necessário.
O contrário também vale. Podemos trabalhar em local que exige uma formalidade extrema de
vestimenta e nos deslocamos para a tarefa espiritual em local muito simples, humilde. O bom senso nos
indica que neste momento devemos ao menos tirar os excessos do formalismo (terno, gravata, salto
alto, ornamentos, lenços, maquilagem carregada, etc.) e apresentarmo-nos de forma mais natural.
Aparência agradável não combina com desleixo ou falsidade. Devemos ser nós mesmos, sempre. A
vestimenta deve ser coerente conosco. Exemplo: Não queiramos ir à uma aula de Mocidade Espírita de
bermudão, tênis colorido, camiseta do “Rapa” ou do “Ratos de Porão” se nosso estilo natural é outro, vai
soar (e será) falsidade, que será detectada no primeiro instante por toda a platéia.
Também não adianta nos vestirmos com a “roupa de missa” se sabemos que nosso dia-a-dia é outro,
ficaremos incomodados e preocupados com algo que não vai à essência da tarefa.
Basta cuidar da apresentação com crítica, nos pequenos detalhes (meias de cores diferentes, sapatos
trocados, roupas furadas, rasgadas ou manchadas, camisa desalinhada, meia calça com fio puxado,
etc.). E caso algo aconteça no caminho ou pouco antes da apresentação encare com bom humor, já
que a vida nos reserva surpresas inimagináveis.
Apenas um cuidado: Nunca se apresente de camiseta regata, chinelos ou bermudas, isso pode
aparentar desdém ao público e com certeza passa pela falta de respeito ao próximo.

PREPARAÇÃO E ELEVAÇÃO ESPIRITUAL SIMPLIFICADA


Normalmente utilizada em Preleções Evangélicas:

• Prece inicial de forma simples.


• Não envolver nomes de entidades espirituais.
• Citar apenas: Mentores individuais, Jesus e Deus.
• Não criar mal-entendidos, mistificações e confusões.
• Pai-Nosso.

ENCERRAMENTO E VIBRAÇÕES SIMPLIFICADAS


• Recolhimento.
• Vibrações por: Humanidade, todas as nações, pelos lares, pelos doentes, pelos irmãos cujos nomes
estão na caixinha de vibrações, pelos nossos lares, por nós mesmos.
• Agradecimento a Jesus e a Deus.

ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – CONCEITO


A Aliança é um ideal de vivência espírita consubstanciado em um programa de trabalho e fraternização.
Não é uma nova sociedade espírita nem representa divisão ou competição em relação a quaisquer
instituições ou sistemas, mas sim uma realização simples, honesta e positiva de fraternização integrada
para se efetivar o ideal de vivência evangélica na comunidade dos adeptos, com desprendimento e
humildade cristãos. Estas são as bases que assegurarão sua sobrevivência e crescimento.
Tem como finalidades tornar efetivo o ideal de vivência do Espiritismo Religioso na comunidade de seus
adeptos.

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Difundir pelos meios que julgar conveniente o Espiritismo Religioso, como revivescência, na atualidade,
do Cristianismo Primitivo, agremiando em torno dessa finalidade instituições espíritas que comunguem
os mesmos ideais.
Propugnar pela criação e funcionamentos nos Grupos Integrados, de Escolas de Aprendizes do
Evangelho, de Cursos de Médiuns e de Assistência Espiritual nos termos estabelecidos na década de
1940 pelo Plano Espiritual Superior, em caráter gratuito, aberto e livre de quaisquer restrições ou
discriminações, inclusive religiosas.
Estimular a aplicação dos programas de Mocidade Espírita e de Evangelização Infantil nos seus Grupos
Integrados.
As atividades da Aliança Espírita Evangélica desenvolvidas por seus Grupos Integrados são Caravanas
de Evangelização e Auxílio, Curso Básico de Espiritismo (Kardec e obras básicas), Obras Assistenciais,
Formação e Aperfeiçoamento de Expositores, Cursos para Evangelizadores da Infância, Reciclagens,
Multiplicação de Centros Espíritas e outros.
Visa formar trabalhadores espiritualizados, libertos da cegueira e do fanatismo científico ou religioso,
aptos a difundir em espírito e verdade, os esclarecimentos herdados e a orientação espiritual redentora
dos que habitam esse predestinado País.

HIDRATAÇÃO E SALIVAÇÃO
Sabemos que dependendo da condição emocional, fatores climáticos e de saúde podemos ter efeito de
“boca seca”. Uma boa orientação com relação a este fato é a ingestão de líquido em quantidade
adequada antes de iniciar a exposição, permitindo a hidratação em nível suficiente para que o corpo
não necessite de mais líquido. Caso a exposição seja extensa é permitido utilizar a água em intervalos
ou ao fim da mesma.
Precisamos tomar cuidado com a quantidade ingerida, pois podemos ser surpreendidos com a
necessidade de excretar o líquido ainda no período da apresentação, o que gera uma situação de muito
desconforto e desconcentração.
Para protegermos o desempenho vocal devemos fazer uso da água apenas sem gelo, assim não
afetamos a mobilidade das cordas vocais.
O uso de balas é desaconselhável pois cria uma dependência psicológica e serve como muleta para
conter a ansiedade, a isso se acrescenta a rotulação que se faz (sujeito da água, sujeito da bala de
hortelã, etc.).
Os principiantes podem utilizar este recurso no início de suas atividades para estimulação das glândulas
salivares, mas apenas antes das apresentações. Com o tempo o metabolismo psíquico se encarrega de
estimular automaticamente as mesmas.
É claro que é melhor tomar um copo d’água ao invés de ficar tossindo continuamente, sem forças para
retomar o discurso.
Nestes casos não há nenhum “pecado” em fazer uso do líquido durante a apresentação, desde que
tomemos cuidado para não dispersarmos a atenção da classe ou assistência com relação ao que está
sendo dito.

VOZ
Intensidade (Volume)
• Empregar uma intensidade média, permitindo variações.
• Utilizar o volume conforme as necessidades do recinto.
Tonalidade (Freqüência)
• Utilizar-se de tom médio para possibilitar variações.
• Utilizar o grave e agudo para demonstrar variações emocionais na narrativa.
• O timbre deve ser natural e independente da voz que tivermos. Não devemos criar forçamentos que
a alterem mais ainda, criando efeitos desastrosos.
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Timbre (Qualidade da Voz)


• Falar com a boca.
• Não falar com:
o Nariz
o Peito
o Garganta
o Flor nos lábios (efeito Hebe Camargo)

Caso mais crítico é do expositor que fala com a boca mas não abre a mesma para tal.
Não começar a palestra com a voz em todo seu volume e timbre.
Não deixar a voz cair no fim de cada frase, nem a levantar em todo o fim de frase ou período.
Falar para frente.
Variar o tom e a intensidade da voz.
Não falar em jejum (provoca astenia cárdio-pulmonar), nem com o estômago cheio (contração do
diafragma).

Exercícios:
• Arredondar os lábios e dizer: ôô, abra-os num sorriso apertado e diga: êê.
• Lábios cerrados, como se a boca tivesse cheia de água, explodir os lábios dizendo: Bêê.

OLHAR
• O olhar deve ser natural e dirigido a todos os presentes, percorrendo com os olhos e com
movimentos da cabeça toda a platéia. O expositor deve sentir-se à vontade.
• Pode-se criar variações quando queira causar algum efeito ou incentivar participações. As
expressões das sobrancelhas auxiliam, e muito, na exposição do que se quer transmitir.
• O olhar deve ser firme, mas sem altivez, transmitindo segurança sem transformar o expositor em
antipático ou arrogante.
• Perceber as reações e adaptar o andamento da apresentação. Pessoas dispersas, cochilando ou
desatenciosas são sintomas claros que a apresentação não vai bem, devemos utilizar todo o
potencial do olhar para notar estes detalhes e ir adequando os recursos necessários (ritmo,
entonação, etc.).
• Não permanecer com os olhos fechados.
• Não fixar o olhar em determinada pessoa ou grupo, para que não haja nenhuma “pressão”
psicológica às pessoas. Especialmente nas preleções pode acontecer das pessoas pensarem que o
assunto está sendo dirigido somente a elas porque o plantão (entrevistadores) “passaram a
informação”. É necessário percorrer o olhar por toda a sala, com suavidade e carinho.

POSTURA E GESTICULAÇÃO
O expositor deve ter postura natural e espontânea, sem empregar gesticulação desnecessária, os
gestos devem ser moderados e coerentes com a dinâmica da exposição.
A indumentária deve ser apropriada e discreta, evitar adornos sonoros.
Não trazer objetos nas mãos, a não ser que façam parte de alguma dinâmica ou técnicas de incentivo e
de fixação de idéias.
Não beber água durante a exposição (salvo secura na garganta), ou abanar-se, neste caso enxugar
discretamente o suor com lenço. Estes gestos caracterizam descontrole e influenciam negativamente a
platéia.
Não se desculpar seja a que protesto for, pois os alunos torcem por uma boa aula e não desejam
justificativas que só tornarão claro o despreparo.

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Buscar sorrir naturalmente.


Lembrar que a timidez expressa vaidade.
Nunca se apoiar em cadeiras, mesas, etc.
Não dar tapas ou pancadas na mesa ou objetos.
Ser autêntico, natural, não imitar outros expositores.
Cuidado com ombros caídos.
Não manter a posição do tórax rígida.
Ao apresentar-se em pé, apoiar-se sobre as duas pernas, evitando fadiga muscular e movimentação de
apoio de pernas.
Palavras expressam idéias, gestos expressam sentimentos.
Não gesticular apenas com as mãos.
Não exagerar nos movimentos, variá-los.
A movimentação nunca deverá ser posterior à fala.
Não descansar as mãos nos bolsos.
Evitar gestos repetidos mecanicamente.
Não cruzar os braços, tampouco cruzar as mãos à frente ou às costas.
Usar a coerência entre o que se fala e o que se demonstra na fisionomia.

RITMO E ENTONAÇÃO
Variar a velocidade, que nunca deve ser superior a quatro sílabas por segundo.
Velocidades muito altas proporcionam falta de entendimento por parte dos ouvintes, agitação e quebra
vibracional. Os ritmos muito lentos causam apatia, sonolência e dispersão. Usar um ritmo natural de
conversa e variar a velocidade quando se quer expressar algo forte, conciso (mais rápido) ou algo mais
doce, mais amoroso (mais lento).
As pausas são necessárias para que a platéia tenha tempo de “digerir” as idéias, raciocinar rapidamente
sobre a seqüência dos assuntos e colocar em si. Pequenas pausas de 1, 2 segundos não são
perceptíveis, e até são agradáveis, tirando o ritmo “alucinante” da apresentação.
Uma boa forma de usar as pausas é fazer valer a pontuação. Articular as frases com todas as vírgulas,
pontos e parágrafos permite um entendimento pleno da idéia a ser transmitida.
A pontuação mal aplicada pode distorcer o sentido de uma frase e colocar a perder todo o esforço de
entendimento do assunto.

As palavras e as idéias devem ser expressivas, citemos como exemplo:

• Amigo José engana-se na análise dos fatos em São Paulo.


• Amigo José engana-se na análise dos fatos em São Paulo?
• Amigo, José engana-se na análise dos fatos em São Paulo.
• Amigo, José engana-se na análise dos fatos em São Paulo?
• Amigo José: Engana-se na análise dos fatos, em São Paulo.
• Amigo José: Engana-se na análise dos fatos em São Paulo?
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• Amigo José engana-se na análise dos fatos, em São Paulo.

E assim por diante...

AUTODOMÍNIO
É necessária a prévia preparação psicológica, concretizando internamente que a tarefa é importante
para si e para o próximo.
Acalmar-se, relaxar-se e entregar-se naturalmente ao compromisso é norte para um bom desempenho.
A segurança psicológica passa pela adequada preparação do tema, através de estudo dedicado e
ensaio. A prece e vivência natural do que se prega são fatores primordiais para que a vida de preletor
ou expositor seja agradável, consistente no que se diz e afirma.
É muito importante que saibamos que pequenos “picos” de tensão são comuns e nestes casos
devemos utilizar recursos fáceis de serem aplicados.
A prece é básica para atingirmos a harmonização interior e estreitarmos os canais inspirativos.
Exercícios respiratórios também são valiosos, a prática da respiração diafragmática (com a barriga) de
forma lenta, pausada ajuda a diminuir a tensão nervosa e fluxo sangüíneo na região do gástrico,
equilibrando o emocional.
Devemos conhecer da melhor maneira possível o assunto em pauta, e sempre nos abastecermos com
material em excesso. A falta de conhecimento ou subsídios gera insegurança perceptível a nós e ao
público, bem como a tendência ao superficialismo ou personalismo da mensagem.
Uma boa preparação do tema proporciona confiança em si, capacidade de responder a perguntas e
liberdade para a abordagem de assuntos correlatos.

OBSTÁCULOS DECORRENTES DA LINGUAGEM


Fatos e opiniões: É muito comum apresentarmos um pelo outro sem clara distinção. O mesmo acontece
com as inferências (induções, conseqüências) e observações. Quando, numa exposição, afirmamos
que “Pedro é gastador”, devemos deixar claro que é gastador por que o vimos gastando (fato,
observação), porque alguém nos disse (opinião), ou, ainda, porque concluímos após uma breve análise
da sua vida econômica (inferência).
Obstáculos verbais: Compreendem aqueles decorrentes da utilização da gíria, palavras de duplo
sentido, clichês (chavões), erros gramaticais e repetição de palavras, causando falta de clareza. Em
todos os casos a idéia central fica obliterada.
Eu: Devemos empregar sempre a primeira pessoa do plural ao nos dirigirmos ao público. Dizendo “eu
fiz”, ou “vocês devem”, “vocês precisam”, o expositor se distancia dos presentes. A linguagem
inadequada ao entendimento da maioria dos ouvintes também proporciona este distanciamento,
tornando a mensagem inalcançável.

OBSTÁCULOS DECORRENTES DE VÍCIOS DE LINGUAGEM


Os vícios de linguagem são verdadeiros obstáculos ao bom entendimento da mensagem transmitida
pelo expositor, pois, ora lançam nas idéias sentidos dúbios, ora tornam-se completamente ininteligíveis.
Outras vezes conferem às palavras sons exóticos dificultando a atenção do ouvinte.
Vejamos a seguir os principais vícios de linguagem:
Barbarismo: Emprego de palavras ou construções estranhas à língua. Ex: “Gentlemen”, “feedback”,
“link”, “deletar”.
Sole cismo: Erro sintático de colocação, concordância ou regência. Ex: “Vou na cidade”, “vi ele
passando”.

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Ambigüidade: Oferece sentido duplo ou duvidoso. Ex: “Cama para casal de ferro”, “o que tem nas mãos
um homem no campo a cava-lo”.
Obscuridade: Falta de clareza na exposição. Ocorre em virtude da prolixidade.
Cacofonia: Junção de palavras formando outra de sentido torpe, ridículo, ou apenas desagradável. Ex:
“Uma mão de ferro”, “por cada ponto passa uma reta”.
Hiato: Concorrência de vozes acentuadas. Ex: “Vou à aula”.
Eco: Repetição desagradável de fonemas no final das palavras. Ex: “No momento do casamento”.
Parequema: Colocar ao lado de uma sílaba, outra com o mesmo som. Ex: “Sempre presente”, “corpo
poroso”.
Preciosismo: Emprego intencional de palavras ou expressões raras, artificiais, ou extravagantes. Ex:
“Fí-lo pelo Brasil”, “fí-lo por minha família”, “praticar-se-á tal esporte”, etc.

OBSTÁCULOS DECORRENTES DA PERSONALIDADE


Auto-Suficiência: O indivíduo auto-suficiente julga saber tudo sobre o assunto e dessa forma, incorre em
erro grave: Toma o particular pelo geral. Expressão de orgulho, sente-se mais importante que a própria
aula. Trata-se de personalismo puro.
Tendência à complicação: Observada em alguns expositores que adoram tornar as coisas mais difíceis,
amantes de controvérsias.
Superficialismo: Tendência de se dar maior importância aos palpites, hipóteses, gráficos, notícias de
jornais do que aos fatos em si.
Recomendação: Tratar os semelhantes com nobreza e respeito, exercitando a humildade.

TÉCNICAS DE NOVA POSTURA


No dia 25 de Setembro de 1988 no CEAE Genebra, em São Paulo, realizou-se o Encontro de
Expositores de Escolas de Aprendizes da Aliança, com a participação de 50 companheiros de 18
Grupos Integrados. Após mais de uma hora de troca de idéias, de forma livre, entre todos os presentes,
o companheiro Jacques André Conchón, Diretor Geral da Aliança fez proveitosas colocações que
podem resumir-se na seguinte postura: O potencial de crescimento, numa Escola de Aprendizes, está
no grupo, do qual o expositor faz parte.
Jacques Conchón começou historiando a evolução da “pregação” espírita, a partir da época dos
grandes oradores que assomavam a tribuna para emocionar as massas, na década de 50. Tais
oradores, de grande valor na época utilizavam um esquema exortativo em sua palestra e colocavam-se
como “indicadores do caminho”.
Por volta de 1960, o orador transforma-se em “expositor”. A doutrina é muito clara só precisa ser
exposta. Exposição que deve ser coerente, de maneira a motivar o ouvinte a iniciar um processo de
modificação de si mesmo. Contudo, esse esquema era ainda “autoritário”: O Expositor ficava alguns
degraus acima dos ouvintes, não se igualava a eles para aprender junto.
Confessando que ele mesmo mudou, e continua mudando sua postura com relação ao outro, Jacques
ilustrou essa sua mudança dizendo, que há 15 anos, quando a Aliança começava, ele dava muito valor
às técnicas de exposição. “Utilizávamos recursos audiovisuais até bastante sofisticados para a época,
para jogar sobre a classe uma quantidade de informações”.
Quando encerrávamos a aula, o ambiente estava frio, a classe havia apenas assistido e não
participado. Estávamos distantes do aluno, só havíamos transmitido informações e não vivências.”.
Hoje temos muito claro que o expositor (aliás, este nome deve ser mudado, porque traz conotação
autoritária) deve motivar a participação plena do grupo, não importa o tamanho da classe.
Há tendência de dar-se ao luxo de dormir em classe caso considere que o expositor não está se saindo
bem. Tal tendência tem de ser modificada, com a participação do expositor e do Dirigente da turma.
“Precisamos mudar a tendência de pôr o expositor num lugar e nenhuma responsabilidade dar-se à
turma”. Na Escola de.

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Aprendizes as aulas não são acadêmicas. A Escola traz, para todos, uma proposta de crescimento,
renovação de sentimentos e expansão do coração. O expositor deve ficar junto com os alunos,
Colocando o tema da aula para discussão em grupo, para afloramento de vivências pessoais de cada
turma. Não é o expositor, isoladamente, que deve preparar-se; é a turma que deve esforçar-se por
elevar-se, tendo o expositor como um de seus membros. ”“

Nesta altura, Jaques fala do “curso de expositores da aliança que deve ser reformulado”. É um curso
que prepara “autoridades em exposição e não companheiros que se misturam na classe, para crescer
junto com ela”. “No curso, dizíamos que a exposição tem começo, meio e fim e que no encerramento
poderíamos até decorar um fecho”. Isto esta superado; o fecho quem deve dar (se quiser) é a turma
como um todo. A aula não precisa ser conclusiva, ela deve ser motivadora. Cada aluno deve sentir-se
participante, importante. Precisamos reverter a tendência de dar muito valor ao expositor com relação
ao grupo. O expositor caminha e aprende com o grupo, é um igual em busca de crescimento.
“Temos ouvido muita gente falar que estão faltando líderes no espiritismo”, disse Jacques. “Os líderes
carismáticos são do passado, e tiveram seu extraordinário valor. Hoje, todos são líderes. O aluno é um
líder, principalmente se motivado adequadamente pelo dirigente e pelo expositor. É um líder liberto de
imposições, em busca de seus próprios caminhos de crescimento. Como expositores, no mesmo nível
da classe, temos de estimular esse crescimento sem dependências”.
Anteriormente, a postura do orador clássico iniciava com a disposição das cadeiras como a escola
acadêmica ou enfileirada e o orador expondo a matéria. O orador envolvia a platéia, era informativo aos
mais preparados, como se fosse o indicador do caminho; aos demais em tom de mero discurso, com
uma exposição quase que acadêmica, onde não havia nenhuma participação, as pessoas
acompanhavam apenas com o seu sentimento e olhar, mas não falavam, eram simplesmente ouvintes.
Não havia o relato de vivências e sentimentos, enfim a técnica de um orador.
Ao findar a palestra alguns ouvintes indagados do que se tratou relatavam: ‘Exatamente sobre o que ele
falou... Não entendi muito bem, mas como o Sr. Fulano de tal fala bonito! Benza Deus!”“.
Os seminários e palestras têm essa técnica expositiva, como a do grande orador Divaldo Pereira
Franco, médium inspirado. Ele expõe o tema, não há participação, ele conduz a exposição da matéria,
para que as pessoas entendam.
Como já foi relatado, em Setembro de 1988, no encontro Geral dos Expositores da Aliança; em
consenso adotou-se como regra a nova postura de exposição de aulas.
A Aliança torna as escolas de Aprendizes do Evangelho um curso que não é totalmente informativo,
doutrinário; mas visa acima de tudo uma proposta de crescimento interior, renovação de sentimentos,
com os instrumentos que o programa da escola oferece, uma proposta de trabalho de preparar o aluno
de conduzido para condutor de suas ações, como Cristão, a ter uma participação mais consciente na
sociedade.
Neste contexto, o expositor tem participação e responsabilidade muito grande, pois, devemos levar o
aluno a refletir e conscientizar-se, pois metade ou mais do tempo da aula do curso é do expositor.
O expositor tem de ter dinamismo, entusiasmo e conduzir a aula de forma participativa envolvendo os
alunos, conduzindo-os a reflexão, exposição de seus sentimentos e vivência durante as aulas.
Para tanto, a própria disposição física mudou. Formam-se círculos e aplica-se também da dinâmica de
grupo, onde o expositor passa a ser mais um participante, nesse processo interativo.
Ainda observamos expositores com aulas totalmente expositivas; falar dia, mês e ano que nasceu,
exigindo conhecimento do aluno, dando poucas oportunidades dos alunos refletirem e participarem.
Falar muito é cômodo e acomoda o aluno que só ouve e não participa; desta forma o aluno caminha o
curso inteiro sem muita responsabilidade, só recebe a informação.
Há os expositores inflamados, com muito conteúdo na aula, mas pecam por não dar abertura para a
participação de alunos.
Há, ainda, os que abrem tímida participação, não sabe se é abertura para os alunos participarem ou
reflexão rápida para continuar o assunto. Muitas vezes o aluno ainda está ordenando as idéias, ou fica
na indecisão de falar, e o expositor já sente falta de participação e continua o assunto.
Qual pergunta é boa? Exemplo ruim: Que vocês acham da reencarnação ou do racismo?
A chamada nova postura, é nova entre “aspas”, é técnica antiga. Há anos atrás houve alterações, as
mudanças e o aperfeiçoamento de técnicas foi chamado de “nova postura”, mas é bem antiga.

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Abrindo a participação a aula deslancha melhor. Não se exigindo conhecimento prévio maior e sim
através de opiniões ou vivências.

Quando perguntamos o que vocês acham, pensam ou sentem não há resposta certa.
Aula interessante é a que abre oportunidade para o aluno expor sua experiência e seu sentimento.
Há casos de turmas onde a participação é bastante restrita, conclui-se:

– Dirigente fala muito, conclama tudo.


– Dirigente que deixa tudo por iniciativa dos alunos.
– Alunos acanhados, diante da presença estranha do expositor.
– Alunos que não são estimulados à leitura da apostila.

Como a quantia de aulas da Escola de Aprendizes somadas às do Curso Básico são em maior número,
é mais voltado a elas o Curso de Expositores, mas também estão os alunos preparados para exporem
no Curso de Médiuns, Mocidade Espírita, Preleção Evangélica, Sessão Doutrinária e Escola de Pais.
Estamos sendo habilitados a trabalhar as mais diversas técnicas para a atividade escolhida.
Divaldo Pereira Franco é maravilhoso em qualquer técnica; é incomum, ponto fora da curva, não
pretendemos equipara-nos a ele, além do que seu conhecimento é fantástico. O grande expositor é
raro; cremos que o tempo deles passou, não aparecem mais. Hoje há expositores normais, trabalho de
formiguinha de cada um de nós, levedarmos a massa na EAE fazendo o todo crescer. Difícil um grande
expositor fazer o trabalho de uma só vez. Temos vários tipos de exposição: Desde a não participação
da oratória, até o outro extremo da Vida Plena com participação total do aluno. Qual a melhor? Depende
de uma série de fatores, além do expositor há o tema, tem matéria que exige exposição.
Temos oportunidades de ver várias técnicas de exposição. A chamada técnica de oratória é bastante
expositiva. Grandes oradores a utilizam. O orador fala a quem ouve, a platéia acompanha com seu
sentimento e olhar, sem participar, não fala.
Divaldo é um grande expositor que usa esta técnica; expõe o tema sem participação, perguntas, nem os
cinco minutos, simplesmente expõe a matéria; conduz o tema para as pessoas entenderem, mas não
existe a participação do ouvinte.
Utilizamos esta técnica nas preleções no Centro. Expomos a matéria sem dar abertura a perguntas.
Conduzimos o assunto para tocar o sentimento, colocar princípios de lógica e raciocínio na pessoa; mas
sem participação. O assistido não pergunta, não opina, nem diz o que sente a respeito; só acompanha o
exposto.
Esta é a técnica que no Curso de Expositores aprendemos, fazemos exercícios, ficamos em pé,
treinamos, isso porque esta é uma técnica ainda hoje utilizada. Às vezes há necessidade de fazermos a
exposição em pé como no caso específico da preleção. A preleção deve ser expositiva.
Curso de Médiuns: É expositivo por ter carga de informações que precisam ser passadas e, muitas
vezes, não aberta a discussões, há tempo no fim para perguntas. No Curso de Médiuns há uma grande
carga informativa, com pequena participação dos alunos e estilo diferente de participação dos mesmos;
não deve ocorrer a seguinte situação - “O que vocês sentem a respeito deste assunto?”.
Mocidade Espírita: São aulas mais descontraídas, com dinâmicas para o jovem poder interagir da forma
como que age e pensa.
Exemplo: Aula sobre Eurípides Barsanulfo: “Quando ele nasceu? Q que ele fez? Quais são os livros que
escreveu? Qual o nome da escola que ele fundou? – Vamos lá pessoal... participem”.
Esta seria uma técnica errada. A matéria em si não permite participação que exija conhecimento prévio,
tem que ser expositiva. O mérito do expositor está em saber os pontos chaves e importantes que o
aluno precisa receber a informação, entra no mérito a sensibilidade do expositor.
”Batuíra nasceu em... que fez, escreveu e qual escola fundou?” – Evidentemente a resposta a estas
perguntas será o silêncio, a turma não participa, pois o tema não permite, exige conhecimento prévio.
Aulas assim são expositivas. O tema é ponto importante. Tem matéria que permite participação, mesmo
assim há pontos chave, importantíssimos que precisamos informar para o aluno tirar conclusões,
analisar e comparar seu comportamento e forma de pensar, ele precisa primeiro de informações. Está ai
a habilidade do expositor em captar os pontos chave que alunos não podem deixar de saber.
A participação não se pode exigir conhecimento, podemos aquecer o assunto dizendo o que você acha,
sente; chegaríamos ao ápice buscando fazer que os alunos coloquem seu sentimento, expondo
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vivências em relação ao assunto.


Passar as informações que acalmem a ansiedade das pessoas.
Em temas como da reencarnação: não existe forma de discutir a reencarnação como princípio moral, é
um fato e ponto, devemos discutir não os fatos, mas sim as conseqüências.
Em 30 minutos da aula, na parte expositiva, levamos informações que somam ao conhecimento das
pessoas, para resolver dúvidas de suas questões, explicar como algo ocorre. Ao lermos um livro,
absorvemos informações; como trabalhar tais informações? É algo pessoal, de cada um. Para refletir
um aspecto, precisamos de muita informação. Ler o Livro dos Espíritos é importante, ele tem grande
quantidade de informações e, em aula, temos de passar informações e a posterior buscar os aspectos
morais para refletir, pensar, assim o aluno cresce efetivamente.
Na EAE sobre vários aspectos morais, abre-se a participação. Em aula histórica há tópicos morais a
serem destacados. Assim temos que estudar com antecedência tais tópicos para podermos destacá-los,
em aula que parece ser muito informativa. Exemplo: “A Criação” aparentemente não há tópico moral,
porém analisemos: - O comportamento cotidiano – submissão do homem a Deus – As leis que regem a
criação. Nestes aspectos morais abrimos a participação.
A EAE é no fundo reflexão de aspectos morais, a história só ilustra, serve para destacar o aspecto
moral que está contido. Os elementos morais que trazemos a tona, são o objeto da analise de como a
gente age e sente ante eles.
Expomos o conceito e abrimos o campo a vivência, ai depende da turma. Mas informações
fundamentais e pontos básicos foram passados. Se a aula não progredir em conversa, um básico, um
mínimo foi passado. Assim as aulas têm sua parte expositiva, onde faremos a introdução, a abertura do
assunto, e após abrimos a participação.
Depende também do andamento da EAE, seu nível, 1º ou 2º ano, no início a EAE precisa ser mais
expositiva, à medida que caminha diminuímos a exposição da aula. Colocamos os pontos básicos e
abrimos a participação. As aulas iniciais da Apostila são mais expositivas. A partir do Redentor,
buscamos o fundo moral, o aluno passa a colocar suas vivências e sentimentos.
Existe uma técnica em que há pequena participação dos ouvintes: digamos uma Técnica Semi-
Expositiva usada por expositores em aulas da EAE e Curso de Médiuns, onde há uma carga informativa
que tem de ser transmitida e um pequeno tempo para o ouvinte participar da aula. O tempo maior é do
expositor que estudou o tema, faz longa exposição e no fim dá um tempo para esclarecer dúvidas; ao
colocar suas dúvidas e opiniões os alunos têm uma pequena participação.
No caminho da participação do aluno, podemos utilizar técnicas de Dinâmica de Grupo, onde há muita
participação e passamos a matéria aos alunos. Conduzimos a aula de forma a existir uma participação
mais intensa; o expositor começa a ficar em segundo plano ou no mesmo plano dos alunos. Nesta
técnica existe grande participação do aluno.
Caminhamos para uma técnica, não de dinâmica, mas onde permitimos a participação mais intensa do
aluno; começamos a colocar o tema e conforme vamos abrindo o assunto, permitimos ao ouvinte
colocar o que pensa, sente, suas experiências, como age ante os fatos. A aula no início é expositiva,
quando introduzimos o assunto, depois abrimos a participação da turma. Esta é a aula participativa.
Aula participativa na EAE, não se consegue sem abertura para o aluno expor suas experiências, o que
sente e pensa. Toda aula tem de ter abertura, mas há pontos básicos fundamentais da matéria que
devemos passar, não podemos deixar de passar, ou permeamos no meio da matéria ou falamos tudo
de uma vez no início, escolhemos a forma.
Importante é como abrir a participação. Hoje, aula não conduzida para a participação está fadada ao
fracasso. Todo expositor deve saber conduzir uma aula participativa. Há os que caem no erro do caso
de “Batuíra” (data do nascimento). O problema, no caso, não é o aluno, mas o expositor ao exigir
conhecimento do aluno.
Sempre que exigirmos conhecimento do aluno, seremos mau expositor ao usar a técnica de forma
errada. Exemplo de uma boa pergunta: “O que vocês acham ou pensam sobre... reencarnação...
racismo?”.
Exemplo com a aula da EAE de nº. 50 “Preconceitos”:

– Qual a opinião sobre preconceito. Que acham? Já sentiram preconceito sobre uma religião?
Preconceito: Prática de idéia imposta ou pré-concebida, sem análise, sem parar para pensar com
profundidade, recebemos e praticamos. Ex: Na família que possui preconceito racial, religioso e de
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comportamento sexual, recebemos algo pré-concebido, dogmático e não pensávamos; ao começarmos


a pensar, percebemos onde temos preconceito?
Preconceito é feio? Não, ele deve ser encarado como descoberta, pois, o preconceituoso ainda não
descobriu que o é, desta forma nega.

Fato hipotético: A mãe do meu marido é Judia, como Judia, ao me conhecer só falava comigo através
do meu marido: “Você arrumou uma Turca?”. Não sou Síria, mas possuo traços Árabes, enfrentei isso,
não é coisa ruim, eu respeito. Temos de encarar, às vezes o preconceito não é descoberto, a pessoa
não tem a extensão do ato nocivo.
Preconceito homossexual: O homem é condicionado a ter atitude de macho. Aparece alguém com jeito
feminino, acaba marginalizado do grupo. É diferente teorizar de como encararíamos o problema
conosco. Preconceito se adquire sem saber o que é certo ou errado. O contato pessoal às vezes
derruba o preconceito que temos a respeito.
Que sentimos sobre o preconceito? Que atitude tive sobre preconceito? Quando eu senti realmente
preconceito? Falar de homossexualismo, prostituição é fácil, mas se é alguém da nossa casa, como
encararíamos? Analisar coisas de fora é fácil, mas ver se temos ou não preconceito, aceita ou não, se
aceito não tenho preconceito; se rejeito, tenho vergonha, escondo ou quero que mude, tenho
preconceito; analisemos em nós se temos ou não o preconceito.
Na EAE parece que ninguém tem preconceito. Não paramos para pensar e analisar. Conforme cada um
cai em si, aparecem preconceitos e onde somos preconceituosos no controle daquilo.
Ciclo natural: pensamos e agimos, o ato é o final. Ao expor nosso ato, de certa forma buscamos o
sentimento por trás, o que iniciou; é importante saber como sentimos e agimos ante o preconceito. São
os 2 pontos importantes; há a parte intermediária: O pensamento, mesclado por muitas coisas, pelo
próprio sentimento, ha. uma série de controles; o superconsciente interfere no que devemos ou não
fazer, a zona da moral controla, enfim o preconceito é mesclado. A opinião é algo no meio do caminho,
temos de ir ao nível do comportamento como a achamos e sentimos.
Na pergunta que acham, sentem, pensam, não há resposta certa, fazer com que as pessoas participem,
tal pergunta é mediana, é claro que estamos dentro de normas que regem a EAE, quanto ao respeito da
opinião das pessoas, que é não julgar opiniões, e faz parte também como regra pedir as pessoas que
falem de si e não dos outros, dizer que meu vizinho é preconceituoso, o expositor deverá trazer de volta
o assunto, o aluno venha refletir a falar de si.
Semelhante é perguntar: Quem leu a aula? Devemos sim, é durante a aula incentivar o aluno à leitura,
sugerindo e não cobrando, pois cria antipatia do aluno para com o expositor.
Podemos exigir conhecimentos universais tipo: “O nome de Allan Kardec de quem era mesmo”? O Livro
dos Espíritos foi lançado em... Como nasceu a Doutrina Espírita?
Devemos induzir ou procurar formas dos alunos dizerem sua opinião, não o que é ou como deveria ser,
a teoria a respeito da coisa, cada um colocando a sua opinião do que acha, pensa a respeito.
Ao abrir à participação a aula fica melhor, deslancha mais ao não se exigir conhecimento e sim opiniões
ou vivências. O ápice da aula da EAE é quando o expositor tem a oportunidade de colocar sua
experiência e sentimento a respeito do assunto, então ele passa a ser um participante da turma.
O ponto máximo de participação ocorre ao atingimos a “Vida Plena”. Trazemos o assunto, fazemos
ligeira abordagem e abrimos para todos colocarem sua forma de agir, pensar e sentir ante o tema;
então existe não teoria sobre o assunto, mas sim vivências, experiências, sentimentos, pensamentos, a
forma que cada qual age ante o tema.
A aula de Vida Plena é uma aula que conta com a vivência, experiência: Qual é a minha atitude ante de
um determinado assunto.
Na aula participativa, falsa é a idéia de não precisar preparar muito, pois o aluno participa. Se houver tal
enfoque vamos é matar tempo. Precisamos estudar a tema, saber a carga informativa que deve ser
passada, os princípios morais a refletir, sintetizar a informação e conduzir a abertura nos aspectos
morais planejados. É muito mais difícil a aula participativa bem dada que se imagina. “É abrir o assunto,
as pessoas falam, a turma conduz a aula”, não é assim Ninguém espera um expositor perfeito, temos
falhas e defeitos.
Para começar a dar bem uma aula observemos sempre as técnicas, procurando melhorar, mas só há
uma forma de nos tornarmos um bom expositor: expondo.

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O Pai espera co-participação do jeito que somos, mas devemos nos preparar. Procurar dar a aula da
melhor forma possível, não matar o tempo dos outros. Saber que nossa aula não está preparada é
crime gravado na consciência.

Recomendações úteis:

– Conhecer o ambiente ou local de aula onde irá proferir, conhecer a turma, o estilo de “participação
de acordo com a aula do dia em exposição”.
– Saber do Dirigente: Quantos alunos têm a turma, os alunos participam ou não das aulas, etc.
– Visitar outras turmas, outras casas integradas, ouvir aulas de outros expositores.
– As aulas devem ser preparadas com bastante conteúdo; buscar entusiasmo, alegria, vibração, criar
a empatia da turma, todos tem a ganhar, evidentemente o maior beneficiado é o aluno.
– As técnicas de comunicação evoluíram. Podemos utilizar projetor de slides, transparências, vídeos e
outros recursos.
– Qual a melhor técnica a ser adotada? Depende do estilo e da matéria da aula.
– Jamais passar a idéia de: Julgar, opinar, polemizar ou interceder.
– Falar sempre dos seus sentimentos e não dos outros, nunca podemos filosofar.
– Lembrar que analisar preconceito é um fato, mas aceitar é outra coisa.
– Devemos passar sempre as informações básicas para podermos acalmar a ansiedade dos alunos;
depois poderemos abrir a aula à participação e buscar o retorno da turma.
– Após 2 a 3 anos em trabalho de exposição as aulas adquirem uma melhor consistência.
– O bom expositor nunca está satisfeito com suas aulas, assim, busca sempre reestruturá-las,
agregando novos conceitos.
– Procurar sempre buscar após a aula a avaliação do dirigente (aguardar até que o dirigente e o
próprio expositor tenham terminado de atender aos alunos).
– Expositor que não coloca dinamismo e entusiasmo em suas aulas está no trabalho errado.
– A forma de captar material para nossas aulas é através da leitura, do saber ouvir e da pesquisa.
– Exemplo de uma pergunta ruim (que afasta os alunos do expositor): “Quem leu a aula?”. Existem
formas muito melhores de induzirmos os alunos à leitura sem sermos antipáticos.
– Em quanto tempo dou a aula? Tal tempo está fixado no “Vivência do Espiritismo Religioso”:
– Aulas do Curso Básico do Espiritismo – 1:00 hora.
– Aulas da Escola de Aprendizes do Evangelho – 0:45 minutos.
– Porém o expositor deve sempre possuir material de reserva, “no bolso do colete”, para poder cobrir
15 minutos de tempo extra de aula.

Não vou poder dar esta aula, posso “devolver” a aula que peguei?
O termo “devolver a aula pega” não existe no dicionário do expositor. Um dos lemas do expositor é:
“AULA PEGA É AULA DADA”, costumamos brincar dizendo:
“O fato de um possível desencarne do expositor, não justifica sua ausência na aula. Ele deverá estar
presente para poder intuir quem quer que ministre a aula em seu lugar”.
Que horas chegar para a aula? Em uma cidade complexa como São Paulo, o expositor deve sempre se
programar para poder chegar com no mínimo 30 minutos de antecedência.
Quem é o chefe? Para quem damos aula? Nenhuma apatia entre o expositor e pessoas da turma ou
casa espírita deve interferir no trabalho do dirigente. Nós expositores não ministramos aula para
dirigentes, assistentes, secretários ou mesmo alunos. Nós expositores ministramos aulas por sermos
Discípulos de Jesus. Desta forma, nós expositores, ministramos nossas aulas pelo Amor do Mestre.

ATITUDES QUE SE DEVE EVITAR


1. Falar baixo demais ou aos gritos.
2. Ler a aula.
3. Permanecer sentado ou em pé sempre no mesmo lugar.
4. Desordem em classe (conversas paralelas, agitação, etc.), isso significa que algo precisa ser
modificado (método, motivação, atividades, ritmo, etc.).
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5. Pessoas falando ao mesmo tempo (dar atenção por ordem, ao levantar dos braços). Caso haja esta
situação reduzir o volume da voz ou mesmo parar a exposição até que a classe perceba que o
comportamento está inadequado.
6. Mau humor e cara feia.
7. Interrogatório inadequado e mal dirigido. Exemplos: “Gostaram da aula? Resposta: Não”, ou,
“Estudaram a aula? Resposta: Não”.
8. Não exemplificar o que transmite (faça o que eu falo mas não faça o que eu faço).

CACOETES
Os cacoetes desfocam a atenção dos ouvintes, que passam a perceber e prestar atenção na atitude e
não na mensagem.
Alguns cacoetes são bastante típicos (“jogar” o cabelo para o lado, “coçar” a barba, puxar a calça para
cima, tirar e colocar os óculos, coçar a cabeça, estalar as juntas dos dedos, “puxar” o dente, etc.).
Todos estes comportamentos são hábitos inconscientes e afloram na esfera da exposição como
recursos de busca de afirmação ou de ganho de tempo.
São quatro os estágios da percepção e eliminação dos cacoetes:
• Não consciência: Quando é um ato involuntário, automático.
• Consciência: Quando percebemos ou somos alertados de tal comportamento.
• Tentativa de acerto: Que é o esforço para vigiar as atitudes e corrigir na medida do possível as
tendências para tais reações.
Eliminação: Que é conquistada com bastante esforço e após passar pelos estágios acima.

INIBIÇÃO
A inibição atua em dois campos, primeiro no pensamento, retraindo a espontaneidade e
automaticamente na ação, bloqueando as atitudes.
Por se tratar de um recolhimento psicológico, a prática e a auto-exposição são elementos para vencer
este obstáculo.
Devemos exercitar a conversação, buscando conversar um pouco mais com as pessoas da própria
residência, assim exercitamos a conversação e passamos a falar com mais naturalidade. Soltando
nossas “amarras” passamos a deixar fluir o vocabulário que estudamos através de leituras em voz alta
para nós mesmos (faz parte do processo de auto-exposição).
Nas conversações devemos nos vigiar para empregarmos frases bem coordenadas, sem gírias, termos
grosseiros ou de dupla interpretação.
Caso a inibição seja muito intensa a busca por profissional é o caminho mais adequado, normalmente o
exercício de exposição praticado durante o Curso de Expositores tem o poder de eliminar grande parte
das barreiras da inibição, quando corretamente aplicados.

RETENÇÃO DO CONHECIMENTO / PROCESSOS DE APRENDIZAGEM


Estudos da Socondy-Vaccum Oil Co. Studies: Temos algumas características quanto aos fatores de
retenção das informações que nos chegam através dos modos sensoriais.

Em estudos de 3 horas e de 3 dias temos os seguintes quadros percentuais resultantes:


Tudo aquilo que recebemos via auditiva (exposição oral) após 3 horas apresentamos 70% de retenção,
enquanto que após 3 dias esta retenção de informações cai para apenas 10%.

Quando a informação nos chega sob forma visual, após 3 horas temos 71% de retenção, enquanto que
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após 3 dias esta retenção estaciona na casa dos 20% apenas, mas é o dobro da informação oral.

Aliando-se os recursos das vias auditivas e visuais, após 3 horas a retenção sobe para 85% enquanto
que após 3 dias cai apenas 20 pontos, estacionando na casa dos 65%.
Ainda neste estudo temos os resultados da retenção mnemônica (técnica de desenvolver e fortalecer a
memória mediante processos artificiais auxiliares). No uso dos recursos mnemônicos, a gravação das
informações na memória é:
Paladar 1%, tato 1,5%, olfato 3,5%, audição 11% e visão 83%.
Quanto aos processos de aprendizado imediato tirou-se a seguinte conclusão:
Aprende-se 10% do que se lê.
Aprende-se 20% do que se escuta.
Aprende-se 30% do que se vê.
Aprende-se 50% do que se vê e escuta.
Aprende-se 70% do que ouve dizer e logo discute.
Aprende-se 90% do que ouve dizer e logo realiza.

