APOSTILA DO CURSO DE EXPOSITORES

SANTO ANDRÉ ABRIL DE 2006

CURSOS DE EXPOSITORES 2006 ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – REGIONAL ABC

INDICE INTRODUÇÃO...................................................................................................................... 4 JANELA DE JOHARI ............................................................................................................ 5 LIDERANÇA ......................................................................................................................... 6 CONCEITO DE COMUNICAÇÃO......................................................................................... 6 OBJETIVOS DO EXPOSITOR ............................................................................................. 7 MOTIVAÇÃO E ENTUSIASMO ............................................................................................ 7 DISPOSIÇÃO MENTAL ........................................................................................................ 8 NEUROLINGÜISTICA .......................................................................................................... 8 ATITUDES PRIMÁRIAS ....................................................................................................... 9 APARÊNCIA FÍSICA............................................................................................................. 9 PREPARAÇÃO E ELEVAÇÃO ESPIRITUAL SIMPLIFICADA............................................ 10 ENCERRAMENTO E VIBRAÇÕES SIMPLIFICADAS ........................................................ 10 ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – CONCEITO............................................................. 10 HIDRATAÇÃO E SALIVAÇÃO............................................................................................ 11 VOZ .................................................................................................................................... 11 OLHAR ............................................................................................................................... 12 POSTURA E GESTICULAÇÃO .......................................................................................... 12 RITMO E ENTONAÇÃO ..................................................................................................... 13 AUTODOMÍNIO .................................................................................................................. 14 OBSTÁCULOS DECORRENTES DA LINGUAGEM........................................................... 14 OBSTÁCULOS DECORRENTES DE VÍCIOS DE LINGUAGEM ....................................... 14 OBSTÁCULOS DECORRENTES DA PERSONALIDADE.................................................. 15 TÉCNICAS DE NOVA POSTURA ...................................................................................... 15 ATITUDES QUE SE DEVE EVITAR ................................................................................... 20 CACOETES ........................................................................................................................ 21 INIBIÇÃO ............................................................................................................................ 21 RETENÇÃO DO CONHECIMENTO / PROCESSOS DE APRENDIZAGEM ...................... 21 AMBIENTES DE LIDERANÇA............................................................................................ 22 O COMUNICADOR............................................................................................................. 22 FLEXIBILIDADE ................................................................................................................. 23 MEMÓRIA........................................................................................................................... 23 MOVIMENTAÇÃO .............................................................................................................. 23 PRESENÇA ELOQÜENTE ................................................................................................. 24 IMPROVISAÇÃO X PLANEJAMENTO ............................................................................... 24 ESTRUTURA DA EXPOSIÇÃO.......................................................................................... 24 O MEDO ............................................................................................................................. 25 PRECONCEITO.................................................................................................................. 26 PRECE DOS APRENDIZES DO EVANGELHO ................................................................. 27 O BOM SERVIDOR ............................................................................................................ 27 COLA OU LEMBRETE ....................................................................................................... 27 COMPORTAMENTO DO EXPOSITOR .............................................................................. 28 PREPARAÇÃO DO TEMA.................................................................................................. 28 PROCRASTINAÇÃO E QUERER....................................................................................... 30 QUALIDADE NA APRESENTAÇÃO................................................................................... 30 PRONÚNCIA ...................................................................................................................... 30 QUALIDADES LITERÁRIAS............................................................................................... 31 RESPIRAÇÃO .................................................................................................................... 31 2 de 120

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AS DEZ DICAS DO PERFEITO ORADOR. ........................................................................ 31 QUADRO DE IDÉIAS ......................................................................................................... 33 SESSÃO DOUTRINÁRIA – CONCEITO............................................................................. 35 CURSO DE MÉDIUNS – CONCEITO................................................................................. 35 ESCOLA DE PAIS – CONCEITO ....................................................................................... 36 PRELEÇÃO EVANGÉLICA – TÉCNICAS .......................................................................... 36 PRELEÇÃO EVANGÉLICA – ASPECTOS ESPIRITUAIS E PSICOLÓGICOS .................. 37 PRELEÇÃO EVANGÉLICA - CONCEITO .......................................................................... 38 CURSO BÁSICO DE ESPIRITISMO – CONCEITO............................................................ 40 ESCOLA DE APRENDIZES DO EVANGELHO – CONCEITO ........................................... 40 ESCLARECIMENTOS SOBRE O PLANO DA EAE............................................................ 41 ESCOLA DE APRENDIZES DO EVANGELHO – PLANO CONVITE ................................. 42 TIPOS DE ALUNOS ........................................................................................................... 42 O PROGRAMA DA ESCOLA DE APRENDIZES ................................................................ 44 OS NÉS, TÁS, HUNS, ÃÃS, ÁÁS ....................................................................................... 44 ARTICULAÇÃO .................................................................................................................. 45 DEFEITOS DE LINGUAGEM ............................................................................................. 46 CONGRUÊNCIA ................................................................................................................. 46 ORIENTAÇÕES GERAIS AO EXPOSITOR DE AULAS..................................................... 46 DINÂMICAS DE GRUPO.................................................................................................... 47 VIDA PLENA....................................................................................................................... 52 DECÁLOGO DO EXPOSITOR ( ALKINDAR DE OLIVEIRA )............................................. 54 DINÂMICAS LÚDICAS ....................................................................................................... 55 DINAMIZAÇÕES DE AULAS.............................................................................................. 55 MOCIDADE ESPÍRITA ....................................................................................................... 56 BIBLIOGRAFIA / CRÉDITOS: ............................................................................................ 59 PRIMEIRO ANO ....................................................................................................................... 62 TERCEIRO ANO....................................................................................................................... 84 CURSO BÁSICO DE ESPIRITISMO....................................................................................... 90 SESSÃO DOUTRINÁRIA........................................................................................................... 94 CURSO DE PASSES E MÉDIUNS..................................................................................... 96 MOCIDADE ESPÍRITA ....................................................................................................... 99 CICLO 1.............................................................................................................................. 99 CICLO 2............................................................................................................................ 106 FILMES PARA AULAS DA MOCIDADE ESPÍRITA .......................................................... 114 B I B L I O G R A F I A....................................................................................... 116

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INTRODUÇÃO
Com objetivo de facilitar o aprendizado e aperfeiçoamento dos irmãos discípulos em cristo dispomos este material que nos foi passado quando fizemos o curso de multiplicadores na RGA2005. São informações valiosas para todos nós que trabalhamos na divulgação da mensagem crística. Mudamos o formato original das paginas, mas a essência é a mesma, todo trabalho de compilação e conteúdo pertence aos nossos instrutores Carlos Parada e Rogério que trabalham na regional São Paulo e a eles agradecemos pelo bom trabalho. Este pequeno Manual tem a intenção de servir como guia. Os assuntos podem e devem ser aprofundados, os estudos do mesmo contribuirá para o bom aproveitamento do curso. O grande objetivo é fornecer os elementos conceituais mais importantes para que todos os cursos, independente de suas necessidades Regionais, possam ter a mesma linguagem, e o expositor da Aliança tenha sua orientação padronizada em todos os locais atingidos pela luz dos programas orientados pela Espiritualidade.

Nesta segunda edição acrescentamos parte importante do material colhido da equipe que dirigiu o curso de multiplicadores na RGA2006, e será sempre atualizado a cada curso, o nosso objetivo é sempre oferecer o melhor a vocês irmãos que se colocam para o trabalho. A maior caridade que se faz a doutrina é divulgá-la.

Muita paz a todos,

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JANELA DE JOHARI
Para cumprir o objetivo único da vida que é a evolução, o espírito se abriga em estruturas mutáveis e que vai abandonando à medida que delas não mais necessita. Nesse estudo temos duas estruturas: (Plano físico (elementos inferiores) – (1) Corpo físico, 2) Duplo etéreo. Plano astral (elementos intermediários) – (1) Corpo astral, 2) Corpo mental. Nestes dois planos (físico e astral) e em seus respectivos corpos (físico, etéreo, astral e mental) é que reside o que chamamos de personalidade. É na compreensão destas estruturas é que está a possibilidade de nossa mudança interior. Físico: Exercícios, alimentação, relaxamento, respiração, asseio. Etéreo: Extensão dos benefícios acima. Astral: Erradicação de vícios, controle de paixões, contenção de defeitos. Mental: Meditação, reflexões elevadas, fuga das inquietações. A personalidade é o conjunto total de características que torna o indivíduo único, diferente dos demais. Ela se revela através da conduta e o indivíduo toma conhecimento dela através das reações favoráveis ou desfavoráveis daqueles que o cerca. Essas reações são observadas quanto: Aparência física, intelectualidade, emoções, sociabilidade, valores. Já que notamos ou tomamos conhecimento de nossa personalidade pelas reações (feedback) dos outros, podemos lançar mãos de recursos que poderão nos auxiliar na identificação do que é melhor ou mais adequado no relacionamento com o próximo e consigo mesmo. Nas áreas da personalidade temos os quadrantes: Conhecido para MIM I Eu aberto III Eu secreto Não conhecido para MIM II Eu cego IV Eu desconhecido

Área I (Eu aberto) Conhecido por nós e pelos outros – Este comportamento varia muito conforme nossa expectativa de certo ou errado em um ambiente já conhecido. São coisas óbvias como fala, habilidades, atitudes gerais. Área II (Eu cego) Conhecido pelos outros e não conhecido por nós – Manifestações nervosas, sob tensão, agressividades, altos desafios, discordâncias. É nesta área que nos tornamos críticos com os outros. Área III (Eu secreto) Conhecemos e escondemos dos outros – Quando e onde nos sentimos ameaçados e por incapacidade de comunicação satisfatória, usamos máscaras que nos ajudam a representar papéis. Nesta área a pessoa é capaz de se abrir com estranhos e se fechar com aqueles que ama. Área IV (eu desconhecido) Nem nós, nem os outros conhecem – Traumas de infância, potencialidades reprimidas, estado de defesa. Análise da mudança de quadrantes: Área I (eu aberto) é o melhor de todos os estilos. A pessoa sabe o que faz e por isso aceita o retorno que é dado por aqueles que os cercam. O indivíduo se expõe mais, pois sabe seus limites e a medida que esta área cresce ela invade outras, mas principalmente a área III.

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Área II (eu cego) leva muito tempo para agirmos nesta área, pois desconhecemos o que aí se passa e por não concordarmos com o retorno, dificultamos a auto-análise e por nossa contrariedade e irritação os outros passam a sonegar informação o que dificulta mais o processo. Nesta situação surge o autoritarismo, melindres e ressentimentos. Área III (eu secreto / fachada) É o que mais existe nos dias de hoje e faz com que o indivíduo use máscaras para cumprir bem seus papéis sociais. Com a expansão desta área o indivíduo perde muito tempo e energias, pois fica cada vez mais difícil defende-la. Área IV (eu desconhecido) Potencial inexplorado, criatividade reprimida, não assume riscos, observa superficialmente os acontecimentos. É a situação mais perigosa, pois não sabemos onde estamos pisando e nos tornamos capazes de extremos. CONCLUSÃO: Quando estamos preparando um tema para qualquer tipo de apresentação onde estaremos expondo a alguém, devemos perceber qual área de nossa janela foi iluminada e utilizarmos o tema para nossa análise em primeiro lugar.

LIDERANÇA
“O Discípulo de Jesus é aquele que deixou de ser conduzido para conduzir”, isto é liderança. Líder no movimento espírita, além dos atributos normais de um condutor comum, deverá reunir outras características, pois sua ação está estreitamente ligada à evangelização do próximo e a continuidade da Doutrina. As características necessárias são: • • • • • • • Comprometimento – “Tatuar a pele”. Envolvimento – Ele faz com as pessoas. Entrosamento – Ele conhece o que faz. Responsabilidade – Sabendo que a tarefa é sua, cria condições e faz. Aferição – Checa o resultado de seu trabalho. Entusiasmo – Gosta do que faz. Firmeza – Contorna os obstáculos.

Todos estes valores servem e valem para o expositor espírita, se faltar algum deles deixa de cumprir com a tarefa integralmente.

CONCEITO DE COMUNICAÇÃO
Comunicação vem do Latim (comunicare) que significa tornar comum, partilhar, trocar opiniões, conferenciar. É elemento fundamental no relacionamento, na socialização e na convivência em grupos de qualquer espécie. Os elementos do processo comunicativo são: Emissor: É a fonte da comunicação, indivíduo que toma a iniciativa, que envia a mensagem. Mensagem: Conteúdo da comunicação pode ser falado, escrito, desenhado, etc., dependendo do canal de comunicação. Receptor: Aquele que recebe a mensagem e a interpreta. Canal de comunicação: Meio pela qual a mensagem é transmitida (escrita ou falada). Ruídos: Interferências no processo de comunicação (em qualquer elemento do processo), exemplos: – No emissor: Gagueira, atitude imprópria, desconhecimento, etc. – Na mensagem: Falta de dados, de clareza, de objetividade, etc. – No receptor: Surdez falta de atenção, leitura deficiente, etc. – No canal: barulhos, defeitos em aparelhos, erros gráficos, etc.

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OBJETIVOS DO EXPOSITOR
Esclarecer: Revelando o Evangelho pela Doutrina Espírita Conscientizar: Da moral Cristã pelos exemplos de Jesus Consolar: Transmitindo ânimo, fé, esperança, otimismo e entusiasmo. Focar a reforma íntima do aluno (em caso de aulas de EAE) “Mil conceitos teóricos de nada valem se não forem aplicados corretamente. Ensinar é aprender duas vezes” (Vera Perez). “O que vos digo aos ouvidos, proclamai-o sobre os telhados” (Jesus). O expositor é um trabalhador diferente. É um discípulo de Jesus como os demais trabalhadores, é um divulgador da Doutrina como os demais, porém seu trabalho é equiparado ao de Pedro, João e Tiago quando por ocasião da eleição dos Diáconos, sua visão deve ser a de Paulo que compreendeu desde cedo que a iluminação da mente faz adeptos comprometidos com a mensagem renovadora e não somente o consolo ou a esperança. Ele realiza o “efeito multiplicador” propagando a Doutrina no que ela tem de melhor.

MOTIVAÇÃO E ENTUSIASMO
Não entraremos aqui em aspectos psicológicos do estar e do ser motivado, mas apenas lembrar que somos seres constantemente influenciáveis pelas ações do meio. Assim temos tendências a variarmos nossas disposições, mentais e físicas, dependendo do que nos ocorre no dia-a-dia. Muitas vezes, em nome da razão deixamos de acreditar na possibilidade de algo dar certo e perdemos a ação de concretizar este algo. Isso é que o expositor tem que ter em mente constantemente. A tarefa deve ser gratificante e estimulante, encararmos cada aula, cada preleção, como oportunidades valiosas de estudo, aprendizado e crescimento. O fardo não deve ser pesado, ao contrário, o fardo é leve porque a recompensa é muito maior, a sensação do dever cumprido, o olhar penetrante do aluno, o sorriso nos lábios, a reflexão profunda em torno da vida, tudo isso é a recompensa que deve nos mover à frente, conscientes que o trabalho é pelo Cristo e não por nós. A motivação segundo Taylor (1910) baseia-se na obediência aos métodos e nas penas e recompensas. A máxima é: Quanto vou ganhar com isto se fizer deste jeito? Maslow (1943) expõe que o homem só buscará satisfazer suas necessidades quando a anterior estiver satisfeita, como uma pirâmide de valores. Em 1970 formulou-se a teoria do X, Y, Z onde X seriam pessoas acomodadas que só se mexem quando punidas, coagidas ou obrigadas. O Y seriam pessoas inquietas que aceitam desafios e Z seriam as pessoas a favor da cooperação, dão ênfase ao trabalho em equipe, para elas o sucesso vem da direção em comum e não do trabalho em todas as direções. São dinâmicas, solidárias, pedem ajuda e dividem responsabilidades. Este estudo serve para esclarecer o expositor quanto aos tipos de motivação existentes e que com certeza ele encontrará nos alunos. O seu texto deverá ter a qualidade que satisfaça pelo menos o tipo de motivação dominante. Ser motivado é ter otimismo aliado a comportamento entusiástico. Ser otimista é acreditar que tudo vai dar certo. Lembremo-nos dos conceitos de vida plena, onde todas as experiências são amigas, e agir entusiasticamente é transformar, agir, transmutar em realidade. Quais são as conseqüências de se agir entusiasticamente?

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Primeiro: estimula e contagia positivamente o grupo para um objetivo, levanta o moral, eleva a vibração. Segundo: Favorece o crescimento e a mudança, pois com um clima de maior intensidade emocional o sujeito se dispõe a mudar, a cortar laços cristalizados, a “não se recalcitrar contra os aguilhões” como recebeu a instrução Paulo de Tarso. Terceiro: Com este estado de disposição potencializado o indivíduo se abre à busca de novas experiências e oportunidades. Sugestões para se agir entusiasticamente: • • • • • • • • • • • • • • • • • • Passar das palavras à ação. (Emmanuel: A palavra esclarece, mas o exemplo arrasta). Para de se lamentar. (Evitar dizer: Não sei..., é impossível..., mas...). Administrar o tempo. Concentrar-se no agora. Aprender com as experiências passadas. Distinguir o essencial do não essencial. Planejar, estabelecendo prioridades. Desenvolver a autodisciplina. Vencer o medo. Tentar, começar, caminhar. Tomar iniciativas. Errar: De vez em quando acertar. Aprender com os insucessos. Avaliar causas e conseqüências. Cultivar boa saúde física e mental. Ter visão criativa. Sair da rotina. Ser flexível e tolerante.

DISPOSIÇÃO MENTAL
O expositor deve ter em si que a tarefa é agradável, gratificante. Alimentar amor por ela e estar sempre motivado a exerce-la, independentemente das dificuldades do dia-a-dia. No início existirá uma dificuldade natural que diminuirá com o treino, isso se dará em forma de receio, de dúvida (Será que estou à altura da tarefa? Será que tenho bagagem literária para isso? Como o público vai reagir à apresentação? E se alguém perguntar algo que não sei? Etc.). Deve-se começar a conversar muito com amigos de jornada, permitindo-se acrescer pontos de vista diversos e enriquecer os conhecimentos. A disposição mental baseia-se em construir no nosso íntimo a necessidade de falar, mas não apenas da boca para fora, e sim transmitir o que se vivencia, em toda a plenitude das experiências, com todos os sentimentos que nos são gerados. Devemos aproveitar todas as oportunidades que nos são colocadas às mãos. Quanto maior a prática, maior será o aprendizado e conseqüentemente os fatores que permitirão segurança e harmonia nas apresentações.

NEUROLINGÜISTICA
Os canais de comunicação dos seres são: – – – Visual: Percepção do mundo pelo que se vê. Auditivo: Percepção do mundo pelo que se ouve. Sinestésico: Percepção do mundo pelo que se sente

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Em todo o nível de comunicação os três canais se fazem presentes. A aula deve estar preparada para ser “ouvida’”, vista “e” sentida”, pois só assim a comunicação se estabelecerá plenamente. Independentemente deste aspecto específico temos a realidade de que em média só retemos 20% do que ouvimos, 30% do que vemos e 50% do que sentimos. Para que se efetue a boa comunicação é necessária a sintonia (rapport), algo em comum que alimente e sustente esta relação (no caso da EAE é o programa). Em nosso caso o rapport se estabelecerá com o domínio que temos do programa e dos objetivos de cada aula. Um exemplo perfeito do rapport é o da dança de casal, pois quando se dança bem não se sabe quem está conduzindo ou quem é conduzido, as ações são comandadas em conjunto, pois os dois se movimentam ao sabor do mesmo ritmo e harmonia. Espelhamento (fisiologia empática): Devemos ser simpáticos e aceitos pela turma, e para isto alguns aspectos são importantes: Aparência, identificação, postura, gestos e voz. Motivação: Os atos humanos de cunho elevado e moral são motivados para que se evite a dor e se busque o prazer. Nossa comunicação deve ocorrer no sentido de auxiliar os alunos a buscarem o prazer e não só fugir da dor.

ATITUDES PRIMÁRIAS
• • • • • • • • • • • • Amor ao próximo (Ama a teu próximo como a ti mesmo). Ter tato pedagógico (Domínio da classe, não deixar que o raciocínio encubra o discernimento. Levar amor). Fidelidade à mensagem Cristã. Paciência e compreensão (Observação, força de vontade, autoridade moral, bom senso e sensibilidade). Simpatia (Conter a tirania dos nervos). Aparência pessoal (Simplicidade, limpeza, não usar enfeites exagerados que desviem atenção, não se vestir como estar indo a um clube ou baile de gala). Reserva e dignidade (Compreender os defeitos ou más tendências – vícios, desvios de comportamento, atitudes inadequadas, etc.). Imparcialidade (Não tomar defesa de questões exteriores e polêmicas, partidos políticos, esportes, etc.). Sinceridade (Criar ambiente positivo. Todos percebem que podem ser sinceros e espontâneos, sem melindres). Conhecimento (É o primeiro passo que leva ao desabrochar de virtudes). Promover disciplina (Dar exemplo, impor limitações com carinho, obedecer a horários – Sala cheia e silenciosa não significa aprendizado). Capacidade de despertar a atenção e o interesse (Atenção é o interesse em ação).

APARÊNCIA FÍSICA
É necessário que o expositor adeque-se à sua tarefa, inclusive no âmbito social, para que sua aparência seja agradável aos olhos, evitando imagens negativas ou preconceituosas. Por não se tratar de evento social, faz-se necessário tomar alguns cuidados para a apresentação pessoal, tanto em preleções quanto em exposições de aulas. É sabido que na grande maioria das vezes o expositor tem que se deslocar diretamente de seu local de trabalho físico para a tarefa espiritual, o que pode gerar algumas distorções, que devem ser minimizadas se tomarmos alguns pequenos cuidados. É muito importante cuidarmos do hálito, principalmente quando permanecemos muitas horas sem alimentação, quando temos problemas estomacais ou gengivais. Este fato é de simples solução, basta criarmos o hábito de carregarmos conosco um tubo de pasta dental e escova para a devida higienização um pouco antes da apresentação (pode ser no banheiro do Centro Espírita mesmo). Ainda nesta questão podemos fazer um “lanchinho” rápido, no deslocamento para o Centro, com

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algo simples como biscoitos, sucos naturais, barras de cereais, etc., isso não exclui a posterior higienização. A higiene corporal é mais difícil quando nos deslocamos diretamente das atividades materiais. Muitas vezes trabalhamos em atividades que exigem desgaste corporal e conseqüentemente nos vemos “sujos” ou “suados” além da conta. Um “mini-banho” na pia do banheiro do Centro, com aplicação de um suave desodorante pode auxiliar neste caso. Uma boa troca de camisa também se faz necessário. O contrário também vale. Podemos trabalhar em local que exige uma formalidade extrema de vestimenta e nos deslocamos para a tarefa espiritual em local muito simples, humilde. O bom senso nos indica que neste momento devemos ao menos tirar os excessos do formalismo (terno, gravata, salto alto, ornamentos, lenços, maquilagem carregada, etc.) e apresentarmo-nos de forma mais natural. Aparência agradável não combina com desleixo ou falsidade. Devemos ser nós mesmos, sempre. A vestimenta deve ser coerente conosco. Exemplo: Não queiramos ir à uma aula de Mocidade Espírita de bermudão, tênis colorido, camiseta do “Rapa” ou do “Ratos de Porão” se nosso estilo natural é outro, vai soar (e será) falsidade, que será detectada no primeiro instante por toda a platéia. Também não adianta nos vestirmos com a “roupa de missa” se sabemos que nosso dia-a-dia é outro, ficaremos incomodados e preocupados com algo que não vai à essência da tarefa. Basta cuidar da apresentação com crítica, nos pequenos detalhes (meias de cores diferentes, sapatos trocados, roupas furadas, rasgadas ou manchadas, camisa desalinhada, meia calça com fio puxado, etc.). E caso algo aconteça no caminho ou pouco antes da apresentação encare com bom humor, já que a vida nos reserva surpresas inimagináveis. Apenas um cuidado: Nunca se apresente de camiseta regata, chinelos ou bermudas, isso pode aparentar desdém ao público e com certeza passa pela falta de respeito ao próximo.

PREPARAÇÃO E ELEVAÇÃO ESPIRITUAL SIMPLIFICADA
Normalmente utilizada em Preleções Evangélicas: • • • • • Prece inicial de forma simples. Não envolver nomes de entidades espirituais. Citar apenas: Mentores individuais, Jesus e Deus. Não criar mal-entendidos, mistificações e confusões. Pai-Nosso.

ENCERRAMENTO E VIBRAÇÕES SIMPLIFICADAS
• • • Recolhimento. Vibrações por: Humanidade, todas as nações, pelos lares, pelos doentes, pelos irmãos cujos nomes estão na caixinha de vibrações, pelos nossos lares, por nós mesmos. Agradecimento a Jesus e a Deus.

ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – CONCEITO
A Aliança é um ideal de vivência espírita consubstanciado em um programa de trabalho e fraternização. Não é uma nova sociedade espírita nem representa divisão ou competição em relação a quaisquer instituições ou sistemas, mas sim uma realização simples, honesta e positiva de fraternização integrada para se efetivar o ideal de vivência evangélica na comunidade dos adeptos, com desprendimento e humildade cristãos. Estas são as bases que assegurarão sua sobrevivência e crescimento. Tem como finalidades tornar efetivo o ideal de vivência do Espiritismo Religioso na comunidade de seus adeptos.

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Difundir pelos meios que julgar conveniente o Espiritismo Religioso, como revivescência, na atualidade, do Cristianismo Primitivo, agremiando em torno dessa finalidade instituições espíritas que comunguem os mesmos ideais. Propugnar pela criação e funcionamentos nos Grupos Integrados, de Escolas de Aprendizes do Evangelho, de Cursos de Médiuns e de Assistência Espiritual nos termos estabelecidos na década de 1940 pelo Plano Espiritual Superior, em caráter gratuito, aberto e livre de quaisquer restrições ou discriminações, inclusive religiosas. Estimular a aplicação dos programas de Mocidade Espírita e de Evangelização Infantil nos seus Grupos Integrados. As atividades da Aliança Espírita Evangélica desenvolvidas por seus Grupos Integrados são Caravanas de Evangelização e Auxílio, Curso Básico de Espiritismo (Kardec e obras básicas), Obras Assistenciais, Formação e Aperfeiçoamento de Expositores, Cursos para Evangelizadores da Infância, Reciclagens, Multiplicação de Centros Espíritas e outros. Visa formar trabalhadores espiritualizados, libertos da cegueira e do fanatismo científico ou religioso, aptos a difundir em espírito e verdade, os esclarecimentos herdados e a orientação espiritual redentora dos que habitam esse predestinado País.

HIDRATAÇÃO E SALIVAÇÃO
Sabemos que dependendo da condição emocional, fatores climáticos e de saúde podemos ter efeito de “boca seca”. Uma boa orientação com relação a este fato é a ingestão de líquido em quantidade adequada antes de iniciar a exposição, permitindo a hidratação em nível suficiente para que o corpo não necessite de mais líquido. Caso a exposição seja extensa é permitido utilizar a água em intervalos ou ao fim da mesma. Precisamos tomar cuidado com a quantidade ingerida, pois podemos ser surpreendidos com a necessidade de excretar o líquido ainda no período da apresentação, o que gera uma situação de muito desconforto e desconcentração. Para protegermos o desempenho vocal devemos fazer uso da água apenas sem gelo, assim não afetamos a mobilidade das cordas vocais. O uso de balas é desaconselhável pois cria uma dependência psicológica e serve como muleta para conter a ansiedade, a isso se acrescenta a rotulação que se faz (sujeito da água, sujeito da bala de hortelã, etc.). Os principiantes podem utilizar este recurso no início de suas atividades para estimulação das glândulas salivares, mas apenas antes das apresentações. Com o tempo o metabolismo psíquico se encarrega de estimular automaticamente as mesmas. É claro que é melhor tomar um copo d’água ao invés de ficar tossindo continuamente, sem forças para retomar o discurso. Nestes casos não há nenhum “pecado” em fazer uso do líquido durante a apresentação, desde que tomemos cuidado para não dispersarmos a atenção da classe ou assistência com relação ao que está sendo dito.

VOZ
Intensidade (Volume) • Empregar uma intensidade média, permitindo variações. • Utilizar o volume conforme as necessidades do recinto. Tonalidade (Freqüência) • Utilizar-se de tom médio para possibilitar variações. • Utilizar o grave e agudo para demonstrar variações emocionais na narrativa. • O timbre deve ser natural e independente da voz que tivermos. Não devemos criar forçamentos que a alterem mais ainda, criando efeitos desastrosos.

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Timbre (Qualidade da Voz) • Falar com a boca. • Não falar com: o Nariz o Peito o Garganta o Flor nos lábios (efeito Hebe Camargo) Caso mais crítico é do expositor que fala com a boca mas não abre a mesma para tal. Não começar a palestra com a voz em todo seu volume e timbre. Não deixar a voz cair no fim de cada frase, nem a levantar em todo o fim de frase ou período. Falar para frente. Variar o tom e a intensidade da voz. Não falar em jejum (provoca astenia cárdio-pulmonar), nem com o estômago cheio (contração do diafragma). Exercícios: • Arredondar os lábios e dizer: ôô, abra-os num sorriso apertado e diga: êê. • Lábios cerrados, como se a boca tivesse cheia de água, explodir os lábios dizendo: Bêê.

OLHAR
• • • • O olhar deve ser natural e dirigido a todos os presentes, percorrendo com os olhos e com movimentos da cabeça toda a platéia. O expositor deve sentir-se à vontade. Pode-se criar variações quando queira causar algum efeito ou incentivar participações. As expressões das sobrancelhas auxiliam, e muito, na exposição do que se quer transmitir. O olhar deve ser firme, mas sem altivez, transmitindo segurança sem transformar o expositor em antipático ou arrogante. Perceber as reações e adaptar o andamento da apresentação. Pessoas dispersas, cochilando ou desatenciosas são sintomas claros que a apresentação não vai bem, devemos utilizar todo o potencial do olhar para notar estes detalhes e ir adequando os recursos necessários (ritmo, entonação, etc.). Não permanecer com os olhos fechados. Não fixar o olhar em determinada pessoa ou grupo, para que não haja nenhuma “pressão” psicológica às pessoas. Especialmente nas preleções pode acontecer das pessoas pensarem que o assunto está sendo dirigido somente a elas porque o plantão (entrevistadores) “passaram a informação”. É necessário percorrer o olhar por toda a sala, com suavidade e carinho.

• •

POSTURA E GESTICULAÇÃO
O expositor deve ter postura natural e espontânea, sem empregar gesticulação desnecessária, os gestos devem ser moderados e coerentes com a dinâmica da exposição. A indumentária deve ser apropriada e discreta, evitar adornos sonoros. Não trazer objetos nas mãos, a não ser que façam parte de alguma dinâmica ou técnicas de incentivo e de fixação de idéias. Não beber água durante a exposição (salvo secura na garganta), ou abanar-se, neste caso enxugar discretamente o suor com lenço. Estes gestos caracterizam descontrole e influenciam negativamente a platéia. Não se desculpar seja a que protesto for, pois os alunos torcem por uma boa aula e não desejam justificativas que só tornarão claro o despreparo.

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Buscar sorrir naturalmente. Lembrar que a timidez expressa vaidade. Nunca se apoiar em cadeiras, mesas, etc. Não dar tapas ou pancadas na mesa ou objetos. Ser autêntico, natural, não imitar outros expositores. Cuidado com ombros caídos. Não manter a posição do tórax rígida. Ao apresentar-se em pé, apoiar-se sobre as duas pernas, evitando fadiga muscular e movimentação de apoio de pernas. Palavras expressam idéias, gestos expressam sentimentos. Não gesticular apenas com as mãos. Não exagerar nos movimentos, variá-los. A movimentação nunca deverá ser posterior à fala. Não descansar as mãos nos bolsos. Evitar gestos repetidos mecanicamente. Não cruzar os braços, tampouco cruzar as mãos à frente ou às costas. Usar a coerência entre o que se fala e o que se demonstra na fisionomia.

RITMO E ENTONAÇÃO
Variar a velocidade, que nunca deve ser superior a quatro sílabas por segundo. Velocidades muito altas proporcionam falta de entendimento por parte dos ouvintes, agitação e quebra vibracional. Os ritmos muito lentos causam apatia, sonolência e dispersão. Usar um ritmo natural de conversa e variar a velocidade quando se quer expressar algo forte, conciso (mais rápido) ou algo mais doce, mais amoroso (mais lento). As pausas são necessárias para que a platéia tenha tempo de “digerir” as idéias, raciocinar rapidamente sobre a seqüência dos assuntos e colocar em si. Pequenas pausas de 1, 2 segundos não são perceptíveis, e até são agradáveis, tirando o ritmo “alucinante” da apresentação. Uma boa forma de usar as pausas é fazer valer a pontuação. Articular as frases com todas as vírgulas, pontos e parágrafos permite um entendimento pleno da idéia a ser transmitida. A pontuação mal aplicada pode distorcer o sentido de uma frase e colocar a perder todo o esforço de entendimento do assunto.

As palavras e as idéias devem ser expressivas, citemos como exemplo: • • • • • • Amigo José engana-se na análise dos fatos em São Paulo. Amigo José engana-se na análise dos fatos em São Paulo? Amigo, José engana-se na análise dos fatos em São Paulo. Amigo, José engana-se na análise dos fatos em São Paulo? Amigo José: Engana-se na análise dos fatos, em São Paulo. Amigo José: Engana-se na análise dos fatos em São Paulo?

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Amigo José engana-se na análise dos fatos, em São Paulo.

E assim por diante...

AUTODOMÍNIO
É necessária a prévia preparação psicológica, concretizando internamente que a tarefa é importante para si e para o próximo. Acalmar-se, relaxar-se e entregar-se naturalmente ao compromisso é norte para um bom desempenho. A segurança psicológica passa pela adequada preparação do tema, através de estudo dedicado e ensaio. A prece e vivência natural do que se prega são fatores primordiais para que a vida de preletor ou expositor seja agradável, consistente no que se diz e afirma. É muito importante que saibamos que pequenos “picos” de tensão são comuns e nestes casos devemos utilizar recursos fáceis de serem aplicados. A prece é básica para atingirmos a harmonização interior e estreitarmos os canais inspirativos. Exercícios respiratórios também são valiosos, a prática da respiração diafragmática (com a barriga) de forma lenta, pausada ajuda a diminuir a tensão nervosa e fluxo sangüíneo na região do gástrico, equilibrando o emocional. Devemos conhecer da melhor maneira possível o assunto em pauta, e sempre nos abastecermos com material em excesso. A falta de conhecimento ou subsídios gera insegurança perceptível a nós e ao público, bem como a tendência ao superficialismo ou personalismo da mensagem. Uma boa preparação do tema proporciona confiança em si, capacidade de responder a perguntas e liberdade para a abordagem de assuntos correlatos.

OBSTÁCULOS DECORRENTES DA LINGUAGEM
Fatos e opiniões: É muito comum apresentarmos um pelo outro sem clara distinção. O mesmo acontece com as inferências (induções, conseqüências) e observações. Quando, numa exposição, afirmamos que “Pedro é gastador”, devemos deixar claro que é gastador por que o vimos gastando (fato, observação), porque alguém nos disse (opinião), ou, ainda, porque concluímos após uma breve análise da sua vida econômica (inferência). Obstáculos verbais: Compreendem aqueles decorrentes da utilização da gíria, palavras de duplo sentido, clichês (chavões), erros gramaticais e repetição de palavras, causando falta de clareza. Em todos os casos a idéia central fica obliterada. Eu: Devemos empregar sempre a primeira pessoa do plural ao nos dirigirmos ao público. Dizendo “eu fiz”, ou “vocês devem”, “vocês precisam”, o expositor se distancia dos presentes. A linguagem inadequada ao entendimento da maioria dos ouvintes também proporciona este distanciamento, tornando a mensagem inalcançável.

OBSTÁCULOS DECORRENTES DE VÍCIOS DE LINGUAGEM
Os vícios de linguagem são verdadeiros obstáculos ao bom entendimento da mensagem transmitida pelo expositor, pois, ora lançam nas idéias sentidos dúbios, ora tornam-se completamente ininteligíveis. Outras vezes conferem às palavras sons exóticos dificultando a atenção do ouvinte. Vejamos a seguir os principais vícios de linguagem: Barbarismo: Emprego de palavras ou construções estranhas à língua. Ex: “Gentlemen”, “feedback”, “link”, “deletar”. Sole cismo: Erro sintático de colocação, concordância ou regência. Ex: “Vou na cidade”, “vi ele passando”.

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Ambigüidade: Oferece sentido duplo ou duvidoso. Ex: “Cama para casal de ferro”, “o que tem nas mãos um homem no campo a cava-lo”. Obscuridade: Falta de clareza na exposição. Ocorre em virtude da prolixidade. Cacofonia: Junção de palavras formando outra de sentido torpe, ridículo, ou apenas desagradável. Ex: “Uma mão de ferro”, “por cada ponto passa uma reta”. Hiato: Concorrência de vozes acentuadas. Ex: “Vou à aula”. Eco: Repetição desagradável de fonemas no final das palavras. Ex: “No momento do casamento”. Parequema: Colocar ao lado de uma sílaba, outra com o mesmo som. Ex: “Sempre presente”, “corpo poroso”. Preciosismo: Emprego intencional de palavras ou expressões raras, artificiais, ou extravagantes. Ex: “Fí-lo pelo Brasil”, “fí-lo por minha família”, “praticar-se-á tal esporte”, etc.

OBSTÁCULOS DECORRENTES DA PERSONALIDADE
Auto-Suficiência: O indivíduo auto-suficiente julga saber tudo sobre o assunto e dessa forma, incorre em erro grave: Toma o particular pelo geral. Expressão de orgulho, sente-se mais importante que a própria aula. Trata-se de personalismo puro. Tendência à complicação: Observada em alguns expositores que adoram tornar as coisas mais difíceis, amantes de controvérsias. Superficialismo: Tendência de se dar maior importância aos palpites, hipóteses, gráficos, notícias de jornais do que aos fatos em si. Recomendação: Tratar os semelhantes com nobreza e respeito, exercitando a humildade.

TÉCNICAS DE NOVA POSTURA
No dia 25 de Setembro de 1988 no CEAE Genebra, em São Paulo, realizou-se o Encontro de Expositores de Escolas de Aprendizes da Aliança, com a participação de 50 companheiros de 18 Grupos Integrados. Após mais de uma hora de troca de idéias, de forma livre, entre todos os presentes, o companheiro Jacques André Conchón, Diretor Geral da Aliança fez proveitosas colocações que podem resumir-se na seguinte postura: O potencial de crescimento, numa Escola de Aprendizes, está no grupo, do qual o expositor faz parte. Jacques Conchón começou historiando a evolução da “pregação” espírita, a partir da época dos grandes oradores que assomavam a tribuna para emocionar as massas, na década de 50. Tais oradores, de grande valor na época utilizavam um esquema exortativo em sua palestra e colocavam-se como “indicadores do caminho”. Por volta de 1960, o orador transforma-se em “expositor”. A doutrina é muito clara só precisa ser exposta. Exposição que deve ser coerente, de maneira a motivar o ouvinte a iniciar um processo de modificação de si mesmo. Contudo, esse esquema era ainda “autoritário”: O Expositor ficava alguns degraus acima dos ouvintes, não se igualava a eles para aprender junto. Confessando que ele mesmo mudou, e continua mudando sua postura com relação ao outro, Jacques ilustrou essa sua mudança dizendo, que há 15 anos, quando a Aliança começava, ele dava muito valor às técnicas de exposição. “Utilizávamos recursos audiovisuais até bastante sofisticados para a época, para jogar sobre a classe uma quantidade de informações”. Quando encerrávamos a aula, o ambiente estava frio, a classe havia apenas assistido e não participado. Estávamos distantes do aluno, só havíamos transmitido informações e não vivências.”. Hoje temos muito claro que o expositor (aliás, este nome deve ser mudado, porque traz conotação autoritária) deve motivar a participação plena do grupo, não importa o tamanho da classe. Há tendência de dar-se ao luxo de dormir em classe caso considere que o expositor não está se saindo bem. Tal tendência tem de ser modificada, com a participação do expositor e do Dirigente da turma. “Precisamos mudar a tendência de pôr o expositor num lugar e nenhuma responsabilidade dar-se à turma”. Na Escola de.

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Aprendizes as aulas não são acadêmicas. A Escola traz, para todos, uma proposta de crescimento, renovação de sentimentos e expansão do coração. O expositor deve ficar junto com os alunos, Colocando o tema da aula para discussão em grupo, para afloramento de vivências pessoais de cada turma. Não é o expositor, isoladamente, que deve preparar-se; é a turma que deve esforçar-se por elevar-se, tendo o expositor como um de seus membros. ”“ Nesta altura, Jaques fala do “curso de expositores da aliança que deve ser reformulado”. É um curso que prepara “autoridades em exposição e não companheiros que se misturam na classe, para crescer junto com ela”. “No curso, dizíamos que a exposição tem começo, meio e fim e que no encerramento poderíamos até decorar um fecho”. Isto esta superado; o fecho quem deve dar (se quiser) é a turma como um todo. A aula não precisa ser conclusiva, ela deve ser motivadora. Cada aluno deve sentir-se participante, importante. Precisamos reverter a tendência de dar muito valor ao expositor com relação ao grupo. O expositor caminha e aprende com o grupo, é um igual em busca de crescimento. “Temos ouvido muita gente falar que estão faltando líderes no espiritismo”, disse Jacques. “Os líderes carismáticos são do passado, e tiveram seu extraordinário valor. Hoje, todos são líderes. O aluno é um líder, principalmente se motivado adequadamente pelo dirigente e pelo expositor. É um líder liberto de imposições, em busca de seus próprios caminhos de crescimento. Como expositores, no mesmo nível da classe, temos de estimular esse crescimento sem dependências”. Anteriormente, a postura do orador clássico iniciava com a disposição das cadeiras como a escola acadêmica ou enfileirada e o orador expondo a matéria. O orador envolvia a platéia, era informativo aos mais preparados, como se fosse o indicador do caminho; aos demais em tom de mero discurso, com uma exposição quase que acadêmica, onde não havia nenhuma participação, as pessoas acompanhavam apenas com o seu sentimento e olhar, mas não falavam, eram simplesmente ouvintes. Não havia o relato de vivências e sentimentos, enfim a técnica de um orador. Ao findar a palestra alguns ouvintes indagados do que se tratou relatavam: ‘Exatamente sobre o que ele falou... Não entendi muito bem, mas como o Sr. Fulano de tal fala bonito! Benza Deus!”“. Os seminários e palestras têm essa técnica expositiva, como a do grande orador Divaldo Pereira Franco, médium inspirado. Ele expõe o tema, não há participação, ele conduz a exposição da matéria, para que as pessoas entendam. Como já foi relatado, em Setembro de 1988, no encontro Geral dos Expositores da Aliança; em consenso adotou-se como regra a nova postura de exposição de aulas. A Aliança torna as escolas de Aprendizes do Evangelho um curso que não é totalmente informativo, doutrinário; mas visa acima de tudo uma proposta de crescimento interior, renovação de sentimentos, com os instrumentos que o programa da escola oferece, uma proposta de trabalho de preparar o aluno de conduzido para condutor de suas ações, como Cristão, a ter uma participação mais consciente na sociedade. Neste contexto, o expositor tem participação e responsabilidade muito grande, pois, devemos levar o aluno a refletir e conscientizar-se, pois metade ou mais do tempo da aula do curso é do expositor. O expositor tem de ter dinamismo, entusiasmo e conduzir a aula de forma participativa envolvendo os alunos, conduzindo-os a reflexão, exposição de seus sentimentos e vivência durante as aulas. Para tanto, a própria disposição física mudou. Formam-se círculos e aplica-se também da dinâmica de grupo, onde o expositor passa a ser mais um participante, nesse processo interativo. Ainda observamos expositores com aulas totalmente expositivas; falar dia, mês e ano que nasceu, exigindo conhecimento do aluno, dando poucas oportunidades dos alunos refletirem e participarem. Falar muito é cômodo e acomoda o aluno que só ouve e não participa; desta forma o aluno caminha o curso inteiro sem muita responsabilidade, só recebe a informação. Há os expositores inflamados, com muito conteúdo na aula, mas pecam por não dar abertura para a participação de alunos. Há, ainda, os que abrem tímida participação, não sabe se é abertura para os alunos participarem ou reflexão rápida para continuar o assunto. Muitas vezes o aluno ainda está ordenando as idéias, ou fica na indecisão de falar, e o expositor já sente falta de participação e continua o assunto. Qual pergunta é boa? Exemplo ruim: Que vocês acham da reencarnação ou do racismo? A chamada nova postura, é nova entre “aspas”, é técnica antiga. Há anos atrás houve alterações, as mudanças e o aperfeiçoamento de técnicas foi chamado de “nova postura”, mas é bem antiga.

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Abrindo a participação a aula deslancha melhor. Não se exigindo conhecimento prévio maior e sim através de opiniões ou vivências. Quando perguntamos o que vocês acham, pensam ou sentem não há resposta certa. Aula interessante é a que abre oportunidade para o aluno expor sua experiência e seu sentimento. Há casos de turmas onde a participação é bastante restrita, conclui-se: – – – – Dirigente fala muito, conclama tudo. Dirigente que deixa tudo por iniciativa dos alunos. Alunos acanhados, diante da presença estranha do expositor. Alunos que não são estimulados à leitura da apostila.

