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M A N U A L

M A N U A L D E P R O J E T O

D E

P R O J E T O

TABELA DE PRODUTOS Tabela de produtos segundo a Norma Brasileira ABNT NBR 15.253   APLICAÇÃO

TABELA DE PRODUTOSTabela de produtos segundo a Norma Brasileira ABNT NBR 15.253   APLICAÇÃO DENOMINAÇÃO   Dimensiones

Tabela de produtos segundo a Norma Brasileira ABNT NBR 15.253

 

APLICAÇÃO

DENOMINAÇÃO

 

Dimensiones

PESO Kg/mt

COMPR. mt

A

BC

e

 

PGC 40 x 0,95

40

38

8

0,95

0,850

6,0 -

3,0

PGC 60 x 0,95

60

38

8

0,95

1,006

6,0 -

3,0

PGC 90 x 0,95 PGC 100 x 0,95 PGC 100 x 1,28 PGC 100 x 1,64

90

38

12 0,95

1,280

6,0 -

3,0

100

40

12 0,95

1,383

6,0 -

3,0

100

40

12 1,28

1,880

6,0 -

3,0

PAREDES

100

40

12 1,64

2,415

6,0 -

3,0

ESTRUTURAIS

     

PGU 42 x 0,95 PGU 62 x 0,95 PGU 92 x 0,95 PGU 103 x 0,95 PGU 103 x 1,28 PGU 103 x 1,64

42

25

0,95

0,590

6,0

62

25

0,95

0,720

6,0

92

30

0,95

1,060

6,0

103

30

0,95

1,161

6,0

STEEL HOUSE ESTRUTURAL

103

30

1,28

1,543

6,0

103

30

1,64

1,950

6,0

 

PGC 150 x 0,95 PGC 150 x 1,28 PGC 150 x 1,64 PGC 200 x 1,28 PGC 200 x 1,64 PGC 200 x 2,00

150

40

12 0,95

1,695

6,0

150

40

12 1,28

2,435

6,0

150

40

12 1,64

3,026

6,0

200

40

15 1,28

2,945

6,0

200

40

15 1,64

3,754

6,0

VIGAS DE ENTREPISO E LAJES

200

40

15 2,00

4,688

6,0

PGU 153 x 0,95 PGU 153 x 1,28 PGU 153 x 1,64 PGU 203 x 1,28 PGU 204 x 1,64

153

35

0,95

1,477

6,0

153

35

1,28

2,052

6,0

 

153

35

1,64

2,633

6,0

203

35

1,28

2,565

6,0

203

35

1,64

3,190

6,0

PGU 204 x 2,00

204

35

2,00

4,257

6,0

 

FITA 50 x 0,95 FITA 50 X 1,28 FITA 90 X 1,64

50

0,50

0,35

100

E M " X "
E M
"
X "

C O N T R A V E N T A M

E N T O S

50

0,95

0,51

100

 

90

1,64

1,22

100

 

PGC 40 x 0,95 PGC 60 x 0,95 PGC 90 x 0,95 PGC 100 x 0,95

40

38

8

0,95

0,850

6,0 -

3,0

60

38

6

0,95

1,006

6,0 -

3,0

TESOURAS

90

38

12 0,95

1,280

6,0 -

3,0

100

40

12 0,95

1,383

6,0 -

3,0

RIPAMENTOS

OMEGA 85 x 40 x 0,95

85

40

0,50

0,527

6,0

 

OMEGA ESTR. 63 x 22 x 0,95

40

15

0,95

1,052

6,0

* valores referenciáis

Tabela de produtos segundo a Norma Brasileira ABNT NBR 15.217 - 2009

 

APLICAÇÃO

DENOMINAÇÃO

 

Dimensiones

PESO Kg/mt

COMPR. mt

A

BC

e

 

Montante 48 x 0,50 Montante 70 x 0,50 Montante 90 x0,50

48

35/37

7

0,50

0,540

2,4 - 2,6 - 2,8 - 3,0

STEEL HOUSE PAREDES

60

35/37

7

0,50

0,680

2,4 - 2,6 - 2,8 - 3,0

90

35/37

7

0,50

0,720

3,0

PEREDES DIVISORIAS

   

INTERNAS

Guia 48 x 0,50 Guia 70 x 0,50 Guia 90 x 0,50

48

30

0,50

0,480

3,0

70

30

0,50

0,570

3,0

90

30

0,50

0,650

3,0

 

Canaleta FC530 x 0,50 Perfil Tabica lisa x 0,50 Cantoneira 25 x 30 x 0,50 Cantoneira 13 x 30 x 0,50

46

18

0,50

0,401

3,0 - 5,0 - 6,0

ACESSORIOS

48

41

13

0,50

0,413

3,0

ADICIONAIS

25

30

0,50

0,227

3,0

 

13

30

15

0,50

0,177

3,0

FiguraN°1

INDICE MANUAL DE PROJETO COM PERFIS DE AçO GALVANIzADO LEVE Esta edição do Manual de
INDICE MANUAL DE PROJETO COM PERFIS DE AçO GALVANIzADO LEVE Esta edição do Manual de

INDICE

MANUAL DE PROJETO COM PERFIS DE AçO GALVANIzADO LEVE

Esta edição do Manual de Projeto tem como objetivo assessorar os novos usuários de perfis galvanizados leves conhecidos como SISTEMA STEELHOUSE. Seu uso é exclusivo para os clientes de STEEL HOUSE DO BRASIL COMERCIO LTDA. e, portanto, a reprodução total ou parcial deste documento é proibida sem prévia autorização.

Nota: STEEL HOUSE DO BRASIL COMERCIO LTDA. não é responsável pelo uso incorreto da informação contida neste manual. Em todos os casos, se fazem necessários projetos e a devida Anotação de Responsabilidade Técnica por parte de um engenheiro civil responsável pela obra.

MANUAL DE CONSTRUçÃO

INDICE

Vantagens do Sistema

4

Introdução

5

Ferramentas – Segurança

6

Componentes do Sistema

7

Ancoragens

8

Traçado

10

Construção de paredes portantes e paredes internas

12

Vãos de janelas e portas

13

Diagonais

14

Tesouras

16

Beirais e forros

18

Telhado, telhas e sanefa

19

Pisos e lajes

20

Estrutura do Segundo pavimento

22

Escadas e Curvas

23

Revestimentos internos e externos

24

Instalações elétricas, de gás, isolação, entre outros

25

Transporte de paredes e tesouras

26

Ficha Técnica de perfis estruturais

28

isolação, entre outros 25 Transporte de paredes e tesouras 26 Ficha Técnica de perfis estruturais 28

3

isolação, entre outros 25 Transporte de paredes e tesouras 26 Ficha Técnica de perfis estruturais 28

VANTAGENS DO SISTEMA

4

VANTAGENS DO SISTEMA 4 VANTAGENS DO SISTEMA 1–Arquiteturasemrestrições: Pode ser feito qualquer tipo de projeto

VANTAGENS DO SISTEMA

1–Arquiteturasemrestrições: Pode ser feito qualquer tipo de projeto arquitetônico, desde o mais simples até

o mais complexas (paredes curvas, clarabóias, etc). Admitindo todo tipo de acabamentos tanto externos quanto internos.

2–Ampliaçõesrápidaselimpas: O Sistema permite ampliações de forma simples comparado à construção tradicional porque não usa materiais “úmidos”. A obra é mais rápida e limpa e, na maioria dos casos, permite ao proprietário, continuar habitando sua casa durante o processo.

3–Otimizaçãoderecursos: Redução do prazo de construção em até 50% comparado à construção tradicional.

A engenharia aplicada no sistema construtivo permite a padronização da construção permitindo a execução em

série de edificações, aumentando a quantidade de execuções dentro de um determinado tempo, mantendo a qualidade do produto final e reduzindo custos. Desta maneira, se otimiza a mão-de-obra e o material a utilizar.

Também permite a execução dos painéis de paredes, pisos e telhados em uma fábrica e seu posterior transporte para o local da obra, agilizando a montage e evitando disperdício de tempo devido à condições climáticas.

4–Confortoeeconomiadeenergia: A utilização de isolamentos térmicas e acústicas tornam este tipo de construção apta para qualquer tipo de clima, reduzindo em até 30% os gastos com energia para sistema de calefação e ar condicionado.

5–Rapideznainstalaçãoereparosdetubulações: Sem quebradeira e sujeira. Vazamentos em tubulações são detectados e reparados de forma simples e rápida. Basta remover um pedaço da placa de gesso acartonado apenas na região afetada, realizar o trabalho de reparo da tubulação, recoloca-se o pedaço da placa de gesso acartonado e se refaz seu acabamento.

PORQUEUSAROAÇOGALVANIZADO

A utilização do aço galvanizado na estrutura não apenas proporciona uma solidez incomparável, como também,

reduz significativamente o peso das paredes, permitindo uma execução mais rápida da estrutura. Por ser um sistema leve, a carga permanente do edifício diminui consideravelmente e, consequentemente, diminuem-se suas

fundações.

Entre outras vantagens, pode-se destacar ainda:

1– Excelente estabilidade dimensional 2– Extremamente durável ao longo do tempo 3– Proteção anti-corrosão 4– 100% reciclável 5– Não é atacado por cupins ou qualquer outro tipo de inseto 6– Não combustível e com grande resistência ao fogo

R e c om e nda ç ã o:

STEEL HOUSE DO BRASIL COMERCIO LTDA. não recomenda o uso de aço laminado à quente ou à frio em estruturas de edificações devido ao alto risco de oxidação (corrosão) dos mesmos.

laminado à quente ou à frio em estruturas de edificações devido ao alto risco de oxidação
INTRODUçÃO O QUE É O SISTEMA STEELHOUSE? É um moderno sistema construtivo de edificações totalmente
INTRODUçÃO O QUE É O SISTEMA STEELHOUSE? É um moderno sistema construtivo de edificações totalmente

INTRODUçÃO

O QUE É O SISTEMA STEELHOUSE?