Com os dados acima podemos notar a importância de recursos auxiliares dinâmicos e trocas vivenciais
nas aulas.

AMBIENTES DE LIDERANÇA
Em sala de aula, o dirigente reflete seu “estilo” de liderança. Conhece-se o dirigente pela turma e em
contrapartida, a possível reação da turma pela postura do dirigente.
Temos os seguintes ambientes:
Autoritário: Onde predomina o verbo no modo imperativo. Exprime ordem, proibição, pedido. Exemplo:
“Volte logo”. “Não fiquem aqui”.

Democrático: Predomina o verbo no modo indicativo. Exprime um fato certo, positivo. Exemplo: “Vou
hoje”. “Vocês tem grande responsabilidade fazendo caravanas”.
Bonzinho: Predomina o verbo no modo subjuntivo. Enuncia um fato possível, duvidoso, de maneira
vaga, imprecisa. Exemplo: “É possível que”. “Se você trabalhasse”. “Sugerimos que faça o Evangelho”.

O COMUNICADOR
O comunicador é o divulgador dos seus postulados, mas devemos lembrar que na tarefa Evangélica
estes estão além da nossa percepção de mundo e da vida, são postulados Cristãos norteados pelo
Evangelho de Jesus.
Com o decorrer das décadas houve uma progressão nas técnicas e conceitos de exposição (ainda que
hoje algumas sejam necessárias de ser praticadas em segmentos específicos), principalmente no que
tange à atividade espírita.
Na década de 1950 tínhamos predominantemente a figura do orador, o poeta da exposição, que
emocionava as massas.
Em meados da década 60 a linhagem do orador migrou para a de palestrador, que fazia a fusão entre o
professor (exposições tipo aula clássica) e o orador. As informações ainda chegavam de forma meio
autoritária “ao público (era utilizado o palco a separar o público do palestrante)”.
Nos anos 80 os expositores receberam bastante informação acadêmica mas sofriam de pouca
experiência no campo vivencial, que os tornavam técnicos de aulas na sua maioria.
Chegam os anos 90 e com eles a valorização do ser como elemento de um processo contínuo de
aprendizado, da horizontalização das diferenças e a necessidade do crescimento conjunto. Com isso o
expositor passa a ser simplesmente um facilitador, participante de um processo de aprendizado
coletivo, orientador de diretrizes e focado na liberdade de expressão, valorizando os sentimentos e
experiências. Esta é a tarefa do expositor moderno.

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FLEXIBILIDADE
Ao expositor espírita é necessário e imprescindível ser flexível em sua vida interior. Abrir-se ao mundo
sem defesas, não subir ao pedestal da vaidade e praticar a máxima Cristã: “Amar ao próximo como a ti
mesmo”. O respeito pela individualidade do ser e dos diferentes estágios culturais, espirituais e
intelectuais é obrigatório para quem deve muito mais exemplificar do que teorizar.
O primeiro ponto deste processo de flexibilização é reconhecer-se em formação, que a única diferença
entre si e os alunos ou assistidos é que tenha estudado um pouco mais, iniciado seu processo de
despertamento um pouco antes, mas que ainda está (e estará por um bom número de encarnações)
buscando sua melhora, depurando seus sentimentos e pensamentos, crescendo em um compromisso
pessoal e coletivo, onde aqueles que ali estão consigo são companheiros de jornada.
Respeitando a individualidade deve admitir a diversidade, as diferentes formas de encarar a vida e as
situações, as pessoas são unas em sua persona. Experienciam e introjetam as realidades de formas
diferentes, buscam seus ideais por caminhos diversos, não são nem melhores nem piores uns dos
outros, somos espíritos em busca de luz, no caminho do Celeste Criador.
Abertos ao próximo e à sua forma de agir e pensar abrimos a exposição para o incentivo das trocas
vivenciais, que enriquece o conteúdo da exposição com fragmentos vivos das experiências evolutivas
de cada um, como numa grande terapia terrena, onde somos todos pacientes e o Cristo o grande
Terapeuta das sessões guiando-nos pelo Evangelho Redentor.

MEMÓRIA
Regra áurea: “NUNCA CONFIAR NA MEMÓRIA”

Não confiar na memória não quer dizer decorar textos ou exposições completas. A bagagem literária e
doutrinária deve estar consistente em nós pela prática constante de estudo, leitura e participação em
palestras, reciclagens, etc.
O que devemos memorizar é a idéia central da apresentação, a linha mestra que permitirá o
desenvolvimento do tema de forma natural e espontânea, já que nos preocupamos em abastecermo-
nos de informações necessárias para o livre desenrolar da atividade.
O que podemos memorizar também é um resumo da palestra, ou em outras palavras, o quadro de
idéias, para que não fujamos à linha central de raciocínio lógico.
Quando dizemos “memorizar” é colocar as questões no coração, sempre pensando na platéia e suas
necessidades espirituais.

MOVIMENTAÇÃO
Os movimentos têm o poder de aumentar a concentração dos ouvintes, já que “força-os” a prestar
atenção no interlocutor.
Ao olhar os ouvintes encare-os de frente, sem medo (sem altivez), movimentando a cabeça de forma
não linear, usando a flexibilização do pescoço, ombros e tronco.
Quanto a movimentação em classe é importante não dar as costas para os participantes, ou seja, não
criar movimentos circulares pela classe.

Precisamos ter cuidado para que os movimentos não criem monotonia, deve-se quebrar a uniformidade.
A movimentação deve ser triangular e variada, cuidando para que todos possam enxergar-nos e vice-
versa.
Cuidado com o efeito “tigre na jaula” que é a movimentação lateral constante e nervosa.
Os modernos conceitos de postura e movimentação recomendam que tiremos “os pregos dos pés”, ou
seja, dentro de uma adequação consciente utilizemos a movimentação como fator de emoção
superando antigos conceitos de que o preletor deve ficar “estancado” ao solo de forma estática, como
se houvesse uma barreira invisível entre as partes.
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PRESENÇA ELOQÜENTE
Alguns fatores são básicos para que a presença do preletor ou expositor seja agradável e eloqüente,
fluindo com naturalidade e em clima de abertura.
• Riqueza de conteúdo doutrinário através de estudo metódico, permanente, compromissado.
• Clareza quando se simplifica o conteúdo e utiliza-se a pronúncia correta das palavras.
• Objetividade no tema, exercitando a capacidade de síntese de assuntos periféricos e controlando o
tempo disponível, isso se consegue com ensaio constante.

• Criatividade: Que é a capacidade de tornar a preleção interessante e original, fugindo aos padrões
formais e trazendo o tema para a situação atual de vida da sociedade, cuidando para não
personalizar as idéias em conceitos cristalizados da própria vida ou introjetar situações não
vivenciadas.
• Versatilidade com enfoques e argumentações diferentes e atuais. Ter a “cabeça aberta” para pensar
além do mundo do autor da literatura estudada, sem fugir à sua linha de raciocínio.
• Ser verdadeiro no que diz e faz, Jesus já nos orientava: “Seja seu dizer sim, sim; não, não”.

IMPROVISAÇÃO X PLANEJAMENTO
É importante a conscientização do planejamento de uma apresentação. Com a experiência tem-se uma
tendência a “relaxar” na preparação, confiando nas suas habilidades e conteúdo doutrinário. Mas isso
não deve ser uma constante, é claro que podem ocorrer problemas que nos impeçam de preparar uma
apresentação convenientemente, mas estes casos devem ser realmente uma exceção.
O improviso (falta de estudo e/ou preparação do tema) traz como conseqüência insegurança na
exposição e pode gerar enganos nas afirmativas doutrinárias. Sem lastro, o conteúdo torna-se pobre,
repetitivo e rotineiro, gerando no público ouvinte imagens mentais negativas. Trata-se de um
desrespeito ao público, pois deixamos de oferecer o que a Doutrina tem de melhor para ofertarmos
apenas uma pequena parcela que está viva em nosso consciente, ou o que é pior, que faz parte de
nossa estreita visão.
Improvisar não atinge plenamente objetivos de assimilação da essência do conteúdo.
Quando partimos para o planejamento de uma apresentação, de imediato recebemos a sustentação da
espiritualidade, mesmo semanas antes da apresentação. Planejar faz parte da busca intensa pela
reforma íntima e o adequado comportamento moral e ético na Doutrina. Aí sim, com a essência
devidamente exposta, sem distorções doutrinárias, podemos transferir no campo mental e na vida os
exemplos que comentamos nas prédicas.

Lembremo-nos: improvisar pode render 10 frutos de uma semeadura, mas com planejamento
colheremos 1000 frutos da mesma.

ESTRUTURA DA EXPOSIÇÃO
INÍCIO (15% do tempo da exposição)

• Abertura, preparação. Onde se inclui a saudação e as explicações sobre a natureza do trabalho, do


tema e assim por diante. Capta a atenção e resume o que se vai dizer.
• Deve ser sem formalidades e sem desculpas.
• Deve despertar curiosidade no auditório.
• Pode-se contar uma história, fazer uma pergunta ou relatar um fato recente.
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• Não ser dogmático.

EXPOSIÇÃO (75% do tempo da exposição)

• É o meio, abordagem do assunto em foco. É o desenvolvimento do tema propriamente dito, relata-


se os pontos principais com ordenação lógica e sustentação do tema.
• Usar palavras claras e conhecidas.
• Falar à altura do nível intelectual do público.
• Evitar termos técnicos desconhecidos.
• Usar e abusar dos recursos audiovisuais.
• Usar a gesticulação que reflitam os sentimentos.
• Cria-se o cenário para uma argumentação que convence e comove.
• É o lugar onde cabem as manipulações.

CONCLUSÃO OU EPÍLOGO (10% do tempo da exposição)

• É o fim, o encerramento. Onde a idéia central é realçada para ser fixada. Deve ser simples, objetiva,
dinâmica e útil. Recapitula e deve ser uma afirmação memorável.
• Poderá ser decorado, é um resumo enfático do que foi dito.

Maneiras de encerrar uma palestra:


• Apelar para que a tese seja aceita
• Fazer um resumo dos pontos mais importantes
• Agradecer os presentes
• Construir clímax e concluir com palavra de vibração forte e positiva
• Deve ser rápido e decisivo
• Terminar sempre como o auditório deseja

EXEMPLO DE ESTRUTURA DE AULA

Aula de 60 minutos do Curso Básico de Espiritismo:

• 15% - Introdução (9 minutos).


• 75% - Apresentação (45 minutos).
• 10% - Conclusão (6 minutos).

Aula de 45 minutos de Escola de Aprendizes do Evangelho:

• 15% - Introdução (7 minutos).


• 75% - Apresentação (34 minutos).
• 10% - Conclusão (4 minutos).

O MEDO
O famoso “frio na barriga” causado por tensão do novo ou do desconhecido é reflexo de atividade
psicológica no âmbito dos sentimentos. A autocobrança, o orgulho que poderá ferir-se caso nos
contrariem, a vaidade despedaçada caso notem que não somos perfeitos, tudo isso pode levar a duas
condições naturais do ser, que podem ser denominadas:

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Traço fóbico, condição normal de pressão, não impeditiva à tarefa, trabalhado pelo exercício, confiança,
segurança, reforma íntima, exposição constante, leitura, etc., ou,
Fobia social, condição extrema de pressão, impeditiva, necessita de tratamento psicoterápico, geradora
de Topofobia (medo de palco) potencializada por um quadro severo de ansiedade e em casos mais
profundos de ataques localizados de pânico.
O medo tem sua base no âmbito mental, da ansiedade do não conhecer experiências novas, das
autocríticas depreciativas e da fértil imaginação (normalmente negativa), que gera uma
pseudoconcepção negativa da situação proporcionando o medo.
Suas conseqüências mais conhecidas são: A famosa “tremedeira” e os “brancos”, que reforçam esta
autoconcepção negativa e fazem que não consigamos raciocinar ou encontrar soluções para a situação.
É o que dizemos quando a pessoa “trava”, não raciocina mais, passa a ter alterações cardio-
respiratórias e necessita imediatamente de socorro, inclusive espiritual.
É necessário reprogramar-se face à tendência do medo, conscientizando-se de que em primeiro lugar
estamos trabalhando para e com o Cristo. Em segundo lugar devemos reconhecer que não somos os
únicos a sofrer de medo, e que com a experiência o mesmo estará gradualmente sendo reduzido.
A platéia está ali para ver nosso sucesso e não nossa falha e que devemos concentrarmo-nos no que
estamos dizendo e não como estamos dizendo. Quando damos muito valor à técnica fechamos a
ligação espiritual e passamos a atuar apenas no campo da razão.
Se conhecermos bem o assunto, ensaiarmos insistentemente, respiramos de forma adequada
(diafragmaticamente) e orarmos com harmonia poderemos controlar a emoção pelo intelecto sem
prejuízo das ondas intuitivas. Tudo isso mais o vocabulário aumentado pela leitura, estudo e as
experiências vivenciadas geram segurança, que proporcionam desenvoltura, seqüência lógica e bem-
estar físico e emocional, reforçando e potencializando a disposição de cumprir a tarefa com amor e
dedicação.
malmente um bom preparo intelectual e espiritual é suficiente para não extrapolarmos os limites do
traço fóbico.

PRECONCEITO
Cada um de nós tem uma vida e uma realidade mental, experiencial. Não podemos dizer que exista
uma realidade única e absoluta para todas as pessoas. As reações diante dos fatos acontecem
segundo a percepção de realidade de cada um, e essa percepção é para o indivíduo a própria
realidade. A realidade é o mundo particular das percepções de cada ser individualizado embora dentro
de uma ótica social a realidade consiste de percepções que são comuns a vários indivíduos.
A conduta do indivíduo é uma reação ao campo das experiências como este é aprendido, mas há duas
maneiras de viver-se as experiências.
Conceito: De forma consciente, livre, não alterada pela necessidade ou pelo desejo de se defender, ou
seja, estaremos vivendo a situação bem próxima de sua realidade, livre de idéias ou atitudes
defensivas, partindo de um fato vivenciado, fortaleceremos a nossa parte interior de conceitos e valores.
Preconceito: As experiências não vividas, que poderíamos denominar pseudo-experiências ou
introjeções, geram preconceitos. Estas têm origem em um comportamento nitidamente defensivo, as
generalizações. A título de nos defendermos, rotulamos as pessoas ou fatos, pois negamo-nos a
discutir em um todo as coisas boas que cada um, individualmente, tem a dar.
As introjeções tem origem, via de regra, nos campos da educação formal, educação escolar, educação
no lar, herança social, convivência, propaganda, literatura, opiniões, interpretações, formalidades, etc.
Outro tipo de preconceito, muito mais pessoal e ao qual somos resistentes e defensivos são os
preconceitos que criamos conosco mesmos. Não podemos mais nos acomodar dizendo que não
conseguimos modificar esse ou aquele aspecto da nossa conduta, visto que sempre haverá condições
de transformar seus preconceitos em conceitos.
numa manifestação precipitada a partir de nossa sempre insuficiente escala de valores. Assim é sempre
uma avaliação mutável e parcial, pois bloqueamos o nosso autoconhecimento através dos mecanismos
de defesas. Vale a pena analisar também as críticas de outros a nosso respeito, pois nos vêem em
outro ângulo e contribuem muito para nosso autoconhecimento.

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A ciência e a religião, abarrotadas de dogmas e preconceitos tem somente realizado separação em vez
de união, guerra em vez de paz, descrença em vez de fé. O espírito se perturba concentrando na esfera
das coisas físicas todas as suas preocupações. O que se faz mister é compreender a necessidade da
tarefa de espiritualização, trabalhando o edifício sublime do progresso comum. Operemos na difusão da
verdade, quebrando a cadeia férrea dos formalismos impostos pelas pseudo-autoridades da cátedra ou
do altar, amando a vida terrena com intensidade e devotamento.
Não julgar é não criar preconceitos, Jesus exemplificou em toda sua vida pública sobre esse assunto,
vencendo os preconceitos sociais, de costumes, intelectuais, morais, regionais, sexuais, raciais, etc.
Nunca cometeu falta de respeito de rotular, via em cada um seu irmão, filho do mesmo Pai, colocando
os interesses coletivos acima dos interesses pessoais.
Devemos receber cada um dos alunos como verdadeiros companheiros de jornada e de crescimento,
visto que a reforma íntima é eterna.
O preconceito na aula gera ineficiência e descrédito nos objetivos precípuos da Doutrina.
NÃO HÁ ESPAÇO PARA PRECONCEITOS NA VIDA DO EXPOSITOR.
Vivenciar é exemplificar o que se fala.

PRECE DOS APRENDIZES DO EVANGELHO


Ao início das aulas das Escolas de Aprendizes do Evangelho temos após a elevação espiritual e Pai
Nosso, o entoar da Prece dos Aprendizes.
É muito comum termos, em razão da orientação dos dirigentes de turmas, maneiras diferentes ou
erradas de entoar a canção original.
Recomendamos consulta ao livro ‘Vivência do Espiritismo Religioso “sobre o assunto (inclusive os
conceitos de prece cantada) e observar a forma mais próxima da correta de entoar a prece como no
CD” Pai Celeste “- faixa 16 (Prece dos Aprendizes – forma tradicional)”.
Mas o mais desagradável é uma turma entoando corretamente a Prece enquanto o expositor, que
teoricamente vem ali para orientar a classe no tema daquele dia, entoar de forma errada ou com “esses”
a mais.
Os pontos mais delicados da Prece são as frases referentes a Deus, onde se substitui o “TEU” por
“SEU”, também temos o ponto “DÁ-NOS” ao invés do tradicional “DAÍ-NOS” que se profere. Mas o mais
grave é o termo “FORÇA” substituído quase que automaticamente por “FORÇAS”.
As frases corretas são:
ingir”.
“DÁ-NOS Pai, a luz que aclara”.
“DÁ-NOS FORÇA para sermos”.
“Os arautos do TEU amor”.

O BOM SERVIDOR
Algumas turmas de Escola de Aprendizes costumam entoar ao término das aulas, à partir do segundo
ano, o lema do Bom Servidor, constante no livro “Vivência do Espiritismo Religioso” à página 106.
Por fim, além de decorar a letra da música é necessário parar para refletir sobre seu conteúdo, um
compromisso de trabalho junto ao Cristo, onde nos colocamos como verdadeiros soldados da
mensagem do amor.

COLA OU LEMBRETE
Recurso normalmente necessário aos ainda inseguros, que utilizam o livro, o bilhete ou o papel mais
como apoio psicológico do que como consulta.
Não é pecado fazer uso da mesma nos casos de aulas, já que os assuntos normalmente são extensos.
Deve ser pequena e organizada. Nada de folhas e folhas escritas como longas dissertações, mas
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apenas os tópicos organizados em ordem de progressão dos assuntos (em forma de quadro de idéias).
Devemos ter muito cuidado com o efeito “Mata-Moscas” ou o papel que é agitado constantemente no ar,
tirando a atenção dos ouvintes e produzindo barulho típico.
Nos casos das preleções, por se tratarem de exposições curtas, onde a veia principal está em um tópico
Evangélico não se recomenda sua utilização, com ensaio e preparação espiritual adequada o tema flui
naturalmente.

COMPORTAMENTO DO EXPOSITOR
Ao assumirmos o papel de expositor, devemos entender que se não reunimos as condições
necessárias, a arte de informar, comunicar, ensinar e dirigir não serão dignamente cumpridas e poderão
causar irreparáveis danos à divulgação da Doutrina.
Estas artes são as mais gratificantes da atividade humana, é uma doação direta em benefício de uma
comunidade que tem um objetivo claro a cumprir e os expositores são colocados no caminho destes
irmãos para colaborar, e cumprir uma expectativa do alto que a cada dia é maior, porque maior é
também o número de EAE’s a cada dia que passa.
O expositor deverá entender que o seu papel não pode ser vulgarizado, que o seu preparo não pode ser
adiado e que a tarefa é sua e uma vez não realizada pesará na economia do processo. Meditemos
sobre a frase de André Luiz: “Se a semeadura não for boa, não haverá boa colheita”.
postura o expositor não poderá aparecer mais que a mensagem, devendo se posicionar o mais discreta
e corretamente possível. No tocante a sua vestimenta e linguagem, estas deverão sempre de acordo
com o ambiente e o público.

Devemos atender aos objetivos de cada aula, evitando fuga ao programa, avanços na aula posterior,
leituras longas e improvisos diversos.
Quanto às técnicas de oratória devemos utilizá-las sem extravagâncias, sem exibicionismo, não ser
formal, enfadonho e monótono, devemos ser didáticos e dinâmicos.
Quanto ao ambiente da classe devemos estar preparados para todo e qualquer tipo de classe (falta de
lousa, tomada, extensão), sobre a disposição das cadeiras em círculo, semicírculo, etc. Usar dinâmicas
e técnicas de incentivo (estes fatores são minimizados ou eliminados pelo prévio contato com o
Dirigente ou Secretário da turma).
Quanto à platéia, ao mesmo tempo em que o aluno torce por uma boa aula não permite falhas e
normalmente rotula o expositor tecendo até comentários com os demais alunos.
No tocante a perguntas simples e até ingênuas, devemos evitar o “risinho” (ironia) e sempre termos uma
resposta que encoraje novas questões.
Sobre as perguntas difíceis ou sem resposta no momento devemos ter a humildade de reconhecer
nossa momentânea ignorância e voltar com a resposta na primeira oportunidade e nunca emitir opiniões
ou citações evasivas.

Se houver perguntas maliciosas e não pertinentes ao tema, devemos reconduzir a discussão para a
temática central e diante de insistências mostrar sua inconveniência.
Quando nos deparamos com atitudes inconvenientes e que estejam atrapalhando o bom andamento da
aula e diante da falta de atuação dos dirigentes, devemos agir energicamente para que a aula não seja
prejumelhor estilo de exposição? Desde que respeite os elevados objetivos da Escola, o expositor pode
se conduzir livremente utilizando os mais variados estilos (dinâmicas, exposições, narrações,
dramatizações, recursos audiovisuais, etc.). O que deve ficar bem claro, é que todo estilo tem pontos
fortes e fracos e que o expositor deverá alavancar os pontos favoráveis e inibir os aspectos que o
atrapalhem, o que contribuirá indiscutivelmente para o sucesso da aula.

PREPARAÇÃO DO TEMA
Sugestão de preparação passo-a-passo:

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1. Estudar o tema profundamente.


2. Estudar o assunto e coloca-lo de “molho”, estar com a mente aberta para as intuições que forem
chegando.
3. Comentar com os colegas e trocar idéias sobre o tema, buscando outras visões sobre o assunto.
4. Ler assuntos correlatos, em outras literaturas, em outras obras.
5. No momento de começar a montar efetivamente o tema buscar a ligação espiritual e orar.
6. Consultar o Dirigente da turma sobre características da turma, da classe, particularidades, etc.

7. Definir o objetivo
a. Sem rebuscamento.
b. Rapidamente compreendido.
c. Direto.
d. Seguir com rigor o tema e objetivo.

8. Fazer um brain-storming (tempestade cerebral) sem seqüência lógica ou cronológica, buscar uma
chuva de idéias pessoais.
9. Pesquisar referências da Aliança e Vade Mecum.
10. Estudar Fontes da Aliança, Obras da Codificação, Bíblia, Literatura Espírita (clássica e atual),
Biografias, Datas Comemorativas, etc.

Observações:

11. Estabelecer um horário para estudo (tempo).


12. Definir um local (não muito confortável)
13. Está com sono? Durma!
14. Leitura: Deve-se ter muito cuidado com o momento da leitura, pois existem obstáculos naturais que
podem evitar um perfeito estado de concentração para as devidas absorções de idéias. O local
inadequado, fatores que possam distrair ou sono são obstáculos que potencializam esta dificuldade
de concentração. O grande desafio é ler mais em menor espaço de tempo, já que nossa vida diária
é corrida e nem sempre nos é permitido termos tempo para outras atividades que não sejam as do
dia-a-dia da vida material. É salutar esforçarmo-nos para destinarmos pelo menos cinco minutos
diários para leitura, criando assim o hábito da leitura constante, isso nos trará domínio das
informações, poder de argumentação e clareza de expressão. Ao fazer-se a leitura a principal
preocupação deve ser absorver as idéias do autor, mas para isso deve-se estar motivado e não se
deve apenas vocalizar, e sim raciocinar, refletir sobre o que foi lido.

15. Fazer uma pré-leitura = autor, edição, orelhas, índice, introdução, prefácio.
16. 1a. Leitura (rápida), absorve-se a proposta do autor, obtém-se uma idéia geral (sublinhar os pontos
principais do texto).

17. 2a. Leitura (detalhes), proporciona um diálogo entre as partes (autor e leitor), sublinhar as palavras
chaves que serão os argumentos.
18. Refazer o raciocínio do autor (criar o quadro de idéias).
19. Fazer leitura crítica usando o raciocínio próprio.
20. Comprovar a lógica da seqüência de idéias.
21. Ensaiar, ensaiar, ensaiar (utilizando recursos simples e que são de acesso a qualquer pessoa).
Deve-se fazer a apresentação frente ao espelho, observando a postura e gesticulação, ter em mãos
um relógio e controlar o tempo e variar as palavras utilizando-se de sinônimos, para gravar a
seqüência dos assuntos podemos criar imagens mentais, visualizando as mesmas durante a
apresentação.
22. Tomar cuidado com personalismos.
23. Preparar Recursos Audiovisuais.
24. Na exposição não enfatizar temas controvertidos e aspectos polêmicos, pois a platéia se divide em
prós, contras e neutros e não haverá domínio do tema central.
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25. Fazer análise crítica da importância do tema para a vida prática, pois além dos aspectos históricos e
obrigações de cumprimento do programa, a EAE deve ser prática.

PROCRASTINAÇÃO E QUERER
Procrastinação é o ato de deixar para amanhã o que se pode fazer hoje. Para efeito de estatística, mais
de 80% de executivos sofrem deste mal.
Temos a capacidade de nos sobrecarregarmos de tarefas secundárias e de pouca importância,
consumindo energia. Do nosso tempo total, 60% são consumidos por tarefas que agregam pouco ou
nenhum valor, é a conhecida “forma ativa de perder tempo”.
Acaba sendo uma forma de fuga dos reais problemas que devemos encarar e resolver. A
procrastinação nos traz uma boa dose de ansiedade e depressão, pois quem procrastina tem sempre a
sensação que deixou de fazer algo e existe a culpa a nos pesar.
Os procrastinadores são propensos a pequenas e constantes doenças, pois experimentam frustrações
em função de estarem sempre atrasados com suas tarefas e quando a cumprem o fazem sempre
abaixo da expectativa.
A vida é uma sucessão de vontades, busca de satisfações, um eterno querer. Saber o que se quer é
decisivo para toda e qualquer forma de sucesso. Querer envolve escolhas e objetivos e para que o
nosso “querer” não desfigure os mais belos quadros da vida se torna necessário direcionar a vontade
para nobres setores do espírito.
• Querer fabricado é buscar aquilo que não precisamos: Modas, mídia, cultura.
• Querer de qualquer forma é capricho, é paixão que uma vez atingida nada nos mudou.
• Querer tudo é a vontade desenfreada, ciumenta e invejosa.
• Querer o que todos querem é massificação.

Não vivemos sem querer e ele jamais deve ser destruído ou anulado, ele deve ser orientado, pois assim
alimentamos o desejo de melhora constante (RI). O que necessitamos é treinar nossa vontade para que
obedeça aos ditames da razão e da livre consciência.

QUALIDADE NA APRESENTAÇÃO
É uma arte ser excelente e pode-se demonstrar em 6 níveis.
1. Mudança – A busca de valores.
2. Empenho – Persistência, continuidade.
3. Confiança – Consciência do potencial humano.
4. Limitações – Somos seres incompletos e portanto limitados.
5. Medos – As ameaças se diluem, pois caminhamos para uma melhora global.
6. Técnicas – Somos guiados por sistemas que disciplinam nossas ações.

A busca da qualidade dentro dos tópicos acima, criará ao nosso redor uma aura que envolverá as
nossas ações (exposição) e quem conosco se relacionar (alunos). Sentiremos assim:
Confiáveis – Nossa exposição terá mais crédito e mais força.
Racionais – Nossa exposição apelará para a razão.
Receptivos – Mais intuição, maior sensibilidade.

PRONÚNCIA
É elemento primário para uma boa comunicação com o público.
Palavras proferidas de forma errada criam imagem mental negativa no público, que passa a perceber os
erros e não mais o conteúdo. Um expositor com problemas na pronúncia deve, obrigatoriamente, buscar

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auxílio acadêmico, médico ou esforçar-se para corrigir seu problema, visto não ser possível um
comunicador sem o conhecimento de sua língua.
A má pronúncia muitas vezes tem sua origem na falta de exercícios de articulação e na velocidade da
fala, fatores corrigidos por exercícios específicos.
Deve-se pronunciar bem e integralmente as palavras, dizê-las corretamente. Alguns exemplos:
Tamém (também); vâmo (vamos); cê (você); primero (primeiro); janero (janeiro); precisá (precisar); trazê
(trazer); levamo (levamos), etc.
Quando tivermos dificuldade em pronunciar alguma palavra não devemos nos encabular e substituí-la
esportivamente por outra de igual sentido, isso se dá com palavras longas ou de difícil dicção.
Não é o fim do mundo, encarar a situação com naturalidade, ninguém irá condenar o expositor por isso.
Em algumas situações a pronúncia pode ser prejudicada por fatores buco-maxi-faciais, neste caso o
auxílio especializado é valioso.

QUALIDADES LITERÁRIAS
Não é possível a um expositor ou preletor desenvolver os temas se não tiver o mínimo de qualidades
literárias exigidas. Isso passa pelo hábito da leitura, de forma constante, metódica.
Deve-se dedicar alguns instantes do dia para isso, ler em local agradável, onde não haja interferências
que possam desviar a atenção. Quanto mais lermos maior será nossa capacidade de absorção de
conceitos. É como um exercício físico: Devemos ter o hábito salutar, pois do contrário torna-se
estafante, pesado, como um castigo ou obrigação indesejável, e isso está completamente fora as
diretrizes espirituais.
Praticando a leitura intensa e constantemente passamos a ter maior intimidade com a nossa língua, as
pronúncias, os verbos, as conjugações. Assim o expressar torna-se mais claro e adequado, menos
repetitivo, mais rico em variações, mais facilmente absorvível pelo público.
As leituras devem se focar em obras edificantes, de elevado conteúdo moral e espiritual, mas é muito
importante estarmos em sintonia com o que acontece também no mundo, praticando a leitura do dia-a-
dia, dos jornais, das revistas, das reportagens, das obras clássicas, dos poemas, dos livros polêmicos,
etc.
Acrescentamos bagagem intelectual, abrimos nossas cabeças para o mundo real, exercitamos nossa
capacidade de discernimento, raciocínio e enriquecimento do nosso vocabulário.

RESPIRAÇÃO
Deve ser diafragmática, movimentando-se a barriga, com inalação adequada (profunda e controlada),
com isso descongestionamos o acúmulo sanguíneo formado na região, reduzimos a freqüência
cardíaca, oxigenamos melhor as células, facilitando o raciocínio, a concatenação de idéias e análise
crítica.
Não se deve esvaziar os pulmões durante uma exposição: A voz simplesmente “acaba” por falta de ar,
e requer um sobre-esforço para inspirar novamente o volume necessário para o perfeito funcionamento
do órgão.
Importante: Deve-se respirar entre uma idéia e outra, ninguém percebe ou condena uma pausa de 1, 2
segundos numa exposição. Auxilia o trabalho de organização das idéias e também dá tempo mesmo
que inconscientemente à platéia para absorver as informações.

AS DEZ DICAS DO PERFEITO ORADOR.


Você tem medo de falar em público? Nós vamos ajudá-lo a resolver o problema. (John May)

George Scales, um agricultor troncudo e louro de Essex, ficou contente por ter ganho uma bolsa que lhe
permitiria estudar a produção de batatas na Alemanha e na América. Até que soube, apavorado que
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teria que falar em público sobre os métodos estrangeiros, perante agricultores britânicos.
A idéia de ficar de pé diante de estranhos tentando manter viva a sua atenção o assustava tanto que ele
foi consultar um médico. “Preciso de ajuda, confessou”, pensando que lhe seriam receitados
tranqüilizantes. Em vez disso, o doutor lhe indicou minha escola.
Então eu disse a George, como já fiz a dezena de milhares de outros alunos: “Falar bem em público é
uma arte que pode ser aprendida. Qualquer pessoa pode dominar as técnicas básicas para fazer que
um público se mantenha atento”. Ei-las aqui.
1) Seja simpático – O público é cordial para com os oradores amáveis e de aspecto feliz. Winifred
Ribchester, recém nomeada diretora de uma escola de moças, estava com receio de seu primeiro
discurso perante um grande público de pais e membros do conselho diretivo da escola.
“Comece com um sorriso”, aconselhei. “O sorriso estabelece a ligação com o público, despertando o
interesse”.
No grande dia, Winifred apresentou-se na reunião com o maior e mais caloroso sorriso que conseguiu
arranjar. Claro que o público lhe correspondeu também sorrindo. Tendo-o cativado, ela estava apta a
começar da melhor forma.
2) Descontraia-se – Mesmo uma oradora experiente como Margaret Thatcher admite: “Fico nervosa em
todas as ocasiões que tenho que falar em público”. Mas nunca deixe transparecer este medo. As
pessoas começam por ter pena de um orador que deixa transparecer o pânico, mas depois acabam
perdendo a paciência e o interesse.
George Scales que tentava se encher de coragem para fazer o seu primeiro discurso de um minuto em
meu curso, estava alagado de suor. Recomendei-lhe que fizesse o exercício rítmico que os atores
fazem para se descontraírem antes de entrar no palco. “Respire fundo várias vezes, sustenta a
respiração o máximo tempo possível e expire lentamente”. Isso estabilizou sua pulsação.
Outro remédio para os nervos é esquecer-se de que é você quem vai falar. Finja que é outra pessoa
qualquer – um orador por quem sinta admiração, por exemplo.
3) Controle a situação – Mostre para o público quem é que domina a cena e merece toda a atenção. O
Orador que tenta ficar sentado perde a autoridade. O que luta com as costas da cadeira como um
domador de leões, ou que se esconde por detrás da estante como se estivesse segurando uma
metralhadora, só com a cabeça e as mãos à vista, está pondo os ouvintes à distância. O público quer
vê-lo bem de todos os ângulos. Sentirá assim que você confia nele.
4) Planifique seu discurso – Uma oração convincente tem de ser pensada com antecedência.
Paul Homes era um orador rápido e enérgico, mas cujos discursos depressa perdiam a forma quando
ele se afastava do essencial. Como apreciador de críquete, queria convencer a junta de sua freguesia a
não proibir os jogos no jardim da aldeia (um morador queixara-se de que a bola ia por vezes parar em
seu jardim).
Tendo freqüentado um de seus discursos, ele estruturou sua fala com um princípio (justificando as
razões porque queria falar), um meio (reforçando a argumentação com provas) e um final otimista.
Pouco depois, ele me escreveu: “No próximo ano, vamos ter críquete por lá”.

Para a maior parte dos discursos, não se pode adotar o padrão já testado que o pároco da aldeia
costuma usar para suas prédicas: “Em primeiro eu lhes falo sobre o que lhes vou falar; a seguir, digo a
coisa; e por fim, falo-lhes sobre o que lhes disse”.
5) Não complique – Resista à tentação de sobrecarregar um discurso com um excesso de tópicos, pois
o público não vai conseguir fixá-los todos e pode até nem se fixar em nenhum. Um discurso eficaz
incidirá no máximo sobre quatro pontos, que levarão a uma conclusão final.
Resista também à tentação de querer deslumbrar o seu público com expressões técnicas. Num de
agentes de VIAGEM, Iain Webster, da Telecom britânica, teve de fazer uma alocução sobre a utilização
de computadores. Fiz-lhe notar que o discurso tinha de ser simples.
Mais tarde, ele me contou que incidiu sobre três itens numa linguagem concisa e sem uma única
expressão técnica. “Fui o único orador a ter uma cobertura completa e exata na imprensa no dia
seguinte”.
6) Pareça espontâneo – A espontaneidade torna o discurso mais convidativo, mas exige uma grande
preparação prévia. Depois de escrever seu primeiro rascunho (tente 100 palavras por minuto), levante-
se e fale para um gravador. Escute-se depois com um ouvido crítico, apontando as hesitações ou as
repetições que devem ser eliminadas, e também as expressões de “linguagem escrita” que tem de ser
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corrigidas para a fluência da “linguagem oral”.


O teste para expressar qualquer coisa em termos orais é perguntar a si próprio: “Como diria eu isto a
um amigo?”. Não ia por certo utilizar um estilo denso e literário. Alistair Cook, quando está preparando a
sua Letter From América (Carta da América), diz em voz alta para si próprio as frases que vai
datilografando, frases que são essencialmente orais.
7) Condense seu esboço final em tópicos – Breves, bem espaçados, fáceis de ler – escritos em fichas,
que podem ser guardadas no bolso até o início da sessão. Nada faz um público desinteressar-se tão
rapidamente como um orador subindo ao estrado com a mão cheia de folhas de papel.
George Scales, o plantador de batatas, faz de memória as versões finais “espontâneas” de seus
discursos, ouvindo-os anteriormente à hora no carro, enquanto dirige.
Aproveite as potencialidades de sua voz – Um orador esforçado pode controlar o público como um
músico talentoso toca um instrumento. Elevar a voz ativa as células do cérebro. Falar devagar, em voz
baixa impressiona com a solenidade da alocução. Um discurso rápido e excitado confere um ar de
urgência.
Pronuncie sempre as palavras claramente, com os lábios, a língua e os dentes, para que o público
entenda tudo o que diz.
Peter Finch, um editor que freqüentou meu curso porque queria progredir na carreira, recorda que uma
das mais eficientes técnicas de voz que aprendeu consiste em fazer uma pausa no momento adequado
e sussurrar: “Vou lhes contar um segredo”. Tal truque garante total e instantânea atenção do público.
8) Faça que todos participem – Um antigo diretor da Escola Gordonstoun, na Escócia, disse que aquela
instituição tivera um dia um professor de Biologia que costuma desenhar diagramas no quadro sem
olhar para os alunos. Num dia de verão, estando ele a desenhar na lousa, a turma inteira saltou pela
janela da sala, que era no térreo, voltando a entrar rapidamente quando ele acabou. O professor nunca
soube disso.
O orador que evita olhar o público de frente quase que certamente perde a sua atenção, como o
professor de Gordonstoun. As pessoas sentem claramente que sua presença está sendo rejeitada.
Quando estiver falando, percorra o público com o olhar como um facho de luz, de modo a mostrar que
está se interessando sucessivamente por todos os presentes. Não se esqueça de ninguém, mesmo
daqueles que estão atrás de você.
9) Controle seu tempo – As pessoas nunca desculpam os oradores que falam sem cessar e os façam
perder o almoço.
Uma hora é o tempo máximo para um discurso numa reunião de negócios. Dez minutos são suficientes
para um acontecimento social, como uma festa de casamento. Se não tiver nenhum relógio à frente,
ponha o de pulso virado para baixo, de modo a poder olhar discretamente para ele.
Cinqüenta jovens executivos de publicidade fizeram uma reunião de fim de semana em Cambridge e
me presentearam com uma sineta de bronze que trazia gravado, em latim, o melhor conselho que se
pode dar sobre o controle do tempo: “Praestate dicete et tacete” (Levanta-te, fala e cala-te).
10) Não deixe de praticar – As técnicas do discurso só podem ser melhoradas com a prática. Existem
organizações onde se fazem palestras, aulas noturnas de oratória pública, associações de pais e
grupos semelhantes que oferecem a oportunidade de se falar para um grupo reduzido de pessoas.

Winifred Ribchester, a diretora que estava preocupada com o discurso do dia de apresentação,
descobriu que, em seu novo cargo, tinha de fazer tantos discursos de vários teores que não tardou a
ganhar confiança.
Peter Finch, o editor, treinou o controle da voz lendo o sermão dominical na igreja.
E quanto ao plantador de batatas George Scales? Seus discursos a outros agricultores foram
entusiasticamente recebidos.
Atualmente milionário, ele tomou gosto por falar em público, e até tem um programa de meia hora na
televisão sobre agricultura.

FONTE: Este texto foi retirado da revista “Seleções do Readers Digest” de abril de 1991.

QUADRO DE IDÉIAS
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O quadro de idéias é uma ferramenta eficaz na orientação da seqüência lógica do raciocínio a ser
desenvolvido na aula. Não deve ser uma folha (ou mais) com todo o texto que se deve falar escrito nela.
Ao contrário, o quadro de idéias deve refletir tão somente os pontos a serem abordados, todo o
desenvolvimento do tema deve ser objeto de estudo e assimilação cultural e inspiracional do expositor.
As exceções devem-se somente a nomes, datas e lugares, para quem tem dificuldades de
memorização.
O quadro é o roteiro da exposição, é o norte, é o lembrete que nos alertará se estamos esquecendo
algo importante, se estamos fugindo ao objetivo traçado.
Faz parte integrante da técnica de preparação do tema, em especial das fases de leitura, onde
podemos resumir da seguinte forma:

• Fazer uma leitura rápida e sublinhar os trechos principais, captando a proposta do autor.
• Refazer a leitura, agora atento aos detalhes, sublinhando e destacando apenas as palavras-chaves,
que são os argumentos.
• Trazer para um papel na as palavras-chaves e verificar com critério se a seqüência está em lógica
com as idéias a serem expostas.
• Ensaiar a apresentação usando a seqüência obtida no quadro de idéias, para certificar-se de que
nenhum detalhe importante vai passar em branco.
• Transcrever para o quadro algum nome, data, etc. que por ventura tenha dificuldade em memorizar.

Um exemplo de como montar o quadro de idéias (que é bastante pessoal) segue abaixo:

Diferentes categorias de mundos habitados


Do ensino dado pelos espíritos, resulta que muito diferentes umas das outras são as condições dos
mundos, quanto ao grau de adiantamento ou de inferioridade dos seus habitantes. Entre eles há os que
estes últimos são ainda inferiores aos da Terra, física e moralmente; outros, da mesma categoria que o
nosso; e outros que lhe são mais ou menos superiores a todos os respeitos. Nos mundos inferiores, a
existência é toda material, reinam soberanas as paixões, sendo quase nula a vida moral. À medida que
esta se desenvolve, diminui a influência da matéria, de tal maneira que, nos mundos adiantados, a vida
é, por assim dizer, toda espiritual.
Nos mundos intermediários, misturam-se o bem e o mal, predominando um ou outro, segundo o grau de
adiantamento da maioria dos que os habitam. Embora não se possa fazer, dos diversos mundos, uma
classificação absoluta, pode-se contudo, em virtude do estado em que se acham e da destinação que
trazem, tomando por base os matizes mais salientes, dividi-los. De modo geral, como segue: Mundos
primitivos, destinados às primeiras encarnações da alma humana; mundos de expiações e provas, onde
domina o mal; mundos de regeneração, nos quais as almas que ainda tem o que expiar aurem novas
forças, repousando das fadigas da luta; mundos ditosos, onde o bem sobrepuja o mal; mundos celestes
ou divinos, habitações de Espíritos depurados, onde exclusivamente reina o bem. A Terra pertence a
categoria dos mundos de expiação e provas, razão porque aí vive o homem a braços com tantas
misérias.

O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap. III.

O quadro poderia ficar desta forma (os grifos acima são nossos):
• Condições: física e moral.
• Mundos inferiores (material e paixões).
• Mundos adiantados (espiritual).
• Mundos intermediários (bem e o mal).
• Classificação (estado e destinação).
• Primitivos.
• Expiações e provas.
• Regeneração.
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• Ditosos.
• Celestes.
• A Terra.

