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TÓPICOS

Sistemas elétricos submarinos

Registradores eletrônicos de Pressão e temperatura

O que é PDG

SAS

Sistema elétrico na ANM

TPT-AR

SISTEMAS ELÉTRÔNICOS DE MONITORAÇÃO

TREINAMENTO DE TÉCNICOS DE OPERAÇÃO - MFP 1


TÓPICOS

1. Sistemas elétricos submarinos

1.1.Tipos de Sistemas
1.2.Utilização
1.3.Vantagens de Desvantagens

2. Registradores eletrônicos de Pressão e temperatura

2.1 Definições
2.2 Parâmetros metrológicos

3. Sensor Permanente de Fundo – PDG

3.1.O que é PDG


3.2.Funcionamento
3.3.Tipos de Sensores
3.4.Por que instalar PDG?
3.4.1. Razões Técnicas
3.4.2. Rasões Econômicas
3.4.3. Outras
3.5.Componentes/Instalação
3.6.Histórico das Instalações na Bacia de Campos
3.7.Performance do sistema

4. SAS

4.1.Descrição e finalidade
4.2.Funcionamento
4.3.Descrição do software
4.3.1.Teclado do Equipamento
4.3.2.Software SAS.EXE

5. Sistema elétrico na ANM

5.1.Descrição e finalidade
5.2.Funcionamento
5.3.Montagem / Instalação
5.4.Equipamento de Superfície

1. Sistemas Elétricos Submarinos

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1.1.Tipos de Sistemas

• Convencionais

• Multiplexados

• Comando hidro-acústico

• Transmissão a laser

1.2.Utilização

• Monitoração

• Controle

• Sinalização

• Posicionamento

1.3. Vantagens

• Velocidade na resposta

• Distâncias Grandes

• Maior Continuidade Operacional

• Maiores LA’s

• Comando / informações mais precisas

• Menor Custo

1.4. Desvantagens

• Descrença

2. Registradores eletrônicos de Pressão e Temperatura

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2.1.Definição

Registradores eletrônicos de pressão e temperatura são instrumentos de


medição/monitoração que possuem dois sensores que percebem a variação da
grandeza que está sendo medida/monitorada e enviam um sinal que é “tratado”
em um circuito eletrônico e enviado para um circuito de saída que indica qual o
valor da grandeza, que no presente caso são a pressão e a temperatura.

2.2.Parâmetros metrológicos:

Os registradores de pressão têm o seu princípio de funcionamento baseado na


elasticidade dos materiais, consequentemente estão sujeitos a imperfeições de
funcionamento (erros de medição)
Existe, consequentemente, uma série de parâmetros conhecidos como
parâmetros metrológicos que indicam qual a natureza e o valor quantitativo
destas imperfeições

2.2.1. Capacidade

Limite máximo de pressão ou temperatura ao qual o registrador pode ser


submetido. Apesar de não ser um parâmetro metrológico, a capacidade é
utilizada para definição dos valores limites de outros parâmetros.

2.2.2. Exatidão X precisão

Conforme a literatura da instrumentação:

Exatidão: Reflete a proximidade entre o valor real e o medido. É expressa em


percentual da capacidade do registrador.

Precisão: reflete a proximidade entre duas ou mais medições feitas com método
sem se importar com a proximidade do valor real.

2.2.3. Repetibilidade

Repetibilidade: é uma estimativa da precisão. É a diferença de magnitude entre


duas medidas feitas sob as mesmas condições, com o mesmo equipamento e
pelo mesmo operador. É expressa como a máxima diferença entre duas medidas.
Geralmente é expressa em percentual da capacidade do aparelho.

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2.3.4. Sensibilidade ou Resolução

Sensibilidade é a menor alteração do parâmetro medido que pode ser acusado


pelo registrador. É expressa em porcentagem da capacidade do registrador.

2.2.5. Estabilidade X Drift

Estabilidade: é a capacidade do sensor acusar uma deflexão constante por um


certo tempo quando submetido a pressão e temperatura constantes.

Drift: é o contrário da estabilidade. É a variação na medida durante um período de


tempo estando a pressão e temperatura constantes.