É um moderno sistema construtivo de edificações

totalmente seco, no qual as paredes perimetrais, paredes internas, entrepisos, forros e telhados são

suportados por uma estrutura de perfis de aço galvanizado leve.

COMO SE CONSTRÓI UMA EDIFICAçÃO COM O SISTEMA STEELHOUSE?

SISTEMA STEELHOUSE ESTRUTURAL -Paredes portantes: Estas paredes são o suporte estrutural de toda a edificação, são construídas com perfis tipo PGC e PGU de aço galvanizado estrutural, revestidos com placas externas e internas e uma camada isolante em seu interior.

-Entrepisos: Para edificações de dois pisos ou mais, construi-se um vigamento formado com perfis de aço estrutural, cobertos com placas tipo OSB ou Compensado Estrutural e, sobre estes, pode-se instalar carpetes, pisos flutuantes ou qualquer outro tipo de acabamento de pisos, inclusive pisos cerâmicos.

SISTEMA STEELHOUSE TELHADOS -Os telhados são totalmente estruturados com perfis de aço galvanizado para formar tanto estruturas de tesouras como de caibros que irão suportar as telhas.

SISTEMA STEELHOUSE PAREDES -Paredes divisórias internas: Estas paredes são

construídas com montantes e guias de aço galvanizado

e, normalmente, são recobertas com placas de gesso

acartonado (drywall)

-Forros: Na face inferior das vigas dos entrepisos, tesouras ou caibros, instala-se uma estrutura de aço galvanizado leve, sobre a qual se instalará placas de gesso acartonado que formarão o forro das habitações.

O QUE SE PODE CONSTRUIR COM O SISTEMA

STEELHOUSE? Edificações Comerciais, Casas, Mezaninos, Telhados, Cinemas, Paredes Divisórias, Forros, Reformas de Casas e Centros Comerciais, Ampliações, Entre

Outros.

INTRODUçÃO

O QUE O SISTEMA CONSTRUTIVO STEELHOUSE

OFERECE?

-Os perfis são fabricados em aço estrutural galvanizado e de alta resistência ASTM A 63 ou A-792 Grau 40, que permite projetos com espessuras finas, proporcionando estruturas leves, resistentes e duráveis ao longo do tempo.

-As dimensões especiais dos perfis permitem o encaixe perfeito dos montantes dentro da guias para ser possível a armação dos diferentes componentes estruturais da edificação.

-Linha de perfis simples e reduzida para facilitar os projetos e manuseio na obra, mas mantendo todas as possibilidades de montagem de todos os componentes estruturais da edificação.

-Tabelas de cálculo para projetos de vigas e pilares segundo as necessidades da construção.

-Rígidos padrões de fabricação seguidos por TUBOS ARGENTINOS para todos os elementos construtivos

da edificação.

-Este MANUAL DE CONSTRUçÃO COM AçO GALVANIzADO LEVE, proporciona informação simples e prática de como construir no SISTEMA STEELHOUSE.

Cabe mencionar que todas as medidas, uniões, tipos de parafusos e projetos construtivos em geral, mostrados neste manual, são apenas recomendações. Cada projeto deverá obter seus próprios cálculos e responsabilidade técnica de um profissional.

5

recomendações. Cada projeto deverá obter seus próprios cálculos e responsabilidade técnica de um profissional. 5

FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS DE SEGURANçA

FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS DE SEGURANçA FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS DE SEGURANçA 6 As seguintes ferramentas e elementos

FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS DE SEGURANçA

6

As seguintes ferramentas e elementos de segurança constituem os equipamentos que um trabalhador deverá ter para alcançar 100% de eficiência no trabalho, mas nem todas são indispensáveis.

-Um marcador

-Vários tipos de alicates: para segurar perfis e guias enquanto de aparafusa e tirar parafusos

-Tesoura para cortar aço

-Tesoura elétrica para cortar aço

-Esmeril Angular 4 1/2”

1- Cortes: É obrigatório o uso de botinas de couro para evitar cortes e feridas produzidas pela rebarba que se gera no corte do aço feito no local.

2- Calor: Quando se manuseiam perfis ou materiais de aço galvanizado no verão, estes ao ficarem expostos ao sol, esquentam, assim como, nos cortes efetuados em obra, tanto a ferramenta de corte como o aço, esquentam o suficiente para causar queimaduras. Deve-se usar botinas de couro para evitar estes acidentes.

3- Partículas de metal ou fagulhas/faíscas: Quando corta-se um aço galvanizado com uma ferramenta elétrica, sempre se deve usar óculos de proteção.

-Serra Circular

-Botinas de couro

4- Ruído: O ruído que é produzido ao se cortar o aço com uma ferramenta elétrica é maior que ao cortar Madeira. Portanto, é importante que o trabalhador que esteja cortando constantemente o aço, use protetores auriculares.

Madeira. Portanto, é importante que o trabalhador que esteja cortando constantemente o aço, use protetores auriculares.

-Óculos de segurança

-Parafusadeira elétrica com regulador automático e com ponta magnetizada para segurar o parafuso autoperfurante enquanto se aparafusa.

Nota: não usar a parafusadeira de paredes (dry wall), pois opera a 4 mil RPM e a esta velocidade a ponta autoperfurante queima antes da perfuração estar complete. A parafusadeira adequada deve ter velocidade variável de 0 a 2500 RPM.

-Tirador de parafusos ponta “Phillips”

-Martelo de borracha

-Trena

-Nível/Prumo

Ainda que o Sistema SteelHouse é bastante seguro e sem grandes perigos comparados à construção tradicional, devemos ter em mente que quando trabalhamos com metal, existem os seguintes fatores de risco:

à construção tradicional, devemos ter em mente que quando trabalhamos com metal, existem os seguintes fatores

PRINCIPAIS COMPONENTES DO SISTEMA

PRINCIPAIS COMPONENTES DO SISTEMA PRINCIPAIS COMPONENTES DO SISTEMA PRINCIPAIS COMPONENTES DO SISTEMA 1-SISTEMA

PRINCIPAIS COMPONENTES DO SISTEMA

PRINCIPAIS COMPONENTES DO SISTEMA

1-SISTEMA STEELHOUSE ESTRUTURAL E

4–PARAFUSOS

STEELHOUSE

SISTEMASTEELHOUSEPAREDES

Os parafusos para ligações entre dois elementos de espessura igual ou superior a 0,85 mm devem ser autoperfurantes e com, no mínimo, 0,164 polegadas (#8). Consultar fabricantes.

GUIA / PGU

REGRAS GERAIS PARA PARAFUSOS USADOS NO

Seus usos são:

SISTEMA STEELHOUSE

a) Como guia superior e inferior

a )Devem ser resistentes à corrosão

b) Na montagem de vigas e vergas

c) Como conector, apoio e reforços em geral

d) Como elemento de união

b) Devem ser fixados com uma distância minima da

borda e entre eixos de 3 vezes o diâmetro do parafuso usado.

c) Devem penetrar de maneira a deixar, no mínimo, 3

7

MONTANTE / PGC

espirais à vista (dentro do perfil).

Seus usos são:

a) Como montante

b) Como reforço em conexões e apoios em geral

c) Na montage de pilares, vigas e tesouras

ÔMEGA Seus usos são:

a) Como ripamento para telhados e forros

b) Para pontos de apoio e complemento estabilizador

c) Para a instalação de forros

d) Conector temporário de apoio e estabilizador de

tesouras,

paredes

externas

e

internas durante a

construção

ÂNGULO DE AJUSTE / CANTONEIRA METÁLICA São acessórios para proporcionar maior resistência à impactos nas quinas vivas de paredes, portas e janelas.

2-SISTEMASTEELHOUSETELHADOS

Seus usos são:

a) Para a montagem de tesouras

b) Para a estabilidade e travamento permanente entre

tesouras e paredes internas

3-TIRANTE/FITAMETÁLICA

Seus usos são:

a) Como diagonais para contraventamento de uma

parede estrutural

b) Como tensionador em geral

c) Como conector entre elementos

uma parede estrutural b) Como tensionador em geral c) Como conector entre elementos d) Como conector
uma parede estrutural b) Como tensionador em geral c) Como conector entre elementos d) Como conector
uma parede estrutural b) Como tensionador em geral c) Como conector entre elementos d) Como conector
uma parede estrutural b) Como tensionador em geral c) Como conector entre elementos d) Como conector
uma parede estrutural b) Como tensionador em geral c) Como conector entre elementos d) Como conector
uma parede estrutural b) Como tensionador em geral c) Como conector entre elementos d) Como conector

ANCORAGENS

8

ANCORAGENS 8 O Sistema Steelhouse tem requerimentos de ancoragem diferentes dependendo do tipo de fundação, seja

O Sistema Steelhouse tem requerimentos de

ancoragem diferentes dependendo do tipo de fundação, seja viga corrida (baldrame), pilotis com vigamentos ou “radier” (laje). Existem dois tipos de fundações mais usadas:

SISTEMA

MONOLÍTICO

OU

FUNDAçÃO

TIPO

“RADIER”

É um sistema no qual a concretagem da fundação é feita toda de uma vez (lajes e vigas de borda). Esta fundação é feita com fôrmas no perímetro a ser construído, a concretagem é feita sem juntas e de uma só vez. (Figura No. 2).

DETALHE LAJE E VIGAS DA FUNDAÇÃO

Laje Tela de Aço Nível do Terreno Plástico
Laje
Tela de Aço
Nível do
Terreno
Plástico

Solo Estabilizado

/Compactado,

FiguraN°2

SISTEMA DE VIGAS CORRIDAS TIPO “BALDRAME”

Este sistema é, normalmente, o mais usado e na qual se executa cada uma das etapas de forma separada e manual, pois permite parar a execução em diferentes pontos.

Há 4 tipos de Ancoragens que podem ser usados:

1 -Roscas de ancoragem 2- Ancoragem com tirantes 3- Ancoragem de metal tipo Simpson (conector metálico)

4- Ancoragens estruturais de quinas e de travamentos,

tipo Simpson ou similar.