Os assuntos relativos aos tópicos são desenvolvidos naturalmente pelo expositor. Há a possibilidade de
“decorar” os tópicos acima, mas é sempre bom fazer uso da preparação do quadro para fixar os pontos
principais.
Para isso é importante que o texto do quadro seja: Claro (saber que será acessível ao público), ter
unidade (ter amarração, ou seja, pé e cabeça), concisa (não ser longo) e coerente (lógico).

SESSÃO DOUTRINÁRIA – CONCEITO


Ë continuidade do tratamento, onde os passes são substituídos pelo esclarecimento evangélico, é a
forma de implementar a transição de processo de tratamento espiritual e as oportunidades de
esclarecimento através dos cursos proporcionados pelo Centro Espírita.
São excelentes instrumentos para motivar seus freqüentadores a interessarem-se pela Doutrina
aplicada a seu cotidiano, bem como se inscreverem no Curso Básico de Espiritismo e na Escola de
Aprendizes do Evangelho, para os quais devem sempre ser convidados, se desejarem ter maiores
esclarecimentos.
Constituem um programa simplificado para exposição de conceitos básicos espíritas, dirigido às
pessoas que concluem uma fase de tratamento espiritual na Assistência espiritual.
Tem como objetivo promover o auto-equilíbrio dos assistidos através do esclarecimento espírita
evangélico.
As reuniões são semanais, de, no máximo 45 minutos, que preferencialmente ocorrem em paralelo ao
trabalho de Preleção Evangélica e passes. As cadeiras dos participantes devem estar, de preferência,
arranjadas na forma de roda.
A abordagem deve ser altamente dialogante, visando um esclarecimento amplo, com base num conto
ou estória com moral evangélica de fácil compreensão. O expositor deve estar apto e disposto a
esclarecer eventuais dúvidas fora do assunto proposto para o dia, de forma sucinta.
A bibliografia das histórias sugeridas concentra-se nos livros “A Vida Escreve” e “Almas em Desfile” do
espírito Hilário Silva.

CURSO DE MÉDIUNS – CONCEITO


Em geral, a mediunidade é exercida mecanicamente, sem objetivo definido, pelo simples fato de existir.
Mas isso é um erro.

O médium deve saber porque é médium, quais faculdades possui, limites de sua aplicação,
conseqüências de sua ação, objetivos a atingir e responsabilidades que assume, tanto como indivíduo
quanto como membro da coletividade.
O Curso de Médiuns é um curso de preparação teórico-prático de médiuns para os alunos da Escola de
Aprendizes do Evangelho.
Seu objetivo é educar médiuns para o desenvolvimento e uso da mediunidade voltada para os trabalhos
evangélicos tendo como base os princípios da Doutrina Espírita.
As reuniões são semanais com 90 minutos de duração.
O roteiro de uma reunião da parte teórica é muito semelhante ao das EAE’s:

• Leitura de texto evangélico ou pertinente à mediunidade, preparação com elevação gradativa e


prece.
• Avisos, leitura de temas, esclarecimentos em geral.
• Exposição da aula: assunto específico segundo a programação.
• Encerramento com vibrações e prece de agradecimento.
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Dependendo do estágio do Curso as exposições podem tomar de 45 a 60 minutos.


Uma característica do Curso de Médiuns é que em alguns locais de estrutura de trabalhadores e
dirigentes, o Curso de Passes faz parte integrante do Curso de Médiuns (assim como o programa foi
aprovado originalmente em 27/12/1973), mas em locais com carência de estrutura para tal os Cursos de
Passes são ministrado separadamente, até que se reúna quantidade suficiente de participantes para um
Curso de Médiuns na totalidade.

ESCOLA DE PAIS – CONCEITO


A Escola de Pais é um programa de estudos voltado à orientação da família, desenvolvido
semanalmente, para os pais ou responsáveis pelas crianças que freqüentam a Evangelização Infantil.
Não é uma escola nos moldes convencionais, mas sim uma reunião fraterna, aberta a diálogos, sem
pretensão de ser um curso espírita ou doutrinador.
Através da exposição e debates de temas, propõe reflexão sobre o papel educativo dos pais para
harmonizar o ambiente familiar, permitindo aos mesmos tomarem contato com assuntos educativos que
possam esclarecer suas dúvidas, ajudando a sanar dificuldades de relacionamentos nos mais diversos
aspectos diários.

Dentro os objetivos da Escola de Pais, destaca-se:

• Conscientizar os pais no seu papel de educadores.


• Dar os pais informações atualizadas sobre questões psicológicas, educacionais, pedagógicas e
científicas sobre o desenvolvimento e a formação da criança e do adolescente.
• Revisão dos seus próprios conceitos e atitudes.
• Planejamento de uma educação consciente.
• Integração dos pais com os evangelizadores.
• Educar-se para educar.
Como são ministradas em paralelo à Evangelização Infantil as aulas tem duração de 60 minutos, com
tempo de exposição médio de 45 minutos.

PRELEÇÃO EVANGÉLICA – TÉCNICAS


O bom preletor prepara-se adequadamente, fazendo antecipada e profunda reflexão sobre o tema,
articulando-o com a sua própria vida.

Cria empatia com os assistidos, falando muito mais com o coração que com a razão, transmitindo
emoção e despertando sentimentos elevados.
Preleção não é discurso, é bate-papo amoroso. O preletor não acusa nada e ninguém e só tem gestos e
palavras de acolhida fraterna para nossa casa.
Inclui-se entre os beneficiados da Assistência Espiritual, usando sempre a palavra “nós” ao invés de
vocês.
Tem voz modulada em média tonalidade e timbre, para ser bem ouvida com serenidade por todos os
assistidos, durante a exposição não grita nem fala baixo demais.
Informa intelectualmente com o coração as palavras, que são sempre coerentes e lógicas. Com
português preciso e simples para qualquer cidadão entender. Durante a exposição fala alto, com bom
volume, sem gritar, com tonalidade e timbre de voz serena, para alçar o ouvido e coração de todos.
Deve transmitir emoção e motivar sentimentos. Fazer frases com as palavras “nós” desde que signifique
sinceramente que eu mesmo estou entre os assistidos, isto tem que ser absolutamente verdadeiro. Se
falar com o coração, o preletor cria empatia com os assistidos, não é uma informação intelectual, é um
gesto de acolhida fraterna em nossa casa. Palavras e frases raras atrapalham este processo amoroso.
Evitar falar sobre “Mestre”, “Divino Rabi” e similares, nem falar de “matéria” ao invés de corpo, evitar
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falar sobre “mãe espiritual” para denominar Maria, e outros para que todos entendam na simplicidade o
que estamos a transmitir.
Não convém falar sobre pessoa só conhecida no meio espírita, neste caso explicar quem é e o que fez,
não se preocupando com o nome. Evitar falar sobre “planeta de expiações” ao invés de planeta terra,
mas explicar como e porque é planeta de expiação.
Evitar falar em limpeza, preparação, miasmas e outros termos específicos do Espiritismo, mas se
necessário explicar antes e toda a vez.
Não usar a preleção para dissertar sobre conhecimentos doutrinários, lembrar-se do primeiro dia que se
sentou na cadeira de um salão de preleções e o que estava esperando ouvir daquela pessoa lá na
frente.
Não se movimentar em demasia e jamais adentrar à assistência, dando as costas para quem está mais
à frente.
Ser natural na postura, usar gestos sem exageros e abusar das expressões faciais verdadeiras.
Não levar “cola”, “lembrete” ou ler a história em livros. Preparar a preleção com muita antecedência,
chegar cedo e elevar o coração à equipe espiritual. Ficar alguns momentos dentro da sala de preleções
equalizando suas vibrações com a da assistência.
Treinamento: fazer a preleção para um auditório imaginário, não para decorar, mas para fixar os pontos
essenciais.
Ter consciência de que no início deve ter dificuldades naturais.
Ler muito, metodicamente e ampliar o vocabulário.
Não expor um assunto que não conheça e ouvir as críticas dos colegas como fator de aprendizado.
Expor o pensamento de forma clara, sem dúvidas.
Não faltar aos compromissos assumidos.
Não usar a preleção para discorrer sobre problemas do Centro ou do Movimento espírita.

QUERER SER ENTENDIDO E NÃO ADMIRADO

Durante a exposição:

• Evitar individualizações (senhor presidente, senhor diretor, etc.).


• Não comentar sobre suas próprias limitações e deficiências.
• Não autobiografar-se, omitir toda e qualquer experiência pessoal, evitando o individualismo próprio.
• Calar referências nominais (elogios levam à vaidade).
• Evitar referências a dinheiro ou à política.
• Não criticar instituições religiosas, pessoas e seus empreendimentos.
• Não aludir sobre auditórios maiores ou menores.
• Apresentar-se trajado adequadamente.
• Usar jóias de forma moderada.
• Ser pontual.
• Ter conduta evangélica.
• Evitar comparações negativas.
• Não fugir ao tema.
• Toda citação deve ser feita com exatidão (livro e nome do autor).
• Vigiar os nés, tás, etc.

PRELEÇÃO EVANGÉLICA – ASPECTOS ESPIRITUAIS E PSICOLÓGICOS


• Ter consciência de que o público deseja ouvir uma boa mensagem.
• O preletor passa a ser a figura principal pela função que exerce naquele momento, portanto aceitar
esta condição e situar-se no ambiente.
• Aceitar a atenção geral com naturalidade, atitudes refratárias ou hostis do público (percebe-se pelas
expressões faciais dos assistidos) correspondem a atitudes de petulância, arrogância, ostentação,
etc.
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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

• “Conquistar” (ganhar confiança) sendo fraterno, vibrar bondade, ser simples e atencioso.
• Ser modesto mas não tímido.
• Manter-se em sintonia com planos elevados (por pensamentos e vibrações).
• “Medir” a vibração do local e tratá-la interiormente com o coração aberto.
• Saber que o “frio” na barriga é normal e que é controlável naturalmente após o início da preleção.
• Procurar iniciar os trabalhos com assistências menores, ao adquirir confiança partir para platéias
maiores.

PRELEÇÃO EVANGÉLICA - CONCEITO


Preleção Evangélica é muito diferente de pregação.

Finalidades: Serenar o assistido para que ele possa refletir sobre um tema evangélico e refletindo abra
seu campo interior sintonizando seus sentimentos com o alto, tornando-se mais aberto e receptivo aos
benefícios fluídicos do passe. Quando bem feita, a preleção pode prestar a principal assistência porque
é o esclarecimento que o torna independente.

Fatores:

Instruir-se: Permanentemente. Devemos estudar o Evangelho e livros capazes de nos orientar a


reforma íntima que se prolonga por toda a vida. Lermos principalmente Kardec, o que Emmanuel, André
Luiz, Meimei, Caírbar Schutel e Armond escreveram, entre outros.
Também “A vida em família” de Rodolfo Calligaris, “O pensamento” de Emmanuel, a biografia de
Bezerra de Menezes, etc. Com certeza, ler e vivenciar o capítulo do Evangelho referente ao tema,
semanas antes de o abordar é muito recomendável para que haja oportunidades de vivenciá-lo e se
ilustrar.
Ilustrar-se: Para estudar adequadamente o tema é indispensável meditar e procurar histórias simples e
perfeitamente coerentes com o tema. Convém que o preletor receba inspirações, principalmente em
público, o que é possível de se conseguir a praticar efetivamente, o que se prega na preleção. É assim
que nos tornamos mais flexíveis e com bom repertório de histórias e vivência no assunto. No momento
da preleção, basta estar com os melhores sentimentos, um forte desejo de se comunicar com clareza e
se abrir para receber inspirações adequadas àquilo que os assistidos mais precisam para o estágio que
se encontram.
Sem polêmicas: Isto não é possível de se conseguir quando se aborda o assunto com polêmicas. Quem
não consegue receber inspirações desta maneira, é melhor falar conforme seu plano prévio com o
Evangelho.

Preparar-se: Chegar meia hora antes dos trabalhos se iniciarem e antes de fazer a preleção, o preletor
precisa de 15 minutos para se preparar como se fosse atuar na câmara de passes e em seguida fazer
uma profunda reflexão sobre a relação entre o tema e a necessidade dos assistidos. Nestes momentos
vêm à mente os assuntos estudados e vivenciados, sobre os quais provavelmente falaremos.

Roteiro:

• Avisos e convites para cursos, palestras, etc.


• Prece inicial com roteiro de elevação simplificado
• Apresentação da Preleção Evangélica, cujo tema deve seguir uma programação prévia, semestral
ou anual.
• Vibrações pelos necessitados, também com roteiro simplificado.
• Breves explicações sobre Passes e ou Evangelho no Lar

Início: Comunicar semanalmente um aviso de interesse dos assistidos, sobre o funcionamento da casa.
O próprio dirigente da Assistência pode recomendar assunto que se faz necessário no momento.
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Recomenda-se que os assuntos referente a eventos com objetivos de arrecadação de fundos, festas,
etc. sejam comunicados fora do ambiente de preleção (por recepcionistas ou plantonistas) deixando-se
para este momento apenas os cursos e palestras que possam trazer ao assistido luz na busca por algo
que procura.
Com palavras que conduzem à prece, e devem ir envolvendo todos os assistidos num crescendo, até
permitir-lhes a ligação com entidades que estão prestando ajuda, avisar que não é preciso fechar os
olhos, ou descruzar as pernas mas convém recomendar que fiquem confortáveis nas cadeiras.
Começar convidando a aproveitarem o ambiente harmonioso para se aproximarem mais de Jesus
Cristo.
Prece inicial: Devemos nos referir somente aos Mentores individuais, Jesus e Deus, a fim de não se
criar mal entendidos, mistificações e confusões. Consultar a “Vivência do Espiritismo Religioso” sobre
este assunto. Quando sentirmos que estamos junto de Jesus, o preletor pode orar o Pai Nosso, em voz
alta e pausada, enquanto os assistidos ficam em silêncio. Usa-se o Pai Nosso conforme a inspiração
nos recomendar, para conduzir os assistidos inicialmente para um estado de meditação, mas por vezes
pode-se usá-lo para culminância final das vibrações.
Tema: Enunciar o título do dia e o capítulo do Evangelho que se vai abordar. Enfocar um só assunto
baseando-se no “Evangelho Segundo o Espiritismo”, desde que procurando confortar e esclarecer sem
jamais polemizar. Falar somente o que uma pessoa qualquer possa entender e praticar, sem muito
esforço.
Lembrar-se que os assistidos que chegam ao Centro desejam ser beneficiados, não conhecem
Espiritismo e nem sabemos se pretendem conhecê-lo, é preciso didática e clareza adequadas para
mostrar que desde Kardec, os espíritas continuam procurando confirmação de cada informação e
submetem “à luz da razão” os novos conhecimentos. Muito mais importante é cumprir a finalidade da
preleção para serenar e renovar as esperanças, contar uma boa e simples história, coerente com o
tema, a qual sensibilizará e será lembrada pelo assistido, e assim valerá por muitas horas de pregação.
Falar sobre o que está sentindo. Pode-se falar sobre Espiritismo sem criticar qualquer entidade, religião
ou crença. Falar sobre Jesus Cristo, citar o Evangelho como uma recomendação a ser analisada e
experimentada, sem desejar que o sigam cegamente.
Vibrações: Em seguida convidamos todos à vibração. Explicar serenamente como vibrar sentimentos,
que são emitidos e conduzidos pelo fio de nossas emoções e pensamentos genéricos, para ajudar e
beneficiar pessoas e / ou lugares.
Vibração não é pedido, é esforço pessoal, devemos vibrar por poucos itens: Apenas pela humanidade,
por todas as nações, pelos lares, pelos doentes, pelos irmãos cujos nomes estão escritos nos papéis
das caixas de vibrações, pelos nossos lares e por nós mesmos (neste último caso não é pedir por si
próprio, mas agradecer a Deus estar sempre disponível para quem deseja ajudar com humildade). As
vibrações são encerradas com um breve e simples agradecimento a Jesus. Às vezes o Pai Nosso é
cabível, se ainda não foi proferido.

Encerrando a preleção: Recomenda-se aos assistidos que permaneçam serenos aguardando o


encaminhamento para o passe, e saímos cuidadosamente em silêncio, nunca tendo demorado mais
que 20 minutos a contar do momento que dissemos a primeira palavra.
Fala-se muito quando não conseguimos sintetizar o assunto, sendo difícil abordar os pontos essenciais,
portanto não se conseguiu sensibilizar os ouvintes. Se o preletor percebe que lhe falta emoção para
estes 20 minutos fala apenas dez minutos, mas indispensavelmente “com o coração na boca”,
encerrando com o “assim seja” ao invés de ficar em curto-circuito sem fim.

Breves explicações sobre Evangelho no Lar ou Passes:

Evangelho no Lar: Em poucas palavras lembrar que o estudo do Evangelho nos leva à autocrítica e à
reforma interior. Aceitar o Evangelho significa mudar e reformular nossas atitudes e conseqüentemente
melhorar o relacionamento de todos. A prece no lar, ou em família renova energias para a vida. A
meditação em grupo aproxima os corações, cria laços de amor e transforma o desafeto do passado em
amigo de ideal. Convém que em casa, o assistido ore em voz alta mesmo que só, para se aproximar do
Criador e dos necessitados em geral, vibrando pelo lar, pelas pessoas que lá residem, por seus
parentes de relacionamento familiar, deixando as vibrações específicas para amigos e outros, para
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quando estiver no Centro espírita.


Passes: Lembrar que ao entrarmos na Casa Espírita recebemos um primeiro passe de caráter geral,
igual para todos e que é uma reposição de energias através de fluidos calmantes que nos ajudam a nos
equilibrar e harmonizar com o ambiente. Somos convidados a nos sentar, deste ou daquele lado para
facilitar o encaminhamento de acordo com o passe que iremos receber na câmara. Temos alguns
minutos com música e luz suaves que podemos utilizar para nós mesmos, meditando, ou lendo longe
da correria habitual. Após ouvirmos a preleção que é sempre baseada em ensinamentos de Jesus, que
nos ajudar a entender melhor a nós mesmos somos encaminhados à câmara. Para aqueles que vem
pela primeira vez ao Centro explicar que se trata da Assistência Espiritual onde um a um seremos
encaminhados para o passe, que é transmitido por irmãos que procuram doar fluidos curativos e
calmantes, tudo com a maior harmonia e silêncio, com profundo respeito sem qualquer tipo de ritual. O
importante é que, aquele que vai receber o passe ofereça a sua fé e confiança em Deus, para que
possa melhor receber os benefícios. Esse bem-estar pode ser prolongado e durar muito tempo, se
dermos também a nossa colaboração mantendo-nos calmos, lendo o Evangelho e meditando sobre os
ensinamentos de Jesus. Depois do passe podemos nos retirar, meditando sobre a paz e a harmonia
que sentimos nesse instante.

O passe que vamos receber é uma soma de vibrações que nos será transmitida do alto, por um
conjunto de colaboradores.
Vamos assim receber os benefícios de uma corrente de luz e harmonia. O passe é uma doação de paz,
transmitida por uma corrente de cooperadores que trabalham em nome de Jesus.
Para que essa doação possa melhor nos beneficiar é importante que, durante o passe, nos
mantenhamos serenos e confiantes como se estivéssemos diante de Jesus, assim os fluidos do passe.
Nos trarão melhores resultados. O passe é o princípio de nossa cura, o Evangelho é o grande remédio
para nossos males.

CURSO BÁSICO DE ESPIRITISMO – CONCEITO


É um curso informativo sobre Doutrina espírita. Seu programa é rápido e de natureza simples e objetiva,
buscando uniformizar conceitos em relação ao espiritismo.
Tem a finalidade de informar aos alunos sobre o histórico e os princípios básicos do Espiritismo.
Preparar os alunos para o ingresso nas Escolas de Aprendizes do Evangelho.
Estrutura-se em reuniões semanais, abertas ao público, com duração de 90 minutos com a seguinte
sugestão de divisão de tempo:

10 min. = Preparação e prece de abertura.


10 min. = Comentários, apresentações, breves reflexões sobre conduta cristã.
50 a 60 minutos = Exposição da aula
10 min. = Vibrações e prece de encerramento

ESCOLA DE APRENDIZES DO EVANGELHO – CONCEITO


É um programa organizado para proporcionar as vivências do Cristianismo como proposta essencial de
aperfeiçoamento moral da humanidade através da Reforma Íntima do ser. Busca a renovação do
homem em seus sentimentos, pensamentos e atitudes, proporcionando-lhes experiências de verdadeiro
auto-conhecimento e desperta mento de seus ideais divinos.
Não se trata de um curso como habitualmente se entende a partir da palavra “escola”, mas sim de um
processo de Iniciação Espiritual baseado no Evangelho de Jesus, entendido como a forma mais pura de
vivenciar a proposta religiosa do Espiritismo para o bem da humanidade. As EAE’s preparam e
purificam os espíritos para o ingresso em vidas mais perfeitas, na comunhão de todos os dias com
Deus, despertando a consciência interna para que vibre em sintonia com os planos espirituais mais
elevados. Não é um curso comum de preparação teórica, mas a oportunidade que o aprendiz tem para
adestrar suas forças, sem temor e represálias, terçar armas contra si mesmo, isto é, contra
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todas as suas imperfeições: Maus pensamentos, más palavras e más ações, e provar a si próprio que
está combatendo por decisão própria sem engodos ou forçamentos, visando seu próprio
engrandecimento espiritual.
As reuniões de uma turma de EAE são encontros semanais de 90 minutos. As atividades podem ser
divididas genericamente como segue:
10 minutos = Preparação do ambiente, constituída de sintonia progressiva com esferas espirituais
superiores, culminando com a prece do Pai Nosso e na Prece dos Aprendizes.
10 minutos = Leitura de temas pelos aprendizes, comunicação de novos temas.
10 minutos = Avisos gerais, nomes para vibrações, comentários sobre o bem.
45 minutos = Exposição da aula por expositor previamente escalado de acordo com o programa da
EAE.
15 minutos = Comentários finais, vibrações coletivas, intercâmbio mediúnico (em datas
preestabelecidas), prece de agradecimento e encerramento.
Normalmente a disposição da sala para acomodação dos alunos deve facilitar a formação de círculo,
possibilitando todos os participantes serem vistos e ouvidos uns pelos outros com facilidade,
respeitados os limites das condições físicas das sedes dos Centros Espíritas.

ESCLARECIMENTOS SOBRE O PLANO DA EAE


Qual é o principal objetivo do expositor? A reforma Íntima do Aprendiz.

Mesmo não sendo completo, nem limitador ou conclusivo, espera-se que o expositor enriquecido com
recursos faça sua aula se voltar mais para a Reforma Íntima dos Aprendizes. Isto deverá tornar mais
fácil o apoio dos dirigentes espirituais do curso, inspirando o expositor no momento da aula por que,
conhecendo com mais clareza os objetivos, seu esforço será mais harmonioso. É claro que antes de
tudo, cabe ao expositor mostrar constantemente seu entusiasmo pela reforma íntima permanente e
pelos resultados das aulas.

1. O Aprendiz precisa compreender sua vida e ter vontade de modificá-la de maneira a ter
convivência mais amorosa com as pessoas – O assunto que está programado para a aula é escolhido
para transformar o dia-a-dia dele e para isto, convém que durante a aula, ele assuma consigo mesmo
uma nova postura de perdão e amor frente a vida e aos que o rodeiam. Este propósito precisa ser bem
claro e se tornar uma verdadeira bússola do expositor e do dirigente, tópico a tópico, grau por grau; ao
perceber isto com clareza durante a aula, será mais fácil ao aluno, ouvir sua consciência e exercer seu
direito de praticar, ou não, aquilo que o expositor aborda; é isto que o Aprendiz precisa encontrar na
aula e até declarar no exercício de Vida Plena, que estamos passando a fazer em tantas aulas.

2. O Conteúdo da aula precisa ser o que está na apostila – A apostila é a essência da Escola a qual
está sendo observada e aperfeiçoada desde que o Comandante a iniciou, e o expositor não pode
divagar, pois geralmente o tempo de aula é pouco para o conteúdo da apostila. Ao ministrar a aula o
expositor pode se guiar por um resumo de tópicos da apostila. Para isto, o primeiro passo pode ser o
repetir resumos da apostila e a cada vez, resumir mais, preservando a clareza e os detalhes para ele
mesmo. O expositor precisa voltar seus esforços para que a aula desperte no Aprendiz a vontade de
comparar sua vida com a apostila.

3. O método precisa se adequar ao Aprendiz – Para se adequar a aula ao Aprendiz, é melhor ir


conversando e o expositor vai fazendo perguntas que vão levantando dúvidas que levam o Aprendiz a
se rever, compreender melhor o assunto e então se reformular. Os tópicos resumem a apostila na
seqüência que previamente julgamos ser a cadeia de idéias para desenvolver a aula. Inicialmente o
expositor pergunta, para que o Aprendiz fale como entende, ou até onde já entendeu o assunto, para
que o expositor possa centrar suas explicações na mudança que vai se processar no Aprendiz. Os
presentes precisam rever sua percepção sobre o assunto e irem se pronunciando e reorganizando
esses novos conhecimentos; então centramos a aula na maioria dos Aprendizes que se pronunciarem.
Desta maneira, não dá para usar a seqüência dos tópicos que organizamos previamente, ou
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seja, vamos abordar os mesmos tópicos que organizamos, mas na seqüência que eles mesmos
requisitarem para nós os esclarecermos. Cada turma é diferente e por isto, a cada aula é preciso rever
tudo, para nos aprontarmos para as inspirações do plano superior, que esperamos vir a ter na aula.

4. As referências bibliográficas são como uma prateleira de informações para fundamentar as


inspirações; podem servir para se argumentar, esclarecer e facilitar a compreensão da apostila. São os
Aprendizes que determinam por onde vamos conduzir os tópicos e lançamos mão de nossa cultura
fundamentada nas referências bibliográficas para enriquecer as explicações que eles necessitam; uma
explicação centrada no caminho que o Aprendiz necessita seguir para aprender. Para explicar
centrando no Aprendiz, precisamos de bagagem de conhecimentos que dão origem às explicações, ou
que dão lógica e coerência àquilo que defendemos como certo (pelo menos por enquanto). Além da
apostila o expositor precisa conhecer a Doutrina o suficiente para repassar ao Aprendiz os conceitos
que construiu em si para ser espírita e assim sendo, só podem entrar na aula as referências que
lembramos como inspiração. Assim, convém usar somente as referências esclarecedoras das dúvidas
que os Aprendizes manifestarem e por isto, não podem ser parte dos tópicos previamente estabelecidos
(falta de tempo). Por isto, eles têm a obrigação de ler a apostila antes e o expositor tem a obrigação de
conhecer muitas referências bibliográficas e só usar as indispensáveis.

5. Objetivos precisam ser especificados com clareza – O assunto da aula não pode se perder na
transmissão de conhecimentos intelectuais, mas tem que envolver o Aprendiz para que os pratique no
dia-a-dia. Para não se perder gastando tempo precioso em assuntos desnecessários o expositor precisa
saber com clareza qual o objetivo da aula, aonde chegar; por sua vez, o curso precisa de uma cadeia
natural de aprendizagem formada pela seqüência dos objetivos das aulas, os quais levam aos objetivos
intermediários da Escola (concluído em cada grau), os quais levam aos objetivos gerais da Escola. Esta
cadeia natural para a aprendizagem do Cristianismo tem assuntos que despertam o interesse do
Aprendiz devido à felicidade que sentimos ao adotá-los; às vezes temos certeza que o plano espiritual
usou-a para apoiar o Comandante nos momentos de inspiração que o levaram a EAE.

6. Ao especificarmos com clareza os objetivos das aulas, dirigentes e expositores podem conduzir seu
esforço para que os Aprendizes, passo a passo processem a mudança que se faz necessária em sua
vida, o que conseqüentemente pode elevar o número de Aprendizes que passarão a discípulos nos
próximos anos. Vamos perceber que muitas vezes algum objetivo da aula se repete na aula posterior, o
que vem a reforçá-lo, como sempre o faremos em nossa vida.

ESCOLA DE APRENDIZES DO EVANGELHO – PLANO CONVITE


Sugerimos ler atentamente a Apostila INICIAÇÃO ESPÍRITA e aprofundar-se nos conceitos. É assunto
de máxima reflexão e contém na sua essência a base para entendimento do processo da Escola
Iniciática, em conjunto com o Curso de Médiuns e a informação da finalidade da Fraternidade dos
Discípulos de Jesus.

IMPORTANTE: NÃO DEIXAR FORA DO CURSO DE EXPOSITORES TODOS OS CONCEITOS


SOBRE A FDJ. ASSUNTO ESTE QUE PODE E DEVE SER CONSULTADO ATRAVÉS DA OBRA “FDJ
– PERGUNTAS E RESPOSTAS” DA EDITORA ALIANÇA.

TIPOS DE ALUNOS
Em uma classe, encontraremos os mais diversos tipos de alunos e seus respectivos comportamentos.
Tudo isso passa pelo ambiente de liderança exercido pelo Dirigente da turma e também pela fase em
que se encontra o estudo, mas basicamente as personalidades são constantes e as reações são as
mais diversas possíveis. Apenas a título de exemplo descrevemos abaixo os principais tipos de alunos e
suas “rotulações”:
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O ETERNO PERGUNTADOR
Pergunta para atrapalhar. Deseja saber sua opinião. Deseja que você apóie o ponto de vista dele.
Ação: Devolver a pergunta ao grupo. Não tomar partido, manter-se neutro.
O TAGARELA
Fala de tudo e sem parar, exceto do assunto em questão. Cansa, em geral, os interlocutores.
Ação: Cortar delicadamente o “discurso” que faz, dizendo que sua observação é interessante,
retornando ao assunto através de uma pergunta.
O HOMEM DOS APARTES
É dispersivo, distrai os outros. Pede apartes para falar do assunto ou de outra coisa.
Ação: Fazer-lhe uma pergunta direta sobre o que está sendo discutido
O ABERTO
Não se faz de rogado para manifestar sua opinião. Diz o que pensa. É bem humorado, fala com
simplicidade e se torna simpático a todos.
Ação: Usá-lo quando houver tensão no grupo
O TÍMIDO
Não tem coragem ou habilidade para expressar suas idéias. Teme a crítica e o julgamento “duro” dos
outros. Necessita ajuda.
Ação: Fazer-lhe perguntas fáceis. Fazer com que o grupo valorize sua participação.
O LEGAL
Sempre pronto a ajudar. Seguro de si. Não foge às dificuldades. Encara-as espontaneamente. Sabe
aceitar os colegas como são. Recebe sem melindres as críticas que lhe fazem.
Ação: Usá-lo em momentos oportunos. Não exagerar sua participação.
O SABE-TUDO
Quer exibir-se. Quer impor sua opinião. Às vezes está bem informado, mas outras vezes é
simplesmente um tagarela, convencido de saber tudo.
Ação: Dar uma função para que fale. Evitar que domine o grupo. Levar o grupo a julgar suas objeções.
Interrompa-o dizendo: É um detalhe interessante, mas vamos ver o que os colegas pensam disso.
Lançar uma pergunta difícil para limitá-lo.
O DO CONTRA
Gosta de discutir e dar o contra sempre, mas às vezes, é um bom sujeito, descontrolado, revoltado
talvez por dificuldades pessoais.
Ação: Acalmá-lo. Não deixar que o grupo se excite. Procurar tratar de outro assunto. Dizer-lhe que os
problemas individuais serão resolvidos depois, em particular. Dar mérito a alguma de suas observações.
O PEDANTE
Trata o grupo com altivez. Não se integra nele. Critica duramente os outros e se coloca num pedestal.

Ação: Não ferir sua suscetibilidade. Não o critique. Use a técnica duvidosa: Sim… Mas… Concordar,
mas depois ponderar conduzindo-o à reflexão.
O MUDO VOLUNTÁRIO
Não se interessa por coisa alguma. Considera-se acima das questões discutidas, achando-as simples
demais, ou sente-se incapaz de abordá-las muito elevadamente.
Ação: Buscar sua participação através de um assunto que ele saiba. Se for do tipo “superior”, peça sua
opinião, indicando o valor que o grupo dá a sua experiência, mas não exagerar para que o grupo não se
ressinta. Dar destaque na 1a. Vez que falar.
O OBSTINADO (IDÉIA FIXA)
Ignora sistematicamente o ponto de vista alheio. Não cede. Nada quer aprender com os outros.
Ação: Passe o seu ponto de vista para o grupo. Conduza-o a compreender que a maioria está certa.
Peça para aceitar, por um instante o ponto de vista do grupo.
O INTROVERTIDO
É naturalmente modesto. É prudente e reservado.
Ação: Procure integrá-lo lentamente, sem que ele perceba.

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O PROGRAMA DA ESCOLA DE APRENDIZES


É de vital importância o expositor saber se situar nas fases da Escola de Aprendizes do Evangelho.
Grande parte das “frustrações” das aulas é que as mesmas não foram adequadas ao momento
vivenciado na escola.
Falar profundamente sobre atitudes defensivas e processos de abertura no início da escola é
desperdiçar energia, já que neste momento os alunos ainda estão chegando à Escola, movidos pela
curiosidade, encaminhados pelo plantão, ou porque ouviram falar que é bom.
Igualmente é gastar energia ao ensinar a fazer o Evangelho no Lar ao término do terceiro ano (aula
Recursos do Cristão, por exemplo), pois a esta altura todos os alunos já sabem fazê-lo, basta
esclarecer e fixar os benefícios do mesmo.
As aulas têm significações paralelas com os momentos da Escola (vibrações coletivas, implantação de
caderneta, testes, caravanas, exames espirituais, etc.), devemos aproveitar as aulas para afirmarmos
as ferramentas e colaborarmos com o processo de autodescoberta e melhoria pessoal.
No início da Escola as pessoas estão fechadas e não propensas à mudança, pelo menos no sentido
que se entende por processo de abertura imediata, os comportamentos são defensivos e os significados
giram em torno da curiosidade e da descoberta.
Quando passamos a estudar a vida de Jesus (O Redentor) o aluno descobre coisas que nunca tinha
parado para pensar, é a quebra de paradigmas e isso permite ao mesmo iniciar um processo de
abertura, pois percebe que coisas tão cristalizadas dentro de si podem ser analisadas à luz da razão.
Durante o segundo ano da Escola temos as maiores diferenças entre os alunos, alguns mais próximos
do início do processo de abertura, receosos de dedicar-se ao próximo, outros empolgados pelas
oportunidades de trabalho e aceitando a abertura como algo bom, mas muitos conflitos ainda persistem.
Muitas dúvidas são geradas, ele está fazendo Curso de Médiuns, Caravanas, trabalhando na EI, na AE,
ou seja, muitas atividades que chegam a ser sufocantes, mas tudo feito com amor e dedicação.
No terceiro ano já há um processo bastante amplo de abertura, é muito mais fácil falar de si, de seus
problemas e suas conquistas, desperta-se para a tarefa Cristã. O Discipulado pode parecer algo
inatingível, há a crítica e as inquietações. Aparecem as lideranças permanentes, os que estão
assumindo tarefas complexas no âmbito da casa espírita. O desejo de abertura de uma nova casa, a
ansiedade para tal choca-se com o receio, a responsabilidade. É momento de orientar e não de querer
dar sermão.

OS NÉS, TÁS, HUNS, ÃÃS, ÁÁS


São vícios adquiridos ou provenientes de fatores internos e/ou externos.

Nada mais irritável para uma assistência a repetição destas flexões por parte do palestrante. É muito
importante trabalhar estes vícios para que não haja rotulações ou introjeções.

Em uma experiência real, após alguns estudos destas falhas expositivas tivemos a oportunidade de
contar 136 “Nés” em uma preleção de 14 minutos cronometrados (já descontado o tempo da
preparação e das vibrações); e por um companheiro “antigo” na tarefa da preleção. Isso realça a
importância de nos reciclarmos e praticarmos constantemente nosso autotreinamento.
Se considerarmos que 136 “Nés” foram pronunciados em 14 minutos teremos 9,7 “Nés” por minuto, ou
seja, um “Né” a cada 6,2 segundos! Se considerarmos ainda que cada “Né” leva 1,5 segundo do início
de sua expressão até a retomada da próxima palavra somamos 204 segundos ou seja, 3 minutos e 24
segundos. Portanto, nesta apresentação de 14 minutos o palestrante falou sobre o tema apenas 10
minutos e 36 segundos.
Estas flexões podem estar relacionadas a: Necessidade de afirmação de uma idéia, insegurança,
“deslocamento” do ambiente, improvisação (falta de planejamento), falta de vocabulário, ensaio
deficiente, falta de critério na exposição, atitude defensiva (esperando “retorno” da platéia), mau
planejamento do tempo, etc.
Vigiar, observar e treinar, sempre.

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ARTICULAÇÃO
É ter clareza e nitidez.

As palavras devem ser pronunciadas em um ritmo que não cause forçamentos levando-nos a prejudicar
a dicção, engolindo sílabas que dificultam o entendimento da mensagem.
Articular é tornar as palavras distintas, utilizando todos os recursos faciais para tal.
Devemos aproveitar os recursos faciais para movimentação de:
• Lábios
• Língua
• Mandíbula
• Musculatura da face

Pode ser adquirida pela leitura de poesias em voz alta

(aplicar no Curso os exercícios abaixo, pelo menos os 7 primeiros).

Fazer exercícios de “trava-linguas” (abaixo) repetindo as que se tem mais dificuldade de fluência. Fazer
os exercícios diariamente no início e no futuro sempre que sentir necessidade:
• A grande gralha grua na grama da granja de grão.
• Chuche sem cessar cem salsichões sem salsa e sem sal.
• Se cem serras serram cem cigarros, seiscentas serras serrarão seiscentos cigarros.
• O solo está enladrilhado, quem o desenladrilhará? O desenladrilhador que o desenladrilhar, bom
desenladrilhador será.
• Compadre compre você pouca carpa parda, porque aquele que pouca carpa parda compra pouca
carpa parda paga. Eu, que pouca carpa parda comprei, pouca carpa parda paguei.
• Um prato de trigo para três tigres. Dois pratos de trigo para três tigres. Três pratos de trigo para três
tigres.
• Um ninho de mafamagafos, com cinco mafamagafinhos; se a mafamagafa os desmafamagafar,
ficam todos desmafamagafados.
• Xuxa! A Sasha fez xixi no chão da sala.
• Sabendo o que sei e sabendo o que sabes e o que não sabes e o que não sabemos, ambos
saberemos se somos sábios, sabidos ou simplesmente saberemos se somos sabedores.
• O desinquivincavacador das caravelarias desinquivincavacaria as cavidades que deveriam ser
desinquivincavacadas.
• Se o Pedro é preto, o peito do Pedro é preto e o peito do pé do Pedro também é preto.
• Embaixo de uma pedra tem uma rã e uma aranha, nem a rã arranha a aranha e nem a aranha
arranha a rã.
• O rato roeu a roupa do rei de Roma, a rainha com raiva resolveu remendar.
• O vento perguntou para o tempo qual é o tempo que o tempo tem. O tempo respondeu para o vento
que não tem tempo para dizer para o vento que o tempo do tempo é o tempo que o tempo tem.
• Perlustrando patética petição produzida pela postulante, prevemos possibilidade para pertencê-la
porquanto perecem pressupostos primários permissíveis para propugnar pelo presente pleito, pois
prejulgamos pugna pretárita perfeitíssima.
• A Iara agarra e amarra a rara arara de Araraquara.
• Embaixo da pia tem um pinto que pia quanto mais a pia pinga, mais o pinto pio.
• Não confunda ornitorrinco com otorrinolaringologista, ornitorrinco com ornitologista, ornitologista com
otorrinolaringologista, porque ornitorrinco é ornitorrinco, ornitologista é ornitologista e
otorrinolaringologista é otorrinolaringologista.
• Alô, o tatú taí? Não, o tatu não tá, mas a mulher do tatu tando é o mesmo que o tatu tá.
• O original nunca se desoriginou e nem nunca se desoriginalizará.
• A sábia não sabia que o sábio sabia que o sabiá sabia que o sábio não sabia que o sabiá não sabia
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que a sábia não sabia que o sabiá sabia assobiar.


• Disseram que na minha rua tem paralelepípedos feitos de paralelogramos. Seis paralelogramos tem
um paralelepípedo. Mil paralelepípedos tem uma paralelepipedovia. Uma paralelepipedovia tem mil
paralelogramos. Então uma paralelepipedovia é uma paralelogramolândia?
• Qual é o doce mais doce que o doce de batata doce? Respondi que o doce mais doce que o doce
de batata doce é o doce que é feito com o doce do doce da batata doce.
• Vejo no jardim japonês gentis jaçanãs, jandeiras jaspeadas, jubujurus janotas e juritis gemendo.
• Nas jaulas o jaguar girando, javalis selvagens, jararacas e jibóias gigantes, girafas gigantes
gingando com jeito de gente, jacarés, jucuruxús e jabotis jejuando.
• O pinto pia, a pipa pinga. Pinga a pipa e o pinto pia. Quanto mais o pinto pia mais a pipa pinga.
• O mameluco melancólico meditava sobre a megera megalocéfala e macabra.

DEFEITOS DE LINGUAGEM
Alguns são passíveis de correção através de orientação fonoaudiológica ou ortodontológica.

Lambadcismo: Esperto por Espelto


Rotacismo: Trágico por Trrrrágico
Sigmatismo: Os por Ossss
Ceceismo: Fazer por Facer
Zetacismo: Juízo por Zuízo
Nasalação: Veja por Venja

CONGRUÊNCIA
Ë a integração entre as expressões físicas e verbais. Não se pode expressar algo triste com feições de
alegria no rosto, ou de alegria com um choro sentido. Normalmente esta integração se faz naturalmente,
mas o nervosismo ou deslocamento pode distorcer as expressões e suas relações com a verbalização
das idéias.
A congruência permite, quando temos uma atitude constante no campo emocional e psicológico, uma
sinergia entre as idéias e as ações, potencializando a mensagem e o valor de seu significado.
Um olhar colocado de forma certa em uma frase de efeito pode modificar uma idéia cristalizada no
ouvinte.

Para atingirmos esta sinergia é muito importante perceber-se a si e ao ambiente, colocando-se no


tempo e no espaço, observando as dimensões, sua postura, sua posição na classe ou no salão de
preleções, as pessoas, seus olhares, os móveis, ou seja, tudo aquilo que faz parte daquele momento.
Isso permite mais segurança e tranqüilidade, desta forma a congruência se dará de forma natural.

ORIENTAÇÕES GERAIS AO EXPOSITOR DE AULAS


1. Deve o expositor manter-se sempre dentro do assunto da aula que está ministrando.
2. Se achar necessário, informar sobre assuntos controvertidos (encarnações, corpo fluídico, etc.)
porém deixar sempre claro tratar-se de opiniões particulares que não fazem parte da essência da
Doutrina Espírita. Quando enunciar essas informações, fornecer aos alunos as referências (autor,
livro, etc.) em que está se baseando.
3. Evitar tomar partido com referência a tais assuntos, procurando sempre valorizar o campo reforma-
moral para o qual as controvérsias pouco ou nada ajudam.
4. Ter sempre em mente que as obras básicas da Doutrina (Kardec) devem estar no alicerce da
exposição, mas nunca antes do caráter Cristão (aspecto religioso sempre primeiro).
5. Ter em mente que, principalmente no primeiro ano da escola de Aprendizes do Evangelho, há
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alunos provenientes dos mais diversos cultos e religiões. Expor assuntos de forma agressiva a
essas religiões é, no mínimo, falta de caridade.
6. Evitar citações exageradas de autores, espirituais ou encarnados, sem preocupar-se em citar a fonte
de onde foram extraídas tais citações.
7. Evitar dogmatismo e radicalismos. Dar sempre liberdade para o aluno raciocinar, aceitar ou rejeitar,
mas sempre o orientando para o Cristianismo (não negar ao Cristo).
8. Explicar de forma simples o significado de certas palavras como ressurreição, céu, inferno, carma,
etc.
9. Ter em mente que as aulas contidas na apostila “Iniciação Espírita” e “O Redentor” são obras
básicas para a exposição. O expositor deve pesquisar em outras fontes para enriquecer o assunto.
10. Não faltar em aula que assumiu. Quando convidado a ministrar aulas, usar a franqueza se não
puder aceitá-la.
11. Durante a aula, abster-se de emitir opiniões pessoais.
12. Ter sempre um ou dois substitutos para emergências. Dar subsídios a esses para que possam
substituí-lo à altura.
13. Ter agendado organizadamente todas as aulas de sua responsabilidade.
14. Preparar bem a aula.
15. Não cair na rotina. Colocar sentimento, viver as palavras proferidas. Lembrar-se que os
desencarnados também assistem às aulas.
16. Quem quer ensinar tem que aprender. Estudar sempre. Conhecer muito bem as obras básicas.
17. Submeter-se periodicamente a programas de reciclagens dos mais variados assuntos para adquirir
maior vivência na Doutrina e no movimento.
18. De início pode especializar-se num grupo de aulas, para que possa aprimorar-se cada vez mais
nesses assuntos.
19. Não fugir do tema. Não retroceder para a aula anterior. Não avançar para a aula seguinte.