2.2.6. Histerese

Histerese é o fenômeno pelo qual um registrador, quando submetido às mesmas


pressões, pode acusar deflexões diferentes, conforme estas pressões, para uma
mesma temperatura, sejam aplicadas nos sentidos ascendente e descendente.

2.2.7. Linearidade

Linearidade mostra a dispersão ( em relação a uma reta ) dos pontos de um


gráfico. Sempre que se usa pressões calculadas com uma equação da reta,
estamos introduzindo erro de linearidade.

3. Sensor Permanente de Fundo – PDG

3.1.O que é PDG?

PDG : Permanent Downhole Gauge > É um sensor (registrador) de pressão e


temperatura instalado na coluna de produção que tem por objetivo medir
continuamente em tempo real, os valores destes parâmetros num determinado
ponto do fundo do poço, o mais próximo possível dos canhoneados.

3.2.Funcionamento

O princípio de funcionamento do PDG é baseado na deflexão dos sensores


quando submetidos às variáveis que se deseja medis. Neste caso específico,
quando o sensor é alimentado e estimulado, pela deflexão, ele envia um sinal ao
circuito eletrônico nele instalado e o mesmo envia à saída um sinal de freqüência
que varia conforme a variação da grandeza medida.

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3.3.Tipos de sensores

Há dois tipos de sensores, dentre alguns que existem, que se destacam devido
aos parâmetros metrológicos e por isto são ao mais usados nestes tipos de
registradores.

Estes dois tipos são: O STRAIN GAUGE e o Cristal QUARTZ GAUGE

As principais características, de comparação, destes dois sensores utilizados na


Bacia de Campos, São:

STRAIN GAUGE CRISTAL QUARTZ


GAUGE

FABRICANTE Schlumberger Quartzdyne

MÁXIMA TEMP (º C) 150 175

MÁXIMA PRESSÃO (psi) 10.000 16.000

DRIFT (psi/ano) 10 2

CONFIABILIDADE BOM BOM

ROBUATEZ MUITO BOM BOM

3.4.Por que Instalar o PDG?

Testes de Longa Duração (gerenciamento de Reservatório)


Observação contínua dos fenômenos que ocorrem nos reservatórios
( parafinação das linha, hidrato, etc.)
Aumento da produtividade
Aumento do fator de recuperação (F.R)

3.4.2. Razões econômicas:

Economia de milhares de dólares comparando o custo da instalação com o custo


de registro com sonda.

3.4.3. Outras

Preservação do meio ambiente

Diminuição de riscos de acidentes (pescaria, etc...)

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3.5.Componentes / Instalação

A seguir serão mostrados os componentes (sensor, mandril, cabo, cintas e


conectores) e como é a configuração da instalação no poço.

3.6.Histórico das instalações na Bacia de Campos

1a. FASE - < 1995

- Tecnologia inadequada
- Baixa performance

2a. FASE – 1995- 2000

- Sensor de quartzo, cabos, conectores, SAS , cabos


- Manifold

3a. FASE – > 2000

- Implementação de Melhorias
- Sensor digital, redundância, equipamento de superfície, ROV
- Novos Desafios
- Sistema ECOS

3.7.Performance do Sistema

A evolução do tempo de funcionamento dos sistemas instalados na bacia de


Campos está retratado no gráfico abaixo e o progresso conseguido em relação à
quantidade de sensores em funcionamento e a média de vida útil dos mesmos.

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Estas melhorias ( nos 4 últimos anos em relação a décadas passadas) foi
conseguida principalmente através das seguintes medidas:

Melhoria de tecnologia.

Aquisição de material de melhor tecnologia e melhores controles de fabricação.

Treinamento de pessoal especializado para o acompanhamento / fiscalização de


toda a instalação.

Confecção de procedimentos para garantir a qualidade da instalação.

PDG – MELHORIAS IMPLEMENTADAS

 CABO: vedação metal/metal cabo encapsulado


 CONECTORES ELÉTRICOS: dupla vedação e maiores tolerâncias
 SENSORES: transmissão digital e redundância
 SAS: Fornecimento pelo próprio fabricante do sensor
 ACESSO AOS DADOS: integração ao PI

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45
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25
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5
0
90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 0 1 2 3 4

PDG - INSTALAÇÕES
TOTAL ATÉ 12/2004 = 253

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4. SAS

4.1 Descrição e finalidade

O SAS é um instrumento eletrônico desenvolvido pela Petrobrás para monitorar a


pressão e temperatura provenientes deste sensor e trata estes sinais, através de
uma equação matemática, obtendo os valores destas grandezas no momento
exato da medição.