1-Roscas de Ancoragem. As especificações das roscas serão determinadas pelo projeto de cálculo em suas dimensões e localizações, mas recomenda-se, no mínimo, usar roscas de aço de 12 mm de diâmetro, 250 mm de comprimento com gancho de 50 mm na parte inferior. A extremidade reta sem gancho tem aproximadamente 50 mm de espiral, onde se fixa uma porca com arruela de 3 cm de diâmetro por 3 mm de espessura (Figura No. 3).

ANCORAGENS

Estas roscas serão instaladas à 45 mm, aproximadamente, da borda da laje, de modo que fiquem no centro da guia (no caso das guias serem de 90 mm). Devido à guia ter 0,95 mm de espessura é necessário agregar um suplemento de reforço do mesmo perfil do montante dentro desta (Figura No. 3).

ANCORAGEM PADRÃO Montante 4 Parafusos #8 de cada lado no mínimo Parafuso #8 de cada
ANCORAGEM PADRÃO
Montante
4 Parafusos #8 de cada lado
no mínimo
Parafuso #8 de cada lado
Pedaço de Montante Dentro da Guia
(suplemento de reforço)
Guia Inferior
15 cm min
Fundação
Rosca de Ancoragem
de 12mm de Diâm. Mín.
por 250mm de
Comprimento
Gancho 50mm

FiguraN°3

Normalmente, estas roscas ficam a 30 cm, no máximo, do início da parede estrutural e um em cada lado das portas (nas paredes estruturais). Depois, fixa-se um a cada 1,20 m, no máximo. O plano de cálculo indicará a exata localização destes elementos.

*Levar em consideração as posições dos montantes para que não coincidam com as roscas de ancoragem.

2 - Ancoragem com Tirante Este tipo de ancoragem é adicional e em conjunto com as roscas de ancoragem. Se o cálculo determinar, instala-se um tirante em cada esquina das paredes perimetrais, no mínimo. Consulte o plano de cálculo. Estes elementos de amarração são fabricados em campo ( in loco) e o gancho interno fica enganchado em uma das barras de aço do contrapiso (Figura No. 4).

fabricados em campo ( in loco) e o gancho interno fica enganchado em uma das barras
ANCORAGENS ANCORAGEM COM TIRANTE – CINTA Tirante Parafusos # 10 ou # 8 (segundo cálculo)
ANCORAGENS ANCORAGEM COM TIRANTE – CINTA Tirante Parafusos # 10 ou # 8 (segundo cálculo)

ANCORAGENS

ANCORAGEM COM TIRANTE – CINTA Tirante Parafusos # 10 ou # 8 (segundo cálculo) Montante
ANCORAGEM COM TIRANTE – CINTA
Tirante
Parafusos # 10 ou # 8
(segundo cálculo)
Montante
Dimensões mínimas
recomendadas segundo
projeto de cálculo
10 cm
FiguraN°4
30 cm
mc06

3- Esquadro Simpson É igual a ancoragem com tirante, mas vem pronto de fábrica (Figura No. 5). É um tipo de conector que cumpre perfeitamente com o cálculo estrutural. As cargas admissíveis indicadas tem um fator de segurança triplicado, baseado em amplos testes de laboratório. É um peça continua sem soldas e não requer elementos adicionais para a ancoragem. Seu desenho permite a instalação do conector na borda das lajes e/ou baldrames. É fabricado em aço galvanizado de 2,37 mm de espessura.

ANCORAGEM REFORÇADA NA BORDA Simpson Strong-Tie S/ PAHD FiguraN°5
ANCORAGEM REFORÇADA NA BORDA
Simpson Strong-Tie
S/ PAHD
FiguraN°5

4 - Ancoragens Estruturais São utilizadas, de preferência, nos cantos onde existem concentração de esforços e/ou para suportar as cargas transmitidas pelas diagonais de contraventamento.

A Figura No. 6 mostra o conector tipo Simpson e a Figura No. 7, um conector alternativo.

ANCORAGEM DE TRAÇÃO MONTANTE

7, um conector alternativo. ANCORAGEM DE TRAÇÃO MONTANTE FiguraN°6 CONECTOR PARA ANCORAGEM AN 70 L 5x70x180

FiguraN°6

CONECTOR PARA ANCORAGEM AN 70 L 5x70x180 (L=70) PL 5 FiguraN°7
CONECTOR PARA ANCORAGEM AN
70
L 5x70x180
(L=70)
PL 5
FiguraN°7

9

ANCORAGEM DE TRAÇÃO MONTANTE FiguraN°6 CONECTOR PARA ANCORAGEM AN 70 L 5x70x180 (L=70) PL 5 FiguraN°7

TRAçADO

TRAçADO 10 Para se executar o traçado com os perfis, siga as seguintes instruções: 1- Uma

10 Para se executar o traçado com os perfis, siga as seguintes instruções:

1- Uma vez pronto o “radier”, marque todas as paredes externas e internas no piso com um marcador e, logo, numéreos. A guia inferior fica sobre estas linhas. Desta maneira, a parede ficará certa, ao menos que as bordas do “radier” não estejam de acordo (Figura No. 8).

LAY-OUT NO “RADIER”

Largura da Parede No. 3

3 5 4 6 2 1 Dimensão da Guia
3
5
4
6
2
1
Dimensão da Guia

FiguraN°8

Traçado

Numeração de cada Parede

CONEXÃO DAS GUIAS PARA LAY-OUT

Guia (Canal) Inferior Guia (Canal) Superior Parafusos Temporários FiguraN°9
Guia (Canal) Inferior
Guia (Canal) Superior
Parafusos Temporários
FiguraN°9

2 – Alinhar cada parede marcada na laje “radier” com 2 canais (guias superior e inferior), previamente cortadas do mesmo comprimento que a parede respectiva. Se for necessária, a junção de 2 guias (Figura No. 10) pode ser feita para alcançar o comprimento adequado de extremidade à extremidade.

Uma vez cortadas as 2 guias, parafuse com 3 parafusos (temporários) (Figura No. 9). Alinhe as guias já aparafusadas com a marca do marcador e marque as roscas de ancoragem, as janelas, as portas e os encontros de centro.

TRAçADO

JUNÇÃO DE GUIAS Pedaço de Montante dentro da Guia 4 Parafusos #8 de Cada Lado
JUNÇÃO DE GUIAS
Pedaço de Montante
dentro da Guia
4 Parafusos
#8 de Cada Lado
FiguraN°10
15 cm min

3- Marque primeiro as roscas de ancoragem e, logo,

faça os furos correspondents usando uma furadeira elétrica com um broca de ½” (Figura No. 11).

,

MARCAÇÃO E PERFURAÇÃO DA GUIA PARA A INSTALAÇÃO DA ANCORAGEM Perfuração para Cada Rosca Guias
MARCAÇÃO E PERFURAÇÃO DA GUIA PARA A INSTALAÇÃO DA ANCORAGEM
Perfuração
para Cada Rosca
Guias
Rosca de Ancoragem

FiguraN°11

4- Marque os cantos.

5- Marque os encontros de centro (Figura No. 12).

PLANTA LAY-OUT, CANTOS E ENCONTROS

Dimensão da Alma da Guia Dimensão da Aba do Montante Dimensão da Largura da Guia
Dimensão
da Alma da Guia
Dimensão
da Aba do Montante
Dimensão
da Largura da Guia
Dimensão
da Aba do Montante
Guia
Marca
Encontro no Centro
Canto

FiguraN°12

Montante Dimensão da Largura da Guia Dimensão da Aba do Montante Guia Marca Encontro no Centro
TRAçADO 11 6 – Agora, marque as portas e janelas. Use como referência os detalhes
TRAçADO 11 6 – Agora, marque as portas e janelas. Use como referência os detalhes

TRAçADO

11

6 – Agora, marque as portas e janelas. Use como referência os detalhes da construção dos vãos para portas e janelas (Ver Capítulo Vãos de Janelas e Portas, pág. 13).

7 – Por ultimo, marque os montantes a cada 40 ou 60 cm de eixo a eixo, dependendo das especificações do projeto de cálculo estrutural (Figura No. 13).

PLANTA LAY-OUT DO MONTANTE

40 – 60 cm

(Figura No. 13). PLANTA LAY-OUT DO MONTANTE 40 – 60 cm Guias Dimensão da Aba do
(Figura No. 13). PLANTA LAY-OUT DO MONTANTE 40 – 60 cm Guias Dimensão da Aba do
Guias Dimensão da Aba do Montante Marcas
Guias
Dimensão da Aba
do Montante
Marcas

FiguraN°13

(Figura No. 13). PLANTA LAY-OUT DO MONTANTE 40 – 60 cm Guias Dimensão da Aba do

CONSTRUçÃO DAS PAREDES EXTERNAS E INTERNAS

12

CONSTRUçÃO DAS PAREDES EXTERNAS E INTERNAS 12 CONSTRUçÃO DAS PAREDES EXTERNAS E INTERNAS *O comprimento dos

CONSTRUçÃO DAS PAREDES EXTERNAS E INTERNAS

*O comprimento dos montantes é especificado no plano de estruturas. Ex. 2,40 m.

1- Com as duas guias totalmente marcadas para a montagem, tire os 3 parafusos temporaries e às coloque frente a frente sobre a laje, aproximadamente, a 2,5 m.

2- Construa as extremidades ou cantos da parede, como mostrado na Fig. No. 15. Estes montantes são aparafusados entre si com parafusos #8 ou #6 x 1 ½” a cada 15 cm (Segundo cálculo) (Figura No. 14).

3 – Agora estamos prontos para construir uma parede externa ou interna. Instale (sem aparafusar) primeiro os cantos, depois os encontros de centro e, finalmente, os montantes, seguindo as marcações feitas nas guias. Lembre de deixar espaço livre (sem montantes) para as portas e janelas.