DINÂMICAS DE GRUPO
No século XIX, os estudos sobre comportamento humano em sociedade davam origem a um ramo das
ciências, denominado “psicologia social”, cujo objetivo era estudar o homem simultaneamente como
causa e conseqüência da sociedade e suas relações. Neste século, à época da 2a. Guerra, em 1944,
Kurt Lewin introduziu nesta ciência, o estudo das relações de pequenos grupos (para diferenciar do
estudo das comunidades e multidões), surgindo então o termo “dinâmica de grupo” originário do grego
“dinamys” que significa força, energia, ação. Nesta área, diversos estudos se desenvolveram,
multiplicando aplicações em áreas como a psicoterapia, as relações de trabalho e a pedagogia. Nesta,
destaque-se o trabalho de Jean Piaget na análise do pensamento da criança, e suas extensões acerca
do pensamento humano no aprendizado.
Não é intuito dos Cursos apresentar os conceitos teóricos desta ciência, mas resumir as mais
significativas conclusões referente à aplicação de aulas em nossos programas de Curso Básico, Escola
de Aprendizes, Mocidade Espírita, etc., abordar-se-á tão somente os conceitos estritamente
necessários à compreensão do que será exposto.

O que é aprender?

A escola de nossa infância limitou-se a um único modo de aprender: O aluno escuta o professor numa
sala de aula. Mas há muitas fontes de aprendizado, sem que seja exclusivamente com os ouvidos. A
primeira fonte de saber é a vida de todos os dias.
Por exemplo, aprender a ser pai ou mãe é coisa que se faz na vida, e não na teoria. É, sobretudo
agindo que se aprende, e verificamos que nosso ser, todo mundo interior que temos em nós, constitui-
se de tudo que vivemos e experimentamos, e não apenas do que ouvimos em um curso.
Processos de Aprendizagem:
Processo passivo: Exposição de conhecimentos; aprende-se com olhos e ouvidos, recebe-se; o aluno
se abre para idéias e sentimentos dos outros; aprende-se a ouvir e discutir com os outros.

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Processo ativo: Vivência e experimentação; aprende-se com a cabeça, com o coração e com as mãos;
o aluno dá de si, afirma-se; criando, compreende melhor a si próprio; descobre as aptidões e limites;
aprende-se a trabalhar com os outros.
Exemplificando: Aprender sobre a caridade pode ir além do informar sobre ela, seu significado, suas
características. O aprendizado será mais rico e completo se pudermos conduzir as pessoas à rua, por
alguns momentos, para ver, conversar e observar as pessoas e o mundo, com seus contrastes sociais,
a solidão, a impiedade, as lacunas da comunicação humana. E mais ainda, se houver uma
programação organizada de visitas ou trabalhos em obras sociais de valor. É a diferença que existe
entre observar um mecanismo e tentar montá-lo. Assim, quanto mais o aprendizado se aproxima da
vivência, mais autêntico se torna.

Elementos facilitadores do aprendizado das pessoas:

• Ambiente que favoreça a participação.


• Encaminhamentos que possibilitam às pessoas descobrirem e expressarem suas necessidades
reais (é inútil debater um assunto quando o grupo sente que ele nada tem a ver com suas
necessidades reais).
• Encaminhamento que valorize as idéias, os sentimentos, os pontos de vista de cada um e que
aceite as diferenças de opinião com algo bom e aceitável.
• Encaminhamento que reconhece a cada um o direito de se enganar.
• Encaminhamento que concede tempo para aprender (quando se está absorvido pela idéia de que se
tem que chegar), “a resposta correta”, ou quando o expositor revela de imediato, não se aprende a
buscar por si.
• Encaminhamento pelo qual o grupo e o indivíduo podem, eles próprios, avaliar seus progressos.
• Encaminhamento durante o qual cada um se sinta aceito: Quando a pessoa se sente obrigada a
mudar, vê rejeitado o seu próprio ser, bloqueando qualquer aprendizado; quando ao contrário, pode
livremente observar seus próprios valores, pode também se abrir ao que é novo, pois não se sente
constrangido.

Educação, num aspecto mais amplo:


A educação vem do impulso íntimo da criatura em se conhecer, se aperfeiçoar, desenvolver em si
mesmo todo o seu potencial.
Essa educação não tem fim e é um pouco como o amor, é muito livre ao mesmo tempo muito exigente.
É permanentemente incompleta, devido às transformações rápidas do mundo e, sobretudo, devido às
necessidades de evoluir que caracteriza o espírito. Desta forma, se estamos envolvidos num esforço
organizado dentro da Doutrina Espírita, que liberta e faz crescer o espírito através da fé raciocinada,
devemos nos preocupar em fornecer educação total, e não apenas a sua forma tradicional, restrita à
idéia de bancos escolares. Se não oferecermos a aprendizagem mais rica e a educação mais ampla, os
espíritas do amanhã serão, com raras exceções, pessoas apenas bem informadas, mas certamente mal
formadas e sem aquele impulso íntimo que leva à busca constante do progresso e do aprimoramento
moral que é uma das características do espírita.
Resumo: Possibilita vivência, que ao ser refletida e partilhada gera aprendizado pessoal e grupal
possibilitando:

• Autoconhecimento.
• Exercício de escuta e acolhida do outro como ser diferente.
• Experiência de abertura ao outro e participação grupal.
• Percepção do todo e das partes, da vida e da realidade.
• Desenvolvimento da consciência crítica.
• Confronto e avaliação da vida e da prática.
• Tomada de decisão de modo consciente e crítico.
• Sistematização de conteúdos, sentimentos e experiências.
• Construção coletiva do saber.

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Aspectos práticos:

• Extensão da aula
O expositor é responsável por equacionar, com bom senso: Extensão do assunto, profundidade,
técnica, número de participantes, nível de participação, de modo a não faltar com a pontualidade, ou
seja, limitar-se aos 45 minutos.
• Objetivos e contexto da aula
A aula sempre faz parte de um programa de aulas. É necessário ter plena consciência dos objetivos
da aula para não deixar de cumpri-los nem avançar no objetivo de outras aulas do programa.
• Preparação da aula
Além da preparação com relação ao estudo para domínio do assunto, o emprego das técnicas de
dinâmica de grupo exige o conhecimento dos seguintes fatores:
Quanto aos participantes: Suas necessidades e interesses, suas expectativas e sentimentos em relação
ao assunto da aula, e tamanho do grupo. Verificar idade, quantidade e casos especiais (cegueira,
surdez, analfabetismo, etc.).
Quanto ao ambiente material: Adaptações das técnicas, atividades e recursos a adotar (iluminação,
eletricidade, disposição das mesas e cadeiras, dimensões da sala, material didático e audiovisual
disponível, etc.).
Aspecto prático do assunto: Ou seja, como o assunto da aula influirá na vida dos participantes (deve
haver ressonância na vivência dos alunos, para motivar a participação e evitar que os ensinamentos
mais importantes caiam no esquecimento).
Complexidade da matéria: É necessário definir limites razoáveis dentro da capacidade de compreensão
e assimilação dos alunos.
Escolha das técnicas, atividades e recursos:
Tudo que foi citado acima deve ser considerado na escolha da técnica mais adequada. Algumas
técnicas servem perfeitamente quando se deseja transmitir informações novas, outras para motivar a
reflexão, outras ainda para suscitar a participação pela apresentação de opiniões individuais no grupo.
Igualmente há recursos que facilitam a fixação, a visualização, a motivação, o enriquecimento da
experiência, etc.
Portanto, os aspectos fundamentais na aplicação de dinâmicas são:
• Conhecer todos os passos da dinâmica e aplicá-los com segurança.
• Ter clareza de aonde se quer chegar, qual o objetivo.
• Saber que é apenas um instrumento dentro do processo a ser desenvolvido.
• Saber que possibilita clima de espontaneidade para participação geral.
• Percepção do nível de relações e entendimento do grupo.
• Observação das expressões corporais, sobretudo faciais, para valorizar os sentimentos e reações
de cada um.

DINÂMICA NÃO TEM RESULTADO ERRADO, É OBJETO DE REFLEXÃO E


APRENDIZAGEM.

Técnicas mais conhecidas:

Expositiva: Um elemento expõe o tema para a assistência, com introdução, desenvolvimento e


conclusão. O expositor deve ter capacidade incentivadora, domínio vocal e perfeito conhecimento do
tema.
Observações: São bem vindos recursos visuais como quadros, cartazes, murais, slides e emprego de
técnicas auxiliares como perguntas e respostas, etc.
Simpósio: Aplicado por um grupo de expositores, apresentar à assistência os expositores e as partes
dos assuntos que cada um exporá. Ao término de cada exposição resumir o assunto para a platéia. No
fim das exposições dar uma visão geral do tema, acatar perguntas e opiniões da platéia e dirigi-las aos
expositores.
Observações: Os expositores participantes devem ter um limite de tempo bem definido, conhecer
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profundamente o assunto e ter bom domínio vocal.


Pinga-Fogo: Lançar o tema para o grupo; dar alguns minutos para que os elementos elaborem por
escrito perguntas sobre o tema; convidar previamente elementos conhecedores do assunto para
responder às perguntas dos participantes; encaminhar oralmente as questões aos entrevistados.

Observações: Pré-selecionar as perguntas para que não fujam ao assunto.


Entrevista: Lançar um tema para o grupo, dar algum tempo para que os participantes elaborem
perguntas sobre o tema; Sortear elementos que formarão 2 grupos, o de entrevistadores e o de
entrevistados; proceder às entrevistas, o expositor poderá dar uma contribuição complementar.
Observações: Cuidar para que as perguntas e respostas não fujam ao tema, a entrevista deve ser feita
em tom de conversa, os assistentes poderão no fim emitir opiniões sobre entrevistados e
entrevistadores.
Dramatização: Lançar uma situação para o grupo; escolher alguns elementos para encenar estas
situações; pedir a opinião dos assistentes sobre a situação; concluir o tema analisando a situação
encenada.
Observações: A duração deve ser curta, indicada para uma introdução, a título de movimentação inicial
para o debate ou ao final, como forma de fixação; usar em grupos que se conheçam há bastante tempo,
em clima de mútua confiança e respeito.
Fórum: Lançar assunto controverso; convidar um elemento para defender um lado da questão; convidar
outro elemento para contestar o tema, assumindo posição contrária; pedir aos demais participantes para
se posicionarem a favor de um ou outro; concluir a discussão expondo os aspectos relevantes para o
objetivo da aula.
Observações: A platéia só poderá fazer a avaliação após o debate; o expositor controla as
manifestações evitando extremos, se for necessário fazer uma análise conjunta dos sentimentos do
grupo; cuidar para não criar animosidades ou clima ofensivo.
Oposição de idéias: Lançar uma tese controvertida; formar dois grupos, pedir para um grupo defender a
tese, pedir para o outro grupo atacar a tese, assumindo posição contrária; em certo momento inverter as
posições (quem defendia passa a atacar e vice-versa), ao fim concluir selecionando os aspectos
positivos ao aprendizado e crescimento do grupo.
Mesa Redonda: Disposição inicial do grupo todo em círculo, lançar um problema ou questão; procurar
acatar as idéias de todos os elementos, escolher um redator para anotar as conclusões do grupo.
Observações: Respeitar todas as idéias; incentivar a participação de todos os elementos; controlar o
tempo da discussão; é adequado que o assunto seja de conhecimento do grupo pelo menos
superficialmente.
Brain-Storming (tempestade cerebral): Formar um grupo único em círculo ou semicírculo; lançar um
problema ou uma questão, em poucos minutos exigir o máximo de idéias ou sugestões, ir anotando
tudo rapidamente em um quadro; depois da coleta de idéias, passar à análise de todas em conjunto,
com mais tempo.
Observações: O problema ou questão lançado não deve ser complexo, a rapidez das respostas evita a
autocensura do grupo, buscando a originalidade das idéias, não se anota o autor de cada idéia; a fase
de análise é para compreensão e aperfeiçoamento das idéias originais.
Painel progressivo: Lançar um tema para discussão; formar pequenas equipes para a primeira fase do
debate; reunir as equipes duas a duas prosseguindo a discussão pelas conclusões da fase anterior;
seguir o mesmo processo progressivo de fusão das equipes até formar um “grupão”; colher a conclusão
do grupo total.
Observações: Controlar rigorosamente o tempo de cada fase; incentivar a participação de todos, em
todas as fases; é indicado uma análise final a partir de diversos pontos de vista detalhados.
Painel regressivo: Lançar um tema para discussão; formar um grupo único em círculo para a primeira
fase da discussão; após minutos dividir o grupo em dois continuando o tema pelas conclusões
anteriores; seguir o mesmo processo até a divisão chegar a pequenos grupos de dois ou três
elementos; colher as conclusões de cada equipe.
Observações: Controlar rigorosamente o tempo de cada fase; incentivar a participação de todos em
todas as fases; como em grupos menores aumenta a liberdade de exposição individual é indicado para
temas amplos ou complexos onde o assunto desperta progressivamente diversos pontos de vista.
Fracionamento: O expositor expõe o tema e as diretrizes básicas ao grupo único disposto em círculo;
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abre-se oportunidade para perguntas e esclarecimentos iniciais; divide-se o grupo em pequenas


equipes que discutem o tema proposto; reunir todos novamente em grupo único para nova discussão e
conclusões gerais.
Observações: Controlar rigorosamente o tempo de cada fase; é indicado para demonstrar a
reciprocidade e multiplicidade de opiniões e para promover espírito de equipe.
Painel integrado: Dividir o grupo em várias equipes e número de elementos, exemplo: Grupo A – 4
pessoas numeradas de 1 a 4, Grupo B – idem, Grupo C – idem, Grupo D – 3 pessoas numeradas de 1
a 3; subdividir o tema em vários tópicos de modo lógico, para cada equipe discutir; formar novos grupos
com os elementos do mesmo número, exemplo: Grupo com as 4 pessoas de número 1, idem com
número 2, idem com número 3, idem com 3 pessoas com número 4; pedir aos novos grupos que
debatam os resultados do trabalho da primeira fase.

Observações: Controlar rigorosamente o tempo de cada fase; procurar dividir as equipes de modo a
obter igualdade numérica entre a quantidade de equipes e o número de pessoas de cada equipe.
Grupo de Observação / Grupo de Verbalização: Formar um grupo de observação em círculo; formar um
grupo de verbalização em círculo no centro do grupo de observação; lançar um problema ou questão
para o grupo de verbalização; após certo tempo inverter os papéis e as posições das cadeiras dando
oportunidade aos que observaram para participarem da discussão “obrigando” os que discutiam a
observarem.
Observações: Ao inverter os papéis o grupo deverá discutir a partir do ponto onde o grupo anterior havia
parado; é recomendado para assuntos onde seja importante o reconhecimento de opiniões diversas e
quando se deseje aprender a ouvir o próximo.

Cúpula: Dividir a classe em pequenos grupos elegendo um secretário em cada um; aplicar perguntas
para debates internos, os secretários anotam as idéias; trazer todos para um grupo geral e os
secretários lêem as anotações das discussões dos grupos; os outros elementos dos grupos
complementam as anotações.
Observações: Não deixar polemizar, controlar a participação e o tempo de cada grupo; complementar
ou corrigir informações distorcidas.
Cochicho ou Zum-Zum: Dividir a classe em duas partes; solicitar para que as conversas sejam feitas em
tom de voz reduzido; chamar alguns elementos para exporem as conclusões de cada grupo; verificar
complementos com os que não foram chamados.
Observações: Controlar o nível de ruído para que não haja desarmonia; controlar o tempo.
Seminário (aulas seqüenciais, ex: Sermão do Monte, Apocalipse, Parábolas, Evolução Anímica, etc.):
Dividir a classe em vários grupos; dar um tema para cada grupo, o grupo deve se reunir durante a
semana fora da sala de aula para estudar e pesquisar o assunto, na aula seguinte deverá haver a
exposição dos trabalhos em classe.

Observações: Os participantes dos grupos devem ser afins, os temas podem ser frações da aula ou o
tema inteiro, controlar o tempo de exposição de cada grupo, como o resultado torna-se muito rico face
aos diversos pontos de vista; é necessário controlar as distorções conceituais.
Teste antecipado: Levar questionários e distribuir à classe, dar tempo para que as questões possam ser
refletidas e respondidas; recolher os questionários respondidos, desenvolver o tema da aula de forma
expositiva, ao final da aula devolver os questionários e corrigir as questões individualmente ou em
grupo, já que o nível de esclarecimento agora se torna maior.
Observações: Deve-se conhecer profundamente os assuntos abordados; controlar o tempo; cuidado
com casos especiais em sala (alunos com problemas de leitura e/ou escrita).
Perguntas sem respostas: distribuir perguntas numeradas; distribuir respostas sem numeração; pedir à
classe que seja feita leitura das perguntas em ordem numérica, a classe deve localizar a resposta
correspondente; ao término de cada resposta dissertar sobre o assunto.
Vareta Mágica: Ficar de costas para a classe, entregando uma régua ou vareta que deverá circular de
um a um; bater palmas para parar a passagem da vareta; lançar pergunta e o aluno que está de posse
da vareta responde; explanar.
Observações: Deve-se ter muito domínio da técnica e da classe; há uma tendência ao tumulto já que
ninguém vai querer ficar com a vareta na mão, em grupos grandes esta dificuldade se acentua.
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Respeitar os limites de cada um, inclusive a timidez de alguns alunos não forçando-os a se exporem
caso não desejem.
Discussão Circular: Dividir a classe em grupo elegendo um coordenador em cada um; a pessoa á direita
deve falar durante um minuto e passa a seqüência ao próximo da direita, só se pode usar a palavra uma
segunda vez após todos terem falado e a discussão ter voltado à sua vez; formar novamente um só
grupo e pedir aos coordenadores que exponham as conclusões dos grupos.
Observações: explicar muito bem as regras do jogo para não haver “melindres”; os grupos não devem
ser grandes para que haja possibilidade de todos expressarem-se; controlar rigorosamente o tempo, os
coordenadores de grupos deverão ter relógios.

Técnicas de iluminação e fixação:

Musical: Trazer uma música relacionada com o assunto poderá ser disco, fita cassete ou pode-se
interpretá-la com auxílio da turma, se houver interesse e possibilidade todos poderão aprendê-la e
cantá-la.
Desenho: Os participantes são incumbidos de interpretar, fazendo uma gravura ou desenho da
mensagem, do assunto da aula. Pode ser feito individualmente ou em grupo.
Poesia: A aula ou uma parte do assunto deverá ser comentada em versos, criados ou lembrados pelos
elementos, estejam só ou divididos em grupos.
Palavras Cruzadas: Preparar uma palavra-cruzada com palavras chaves do assunto estudado,
colocando-a em um cartaz, e, no decorrer ou no final da aula os participantes deverão, individualmente
ou em grupo, preencherem ou completarem a palavra cruzada, através das perguntas do coordenador.
Mensagem: Trazer uma mensagem relacionada com o tema da aula, esta deverá ser lida e interpretada
pelos participantes.
Mural: Pode-se afixar fotografias, reportagens, trabalhos dados em aula, etc.
Jogos: Preparar um jogo ou brincadeira para antes ou depois da aula, relacionado com o assunto da
mesma.
Distribuição de perguntas: Distribuir perguntas escritas aos participantes que deverão ser respondidas
no decorrer ou no final da aula.
Retro-Projetor ou Slides: São meio de ilustração, muito viáveis, importante observar para que a aula não
se torne “sonífera”.
Visitações e passeios: São importantes à medida que mostram a parte prática, de uma teoria
previamente exposta.
Outros recursos: Jogo da forca, objetos, vídeo, datashow, quadro negro, quadro branco, flanelógrafo,
mapas, exemplares de periódicos, etc.
A criatividade de cada um deve ser usada, com bom senso e adequando às necessidades de cada
turma.

VIDA PLENA
Todo homem, em sua caminhada, delineia um estado ideal que varia de pessoa para pessoa, para o
qual se dirige, envidando todos os esforços. Atingir o estado ideal seria, segundo pensam, ingressar na
plenitude da vida.
Tomemos o exemplo de um caminheiro que ao encetar a sua marcha, define um ponto de chegada, até
onde sua vista alcança, analisa a paisagem e, ao divisar ao longe uma elevação define o cume da
montanha como o ponto a ser alcançado, munido de bom ânimo e determinação caminha disposto a
vencer todos os obstáculos.
Aos poucos, evoluindo em sua marcha, começa a entender, ao se aproximar do alvo, que o estado ideal
não é estático, pois, uma vez alcançado transforma-se em real, ou seja, ao chegar ao cume da
montanha conquistou uma posição real e, maravilhado pela paisagem que se descortina em sua frente,
define um novo ponto de chegada que muito em breve, ao ser alcançado, será igualmente transformado
em novo ponto de partida.
Em certos momentos, no intervalo reservado ao descanso, passa a refletir que se o seu ideal jamais
poderá ser alcançado, onde ele encontrará a vida em toda a sua grandeza e plenitude ?
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A resposta vem dele mesmo: Vida plena é caminhar e não alcançar. Em outras palavras poderemos
entender que a vida plena é um processo e não um estado.
Embora seja necessário que tenhamos um ideal e que não o percamos de vista, vamos aprendendo
que a grandeza da vida não se encontra num ponto definido, mas sim, no fato de estarmos caminhando
em sua direção.
Vida plena é uma rota ascensional onde nos extremos identificamos, de um lado a animalidade e no
oposto a espiritualidade, ou o homem animal (defensivo) e o homem espiritual (aberto a experiências).
Caminhar pela rota ascensional é um processo de gratificações intensas, no qual nos afastamos do
estado defensivo e nos aproximamos da condição de abertura.
Com isso, somos convidados a uma importante renovação de conceitos, bem contrariamente ao que
pensávamos, não é aquele que alcançou um elevado estado na rota ascensional, mas aquele que está
caminhando. Logo, todos podem ser bons, independentemente do ponto em que nos encontramos no
percurso. Mais vale o habitante das trevas que se esforça por crescer do que o arcanjo que, satisfeito
com sua posição elevada, estaciona.
Entende-se o estado defensivo, no qual no identificamos, em tudo e em todos, ameaças, como vestígio
de animalidade que, de acordo com a teoria da evolução da espécie, teríamos herdado de nossos
ancestrais (dos quais fazemos parte na história espiritual).
Dispensável são comentários sobre o comportamento defensivo do animal como benéfico e para sua
sobrevivência, entretanto há cerca de 160.000 anos surgiu o homem no cenário terrestre, tendo dentro
de si, ao lado do instinto, a razão.
Com razão aprendeu a discernir e passou a assumir responsabilidade pelos seus atos.
Paremos um pouco para pensar e ponderemos: Quão instintivo (defensivo) é ainda o homem moderno,
e chegaremos à conclusão que a experiência da razão ainda é muito nova, deixando-se o homem
muitas vezes se conduzir por ações puramente instintivas. É o homem animal que ainda não aprendeu
a viver com todos os privilégios que a natureza lhe outorgou.
Rotineiramente saímos às ruas protegidos por um escudo invisível tão espesso, tão reforçado, que
chega, assim como acontecia aos cavaleiros medievais, a dificultar a locomoção e a obliterar a visão.
Tão “protegidos” estamos que mal conseguimos ver a beleza que há no sol, nas flores, nos pássaros e
também nas pessoas.

Aceitamos os fatos com reservas, segundo um critério seletivo, admitindo somente aqueles que se
identificam com nossos padrões e os demais são rechaçados consciente ou inconscientemente. E por
assim fazermos perdemos a oportunidade de viver a vida em toda a sua riqueza e plenitude. E então
saímos por aí falando em dia bonito e em dia feio, como se realmente existissem dias feios.

A pior situação é a daquele indivíduo que em profunda defesa não aceita a realidade como ela é,
chegando a pretender altera-la. É o caso do indivíduo que ao observar o pôr-do-sol acha que o fundo
deveria ser mais azulado e não tão vermelho como está aparentando.

Tão defensivos somos que diante da dúvida ou do desconhecido, via de regra, optamos pela rejeição.
À medida que o processo se desenvolve em nossa rota ascensional, nos distanciamos do estado
defensivo e nos aproximamos da condição de abertura às experiências.
Uma pessoa aberta às experiências reconhece que os fatos são sempre amigos, sem exceção, pois
expressam a realidade e a realidade, por sua vez, desprovida de ilusões, é sempre enriquecedora.
“E os fatos negativos ?” São também “amigos”? Na verdade não existem fatos negativos, todos são
positivos, pois nos ensinam, embora possam às vezes parecer desagradáveis. Consideremos que em
termos de crescimento interior o fracasso é mais valioso do que o sucesso, pois nos obriga a revisões,
reestudos, correções, traduzindo-se em verdadeiro aprendizado, coisa que nem sempre o sucesso nos
proporciona. Conclusão: Os fracassos não existem !
Reconhecendo os fatos como amigos e o valor da experiência, saímos às ruas, para a vida, de “peito
aberto”, sem temores, desprezando paulatinamente os mecanismos de rejeição inconsciente que tão
caro nos custam ao equilíbrio interior.
Sem manipularmos ou distorcermos os fatos para encaixá-los no esquema de padrões preconcebidos,
aceitando a vida como é, deixando-nos conduzir pelo seu curso natural que harmoniosamente flui. Tal
como o aficcionado à canoagem, ao ser lançado nas águas impetuosas do rio, o remador não tenta
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modificar seu curso, nem tampouco remar contra a correnteza. Deixa-se levar, apreciando a natureza
com todas as suas cores, concentrando seus esforços para mudar o que pode ser mudado.
Deixando a vida fluir, aceitando os fatos sempre como experiências enriquecedoras, passaremos a viver
a vida em toda a sua plenitude. Desarmados de defesas, identificamos a beleza que existe nas
pessoas, as quais passaremos a olhar livremente de rótulos ou generalizações, mas como seres
diferenciados.
O exercício intitulado “Vida Plena” consiste em uma reunião de grupo em clima totalmente descontraído,
onde alguém inicia o exercício espontaneamente tecendo comentário sobre comportamentos defensivos
e os outros à medida que se sentem estimulados dão a sua participação. O crescimento embora nos
minutos iniciais seja lento, quase sem ação, basta o “pontapé inicial” para que a evolução se processe
muito rapidamente, assemelhando-se em certos casos a uma explosão de reformulações e conquistas.
USAR AS EXPERIÊNCIAS DE CADA DIA VIVIDO, DE CADA EXPOSIÇÃO, PARA ENGRANDECIMENTO DA TAREFA DO
EXPOSITOR.

DECÁLOGO DO EXPOSITOR ( ALKINDAR DE OLIVEIRA )


1. O expositor espírita não pode transferir para os mentores espirituais o esforço e o preparo que
lhe cabem;
2. O expositor espírita deve, de preferência diariamente, dedicar parte do seu tempo para ler bons
livros, meditar, fazer elaborações mentais, tirar conclusões, coletar frases e textos que lhe sirvam
como futuras fontes de referências, ou de inspirações, às suas palestras;
3. O expositor espírita deve preocupar-se em ter exemplar conduta e esmerar-se por colocar em
prática o que prega;
4. O expositor espírita deve conscientizar-se que mesmo sendo imperfeito e vacilante em relação à
sua evolução moral e espiritual a Doutrina necessita de sua colaboração, entender que o pouco
que está fazendo em prol da Doutrina e de sua evolução é muito considerando-se que foi dado o
primeiro passo, pois como disse Emmanuel: “Quando uma centésima parte do Cristianismo de
nossos lábios conseguir expressar-se em nossos atos de cada dia, a Terra será plenamente
liberada do mal”;
5. O expositor espírita deve evitar emitir opiniões pessoais contraditórias sem sustentação
doutrinária, sempre se lembrar que a Doutrina tem sua base filosófica-científica e
religiosa codificada nos livros de Kardec, os quais devem servir como sustentação maior
nas suas palestras, preocupar-se menos com a letra dos conceitos evangélicos e mais
com os conceitos evangélicos da letra.
6. O expositor espírita deve ter a certeza de que no momento de sua fala a ajuda espiritual
não lhe faltará e sim estará intensamente presente e atuante se ele fizer a sua parte
desenvolvendo sua expressividade e técnicas retóricas, estudando e preparando
previamente o tema, compreendendo a importância do momento dedicando-se
mentalmente a vibrações de amor, paz, humildade e caridade.
7. Mesmo em conversas pessoais e informais, o expositor espírita deve educar-se pois como disse
André Luiz: “No estado atual da educação humana é muito difícil alimentar por mais de cinco
minutos conversação digna e cristalina numa assembléia superior a três criaturas encarnadas
8. O expositor espírita deve, quando for ditar normas de conduta incluir-se como pessoa também
necessitada, em vez de dizer: “Vocês precisam preocupar-se com a evolução moral” deve dizer:
“Nós precisamos preocuparmo-nos com a evolução moral”.
9. O expositor espírita deve ser um homem do seu tempo, falar com constância em suas palestras
de Deus, de Jesus e da Doutrina. Viver intensamente o sublime momento da palestra,
agradecendo ao Mestre e aos mentores espirituais pela felicidade de ser humilde instrumento
das palavras de Deus.
10. O expositor espírita deve ser simples e humilde pois como disse Padre Vieira: “Nada há tão
grande como a humildade”. E com humildade e simplicidade deve sentir-se motivado para
proferir contínuas palestras, tendo a certeza da ajuda do Mestre e a convicção de que a “Rosa
perfuma primeiro o vaso que a transporta”.
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DINÂMICAS LÚDICAS
Qual o objetivo de uma atividade lúdica? Criar ambiente aberto, fraterno e alegre.
Como as técnicas expositivas também são consideradas dinâmicas de grupos são importante que
esteja claro que as dinâmicas voltada a objetos, músicas ou participação ativa do aluno são eficazes
para uma maior ilustração, iluminação ou explanação de um tema.
Quando se faz parte de um processo de aprendizado, sendo elemento do mesmo, tornamo-nos mais
motivados e temos o interesse despertado porque as noções abstratas e subjetivas são ilustradas de
forma objetiva, concreta.
Algumas das dinâmicas que já foram objeto de estudo e as técnicas de dinamizações de aulas são
lúdicas, mas é importante salientar este fator por permitir uma aproximação dos alunos das situações
normais e aumentando a capacidade de observação e envolvimento emocional com o tema.
Pode-se utilizar vários recursos, dentre os quais os já citados slides, fotos, gravuras, cartazes, álbuns,
flanelógrafos, varal de cartazes, filmes, transparências, mapas, lousas, quadros, discos, fitas cassetes,
cd’s, rádios, filmes sonoros, teatros, videocassete, televisão, slides com som, microcomputador,
datashow, água, plantas, pedras, animais, bibliotecas, museus, cinemas, parques, jardins, indústrias,
lojas, creches, asilos, orfanatos, hospitais, albergues, etc.
O diferencial aqui é que os recursos utilizados não sejam de uso exclusivo do expositor, que os próprios
alunos sejam os elementos da exposição ou da manipulação de tais recursos.
Por elevar a condição de participação de todos, é necessário harmonizar o ambiente após a atividade
lúdica para que o expositor, aí sim na sua tarefa esclarecedora e de fixação do tema, possa “fechar” a
aula. Deve-se trazer todos de volta aos lugares, pode-se usar música suave e texto de reflexão, pedir
para que os pensamentos retornem ao ambiente e que todos se tranqüilizem. Após a harmonia ter se
restabelecido podemos concluir a aula com amor e de coração aberto. São experiências valorosas.

DINAMIZAÇÕES DE AULAS
Vimos que os recursos de Dinâmicas são essenciais para uma melhor fixação os objetivos das aulas,
contribuem também para um processo de abertura às experiências, mesmo que em nível experimental,
e proporcionam momentos valiosos no íntimo daqueles que necessitam exporem-se ao próprio “eu”.
Como podem ser classificados em expositivas e lúdicas os processos devem ser balanceados para que
os objetivos sejam atingidos plenamente.
É um erro tomarmos uma atividade de grupo como o início, meio e fim de um processo de aprendizado.
Isso normalmente acontece quando não há preparação suficiente do tema para abordagens mais
profundas, e toma-se a atividade como condutora da superficialidade do assunto.

As aulas devem ser dinamizadas, quebrando-se assim a distância entre os fatos e o eu. Lembremo-nos
que na estrutura da aula devemos dar espaço para a introdução ou explanação do tema, o seu
desenvolvimento (aí cabem os exercícios, desde que bem aplicados e equacionados com o tema), o
tempo de reflexão individual e coletiva (troca de experiências no campo interior e exterior) e a fixação
dos valores e conceitos transmitidos e adquiridos. A aplicação de exercícios tende a criar-se um
ambiente de brincadeira, o que não pode ser verdade. Os exercícios devem mexer com a emoção, com
a persona do indivíduo, “chacoalhar” seu campo de visão do mundo.
As apresentações com recursos audiovisuais tendem também a se tornarem auto-suficientes, e
devemos quebrar esta auto-suficiência com interferências explicativas ou vivenciais.
Vivemos dias corridos e desgastantes onde o interesse e o desencanto tomam conta de grande parte
da população. Esta realidade também aflige os nossos alunos e removê-los deste marasmo é
responsabilidade do expositor ciente de sua missão e para tanto podemos nos utilizar dinâmicas para
incentivo inicial, para fortalecimento de argumentação e fixação de idéias.
Independente do tipo de aula e de seu conteúdo a utilização de dinâmicas sempre contribuirá para
despertar a atenção e aumentar o interesse.

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MOCIDADE ESPÍRITA
O que é: Um programa organizado para proporcionar a vivência do Cristianismo como proposta
essencial de aperfeiçoamento moral dos jovens. Também é o nome da área no Centro Espírita que está
dedicado à juventude.
Quais são seus objetivos: Dar ao jovem uma formação moral e intelectual que seja a base sólida sobre
a qual ele construirá sua vida, e onde concentrará forças para enfrentar a si mesmo e o mundo, diante
da realidade em que vive, e caminhar para frente por seus próprios recursos. Outro objetivo importante
é promover a construção da base religiosa e moral da juventude, preparando o jovem para assumir uma
posição participativa dentro da Doutrina Espírita e do grupo a que se filia, para que, através do seu
dinamismo e coragem, possa realmente exteriorizar o Espiritismo de maneira atuante.
Como se estrutura: Reuniões semanais com duração de 90 minutos com o seguinte roteiro básico: 10
minutos – Preparação, elevação gradativa e prece; 25 minutos – Avisos, comentários, músicas, etc. 45
minutos – Apresentação da aula, sobre assunto específico, conforme a programação; 10 minutos –
Encerramento, vibrações coletivas e prece de agradecimento.
As dificuldades por alguns expositores, quando diante de turmas de Mocidade espírita não tem como
causa essencial nem o posicionamento dos jovens, nem a qualidade dos expositores. Basicamente é
um problema de desinformação destes a respeito do meio onde vão trabalhar (os jovens) que é algo
diverso do ambiente “de adultos” das Escolas de Aprendizes. Veicular algumas informações sobre a
Mocidade Espírita e seu programa de estudos é o objetivo deste capítulo, extraído de um texto mais
amplo, que é a apostila do “Curso de Expositores – Especialização em Mocidades e Dinâmicas de
Grupo”, organizado pelo Comitê de Apoio às Mocidades da Aliança.

O jovem na dimensão psicológica e social:


A adolescência é uma fase de intensas e simultâneas transformações biológicas, mentais, emocionais e
sociais para o ser humano. Por isso mesmo é uma tarefa complexa, mas essencial, compreender o
jovem para comunicar-se com ele. Vejamos superficialmente tais aspectos:

Transformações biológicas da adolescência:


Nesta fase advém a maturidade sexual, ou puberdade caracterizada pela eclosão das funções sexuais
(ovulação na moça, espermatogênese no rapaz), que possibilitam a capacidade de procriação. A razão
destas mudanças é a intensa alteração na atividade glandular, que também acarreta transformações
anatômicas gerais e aparência no corpo, na voz, na velocidade de crescimento, na estrutura óssea, etc.

Transformações psicológicas:
No que toca ao item anterior, as transformações anatômicas levam o jovem a um autoconhecimento
sobre seu corpo. As noções de estética e força também influem profundamente no relacionamento em
grupo, envolvendo funções como liderança, namoro, esportes, etc. Mas decididamente é a atividade
mental em si que passa por radical transformação e podemos citar alguns fatores importantes:

• Ampliação das capacidades de percepção, imaginação, memória, lógica e atenção.


• O pensamento mágico infantil é substituído pelo pensamento lógico.
• Amplia-se a vontade e o poder de concentração.
• Interesse pela sociedade (noção de coletividade).
• Descoberta do mundo interior (abstração, interiorização do pensamento, processo de percepção –
interpretação – dedução – conclusão).
• Diminuição do interesse pelos estímulos sensoriais (brinquedos de luz, cor, som).
• Desenvolvimento da crítica.
• Atração física pelo sexo oposto.

Percebe-se nítida evolução no campo da razão e no campo da emoção. Especificamente os itens que
devem ser considerados pelos expositores em seu contato com os alunos são:
No campo da razão: Desperta mento das capacidades de generalização, lidar com abstrações, domínio
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do conceito de tempo, substituição do egocentrismo infantil pelo interesse por assuntos não pessoais,
reciprocidade de opinião (reconhecimento de idéias contrárias ou diferentes), aprofundamento da
reflexão e da lógica.
No campo da emoção: Capacidade de auto-realização, reconhecimento dos pais como seres falíveis,
engajamento a ideais (coletivos e individuais), vínculos de amizade extra familiares, atração pelo sexo
oposto, idealização da vida afetiva, sentimento de justiça, espírito de aventura, necessidade de
independência em opiniões e ações, sede de liberdade, de ação e de expressão.
A proposta da Mocidade Espírita: Adolescência é uma fase de intensas e simultâneas transformações
biológicas, mentais e emocionais. Nesta fase de mudanças, qual é o papel da Mocidade Espírita?

• O conceito de religião como forte sentimento de evolução da alma é o grande impulso do jovem na
busca de seus ideais. Entretanto, na acepção convencional de separação por práticas religiosas
costuma afastar o jovem menos informado.

A religião espírita, como religião alicerçada em ciência e conseqüências filosófico-morais, constitui um


avanço e possui características afins com a postura crítica e idealista do jovem.
Os objetivos da Mocidade Espírita são a proposta de uma vida consciente e equilibrada para a
formação do espírito em sua transição de jovem para adulto, com o auxílio dos conceitos espíritas. Além
deste objetivo, um outro importante é a oferta de um campo de realizações através do trabalho no meio
espírita.

Para atingir tais objetivos, a Mocidade Espírita possui um programa de aulas e atividades que apresenta
aos jovens os conceitos doutrinários à análise da vida e oferece abertura suficiente para os
questionamentos naturais.
Do acima exposto é importante salientar que o objetivo da Mocidade não é o de modificar o
comportamento ou personalidade do jovem. Isto seria uma violência para com ele e seu livre arbítrio.
O que se espera é que ele possa aceitar-se como ser humano tal que é, e, se sua maneira de ser o
incomoda, que saiba onde encontrar os elementos necessários para que, por sua própria vontade e
esforço, efetue mudança. Claro que isto não exclui o apoio e a força que podemos e devemos oferecer
na medida de nossas responsabilidades, sem, contudo esquecer a individualidade daquele que nos
procura.

Sistemática das aulas para a Mocidade:

O Local: A distribuição na sala é a do pessoal sentado em roda, inclusive o coordenador (expositor). O


objetivo desta distribuição é a de incentivar o diálogo e a participação geral.
É importante também que o expositor conheça as características do local, tais como tamanho da sala e
capacidade de acomodação, recursos didáticos disponíveis (lousa, projetores, etc.), outros fatores
(existência de cortinas, telas de projeção, tomada de energia, nível de ruído na vizinhança, etc.).

A turma: É importante para o expositor conhecer as características da turma para a qual irá dar a aula,
ou seja, número de participantes assíduos, faixa etária média, nível sócio-cultural, nível de participação
nas aulas, relação dos jovens da turma com o assunto. Estes conhecimentos são pontos primordiais
para um bom preparo da aula e, implicam numa questão básica: Deve haver uma boa integração
expositor X Dirigente da Turma.

O expositor:

• A posição – O primeiro ponto a abordar-se é a nova posição do expositor frente à aula:


Coordenador. Pois a postura do expositor nas aulas de Mocidade nem sempre será de alguém que
simplesmente expõe o assunto para uma platéia. Dentro da dinâmica de aula, o coordenador deverá
dividir os grupos, explicar a dinâmica de aula, animar para a máxima participação, supervisionar o
estudo, Medir as discussões, esclarecer pontos difíceis ou duvidosos, concluir dentro do objetivo do
tema.

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• Qualidades – A competência se adquire, sobretudo pela experiência e ninguém é competente logo


de cara. Entretanto, o coordenador deveria possuir clareza de idéias, simplicidade de expressão,
capacidade de síntese, saber distinguir o essencial do acessório, informalidade, conhecimento
doutrinário profundo, bons conhecimentos gerais, humildade e calor humano, presença de espírito.

• Aptidões – trata-se aqui de talentos e disposições pessoais que cada um possui mais ou menos do
ponto de partida e que podem ser desenvolvidas. Um coordenador de grupo deve estar convencido
do valor do que está sendo aprendido se quiser motivar os outros, ser capaz de estruturar e
coordenar um trabalho em grupo, ser capaz de enfrentar diversas situações que surgem no
relacionamento dentro da aula (agressividade, passividade, etc.), ser capaz de deixar “de molho”
suas idéias pessoais para dar oportunidade aos outros de expressarem as suas próprias, ser capaz
de dar atenção, ouvir de fato e de compreender os outros, ser capaz de estudar / pesquisar e ter
desejo constante de aprender. É na prática se adquirem e desenvolvem as aptidões. Se não as
possuímos, não perderemos nada em tentar a experiência, pelo contrário, é um serviço que
prestaremos à turma, ajudando-a a funcionar bem.

• Apresentação – Não necessariamente, mas tanto quanto possível, o coordenador deverá


apresentar-se vestido de maneira informal, sem exageros.

• Postura – Se a meta que estamos almejando é a do aprendizado, do assunto com liberdade de


participação do jovem, é importante que o coordenador assuma uma postura sincera e
predominantemente aberta ao diálogo. Assim acredita-se que a figura do expositor deveria ser
aquela de um amigo que se coloca lado a lado, que se porta como uma pessoa que sabe que não
conhece muita coisa, mas o pouco que sabe, vai tentar transmitir, e acredita que não vem ali
somente para ensinar, mas também aprender com os jovens.