4.2. Funcionamento

O SAS é alimentado por uma bateria externa de 24 Volts ou diretamente da rede


110 ou 220 V AC.) utilizando, neste caso, a sua bateria interna.

O equipamento é dimensionado para poder se “comunicar” com o PDG e através


de um softwere, que já é previamente carregado no sistema, obtém-se a
comunicação necessária para se obter os valores desejados.

O SAS tem capacidade para monitorar até 4 sensores, de fabricação


SCHULUMBERGER, GRC e EXPRO, podendo ser adaptado para qualquer outro
tipo de sensor de qualquer fabricante.

O SAS tem capacidade de armazenar os dados de Pressão e Temperatura na sua


memória interna que pode ser acessada e arquivada facilmete por um micro
computador através do softwere SAS.EXE.

PAINEL DE SUPERFÍCIE SAS

0100090000037800000002001c00000000000400000003010800050000000b020
0000000050000000c026c038d04040000002e0118001c000000fb0210000700000
00000bc02000000000102022253797374656d00038d04000083eb0000985c1100
04ee8339385118000c020000040000002d01000004000000020101001c000000fb
02ceff0000000000009001000000000440001254696d6573204e657720526f6d616
e0000000000000000000000000000000000040000002d01010005000000090200
0000020d000000320a2d00000001000400000000008b046803205c16000400000
02d010000030000000000

4.3 – Descrição do Software

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4.3.1- Teclado externo

Há um teclado com 12 teclas cuja função será descrita a seguir:

Teclas de 1 à 4 > Servem para selecionar o registrador o qual se deseja ler os


parâmetros. Ao pressionar cada tecla o display marcará os valores do registrador
PDG
Que esta ligado no canal correspondente à tecla pressionada.

Tecla 5 > Ao ser pressionada indicará o valor de freqüência da pressão e da


temperatura que esta sendo enviada pelos sensores de PDG ( Previamente
selecionado pelas teclas de 1 à 4)

Tecla 6 > Ao ser selecionada indicará o valor de pressão e temperatura que esta
sendo registrado pelo PDG previamente selecionado.

Tecla 7 > Ao ser pressionada indicará o valor da Tensão DC que está presente no
PDG previamente selecionado.

Tecla 8 > Ao ser pressionada indicará o valor da corrente DC que esta presente
no PDG previamente selecionado.

Tecla 9 > Ao ser pressionada indica a data e a hora atual do relógio interno do
equipamento.

Teclas 0,# e * > Sem utilização no presente software.

4.3.2. Software SAS.EXE

Este softwere foi desenvolvido para realizar modificações no software residente


no aparelho SAS, é através do uso de um micro computador acoplado ao
CONECTOR PARA INTERFACE SERIAL do SAS pode-se acessar o softwere
interno do mesmo e efetuar modificações na configuração do sistema.

Todas as modificações possíveis e os recursos disponíveis neste softwere


SAS.EXE serão descritos a seguir:

Para entrar no programa digitar SAS a partir do diretório C:\ SAS (Obs: Para
ocorrer a interação com o aparelho, o mesmo deve estar ligado e em perfeito
funcionamento)

Aparecerá a 1ª tela do programa, que mostra a leitura de todos os parâmetros

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que estão sendo lidos nos sensores que estão ativados no sistema, o tempo entre
amostras que serão armazenados, o número de blocos livres para gravação, a
data e hora atual e duas opções de controle:

F2 > para sair do programa

F10 > para interagir com o programa que pode efetuar as modificações no
sistema.

Ao pressionar F10 aparecerá na tela as opções:

USUÁRIO (1 – 9)? > Digite o numero do usuário e tecle <ENTER>

SENHA ? > Digite a sua senha (4 dígitos) e tecle < ENTER>

Se a senha estiver correta, o equipamento entrará no modo que permitirá que


sejam feitas alterações na configuração inicial.