CONSTRUÇÃO DE PAREDES EXTERNAS E INTERNAS

Placa Metálica 4 Parafusos #8 por Canal Montante segundo cálculo Detalhe Canto Detalhe Extremidade FiguraN°14
Placa Metálica
4 Parafusos #8 por Canal
Montante
segundo cálculo
Detalhe Canto
Detalhe Extremidade
FiguraN°14
Parafuso #8 / #6
a cada 15 cm
Autoperfurante
(Segundo Cálculo))

Agora, parafuse todos os elementos de modo que, cada perfil, tenha 4 parafusos (Figura No. 16).

CONEXÃO DE MONTANTE COM GUIA Montante Deve Ficar Justo com Guia Guia Parafuso #8 x1/2”
CONEXÃO DE MONTANTE COM GUIA
Montante
Deve Ficar Justo
com Guia
Guia
Parafuso #8 x1/2”

FiguraN°16

Um de Cada Lado

Construa os encontros de centro, levando em consideração que o montante fique de “costas” para o centro (Figura No. 15).

ENCONTRO DE CENTRO Montante segundo cálculo Montante de Encontro com Parafusos #8 /#6 a Cada
ENCONTRO DE CENTRO
Montante
segundo cálculo
Montante de Encontro
com Parafusos #8 /#6 a
Cada 15 cm (Segundo cálculo),
Parafusos #8 /#6 a Cada 15 cm
(Segundo Cálculo)

Placa de Gesso Acartonado

FiguraN°15

a Cada 15 cm (Segundo cálculo), Parafusos #8 /#6 a Cada 15 cm (Segundo Cálculo) Placa

VÃOS DE JANELAS E PORTAS

VÃOS DE JANELAS E PORTAS VÃOS DE JANELAS E PORTAS Cada janela e porta externa sera

VÃOS DE JANELAS E PORTAS

Cada janela e porta externa sera formada por 4 montantes de 0,95 mm, no mínimo, e uma verga composta ou viga estrutural (cuja medida e dimensão varia de acordo ao plano de cálculo).

1 – Alinhar e aparafusar os 4 montantes, 2 de cada lado do vão (Figura No. 17).

2 – Construa a verga/viga (Figura No. 17) e instale no vão.

DETALHE DO REFORÇO VERGA NO VÃO DE JANELA

Parafusos #8 a Cada 15 cm Guia Superior Guia Viga Composta Viga Guia Parafusos #10/#8
Parafusos #8
a Cada 15 cm
Guia Superior
Guia
Viga
Composta
Viga
Guia
Parafusos #10/#8
mín 6 de Cada Lado
2 Montantes
Guia
Montante
Duplo
Montante
Esquadro Feito
com a Mesma Guia

FiguraN°17

3- Construa o montante para descer a verga/viga na altura desejada de acordo ao projeto (Figura No. 19).

DETALHE DO PARAPEITO DE JANELA

Reforço de Montante

e Guia Apenas Quando o Comprimento do Vão for Maior a 2,4 m Vão Janela
e
Guia Apenas Quando
o
Comprimento do Vão
for Maior a 2,4 m
Vão Janela
Montante
Duplo
Guia
Montante
Parafusos #8
Montante
FiguraN°19

4- No caso das janelas, arme o marco ou o vão de acordo com suas medidas (Figura No. 18). Como alternativa em ambos casos, para portas e janelas, instale pedaços de 2”x4” (no caso de guia de 92 mm) ou pedaços de 2”x6” (no caso de guia de 152 mm) no vão para se obter um ponto para se fixar os pilares. Do contrário, terá que cola-las ou aparafusá-las.

ESQUEMA ESTRUTURAL DE UMA CASA COM 2o. PAVIMENTO Placa OSB Rosca de Ancorage Placa OSB
ESQUEMA ESTRUTURAL DE UMA CASA COM 2o. PAVIMENTO
Placa OSB
Rosca de Ancorage
Placa OSB
Canto
Verga
Montante Duplo
Figura 19
M A X 6 0 C M S

FiguraN°18

Se o comprimento do vão (L) for maior que 2,40 m, é necessário reforçar o parapeito, usando um pedaço de montante e guia do comprimento “L” (Figura No. 19).

13

m, é necessário reforçar o parapeito, usando um pedaço de montante e guia do comprimento “L”

DIAGONAIS (CONTRAVENTAMENTOS EM “X”)

14

DIAGONAIS (CONTRAVENTAMENTOS EM “X”) 14 DIAGONAIS (CONTRAVENTAMENTOS EM “X”) QUAL FUNçÃO CUMPREM? A função é

DIAGONAIS (CONTRAVENTAMENTOS EM “X”)

QUAL FUNçÃO CUMPREM? A função é proporcionar o contraventamento necessário de acordo com o plano de cálculo.

1- Usando-se 2 placas OSB ou Compensado 2,4 x 1,2 m, esquadreje a parede e parafuse as 2 placas com, no mínimo, 6 parafusos (temporários) em cada uma das extremidades da parede (Figura No. 20).

LOCALIZAÇÃO DAS DIAGONAIS E PLACA DE MADEIRA

Parafusos Motante Canto Temporários Parede Armada Placa OSB/Compensado (1,2 x 2,4 m) FiguraN°20 2- Vire
Parafusos
Motante
Canto
Temporários
Parede
Armada
Placa OSB/Compensado
(1,2 x 2,4 m)
FiguraN°20
2- Vire
a
parede
de
modo que a placa fique
até

embaixo.

3- Instale a cartela de aço galvanizada de 1,60 mm de espessura com 20 parafusos de ½” #10 ou #8 (Figura No. 21). O plano de cálculo especificará onde instalar estas cartelas de reforço, mas, geralmente, ficam nos cantos e sempre, no caso da guia inferior, perto de um ponto de ancoragem. (Estas ancoragens são as indicadas nas Figuras No. 6 e 7).

DETALHE DA INSTALAÇÃO DA CARTELA DE REFORÇO, ANCORAGEM E DIAGONAL

Montante Duplo (segundo cálculo) Diagonal Cartela de Reforç Guia Parafuso #10/#8 Típico (segundo cálculo)
Montante Duplo
(segundo cálculo)
Diagonal
Cartela de Reforç
Guia
Parafuso #10/#8 Típico
(segundo cálculo)
FiguraN°21

No caso da guia superior, a viga composta sobre uma porta ou janela pode substituir esta cartela de reforço. Uma vez armada e aparafusada por ambos lados a parede, ainda assentado sobre a laje “radier”, instale as diagonais, usando um tirante (Figura No. 21).

4- Parafuse o tensor com um parafuso de ½” #10 em um dos cantos. Estique com a mão a diagonal e a alinhe com o centro da cartela de reforço oposta (Figura No. 22).

INSTALAÇÃO DAS DIAGONAIS

Primeiro Parafuso Diagonal Fig. No. 23 e 24
Primeiro Parafuso
Diagonal
Fig. No. 23 e 24

FiguraN°22

Usando um parafuso de ½” autoperfurante, perfure o tensor (diagonal), tratando de marcar a cartela de reforço com a broca, sem fazer um furo nesta (Figuras No. 23 e 24).

INSTALAÇÃO DAS DIAGONAIS

Apenas Marque a Cartela de Reforço Não Perfure Diagonal Cartela Aparafusada

Perfure a Diagonal Guia Perfil
Perfure a Diagonal
Guia
Perfil

FiguraN°23

Passo A

INSTALAÇÃO DAS DIAGONAIS

Parafuso Tensor Diagonal Cartela Aparafusada Guia Perfil 6 mm Marca Original Perfuração na Cartela de
Parafuso Tensor
Diagonal
Cartela
Aparafusada
Guia
Perfil
6 mm
Marca Original
Perfuração
na Cartela de Reforço
Passo B

FiguraN°24

Cartela Aparafusada Guia Perfil 6 mm Marca Original Perfuração na Cartela de Reforço Passo B FiguraN°24

DIAGONAIS (CONTRAVENTAMENTOS EM “X”)

DIAGONAIS (CONTRAVENTAMENTOS EM “X”) a) Tire o parafusos do tensor. Faça um furo na cartela de

a) Tire o parafusos do tensor. Faça um furo na cartela de 6 mm mais distante da marca.

b) Agora, usando um parafuso de 1 ½”, parafuse o tensor na cartela (em ângulo) para proporcionar a tensão necessária.

*Às vezes, o parafuso de 1 ½” quebra devido ao ângulo

e à tensão. Siga repetindo este processo até que o tensor fique totalmente esticado.

5- Agora, aparafuse totalmente o tensor nas cartelas

(Figura No. 21).

6- Repita o mesmo processo com a outra diagonal para

que fiquem na forma de “X” (Figura No. 25).

7- Corte o excesso dos tensores.

DIAGONAIS NO 1o. E 2o. PAVIMENTOS Montante Vigas Cartelas Diagonal de Reforço FiguraN°25
DIAGONAIS NO 1o. E 2o. PAVIMENTOS
Montante
Vigas
Cartelas
Diagonal
de Reforço
FiguraN°25

8- Agora, remova a placa OSB ou Compensado por já

se ter cumprido sua missão de estabilizador temporário.

Nota: Em alguns casos, o projeto estrutural pode substituir as diagonais por placas OSB ou Compensado. Especificar que se deve instalá-las em certas paredes em conjunto com as diagonais. Nunca se deve aparafusar as diagonais nas abas da guia ou dos montantes.

Como estabilizador lateral pode-se colocar um tirante horizontal na altura média da parede, por ambos lados

e aparafusado em cada um dos montantes.

DIAGONAIS NO SEGUNDO PAVIMENTO

Instalam-se da mesma forma que no 1o. pavimento. Outro sistema alternativo é cruzar as diagonais de um piso ao outro de forma continua. Nota: Recomenda-se aparafusar as diagonais em cada um dos montantes com um parafuso de ½” #10.