• Metodologia: Para a apresentação das aulas, mais que uma técnica, é necessário uma metodologia.
Não se exige uma profunda especialização, mas tão somente o conhecimento de métodos que
facilitem a comunicação com o jovem, que passa por esta fase tão rica e profunda como é a
juventude. Com esta meta, recomenda-se a aplicação de Dinâmicas de Grupos, todavia pode
ocorrer o uso destas técnicas dissociadas dos objetivos essenciais. Ou seja, a “técnica pela técnica”.
É fundamental notar que o objetivo pretendido em cada aula vai orientar a escolha de uma técnica,
nunca o contrário. Somente conhecendo a fundo o que pretende da aula é que podemos eleger a
técnica a empregar entre as que forem do nosso conhecimento. Além disso, a bandeira dos nossos
programas é a da educação moral. Fazendo uma análise do assunto, é importante reciclarmos
constantemente nossos modos de comunicação, nossas formas de expressão, nossos exemplos,
para podermos possibilitar a aproximação, amorosamente e com os “pés no chão”, o ensinamento
Cristão da vida comum dos que participam da aula. Devemos buscar padrões mais claros e simples
para expressar nossas idéias. É preciso, antes de tudo, acreditarmos que é possível e necessário
vivermos o que pregamos, não na cegueira do fanatismo, mas na luz do Mestre que nos ama e
conduz. É por isso que se defende o uso das técnicas de Dinâmicas de Grupos, em nome do amor e
do esclarecimento, e não como preenchimento técnico.

Lembremos que a Doutrina Espírita vem quebrar alguns mitos com relação ao jovem, preconceituado
pela sociedade como um fator generalizado, dentre estes mitos podemos citar a independência
precoce, liberdade sem responsabilidade, alienação, ideologias violentas, etc.

Sugestões úteis:

• Informe-se com o Dirigente da Turma, antecipadamente, sobre as características dos jovens, como
faixa etária, grau de estudo e interesse em outras aulas, assuntos relativos à Doutrina ou à conduta
moral que haja necessidade de reforço ou esclarecimento.
• Chegar mais cedo para conversar com os jovens, principalmente se você ainda não conhece a
turma, através de uma conversa informal é fácil identificar-se e comunicar-se com os jovens.

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• Sua apresentação (vestimenta, linguajar, olhar, conduta) não deve ser solenes ou demonstrar
superioridade, e ser simples e acessível.
• Se for a primeira vez que tem contato com a turma, apresente-se enunciando claramente o nome e
sua participação como trabalhador da casa, se for de outro grupo mencione também como está a
Mocidade do Grupo.
• Defina e exponha claramente os objetivos da aula.
• Facilite as trocas de opiniões (através de perguntas, sugestões, etc.).
• Dê aos diferentes pontos de vista igual oportunidade de serem avaliados e examinados pelo grupo.
• Mantenha a ordem na discussão.
• Conceda com justiça o direito à palavra.
• Reconduza os que se desviam do assunto original.
• Esclareça os sentidos das diversas intervenções, quando são passíveis de gerar alguma confusão.
• De tempo em tempo, faça um apontamento (ou resumo) do que foi dito ou feito.
• Faça a síntese da reunião ao final.
• Fazer uma auto-avaliação, após a aula, para isso, conte com a ajuda do Dirigente, que poderá
indicar pontos a melhorar em sua atuação como Coordenador da aula.

BIBLIOGRAFIA / CRÉDITOS:
• Curso de Formação de Expositores da Setorial Norte – SP
• Curso de Formação de Expositores da Setorial Oeste – SP
• Curso de Formação de Expositores do CEAE Genebra – SP
• Curso de Formação de Expositores da Regional ABC
• Revista Seleções do Readers Digest, março 1994.
• Revista Seleções do Readers Digest, abril 1991.
• Técnicas de Dinâmicas de Grupo – Agostinho Minicucci – Ed. Atlas
• Dinâmica de Grupo. Teorias e Sistemas – Agostinho Minicucci – Ed. Atlas
• Janela de Johari – Silvino José Fritzen – Ed. Vozes.
• Manual de Técnicas de Dinâmica de Grupo, e Sensibilização, e Ludoterapia – Celso Antunes – Ed.
Vozes.
• Exercícios Práticos de Dinâmica de Grupo (Volumes I e II) – Silvino José Fritzen – Ed. Vozes.
• Treinamento de Líderes Voluntários – Silvino José Fritzen – Ed. Vozes.
• Exercícios de Dinâmica de Grupo e relações Humanas (Volumes I, II, III e IV) – Silvino José Fritzen
– Ed. Vozes.
• Caminhos de Encontros e Descobertas – Sônia Bitti – Rosabel de Chiaro – Ed. Paulus Gráfica.
• Como Animar um Grupo – André Beauchamp – Roger Graveline – Claude Quivigem – Ed. Loyola
• Recriando Experiências (Técnicas e Dinâmicas para Grupos) – Instituto da Pastoral da Juventude –
Leste II
• Dinâmicas em Fichas – Fazer Compras – Centro de Capacitação da Juventude – Onivaldo Dyna
• Dinâmica em Fichas – Desenho dos Pés – Centro de Capacitação da Juventude – Onivaldo Dyna
• Site: http://pwp.albnet.com.br/line/trava.htm (Trava-Linguas)
• Site: http://www.caeng.com.br/banca/travalingua.html (Trava-Linguas)
• Noções Básicas de Exposições Espíritas – Rubens P. Meira – Milton Felipeli – USE
• Como Falar Corretamente e Sem Inibições – Reinaldo Polito
• Curso de Formação de Expositores do C.E. Mansão da Esperança (Setorial Oeste – Regional
Capital – SP).
• Apostila de Conceito de Comunicação da Equipe da Escola de Aprendizes do Evangelho à Distância
• Curso de Expositores do Comitê de Trabalho para as Mocidades da AEE
• Decálogo do Expositor Espírita – Alkindar de Oliveira
• Estudos do Socondy Vaccum Oil Co. Studies
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• Vivência do Espiritismo Religioso – 5a. Edição – Edgard Armond – Ed. Aliança


• Curso de Preparação para Evangelizador Infanto-Juvenil – equipe da Evangelização Infanto-Juvenil
da AEE – Ed. Aliança.
• Expositores Espíritas – Rubens Braga – Ed. EME.
• Manual do Expositor Espírita – Departamento de Orientação Doutrinária – Regional São Paulo –
USE
• Como Trabalhar em Grupo – Juan Manuel Contreras – Ed. Paulus
• Apostila de Dinâmicas de Celso Paulo Leite / Milton Domingues Júnior – AEE
• Dinâmicas em Fichas – Vol. 2 – Onivaldo Dyna – Centro de Capacitação da Juventude
• Tornar-se Pessoa – Carl Rogers – Ed. Martins Fontes
• Iniciação Espírita – Autores Diversos – 3a. Edição – Ed. Aliança.

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SEGUNDA PARTE

Referências bibliográficas:

Sessão Doutrinária
Curso Básico de Espiritismo
Escola de Aprendizes do Evangelho
Curso de Passes e Médiuns
Mocidade Espírita

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ESCOLA DE APRENDIZES DO EVANGELHO

PRIMEIRO ANO

Aula EAE-1 - AULA INAUGURAL.


OBJETIVO: Abordar que a escola dará ênfase a nossa reforma moral, à purificação do corpo, ao
conhecimento e à prática do amor pelo próximo. Pode-se fazer uma síntese do Programa
que será sugerido ao longo do curso e de algumas ferramentas para nos melhorarmos
moralmente.

BIBLIOGRAFIA: (VER) (IE) (Emm.25)


Guia Do Aprendiz – cap. 1, 4, 8, 9 , 11, 12
Respondendo e Esclarecendo – perg. 43, 56, 201, 261, 264, 268
Na Semeadura II – cap. 27, 40, 46, 58, 62, 86, 120, 171, 184, 202, 255, 257
Guia do Discípulo – completo
Falando ao Coração – cap. Aos Aprendizes, texto 1, 6 e 11
Mensagens e Instruções – 2ª edição – pág. 21 e 27
Verdades e Conceitos I – 2ª edição – cap. 9, 13
Verdades e Conceitos II – 2ª edição – cap. 45

Aula EAE-2 - A CRIAÇÃO.


OBJETIVO: Situar o Ser Humano como Espírito Encarnado; parte integrante da criação. Mostrar a versão
dos Espíritos sobre o Universo material e espiritual. Estimular o aluno a buscar interiormente
“Deus”: criador do mundo.
BIBLIOGRAFIA: (IE) (LE.I.1-3) (GMP.2,6-12) (Bb.Gn) (EDM.1) (ACL.1-2) (Cs.?261) (Ss.1-5) (DN)
(ELC.pág.29-75) (DEE.1-2)
Enquanto é Tempo – cap. 6
Respondendo e Esclarecendo – perg. 36, 269, 311
Os Exilados da Capela – cap. 1 a 4 e 15
Falando ao Coração – cap. Aos Aprendizes texto 2, 3 e 4
Lendo e Aprendendo – tópicos 2, 14, 133, 163
Salmos – cap. I
Verdades e Conceitos I – 2ª edição – cap. 13
Na Semeadura I – cap. 23, 50, 82, 146, 202
Na Semeadura II – cap. 5, 36, 43, 57, 64, 78, 79, 81, 91, 104, 121, 134, 195, 225, 227, 231,
232, 233, 234, 237, 243, 245, 251, 256, 261, 265

Aula EAE-3 - O NOSSO PLANETA.


OBJETIVO: Situar o Ser Humano como Espírito Encarnado; parte integrante da criação. Mostrar a versão
dos Espíritos sobre o Universo material e espiritual, desde a formação das nebulosas ao
aparecimento do homem sobre nosso planeta. A bondade de Nosso Pai que nos concede
lugares para que possamos crescer como espíritos. A centelha divina existente em nós a
demonstrar que também podemos criar algo maravilhoso. A fé raciocinada. Estimular o aluno
a buscar interiormente “Deus”: criador do mundo.
BIBLIOGRAFIA: (IE) (LE.I.1-3) (GMP.2,6-12) (Bb.Gn) (EDM.1) (ACL.1-2) (Cs.?261) (DN)
(ELC.pág.29-75) (Ss.1-5) (DEE.1-2) (EC)
Os Exilados da Capela – cap. 4
Lendo e Aprendendo – tópicos 49, 94, 96, 112, 113, 129, 130

Aula EAE-4 - AS RAÇAS PRIMITIVAS.


OBJETIVO: A Gênese do ponto de vista Espírita. As raças formadoras da humanidade. Vários mundos
habitados em diferentes categorias. Exilados da Capela, paralelo com os tempos atuais.
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Interpretação Espírita de Adão e Eva e o Paraíso. Comparar a evolução do espírito, do nosso


corpo e do planeta. Para vivermos em um mundo melhor devemos também nos melhorar.
Induzir à meditação sobre a bondade do criador que nos dá infinitas oportunidades de
evolução, conforme as leis divinas. A sublime oportunidade de elevação do animal ao homem.
O homem saindo do instinto profundo para os caminhos do raciocínio. Enriquecer o
conhecimento, embora seja um tanto expositivo, fazer o aluno refletir, participar. Valorizar o
campo da evolução que acontece, normalmente, pelas experiências vividas.
OBJETIVO:
BIBLIOGRAFIA: (IE) (LE.I.3) (GMP.10-12) (ACL.2-3) (EC) (DEE.4) (RF.12)
Respondendo e Esclarecendo – perg. 151, 222, 272
Na Semeadura I – cap. 13, 58, 124, 227
Na Semeadura II – cap. 18, 56, 90, 95, 107, 117, 119, 227, 229, 238, 239, 262, 264
Os Exilados da Capela – cap. 1 a 15
Salmos – cap. II

Aula EAE-5 - CONSTITUIÇÃO GEOGRÁFICA DA TERRA.


OBJETIVO: A formação do nosso planeta à luz do Espiritismo. Lei de progresso. A bondade do Nosso Pai.
Há muitas moradas na Casa do Pai. A fé raciocinada. Embora a aula esteja voltada à história
de períodos de transição, aproveitar para refletir sobre as leis de Deus (oportunidades de
aprendizado). A humanidade caminhou pelas eras adentro em experiências difíceis, mas
aperfeiçoando-se sempre.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (LE.I.3) (ESE.3) (GMP.7-9) (Bb.Gn.1) (Rt.1-9) (ACL.2-3,7) (NCT) (EC)
(Emm.5 pág.39) (Cs.?131-132,137) (NdT.pág.7-24) (CT) (AAf.2-7)
Guia do Discípulo – cap. 11, item III
Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 13, 106
Na Semeadura II – 94,98,106,113,114,142,159, 161, 163, 168, 240 a 242, 244, 263
Os Exilados da Capela – cap. 7 a 18
Na Cortina do Tempo – cap. 6 e 7
Almas Afins – cap. II e III
Falando ao Coração – Aos Aprendizes - textos 1, 8º item; 3, 1º item
Na Seara do Evangelho – cap. 26, 30 e 33
Lendo e Aprendendo – tópico 49, 94, 96, 112, 113, 129, 130
Verdades e Conceitos I – 2ª edição – cap. 28
Respondendo e Esclarecendo – perg. 147

Aula EAE-6 - CIVILIZAÇÃO DA MESOPOTÂMIA.


OBJETIVO: O povo hebreu, sua formação e preparação para receber o Messias. O povo e sua saga.
Quando distantes de Deus passavam pelo sofrimento (semelhança conosco). A crença no
Deus único, os contatos com o plano espiritual.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (Bb.Gn 12-50) (GMP.12) (ACL.7,9) (CF) (FM) (Ms) (HH) (Bb.Ex) (Cs.?262-
263) (BTR.I-III)
Na Semeadura II – cap. 60, 92, 156, 160
Falando ao Coração – cap. Aos Aprendizes - texto 2, 1º item

Aula EAE-7 - MISSÃO PLANETÁRIA DE MOISÉS.


PREPARAÇÃO DOS HEBREUS NO DESERTO.
OBJETIVO: O povo hebreu, sua formação e preparação para receber o Messias. O povo e sua saga.
Quando distantes de Deus passavam pelo sofrimento (semelhança conosco). A crença no
Deus único, os contatos com o plano espiritual. O valor da obediência; fidelidade o dever de
bem usar a mediunidade; amor de mãe; educação das crianças; extrair ensinamentos dos
desertos da vida; aliança com Deus; a passagem da escravidão para a liberdade; a cada dia
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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

basta o seu mal; distribuição das tarefas para o êxito do trabalho. Aproveitar as informações
das aulas anteriores e localizar no tempo e espaço a origem do povo hebreu e suas
dificuldades, já introduzindo e exercitando o preconceito. Aproveitar as passagens bíblicas e
interpretá-las; o que a maioria dos alunos, que são iniciantes, não tiveram esta oportunidade.
Dar além do que significam as passagens de Sodoma e Gomorra, o teste de Abraão, filhos de
Jacó, José, "milagres" de Moisés, Maná, etc.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (Bb.Gn 12-50) (GMP.12) (ACL.7,9) (CF) (FM) (Ms) (HH) (Bb.Ex) (Cs.?262-
263) (BTR.I-III)
Salmos – cap. IV
Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 63
Na Semeadura II – cap. 81, 92, 93, 101, 102, 116, 131, 249
Os Exilados da Capela – cap. 11
Verdades e Conceitos II – 2ª edição – cap. 25, 30

Aula EAE-8 - INTRODUÇÃO AO PROCESSO DE REFORMA ÍNTIMA.


OBJETIVO: Propiciar que o Aluno aprenda a percorrer o seu interior. É preciso que o coordenador
demonstre como pode ser feito. Reflexão, espírito de discernimento, desprendimento do
medo, crítica, vergonha, etc. Provocar clima de simplicidade e de muita humildade dando
exemplos positivos. A participação é importante, sem imposição. Destacar a necessidade de
autoconhecimento para a renovação moral interior. Ilustrar os diversos instrumentos
oferecidos pela EAE: caderno de temas, caderneta pessoal, exercícios de vida plena,
caravanas de evangelização e auxílio, trabalhos em benefício do próximo. Lembrar de
exemplos vivos: Paulo de Tarso, Madalena, etc. Estimular para o conhecimento de si mesmo.
Encorajar sentimento de igualdade “estamos sujeitos aos mesmos erros e acertos”. Participar
da reflexão até mesmo dando pequenos testemunhos.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (LE.?919-a) (ESE.17) (VER.III,IX,X) (MPE.pág.19-23)


Guia do Discípulo – cap. 11, item XII
Enquanto é Tempo – cap. 1 a 10 e 69
Na Semeadura I – cap. 110
Na Semeadura II – cap. 40, 41, 63, 209
Mediunidade – cap. 39 (Reforma da Humanidade e seguintes)
Livre Arbítrio – cap. 14 a 16
Verdades e Conceitos I – cap. 7
Verdades e Conceitos II – 2ª edição – cap. 14
Passes e Radiações – cap. 8
Na Seara do Evangelho – cap. 18, 20 e 46
Mensagens e Instruções – pág. 25 – 2.ª edição
Lendo e Aprendendo – tópicos 7, 16, 20, 23, 27, 32, 107, 122, 125, 141, 152
Salmos – cap. XXI, XXXVII
Falando ao Coração – cap. Aos Aprendizes texto 1
Respondendo e Esclarecendo – perg. 147

Aula EAE-9 - O DECÁLOGO. REGRESSO A CANAÃ. A MORTE DE MOISÉS.


OBJETIVO: Necessidade da obediência às Leis de Deus. Diferenças entre Lei de Deus e dos homens.
Justiça divina. Estabelecer um paralelo das leis de Moisés com os tempos atuais.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (Bb.Ex.20,Dt.5) (ESE.1) (Cs.?268-274) (Ms)


Religiões e Filosofias – cap. V (Religiões)
Salmos – cap. XIII
Na Semeadura I – cap. 172, 173, 182
Na Semeadura II – cap. 32, 49, 60, 102, 115, 189, 227, 250
Os Exilados da Capela – cap. 11
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Lendo e Aprendendo – tópicos 169, 170, 174

Aula EAE-10 - O GOVERNO DOS JUÍZES. O GOVERNO DOS REIS ATÉ SALOMÃO.
OBJETIVO: Enfocar a aula em continuidade cronológica. Lembrar da missão do povo hebreu e dos
diversos momentos espirituais, da consolidação como povo desde a saída do Egito, até
nossos dias. Não fazer acusações nem julgamento sobre seu comportamento - procurar
compreender. Chamar a atenção quanto ao seguimento dos princípios de disciplina e
obediência às leis. A vivência pelo testemunho de experiências é o ponto forte da aula.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (Bb.AT) (HMB) (ACL.7) (SFJ) (HH livro VI) (Cs?275-281) (BTR.IV-VII)
Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 34
Na Semeadura I – cap. 162
Na Semeadura II – cap. 124

Aula EAE-11 - SEPARAÇÃO DOS REINOS E SUA DESTRUIÇÃO. CATIVEIRO.


A RECONSTRUÇÃO DE JERUSALÉM.
OBJETIVO: Pinçar os bons exemplos de fé, obediência, etc. dos personagens trazendo os aprendizados e
reflexões. Mostrar a Lei de Ação e Reação com Sansão e com Elias (João Batista). Apontar
grandes lições (fé e confiança = muralhas de Jericó; força moral = David e Golias; idolatria =
arca da Aliança, templo de Jerusalém).

BIBLIOGRAFIA: (IE) (Bb.AT) (HMB) (ACL.7) (SFJ) (HH livro VI) (Cs?275-281) (BTR.IV-VII)
Na Semeadura II – cap. 11

Aula EAE-12 - HISTÓRIA DE ISRAEL E DOMINAÇÃO ESTRANGEIRA ATÉ O REINADO DE


ADRIANO.
OBJETIVO: Lembrar da missão do povo hebreu e sua consolidação, chamar a atenção quanto ao
seguimento dos princípios de disciplina e obediência às leis. Pinçar os bons exemplos de fé,
obediência, etc. dos personagens trazendo os aprendizados e reflexões. Mostrar a Lei de
Ação e Reação com Sansão e com Elias (João Batista). Apontar grandes lições (fé e
confiança = muralhas de Jericó; força moral = David e Golias; idolatria = arca da Aliança,
templo de Jerusalém). Sugere-se um resumo do fato histórico e uma análise metafórica da
trajetória do povo hebreu e de nós, aprendizes, desde a saída do Egito (nosso despertar)
rumo à “Terra Prometida”. O conteúdo pode tornar-se riquíssimo.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (Bb.AT) (HMB) (ACL.7) (SFJ) (HH livro VII) (Cs?275-281) (BTR.IV-VII)
Salmos – cap. XV a XVII
Enquanto é Tempo – cap. 46
Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 8, 137

Aula EAE-13 - IMPLANTAÇÃO DO CADERNO DE TEMAS


OBJETIVO: Explicar ao aluno a importância de colocar sua opinião pessoal e o seu sentimento a respeito
do tema.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (VER)


Verdades e Conceitos I – 2ª edição – cap. 12
Respondendo e Esclarecendo – perg. 44

Aula EAE-14 - O NASCIMENTO E CONTROVÉRSIAS DOUTRINÁRIAS.


OBJETIVO: Observar que o nascimento foi preparado com muita antecedência. Não se prender a
aspectos controvertidos da concepção. A aula é rica em fatos que realçam aspectos
mediúnicos, tais como Anunciação a Maria. Enfatizar que os pontos controvertidos
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não são importantes. De Jesus, são importantes os seus ensinamentos morais e a sua
exemplificação.

BIBLIOGRAFIA: (Rdt.Prólogo,2,3,4) (Bb.Jô.1, Lc.1-2, Mt.1-2) (GMP.15 item 1-4,66) (EH.pág.8-15)


(JN.I.pág.31-52) (SPg.8-10) (BN.1) (EC.20-21)
O Redentor - Prólogo, cap. 2 a 4
Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 118
Na Semeadura I – cap. 81, 164, 174, 185, 194, 203, 220, 231, 235
Na Semeadura II – cap. 6, 46, 76, 81, 147, 187, 188, 190, 247
Os Exilados da Capela – cap. 19 (metade final)
Na Seara do Evangelho – cap. 36 e 41
Lendo e Aprendendo – tópico – 9
Falando ao Coração – Aos Aprendizes, 5; Coment Pens Construtivos, 9
Respondendo e Esclarecendo – perg. 04, 14, 34, 61, 64, 95, 190, 262, 294

Aula EAE-15 - REIS MAGOS E EXÍLIO NO ESTRANGEIRO.


OBJETIVO: Observar que o nascimento foi preparado com muita antecedência. Não se prender a
aspectos controvertidos da concepção. A aula é rica em fatos que realçam aspectos
mediúnicos como Reis Magos e aviso do exílio a José. Enfatizar que os pontos controvertidos
não são importantes. De Jesus, são importantes os seus ensinamentos morais e a sua
exemplificação.

BIBLIOGRAFIA: (Rdt.5,6) (Bb.Jô.1,Lc.1-2,Mt.1-2) (BN.1) (GMP.15 item 1-4,66) (EH.pág.8-15)


(JN.I.pág.31-52) (SPg.8-10) (EC.20-21)
Os Exilados da Capela - cap. 20 e 21
Na Semeadura I – cap. 43, 169, 215, 228
Na Semeadura II – cap. 186

Aula EAE-16 - INFÂNCIA E JUVENTUDE DO MESSIAS.


OBJETIVO: Trazer para o aluno como era Nazaré, a mentalidade da época. Mostrar a infância do mestre.
A proteção que ele teve para realizar sua tarefa messiânica. Mostrar a sua criação,
temperamento. Abordar a vida de Jesus de maneira real, especialmente sua infância que
poucos conhecem. A partir daí dar exemplos de sua conduta desde a infância, fazendo com
que possam refletir em relação a estas novas informações e analisem a grande missão de
Jesus preparando-se para o que vem adiante.

BIBLIOGRAFIA: (Rdt.7) (BN.2) (SPg.11-12,20) (Mr.II.6-16,III.1-3) (MHA) (FCE) (EI.IV) (BTR)


(JN.I.pág.54-58) (PC) (AL) (DeJ.pág.13) (LJD.pág.55-118,209-239)
Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 49, 67, 117, 118
Na Semeadura I – cap. 232

Aula EAE-17 - JERUSALÉM E O GRANDE TEMPLO. REIS E LÍDERES.


OBJETIVO: A viagem para Jerusalém, as expectativas, como era Jerusalém, como era o Templo, a
passagem de Jesus na Páscoa pelo Templo. A mensagem aos doutores da Lei. A proteção
que ele teve para realizar sua tarefa messiânica. Mostrar a sua criação, temperamento.
Abordar a vida de Jesus de maneira real, especialmente sua infância que poucos conhecem.
A partir daí dar exemplos de sua conduta desde a infância, fazendo com que possam refletir
em relação a estas novas informações e analisem a grande missão de Jesus preparando-se
para o que vem adiante.

BIBLIOGRAFIA: (Rdt.8-10) (BN.2) (SPg.11-12,20) (Mr.II.6-16,III.1-3) (MHA) (FCE) (EI.IV) (BTR)


(JN.I.pág.54-58) (AL) (PC) (DeJ.pág.13) (LJD.pág.55-118,209-239)
Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 07
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Na Semeadura I – cap. 95, 218


Na Semeadura II – cap. 48, 66, 151

Aula EAE-18 - AS SEITAS NACIONAIS. OS COSTUMES DA ÉPOCA.


OBJETIVO: Trazer ao aluno qual era o pensamento político religioso da época. Quais eram as
expectativas e esperanças. Quem eram os Essênios e qual a relação que tinham com Jesus.
Comparar os tempos de Jesus e hoje.

BIBLIOGRAFIA: (Rdt.12,14) (ESE.Intr.Item III) (ACL.12-13) (Nz.4-10) (Mr) (SPg.26,30) (HMB)


(VMJ) (Bb.Mc.7) (BMA.pág.49) (ReV.pág.62) (BTR.NT.1,3,5) (JdJ) (RdC)
Na Semeadura I – cap. 224
Na Semeadura II – cap. 15, 29, 39, 66

Aula EAE-19 - A FRATERNIDADE ESSÊNIA. JESUS E OS ESSÊNIOS


OBJETIVO: Trazer ao aluno qual era o pensamento político religioso da época. Quais eram as
expectativas, as esperanças. Quem eram os Essênios e qual era a relação que tinham com
Jesus. Comparar os tempos de Jesus e hoje.

BIBLIOGRAFIA: (Rdt.13,15) (ESE.Intr.Item III) (ACL.12-13) (Nz.4-10) (Mr) (SPg.26,30) (HMB) (VMJ)
(Bb.Mc.7) (BMA.Pág.49) (ReV.Pág.62) (BTR.NT.1,3,5) (JdJ) (RdC)
Enquanto é Tempo – cap. 73
Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 8, 117
Na Semeadura I – cap. 173, 241
Na Semeadura II – cap. 7, 11, 15, 16, 32, 83
Falando ao Coração – cap. Fraternidades do Espaço
Respondendo e Esclarecendo – perg. 07, 142

Aula EAE-20 - O PRECURSOR.


OBJETIVO: Destacar o planejamento espiritual; valorizar a mediunidade, Lei de Ação e Reação,
reencarnação, confiança e fé no Plano Superior. Mencionar passagens do Novo Testamento
onde está, claramente, demonstrada a Lei da Reencarnação, principalmente, nos diálogos de
Jesus.

BIBLIOGRAFIA: (Rdt.16,24) (GMP.17) (BN.2) (CdL) (SPg.25) (JN.II.pág.131-133,179-184) (JdN.2)


(CdD) (Bb.Lc.1:5-25,57-80,9:7-9,Mt.14:1-12,Mc.6:17-29,9:9-13)
Na Semeadura I – cap. 169, 216, 225
Respondendo e Esclarecendo – perg. 22, 60, 98

Aula EAE-21 - O INÍCIO DA TAREFA PÚBLICA. OS PRIMEIROS DISCÍPULOS


OBJETIVO: O preparo de Jesus para o início de sua tarefa. Destacar que os discípulos eram pessoas
simples, com virtudes e defeitos, semelhantes a nós, porém desprendidas e dedicadas.
Mostrar e ressaltar a determinação de Jesus na sua tarefa. No relato do encontro com os
primeiros discípulos, mostrar a simplicidade e o desprendimento dos que aceitaram o trabalho
espontaneamente.

BIBLIOGRAFIA: (Rdt.17-18) (Mr) (SPg.25-26) (BN.3-5) (AL) (JN) (DB.Pág.42) (JdN.3-4)


Enquanto é Tempo – cap. 09 e 10
Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 11, 12, 17, 39, 47, 47, 110
Na Semeadura II – cap. 51
Respondendo e Esclarecendo – perg. 186, 187, 252, 253, 254

Aula EAE-22 - VOLTA A JERUSALÉM. AS ESCOLAS RABÍNICAS. NICODEMOS.

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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

OBJETIVO: O tráfico das coisas religiosas. A importância do grande templo de Jerusalém. A preocupação
dos judeus com a educação religiosa das crianças. Resumir o fato histórico, destacando
grandes ensinamentos como “Expulsar os vendilhões do Templo”. Refletir sobre os nossos
“vendilhões” (vícios e defeitos) e como expulsá-los de nosso “Templo” (corpo físico), etc. A
lição da reencarnação dada a Nicodemos. A importância do coração do sentimento (senso
moral) para entender Jesus. O conhecimento é necessário, mas não suficiente (as 2 asas:
conhecimento, amor). O Consolador prometido.

BIBLIOGRAFIA: (Rdt.19-21) (Bb. Mt.21:12-13,Mc.11:15-19,Lc.19:45-46,Jo.2:12-25,3:1-12) (BN.14)


(ESE.26 itens 5-6) (SPg.24) (Mr)
Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 11, 25, 37, 41, 59
Na Semeadura II – cap. 53

Aula EAE-23 - PROMOÇÃO DO CANDIDATO AO GRAU DE APRENDIZ.


OBJETIVO: Cerimônia de promoção ao grau de Aprendiz. Explicar de forma simples o que é uma Escola
Iniciática e a Iniciação Espiritual proposta por Edgard Armond com 3 graus. Sensibilizar por
testemunhos o que foi para nós o 1º grau da Iniciação Espiritual da EAE. Procurar trazer
alunos de outras turmas mais adiantadas ou já discípulos para darem seus testemunhos.

BIBLIOGRAFIA: (VER) (LE.III.12) (Cs.?218-238) (PSD.pág.311-321) (MPE.I)


Guia Do Aprendiz – Completo
Na Semeadura II – cap. 82
Mensagens e Instruções – 2ª edição – pág. 25 e 67
Lendo e Aprendendo – tópico 35
Falando ao Coração – cap. Aos Aprendizes, texto 1, 4º item
Verdades e Conceitos II – 2ª edição – cap. 10, 17

Aula EAE-24 - INTRODUÇÃO A CADERNETA PESSOAL.


OBJETIVO: A importância desta ferramenta para o processo de autoconhecimento, anotando os
sentimentos diante dos fatos e das pessoas. Não é importante a menção dos fatos em si.
Enfatizar o aspecto prático da CP no processo de reforma íntima. A implantação deve traduzir
uma forma de “pequena tarefa a executar”. Assim como nós controlamos, nos canhotos dos
nossos talões de cheques, os nossos valores materiais, financeiros, isto é, as diminuições ou
os acréscimos dos saldos, deveremos, também, controlar numa CP, amiga, sincera,
silenciosa, nossos valores morais, vivenciais, que são os únicos verdadeiros, eternos, e que
vão influenciar em nossa vida futura.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (VER) (LE.III.12) (Cs.?218-238) (PSD.pág.311-321) (MPE.I)


Guia Do Aprendiz – cap. 6, 7
Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 39, 40, 48, 112
Falando ao Coração – cap. Aos Aprendizes, texto 1, item 9º
Verdades e Conceitos I – 2ª edição – cap. 7

Aula EAE-25 - REGRESSO À GALILÉIA. NA SINAGOGA DE NAZARÉ.


A MORTE DE JOÃO BATISTA.
OBJETIVO: Samaritanos um povo marginalizado = preconceito; condição de igualdade da mulher perante
os homens = preconceito. O culto do templo interior. Refletir sobre os ensinamentos de Jesus
como “água viva” que nos sacia toda a sede. Ninguém é profeta em sua terra. Destacar o
planejamento espiritual; valorizar a mediunidade, Lei de Ação e Reação, reencarnação,
confiança e fé no Plano Superior.

BIBLIOGRAFIA: (Rdt.22-24) (Bb.Jo.4:1-45,Lc.4:16-30,Mc.6:1-6,Mt.13:53-58) (BN.17) (ESE) (SPg.18)


Na Semeadura I – cap. 218
Na Semeadura II – cap. 25
68 de 120
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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

Falando ao Coração – cap. Comentando Pens. Construtivos, texto 7

Aula EAE-26 - OS TRABALHOS NA GALILÉIA


OBJETIVO: Preparação para as várias frentes de trabalho do servidor. Não depende de crença para
receber as graças; a cura pela fé e perseverança. Relacionar Cafarnaum (grande centro
comercial) com nossas grandes cidades e mostrar nossa oportunidade de trabalho. Descrição
física e moral de Jesus, e seu comportamento como Rabi. Aproveitar exemplos de
simplicidade, disponibilidade, doçura e humildade.

BIBLIOGRAFIA: (Rdt.25) (HDA) (SPg.16,18)

Aula EAE-27 - AS PARÁBOLAS – INTRODUÇÃO - USOS E COSTUMES


OBJETIVO: Descobrir nas Parábolas ensinamentos espirituais de grande atualidade, através de uma
linguagem atual. Buscar na sua interpretação modelos de conduta cristã, despertando nos
aprendizes momentos de profundas reflexões no campo interior sobre o cristianismo e suas
conseqüências práticas na vida.

BIBLIOGRAFIA: (Rdt.34) (ESE.15-16,18,27-28) (SPb) (SPg.22)(EH) (CAS) (PEJ) (PEL) (MPJ)


(ELC.pág.131)
Na Semeadura I – cap. 85
Na Semeadura II – cap. 61
Na Seara do Evangelho – cap. 52
Lendo e Aprendendo – tópico 11

Aula EAE-28 - PREGAÇÕES E CURAS. OUTROS LUGARES


OBJETIVO: A pregação está associada aos atos da vida do pregador. Viver o que se prega. As muitas
curas materiais realizadas por Jesus causaram e causam admiração. Explicar o que é
milagre. As curas espirituais, no entanto, realizadas através da sua Doutrina, muitas vezes
passam despercebidas. Como alcançar a auto-iluminação através do conhecimento e
vivência das Leis Divinas (Evangelho). Quando o discurso não é vazio. Pregação como leitura
e exterioridade; transformação interior sem dogmas; o Espiritismo traz a idéia de libertação do
doente sem interferir no processo cármico; a caridade acima de formalismo.

BIBLIOGRAFIA: (Rdt.26-27) (GMP.15) (ESE.19 item.5) (CVV.38) (Dlg.pág.61) (Cs.?301) (CL.31)


(Pss.38) (PR.6-7)
Na Semeadura II – cap. 3, 12, 25, 26, 67
Relembrando o Passado – cap. III e XII
Passes e Radiações – cap.6 e 7
Prática Mediúnica – cap. Curas Espirituais

Aula EAE-29 - HOSTILIDADES DO SINÉDRIO. (MARIA DE MAGDALA.)


OBJETIVO: Não aceitação dos ensinos de Jesus pelas autoridades da época. A partir do exemplo de
Maria de Magdala refletir na oportunidade divina que temos de seguir o Mestre, se assim nos
dispusermos interiormente, apesar dos nossos inúmeros erros. O trabalho em favor do
próximo como canal de ligação com Jesus. Renúncia dos valores individuais para seguir o
Evangelho. Mostrar a rejeição que estava sendo formada, ações do nosso pensamento,
palavras, preconceitos, dificuldade de exemplificarmos o Evangelho, demonstração do amor
fraterno, perdão dos pecados.

BIBLIOGRAFIA: (Rdt.28-29) (BN.20) (MdM)


Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 39, 40, 48
Na Semeadura I – cap. 53
Na Semeadura II – cap. 6, 51
69 de 120
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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

Na Seara do Evangelho – cap. 56

Aula EAE-30 - O DESENVOLVIMENTO DA PREGAÇÃO.


OBJETIVO: As propagandas feitas contra Jesus. A sua verdadeira família.
BIBLIOGRAFIA: (Rdt.29-30) (BN.20) (MdM)

Aula EAE-31 - AS PARÁBOLAS - DOMÉSTICAS E FAMILIARES


OBJETIVO: Descobrir nas Parábolas ensinamentos espirituais de grande atualidade. Buscar na sua
interpretação modelos de coduta cristã, despertando no aluno momentos de profunda reflexão
no campo interior sobre o cristianismo e suas conseqüências práticas na vida. Reflexões
atuais do nosso quotidiano, nossas passagens por situações idênticas àquelas narradas nas
parábolas. Importância do nosso comportamento cristão no nosso lar. Despertar o desejo de
vivenciar o cristianismo em todos os lugares, em todas as oportunidades. Transmitir
ensinamentos vendo o lado positivo das coisas.

BIBLIOGRAFIA: (Rdt.34) (PEL) (ESE.11 item 3,18 item 1) (SPb) (HJC) (PEJ)
Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 17, 49
Na Semeadura II – cap. 3, 25, 26, 67
Na Seara do Evangelho – cap. 50 e 51

Aula EAE-32 - IMPLANTAÇÃO DAS CARAVANAS DE EVANGELIZAÇÃO E AUXÍLIO.


OBJETIVO: Vivenciar a prática do Evangelho pelo trabalho. Preparar a turma para os trabalhos futuros.
Caravana = grupo de trabalhadores que se unem para obter resultados, dividindo esforços,
nas regiões mais diversas. Trabalho de suma importância que deve ser bem implantado. O
desprendimento e humildade são valores importantes para a tarefa. O espírito da
recomendação “Fé sem obras é morta em si mesma” (Epístola de Tiago 2:17), é que não
tenhamos no mundo uma predominância de pessoas só teóricas.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (VER.I.9; III 65; IX 2,12)


Na Semeadura II – cap. 28
Na Seara do Evangelho – cap. 48
Falando ao Coração – Aos Aprend, 1, 3º e 10º item; Coment Pens Construt, 34 e 36
Verdades e Conceitos I – 2ª edição – cap. 2
Verdades e Conceitos II – 2ª edição – cap. 16, 32
Respondendo e Esclarecendo – perg. 28

Aula EAE-33 - O QUADRO DOS DISCÍPULOS. CONSAGRAÇÃO (1ª PARTE CAP.32)


OBJETIVO: Descrever a personalidade e hábitos dos discípulos para mostrar a necessidade de esforço
na renovação interior. As deserções do trabalho. Mostrar como foi difícil o trabalho dos
discípulos e quanto eles tiveram que perseverar na reforma íntima. Além de refazer
passagens históricas, as aulas propiciam constatar a universalidade da Doutrina Cristã.

BIBLIOGRAFIA: (Rdt.31-32) (DB) (ESE) (Bb.Mt.4:18-22;Mc.1:16-20;Lc.5:1-11;Jo.21:1-6,15-17)


(BN.3-5) (VAA)
Respondendo e Esclarecendo – perg. 02, 30
Na Semeadura II – cap. 14, 51
Lendo e Aprendendo – tópico 177
Respondendo e Esclarecendo – perg. 186, 187, 252, 253, 254

Aula EAE-34 - EXCURSÕES (2ª PARTE CAP.32). CENA DO TABOR


OBJETIVO: Descrever personalidades e hábitos dos discípulos para mostrar a proximidade deles a nós,
no propósito de renovação interior. Além de refazer passagens históricas, as aulas propiciam
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CURSOS DE EXPOSITORES 2006
ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

constatar a universalidade da Doutrina Cristã. Levá-los a sair da teoria para prática e vivência
da caridade; ajuda mútua; amor exercido ao seu semelhante, Caravanas. Primitivismo das
religiões da Antigüidade comparada ao monoteísmo / judaísmo. O progresso moral nem
sempre acompanha o progresso material.

BIBLIOGRAFIA: (Rdt.32-33) (ESE) (Bb.Mt.17:1-13;Mc.9:2-13;Lc.9:28-36;Jo.12:28-36) (CdL) (DB)


(ESJ) (LCE) (MdN)

Aula EAE-35 - AS PARÁBOLAS - VIDA RURAL


OBJETIVO: Descobrir nas Parábolas ensinamentos espirituais de grande atualidade. Buscar na sua
interpretação modelos de conduta Cristã, despertando nos alunos momentos de profundas
reflexões no campo interior sobre o Cristianismo e suas conseqüências práticas na vida.
Despertar o desejo de vivenciar o Cristianismo em todos os lugares, em todas as
oportunidades. Transmitir ensinamentos vendo o lado positivo das coisas.

BIBLIOGRAFIA: (Rdt.34) (PEL) (ESE.17,19-20) (SPB) (EH) (CAS.1-5) (PEJ) (MPJ)


Na Semeadura I – cap. 69, 94, 97
Na Semeadura II – cap. 52
Na Seara do Evangelho – cap. 53 e 55

Aula EAE-36 - O SERMÃO DO MONTE


OBJETIVO: Enfatizar o momento, as características e como o Sermão do Monte é atual. Na perspectiva
histórica, mostrá-lo como síntese da Doutrina de Jesus. Acentuar a diferença do mundo antes
e depois do Sermão do Monte. Evidenciar a virilidade, a coragem de Jesus: num mundo
belicoso, rancoroso, povo hebreu sedento de vingança contra os romanos, que os oprimia e
enxovalhava no que havia de mais sagrado: a Religião. Cristo pronuncia um sermão
eminentemente, profundamente pacifista, amoroso, delicado, cheio de AMOR FRATERNO,
coisa que o povo bárbaro não queria aceitar. O Sermão do Monte nos ensina a prece o Pai
Nosso e, além disso, a maneira de proceder ao realizarmos essa oração.

BIBLIOGRAFIA: (Rdt.35) (Bb.Mt.5-7) (SMh) (SMr) (ESE.5-10) (Nz) (BN.11)


Na Semeadura I – cap. 181, 237
Na Seara do Evangelho – cap. 27 e 60

Aula EAE-37 - A GÊNESE DA ALMA


OBJETIVO: Estimular os alunos a uma profunda reflexão sobre a origem da vida, desde o instante inicial
quando, por efeito do hausto criador, despertamos para a vida, tendo em nossa frente um
longo caminho. Reflexão: falar de Deus. Fazer com que os alunos busquem localizá-lo
interiormente. Fazer os alunos navegarem dentro das emoções do coração “Como vejo Deus
– como sinto Deus – como pude começar a trajetória”

BIBLIOGRAFIA: (IE.pág.237) (GMP.1-2,10-11) (LE.I.1-4) (Emm.1,4,24) (Rt.1-5) (ACL.1-2)


(Cs.?27-41,78-79) (ET.pág.14,29) (RL.pág.74) (EDM.3) (ECL.pág.31-33)
Enquanto é Tempo – cap. 01 e 09
Mensagens e Instruções – 2ª edição – pág. 107

Aula EAE-38 - ATOS FINAIS NA GALILÉIA. ABANDONO DA GALILÉIA.


ÚLTIMOS ATOS NO INTERIOR
OBJETIVO: Necessidade de ouvir os companheiros de caminhada para avaliarmos como temos
desenvolvido o nosso trabalho. Saber receber críticas, sem melindres, mas buscando o
aperfeiçoamento incessantemente. Imortalidade do espírito. Poder da prece e da fé. Crença
na vida além morte. Necessidade do desprendimento. Não esperar que nossas obras sejam
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CURSOS DE EXPOSITORES 2006
ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

reconhecidas pelos homens e sim executar nossas tarefas com humildade e confiança no Pai.
Ressaltar a firmeza de Jesus ante o roteiro pré-estabelecido. Exemplo de perseverança a
quem busca verdades superiores. Necessidade do desprendimento.

BIBLIOGRAFIA: (Rdt.36-37) (AL) (SPg.25,pág.236-237) (BN.21) (Nz) (GMP.15) (Cs.?317)


Respondendo e Esclarecendo – perg. 282
Na Semeadura II – cap. 6, 68
Falando ao Coração – cap. Aos Aprendizes, texto 10

Aula EAE-39 - ÚLTIMOS DIAS EM JERUSALÉM


OBJETIVO: Ilustrar o ambiente da época e a pressão das forças materiais. Mostrar a trama, o ódio dos
sacerdotes para condenar Jesus, incompreensão, apego aos bens materiais, não aceitação
de pagamento de tributos; contrapondo com os gestos de humildade, desprendimento,
libertação material e a revolução pacífica de Jesus. Falhas e vacilações dos discípulos. O
envio do Consolador prometido. O Espiritismo como a 3ª Revelação.