Como a quantia de aulas da Escola de Aprendizes somadas às do Curso Básico são em maior número, é mais voltado a elas o Curso de Expositores, mas também estão os alunos preparados para exporem no Curso de Médiuns, Mocidade Espírita, Preleção Evangélica, Sessão Doutrinária e Escola de Pais. Estamos sendo habilitados a trabalhar as mais diversas técnicas para a atividade escolhida. Divaldo Pereira Franco é maravilhoso em qualquer técnica; é incomum, ponto fora da curva, não pretendemos equipara-nos a ele, além do que seu conhecimento é fantástico. O grande expositor é raro; cremos que o tempo deles passou, não aparecem mais. Hoje há expositores normais, trabalho de formiguinha de cada um de nós, levedarmos a massa na EAE fazendo o todo crescer. Difícil um grande expositor fazer o trabalho de uma só vez. Temos vários tipos de exposição: Desde a não participação da oratória, até o outro extremo da Vida Plena com participação total do aluno. Qual a melhor? Depende de uma série de fatores, além do expositor há o tema, tem matéria que exige exposição. Temos oportunidades de ver várias técnicas de exposição. A chamada técnica de oratória é bastante expositiva. Grandes oradores a utilizam. O orador fala a quem ouve, a platéia acompanha com seu sentimento e olhar, sem participar, não fala. Divaldo é um grande expositor que usa esta técnica; expõe o tema sem participação, perguntas, nem os cinco minutos, simplesmente expõe a matéria; conduz o tema para as pessoas entenderem, mas não existe a participação do ouvinte. Utilizamos esta técnica nas preleções no Centro. Expomos a matéria sem dar abertura a perguntas. Conduzimos o assunto para tocar o sentimento, colocar princípios de lógica e raciocínio na pessoa; mas sem participação. O assistido não pergunta, não opina, nem diz o que sente a respeito; só acompanha o exposto. Esta é a técnica que no Curso de Expositores aprendemos, fazemos exercícios, ficamos em pé, treinamos, isso porque esta é uma técnica ainda hoje utilizada. Às vezes há necessidade de fazermos a exposição em pé como no caso específico da preleção. A preleção deve ser expositiva. Curso de Médiuns: É expositivo por ter carga de informações que precisam ser passadas e, muitas vezes, não aberta a discussões, há tempo no fim para perguntas. No Curso de Médiuns há uma grande carga informativa, com pequena participação dos alunos e estilo diferente de participação dos mesmos; não deve ocorrer a seguinte situação - “O que vocês sentem a respeito deste assunto?”. Mocidade Espírita: São aulas mais descontraídas, com dinâmicas para o jovem poder interagir da forma como que age e pensa. Exemplo: Aula sobre Eurípides Barsanulfo: “Quando ele nasceu? Q que ele fez? Quais são os livros que escreveu? Qual o nome da escola que ele fundou? – Vamos lá pessoal... participem”. Esta seria uma técnica errada. A matéria em si não permite participação que exija conhecimento prévio, tem que ser expositiva. O mérito do expositor está em saber os pontos chaves e importantes que o aluno precisa receber a informação, entra no mérito a sensibilidade do expositor. ”Batuíra nasceu em... que fez, escreveu e qual escola fundou?” – Evidentemente a resposta a estas perguntas será o silêncio, a turma não participa, pois o tema não permite, exige conhecimento prévio. Aulas assim são expositivas. O tema é ponto importante. Tem matéria que permite participação, mesmo assim há pontos chave, importantíssimos que precisamos informar para o aluno tirar conclusões, analisar e comparar seu comportamento e forma de pensar, ele precisa primeiro de informações. Está ai a habilidade do expositor em captar os pontos chave que alunos não podem deixar de saber. A participação não se pode exigir conhecimento, podemos aquecer o assunto dizendo o que você acha, sente; chegaríamos ao ápice buscando fazer que os alunos coloquem seu sentimento, expondo

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vivências em relação ao assunto. Passar as informações que acalmem a ansiedade das pessoas. Em temas como da reencarnação: não existe forma de discutir a reencarnação como princípio moral, é um fato e ponto, devemos discutir não os fatos, mas sim as conseqüências. Em 30 minutos da aula, na parte expositiva, levamos informações que somam ao conhecimento das pessoas, para resolver dúvidas de suas questões, explicar como algo ocorre. Ao lermos um livro, absorvemos informações; como trabalhar tais informações? É algo pessoal, de cada um. Para refletir um aspecto, precisamos de muita informação. Ler o Livro dos Espíritos é importante, ele tem grande quantidade de informações e, em aula, temos de passar informações e a posterior buscar os aspectos morais para refletir, pensar, assim o aluno cresce efetivamente. Na EAE sobre vários aspectos morais, abre-se a participação. Em aula histórica há tópicos morais a serem destacados. Assim temos que estudar com antecedência tais tópicos para podermos destacá-los, em aula que parece ser muito informativa. Exemplo: “A Criação” aparentemente não há tópico moral, porém analisemos: - O comportamento cotidiano – submissão do homem a Deus – As leis que regem a criação. Nestes aspectos morais abrimos a participação. A EAE é no fundo reflexão de aspectos morais, a história só ilustra, serve para destacar o aspecto moral que está contido. Os elementos morais que trazemos a tona, são o objeto da analise de como a gente age e sente ante eles. Expomos o conceito e abrimos o campo a vivência, ai depende da turma. Mas informações fundamentais e pontos básicos foram passados. Se a aula não progredir em conversa, um básico, um mínimo foi passado. Assim as aulas têm sua parte expositiva, onde faremos a introdução, a abertura do assunto, e após abrimos a participação. Depende também do andamento da EAE, seu nível, 1º ou 2º ano, no início a EAE precisa ser mais expositiva, à medida que caminha diminuímos a exposição da aula. Colocamos os pontos básicos e abrimos a participação. As aulas iniciais da Apostila são mais expositivas. A partir do Redentor, buscamos o fundo moral, o aluno passa a colocar suas vivências e sentimentos. Existe uma técnica em que há pequena participação dos ouvintes: digamos uma Técnica SemiExpositiva usada por expositores em aulas da EAE e Curso de Médiuns, onde há uma carga informativa que tem de ser transmitida e um pequeno tempo para o ouvinte participar da aula. O tempo maior é do expositor que estudou o tema, faz longa exposição e no fim dá um tempo para esclarecer dúvidas; ao colocar suas dúvidas e opiniões os alunos têm uma pequena participação. No caminho da participação do aluno, podemos utilizar técnicas de Dinâmica de Grupo, onde há muita participação e passamos a matéria aos alunos. Conduzimos a aula de forma a existir uma participação mais intensa; o expositor começa a ficar em segundo plano ou no mesmo plano dos alunos. Nesta técnica existe grande participação do aluno. Caminhamos para uma técnica, não de dinâmica, mas onde permitimos a participação mais intensa do aluno; começamos a colocar o tema e conforme vamos abrindo o assunto, permitimos ao ouvinte colocar o que pensa, sente, suas experiências, como age ante os fatos. A aula no início é expositiva, quando introduzimos o assunto, depois abrimos a participação da turma. Esta é a aula participativa. Aula participativa na EAE, não se consegue sem abertura para o aluno expor suas experiências, o que sente e pensa. Toda aula tem de ter abertura, mas há pontos básicos fundamentais da matéria que devemos passar, não podemos deixar de passar, ou permeamos no meio da matéria ou falamos tudo de uma vez no início, escolhemos a forma. Importante é como abrir a participação. Hoje, aula não conduzida para a participação está fadada ao fracasso. Todo expositor deve saber conduzir uma aula participativa. Há os que caem no erro do caso de “Batuíra” (data do nascimento). O problema, no caso, não é o aluno, mas o expositor ao exigir conhecimento do aluno. Sempre que exigirmos conhecimento do aluno, seremos mau expositor ao usar a técnica de forma errada. Exemplo de uma boa pergunta: “O que vocês acham ou pensam sobre... reencarnação... racismo?”. Exemplo com a aula da EAE de nº. 50 “Preconceitos”: – Qual a opinião sobre preconceito. Que acham? Já sentiram preconceito sobre uma religião? Preconceito: Prática de idéia imposta ou pré-concebida, sem análise, sem parar para pensar com profundidade, recebemos e praticamos. Ex: Na família que possui preconceito racial, religioso e de

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comportamento sexual, recebemos algo pré-concebido, dogmático e não pensávamos; ao começarmos a pensar, percebemos onde temos preconceito? Preconceito é feio? Não, ele deve ser encarado como descoberta, pois, o preconceituoso ainda não descobriu que o é, desta forma nega. Fato hipotético: A mãe do meu marido é Judia, como Judia, ao me conhecer só falava comigo através do meu marido: “Você arrumou uma Turca?”. Não sou Síria, mas possuo traços Árabes, enfrentei isso, não é coisa ruim, eu respeito. Temos de encarar, às vezes o preconceito não é descoberto, a pessoa não tem a extensão do ato nocivo. Preconceito homossexual: O homem é condicionado a ter atitude de macho. Aparece alguém com jeito feminino, acaba marginalizado do grupo. É diferente teorizar de como encararíamos o problema conosco. Preconceito se adquire sem saber o que é certo ou errado. O contato pessoal às vezes derruba o preconceito que temos a respeito. Que sentimos sobre o preconceito? Que atitude tive sobre preconceito? Quando eu senti realmente preconceito? Falar de homossexualismo, prostituição é fácil, mas se é alguém da nossa casa, como encararíamos? Analisar coisas de fora é fácil, mas ver se temos ou não preconceito, aceita ou não, se aceito não tenho preconceito; se rejeito, tenho vergonha, escondo ou quero que mude, tenho preconceito; analisemos em nós se temos ou não o preconceito. Na EAE parece que ninguém tem preconceito. Não paramos para pensar e analisar. Conforme cada um cai em si, aparecem preconceitos e onde somos preconceituosos no controle daquilo. Ciclo natural: pensamos e agimos, o ato é o final. Ao expor nosso ato, de certa forma buscamos o sentimento por trás, o que iniciou; é importante saber como sentimos e agimos ante o preconceito. São os 2 pontos importantes; há a parte intermediária: O pensamento, mesclado por muitas coisas, pelo próprio sentimento, ha. uma série de controles; o superconsciente interfere no que devemos ou não fazer, a zona da moral controla, enfim o preconceito é mesclado. A opinião é algo no meio do caminho, temos de ir ao nível do comportamento como a achamos e sentimos. Na pergunta que acham, sentem, pensam, não há resposta certa, fazer com que as pessoas participem, tal pergunta é mediana, é claro que estamos dentro de normas que regem a EAE, quanto ao respeito da opinião das pessoas, que é não julgar opiniões, e faz parte também como regra pedir as pessoas que falem de si e não dos outros, dizer que meu vizinho é preconceituoso, o expositor deverá trazer de volta o assunto, o aluno venha refletir a falar de si. Semelhante é perguntar: Quem leu a aula? Devemos sim, é durante a aula incentivar o aluno à leitura, sugerindo e não cobrando, pois cria antipatia do aluno para com o expositor. Podemos exigir conhecimentos universais tipo: “O nome de Allan Kardec de quem era mesmo”? O Livro dos Espíritos foi lançado em... Como nasceu a Doutrina Espírita? Devemos induzir ou procurar formas dos alunos dizerem sua opinião, não o que é ou como deveria ser, a teoria a respeito da coisa, cada um colocando a sua opinião do que acha, pensa a respeito. Ao abrir à participação a aula fica melhor, deslancha mais ao não se exigir conhecimento e sim opiniões ou vivências. O ápice da aula da EAE é quando o expositor tem a oportunidade de colocar sua experiência e sentimento a respeito do assunto, então ele passa a ser um participante da turma. O ponto máximo de participação ocorre ao atingimos a “Vida Plena”. Trazemos o assunto, fazemos ligeira abordagem e abrimos para todos colocarem sua forma de agir, pensar e sentir ante o tema; então existe não teoria sobre o assunto, mas sim vivências, experiências, sentimentos, pensamentos, a forma que cada qual age ante o tema. A aula de Vida Plena é uma aula que conta com a vivência, experiência: Qual é a minha atitude ante de um determinado assunto. Na aula participativa, falsa é a idéia de não precisar preparar muito, pois o aluno participa. Se houver tal enfoque vamos é matar tempo. Precisamos estudar a tema, saber a carga informativa que deve ser passada, os princípios morais a refletir, sintetizar a informação e conduzir a abertura nos aspectos morais planejados. É muito mais difícil a aula participativa bem dada que se imagina. “É abrir o assunto, as pessoas falam, a turma conduz a aula”, não é assim Ninguém espera um expositor perfeito, temos falhas e defeitos. Para começar a dar bem uma aula observemos sempre as técnicas, procurando melhorar, mas só há uma forma de nos tornarmos um bom expositor: expondo.

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O Pai espera co-participação do jeito que somos, mas devemos nos preparar. Procurar dar a aula da melhor forma possível, não matar o tempo dos outros. Saber que nossa aula não está preparada é crime gravado na consciência. Recomendações úteis: – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – Conhecer o ambiente ou local de aula onde irá proferir, conhecer a turma, o estilo de “participação de acordo com a aula do dia em exposição”. Saber do Dirigente: Quantos alunos têm a turma, os alunos participam ou não das aulas, etc. Visitar outras turmas, outras casas integradas, ouvir aulas de outros expositores. As aulas devem ser preparadas com bastante conteúdo; buscar entusiasmo, alegria, vibração, criar a empatia da turma, todos tem a ganhar, evidentemente o maior beneficiado é o aluno. As técnicas de comunicação evoluíram. Podemos utilizar projetor de slides, transparências, vídeos e outros recursos. Qual a melhor técnica a ser adotada? Depende do estilo e da matéria da aula. Jamais passar a idéia de: Julgar, opinar, polemizar ou interceder. Falar sempre dos seus sentimentos e não dos outros, nunca podemos filosofar. Lembrar que analisar preconceito é um fato, mas aceitar é outra coisa. Devemos passar sempre as informações básicas para podermos acalmar a ansiedade dos alunos; depois poderemos abrir a aula à participação e buscar o retorno da turma. Após 2 a 3 anos em trabalho de exposição as aulas adquirem uma melhor consistência. O bom expositor nunca está satisfeito com suas aulas, assim, busca sempre reestruturá-las, agregando novos conceitos. Procurar sempre buscar após a aula a avaliação do dirigente (aguardar até que o dirigente e o próprio expositor tenham terminado de atender aos alunos). Expositor que não coloca dinamismo e entusiasmo em suas aulas está no trabalho errado. A forma de captar material para nossas aulas é através da leitura, do saber ouvir e da pesquisa. Exemplo de uma pergunta ruim (que afasta os alunos do expositor): “Quem leu a aula?”. Existem formas muito melhores de induzirmos os alunos à leitura sem sermos antipáticos. Em quanto tempo dou a aula? Tal tempo está fixado no “Vivência do Espiritismo Religioso”: Aulas do Curso Básico do Espiritismo – 1:00 hora. Aulas da Escola de Aprendizes do Evangelho – 0:45 minutos. Porém o expositor deve sempre possuir material de reserva, “no bolso do colete”, para poder cobrir 15 minutos de tempo extra de aula.

Não vou poder dar esta aula, posso “devolver” a aula que peguei? O termo “devolver a aula pega” não existe no dicionário do expositor. Um dos lemas do expositor é: “AULA PEGA É AULA DADA”, costumamos brincar dizendo: “O fato de um possível desencarne do expositor, não justifica sua ausência na aula. Ele deverá estar presente para poder intuir quem quer que ministre a aula em seu lugar”. Que horas chegar para a aula? Em uma cidade complexa como São Paulo, o expositor deve sempre se programar para poder chegar com no mínimo 30 minutos de antecedência. Quem é o chefe? Para quem damos aula? Nenhuma apatia entre o expositor e pessoas da turma ou casa espírita deve interferir no trabalho do dirigente. Nós expositores não ministramos aula para dirigentes, assistentes, secretários ou mesmo alunos. Nós expositores ministramos aulas por sermos Discípulos de Jesus. Desta forma, nós expositores, ministramos nossas aulas pelo Amor do Mestre.

ATITUDES QUE SE DEVE EVITAR
1. 2. 3. 4. Falar baixo demais ou aos gritos. Ler a aula. Permanecer sentado ou em pé sempre no mesmo lugar. Desordem em classe (conversas paralelas, agitação, etc.), isso significa que algo precisa ser modificado (método, motivação, atividades, ritmo, etc.).

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5. Pessoas falando ao mesmo tempo (dar atenção por ordem, ao levantar dos braços). Caso haja esta situação reduzir o volume da voz ou mesmo parar a exposição até que a classe perceba que o comportamento está inadequado. 6. Mau humor e cara feia. 7. Interrogatório inadequado e mal dirigido. Exemplos: “Gostaram da aula? Resposta: Não”, ou, “Estudaram a aula? Resposta: Não”. 8. Não exemplificar o que transmite (faça o que eu falo mas não faça o que eu faço).

CACOETES
Os cacoetes desfocam a atenção dos ouvintes, que passam a perceber e prestar atenção na atitude e não na mensagem. Alguns cacoetes são bastante típicos (“jogar” o cabelo para o lado, “coçar” a barba, puxar a calça para cima, tirar e colocar os óculos, coçar a cabeça, estalar as juntas dos dedos, “puxar” o dente, etc.). Todos estes comportamentos são hábitos inconscientes e afloram na esfera da exposição como recursos de busca de afirmação ou de ganho de tempo. São quatro os estágios da percepção e eliminação dos cacoetes: • Não consciência: Quando é um ato involuntário, automático. • Consciência: Quando percebemos ou somos alertados de tal comportamento. • Tentativa de acerto: Que é o esforço para vigiar as atitudes e corrigir na medida do possível as tendências para tais reações.

Eliminação: Que é conquistada com bastante esforço e após passar pelos estágios acima.

INIBIÇÃO
A inibição atua em dois campos, primeiro no pensamento, retraindo a espontaneidade e automaticamente na ação, bloqueando as atitudes. Por se tratar de um recolhimento psicológico, a prática e a auto-exposição são elementos para vencer este obstáculo. Devemos exercitar a conversação, buscando conversar um pouco mais com as pessoas da própria residência, assim exercitamos a conversação e passamos a falar com mais naturalidade. Soltando nossas “amarras” passamos a deixar fluir o vocabulário que estudamos através de leituras em voz alta para nós mesmos (faz parte do processo de auto-exposição). Nas conversações devemos nos vigiar para empregarmos frases bem coordenadas, sem gírias, termos grosseiros ou de dupla interpretação. Caso a inibição seja muito intensa a busca por profissional é o caminho mais adequado, normalmente o exercício de exposição praticado durante o Curso de Expositores tem o poder de eliminar grande parte das barreiras da inibição, quando corretamente aplicados.

RETENÇÃO DO CONHECIMENTO / PROCESSOS DE APRENDIZAGEM
Estudos da Socondy-Vaccum Oil Co. Studies: Temos algumas características quanto aos fatores de retenção das informações que nos chegam através dos modos sensoriais. Em estudos de 3 horas e de 3 dias temos os seguintes quadros percentuais resultantes: Tudo aquilo que recebemos via auditiva (exposição oral) após 3 horas apresentamos 70% de retenção, enquanto que após 3 dias esta retenção de informações cai para apenas 10%. Quando a informação nos chega sob forma visual, após 3 horas temos 71% de retenção, enquanto que

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após 3 dias esta retenção estaciona na casa dos 20% apenas, mas é o dobro da informação oral. Aliando-se os recursos das vias auditivas e visuais, após 3 horas a retenção sobe para 85% enquanto que após 3 dias cai apenas 20 pontos, estacionando na casa dos 65%. Ainda neste estudo temos os resultados da retenção mnemônica (técnica de desenvolver e fortalecer a memória mediante processos artificiais auxiliares). No uso dos recursos mnemônicos, a gravação das informações na memória é: Paladar 1%, tato 1,5%, olfato 3,5%, audição 11% e visão 83%. Quanto aos processos de aprendizado imediato tirou-se a seguinte conclusão: Aprende-se 10% do que se lê. Aprende-se 20% do que se escuta. Aprende-se 30% do que se vê. Aprende-se 50% do que se vê e escuta. Aprende-se 70% do que ouve dizer e logo discute. Aprende-se 90% do que ouve dizer e logo realiza. Com os dados acima podemos notar a importância de recursos auxiliares dinâmicos e trocas vivenciais nas aulas.

AMBIENTES DE LIDERANÇA
Em sala de aula, o dirigente reflete seu “estilo” de liderança. Conhece-se o dirigente pela turma e em contrapartida, a possível reação da turma pela postura do dirigente. Temos os seguintes ambientes: Autoritário: Onde predomina o verbo no modo imperativo. Exprime ordem, proibição, pedido. Exemplo: “Volte logo”. “Não fiquem aqui”. Democrático: Predomina o verbo no modo indicativo. Exprime um fato certo, positivo. Exemplo: “Vou hoje”. “Vocês tem grande responsabilidade fazendo caravanas”. Bonzinho: Predomina o verbo no modo subjuntivo. Enuncia um fato possível, duvidoso, de maneira vaga, imprecisa. Exemplo: “É possível que”. “Se você trabalhasse”. “Sugerimos que faça o Evangelho”.

O COMUNICADOR
O comunicador é o divulgador dos seus postulados, mas devemos lembrar que na tarefa Evangélica estes estão além da nossa percepção de mundo e da vida, são postulados Cristãos norteados pelo Evangelho de Jesus. Com o decorrer das décadas houve uma progressão nas técnicas e conceitos de exposição (ainda que hoje algumas sejam necessárias de ser praticadas em segmentos específicos), principalmente no que tange à atividade espírita. Na década de 1950 tínhamos predominantemente a figura do orador, o poeta da exposição, que emocionava as massas. Em meados da década 60 a linhagem do orador migrou para a de palestrador, que fazia a fusão entre o professor (exposições tipo aula clássica) e o orador. As informações ainda chegavam de forma meio autoritária “ao público (era utilizado o palco a separar o público do palestrante)”. Nos anos 80 os expositores receberam bastante informação acadêmica mas sofriam de pouca experiência no campo vivencial, que os tornavam técnicos de aulas na sua maioria. Chegam os anos 90 e com eles a valorização do ser como elemento de um processo contínuo de aprendizado, da horizontalização das diferenças e a necessidade do crescimento conjunto. Com isso o expositor passa a ser simplesmente um facilitador, participante de um processo de aprendizado coletivo, orientador de diretrizes e focado na liberdade de expressão, valorizando os sentimentos e experiências. Esta é a tarefa do expositor moderno.

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FLEXIBILIDADE
Ao expositor espírita é necessário e imprescindível ser flexível em sua vida interior. Abrir-se ao mundo sem defesas, não subir ao pedestal da vaidade e praticar a máxima Cristã: “Amar ao próximo como a ti mesmo”. O respeito pela individualidade do ser e dos diferentes estágios culturais, espirituais e intelectuais é obrigatório para quem deve muito mais exemplificar do que teorizar. O primeiro ponto deste processo de flexibilização é reconhecer-se em formação, que a única diferença entre si e os alunos ou assistidos é que tenha estudado um pouco mais, iniciado seu processo de despertamento um pouco antes, mas que ainda está (e estará por um bom número de encarnações) buscando sua melhora, depurando seus sentimentos e pensamentos, crescendo em um compromisso pessoal e coletivo, onde aqueles que ali estão consigo são companheiros de jornada. Respeitando a individualidade deve admitir a diversidade, as diferentes formas de encarar a vida e as situações, as pessoas são unas em sua persona. Experienciam e introjetam as realidades de formas diferentes, buscam seus ideais por caminhos diversos, não são nem melhores nem piores uns dos outros, somos espíritos em busca de luz, no caminho do Celeste Criador. Abertos ao próximo e à sua forma de agir e pensar abrimos a exposição para o incentivo das trocas vivenciais, que enriquece o conteúdo da exposição com fragmentos vivos das experiências evolutivas de cada um, como numa grande terapia terrena, onde somos todos pacientes e o Cristo o grande Terapeuta das sessões guiando-nos pelo Evangelho Redentor.

MEMÓRIA
Regra áurea: “NUNCA CONFIAR NA MEMÓRIA” Não confiar na memória não quer dizer decorar textos ou exposições completas. A bagagem literária e doutrinária deve estar consistente em nós pela prática constante de estudo, leitura e participação em palestras, reciclagens, etc. O que devemos memorizar é a idéia central da apresentação, a linha mestra que permitirá o desenvolvimento do tema de forma natural e espontânea, já que nos preocupamos em abastecermonos de informações necessárias para o livre desenrolar da atividade. O que podemos memorizar também é um resumo da palestra, ou em outras palavras, o quadro de idéias, para que não fujamos à linha central de raciocínio lógico. Quando dizemos “memorizar” é colocar as questões no coração, sempre pensando na platéia e suas necessidades espirituais.

MOVIMENTAÇÃO
Os movimentos têm o poder de aumentar a concentração dos ouvintes, já que “força-os” a prestar atenção no interlocutor. Ao olhar os ouvintes encare-os de frente, sem medo (sem altivez), movimentando a cabeça de forma não linear, usando a flexibilização do pescoço, ombros e tronco. Quanto a movimentação em classe é importante não dar as costas para os participantes, ou seja, não criar movimentos circulares pela classe. Precisamos ter cuidado para que os movimentos não criem monotonia, deve-se quebrar a uniformidade. A movimentação deve ser triangular e variada, cuidando para que todos possam enxergar-nos e viceversa. Cuidado com o efeito “tigre na jaula” que é a movimentação lateral constante e nervosa. Os modernos conceitos de postura e movimentação recomendam que tiremos “os pregos dos pés”, ou seja, dentro de uma adequação consciente utilizemos a movimentação como fator de emoção superando antigos conceitos de que o preletor deve ficar “estancado” ao solo de forma estática, como se houvesse uma barreira invisível entre as partes.

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PRESENÇA ELOQÜENTE
Alguns fatores são básicos para que a presença do preletor ou expositor seja agradável e eloqüente, fluindo com naturalidade e em clima de abertura. • Riqueza de conteúdo doutrinário através de estudo metódico, permanente, compromissado. • Clareza quando se simplifica o conteúdo e utiliza-se a pronúncia correta das palavras. • Objetividade no tema, exercitando a capacidade de síntese de assuntos periféricos e controlando o tempo disponível, isso se consegue com ensaio constante. • Criatividade: Que é a capacidade de tornar a preleção interessante e original, fugindo aos padrões formais e trazendo o tema para a situação atual de vida da sociedade, cuidando para não personalizar as idéias em conceitos cristalizados da própria vida ou introjetar situações não vivenciadas. Versatilidade com enfoques e argumentações diferentes e atuais. Ter a “cabeça aberta” para pensar além do mundo do autor da literatura estudada, sem fugir à sua linha de raciocínio. Ser verdadeiro no que diz e faz, Jesus já nos orientava: “Seja seu dizer sim, sim; não, não”.

• •

IMPROVISAÇÃO X PLANEJAMENTO
É importante a conscientização do planejamento de uma apresentação. Com a experiência tem-se uma tendência a “relaxar” na preparação, confiando nas suas habilidades e conteúdo doutrinário. Mas isso não deve ser uma constante, é claro que podem ocorrer problemas que nos impeçam de preparar uma apresentação convenientemente, mas estes casos devem ser realmente uma exceção. O improviso (falta de estudo e/ou preparação do tema) traz como conseqüência insegurança na exposição e pode gerar enganos nas afirmativas doutrinárias. Sem lastro, o conteúdo torna-se pobre, repetitivo e rotineiro, gerando no público ouvinte imagens mentais negativas. Trata-se de um desrespeito ao público, pois deixamos de oferecer o que a Doutrina tem de melhor para ofertarmos apenas uma pequena parcela que está viva em nosso consciente, ou o que é pior, que faz parte de nossa estreita visão. Improvisar não atinge plenamente objetivos de assimilação da essência do conteúdo. Quando partimos para o planejamento de uma apresentação, de imediato recebemos a sustentação da espiritualidade, mesmo semanas antes da apresentação. Planejar faz parte da busca intensa pela reforma íntima e o adequado comportamento moral e ético na Doutrina. Aí sim, com a essência devidamente exposta, sem distorções doutrinárias, podemos transferir no campo mental e na vida os exemplos que comentamos nas prédicas. Lembremo-nos: improvisar pode render 10 frutos de uma semeadura, mas com planejamento colheremos 1000 frutos da mesma.

ESTRUTURA DA EXPOSIÇÃO
INÍCIO (15% do tempo da exposição) • • • • Abertura, preparação. Onde se inclui a saudação e as explicações sobre a natureza do trabalho, do tema e assim por diante. Capta a atenção e resume o que se vai dizer. Deve ser sem formalidades e sem desculpas. Deve despertar curiosidade no auditório. Pode-se contar uma história, fazer uma pergunta ou relatar um fato recente.

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Não ser dogmático.

EXPOSIÇÃO (75% do tempo da exposição) • • • • • • • • É o meio, abordagem do assunto em foco. É o desenvolvimento do tema propriamente dito, relatase os pontos principais com ordenação lógica e sustentação do tema. Usar palavras claras e conhecidas. Falar à altura do nível intelectual do público. Evitar termos técnicos desconhecidos. Usar e abusar dos recursos audiovisuais. Usar a gesticulação que reflitam os sentimentos. Cria-se o cenário para uma argumentação que convence e comove. É o lugar onde cabem as manipulações.

CONCLUSÃO OU EPÍLOGO (10% do tempo da exposição) • • É o fim, o encerramento. Onde a idéia central é realçada para ser fixada. Deve ser simples, objetiva, dinâmica e útil. Recapitula e deve ser uma afirmação memorável. Poderá ser decorado, é um resumo enfático do que foi dito.

Maneiras de encerrar uma palestra: • Apelar para que a tese seja aceita • Fazer um resumo dos pontos mais importantes • Agradecer os presentes • Construir clímax e concluir com palavra de vibração forte e positiva • Deve ser rápido e decisivo • Terminar sempre como o auditório deseja EXEMPLO DE ESTRUTURA DE AULA Aula de 60 minutos do Curso Básico de Espiritismo: • • • 15% - Introdução (9 minutos). 75% - Apresentação (45 minutos). 10% - Conclusão (6 minutos).

Aula de 45 minutos de Escola de Aprendizes do Evangelho: • • • 15% - Introdução (7 minutos). 75% - Apresentação (34 minutos). 10% - Conclusão (4 minutos).

O MEDO
O famoso “frio na barriga” causado por tensão do novo ou do desconhecido é reflexo de atividade psicológica no âmbito dos sentimentos. A autocobrança, o orgulho que poderá ferir-se caso nos contrariem, a vaidade despedaçada caso notem que não somos perfeitos, tudo isso pode levar a duas condições naturais do ser, que podem ser denominadas:

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Traço fóbico, condição normal de pressão, não impeditiva à tarefa, trabalhado pelo exercício, confiança, segurança, reforma íntima, exposição constante, leitura, etc., ou, Fobia social, condição extrema de pressão, impeditiva, necessita de tratamento psicoterápico, geradora de Topofobia (medo de palco) potencializada por um quadro severo de ansiedade e em casos mais profundos de ataques localizados de pânico. O medo tem sua base no âmbito mental, da ansiedade do não conhecer experiências novas, das autocríticas depreciativas e da fértil imaginação (normalmente negativa), que gera uma pseudoconcepção negativa da situação proporcionando o medo. Suas conseqüências mais conhecidas são: A famosa “tremedeira” e os “brancos”, que reforçam esta autoconcepção negativa e fazem que não consigamos raciocinar ou encontrar soluções para a situação. É o que dizemos quando a pessoa “trava”, não raciocina mais, passa a ter alterações cardiorespiratórias e necessita imediatamente de socorro, inclusive espiritual. É necessário reprogramar-se face à tendência do medo, conscientizando-se de que em primeiro lugar estamos trabalhando para e com o Cristo. Em segundo lugar devemos reconhecer que não somos os únicos a sofrer de medo, e que com a experiência o mesmo estará gradualmente sendo reduzido. A platéia está ali para ver nosso sucesso e não nossa falha e que devemos concentrarmo-nos no que estamos dizendo e não como estamos dizendo. Quando damos muito valor à técnica fechamos a ligação espiritual e passamos a atuar apenas no campo da razão. Se conhecermos bem o assunto, ensaiarmos insistentemente, respiramos de forma adequada (diafragmaticamente) e orarmos com harmonia poderemos controlar a emoção pelo intelecto sem prejuízo das ondas intuitivas. Tudo isso mais o vocabulário aumentado pela leitura, estudo e as experiências vivenciadas geram segurança, que proporcionam desenvoltura, seqüência lógica e bemestar físico e emocional, reforçando e potencializando a disposição de cumprir a tarefa com amor e dedicação. malmente um bom preparo intelectual e espiritual é suficiente para não extrapolarmos os limites do traço fóbico.

PRECONCEITO
Cada um de nós tem uma vida e uma realidade mental, experiencial. Não podemos dizer que exista uma realidade única e absoluta para todas as pessoas. As reações diante dos fatos acontecem segundo a percepção de realidade de cada um, e essa percepção é para o indivíduo a própria realidade. A realidade é o mundo particular das percepções de cada ser individualizado embora dentro de uma ótica social a realidade consiste de percepções que são comuns a vários indivíduos. A conduta do indivíduo é uma reação ao campo das experiências como este é aprendido, mas há duas maneiras de viver-se as experiências. Conceito: De forma consciente, livre, não alterada pela necessidade ou pelo desejo de se defender, ou seja, estaremos vivendo a situação bem próxima de sua realidade, livre de idéias ou atitudes defensivas, partindo de um fato vivenciado, fortaleceremos a nossa parte interior de conceitos e valores. Preconceito: As experiências não vividas, que poderíamos denominar pseudo-experiências ou introjeções, geram preconceitos. Estas têm origem em um comportamento nitidamente defensivo, as generalizações. A título de nos defendermos, rotulamos as pessoas ou fatos, pois negamo-nos a discutir em um todo as coisas boas que cada um, individualmente, tem a dar. As introjeções tem origem, via de regra, nos campos da educação formal, educação escolar, educação no lar, herança social, convivência, propaganda, literatura, opiniões, interpretações, formalidades, etc. Outro tipo de preconceito, muito mais pessoal e ao qual somos resistentes e defensivos são os preconceitos que criamos conosco mesmos. Não podemos mais nos acomodar dizendo que não conseguimos modificar esse ou aquele aspecto da nossa conduta, visto que sempre haverá condições de transformar seus preconceitos em conceitos. numa manifestação precipitada a partir de nossa sempre insuficiente escala de valores. Assim é sempre uma avaliação mutável e parcial, pois bloqueamos o nosso autoconhecimento através dos mecanismos de defesas. Vale a pena analisar também as críticas de outros a nosso respeito, pois nos vêem em outro ângulo e contribuem muito para nosso autoconhecimento.

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A ciência e a religião, abarrotadas de dogmas e preconceitos tem somente realizado separação em vez de união, guerra em vez de paz, descrença em vez de fé. O espírito se perturba concentrando na esfera das coisas físicas todas as suas preocupações. O que se faz mister é compreender a necessidade da tarefa de espiritualização, trabalhando o edifício sublime do progresso comum. Operemos na difusão da verdade, quebrando a cadeia férrea dos formalismos impostos pelas pseudo-autoridades da cátedra ou do altar, amando a vida terrena com intensidade e devotamento. Não julgar é não criar preconceitos, Jesus exemplificou em toda sua vida pública sobre esse assunto, vencendo os preconceitos sociais, de costumes, intelectuais, morais, regionais, sexuais, raciais, etc. Nunca cometeu falta de respeito de rotular, via em cada um seu irmão, filho do mesmo Pai, colocando os interesses coletivos acima dos interesses pessoais. Devemos receber cada um dos alunos como verdadeiros companheiros de jornada e de crescimento, visto que a reforma íntima é eterna. O preconceito na aula gera ineficiência e descrédito nos objetivos precípuos da Doutrina. NÃO HÁ ESPAÇO PARA PRECONCEITOS NA VIDA DO EXPOSITOR. Vivenciar é exemplificar o que se fala.

PRECE DOS APRENDIZES DO EVANGELHO
Ao início das aulas das Escolas de Aprendizes do Evangelho temos após a elevação espiritual e Pai Nosso, o entoar da Prece dos Aprendizes. É muito comum termos, em razão da orientação dos dirigentes de turmas, maneiras diferentes ou erradas de entoar a canção original. Recomendamos consulta ao livro ‘Vivência do Espiritismo Religioso “sobre o assunto (inclusive os conceitos de prece cantada) e observar a forma mais próxima da correta de entoar a prece como no CD” Pai Celeste “- faixa 16 (Prece dos Aprendizes – forma tradicional)”. Mas o mais desagradável é uma turma entoando corretamente a Prece enquanto o expositor, que teoricamente vem ali para orientar a classe no tema daquele dia, entoar de forma errada ou com “esses” a mais. Os pontos mais delicados da Prece são as frases referentes a Deus, onde se substitui o “TEU” por “SEU”, também temos o ponto “DÁ-NOS” ao invés do tradicional “DAÍ-NOS” que se profere. Mas o mais grave é o termo “FORÇA” substituído quase que automaticamente por “FORÇAS”. As frases corretas são: ingir”. “DÁ-NOS Pai, a luz que aclara”. “DÁ-NOS FORÇA para sermos”. “Os arautos do TEU amor”.

O BOM SERVIDOR
Algumas turmas de Escola de Aprendizes costumam entoar ao término das aulas, à partir do segundo ano, o lema do Bom Servidor, constante no livro “Vivência do Espiritismo Religioso” à página 106. Por fim, além de decorar a letra da música é necessário parar para refletir sobre seu conteúdo, um compromisso de trabalho junto ao Cristo, onde nos colocamos como verdadeiros soldados da mensagem do amor.

COLA OU LEMBRETE
Recurso normalmente necessário aos ainda inseguros, que utilizam o livro, o bilhete ou o papel mais como apoio psicológico do que como consulta. Não é pecado fazer uso da mesma nos casos de aulas, já que os assuntos normalmente são extensos. Deve ser pequena e organizada. Nada de folhas e folhas escritas como longas dissertações, mas

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apenas os tópicos organizados em ordem de progressão dos assuntos (em forma de quadro de idéias). Devemos ter muito cuidado com o efeito “Mata-Moscas” ou o papel que é agitado constantemente no ar, tirando a atenção dos ouvintes e produzindo barulho típico. Nos casos das preleções, por se tratarem de exposições curtas, onde a veia principal está em um tópico Evangélico não se recomenda sua utilização, com ensaio e preparação espiritual adequada o tema flui naturalmente.

COMPORTAMENTO DO EXPOSITOR
Ao assumirmos o papel de expositor, devemos entender que se não reunimos as condições necessárias, a arte de informar, comunicar, ensinar e dirigir não serão dignamente cumpridas e poderão causar irreparáveis danos à divulgação da Doutrina. Estas artes são as mais gratificantes da atividade humana, é uma doação direta em benefício de uma comunidade que tem um objetivo claro a cumprir e os expositores são colocados no caminho destes irmãos para colaborar, e cumprir uma expectativa do alto que a cada dia é maior, porque maior é também o número de EAE’s a cada dia que passa. O expositor deverá entender que o seu papel não pode ser vulgarizado, que o seu preparo não pode ser adiado e que a tarefa é sua e uma vez não realizada pesará na economia do processo. Meditemos sobre a frase de André Luiz: “Se a semeadura não for boa, não haverá boa colheita”. postura o expositor não poderá aparecer mais que a mensagem, devendo se posicionar o mais discreta e corretamente possível. No tocante a sua vestimenta e linguagem, estas deverão sempre de acordo com o ambiente e o público. Devemos atender aos objetivos de cada aula, evitando fuga ao programa, avanços na aula posterior, leituras longas e improvisos diversos. Quanto às técnicas de oratória devemos utilizá-las sem extravagâncias, sem exibicionismo, não ser formal, enfadonho e monótono, devemos ser didáticos e dinâmicos. Quanto ao ambiente da classe devemos estar preparados para todo e qualquer tipo de classe (falta de lousa, tomada, extensão), sobre a disposição das cadeiras em círculo, semicírculo, etc. Usar dinâmicas e técnicas de incentivo (estes fatores são minimizados ou eliminados pelo prévio contato com o Dirigente ou Secretário da turma). Quanto à platéia, ao mesmo tempo em que o aluno torce por uma boa aula não permite falhas e normalmente rotula o expositor tecendo até comentários com os demais alunos. No tocante a perguntas simples e até ingênuas, devemos evitar o “risinho” (ironia) e sempre termos uma resposta que encoraje novas questões. Sobre as perguntas difíceis ou sem resposta no momento devemos ter a humildade de reconhecer nossa momentânea ignorância e voltar com a resposta na primeira oportunidade e nunca emitir opiniões ou citações evasivas. Se houver perguntas maliciosas e não pertinentes ao tema, devemos reconduzir a discussão para a temática central e diante de insistências mostrar sua inconveniência. Quando nos deparamos com atitudes inconvenientes e que estejam atrapalhando o bom andamento da aula e diante da falta de atuação dos dirigentes, devemos agir energicamente para que a aula não seja prejumelhor estilo de exposição? Desde que respeite os elevados objetivos da Escola, o expositor pode se conduzir livremente utilizando os mais variados estilos (dinâmicas, exposições, narrações, dramatizações, recursos audiovisuais, etc.). O que deve ficar bem claro, é que todo estilo tem pontos fortes e fracos e que o expositor deverá alavancar os pontos favoráveis e inibir os aspectos que o atrapalhem, o que contribuirá indiscutivelmente para o sucesso da aula.

PREPARAÇÃO DO TEMA
Sugestão de preparação passo-a-passo:

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1. Estudar o tema profundamente. 2. Estudar o assunto e coloca-lo de “molho”, estar com a mente aberta para as intuições que forem chegando. 3. Comentar com os colegas e trocar idéias sobre o tema, buscando outras visões sobre o assunto. 4. Ler assuntos correlatos, em outras literaturas, em outras obras. 5. No momento de começar a montar efetivamente o tema buscar a ligação espiritual e orar. 6. Consultar o Dirigente da turma sobre características da turma, da classe, particularidades, etc.

7. Definir o objetivo a. Sem rebuscamento. b. Rapidamente compreendido. c. Direto. d. Seguir com rigor o tema e objetivo. 8. Fazer um brain-storming (tempestade cerebral) sem seqüência lógica ou cronológica, buscar uma chuva de idéias pessoais. 9. Pesquisar referências da Aliança e Vade Mecum. 10. Estudar Fontes da Aliança, Obras da Codificação, Bíblia, Literatura Espírita (clássica e atual), Biografias, Datas Comemorativas, etc. Observações: 11. Estabelecer um horário para estudo (tempo). 12. Definir um local (não muito confortável) 13. Está com sono? Durma! 14. Leitura: Deve-se ter muito cuidado com o momento da leitura, pois existem obstáculos naturais que podem evitar um perfeito estado de concentração para as devidas absorções de idéias. O local inadequado, fatores que possam distrair ou sono são obstáculos que potencializam esta dificuldade de concentração. O grande desafio é ler mais em menor espaço de tempo, já que nossa vida diária é corrida e nem sempre nos é permitido termos tempo para outras atividades que não sejam as do dia-a-dia da vida material. É salutar esforçarmo-nos para destinarmos pelo menos cinco minutos diários para leitura, criando assim o hábito da leitura constante, isso nos trará domínio das informações, poder de argumentação e clareza de expressão. Ao fazer-se a leitura a principal preocupação deve ser absorver as idéias do autor, mas para isso deve-se estar motivado e não se deve apenas vocalizar, e sim raciocinar, refletir sobre o que foi lido. 15. Fazer uma pré-leitura = autor, edição, orelhas, índice, introdução, prefácio. 16. 1a. Leitura (rápida), absorve-se a proposta do autor, obtém-se uma idéia geral (sublinhar os pontos principais do texto). 17. 2a. Leitura (detalhes), proporciona um diálogo entre as partes (autor e leitor), sublinhar as palavras chaves que serão os argumentos. 18. Refazer o raciocínio do autor (criar o quadro de idéias). 19. Fazer leitura crítica usando o raciocínio próprio. 20. Comprovar a lógica da seqüência de idéias. 21. Ensaiar, ensaiar, ensaiar (utilizando recursos simples e que são de acesso a qualquer pessoa). Deve-se fazer a apresentação frente ao espelho, observando a postura e gesticulação, ter em mãos um relógio e controlar o tempo e variar as palavras utilizando-se de sinônimos, para gravar a seqüência dos assuntos podemos criar imagens mentais, visualizando as mesmas durante a apresentação. 22. Tomar cuidado com personalismos. 23. Preparar Recursos Audiovisuais. 24. Na exposição não enfatizar temas controvertidos e aspectos polêmicos, pois a platéia se divide em prós, contras e neutros e não haverá domínio do tema central.

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25. Fazer análise crítica da importância do tema para a vida prática, pois além dos aspectos históricos e obrigações de cumprimento do programa, a EAE deve ser prática.