ESQUEMA ESTRUTURAL CASA 2o. PAVIMENTO Placa OSB Rosca de Ancoragem Placa OSB Canto Verga/Viga Montante
ESQUEMA ESTRUTURAL CASA 2o. PAVIMENTO
Placa OSB
Rosca de
Ancoragem
Placa OSB
Canto
Verga/Viga
Montante Duplo
Figura No. 19
FiguraN°26
INSTALAçÃO
DAS
PAREDES
EXTERNAS
E
INTERNAS
MAX 60 C M

Uma vez que tenha montada uma parede completa, assente-a e fixe-a na laje ou no piso com os ancoradores e apoios temporários. Agora, inicie a montagem da próxima parede externa ou interna.

Uma vez terminado, conecte-a na anterior já assentada, aparafusando os cantos ou encontro de centro correspondents, usando parafusos de #8 a cada 15 cm (Figuras No. 14 e No. 15).

Uma vez aparafusados estes encontros, instale uma cartela metálica retangular da largura da guia e de comprimento do dobro da largura, sobre os encontros de parede com, no mínimo, 4 parafusos de #8 sobre cada parede (Figura No. 14).

15

do dobro da largura, sobre os encontros de parede com, no mínimo, 4 parafusos de #8
16 Uma das principais vantagens do Sistema Steelhouse é a possibilidade de construir as tesouras

16 Uma das principais vantagens do Sistema Steelhouse é

a possibilidade de construir as tesouras com aço

galvanizado, proporcionando um telhado perfeitamente reto e leve, sendo possível que uma pessoa possa levantar
galvanizado, proporcionando um telhado perfeitamente
reto e leve, sendo possível que uma pessoa possa
levantar facilmente cada tesoura (Figura No. 27).
FiguraN°27
TESOURAS

O Sistema Steelhouse permite projetar tesouras para

qualquer necessidade e estilo. Abaixo estão alguns dos

desenhos típicos de tesouras (Figura No. 28).

DESENHOS TÍPICOS DE TESOURAS
DESENHOS TÍPICOS
DE TESOURAS
de tesouras (Figura No. 28). DESENHOS TÍPICOS DE TESOURAS FiguraN°28 Para armar uma tesoura, assegure que

FiguraN°28

Para armar uma tesoura, assegure que se dispõe de espaço plano e suficientemente grande para armar a tesoura de uma vez. Todas as uniões serão feitas com parafusos de #10, no mínimo.

Nota: Antes de construir uma tesoura, consulte o plano de cálculo para incorporar as características que o calculista especificou no projeto.

TESOURAS

A Figura No. 29 mostra uma tesoura típica com seus componentes e uniões.

TESOURA TÍPICA

Fig. No. 30 e 31 Banzo Superior Steelhouse Telhado Fig No. 33 e 34 Banzo
Fig. No. 30 e 31
Banzo Superior
Steelhouse Telhado
Fig No. 33 e 34
Banzo Inferior
15 MAX
60 cm
FIG 33
Max

Recomendado

FiguraN°29

Existem 2 formas comuns de união nas cumeeiras:

1 – Usando uma viga central de 2 perfis (Figura No. 30).

CONEXÃO DO MONTANTE COM GUIA

Perfil Composto na Cumeeira Banzo Cartela de Reforço 50x50 mm de Mesma Espessura que a
Perfil Composto
na Cumeeira
Banzo
Cartela de Reforço
50x50 mm de Mesma
Espessura que a Viga
Superior
Parafusos #10
Cartela de Reforço
50x50 mm de Mesma
Espessura que a Viga
FiguraN°30

2 – Usando os mesmos 2 banzos superiores das tesouras, cortando, em um destes, um pedaço da aba para que fiquem um sobre o outro e com o ângulo

correto (Figura No. 31).

DETALHE DA CUMEEIRA

Banzo Superior Parafusos #10 Steelhouse Telhado
Banzo Superior
Parafusos #10
Steelhouse
Telhado

FiguraN°31

com o ângulo correto (Figura No. 31). DETALHE DA CUMEEIRA Banzo Superior Parafusos #10 Steelhouse Telhado

TESOURAS

TESOURAS CONEXÃO DAS TESOURAS NAS PAREDES A Figura No. 32, nos mostra a conexão típica entre

CONEXÃO DAS TESOURAS NAS PAREDES

A Figura No. 32, nos mostra a conexão típica entre banzo inferior e as diagonais da tesoura.

UNIÃO DIAGONAIS E MONTANTES NO BANZO INFERIOR

Steelhouse Telhado Banzo Parafusos #10 Inferior
Steelhouse
Telhado
Banzo
Parafusos #10
Inferior

FiguraN°32

As Figuras No. 33 e 34, mostram as 2 conexões típicas entre o banzo superior e o banzo inferior, como também, o apoio e união da tesoura na parede correspondente.

APOIO DA TESOURA NOS PAINÉIS DE PAREDE Banzo Parafusos #10 Superior Viga de Forro ou
APOIO DA TESOURA NOS PAINÉIS DE PAREDE
Banzo
Parafusos #10
Superior
Viga de Forro ou
Banzo Inferior
Reforço com Pedaço
de Montante
com Parafusos #10
2 Parafusos #10
FiguraN°33
APOIO DA TESOURA NOS PAINÉIS DE PAREDE Banzo Superior Banzo Guia Inferior Superior Parafusos #10
APOIO DA TESOURA NOS PAINÉIS DE PAREDE
Banzo
Superior
Banzo
Guia
Inferior
Superior
Parafusos #10
Sanefa
Reforço Guia Opcional
Devido ao Não Alinhamento
do Perfil e Apoio Tesoura
FiguraN°34
Montante

As tesouras têm que ficar apoiadas diretamente sobre

o montante. Do contrário, deve se reforçar a guia superior com uma guia composta de aço 2”x4”, de acordo à carga do telhado e o especificado pelo calculista.

As conexões podem ser feitas de duas formas:

1-Fazendo em campo, 2 cartelas de tirante para cada conexão (4 por tesoura) e aparafusando cada uma com 2 parafusos de #10 no banzo da tesoura e 2 parafusos de #10 na guia superior da parede (Figura No. 34).

2- Com um conector tipo Simpson

Nota: Em ambos casos, a prática mais comum é aparafusar por baixo da guia superior, diretamente na tesoura, com 2 parafusos de #10.

DadoConstrutivo

Na medida em que se vai assentando as tesouras, use um “omega” portante ou similar para uní-las temporariamente umas às outras. Uma linha em cada

lado do banzo superior das tesouras. Uma boa prática

é fazer uma marca em cada tesoura aonde ficará o

omega portante. Desta maneira, o trabalhador apenas

necessitará da parafusadeira elétrica, sem a necessidade de medir ou marcar.

17

Desta maneira, o trabalhador apenas necessitará da parafusadeira elétrica, sem a necessidade de medir ou marcar.

BEIRAIS E FORROS

BEIRAIS E FORROS BEIRAIS E FORROS 18 A grande flexibilidade arquitetônica e de trabalho do Sistema

BEIRAIS E FORROS

18 A grande flexibilidade arquitetônica e de trabalho do Sistema Steelhouse, permitem qualquer ângulo de conexão entre a estrutura de mansarda e beirais de diferentes características.

Os beirais nos oitões são formados por uma “mini” parede, composta de 2 guias e perfis pequenos com, no máximo, 60 cm de comprimento, separados a cada 60 cm de eixo a eixo, e são parafusados diretamente na tesoura frontal (FiguraNo. 36)

DETALHE BEIRAL Tesoura Frontal 2 Parafusos #8 a Cada 15 cm Canal Motante Típico
DETALHE BEIRAL
Tesoura
Frontal
2 Parafusos #8
a Cada 15 cm
Canal
Motante Típico

FiguraN°35

Sobre a guia externa, parafuse diretamente a sanefa de madeira, usando parafusos #8, autoperfurantes com comprimento de acordo ao da sanefa.

CONEXÃO DO MONTANTE AO CANAL (GUIA) Placa OSB ou Telha Bloqueador de Madeira Sanefa Viga
CONEXÃO DO MONTANTE AO CANAL (GUIA)
Placa OSB ou Telha
Bloqueador
de Madeira
Sanefa
Viga Forro/Piso
Guia com 2 Parafusos #8
em Cada Montante
Revestimento
de Madeira, Argamassa, Plástico, Etc
Revestimento

FiguraN°36

Guia com 2 Parafusos #8 em Cada Montante Revestimento de Madeira, Argamassa, Plástico, Etc Revestimento FiguraN°36

TELHADO, TELHA E SANEFA

TELHADO, TELHA E SANEFA TELHADO, TELHA E SANEFA A estrutura do telhado, feita com aço galvanizado,

TELHADO, TELHA E SANEFA

A

estrutura do telhado, feita com aço galvanizado,

3- Sanefas

cobre-se da mesma maneira como se fosse estrutura

Para instalar as sanefas nos beirais das tesouras, insira

de

madeira, exceto que a cobertura fica aparafusada.

um pedaço de madeira, aproximadamente, de 30 cm de comprimento e 2”x4”, de maneira que caiba na

1-

Terças

ponta da tesoura (seja no banzo superior ou inferior).

Em

um caso de tipo de terças, podem se usar ripas de

Fixe-o com 6 parafusos autoperfurantes, corte o

madeira. A distância entre terças determina o desenho

excesso de madeira para que fique rente.

do

plano de cálculo (Figura No. 37).

TERÇAS Cumeeiras Terças Telhas Tesoura Segundo Cálculo
TERÇAS
Cumeeiras
Terças
Telhas
Tesoura
Segundo
Cálculo

FiguraN°37

2- Telhas com Deck

No caso das telhas que requeiram um deck, normalmente, se usam placas OSB com espessura

minima de 11 mm. Estas placas têm que ficar travadas

e de forma perpendicular às tesouras. Se aparafusam com parafusos autoperfurantes de #8, com ¼” mais comprido que a espessura da placa.

A distância entre parafusos é de 15 cm nas bordas e 20

cm no centro (Figura No. 38).

PLANTA DE COBERTURA DE TELHADO TÍPICO

Beiral

Placa OSB Beiral FiguraN°38 Tesoura Tesoura Tesoura Tesoura Tesoura Tesoura Tesoura Tesoura Tesoura Tesoura
Placa
OSB
Beiral
FiguraN°38
Tesoura
Tesoura
Tesoura
Tesoura
Tesoura
Tesoura
Tesoura
Tesoura
Tesoura
Tesoura

Desta forma, se terá em cada tesoura um espaço de madeira para pregar as sanefas (Figuras No. 33, 34 e

35).