BIBLIOGRAFIA: (Rdt.38) (SPg.28) (BN.25) (Bb.Mt.26:17-35;Mc.14:12-31;Lc.22:7-38;Jo.13-17)


Na Semeadura I – Cap. 186, 211, 216
Na Semeadura II – Cap. 250

Aula EAE-40 - ENCERRAMENTO DA TAREFA PLANETÁRIA


OBJETIVO: Refletir sobre a necessidade de orar e vigiar para que o fascínio do mundo não nos afaste do
caminho espiritual. Importância do estudo e de estarmos conscientes dos nossos objetivos.
Malefício de buscarmos o imediatismo. A fé sabe esperar. Mostrar que, como Judas, temos
oportunidade de trabalho para resgatar nossas dívidas. Lembrar que Judas da sua falta se
redimiu, portanto nada justifica endereçar-lhe pensamentos negativos por ocasião das festas
da Páscoa. Todos temos um passado de erros. Essa consciência deve nos auxiliar a
compreender os erros alheios. Lembrar qual foi seu papel como Discípulo.

BIBLIOGRAFIA: (Rdt.39) (Brr) (JIR) (EH.27) (BN.24) (SPg.28) (CAT) (CeV)


Na Semeadura I – cap. 165, 184
Respondendo e Esclarecendo – perg. 105, 181

Aula EAE-41 - PRISÃO E ENTREGA AOS ROMANOS (DISPERSÃO).


OBJETIVO: Fidelidade aos ideais que abraçamos. Não julgar as outras pessoas. A pressão dos interesses
materiais mobilizando recursos lícitos ou ilícitos para vencer a mensagem da verdade. O
testemunho silencioso e solitário no Monte das Oliveiras. Serenidade de Jesus diante da
injustiça. Falência moral de sacerdotes e juízes da época.

BIBLIOGRAFIA: (Rdt.40) (AL) (SPg.29) (BN.25-27)


Respondendo e Esclarecendo – perg. 03, 39, 49, 65, 287
Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 34, 61, 69
Respondendo e Esclarecendo – perg. 30

Aula EAE-42 - TRIBUNAL JUDAICO.


OBJETIVO: Fidelidade aos ideais que abraçamos. Não julgar as outras pessoas. Serenidade de Jesus
diante da injustiça. Falência moral de sacerdotes e juízes da época. A pressão dos interesses
materiais mobilizando recursos lícitos ou ilícitos para vencer a mensagem da verdade.
Serenidade de Jesus diante da injustiça. Falência moral de sacerdotes e juízes da época.

BIBLIOGRAFIA: (Rdt.41) (AL) (SPg.29) (BN.25-27)


Na Semeadura I – cap. 132, 149, 176
72 de 120
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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

Aula EAE-43 - O JULGAMENTO DE PILATOS


OBJETIVO: Mostrar que os fatos se sucederam para culminar com o testemunho do Amor de Jesus por
nós. Analisar: poder, mando, orgulho, superioridade. Desorganização mental. Contraste com
a mansidão e serenidade de Jesus. A omissão perante as injustiças e conveniências
humanas.

BIBLIOGRAFIA: (Rdt.42) (SPg.30) (AL) (LE?873-875a) (HDA.8)


Guia do Discípulo – cap. 11, item IV
Amor e Justiça – pág. 11, 34 – 2.ª edição
Na Semeadura I – cap. 21, 58 e 184
Na Semeadura II – cap. 124
Enquanto é tempo – cap. 77
A Hora do Apocalipse – cap. Difundindo o Evangelho (João 19:10)

Aula EAE-44 - (PARA) O CALVÁRIO.


OBJETIVO: Valorizar o sentimento de amor e humildade de Jesus pelo seu exemplo. Sacrifício e
desprendimento. Marco Espiritual. Mostrar o testemunho de Jesus para alcançar o objetivo de
gravar definitivamente em nossos corações que a caminhada até o progresso é dura e
sangrenta, mas que ao fim a alegria da conquista supera qualquer ferida.

BIBLIOGRAFIA: (Rdt.43) (GMP.15:54-67) (BN.28-30) (Nz) (SPg.31) (HDA.9) (PrR)


Na Semeadura I – cap. 33, 103, 194, 204
Na Semeadura II – cap. 204
Relembrando o Passado – cap. III
Na Seara do Evangelho – cap. 38 e 42
Salmos – cap. V, VIII e XXII
Falando ao Coração – Coment Pensament Construtivos, textos 42 e 44
Respondendo e Esclarecendo – perg. 11, 62, 64, 73, 132, 313

Aula EAE-45 - (NOS DIAS DA) RESSURREIÇÃO – CONCLUSÃO.


OBJETIVO: Mostrar o testemunho de Jesus para alcançar o objetivo de gravar definitivamente em nossos
corações a vitória da vida sobre a morte.

BIBLIOGRAFIA: (Rdt.44,45) (GMP.15:54-67) (BN.28-30) (Nz) (SPg.31) (HDA.9) (PrR)


Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 8
Na Semeadura I – cap. 178, 195, 205, 206, 210, 221
Na Semeadura II – cap. 190
Relembrando o Passado – cap. III
Na Seara do Evangelho – cap. 45

Aula EAE-46 - EXAME ESPIRITUAL.

Aula EAE-47 - EXAME ESPIRITUAL – VIVÊNCIA.

SEGUNDO ANO

Aula EAE-48 - PASSAGEM PARA SERVIDOR.


OBJETIVO: Meditar sobre o papel do Servidor, o seu poder de exemplo, servindo ao Cristo amando e
auxiliando o próximo. Motivar a alegria e oportunidade do trabalho. Mente ligada ao trabalho
indica equilíbrio, saúde do espírito. Sensibilizar através de testemunhos do que foi para nós o
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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

2º grau da Iniciação Espiritual da EAE (Servidor). Buscar trazer alunos de outras turmas mais
adiantadas ou já discípulos para darem seus testemunhos.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (LE.III.3) (Emm.17) (Bg.Tg.2:14-17) (Rt.17)


Na Seara do Evangelho – cap. 61 e 63
Lendo e Aprendendo – tópico – 25, 52
Salmos – cap. IX e XIV
Na Semeadura II – cap.23
Verdades e Conceitos I – 2ª edição – cap. 2, 14, 24
Verdades e Conceitos II – 2ª edição – cap. 17, 32, 38, 46, 56
Falando ao Coração – Aos Aprendizes, texto 8; Coment. Pens. Construtivos, texto 41

Aula EAE-49 - EVOLUÇÃO DO HOMEM ANIMAL PARA O HOMEM ESPIRITUAL


OBJETIVO: Definir o estágio primitivo quando, para o homem recém-saído da animalidade, lhe é proposto
palmilhar a rota evolutiva dirigindo-se ao estado de perfeição (O Homem Espiritual). Voltado a
Reflexão - Vivência - Aprendizado constante para caminhar em direção da tão almejada
Evolução pelos graus da Moral.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (LE.III.1-12) (FV.25) (Emm.5,32) (SV.34) (GMP.3) (ELC.Evolução)


(LE.?114-127,191A,605-605A) (PEJ.Preâmbulo) (Cs.?228-230,241)
Amor e Justiça – 2ª edição – Pág. 39, 61
Na Semeadura I – Cap. 49, 54, 60, 77, 221
Na Semeadura II – Cap.33
Os Exilados da Capela (todo o livro)
Mensagens e Instruções – 2ª edição – Pág. 63 e 67
Falando ao Coração – Aos Aprendiz, texto 1, itens 1, 3, 5; 4; Com Pensam Constr, texto
37, 38, 57; Valor Mensag, texto 8

Aula EAE-50 - INTERPRETAÇÃO DO SERMÃO DO MONTE – I.


OBJETIVO: Como ponto alto da pregação de Jesus, as Bem-Aventuranças e outras máximas do Sermão
do Monte serão objeto de profundas reflexões por toda a classe. Embora muitas vezes
sentindo que o Sermão do Monte choca com costumes arraigados na nossa personalidade,
leva-nos a emoções e experiências novas, motivadoras da renovação íntima e da
aproximação com o Pai. Levar o conhecimento da essência da doutrina do Cristo, fazer
também uma reflexão para os dias de hoje. Evidenciar a importância da oração Pai Nosso
bem sentida e realizada.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (ESE.5-10) (SMh) (SMr) (EH) (EBM.Pág.13) (CAP.10-13) (QSJ) (MfC) (PN)
(SPB.II) (PEJ.pág.28) (Bb.Mt.5-7)
Respondendo e Esclarecendo – perg. 01
Na Semeadura I – cp. 237
Falando ao Coração – cap. Aos Aprendizes, texto 1, itens 3, 14.

Aula EAE-51 - INTERPRETAÇÃO DO SERMÃO DO MONTE – II.


Continuação da aula EAE-50.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (ESE.5-10) (SMh) (SMr) (EH) (EBM.Pág.13) (CAP.10-13) (QSJ) (MfC) (PN)
(SPB.II) (PEJ.pág.28) (Bb.Mt.5-7)
Na Semeadura I – cap. 74, 237
Falando ao Coração – cap. Aos Aprendizes, texto 1, itens 3, 14
Respondendo e Esclarecendo – perg. 08

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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

Aula EAE-52 - INTERPRETAÇÃO DO SERMÃO DO MONTE – III.


Continuação da aula EAE-50.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (ESE.5-10) (SMh) (SMr) (EH) (EBM.Pág.13) (CAP.10-13) (QSJ) (MfC) (PN)
(SPB.II) (PEJ.pág.28) (Bb.Mt.5-7)
Na Semeadura I – cap. 5, 237, 245
Na Seara do Evangelho – cap. 27 e 60
Falando ao Coração – cap. Aos Aprendizes, texto 1, itens 3, 14

Aula EAE-53 - INTERPRETAÇÃO DO SERMÃO DO MONTE – IV.


Continuação da aula EAE-50.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (ESE.5-10) (SMh) (SMr) (EH) (EBM.Pág.13) (CAP.10-13) (QSJ) (MfC) (PN)
(SPB.II) (PEJ.pág.28) (Bb.Mt.5-7)
Na Semeadura I – cap. 21, 112, 141, 237
Falando ao Coração – cap. Aos Aprendizes, texto 1, itens 3, 14

Aula EAE-54 - A FUNDAÇÃO DA IGREJA CRISTÃ.


OBJETIVO: Início do trabalho de testemunho dos apóstolos. Igreja no sentido de agrupar pessoas para
vivenciar o Evangelho sem ritos ou dogmas, com a união de pensamentos independente de
crenças ou raças. Lembrar os esforços na prática do amor e caridade, apesar das
adversidades sofridas.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (Bb.At) (Emm.2-4) (PrR) (VAA) (PT) (PE) (AEP)


Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 52
Na Semeadura I – 4, 19, 27, 104, 200, 214, 216, 221, 222, 229, 234, 236, 239, 244
Na Semeadura II – cap. 82, 189
Religiões e Filosofias – cap. VIII
Respondendo e Esclarecendo – perg. 288

Aula EAE-55 - ASCENSÃO.


OBJETIVO: Lembrar os esforços na prática do amor e caridade, apesar das adversidades sofridas.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (Bb.At) (Emm.2-4) (PrR) (VAA) (PT) (PE) (AEP)


Na Semeadura I – cap. 166, 167, 175, 198, 204
Lendo e Aprendendo – tópico 178

Aula EAE-56 - VIDA PLENA – CONCEITO.


OBJETIVO: Expor conceito de Vida Plena. Comentar sobre: ameaça zero, máscaras e comportamentos
defensivo e de abertura. Toda experiência é de suma importância. O coração deve estar “tal
uma nascente que vai aos poucos jorrando a água do aprendizado e do reconhecimento”. “A
emoção é o paladar da água”; pouco importa que seja doce, salgada, fria, quente, amarga. O
que importa é vivência útil.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (CVVP.pág. 26) (Emm.5) (TP.7)

Aula EAE-57 - INSTITUIÇÃO DOS DIÁCONOS


OBJETIVO: Ressaltar o valor do trabalho como instrumento do aperfeiçoamento, por meio dos exemplos
deixados pelos primeiros Discípulos de Jesus. Sentido do trabalho acima de tudo com
fraternidade, respeito, dedicação e humildade; correlação da Casa do Caminho ao que o
Centro Espírita deveria ser até a passagem de Estevão quando da sua condenação por
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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

Saulo.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (PE.II) (PT) (VAA) (Bb.NT.At) (DB)


Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 12, 23
Na Semeadura I – cap. 168, 177, 242
Na Seara do Evangelho – cap. 29

Aula EAE-58 - A CONVERSÃO DE PAULO


OBJETIVO: Perseguição de Saulo, a sua conversão a Caminho de Damasco, nossa conversão pela
Reforma Íntima, trabalho de transformação, descoberta de valores no interior - fé. Comparar
situação de Paulo com a nossa: dificuldade de compreensão, teimosia e o chamado
constante de Jesus por intermédio das pessoas e situações. Comparar a nossa chegada ao
Centro Espírita com estrada de Damasco. Mostrar que nossos algozes nos ajudam; Mostrar
que sempre temos um Estevão e uma Abigail em nossa vida. Lembrar as recomendações:
ama, trabalha, espera, perdoa.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (PE.II) (PT) (VAA) (MHA)


Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 58
Relembrando o Passado – cap. XXVIII
Mensagens e Instruções – 2ª edição – pág. 41

Aula EAE-59 - O APÓSTOLO PAULO E SUAS PREGAÇÕES


OBJETIVO: Reforma Íntima, fé, incentivar os alunos à prática da caridade e a propagação da Doutrina.
Ressaltar o trabalho como exercício de reforma para o novo homem. Mostrar que, como
Paulo, enfrentaremos zombarias, pedradas e incompreensão na nossa caminhada pela
vivência e divulgação do Evangelho. A felicidade da missão bem cumprida compensará os
sofrimentos da senda. Como Paulo, teremos amigos de caminhada que hoje estão conosco,
mas amanhã não estarão. Porém o verdadeiro cristão nunca está só, tem Jesus como Mestre.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (Bb.At) (MC.I) (PE) (PT) (VAA) (MHA)


Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 08, 37, 38
Na Semeadura I – cap. 163, 170
Verdades e Conceitos II – 2ª edição – cap. 47

Aula EAE-60 - PAULO DEFENDE-SE EM JERUSALÉM


OBJETIVO: O Pai sempre nos dá a oportunidade de resgatar nossos débitos e conciliar com nossos
adversários. Em qualquer situação podemos trabalhar em nome de Jesus. Edificação da
humildade (compreensão da causa maior acima da compreensão individual). Destacar
hostilidades, perseguição e condenação (Ação e Reação) sofridas por Paulo; divulgação da
Boa Nova sacrifício e perseverança; desprendido na ajuda ao próximo, ao ódio que foi
submetido com sacrifício físico e moral e sua redenção espiritual.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (PE.II.8) (PT.2) (VAA) (MHA) (Bb.At)


Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 52
Na Semeadura I – cap. 9

Aula EAE-61 - OS APÓSTOLOS QUE MAIS SE DESTACARAM


OBJETIVO: A responsabilidade, esforço, sofrimento dos apóstolos após Jesus. Chamar a atenção quanto
ao trabalho. Observar que uma vez aceito o espiritismo como caminho, necessário é a
transformação interior e a importância do testemunho.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (Rdt.31) (Nz) (BN) (VAA) (PE) (PT) (MHA) (EJ)
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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 104


Na Semeadura I – cap. 177, 180, 223, 228, 234, 243
Na Semeadura II – cap. 51

Aula EAE-62 - PRECONCEITO - DEFINIÇÃO


OBJETIVO: Familiarizar o aluno com os preconceitos encontradiços na personalidade humana, a fim de
facilitar o processo de auto-análise, e, consequentemente, contribuir para a renovação
interior. Definir o que é preconceito, os tipos, como se manifesta, etc.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (Emm.27)


A dupla personalidade de Rose Ramirez – 3ª edição – pág. 31 - 50
Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 08, 37, 38, 52, 66, 91
Relembrando o Passado – cap. XXV
Lendo e Aprendendo – tópico 95

Aula EAE-63 - PRECONCEITO - VIVÊNCIA


OBJETIVO: Aula aberta à participação geral, sobre a exposição da aula 50. Familiarizar o aluno sobre os
Preconceitos que se encontram na personalidade humana. Incentivar o processo de auto-
análise fazendo com que o aluno busque a renovação interior.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (Emm.27) (MPE)

Aula EAE-64 - O ESTUDO DAS EPÍSTOLAS


OBJETIVO: Reforma Íntima, despertar a fé, a caridade e a humildade.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (PE) (PT) (MC.I) (PA)


Na Semeadura I – cap. 1
Lendo e Aprendendo – tópico 176

Aula EAE-65 - A PREDESTINAÇÃO SEGUNDO PAULO


OBJETIVO: Não há escolhidos. Todos chegaremos ao Pai pela exemplificação dos ensinamentos de
Jesus.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (PE) (PT) (CE) (LE.III.10) (Bb.At,Epístolas)


Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 38
Lendo e Aprendendo – tópicos 31, 44, 75
Respondendo e Esclarecendo – perg. 01, 25, 26, 27, 111, 129, 133

Aula EAE-66 - JUSTIFICAÇÃO DOS PECADOS


OBJETIVO: Explanar sobre nossa fé e nossas obras fazendo profunda reflexão sobre vícios, defeitos e
sobre como agir ao invés de justificar o erro. Convite ao trabalho. Meditar que os nossos
males são frutos do nosso mau uso do livre arbítrio (ação contra uma lei natural), e qual o
papel das boas obras (trabalho), da fé e da vivência das virtudes crísticas em nossa vida.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (PT) (MC) (CE) (Epístolas Paulo, Pedro, João, Tiago) (FV) (VL)
Respondendo e Esclarecendo – perg. 37, 275, 308

Aula EAE-67 - CONTINUAÇÃO DAS EPÍSTOLAS


OBJETIVO: Despertar para responsabilidade de quem conhece a Doutrina, levar avante o trabalho dos
primeiros apóstolos, mesmo que seja só pelo exemplo.

77 de 120
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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

BIBLIOGRAFIA: (IE) (VAA) (PE.I.7,II.1-10) (MC.I)

Aula EAE-68 - VÍCIOS E DEFEITOS – CONCEITOS.


OBJETIVO: Conceituação de vícios e defeitos. Possibilitar ao aluno se auto-analisar. Definir vício e
defeito. Principais vícios, como eliminá-los; principais defeitos, como controlá-los.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (ESE.5) (EPH.10-13) (LE.? 645-646) (ET.pág.76) (SV.33,36) (LS)


(MM) (GMP.3.10) (ETM.6-9)
Na Semeadura I – cap. 142, 159, 161
Na Semeadura II – cap. 96, 222
Tiradentes Missionário – Pensamento em Prosa e Verso – 11 Vaidade
Passes e Radiações – cap.3
Na Seara do Evangelho – cap. 22 e 34
Lendo e Aprendendo – tópico – 17 – 28 – 34 – 69
Salmos – cap. XXVIII e XXX

Aula EAE-69 - A DOUTRINA DE TIAGO


OBJETIVO: Nossa fé pelo trabalho e disciplina, Reforma Íntima, maledicência, sublimando paixões.
Refletir a Epístola de Tiago. Quem foi e como era Tiago, seu trabalho na Casa do Caminho.
Tentação é reflexo de nossa fraqueza interior e não do exterior. O conhecimento e a liberdade
nos conduzem à responsabilidade. A fé sem obras é morta. Explicar o que realmente é a fé,
falar sobre humildade, paciência e que nosso exemplo é Jesus.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (Bb.At.15, Tg.)


Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 23, 66, 67
Na Semeadura I – cap. 15, 179, 197, 212
Na Seara do Evangelho – cap. 54
A Hora do Apocalipse – Difundindo o Evangelho (Hebreus 10:38, Mateus 6:30)
Respondendo e Esclarecendo – perg. 01, 25, 26, 27, 129

Aula EAE-70 - DOUTRINAS DE PEDRO, JOÃO E JUDAS


OBJETIVO: Refletir sobre as Epístolas de Pedro, Judas e João, interiorizar a aceitação, exemplificando
como futuros discípulos, trabalho com amor.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (Bb.Epístolas de Pedro, de João e de Judas)


Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 11, 24, 29, 41, 44, 50, 57, 59

Aula EAE-71 - O APOCALIPSE DE JOÃO - I


OBJETIVO: Resumir o livro do Apocalipse (Novo Testamento). RELATAR, posto que não se pode
interpretar algo que não se conhece. Não levar o aluno ao medo, nem preocupações
extravagantes. Ir analisando os itens junto a turma de forma a provocar a participação tão
importante. Afastar do "simbolismo" e voltar a aula para a vivência pura da Humanidade.
Reflexão quanto ao passado, presente e futuro.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (Bb.Ap)


Guia do Discípulo – cap. 7, 11, itens I e II
O Espiritismo e a Próxima Renovação – cap.7 – da 1ª Parte
Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 37
Na Semeadura I – cap. 158
Na Semeadura II – cap. 70, 75, 76, 87, 198, 205, 206, 207, 250
A Hora do Apocalipse
Os Exilados de Capela – cap.22
78 de 120
CURSOS DE EXPOSITORES 2006
ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

Verdades e Conceitos I – cap.31


Na Seara do Evangelho – cap. 23, 39, 40, 43, 58
Mensagens e Instruções – 2ª edição – Pág. 149
Lendo e Aprendendo – tópicos 59, 87, 89, 90, 99, 134, 164, 165, 166
Salmos – cap. XXIII
Falando ao Coração – Coment Pensament Construtiv, 49; O Valor das Mensagens, 1
Respondendo e Esclarecendo – perg. 45, 271, 278

Aula EAE-72 - O APOCALIPSE DE JOÃO - II


OBJETIVO: Interpretar o que foi relatado na aula 71, introduzindo explicações preliminares. Adotar a
mesma seqüência interpretando trecho por trecho. Observando a lógica da mensagem do
Apocalipse. Não se pode interpretar o que não se conhece. Não levar o aluno ao medo nem a
preocupações quanto ao passado, presente e futuro. Analisar os itens junto a turma
provocando a participação tão importante. Afastar do simbolismo e voltar a aula à vivência
pura da Humanidade. Reflexões quanto ao passado, presente e futuro.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (GMP.18) (Map) (MAs) (ISA) (ESE.21) (HA) (PdN) (DCA) (ACL.14)
Guia do Discípulo – cap. 7, 11, itens I e II
Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 37, 38
Na Semeadura I – cap. 72
A Hora do Apocalipse
Os Exilados de Capela – cap. 22
Verdades e Conceitos I – cap. 31
Na Seara do Evangelho – cap. 23, 39, 40, 43, 58
Lendo e Aprendendo – tópicos 59, 87, 89, 90, 99, 134, 164, 165, 166
Salmos – cap. XXIII
Falando ao Coração – Coment Pensament Construtiv, 49; O Valor das Mensagens, 1

Aula EAE-73 - VÍCIOS E DEFEITOS - VIVÊNCIA (EXERCÍCIO DE VIDA PLENA)


OBJETIVO: Aula aberta à participação geral, baseada na exposição da Aula 68. Definições de Vícios e
Defeitos. Principais vícios e principais defeitos. Conscientização da diferença entre eles.
Conscientização do nosso modo de agir. É uma preparação para a Reforma Íntima.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (ET.pág.76) (SV.33, 36) (GMP.3) (ETM.6-9)


Passes e Radiações – cap. 3
Tiradentes Missionário – Pensamento em Prosa e Verso, 11 – Vaidade

Aula EAE-74 - CIÊNCIA E RELIGIÃO


OBJETIVO: Mostrar a importância da ciência e filosofia espírita, realçar o papel religioso do Espiritismo.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (NI) (Rlg) (DdM) (ESE.1) (CE) (FR) (ETM.3)


Guia do Discípulo cap. 11, itens VII e IX
Na Semeadura I – cap. 124
Na Semeadura II – cap. 70, 72, 153, 179, 180, 223
Falando ao Coração – Aos Aprend 9; Coment Pensam Constr 5; O Valor Mensag 3
Mediunidade – cap. 38
Religiões e Filosofias – Religiões cap. 9; Filosofias cap. 7 ao 14
Lendo e Aprendendo – cap. 179, 180
Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 11, 13, 15, 23, 24, 25, 41,106
Verdades e Conceitos II – 2ª edição – cap. 6, 8, 53

Aula EAE-75 - PENSAMENTO E VONTADE


OBJETIVO: Levar ao aluno o potencial do pensamento, o que se pode mudar, construir ou destruir através
79 de 120
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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

do pensamento.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (GMP.14.13-21) (PVt) (DdM) (PVd) (ETM.III) (LE.III.10) (FP) (HVI)
(EAp.pág.55-70) (PSD.I.1,III.13) (OP.I)
Guia do Discípulo – cap. 1, 11 – itens VII e XI
Almas Afins – 3ª edição – cap. 9 – pág. 61
Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 12, 15, 17, 34, 38
Na Semeadura I – cap. 35, 42, 150
Na Semeadura II – cap. 217, 218
Às Margens do Rio Sagrado – cap. XVI
Relembrando o Passado – cap. XXXI
Respondendo e Esclarecendo – perg. 94

Aula EAE-76 - LEI DE AÇÃO E REAÇÃO


OBJETIVO: Demonstrar que esta lei decorre da bondade de Nosso Pai (Lei de Justiça); que nós criamos a
nossa felicidade ou nossa desventura; não há castigo; diferença entre prova e expiação. A
importância do cuidado com nossos pensamentos. Ratificar que nosso futuro depende de
nossa conduta. Provocar reflexão nos aprendizes sobre suas ações.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (AR) (CI) (ESE) (LE.III.10) (ETM.4.15) (EDM.12)


O Espiritismo e a Próxima Renovação – cap.7 da 4ª parte
Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 38, 47, 49, 55, 118
Na Semeadura I – cap. 67, 80, 89, 90, 9
Na Semeadura II – cap. 52, 74, 77, 105, 130, 230
Relembrando o Passado – cap. IX
Lendo e Aprendendo – tópicos 13, 18, 21, 29, 36, 45, 53, 55
Falando ao Coração – Coment Pensam Construt, 2 a 4, 13, 19, 21, 29 a 31, 42, 45, 67, 70;
Falando ao Coração, 6, 7, 13, 17, 33, 37

Aula EAE-77 - AMOR COMO LEI SOBERANA.


O VALOR CIENTÍFICO DA PRECE, LEI DA SOLIDARIEDADE.
OBJETIVO: Mostrar os conceitos e manifestações do amor universal, e deste amor nos diferentes reinos
da natureza. Levar a repensar os conceitos de amor. Amor fraterno.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (AAA) (NL.18) (LE.III.2,11) (ESE.11-12,15,28) (PSD.III.25) (PDE) (Ss)


(ETM.IV.9.30.12)
Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 38, 40, 48, 55, 112
Na Semeadura I – cap. 30, 34, 48, 238
Na Semeadura II – cap. 2, 55, 145
Tiradentes Missionário – Pensamento em Prosa e Verso, 16 – Pensamento VI

Aula EAE-78 - A MEDICINA PSICOSSOMÁTICA


OBJETIVO: Papel do homem através da mente e comportamento, aplicar melhor a potencialidade,
trabalhar melhor o sentimento, somos responsáveis do nosso corpo e saúde. A medicina do
futuro não necessitará de baterias de medicamentos. Reforma Íntima: vigilância, cuidado com
alimentação, sentimentos, higiene física e mental, reforma moral.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (PqS) (MPs) (ESE.5) (PVt) (PVd) (DMV) (ETM.5)


Enquanto é Tempo – cap. 15, 32
Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 66
Na Semeadura I – cap. 45
Na Semeadura II – cap. 169, 173
Passes e Radiações – cap. 6 e 7
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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

Na Seara do Evangelho – cap. 69


Lendo e Aprendendo – tópico 138
Prática Mediúnica – cap. Curas Espirituais.
Respondendo e Esclarecendo – perg. 274

Aula EAE-79 - VIDA PLENA


OBJETIVO: Definir o estágio primitivo quando para o homem recém-saído da animalidade, lhe é proposto
palmilhar a rota evolutiva dirigindo-se ao estado de perfeição. Conscientização de sua
Reforma Ínterior. Aprender que "viver plenamente" é não se arrepender do que faz, ter
consciência de que procura sempre fazer o melhor.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (Cs.?225-238) (SV.34) (CVVP.Pág. 26).

Aula EAE-80 - CURAS E MILAGRES DO EVANGELHO


OBJETIVO: Definir milagre no sentido mundano e teológico. Trocar idéias. Reflexão das curas e milagres.
Jesus conhecedor dos fluidos; a manifestação, ação, reação, merecimento. A nossa ajuda
espiritual, pensamento e vibração, através sentimentos mais equilibrados, através da saúde
física, mental e fé. Chamar a atenção do merecimento. Nem todas as doenças podem ser
curadas, pois é o expurgo do espírito. Trocas de idéias. Meditação sobre tudo que Deus nos
dá. A participação deve existir.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (GMP.13) (PEJ) (NEM) (JN.I) (PrR) (ESJ.5,9) (ESE.VIII;XIX.1)


(EH) (CAP.18) (Emm.23) (OP.1ªparte)
Passes e Radiações – cap. 6 e 7
Falando ao Coração – cap. Falando o Coração, texto 12, 14, 22 e 42
Prática Mediúnica – cap. Curas espirituais.
Respondendo e Esclarecendo – perg. 297

Aula EAE-81 - COSMOGONIAS E CONCEPÇÕES DO UNIVERSO.


OBJETIVO: Mostrar a criação do Pai e a possibilidade de vida em outros planetas ("Há muitas moradas na
casa do meu Pai"). Atentar para o orgulho do ser humano de julgar que só o nosso planeta
tem vida, mostrar que o Universo é movimento e trabalho e que só nos integramos a ele
trabalhando também. Mostrar que os conceitos fundamentais evoluem à medida que o ser
humano deixa o orgulho e os preconceitos de lado. Tanto os mundos como os seres evoluem.
Sugere-se a reflexão do pensamento cosmogônico, desde seu nascimento ao advento do
Espiritismo. Estudar a Cosmogonia Espírita e se der tempo, fazer paralelo entre a perfeição
do Cosmo e de nossa máquina física, ressaltando a necessidade de mantê-la harmônica.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (DN) (EDM) (GMP.5,8,10) (LE.I.3) (RF.8-10)


Religiões e Filosofias – cap. 8 a 10 (filosofias)
Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 27, 61
Relembrando o Passado – cap. XXVII

Aula EAE-82 - ESTUDOS DOS SERES E DAS FORMAS. SÍNTESE


OBJETIVO: Levar conhecimento do princípio da vida, refletindo hoje onde chegamos. Refletir na
maravilhosa oportunidade que estamos tendo nesta encarnação. O nosso pensamento como
energia. Toda a criação obedece às leis previamente determinadas pelo nosso Pai.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (LE.I.3-4,II.11) (GMP.10-11) (GS) (EDM) (EA) (ELC.pág.29)


Almas Afins – 3ª edição – cap. 9 – pág. 62 a 64, 75, 76, 94
Na Semeadura I – cap. 111
Na Semeadura II – cap. 97, 230, 235
81 de 120
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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 12, 52


Verdades e Conceitos II – 2ª edição – cap. 12
Respondendo e Esclarecendo – perg. 48, 152, 243

Aula EAE-83 - EVOLUÇÃO NOS DIFERENTES REINOS.


HISTÓRICO DA EVOLUÇÃO DOS SERES VIVOS.
OBJETIVO: Informar como se processa a evolução, as experiências necessárias para adquirir
conhecimento em cada estágio da evolução até os dias de hoje.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (LE.I.1-4,II.1,11) (GMP.10) (EA) (ACL) (GS) (EDM) (DEE) (EEDM)
Enquanto é Tempo – cap. 16
Amor e Justiça – 2.ª edição – pág. 30 e 63
Na Semeadura I – cap. 47, 109
Na Semeadura II – cap. 65, 79, 246
Os Exilados de Capela (todo o livro)
Relembrando o Passado – cap. II
Na Seara do Evangelho – cap. 64
Lendo e Aprendendo – tópicos 39, 82, 84, 97, 131
Salmos – cap. III
Falando ao Coração – Comentando Pensamentos Construtivos, texto 39
Respondendo e Esclarecendo – perg. 55, 124, 127, 295

Aula EAE-84 - LEIS UNIVERSAIS


OBJETIVO: Compreender as Leis Universais e o que elas representam para o Universo de maneira geral
e para nós como parte integrante desse todo.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (LE.III.1) (ESE.1-2) (CTM) (CD) (GMP.13) (GE.6) (CAB)


Amor e Justiça – 2.ª edição – pág. 59
Na Semeadura I – cap. 67, 187
Na Semeadura II – cap. 1, 36, 65, 77, 110, 144, 155, 221, 258, 259

Aula EAE-85 - AULA 85 - VIDA PLENA


Vide aula 79.

Aula EAE-86 - O PLANO DIVINO. A LEI DE EVOLUÇÃO


OBJETIVO: Evoluir é caminhar para Deus ou para o Plano Divino, e que nesta caminhada estaremos
sujeitos as leis naturais ou divinas. Refletir sobre o que é o bem e o mal e sobre a fatalidade
da evolução.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (GMP.11) (PGL) (LE.III.8) (DEE)


Na Semeadura I – cap. 6, 63
Na Semeadura II – cap. 13, 37, 38, 89, 90, 122, 129, 146, 185
Lendo e Aprendendo – tópico – 104
Falando ao Coração – Comentando Pensamentos Construtivos, texto 14
Verdades e Conceitos II – 2.ª edição – cap. 18
Respondendo e Esclarecendo – perg. 71, 85

Aula EAE-87 - A LEI DO TRABALHO . A LEI DA JUSTIÇA


OBJETIVO: Mostrar o trabalho como meio para os resgates de dívidas e evolução. E como a justiça
impulsiona ao progresso espiritual. Meditar que a evolução se realiza pelo trabalho orientado
pela lei de justiça (ação e reação).

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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

BIBLIOGRAFIA: (IE) (DdM.5ªparte) (DEE) (CTM) (LE.III.3) (Cs.?225-231) (LMr.Pág. 58)


(LMV.Pág. 35) (JD.Pág. 43) (LA)
Na Semeadura I – cap. 70
Falando ao Coração – Coment Pens Construt, 55; Falando Coração, 16, 19 e 24
Amor e Justiça – 2.ª edição – pág. 25, 59, 118
Verdades e Conceitos II – 2.ª edição – cap. 18

Aula EAE-88 - A LEI DO AMOR


OBJETIVO: Definição de amor. O homem só poderá ser feliz quando dedicar o amor a Deus ao próximo e
a si mesmo, que a felicidade é uma reação do amor. Lembrar que o amor é uma lei natural e
que deve ser esclarecido para levar a evolução.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (AAA) (DdM) (Psi) (LE.III.11) (ESE.11,15) (PSD.3ªparte) (LA) (SMr.pág. 97,185)
Guia do Discípulo cap.10, itens VI ao X
Enquanto é Tempo – cap. 55
Amor e Justiça – 2.ª edição – pág. 39, 57, 118
Na Semeadura I – cap. 36, 37, 108
Na Semeadura II – cap. 25, 109, 253
Falando ao Coração – cap. 2 a 8
Relembrando o Passado – cap. XI
Tiradentes Missionário – Pensamento em Prosa e Verso. 16 – Pensamento VI
Lendo e Aprendendo – tópicos 22, 24, 26, 33, 68, 160, 188
Salmos – cap. XVIII – XIX – XX – XXI - XXIV
A Hora do Apocalipse – cap. Difundindo o Evangelho
Respondendo e Esclarecendo – perg. 302
Falando ao Coração – Aos Aprend., 6; Aos Discíp. Jesus, 2 ao 7; Coment Pensam
Construt, 26, 68, 72; Fal Coração, 1, 10, 11, 15; O Valor Mens, 4, 7 e 8

Aula EAE-89 - AMOR A DEUS, AO PRÓXIMO E AOS INIMIGOS


OBJETIVO: Meditar que o amar a Deus é respeitar suas obras, que amar o próximo é fazer para ele o que
gostaríamos que nos fosse feito e que amar o inimigo é não lhes desejar mal.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (AAA) (LE.III.2,7,9) (ESE.11-12,15) (PSD.25)


Na Semeadura I – cap. 14, 31, 74, 193
Na Semeadura II – cap. 1, 4, 17, 18, 30, 44, 45, 108, 112, 236
Relembrando o Passado – cap. XI
Falando ao Coração – cap. Falando ao Coração, texto 9, 38, 39
Verdades e Conceitos I – 2.ª edição – cap. 10
Respondendo e Esclarecendo – Perg. 177, 304, 305, 306, 307

Aula EAE-90 - A FILOSOFIA DA DOR


OBJETIVO: A dor, além do resultado da aplicação da lei de causa e efeito, deve ser aproveitada ou pode
ser revertida para o crescimento espiritual desde que encarada somente como experiência,
sem revolta.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (PqS) (GS.81) (CTM) (LE.IV.1-2) (ESE.5) (PSD.25-26) (Cs.? 239-245)
Amor e Justiça – 2.ª edição – pág. 13, 27, 59, 66
Na Semeadura I – cap. 2
Na Semeadura II – cap. 10, 105, 254
Passes e Radiações – cap. 7
Lendo e Aprendendo – tópicos 1, 46, 47, 48, 50, 54, 161
Salmos – cap. 12,13, 15, 16, 17, 32
Tiradentes Missionário – Pens em Prosa e Verso, 15 Caminheiro, 45 Do Outro Lado
83 de 120
CURSOS DE EXPOSITORES 2006
ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

Falando ao Coração – Com Pens Constr 1, 46 a 48, 50, 54, 61, 62; Falando Coraç 4, 20,
28, 35

Aula EAE-91 - NORMAS DA VIDA ESPIRITUAL


OBJETIVO: Levar a refletir sobre o "para onde vamos" e as leis (evolução, trabalho, justiça e amor) que
regem esta caminhada. O trabalho fraterno é base para o processo evolutivo.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (ESE.17) (LE.III.1,6,10) (Cdt)


Enquanto é Tempo – cap. 46
Amor e Justiça – 2.ª edição – pág. 11, 12, 13, 17, 23, 24, 27, 44, 66

Aula EAE-92 - EXAME ESPIRITUAL.

Aula EAE-93 - EXAME ESPIRITUAL - VIVÊNCIA.

TERCEIRO ANO

Aula EAE-94 - ESTRUTURA DA ALIANÇA E DE UM CENTRO ESPÍRITA.


COMO ABRIR UM CENTRO ESPÍRITA
OBJETIVO: Conforme normas da Aliança a expansão se faz necessária. Melhor é multiplicar os Centros
em pequenos núcleos espalhados por todas as regiões para melhor cobertura. A experiência
vivida na Casa Espírita proporciona o entendimento da multiplicação e expansão. A proposta
do programa da Aliança é a vivência do espiritismo no seu aspecto religioso. Impedir
“inchaços”, “acotovelamentos”, evitando interferências entre trabalhadores, ocorrendo os
“rachas” improdutivos.

BIBLIOGRAFIA: (VER) (Cs.?402-411)


Na Semeadura II – cap. 19, 20, 21
Mensagens e Instruções – pág. 111 e 121 – 2ª edição

Aula EAE-95 - NOVA FRENTE DE TRABALHO.


OBJETIVO: Os tempos são chegados e aqueles que conhecem o Evangelho de Jesus devem levá-lo a
quem ainda não o conhece. Tentando se basear no exemplo de Paulo de Tarso. “Fé sem
obras é morta” (Thiago 2:17). A Aliança Espírita Evangélica não deseja formar só teóricos em
religião, apáticos, elitistas, carreiristas, mas sim, discípulos praticantes dos ensinamentos do
Cristo.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (PT) (VER) (PE.II.4-6)


Falando ao Coração – cap. Falando ao Coração, texto 40, 41
Verdades e Conceitos I – cap. 21 – 2ª edição

Aula EAE-96 - EVOLUÇÃO ANÍMICA – I .


OBJETIVO: Relembrar conceitos já adquiridos, tais como: Criação, o pensamento como poder criador,
evolução nos diferentes reinos; para então introduzir a mensagem da aula: a origem e o
destino dos seres criados pelo Pai; abordando temas como: a necessidade que a mônada
tem de se exercitar no plano da matéria para evoluir, a importância do fluido vital, a formação
do corpo perispiritual. Esta aula propicia fazer um enlace desde as primeiras aulas (aspectos
religiosos) com as aulas com ênfases científicas e filosóficas.

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CURSOS DE EXPOSITORES 2006
ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

BIBLIOGRAFIA: (IE) (LE.I.1-4,II.1,4,11) (EA) (ACL.1-3) (Cs.? 79) (GMP.10-11) (GS) (NMM.3)
(EDM.I) (EP.Casos IV, V e VI) (DEE)
Na Semeadura II – cap. 127
Os Exilados da Capela (todo o livro)
Falando ao Coração – Aos Aprendizes, item 3
Livre Arbítrio – pág. 16, 28, 39
Lendo e Aprendendo – tópico 142

Aula EAE-97 - EVOLUÇÃO ANÍMICA – II.


Continuação da aula EAE-96.

Aula EAE-98 - CATEGORIA DOS MUNDOS.


OBJETIVO: Mostrar a ação da Leis Universais, imutáveis, porém, oferecendo a cada Mundo, a cada
Espírito, a oportunidade de situar-se e manifestar-se segundo seu estado evolutivo. A
bondade do Pai. As condições de cada mundo. Lei de Evolução. Lei de Afinidade. A evolução
do espírito nos diferentes mundos, as formas e as experiências.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (ESE.3) (LE.I.3) (Ur) (PDE.23) (GMP.6-7) (EC) (VPM) (MRS) (ACL)
Na Semeadura I – cap. 52, 79, 90, 96, 115, 127, 158
Na Semeadura II – cap. 10, 73, 78, 126, 132, 137, 138, 139, 140, 141, 143, 144, 162
Os Exilados da Capela (todo o livro)
Verdades e Conceitos II – cap. 23 – 2.ª edição

Aula EAE-99 - IMORTALIDADE.


OBJETIVO: Distinção - alma e espírito. Imortalidade do espírito. Centelha divina. Renascer para aprender.
Continuidade da vida e suas experiências para evoluir, as diversas experiências. Relatar as
várias crenças na imortalidade e a posição da Doutrina Espírita. Falar sobre os princípios e a
mônada.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (LE.II.3-5) (AI) (DdM.10-14) (ELC.7)


Na Semeadura I – cap. 240
Na Semeadura II – cap. 71
Na Seara do Evangelho – cap. 21, 37
Amor e Justiça – pág. 11, 37, 38, 39, 47, 66 – 2ª edição

Aula EAE-100 - FRATERNIDADE DO TREVO E FDJ.


OBJETIVO: Comentar sobre o início da Fraternidade do Trevo e da FDJ como sendo o braço encarnado
da Fraternidade do Trevo. Apresentar a estrutura, princípios e objetivos das fraternidades do
Trevo e dos Discípulos de Jesus. Quais os altos ideais das fraternidades e suas ações sobre
a humanidade. A responsabilidade do discípulo quanto ao trabalho e ao Evangelho. O período
probatório e o estudo do Livro dos Espíritos. Expor sobre a passagem para a FDJ e sobre o
momento de aceitação caso não haja o ingresso.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (VER.4) (MPE.51)


Guia do Discípulo – cap. 2, 5, 6, 12, 13
O Espiritismo e a Próxima Renovação – cap. 5
Na Semeadura I – cap. 61, 67, 211, 192
Na Semeadura II – cap. 14, 23, 34, 40, 46, 74, 86, 147
Na Semeadura III – cap. 25, 27, 71, 72, 74, 75, 76, 139
Mediunidade – cap. 37, 40 (Fermento que Leveda a Massa e Programa de Ação)
Na Seara do Evangelho – cap. 57
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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

Mensagens e Instruções – pág. 137 e 139 – 2.ª edição


Lendo e Aprendendo – cap. – 6, 25, 27, 71, 72, 74, 75, 76, 139
Salmos – Cap. XXXII, XXXIV, XXXV, XXXVI, XXXVIII, XXXIX
Verdades e Conceitos II – Cap. 17, 27, 38, 42, 46, 57 – 2.ª Edição – Ed. Aliança
Falando ao Coração – Aos Discípulos de Jesus, texto 1 a 6; Fraternidade do Espaço, texto
1 a 4; O Valor das Mensagens, texto 9

Aula EAE-101 - REENCARNAÇÃO.