PROCRASTINAÇÃO E QUERER
Procrastinação é o ato de deixar para amanhã o que se pode fazer hoje. Para efeito de estatística, mais de 80% de executivos sofrem deste mal. Temos a capacidade de nos sobrecarregarmos de tarefas secundárias e de pouca importância, consumindo energia. Do nosso tempo total, 60% são consumidos por tarefas que agregam pouco ou nenhum valor, é a conhecida “forma ativa de perder tempo”. Acaba sendo uma forma de fuga dos reais problemas que devemos encarar e resolver. A procrastinação nos traz uma boa dose de ansiedade e depressão, pois quem procrastina tem sempre a sensação que deixou de fazer algo e existe a culpa a nos pesar. Os procrastinadores são propensos a pequenas e constantes doenças, pois experimentam frustrações em função de estarem sempre atrasados com suas tarefas e quando a cumprem o fazem sempre abaixo da expectativa. A vida é uma sucessão de vontades, busca de satisfações, um eterno querer. Saber o que se quer é decisivo para toda e qualquer forma de sucesso. Querer envolve escolhas e objetivos e para que o nosso “querer” não desfigure os mais belos quadros da vida se torna necessário direcionar a vontade para nobres setores do espírito. • Querer fabricado é buscar aquilo que não precisamos: Modas, mídia, cultura. • Querer de qualquer forma é capricho, é paixão que uma vez atingida nada nos mudou. • Querer tudo é a vontade desenfreada, ciumenta e invejosa. • Querer o que todos querem é massificação. Não vivemos sem querer e ele jamais deve ser destruído ou anulado, ele deve ser orientado, pois assim alimentamos o desejo de melhora constante (RI). O que necessitamos é treinar nossa vontade para que obedeça aos ditames da razão e da livre consciência.

QUALIDADE NA APRESENTAÇÃO
É uma arte ser excelente e pode-se demonstrar em 6 níveis. 1. Mudança – A busca de valores. 2. Empenho – Persistência, continuidade. 3. Confiança – Consciência do potencial humano. 4. Limitações – Somos seres incompletos e portanto limitados. 5. Medos – As ameaças se diluem, pois caminhamos para uma melhora global. 6. Técnicas – Somos guiados por sistemas que disciplinam nossas ações. A busca da qualidade dentro dos tópicos acima, criará ao nosso redor uma aura que envolverá as nossas ações (exposição) e quem conosco se relacionar (alunos). Sentiremos assim: Confiáveis – Nossa exposição terá mais crédito e mais força. Racionais – Nossa exposição apelará para a razão. Receptivos – Mais intuição, maior sensibilidade.

PRONÚNCIA
É elemento primário para uma boa comunicação com o público. Palavras proferidas de forma errada criam imagem mental negativa no público, que passa a perceber os erros e não mais o conteúdo. Um expositor com problemas na pronúncia deve, obrigatoriamente, buscar

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auxílio acadêmico, médico ou esforçar-se para corrigir seu problema, visto não ser possível um comunicador sem o conhecimento de sua língua. A má pronúncia muitas vezes tem sua origem na falta de exercícios de articulação e na velocidade da fala, fatores corrigidos por exercícios específicos. Deve-se pronunciar bem e integralmente as palavras, dizê-las corretamente. Alguns exemplos: Tamém (também); vâmo (vamos); cê (você); primero (primeiro); janero (janeiro); precisá (precisar); trazê (trazer); levamo (levamos), etc. Quando tivermos dificuldade em pronunciar alguma palavra não devemos nos encabular e substituí-la esportivamente por outra de igual sentido, isso se dá com palavras longas ou de difícil dicção. Não é o fim do mundo, encarar a situação com naturalidade, ninguém irá condenar o expositor por isso. Em algumas situações a pronúncia pode ser prejudicada por fatores buco-maxi-faciais, neste caso o auxílio especializado é valioso.

QUALIDADES LITERÁRIAS
Não é possível a um expositor ou preletor desenvolver os temas se não tiver o mínimo de qualidades literárias exigidas. Isso passa pelo hábito da leitura, de forma constante, metódica. Deve-se dedicar alguns instantes do dia para isso, ler em local agradável, onde não haja interferências que possam desviar a atenção. Quanto mais lermos maior será nossa capacidade de absorção de conceitos. É como um exercício físico: Devemos ter o hábito salutar, pois do contrário torna-se estafante, pesado, como um castigo ou obrigação indesejável, e isso está completamente fora as diretrizes espirituais. Praticando a leitura intensa e constantemente passamos a ter maior intimidade com a nossa língua, as pronúncias, os verbos, as conjugações. Assim o expressar torna-se mais claro e adequado, menos repetitivo, mais rico em variações, mais facilmente absorvível pelo público. As leituras devem se focar em obras edificantes, de elevado conteúdo moral e espiritual, mas é muito importante estarmos em sintonia com o que acontece também no mundo, praticando a leitura do dia-adia, dos jornais, das revistas, das reportagens, das obras clássicas, dos poemas, dos livros polêmicos, etc. Acrescentamos bagagem intelectual, abrimos nossas cabeças para o mundo real, exercitamos nossa capacidade de discernimento, raciocínio e enriquecimento do nosso vocabulário.

RESPIRAÇÃO
Deve ser diafragmática, movimentando-se a barriga, com inalação adequada (profunda e controlada), com isso descongestionamos o acúmulo sanguíneo formado na região, reduzimos a freqüência cardíaca, oxigenamos melhor as células, facilitando o raciocínio, a concatenação de idéias e análise crítica. Não se deve esvaziar os pulmões durante uma exposição: A voz simplesmente “acaba” por falta de ar, e requer um sobre-esforço para inspirar novamente o volume necessário para o perfeito funcionamento do órgão. Importante: Deve-se respirar entre uma idéia e outra, ninguém percebe ou condena uma pausa de 1, 2 segundos numa exposição. Auxilia o trabalho de organização das idéias e também dá tempo mesmo que inconscientemente à platéia para absorver as informações.

AS DEZ DICAS DO PERFEITO ORADOR.
Você tem medo de falar em público? Nós vamos ajudá-lo a resolver o problema. (John May) George Scales, um agricultor troncudo e louro de Essex, ficou contente por ter ganho uma bolsa que lhe permitiria estudar a produção de batatas na Alemanha e na América. Até que soube, apavorado que

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teria que falar em público sobre os métodos estrangeiros, perante agricultores britânicos. A idéia de ficar de pé diante de estranhos tentando manter viva a sua atenção o assustava tanto que ele foi consultar um médico. “Preciso de ajuda, confessou”, pensando que lhe seriam receitados tranqüilizantes. Em vez disso, o doutor lhe indicou minha escola. Então eu disse a George, como já fiz a dezena de milhares de outros alunos: “Falar bem em público é uma arte que pode ser aprendida. Qualquer pessoa pode dominar as técnicas básicas para fazer que um público se mantenha atento”. Ei-las aqui. 1) Seja simpático – O público é cordial para com os oradores amáveis e de aspecto feliz. Winifred Ribchester, recém nomeada diretora de uma escola de moças, estava com receio de seu primeiro discurso perante um grande público de pais e membros do conselho diretivo da escola. “Comece com um sorriso”, aconselhei. “O sorriso estabelece a ligação com o público, despertando o interesse”. No grande dia, Winifred apresentou-se na reunião com o maior e mais caloroso sorriso que conseguiu arranjar. Claro que o público lhe correspondeu também sorrindo. Tendo-o cativado, ela estava apta a começar da melhor forma. 2) Descontraia-se – Mesmo uma oradora experiente como Margaret Thatcher admite: “Fico nervosa em todas as ocasiões que tenho que falar em público”. Mas nunca deixe transparecer este medo. As pessoas começam por ter pena de um orador que deixa transparecer o pânico, mas depois acabam perdendo a paciência e o interesse. George Scales que tentava se encher de coragem para fazer o seu primeiro discurso de um minuto em meu curso, estava alagado de suor. Recomendei-lhe que fizesse o exercício rítmico que os atores fazem para se descontraírem antes de entrar no palco. “Respire fundo várias vezes, sustenta a respiração o máximo tempo possível e expire lentamente”. Isso estabilizou sua pulsação. Outro remédio para os nervos é esquecer-se de que é você quem vai falar. Finja que é outra pessoa qualquer – um orador por quem sinta admiração, por exemplo. 3) Controle a situação – Mostre para o público quem é que domina a cena e merece toda a atenção. O Orador que tenta ficar sentado perde a autoridade. O que luta com as costas da cadeira como um domador de leões, ou que se esconde por detrás da estante como se estivesse segurando uma metralhadora, só com a cabeça e as mãos à vista, está pondo os ouvintes à distância. O público quer vê-lo bem de todos os ângulos. Sentirá assim que você confia nele. 4) Planifique seu discurso – Uma oração convincente tem de ser pensada com antecedência. Paul Homes era um orador rápido e enérgico, mas cujos discursos depressa perdiam a forma quando ele se afastava do essencial. Como apreciador de críquete, queria convencer a junta de sua freguesia a não proibir os jogos no jardim da aldeia (um morador queixara-se de que a bola ia por vezes parar em seu jardim). Tendo freqüentado um de seus discursos, ele estruturou sua fala com um princípio (justificando as razões porque queria falar), um meio (reforçando a argumentação com provas) e um final otimista. Pouco depois, ele me escreveu: “No próximo ano, vamos ter críquete por lá”. Para a maior parte dos discursos, não se pode adotar o padrão já testado que o pároco da aldeia costuma usar para suas prédicas: “Em primeiro eu lhes falo sobre o que lhes vou falar; a seguir, digo a coisa; e por fim, falo-lhes sobre o que lhes disse”. 5) Não complique – Resista à tentação de sobrecarregar um discurso com um excesso de tópicos, pois o público não vai conseguir fixá-los todos e pode até nem se fixar em nenhum. Um discurso eficaz incidirá no máximo sobre quatro pontos, que levarão a uma conclusão final. Resista também à tentação de querer deslumbrar o seu público com expressões técnicas. Num de agentes de VIAGEM, Iain Webster, da Telecom britânica, teve de fazer uma alocução sobre a utilização de computadores. Fiz-lhe notar que o discurso tinha de ser simples. Mais tarde, ele me contou que incidiu sobre três itens numa linguagem concisa e sem uma única expressão técnica. “Fui o único orador a ter uma cobertura completa e exata na imprensa no dia seguinte”. 6) Pareça espontâneo – A espontaneidade torna o discurso mais convidativo, mas exige uma grande preparação prévia. Depois de escrever seu primeiro rascunho (tente 100 palavras por minuto), levantese e fale para um gravador. Escute-se depois com um ouvido crítico, apontando as hesitações ou as repetições que devem ser eliminadas, e também as expressões de “linguagem escrita” que tem de ser

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corrigidas para a fluência da “linguagem oral”. O teste para expressar qualquer coisa em termos orais é perguntar a si próprio: “Como diria eu isto a um amigo?”. Não ia por certo utilizar um estilo denso e literário. Alistair Cook, quando está preparando a sua Letter From América (Carta da América), diz em voz alta para si próprio as frases que vai datilografando, frases que são essencialmente orais. 7) Condense seu esboço final em tópicos – Breves, bem espaçados, fáceis de ler – escritos em fichas, que podem ser guardadas no bolso até o início da sessão. Nada faz um público desinteressar-se tão rapidamente como um orador subindo ao estrado com a mão cheia de folhas de papel. George Scales, o plantador de batatas, faz de memória as versões finais “espontâneas” de seus discursos, ouvindo-os anteriormente à hora no carro, enquanto dirige. Aproveite as potencialidades de sua voz – Um orador esforçado pode controlar o público como um músico talentoso toca um instrumento. Elevar a voz ativa as células do cérebro. Falar devagar, em voz baixa impressiona com a solenidade da alocução. Um discurso rápido e excitado confere um ar de urgência. Pronuncie sempre as palavras claramente, com os lábios, a língua e os dentes, para que o público entenda tudo o que diz. Peter Finch, um editor que freqüentou meu curso porque queria progredir na carreira, recorda que uma das mais eficientes técnicas de voz que aprendeu consiste em fazer uma pausa no momento adequado e sussurrar: “Vou lhes contar um segredo”. Tal truque garante total e instantânea atenção do público. 8) Faça que todos participem – Um antigo diretor da Escola Gordonstoun, na Escócia, disse que aquela instituição tivera um dia um professor de Biologia que costuma desenhar diagramas no quadro sem olhar para os alunos. Num dia de verão, estando ele a desenhar na lousa, a turma inteira saltou pela janela da sala, que era no térreo, voltando a entrar rapidamente quando ele acabou. O professor nunca soube disso. O orador que evita olhar o público de frente quase que certamente perde a sua atenção, como o professor de Gordonstoun. As pessoas sentem claramente que sua presença está sendo rejeitada. Quando estiver falando, percorra o público com o olhar como um facho de luz, de modo a mostrar que está se interessando sucessivamente por todos os presentes. Não se esqueça de ninguém, mesmo daqueles que estão atrás de você. 9) Controle seu tempo – As pessoas nunca desculpam os oradores que falam sem cessar e os façam perder o almoço. Uma hora é o tempo máximo para um discurso numa reunião de negócios. Dez minutos são suficientes para um acontecimento social, como uma festa de casamento. Se não tiver nenhum relógio à frente, ponha o de pulso virado para baixo, de modo a poder olhar discretamente para ele. Cinqüenta jovens executivos de publicidade fizeram uma reunião de fim de semana em Cambridge e me presentearam com uma sineta de bronze que trazia gravado, em latim, o melhor conselho que se pode dar sobre o controle do tempo: “Praestate dicete et tacete” (Levanta-te, fala e cala-te). 10) Não deixe de praticar – As técnicas do discurso só podem ser melhoradas com a prática. Existem organizações onde se fazem palestras, aulas noturnas de oratória pública, associações de pais e grupos semelhantes que oferecem a oportunidade de se falar para um grupo reduzido de pessoas. Winifred Ribchester, a diretora que estava preocupada com o discurso do dia de apresentação, descobriu que, em seu novo cargo, tinha de fazer tantos discursos de vários teores que não tardou a ganhar confiança. Peter Finch, o editor, treinou o controle da voz lendo o sermão dominical na igreja. E quanto ao plantador de batatas George Scales? Seus discursos a outros agricultores foram entusiasticamente recebidos. Atualmente milionário, ele tomou gosto por falar em público, e até tem um programa de meia hora na televisão sobre agricultura. FONTE: Este texto foi retirado da revista “Seleções do Readers Digest” de abril de 1991.

QUADRO DE IDÉIAS
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O quadro de idéias é uma ferramenta eficaz na orientação da seqüência lógica do raciocínio a ser desenvolvido na aula. Não deve ser uma folha (ou mais) com todo o texto que se deve falar escrito nela. Ao contrário, o quadro de idéias deve refletir tão somente os pontos a serem abordados, todo o desenvolvimento do tema deve ser objeto de estudo e assimilação cultural e inspiracional do expositor. As exceções devem-se somente a nomes, datas e lugares, para quem tem dificuldades de memorização. O quadro é o roteiro da exposição, é o norte, é o lembrete que nos alertará se estamos esquecendo algo importante, se estamos fugindo ao objetivo traçado. Faz parte integrante da técnica de preparação do tema, em especial das fases de leitura, onde podemos resumir da seguinte forma: • • • • •
Fazer uma leitura rápida e sublinhar os trechos principais, captando a proposta do autor.

Refazer a leitura, agora atento aos detalhes, sublinhando e destacando apenas as palavras-chaves, que são os argumentos. Trazer para um papel na as palavras-chaves e verificar com critério se a seqüência está em lógica com as idéias a serem expostas. Ensaiar a apresentação usando a seqüência obtida no quadro de idéias, para certificar-se de que nenhum detalhe importante vai passar em branco. Transcrever para o quadro algum nome, data, etc. que por ventura tenha dificuldade em memorizar.

Um exemplo de como montar o quadro de idéias (que é bastante pessoal) segue abaixo:

Diferentes categorias de mundos habitados
Do ensino dado pelos espíritos, resulta que muito diferentes umas das outras são as condições dos mundos, quanto ao grau de adiantamento ou de inferioridade dos seus habitantes. Entre eles há os que estes últimos são ainda inferiores aos da Terra, física e moralmente; outros, da mesma categoria que o nosso; e outros que lhe são mais ou menos superiores a todos os respeitos. Nos mundos inferiores, a existência é toda material, reinam soberanas as paixões, sendo quase nula a vida moral. À medida que esta se desenvolve, diminui a influência da matéria, de tal maneira que, nos mundos adiantados, a vida é, por assim dizer, toda espiritual. Nos mundos intermediários, misturam-se o bem e o mal, predominando um ou outro, segundo o grau de adiantamento da maioria dos que os habitam. Embora não se possa fazer, dos diversos mundos, uma classificação absoluta, pode-se contudo, em virtude do estado em que se acham e da destinação que trazem, tomando por base os matizes mais salientes, dividi-los. De modo geral, como segue: Mundos primitivos, destinados às primeiras encarnações da alma humana; mundos de expiações e provas, onde domina o mal; mundos de regeneração, nos quais as almas que ainda tem o que expiar aurem novas forças, repousando das fadigas da luta; mundos ditosos, onde o bem sobrepuja o mal; mundos celestes ou divinos, habitações de Espíritos depurados, onde exclusivamente reina o bem. A Terra pertence a categoria dos mundos de expiação e provas, razão porque aí vive o homem a braços com tantas misérias.

O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap. III.
O quadro poderia ficar desta forma (os grifos acima são nossos): • Condições: física e moral. • Mundos inferiores (material e paixões). • Mundos adiantados (espiritual). • Mundos intermediários (bem e o mal). • Classificação (estado e destinação). • Primitivos. • Expiações e provas. • Regeneração.

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• Ditosos. • Celestes. A Terra.

Os assuntos relativos aos tópicos são desenvolvidos naturalmente pelo expositor. Há a possibilidade de “decorar” os tópicos acima, mas é sempre bom fazer uso da preparação do quadro para fixar os pontos principais. Para isso é importante que o texto do quadro seja: Claro (saber que será acessível ao público), ter unidade (ter amarração, ou seja, pé e cabeça), concisa (não ser longo) e coerente (lógico).

SESSÃO DOUTRINÁRIA – CONCEITO
Ë continuidade do tratamento, onde os passes são substituídos pelo esclarecimento evangélico, é a forma de implementar a transição de processo de tratamento espiritual e as oportunidades de esclarecimento através dos cursos proporcionados pelo Centro Espírita. São excelentes instrumentos para motivar seus freqüentadores a interessarem-se pela Doutrina aplicada a seu cotidiano, bem como se inscreverem no Curso Básico de Espiritismo e na Escola de Aprendizes do Evangelho, para os quais devem sempre ser convidados, se desejarem ter maiores esclarecimentos. Constituem um programa simplificado para exposição de conceitos básicos espíritas, dirigido às pessoas que concluem uma fase de tratamento espiritual na Assistência espiritual. Tem como objetivo promover o auto-equilíbrio dos assistidos através do esclarecimento espírita evangélico. As reuniões são semanais, de, no máximo 45 minutos, que preferencialmente ocorrem em paralelo ao trabalho de Preleção Evangélica e passes. As cadeiras dos participantes devem estar, de preferência, arranjadas na forma de roda. A abordagem deve ser altamente dialogante, visando um esclarecimento amplo, com base num conto ou estória com moral evangélica de fácil compreensão. O expositor deve estar apto e disposto a esclarecer eventuais dúvidas fora do assunto proposto para o dia, de forma sucinta. A bibliografia das histórias sugeridas concentra-se nos livros “A Vida Escreve” e “Almas em Desfile” do espírito Hilário Silva.

CURSO DE MÉDIUNS – CONCEITO
Em geral, a mediunidade é exercida mecanicamente, sem objetivo definido, pelo simples fato de existir. Mas isso é um erro. O médium deve saber porque é médium, quais faculdades possui, limites de sua aplicação, conseqüências de sua ação, objetivos a atingir e responsabilidades que assume, tanto como indivíduo quanto como membro da coletividade. O Curso de Médiuns é um curso de preparação teórico-prático de médiuns para os alunos da Escola de Aprendizes do Evangelho. Seu objetivo é educar médiuns para o desenvolvimento e uso da mediunidade voltada para os trabalhos evangélicos tendo como base os princípios da Doutrina Espírita. As reuniões são semanais com 90 minutos de duração. O roteiro de uma reunião da parte teórica é muito semelhante ao das EAE’s: • • • • Leitura de texto evangélico ou pertinente à mediunidade, preparação com elevação gradativa e prece. Avisos, leitura de temas, esclarecimentos em geral. Exposição da aula: assunto específico segundo a programação. Encerramento com vibrações e prece de agradecimento.

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Dependendo do estágio do Curso as exposições podem tomar de 45 a 60 minutos. Uma característica do Curso de Médiuns é que em alguns locais de estrutura de trabalhadores e dirigentes, o Curso de Passes faz parte integrante do Curso de Médiuns (assim como o programa foi aprovado originalmente em 27/12/1973), mas em locais com carência de estrutura para tal os Cursos de Passes são ministrado separadamente, até que se reúna quantidade suficiente de participantes para um Curso de Médiuns na totalidade.

ESCOLA DE PAIS – CONCEITO
A Escola de Pais é um programa de estudos voltado à orientação da família, desenvolvido semanalmente, para os pais ou responsáveis pelas crianças que freqüentam a Evangelização Infantil. Não é uma escola nos moldes convencionais, mas sim uma reunião fraterna, aberta a diálogos, sem pretensão de ser um curso espírita ou doutrinador. Através da exposição e debates de temas, propõe reflexão sobre o papel educativo dos pais para harmonizar o ambiente familiar, permitindo aos mesmos tomarem contato com assuntos educativos que possam esclarecer suas dúvidas, ajudando a sanar dificuldades de relacionamentos nos mais diversos aspectos diários. Dentro os objetivos da Escola de Pais, destaca-se: • • Conscientizar os pais no seu papel de educadores. Dar os pais informações atualizadas sobre questões psicológicas, educacionais, pedagógicas e científicas sobre o desenvolvimento e a formação da criança e do adolescente. • Revisão dos seus próprios conceitos e atitudes. • Planejamento de uma educação consciente. • Integração dos pais com os evangelizadores. • Educar-se para educar. Como são ministradas em paralelo à Evangelização Infantil as aulas tem duração de 60 minutos, com tempo de exposição médio de 45 minutos.

PRELEÇÃO EVANGÉLICA – TÉCNICAS
O bom preletor prepara-se adequadamente, fazendo antecipada e profunda reflexão sobre o tema, articulando-o com a sua própria vida. Cria empatia com os assistidos, falando muito mais com o coração que com a razão, transmitindo emoção e despertando sentimentos elevados. Preleção não é discurso, é bate-papo amoroso. O preletor não acusa nada e ninguém e só tem gestos e palavras de acolhida fraterna para nossa casa. Inclui-se entre os beneficiados da Assistência Espiritual, usando sempre a palavra “nós” ao invés de vocês. Tem voz modulada em média tonalidade e timbre, para ser bem ouvida com serenidade por todos os assistidos, durante a exposição não grita nem fala baixo demais. Informa intelectualmente com o coração as palavras, que são sempre coerentes e lógicas. Com português preciso e simples para qualquer cidadão entender. Durante a exposição fala alto, com bom volume, sem gritar, com tonalidade e timbre de voz serena, para alçar o ouvido e coração de todos. Deve transmitir emoção e motivar sentimentos. Fazer frases com as palavras “nós” desde que signifique sinceramente que eu mesmo estou entre os assistidos, isto tem que ser absolutamente verdadeiro. Se falar com o coração, o preletor cria empatia com os assistidos, não é uma informação intelectual, é um gesto de acolhida fraterna em nossa casa. Palavras e frases raras atrapalham este processo amoroso. Evitar falar sobre “Mestre”, “Divino Rabi” e similares, nem falar de “matéria” ao invés de corpo, evitar

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falar sobre “mãe espiritual” para denominar Maria, e outros para que todos entendam na simplicidade o que estamos a transmitir. Não convém falar sobre pessoa só conhecida no meio espírita, neste caso explicar quem é e o que fez, não se preocupando com o nome. Evitar falar sobre “planeta de expiações” ao invés de planeta terra, mas explicar como e porque é planeta de expiação. Evitar falar em limpeza, preparação, miasmas e outros termos específicos do Espiritismo, mas se necessário explicar antes e toda a vez. Não usar a preleção para dissertar sobre conhecimentos doutrinários, lembrar-se do primeiro dia que se sentou na cadeira de um salão de preleções e o que estava esperando ouvir daquela pessoa lá na frente. Não se movimentar em demasia e jamais adentrar à assistência, dando as costas para quem está mais à frente. Ser natural na postura, usar gestos sem exageros e abusar das expressões faciais verdadeiras. Não levar “cola”, “lembrete” ou ler a história em livros. Preparar a preleção com muita antecedência, chegar cedo e elevar o coração à equipe espiritual. Ficar alguns momentos dentro da sala de preleções equalizando suas vibrações com a da assistência. Treinamento: fazer a preleção para um auditório imaginário, não para decorar, mas para fixar os pontos essenciais. Ter consciência de que no início deve ter dificuldades naturais. Ler muito, metodicamente e ampliar o vocabulário. Não expor um assunto que não conheça e ouvir as críticas dos colegas como fator de aprendizado. Expor o pensamento de forma clara, sem dúvidas. Não faltar aos compromissos assumidos. Não usar a preleção para discorrer sobre problemas do Centro ou do Movimento espírita. QUERER SER ENTENDIDO E NÃO ADMIRADO Durante a exposição: • • • • • • • • • • • • • • • Evitar individualizações (senhor presidente, senhor diretor, etc.). Não comentar sobre suas próprias limitações e deficiências. Não autobiografar-se, omitir toda e qualquer experiência pessoal, evitando o individualismo próprio. Calar referências nominais (elogios levam à vaidade). Evitar referências a dinheiro ou à política. Não criticar instituições religiosas, pessoas e seus empreendimentos. Não aludir sobre auditórios maiores ou menores. Apresentar-se trajado adequadamente. Usar jóias de forma moderada. Ser pontual. Ter conduta evangélica. Evitar comparações negativas. Não fugir ao tema. Toda citação deve ser feita com exatidão (livro e nome do autor). Vigiar os nés, tás, etc.

PRELEÇÃO EVANGÉLICA – ASPECTOS ESPIRITUAIS E PSICOLÓGICOS
• • • Ter consciência de que o público deseja ouvir uma boa mensagem. O preletor passa a ser a figura principal pela função que exerce naquele momento, portanto aceitar esta condição e situar-se no ambiente. Aceitar a atenção geral com naturalidade, atitudes refratárias ou hostis do público (percebe-se pelas expressões faciais dos assistidos) correspondem a atitudes de petulância, arrogância, ostentação, etc.

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• • • • • •

“Conquistar” (ganhar confiança) sendo fraterno, vibrar bondade, ser simples e atencioso. Ser modesto mas não tímido. Manter-se em sintonia com planos elevados (por pensamentos e vibrações). “Medir” a vibração do local e tratá-la interiormente com o coração aberto. Saber que o “frio” na barriga é normal e que é controlável naturalmente após o início da preleção. Procurar iniciar os trabalhos com assistências menores, ao adquirir confiança partir para platéias maiores.

PRELEÇÃO EVANGÉLICA - CONCEITO
Preleção Evangélica é muito diferente de pregação. Finalidades: Serenar o assistido para que ele possa refletir sobre um tema evangélico e refletindo abra seu campo interior sintonizando seus sentimentos com o alto, tornando-se mais aberto e receptivo aos benefícios fluídicos do passe. Quando bem feita, a preleção pode prestar a principal assistência porque é o esclarecimento que o torna independente. Fatores: Instruir-se: Permanentemente. Devemos estudar o Evangelho e livros capazes de nos orientar a reforma íntima que se prolonga por toda a vida. Lermos principalmente Kardec, o que Emmanuel, André Luiz, Meimei, Caírbar Schutel e Armond escreveram, entre outros. Também “A vida em família” de Rodolfo Calligaris, “O pensamento” de Emmanuel, a biografia de Bezerra de Menezes, etc. Com certeza, ler e vivenciar o capítulo do Evangelho referente ao tema, semanas antes de o abordar é muito recomendável para que haja oportunidades de vivenciá-lo e se ilustrar. Ilustrar-se: Para estudar adequadamente o tema é indispensável meditar e procurar histórias simples e perfeitamente coerentes com o tema. Convém que o preletor receba inspirações, principalmente em público, o que é possível de se conseguir a praticar efetivamente, o que se prega na preleção. É assim que nos tornamos mais flexíveis e com bom repertório de histórias e vivência no assunto. No momento da preleção, basta estar com os melhores sentimentos, um forte desejo de se comunicar com clareza e se abrir para receber inspirações adequadas àquilo que os assistidos mais precisam para o estágio que se encontram. Sem polêmicas: Isto não é possível de se conseguir quando se aborda o assunto com polêmicas. Quem não consegue receber inspirações desta maneira, é melhor falar conforme seu plano prévio com o Evangelho. Preparar-se: Chegar meia hora antes dos trabalhos se iniciarem e antes de fazer a preleção, o preletor precisa de 15 minutos para se preparar como se fosse atuar na câmara de passes e em seguida fazer uma profunda reflexão sobre a relação entre o tema e a necessidade dos assistidos. Nestes momentos vêm à mente os assuntos estudados e vivenciados, sobre os quais provavelmente falaremos. Roteiro: • • • • • Avisos e convites para cursos, palestras, etc. Prece inicial com roteiro de elevação simplificado Apresentação da Preleção Evangélica, cujo tema deve seguir uma programação prévia, semestral ou anual. Vibrações pelos necessitados, também com roteiro simplificado. Breves explicações sobre Passes e ou Evangelho no Lar

Início: Comunicar semanalmente um aviso de interesse dos assistidos, sobre o funcionamento da casa. O próprio dirigente da Assistência pode recomendar assunto que se faz necessário no momento.

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Recomenda-se que os assuntos referente a eventos com objetivos de arrecadação de fundos, festas, etc. sejam comunicados fora do ambiente de preleção (por recepcionistas ou plantonistas) deixando-se para este momento apenas os cursos e palestras que possam trazer ao assistido luz na busca por algo que procura. Com palavras que conduzem à prece, e devem ir envolvendo todos os assistidos num crescendo, até permitir-lhes a ligação com entidades que estão prestando ajuda, avisar que não é preciso fechar os olhos, ou descruzar as pernas mas convém recomendar que fiquem confortáveis nas cadeiras. Começar convidando a aproveitarem o ambiente harmonioso para se aproximarem mais de Jesus Cristo. Prece inicial: Devemos nos referir somente aos Mentores individuais, Jesus e Deus, a fim de não se criar mal entendidos, mistificações e confusões. Consultar a “Vivência do Espiritismo Religioso” sobre este assunto. Quando sentirmos que estamos junto de Jesus, o preletor pode orar o Pai Nosso, em voz alta e pausada, enquanto os assistidos ficam em silêncio. Usa-se o Pai Nosso conforme a inspiração nos recomendar, para conduzir os assistidos inicialmente para um estado de meditação, mas por vezes pode-se usá-lo para culminância final das vibrações. Tema: Enunciar o título do dia e o capítulo do Evangelho que se vai abordar. Enfocar um só assunto baseando-se no “Evangelho Segundo o Espiritismo”, desde que procurando confortar e esclarecer sem jamais polemizar. Falar somente o que uma pessoa qualquer possa entender e praticar, sem muito esforço. Lembrar-se que os assistidos que chegam ao Centro desejam ser beneficiados, não conhecem Espiritismo e nem sabemos se pretendem conhecê-lo, é preciso didática e clareza adequadas para mostrar que desde Kardec, os espíritas continuam procurando confirmação de cada informação e submetem “à luz da razão” os novos conhecimentos. Muito mais importante é cumprir a finalidade da preleção para serenar e renovar as esperanças, contar uma boa e simples história, coerente com o tema, a qual sensibilizará e será lembrada pelo assistido, e assim valerá por muitas horas de pregação. Falar sobre o que está sentindo. Pode-se falar sobre Espiritismo sem criticar qualquer entidade, religião ou crença. Falar sobre Jesus Cristo, citar o Evangelho como uma recomendação a ser analisada e experimentada, sem desejar que o sigam cegamente. Vibrações: Em seguida convidamos todos à vibração. Explicar serenamente como vibrar sentimentos, que são emitidos e conduzidos pelo fio de nossas emoções e pensamentos genéricos, para ajudar e beneficiar pessoas e / ou lugares. Vibração não é pedido, é esforço pessoal, devemos vibrar por poucos itens: Apenas pela humanidade, por todas as nações, pelos lares, pelos doentes, pelos irmãos cujos nomes estão escritos nos papéis das caixas de vibrações, pelos nossos lares e por nós mesmos (neste último caso não é pedir por si próprio, mas agradecer a Deus estar sempre disponível para quem deseja ajudar com humildade). As vibrações são encerradas com um breve e simples agradecimento a Jesus. Às vezes o Pai Nosso é cabível, se ainda não foi proferido. Encerrando a preleção: Recomenda-se aos assistidos que permaneçam serenos aguardando o encaminhamento para o passe, e saímos cuidadosamente em silêncio, nunca tendo demorado mais que 20 minutos a contar do momento que dissemos a primeira palavra. Fala-se muito quando não conseguimos sintetizar o assunto, sendo difícil abordar os pontos essenciais, portanto não se conseguiu sensibilizar os ouvintes. Se o preletor percebe que lhe falta emoção para estes 20 minutos fala apenas dez minutos, mas indispensavelmente “com o coração na boca”, encerrando com o “assim seja” ao invés de ficar em curto-circuito sem fim. Breves explicações sobre Evangelho no Lar ou Passes: Evangelho no Lar: Em poucas palavras lembrar que o estudo do Evangelho nos leva à autocrítica e à reforma interior. Aceitar o Evangelho significa mudar e reformular nossas atitudes e conseqüentemente melhorar o relacionamento de todos. A prece no lar, ou em família renova energias para a vida. A meditação em grupo aproxima os corações, cria laços de amor e transforma o desafeto do passado em amigo de ideal. Convém que em casa, o assistido ore em voz alta mesmo que só, para se aproximar do Criador e dos necessitados em geral, vibrando pelo lar, pelas pessoas que lá residem, por seus parentes de relacionamento familiar, deixando as vibrações específicas para amigos e outros, para

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quando estiver no Centro espírita. Passes: Lembrar que ao entrarmos na Casa Espírita recebemos um primeiro passe de caráter geral, igual para todos e que é uma reposição de energias através de fluidos calmantes que nos ajudam a nos equilibrar e harmonizar com o ambiente. Somos convidados a nos sentar, deste ou daquele lado para facilitar o encaminhamento de acordo com o passe que iremos receber na câmara. Temos alguns minutos com música e luz suaves que podemos utilizar para nós mesmos, meditando, ou lendo longe da correria habitual. Após ouvirmos a preleção que é sempre baseada em ensinamentos de Jesus, que nos ajudar a entender melhor a nós mesmos somos encaminhados à câmara. Para aqueles que vem pela primeira vez ao Centro explicar que se trata da Assistência Espiritual onde um a um seremos encaminhados para o passe, que é transmitido por irmãos que procuram doar fluidos curativos e calmantes, tudo com a maior harmonia e silêncio, com profundo respeito sem qualquer tipo de ritual. O importante é que, aquele que vai receber o passe ofereça a sua fé e confiança em Deus, para que possa melhor receber os benefícios. Esse bem-estar pode ser prolongado e durar muito tempo, se dermos também a nossa colaboração mantendo-nos calmos, lendo o Evangelho e meditando sobre os ensinamentos de Jesus. Depois do passe podemos nos retirar, meditando sobre a paz e a harmonia que sentimos nesse instante. O passe que vamos receber é uma soma de vibrações que nos será transmitida do alto, por um conjunto de colaboradores. Vamos assim receber os benefícios de uma corrente de luz e harmonia. O passe é uma doação de paz, transmitida por uma corrente de cooperadores que trabalham em nome de Jesus. Para que essa doação possa melhor nos beneficiar é importante que, durante o passe, nos mantenhamos serenos e confiantes como se estivéssemos diante de Jesus, assim os fluidos do passe. Nos trarão melhores resultados. O passe é o princípio de nossa cura, o Evangelho é o grande remédio para nossos males.

CURSO BÁSICO DE ESPIRITISMO – CONCEITO
É um curso informativo sobre Doutrina espírita. Seu programa é rápido e de natureza simples e objetiva, buscando uniformizar conceitos em relação ao espiritismo. Tem a finalidade de informar aos alunos sobre o histórico e os princípios básicos do Espiritismo. Preparar os alunos para o ingresso nas Escolas de Aprendizes do Evangelho. Estrutura-se em reuniões semanais, abertas ao público, com duração de 90 minutos com a seguinte sugestão de divisão de tempo: 10 min. = Preparação e prece de abertura. 10 min. = Comentários, apresentações, breves reflexões sobre conduta cristã. 50 a 60 minutos = Exposição da aula 10 min. = Vibrações e prece de encerramento

ESCOLA DE APRENDIZES DO EVANGELHO – CONCEITO
É um programa organizado para proporcionar as vivências do Cristianismo como proposta essencial de aperfeiçoamento moral da humanidade através da Reforma Íntima do ser. Busca a renovação do homem em seus sentimentos, pensamentos e atitudes, proporcionando-lhes experiências de verdadeiro auto-conhecimento e desperta mento de seus ideais divinos. Não se trata de um curso como habitualmente se entende a partir da palavra “escola”, mas sim de um processo de Iniciação Espiritual baseado no Evangelho de Jesus, entendido como a forma mais pura de vivenciar a proposta religiosa do Espiritismo para o bem da humanidade. As EAE’s preparam e purificam os espíritos para o ingresso em vidas mais perfeitas, na comunhão de todos os dias com Deus, despertando a consciência interna para que vibre em sintonia com os planos espirituais mais elevados. Não é um curso comum de preparação teórica, mas a oportunidade que o aprendiz tem para adestrar suas forças, sem temor e represálias, terçar armas contra si mesmo, isto é, contra

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todas as suas imperfeições: Maus pensamentos, más palavras e más ações, e provar a si próprio que está combatendo por decisão própria sem engodos ou forçamentos, visando seu próprio engrandecimento espiritual. As reuniões de uma turma de EAE são encontros semanais de 90 minutos. As atividades podem ser divididas genericamente como segue: 10 minutos = Preparação do ambiente, constituída de sintonia progressiva com esferas espirituais superiores, culminando com a prece do Pai Nosso e na Prece dos Aprendizes. 10 minutos = Leitura de temas pelos aprendizes, comunicação de novos temas. 10 minutos = Avisos gerais, nomes para vibrações, comentários sobre o bem. 45 minutos = Exposição da aula por expositor previamente escalado de acordo com o programa da EAE. 15 minutos = Comentários finais, vibrações coletivas, intercâmbio mediúnico (em datas preestabelecidas), prece de agradecimento e encerramento. Normalmente a disposição da sala para acomodação dos alunos deve facilitar a formação de círculo, possibilitando todos os participantes serem vistos e ouvidos uns pelos outros com facilidade, respeitados os limites das condições físicas das sedes dos Centros Espíritas.

ESCLARECIMENTOS SOBRE O PLANO DA EAE
Qual é o principal objetivo do expositor? A reforma Íntima do Aprendiz. Mesmo não sendo completo, nem limitador ou conclusivo, espera-se que o expositor enriquecido com recursos faça sua aula se voltar mais para a Reforma Íntima dos Aprendizes. Isto deverá tornar mais fácil o apoio dos dirigentes espirituais do curso, inspirando o expositor no momento da aula por que, conhecendo com mais clareza os objetivos, seu esforço será mais harmonioso. É claro que antes de tudo, cabe ao expositor mostrar constantemente seu entusiasmo pela reforma íntima permanente e pelos resultados das aulas. 1. O Aprendiz precisa compreender sua vida e ter vontade de modificá-la de maneira a ter convivência mais amorosa com as pessoas – O assunto que está programado para a aula é escolhido para transformar o dia-a-dia dele e para isto, convém que durante a aula, ele assuma consigo mesmo uma nova postura de perdão e amor frente a vida e aos que o rodeiam. Este propósito precisa ser bem claro e se tornar uma verdadeira bússola do expositor e do dirigente, tópico a tópico, grau por grau; ao perceber isto com clareza durante a aula, será mais fácil ao aluno, ouvir sua consciência e exercer seu direito de praticar, ou não, aquilo que o expositor aborda; é isto que o Aprendiz precisa encontrar na aula e até declarar no exercício de Vida Plena, que estamos passando a fazer em tantas aulas. 2. O Conteúdo da aula precisa ser o que está na apostila – A apostila é a essência da Escola a qual está sendo observada e aperfeiçoada desde que o Comandante a iniciou, e o expositor não pode divagar, pois geralmente o tempo de aula é pouco para o conteúdo da apostila. Ao ministrar a aula o expositor pode se guiar por um resumo de tópicos da apostila. Para isto, o primeiro passo pode ser o repetir resumos da apostila e a cada vez, resumir mais, preservando a clareza e os detalhes para ele mesmo. O expositor precisa voltar seus esforços para que a aula desperte no Aprendiz a vontade de comparar sua vida com a apostila. 3. O método precisa se adequar ao Aprendiz – Para se adequar a aula ao Aprendiz, é melhor ir conversando e o expositor vai fazendo perguntas que vão levantando dúvidas que levam o Aprendiz a se rever, compreender melhor o assunto e então se reformular. Os tópicos resumem a apostila na seqüência que previamente julgamos ser a cadeia de idéias para desenvolver a aula. Inicialmente o expositor pergunta, para que o Aprendiz fale como entende, ou até onde já entendeu o assunto, para que o expositor possa centrar suas explicações na mudança que vai se processar no Aprendiz. Os presentes precisam rever sua percepção sobre o assunto e irem se pronunciando e reorganizando esses novos conhecimentos; então centramos a aula na maioria dos Aprendizes que se pronunciarem. Desta maneira, não dá para usar a seqüência dos tópicos que organizamos previamente, ou

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seja, vamos abordar os mesmos tópicos que organizamos, mas na seqüência que eles mesmos requisitarem para nós os esclarecermos. Cada turma é diferente e por isto, a cada aula é preciso rever tudo, para nos aprontarmos para as inspirações do plano superior, que esperamos vir a ter na aula. 4. As referências bibliográficas são como uma prateleira de informações para fundamentar as inspirações; podem servir para se argumentar, esclarecer e facilitar a compreensão da apostila. São os Aprendizes que determinam por onde vamos conduzir os tópicos e lançamos mão de nossa cultura fundamentada nas referências bibliográficas para enriquecer as explicações que eles necessitam; uma explicação centrada no caminho que o Aprendiz necessita seguir para aprender. Para explicar centrando no Aprendiz, precisamos de bagagem de conhecimentos que dão origem às explicações, ou que dão lógica e coerência àquilo que defendemos como certo (pelo menos por enquanto). Além da apostila o expositor precisa conhecer a Doutrina o suficiente para repassar ao Aprendiz os conceitos que construiu em si para ser espírita e assim sendo, só podem entrar na aula as referências que lembramos como inspiração. Assim, convém usar somente as referências esclarecedoras das dúvidas que os Aprendizes manifestarem e por isto, não podem ser parte dos tópicos previamente estabelecidos (falta de tempo). Por isto, eles têm a obrigação de ler a apostila antes e o expositor tem a obrigação de conhecer muitas referências bibliográficas e só usar as indispensáveis. 5. Objetivos precisam ser especificados com clareza – O assunto da aula não pode se perder na transmissão de conhecimentos intelectuais, mas tem que envolver o Aprendiz para que os pratique no dia-a-dia. Para não se perder gastando tempo precioso em assuntos desnecessários o expositor precisa saber com clareza qual o objetivo da aula, aonde chegar; por sua vez, o curso precisa de uma cadeia natural de aprendizagem formada pela seqüência dos objetivos das aulas, os quais levam aos objetivos intermediários da Escola (concluído em cada grau), os quais levam aos objetivos gerais da Escola. Esta cadeia natural para a aprendizagem do Cristianismo tem assuntos que despertam o interesse do Aprendiz devido à felicidade que sentimos ao adotá-los; às vezes temos certeza que o plano espiritual usou-a para apoiar o Comandante nos momentos de inspiração que o levaram a EAE. 6. Ao especificarmos com clareza os objetivos das aulas, dirigentes e expositores podem conduzir seu esforço para que os Aprendizes, passo a passo processem a mudança que se faz necessária em sua vida, o que conseqüentemente pode elevar o número de Aprendizes que passarão a discípulos nos próximos anos. Vamos perceber que muitas vezes algum objetivo da aula se repete na aula posterior, o que vem a reforçá-lo, como sempre o faremos em nossa vida.

ESCOLA DE APRENDIZES DO EVANGELHO – PLANO CONVITE
Sugerimos ler atentamente a Apostila INICIAÇÃO ESPÍRITA e aprofundar-se nos conceitos. É assunto de máxima reflexão e contém na sua essência a base para entendimento do processo da Escola Iniciática, em conjunto com o Curso de Médiuns e a informação da finalidade da Fraternidade dos Discípulos de Jesus. IMPORTANTE: NÃO DEIXAR FORA DO CURSO DE EXPOSITORES TODOS OS CONCEITOS SOBRE A FDJ. ASSUNTO ESTE QUE PODE E DEVE SER CONSULTADO ATRAVÉS DA OBRA “FDJ – PERGUNTAS E RESPOSTAS” DA EDITORA ALIANÇA.