4 - Telhados As tesouras feitas com o Sistema Steelhouse, e adequadamente calculadas de acordo à carga que receberão, aceitam todo o tipo de telha da mesma forma que as tesouras de madeira.

19

calculadas de acordo à carga que receberão, aceitam todo o tipo de telha da mesma forma

PISOS E LAJES

PISOS E LAJES 20 A construção de pisos ou lajes com o sistema de perfis de

20 A construção de pisos ou lajes com o sistema de perfis

de aço galvanizado proporciona uma construção rígida,

nivelada e leve.

As

e

especificações estarão indicadas no plano de cálculo. As Figuras No. 39, 40, 41 e 42 demonstram os requerimentos mínimos para o sistema de pisos.

especificações variam de acordo à cada arquitetura

cargas que a estrutura será submetida. Estas

*Note que as placas ou tablado do piso, igualmente que

no telhado, ficam travadas e perpendiculares às vigas

do piso. Como regra geral, as vigas do piso que vencem vãos maiores 3,65 m, a aba inferior de cada viga deve ter, ao menos, um travamento central. Em todos os casos, sempre se deve consultar o plano da estrutura correspondente.

Este travamento pode ser feito com um tirante (tira) metálico de, no mínimo, 70x1,6 mm, tensionado de maneira a ficar rígido (Figura No. 39).

CONEXÃO DE MONTANTE À GUIA

2,4m Máx Tirante Tablado ou Acabamento do Piso Reforço Viga da Parafuso #8 a Cada
2,4m Máx
Tirante
Tablado ou
Acabamento do Piso
Reforço
Viga da
Parafuso #8 a
Cada 60cm Máx
Em Cima e Embaixo
Fundação
Guia
Viga
Composta

FiguraN°39

DETALHE DO VIGAMENTO DO PISO E LAJE 4 Parafusos #10 Placa OSB Guia Viga Piso
DETALHE DO VIGAMENTO DO PISO E LAJE
4 Parafusos #10
Placa OSB
Guia
Viga Piso
8 Parafusos
#10
Rosca de
Ancoragem
Viga Piso
FiguraN°40
¾
¾

PISOS E LAJES

DETALHE DO VIGAMENTO DO PISO E LAJE

Placa OSB de 3/4¾ Concreto Leve ou Laje Opcional 3,7 cm de 4 Parafusos #10
Placa OSB
de 3/4¾
Concreto Leve ou Laje
Opcional 3,7 cm de
4 Parafusos #10
Guia
Viga Piso
Espessura Típica
¾
¾
Viga Piso
Montante
Viga Piso Alinhada
com Eixo Montante
Painel Inferior
FiguraN°41

Para pisos em balanço de madeira ou metal, ver detalhes das Figuras No. 42 e 43 (laje ou concreto leve sobre tablado do piso).

DETALHE DO VIGAMENTO DO PISO

Montante Autoperfurantes Perfil Guia Inferior Concreto Leve ou Laje Opcional 3,7 cm de Espessura Típica
Montante
Autoperfurantes
Perfil Guia Inferior
Concreto Leve ou Laje
Opcional 3,7 cm de Espessura
Típica Sobre OSB de 3/4”
Reforço de Alma no
Apoio Parafusos #8
Viga Composta
Montante
FiguraN°42

DETALHE DO VIGAMENTO DO PISO

Tablado de Madeira À Vista Montante Alinhado Com Vigas do Piso Guia Superior Chapa Dobrada
Tablado de Madeira
À Vista
Montante Alinhado
Com Vigas do Piso
Guia
Superior
Chapa Dobrada
Galvanizada
Montante
Viga
Composta
FiguraN°43
Assento para
Viga do Piso

Uma prática comum para se obter uma barreira de som melhor, ou para proporcionar maior solidez ao piso, é agregar um concreto leve de, aproximadamente, 50 a 70 mm sobre o tablado do piso de OSB (Figura No. 44).

PISOS E LAJES

¾

¾

¾

¾

ESQUEMA ESTRUTURAL 2o. PAVIMENTO

Lã de Vidro Viga Superior 1,6
Lã de Vidro
Viga Superior 1,6

Carpete/Cerâmica/Piso de Madeira

Capa de Concreto ou Placa Cimentícia Tela de Aço Painel OSB (Opcional)

Placa de Gesso Acartonado

Filme de Polietileno

Parafuso

Autoperfurante

Acartonado Filme de Polietileno Parafuso Autoperfurante FiguraN°44 SEGUNDO PAVIMENTO 21 O piso ou laje para o

FiguraN°44

SEGUNDO PAVIMENTO

Parafuso Autoperfurante FiguraN°44 SEGUNDO PAVIMENTO 21 O piso ou laje para o segundo pavimento é igual

21

O piso ou laje para o segundo pavimento é igual ao piso do primeiro pavimento construído elevado, como mostram as figuras No. 39, 40, 41 e 42. Observe os detalhes das conexões (Figuras No. 45, 46 e 47).

VIGA DO PISO CONTÍNUA APOIADA NO MONTANTE Reforço com 4 Parafusos #8 Viga Piso Guia
VIGA DO PISO CONTÍNUA APOIADA NO MONTANTE
Reforço com
4 Parafusos #8
Viga Piso
Guia
Montante Estrutural

FiguraN°45

ESQUEMA ESTRUTURAL 2° PAVIMENTO Viga Piso Reforço Com Parafusos #8 9 cm min Apoio Viga
ESQUEMA ESTRUTURAL 2° PAVIMENTO
Viga Piso
Reforço
Com Parafusos #8
9 cm min Apoio
Viga Piso
Guia
Montante
FiguraN°46

EXTENSÃO DE VIGA DE PISO

60 cm de Acordo ao Cálculo Guia de Junção Mesma Espessura que a Viga do
60 cm
de Acordo
ao Cálculo
Guia de Junção Mesma
Espessura que a Viga do Piso
Viga do Piso
Parafusos #10
FiguraN°47
de Cada Lado
ao Cálculo Guia de Junção Mesma Espessura que a Viga do Piso Viga do Piso Parafusos

ESTRUTURA DO SEGUNDO PAVIMENTO

22

ESTRUTURA DO SEGUNDO PAVIMENTO 22 ESTRUTURA DO SEGUNDO PAVIMENTO Uma vez terminado o piso ou laje

ESTRUTURA DO SEGUNDO PAVIMENTO

Uma vez terminado o piso ou laje do segundo pavimento, construa as paredes externas e internas da mesma forma que do primeiro pavimento (Figura No. 48 e Capítulos Vãos de Janelas e Portas pág 13 / Diagonais pág. 14 / Tesouras pág. 16 / Beirais e Forros pág. 18).

ESQUEMA ESTRUTURAL 2° PAVIMENTO

Cobertura
Cobertura

Tesoura

Viga Piso

Guia

Montante

Placa de Gesso Acartonado

Placa OSB ou Compensado

Alinhamento (Viga, Montante, Tesoura)

Viga/Verga

FiguraN°48

Montante Placa de Gesso Acartonado Placa OSB ou Compensado Alinhamento (Viga, Montante, Tesoura) Viga/Verga FiguraN°48

ESCADAS E CURVAS

ESCADAS E CURVAS 1- ESCADAS Seguindo o plano de cálculo, construa a escada de acordo às

1- ESCADAS

Seguindo o plano de cálculo, construa a escada de acordo às Figuras No. 49 e 50.

Note que o corte superior e inferior da viga metálica se fará da mesma forma como no sistema tradicional.

DETALHE ESCADA

da mesma forma como no sistema tradicional. DETALHE ESCADA Perfil Degrau de Madeira ou Metal Apoio
Perfil
Perfil

Degrau de Madeira ou Metal

DETALHE ESCADA Perfil Degrau de Madeira ou Metal Apoio Perfil (0,95) da Largura do Degrau FiguraN°49
DETALHE ESCADA Perfil Degrau de Madeira ou Metal Apoio Perfil (0,95) da Largura do Degrau FiguraN°49

Apoio Perfil (0,95) da Largura do Degrau

FiguraN°49

Composto

DETALHE DA ESCADA

Viga do Piso Viga do Piso Composta Descanso Corte Superior Corte Inferior FiguraN°50
Viga do Piso
Viga do Piso
Composta
Descanso
Corte Superior
Corte Inferior
FiguraN°50

2 - CURVAS

Uma das vantagens deste sistema é a facilidade de trabalhar com projetos que incluam curvas.

a)Pegue a guia inferior e corte uma das abas e alma desta, aproximadamente, a cada 5 cm, e le dê a forma desejada (Figura No. 51)

ESCADAS E CURVAS

b)Repita o mesmo com a guia superior e arme a parede curva. A distância entre montante e montante dependerá da curvatura. Quanto más fechada a curva, mais próximos os perfis. Uma vez obtida a curva, sobre a aba destacada ponha um tirante como reposição desta, de modo a fixar a curvatura desejada.

Nota: Para recobrir esta curva com placa de gesso acartonado, molhe esta com água até ficar suficientemente flexível para curvá-la ao raio

GUIA CURVA

Aba sem Cortar

Guia Para Reforço Agregue um
Guia
Para Reforço
Agregue um

FiguraN°51

Tirante/Cinta

PAREDE EM CURVA

Guia Montante Para Reforço Agregue Tirante/Cinta FiguraN°52
Guia
Montante
Para Reforço
Agregue Tirante/Cinta
FiguraN°52

23

Agregue um FiguraN°51 Tirante/Cinta PAREDE EM CURVA Guia Montante Para Reforço Agregue Tirante/Cinta FiguraN°52 23

REVESTIMENTOS INTERNOS E EXTERNOS

REVESTIMENTOS INTERNOS E EXTERNOS REVESTIMENTOS INTERNOS E EXTERNOS 2 - Siding: Este material é instalado sobre

REVESTIMENTOS INTERNOS E EXTERNOS

2 - Siding: Este material é instalado sobre uma placa de madeira tipo OSB ou Compensada que é aparafusada nos montantes com parafusos autoperfurantes de #8 ou de #6 a cada 15 cm e um isolante hidrófugo de #10 lb para impeder a infiltração da umidade (Figura No.