Obs: Inicialmente a senha de cada usuário é o próprio numero digitado 4 vezes


(Ex: Usuário 1, 1111)

As senhas dos 9 usuários poderão ser modificados, como será exposto adiante.

Aparecerá então a 2ª tela do programa, que é composta de um MENU com 10


opções (0 à 9)

Este menu possibilitará acesso aos parâmetros armazenados no SAS e sua


conseqüente modificação para a configuração atual que se deseja.

Será descrito a seguir a função de cada uma destas opções.

OPÇÂO 0 : VOLTAR PARA TELA PRINCIPAL

Esta opção é para permitir o retorno à tela principal > Digitar 0 e <ENTER>

OPÇÂO 1: ATIVAR / DESATIVAR SENSOR

Esta opção tem por finalidade permitir a ATIVAÇÃO / DESATIVAÇÃO dos


sensores

Ao ser digitado o 1 e pressionado <ENTER>, aparecerá na tela a condição atual


dos 4 sensores, se então ativados ou não, e a pergunta:

Numero do sensor para ativar / desativar (1 – 4) ? > Digite o numero do sensor

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que quer alterar a condição

Se o sensor estiver ativo será desativado e surgirá a pergunta:

Confirma a desativação <S ou N>? Digitar S e <ENTER>

Se o sensor estiver desativado será ativado e surgirá uma adição à tela em que
se escolherá o numero de série do sensor que será ligado neste canal
selecionado. Isto permite que os coeficientes do sensor sejam carregados no
sistema para serem usados aos cálculos de conversão dos sinais dos
transdutores. Para isto, responder:

Qual sensor será ligado? Escolher o sensor de A H que corresponde ao sensor


que está no poço. <ENTER>

Confirmar ativação <S ou N> ? Digitar S e <ENTER>

Opção 2: ESCOLHER TAXA DE ARMAZENAMENTO DE LEITURA DE PRESSÃO

Esta opção tem por finalidade permitir a escolha da taxa de armazenamento de


PRESSÃO em horas, minutos e segundos. Ao escolher esta opção, aparecerá na
tela:

Tempo de aquisição de pressão = D HH MM SS


Deseja alterar <N> = Se desejar alterar digite S e < ENTER> senão apenas
<ENTER>

Se a opção for S surgirá o local para efetuar a modificação > Colocar o novo
tempo e <ENTER>

Confirmar <S> = Se estiver OK teclar <ENTER>

OPÇÃO 3: ESCOLHER TAXA DE ARMAZENAMENTO DE LEITURAS DE


TEMPERATURA / V / I

Esta opção tem por finalidade permitir escolha da taxa de armazenamento da


TEMPERATURA, TENSÃO E CORRENTE em horas, minutos e
segundos. Ao escolher esta opção, aparecerá na tela:

Tempo de aquisição de pressão = D HH MM SS

Deseja alterar <N> = Se desejar alterar digite S e <ENTER> senão apenas


<ENTER>

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Se a opção for S surgirá o local para efetuar a modificação > Colocar o novo
tempo e <ENTER> confirmar < S > Se tiver ok teclar <ENTER>

OPÇÃO 4: DELTA DE PRESSÃO QUE DEVE SER ARMAZENADO

Esta opção tem por finalidade permitir a escolha da Variação de Pressão.


Embora a aquisição de dados de pressão seja feita à intervalos pré-
determinados, o SAS também armazenará a pressão se o desvio do
valor da variável for igual ou maior do que a variação programada por
esta opção.

Ao se escolher esta opção, aparecerá na tela:

TECLE DE 1 A 4 PARA... OU TECLE 5 PARA DEFINIR...? > Escolher o sensor


ou todos e <ENTER>

CONFIRMAR <S> = Se estiver OK teclar <ENTER>

OPÇÃO 5: ESCOLHER UNIDADE DAS LEITURAS DE PRESSÃO

Esta função tem por finalidade permitir a escolha de pressão. Ao se escolher esta
opção, aparecerá na tela:

A UNIDADE ATUAL É (PSI). DESEJA MUDAR P/ (Kgf/cm2) < S > ? = Se desejar


S e <ENTER>

Obs: Normalmente trabalha-se no caso do PDG,com unidade de pressão =


Kgf/cm2

OPÇÃO 6: AJUSTAR DATA E HORA

Esta função tem por finalidade permitir a atualização da DATA E HORA do relógio
interno do SAS. Ao se escolher esta opção, aparecerá na tela:

A HORA NOVA SERÁ... CONFIRMA < S > Se tudo estiver OK tecle < ENTER>
OPÇÃO 7: VER/ EDITAR COEFICIENTES DOS SENSORES

Esta função tem por finalidade permitir a composição de Banco de Dados Interno
de Coeficientes de até 8 sensores:

Ao se escolher esta opção, aparecerá uma tela alistando os 8 sensores que estão
armazenados e pergunta:

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QUAL SENSOR QUER VER/EDITAR ? A-H > Escolher o sensor digitando a letra
e < ENTER>

NOME DO ARQUIVO COM COEFICIENTES?

 Se for sensor GRC colocar o nome do arquivo em que está


os dados (Ex:A\Calib\Cal1.dat) e <ENTER>

 Se for Sclumberger > <ENTER>

Após isto aparecerá uma tela com os coeficientes e alguns outros parâmetros
(Poço, Número de Série e tipo de registrador) e a pergunta:

DESEJA ALTERAR OS DADOS? < N> = Se tudo estiver OK tecle <ENTER>


senão digitar S e <ENTER> e efetuar as modificações necessárias.

OPÇÃO 8: MUDAR SENHA

Esta função tem por finalidade permitir a alteração da senha do usuário corrente.
Ao se escolher esta opção, aparecerá na tela a mensagem:

DIGITE A NOVA SENHA

SENHA ? ( 4 DIGITOS NUMÉRICOS ) > Digitar os 4 dígitos numéricos desejados


e <ENTER>

DIGITE NOVAMENTE A NOVA SENHA


SENHA ? ( 4 DIGITOS NUMÉRICOS ) > Digitar os mesmos 4 dígitos numéricos
desejados e <ENTER>

OPÇÃO 9: TRANSFERIR LEITURAS ARMAZENADAS PARA ARQUIVO

Esta opção tem por finalidade transferir para o micro computador (Winchester ou
disquete) as leituras que forma armazenadas na memória interna do SAS.

Ao se escolher esta opção, aparecerá uma tela com todos os sensores (se estão
ativos ou não) e a quantidade de BLOCOS USADOS / LIDOS de cada sensor e a
pergunta:

DESEJA GRAVAR EM DISCO DADOS DE ALGUM SENSOR < N > ? Digitar S e


< ENTER>

SENSOR? (1 – 4) > Escolher o sensor cujos arquivos armazenados no SAS


serão gravados e <ENTER>

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NOME DO ARQUIVO? > Digitar o nome do arquivo (Ex: A:\SAS\7RO41.DAT) e
<ENTER>

ENTRE COM O TEXTO QUE QUEIRA GUARDAR NA PRIMEIRA LINHA DO


ARQUIVO ? > Coloque um texto que defina os dados que foram armazenados
(Ex: Dados do TP-01) e <ENTER>

Obs: Após esta ação o micro gravará os pontos no arquivo escolhido e


perguntará:

GRAVAR OUTRO < N > ? > Se desejar gravar outro digite S e <ENTER> senão
<ENTÃO>

5. SISTEMA ELÉTRICO NA ANM

5.1.Descrição e Finalidade

O sistema elétrico na ANM é um sistema composto de conectores e transdutores


que tem duas finalidades principais:

Servir de “ponte” ou conexão do sinal do PDG vindo do fundo do poço para a


superfície. Esta ponte é feita utilizando-se conectores/ penetradores elétricos que
farão a conexão do cabo subterrâneo (fundo do poço) com o cabo submarino
( fundo do mar ) permitindo a passagem do sinal do fundo até o equipamento de
superfície.

Enviar sinais de pressão e temperatura do óleo na cabeça do poço através dos 2


transdutores eletrônicos, de pressão e temperatura, que são montados no corpo
da mesma. Estes transdutores são conhecimentos como TPT.