TIPOS DE ALUNOS
Em uma classe, encontraremos os mais diversos tipos de alunos e seus respectivos comportamentos. Tudo isso passa pelo ambiente de liderança exercido pelo Dirigente da turma e também pela fase em que se encontra o estudo, mas basicamente as personalidades são constantes e as reações são as mais diversas possíveis. Apenas a título de exemplo descrevemos abaixo os principais tipos de alunos e suas “rotulações”:

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O ETERNO PERGUNTADOR
Pergunta para atrapalhar. Deseja saber sua opinião. Deseja que você apóie o ponto de vista dele. Ação: Devolver a pergunta ao grupo. Não tomar partido, manter-se neutro.

O TAGARELA
Fala de tudo e sem parar, exceto do assunto em questão. Cansa, em geral, os interlocutores. Ação: Cortar delicadamente o “discurso” que faz, dizendo que sua observação é interessante, retornando ao assunto através de uma pergunta.

O HOMEM DOS APARTES
É dispersivo, distrai os outros. Pede apartes para falar do assunto ou de outra coisa. Ação: Fazer-lhe uma pergunta direta sobre o que está sendo discutido

O ABERTO
Não se faz de rogado para manifestar sua opinião. Diz o que pensa. É bem humorado, fala com simplicidade e se torna simpático a todos. Ação: Usá-lo quando houver tensão no grupo

O TÍMIDO
Não tem coragem ou habilidade para expressar suas idéias. Teme a crítica e o julgamento “duro” dos outros. Necessita ajuda. Ação: Fazer-lhe perguntas fáceis. Fazer com que o grupo valorize sua participação.

O LEGAL
Sempre pronto a ajudar. Seguro de si. Não foge às dificuldades. Encara-as espontaneamente. Sabe aceitar os colegas como são. Recebe sem melindres as críticas que lhe fazem. Ação: Usá-lo em momentos oportunos. Não exagerar sua participação.

O SABE-TUDO
Quer exibir-se. Quer impor sua opinião. Às vezes está bem informado, mas outras vezes é simplesmente um tagarela, convencido de saber tudo. Ação: Dar uma função para que fale. Evitar que domine o grupo. Levar o grupo a julgar suas objeções. Interrompa-o dizendo: É um detalhe interessante, mas vamos ver o que os colegas pensam disso. Lançar uma pergunta difícil para limitá-lo.

O DO CONTRA
Gosta de discutir e dar o contra sempre, mas às vezes, é um bom sujeito, descontrolado, revoltado talvez por dificuldades pessoais. Ação: Acalmá-lo. Não deixar que o grupo se excite. Procurar tratar de outro assunto. Dizer-lhe que os problemas individuais serão resolvidos depois, em particular. Dar mérito a alguma de suas observações.

O PEDANTE
Trata o grupo com altivez. Não se integra nele. Critica duramente os outros e se coloca num pedestal. Ação: Não ferir sua suscetibilidade. Não o critique. Use a técnica duvidosa: Sim… Mas… Concordar, mas depois ponderar conduzindo-o à reflexão.

O MUDO VOLUNTÁRIO
Não se interessa por coisa alguma. Considera-se acima das questões discutidas, achando-as simples demais, ou sente-se incapaz de abordá-las muito elevadamente. Ação: Buscar sua participação através de um assunto que ele saiba. Se for do tipo “superior”, peça sua opinião, indicando o valor que o grupo dá a sua experiência, mas não exagerar para que o grupo não se ressinta. Dar destaque na 1a. Vez que falar. O OBSTINADO (IDÉIA FIXA) Ignora sistematicamente o ponto de vista alheio. Não cede. Nada quer aprender com os outros. Ação: Passe o seu ponto de vista para o grupo. Conduza-o a compreender que a maioria está certa. Peça para aceitar, por um instante o ponto de vista do grupo.

O INTROVERTIDO
É naturalmente modesto. É prudente e reservado. Ação: Procure integrá-lo lentamente, sem que ele perceba.

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O PROGRAMA DA ESCOLA DE APRENDIZES
É de vital importância o expositor saber se situar nas fases da Escola de Aprendizes do Evangelho. Grande parte das “frustrações” das aulas é que as mesmas não foram adequadas ao momento vivenciado na escola. Falar profundamente sobre atitudes defensivas e processos de abertura no início da escola é desperdiçar energia, já que neste momento os alunos ainda estão chegando à Escola, movidos pela curiosidade, encaminhados pelo plantão, ou porque ouviram falar que é bom. Igualmente é gastar energia ao ensinar a fazer o Evangelho no Lar ao término do terceiro ano (aula Recursos do Cristão, por exemplo), pois a esta altura todos os alunos já sabem fazê-lo, basta esclarecer e fixar os benefícios do mesmo. As aulas têm significações paralelas com os momentos da Escola (vibrações coletivas, implantação de caderneta, testes, caravanas, exames espirituais, etc.), devemos aproveitar as aulas para afirmarmos as ferramentas e colaborarmos com o processo de autodescoberta e melhoria pessoal. No início da Escola as pessoas estão fechadas e não propensas à mudança, pelo menos no sentido que se entende por processo de abertura imediata, os comportamentos são defensivos e os significados giram em torno da curiosidade e da descoberta. Quando passamos a estudar a vida de Jesus (O Redentor) o aluno descobre coisas que nunca tinha parado para pensar, é a quebra de paradigmas e isso permite ao mesmo iniciar um processo de abertura, pois percebe que coisas tão cristalizadas dentro de si podem ser analisadas à luz da razão. Durante o segundo ano da Escola temos as maiores diferenças entre os alunos, alguns mais próximos do início do processo de abertura, receosos de dedicar-se ao próximo, outros empolgados pelas oportunidades de trabalho e aceitando a abertura como algo bom, mas muitos conflitos ainda persistem. Muitas dúvidas são geradas, ele está fazendo Curso de Médiuns, Caravanas, trabalhando na EI, na AE, ou seja, muitas atividades que chegam a ser sufocantes, mas tudo feito com amor e dedicação. No terceiro ano já há um processo bastante amplo de abertura, é muito mais fácil falar de si, de seus problemas e suas conquistas, desperta-se para a tarefa Cristã. O Discipulado pode parecer algo inatingível, há a crítica e as inquietações. Aparecem as lideranças permanentes, os que estão assumindo tarefas complexas no âmbito da casa espírita. O desejo de abertura de uma nova casa, a ansiedade para tal choca-se com o receio, a responsabilidade. É momento de orientar e não de querer dar sermão.

OS NÉS, TÁS, HUNS, ÃÃS, ÁÁS
São vícios adquiridos ou provenientes de fatores internos e/ou externos. Nada mais irritável para uma assistência a repetição destas flexões por parte do palestrante. É muito importante trabalhar estes vícios para que não haja rotulações ou introjeções. Em uma experiência real, após alguns estudos destas falhas expositivas tivemos a oportunidade de contar 136 “Nés” em uma preleção de 14 minutos cronometrados (já descontado o tempo da preparação e das vibrações); e por um companheiro “antigo” na tarefa da preleção. Isso realça a importância de nos reciclarmos e praticarmos constantemente nosso autotreinamento. Se considerarmos que 136 “Nés” foram pronunciados em 14 minutos teremos 9,7 “Nés” por minuto, ou seja, um “Né” a cada 6,2 segundos! Se considerarmos ainda que cada “Né” leva 1,5 segundo do início de sua expressão até a retomada da próxima palavra somamos 204 segundos ou seja, 3 minutos e 24 segundos. Portanto, nesta apresentação de 14 minutos o palestrante falou sobre o tema apenas 10 minutos e 36 segundos. Estas flexões podem estar relacionadas a: Necessidade de afirmação de uma idéia, insegurança, “deslocamento” do ambiente, improvisação (falta de planejamento), falta de vocabulário, ensaio deficiente, falta de critério na exposição, atitude defensiva (esperando “retorno” da platéia), mau planejamento do tempo, etc. Vigiar, observar e treinar, sempre.

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ARTICULAÇÃO
É ter clareza e nitidez. As palavras devem ser pronunciadas em um ritmo que não cause forçamentos levando-nos a prejudicar a dicção, engolindo sílabas que dificultam o entendimento da mensagem. Articular é tornar as palavras distintas, utilizando todos os recursos faciais para tal. Devemos aproveitar os recursos faciais para movimentação de: • Lábios • Língua • Mandíbula • Musculatura da face Pode ser adquirida pela leitura de poesias em voz alta (aplicar no Curso os exercícios abaixo, pelo menos os 7 primeiros). Fazer exercícios de “trava-linguas” (abaixo) repetindo as que se tem mais dificuldade de fluência. Fazer os exercícios diariamente no início e no futuro sempre que sentir necessidade: • A grande gralha grua na grama da granja de grão. • Chuche sem cessar cem salsichões sem salsa e sem sal. • Se cem serras serram cem cigarros, seiscentas serras serrarão seiscentos cigarros. • O solo está enladrilhado, quem o desenladrilhará? O desenladrilhador que o desenladrilhar, bom desenladrilhador será. • Compadre compre você pouca carpa parda, porque aquele que pouca carpa parda compra pouca carpa parda paga. Eu, que pouca carpa parda comprei, pouca carpa parda paguei. • Um prato de trigo para três tigres. Dois pratos de trigo para três tigres. Três pratos de trigo para três tigres. • Um ninho de mafamagafos, com cinco mafamagafinhos; se a mafamagafa os desmafamagafar, ficam todos desmafamagafados. • Xuxa! A Sasha fez xixi no chão da sala. • Sabendo o que sei e sabendo o que sabes e o que não sabes e o que não sabemos, ambos saberemos se somos sábios, sabidos ou simplesmente saberemos se somos sabedores. • O desinquivincavacador das caravelarias desinquivincavacaria as cavidades que deveriam ser desinquivincavacadas. • Se o Pedro é preto, o peito do Pedro é preto e o peito do pé do Pedro também é preto. • Embaixo de uma pedra tem uma rã e uma aranha, nem a rã arranha a aranha e nem a aranha arranha a rã. • O rato roeu a roupa do rei de Roma, a rainha com raiva resolveu remendar. • O vento perguntou para o tempo qual é o tempo que o tempo tem. O tempo respondeu para o vento que não tem tempo para dizer para o vento que o tempo do tempo é o tempo que o tempo tem. • Perlustrando patética petição produzida pela postulante, prevemos possibilidade para pertencê-la porquanto perecem pressupostos primários permissíveis para propugnar pelo presente pleito, pois prejulgamos pugna pretárita perfeitíssima. • A Iara agarra e amarra a rara arara de Araraquara. • Embaixo da pia tem um pinto que pia quanto mais a pia pinga, mais o pinto pio. • Não confunda ornitorrinco com otorrinolaringologista, ornitorrinco com ornitologista, ornitologista com otorrinolaringologista, porque ornitorrinco é ornitorrinco, ornitologista é ornitologista e otorrinolaringologista é otorrinolaringologista. • Alô, o tatú taí? Não, o tatu não tá, mas a mulher do tatu tando é o mesmo que o tatu tá. • O original nunca se desoriginou e nem nunca se desoriginalizará. • A sábia não sabia que o sábio sabia que o sabiá sabia que o sábio não sabia que o sabiá não sabia

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que a sábia não sabia que o sabiá sabia assobiar. Disseram que na minha rua tem paralelepípedos feitos de paralelogramos. Seis paralelogramos tem um paralelepípedo. Mil paralelepípedos tem uma paralelepipedovia. Uma paralelepipedovia tem mil paralelogramos. Então uma paralelepipedovia é uma paralelogramolândia? Qual é o doce mais doce que o doce de batata doce? Respondi que o doce mais doce que o doce de batata doce é o doce que é feito com o doce do doce da batata doce. Vejo no jardim japonês gentis jaçanãs, jandeiras jaspeadas, jubujurus janotas e juritis gemendo. Nas jaulas o jaguar girando, javalis selvagens, jararacas e jibóias gigantes, girafas gigantes gingando com jeito de gente, jacarés, jucuruxús e jabotis jejuando. O pinto pia, a pipa pinga. Pinga a pipa e o pinto pia. Quanto mais o pinto pia mais a pipa pinga. O mameluco melancólico meditava sobre a megera megalocéfala e macabra.

DEFEITOS DE LINGUAGEM
Alguns são passíveis de correção através de orientação fonoaudiológica ou ortodontológica. Lambadcismo: Rotacismo: Sigmatismo: Ceceismo: Zetacismo: Nasalação: Esperto Trágico Os Fazer Juízo Veja por por por por por por Espelto Trrrrágico Ossss Facer Zuízo Venja

CONGRUÊNCIA
Ë a integração entre as expressões físicas e verbais. Não se pode expressar algo triste com feições de alegria no rosto, ou de alegria com um choro sentido. Normalmente esta integração se faz naturalmente, mas o nervosismo ou deslocamento pode distorcer as expressões e suas relações com a verbalização das idéias. A congruência permite, quando temos uma atitude constante no campo emocional e psicológico, uma sinergia entre as idéias e as ações, potencializando a mensagem e o valor de seu significado. Um olhar colocado de forma certa em uma frase de efeito pode modificar uma idéia cristalizada no ouvinte. Para atingirmos esta sinergia é muito importante perceber-se a si e ao ambiente, colocando-se no tempo e no espaço, observando as dimensões, sua postura, sua posição na classe ou no salão de preleções, as pessoas, seus olhares, os móveis, ou seja, tudo aquilo que faz parte daquele momento. Isso permite mais segurança e tranqüilidade, desta forma a congruência se dará de forma natural.

ORIENTAÇÕES GERAIS AO EXPOSITOR DE AULAS
1. Deve o expositor manter-se sempre dentro do assunto da aula que está ministrando. 2. Se achar necessário, informar sobre assuntos controvertidos (encarnações, corpo fluídico, etc.) porém deixar sempre claro tratar-se de opiniões particulares que não fazem parte da essência da Doutrina Espírita. Quando enunciar essas informações, fornecer aos alunos as referências (autor, livro, etc.) em que está se baseando. 3. Evitar tomar partido com referência a tais assuntos, procurando sempre valorizar o campo reformamoral para o qual as controvérsias pouco ou nada ajudam. 4. Ter sempre em mente que as obras básicas da Doutrina (Kardec) devem estar no alicerce da exposição, mas nunca antes do caráter Cristão (aspecto religioso sempre primeiro). 5. Ter em mente que, principalmente no primeiro ano da escola de Aprendizes do Evangelho, há

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alunos provenientes dos mais diversos cultos e religiões. Expor assuntos de forma agressiva a essas religiões é, no mínimo, falta de caridade. 6. Evitar citações exageradas de autores, espirituais ou encarnados, sem preocupar-se em citar a fonte de onde foram extraídas tais citações. 7. Evitar dogmatismo e radicalismos. Dar sempre liberdade para o aluno raciocinar, aceitar ou rejeitar, mas sempre o orientando para o Cristianismo (não negar ao Cristo). 8. Explicar de forma simples o significado de certas palavras como ressurreição, céu, inferno, carma, etc. 9. Ter em mente que as aulas contidas na apostila “Iniciação Espírita” e “O Redentor” são obras básicas para a exposição. O expositor deve pesquisar em outras fontes para enriquecer o assunto. 10. Não faltar em aula que assumiu. Quando convidado a ministrar aulas, usar a franqueza se não puder aceitá-la. 11. Durante a aula, abster-se de emitir opiniões pessoais. 12. Ter sempre um ou dois substitutos para emergências. Dar subsídios a esses para que possam substituí-lo à altura. 13. Ter agendado organizadamente todas as aulas de sua responsabilidade. 14. Preparar bem a aula. 15. Não cair na rotina. Colocar sentimento, viver as palavras proferidas. Lembrar-se que os desencarnados também assistem às aulas. 16. Quem quer ensinar tem que aprender. Estudar sempre. Conhecer muito bem as obras básicas. 17. Submeter-se periodicamente a programas de reciclagens dos mais variados assuntos para adquirir maior vivência na Doutrina e no movimento. 18. De início pode especializar-se num grupo de aulas, para que possa aprimorar-se cada vez mais nesses assuntos. 19. Não fugir do tema. Não retroceder para a aula anterior. Não avançar para a aula seguinte.

DINÂMICAS DE GRUPO
No século XIX, os estudos sobre comportamento humano em sociedade davam origem a um ramo das ciências, denominado “psicologia social”, cujo objetivo era estudar o homem simultaneamente como causa e conseqüência da sociedade e suas relações. Neste século, à época da 2a. Guerra, em 1944, Kurt Lewin introduziu nesta ciência, o estudo das relações de pequenos grupos (para diferenciar do estudo das comunidades e multidões), surgindo então o termo “dinâmica de grupo” originário do grego “dinamys” que significa força, energia, ação. Nesta área, diversos estudos se desenvolveram, multiplicando aplicações em áreas como a psicoterapia, as relações de trabalho e a pedagogia. Nesta, destaque-se o trabalho de Jean Piaget na análise do pensamento da criança, e suas extensões acerca do pensamento humano no aprendizado. Não é intuito dos Cursos apresentar os conceitos teóricos desta ciência, mas resumir as mais significativas conclusões referente à aplicação de aulas em nossos programas de Curso Básico, Escola de Aprendizes, Mocidade Espírita, etc., abordar-se-á tão somente os conceitos estritamente necessários à compreensão do que será exposto. O que é aprender? A escola de nossa infância limitou-se a um único modo de aprender: O aluno escuta o professor numa sala de aula. Mas há muitas fontes de aprendizado, sem que seja exclusivamente com os ouvidos. A primeira fonte de saber é a vida de todos os dias. Por exemplo, aprender a ser pai ou mãe é coisa que se faz na vida, e não na teoria. É, sobretudo agindo que se aprende, e verificamos que nosso ser, todo mundo interior que temos em nós, constituise de tudo que vivemos e experimentamos, e não apenas do que ouvimos em um curso. Processos de Aprendizagem: Processo passivo: Exposição de conhecimentos; aprende-se com olhos e ouvidos, recebe-se; o aluno se abre para idéias e sentimentos dos outros; aprende-se a ouvir e discutir com os outros.

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Processo ativo: Vivência e experimentação; aprende-se com a cabeça, com o coração e com as mãos; o aluno dá de si, afirma-se; criando, compreende melhor a si próprio; descobre as aptidões e limites; aprende-se a trabalhar com os outros. Exemplificando: Aprender sobre a caridade pode ir além do informar sobre ela, seu significado, suas características. O aprendizado será mais rico e completo se pudermos conduzir as pessoas à rua, por alguns momentos, para ver, conversar e observar as pessoas e o mundo, com seus contrastes sociais, a solidão, a impiedade, as lacunas da comunicação humana. E mais ainda, se houver uma programação organizada de visitas ou trabalhos em obras sociais de valor. É a diferença que existe entre observar um mecanismo e tentar montá-lo. Assim, quanto mais o aprendizado se aproxima da vivência, mais autêntico se torna. Elementos facilitadores do aprendizado das pessoas: • • • • • • • Ambiente que favoreça a participação. Encaminhamentos que possibilitam às pessoas descobrirem e expressarem suas necessidades reais (é inútil debater um assunto quando o grupo sente que ele nada tem a ver com suas necessidades reais). Encaminhamento que valorize as idéias, os sentimentos, os pontos de vista de cada um e que aceite as diferenças de opinião com algo bom e aceitável. Encaminhamento que reconhece a cada um o direito de se enganar. Encaminhamento que concede tempo para aprender (quando se está absorvido pela idéia de que se tem que chegar), “a resposta correta”, ou quando o expositor revela de imediato, não se aprende a buscar por si. Encaminhamento pelo qual o grupo e o indivíduo podem, eles próprios, avaliar seus progressos. Encaminhamento durante o qual cada um se sinta aceito: Quando a pessoa se sente obrigada a mudar, vê rejeitado o seu próprio ser, bloqueando qualquer aprendizado; quando ao contrário, pode livremente observar seus próprios valores, pode também se abrir ao que é novo, pois não se sente constrangido.

Educação, num aspecto mais amplo: A educação vem do impulso íntimo da criatura em se conhecer, se aperfeiçoar, desenvolver em si mesmo todo o seu potencial. Essa educação não tem fim e é um pouco como o amor, é muito livre ao mesmo tempo muito exigente. É permanentemente incompleta, devido às transformações rápidas do mundo e, sobretudo, devido às necessidades de evoluir que caracteriza o espírito. Desta forma, se estamos envolvidos num esforço organizado dentro da Doutrina Espírita, que liberta e faz crescer o espírito através da fé raciocinada, devemos nos preocupar em fornecer educação total, e não apenas a sua forma tradicional, restrita à idéia de bancos escolares. Se não oferecermos a aprendizagem mais rica e a educação mais ampla, os espíritas do amanhã serão, com raras exceções, pessoas apenas bem informadas, mas certamente mal formadas e sem aquele impulso íntimo que leva à busca constante do progresso e do aprimoramento moral que é uma das características do espírita. Resumo: Possibilita vivência, que ao ser refletida e partilhada gera aprendizado pessoal e grupal possibilitando: • • • • • • • • • Autoconhecimento. Exercício de escuta e acolhida do outro como ser diferente. Experiência de abertura ao outro e participação grupal. Percepção do todo e das partes, da vida e da realidade. Desenvolvimento da consciência crítica. Confronto e avaliação da vida e da prática. Tomada de decisão de modo consciente e crítico. Sistematização de conteúdos, sentimentos e experiências. Construção coletiva do saber.

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Aspectos práticos: Extensão da aula O expositor é responsável por equacionar, com bom senso: Extensão do assunto, profundidade, técnica, número de participantes, nível de participação, de modo a não faltar com a pontualidade, ou seja, limitar-se aos 45 minutos. • Objetivos e contexto da aula A aula sempre faz parte de um programa de aulas. É necessário ter plena consciência dos objetivos da aula para não deixar de cumpri-los nem avançar no objetivo de outras aulas do programa. • Preparação da aula Além da preparação com relação ao estudo para domínio do assunto, o emprego das técnicas de dinâmica de grupo exige o conhecimento dos seguintes fatores: Quanto aos participantes: Suas necessidades e interesses, suas expectativas e sentimentos em relação ao assunto da aula, e tamanho do grupo. Verificar idade, quantidade e casos especiais (cegueira, surdez, analfabetismo, etc.). Quanto ao ambiente material: Adaptações das técnicas, atividades e recursos a adotar (iluminação, eletricidade, disposição das mesas e cadeiras, dimensões da sala, material didático e audiovisual disponível, etc.). Aspecto prático do assunto: Ou seja, como o assunto da aula influirá na vida dos participantes (deve haver ressonância na vivência dos alunos, para motivar a participação e evitar que os ensinamentos mais importantes caiam no esquecimento). Complexidade da matéria: É necessário definir limites razoáveis dentro da capacidade de compreensão e assimilação dos alunos. Escolha das técnicas, atividades e recursos: Tudo que foi citado acima deve ser considerado na escolha da técnica mais adequada. Algumas técnicas servem perfeitamente quando se deseja transmitir informações novas, outras para motivar a reflexão, outras ainda para suscitar a participação pela apresentação de opiniões individuais no grupo. Igualmente há recursos que facilitam a fixação, a visualização, a motivação, o enriquecimento da experiência, etc. Portanto, os aspectos fundamentais na aplicação de dinâmicas são: • Conhecer todos os passos da dinâmica e aplicá-los com segurança. • Ter clareza de aonde se quer chegar, qual o objetivo. • Saber que é apenas um instrumento dentro do processo a ser desenvolvido. • Saber que possibilita clima de espontaneidade para participação geral. • Percepção do nível de relações e entendimento do grupo. • Observação das expressões corporais, sobretudo faciais, para valorizar os sentimentos e reações de cada um. •

DINÂMICA NÃO TEM RESULTADO ERRADO, É OBJETO DE REFLEXÃO E APRENDIZAGEM.
Técnicas mais conhecidas: Expositiva: Um elemento expõe o tema para a assistência, com introdução, desenvolvimento e conclusão. O expositor deve ter capacidade incentivadora, domínio vocal e perfeito conhecimento do tema. Observações: São bem vindos recursos visuais como quadros, cartazes, murais, slides e emprego de técnicas auxiliares como perguntas e respostas, etc. Simpósio: Aplicado por um grupo de expositores, apresentar à assistência os expositores e as partes dos assuntos que cada um exporá. Ao término de cada exposição resumir o assunto para a platéia. No fim das exposições dar uma visão geral do tema, acatar perguntas e opiniões da platéia e dirigi-las aos expositores. Observações: Os expositores participantes devem ter um limite de tempo bem definido, conhecer

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profundamente o assunto e ter bom domínio vocal. Pinga-Fogo: Lançar o tema para o grupo; dar alguns minutos para que os elementos elaborem por escrito perguntas sobre o tema; convidar previamente elementos conhecedores do assunto para responder às perguntas dos participantes; encaminhar oralmente as questões aos entrevistados. Observações: Pré-selecionar as perguntas para que não fujam ao assunto. Entrevista: Lançar um tema para o grupo, dar algum tempo para que os participantes elaborem perguntas sobre o tema; Sortear elementos que formarão 2 grupos, o de entrevistadores e o de entrevistados; proceder às entrevistas, o expositor poderá dar uma contribuição complementar. Observações: Cuidar para que as perguntas e respostas não fujam ao tema, a entrevista deve ser feita em tom de conversa, os assistentes poderão no fim emitir opiniões sobre entrevistados e entrevistadores. Dramatização: Lançar uma situação para o grupo; escolher alguns elementos para encenar estas situações; pedir a opinião dos assistentes sobre a situação; concluir o tema analisando a situação encenada. Observações: A duração deve ser curta, indicada para uma introdução, a título de movimentação inicial para o debate ou ao final, como forma de fixação; usar em grupos que se conheçam há bastante tempo, em clima de mútua confiança e respeito. Fórum: Lançar assunto controverso; convidar um elemento para defender um lado da questão; convidar outro elemento para contestar o tema, assumindo posição contrária; pedir aos demais participantes para se posicionarem a favor de um ou outro; concluir a discussão expondo os aspectos relevantes para o objetivo da aula. Observações: A platéia só poderá fazer a avaliação após o debate; o expositor controla as manifestações evitando extremos, se for necessário fazer uma análise conjunta dos sentimentos do grupo; cuidar para não criar animosidades ou clima ofensivo. Oposição de idéias: Lançar uma tese controvertida; formar dois grupos, pedir para um grupo defender a tese, pedir para o outro grupo atacar a tese, assumindo posição contrária; em certo momento inverter as posições (quem defendia passa a atacar e vice-versa), ao fim concluir selecionando os aspectos positivos ao aprendizado e crescimento do grupo. Mesa Redonda: Disposição inicial do grupo todo em círculo, lançar um problema ou questão; procurar acatar as idéias de todos os elementos, escolher um redator para anotar as conclusões do grupo. Observações: Respeitar todas as idéias; incentivar a participação de todos os elementos; controlar o tempo da discussão; é adequado que o assunto seja de conhecimento do grupo pelo menos superficialmente. Brain-Storming (tempestade cerebral): Formar um grupo único em círculo ou semicírculo; lançar um problema ou uma questão, em poucos minutos exigir o máximo de idéias ou sugestões, ir anotando tudo rapidamente em um quadro; depois da coleta de idéias, passar à análise de todas em conjunto, com mais tempo. Observações: O problema ou questão lançado não deve ser complexo, a rapidez das respostas evita a autocensura do grupo, buscando a originalidade das idéias, não se anota o autor de cada idéia; a fase de análise é para compreensão e aperfeiçoamento das idéias originais. Painel progressivo: Lançar um tema para discussão; formar pequenas equipes para a primeira fase do debate; reunir as equipes duas a duas prosseguindo a discussão pelas conclusões da fase anterior; seguir o mesmo processo progressivo de fusão das equipes até formar um “grupão”; colher a conclusão do grupo total. Observações: Controlar rigorosamente o tempo de cada fase; incentivar a participação de todos, em todas as fases; é indicado uma análise final a partir de diversos pontos de vista detalhados. Painel regressivo: Lançar um tema para discussão; formar um grupo único em círculo para a primeira fase da discussão; após minutos dividir o grupo em dois continuando o tema pelas conclusões anteriores; seguir o mesmo processo até a divisão chegar a pequenos grupos de dois ou três elementos; colher as conclusões de cada equipe. Observações: Controlar rigorosamente o tempo de cada fase; incentivar a participação de todos em todas as fases; como em grupos menores aumenta a liberdade de exposição individual é indicado para temas amplos ou complexos onde o assunto desperta progressivamente diversos pontos de vista. Fracionamento: O expositor expõe o tema e as diretrizes básicas ao grupo único disposto em círculo;

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abre-se oportunidade para perguntas e esclarecimentos iniciais; divide-se o grupo em pequenas equipes que discutem o tema proposto; reunir todos novamente em grupo único para nova discussão e conclusões gerais. Observações: Controlar rigorosamente o tempo de cada fase; é indicado para demonstrar a reciprocidade e multiplicidade de opiniões e para promover espírito de equipe. Painel integrado: Dividir o grupo em várias equipes e número de elementos, exemplo: Grupo A – 4 pessoas numeradas de 1 a 4, Grupo B – idem, Grupo C – idem, Grupo D – 3 pessoas numeradas de 1 a 3; subdividir o tema em vários tópicos de modo lógico, para cada equipe discutir; formar novos grupos com os elementos do mesmo número, exemplo: Grupo com as 4 pessoas de número 1, idem com número 2, idem com número 3, idem com 3 pessoas com número 4; pedir aos novos grupos que debatam os resultados do trabalho da primeira fase. Observações: Controlar rigorosamente o tempo de cada fase; procurar dividir as equipes de modo a obter igualdade numérica entre a quantidade de equipes e o número de pessoas de cada equipe. Grupo de Observação / Grupo de Verbalização: Formar um grupo de observação em círculo; formar um grupo de verbalização em círculo no centro do grupo de observação; lançar um problema ou questão para o grupo de verbalização; após certo tempo inverter os papéis e as posições das cadeiras dando oportunidade aos que observaram para participarem da discussão “obrigando” os que discutiam a observarem. Observações: Ao inverter os papéis o grupo deverá discutir a partir do ponto onde o grupo anterior havia parado; é recomendado para assuntos onde seja importante o reconhecimento de opiniões diversas e quando se deseje aprender a ouvir o próximo. Cúpula: Dividir a classe em pequenos grupos elegendo um secretário em cada um; aplicar perguntas para debates internos, os secretários anotam as idéias; trazer todos para um grupo geral e os secretários lêem as anotações das discussões dos grupos; os outros elementos dos grupos complementam as anotações. Observações: Não deixar polemizar, controlar a participação e o tempo de cada grupo; complementar ou corrigir informações distorcidas. Cochicho ou Zum-Zum: Dividir a classe em duas partes; solicitar para que as conversas sejam feitas em tom de voz reduzido; chamar alguns elementos para exporem as conclusões de cada grupo; verificar complementos com os que não foram chamados. Observações: Controlar o nível de ruído para que não haja desarmonia; controlar o tempo. Seminário (aulas seqüenciais, ex: Sermão do Monte, Apocalipse, Parábolas, Evolução Anímica, etc.): Dividir a classe em vários grupos; dar um tema para cada grupo, o grupo deve se reunir durante a semana fora da sala de aula para estudar e pesquisar o assunto, na aula seguinte deverá haver a exposição dos trabalhos em classe. Observações: Os participantes dos grupos devem ser afins, os temas podem ser frações da aula ou o tema inteiro, controlar o tempo de exposição de cada grupo, como o resultado torna-se muito rico face aos diversos pontos de vista; é necessário controlar as distorções conceituais. Teste antecipado: Levar questionários e distribuir à classe, dar tempo para que as questões possam ser refletidas e respondidas; recolher os questionários respondidos, desenvolver o tema da aula de forma expositiva, ao final da aula devolver os questionários e corrigir as questões individualmente ou em grupo, já que o nível de esclarecimento agora se torna maior. Observações: Deve-se conhecer profundamente os assuntos abordados; controlar o tempo; cuidado com casos especiais em sala (alunos com problemas de leitura e/ou escrita). Perguntas sem respostas: distribuir perguntas numeradas; distribuir respostas sem numeração; pedir à classe que seja feita leitura das perguntas em ordem numérica, a classe deve localizar a resposta correspondente; ao término de cada resposta dissertar sobre o assunto. Vareta Mágica: Ficar de costas para a classe, entregando uma régua ou vareta que deverá circular de um a um; bater palmas para parar a passagem da vareta; lançar pergunta e o aluno que está de posse da vareta responde; explanar. Observações: Deve-se ter muito domínio da técnica e da classe; há uma tendência ao tumulto já que ninguém vai querer ficar com a vareta na mão, em grupos grandes esta dificuldade se acentua.

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Respeitar os limites de cada um, inclusive a timidez de alguns alunos não forçando-os a se exporem caso não desejem. Discussão Circular: Dividir a classe em grupo elegendo um coordenador em cada um; a pessoa á direita deve falar durante um minuto e passa a seqüência ao próximo da direita, só se pode usar a palavra uma segunda vez após todos terem falado e a discussão ter voltado à sua vez; formar novamente um só grupo e pedir aos coordenadores que exponham as conclusões dos grupos. Observações: explicar muito bem as regras do jogo para não haver “melindres”; os grupos não devem ser grandes para que haja possibilidade de todos expressarem-se; controlar rigorosamente o tempo, os coordenadores de grupos deverão ter relógios. Técnicas de iluminação e fixação: Musical: Trazer uma música relacionada com o assunto poderá ser disco, fita cassete ou pode-se interpretá-la com auxílio da turma, se houver interesse e possibilidade todos poderão aprendê-la e cantá-la. Desenho: Os participantes são incumbidos de interpretar, fazendo uma gravura ou desenho da mensagem, do assunto da aula. Pode ser feito individualmente ou em grupo. Poesia: A aula ou uma parte do assunto deverá ser comentada em versos, criados ou lembrados pelos elementos, estejam só ou divididos em grupos. Palavras Cruzadas: Preparar uma palavra-cruzada com palavras chaves do assunto estudado, colocando-a em um cartaz, e, no decorrer ou no final da aula os participantes deverão, individualmente ou em grupo, preencherem ou completarem a palavra cruzada, através das perguntas do coordenador. Mensagem: Trazer uma mensagem relacionada com o tema da aula, esta deverá ser lida e interpretada pelos participantes. Mural: Pode-se afixar fotografias, reportagens, trabalhos dados em aula, etc. Jogos: Preparar um jogo ou brincadeira para antes ou depois da aula, relacionado com o assunto da mesma. Distribuição de perguntas: Distribuir perguntas escritas aos participantes que deverão ser respondidas no decorrer ou no final da aula. Retro-Projetor ou Slides: São meio de ilustração, muito viáveis, importante observar para que a aula não se torne “sonífera”. Visitações e passeios: São importantes à medida que mostram a parte prática, de uma teoria previamente exposta. Outros recursos: Jogo da forca, objetos, vídeo, datashow, quadro negro, quadro branco, flanelógrafo, mapas, exemplares de periódicos, etc. A criatividade de cada um deve ser usada, com bom senso e adequando às necessidades de cada turma.

VIDA PLENA
Todo homem, em sua caminhada, delineia um estado ideal que varia de pessoa para pessoa, para o qual se dirige, envidando todos os esforços. Atingir o estado ideal seria, segundo pensam, ingressar na plenitude da vida. Tomemos o exemplo de um caminheiro que ao encetar a sua marcha, define um ponto de chegada, até onde sua vista alcança, analisa a paisagem e, ao divisar ao longe uma elevação define o cume da montanha como o ponto a ser alcançado, munido de bom ânimo e determinação caminha disposto a vencer todos os obstáculos. Aos poucos, evoluindo em sua marcha, começa a entender, ao se aproximar do alvo, que o estado ideal não é estático, pois, uma vez alcançado transforma-se em real, ou seja, ao chegar ao cume da montanha conquistou uma posição real e, maravilhado pela paisagem que se descortina em sua frente, define um novo ponto de chegada que muito em breve, ao ser alcançado, será igualmente transformado em novo ponto de partida. Em certos momentos, no intervalo reservado ao descanso, passa a refletir que se o seu ideal jamais poderá ser alcançado, onde ele encontrará a vida em toda a sua grandeza e plenitude ?

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A resposta vem dele mesmo: Vida plena é caminhar e não alcançar. Em outras palavras poderemos entender que a vida plena é um processo e não um estado. Embora seja necessário que tenhamos um ideal e que não o percamos de vista, vamos aprendendo que a grandeza da vida não se encontra num ponto definido, mas sim, no fato de estarmos caminhando em sua direção. Vida plena é uma rota ascensional onde nos extremos identificamos, de um lado a animalidade e no oposto a espiritualidade, ou o homem animal (defensivo) e o homem espiritual (aberto a experiências). Caminhar pela rota ascensional é um processo de gratificações intensas, no qual nos afastamos do estado defensivo e nos aproximamos da condição de abertura. Com isso, somos convidados a uma importante renovação de conceitos, bem contrariamente ao que pensávamos, não é aquele que alcançou um elevado estado na rota ascensional, mas aquele que está caminhando. Logo, todos podem ser bons, independentemente do ponto em que nos encontramos no percurso. Mais vale o habitante das trevas que se esforça por crescer do que o arcanjo que, satisfeito com sua posição elevada, estaciona. Entende-se o estado defensivo, no qual no identificamos, em tudo e em todos, ameaças, como vestígio de animalidade que, de acordo com a teoria da evolução da espécie, teríamos herdado de nossos ancestrais (dos quais fazemos parte na história espiritual). Dispensável são comentários sobre o comportamento defensivo do animal como benéfico e para sua sobrevivência, entretanto há cerca de 160.000 anos surgiu o homem no cenário terrestre, tendo dentro de si, ao lado do instinto, a razão. Com razão aprendeu a discernir e passou a assumir responsabilidade pelos seus atos. Paremos um pouco para pensar e ponderemos: Quão instintivo (defensivo) é ainda o homem moderno, e chegaremos à conclusão que a experiência da razão ainda é muito nova, deixando-se o homem muitas vezes se conduzir por ações puramente instintivas. É o homem animal que ainda não aprendeu a viver com todos os privilégios que a natureza lhe outorgou. Rotineiramente saímos às ruas protegidos por um escudo invisível tão espesso, tão reforçado, que chega, assim como acontecia aos cavaleiros medievais, a dificultar a locomoção e a obliterar a visão. Tão “protegidos” estamos que mal conseguimos ver a beleza que há no sol, nas flores, nos pássaros e também nas pessoas. Aceitamos os fatos com reservas, segundo um critério seletivo, admitindo somente aqueles que se identificam com nossos padrões e os demais são rechaçados consciente ou inconscientemente. E por assim fazermos perdemos a oportunidade de viver a vida em toda a sua riqueza e plenitude. E então saímos por aí falando em dia bonito e em dia feio, como se realmente existissem dias feios. A pior situação é a daquele indivíduo que em profunda defesa não aceita a realidade como ela é, chegando a pretender altera-la. É o caso do indivíduo que ao observar o pôr-do-sol acha que o fundo deveria ser mais azulado e não tão vermelho como está aparentando. Tão defensivos somos que diante da dúvida ou do desconhecido, via de regra, optamos pela rejeição. À medida que o processo se desenvolve em nossa rota ascensional, nos distanciamos do estado defensivo e nos aproximamos da condição de abertura às experiências. Uma pessoa aberta às experiências reconhece que os fatos são sempre amigos, sem exceção, pois expressam a realidade e a realidade, por sua vez, desprovida de ilusões, é sempre enriquecedora. “E os fatos negativos ?” São também “amigos”? Na verdade não existem fatos negativos, todos são positivos, pois nos ensinam, embora possam às vezes parecer desagradáveis. Consideremos que em termos de crescimento interior o fracasso é mais valioso do que o sucesso, pois nos obriga a revisões, reestudos, correções, traduzindo-se em verdadeiro aprendizado, coisa que nem sempre o sucesso nos proporciona. Conclusão: Os fracassos não existem ! Reconhecendo os fatos como amigos e o valor da experiência, saímos às ruas, para a vida, de “peito aberto”, sem temores, desprezando paulatinamente os mecanismos de rejeição inconsciente que tão caro nos custam ao equilíbrio interior. Sem manipularmos ou distorcermos os fatos para encaixá-los no esquema de padrões preconcebidos, aceitando a vida como é, deixando-nos conduzir pelo seu curso natural que harmoniosamente flui. Tal como o aficcionado à canoagem, ao ser lançado nas águas impetuosas do rio, o remador não tenta

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modificar seu curso, nem tampouco remar contra a correnteza. Deixa-se levar, apreciando a natureza com todas as suas cores, concentrando seus esforços para mudar o que pode ser mudado. Deixando a vida fluir, aceitando os fatos sempre como experiências enriquecedoras, passaremos a viver a vida em toda a sua plenitude. Desarmados de defesas, identificamos a beleza que existe nas pessoas, as quais passaremos a olhar livremente de rótulos ou generalizações, mas como seres diferenciados. O exercício intitulado “Vida Plena” consiste em uma reunião de grupo em clima totalmente descontraído, onde alguém inicia o exercício espontaneamente tecendo comentário sobre comportamentos defensivos e os outros à medida que se sentem estimulados dão a sua participação. O crescimento embora nos minutos iniciais seja lento, quase sem ação, basta o “pontapé inicial” para que a evolução se processe muito rapidamente, assemelhando-se em certos casos a uma explosão de reformulações e conquistas.
USAR AS EXPERIÊNCIAS DE CADA DIA VIVIDO, DE CADA EXPOSIÇÃO, PARA ENGRANDECIMENTO DA TAREFA DO EXPOSITOR.

DECÁLOGO DO EXPOSITOR ( ALKINDAR DE OLIVEIRA )
1. 2. O expositor espírita não pode transferir para os mentores espirituais o esforço e o preparo que lhe cabem; O expositor espírita deve, de preferência diariamente, dedicar parte do seu tempo para ler bons livros, meditar, fazer elaborações mentais, tirar conclusões, coletar frases e textos que lhe sirvam como futuras fontes de referências, ou de inspirações, às suas palestras; O expositor espírita deve preocupar-se em ter exemplar conduta e esmerar-se por colocar em prática o que prega; O expositor espírita deve conscientizar-se que mesmo sendo imperfeito e vacilante em relação à sua evolução moral e espiritual a Doutrina necessita de sua colaboração, entender que o pouco que está fazendo em prol da Doutrina e de sua evolução é muito considerando-se que foi dado o primeiro passo, pois como disse Emmanuel: “Quando uma centésima parte do Cristianismo de nossos lábios conseguir expressar-se em nossos atos de cada dia, a Terra será plenamente liberada do mal”;

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O expositor espírita deve evitar emitir opiniões pessoais contraditórias sem sustentação doutrinária, sempre se lembrar que a Doutrina tem sua base filosófica-científica e religiosa codificada nos livros de Kardec, os quais devem servir como sustentação maior nas suas palestras, preocupar-se menos com a letra dos conceitos evangélicos e mais com os conceitos evangélicos da letra. O expositor espírita deve ter a certeza de que no momento de sua fala a ajuda espiritual não lhe faltará e sim estará intensamente presente e atuante se ele fizer a sua parte desenvolvendo sua expressividade e técnicas retóricas, estudando e preparando previamente o tema, compreendendo a importância do momento dedicando-se mentalmente a vibrações de amor, paz, humildade e caridade.
Mesmo em conversas pessoais e informais, o expositor espírita deve educar-se pois como disse André Luiz: “No estado atual da educação humana é muito difícil alimentar por mais de cinco minutos conversação digna e cristalina numa assembléia superior a três criaturas encarnadas O expositor espírita deve, quando for ditar normas de conduta incluir-se como pessoa também necessitada, em vez de dizer: “Vocês precisam preocupar-se com a evolução moral” deve dizer: “Nós precisamos preocuparmo-nos com a evolução moral”. O expositor espírita deve ser um homem do seu tempo, falar com constância em suas palestras de Deus, de Jesus e da Doutrina. Viver intensamente o sublime momento da palestra, agradecendo ao Mestre e aos mentores espirituais pela felicidade de ser humilde instrumento das palavras de Deus. O expositor espírita deve ser simples e humilde pois como disse Padre Vieira: “Nada há tão grande como a humildade”. E com humildade e simplicidade deve sentir-se motivado para proferir contínuas palestras, tendo a certeza da ajuda do Mestre e a convicção de que a “Rosa perfuma primeiro o vaso que a transporta”.

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DINÂMICAS LÚDICAS
Qual o objetivo de uma atividade lúdica? Criar ambiente aberto, fraterno e alegre.

Como as técnicas expositivas também são consideradas dinâmicas de grupos são importante que esteja claro que as dinâmicas voltada a objetos, músicas ou participação ativa do aluno são eficazes para uma maior ilustração, iluminação ou explanação de um tema. Quando se faz parte de um processo de aprendizado, sendo elemento do mesmo, tornamo-nos mais motivados e temos o interesse despertado porque as noções abstratas e subjetivas são ilustradas de forma objetiva, concreta. Algumas das dinâmicas que já foram objeto de estudo e as técnicas de dinamizações de aulas são lúdicas, mas é importante salientar este fator por permitir uma aproximação dos alunos das situações normais e aumentando a capacidade de observação e envolvimento emocional com o tema. Pode-se utilizar vários recursos, dentre os quais os já citados slides, fotos, gravuras, cartazes, álbuns, flanelógrafos, varal de cartazes, filmes, transparências, mapas, lousas, quadros, discos, fitas cassetes, cd’s, rádios, filmes sonoros, teatros, videocassete, televisão, slides com som, microcomputador, datashow, água, plantas, pedras, animais, bibliotecas, museus, cinemas, parques, jardins, indústrias, lojas, creches, asilos, orfanatos, hospitais, albergues, etc. O diferencial aqui é que os recursos utilizados não sejam de uso exclusivo do expositor, que os próprios alunos sejam os elementos da exposição ou da manipulação de tais recursos. Por elevar a condição de participação de todos, é necessário harmonizar o ambiente após a atividade lúdica para que o expositor, aí sim na sua tarefa esclarecedora e de fixação do tema, possa “fechar” a aula. Deve-se trazer todos de volta aos lugares, pode-se usar música suave e texto de reflexão, pedir para que os pensamentos retornem ao ambiente e que todos se tranqüilizem. Após a harmonia ter se restabelecido podemos concluir a aula com amor e de coração aberto. São experiências valorosas.