54)

24 REVESTIMENTO INTERNOS

Steelhouse

O Sistema

revestimentos internos. Os mais comuns são:

aceita

todo

o

tipo

de

1- Placa de Gesso Acartonado: Se aparafusa nos perfis usando parafusos autoperfurantes a cada 15 cm em cada perfil.

2- Placa Cimentícia: Se aparafusa com parafusos

autoperfurantes de #8 x 1 ¼”.

3- Madeiras Macho-e-Fêmea: Igual que as anteriores,

usando 1 a 2 parafusos por tábua.

4- Reboco: Para proporcionar um aspecto tradicional,

pode se rebocar usando uma tela com feltro

incorporado. Sobre este material aplica-se o reboco de

2,5 cm. Esta tela fica aparafusada em cada perfil com

parafusos autoperfurantes de #8 x ½” galvanizados e

sem nenhum outro respaldo a não ser o papel feltro.

REVESTIMENTOS EXTERNOS

O Sistema Steelhouse também aceita os mesmos

revestimentos externos que uma parede de madeira.

Os

mais comuns são:

1-

Placa Cimentícia: Estas são instaladas sobre um

isolante hidrófugo e um isolante de 10 mm, no mínimo, para evitar a ponte térmica. São aparafusados com parafusos galvanizados autoperfurantes de #6 a cada 15 cm (Figura No. 53).

REVESTIMENTO COM PLACA CIMENTÍCIA

REVESTIMENTO COM SIDING Isolante Hidrófugo Isolante Termo-Acústico, OSB Aparafusado a Cada 15 cm em Cada
REVESTIMENTO COM SIDING
Isolante Hidrófugo
Isolante
Termo-Acústico,
OSB Aparafusado
a Cada 15 cm em Cada Per l
Siding
Fundação “Radier”

FiguraN°54

3- Reboco: Da mesma maneira que no revestimento interno com reboco, mas agrega-se poliestireno expandido ou placas OSB com, no mínimo, 10mm. Os acabamentos neste sistema são os típicos usados no sistema tradicional (pinturas, texturas, cerâmicas, etc) (Figura No. 55).

REVESTIMENTO COM REBOCO Isolante Poliestireno Expandido (20 Kg) 10 mm Mínimo Isolamento Termo-Acústico Tela para
REVESTIMENTO COM REBOCO
Isolante Poliestireno Expandido
(20 Kg) 10 mm Mínimo
Isolamento
Termo-Acústico
Tela para Argamassa
Montante
3 cm de Argamassa/Tijolo À Vist
Parafusos Galvanizados
a Cada 15 cm em Cada Per l
FiguraN°55
Isolante Termo-Acústico, Montante RADIER FiguraN°53
Isolante
Termo-Acústico,
Montante
RADIER
FiguraN°53

Isolante Hidrófugo

Isolante Poliestireno

Expandido (Opcional)

Placa Cimentícia

Parafusos Galvanizados a Cada 15 cm em Cada Perfil, Ancoragem com Rosca

*Nota: É necessário se evitar a ponte térmica com algum material isolante tipo poliestireno ou madeira (OSB ou Compensado).

É necessário se evitar a ponte térmica com algum material isolante tipo poliestireno ou madeira (OSB

INSTALAçÕES DE GÁS, ELÉTRICA, ISOLANTES E OUTROS

INSTALAçÕES DE GÁS, ELÉTRICA, ISOLANTES E OUTROS INSTALAçÕES DE GÁS, ELÉTRICA, ISOLANTES E OUTROS INSTALAçÕES DE

INSTALAçÕES DE GÁS, ELÉTRICA, ISOLANTES E OUTROS

INSTALAçÕES DE SERVIçOS

No Sistema Steelhouse, os montantes já vêm

perfurados para facilitar as instalações de gás, elétricas

e hidráulicas.

O

estas não virem perfuradas.

instalador normalmente apenas perfura as guias, por

Sempre o instalador deve isolar e proteger o cobre do aço galvanizado para evitar a eletrólise e proteger o sistema elétrico de eventuais cortes.

Isto é possível com um isolante de poliestireno. Todas as separações e conexões devem ser aparafusadas nos perfis para suportar movimentos sísmicos e para evitar ruídos como os produzidos nas tubulações de água.

Para instalar caixas elétricas, instale uma peça metálica, aparafusada diretamente no montante (Figura No. 56).

PEÇA DE APOIO Caixa Elétrica Perfil 2 Pregos ou Parafusos de Cada Lado Perfil Montante
PEÇA DE APOIO
Caixa Elétrica
Perfil
2 Pregos ou Parafusos
de Cada Lado
Perfil Montante
Guia
FiguraN°56
Os isolantes mais usados são:

1- Poliestireno Expandido: Cortam-se as placas deste material de modo a ficarem um pouco apertadas entre os perfis, assim não sera necessário nenhum mecanismo adicional para prendê-las.

2 - Lã de Vidro: Coloca-se a partir do momento em que

um dos fechamentos (uma face) já esteja instalada, de

modo a prender/segurar este material. Pode se instalar prensado ou com grampos.

OUTROS

O Sistema Steelhouse também pode ser usado em:

1- A construção de fechamentos perimetrais. a)Instale um montante de 90x40x12 de 0,95 mm a

cada 60 cm, em forma de poste, em um buraco de 60

cm de profundidade e 20 cm de diâmetro, aprume-o e

preencha com concreto. b)Tire o nível na altura desejada do fechamento e corte todos os perfis para que fiquem na mesma altura. c)Instale uma guia de 90x30 de 0,95 mm aparafusada com 2 parafusos de #8 x ½” em cada perfil. d)Instale uma ou mais guias a cada 60 cm

verticalmente entre perfil e perfil como ponto de apoio, dobre as pontas e utilize-as como esquadro. e)Instale a tela para argamassa com parafusos de #8 x

½” a cada 15 cm.

f)Reboque com 3 cm por amobs lados proporcionando o acabamento desejado (Figura No. 57).

2- Para a instalação dos móveis de cozinha, use o mesmo sistema de 2”x4” de perfil como mostra a Figura No. 56, (reforço) coloque estes bloqueios na altura desejada para logo montar (aparafusar) os móveis de cozinha, estantes, acessórios de banheiros, etc.

DETALHE DE PAINEL COM TELA E REBOCO

Guia Superior Duplos Usando a Mesma Guia com 3 Parafusos #8 60 cm 20 cm
Guia Superior
Duplos Usando
a Mesma Guia
com 3 Parafusos #8
60 cm
20 cm
Concreto
Tela Reboco
FiguraN°57
Feltro Incorporado
Altura do Fechamento
94cm
Cada
Tira

25

#8 60 cm 20 cm Concreto Tela Reboco FiguraN°57 Feltro Incorporado Altura do Fechamento 94cm Cada

TRANSPORTE DE PAREDES E TESOURAS

TRANSPORTE DE PAREDES E TESOURAS TRANSPORTE DE PAREDES E TESOURAS 26 Quando paredes externas e/ou internas

TRANSPORTE DE PAREDES E TESOURAS

26 Quando paredes externas e/ou internas e tesouras forem transportadas, já montadas no Sistema Steelhouse, devem sempre ser assentadas a 45°.

Esta regra vale para transporte em qualquer tipo de veículo (caminhões, vagões, etc), como também no transporte manual dentro da obra.

Estas estruturas se não estiverem a 45°, devem ter apoios a cada 3 metros, no máximo, afim de se evitar deformações.

O ideal para se transporter paredes e tesouras dentro da obra é faze-lo com o maior número de pessoas possíveis e na posição mais próxima de 45°.

TRANSPORTE DE PAREDES E TESOURAS Incorreto Correto 45° Apróx. FiguraN°58
TRANSPORTE DE PAREDES E TESOURAS
Incorreto
Correto 45° Apróx.
FiguraN°58
e na posição mais próxima de 45°. TRANSPORTE DE PAREDES E TESOURAS Incorreto Correto 45° Apróx.
CORTE LONGITUDINAL DE UMA CASA Cobertura Perfil Guia de Contenção Concreto Sanefa Autoperfurante (Típico) Junta

CORTE LONGITUDINAL DE UMA CASA

CORTE LONGITUDINAL DE UMA CASA Cobertura Perfil Guia de Contenção Concreto Sanefa Autoperfurante (Típico) Junta
Cobertura Perfil Guia de Contenção Concreto Sanefa Autoperfurante (Típico) Junta
Cobertura
Perfil
Guia de Contenção
Concreto
Sanefa
Autoperfurante
(Típico)
Junta

Perfil Ômega

Sanefa Autoperfurante (Típico) Junta Perfil Ômega Filme de Polietileno e=0,15 mm Placa OSB 15 mm Viga

Filme de Polietileno e=0,15 mm

Junta Perfil Ômega Filme de Polietileno e=0,15 mm Placa OSB 15 mm Viga de Piso, Forro
Placa OSB 15 mm
Placa OSB 15 mm
Viga de Piso,
Viga de Piso,
Forro Suspenso Guia Superior
Forro Suspenso
Guia Superior
Isolação Placa de Gesso 15 mm Termo-Acústica Montante Tela de Aço Guia Inferior Capa de
Isolação
Placa de Gesso 15 mm
Termo-Acústica
Montante
Tela de Aço
Guia Inferior
Capa de Concreto e=5 cm
Autoperfurante
Filme de Polietileno e=0,15 mm
(Típico)
Placa OSB 15 mm
Conexão em Ângulo
Viga de Piso
Forro Suspenso
OCA20
Junta
Guia Superior
Isolante
Termo-Acústico
Montante
Perfuração,
Isolação Termo-Acústica
Placa de Gesso e=15 mm
Revestimento
Guia Inferior
Externo
Rodapé
Laje e=10 cm
Autoperfurante
Filme de Polietileno e=0,15 mm
N.T.N. Prego
Base Granulada Compactada e=10 cm
Viga de Fundação
Sub-Base Compactada

FiguraN°59

FICHA TÉCNICA DOS PERFIS ESTRUTURAIS STEEL HOUSE

28

FICHA TÉCNICA DOS PERFIS ESTRUTURAIS STEEL HOUSE 2 8 FICHA TÉCNICA DOS PERFIS ESTRUTURAIS STEEL HOUSE

FICHA TÉCNICA DOS PERFIS ESTRUTURAIS STEEL HOUSE

1-Definição: : São elementos de seção aberta de aço galvanizado em forma C, U, Ômega, formados à frio, onde uma tira de aço é dobrada, em múltiplas etapas, através de diversos rolos (cabeçotes) que vão lhe dando a forma desejada. Estruturalmente, estes elementos trabalham pela forma e não pela massa, com os quais, podem se armar estruturas metálicas de baixo peso, mas de grande resistência estrutural.