OBJETIVO: Conceituá-la e explicar o seu objetivo. Distingui-la da ressurreição. Mostrar que não é criação
do Espiritismo, pois este como Consolador prometido veio relatar os conhecimentos dados
por Jesus, vide a lição de Nicodemos.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (LE.II.2-7) (ESE.4) (RBF) (ReI) (RnB) (PSD.13-19) (PGL) (BN.14) (AL) (AI)
(GMP.15) (LEt) (Rn) (HDA) (CAD) (AC)
Respondendo e Esclarecendo – perg. 100, 153, 249, 251, 260
Almas Afins – cap. 8 – pág. 56 – 3ª edição
Na Semeadura I – cap. 3, 135, 137, 138, 183
Na Semeadura II – cap. 54, 80, 203
Os Exilados da Capela (todo o livro)
Relembrando o Passado – cap. XVIII
Lendo e Aprendendo – tópico 146, 168
Métodos Espíritas de Cura – cap. Psiquismo, III
Falando ao Coração – Comentando Pensamentos Construtivos, 10 e 11
Amor e Justiça – pág. 11, 38, 117 – 2ª edição

Aula EAE-102 - VIDA PLENA.


OBJETIVO: Reflexão. O ponto forte são alguns conceitos do campo da moral para mexer com o
sentimento da turma. Diálogo quanto ao tema utilizado para abordagem da aula. Fazer com
que o aluno "se liberte dele mesmo!" aprendendo ouvir e sentir, para depois conseguir o
"desabafo". Vide aulas 79.

BIBLIOGRAFIA: (Emm.35-36) (Rt) (Cs.II.2)


Na Semeadura I – cap. 126

Aula EAE-103 - REGRAS P/ EDUCAÇÃO, CONDUTA E APERFEIÇOAMENTO DOS SERES - I


OBJETIVO: Conceituar educação e despertar a consciência de que é necessário que façamos a auto-
educação desenvolvendo em nós os itens que constam no livro Iniciação Espírita. A educação
que não temos, podemos conquistar com esforço e boa vontade.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (ESE.17) (EHI) (LE.? 919,919-a)


Enquanto é Tempo – cap.74
Relembrando o Passado – cap. XXVIII
Prática Mediúnica – cap. Trabalhos Práticos de Espiritismo, 1 a 3
Amor e Justiça – Pág. 27 – 2ª edição
Verdades e Conceitos I – cap. 11 – 2ª edição

Aula EAE-104 - REGRAS P/ EDUCAÇÃO, CONDUTA E APERFEIÇOAMENTO DOS SERES - II


OBJETIVO: Atuação do nosso comportamento, trabalho com amor, desprendimento, humildade,
paciência, vontade, coragem, perseverança, disciplina.

BIBLIOGRAFIA: (IE)
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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

Enquanto é Tempo – cap.74


Na Semeadura I – cap. 83, 113
Na Semeadura II – cap. 61, 111, 200
Relembrando o Passado – cap. XXVIII
Falando ao Coração – Coment Pens Construt, 22, 33, 63, 64, 73; O Valor Mensag, 9
Prática Mediúnica – cap. Trabalhos Práticos de Espiritismo, 1 a 3

Aula EAE-105 - REGRAS P/ EDUCAÇÃO, CONDUTA E APERFEIÇOAMENTO DOS SERES -III


OBJETIVO: Testemunhar. Regras ou leis nos mostram o caminho da reflexão. Verificação do
comportamento.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (Emm.35-36) (LE.III.1-12) (ESE)


Enquanto é Tempo – cap.74
Prática Mediúnica – cap. Trabalhos Práticos de Espiritismo, 1 a 3

Aula EAE-106 - O PAPEL DO DISCÍPULO


OBJETIVO: Lembrar o trabalho do Mestre: "Ide e Pregai". Orientar quanto ao compromisso assumido
como Servidor Fiel do Mestre. Ser fonte intermediária. Trabalhar se reformando sempre. O
discípulo exemplifica, vivencia o Evangelho, é o sal da terra e a luz do mundo.

BIBLIOGRAFIA: (PoN.pág. 79-80) (GD.A Testemunhação)


Guia do Discípulo – A Testemunhação
Na Semeadura I – pág. 35, 61, 108, 180
Verdades e Conceitos II – cap. 57 – 2ª edição
Prática Mediúnica – cap. Trabalhos Práticos de Espiritismo, 1 a 3
Mensagens e Instruções – Pág. 13, 37, 41, 93 e 145 – 2ª edição
Amor e Justiça – pág. 48, 63, 69 – 2ª edição
Verdades e Conceitos I – cap. 2, 20, 25, 32 – 2ª edição
Falando ao Coração – Aos Discíp Jesus; Coment Pensam Constr 23, 25, 35, 40, 43, 53,
58, 71; Fal Coração 2, 25, 26, 29 30, 32, 34, 36, 43; O Valor das Mens 5

Aula EAE-107 - O CRISTÃO NO LAR


OBJETIVO: Observar as nossas atitudes como "candidatos" a cristãos, como estamos agindo no lar e
com as pessoas da família. Grande oportunidade de reavivar as nossas atitudes fazer um
exercício de Vida Plena com este assunto que é muito oportuno. Falar principalmente da
relação pais e filhos e marido e mulher. Abordar o "Evangelho no Lar" e sua importância.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (ESE.4,14,17,22) (LE.III.7,11) (Cdt) (Psi) (VeF)


Enquanto é Tempo – cap.78, 79
Na Semeadura I – cap. 84, 87, 120, 134, 136, 140
Prática Mediúnica – cap. Trabalhos Práticos de Espiritismo, 1 a 3
Amor e Justiça – pág. 117 – 2ª edição

Aula EAE-108 - O CRISTÃO NO MEIO RELIGIOSO E NO MEIO PROFANO


OBJETIVO: Conscientizar:aprender a ter vida cristã no mundo profano. Estar mas não pertencer ao
mundo. Não se deve isolar do mundo profano para praticar o Evangelho de Jesus.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (Psi) (ESE.17) (ETM) (LE.III.7) (CTM) (SMh) (MPE.48)


Enquanto é Tempo – cap. 78, 79
Passes e Radiações – cap. 3
Prática Mediúnica – Trabalhos Práticos de Espiritismo, item 1 a 3
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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

Amor e Justiça – pág. 25, 48 – 2ª edição


Verdades e Conceitos II – cap. 4 – 2ª edição

Aula EAE-109 - OS RECURSOS DO CRISTÃO


OBJETIVO: Levar os alunos à reflexão: durante a EAE contamos com um programa de estudo e vivência
organizado e coordenado pelo Centro. Após o término da EAE cada um estabelecerá sua
própria programação. Para auxiliá-los nesta tarefa dar uma aula de vivência / atualização dos
recursos do cristão. Enumerar as formas pelas quais o aluno poderá manter acesa a chama
do seu ideal, uma vez distante do contato afetuoso da EAE.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (LE.?659-660) (CL.26,33,53,84,90) (CVV.65-66) (Dlg.pág.75,85) (GA) (CdF) (PE)


(ESE.17,25,27) (LE.III.7) (Cs?218-238)
Guia do Aprendiz
Enquanto é Tempo – cap.78, 79
Na Semeadura I – cap. 48, 238
Na Semeadura II – cap.34, 69
Na Seara do Evangelho – cap. 19
Lendo e Aprendendo – tópico – 30 – 85
Falando ao Coração – Comentando Pensamentos Construtivos texto 12
Amor e Justiça – pág. 12, 17, 25, 39, 40, 69, 112 – 2.ª edição

Aula EAE-110 - VIDA PLENA


- Vide Aulas 56 e 79.

Aula EAE-111 - INICIAÇÃO ESPIRITUAL


OBJETIVO: Analisar a Reforma Íntima sob os seus aspectos: estudo, purificação do corpo físico, elevação
moral e amor ao próximo (demonstrado através do trabalho) e o amor a Deus (respeitando
suas obras).

BIBLIOGRAFIA: (IE) (Psi) (ETM) (MPE) (EHI) (LE.III.12) (ESE.17) (PR.3)


Respondendo e Esclarecendo – perg. 281
Na Semeadura I – cap. 66, 192, 246
Na Semeadura II – cap. 50, 103, 118, 120, 150, 194, 212, 248, 257
Religiões e Filosofias – cap. III, Religiões, cap. XII ao XIV, Filosofias
Prática Mediúnica – Trabalhos Práticos de Espiritismo, item 1 a 3
Amor e Justiça – pág. 11, 12, 24, 41 – 2ª edição
Verdades e Conceitos II – cap. 5, 26 – 2ª edição

Aula EAE-112 - ESTUDO DO PERISPÍRITO. CENTROS DE FORÇA


OBJETIVO: Perceber que o perispírito é uma ferramenta do espírito, construída por ele mesmo, ao longo
de sua existência, e que responde à Lei de Ação e Reação automaticamente, e que só pode
ser modificado pelo próprio espírito (Cada um é responsável sobre si mesmo).

BIBLIOGRAFIA: (IE) (PR.2) (Chk) (NI) (DE) (HC) (HVI) (AH) (NMM.3) (LE.III.1) (DdM.21) (GMP.10-
11)
Passes e Radiações – cap. 2
Desenvolvimento mediúnico – pág. 24, 25, parte II – 4ª edição
Na Semeadura I – cap. 42, 80, 86, 112, 129, 147
Na Semeadura II – cap.226
Passes e Radiações – cap. 2 e 8
Lendo e Aprendendo – tópicos 83, 115, 120, 123, 124, 143
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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

Métodos Espíritas de Cura – Psiquismo - III, itens 2 e 3, IV; Cromoterapia - IV


Dupla Personalidade – pág. 24, 25, parte II – 4ª edição
Amor e Justiça – pág. 45, 57, 59 – 2ª edição

Aula EAE-113 - REGRAS DE CONDUTA: SILÊNCIO, PALAVRA, OLHAR, GESTOS E ATITUDES.


OBJETIVO: Fortalecer bases através do Evangelho. Reforçar mensagens sobre disciplina = saber ver,
ouvir, falar e sentir. Mesmo em manifestações não-verbais, também expressamos nossa
Reforma Íntima. A importância da palavra em relacionamentos e troca de vibrações.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (Cdt) (Psi) (CdF) (DdM.5ªparte) (EHI) (ESE.17) (SMr) (PEJ) (SV) (FV)
Na Semeadura I – cap. 32, 61, 107, 156
Amor e Justiça – pág. 27, 61, 106 – 2ª edição
Mensagens e Instruções – pág. 57 – 2ª edição
Verdades e Conceitos I – cap. 14 – 2ª edição
Verdades e Conceitos II – cap. 1, 2, 7, 19, 47 – 2ª edição

Aula EAE-114 - O ESPÍRITO E O SEXO


OBJETIVO: Relacionar este assunto com as três últimas aulas, explorando os aspectos energéticos.
Pode-se abordar a influência do magnetismo e o desvirtuamento leva a perdas significativas
de energia, além de propiciar a ação de espíritos de baixo teor vibratório. O uso adequado
dessas energias é grande auxiliar na espiritualização dos seres, porque caminha para o
campo do amor universal.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (VeS) (SeD) (GMP.14) (EDM.I.18,II.8-16) (ME) (FSA) (LE.II.4) (SST) (SeE)
(EM.31,51,53)
Respondendo e Esclarecendo – perg. 102, 109, 153, 180, 217, 225, 277
Enquanto é Tempo – cap. 31
O Espiritismo e a Próxima Renovação – cap. 5 – 4ª Parte
Na Semeadura I – cap. 106, 128, 137, 154
Na Semeadura II – cap. 167, 191, 208, 211
Lendo e Aprendendo – tópico 155
Falando ao Coração – cap. Aos Aprendizes, texto 12
Amor e Justiça – pág. 24 – 2ª edição
Verdades e Conceitos II – cap. 13 – 2ª edição

Aula EAE-115 - PROBLEMAS DA PROPAGAÇÃO DO ESPIRITISMO. (ONTEM E HOJE - REFORMA


MORAL)
OBJETIVO: A aula que encerra o curso propicia ao expositor fazer uma sintética revisão do programa
traçando um paralelo entre os trabalhadores do passado e o campo que se abre aos futuros
discípulos, mostrando a necessidade de se aprimorar na reforma moral para poder
desempenhar bem o seu papel. Reforçar, com otimismo, o horizonte que se descortina com o
fim da escola. Mostrar que o passado contribuiu para a construção do presente, mas que é o
futuro, agora, que deve nortear nossos pensamentos.

BIBLIOGRAFIA: (IE) (ETM) (LM.17,20) (LE.III.12,IV.2) (EeT)


Enquanto é Tempo – cap. 67
O Espiritismo e a Próxima Renovação – cap. 6, 9 a 14 – 1.ª parte
Na Semeadura I – cap. 59, 230
Na Semeadura II – cap. 82, 115
Na Seara do Evangelho – cap. 30 e 59
Amor e Justiça – pág. 11, 13, 29, 41, 63 – 2ª edição

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Aula EAE-116 - EXAME ESPIRITUAL.

Aula EAE-117 - EXAME ESPIRITUAL – VIVÊNCIA.

Aula EAE-118 - EXAME ESPIRITUAL – INFORMAÇÕES.


OBJETIVO: Devolução das Cadernetas Pessoais. Esclarecer sobre o estudo obrigatório de “O Livro dos
Espíritos” e o Período Probatório de 3 meses após o estudo; necessários para a possível
passagem para o grau de Discípulo na FDJ.

CURSO BÁSICO DE ESPIRITISMO

Aula CBE-1 - O QUE É O ESPIRITISMO? QUANDO SURGIU? LUGAR E CIRCUNSTÂNCIAS.


OBJETIVO: Doutrina como meio de libertação, estabelecer os princípios básicos da Doutrina;
despertamento, manifestações mediúnicas através das irmãs Fox, mesas girantes na França.
BIBLIOGRAFIA: (EoE.1) (QeE) (CE)
O Espiritismo e a Próxima Renovação – cap.1 a 3 da 2ª parte – pg. 47 a56
Amor e Justiça – 2ª. Edição – 1998 – pg. 63, parágr. 4 e 5
Religiões e Filosofias – cap. X

Aula CBE-2 - COMO CRIOU-SE O CORPO DA DOUTRINA. LIGEIRA BIOGRAFIA DE ALLAN


KARDEC.
OBJETIVO: Espiritismo trouxe verdades interessantes. O Consolador, a importância de O Livro dos
Espíritos como base de estudo; biografia sumária de Allan Kardec. O bom senso de Kardec
foi essencial para dar coerência e abertura ao Espiritismo. Descrever o seu método de
trabalho.
BIBLIOGRAFIA: (EoE.2) (AK)
O Espiritismo e a Próxima Renovação – cap. 4 da 2ª Parte
Enquanto é Tempo – cap. 7
Respondendo e Esclarecendo – 81, 112 a 114, 158 a 162, 164, 166, 173, 174, 175
Amor e Justiça – 2ª Edição 1998 – pg. 63, parágr. 4 e 5

Aula CBE-3 - COMO FOI A DOUTRINA DIFUNDIDA PELO MUNDO.


OBJETIVO: Demonstrar o trabalho e preocupação de Kardec em não deixar a Doutrina estacionar. Sua
perseverança e esforço para difundir a Doutrina e trazer ao conhecimento alguns dos grandes
colaboradores. Mostrar também a importância do Espiritismo no Brasil e sua finalidade,
falando dos colaboradores brasileiros especialmente dando exemplos do desprendimento de
Bezerra de Menezes. Abordar os colaboradores desencarnados.
BIBLIOGRAFIA: (EoE.3)
Enquanto é Tempo – cap. 7 – pg. 26
Respondendo e Esclarecendo – perg. 20, 154, 197, 198
Na Semeadura II – cap. 85, 88
Religiões e Filosofias – cap. XII e XIII

Aula CBE-4 - QUAL A POSIÇÃO DA DOUTRINA ENTRE AS DEMAIS FILOSOFIAS E RELIGIÕES


EXISTENTES.
OBJETIVO: Refletir que há vários caminhos que levam ao Pai. O Espiritismo foi precedido por outras
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religiões. Temas como reencarnação e comunicação de mortos estão presentes em outras


crenças. Esboçar as religiões espiritualistas na antigüidade e traçar pontos de contato com o
Espiritismo outras religiões com seus princípios. Os fenômenos mediúnicos sempre existiram.
Diferenças entre Espiritismo e Espiritualismo. Destacar os princípios da Doutrina Espírita.
Religião, princípios criados pelo homem como a católica na sua origem e dogmas. Espiritismo
baseado na ciência, filosofia. A verdadeira religião será aquela que liberta o homem, a
Doutrina permite o progresso: Intelectual (secundário) e Moral (principal). Princípios
fundamentais da Doutrina.
BIBLIOGRAFIA: (EoE.4) (BG)
Religiões e Filosofias – cap. I a IX
Amor e Justiça – 2ª Edição 1998 – pg. 13, parágr. 8, 9 e 10, pg. 41, parágr 4 e 5
Respondendo e Esclarecendo – 06, 12, 13, 15, 17 a 19, 24, 29, 50, 57, 68, 74, 77 a 79, 84,
115 a 117, 120, 135, 145, 150, 169, 182, 183.
Na Semeadura I – 12, 25, 26, 68, 78, 92, 99 a 102, 105, 148, 152, 157, 183, 188 a 191,
196, 199, 207, 208, 217, 227
Na Semeadura II – 22, 62, 70, 148, 152, 189, 214, 220, 224, 229, 260

Aula CBE-5 - QUAIS OS SETORES EM QUE A DOUTRINA SE DIVIDE, QUAL O MAIS


IMPORTANTE, POR QUE?
OBJETIVO: Relacionar a ciência e filosofia como trilhos para manter a Doutrina fixada no mundo dos
fatos, sem torná-la suscetível ao descrédito. Relacionar os homens que avalizaram a doutrina
e desenvolveram seus aspectos científicos e filosóficos (Camille Flammarion, Leon Denis,
Ernesto Bozzano...). Sem o aspecto religioso a Doutrina não teria razão de ser. O trabalho de
Bezerra de Menezes desenvolveu o aspecto religioso da Doutrina. Responsabilidade do
cristão ou espírita: vivenciar, exemplificar.
BIBLIOGRAFIA: (EoE.5)
Respondendo e Esclarecendo perg. 89, 138, 141, 167, 168, 184, 206, 283, 286, 292
Na Semeadura I – 17, 18, 40, 44, 46, 51, 153
Na Semeadura II – cap. 8, 24, 27, 31, 35, 59, 154, 157, 158, 255
Prática Mediúnica – Trabalhos Práticos De Espiritismo , item 1 a 3
Amor e Justiça – 2ª. Edição 1998 – pg. 63, parágr. 4 e 5

Aula CBE-6 - DIFERENÇA ENTRE ESPIRITISMO, UMBANDA E RELIGIÕES AFRO-INDIGENAS.


OBJETIVO: Estabelecer o conceito de mediunismo - as manifestações espirituais ostensivas são o ponto
em comum entre Espiritismo e religiões afro-indígenas. Reforçar a noção de respeito pelas
outras religiões que propiciam a prática do bem e o conforto às pessoas.
BIBLIOGRAFIA: (EoE.6) (QeE) (PrE) (CL) (EDE) (CE)
O Espiritismo e a Próxima Renovação – 3ª parte - Demonologia
Enquanto é Tempo – cap. 35
Na Semeadura I – cap. 56, 88, 148
Prática Mediúnica – Trabalhos Práticos De Espiritismo, item 5
Desenvolvimento mediúnico – pág. 10, parte I – 4.ª Edição
Respondendo e Esclarecendo – 40, 42, 57, 63, 80, 128, 130, 139, 155 a 157, 179, 194 a
196, 199, 273, 283, 301
Amor e Justiça – 2ª Edição 1998 – pág. 13, parág. 8, 9 e 10; pág. 27, parág. 8; pág. 28,
parág. 2; pág. 106, parág. 3

Aula CBE-7 - ESBOÇO DO LIVRO DOS ESPÍRITOS E SUAS DIFERENTES PARTES.


OBJETIVO: Relatar que O Livro dos Espíritos é a espinha dorsal do Espiritismo. Dar as bases do
Espiritismo sobre o tripé: Religião (moral); Ciência (comprovação); e Filosofia (proposição
para a nossa evolução).
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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

BIBLIOGRAFIA: (EoE.7) (LE. Introdução, Prolegômenos) (VAK.pág. 131-136)

Aula CBE-8 - ESBOÇO DE "O CÉU E O INFERNO" E "NOSSO LAR" DE ANDRÉ LUIZ.
OBJETIVO: O Céu e o Inferno: A Justiça divina segundo o Espiritismo, reafirmar o aspecto científico
(ciência de observação, ciência de pesquisa). O conhecimento da vida espiritual - seus
valores e trabalhos comparando com os materiais.
BIBLIOGRAFIA: (EoE.8) (CI) (NL) (Ab) (EaM)
Respondendo e Esclarecendo – perg. 12, 163
Na Semeadura I – cap. 10, 75, 114, 201, 226
Na Semeadura II – cap. 47, 149, 193

Aula CBE-9 - ESBOÇO DO LIVRO DOS MÉDIUNS.


OBJETIVO: Mostrar que a mediunidade sempre existiu, desde a antigüidade; parte experimental da
Doutrina, o intercâmbio; cuidados que o Médium deve tomar.
BIBLIOGRAFIA: (EoE.9) (LM) (Md) (NDM) (Mn)
Desenvolvimento Mediúnico – 4.ª edição – parte II (Considerações Gerais) pág. 12

Aula CBE-10 - DESCRIÇÃO DO MUNDO MATERIAL E ESPIRITUAL “NOSSO LAR” DE ANDRÉ


LUIZ. O INTERCÂMBIO ATRAVÉS DA MEDIUNIDADE.
OBJETIVO: Estabelecer a interrelação do mundo físico com o espiritual; a continuidade da vida espiritual
de acordo com as nossas aquisições, a existência do Umbral, colonias de recuperação, e
diversas categorias de espíritos segundo a sua evolução; intercâmbio mediúnico. “Nosso Lar”
- A certeza de que a vida não cessa, o despertamento para a religião; o orgulho, valores
morais.
BIBLIOGRAFIA: (EoE.10)
Respondendo e Esclarecendo – perg. 31, 125
Na Semeadura I – cap. 20, 22, 24, 73, 116
Na Semeadura II – cap. 71
Amor e Justiça – 2ª ediç 1998 - pág. 11, parág. 3; pág 23, parág 7; pág 24, parág 8

Aula CBE-11 - ESBOÇO DA GÊNESE,


OBJETIVO: Destacar a visão espírita da Gênese (realçando os aspectos científicos e filosóficos), dos
"milagres" do Evangelho (ciência explicando diversos fatos religiosos) e das predições.
BIBLIOGRAFIA: (EoE.11) (GMP)

Aula CBE-12 - AS LEIS DA REENCARNAÇÃO E DO CARMA. A EVOLUÇÃO DO ESPÍRITO.


OBJETIVO: Reforma Íntima = trabalho, renovação. Reencarnação e Lei de Ação e Reação são provas da
Justiça Divina, reforçar que "acaso" não existe de fato. Procurarmos entender as leis naturais
através das "comunicações com os espíritos". Através da reencarnação vamos fazendo nossa
Reforma, melhorando nosso Carma para evoluirmos.
BIBLIOGRAFIA: (EoE.12) (EDM.2) (NMM.4) (GMP.11) (ESE.4) (LE) (NL) (AR) (Ree) (JD) (VCR)
Na Semeadura I – 11, 55, 57, 98, 117, 119, 125, 131, 135, 143, 156, 171, 183, 213
Na Semeadura II – cap. 42, 74
Amor e Justiça – 2ª edição 1998 – pág. 27, parág. 5
Respondendo e Esclarecendo – 44, 52, 67, 69, 85, 90, 136, 224, 228, 267, 298 a 300, 312

Aula CBE-13 - FORMA DOS ESPÍRITOS / ENVOLTÓRIOS ESPIRITUAIS. PERISPÍRITO E CORPO


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ETÉREO.
OBJETIVO: O conhecimento do mundo espiritual não é privativo da Doutrina Espírita, diversas filosofias e
religiões já haviam contribuido e ainda continuam a contribuir ao lado do Espiritismo para um
melhor conhecimento dos planos invisíveis para os olhos materiais. Destacar que a visão
espírita é de fácil compreensão e demonstração científica.
BIBLIOGRAFIA: (EoE.13) (LE) (LM) (IE.67-69) (AH)
Iniciação Espírita - pg. 67 a 69
Passes e Radiações – pg. 51
Enquanto é Tempo – cap. 64
Na Semeadura I – cap. 86
Passes e Radiações – cap. 2
Amor e Justiça – 2ª edição 1998 - pg. 12, parág. 1 e 3; pág. 22, parág. 2

Aula CBE-14 - RECORDAÇÃO DAS EXISTÊNCIAS ANTERIORES. NECESSIDADE DA PRÁTICA


DO BEM. FORMAÇÃO CRISTÃ DA FAMÍLIA.
OBJETIVO: Imortalidade da alma, as ações do passado refletindo no presente. A matéria é o palco de
grandes experiências e a reencarnação é a grande oportunidade. O esquecimento do
passado espiritual nos ajuda a retomar o caminho da evolução. Indagar sobre que força nos
impulsiona à prática do bem. Dar é melhor que receber. Ilustrar os mecanismos divinos de
reajuste dentro das famílias. Falar sobre o Evangelho no Lar.
BIBLIOGRAFIA: (EoE.14) (LE.III.3-7)
Respondendo e Esclarecendo – 35, 53, 83, 99, 185, 189, 245, 280, 285, 289
Na Semeadura I – cap. 64, 84, 140, 233
Na Semeadura II – cap. 69
Amor e Justiça – 2ª edição 1998 - pg. 38, parág. 3 e 7

Aula CBE-15 - LEI DE AÇÃO E REAÇÃO.


OBJETIVO: Por ser uma aula da EAE, fazer com que os aprendizes tenham uma noção desta lei,
mostrando em fatos de nossas vidas e exemplos claros de situações no mundo. Demonstrar
como se processa esta lei propiciando uma aula participativa e dinâmica. Normalmente as
dúvidas são muitas, por isto se faz necessária esta abertura.
BIBLIOGRAFIA: (EoE.15) (IE.61) (AR) (LE.III.10)
Iniciação Espírita - cap. 61
O Espiritismo e a Próxima Renovação – cap. 5 e 7 da 4.ª Parte
Enquanto é Tempo – cap. 44. 45, 47
Respondendo e Esclarecendo – perg. 35, 52
Amor e Justiça – 2ª edição 1998 - pg. 8, parágr. 3 e 4; pg. 38, parágr. 1; pg. 49, parágr. 1;
pg. 53, parágr. 12; pg. 117, parágr. 3; pg. 118, parágr. 4

Aula CBE-16 - ESBOÇO DO EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.


OBJETIVO: Aspecto religioso da doutrina; os valores morais; o porquê do Evangelho no Lar, roteiro para o
Evangelho no Lar, reflexão sobre os ensinos de Jesus e ressaltar sua atualidade.
BIBLIOGRAFIA: (EoE.16) (ESE) (ELL) (CVV) (PoN) (VL)
Respondendo e Esclarecendo – perg.189

Aula CBE-17 - A VIDA MORAL COM BASE NO EVANGELHO DE JESUS.


OBJETIVO: Realçar que no Evangelho há ensinamentos espirituais de grande atualidade. Explanar aos
alunos um dos recursos didáticos mais difundidos por Jesus: as Parábolas, e enfatizar a
síntese que o Sermão do Monte faz da mensagem renovadora de Jesus.
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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

BIBLIOGRAFIA: (EoE.17)
Enquanto é Tempo – cap. 78, 79
Respondendo e Esclarecendo – perg. 284
Na Semeadura I – cap. 118
Prática Mediúnica – Trabalhos Práticos de Espiritismo, item 3.2
Amor e Justiça – 2ª edição 1998 - página 61, parágrafo 1

SESSÃO DOUTRINÁRIA

Vivência 5ª Edição 02/00 – Aliança Espírita Evangélica

Tema 01 – O que é homem. Espírito encarnado. O que é espírito.

Objetivo: Exemplificar falando em fantasmas, assombrações. A imortalidade do espírito. As muitas


encarnações.

Bibliografia: A vda escreve – Hilário Silva – Parte I cap. 13


Almas em desfile – Hilário Silva – Parte II cap. 23

Tema 02 – Para onde vamos quando morremos. O que é a morte.

Objetivo: Colheita obrigatória de nossa semeadura.


Bibliografia: A vida escreve – Hilário Silva – Parte II cap. 7
Almas em desfile – Hilário Silva – Parte I cap. 12

Tema 03 – Encostos, obsessões, perturbações

Objetivo: Lei de afinidades. Escolher boas companhias, fugir das más companhias.
Bibliografia: A vida escreve – Hilário Silva – Parte II cap. 21
Almas em desfile – Hilário Silva – Parte II cap. 25

Tema 04 – Deus, criador de tudo. Não só a Terra é habitada

Objetivo: Bondade de Deus. A prece como forma de percebermos a bondade de Deus.


Explicações sobre o amor fraterno.

Bibliografia: A vida escreve – Hilário Silva – Parte I cap. 4


Almas em desfile – Hilário Silva – Parte 1 cap. 7

Tema 05 – Causa e efeito

Objetivo: Problemas sociais; ricos e pobres. A prova da pobreza, a prova da riqueza. Justiça
Divina; céu e inferno. O bem como caminho para a felicidade

Bibliografia: A vida escreve – Hilário Silva – Parte II cap. 13 e 20


Almas em desfile – Hilário Silva – Parte II cap. 4

Tema 06 – Jesus, filho de Deus

Objetivo: Rápida história. Exemplo para ser seguido. O perdão. Evangelho no lar; higienização do
lar.
Bibliografia: A vida escreve – Hilário Silva – Parte I cap. 10
Almas em desfile – Hilário Silva – Parte II cap. 3
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Tema 07 – A maior coragem: Saber perdoar

Objetivo: Pensamento e ação. O poder do ódio; o ódio como construtor da infelicidade. O poder do
amor, da compreensão.

Bibliografia: A vida escreve – Hilário Silva – Parte II cap. 16


Almas em desfile – Hilário Silva – Parte II cap. 4

Tema 08 – Talismã, seu significado

Objetivo: “Prisão” de espíritos infantis. Desnecessidade do ritual. Práticas espíritas. Defeitos


morais: egoísmo, orgulho, brutalidade, inveja, etc.
Bibliografia: A vida escreve – Hilário Silva – Cap. 15
Almas em desfile – Hilário Silva – Parte II cap. 16

Tema 09 – Médium – O que é

Objetivo: Médium não é santo. As várias mediunidades.


Bibliografia: A vida escreve – Hilário Silva – Parte II cap. 28
Almas em desfile – Hilário Silva – Parte I cap. 13

Tema 10 – Como ser bom médium

Objetivo: Cuidado com as perturbações. Evangelho. Desenvolvimento suave, sem forçamentos.


Bibliografia: A vida escreve – Hilário Silva – Parte I cap. 3
Almas em desfile – Hilário Silva – Parte I cap. 1 e Parte II cap. 6

Tema 11 – Escala espírita

Objetivo: Não dar crédito a todos os espíritos. A escala espírita entre os encarnados; homens bons
e maus; inteligentes e ignorantes. Progresso espiritual.
Bibliografia: A vida escreve – Hilário Silva – Parte I cap. 8
Almas em desfile – Hilário Silva – Parte I cap. 10

Tema 12 – Importância do corpo para progresso do espírito

Objetivo: Os vícios: alcoolismo, fumo, jogo, tóxicos, etc.


Bibliografia: A vida escreve – Hilário Silva – Parte II cap. 25
Almas em desfile – Hilário Silva – Parte I cap. 25

Tema 13 – Respeito ao próximo


Objetivo: À esposa, aos filhos, aos colegas. A trave e o cisco.
Bibliografia: A vida escreve – Hilário Silva – Parte II cap. 4
Almas em desfile – Hilário Silva – Parte I cap. 4 e Parte II cap. 10

Tema 14 – Cultivar palavras sadias

Objetivo: palavrões que ferem e nos perturbam. Educação pessoal; boas maneiras, delicadeza,
afabilidade.

Bibliografia: A vida escreve – Hilário Silva – Parte I cap. 2


Almas em desfile – Hilário Silva – Parte I cap. 21

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Tema 15 – Passes – o que são, seus resultados

Objetivo: A contribuição do doente.


Bibliografia: A vida escreve – Hilário Silva – Parte II cap. 10
Almas em desfile – Hilário Silva – Parte II cap. 21

Tema 16 – Doenças e responsabilidades do homem

Objetivo: “Doenças curativas” do espírito. Resignação como alívio. Alimentação, trabalho, repouso;
diversões sadias.
ografia: A vida escreve – Hilário Silva – Parte I cap. 20
Almas em desfile – Hilário Silva – Parte I cap. 15

Tema 17 – A família

Objetivo: Reunião de espíritos em reajuste. Necessidade de colaboração e renúncia.


Bibliografia: A vida escreve – Hilário Silva – Parte II cap. 2
Almas em desfile – Hilário Silva – Parte II cap. 17

Tema 18 – “Fechar” o corpo

Objetivo: A carapaça da caridade; prática do amor. “Mal feitos”; afinidade com a revolta. Evangelho
no lar. Cultivar o espírito, leituras, artes, filmes de TV.
Bibliografia: A vida escreve – Hilário Silva – Parte II cap. 12
Almas em desfile – Hilário Silva – Parte II cap. 1

CURSO DE PASSES E MÉDIUNS

Vivência 5ª Edição 02/00 – Aliança Espírita Evangélica

Aula 01 – Curso de Passes – teoria – O santuário do espírito encarnado

Objetivo: Constituição e funcionamento – a célula – tecidos – órgãos – sistemas: digestório,


respiratório, circulatório, excretor, esquelético, muscular, genital, endócrino, nervoso.
Bibliografia: Passes e radiações – Edgard Armond – Cap. I

Aula 02 – Curso de Passes – teoria – Centros de forças

Objetivo: Formas de energia – centros de força – funções dos centros de força – o corpo etéreo –
considerações gerais – resumo.
Bibliografia: Passes e radiações – Edgard Armond – Cap. 2 a 5

Aula 03 – Curso de Passes – teoria – Regras para conservação e pureza do corpo físico

Objetivo: Conduta consigo mesmo – higiene do corpo físico – alimentação – repouso – distrações –
vícios – defeitos morais e paixões.

Bibliografia: Passes e radiações – Edgard Armond – Cap. 6, 7 e 9


Aula 04 – Curso de Passes - prática

Aula 05 – Curso de Passes – prática

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Aula 06 – Curso de Passes – prática

Aula 07 – Teoria sobre mediunidade

Objetivo: Resumo histórico. Evolução da mediunidade.


Bibliografia: Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 1 a 6

Aula 08 – Sensibilidade individual

Objetivo: Divisão e classificação das faculdades. Estudos dos fluídos.


Bibliografia: Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 7 e 8
Passes e radiações – Edgard Armond – Cap. 8 e 23
A Gênese – Allan Kardec – Cap. 14

Aula 09 – Faculdade de lucidez

Bibliografia: Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 9 e 10

Aula 10 – Incorporação e sua divisão.

Objetivo: Incorporações parciais.


Bibliografia: Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 11
Aula 11 – Mediunidade de efeitos físicos

Bibliografia: Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 12

Aula 12 – Fenômenos correlatos

Bibliografia: Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 13

Aula 13 – Mediunidade de cura

Bibliografia: Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 13


Aula 14 – Educação dos médiuns

Objetivo: Pré-mediunismo.
Bibliografia: Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 15 a 18

Aula 15 – Verificações iniciais

Objetivo: Adaptação psíquica


Bibliografia: Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 20 a 21

Aula 16 – Sinais precursores

Objetivo: Passividade mediúnica. Oportunidade do desenvolvimento.

Bibliografia: Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 22 a 24

Aula 17 – As comunicações

Objetivo: O trabalho dos guias. Auxiliares invisíveis.

Bibliografia: Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 30, 31 e 33

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Aula 18 – Estudo do psiquismo – cérebro material

Bibliografia: Psiquismo e cromoterapia – Edgard Armond – Parte I cap. 1

Aula 19 – Estudo do psiquismo – sistema nervoso

Bibliografia: Psiquismo e cromoterapia – Edgard Armond – Parte I cap. 2

Aula 20 – Estudo do psiquismo – reencarnação

Bibliografia: Psiquismo e cromoterapia – Edgard Armond – Parte I cap. 3


Missionário da Luz – André Luiz – Cap. 13
Perispírito – Zalmino Zimmermann – Cap. I a III, V a VI e VIII

Aula 21 – Estudo do psiquismo – o cérebro espiritual

Bibliografia: Psiquismo e cromoterapia – Edgard Armond – Parte I cap. 4


Perispírito – Zalmino Zimmermann – Cap. IV e VII

Aula 22 – Estados conscienciais

Bibliografia: Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 26 e 27

Aula 23 – Estágios de desenvolvimento

Bibliografia: Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 25

Aula 24 – Missão social dos médiuns

Bibliografia: Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 39 e 40

Aula 25 – Mediunidade nos animais

Bibliografia: Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 13

Aula 26 – Cromoterapia – noções gerais

Bibliografia: Psiquismo e cromoterapia – Edgard Armond – Parte II cap. 1

Aula 27 – Cromoterapia – cores básicas e elementares. Propriedade das cores

Bibliografia: Psiquismo e cromoterapia – Edgard Armond – Parte II cap. 2 e 3

Aula 28 – Cromoterapia – as cores nas auras humanas – efeito das cores nas curas

Bibliografia: Psiquismo e cromoterapia – Edgard Armond – Parte II cap. 4 e 5

Aula 29 – Cromoterapia – aplicações práticas

Bibliografia: Psiquismo e cromoterapia – Edgard Armond – Parte II cap. 6

Aula 30 – Revisão

Aulas 31 a 48 – Curso de Médiuns – prática – Segundo período


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Aulas 49 a 58 – Curso de Médiuns – prática – Desenvolvimento progressivo ( adestramento )

Aulas 59 a 72 – Curso de Médiuns – prática – Desenvolvimento completivo ( aprimoramento )

MOCIDADE ESPÍRITA

Revisão 01/02 - Vivência 5ª Edição 02/00 – Aliança Espírita Evangélica

CICLO 1

Aula 01 – O que é a Mocidade Espírita

Objetivo: Quais os seus objetivos; como surgiu; o programa de atividades


Bibliografia: Vivência do Espiritismo Religioso – Ed. Aliança
Diálogo – Divaldo P. Franco

Aula 02 – O Grupo Integrado e a Aliança Espírita Evangélica ( AEE )

Objetivo: O que é a Aliança Espírita Evangélica e seus trabalhos; o que é Grupo Integrado e seus
trabalhos.
Bibliografia: Vivência do Espiritismo Religioso – Ed. Aliança

Aula 03 – Evolução do pensamento religioso

Objetivo: Deus e a evolução do Espírito; religião; as três revelações; a fé religiosa face à razão.
Bibliografia: O Livro dos Espíritos - Allan Kardec
O Evangelho Segundo Espiritismo – Allan Kardec
O principiante espírita – Allan Kardec
O que é o Espiritismo – Allan Kardec
Roteiro – Emmanuel
Emmanuel – Emmanuel
Entendendo o Espiritismo – Ed. Aliança
O Consolador – Emmanuel
Religiões e filosofias – Edgard Armond
História do Espiritismo – Arthur Conan Doyle
Conduta Espírita – Waldo Vieira

Aula 04 – Como se criou o corpo da Doutrina e quem o criou.

Objetivo: As irmãs Fox, Hydesville, 1848; mesas girantes; breve biografia de Allan Kardec; difusão
da Doutrina Espírita pelo mundo e os continuadores de Allan Kardec.
Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec ( pág. 79-108 )
Obras Póstumas – Allan Kardec ( pág. 263-344 )
O principiante espírita – Allan Kardec
A caminho da Luz – Emmanuel ( pág. 187-218 )
Entendendo o Espiritismo – Ed. Aliança
História do espiritismo – Arthur Conan Doyle ( pág. 33-167 )
Grandes vultos do Espiritismo – FEESP
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Grandes Espíritas do Brasil – Zeus Wantuil ( pág. 15-64 )

Aula 05 – O que é Espiritismo e qual a sua posição entre as demais filosofias e religiões.

Objetivo: Conceito de Doutrina; bases do Espiritismo; diferença entre Espiritismo, Umbanda e


religiões Afro-Indígenas; o Espiritismo e sua tarefa de recristianizar a Humanidade.
Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec ( pág. 15-49, 79-108 )
Obras Póstumas – Allan Kardec ( pág. 263-344 )
O principiante espírita – Allan Kardec
A caminho da luz – Emmanuel
Entendendo o Espiritismo – Ed. Aliança
Grandes vultos do Espiritismo – FEESP
O que é o Espiritismo – Allan Kardec
Religiões e filosofias – Edgard Armond

Aula 06 – revisão 1 – AULA DO DIRIGENTE

Aula 07 – Quais os setores em que a Doutrina Espírita se compõe e qual o mais importante: O
religioso

Objetivo: Ciência; filosofia; religião.


Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec ( pág. 246-263, 53-58 )
A caminho da luz – Emmanuel ( pág. 195-218 )
Roteiro – Emmanuel ( Pág. 47-62, 95-106, 159-170 )
O consolador – Emmanuel ( pág. 157-229 )
Religiões e filosofias – Edgard Armond
Entendendo o Espiritismo – Ed. Aliança

Aula 08 – Obras básicas da codificação kardequiana

Objetivo: O Livro dos Espíritos; O Livro dos Médiuns; O Evangelho Segundo o Espiritismo; O Céu e
o Inferno; A Gênese; Obras Póstumas; O Principiante Espírita e O Que é o Espiritismo.
Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec ( pág. 15-49, 53-245 )
O Livro dos Médiuns – Allan Kardec ( pág. 68-151 )
O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec
O Céu e o Inferno – Allan Kardec ( pág. 7-52 )
A Gênese – Allan Kardec ( pág. 13-140 )
Obras Póstumas – Allan Kardec ( pág. 11-30 )
O principiante espírita – Allan Kardec
O que é o Espiritismo – Allan Kardec ( pág. 121-164 )
Entendendo o Espiritismo – Ed. Aliança

Aula 09 – Descrição do mundo espiritual

Objetivo: Como é o plano dos espíritos; o que é espiritismo; escala espírita.


Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec ( pág. 79-245 )
Obras Póstumas – Allan Kardec
Entendendo o Espiritismo – Ed. Aliança

Aula 10 - A vontade e o dever

Objetivo: O que são e a que se destinam; quando e onde são utilizados; benefícios que trazem e o
que ocorre na sua ausência.
Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec
Livre Arbítrio – Edgard Armond
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Alvorada Cristã – Neio Lúcio


Bem Aventurados os Simples ( pág. 61 )
Palavras de vida eterna – Chico Xavier ( pág. 35, 95, 248, 310 )
Sinal Verde – André Luiz
Respostas da vida – Chico Xavier

Aula 11 – A humildade e o bom exemplo

Objetivo: O que são e a que se destinam; quando e onde são utilizados; benefícios que trazem e o
que ocorre na sua ausência.
Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec
Almas em desfile – Hilário Silva
Bem aventurados os simples ( pág. 17, 25, 35, 47, 89, 105 )
Palavras de vida eterna – Chico Xavier
Sinal Verde – André Luiz
O homem novo – Herculano Pires
Respostas da vida – Chico Xavier
Amizade – Chico Xavier

Aula 12 – A reencarnação e a evolução do espírito

Objetivo: A reencarnação; o que é carma; pluralidade das existências.


Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec ( pág. 96-199 )
Ação e reação – André Luiz ( pág. 47-115 )

Aula 13 – A caridade e o auxílio

Objetivo: O que são e a que se destinam; quando e onde são utilizados; benefícios que trazem e o
que ocorre na sua ausência.

Bibliografia:O Livro dos Espíritos – Allan Kardec


Contos e apólogos – Irmão X
Jesus e Jerusalém renovada – Ramatis ( pág. 29, 31 )
Sinal Verde – André Luiz ( pág. 72 )
Respostas da vida – Chico Xavier ( pág. 90, 93, 95, 110 )
Bem aventurados os simples ( pág. 19, 57, 63, 75, 81, 97 )
Palavras de vida eterna – Chico Xavier ( pág. 35, 115, 169, 175 )
O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec ( pág. 91, 106, 144, 151, 155, 162, 173, 177, 197,
200 )

Aula 14 – A indulgência e o perdão

Objetivo: O que são e a que se destinam; quando e onde são utilizados; benefícios que trazem e o
que ocorre na sua ausência.
Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec

Aula 15 – Revisão 2 – AULA DO DIRIGENTE

Aula 16 – Lei de Ação e Reação

Objetivo: O que é a lei de Ação e Reação; Lei de Amor e Justiça.


Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec ( pág. 246-341 )
Ação e reação – André Luiz
Os mensageiros – André Luiz
Missionários da Luz – André Luiz
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Leis do amor – Emmanuel


O sermão do monte – Rodolfo Caligares
Nosso lar – André Luiz
Somente amor – Maria Dolores

Aula 17 – Livre-arbítrio e responsabilidade

Objetivo: Liberdade de pensar e de consciência; livre-arbítrio; semeadura livre, colheita obrigatória;


vivência na Doutrina Espírita.
Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec
O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec
Livre arbítrio – Edgard Armond

Aula 18 – O trabalho e o progresso

Objetivo: Marcha do progresso; obstáculos ao progresso; reencarnação como forma de progresso;


as idéias espíritas no progresso individual e coletivo; trabalhos espiritual e material, como forma de
progresso.

Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec


Contos e Apólogos – Irmão X

Aula 19 – A recordação das existências anteriores e a volta do espírito à vida corporal.

Objetivo: Encarne e desencarne; união da alma e do corpo; emanação da alma: sono, sonhos; o
esquecimento do passado; o passado e o presente. O futuro depende de hoje; tendências e aptidões;
necessidade da prática do bem.
Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec ( pág. 79-199 )
O Céu e o Inferno – Allan Kardec ( pág. 67-78 )
Obras Póstumas – Allan Kardec
Nosso Lar – André Luiz
Os mensageiros – André Luiz
Missionário da luz – André Luiz ( pág. 154-250 )

Aula 20 – Revisão 3 – AULA DO DIRIGENTE

Aula 21 – Interferência dos espíritos no mundo material

Objetivo: Influência dos espíritos em nossos pensamentos e atos; Espíritos Protetores;


pressentimentos; ação dos espíritos nos fenômenos naturais; influência dos espíritos desde os
primórdios.
Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan kardec ( pág. 200-226 )
Nosso Lar – André Luiz
Os mensageiros – André Luiz
A caminho da luz – André Luiz
Entendendo o Espiritismo – Ed. Aliança
Missionário da luz – André Luiz

Aula 22 - Mediunidade

Objetivo: Desmistificar; a mediunidade não nasceu do Espiritismo; utilidade, importância e


necessidade da mesma.
Bibliografia: Obras Póstumas – Allan Kardec
Mediunidade – Edgard Armond
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Trabalhos práticos – Edgard Armond

Aula 23 – Paciência e compreensão

Objetivo: O que são e a que se destinam; quando e onde são utilizados; benefícios que trazem e o
que ocorre na sua ausência.
Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec
Contos e Apólogos – Irmão X

Aula 24 – Prece e vigilância

Objetivo: Orai e vigiai; o valor científico da prece.


Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec

Aula 25 – Revisão 4 – AULA DO DIRIGENTE

Aula 26 – O processo da 1a. Revelação

Objetivo: A biografia de Moisés; a missão de Moisés junto à humanidade; Lei de Justiça.


Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec

Aula 27 – O processo da 2a. Revelação

Objetivo: Biografia de Jesus; Lei do Amor.

Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec ( pág. 246-349 )


Introdução ao CVV Samaritanos
O redentor – Edgard Armond

Aula 28 – Parábolas de Jesus

Objetivo: Porque Jesus falava em parábolas; as parábolas mais marcantes.


Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec ( pág. 163-264 )
O redentor – Edgard Armond ( pág. 118-131 )

Aula 29 – Sermão do Monte

Objetivo: A vida moral com base no Evangelho de Jesus.


Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec ( pág. 65-162 )
O Redentor - Cap. 36 e 37 - Edgard Armond ( pág. 132-136 )

Aula 30 – Pai Nosso

Objetivo: Explicações e importância do Pai Nosso.

Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec


O Redentor – Edgard Armond ( pág. 132-136 )

Aula 31 – A fé e a esperança

Objetivo: O que são e a que se destinam; quando e onde são utilizados; benefícios que trazem e o
que ocorre na ausência da fé e da esperança.

Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec

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Aula 32 – Amor e paz

Objetivo: O que são e a que se destinam; quando e onde são utilizados; benefícios que trazem e o
que ocorre na ausência do amor e da paz.
Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec
Caminho, verdade e vida - Emmanuel

Aula 33 – Revisão 5 – AULA DO DIRIGENTE

Aula 34 – O jovem e a família

Bibliografia: O Espiritismo e os problemas humanos – Deolindo Amorim


Tua casa – João Nunes Maia
Famílias e Espiritismo – USE
Esclarecendo os Jovens – Umberto Ferreira
Enquanto é tempo – Edgard Armond

Aula 35 – Juventude, namoro, noivado, sexo e casamento

Objetivo: Discussão em grupo.


Bibliografia: Família e Espiritismo – USE
Tua casa – João Nunes Maia

Aula 36 – Dissolução da família

Objetivo: Crise de comunicação: o diálogo; fracasso social e econômico; rotina gerando


intolerância e desarmonia.

Bibliografia: Família e Espiritismo – USE


Sinal Verde – André Luiz ( cap. 4 até 8 pág. 38-43 )
Memórias de um suicida – Yvonne A. Pereira ( cap. 5 )

Aula 37 – Formação cristã da família

Objetivo: A importância do lar: escola, resgate e progresso; Evangelho no Lar.


Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec ( cap. XIV )
Jesus no lar – Chico Xavier ( pág. 15 )
Luz no lar – Chico Xavier

Aula 38 – Juventude, diversões e vícios

Objetivo: Discussão em grupo.


Bibliografia: O Espiritismo e os problemas humanos – Deolindo Amorim ( cap. XIII )
Esclarecendo os jovens – Umberto Ferreira
Família e Espiritismo – USE
Evolução em dois mundos – André Luiz ( pág. 217 )

Aula 39 – Solidão, tédio e vazio interior

Objetivo: Indiferença; carência afetiva; suicídio e loucura: causas, conseqüências e prevenção.


Bibliografia: Pão nosso – Emmanuel ( pág. 33-53 )
Coragem – Emmanuel ( pág. 11-57 )
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Vida e sexo – Emmanuel


O homem integral – Divaldo P. Franco
No mundo maior – André Luiz
Introdução ao CVV Samaritanos

Aula 40 – O medo e as pressões do mundo

Objetivo: Máscaras e personalidade; massificação e autenticidade; críticas do meio e autocrítica.


Bibliografia: Introdução ao CVV Samaritanos
Memórias de um suicida – Ivonne A. Pereira ( pág. 217 )
Fonte viva – Emmanuel ( pág. 297-229 )
Os mensageiros – André Luiz ( pág. 67 )
Evolução anímica – Gabriel Delane ( pág. 29 )
O homem integral – Divaldo P. Franco ( cap. I )

Aula 41 – Consciência: na esperança de uma nova vida

Objetivo: As potencialidades positivas do homem; o otimismo, a confiança e a coragem


empregados no bem comum; o homem e o futuro; o homem e Jesus.
ibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec
Na esperança de uma nova vida – Luiz Sérgio
O homem integral – Divaldo P. Franco
Fonte viva – Emmanuel ( pág. 355 )
Otimismo – Divaldo P. Franco
O ser consciente – Divaldo P. Franco

Aula 42 – Revisão 6 – AULA DO DIRIGENTE

Aula 43 – Juventude, o estudo e a profissão

Objetivo: Discussão em grupo.


Bibliografia: Esclarecendo os jovens – Umberto Ferreira
Família e Espiritismo – USE ( cap. 17-18 )

Aula 44 – Jovem, pátria, união entre as nações

Objetivo: Discussão em grupo.


Bibliografia: Brasil, coração do mundo, pátria do Evangelho – Humberto de Campos
O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec ( pág. 231 )
Conduta espírita – Waldo Vieira ( pág. 110 )
Driblando a dor – Luiz Sérgio

Aula 45 – Guerras e crises

Objetivo: O progresso científico e armamentista; repressões sociais e econômicas.


Bibliografia: Caminhos de libertação – Valentim Lorenzetti

Aula 46 – Riquezas e misérias


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Objetivo: Sociedade de consumo; massificação das informações e costumes; injustiças sociais e


violência; indiferença diante das misérias sociais e morais.
ibliografia: Identidade, juventude e crises – Erick H. Erikson
O homem integral – Divaldo P. franco ( cap. 4 )
Coragem – Emmanuel ( pág. 52 )
Pérolas do além – Chico Xavier ( pág. 236 )

Aula 47 – A prática cristã

Objetivo: O cristão no mundo ( trabalho, casamento, família, estudo ).


Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec
Tua casa – João Nunes Maia
Família e Espiritismo – USE
Luz no lar – Chico Xavier

Aula 48 – Juventude e religião

Objetivo: Discussão em grupo.


Bibliografia: Tua casa – João Nunes Maia ( cap. 19 )
O homem integral – Divaldo P. franco ( cap. 3 )

Aula 49 – O ideal de vida

Objetivo: Auto-análise e perspectivas de vida; anseios e vocações; necessidade de luta e esforço.


Bibliografia: Esclarecendo os jovens – Umberto Ferreira ( pág. 67 até 73 )
O ser consciente – Divaldo P. Franco

Aula 50 – Revisão 7 – AULA DO DIRIGENTE

CICLO 2

Aula 51 – Deus e o infinito

Objetivo: Deus; provas da existência de Deus; atributos da Divindade; panteísmo – o bem e o mal.
Bibliografia: O Livro dos espíritos – Allan Kardec
A Gênese – Allan Kardec
O Evangelho à luz do cosmo – Ramatis

Aula 52 – A criação divina ( A Gênese )

Objetivo: Nosso universo; os dois planos de vida; a criação de nosso planeta.


Bibliografia: A Gênese – Allan Kardec
Evolução em dois mundos – André Luiz
A caminho da luz – Emmanuel
Espiritismo e evolução – Rino Curti

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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

Aula 53 – A evolução nos diversos reinos

Objetivo: Surgimento da vida organizada; a passagem pelos três reinos; conhecimento do livre-
arbítrio.
Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec
O principiante espírita – Allan Kardec
Evolução em dois mundos – André Luiz
A caminho da luz – Emmanuel
Espiritismo e evolução – Rino Curti

Aula 54 – A vida em outros planetas

Objetivo: Categoria dos mundos habitados; os exilados da Capela.


Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec
A caminho da luz – Emmanuel
Os exilados de Capela – Edgard Armond
Alguns aspectos da vida em Júpiter – Edgard Armond

Aula 55 – Revisão 8 – AULA DO DIRIGENTE

Aula 56 – O Livro dos Espíritos

Objetivo: Apresentação do livro; estudo de temas selecionados.


Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec

Aula 57 – Os planos e envoltórios espirituais

Objetivo: A constituição da matéria; a matéria etérica – duplo etérico; a matéria astral – perispírito;
a matéria mental – outros envoltórios.
Bibliografia: O Livro dos espíritos – Allan Kardec
Evolução em dois mundos – André Luiz
Emmanuel – Emmanuel
Livre arbítrio – Edgard Armond
Elucidações do além – Ramatis

Aula 58 – A sobrevivência do espírito

Objetivo: A alma e o desencarne; separação da alma do corpo; estudos da consciência; os


selvagens – as crianças.
Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec
O consolador – Emmanuel
A vida além da sepultura - Ramatís

Aula 59 – A vida no plano espiritual

Objetivo: As diversas esferas espirituais; a família espiritual; recordações das existências


anteriores.
Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec
O Consolador – Emmanuel
A vida além da sepultura - Ramatís

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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

Aula 60 – Aspectos básicos da vida espiritual

Objetivo: Alimentação, comunicação, transporte, etc.; ocupação nas diversas esferas; raças e
nacionalismo.

Bibliografia: O Céu e o Inferno – Allan Kardec


Nosso Lar – André Luiz
Evolução em dois mundos – André Luiz
A vida numa colônia espiritual – Antônio F. Rodrigues
A vida além da sepultura - Ramatís

Aula 61 – Nos planos superiores

Objetivo: As colônias e as cidades; organização e funcionamento.


Bibliografia: Nosso Lar – André Luiz
Além do ódio – Miramez – Sinhozinho Cardoso
A vida numa colônia espiritual – Antônio F. Rodrigues
A vida além da sepultura - Ramatís

Aula 62 – Nos planos inferiores

Objetivo: O umbral, vales e charcos; as cidades – as atividades; organização dos planos inferiores.
Bibliografia: Obreiros da vida eterna – André Luiz
Libertação – André Luiz
A vida além da sepultura - Ramatís

Aula 63 – O Céu e o Inferno

Objetivo: Apresentação do livro; estudos de temas relacionados.


Bibliografia: O Céu e o Inferno – Allan Kardec

Aula 64 – Revisão 9 – AULA DO DIRIGENTE

Aula 65 – A reencarnação

Objetivo: Reencarnação e evolução; escolha de provas; esquecimento do passado; espíritos


missionários.
Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec
Missionário da luz – André Luiz
Evolução em dois mundos – André Luiz

Aula 66 – A volta do espírito à vida corporal

Objetivo: Restringimento do corpo espiritual; ligação com o corpo – mãe; hereditariedade – ação
sobre o espírito; infância, juventude e maturidade.
Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec
Livre arbítrio – Edgard Armond
A vida além da sepultura - Ramatís

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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

Aula 67 – A Gênese

Objetivo: Apresentação do livro; estudo de temas relacionados.


Bibliografia: A Gênese – Allan Kardec

Aula 68 – Revisão 10 – AULA DO DIRIGENTE

Aula 69 – A comunicação entre os dois mundos

Objetivo: Viagem astral – sono e sonhos; o espírito na crosta; o que são os médiuns; comunicação
pelo pensamento; preces intercessórias; formas de pensamento.
Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec
Os mensageiros – André Luiz
Mediunidade – Edgard Armond

Aula 70 – Mediunidade

Objetivo: Classificação da mediunidade; descrição das mediunidades; mediunidade e ci6encia


espírita.

Bibliografia: O Livro dos Médiuns – Allan Kardec


Nos domínios da mediunidade – André Luiz
Mediunidade – Edgard Armond
Mediunismo – Ramatis
Vivência Mediúnica – Manoel Philomeno de Miranda
Qualidade na prática mediúnica – Manoel Philomeno de Miranda

Aula 71 – Interferência dos espíritos no mundo material


Objetivo: Influência sobre os pensamentos e atos; afeição e ódio – anjos da guarda e obsessores;
ação dos espíritos na natureza – elementais.

Bibliografia: O Livro dos espíritos – Allan Kardec


Os espíritos na nossa vida diária – Roque Jacintho
A vida além da sepultura - Ramatís

Aula 72 – Processos de obsessão e cura

Objetivo: Tipos de envolvimentos espirituais; vampirismo e possessão; feitiçarias e trabalhos


inferiores; processos de cura – passes e radiações.

Bibliografia: Os mensageiros – André Luiz


Libertação – André Luiz
Magia da redenção – Ramatís
A vida além da sepultura - Ramatís

Aula 73 – O Livro dos Médiuns

Objetivo: Apresentação do livro, estudo de temas relacionados.


Bibliografia: O Livro dos Médiuns – Allan Kardec

Aula 74 – Revisão 11 – AULA DO DIRIGENTE


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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

Aula 75 – Lei de Ação e Reação

Objetivo: Definição da diferença entre provas e expiações; atuação nos diversos planos;
mecanismos de atuação; coeficientes energéticos; misericórdia divina.
Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec
Ação e reação – André Luiz
Aulas da vida – Irmão X
Semeando e colhendo – Atanagildo – Ramatís

Aula 76 – Ação e Reação e o corpo físico

Objetivo: Doenças de nascença – excepcionais; psicossoma; obsessão e vampirismo; suicídio e


loucura.

Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec


Leis do amor – Emmanuel
Contos e apólogos – Irmão X
Fisiologia da alma – Ramatís
A sobrevivência do espírito

Aula 77 – Ação e Reação e família

Objetivo: Parentesco – lei de afinidade; homicídio e aborto; inimigos – simpatia e antipatia.


Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec
Leis do amor – Emmanuel
Contos e apólogos – Irmão X
Pontos e contos – Irmão X
A vida além da sepultura - Ramatís

Aula 78 – Ação e Reação e a sociedade

Objetivo: Carma individual e coletivo; riqueza e pobreza; guerras e catástrofes.

Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec


Cartas e crônicas – Irmão X
Mensagens do astral – Ramatís
Elucidações do além – Ramatís
Semeando e colhendo – Atanagildo – Ramatís
A vida humana e o Espiritismo imortal – ramatís

Aula 79 – O Evangelho Segundo o Espiritismo

Objetivo: Apresentação do livro; estudo de temas relacionados.


Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec

Aula 80 – Revisão 12 – AULA DO DIRIGENTE

Aula 81 – Conceitos modernos de uma casa espírita


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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

Objetivo: Centro aberto – assistência espiritual e cursos; espiritismo de vivos para vivos; ênfase na
formação íntima; dinâmica de assistido a aluno, de aluno a trabalhador.
Bibliografia: Curso de Dirigentes de Mocidade – CAM ( pág. 3 até 5, 17 até 26 )

Aula 82 – Fundação e administração legal de um Centro espírita

Objetivo: Aspectos legais para fundação de um centro espírita; diretoria e administração; o grupo
integrado.
Bibliografia: Vivência do Espiritismo religioso – Ed. Aliança ( cap. 11 )

Aula 83 – Trabalhos – Assistência Espiritual

Objetivo: Samaritanos; como se organiza; funcionamento.

Bibliografia: Vivência do Espiritismo religioso – Ed. Aliança ( cap. 6 )


Passes e radiações – Edgard Armond ( parte D )

Aula 84 – Trabalhos – Grupos Mediúnicos

Objetivo: Qual o objetivo; como se organiza; funcionamento.


Bibliografia: Mediunidade – Edgard Armond
Vivência do Espiritismo religioso – Ed. Aliança ( cap. 5 e 6 )
Curso de Dirigentes de Mocidade – CAM ( parte D )
Trabalhos práticos – Edgard Armond

Aula 85 – Trabalhos – Escolas ( Evangelização Infantil, Mocidade Espírita, Curso Básico, Escola
de Aprendizes do Evangelho, Curso de Médiuns )

Objetivo: Qual o objetivo; como se organiza; funcionamento.


Bibliografia: Vivência do Espiritismo religioso – Ed. Aliança ( cap. 2, 3, 5, 7, 8 )

Aula 86 – Trabalhos – Assistência Social

Objetivo: Qual o objetivo; como se organiza; funcionamento.


Bibliografia: Vivência do Espiritismo religioso – Ed. Aliança ( cap. 1, 3, 6 )

Aula 87 – Métodos de trabalho 1

Objetivo: Disciplina; preparação; vibrações, fraternidades.


Bibliografia: Curso de Dirigentes de Mocidade – CAM ( pág. 17 )
Vivência do Espiritismo religioso – Ed. Aliança ( cap. 1 )

Aula 88 – Métodos de trabalho 2

Objetivo: Passes e radiações; cromoterapia; grupos de desobsessão.


Bibliografia: Passes e radiações – Edgard Armond ( parte B e D )
Vivência do Espiritismo religioso – Ed. Aliança

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Aula 89 – Revisão 13 – AULA DO DIRIGENTE

Aula 90 – Religião e religiões

Objetivo: Conceito de religião; religião – ciência e filosofia; religiões primitivas – cultos e ritos;
totemismo, animismo e mitologia.
Bibliografia: Curso de Dirigentes de Mocidade - CAM

Aula 91 – Religiões – influência dos capelinos

Objetivo: Religião no Egito – Hermetismo; religião na Índia – Vedismo, Bramanismo e Budismo;


Religião na China – Confucionismo e Taoísmo; religião na Pérsia – Zoroastrismo.

Bibliografia: Religiões e filosofias– Edgard Armond


Na cortina do tempo – Edgard Armond
Almas afins – Edgard Armond

Aula 92 – A primeira revelação

Objetivo: Monoteísmo hebraico; as três grandes revelações e seu caráter universal; o judaísmo; o
Cristianismo.
Bibliografia: O consolador – Emmanuel
Religiões e filosofias – Edgard Armond
Espiritismo e evolução – Rino Curti

Aula 93 – A segunda revelação

Objetivo: O Cristianismo primitivo; as deturpações e o Catolicismo; o Catolicismo e a igreja


Ortodoxa; o Islamismo.
Bibliografia: A caminho da luz – Emmanuel
Religiões e filosofias – Edgard Armond
Missão do Espiritismo – Ramatís

Aula 94 – O Catolicismo e a reforma Protestante

Objetivo: As Cruzadas e a Inquisição; Missão de Francisco de Assis; a reforma Luterana – o


Protestantismo; a reforma Calvinista.
Bibliografia: A caminho da luz – Emmanuel
Missão do Espiritismo – ramatís
Francisco de Assis – Miramez

Aula 95 – A terceira revelação

Objetivo: Momento histórico do surgimento; revivesc6encia do Cristianismo; ciência, filosofia e


religião.
Bibliografia: Entendendo o Espiritismo – Ed. Aliança
Missão do Espiritismo – Ramatís

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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

Aula 96 – Revisão 14 – AULA DO DIRIGENTE

Aula 97 – O codificador

Objetivo: O Espírito Verdade; Allan Kardec – biografia; Allan Kardec – obra.

Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec


Obras Póstumas – Allan Kardec
Entendendo o Espiritismo – Ed. Aliança
Brasil mais além – Duílio Pena Berne

Aula 98 – Colaboradores de Kardec

Objetivo: O apoio científico; o apoio filosófico.


Bibliografia: Entendendo o Espiritismo – Ed. Aliança

Aula 99 – O Brasil e o Espiritismo

Objetivo: A missão de fraternidade do Brasil; os conceitos espíritas derrubando fronteiras; a


consolidação do caráter religioso.
Bibliografia: Brasil, coração do mundo, pátria do Evangelho – Humberto de Campos
Brasil, terra de promissão – Ramatis

Aula 100 – O Espiritismo no Brasil

Objetivo: Os homeopatas e o Espiritismo; primeiros núcleos; as divergências; Dr. Bezerra


de Menezes.
Bibliografia: Brasil mais além – Duílio Lena Berne

Aula 101 – Espíritas Brasileiros I

Objetivo: Ismael; Emmanuel, André Luiz; Humberto de Campos, Meimei, Maria Dolores; Ramatís,
Miramez; Luiz Sérgio, Lúcius.

Bibliografia: Grandes espíritas do Brasil – Zeus Wantuil

Aula 102 – Espíritas Brasileiros 2

Objetivo: Dr. Bezerra de Menezes, Caírbar Schutel; Anália Franco, Jésus Gonçalves; Chico Xavier,
Edgard Armond.
Bibliografia: Grandes espíritas do Brasil – Zeus Wantuil

Aula 103 – Revisão 15 – AULA DO DIRIGENTE

Aula 104 – Estagnação do movimento espírita


Objetivo: Roustaing X Kardecismo e controvérsias doutrinárias; supervalorização e abuso de
cargos e posições; estagnação de trabalho.

Aula 105 – Defeitos e vícios dos trabalhadores na seara espírita

Objetivo: Idolatria; perfeccionismo; automatismo nos trabalhos; orgulho, vaidade e melindres.


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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

Aula 106 – O Espiritismo hoje


Objetivo: Nos albores do 3o. Milênio; as dores da transição; as sementes de uma nova era.

FILMES PARA AULAS DA MOCIDADE ESPÍRITA

Aliança Espírita Evangélica

Gênese – Evolução nos diferentes Reinos

1 – Fantasia – Walt Disney


1a. Parte – Aborda a formação do universo, a origem da vida na terra e sua evolução, mas não
trata da evolução humana;
2a. Parte – “Aprendiz de Feiticeiro” – Poder dos nossos atos, palavras e atitudes, por vezes não
conseguimos controla-los.

Vida após a morte

1 – Ghost – Deve ser visto com cuidado, tem alguns conceitos errados.
2 – Cidade dos anjos – Deve ser visto com cuidado, tem alguns conceitos errados.
3 – Sexto sentido – mediunidade.
4 – Amor além da vida – Deve ser visto com cuidado, tem alguns conceitos errados.
5 – À procura de alguém – Aborda vingança, processos de obsessão.

Vida em outros planetas

1 – Contato
2 – Guerra nas estrelas – É interessante para motivar uma reflexão das formas de vida possíveis no
Universo.
3 – Jornada nas estrelas – idem ao anterior.

Drogas

1 – Christiane F, 13 anos...
2 – Diário de um adolescente.
3 – Kids.
4 – Transpoiting – Sem limites.

Homossexualismo

1 – Meninos não choram.


2 – Filadélfia.

AIDS

1 – Kids.
2 – Transpoiting – Sem limites.
3 – Filadélfia.

Preconceito

1 – Filadélfia.
2 – Edward mãos de tesoura.
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3 – À primeira vista.
4 – À espera de um milagre – Cenas fortes de morte na cadeira elétrica.
5 – Com mérito – Aborda ideal de vida.
6 – O gênio indomável – Adolescência / ideal de vida.
7 – Gátaca.
8 – A lista de Schindler.
9 – Homens de Honra

Ideal de Vida / Concretização dos sonhos

1 – Com mérito.
2 – O gênio indomável.
3 – Patch Adams – O amor é contagioso.
4 – Um sonho de liberdade – prisão injusta.
5 – Os últimos passos de um homem – Pena de morte.
6 – Os miseráveis – prisão / obsessão / vingança.
7 – Dinossauros – Trabalho em grupo.
8 – Vida de inseto – Trabalho em grupo
9 – O caráter – Dificuldades da vida que nos engrandecem.
10 – Matrix.
11 – Gátaca – Determinismo / sonhos / preconceito.
12 – Vestígios do dia – Coisas que deixamos de fazer para sermos felizes.
13 – Minha vida – Câncer / reavaliação dos valores com a proximidade da morte.
14 – Encontro marcado – reavaliação dos valores com a proximidade da morte.
15 – A lista de Schindler.
16 – A vida é bela.
17 – O homem bicentenário.
18 – Sociedade dos poetas mortos.
19 – Homens de Honra

A primeira revelação - Moisés

1 – O príncipe do Egito – Desenho animado.


2 – Os 10 mandamentos – Filme épico.

A segunda revelação - Jesus

1 – O rei dos reis – Filme épico ( cuidado pois há duas versões, um em preto e branco, muda, a mais
atual é da década de 60 ).
2 – O quarto sábio – Relata sobre o nascimento de Jesus e o eventual 4o. Rei Mago.

Personalidades – Biografias

1 – Gandhi.
2 – Irmão sol, Irmã lua – Vida de São Francisco de Assis.
3 – Joanna D’Arc – Há várias versões do mesmo filme.
4 – Madre Tereza de Calcutá.

Órfãos / Vida em família

1 – Stuart Little.

Cristianismo
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1 – Stigmata – Há cenas fortes que reproduzem o processo de stigmatização, mas o importante é


reforçar a essência das palavras do Cristo.
2 – O pêndulo e o poço – Filme sobre a Inquisição Espanhola, é uma boa ilustração para mostrar o que
foi, em linhas gerais, o movimento inquisitorial de perseguição aos hereges, há cenas fortes de tortura.
3 – O nome da rosa – Filme complexo sobre inquisição, observar o nível intelecto / cultural da turma.

RELAÇÃO DE SIGLAS E NÚMEROS CORRESPONDENTES DAS OBRAS CONSULTADAS

No campo "Bibliografia" relacionamos as obras por letras e algarismos.


As primeiras letras correspondem ao nome do LIVRO, a seguir os números correspondem ao
CAPÍTULO (pergunta ou página).

EXEMPLOS:

(LM) O Livro dos Médiuns.


(IE.82) Iniciação Espírita, capítulo nº 82
(EBM.pág.13) Em Busca do Mestre, página 13
(ESE.17-19,22) Evangelho 2º o Espirit., capítulos 17, 18 19 e 22
(Cs.?261-281) Consolador, perguntas de nº261 a 281

Se a obra está dividida em partes (ou livros) o algarismo romano representa a PARTE (ou Livro)
e o nº a seguir corresponde ao CAPÍTULO (pergunta ou.página).

EXEMPLOS:

(LE.I.3) O Livro dos Espíritos, parte (ou livro) I, capítulo 3.


(LE.II.4-7) O Livro dos Espíritos, parte II, capítulos 4, 5, 6 e 7.
(LE.I.1-4,II.1,11) LE, parte I, cap. 1 a 4; e, par. II, cap. 1 e 11.

Utilizamos:

"-" para designar de tal capítulo (pág. perg.)a tal.


"," para designar tal capítulo (pág. Perg.) e tal.
"pág." para página.
"?" para pergunta.

Notação bíblica:

AT = Antigo Testamento NT = Novo Testamento Lv


= Levítico

Ap = Apocalipse Gn = Gênese Ex = Êxodo

Nm = Número Dt = Deuteronômio Js = Josué

At = Ato dos Apóstolos Mt = Mateus Mc = Marcos

B I B L I O G R A F I A
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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

AAA A Arte de Amar Erich Fromm Itatiaia


AAf Almas Afins Edgard Armond Aliança
Ab O Abismo André Luiz/R. A. Ranieri Fraternidade
AC Ave, Cristo Emmanuel/F.C.Xavier FEB
ACL A Caminho da Luz Emmanuel/F.C.Xavier FEB
AE Arpas Eternas Hilarion de Monte Nebo Kier-Buenos Aires
AEP A Esquina de Pedra Wallace Leal Rodrigues O Clarim
AH Da Alma Humana Antonio J. Freire FEB
AI A Alma é Imortal Gabriel Delanne FEB
AK Allan Kardec Zeus Wantuil e Francisco Thiesen FEB
AL Ave Luz Shaolin/João Nunes Maia Fonte Viva
AR Ação e Reação André Luiz/F.C.Xavier FEB
Bb A Bíblia
BCM Brasil Cor do Mundo Pát do Evang Humberto de Campos/FCXavier FEB
BG Bhagavad Gitâ – A mensagem do Mestre Pensamento
BMA Brasil Mais Além Duílio Berni FEB
BN Boa Nova Humberto de Campos / F.C.Xavier FEB
BTR E a Bíblia Tinha Razão Werner Keller Círculo do Livro
Brr Barrabás José Herculano Pires Edicel
CAB O Caibalion desconhecido Pensamento
CAD 50 Anos Depois Emmanuel / F.C.Xavier FEB
CAP Curso de Aprendizes do Evangelho - lº Ano FEESP
CAS Curso de Aprendizes do Evangelho - 2º Ano FEESP
CAT Crônicas de Além Túmulo Humberto de Campos / F.C.Xavier
CD A Constituição Divina Richard Simonetti Edit. Graf. S.
João
CdD A Caminho do Deserto Emidio S.F.Brasileiro Edit.Universo
Cdt Conduta Espírita André Luiz/F.C.Xavier FEB
CdF O Caminho da Felicidade Huberto Rohden Alvorada
CdL Celeiro de Luz Roque Jacintho Luz no Lar
CE Cristianismo e Espiritismo Léon Denis FEB
CeV Coração e Vida Maria Dolores / F.C.Xavier
CF O Chanceler de Ferro J.W.Rochester / Wera Krijanowskaia FEB
Chk Os Chakras C. W. Leadbeater Pensamento
CI O Céu e o Inferno Allan Kardec FEB
CL Caminhos de Libertação Valentim Lorenzetti Aliança
Cs O Consolador Emmanuel / F.C.Xavier FEB
CT Na Cortina do Tempo Edgard Armond Aliança
CTM A Nova Civilização do 3° Milênio Pietro Ubaldi
CVV Caminho, Verdade e Vida Emmanuel/F.C.Xavier FEB
CVVPCVV - Uma Proposta de Vida Aliança
DB Dicionário Bíblico John L. Mackenzie
DCA Do Calvário ao Apocalipse Frederico Pereira Silva Júnior
DdM Depois da Morte Léon Denis FEB
DE O Duplo Etérico Major Arthur E. Powell
Pensamento
DEE Dinâmica Espiritual da Evolução Jorge Andréa dos Santos Fon-Fon
DeJ Um dia em Jerusalém Emídio S. F. Brasileiro
Dlg Diálogo Divaldo Pereira Franco USE
DMV A Dinâmica da Mente na Vis Espí José Marques Mesquita Luz no Lar
DN Deus na Natureza Camille Flammarion FEB
EA A Evolução Anímica Gabriel Delanne FEB
EAp O Espiritismo Aplicado Eliseu Rigonatti Pensamento
EBM Em Busca do Mestre Pedro de Camargo FEESP
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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

EC Os Exilados da Capela Edgard Armond Aliança


EDE Espiritismo as Dout Espiritualistas Deolindo Amorim CELD
EDM Evolução em Dois Mundos André Luiz / F.C.Xavie FEB
EEDM Elucidário de Evol. Dois Mundos José Marques Mesquita Culturesp
EeT O Espírito e o Tempo J. Herculano Pires Edicel
EH O Evangelho dos Humildes Eliseu Rigonatti Pensamento
EHI Educação do Homem Integral Huberto Rohden Alvorada
EI Evangelização Infantil Mariluz Valadão Vieira Aliança
EJ Eu, Judas Taylor Caldwell Ed.Record
ELC O Evangelho à Luz do Cosmo Ramatis / Hercílio Maes FreitasBastos
ELL Evang. Lar "À Luz do Espiritismo" Maria T. Compri FEESP
EaM Estudando a Mediunidade Martins Peralva FEB
EM Encontro Marcado Emmanuel / F.C.Xavier FEB
Emm Emmanuel Emmanuel / F.C.Xavier FEB
EoE Entendendo o Espiritismo Autores diversos Aliança
EP Os Enigmas da Psicometria Ernesto Bozzano FEB
EPH O Espiritismo e os Problemas Humanos Deolindo Amorim USE
ESE O Evangelho Segundo o Espiritismo Allan Kardec FEB
ESJ O Evangelho Segundo João Nelson Lobo de Barros LAKE
ET Enquanto é Tempo Edgard Armond Aliança
ETM Evolução para o Terceiro Milênio Carlos Toledo Rizzini Edicel
FCE Filosofia Cósmica do Evangelho Humberto Rohden Alvorada
FdM O Fim do Mundo Camille Flamarion FEB
FM O Faraó Mernefetá J.W.Rochester / Wera Krijanowskaia LAKE
FP Formas de Pensamento Annie Besant e C. W .Leadbeater Pensamento
FR Filosofias e Religiões Edgard Armond Aliança
FSA As Forças Sexuais da Alma Jorge Andréa dos Santos FEB
FV Fonte Viva Emmanuel / F.C.Xavier FEB
GA Guia do Aprendiz Edgard Armond Aliança
GCS Guia p/ Conhecimento de Si Mesmo Ângela Maria La Sala Bata Pensamento
GD Guia do Discípulo Edgard Armond Aliança
GE O Grande Enigma León Denis FEB
GMP A Gênese - Os Milag.e Pred.2º Esp. Allan Kardec FEB
GS A Grande Síntese Pietro Ubaldi LAKE
HA Hora do Apocalipse Edgard Armond Aliança
HC O Homem e seus Corpos Annie Besant Pensamento
HDA Há 2000 Anos Emmanuel / F.C.Xavier FEB
HH História dos Hebreus Flávio Josefo
HJC Histórias que Jesus Contou Clóvis Tavares LAKE
HMB Histórias do Mundo Bíblico Nelson B. Keyes Seleções Reader's Digest
HVI O Homem Visível e Invisível C. W. Leadbeater Pensamento
IE Iniciação Espírita Edgard Armond (coordenação geral) Aliança
ISA Interpretação Sintética do Apocalipse Cairbar Schutel O Clarim
JD Justiça Divina Emmanuel / F.C.Xavier FEB
JdJ Jesus dentro do Judaísmo James H. Charlesworth Imago
JdN Jesus de Nazaré William Barclay Livros Abril
JIR Judas Iscar sua reenc como Joana D'Arc José Fuzeira ECO
JN Jesus Nazareno Huberto Rohden Alvorada
LA Leis de Amor
LCE Lindos Casos do Evangelho Ramiro Gama
LE O Livro dos Espíritos Allan Kardec FEB
LEt Laços Eternos Lúcius / Zíbia M. Gasparetto Caminheiros
LM O Livro dos Médiuns Allan Kardec FEB
LMr As Leis Morais Rodolfo Caligaris FEB
LMV Leis Morais da Vida Divaldo P. Franco Alvorada
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ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

LS A Linguagem dos Sentimentos David Viscott


MAp A Mensagem do Apocalipse Nelson Lobo de Barros Pensamento
MAs Mensagens do Astral Ramatis / Hercílio Maes FreitasBastos
MC As Marcas do Cristo Hermínio C. Miranda FEB
Md Mediunidade Edgard Armond Aliança
MdM Maria de Magdala Roque Jacintho Luz no Lar
MdN Maria de Nazaré Roque Jacintho Luz no Lar
ME Magnetismo Espiritual Michaelus FEB
MfC A Metafísica do Cristianismo Huberto Rohden Alvorada
MHA Médico de Homens e Almas Taylor Caldwell Record
ML Missionários da Luz André Luiz / F.C.Xavier FEB
MM Muitas Moradas Gina Cerminara
Mn Mediunismo Ramatis / Hercílio Maes FreitasBastos
MPE Manual Prático do Espírita Ney Prieto Perez Pensamento
MPs Medicina Psico-Espiritual Ângela Maria La Sala Batà
MPJ As Maravilhosas Parábolas de Jesus Paulo Alves Godoy FEESP
Mr Maria Scholem Asch Nacional
MRS As Margens do Rio Sagrado Edgard Armond Aliança
Ms Moisés Scholem Asch Nacional
NCT A Nova Civilização do 3º Milênio Pietro Ubaldi FEB
NDM Nos Domínios da Mediunidade André Luiz / F.C.Xavier FEB
NdT O Nascimento da Terra Roselis Von Sass
NEM Na Escola do Mestre Pedro de Camargo FEESP
NI No Invisível Léon Denis FEB
NL Nosso Lar André Luiz / F.C.Xavier FEB
NMM No Mundo Maior André Luiz / F.C.Xavier FEB
NTJ Nos Tempos de Jesus Maria Pimentel
Nz O Nazareno Scholem Asch Nacional
OP Obras Póstumas Allan Kardec
PA Pérolas do Além Extratos / F.C.Xavier FEB
PC Palavras do Coração Meimei / F.C.Xavier CEU
PDE O Pensamento de Emmanuel Martins Peralva
PdN Profecias de Nostradamus Marques da Cruz
PE Paulo e Estevão Emmanuel / F.C.Xavier FEB
PEJ Parábolas e Ensinos de Jesus Cairbar Schutel O Clarim
PEL Parábolas Evangélicas à Luz do Espiritismo Rodolfo Calligaris FEB
PGL Palingênese, a Grande Lei Jorge Andréa dos Santos Caminh.da Libert.
PN Pai Nosso Meimei / F.C.Xavier FEB
PoN Pão Nosso Emmanuel / F.C.Xavier FEB
PqS Por que Sofremos Huberto Rohden Alvorada
PR Passes e Radiações Edgard Armond Aliança
PrE O Principiante Espirita Allan Kardec FEB
PrR Primícias do Reino Amélia Rodrigues / Divaldo P. Franco
PSD O Problema do Ser, do Destino e da Dor Léon Denis FEB
PSH Os Primeiros Seres Humanos Roselis Von Sass
Psi Psicologia Espírita Jorge Andréa dos Santo Fon-Fon
Pss O Passe Jacob Melo FEB
PT Paulo de Tarso Huberto Rohden Alvorada
PVd Pensamento e Vida Emmanuel / F.C.Xavier FEB
PVt Pensamento e Vontade Ernesto Bozzano FEB
QeE O que é o Espiritismo Allan Kardec FEB
QSJ Os Quatro Sermões de Jesus Paulo Alves Godoy FEESP
RBA Reflexões sobre as Bem-Aventuranças Durval Ciamponi FEESP
RBF Reencarnação Baseada em Fatos Kruger Mattos Edicel
RD O Reino dos Deuses Geoffrey Hodson Pensamento
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CURSOS DE EXPOSITORES 2006
ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

RdC A Ressurreição do Cristo Og Mandino Record


Rdt O Redentor Edgard Armond Aliança
RDN Reino dos Devas dos Espírit da Natureza Geoffrey Hodson Pensamento
Ree A Reencarnação Gabriel Delanne FEB
ReI Reencarnação e Imortalidade Hermínio C. Miranda
R eV Ressurreição e Vida Leon Tolstoi / Ivonne A. Pereira FEB
RF Religiões e Filosofias Edgard Armond Aliança
RL Relicário de Luz Diversos / F.C.Xavier FEB
Rlg Religião Carlos Imbassahy
Rn Renúncia Emmanuel / F.C.Xavier FEB
RnB Reencarnação na Bíblia Hermínio C Miranda
Rt Roteiro Emmanuel / F.C.Xavier FEB
SeD Sexo e Destino André Luiz / F.C.Xavier FEB
SeE Sexo e Evolução Walter Barcelos EEC Fonte Viva
SFJ Seleções de Flávio Josefo Ed. Ameris
SMh O Sermão da Montanha Huberto Rohden Alvorada
SMr O Sermão da Montanha Rodolfo Calligaris FEB
SPg O Sublime Peregrino Ramatis / Hercílio Maes FreitasBastos
SPb Sabedoria das Parábolas Huberto Rohden Alvorada
Ss Salmos Edgard Armond Aliança
SST Sexo, Sublime Tesouro Eurípedes Kühl Fonte Viva
SV Sinal Verde André Luiz
Comun.Esp.Cristã
TCC Terapia Centrada no Cliente Carl Rogers Martins Fontes
TP Tornar-se Pessoa Carl Rogers Martins Fontes
Ur Urânia Camille Flammarion FEB
VAA Vida e Atos dos Apostolos Cairbar Schutel O Clarim
VAK Vida e obra de Allan Kardec André Moreil
VCR Vinte Casos Sugestivos de Reenc Ian Stevenson, Dr.
VeF A Vida em Família Rodolfo Calligaris IDE
VER Vivência do Espiritismo Religioso Edgard Armond Aliança
VeS Vida e Sexo Emmanuel / F.C.Xavier FEB
VL Vinha de Luz Emmanuel / F.C.Xavier FEB
VMJ A Vida Mística de Jesus H. E. Lewis
VPM A Vida no Planeta Marte Ramatis / Hercílio Maes FreitasBastos
VQP A Vida Quotidiana tempo Jesus Daniel Pops Ed. Livr. Bras. - Lisboa

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