DINAMIZAÇÕES DE AULAS
Vimos que os recursos de Dinâmicas são essenciais para uma melhor fixação os objetivos das aulas, contribuem também para um processo de abertura às experiências, mesmo que em nível experimental, e proporcionam momentos valiosos no íntimo daqueles que necessitam exporem-se ao próprio “eu”. Como podem ser classificados em expositivas e lúdicas os processos devem ser balanceados para que os objetivos sejam atingidos plenamente. É um erro tomarmos uma atividade de grupo como o início, meio e fim de um processo de aprendizado. Isso normalmente acontece quando não há preparação suficiente do tema para abordagens mais profundas, e toma-se a atividade como condutora da superficialidade do assunto. As aulas devem ser dinamizadas, quebrando-se assim a distância entre os fatos e o eu. Lembremo-nos que na estrutura da aula devemos dar espaço para a introdução ou explanação do tema, o seu desenvolvimento (aí cabem os exercícios, desde que bem aplicados e equacionados com o tema), o tempo de reflexão individual e coletiva (troca de experiências no campo interior e exterior) e a fixação dos valores e conceitos transmitidos e adquiridos. A aplicação de exercícios tende a criar-se um ambiente de brincadeira, o que não pode ser verdade. Os exercícios devem mexer com a emoção, com a persona do indivíduo, “chacoalhar” seu campo de visão do mundo. As apresentações com recursos audiovisuais tendem também a se tornarem auto-suficientes, e devemos quebrar esta auto-suficiência com interferências explicativas ou vivenciais. Vivemos dias corridos e desgastantes onde o interesse e o desencanto tomam conta de grande parte da população. Esta realidade também aflige os nossos alunos e removê-los deste marasmo é responsabilidade do expositor ciente de sua missão e para tanto podemos nos utilizar dinâmicas para incentivo inicial, para fortalecimento de argumentação e fixação de idéias. Independente do tipo de aula e de seu conteúdo a utilização de dinâmicas sempre contribuirá para despertar a atenção e aumentar o interesse.

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MOCIDADE ESPÍRITA
O que é: Um programa organizado para proporcionar a vivência do Cristianismo como proposta essencial de aperfeiçoamento moral dos jovens. Também é o nome da área no Centro Espírita que está dedicado à juventude. Quais são seus objetivos: Dar ao jovem uma formação moral e intelectual que seja a base sólida sobre a qual ele construirá sua vida, e onde concentrará forças para enfrentar a si mesmo e o mundo, diante da realidade em que vive, e caminhar para frente por seus próprios recursos. Outro objetivo importante é promover a construção da base religiosa e moral da juventude, preparando o jovem para assumir uma posição participativa dentro da Doutrina Espírita e do grupo a que se filia, para que, através do seu dinamismo e coragem, possa realmente exteriorizar o Espiritismo de maneira atuante. Como se estrutura: Reuniões semanais com duração de 90 minutos com o seguinte roteiro básico: 10 minutos – Preparação, elevação gradativa e prece; 25 minutos – Avisos, comentários, músicas, etc. 45 minutos – Apresentação da aula, sobre assunto específico, conforme a programação; 10 minutos – Encerramento, vibrações coletivas e prece de agradecimento. As dificuldades por alguns expositores, quando diante de turmas de Mocidade espírita não tem como causa essencial nem o posicionamento dos jovens, nem a qualidade dos expositores. Basicamente é um problema de desinformação destes a respeito do meio onde vão trabalhar (os jovens) que é algo diverso do ambiente “de adultos” das Escolas de Aprendizes. Veicular algumas informações sobre a Mocidade Espírita e seu programa de estudos é o objetivo deste capítulo, extraído de um texto mais amplo, que é a apostila do “Curso de Expositores – Especialização em Mocidades e Dinâmicas de Grupo”, organizado pelo Comitê de Apoio às Mocidades da Aliança. O jovem na dimensão psicológica e social: A adolescência é uma fase de intensas e simultâneas transformações biológicas, mentais, emocionais e sociais para o ser humano. Por isso mesmo é uma tarefa complexa, mas essencial, compreender o jovem para comunicar-se com ele. Vejamos superficialmente tais aspectos: Transformações biológicas da adolescência: Nesta fase advém a maturidade sexual, ou puberdade caracterizada pela eclosão das funções sexuais (ovulação na moça, espermatogênese no rapaz), que possibilitam a capacidade de procriação. A razão destas mudanças é a intensa alteração na atividade glandular, que também acarreta transformações anatômicas gerais e aparência no corpo, na voz, na velocidade de crescimento, na estrutura óssea, etc. Transformações psicológicas: No que toca ao item anterior, as transformações anatômicas levam o jovem a um autoconhecimento sobre seu corpo. As noções de estética e força também influem profundamente no relacionamento em grupo, envolvendo funções como liderança, namoro, esportes, etc. Mas decididamente é a atividade mental em si que passa por radical transformação e podemos citar alguns fatores importantes: • • • • • • • • Ampliação das capacidades de percepção, imaginação, memória, lógica e atenção. O pensamento mágico infantil é substituído pelo pensamento lógico. Amplia-se a vontade e o poder de concentração. Interesse pela sociedade (noção de coletividade). Descoberta do mundo interior (abstração, interiorização do pensamento, processo de percepção – interpretação – dedução – conclusão). Diminuição do interesse pelos estímulos sensoriais (brinquedos de luz, cor, som). Desenvolvimento da crítica. Atração física pelo sexo oposto.

Percebe-se nítida evolução no campo da razão e no campo da emoção. Especificamente os itens que devem ser considerados pelos expositores em seu contato com os alunos são: No campo da razão: Desperta mento das capacidades de generalização, lidar com abstrações, domínio

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do conceito de tempo, substituição do egocentrismo infantil pelo interesse por assuntos não pessoais, reciprocidade de opinião (reconhecimento de idéias contrárias ou diferentes), aprofundamento da reflexão e da lógica. No campo da emoção: Capacidade de auto-realização, reconhecimento dos pais como seres falíveis, engajamento a ideais (coletivos e individuais), vínculos de amizade extra familiares, atração pelo sexo oposto, idealização da vida afetiva, sentimento de justiça, espírito de aventura, necessidade de independência em opiniões e ações, sede de liberdade, de ação e de expressão. A proposta da Mocidade Espírita: Adolescência é uma fase de intensas e simultâneas transformações biológicas, mentais e emocionais. Nesta fase de mudanças, qual é o papel da Mocidade Espírita? • O conceito de religião como forte sentimento de evolução da alma é o grande impulso do jovem na busca de seus ideais. Entretanto, na acepção convencional de separação por práticas religiosas costuma afastar o jovem menos informado.

A religião espírita, como religião alicerçada em ciência e conseqüências filosófico-morais, constitui um avanço e possui características afins com a postura crítica e idealista do jovem. Os objetivos da Mocidade Espírita são a proposta de uma vida consciente e equilibrada para a formação do espírito em sua transição de jovem para adulto, com o auxílio dos conceitos espíritas. Além deste objetivo, um outro importante é a oferta de um campo de realizações através do trabalho no meio espírita. Para atingir tais objetivos, a Mocidade Espírita possui um programa de aulas e atividades que apresenta aos jovens os conceitos doutrinários à análise da vida e oferece abertura suficiente para os questionamentos naturais. Do acima exposto é importante salientar que o objetivo da Mocidade não é o de modificar o comportamento ou personalidade do jovem. Isto seria uma violência para com ele e seu livre arbítrio. O que se espera é que ele possa aceitar-se como ser humano tal que é, e, se sua maneira de ser o incomoda, que saiba onde encontrar os elementos necessários para que, por sua própria vontade e esforço, efetue mudança. Claro que isto não exclui o apoio e a força que podemos e devemos oferecer na medida de nossas responsabilidades, sem, contudo esquecer a individualidade daquele que nos procura. Sistemática das aulas para a Mocidade: O Local: A distribuição na sala é a do pessoal sentado em roda, inclusive o coordenador (expositor). O objetivo desta distribuição é a de incentivar o diálogo e a participação geral. É importante também que o expositor conheça as características do local, tais como tamanho da sala e capacidade de acomodação, recursos didáticos disponíveis (lousa, projetores, etc.), outros fatores (existência de cortinas, telas de projeção, tomada de energia, nível de ruído na vizinhança, etc.). A turma: É importante para o expositor conhecer as características da turma para a qual irá dar a aula, ou seja, número de participantes assíduos, faixa etária média, nível sócio-cultural, nível de participação nas aulas, relação dos jovens da turma com o assunto. Estes conhecimentos são pontos primordiais para um bom preparo da aula e, implicam numa questão básica: Deve haver uma boa integração expositor X Dirigente da Turma. O expositor: • A posição – O primeiro ponto a abordar-se é a nova posição do expositor frente à aula: Coordenador. Pois a postura do expositor nas aulas de Mocidade nem sempre será de alguém que simplesmente expõe o assunto para uma platéia. Dentro da dinâmica de aula, o coordenador deverá dividir os grupos, explicar a dinâmica de aula, animar para a máxima participação, supervisionar o estudo, Medir as discussões, esclarecer pontos difíceis ou duvidosos, concluir dentro do objetivo do tema.

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Qualidades – A competência se adquire, sobretudo pela experiência e ninguém é competente logo de cara. Entretanto, o coordenador deveria possuir clareza de idéias, simplicidade de expressão, capacidade de síntese, saber distinguir o essencial do acessório, informalidade, conhecimento doutrinário profundo, bons conhecimentos gerais, humildade e calor humano, presença de espírito. Aptidões – trata-se aqui de talentos e disposições pessoais que cada um possui mais ou menos do ponto de partida e que podem ser desenvolvidas. Um coordenador de grupo deve estar convencido do valor do que está sendo aprendido se quiser motivar os outros, ser capaz de estruturar e coordenar um trabalho em grupo, ser capaz de enfrentar diversas situações que surgem no relacionamento dentro da aula (agressividade, passividade, etc.), ser capaz de deixar “de molho” suas idéias pessoais para dar oportunidade aos outros de expressarem as suas próprias, ser capaz de dar atenção, ouvir de fato e de compreender os outros, ser capaz de estudar / pesquisar e ter desejo constante de aprender. É na prática se adquirem e desenvolvem as aptidões. Se não as possuímos, não perderemos nada em tentar a experiência, pelo contrário, é um serviço que prestaremos à turma, ajudando-a a funcionar bem. Apresentação – Não necessariamente, mas tanto quanto possível, o coordenador deverá apresentar-se vestido de maneira informal, sem exageros. Postura – Se a meta que estamos almejando é a do aprendizado, do assunto com liberdade de participação do jovem, é importante que o coordenador assuma uma postura sincera e predominantemente aberta ao diálogo. Assim acredita-se que a figura do expositor deveria ser aquela de um amigo que se coloca lado a lado, que se porta como uma pessoa que sabe que não conhece muita coisa, mas o pouco que sabe, vai tentar transmitir, e acredita que não vem ali somente para ensinar, mas também aprender com os jovens. Metodologia: Para a apresentação das aulas, mais que uma técnica, é necessário uma metodologia. Não se exige uma profunda especialização, mas tão somente o conhecimento de métodos que facilitem a comunicação com o jovem, que passa por esta fase tão rica e profunda como é a juventude. Com esta meta, recomenda-se a aplicação de Dinâmicas de Grupos, todavia pode ocorrer o uso destas técnicas dissociadas dos objetivos essenciais. Ou seja, a “técnica pela técnica”. É fundamental notar que o objetivo pretendido em cada aula vai orientar a escolha de uma técnica, nunca o contrário. Somente conhecendo a fundo o que pretende da aula é que podemos eleger a técnica a empregar entre as que forem do nosso conhecimento. Além disso, a bandeira dos nossos programas é a da educação moral. Fazendo uma análise do assunto, é importante reciclarmos constantemente nossos modos de comunicação, nossas formas de expressão, nossos exemplos, para podermos possibilitar a aproximação, amorosamente e com os “pés no chão”, o ensinamento Cristão da vida comum dos que participam da aula. Devemos buscar padrões mais claros e simples para expressar nossas idéias. É preciso, antes de tudo, acreditarmos que é possível e necessário vivermos o que pregamos, não na cegueira do fanatismo, mas na luz do Mestre que nos ama e conduz. É por isso que se defende o uso das técnicas de Dinâmicas de Grupos, em nome do amor e do esclarecimento, e não como preenchimento técnico.

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Lembremos que a Doutrina Espírita vem quebrar alguns mitos com relação ao jovem, preconceituado pela sociedade como um fator generalizado, dentre estes mitos podemos citar a independência precoce, liberdade sem responsabilidade, alienação, ideologias violentas, etc. Sugestões úteis: • • Informe-se com o Dirigente da Turma, antecipadamente, sobre as características dos jovens, como faixa etária, grau de estudo e interesse em outras aulas, assuntos relativos à Doutrina ou à conduta moral que haja necessidade de reforço ou esclarecimento. Chegar mais cedo para conversar com os jovens, principalmente se você ainda não conhece a turma, através de uma conversa informal é fácil identificar-se e comunicar-se com os jovens.

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Sua apresentação (vestimenta, linguajar, olhar, conduta) não deve ser solenes ou demonstrar superioridade, e ser simples e acessível. Se for a primeira vez que tem contato com a turma, apresente-se enunciando claramente o nome e sua participação como trabalhador da casa, se for de outro grupo mencione também como está a Mocidade do Grupo. Defina e exponha claramente os objetivos da aula. Facilite as trocas de opiniões (através de perguntas, sugestões, etc.). Dê aos diferentes pontos de vista igual oportunidade de serem avaliados e examinados pelo grupo. Mantenha a ordem na discussão. Conceda com justiça o direito à palavra. Reconduza os que se desviam do assunto original. Esclareça os sentidos das diversas intervenções, quando são passíveis de gerar alguma confusão. De tempo em tempo, faça um apontamento (ou resumo) do que foi dito ou feito. Faça a síntese da reunião ao final. Fazer uma auto-avaliação, após a aula, para isso, conte com a ajuda do Dirigente, que poderá indicar pontos a melhorar em sua atuação como Coordenador da aula.

BIBLIOGRAFIA / CRÉDITOS:
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Vivência do Espiritismo Religioso – 5a. Edição – Edgard Armond – Ed. Aliança Curso de Preparação para Evangelizador Infanto-Juvenil – equipe da Evangelização Infanto-Juvenil da AEE – Ed. Aliança. Expositores Espíritas – Rubens Braga – Ed. EME. Manual do Expositor Espírita – Departamento de Orientação Doutrinária – Regional São Paulo – USE Como Trabalhar em Grupo – Juan Manuel Contreras – Ed. Paulus Apostila de Dinâmicas de Celso Paulo Leite / Milton Domingues Júnior – AEE Dinâmicas em Fichas – Vol. 2 – Onivaldo Dyna – Centro de Capacitação da Juventude Tornar-se Pessoa – Carl Rogers – Ed. Martins Fontes Iniciação Espírita – Autores Diversos – 3a. Edição – Ed. Aliança.

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SEGUNDA PARTE

Referências bibliográficas: Sessão Doutrinária Curso Básico de Espiritismo Escola de Aprendizes do Evangelho Curso de Passes e Médiuns Mocidade Espírita

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ESCOLA

DE

APRENDIZES

DO

EVANGELHO

PRIMEIRO ANO

Aula EAE-1 OBJETIVO:

AULA INAUGURAL.

Abordar que a escola dará ênfase a nossa reforma moral, à purificação do corpo, ao conhecimento e à prática do amor pelo próximo. Pode-se fazer uma síntese do Programa que será sugerido ao longo do curso e de algumas ferramentas para nos melhorarmos moralmente. (VER) (IE) (Emm.25) Guia Do Aprendiz – cap. 1, 4, 8, 9 , 11, 12 Respondendo e Esclarecendo – perg. 43, 56, 201, 261, 264, 268 Na Semeadura II – cap. 27, 40, 46, 58, 62, 86, 120, 171, 184, 202, 255, 257 Falando ao Coração – cap. Aos Aprendizes, texto 1, 6 e 11 Mensagens e Instruções – 2ª edição – pág. 21 e 27 Verdades e Conceitos I – 2ª edição – cap. 9, 13 Verdades e Conceitos II – 2ª edição – cap. 45

BIBLIOGRAFIA:

Guia do Discípulo – completo

Aula EAE-2 OBJETIVO:

A CRIAÇÃO.

Situar o Ser Humano como Espírito Encarnado; parte integrante da criação. Mostrar a versão dos Espíritos sobre o Universo material e espiritual. Estimular o aluno a buscar interiormente “Deus”: criador do mundo. BIBLIOGRAFIA: (IE) (LE.I.1-3) (GMP.2,6-12) (Bb.Gn) (EDM.1) (ACL.1-2) (Cs.?261) (Ss.1-5) (DN) (ELC.pág.29-75) (DEE.1-2) Enquanto é Tempo – cap. 6 Respondendo e Esclarecendo – perg. 36, 269, 311 Os Exilados da Capela – cap. 1 a 4 e 15 Falando ao Coração – cap. Aos Aprendizes texto 2, 3 e 4 Lendo e Aprendendo – tópicos 2, 14, 133, 163 Salmos – cap. I Verdades e Conceitos I – 2ª edição – cap. 13 Na Semeadura I – cap. 23, 50, 82, 146, 202 Na Semeadura II – cap. 5, 36, 43, 57, 64, 78, 79, 81, 91, 104, 121, 134, 195, 225, 227, 231, 232, 233, 234, 237, 243, 245, 251, 256, 261, 265

Aula EAE-3 OBJETIVO:

O NOSSO PLANETA.

Situar o Ser Humano como Espírito Encarnado; parte integrante da criação. Mostrar a versão dos Espíritos sobre o Universo material e espiritual, desde a formação das nebulosas ao aparecimento do homem sobre nosso planeta. A bondade de Nosso Pai que nos concede lugares para que possamos crescer como espíritos. A centelha divina existente em nós a demonstrar que também podemos criar algo maravilhoso. A fé raciocinada. Estimular o aluno a buscar interiormente “Deus”: criador do mundo. BIBLIOGRAFIA: (IE) (LE.I.1-3) (GMP.2,6-12) (Bb.Gn) (EDM.1) (ACL.1-2) (Cs.?261) (DN) (ELC.pág.29-75) (Ss.1-5) (DEE.1-2) (EC) Os Exilados da Capela – cap. 4 Lendo e Aprendendo – tópicos 49, 94, 96, 112, 113, 129, 130

Aula EAE-4 OBJETIVO:

AS RAÇAS PRIMITIVAS.

A Gênese do ponto de vista Espírita. As raças formadoras da humanidade. Vários mundos habitados em diferentes categorias. Exilados da Capela, paralelo com os tempos atuais.

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Interpretação Espírita de Adão e Eva e o Paraíso. Comparar a evolução do espírito, do nosso corpo e do planeta. Para vivermos em um mundo melhor devemos também nos melhorar. Induzir à meditação sobre a bondade do criador que nos dá infinitas oportunidades de evolução, conforme as leis divinas. A sublime oportunidade de elevação do animal ao homem. O homem saindo do instinto profundo para os caminhos do raciocínio. Enriquecer o conhecimento, embora seja um tanto expositivo, fazer o aluno refletir, participar. Valorizar o campo da evolução que acontece, normalmente, pelas experiências vividas.
OBJETIVO: BIBLIOGRAFIA:

(IE) (LE.I.3) (GMP.10-12) (ACL.2-3) (EC) (DEE.4) (RF.12) Respondendo e Esclarecendo – perg. 151, 222, 272 Na Semeadura I – cap. 13, 58, 124, 227 Na Semeadura II – cap. 18, 56, 90, 95, 107, 117, 119, 227, 229, 238, 239, 262, 264 Os Exilados da Capela – cap. 1 a 15 Salmos – cap. II CONSTITUIÇÃO GEOGRÁFICA DA TERRA.

Aula EAE-5 OBJETIVO:

A formação do nosso planeta à luz do Espiritismo. Lei de progresso. A bondade do Nosso Pai. Há muitas moradas na Casa do Pai. A fé raciocinada. Embora a aula esteja voltada à história de períodos de transição, aproveitar para refletir sobre as leis de Deus (oportunidades de aprendizado). A humanidade caminhou pelas eras adentro em experiências difíceis, mas aperfeiçoando-se sempre. (IE) (LE.I.3) (ESE.3) (GMP.7-9) (Bb.Gn.1) (Rt.1-9) (ACL.2-3,7) (NCT) (Emm.5 pág.39) (Cs.?131-132,137) (NdT.pág.7-24) (CT) (AAf.2-7) Guia do Discípulo – cap. 11, item III Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 13, 106 Na Semeadura II – 94,98,106,113,114,142,159, 161, 163, 168, 240 a 242, 244, 263 Os Exilados da Capela – cap. 7 a 18 Na Cortina do Tempo – cap. 6 e 7 Almas Afins – cap. II e III Falando ao Coração – Aos Aprendizes - textos 1, 8º item; 3, 1º item Na Seara do Evangelho – cap. 26, 30 e 33 Lendo e Aprendendo – tópico 49, 94, 96, 112, 113, 129, 130 Verdades e Conceitos I – 2ª edição – cap. 28 Respondendo e Esclarecendo – perg. 147 CIVILIZAÇÃO DA MESOPOTÂMIA. (EC)

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-6 OBJETIVO:

O povo hebreu, sua formação e preparação para receber o Messias. O povo e sua saga. Quando distantes de Deus passavam pelo sofrimento (semelhança conosco). A crença no Deus único, os contatos com o plano espiritual. (IE) (Bb.Gn 12-50) (GMP.12) (ACL.7,9) (CF) (FM) (Ms) (HH) (Bb.Ex) (Cs.?262263) (BTR.I-III) Na Semeadura II – cap. 60, 92, 156, 160 Falando ao Coração – cap. Aos Aprendizes - texto 2, 1º item MISSÃO PLANETÁRIA DE MOISÉS. PREPARAÇÃO DOS HEBREUS NO DESERTO.

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-7 OBJETIVO:

O povo hebreu, sua formação e preparação para receber o Messias. O povo e sua saga. Quando distantes de Deus passavam pelo sofrimento (semelhança conosco). A crença no Deus único, os contatos com o plano espiritual. O valor da obediência; fidelidade o dever de bem usar a mediunidade; amor de mãe; educação das crianças; extrair ensinamentos dos desertos da vida; aliança com Deus; a passagem da escravidão para a liberdade; a cada dia

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basta o seu mal; distribuição das tarefas para o êxito do trabalho. Aproveitar as informações das aulas anteriores e localizar no tempo e espaço a origem do povo hebreu e suas dificuldades, já introduzindo e exercitando o preconceito. Aproveitar as passagens bíblicas e interpretá-las; o que a maioria dos alunos, que são iniciantes, não tiveram esta oportunidade. Dar além do que significam as passagens de Sodoma e Gomorra, o teste de Abraão, filhos de Jacó, José, "milagres" de Moisés, Maná, etc.
BIBLIOGRAFIA:

(IE) (Bb.Gn 12-50) (GMP.12) (ACL.7,9) (CF) (FM) (Ms) (HH) (Bb.Ex) (Cs.?262263) (BTR.I-III) Salmos – cap. IV Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 63 Na Semeadura II – cap. 81, 92, 93, 101, 102, 116, 131, 249 Os Exilados da Capela – cap. 11 Verdades e Conceitos II – 2ª edição – cap. 25, 30 INTRODUÇÃO AO PROCESSO DE REFORMA ÍNTIMA.

Aula EAE-8 OBJETIVO:

Propiciar que o Aluno aprenda a percorrer o seu interior. É preciso que o coordenador demonstre como pode ser feito. Reflexão, espírito de discernimento, desprendimento do medo, crítica, vergonha, etc. Provocar clima de simplicidade e de muita humildade dando exemplos positivos. A participação é importante, sem imposição. Destacar a necessidade de autoconhecimento para a renovação moral interior. Ilustrar os diversos instrumentos oferecidos pela EAE: caderno de temas, caderneta pessoal, exercícios de vida plena, caravanas de evangelização e auxílio, trabalhos em benefício do próximo. Lembrar de exemplos vivos: Paulo de Tarso, Madalena, etc. Estimular para o conhecimento de si mesmo. Encorajar sentimento de igualdade “estamos sujeitos aos mesmos erros e acertos”. Participar da reflexão até mesmo dando pequenos testemunhos. (IE) (LE.?919-a) (ESE.17) (VER.III,IX,X) (MPE.pág.19-23) Guia do Discípulo – cap. 11, item XII Enquanto é Tempo – cap. 1 a 10 e 69 Na Semeadura I – cap. 110 Na Semeadura II – cap. 40, 41, 63, 209 Mediunidade – cap. 39 (Reforma da Humanidade e seguintes) Livre Arbítrio – cap. 14 a 16 Verdades e Conceitos I – cap. 7 Verdades e Conceitos II – 2ª edição – cap. 14 Passes e Radiações – cap. 8 Na Seara do Evangelho – cap. 18, 20 e 46 Mensagens e Instruções – pág. 25 – 2.ª edição Lendo e Aprendendo – tópicos 7, 16, 20, 23, 27, 32, 107, 122, 125, 141, 152 Salmos – cap. XXI, XXXVII Falando ao Coração – cap. Aos Aprendizes texto 1 Respondendo e Esclarecendo – perg. 147 O DECÁLOGO. REGRESSO A CANAÃ. A MORTE DE MOISÉS.

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-9 OBJETIVO:

Necessidade da obediência às Leis de Deus. Diferenças entre Lei de Deus e dos homens. Justiça divina. Estabelecer um paralelo das leis de Moisés com os tempos atuais. (IE) (Bb.Ex.20,Dt.5) (ESE.1) (Cs.?268-274) (Ms) Religiões e Filosofias – cap. V (Religiões) Salmos – cap. XIII Na Semeadura I – cap. 172, 173, 182 Na Semeadura II – cap. 32, 49, 60, 102, 115, 189, 227, 250 Os Exilados da Capela – cap. 11

BIBLIOGRAFIA:

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Lendo e Aprendendo – tópicos 169, 170, 174

Aula EAE-10 - O GOVERNO DOS JUÍZES. O GOVERNO DOS REIS ATÉ SALOMÃO.
OBJETIVO:

Enfocar a aula em continuidade cronológica. Lembrar da missão do povo hebreu e dos diversos momentos espirituais, da consolidação como povo desde a saída do Egito, até nossos dias. Não fazer acusações nem julgamento sobre seu comportamento - procurar compreender. Chamar a atenção quanto ao seguimento dos princípios de disciplina e obediência às leis. A vivência pelo testemunho de experiências é o ponto forte da aula. (IE) (Bb.AT) (HMB) (ACL.7) (SFJ) (HH livro VI) (Cs?275-281) (BTR.IV-VII) Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 34 Na Semeadura I – cap. 162 Na Semeadura II – cap. 124

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-11 - SEPARAÇÃO DOS REINOS E SUA DESTRUIÇÃO. CATIVEIRO.
A RECONSTRUÇÃO DE JERUSALÉM.
OBJETIVO:

Pinçar os bons exemplos de fé, obediência, etc. dos personagens trazendo os aprendizados e reflexões. Mostrar a Lei de Ação e Reação com Sansão e com Elias (João Batista). Apontar grandes lições (fé e confiança = muralhas de Jericó; força moral = David e Golias; idolatria = arca da Aliança, templo de Jerusalém). (IE) (Bb.AT) (HMB) (ACL.7) (SFJ) (HH livro VI) (Cs?275-281) (BTR.IV-VII) Na Semeadura II – cap. 11

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-12 - HISTÓRIA DE ISRAEL E DOMINAÇÃO ESTRANGEIRA ATÉ O REINADO DE
ADRIANO.
OBJETIVO:

Lembrar da missão do povo hebreu e sua consolidação, chamar a atenção quanto ao seguimento dos princípios de disciplina e obediência às leis. Pinçar os bons exemplos de fé, obediência, etc. dos personagens trazendo os aprendizados e reflexões. Mostrar a Lei de Ação e Reação com Sansão e com Elias (João Batista). Apontar grandes lições (fé e confiança = muralhas de Jericó; força moral = David e Golias; idolatria = arca da Aliança, templo de Jerusalém). Sugere-se um resumo do fato histórico e uma análise metafórica da trajetória do povo hebreu e de nós, aprendizes, desde a saída do Egito (nosso despertar) rumo à “Terra Prometida”. O conteúdo pode tornar-se riquíssimo. (IE) (Bb.AT) (HMB) (ACL.7) (SFJ) (HH livro VII) (Cs?275-281) (BTR.IV-VII) Salmos – cap. XV a XVII Enquanto é Tempo – cap. 46 Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 8, 137

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-13 - IMPLANTAÇÃO DO CADERNO DE TEMAS
OBJETIVO:

Explicar ao aluno a importância de colocar sua opinião pessoal e o seu sentimento a respeito do tema. (IE) (VER) Verdades e Conceitos I – 2ª edição – cap. 12 Respondendo e Esclarecendo – perg. 44

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-14 - O NASCIMENTO E CONTROVÉRSIAS DOUTRINÁRIAS.
OBJETIVO:

Observar que o nascimento foi preparado com muita antecedência. Não se prender a aspectos controvertidos da concepção. A aula é rica em fatos que realçam aspectos mediúnicos, tais como Anunciação a Maria. Enfatizar que os pontos controvertidos

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não são importantes. De Jesus, são importantes os seus ensinamentos morais e a sua exemplificação.
BIBLIOGRAFIA:

(Rdt.Prólogo,2,3,4) (Bb.Jô.1, Lc.1-2, Mt.1-2) (GMP.15 item 1-4,66) (JN.I.pág.31-52) (SPg.8-10) (BN.1) (EC.20-21) O Redentor - Prólogo, cap. 2 a 4 Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 118 Na Semeadura I – cap. 81, 164, 174, 185, 194, 203, 220, 231, 235 Na Semeadura II – cap. 6, 46, 76, 81, 147, 187, 188, 190, 247 Os Exilados da Capela – cap. 19 (metade final) Na Seara do Evangelho – cap. 36 e 41 Lendo e Aprendendo – tópico – 9 Falando ao Coração – Aos Aprendizes, 5; Coment Pens Construtivos, 9 Respondendo e Esclarecendo – perg. 04, 14, 34, 61, 64, 95, 190, 262, 294

(EH.pág.8-15)

Aula EAE-15 - REIS MAGOS E EXÍLIO NO ESTRANGEIRO.
OBJETIVO:

Observar que o nascimento foi preparado com muita antecedência. Não se prender a aspectos controvertidos da concepção. A aula é rica em fatos que realçam aspectos mediúnicos como Reis Magos e aviso do exílio a José. Enfatizar que os pontos controvertidos não são importantes. De Jesus, são importantes os seus ensinamentos morais e a sua exemplificação. (Rdt.5,6) (Bb.Jô.1,Lc.1-2,Mt.1-2) (BN.1) (JN.I.pág.31-52) (SPg.8-10) (EC.20-21) Os Exilados da Capela - cap. 20 e 21 Na Semeadura I – cap. 43, 169, 215, 228 Na Semeadura II – cap. 186 (GMP.15 item 1-4,66) (EH.pág.8-15)

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-16 - INFÂNCIA E JUVENTUDE DO MESSIAS.
OBJETIVO:

Trazer para o aluno como era Nazaré, a mentalidade da época. Mostrar a infância do mestre. A proteção que ele teve para realizar sua tarefa messiânica. Mostrar a sua criação, temperamento. Abordar a vida de Jesus de maneira real, especialmente sua infância que poucos conhecem. A partir daí dar exemplos de sua conduta desde a infância, fazendo com que possam refletir em relação a estas novas informações e analisem a grande missão de Jesus preparando-se para o que vem adiante. (Rdt.7) (BN.2) (SPg.11-12,20) (Mr.II.6-16,III.1-3) (MHA) (FCE) (EI.IV) (JN.I.pág.54-58) (PC) (AL) (DeJ.pág.13) (LJD.pág.55-118,209-239) Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 49, 67, 117, 118 Na Semeadura I – cap. 232 (BTR)

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-17 - JERUSALÉM E O GRANDE TEMPLO. REIS E LÍDERES.
OBJETIVO:

A viagem para Jerusalém, as expectativas, como era Jerusalém, como era o Templo, a passagem de Jesus na Páscoa pelo Templo. A mensagem aos doutores da Lei. A proteção que ele teve para realizar sua tarefa messiânica. Mostrar a sua criação, temperamento. Abordar a vida de Jesus de maneira real, especialmente sua infância que poucos conhecem. A partir daí dar exemplos de sua conduta desde a infância, fazendo com que possam refletir em relação a estas novas informações e analisem a grande missão de Jesus preparando-se para o que vem adiante. (Rdt.8-10) (BN.2) (SPg.11-12,20) (Mr.II.6-16,III.1-3) (MHA) (FCE) (EI.IV) (JN.I.pág.54-58) (AL) (PC) (DeJ.pág.13) (LJD.pág.55-118,209-239) Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 07 (BTR)

BIBLIOGRAFIA:

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Na Semeadura I – cap. 95, 218 Na Semeadura II – cap. 48, 66, 151

Aula EAE-18 - AS SEITAS NACIONAIS. OS COSTUMES DA ÉPOCA.
OBJETIVO:

Trazer ao aluno qual era o pensamento político religioso da época. Quais eram as expectativas e esperanças. Quem eram os Essênios e qual a relação que tinham com Jesus. Comparar os tempos de Jesus e hoje. (Rdt.12,14) (ESE.Intr.Item III) (ACL.12-13) (Nz.4-10) (Mr) (SPg.26,30) (HMB) (VMJ) (Bb.Mc.7) (BMA.pág.49) (ReV.pág.62) (BTR.NT.1,3,5) (JdJ) (RdC) Na Semeadura I – cap. 224 Na Semeadura II – cap. 15, 29, 39, 66

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-19 - A FRATERNIDADE ESSÊNIA. JESUS E OS ESSÊNIOS
OBJETIVO:

Trazer ao aluno qual era o pensamento político religioso da época. Quais eram as expectativas, as esperanças. Quem eram os Essênios e qual era a relação que tinham com Jesus. Comparar os tempos de Jesus e hoje. (Rdt.13,15) (ESE.Intr.Item III) (ACL.12-13) (Nz.4-10) (Mr) (SPg.26,30) (HMB) (VMJ) (Bb.Mc.7) (BMA.Pág.49) (ReV.Pág.62) (BTR.NT.1,3,5) (JdJ) (RdC) Enquanto é Tempo – cap. 73 Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 8, 117 Na Semeadura I – cap. 173, 241 Na Semeadura II – cap. 7, 11, 15, 16, 32, 83 Falando ao Coração – cap. Fraternidades do Espaço Respondendo e Esclarecendo – perg. 07, 142

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-20 - O PRECURSOR.
OBJETIVO:

Destacar o planejamento espiritual; valorizar a mediunidade, Lei de Ação e Reação, reencarnação, confiança e fé no Plano Superior. Mencionar passagens do Novo Testamento onde está, claramente, demonstrada a Lei da Reencarnação, principalmente, nos diálogos de Jesus. (Rdt.16,24) (GMP.17) (BN.2) (CdL) (SPg.25) (JN.II.pág.131-133,179-184) (JdN.2) (CdD) (Bb.Lc.1:5-25,57-80,9:7-9,Mt.14:1-12,Mc.6:17-29,9:9-13) Na Semeadura I – cap. 169, 216, 225 Respondendo e Esclarecendo – perg. 22, 60, 98

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-21 - O INÍCIO DA TAREFA PÚBLICA. OS PRIMEIROS DISCÍPULOS
OBJETIVO:

O preparo de Jesus para o início de sua tarefa. Destacar que os discípulos eram pessoas simples, com virtudes e defeitos, semelhantes a nós, porém desprendidas e dedicadas. Mostrar e ressaltar a determinação de Jesus na sua tarefa. No relato do encontro com os primeiros discípulos, mostrar a simplicidade e o desprendimento dos que aceitaram o trabalho espontaneamente. (Rdt.17-18) (Mr) (SPg.25-26) (BN.3-5) (AL) (JN) (DB.Pág.42) Enquanto é Tempo – cap. 09 e 10 Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 11, 12, 17, 39, 47, 47, 110 Na Semeadura II – cap. 51 Respondendo e Esclarecendo – perg. 186, 187, 252, 253, 254 (JdN.3-4)

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-22 - VOLTA A JERUSALÉM. AS ESCOLAS RABÍNICAS. NICODEMOS. 67 de 120

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OBJETIVO:

O tráfico das coisas religiosas. A importância do grande templo de Jerusalém. A preocupação dos judeus com a educação religiosa das crianças. Resumir o fato histórico, destacando grandes ensinamentos como “Expulsar os vendilhões do Templo”. Refletir sobre os nossos “vendilhões” (vícios e defeitos) e como expulsá-los de nosso “Templo” (corpo físico), etc. A lição da reencarnação dada a Nicodemos. A importância do coração do sentimento (senso moral) para entender Jesus. O conhecimento é necessário, mas não suficiente (as 2 asas: conhecimento, amor). O Consolador prometido. (Rdt.19-21) (Bb. Mt.21:12-13,Mc.11:15-19,Lc.19:45-46,Jo.2:12-25,3:1-12) (ESE.26 itens 5-6) (SPg.24) (Mr) Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 11, 25, 37, 41, 59 Na Semeadura II – cap. 53 (BN.14)

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-23 - PROMOÇÃO DO CANDIDATO AO GRAU DE APRENDIZ.
OBJETIVO:

Cerimônia de promoção ao grau de Aprendiz. Explicar de forma simples o que é uma Escola Iniciática e a Iniciação Espiritual proposta por Edgard Armond com 3 graus. Sensibilizar por testemunhos o que foi para nós o 1º grau da Iniciação Espiritual da EAE. Procurar trazer alunos de outras turmas mais adiantadas ou já discípulos para darem seus testemunhos. (VER) (LE.III.12) (Cs.?218-238) (PSD.pág.311-321) (MPE.I) Guia Do Aprendiz – Completo Na Semeadura II – cap. 82 Mensagens e Instruções – 2ª edição – pág. 25 e 67 Lendo e Aprendendo – tópico 35 Falando ao Coração – cap. Aos Aprendizes, texto 1, 4º item Verdades e Conceitos II – 2ª edição – cap. 10, 17

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-24 - INTRODUÇÃO A CADERNETA PESSOAL.
OBJETIVO:

A importância desta ferramenta para o processo de autoconhecimento, anotando os sentimentos diante dos fatos e das pessoas. Não é importante a menção dos fatos em si. Enfatizar o aspecto prático da CP no processo de reforma íntima. A implantação deve traduzir uma forma de “pequena tarefa a executar”. Assim como nós controlamos, nos canhotos dos nossos talões de cheques, os nossos valores materiais, financeiros, isto é, as diminuições ou os acréscimos dos saldos, deveremos, também, controlar numa CP, amiga, sincera, silenciosa, nossos valores morais, vivenciais, que são os únicos verdadeiros, eternos, e que vão influenciar em nossa vida futura. (IE) (VER) (LE.III.12) (Cs.?218-238) (PSD.pág.311-321) Guia Do Aprendiz – cap. 6, 7 Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 39, 40, 48, 112 Falando ao Coração – cap. Aos Aprendizes, texto 1, item 9º Verdades e Conceitos I – 2ª edição – cap. 7 (MPE.I)

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-25 - REGRESSO À GALILÉIA. NA SINAGOGA DE NAZARÉ.
A MORTE DE JOÃO BATISTA.
OBJETIVO:

Samaritanos um povo marginalizado = preconceito; condição de igualdade da mulher perante os homens = preconceito. O culto do templo interior. Refletir sobre os ensinamentos de Jesus como “água viva” que nos sacia toda a sede. Ninguém é profeta em sua terra. Destacar o planejamento espiritual; valorizar a mediunidade, Lei de Ação e Reação, reencarnação, confiança e fé no Plano Superior. (Rdt.22-24) (Bb.Jo.4:1-45,Lc.4:16-30,Mc.6:1-6,Mt.13:53-58) (BN.17) (ESE) (SPg.18) Na Semeadura I – cap. 218 Na Semeadura II – cap. 25

BIBLIOGRAFIA:

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Falando ao Coração – cap. Comentando Pens. Construtivos, texto 7

Aula EAE-26 - OS TRABALHOS NA GALILÉIA
OBJETIVO:

Preparação para as várias frentes de trabalho do servidor. Não depende de crença para receber as graças; a cura pela fé e perseverança. Relacionar Cafarnaum (grande centro comercial) com nossas grandes cidades e mostrar nossa oportunidade de trabalho. Descrição física e moral de Jesus, e seu comportamento como Rabi. Aproveitar exemplos de simplicidade, disponibilidade, doçura e humildade. (Rdt.25) (HDA) (SPg.16,18)

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-27 - AS PARÁBOLAS – INTRODUÇÃO - USOS E COSTUMES
OBJETIVO:

Descobrir nas Parábolas ensinamentos espirituais de grande atualidade, através de uma linguagem atual. Buscar na sua interpretação modelos de conduta cristã, despertando nos aprendizes momentos de profundas reflexões no campo interior sobre o cristianismo e suas conseqüências práticas na vida. (Rdt.34) (ESE.15-16,18,27-28) (SPb) (ELC.pág.131) Na Semeadura I – cap. 85 Na Semeadura II – cap. 61 Na Seara do Evangelho – cap. 52 Lendo e Aprendendo – tópico 11 (SPg.22)(EH) (CAS) (PEJ) (PEL) (MPJ)

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-28 - PREGAÇÕES E CURAS. OUTROS LUGARES
OBJETIVO:

A pregação está associada aos atos da vida do pregador. Viver o que se prega. As muitas curas materiais realizadas por Jesus causaram e causam admiração. Explicar o que é milagre. As curas espirituais, no entanto, realizadas através da sua Doutrina, muitas vezes passam despercebidas. Como alcançar a auto-iluminação através do conhecimento e vivência das Leis Divinas (Evangelho). Quando o discurso não é vazio. Pregação como leitura e exterioridade; transformação interior sem dogmas; o Espiritismo traz a idéia de libertação do doente sem interferir no processo cármico; a caridade acima de formalismo. (Rdt.26-27) (GMP.15) (ESE.19 item.5) (Pss.38) (PR.6-7) Na Semeadura II – cap. 3, 12, 25, 26, 67 Relembrando o Passado – cap. III e XII Passes e Radiações – cap.6 e 7 Prática Mediúnica – cap. Curas Espirituais (CVV.38) (Dlg.pág.61) (Cs.?301) (CL.31)

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-29 - HOSTILIDADES DO SINÉDRIO. (MARIA DE MAGDALA.)
OBJETIVO:

Não aceitação dos ensinos de Jesus pelas autoridades da época. A partir do exemplo de Maria de Magdala refletir na oportunidade divina que temos de seguir o Mestre, se assim nos dispusermos interiormente, apesar dos nossos inúmeros erros. O trabalho em favor do próximo como canal de ligação com Jesus. Renúncia dos valores individuais para seguir o Evangelho. Mostrar a rejeição que estava sendo formada, ações do nosso pensamento, palavras, preconceitos, dificuldade de exemplificarmos o Evangelho, demonstração do amor fraterno, perdão dos pecados. (Rdt.28-29) (BN.20) (MdM) Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 39, 40, 48 Na Semeadura I – cap. 53 Na Semeadura II – cap. 6, 51

BIBLIOGRAFIA:

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Na Seara do Evangelho – cap. 56

Aula EAE-30 - O DESENVOLVIMENTO DA PREGAÇÃO.
OBJETIVO: BIBLIOGRAFIA:

As propagandas feitas contra Jesus. A sua verdadeira família. (Rdt.29-30) (BN.20) (MdM)

Aula EAE-31 - AS PARÁBOLAS - DOMÉSTICAS E FAMILIARES
OBJETIVO:

Descobrir nas Parábolas ensinamentos espirituais de grande atualidade. Buscar na sua interpretação modelos de coduta cristã, despertando no aluno momentos de profunda reflexão no campo interior sobre o cristianismo e suas conseqüências práticas na vida. Reflexões atuais do nosso quotidiano, nossas passagens por situações idênticas àquelas narradas nas parábolas. Importância do nosso comportamento cristão no nosso lar. Despertar o desejo de vivenciar o cristianismo em todos os lugares, em todas as oportunidades. Transmitir ensinamentos vendo o lado positivo das coisas. (Rdt.34) (PEL) (ESE.11 item 3,18 item 1) Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 17, 49 Na Semeadura II – cap. 3, 25, 26, 67 Na Seara do Evangelho – cap. 50 e 51 (SPb) (HJC) (PEJ)

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-32 - IMPLANTAÇÃO DAS CARAVANAS DE EVANGELIZAÇÃO E AUXÍLIO.
OBJETIVO:

Vivenciar a prática do Evangelho pelo trabalho. Preparar a turma para os trabalhos futuros. Caravana = grupo de trabalhadores que se unem para obter resultados, dividindo esforços, nas regiões mais diversas. Trabalho de suma importância que deve ser bem implantado. O desprendimento e humildade são valores importantes para a tarefa. O espírito da recomendação “Fé sem obras é morta em si mesma” (Epístola de Tiago 2:17), é que não tenhamos no mundo uma predominância de pessoas só teóricas. (IE) (VER.I.9; III 65; IX 2,12) Na Semeadura II – cap. 28 Na Seara do Evangelho – cap. 48 Falando ao Coração – Aos Aprend, 1, 3º e 10º item; Coment Pens Construt, 34 e 36 Verdades e Conceitos I – 2ª edição – cap. 2 Verdades e Conceitos II – 2ª edição – cap. 16, 32 Respondendo e Esclarecendo – perg. 28

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-33 - O QUADRO DOS DISCÍPULOS. CONSAGRAÇÃO (1ª PARTE CAP.32)
OBJETIVO:

Descrever a personalidade e hábitos dos discípulos para mostrar a necessidade de esforço na renovação interior. As deserções do trabalho. Mostrar como foi difícil o trabalho dos discípulos e quanto eles tiveram que perseverar na reforma íntima. Além de refazer passagens históricas, as aulas propiciam constatar a universalidade da Doutrina Cristã. (Rdt.31-32) (DB) (ESE) (Bb.Mt.4:18-22;Mc.1:16-20;Lc.5:1-11;Jo.21:1-6,15-17) (BN.3-5) (VAA) Respondendo e Esclarecendo – perg. 02, 30 Na Semeadura II – cap. 14, 51 Lendo e Aprendendo – tópico 177 Respondendo e Esclarecendo – perg. 186, 187, 252, 253, 254

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-34 - EXCURSÕES (2ª PARTE CAP.32). CENA DO TABOR
OBJETIVO:

Descrever personalidades e hábitos dos discípulos para mostrar a proximidade deles a nós, no propósito de renovação interior. Além de refazer passagens históricas, as aulas propiciam

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constatar a universalidade da Doutrina Cristã. Levá-los a sair da teoria para prática e vivência da caridade; ajuda mútua; amor exercido ao seu semelhante, Caravanas. Primitivismo das religiões da Antigüidade comparada ao monoteísmo / judaísmo. O progresso moral nem sempre acompanha o progresso material.
BIBLIOGRAFIA:

(Rdt.32-33) (ESE) (Bb.Mt.17:1-13;Mc.9:2-13;Lc.9:28-36;Jo.12:28-36) (ESJ) (LCE) (MdN)

(CdL)

(DB)

Aula EAE-35 - AS PARÁBOLAS - VIDA RURAL
OBJETIVO:

Descobrir nas Parábolas ensinamentos espirituais de grande atualidade. Buscar na sua interpretação modelos de conduta Cristã, despertando nos alunos momentos de profundas reflexões no campo interior sobre o Cristianismo e suas conseqüências práticas na vida. Despertar o desejo de vivenciar o Cristianismo em todos os lugares, em todas as oportunidades. Transmitir ensinamentos vendo o lado positivo das coisas. (Rdt.34) (PEL) (ESE.17,19-20) (SPB) Na Semeadura I – cap. 69, 94, 97 Na Semeadura II – cap. 52 Na Seara do Evangelho – cap. 53 e 55 (EH) (CAS.1-5) (PEJ) (MPJ)

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-36 - O SERMÃO DO MONTE
OBJETIVO:

Enfatizar o momento, as características e como o Sermão do Monte é atual. Na perspectiva histórica, mostrá-lo como síntese da Doutrina de Jesus. Acentuar a diferença do mundo antes e depois do Sermão do Monte. Evidenciar a virilidade, a coragem de Jesus: num mundo belicoso, rancoroso, povo hebreu sedento de vingança contra os romanos, que os oprimia e enxovalhava no que havia de mais sagrado: a Religião. Cristo pronuncia um sermão eminentemente, profundamente pacifista, amoroso, delicado, cheio de AMOR FRATERNO, coisa que o povo bárbaro não queria aceitar. O Sermão do Monte nos ensina a prece o Pai Nosso e, além disso, a maneira de proceder ao realizarmos essa oração. (Rdt.35) (Bb.Mt.5-7) (SMh) (SMr) Na Semeadura I – cap. 181, 237 Na Seara do Evangelho – cap. 27 e 60 (ESE.5-10) (Nz) (BN.11)

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-37 - A GÊNESE DA ALMA
OBJETIVO:

Estimular os alunos a uma profunda reflexão sobre a origem da vida, desde o instante inicial quando, por efeito do hausto criador, despertamos para a vida, tendo em nossa frente um longo caminho. Reflexão: falar de Deus. Fazer com que os alunos busquem localizá-lo interiormente. Fazer os alunos navegarem dentro das emoções do coração “Como vejo Deus – como sinto Deus – como pude começar a trajetória” (IE.pág.237) (GMP.1-2,10-11) (LE.I.1-4) (Emm.1,4,24) (Rt.1-5) (ACL.1-2) (Cs.?27-41,78-79) (ET.pág.14,29) (RL.pág.74) (EDM.3) (ECL.pág.31-33) Enquanto é Tempo – cap. 01 e 09 Mensagens e Instruções – 2ª edição – pág. 107

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-38 - ATOS FINAIS NA GALILÉIA. ABANDONO DA GALILÉIA.
ÚLTIMOS ATOS NO INTERIOR
OBJETIVO:

Necessidade de ouvir os companheiros de caminhada para avaliarmos como temos desenvolvido o nosso trabalho. Saber receber críticas, sem melindres, mas buscando o aperfeiçoamento incessantemente. Imortalidade do espírito. Poder da prece e da fé. Crença na vida além morte. Necessidade do desprendimento. Não esperar que nossas obras sejam

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reconhecidas pelos homens e sim executar nossas tarefas com humildade e confiança no Pai. Ressaltar a firmeza de Jesus ante o roteiro pré-estabelecido. Exemplo de perseverança a quem busca verdades superiores. Necessidade do desprendimento.
BIBLIOGRAFIA:

(Rdt.36-37) (AL) (SPg.25,pág.236-237) (BN.21) Respondendo e Esclarecendo – perg. 282 Na Semeadura II – cap. 6, 68 Falando ao Coração – cap. Aos Aprendizes, texto 10

(Nz)

(GMP.15)

(Cs.?317)

Aula EAE-39 - ÚLTIMOS DIAS EM JERUSALÉM
OBJETIVO:

Ilustrar o ambiente da época e a pressão das forças materiais. Mostrar a trama, o ódio dos sacerdotes para condenar Jesus, incompreensão, apego aos bens materiais, não aceitação de pagamento de tributos; contrapondo com os gestos de humildade, desprendimento, libertação material e a revolução pacífica de Jesus. Falhas e vacilações dos discípulos. O envio do Consolador prometido. O Espiritismo como a 3ª Revelação. (Rdt.38) (SPg.28) (BN.25) (Bb.Mt.26:17-35;Mc.14:12-31;Lc.22:7-38;Jo.13-17) Na Semeadura I – Cap. 186, 211, 216 Na Semeadura II – Cap. 250

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-40 - ENCERRAMENTO DA TAREFA PLANETÁRIA
OBJETIVO:

Refletir sobre a necessidade de orar e vigiar para que o fascínio do mundo não nos afaste do caminho espiritual. Importância do estudo e de estarmos conscientes dos nossos objetivos. Malefício de buscarmos o imediatismo. A fé sabe esperar. Mostrar que, como Judas, temos oportunidade de trabalho para resgatar nossas dívidas. Lembrar que Judas da sua falta se redimiu, portanto nada justifica endereçar-lhe pensamentos negativos por ocasião das festas da Páscoa. Todos temos um passado de erros. Essa consciência deve nos auxiliar a compreender os erros alheios. Lembrar qual foi seu papel como Discípulo. (Rdt.39) (Brr) (JIR) (EH.27) (BN.24) (SPg.28) Na Semeadura I – cap. 165, 184 Respondendo e Esclarecendo – perg. 105, 181 (CAT) (CeV)

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-41 - PRISÃO E ENTREGA AOS ROMANOS (DISPERSÃO).
OBJETIVO:

Fidelidade aos ideais que abraçamos. Não julgar as outras pessoas. A pressão dos interesses materiais mobilizando recursos lícitos ou ilícitos para vencer a mensagem da verdade. O testemunho silencioso e solitário no Monte das Oliveiras. Serenidade de Jesus diante da injustiça. Falência moral de sacerdotes e juízes da época. (Rdt.40) (AL) (SPg.29) (BN.25-27) Respondendo e Esclarecendo – perg. 03, 39, 49, 65, 287 Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 34, 61, 69 Respondendo e Esclarecendo – perg. 30

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-42 - TRIBUNAL JUDAICO.
OBJETIVO:

Fidelidade aos ideais que abraçamos. Não julgar as outras pessoas. Serenidade de Jesus diante da injustiça. Falência moral de sacerdotes e juízes da época. A pressão dos interesses materiais mobilizando recursos lícitos ou ilícitos para vencer a mensagem da verdade. Serenidade de Jesus diante da injustiça. Falência moral de sacerdotes e juízes da época. (Rdt.41) (AL) (SPg.29) (BN.25-27) Na Semeadura I – cap. 132, 149, 176

BIBLIOGRAFIA:

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Aula EAE-43 - O JULGAMENTO DE PILATOS
OBJETIVO:

Mostrar que os fatos se sucederam para culminar com o testemunho do Amor de Jesus por nós. Analisar: poder, mando, orgulho, superioridade. Desorganização mental. Contraste com a mansidão e serenidade de Jesus. A omissão perante as injustiças e conveniências humanas. (Rdt.42) (SPg.30) (AL) (LE?873-875a) (HDA.8) Guia do Discípulo – cap. 11, item IV Amor e Justiça – pág. 11, 34 – 2.ª edição Na Semeadura I – cap. 21, 58 e 184 Na Semeadura II – cap. 124 Enquanto é tempo – cap. 77 A Hora do Apocalipse – cap. Difundindo o Evangelho (João 19:10)

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-44 - (PARA) O CALVÁRIO.
OBJETIVO:

Valorizar o sentimento de amor e humildade de Jesus pelo seu exemplo. Sacrifício e desprendimento. Marco Espiritual. Mostrar o testemunho de Jesus para alcançar o objetivo de gravar definitivamente em nossos corações que a caminhada até o progresso é dura e sangrenta, mas que ao fim a alegria da conquista supera qualquer ferida. (Rdt.43) (GMP.15:54-67) (BN.28-30) (Nz) (SPg.31) (HDA.9) Na Semeadura I – cap. 33, 103, 194, 204 Na Semeadura II – cap. 204 Relembrando o Passado – cap. III Na Seara do Evangelho – cap. 38 e 42 Salmos – cap. V, VIII e XXII Falando ao Coração – Coment Pensament Construtivos, textos 42 e 44 Respondendo e Esclarecendo – perg. 11, 62, 64, 73, 132, 313 (PrR)

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-45 - (NOS DIAS DA) RESSURREIÇÃO – CONCLUSÃO.
OBJETIVO:

Mostrar o testemunho de Jesus para alcançar o objetivo de gravar definitivamente em nossos corações a vitória da vida sobre a morte. (Rdt.44,45) (GMP.15:54-67) (BN.28-30) (Nz) (SPg.31) Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 8 Na Semeadura I – cap. 178, 195, 205, 206, 210, 221 Na Semeadura II – cap. 190 Relembrando o Passado – cap. III Na Seara do Evangelho – cap. 45 (HDA.9) (PrR)

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-46 - EXAME ESPIRITUAL. Aula EAE-47 - EXAME ESPIRITUAL – VIVÊNCIA.

SEGUNDO

ANO

Aula EAE-48 - PASSAGEM PARA SERVIDOR.
OBJETIVO:

Meditar sobre o papel do Servidor, o seu poder de exemplo, servindo ao Cristo amando e auxiliando o próximo. Motivar a alegria e oportunidade do trabalho. Mente ligada ao trabalho indica equilíbrio, saúde do espírito. Sensibilizar através de testemunhos do que foi para nós o

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2º grau da Iniciação Espiritual da EAE (Servidor). Buscar trazer alunos de outras turmas mais adiantadas ou já discípulos para darem seus testemunhos.
BIBLIOGRAFIA:

(IE) (LE.III.3) (Emm.17) (Bg.Tg.2:14-17) (Rt.17) Na Seara do Evangelho – cap. 61 e 63 Lendo e Aprendendo – tópico – 25, 52 Salmos – cap. IX e XIV Na Semeadura II – cap.23 Verdades e Conceitos I – 2ª edição – cap. 2, 14, 24 Verdades e Conceitos II – 2ª edição – cap. 17, 32, 38, 46, 56 Falando ao Coração – Aos Aprendizes, texto 8; Coment. Pens. Construtivos, texto 41

Aula EAE-49 - EVOLUÇÃO DO HOMEM ANIMAL PARA O HOMEM ESPIRITUAL
OBJETIVO:

Definir o estágio primitivo quando, para o homem recém-saído da animalidade, lhe é proposto palmilhar a rota evolutiva dirigindo-se ao estado de perfeição (O Homem Espiritual). Voltado a Reflexão - Vivência - Aprendizado constante para caminhar em direção da tão almejada Evolução pelos graus da Moral. (IE) (LE.III.1-12) (FV.25) (Emm.5,32) (SV.34) (GMP.3) (ELC.Evolução) (LE.?114-127,191A,605-605A) (PEJ.Preâmbulo) (Cs.?228-230,241) Amor e Justiça – 2ª edição – Pág. 39, 61 Na Semeadura I – Cap. 49, 54, 60, 77, 221 Na Semeadura II – Cap.33 Os Exilados da Capela (todo o livro) Mensagens e Instruções – 2ª edição – Pág. 63 e 67 Falando ao Coração – Aos Aprendiz, texto 1, itens 1, 3, 5; 4; Com Pensam Constr, texto 37, 38, 57; Valor Mensag, texto 8

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-50 - INTERPRETAÇÃO DO SERMÃO DO MONTE – I.
OBJETIVO:

Como ponto alto da pregação de Jesus, as Bem-Aventuranças e outras máximas do Sermão do Monte serão objeto de profundas reflexões por toda a classe. Embora muitas vezes sentindo que o Sermão do Monte choca com costumes arraigados na nossa personalidade, leva-nos a emoções e experiências novas, motivadoras da renovação íntima e da aproximação com o Pai. Levar o conhecimento da essência da doutrina do Cristo, fazer também uma reflexão para os dias de hoje. Evidenciar a importância da oração Pai Nosso bem sentida e realizada. (IE) (ESE.5-10) (SMh) (SMr) (EH) (EBM.Pág.13) (CAP.10-13) (QSJ) (MfC) (PN) (SPB.II) (PEJ.pág.28) (Bb.Mt.5-7) Respondendo e Esclarecendo – perg. 01 Na Semeadura I – cp. 237 Falando ao Coração – cap. Aos Aprendizes, texto 1, itens 3, 14.

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-51 - INTERPRETAÇÃO DO SERMÃO DO MONTE – II.
Continuação da aula EAE-50.
BIBLIOGRAFIA:

(IE) (ESE.5-10) (SMh) (SMr) (EH) (EBM.Pág.13) (CAP.10-13) (QSJ) (MfC) (PN) (SPB.II) (PEJ.pág.28) (Bb.Mt.5-7) Na Semeadura I – cap. 74, 237 Falando ao Coração – cap. Aos Aprendizes, texto 1, itens 3, 14 Respondendo e Esclarecendo – perg. 08

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Aula EAE-52 - INTERPRETAÇÃO DO SERMÃO DO MONTE – III.
Continuação da aula EAE-50.
BIBLIOGRAFIA:

(IE) (ESE.5-10) (SMh) (SMr) (EH) (EBM.Pág.13) (CAP.10-13) (QSJ) (MfC) (PN) (SPB.II) (PEJ.pág.28) (Bb.Mt.5-7) Na Semeadura I – cap. 5, 237, 245 Na Seara do Evangelho – cap. 27 e 60 Falando ao Coração – cap. Aos Aprendizes, texto 1, itens 3, 14

Aula EAE-53 - INTERPRETAÇÃO DO SERMÃO DO MONTE – IV.
Continuação da aula EAE-50.
BIBLIOGRAFIA:

(IE) (ESE.5-10) (SMh) (SMr) (EH) (EBM.Pág.13) (CAP.10-13) (QSJ) (MfC) (PN) (SPB.II) (PEJ.pág.28) (Bb.Mt.5-7) Na Semeadura I – cap. 21, 112, 141, 237 Falando ao Coração – cap. Aos Aprendizes, texto 1, itens 3, 14

Aula EAE-54 - A FUNDAÇÃO DA IGREJA CRISTÃ.
OBJETIVO:

Início do trabalho de testemunho dos apóstolos. Igreja no sentido de agrupar pessoas para vivenciar o Evangelho sem ritos ou dogmas, com a união de pensamentos independente de crenças ou raças. Lembrar os esforços na prática do amor e caridade, apesar das adversidades sofridas. (IE) (Bb.At) (Emm.2-4) (PrR) (VAA) (PT) (PE) (AEP) Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 52 Na Semeadura I – 4, 19, 27, 104, 200, 214, 216, 221, 222, 229, 234, 236, 239, 244 Na Semeadura II – cap. 82, 189 Religiões e Filosofias – cap. VIII Respondendo e Esclarecendo – perg. 288

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-55 - ASCENSÃO.
OBJETIVO:

Lembrar os esforços na prática do amor e caridade, apesar das adversidades sofridas. (IE) (Bb.At) (Emm.2-4) (PrR) (VAA) (PT) Na Semeadura I – cap. 166, 167, 175, 198, 204 Lendo e Aprendendo – tópico 178 (PE) (AEP)

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-56 - VIDA PLENA – CONCEITO.
OBJETIVO:

Expor conceito de Vida Plena. Comentar sobre: ameaça zero, máscaras e comportamentos defensivo e de abertura. Toda experiência é de suma importância. O coração deve estar “tal uma nascente que vai aos poucos jorrando a água do aprendizado e do reconhecimento”. “A emoção é o paladar da água”; pouco importa que seja doce, salgada, fria, quente, amarga. O que importa é vivência útil. (IE) (CVVP.pág. 26) (Emm.5) (TP.7)

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-57 - INSTITUIÇÃO DOS DIÁCONOS
OBJETIVO:

Ressaltar o valor do trabalho como instrumento do aperfeiçoamento, por meio dos exemplos deixados pelos primeiros Discípulos de Jesus. Sentido do trabalho acima de tudo com fraternidade, respeito, dedicação e humildade; correlação da Casa do Caminho ao que o Centro Espírita deveria ser até a passagem de Estevão quando da sua condenação por

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Saulo.
BIBLIOGRAFIA:

(IE) (PE.II) (PT) (VAA) (Bb.NT.At) Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 12, 23 Na Semeadura I – cap. 168, 177, 242 Na Seara do Evangelho – cap. 29

(DB)

Aula EAE-58 - A CONVERSÃO DE PAULO
OBJETIVO:

Perseguição de Saulo, a sua conversão a Caminho de Damasco, nossa conversão pela Reforma Íntima, trabalho de transformação, descoberta de valores no interior - fé. Comparar situação de Paulo com a nossa: dificuldade de compreensão, teimosia e o chamado constante de Jesus por intermédio das pessoas e situações. Comparar a nossa chegada ao Centro Espírita com estrada de Damasco. Mostrar que nossos algozes nos ajudam; Mostrar que sempre temos um Estevão e uma Abigail em nossa vida. Lembrar as recomendações: ama, trabalha, espera, perdoa. (IE) (PE.II) (PT) (VAA) (MHA) Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 58 Relembrando o Passado – cap. XXVIII Mensagens e Instruções – 2ª edição – pág. 41

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-59 - O APÓSTOLO PAULO E SUAS PREGAÇÕES
OBJETIVO:

Reforma Íntima, fé, incentivar os alunos à prática da caridade e a propagação da Doutrina. Ressaltar o trabalho como exercício de reforma para o novo homem. Mostrar que, como Paulo, enfrentaremos zombarias, pedradas e incompreensão na nossa caminhada pela vivência e divulgação do Evangelho. A felicidade da missão bem cumprida compensará os sofrimentos da senda. Como Paulo, teremos amigos de caminhada que hoje estão conosco, mas amanhã não estarão. Porém o verdadeiro cristão nunca está só, tem Jesus como Mestre. (IE) (Bb.At) (MC.I) (PE) (PT) (VAA) Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 08, 37, 38 Na Semeadura I – cap. 163, 170 Verdades e Conceitos II – 2ª edição – cap. 47 (MHA)

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-60 - PAULO DEFENDE-SE EM JERUSALÉM
OBJETIVO:

O Pai sempre nos dá a oportunidade de resgatar nossos débitos e conciliar com nossos adversários. Em qualquer situação podemos trabalhar em nome de Jesus. Edificação da humildade (compreensão da causa maior acima da compreensão individual). Destacar hostilidades, perseguição e condenação (Ação e Reação) sofridas por Paulo; divulgação da Boa Nova sacrifício e perseverança; desprendido na ajuda ao próximo, ao ódio que foi submetido com sacrifício físico e moral e sua redenção espiritual. (IE) (PE.II.8) (PT.2) (VAA) (MHA) Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 52 Na Semeadura I – cap. 9 (Bb.At)

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-61 - OS APÓSTOLOS QUE MAIS SE DESTACARAM
OBJETIVO:

A responsabilidade, esforço, sofrimento dos apóstolos após Jesus. Chamar a atenção quanto ao trabalho. Observar que uma vez aceito o espiritismo como caminho, necessário é a transformação interior e a importância do testemunho. (IE) (Rdt.31) (Nz) (BN) (VAA) (PE) (PT) (MHA) (EJ)

BIBLIOGRAFIA:

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Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 104 Na Semeadura I – cap. 177, 180, 223, 228, 234, 243 Na Semeadura II – cap. 51

Aula EAE-62 - PRECONCEITO - DEFINIÇÃO
OBJETIVO:

Familiarizar o aluno com os preconceitos encontradiços na personalidade humana, a fim de facilitar o processo de auto-análise, e, consequentemente, contribuir para a renovação interior. Definir o que é preconceito, os tipos, como se manifesta, etc. (IE) (Emm.27) A dupla personalidade de Rose Ramirez – 3ª edição – pág. 31 - 50 Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 08, 37, 38, 52, 66, 91 Relembrando o Passado – cap. XXV Lendo e Aprendendo – tópico 95

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-63 - PRECONCEITO - VIVÊNCIA
OBJETIVO:

Aula aberta à participação geral, sobre a exposição da aula 50. Familiarizar o aluno sobre os Preconceitos que se encontram na personalidade humana. Incentivar o processo de autoanálise fazendo com que o aluno busque a renovação interior. (IE) (Emm.27) (MPE)

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-64 - O ESTUDO DAS EPÍSTOLAS
OBJETIVO:

Reforma Íntima, despertar a fé, a caridade e a humildade. (IE) (PE) (PT) (MC.I) (PA) Na Semeadura I – cap. 1 Lendo e Aprendendo – tópico 176

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-65 - A PREDESTINAÇÃO SEGUNDO PAULO
OBJETIVO:

Não há escolhidos. Todos chegaremos ao Pai pela exemplificação dos ensinamentos de Jesus. (IE) (PE) (PT) (CE) (LE.III.10) (Bb.At,Epístolas) Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 38 Lendo e Aprendendo – tópicos 31, 44, 75 Respondendo e Esclarecendo – perg. 01, 25, 26, 27, 111, 129, 133

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-66 - JUSTIFICAÇÃO DOS PECADOS
OBJETIVO:

Explanar sobre nossa fé e nossas obras fazendo profunda reflexão sobre vícios, defeitos e sobre como agir ao invés de justificar o erro. Convite ao trabalho. Meditar que os nossos males são frutos do nosso mau uso do livre arbítrio (ação contra uma lei natural), e qual o papel das boas obras (trabalho), da fé e da vivência das virtudes crísticas em nossa vida. (IE) (PT) (MC) (CE) (Epístolas Paulo, Pedro, João, Tiago) Respondendo e Esclarecendo – perg. 37, 275, 308 (FV) (VL)

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-67 - CONTINUAÇÃO DAS EPÍSTOLAS
OBJETIVO:

Despertar para responsabilidade de quem conhece a Doutrina, levar avante o trabalho dos primeiros apóstolos, mesmo que seja só pelo exemplo.

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BIBLIOGRAFIA:

(IE)

(VAA)

(PE.I.7,II.1-10)

(MC.I)

Aula EAE-68 - VÍCIOS E DEFEITOS – CONCEITOS.
OBJETIVO:

Conceituação de vícios e defeitos. Possibilitar ao aluno se auto-analisar. Definir vício e defeito. Principais vícios, como eliminá-los; principais defeitos, como controlá-los. (IE) (ESE.5) (EPH.10-13) (LE.? 645-646) (ET.pág.76) (SV.33,36) (MM) (GMP.3.10) (ETM.6-9) Na Semeadura I – cap. 142, 159, 161 Na Semeadura II – cap. 96, 222 Tiradentes Missionário – Pensamento em Prosa e Verso – 11 Vaidade Passes e Radiações – cap.3 Na Seara do Evangelho – cap. 22 e 34 Lendo e Aprendendo – tópico – 17 – 28 – 34 – 69 Salmos – cap. XXVIII e XXX (LS)

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-69 - A DOUTRINA DE TIAGO
OBJETIVO:

Nossa fé pelo trabalho e disciplina, Reforma Íntima, maledicência, sublimando paixões. Refletir a Epístola de Tiago. Quem foi e como era Tiago, seu trabalho na Casa do Caminho. Tentação é reflexo de nossa fraqueza interior e não do exterior. O conhecimento e a liberdade nos conduzem à responsabilidade. A fé sem obras é morta. Explicar o que realmente é a fé, falar sobre humildade, paciência e que nosso exemplo é Jesus. (IE) (Bb.At.15, Tg.) Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 23, 66, 67 Na Semeadura I – cap. 15, 179, 197, 212 Na Seara do Evangelho – cap. 54 A Hora do Apocalipse – Difundindo o Evangelho (Hebreus 10:38, Mateus 6:30) Respondendo e Esclarecendo – perg. 01, 25, 26, 27, 129

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-70 - DOUTRINAS DE PEDRO, JOÃO E JUDAS
OBJETIVO:

Refletir sobre as Epístolas de Pedro, Judas e João, interiorizar a aceitação, exemplificando como futuros discípulos, trabalho com amor. (IE) (Bb.Epístolas de Pedro, de João e de Judas) Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 11, 24, 29, 41, 44, 50, 57, 59

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-71 - O APOCALIPSE DE JOÃO - I
OBJETIVO:

Resumir o livro do Apocalipse (Novo Testamento). RELATAR, posto que não se pode interpretar algo que não se conhece. Não levar o aluno ao medo, nem preocupações extravagantes. Ir analisando os itens junto a turma de forma a provocar a participação tão importante. Afastar do "simbolismo" e voltar a aula para a vivência pura da Humanidade. Reflexão quanto ao passado, presente e futuro. (IE) (Bb.Ap) Guia do Discípulo – cap. 7, 11, itens I e II O Espiritismo e a Próxima Renovação – cap.7 – da 1ª Parte Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 37 Na Semeadura I – cap. 158 Na Semeadura II – cap. 70, 75, 76, 87, 198, 205, 206, 207, 250 A Hora do Apocalipse Os Exilados de Capela – cap.22

BIBLIOGRAFIA:

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Verdades e Conceitos I – cap.31 Na Seara do Evangelho – cap. 23, 39, 40, 43, 58 Mensagens e Instruções – 2ª edição – Pág. 149 Lendo e Aprendendo – tópicos 59, 87, 89, 90, 99, 134, 164, 165, 166 Salmos – cap. XXIII Falando ao Coração – Coment Pensament Construtiv, 49; O Valor das Mensagens, 1 Respondendo e Esclarecendo – perg. 45, 271, 278

Aula EAE-72 - O APOCALIPSE DE JOÃO - II
OBJETIVO:

Interpretar o que foi relatado na aula 71, introduzindo explicações preliminares. Adotar a mesma seqüência interpretando trecho por trecho. Observando a lógica da mensagem do Apocalipse. Não se pode interpretar o que não se conhece. Não levar o aluno ao medo nem a preocupações quanto ao passado, presente e futuro. Analisar os itens junto a turma provocando a participação tão importante. Afastar do simbolismo e voltar a aula à vivência pura da Humanidade. Reflexões quanto ao passado, presente e futuro. (IE) (GMP.18) (Map) (MAs) (ISA) (ESE.21) (HA) (PdN) (DCA) (ACL.14) Guia do Discípulo – cap. 7, 11, itens I e II Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 37, 38 Na Semeadura I – cap. 72 A Hora do Apocalipse Os Exilados de Capela – cap. 22 Verdades e Conceitos I – cap. 31 Na Seara do Evangelho – cap. 23, 39, 40, 43, 58 Lendo e Aprendendo – tópicos 59, 87, 89, 90, 99, 134, 164, 165, 166 Salmos – cap. XXIII Falando ao Coração – Coment Pensament Construtiv, 49; O Valor das Mensagens, 1

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-73 - VÍCIOS E DEFEITOS - VIVÊNCIA (EXERCÍCIO DE VIDA PLENA)
OBJETIVO:

Aula aberta à participação geral, baseada na exposição da Aula 68. Definições de Vícios e Defeitos. Principais vícios e principais defeitos. Conscientização da diferença entre eles. Conscientização do nosso modo de agir. É uma preparação para a Reforma Íntima. (IE) (ET.pág.76) (SV.33, 36) (GMP.3) (ETM.6-9) Passes e Radiações – cap. 3 Tiradentes Missionário – Pensamento em Prosa e Verso, 11 – Vaidade

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-74 - CIÊNCIA E RELIGIÃO
OBJETIVO:

Mostrar a importância da ciência e filosofia espírita, realçar o papel religioso do Espiritismo. (IE) (NI) (Rlg) (DdM) (ESE.1) (CE) (FR) (ETM.3) Guia do Discípulo cap. 11, itens VII e IX Na Semeadura I – cap. 124 Na Semeadura II – cap. 70, 72, 153, 179, 180, 223 Falando ao Coração – Aos Aprend 9; Coment Pensam Constr 5; O Valor Mensag 3 Mediunidade – cap. 38 Religiões e Filosofias – Religiões cap. 9; Filosofias cap. 7 ao 14 Lendo e Aprendendo – cap. 179, 180 Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 11, 13, 15, 23, 24, 25, 41,106 Verdades e Conceitos II – 2ª edição – cap. 6, 8, 53

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-75 - PENSAMENTO E VONTADE
OBJETIVO:

Levar ao aluno o potencial do pensamento, o que se pode mudar, construir ou destruir através

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do pensamento.
BIBLIOGRAFIA:

(IE) (GMP.14.13-21) (PVt) (DdM) (PVd) (ETM.III) (EAp.pág.55-70) (PSD.I.1,III.13) (OP.I) Guia do Discípulo – cap. 1, 11 – itens VII e XI Almas Afins – 3ª edição – cap. 9 – pág. 61 Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 12, 15, 17, 34, 38 Na Semeadura I – cap. 35, 42, 150 Na Semeadura II – cap. 217, 218 Às Margens do Rio Sagrado – cap. XVI Relembrando o Passado – cap. XXXI Respondendo e Esclarecendo – perg. 94

(LE.III.10)

(FP)

(HVI)

Aula EAE-76 - LEI DE AÇÃO E REAÇÃO
OBJETIVO:

Demonstrar que esta lei decorre da bondade de Nosso Pai (Lei de Justiça); que nós criamos a nossa felicidade ou nossa desventura; não há castigo; diferença entre prova e expiação. A importância do cuidado com nossos pensamentos. Ratificar que nosso futuro depende de nossa conduta. Provocar reflexão nos aprendizes sobre suas ações. (IE) (AR) (CI) (ESE) (LE.III.10) (ETM.4.15) (EDM.12) O Espiritismo e a Próxima Renovação – cap.7 da 4ª parte Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 38, 47, 49, 55, 118 Na Semeadura I – cap. 67, 80, 89, 90, 9 Na Semeadura II – cap. 52, 74, 77, 105, 130, 230 Relembrando o Passado – cap. IX Lendo e Aprendendo – tópicos 13, 18, 21, 29, 36, 45, 53, 55 Falando ao Coração – Coment Pensam Construt, 2 a 4, 13, 19, 21, 29 a 31, 42, 45, 67, 70; Falando ao Coração, 6, 7, 13, 17, 33, 37

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-77 - AMOR COMO LEI SOBERANA.
O VALOR CIENTÍFICO DA PRECE, LEI DA SOLIDARIEDADE.
OBJETIVO:

Mostrar os conceitos e manifestações do amor universal, e deste amor nos diferentes reinos da natureza. Levar a repensar os conceitos de amor. Amor fraterno. (IE) (AAA) (NL.18) (LE.III.2,11) (ESE.11-12,15,28) (PSD.III.25) (PDE) (ETM.IV.9.30.12) Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 38, 40, 48, 55, 112 Na Semeadura I – cap. 30, 34, 48, 238 Na Semeadura II – cap. 2, 55, 145 Tiradentes Missionário – Pensamento em Prosa e Verso, 16 – Pensamento VI (Ss)

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-78 - A MEDICINA PSICOSSOMÁTICA
OBJETIVO:

Papel do homem através da mente e comportamento, aplicar melhor a potencialidade, trabalhar melhor o sentimento, somos responsáveis do nosso corpo e saúde. A medicina do futuro não necessitará de baterias de medicamentos. Reforma Íntima: vigilância, cuidado com alimentação, sentimentos, higiene física e mental, reforma moral. (IE) (PqS) (MPs) (ESE.5) (PVt) Enquanto é Tempo – cap. 15, 32 Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 66 Na Semeadura I – cap. 45 Na Semeadura II – cap. 169, 173 Passes e Radiações – cap. 6 e 7 (PVd) (DMV) (ETM.5)

BIBLIOGRAFIA:

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Na Seara do Evangelho – cap. 69 Lendo e Aprendendo – tópico 138 Prática Mediúnica – cap. Curas Espirituais. Respondendo e Esclarecendo – perg. 274

Aula EAE-79 - VIDA PLENA
OBJETIVO:

Definir o estágio primitivo quando para o homem recém-saído da animalidade, lhe é proposto palmilhar a rota evolutiva dirigindo-se ao estado de perfeição. Conscientização de sua Reforma Ínterior. Aprender que "viver plenamente" é não se arrepender do que faz, ter consciência de que procura sempre fazer o melhor. (IE) (Cs.?225-238) (SV.34) (CVVP.Pág. 26).

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-80 - CURAS E MILAGRES DO EVANGELHO
OBJETIVO:

Definir milagre no sentido mundano e teológico. Trocar idéias. Reflexão das curas e milagres. Jesus conhecedor dos fluidos; a manifestação, ação, reação, merecimento. A nossa ajuda espiritual, pensamento e vibração, através sentimentos mais equilibrados, através da saúde física, mental e fé. Chamar a atenção do merecimento. Nem todas as doenças podem ser curadas, pois é o expurgo do espírito. Trocas de idéias. Meditação sobre tudo que Deus nos dá. A participação deve existir. (IE) (GMP.13) (PEJ) (NEM) (JN.I) (PrR) (ESJ.5,9) (EH) (CAP.18) (Emm.23) (OP.1ªparte) Passes e Radiações – cap. 6 e 7 Falando ao Coração – cap. Falando o Coração, texto 12, 14, 22 e 42 Prática Mediúnica – cap. Curas espirituais. Respondendo e Esclarecendo – perg. 297 (ESE.VIII;XIX.1)

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-81 - COSMOGONIAS E CONCEPÇÕES DO UNIVERSO.
OBJETIVO:

Mostrar a criação do Pai e a possibilidade de vida em outros planetas ("Há muitas moradas na casa do meu Pai"). Atentar para o orgulho do ser humano de julgar que só o nosso planeta tem vida, mostrar que o Universo é movimento e trabalho e que só nos integramos a ele trabalhando também. Mostrar que os conceitos fundamentais evoluem à medida que o ser humano deixa o orgulho e os preconceitos de lado. Tanto os mundos como os seres evoluem. Sugere-se a reflexão do pensamento cosmogônico, desde seu nascimento ao advento do Espiritismo. Estudar a Cosmogonia Espírita e se der tempo, fazer paralelo entre a perfeição do Cosmo e de nossa máquina física, ressaltando a necessidade de mantê-la harmônica. (IE) (DN) (EDM) (GMP.5,8,10) (LE.I.3) Religiões e Filosofias – cap. 8 a 10 (filosofias) Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 27, 61 Relembrando o Passado – cap. XXVII (RF.8-10)

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-82 - ESTUDOS DOS SERES E DAS FORMAS. SÍNTESE
OBJETIVO:

Levar conhecimento do princípio da vida, refletindo hoje onde chegamos. Refletir na maravilhosa oportunidade que estamos tendo nesta encarnação. O nosso pensamento como energia. Toda a criação obedece às leis previamente determinadas pelo nosso Pai. (IE) (LE.I.3-4,II.11) (GMP.10-11) (GS) (EDM) (EA) Almas Afins – 3ª edição – cap. 9 – pág. 62 a 64, 75, 76, 94 Na Semeadura I – cap. 111 Na Semeadura II – cap. 97, 230, 235 (ELC.pág.29)

BIBLIOGRAFIA:

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Amor e Justiça – 2ª edição – pág. 12, 52 Verdades e Conceitos II – 2ª edição – cap. 12 Respondendo e Esclarecendo – perg. 48, 152, 243

Aula EAE-83 - EVOLUÇÃO NOS DIFERENTES REINOS.
HISTÓRICO DA EVOLUÇÃO DOS SERES VIVOS.
OBJETIVO:

Informar como se processa a evolução, as experiências necessárias para adquirir conhecimento em cada estágio da evolução até os dias de hoje. (IE) (LE.I.1-4,II.1,11) (GMP.10) (EA) (ACL) (GS) (EDM) (DEE) (EEDM) Enquanto é Tempo – cap. 16 Amor e Justiça – 2.ª edição – pág. 30 e 63 Na Semeadura I – cap. 47, 109 Na Semeadura II – cap. 65, 79, 246 Os Exilados de Capela (todo o livro) Relembrando o Passado – cap. II Na Seara do Evangelho – cap. 64 Lendo e Aprendendo – tópicos 39, 82, 84, 97, 131 Salmos – cap. III Falando ao Coração – Comentando Pensamentos Construtivos, texto 39 Respondendo e Esclarecendo – perg. 55, 124, 127, 295

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-84 - LEIS UNIVERSAIS
OBJETIVO:

Compreender as Leis Universais e o que elas representam para o Universo de maneira geral e para nós como parte integrante desse todo. (IE) (LE.III.1) (ESE.1-2) (CTM) (CD) (GMP.13) (GE.6) Amor e Justiça – 2.ª edição – pág. 59 Na Semeadura I – cap. 67, 187 Na Semeadura II – cap. 1, 36, 65, 77, 110, 144, 155, 221, 258, 259 (CAB)

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-85 - AULA 85 - VIDA PLENA
Vide aula 79.

Aula EAE-86 - O PLANO DIVINO. A LEI DE EVOLUÇÃO
OBJETIVO:

Evoluir é caminhar para Deus ou para o Plano Divino, e que nesta caminhada estaremos sujeitos as leis naturais ou divinas. Refletir sobre o que é o bem e o mal e sobre a fatalidade da evolução. (IE) (GMP.11) (PGL) (LE.III.8) (DEE) Na Semeadura I – cap. 6, 63 Na Semeadura II – cap. 13, 37, 38, 89, 90, 122, 129, 146, 185 Lendo e Aprendendo – tópico – 104 Falando ao Coração – Comentando Pensamentos Construtivos, texto 14 Verdades e Conceitos II – 2.ª edição – cap. 18 Respondendo e Esclarecendo – perg. 71, 85

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-87 - A LEI DO TRABALHO . A LEI DA JUSTIÇA
OBJETIVO:

Mostrar o trabalho como meio para os resgates de dívidas e evolução. E como a justiça impulsiona ao progresso espiritual. Meditar que a evolução se realiza pelo trabalho orientado pela lei de justiça (ação e reação).

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BIBLIOGRAFIA:

(IE) (DdM.5ªparte) (DEE) (CTM) (LE.III.3) (Cs.?225-231) (LMr.Pág. 58) (LMV.Pág. 35) (JD.Pág. 43) (LA) Na Semeadura I – cap. 70 Falando ao Coração – Coment Pens Construt, 55; Falando Coração, 16, 19 e 24 Amor e Justiça – 2.ª edição – pág. 25, 59, 118 Verdades e Conceitos II – 2.ª edição – cap. 18

Aula EAE-88 - A LEI DO AMOR
OBJETIVO:

Definição de amor. O homem só poderá ser feliz quando dedicar o amor a Deus ao próximo e a si mesmo, que a felicidade é uma reação do amor. Lembrar que o amor é uma lei natural e que deve ser esclarecido para levar a evolução. (IE) (AAA) (DdM) (Psi) (LE.III.11) (ESE.11,15) (PSD.3ªparte) (LA) (SMr.pág. 97,185) Guia do Discípulo cap.10, itens VI ao X Enquanto é Tempo – cap. 55 Amor e Justiça – 2.ª edição – pág. 39, 57, 118 Na Semeadura I – cap. 36, 37, 108 Na Semeadura II – cap. 25, 109, 253 Falando ao Coração – cap. 2 a 8 Relembrando o Passado – cap. XI Tiradentes Missionário – Pensamento em Prosa e Verso. 16 – Pensamento VI Lendo e Aprendendo – tópicos 22, 24, 26, 33, 68, 160, 188 Salmos – cap. XVIII – XIX – XX – XXI - XXIV A Hora do Apocalipse – cap. Difundindo o Evangelho Respondendo e Esclarecendo – perg. 302 Falando ao Coração – Aos Aprend., 6; Aos Discíp. Jesus, 2 ao 7; Coment Pensam Construt, 26, 68, 72; Fal Coração, 1, 10, 11, 15; O Valor Mens, 4, 7 e 8

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-89 - AMOR A DEUS, AO PRÓXIMO E AOS INIMIGOS
OBJETIVO:

Meditar que o amar a Deus é respeitar suas obras, que amar o próximo é fazer para ele o que gostaríamos que nos fosse feito e que amar o inimigo é não lhes desejar mal. (IE) (AAA) (LE.III.2,7,9) (ESE.11-12,15) (PSD.25) Na Semeadura I – cap. 14, 31, 74, 193 Na Semeadura II – cap. 1, 4, 17, 18, 30, 44, 45, 108, 112, 236 Relembrando o Passado – cap. XI Falando ao Coração – cap. Falando ao Coração, texto 9, 38, 39 Verdades e Conceitos I – 2.ª edição – cap. 10 Respondendo e Esclarecendo – Perg. 177, 304, 305, 306, 307

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-90 - A FILOSOFIA DA DOR
OBJETIVO:

A dor, além do resultado da aplicação da lei de causa e efeito, deve ser aproveitada ou pode ser revertida para o crescimento espiritual desde que encarada somente como experiência, sem revolta. (IE) (PqS) (GS.81) (CTM) (LE.IV.1-2) (ESE.5) (PSD.25-26) (Cs.? 239-245) Amor e Justiça – 2.ª edição – pág. 13, 27, 59, 66 Na Semeadura I – cap. 2 Na Semeadura II – cap. 10, 105, 254 Passes e Radiações – cap. 7 Lendo e Aprendendo – tópicos 1, 46, 47, 48, 50, 54, 161 Salmos – cap. 12,13, 15, 16, 17, 32 Tiradentes Missionário – Pens em Prosa e Verso, 15 Caminheiro, 45 Do Outro Lado

BIBLIOGRAFIA:

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Falando ao Coração – Com Pens Constr 1, 46 a 48, 50, 54, 61, 62; Falando Coraç 4, 20, 28, 35

Aula EAE-91 - NORMAS DA VIDA ESPIRITUAL
OBJETIVO:

Levar a refletir sobre o "para onde vamos" e as leis (evolução, trabalho, justiça e amor) que regem esta caminhada. O trabalho fraterno é base para o processo evolutivo. (IE) (ESE.17) (LE.III.1,6,10) (Cdt) Enquanto é Tempo – cap. 46 Amor e Justiça – 2.ª edição – pág. 11, 12, 13, 17, 23, 24, 27, 44, 66

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-92 - EXAME ESPIRITUAL. Aula EAE-93 - EXAME ESPIRITUAL - VIVÊNCIA.