2-Usos: Os perfis estruturais têm diversas aplicações tanto na construção de casas e edifícios (até 4 pavimentos), como também em fachadas, entrepisos (mezaninos), telhados, paredes divisórias, escadas, racks de armazenagem, cenários, entre outros.

3-Características:

a) Resistência Mecânica: Além do benefício de ter uma elevada relação resistência/peso, os valores de tensão de escoamento e ruptura se mantém independentes da umidade ambiente e das condições de armazenagem.

b) Incombustibilidade: A estrutura de aço é incombustível, constituindo um elemento adicional à segurança ao fogo.

c)Versatilidade: O aço leve permite a construção de diversos tipos de projetos arquitetônicos ou de usos.

d)Durabilidade: Devido ao seu recobrimento de zinco (por imersão à quente), tem enorme vida útil contra a corrosão. É também resistente à ação de cupins, fungos e roedores.

e)Estabilidadedimensional: O aço galvanizado não sofre alterações pela ação da umidade. Não empena e nem perde retinilidade pela ação do meio ambiente.

f)Proteçãoambiental: O aço galvanizado é totalmente reciclável, permitindo a reutilização de todos os perfis.

4- Matéria Prima: As bobinas de aço cumprem as seguintes especificações segundo a norma

ABNTNBR15.253.

a-ChapaBase. Aço zAR-250 equivalente ao Grau 250 (designação SS) da norma ASTM A 653.

b-ComportamentoMecânico

Escoamento Mínimo (MPa) / Resistência à tração minima (MPa) / Ruptura minima (%)

/ Resistência à tração minima (MPa) / Ruptura minima (%) c-ComposiçãoQuímica Elemento Conteúdo% Carbono

c-ComposiçãoQuímica

Elemento

Conteúdo%

Carbono

0,2 máx

Manganês

0,6 máx

Enxofre

0,004 máx

.

d-RecobrimentoSuperficial: Denominado z 275 (275 gr/m2) que equivale a uma cobertura nas duas faces da chapa base de um revestimento de zinco (pureza maior ou igual a 98%), obtido por um processo de imersão à quente homogêneo e sem fendas ou outro que afete seu uso. O revestimento de zinco total em ambas faces soma 0,04 mm de espessura.

e- Aspecto Superficial: A chapa recoberta com a proteção de zinco apresenta um aspecto externo homogêneo em forma de estrela (denominado também flor) devido à cristalização visível do zinco. É possível que possa variar o tamanho e densidade da distribuição das flores na mesma face da chapa ou de uma chapa para outra.

5- Características do Perfil Conformado: Segundo estabelece a norma ABNT NBR 15.253

a-Designação: Os perfis estruturais são designados com as letras PG (Perfil Galvanizado) mais um letra

que identifica a seção transversal do mesmo (U, C, O)

e em seguida com as medidas em milímetros da alma

e a espessura, ex: PGC 90 x 0,95. (Para mais detalhes ver a tabela de produtos na seção 7).

em milímetros da alma e a espessura, ex: PGC 90 x 0,95. (Para mais detalhes ver

FICHA TÉCNICA DOS PERFIS ESTRUTURAIS STEEL HOUSE

FICHA TÉCNICA DOS PERFIS ESTRUTURAIS STEEL HOUSE 1 No caso de se efetuar uma solda sobre

1 No caso de se efetuar uma solda sobre esta chapa (para o uso de Steel House, recomenda-se apenas fixações com parafusos autoperfurantes), o revestimento de zinco da area afetada evaporará por superar seu ponto de ebulição. Neste caso, posteriormente, deve-se efetuar uma proteção anticorrosão adequada.

2 É possível que sejam mencionadas também as demais medidas (aba e lábios

b-Tabelasdeusoparaavaliarocomportamentoaos esforçosmecânicos: Como guia de referencia, a Steel House recomenda usar o MANUAL DE ENGENHARIA Do Centro Brasileiro Da Construção em Aço CBCA, e a norma ABNT NBR 15.253. Os projetos sempre devem ser assessorados por um profissional capacitado para tal.

c-Perfurações: Os PGC, afim de facilitar as instalações, podem ou não (segundo pedido) ser fabricados previamente perfurados. A norma especifica os seguintes detalhes: o eixo maior da perfuração deve coincidir com o eixo longitudinal do perfil; a distância entre os centros das perfurações sucessivas deve ser de 600 mm +/- 2 mm. Por outro lado, as bordas das perfurações deverão também estar livres de rebarbas e bordas de modo a não ocasionarem danos durante a passagem das tubulações de água, gás e eletricidade. A seguir, se mostra uma figura que ilustra isto (medidas em mm)

6-Identificação e Embalagem. Todos os perfis são marcados para sua identificação onde se escreve visivelmente as características do perfil (tipo, dimensões e espessura) e o turno de produção do mesmo.

Para a embalagem, os perfis são agrupados em pacotes por um processo automatizado de cintagem. Assim, facilita-se o transporte e descarregamento destes. Estes pacotes são etiquetados com código de barras que mencionam detalhes sobre a fabricação do produto como: matéria prima, dados de turno, máquina e operador responsável pelo processo, etc.

Desta maneira, a rastreabilidade no caso de alguma reclamação fica fácil e pode-se tomar as devidas precauções e correções adequadas.

7-TabeladeProdutoscomEspecificaçõesTécnicas

A seguir são apresentados dois tipos de tabelas: a primeira menciona as medidas e espessuras dos perfis disponíveis (outros tipos sob consulta) e as próximas, mostram o centro de gravidade, inércia, raio de giro, etc, dos perfis para os cálculos de Engenharia que se necessite.

100

300 600 300 38
300
600
300
38

29

inércia, raio de giro, etc, dos perfis para os cálculos de Engenharia que se necessite. 100

FICHA TÉCNICA DOS PERFIS ESTRUTURAIS

30

C 95 0,91 0,95 95 0,91 0,95 95 0,91 0,95 8 95 0,91 0,95 95
C
95
0,91
0,95
95
0,91
0,95
95
0,91
0,95
8
95
0,91
0,95
95
0,91
0,95
8
95
0,91
0,95
8
8
30 C 95 0,91 0,95 95 0,91 0,95 95 0,91 0,95 8 95 0,91 0,95 95
30 C 95 0,91 0,95 95 0,91 0,95 95 0,91 0,95 8 95 0,91 0,95 95
TABELA DE PERFIS PGC STEEL HOUSE SEGUNDO NORMA IRAM- IAS U 500-205 E U 500-206
TABELA DE PERFIS PGC STEEL HOUSE SEGUNDO NORMA IRAM- IAS U 500-205 E U 500-206

TABELA DE PERFIS PGC STEEL HOUSE SEGUNDO NORMA IRAM- IAS U 500-205 E U 500-206

31

FICHA TÉCNICA DOS PERFIS ESTRUTURAIS
FICHA TÉCNICA DOS PERFIS
ESTRUTURAIS
TABELA DE PERFIS PGC STEEL HOUSE SEGUNDO NORMA IRAM- IAS U 500-205 E U 500-206 31

FICHA TÉCNICA DOS PERFIS ESTRUTURAIS

32

95 0,91 5 95 0,91 5 95 0,91 5 95 0,91 5 95 0,91 5
95
0,91
5
95
0,91
5
95
0,91
5
95
0,91
5
95
0,91
5
95
0,91
5
FICHA TÉCNICA DOS PERFIS ESTRUTURAIS 32 95 0,91 5 95 0,91 5 95 0,91 5 95
FICHA TÉCNICA DOS PERFIS ESTRUTURAIS 32 95 0,91 5 95 0,91 5 95 0,91 5 95
TABELA DE PERFIS PGU STEEL HOUSE SEGUNDO NORMA IRAM-IAS U500-205 E U500-206 33 FICHA TÉCNICA
TABELA DE PERFIS PGU STEEL HOUSE SEGUNDO NORMA IRAM-IAS U500-205 E U500-206 33 FICHA TÉCNICA

TABELA DE PERFIS PGU STEEL HOUSE SEGUNDO NORMA IRAM-IAS U500-205 E U500-206

33

FICHA TÉCNICA DOS PERFIS ESTRUTURAIS
FICHA TÉCNICA DOS PERFIS
ESTRUTURAIS
TABELA DE PERFIS PGU STEEL HOUSE SEGUNDO NORMA IRAM-IAS U500-205 E U500-206 33 FICHA TÉCNICA DOS

FICHA TÉCNICA DOS PERFIS ESTRUTURAIS

34

A
A

TABELA DE CINTAS METÁLICAS STEEL HOUSE

Fita 91 Fita 91 Fita Fita 2 Fita 91
Fita
91
Fita
91
Fita
Fita
2
Fita
91
TÉCNICA DOS PERFIS ESTRUTURAIS 34 A TABELA DE CINTAS METÁLICAS STEEL HOUSE Fita 91 Fita 91