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5.2.Funcionamento

Os transdutores de pressão e temperatura (TPT) são alimentados por


equipamento de superfície próprio ou através do sistema ECCOS com uma
tensão entre 18 e 24 V. Conforme o valor da grandeza medida, cada transdutor
envia à superfície uma corrente DC que varia entre 4 e 20 mA. Neste caso tem-
se:

I = 4 mA > Mínimo valor medido Pressão= 0 psi Temp = 0º C

I = 20 mA > Máximo valor medido Pressão= 5.000psi Temp = 100ºC

Os sinais destes transdutores (Correntes DC) e os sinais do PDG (frequência)


são enviados à superfície através do cabo submarino.

5.3 Montagem / Instalação

SISTEMA ELÉTRICO COMPLETO CONECTORES DE ROV

0100090000037800000002001c00000000000400000003010800050000000b020
0000000050000000c026c038d04040000002e0118001c000000fb0210000700000
00000bc02000000000102022253797374656d00038d04000083eb0000985c1100
04ee8339385118000c020000040000002d01000004000000020101001c000000fb

TREINAMENTO DE TÉCNICOS DE OPERAÇÃO - MFP 17


02ceff0000000000009001000000000440001254696d6573204e657720526f6d616
e0000000000000000000000000000000000040000002d01010005000000090200
0000020d000000320a2d00000001000400000000008b046803205c16000400000
02d010000030000000000 0100090000037800000002001c00000000000400000
003010800050000000b0200000000050000000c026c038d04040000002e011800
1c000000fb021000070000000000bc02000000000102022253797374656d00038d
04000083eb0000985c110004ee8339385118000c020000040000002d0100000400
0000020101001c000000fb02ceff0000000000009001000000000440001254696d6
573204e657720526f6d616e0000000000000000000000000000000000040000002
d010100050000000902000000020d000000320a2d00000001000400000000008b
046803205c1600040000002d010000030000000000

SENSOR TPT

0100090000037800000002001c00000000000400000003010800050000000b020
0000000050000000c026c038d04040000002e0118001c000000fb0210000700000
00000bc02000000000102022253797374656d00038d04000083eb0000985c1100
04ee8339385118000c020000040000002d01000004000000020101001c000000fb
02ceff0000000000009001000000000440001254696d6573204e657720526f6d616
e0000000000000000000000000000000000040000002d01010005000000090200
0000020d000000320a2d00000001000400000000008b046803205c16000400000
02d010000030000000000

5.4 Equipamento de Superfície

TREINAMENTO DE TÉCNICOS DE OPERAÇÃO - MFP 18


O equipamento de superfície é alimentado com a tensão da rede (110 V AC >
apenas esta). Internamente ele possui uma fonte que envia um sinal de
alimentação para os transdutores (entre 18 e 24 V DC ) e um circuito eletrônico
que converte sinais de corrente DC que ele recebe dos transdutores em valores
físicos de pressão e temperatura que podem ser lidos nos display´s nele
instalado, na parte frontal.

Este equipamento de superfície é utilizado para o acompanhamento do sinal


desde a instalação dos transdutores na ANM e logicamente pode ser usado para
a leitura destes sinais quando a instalação já estiver terminada, mas nada impede
que qualquer outro sistema (Por. ex. ECCOS) possa ser usado para a mesma
finalidade.

ROTINA DOS SERVIÇOS DA COPSEL EM PLATAFORMAS, NAVIO SONDA E


NAVIO DE LANÇAMENTO

1- OPERAÇÃO: Instalação e Teste de PDG

• Participar diariamente das reuniões pré-operacionais. E outras de SMS,


segurança, etc.

• Localizar documentos RT´s e equipamentos a bordo.

• Testar o funcionamento de todos os equipamentos de teste recebidos à


bordo

• Testar o funcionamento do carretel pneumático de cabo elétrico. Registrar


o comprimento e checar com o técnico da coluna se o cabo é suficiente
para instalação no local que ele posicionou o mandril do PDG.

• Testar RC e RI do cabo Elétrico. Registrar no Tally book o resultado dos


testes bem como os respectivos horários. Anotar também os dados de
todos os Equipamentos que irão descer no poço tais como fabricante, tipo,
modelo N/S.

• Executar teste de bancada nos dois registradores, no que vai ser instalado
no cabo elétrico e no back up.