TERCEIRO ANO

Aula EAE-94 - ESTRUTURA DA ALIANÇA E DE UM CENTRO ESPÍRITA.
COMO ABRIR UM CENTRO ESPÍRITA
OBJETIVO:

Conforme normas da Aliança a expansão se faz necessária. Melhor é multiplicar os Centros em pequenos núcleos espalhados por todas as regiões para melhor cobertura. A experiência vivida na Casa Espírita proporciona o entendimento da multiplicação e expansão. A proposta do programa da Aliança é a vivência do espiritismo no seu aspecto religioso. Impedir “inchaços”, “acotovelamentos”, evitando interferências entre trabalhadores, ocorrendo os “rachas” improdutivos. (VER) (Cs.?402-411) Na Semeadura II – cap. 19, 20, 21 Mensagens e Instruções – pág. 111 e 121 – 2ª edição

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-95 - NOVA FRENTE DE TRABALHO.
OBJETIVO:

Os tempos são chegados e aqueles que conhecem o Evangelho de Jesus devem levá-lo a quem ainda não o conhece. Tentando se basear no exemplo de Paulo de Tarso. “Fé sem obras é morta” (Thiago 2:17). A Aliança Espírita Evangélica não deseja formar só teóricos em religião, apáticos, elitistas, carreiristas, mas sim, discípulos praticantes dos ensinamentos do Cristo. (IE) (PT) (VER) (PE.II.4-6) Falando ao Coração – cap. Falando ao Coração, texto 40, 41 Verdades e Conceitos I – cap. 21 – 2ª edição

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-96 - EVOLUÇÃO ANÍMICA – I .
OBJETIVO:

Relembrar conceitos já adquiridos, tais como: Criação, o pensamento como poder criador, evolução nos diferentes reinos; para então introduzir a mensagem da aula: a origem e o destino dos seres criados pelo Pai; abordando temas como: a necessidade que a mônada tem de se exercitar no plano da matéria para evoluir, a importância do fluido vital, a formação do corpo perispiritual. Esta aula propicia fazer um enlace desde as primeiras aulas (aspectos religiosos) com as aulas com ênfases científicas e filosóficas.

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BIBLIOGRAFIA:

(IE) (LE.I.1-4,II.1,4,11) (EA) (ACL.1-3) (Cs.? 79) (EDM.I) (EP.Casos IV, V e VI) (DEE) Na Semeadura II – cap. 127 Os Exilados da Capela (todo o livro) Falando ao Coração – Aos Aprendizes, item 3 Livre Arbítrio – pág. 16, 28, 39 Lendo e Aprendendo – tópico 142

(GMP.10-11)

(GS)

(NMM.3)

Aula EAE-97 - EVOLUÇÃO ANÍMICA – II.
Continuação da aula EAE-96.

Aula EAE-98 - CATEGORIA DOS MUNDOS.
OBJETIVO:

Mostrar a ação da Leis Universais, imutáveis, porém, oferecendo a cada Mundo, a cada Espírito, a oportunidade de situar-se e manifestar-se segundo seu estado evolutivo. A bondade do Pai. As condições de cada mundo. Lei de Evolução. Lei de Afinidade. A evolução do espírito nos diferentes mundos, as formas e as experiências. (IE) (ESE.3) (LE.I.3) (Ur) (PDE.23) (GMP.6-7) (EC) (VPM) (MRS) (ACL) Na Semeadura I – cap. 52, 79, 90, 96, 115, 127, 158 Na Semeadura II – cap. 10, 73, 78, 126, 132, 137, 138, 139, 140, 141, 143, 144, 162 Os Exilados da Capela (todo o livro) Verdades e Conceitos II – cap. 23 – 2.ª edição

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-99 - IMORTALIDADE.
OBJETIVO:

Distinção - alma e espírito. Imortalidade do espírito. Centelha divina. Renascer para aprender. Continuidade da vida e suas experiências para evoluir, as diversas experiências. Relatar as várias crenças na imortalidade e a posição da Doutrina Espírita. Falar sobre os princípios e a mônada. (IE) (LE.II.3-5) (AI) (DdM.10-14) (ELC.7) Na Semeadura I – cap. 240 Na Semeadura II – cap. 71 Na Seara do Evangelho – cap. 21, 37 Amor e Justiça – pág. 11, 37, 38, 39, 47, 66 – 2ª edição

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-100 - FRATERNIDADE DO TREVO E FDJ.
OBJETIVO:

Comentar sobre o início da Fraternidade do Trevo e da FDJ como sendo o braço encarnado da Fraternidade do Trevo. Apresentar a estrutura, princípios e objetivos das fraternidades do Trevo e dos Discípulos de Jesus. Quais os altos ideais das fraternidades e suas ações sobre a humanidade. A responsabilidade do discípulo quanto ao trabalho e ao Evangelho. O período probatório e o estudo do Livro dos Espíritos. Expor sobre a passagem para a FDJ e sobre o momento de aceitação caso não haja o ingresso. (IE) (VER.4) (MPE.51) Guia do Discípulo – cap. 2, 5, 6, 12, 13 O Espiritismo e a Próxima Renovação – cap. 5 Na Semeadura I – cap. 61, 67, 211, 192 Na Semeadura II – cap. 14, 23, 34, 40, 46, 74, 86, 147 Na Semeadura III – cap. 25, 27, 71, 72, 74, 75, 76, 139 Mediunidade – cap. 37, 40 (Fermento que Leveda a Massa e Programa de Ação) Na Seara do Evangelho – cap. 57

BIBLIOGRAFIA:

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Mensagens e Instruções – pág. 137 e 139 – 2.ª edição Lendo e Aprendendo – cap. – 6, 25, 27, 71, 72, 74, 75, 76, 139 Salmos – Cap. XXXII, XXXIV, XXXV, XXXVI, XXXVIII, XXXIX Verdades e Conceitos II – Cap. 17, 27, 38, 42, 46, 57 – 2.ª Edição – Ed. Aliança Falando ao Coração – Aos Discípulos de Jesus, texto 1 a 6; Fraternidade do Espaço, texto 1 a 4; O Valor das Mensagens, texto 9

Aula EAE-101 - REENCARNAÇÃO.
OBJETIVO:

Conceituá-la e explicar o seu objetivo. Distingui-la da ressurreição. Mostrar que não é criação do Espiritismo, pois este como Consolador prometido veio relatar os conhecimentos dados por Jesus, vide a lição de Nicodemos. (IE) (LE.II.2-7) (ESE.4) (RBF) (ReI) (RnB) (PSD.13-19) (PGL) (BN.14) (AL) (AI) (GMP.15) (LEt) (Rn) (HDA) (CAD) (AC) Respondendo e Esclarecendo – perg. 100, 153, 249, 251, 260 Almas Afins – cap. 8 – pág. 56 – 3ª edição Na Semeadura I – cap. 3, 135, 137, 138, 183 Na Semeadura II – cap. 54, 80, 203 Os Exilados da Capela (todo o livro) Relembrando o Passado – cap. XVIII Lendo e Aprendendo – tópico 146, 168 Métodos Espíritas de Cura – cap. Psiquismo, III Falando ao Coração – Comentando Pensamentos Construtivos, 10 e 11 Amor e Justiça – pág. 11, 38, 117 – 2ª edição

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-102 - VIDA PLENA.
OBJETIVO:

Reflexão. O ponto forte são alguns conceitos do campo da moral para mexer com o sentimento da turma. Diálogo quanto ao tema utilizado para abordagem da aula. Fazer com que o aluno "se liberte dele mesmo!" aprendendo ouvir e sentir, para depois conseguir o "desabafo". Vide aulas 79. (Emm.35-36) (Rt) (Cs.II.2) Na Semeadura I – cap. 126

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-103 - REGRAS P/ EDUCAÇÃO, CONDUTA E APERFEIÇOAMENTO DOS SERES - I
OBJETIVO:

Conceituar educação e despertar a consciência de que é necessário que façamos a autoeducação desenvolvendo em nós os itens que constam no livro Iniciação Espírita. A educação que não temos, podemos conquistar com esforço e boa vontade. (IE) (ESE.17) (EHI) (LE.? 919,919-a) Enquanto é Tempo – cap.74 Relembrando o Passado – cap. XXVIII Prática Mediúnica – cap. Trabalhos Práticos de Espiritismo, 1 a 3 Amor e Justiça – Pág. 27 – 2ª edição Verdades e Conceitos I – cap. 11 – 2ª edição

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-104 - REGRAS P/ EDUCAÇÃO, CONDUTA E APERFEIÇOAMENTO DOS SERES - II
OBJETIVO:

Atuação do nosso comportamento, trabalho com amor, desprendimento, humildade, paciência, vontade, coragem, perseverança, disciplina. (IE)

BIBLIOGRAFIA:

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Enquanto é Tempo – cap.74 Na Semeadura I – cap. 83, 113 Na Semeadura II – cap. 61, 111, 200 Relembrando o Passado – cap. XXVIII Falando ao Coração – Coment Pens Construt, 22, 33, 63, 64, 73; O Valor Mensag, 9 Prática Mediúnica – cap. Trabalhos Práticos de Espiritismo, 1 a 3

Aula EAE-105 - REGRAS P/ EDUCAÇÃO, CONDUTA E APERFEIÇOAMENTO DOS SERES -III
OBJETIVO:

Testemunhar. Regras ou leis nos mostram o caminho da reflexão. Verificação do comportamento. (IE) (Emm.35-36) (LE.III.1-12) (ESE) Enquanto é Tempo – cap.74 Prática Mediúnica – cap. Trabalhos Práticos de Espiritismo, 1 a 3

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-106 - O PAPEL DO DISCÍPULO
OBJETIVO:

Lembrar o trabalho do Mestre: "Ide e Pregai". Orientar quanto ao compromisso assumido como Servidor Fiel do Mestre. Ser fonte intermediária. Trabalhar se reformando sempre. O discípulo exemplifica, vivencia o Evangelho, é o sal da terra e a luz do mundo. (PoN.pág. 79-80) (GD.A Testemunhação) Guia do Discípulo – A Testemunhação Na Semeadura I – pág. 35, 61, 108, 180 Verdades e Conceitos II – cap. 57 – 2ª edição Prática Mediúnica – cap. Trabalhos Práticos de Espiritismo, 1 a 3 Mensagens e Instruções – Pág. 13, 37, 41, 93 e 145 – 2ª edição Amor e Justiça – pág. 48, 63, 69 – 2ª edição Verdades e Conceitos I – cap. 2, 20, 25, 32 – 2ª edição Falando ao Coração – Aos Discíp Jesus; Coment Pensam Constr 23, 25, 35, 40, 43, 53, 58, 71; Fal Coração 2, 25, 26, 29 30, 32, 34, 36, 43; O Valor das Mens 5

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-107 - O CRISTÃO NO LAR
OBJETIVO:

Observar as nossas atitudes como "candidatos" a cristãos, como estamos agindo no lar e com as pessoas da família. Grande oportunidade de reavivar as nossas atitudes fazer um exercício de Vida Plena com este assunto que é muito oportuno. Falar principalmente da relação pais e filhos e marido e mulher. Abordar o "Evangelho no Lar" e sua importância. (IE) (ESE.4,14,17,22) (LE.III.7,11) (Cdt) (Psi) (VeF) Enquanto é Tempo – cap.78, 79 Na Semeadura I – cap. 84, 87, 120, 134, 136, 140 Prática Mediúnica – cap. Trabalhos Práticos de Espiritismo, 1 a 3 Amor e Justiça – pág. 117 – 2ª edição

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-108 - O CRISTÃO NO MEIO RELIGIOSO E NO MEIO PROFANO
OBJETIVO:

Conscientizar:aprender a ter vida cristã no mundo profano. Estar mas não pertencer ao mundo. Não se deve isolar do mundo profano para praticar o Evangelho de Jesus. (IE) (Psi) (ESE.17) (ETM) (LE.III.7) (CTM) (SMh) (MPE.48) Enquanto é Tempo – cap. 78, 79 Passes e Radiações – cap. 3 Prática Mediúnica – Trabalhos Práticos de Espiritismo, item 1 a 3

BIBLIOGRAFIA:

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Amor e Justiça – pág. 25, 48 – 2ª edição Verdades e Conceitos II – cap. 4 – 2ª edição

Aula EAE-109 - OS RECURSOS DO CRISTÃO
OBJETIVO:

Levar os alunos à reflexão: durante a EAE contamos com um programa de estudo e vivência organizado e coordenado pelo Centro. Após o término da EAE cada um estabelecerá sua própria programação. Para auxiliá-los nesta tarefa dar uma aula de vivência / atualização dos recursos do cristão. Enumerar as formas pelas quais o aluno poderá manter acesa a chama do seu ideal, uma vez distante do contato afetuoso da EAE. (IE) (LE.?659-660) (CL.26,33,53,84,90) (CVV.65-66) (Dlg.pág.75,85) (GA) (CdF) (PE) (ESE.17,25,27) (LE.III.7) (Cs?218-238) Guia do Aprendiz Enquanto é Tempo – cap.78, 79 Na Semeadura I – cap. 48, 238 Na Semeadura II – cap.34, 69 Na Seara do Evangelho – cap. 19 Lendo e Aprendendo – tópico – 30 – 85 Falando ao Coração – Comentando Pensamentos Construtivos texto 12 Amor e Justiça – pág. 12, 17, 25, 39, 40, 69, 112 – 2.ª edição

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-110 - VIDA PLENA
- Vide Aulas 56 e 79.

Aula EAE-111 - INICIAÇÃO ESPIRITUAL
OBJETIVO:

Analisar a Reforma Íntima sob os seus aspectos: estudo, purificação do corpo físico, elevação moral e amor ao próximo (demonstrado através do trabalho) e o amor a Deus (respeitando suas obras). (IE) (Psi) (ETM) (MPE) (EHI) (LE.III.12) (ESE.17) (PR.3) Respondendo e Esclarecendo – perg. 281 Na Semeadura I – cap. 66, 192, 246 Na Semeadura II – cap. 50, 103, 118, 120, 150, 194, 212, 248, 257 Religiões e Filosofias – cap. III, Religiões, cap. XII ao XIV, Filosofias Prática Mediúnica – Trabalhos Práticos de Espiritismo, item 1 a 3 Amor e Justiça – pág. 11, 12, 24, 41 – 2ª edição Verdades e Conceitos II – cap. 5, 26 – 2ª edição

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-112 - ESTUDO DO PERISPÍRITO. CENTROS DE FORÇA
OBJETIVO:

Perceber que o perispírito é uma ferramenta do espírito, construída por ele mesmo, ao longo de sua existência, e que responde à Lei de Ação e Reação automaticamente, e que só pode ser modificado pelo próprio espírito (Cada um é responsável sobre si mesmo). (IE) (PR.2) (Chk) (NI) (DE) (HC) (HVI) (AH) (NMM.3) (LE.III.1) (DdM.21) (GMP.1011) Passes e Radiações – cap. 2 Desenvolvimento mediúnico – pág. 24, 25, parte II – 4ª edição Na Semeadura I – cap. 42, 80, 86, 112, 129, 147 Na Semeadura II – cap.226 Passes e Radiações – cap. 2 e 8 Lendo e Aprendendo – tópicos 83, 115, 120, 123, 124, 143

BIBLIOGRAFIA:

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Métodos Espíritas de Cura – Psiquismo - III, itens 2 e 3, IV; Cromoterapia - IV Dupla Personalidade – pág. 24, 25, parte II – 4ª edição Amor e Justiça – pág. 45, 57, 59 – 2ª edição

Aula EAE-113 - REGRAS DE CONDUTA: SILÊNCIO, PALAVRA, OLHAR, GESTOS E ATITUDES.
OBJETIVO:

Fortalecer bases através do Evangelho. Reforçar mensagens sobre disciplina = saber ver, ouvir, falar e sentir. Mesmo em manifestações não-verbais, também expressamos nossa Reforma Íntima. A importância da palavra em relacionamentos e troca de vibrações. (IE) (Cdt) (Psi) (CdF) (DdM.5ªparte) (EHI) (ESE.17) (SMr) (PEJ) (SV) (FV) Na Semeadura I – cap. 32, 61, 107, 156 Amor e Justiça – pág. 27, 61, 106 – 2ª edição Mensagens e Instruções – pág. 57 – 2ª edição Verdades e Conceitos I – cap. 14 – 2ª edição Verdades e Conceitos II – cap. 1, 2, 7, 19, 47 – 2ª edição

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-114 - O ESPÍRITO E O SEXO
OBJETIVO:

Relacionar este assunto com as três últimas aulas, explorando os aspectos energéticos. Pode-se abordar a influência do magnetismo e o desvirtuamento leva a perdas significativas de energia, além de propiciar a ação de espíritos de baixo teor vibratório. O uso adequado dessas energias é grande auxiliar na espiritualização dos seres, porque caminha para o campo do amor universal. (IE) (VeS) (SeD) (GMP.14) (EDM.I.18,II.8-16) (ME) (FSA) (LE.II.4) (SST) (SeE) (EM.31,51,53) Respondendo e Esclarecendo – perg. 102, 109, 153, 180, 217, 225, 277 Enquanto é Tempo – cap. 31 O Espiritismo e a Próxima Renovação – cap. 5 – 4ª Parte Na Semeadura I – cap. 106, 128, 137, 154 Na Semeadura II – cap. 167, 191, 208, 211 Lendo e Aprendendo – tópico 155 Falando ao Coração – cap. Aos Aprendizes, texto 12 Amor e Justiça – pág. 24 – 2ª edição Verdades e Conceitos II – cap. 13 – 2ª edição

BIBLIOGRAFIA:

Aula EAE-115 - PROBLEMAS DA PROPAGAÇÃO DO ESPIRITISMO. (ONTEM E HOJE - REFORMA
MORAL)
OBJETIVO:

A aula que encerra o curso propicia ao expositor fazer uma sintética revisão do programa traçando um paralelo entre os trabalhadores do passado e o campo que se abre aos futuros discípulos, mostrando a necessidade de se aprimorar na reforma moral para poder desempenhar bem o seu papel. Reforçar, com otimismo, o horizonte que se descortina com o fim da escola. Mostrar que o passado contribuiu para a construção do presente, mas que é o futuro, agora, que deve nortear nossos pensamentos. (IE) (ETM) (LM.17,20) (LE.III.12,IV.2) (EeT) Enquanto é Tempo – cap. 67 O Espiritismo e a Próxima Renovação – cap. 6, 9 a 14 – 1.ª parte Na Semeadura I – cap. 59, 230 Na Semeadura II – cap. 82, 115 Na Seara do Evangelho – cap. 30 e 59 Amor e Justiça – pág. 11, 13, 29, 41, 63 – 2ª edição

BIBLIOGRAFIA:

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Aula EAE-116 - EXAME ESPIRITUAL. Aula EAE-117 - EXAME ESPIRITUAL – VIVÊNCIA. Aula EAE-118 - EXAME ESPIRITUAL – INFORMAÇÕES.
OBJETIVO:

Devolução das Cadernetas Pessoais. Esclarecer sobre o estudo obrigatório de “O Livro dos Espíritos” e o Período Probatório de 3 meses após o estudo; necessários para a possível passagem para o grau de Discípulo na FDJ.

CURSO BÁSICO DE ESPIRITISMO

Aula CBE-1 OBJETIVO:

O QUE É O ESPIRITISMO? QUANDO SURGIU? LUGAR E CIRCUNSTÂNCIAS.

Doutrina como meio de libertação, estabelecer os princípios básicos da Doutrina; despertamento, manifestações mediúnicas através das irmãs Fox, mesas girantes na França. (EoE.1) (QeE) (CE) O Espiritismo e a Próxima Renovação – cap.1 a 3 da 2ª parte – pg. 47 a56 Amor e Justiça – 2ª. Edição – 1998 – pg. 63, parágr. 4 e 5 Religiões e Filosofias – cap. X

BIBLIOGRAFIA:

Aula CBE-2 OBJETIVO:

COMO CRIOU-SE O CORPO DA DOUTRINA. LIGEIRA BIOGRAFIA DE ALLAN KARDEC. Espiritismo trouxe verdades interessantes. O Consolador, a importância de O Livro dos Espíritos como base de estudo; biografia sumária de Allan Kardec. O bom senso de Kardec foi essencial para dar coerência e abertura ao Espiritismo. Descrever o seu método de trabalho. (EoE.2) (AK) O Espiritismo e a Próxima Renovação – cap. 4 da 2ª Parte Enquanto é Tempo – cap. 7 Respondendo e Esclarecendo – 81, 112 a 114, 158 a 162, 164, 166, 173, 174, 175 Amor e Justiça – 2ª Edição 1998 – pg. 63, parágr. 4 e 5

BIBLIOGRAFIA:

Aula CBE-3 - COMO FOI A DOUTRINA DIFUNDIDA PELO MUNDO.
OBJETIVO:

Demonstrar o trabalho e preocupação de Kardec em não deixar a Doutrina estacionar. Sua perseverança e esforço para difundir a Doutrina e trazer ao conhecimento alguns dos grandes colaboradores. Mostrar também a importância do Espiritismo no Brasil e sua finalidade, falando dos colaboradores brasileiros especialmente dando exemplos do desprendimento de Bezerra de Menezes. Abordar os colaboradores desencarnados. (EoE.3) Enquanto é Tempo – cap. 7 – pg. 26 Respondendo e Esclarecendo – perg. 20, 154, 197, 198 Na Semeadura II – cap. 85, 88 Religiões e Filosofias – cap. XII e XIII

BIBLIOGRAFIA:

Aula CBE-4 - QUAL A POSIÇÃO DA DOUTRINA ENTRE AS DEMAIS FILOSOFIAS E RELIGIÕES
EXISTENTES.
OBJETIVO:

Refletir que há vários caminhos que levam ao Pai. O Espiritismo foi precedido por outras

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religiões. Temas como reencarnação e comunicação de mortos estão presentes em outras crenças. Esboçar as religiões espiritualistas na antigüidade e traçar pontos de contato com o Espiritismo outras religiões com seus princípios. Os fenômenos mediúnicos sempre existiram. Diferenças entre Espiritismo e Espiritualismo. Destacar os princípios da Doutrina Espírita. Religião, princípios criados pelo homem como a católica na sua origem e dogmas. Espiritismo baseado na ciência, filosofia. A verdadeira religião será aquela que liberta o homem, a Doutrina permite o progresso: Intelectual (secundário) e Moral (principal). Princípios fundamentais da Doutrina.
BIBLIOGRAFIA:

(EoE.4) (BG) Religiões e Filosofias – cap. I a IX Amor e Justiça – 2ª Edição 1998 – pg. 13, parágr. 8, 9 e 10, pg. 41, parágr 4 e 5 Respondendo e Esclarecendo – 06, 12, 13, 15, 17 a 19, 24, 29, 50, 57, 68, 74, 77 a 79, 84, 115 a 117, 120, 135, 145, 150, 169, 182, 183. Na Semeadura I – 12, 25, 26, 68, 78, 92, 99 a 102, 105, 148, 152, 157, 183, 188 a 191, 196, 199, 207, 208, 217, 227 Na Semeadura II – 22, 62, 70, 148, 152, 189, 214, 220, 224, 229, 260

Aula CBE-5 - QUAIS OS SETORES EM QUE A DOUTRINA SE DIVIDE, QUAL O MAIS
IMPORTANTE, POR QUE?
OBJETIVO:

Relacionar a ciência e filosofia como trilhos para manter a Doutrina fixada no mundo dos fatos, sem torná-la suscetível ao descrédito. Relacionar os homens que avalizaram a doutrina e desenvolveram seus aspectos científicos e filosóficos (Camille Flammarion, Leon Denis, Ernesto Bozzano...). Sem o aspecto religioso a Doutrina não teria razão de ser. O trabalho de Bezerra de Menezes desenvolveu o aspecto religioso da Doutrina. Responsabilidade do cristão ou espírita: vivenciar, exemplificar. (EoE.5) Respondendo e Esclarecendo perg. 89, 138, 141, 167, 168, 184, 206, 283, 286, 292 Na Semeadura I – 17, 18, 40, 44, 46, 51, 153 Na Semeadura II – cap. 8, 24, 27, 31, 35, 59, 154, 157, 158, 255 Prática Mediúnica – Trabalhos Práticos De Espiritismo , item 1 a 3 Amor e Justiça – 2ª. Edição 1998 – pg. 63, parágr. 4 e 5

BIBLIOGRAFIA:

Aula CBE-6 - DIFERENÇA ENTRE ESPIRITISMO, UMBANDA E RELIGIÕES AFRO-INDIGENAS.
OBJETIVO:

Estabelecer o conceito de mediunismo - as manifestações espirituais ostensivas são o ponto em comum entre Espiritismo e religiões afro-indígenas. Reforçar a noção de respeito pelas outras religiões que propiciam a prática do bem e o conforto às pessoas. (EoE.6) (QeE) (PrE) (CL) (EDE) (CE) O Espiritismo e a Próxima Renovação – 3ª parte - Demonologia Enquanto é Tempo – cap. 35 Na Semeadura I – cap. 56, 88, 148 Prática Mediúnica – Trabalhos Práticos De Espiritismo, item 5 Desenvolvimento mediúnico – pág. 10, parte I – 4.ª Edição Respondendo e Esclarecendo – 40, 42, 57, 63, 80, 128, 130, 139, 155 a 157, 179, 194 a 196, 199, 273, 283, 301 Amor e Justiça – 2ª Edição 1998 – pág. 13, parág. 8, 9 e 10; pág. 27, parág. 8; pág. 28, parág. 2; pág. 106, parág. 3

BIBLIOGRAFIA:

Aula CBE-7 - ESBOÇO DO LIVRO DOS ESPÍRITOS E SUAS DIFERENTES PARTES.
OBJETIVO:

Relatar que O Livro dos Espíritos é a espinha dorsal do Espiritismo. Dar as bases do Espiritismo sobre o tripé: Religião (moral); Ciência (comprovação); e Filosofia (proposição para a nossa evolução).

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BIBLIOGRAFIA:

(EoE.7) (LE. Introdução, Prolegômenos) (VAK.pág. 131-136)

Aula CBE-8 - ESBOÇO DE "O CÉU E O INFERNO" E "NOSSO LAR" DE ANDRÉ LUIZ.
OBJETIVO:

O Céu e o Inferno: A Justiça divina segundo o Espiritismo, reafirmar o aspecto científico (ciência de observação, ciência de pesquisa). O conhecimento da vida espiritual - seus valores e trabalhos comparando com os materiais. (EoE.8) (CI) (NL) (Ab) (EaM) Respondendo e Esclarecendo – perg. 12, 163 Na Semeadura I – cap. 10, 75, 114, 201, 226 Na Semeadura II – cap. 47, 149, 193

BIBLIOGRAFIA:

Aula CBE-9 - ESBOÇO DO LIVRO DOS MÉDIUNS.
OBJETIVO:

Mostrar que a mediunidade sempre existiu, desde a antigüidade; parte experimental da Doutrina, o intercâmbio; cuidados que o Médium deve tomar. (EoE.9) (LM) (Md) (NDM) (Mn) Desenvolvimento Mediúnico – 4.ª edição – parte II (Considerações Gerais) pág. 12

BIBLIOGRAFIA:

Aula CBE-10 - DESCRIÇÃO DO MUNDO MATERIAL E ESPIRITUAL “NOSSO LAR” DE ANDRÉ
OBJETIVO:

LUIZ. O INTERCÂMBIO ATRAVÉS DA MEDIUNIDADE. Estabelecer a interrelação do mundo físico com o espiritual; a continuidade da vida espiritual de acordo com as nossas aquisições, a existência do Umbral, colonias de recuperação, e diversas categorias de espíritos segundo a sua evolução; intercâmbio mediúnico. “Nosso Lar” - A certeza de que a vida não cessa, o despertamento para a religião; o orgulho, valores morais. (EoE.10) Respondendo e Esclarecendo – perg. 31, 125 Na Semeadura I – cap. 20, 22, 24, 73, 116 Na Semeadura II – cap. 71 Amor e Justiça – 2ª ediç 1998 - pág. 11, parág. 3; pág 23, parág 7; pág 24, parág 8

BIBLIOGRAFIA:

Aula CBE-11 - ESBOÇO DA GÊNESE,
OBJETIVO:

Destacar a visão espírita da Gênese (realçando os aspectos científicos e filosóficos), dos "milagres" do Evangelho (ciência explicando diversos fatos religiosos) e das predições. (EoE.11) (GMP)

BIBLIOGRAFIA:

Aula CBE-12 - AS LEIS DA REENCARNAÇÃO E DO CARMA. A EVOLUÇÃO DO ESPÍRITO.
OBJETIVO:

Reforma Íntima = trabalho, renovação. Reencarnação e Lei de Ação e Reação são provas da Justiça Divina, reforçar que "acaso" não existe de fato. Procurarmos entender as leis naturais através das "comunicações com os espíritos". Através da reencarnação vamos fazendo nossa Reforma, melhorando nosso Carma para evoluirmos. (EoE.12) (EDM.2) (NMM.4) (GMP.11) (ESE.4) (LE) (NL) (AR) (Ree) (JD) (VCR) Na Semeadura I – 11, 55, 57, 98, 117, 119, 125, 131, 135, 143, 156, 171, 183, 213 Na Semeadura II – cap. 42, 74 Amor e Justiça – 2ª edição 1998 – pág. 27, parág. 5 Respondendo e Esclarecendo – 44, 52, 67, 69, 85, 90, 136, 224, 228, 267, 298 a 300, 312

BIBLIOGRAFIA:

Aula CBE-13 - FORMA DOS ESPÍRITOS / ENVOLTÓRIOS ESPIRITUAIS. PERISPÍRITO E CORPO 92 de 120

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OBJETIVO:

ETÉREO. O conhecimento do mundo espiritual não é privativo da Doutrina Espírita, diversas filosofias e religiões já haviam contribuido e ainda continuam a contribuir ao lado do Espiritismo para um melhor conhecimento dos planos invisíveis para os olhos materiais. Destacar que a visão espírita é de fácil compreensão e demonstração científica. (EoE.13) (LE) (LM) (IE.67-69) (AH) Iniciação Espírita - pg. 67 a 69 Passes e Radiações – pg. 51 Enquanto é Tempo – cap. 64 Na Semeadura I – cap. 86 Passes e Radiações – cap. 2 Amor e Justiça – 2ª edição 1998 - pg. 12, parág. 1 e 3; pág. 22, parág. 2

BIBLIOGRAFIA:

Aula CBE-14 - RECORDAÇÃO DAS EXISTÊNCIAS ANTERIORES. NECESSIDADE DA PRÁTICA
OBJETIVO:

DO BEM. FORMAÇÃO CRISTÃ DA FAMÍLIA. Imortalidade da alma, as ações do passado refletindo no presente. A matéria é o palco de grandes experiências e a reencarnação é a grande oportunidade. O esquecimento do passado espiritual nos ajuda a retomar o caminho da evolução. Indagar sobre que força nos impulsiona à prática do bem. Dar é melhor que receber. Ilustrar os mecanismos divinos de reajuste dentro das famílias. Falar sobre o Evangelho no Lar. (EoE.14) (LE.III.3-7) Respondendo e Esclarecendo – 35, 53, 83, 99, 185, 189, 245, 280, 285, 289 Na Semeadura I – cap. 64, 84, 140, 233 Na Semeadura II – cap. 69 Amor e Justiça – 2ª edição 1998 - pg. 38, parág. 3 e 7

BIBLIOGRAFIA:

Aula CBE-15 - LEI DE AÇÃO E REAÇÃO.
OBJETIVO:

Por ser uma aula da EAE, fazer com que os aprendizes tenham uma noção desta lei, mostrando em fatos de nossas vidas e exemplos claros de situações no mundo. Demonstrar como se processa esta lei propiciando uma aula participativa e dinâmica. Normalmente as dúvidas são muitas, por isto se faz necessária esta abertura. (EoE.15) (IE.61) (AR) (LE.III.10) Iniciação Espírita - cap. 61 O Espiritismo e a Próxima Renovação – cap. 5 e 7 da 4.ª Parte Enquanto é Tempo – cap. 44. 45, 47 Respondendo e Esclarecendo – perg. 35, 52 Amor e Justiça – 2ª edição 1998 - pg. 8, parágr. 3 e 4; pg. 38, parágr. 1; pg. 49, parágr. 1; pg. 53, parágr. 12; pg. 117, parágr. 3; pg. 118, parágr. 4

BIBLIOGRAFIA:

Aula CBE-16 - ESBOÇO DO EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.
OBJETIVO:

Aspecto religioso da doutrina; os valores morais; o porquê do Evangelho no Lar, roteiro para o Evangelho no Lar, reflexão sobre os ensinos de Jesus e ressaltar sua atualidade. (EoE.16) (ESE) (ELL) (CVV) (PoN) (VL) Respondendo e Esclarecendo – perg.189

BIBLIOGRAFIA:

Aula CBE-17 - A VIDA MORAL COM BASE NO EVANGELHO DE JESUS.
OBJETIVO:

Realçar que no Evangelho há ensinamentos espirituais de grande atualidade. Explanar aos alunos um dos recursos didáticos mais difundidos por Jesus: as Parábolas, e enfatizar a síntese que o Sermão do Monte faz da mensagem renovadora de Jesus.

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BIBLIOGRAFIA:

(EoE.17) Enquanto é Tempo – cap. 78, 79 Respondendo e Esclarecendo – perg. 284 Na Semeadura I – cap. 118 Prática Mediúnica – Trabalhos Práticos de Espiritismo, item 3.2 Amor e Justiça – 2ª edição 1998 - página 61, parágrafo 1

SESSÃO DOUTRINÁRIA Vivência 5ª Edição 02/00 – Aliança Espírita Evangélica Tema 01 – O que é homem. Espírito encarnado. O que é espírito. Objetivo: Exemplificar falando em fantasmas, assombrações. A imortalidade do espírito. As muitas encarnações. Bibliografia: A vda escreve – Hilário Silva – Parte I cap. 13 Almas em desfile – Hilário Silva – Parte II cap. 23

Tema 02 – Para onde vamos quando morremos. O que é a morte. Objetivo: Bibliografia: Colheita obrigatória de nossa semeadura. A vida escreve – Hilário Silva – Parte II cap. 7 Almas em desfile – Hilário Silva – Parte I cap. 12

Tema 03 – Encostos, obsessões, perturbações Objetivo: Bibliografia: Lei de afinidades. Escolher boas companhias, fugir das más companhias. A vida escreve – Hilário Silva – Parte II cap. 21 Almas em desfile – Hilário Silva – Parte II cap. 25

Tema 04 – Deus, criador de tudo. Não só a Terra é habitada Objetivo: Bondade de Deus. A prece como forma de percebermos a bondade de Deus. Explicações sobre o amor fraterno. Bibliografia: A vida escreve – Hilário Silva – Parte I cap. 4 Almas em desfile – Hilário Silva – Parte 1 cap. 7

Tema 05 – Causa e efeito Objetivo: Problemas sociais; ricos e pobres. A prova da pobreza, a prova da riqueza. Justiça Divina; céu e inferno. O bem como caminho para a felicidade Bibliografia: A vida escreve – Hilário Silva – Parte II cap. 13 e 20 Almas em desfile – Hilário Silva – Parte II cap. 4

Tema 06 – Jesus, filho de Deus Objetivo: lar. Bibliografia: Rápida história. Exemplo para ser seguido. O perdão. Evangelho no lar; higienização do A vida escreve – Hilário Silva – Parte I cap. 10 Almas em desfile – Hilário Silva – Parte II cap. 3

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Tema 07 – A maior coragem: Saber perdoar Objetivo: Pensamento e ação. O poder do ódio; o ódio como construtor da infelicidade. O poder do amor, da compreensão. Bibliografia: A vida escreve – Hilário Silva – Parte II cap. 16 Almas em desfile – Hilário Silva – Parte II cap. 4 Tema 08 – Talismã, seu significado Objetivo: “Prisão” de espíritos infantis. Desnecessidade do ritual. Práticas espíritas. Defeitos morais: egoísmo, orgulho, brutalidade, inveja, etc. Bibliografia: A vida escreve – Hilário Silva – Cap. 15 Almas em desfile – Hilário Silva – Parte II cap. 16 Tema 09 – Médium – O que é Objetivo: Bibliografia: Médium não é santo. As várias mediunidades. A vida escreve – Hilário Silva – Parte II cap. 28 Almas em desfile – Hilário Silva – Parte I cap. 13

Tema 10 – Como ser bom médium Objetivo: Bibliografia: Cuidado com as perturbações. Evangelho. Desenvolvimento suave, sem forçamentos. A vida escreve – Hilário Silva – Parte I cap. 3 Almas em desfile – Hilário Silva – Parte I cap. 1 e Parte II cap. 6

Tema 11 – Escala espírita Objetivo: Não dar crédito a todos os espíritos. A escala espírita entre os encarnados; homens bons e maus; inteligentes e ignorantes. Progresso espiritual. Bibliografia: A vida escreve – Hilário Silva – Parte I cap. 8 Almas em desfile – Hilário Silva – Parte I cap. 10 Tema 12 – Importância do corpo para progresso do espírito Objetivo: Bibliografia: Os vícios: alcoolismo, fumo, jogo, tóxicos, etc. A vida escreve – Hilário Silva – Parte II cap. 25 Almas em desfile – Hilário Silva – Parte I cap. 25

Tema 13 – Respeito ao próximo Objetivo: À esposa, aos filhos, aos colegas. A trave e o cisco. Bibliografia: A vida escreve – Hilário Silva – Parte II cap. 4 Almas em desfile – Hilário Silva – Parte I cap. 4 e Parte II cap. 10 Tema 14 – Cultivar palavras sadias Objetivo: afabilidade. Bibliografia: palavrões que ferem e nos perturbam. Educação pessoal; boas maneiras, delicadeza,

A vida escreve – Hilário Silva – Parte I cap. 2 Almas em desfile – Hilário Silva – Parte I cap. 21

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Tema 15 – Passes – o que são, seus resultados Objetivo: Bibliografia: A contribuição do doente. A vida escreve – Hilário Silva – Parte II cap. 10 Almas em desfile – Hilário Silva – Parte II cap. 21

Tema 16 – Doenças e responsabilidades do homem Objetivo: “Doenças curativas” do espírito. Resignação como alívio. Alimentação, trabalho, repouso; diversões sadias. ografia: A vida escreve – Hilário Silva – Parte I cap. 20 Almas em desfile – Hilário Silva – Parte I cap. 15 Tema 17 – A família Objetivo: Bibliografia: Reunião de espíritos em reajuste. Necessidade de colaboração e renúncia. A vida escreve – Hilário Silva – Parte II cap. 2 Almas em desfile – Hilário Silva – Parte II cap. 17

Tema 18 – “Fechar” o corpo Objetivo: A carapaça da caridade; prática do amor. “Mal feitos”; afinidade com a revolta. Evangelho no lar. Cultivar o espírito, leituras, artes, filmes de TV. Bibliografia: A vida escreve – Hilário Silva – Parte II cap. 12 Almas em desfile – Hilário Silva – Parte II cap. 1

CURSO DE PASSES E MÉDIUNS Vivência 5ª Edição 02/00 – Aliança Espírita Evangélica Aula 01 – Curso de Passes – teoria – O santuário do espírito encarnado Objetivo: Constituição e funcionamento – a célula – tecidos – órgãos – sistemas: digestório, respiratório, circulatório, excretor, esquelético, muscular, genital, endócrino, nervoso. Bibliografia: Passes e radiações – Edgard Armond – Cap. I Aula 02 – Curso de Passes – teoria – Centros de forças Objetivo: Formas de energia – centros de força – funções dos centros de força – o corpo etéreo – considerações gerais – resumo. Bibliografia: Passes e radiações – Edgard Armond – Cap. 2 a 5 Aula 03 – Curso de Passes – teoria – Regras para conservação e pureza do corpo físico Objetivo: Conduta consigo mesmo – higiene do corpo físico – alimentação – repouso – distrações – vícios – defeitos morais e paixões. Bibliografia: Passes e radiações – Edgard Armond – Cap. 6, 7 e 9 Aula 04 – Curso de Passes - prática Aula 05 – Curso de Passes – prática

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Aula 06 – Curso de Passes – prática Aula 07 – Teoria sobre mediunidade Objetivo: Bibliografia: Resumo histórico. Evolução da mediunidade. Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 1 a 6

Aula 08 – Sensibilidade individual Objetivo: Divisão e classificação das faculdades. Estudos dos fluídos. Bibliografia: Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 7 e 8 Passes e radiações – Edgard Armond – Cap. 8 e 23 A Gênese – Allan Kardec – Cap. 14 Aula 09 – Faculdade de lucidez Bibliografia: Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 9 e 10

Aula 10 – Incorporação e sua divisão. Objetivo: Incorporações parciais. Bibliografia: Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 11 Aula 11 – Mediunidade de efeitos físicos Bibliografia: Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 12

Aula 12 – Fenômenos correlatos Bibliografia: Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 13

Aula 13 – Mediunidade de cura Bibliografia: Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 13 Aula 14 – Educação dos médiuns Objetivo: Bibliografia: Pré-mediunismo. Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 15 a 18

Aula 15 – Verificações iniciais Objetivo: Bibliografia: Adaptação psíquica Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 20 a 21

Aula 16 – Sinais precursores Objetivo: Bibliografia: Passividade mediúnica. Oportunidade do desenvolvimento. Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 22 a 24

Aula 17 – As comunicações Objetivo: Bibliografia: O trabalho dos guias. Auxiliares invisíveis. Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 30, 31 e 33

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Aula 18 – Estudo do psiquismo – cérebro material Bibliografia: Psiquismo e cromoterapia – Edgard Armond – Parte I cap. 1

Aula 19 – Estudo do psiquismo – sistema nervoso Bibliografia: Psiquismo e cromoterapia – Edgard Armond – Parte I cap. 2

Aula 20 – Estudo do psiquismo – reencarnação Bibliografia: Psiquismo e cromoterapia – Edgard Armond – Parte I cap. 3 Missionário da Luz – André Luiz – Cap. 13 Perispírito – Zalmino Zimmermann – Cap. I a III, V a VI e VIII

Aula 21 – Estudo do psiquismo – o cérebro espiritual Bibliografia: Psiquismo e cromoterapia – Edgard Armond – Parte I cap. 4 Perispírito – Zalmino Zimmermann – Cap. IV e VII

Aula 22 – Estados conscienciais Bibliografia: Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 26 e 27

Aula 23 – Estágios de desenvolvimento Bibliografia: Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 25

Aula 24 – Missão social dos médiuns Bibliografia: Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 39 e 40

Aula 25 – Mediunidade nos animais Bibliografia: Mediunidade – Edgard Armond – Cap. 13 Aula 26 – Cromoterapia – noções gerais Bibliografia: Psiquismo e cromoterapia – Edgard Armond – Parte II cap. 1

Aula 27 – Cromoterapia – cores básicas e elementares. Propriedade das cores Bibliografia: Psiquismo e cromoterapia – Edgard Armond – Parte II cap. 2 e 3

Aula 28 – Cromoterapia – as cores nas auras humanas – efeito das cores nas curas Bibliografia: Psiquismo e cromoterapia – Edgard Armond – Parte II cap. 4 e 5

Aula 29 – Cromoterapia – aplicações práticas Bibliografia: Psiquismo e cromoterapia – Edgard Armond – Parte II cap. 6

Aula 30 – Revisão Aulas 31 a 48 – Curso de Médiuns – prática – Segundo período

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Aulas 49 a 58 – Curso de Médiuns – prática – Desenvolvimento progressivo ( adestramento )

Aulas 59 a 72 – Curso de Médiuns – prática – Desenvolvimento completivo ( aprimoramento )

MOCIDADE ESPÍRITA Revisão 01/02 - Vivência 5ª Edição 02/00 – Aliança Espírita Evangélica CICLO 1 Aula 01 – O que é a Mocidade Espírita Objetivo: Bibliografia: Quais os seus objetivos; como surgiu; o programa de atividades Vivência do Espiritismo Religioso – Ed. Aliança Diálogo – Divaldo P. Franco

Aula 02 – O Grupo Integrado e a Aliança Espírita Evangélica ( AEE ) Objetivo: trabalhos. Bibliografia: O que é a Aliança Espírita Evangélica e seus trabalhos; o que é Grupo Integrado e seus Vivência do Espiritismo Religioso – Ed. Aliança

Aula 03 – Evolução do pensamento religioso Objetivo: Bibliografia: Deus e a evolução do Espírito; religião; as três revelações; a fé religiosa face à razão. O Livro dos Espíritos - Allan Kardec O Evangelho Segundo Espiritismo – Allan Kardec O principiante espírita – Allan Kardec O que é o Espiritismo – Allan Kardec Roteiro – Emmanuel Emmanuel – Emmanuel Entendendo o Espiritismo – Ed. Aliança O Consolador – Emmanuel Religiões e filosofias – Edgard Armond História do Espiritismo – Arthur Conan Doyle Conduta Espírita – Waldo Vieira

Aula 04 – Como se criou o corpo da Doutrina e quem o criou. Objetivo: As irmãs Fox, Hydesville, 1848; mesas girantes; breve biografia de Allan Kardec; difusão da Doutrina Espírita pelo mundo e os continuadores de Allan Kardec. Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec ( pág. 79-108 ) Obras Póstumas – Allan Kardec ( pág. 263-344 ) O principiante espírita – Allan Kardec A caminho da Luz – Emmanuel ( pág. 187-218 ) Entendendo o Espiritismo – Ed. Aliança História do espiritismo – Arthur Conan Doyle ( pág. 33-167 ) Grandes vultos do Espiritismo – FEESP

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Grandes Espíritas do Brasil – Zeus Wantuil ( pág. 15-64 ) Aula 05 – O que é Espiritismo e qual a sua posição entre as demais filosofias e religiões. Objetivo: Conceito de Doutrina; bases do Espiritismo; diferença entre Espiritismo, Umbanda e religiões Afro-Indígenas; o Espiritismo e sua tarefa de recristianizar a Humanidade. Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec ( pág. 15-49, 79-108 ) Obras Póstumas – Allan Kardec ( pág. 263-344 ) O principiante espírita – Allan Kardec A caminho da luz – Emmanuel Entendendo o Espiritismo – Ed. Aliança Grandes vultos do Espiritismo – FEESP O que é o Espiritismo – Allan Kardec Religiões e filosofias – Edgard Armond Aula 06 – revisão 1 – AULA DO DIRIGENTE Aula 07 – Quais os setores em que a Doutrina Espírita se compõe e qual o mais importante: O religioso Objetivo: Bibliografia: Ciência; filosofia; religião. O Livro dos Espíritos – Allan Kardec ( pág. 246-263, 53-58 ) A caminho da luz – Emmanuel ( pág. 195-218 ) Roteiro – Emmanuel ( Pág. 47-62, 95-106, 159-170 ) O consolador – Emmanuel ( pág. 157-229 ) Religiões e filosofias – Edgard Armond Entendendo o Espiritismo – Ed. Aliança

Aula 08 – Obras básicas da codificação kardequiana Objetivo: O Livro dos Espíritos; O Livro dos Médiuns; O Evangelho Segundo o Espiritismo; O Céu e o Inferno; A Gênese; Obras Póstumas; O Principiante Espírita e O Que é o Espiritismo. Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec ( pág. 15-49, 53-245 ) O Livro dos Médiuns – Allan Kardec ( pág. 68-151 ) O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec O Céu e o Inferno – Allan Kardec ( pág. 7-52 ) A Gênese – Allan Kardec ( pág. 13-140 ) Obras Póstumas – Allan Kardec ( pág. 11-30 ) O principiante espírita – Allan Kardec O que é o Espiritismo – Allan Kardec ( pág. 121-164 ) Entendendo o Espiritismo – Ed. Aliança Aula 09 – Descrição do mundo espiritual Objetivo: Bibliografia: Como é o plano dos espíritos; o que é espiritismo; escala espírita. O Livro dos Espíritos – Allan Kardec ( pág. 79-245 ) Obras Póstumas – Allan Kardec Entendendo o Espiritismo – Ed. Aliança

Aula 10 - A vontade e o dever Objetivo: O que são e a que se destinam; quando e onde são utilizados; benefícios que trazem e o que ocorre na sua ausência. Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec Livre Arbítrio – Edgard Armond

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Alvorada Cristã – Neio Lúcio Bem Aventurados os Simples ( pág. 61 ) Palavras de vida eterna – Chico Xavier ( pág. 35, 95, 248, 310 ) Sinal Verde – André Luiz Respostas da vida – Chico Xavier Aula 11 – A humildade e o bom exemplo Objetivo: O que são e a que se destinam; quando e onde são utilizados; benefícios que trazem e o que ocorre na sua ausência. Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec Almas em desfile – Hilário Silva Bem aventurados os simples ( pág. 17, 25, 35, 47, 89, 105 ) Palavras de vida eterna – Chico Xavier Sinal Verde – André Luiz O homem novo – Herculano Pires Respostas da vida – Chico Xavier Amizade – Chico Xavier Aula 12 – A reencarnação e a evolução do espírito Objetivo: Bibliografia: A reencarnação; o que é carma; pluralidade das existências. O Livro dos Espíritos – Allan Kardec ( pág. 96-199 ) Ação e reação – André Luiz ( pág. 47-115 )

Aula 13 – A caridade e o auxílio Objetivo: O que são e a que se destinam; quando e onde são utilizados; benefícios que trazem e o que ocorre na sua ausência. Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec Contos e apólogos – Irmão X Jesus e Jerusalém renovada – Ramatis ( pág. 29, 31 ) Sinal Verde – André Luiz ( pág. 72 ) Respostas da vida – Chico Xavier ( pág. 90, 93, 95, 110 ) Bem aventurados os simples ( pág. 19, 57, 63, 75, 81, 97 ) Palavras de vida eterna – Chico Xavier ( pág. 35, 115, 169, 175 ) O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec ( pág. 91, 106, 144, 151, 155, 162, 173, 177, 197, 200 ) Aula 14 – A indulgência e o perdão Objetivo: O que são e a que se destinam; quando e onde são utilizados; benefícios que trazem e o que ocorre na sua ausência. Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec Aula 15 – Revisão 2 – AULA DO DIRIGENTE Aula 16 – Lei de Ação e Reação Objetivo: Bibliografia: O que é a lei de Ação e Reação; Lei de Amor e Justiça. O Livro dos Espíritos – Allan Kardec ( pág. 246-341 ) Ação e reação – André Luiz Os mensageiros – André Luiz Missionários da Luz – André Luiz

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Leis do amor – Emmanuel O sermão do monte – Rodolfo Caligares Nosso lar – André Luiz Somente amor – Maria Dolores Aula 17 – Livre-arbítrio e responsabilidade Objetivo: Liberdade de pensar e de consciência; livre-arbítrio; semeadura livre, colheita obrigatória; vivência na Doutrina Espírita. Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec Livre arbítrio – Edgard Armond Aula 18 – O trabalho e o progresso Objetivo: Marcha do progresso; obstáculos ao progresso; reencarnação como forma de progresso; as idéias espíritas no progresso individual e coletivo; trabalhos espiritual e material, como forma de progresso. Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec Contos e Apólogos – Irmão X

Aula 19 – A recordação das existências anteriores e a volta do espírito à vida corporal. Objetivo: Encarne e desencarne; união da alma e do corpo; emanação da alma: sono, sonhos; o esquecimento do passado; o passado e o presente. O futuro depende de hoje; tendências e aptidões; necessidade da prática do bem. Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec ( pág. 79-199 ) O Céu e o Inferno – Allan Kardec ( pág. 67-78 ) Obras Póstumas – Allan Kardec Nosso Lar – André Luiz Os mensageiros – André Luiz Missionário da luz – André Luiz ( pág. 154-250 ) Aula 20 – Revisão 3 – AULA DO DIRIGENTE Aula 21 – Interferência dos espíritos no mundo material Objetivo: Influência dos espíritos em nossos pensamentos e atos; Espíritos Protetores; pressentimentos; ação dos espíritos nos fenômenos naturais; influência dos espíritos desde os primórdios. Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan kardec ( pág. 200-226 ) Nosso Lar – André Luiz Os mensageiros – André Luiz A caminho da luz – André Luiz Entendendo o Espiritismo – Ed. Aliança Missionário da luz – André Luiz Aula 22 - Mediunidade Objetivo: Desmistificar; a mediunidade não nasceu do Espiritismo; utilidade, importância e necessidade da mesma. Bibliografia: Obras Póstumas – Allan Kardec Mediunidade – Edgard Armond

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Trabalhos práticos – Edgard Armond Aula 23 – Paciência e compreensão Objetivo: O que são e a que se destinam; quando e onde são utilizados; benefícios que trazem e o que ocorre na sua ausência. Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec Contos e Apólogos – Irmão X Aula 24 – Prece e vigilância Objetivo: Bibliografia: Orai e vigiai; o valor científico da prece. O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec

Aula 25 – Revisão 4 – AULA DO DIRIGENTE Aula 26 – O processo da 1a. Revelação Objetivo: Bibliografia: A biografia de Moisés; a missão de Moisés junto à humanidade; Lei de Justiça. O Livro dos Espíritos – Allan Kardec

Aula 27 – O processo da 2a. Revelação Objetivo: Bibliografia: Biografia de Jesus; Lei do Amor. O Livro dos Espíritos – Allan Kardec ( pág. 246-349 ) Introdução ao CVV Samaritanos O redentor – Edgard Armond

Aula 28 – Parábolas de Jesus Objetivo: Bibliografia: Porque Jesus falava em parábolas; as parábolas mais marcantes. O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec ( pág. 163-264 ) O redentor – Edgard Armond ( pág. 118-131 )

Aula 29 – Sermão do Monte Objetivo: Bibliografia: A vida moral com base no Evangelho de Jesus. O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec ( pág. 65-162 ) O Redentor - Cap. 36 e 37 - Edgard Armond ( pág. 132-136 )

Aula 30 – Pai Nosso Objetivo: Bibliografia: Explicações e importância do Pai Nosso. O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec O Redentor – Edgard Armond ( pág. 132-136 )

Aula 31 – A fé e a esperança Objetivo: O que são e a que se destinam; quando e onde são utilizados; benefícios que trazem e o que ocorre na ausência da fé e da esperança. Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec

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Aula 32 – Amor e paz Objetivo: O que são e a que se destinam; quando e onde são utilizados; benefícios que trazem e o que ocorre na ausência do amor e da paz. Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec Caminho, verdade e vida - Emmanuel Aula 33 – Revisão 5 – AULA DO DIRIGENTE

Aula 34 – O jovem e a família Bibliografia: O Espiritismo e os problemas humanos – Deolindo Amorim Tua casa – João Nunes Maia Famílias e Espiritismo – USE Esclarecendo os Jovens – Umberto Ferreira Enquanto é tempo – Edgard Armond

Aula 35 – Juventude, namoro, noivado, sexo e casamento Objetivo: Bibliografia: Discussão em grupo. Família e Espiritismo – USE Tua casa – João Nunes Maia

Aula 36 – Dissolução da família Objetivo: Crise de comunicação: o diálogo; fracasso social e econômico; rotina gerando intolerância e desarmonia. Bibliografia: Família e Espiritismo – USE Sinal Verde – André Luiz ( cap. 4 até 8 pág. 38-43 ) Memórias de um suicida – Yvonne A. Pereira ( cap. 5 )

Aula 37 – Formação cristã da família Objetivo: Bibliografia: A importância do lar: escola, resgate e progresso; Evangelho no Lar. O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec ( cap. XIV ) Jesus no lar – Chico Xavier ( pág. 15 ) Luz no lar – Chico Xavier

Aula 38 – Juventude, diversões e vícios Objetivo: Bibliografia: Discussão em grupo. O Espiritismo e os problemas humanos – Deolindo Amorim ( cap. XIII ) Esclarecendo os jovens – Umberto Ferreira Família e Espiritismo – USE Evolução em dois mundos – André Luiz ( pág. 217 )

Aula 39 – Solidão, tédio e vazio interior Objetivo: Bibliografia: Indiferença; carência afetiva; suicídio e loucura: causas, conseqüências e prevenção. Pão nosso – Emmanuel ( pág. 33-53 ) Coragem – Emmanuel ( pág. 11-57 )

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Vida e sexo – Emmanuel O homem integral – Divaldo P. Franco No mundo maior – André Luiz Introdução ao CVV Samaritanos Aula 40 – O medo e as pressões do mundo Objetivo: Bibliografia: Máscaras e personalidade; massificação e autenticidade; críticas do meio e autocrítica. Introdução ao CVV Samaritanos Memórias de um suicida – Ivonne A. Pereira ( pág. 217 ) Fonte viva – Emmanuel ( pág. 297-229 ) Os mensageiros – André Luiz ( pág. 67 ) Evolução anímica – Gabriel Delane ( pág. 29 ) O homem integral – Divaldo P. Franco ( cap. I )

Aula 41 – Consciência: na esperança de uma nova vida Objetivo: As potencialidades positivas do homem; o otimismo, a confiança e a coragem empregados no bem comum; o homem e o futuro; o homem e Jesus. ibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec Na esperança de uma nova vida – Luiz Sérgio O homem integral – Divaldo P. Franco Fonte viva – Emmanuel ( pág. 355 ) Otimismo – Divaldo P. Franco O ser consciente – Divaldo P. Franco Aula 42 – Revisão 6 – AULA DO DIRIGENTE

Aula 43 – Juventude, o estudo e a profissão Objetivo: Bibliografia: Discussão em grupo. Esclarecendo os jovens – Umberto Ferreira Família e Espiritismo – USE ( cap. 17-18 )

Aula 44 – Jovem, pátria, união entre as nações Objetivo: Bibliografia: Discussão em grupo. Brasil, coração do mundo, pátria do Evangelho – Humberto de Campos O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec ( pág. 231 ) Conduta espírita – Waldo Vieira ( pág. 110 ) Driblando a dor – Luiz Sérgio

Aula 45 – Guerras e crises Objetivo: Bibliografia: O progresso científico e armamentista; repressões sociais e econômicas. Caminhos de libertação – Valentim Lorenzetti

Aula 46 – Riquezas e misérias

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Objetivo: Sociedade de consumo; massificação das informações e costumes; injustiças sociais e violência; indiferença diante das misérias sociais e morais. ibliografia: Identidade, juventude e crises – Erick H. Erikson O homem integral – Divaldo P. franco ( cap. 4 ) Coragem – Emmanuel ( pág. 52 ) Pérolas do além – Chico Xavier ( pág. 236 ) Aula 47 – A prática cristã Objetivo: Bibliografia: O cristão no mundo ( trabalho, casamento, família, estudo ). O Livro dos Espíritos – Allan Kardec Tua casa – João Nunes Maia Família e Espiritismo – USE Luz no lar – Chico Xavier

Aula 48 – Juventude e religião Objetivo: Bibliografia: Discussão em grupo. Tua casa – João Nunes Maia ( cap. 19 ) O homem integral – Divaldo P. franco ( cap. 3 )

Aula 49 – O ideal de vida Objetivo: Bibliografia: Auto-análise e perspectivas de vida; anseios e vocações; necessidade de luta e esforço. Esclarecendo os jovens – Umberto Ferreira ( pág. 67 até 73 ) O ser consciente – Divaldo P. Franco

Aula 50 – Revisão 7 – AULA DO DIRIGENTE

CICLO 2

Aula 51 – Deus e o infinito Objetivo: Bibliografia: Deus; provas da existência de Deus; atributos da Divindade; panteísmo – o bem e o mal. O Livro dos espíritos – Allan Kardec A Gênese – Allan Kardec O Evangelho à luz do cosmo – Ramatis

Aula 52 – A criação divina ( A Gênese ) Objetivo: Bibliografia: Nosso universo; os dois planos de vida; a criação de nosso planeta. A Gênese – Allan Kardec Evolução em dois mundos – André Luiz A caminho da luz – Emmanuel Espiritismo e evolução – Rino Curti

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Aula 53 – A evolução nos diversos reinos Objetivo: arbítrio. Bibliografia: Surgimento da vida organizada; a passagem pelos três reinos; conhecimento do livreO Livro dos Espíritos – Allan Kardec O principiante espírita – Allan Kardec Evolução em dois mundos – André Luiz A caminho da luz – Emmanuel Espiritismo e evolução – Rino Curti

Aula 54 – A vida em outros planetas Objetivo: Bibliografia: Categoria dos mundos habitados; os exilados da Capela. O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec A caminho da luz – Emmanuel Os exilados de Capela – Edgard Armond Alguns aspectos da vida em Júpiter – Edgard Armond

Aula 55 – Revisão 8 – AULA DO DIRIGENTE Aula 56 – O Livro dos Espíritos Objetivo: Bibliografia: Apresentação do livro; estudo de temas selecionados. O Livro dos Espíritos – Allan Kardec

Aula 57 – Os planos e envoltórios espirituais Objetivo: A constituição da matéria; a matéria etérica – duplo etérico; a matéria astral – perispírito; a matéria mental – outros envoltórios. Bibliografia: O Livro dos espíritos – Allan Kardec Evolução em dois mundos – André Luiz Emmanuel – Emmanuel Livre arbítrio – Edgard Armond Elucidações do além – Ramatis Aula 58 – A sobrevivência do espírito Objetivo: A alma e o desencarne; separação da alma do corpo; estudos da consciência; os selvagens – as crianças. Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec O consolador – Emmanuel A vida além da sepultura - Ramatís Aula 59 – A vida no plano espiritual Objetivo: anteriores. Bibliografia: As diversas esferas espirituais; a família espiritual; recordações das existências O Livro dos Espíritos – Allan Kardec O Consolador – Emmanuel A vida além da sepultura - Ramatís

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Aula 60 – Aspectos básicos da vida espiritual Objetivo: Alimentação, comunicação, transporte, etc.; ocupação nas diversas esferas; raças e nacionalismo. Bibliografia: O Céu e o Inferno – Allan Kardec Nosso Lar – André Luiz Evolução em dois mundos – André Luiz A vida numa colônia espiritual – Antônio F. Rodrigues A vida além da sepultura - Ramatís

Aula 61 – Nos planos superiores Objetivo: Bibliografia: As colônias e as cidades; organização e funcionamento. Nosso Lar – André Luiz Além do ódio – Miramez – Sinhozinho Cardoso A vida numa colônia espiritual – Antônio F. Rodrigues A vida além da sepultura - Ramatís

Aula 62 – Nos planos inferiores Objetivo: Bibliografia: O umbral, vales e charcos; as cidades – as atividades; organização dos planos inferiores. Obreiros da vida eterna – André Luiz Libertação – André Luiz A vida além da sepultura - Ramatís

Aula 63 – O Céu e o Inferno Objetivo: Bibliografia: Apresentação do livro; estudos de temas relacionados. O Céu e o Inferno – Allan Kardec

Aula 64 – Revisão 9 – AULA DO DIRIGENTE

Aula 65 – A reencarnação Objetivo: Reencarnação e evolução; escolha de provas; esquecimento do passado; espíritos missionários. Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec Missionário da luz – André Luiz Evolução em dois mundos – André Luiz Aula 66 – A volta do espírito à vida corporal Objetivo: Restringimento do corpo espiritual; ligação com o corpo – mãe; hereditariedade – ação sobre o espírito; infância, juventude e maturidade. Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec Livre arbítrio – Edgard Armond A vida além da sepultura - Ramatís

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Aula 67 – A Gênese Objetivo: Bibliografia: Apresentação do livro; estudo de temas relacionados. A Gênese – Allan Kardec

Aula 68 – Revisão 10 – AULA DO DIRIGENTE

Aula 69 – A comunicação entre os dois mundos Objetivo: Viagem astral – sono e sonhos; o espírito na crosta; o que são os médiuns; comunicação pelo pensamento; preces intercessórias; formas de pensamento. Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec Os mensageiros – André Luiz Mediunidade – Edgard Armond Aula 70 – Mediunidade Objetivo: espírita. Bibliografia: Classificação da mediunidade; descrição das mediunidades; mediunidade e ci6encia

O Livro dos Médiuns – Allan Kardec Nos domínios da mediunidade – André Luiz Mediunidade – Edgard Armond Mediunismo – Ramatis Vivência Mediúnica – Manoel Philomeno de Miranda Qualidade na prática mediúnica – Manoel Philomeno de Miranda

Aula 71 – Interferência dos espíritos no mundo material Objetivo: Influência sobre os pensamentos e atos; afeição e ódio – anjos da guarda e obsessores; ação dos espíritos na natureza – elementais. Bibliografia: O Livro dos espíritos – Allan Kardec Os espíritos na nossa vida diária – Roque Jacintho A vida além da sepultura - Ramatís

Aula 72 – Processos de obsessão e cura Objetivo: Tipos de envolvimentos espirituais; vampirismo e possessão; feitiçarias e trabalhos inferiores; processos de cura – passes e radiações. Bibliografia: Os mensageiros – André Luiz Libertação – André Luiz Magia da redenção – Ramatís A vida além da sepultura - Ramatís

Aula 73 – O Livro dos Médiuns Objetivo: Bibliografia: Apresentação do livro, estudo de temas relacionados. O Livro dos Médiuns – Allan Kardec

Aula 74 – Revisão 11 – AULA DO DIRIGENTE

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Aula 75 – Lei de Ação e Reação Objetivo: Definição da diferença entre provas e expiações; atuação nos diversos planos; mecanismos de atuação; coeficientes energéticos; misericórdia divina. Bibliografia: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec Ação e reação – André Luiz Aulas da vida – Irmão X Semeando e colhendo – Atanagildo – Ramatís Aula 76 – Ação e Reação e o corpo físico Objetivo: loucura. Bibliografia: Doenças de nascença – excepcionais; psicossoma; obsessão e vampirismo; suicídio e

O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec Leis do amor – Emmanuel Contos e apólogos – Irmão X Fisiologia da alma – Ramatís A sobrevivência do espírito

Aula 77 – Ação e Reação e família Objetivo: Bibliografia: Parentesco – lei de afinidade; homicídio e aborto; inimigos – simpatia e antipatia. O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec Leis do amor – Emmanuel Contos e apólogos – Irmão X Pontos e contos – Irmão X A vida além da sepultura - Ramatís

Aula 78 – Ação e Reação e a sociedade Objetivo: Bibliografia: Carma individual e coletivo; riqueza e pobreza; guerras e catástrofes. O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec Cartas e crônicas – Irmão X Mensagens do astral – Ramatís Elucidações do além – Ramatís Semeando e colhendo – Atanagildo – Ramatís A vida humana e o Espiritismo imortal – ramatís

Aula 79 – O Evangelho Segundo o Espiritismo Objetivo: Bibliografia: Apresentação do livro; estudo de temas relacionados. O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec

Aula 80 – Revisão 12 – AULA DO DIRIGENTE

Aula 81 – Conceitos modernos de uma casa espírita

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Objetivo: Centro aberto – assistência espiritual e cursos; espiritismo de vivos para vivos; ênfase na formação íntima; dinâmica de assistido a aluno, de aluno a trabalhador. Bibliografia: Curso de Dirigentes de Mocidade – CAM ( pág. 3 até 5, 17 até 26 ) Aula 82 – Fundação e administração legal de um Centro espírita Objetivo: integrado. Bibliografia: Aspectos legais para fundação de um centro espírita; diretoria e administração; o grupo Vivência do Espiritismo religioso – Ed. Aliança ( cap. 11 )

Aula 83 – Trabalhos – Assistência Espiritual Objetivo: Bibliografia: Samaritanos; como se organiza; funcionamento. Vivência do Espiritismo religioso – Ed. Aliança ( cap. 6 ) Passes e radiações – Edgard Armond ( parte D )

Aula 84 – Trabalhos – Grupos Mediúnicos Objetivo: Bibliografia: Qual o objetivo; como se organiza; funcionamento. Mediunidade – Edgard Armond Vivência do Espiritismo religioso – Ed. Aliança ( cap. 5 e 6 ) Curso de Dirigentes de Mocidade – CAM ( parte D ) Trabalhos práticos – Edgard Armond

Aula 85 – Trabalhos – Escolas ( Evangelização Infantil, Mocidade Espírita, Curso Básico, Escola de Aprendizes do Evangelho, Curso de Médiuns ) Objetivo: Bibliografia: Qual o objetivo; como se organiza; funcionamento. Vivência do Espiritismo religioso – Ed. Aliança ( cap. 2, 3, 5, 7, 8 )

Aula 86 – Trabalhos – Assistência Social Objetivo: Bibliografia: Qual o objetivo; como se organiza; funcionamento. Vivência do Espiritismo religioso – Ed. Aliança ( cap. 1, 3, 6 )

Aula 87 – Métodos de trabalho 1 Objetivo: Bibliografia: Disciplina; preparação; vibrações, fraternidades. Curso de Dirigentes de Mocidade – CAM ( pág. 17 ) Vivência do Espiritismo religioso – Ed. Aliança ( cap. 1 )

Aula 88 – Métodos de trabalho 2 Objetivo: Bibliografia: Passes e radiações; cromoterapia; grupos de desobsessão. Passes e radiações – Edgard Armond ( parte B e D ) Vivência do Espiritismo religioso – Ed. Aliança

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Aula 89 – Revisão 13 – AULA DO DIRIGENTE

Aula 90 – Religião e religiões Objetivo: Conceito de religião; religião – ciência e filosofia; religiões primitivas – cultos e ritos; totemismo, animismo e mitologia. Bibliografia: Curso de Dirigentes de Mocidade - CAM Aula 91 – Religiões – influência dos capelinos Objetivo: Religião no Egito – Hermetismo; religião na Índia – Vedismo, Bramanismo e Budismo; Religião na China – Confucionismo e Taoísmo; religião na Pérsia – Zoroastrismo. Bibliografia: Religiões e filosofias– Edgard Armond Na cortina do tempo – Edgard Armond Almas afins – Edgard Armond

Aula 92 – A primeira revelação Objetivo: Monoteísmo hebraico; as três grandes revelações e seu caráter universal; o judaísmo; o Cristianismo. Bibliografia: O consolador – Emmanuel Religiões e filosofias – Edgard Armond Espiritismo e evolução – Rino Curti Aula 93 – A segunda revelação Objetivo: O Cristianismo primitivo; as deturpações e o Catolicismo; o Catolicismo e a igreja Ortodoxa; o Islamismo. Bibliografia: A caminho da luz – Emmanuel Religiões e filosofias – Edgard Armond Missão do Espiritismo – Ramatís

Aula 94 – O Catolicismo e a reforma Protestante Objetivo: As Cruzadas e a Inquisição; Missão de Francisco de Assis; a reforma Luterana – o Protestantismo; a reforma Calvinista. Bibliografia: A caminho da luz – Emmanuel Missão do Espiritismo – ramatís Francisco de Assis – Miramez Aula 95 – A terceira revelação Objetivo: religião. Bibliografia: Momento histórico do surgimento; revivesc6encia do Cristianismo; ciência, filosofia e Entendendo o Espiritismo – Ed. Aliança Missão do Espiritismo – Ramatís

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Aula 96 – Revisão 14 – AULA DO DIRIGENTE

Aula 97 – O codificador Objetivo: O Espírito Verdade; Allan Kardec – biografia; Allan Kardec – obra.

Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec Obras Póstumas – Allan Kardec Entendendo o Espiritismo – Ed. Aliança Brasil mais além – Duílio Pena Berne Aula 98 – Colaboradores de Kardec Objetivo: Bibliografia: O apoio científico; o apoio filosófico. Entendendo o Espiritismo – Ed. Aliança

Aula 99 – O Brasil e o Espiritismo Objetivo: A missão de fraternidade do Brasil; os conceitos espíritas derrubando fronteiras; a consolidação do caráter religioso. Bibliografia: Brasil, coração do mundo, pátria do Evangelho – Humberto de Campos Brasil, terra de promissão – Ramatis Aula 100 – O Espiritismo no Brasil Objetivo: Os homeopatas e o Espiritismo; primeiros núcleos; as divergências; Dr. Bezerra de Menezes. Bibliografia: Brasil mais além – Duílio Lena Berne

Aula 101 – Espíritas Brasileiros I Objetivo: Ismael; Emmanuel, André Luiz; Humberto de Campos, Meimei, Maria Dolores; Ramatís, Miramez; Luiz Sérgio, Lúcius. Bibliografia: Grandes espíritas do Brasil – Zeus Wantuil

Aula 102 – Espíritas Brasileiros 2 Objetivo: Dr. Bezerra de Menezes, Caírbar Schutel; Anália Franco, Jésus Gonçalves; Chico Xavier, Edgard Armond. Bibliografia: Grandes espíritas do Brasil – Zeus Wantuil Aula 103 – Revisão 15 – AULA DO DIRIGENTE Aula 104 – Estagnação do movimento espírita Objetivo: Roustaing X Kardecismo e controvérsias doutrinárias; supervalorização e abuso de cargos e posições; estagnação de trabalho. Aula 105 – Defeitos e vícios dos trabalhadores na seara espírita Objetivo: Idolatria; perfeccionismo; automatismo nos trabalhos; orgulho, vaidade e melindres.

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Aula 106 – O Espiritismo hoje Objetivo: Nos albores do 3o. Milênio; as dores da transição; as sementes de uma nova era.

FILMES PARA AULAS DA MOCIDADE ESPÍRITA Aliança Espírita Evangélica Gênese – Evolução nos diferentes Reinos 1 – Fantasia – Walt Disney 1a. Parte – Aborda a formação do universo, a origem da vida na terra e sua evolução, mas não trata da evolução humana; 2a. Parte – “Aprendiz de Feiticeiro” – Poder dos nossos atos, palavras e atitudes, por vezes não conseguimos controla-los. Vida após a morte 1 – Ghost – Deve ser visto com cuidado, tem alguns conceitos errados. 2 – Cidade dos anjos – Deve ser visto com cuidado, tem alguns conceitos errados. 3 – Sexto sentido – mediunidade. 4 – Amor além da vida – Deve ser visto com cuidado, tem alguns conceitos errados. 5 – À procura de alguém – Aborda vingança, processos de obsessão. Vida em outros planetas 1 – Contato 2 – Guerra nas estrelas – É interessante para motivar uma reflexão das formas de vida possíveis no Universo. 3 – Jornada nas estrelas – idem ao anterior. Drogas 1 – Christiane F, 13 anos... 2 – Diário de um adolescente. 3 – Kids. 4 – Transpoiting – Sem limites. Homossexualismo 1 – Meninos não choram. 2 – Filadélfia. AIDS 1 – Kids. 2 – Transpoiting – Sem limites. 3 – Filadélfia. Preconceito 1 – Filadélfia. 2 – Edward mãos de tesoura.

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3 – À primeira vista. 4 – À espera de um milagre – Cenas fortes de morte na cadeira elétrica. 5 – Com mérito – Aborda ideal de vida. 6 – O gênio indomável – Adolescência / ideal de vida. 7 – Gátaca. 8 – A lista de Schindler. 9 – Homens de Honra Ideal de Vida / Concretização dos sonhos 1 – Com mérito. 2 – O gênio indomável. 3 – Patch Adams – O amor é contagioso. 4 – Um sonho de liberdade – prisão injusta. 5 – Os últimos passos de um homem – Pena de morte. 6 – Os miseráveis – prisão / obsessão / vingança. 7 – Dinossauros – Trabalho em grupo. 8 – Vida de inseto – Trabalho em grupo 9 – O caráter – Dificuldades da vida que nos engrandecem. 10 – Matrix. 11 – Gátaca – Determinismo / sonhos / preconceito. 12 – Vestígios do dia – Coisas que deixamos de fazer para sermos felizes. 13 – Minha vida – Câncer / reavaliação dos valores com a proximidade da morte. 14 – Encontro marcado – reavaliação dos valores com a proximidade da morte. 15 – A lista de Schindler. 16 – A vida é bela. 17 – O homem bicentenário. 18 – Sociedade dos poetas mortos. 19 – Homens de Honra A primeira revelação - Moisés 1 – O príncipe do Egito – Desenho animado. 2 – Os 10 mandamentos – Filme épico.

A segunda revelação - Jesus 1 – O rei dos reis – Filme épico ( cuidado pois há duas versões, um em preto e branco, muda, a mais atual é da década de 60 ). 2 – O quarto sábio – Relata sobre o nascimento de Jesus e o eventual 4o. Rei Mago. Personalidades – Biografias 1 – Gandhi. 2 – Irmão sol, Irmã lua – Vida de São Francisco de Assis. 3 – Joanna D’Arc – Há várias versões do mesmo filme. 4 – Madre Tereza de Calcutá. Órfãos / Vida em família 1 – Stuart Little. Cristianismo

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1 – Stigmata – Há cenas fortes que reproduzem o processo de stigmatização, mas o importante é reforçar a essência das palavras do Cristo. 2 – O pêndulo e o poço – Filme sobre a Inquisição Espanhola, é uma boa ilustração para mostrar o que foi, em linhas gerais, o movimento inquisitorial de perseguição aos hereges, há cenas fortes de tortura. 3 – O nome da rosa – Filme complexo sobre inquisição, observar o nível intelecto / cultural da turma. RELAÇÃO DE SIGLAS E NÚMEROS CORRESPONDENTES DAS OBRAS CONSULTADAS

No campo "Bibliografia" relacionamos as obras por letras e algarismos. As primeiras letras correspondem ao nome do LIVRO, a seguir os números correspondem ao CAPÍTULO (pergunta ou página). EXEMPLOS: (LM) (IE.82) (EBM.pág.13) (ESE.17-19,22) (Cs.?261-281) O Livro dos Médiuns. Iniciação Espírita, capítulo nº 82 Em Busca do Mestre, página 13 Evangelho 2º o Espirit., capítulos 17, 18 19 e 22 Consolador, perguntas de nº261 a 281

Se a obra está dividida em partes (ou livros) o algarismo romano representa a PARTE (ou Livro) e o nº a seguir corresponde ao CAPÍTULO (pergunta ou.página). EXEMPLOS: (LE.I.3) (LE.II.4-7) (LE.I.1-4,II.1,11) O Livro dos Espíritos, parte (ou livro) I, capítulo 3. O Livro dos Espíritos, parte II, capítulos 4, 5, 6 e 7. LE, parte I, cap. 1 a 4; e, par. II, cap. 1 e 11.

Utilizamos: "-" para designar de tal capítulo (pág. perg.)a tal. "," para designar tal capítulo (pág. Perg.) e tal.

"pág." para página.
"?" Notação bíblica: AT = Antigo Testamento = Levítico Ap = Apocalipse Nm = Número At = Ato dos Apóstolos Gn = Gênese Dt = Deuteronômio Mt = Mateus NT = Novo Testamento Lv para pergunta.

Ex = Êxodo Js = Josué Mc = Marcos

B I B L I O G R A F I A

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AAA AAf Ab AC ACL AE AEP AH AI AK AL AR Bb BCM BG BMA BN BTR Brr CAB CAD CAP CAS CAT CD João CdD Cdt CdF CdL CE CeV CF Chk CI CL Cs CT CTM CVV CVVP DB DCA DdM DE

A Arte de Amar Almas Afins O Abismo Ave, Cristo A Caminho da Luz Arpas Eternas A Esquina de Pedra Da Alma Humana A Alma é Imortal Allan Kardec Ave Luz Ação e Reação

Erich Fromm Itatiaia Edgard Armond Aliança André Luiz/R. A. Ranieri Fraternidade Emmanuel/F.C.Xavier FEB Emmanuel/F.C.Xavier FEB Hilarion de Monte Nebo Kier-Buenos Aires Wallace Leal Rodrigues O Clarim Antonio J. Freire FEB Gabriel Delanne FEB Zeus Wantuil e Francisco Thiesen FEB Shaolin/João Nunes Maia Fonte Viva André Luiz/F.C.Xavier FEB A Bíblia Brasil Cor do Mundo Pát do Evang Humberto de Campos/FCXavier FEB Bhagavad Gitâ – A mensagem do Mestre Pensamento Brasil Mais Além Duílio Berni FEB Boa Nova Humberto de Campos / F.C.Xavier FEB E a Bíblia Tinha Razão Werner Keller Círculo do Livro Barrabás José Herculano Pires Edicel O Caibalion desconhecido Pensamento 50 Anos Depois Emmanuel / F.C.Xavier FEB Curso de Aprendizes do Evangelho - lº Ano FEESP Curso de Aprendizes do Evangelho - 2º Ano FEESP Crônicas de Além Túmulo Humberto de Campos / F.C.Xavier A Constituição Divina Richard Simonetti Edit. Graf. S. Emidio S.F.Brasileiro Edit.Universo André Luiz/F.C.Xavier FEB Huberto Rohden Alvorada Roque Jacintho Luz no Lar Léon Denis FEB Maria Dolores / F.C.Xavier J.W.Rochester / Wera Krijanowskaia FEB C. W. Leadbeater Pensamento Allan Kardec FEB Valentim Lorenzetti Aliança Emmanuel / F.C.Xavier FEB Edgard Armond Aliança Pietro Ubaldi Emmanuel/F.C.Xavier FEB Aliança John L. Mackenzie Frederico Pereira Silva Júnior Léon Denis FEB Major Arthur E. Powell Jorge Andréa dos Santos Emídio S. F. Brasileiro Divaldo Pereira Franco José Marques Mesquita Camille Flammarion Gabriel Delanne Eliseu Rigonatti Pedro de Camargo Fon-Fon USE Luz no Lar FEB FEB Pensamento FEESP

A Caminho do Deserto Conduta Espírita O Caminho da Felicidade Celeiro de Luz Cristianismo e Espiritismo Coração e Vida O Chanceler de Ferro Os Chakras O Céu e o Inferno Caminhos de Libertação O Consolador Na Cortina do Tempo A Nova Civilização do 3° Milênio Caminho, Verdade e Vida CVV - Uma Proposta de Vida Dicionário Bíblico Do Calvário ao Apocalipse Depois da Morte O Duplo Etérico Pensamento DEE Dinâmica Espiritual da Evolução DeJ Um dia em Jerusalém Dlg Diálogo DMV A Dinâmica da Mente na Vis Espí DN Deus na Natureza EA A Evolução Anímica EAp O Espiritismo Aplicado EBM Em Busca do Mestre

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EC Os Exilados da Capela Edgard Armond Aliança EDE Espiritismo as Dout Espiritualistas Deolindo Amorim CELD EDM Evolução em Dois Mundos André Luiz / F.C.Xavie FEB EEDM Elucidário de Evol. Dois Mundos José Marques Mesquita Culturesp EeT O Espírito e o Tempo J. Herculano Pires Edicel EH O Evangelho dos Humildes Eliseu Rigonatti Pensamento EHI Educação do Homem Integral Huberto Rohden Alvorada EI Evangelização Infantil Mariluz Valadão Vieira Aliança EJ Eu, Judas Taylor Caldwell Ed.Record ELC O Evangelho à Luz do Cosmo Ramatis / Hercílio Maes FreitasBastos ELL Evang. Lar "À Luz do Espiritismo" Maria T. Compri FEESP EaM Estudando a Mediunidade Martins Peralva FEB EM Encontro Marcado Emmanuel / F.C.Xavier FEB Emm Emmanuel Emmanuel / F.C.Xavier FEB EoE Entendendo o Espiritismo Autores diversos Aliança EP Os Enigmas da Psicometria Ernesto Bozzano FEB EPH O Espiritismo e os Problemas Humanos Deolindo Amorim USE ESE O Evangelho Segundo o Espiritismo Allan Kardec FEB ESJ O Evangelho Segundo João Nelson Lobo de Barros LAKE ET Enquanto é Tempo Edgard Armond Aliança ETM Evolução para o Terceiro Milênio Carlos Toledo Rizzini Edicel FCE Filosofia Cósmica do Evangelho Humberto Rohden Alvorada FdM O Fim do Mundo Camille Flamarion FEB FM O Faraó Mernefetá J.W.Rochester / Wera Krijanowskaia LAKE FP Formas de Pensamento Annie Besant e C. W .Leadbeater Pensamento FR Filosofias e Religiões Edgard Armond Aliança FSA As Forças Sexuais da Alma Jorge Andréa dos Santos FEB FV Fonte Viva Emmanuel / F.C.Xavier FEB GA Guia do Aprendiz Edgard Armond Aliança GCS Guia p/ Conhecimento de Si Mesmo Ângela Maria La Sala Bata Pensamento GD Guia do Discípulo Edgard Armond Aliança GE O Grande Enigma León Denis FEB GMP A Gênese - Os Milag.e Pred.2º Esp. Allan Kardec FEB GS A Grande Síntese Pietro Ubaldi LAKE HA Hora do Apocalipse Edgard Armond Aliança HC O Homem e seus Corpos Annie Besant Pensamento HDA Há 2000 Anos Emmanuel / F.C.Xavier FEB HH História dos Hebreus Flávio Josefo HJC Histórias que Jesus Contou Clóvis Tavares LAKE HMB Histórias do Mundo Bíblico Nelson B. Keyes Seleções Reader's Digest HVI O Homem Visível e Invisível C. W. Leadbeater Pensamento IE Iniciação Espírita Edgard Armond (coordenação geral) Aliança ISA Interpretação Sintética do Apocalipse Cairbar Schutel O Clarim JD Justiça Divina Emmanuel / F.C.Xavier FEB JdJ Jesus dentro do Judaísmo James H. Charlesworth Imago JdN Jesus de Nazaré William Barclay Livros Abril JIR Judas Iscar sua reenc como Joana D'Arc José Fuzeira ECO JN Jesus Nazareno Huberto Rohden Alvorada LA Leis de Amor LCE Lindos Casos do Evangelho Ramiro Gama LE O Livro dos Espíritos Allan Kardec FEB LEt Laços Eternos Lúcius / Zíbia M. Gasparetto Caminheiros LM O Livro dos Médiuns Allan Kardec FEB LMr As Leis Morais Rodolfo Caligaris FEB LMV Leis Morais da Vida Divaldo P. Franco Alvorada

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LS MAp MAs MC Md MdM MdN ME MfC MHA ML MM Mn MPE MPs MPJ Mr MRS Ms NCT NDM NdT NEM NI NL NMM NTJ Nz OP PA PC PDE PdN PE PEJ PEL PGL PN PoN PqS PR PrE PrR PSD PSH Psi Pss PT PVd PVt QeE QSJ RBA RBF RD

A Linguagem dos Sentimentos A Mensagem do Apocalipse Mensagens do Astral As Marcas do Cristo Mediunidade Maria de Magdala Maria de Nazaré Magnetismo Espiritual A Metafísica do Cristianismo Médico de Homens e Almas Missionários da Luz Muitas Moradas Mediunismo Manual Prático do Espírita Medicina Psico-Espiritual As Maravilhosas Parábolas de Jesus Maria As Margens do Rio Sagrado Moisés A Nova Civilização do 3º Milênio Nos Domínios da Mediunidade O Nascimento da Terra Na Escola do Mestre No Invisível Nosso Lar No Mundo Maior Nos Tempos de Jesus O Nazareno Obras Póstumas Pérolas do Além Palavras do Coração O Pensamento de Emmanuel Profecias de Nostradamus Paulo e Estevão Parábolas e Ensinos de Jesus Parábolas Evangélicas à Luz do Palingênese, a Grande Lei Pai Nosso Pão Nosso Por que Sofremos Passes e Radiações O Principiante Espirita Primícias do Reino O Problema do Ser, do Destino e da Dor Os Primeiros Seres Humanos Psicologia Espírita O Passe Paulo de Tarso Pensamento e Vida Pensamento e Vontade O que é o Espiritismo Os Quatro Sermões de Jesus Reflexões sobre as Bem-Aventuranças Reencarnação Baseada em Fatos O Reino dos Deuses

David Viscott Nelson Lobo de Barros Pensamento Ramatis / Hercílio Maes FreitasBastos Hermínio C. Miranda FEB Edgard Armond Aliança Roque Jacintho Luz no Lar Roque Jacintho Luz no Lar Michaelus FEB Huberto Rohden Alvorada Taylor Caldwell Record André Luiz / F.C.Xavier FEB Gina Cerminara Ramatis / Hercílio Maes FreitasBastos Ney Prieto Perez Pensamento Ângela Maria La Sala Batà Paulo Alves Godoy FEESP Scholem Asch Nacional Edgard Armond Aliança Scholem Asch Nacional Pietro Ubaldi FEB André Luiz / F.C.Xavier FEB Roselis Von Sass Pedro de Camargo FEESP Léon Denis FEB André Luiz / F.C.Xavier FEB André Luiz / F.C.Xavier FEB Maria Pimentel Scholem Asch Nacional Allan Kardec Extratos / F.C.Xavier FEB Meimei / F.C.Xavier CEU Martins Peralva Marques da Cruz Emmanuel / F.C.Xavier FEB Cairbar Schutel O Clarim Espiritismo Rodolfo Calligaris FEB Jorge Andréa dos Santos Caminh.da Libert. Meimei / F.C.Xavier FEB Emmanuel / F.C.Xavier FEB Huberto Rohden Alvorada Edgard Armond Aliança Allan Kardec FEB Amélia Rodrigues / Divaldo P. Franco Léon Denis FEB Roselis Von Sass Jorge Andréa dos Santo Fon-Fon Jacob Melo FEB Huberto Rohden Alvorada Emmanuel / F.C.Xavier FEB Ernesto Bozzano FEB Allan Kardec FEB Paulo Alves Godoy FEESP Durval Ciamponi FEESP Kruger Mattos Edicel Geoffrey Hodson Pensamento

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RdC Rdt RDN Ree ReI R eV RF RL Rlg Rn RnB Rt SeD SeE SFJ SMh SMr SPg SPb Ss SST SV TCC TP Ur VAA VAK VCR VeF VER VeS VL VMJ VPM VQP

A Ressurreição do Cristo O Redentor Reino dos Devas dos Espírit da Natureza A Reencarnação Reencarnação e Imortalidade Ressurreição e Vida Religiões e Filosofias Relicário de Luz Religião Renúncia Reencarnação na Bíblia Roteiro Sexo e Destino Sexo e Evolução Seleções de Flávio Josefo O Sermão da Montanha O Sermão da Montanha O Sublime Peregrino Sabedoria das Parábolas Salmos Sexo, Sublime Tesouro Sinal Verde Comun.Esp.Cristã Terapia Centrada no Cliente Tornar-se Pessoa Urânia Vida e Atos dos Apostolos Vida e obra de Allan Kardec Vinte Casos Sugestivos de Reenc A Vida em Família Vivência do Espiritismo Religioso Vida e Sexo Vinha de Luz A Vida Mística de Jesus A Vida no Planeta Marte A Vida Quotidiana tempo Jesus

Og Mandino Edgard Armond Geoffrey Hodson Pensamento Gabriel Delanne Hermínio C. Miranda Leon Tolstoi / Ivonne A. Pereira Edgard Armond Diversos / F.C.Xavier Carlos Imbassahy Emmanuel / F.C.Xavier Hermínio C Miranda Emmanuel / F.C.Xavier André Luiz / F.C.Xavier Walter Barcelos Huberto Rohden Rodolfo Calligaris Ramatis / Hercílio Maes Huberto Rohden Edgard Armond Eurípedes Kühl André Luiz Carl Rogers Carl Rogers Camille Flammarion Cairbar Schutel André Moreil Ian Stevenson, Dr. Rodolfo Calligaris Edgard Armond Emmanuel / F.C.Xavier Emmanuel / F.C.Xavier H. E. Lewis Ramatis / Hercílio Maes Daniel Pops

Record Aliança FEB FEB Aliança FEB FEB FEB FEB EEC Fonte Viva Ed. Ameris Alvorada FEB FreitasBastos Alvorada Aliança Fonte Viva

Martins Fontes Martins Fontes FEB O Clarim

IDE Aliança FEB FEB FreitasBastos Ed. Livr. Bras. - Lisboa

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