• Instalar o PDG no cabo elétrico e testar o mesmo e aguardar a descida da


COP.

• Antes do inicio efetivo da descida da COP, realizar uma reunião com a


equipe da sonda e frisar os riscos inerentes à operação: descida da COP
com cabo elétrico.

• Instalar o PDG no mandril, acompanhar a descida da COP.

TREINAMENTO DE TÉCNICOS DE OPERAÇÃO - MFP 19


• No inicio da descida, dar suporte na instalação de cintas utilizando as
cintadeiras e climpadeiras pneumáticas ou clamps para fixação do cabo
elétrico à COP.

• Testar a funcionalidade do PDG a cada 300 m descidos.

• Participar do balanceio da COP. (Ancorar o cabo elétrico no tubo de


balanceio e testar estanqueidade.) OBS: No check dos equipamentos
conferir a existência dos parafusos de ancoragem no mandril do PDG ou
no tubo de ancoragem, ou mesmo na caixa de ferramentas.

• Testar o PDG na descida de TH equipado para monitoração.

• Preencher Relatório de Instalação de PDG nos padrões BR.

2- OPERAÇÃO: Teste do Sistema Elétrico e Monitoramento da descida de


ANM.

• Executar o teste funcional do Sistema Elétrico da ANM ou TREE CAP.

• Instalar Jumper´s de Monitoramento. Monitorar descida de ANM.

• Monitorar Teste de Produção e de Injeção. Registrar resultado dos testes,


dados e horários. Interagindo com software PSAS, SASPWIN.

• Preencher Relatório de Teste e Monitoramento de ANM.

ROTINA DE SERVIÇOS DA COPSEL EM NAVIO DE LANÇAMENTO

1- OPERAÇÃO: Lançamento do Umbilical Eletro-Hidráulico

• Fazer Check List dos Equipamentos a bordo. Caso identifique falha,


contatar imediatamente a COPSEL ou CMAN.

• Testar RC e RI do jumper, dos conectores e dos UEH.

• Fiscalizar a montagem do penetrador Cable Oil CROSSOVER (TRONIC)


Conhecer o procedimento de montagem da TRONIC.

• Fiscalizar a montagem e testes de conectores de emenda submarinos.

• Acompanhar a Instalação e teste da caixa de emenda.

TREINAMENTO DE TÉCNICOS DE OPERAÇÃO - MFP 20


• Acompanhar o Overboarding de todos os equipamentos: MCV´s, caixas de
emenda etc, bem como Pull In ou Pull Out da extremidade do UEH.

• Realizar inspeção bem como interligações elétricas submarinas c/ o ROV


do Navio e fazer teste funcional do PDG,TPT, PT, TPT-AR na extremidade
do UEH que está no Navio de Lançamento.

• Preencher Relatório de Lançamento nos padrões BR.

SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO EM PLATAFORMA DE


PRODUÇÃO

Este assunto, deverá ser ministrado pelo Athur Neto ou Rafael.

ROTEIRO DE AULA PRÁTICA

• Teste de Bancada do SENSOR PDG.

• Preparação do Cabo Elétrico e teste de RC e RI.

• Utilização de ferramentas especiais tais com: Kit descascador, kit


pneumático, ferramentas pneumáticas. (Climpadeiras, cintadeiras)

• Manutenção nas ferramentas especiais, bem como nos kits de ar


comprimido.

• Familiarização com equipamentos eletrônicos de teste.(TDR,


OSCILOSCÓPIO, MEGÔMETRO, MULTIMETRO, etc...)

• Instalação de cintas 1 ¼” e instalação de cintas 3/4” com cintadeira


manual.

• Instalação e teste do PDG no cabo elétrico.

• Simulação de condições para o PDG funcionar (Imergir o PDG em local


que possibilita ele registrar variação de pressão e temperatura)

• Testar o sistema elétrico de uma ANM.


TREINAMENTO DE TÉCNICOS DE OPERAÇÃO - MFP 21
• Consultar na Rede Corporativa Petrobras todos os procedimentos de
Serviços executados pela COPSEL.

TREINAMENTO DE TÉCNICOS DE OPERAÇÃO - MFP 22