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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA
DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE SAÚDE E SERVIÇOS
CAMPUS FLORIANÓPOLIS

PROJETO PEDAGÓGIDO
CURSO TÉCNICO DE METEOROLOGIA

EIXO TECNOLÓGICO
AMBIENTE E SAÚDE

Florianópolis, Junho/2014

1

Dados do Campus Proponente
CNPJ

11.402.887/0001-60

Razão Social:

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
DE SANTA CATARINA – IFSC

Esfera Administrativa
Endereço (Rua, NO)
Campus
Cidade/UF/CEP
Telefone/Fax
E-mail de contato
Site do Campus

REDE FEDERAL DE ENSINO
Av. Mauro Ramos 950 – Centro
Florianópolis
Florianópolis/SC/88020-300
48 32210658 (fone)
meteorologia_fpolis@ifsc.edu.br

http://florianopolis.ifsc.edu.br/
Dados do Responsável pelo Projeto do Curso

Responsável:
Contatos:
Coordenador do Curso
Contato/Regime de
Trabalho/Currículo Lattes

Mário Francisco Leal de Quadro
mquadro@ifsc.edu.br
Mário Francisco Leal de Quadro
meteorologia_fpolis@ifsc.edu.br
/
Dedicação
Exclusiva
/
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4728767P
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1. DADOS GERAIS DO CURSO
1.1. Denominação:
Curso Técnico de Meteorologia

1.2. Eixo Tecnológico:
Ambiente e Saúde

1.3. Forma de oferta:
Integrado

1.4. Modalidade
Presencial

2

1.5. Carga horária total
Carga horária
Prazo de integralização da carga horária
Total do curso: 3.680 h
Limite mínimo : 08 semestres Limite máximo: 16 semestres

1.6. Regime de matrícula
Matrícula: FASE
Periodicidade Letiva: ANUAL

1.7. Total de vagas anuais
Turnos
Vagas por turma Número de turmas Vagas anuais Obs.
Matutino

36

01

36

Vespertino
Noturno
Total

36

01

36

Ingresso no 1º Semestre
do ano letivo

2. PERFIL DO CURSO
2.1. Justificativa da oferta do curso
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina (IFSC) oferece,
há anos, cursos técnicos profissionalizantes, formando técnicos com reconhecida
competência para atuarem no mundo do trabalho, não só na grande Florianópolis, onde
está o Câmpus Florianópolis, mas em todo o Estado de Santa Catarina e até em outros
estados brasileiros.
A Meteorologia é a Ciência que estuda os fenômenos naturais que ocorrem na atmosfera e
tem demonstrado importante papel social, a partir de seu desenvolvimento tecnológico, uma
vez que atua diretamente no planejamento agrícola; na previsão de situação extrema de
clima e tempo que resultam em alertas da defesa civil; no gerenciamento hídrico de
reservatórios e hidroelétricas; no planejamento e alerta para navegação aérea e marítima;
no planejamento para a hospitalidade e lazer; e no planejamento urbano de
desenvolvimento de regiões. Esses são apenas alguns exemplos em que a atuação da
Meteorologia contribui para melhoria da qualidade de vida do ser humano, pois nosso
planeta é frequentemente assolado por intempéries climáticas naturais, quando não, por
aquelas provocadas pelo próprio homem, agredindo o meio ambiente.
O Curso Técnico de Meteorologia, na modalidade subsequente, cujo processo
implantação teve início em 2003, recebeu recursos financeiros para aquisição
laboratórios e estação meteorológica, através de convênio, com o Governo do Estado
Santa Catarina que demonstrou interesse em desenvolver o Sistema Estadual
Meteorologia, incentivo que revela a necessidade de profissionais nessa área.

de
de
de
de

A frequente inserção do técnico em Meteorologia no mercado de trabalho e a demanda
crescente por esse profissional em áreas tradicionais como a Marinha do Brasil, o Instituto
Nacional de Pesquisas Espaciais, a Epagri e outras empresas de Meteorologia no Brasil,
bem como novas ofertas de emprego, como é o caso da INFRAERO, expressam
claramente a necessidade de formação desse profissional.
Os docentes do Curso Técnico de Meteorologia estão comprometidos em formar técnicos
3

2. bem como nas atividades de suporte ao processo de geração e disseminação da informação e do conhecimento meteorológico. atividades. para efeito de fiscalização do exercício profissional.2. que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. 2. e sobre aplicativos computacionais para a meteorologia.1. Objetivos do Curso: 2. c) Facultar aos alunos o desenvolvimento de competências empreendedoras. • Resolução Nº 1. • Decisão Normativa 50 de 03/03/93 do CONFEA. Público-alvo: O Curso Técnico de Meteorologia será oferecido de forma integrada ao Ensino Médio. Objetivo Geral: O Curso Técnico de Meteorologia tem por objetivo formar profissionais capazes de atuar nas atividades que propiciem o funcionamento adequado dos sistemas de observação e monitoramento meteorológico. que dispõe sobre o desempenho das atividades de Técnicos de 2º Grau em Meteorologia.010. b) Dar ao aluno condições para que desenvolva competências necessárias ao seu desempenho pessoal e profissional. devendo o candidato fazer a opção pelo curso no ato da inscrição. este curso tem por objetivos: a) Formar cidadãos conscientes e capazes de desenvolver atitudes de respeito e valorização das diferenças individuais. listadas no item 3. 2. sobre questões inerentes a dados e a equipamentos meteorológicos. • Resolução Nº 2/2012. Legislação (profissional e educacional) que embasam o curso: O Curso Técnico de Meteorologia está embasado na legislação apresentada a seguir: • Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB – Lei Nº 9394/96.3. sendo o processo de ingresso definido pelo IFSC para os cursos técnicos integrados. A forma de acesso se dará por meio do exame de classificação. • Resolução 06/2012 do CNE.4. climatológico e ambiental. a fim de suprir a demanda nacional de técnicos em meteorologia. dentro de suas atribuições legais. que trata da regulamentação da atribuição de títulos profissionais.2.que adquiram competências e habilidades para equacionar e tratar. de 22/08/2005 do CONFEA. hidrológico e ecológico. 2. competências e caracterização do âmbito de atuação dos profissionais inseridos no Sistema CONFEA/CREA. que define as diretrizes curriculares nacionais para a educação profissional técnica de nível médio. para alunos que já concluíram o ensino fundamental. Objetivos Específicos: Observados os princípios norteadores estabelecidos pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio e a Organização Didático Pedagógica (ODP) do Câmpus Florianópolis. 2.1. 4 .2.

obtidos por meio de sistemas de observação meteorológica. o Grupo de Trabalho. Analisar e interpretar dados meteorológicos. hidrológica e ecológica. g) Levantar e organizar dados meteorológicos utilizando tecnologias de informação e comunicação. naquela época. 5 . e) Realizar a verificação e calibração dos instrumentos de estações meteorológicas de acordo com normas internacionais. aferição e manutenção de estações meteorológicas. codificação.2. um segundo Seminário de avaliação foi realizado. Posteriormente. seus profissionais. no sentido de aperfeiçoar a estrutura modular sob a qual era constituído. hidrológicas e ambientais. com a participação dos alunos egressos. comosto por professores do IFSC. transmissão e plotagem das observações meteorológicas em uma estação convencional. foi sugerida alteração na organização curricular do projeto pedagógico do curso. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO 3. 3. realizou no ano de 2000 uma pesquisa com diversas Instituições e Empresas que desenvolvem alguma atividade meteorológica no Brasil. objetivando uma formação mais integral ao técnico. Entre os dias 08 e 09 de maio de 2006 a Coordenadoria do Curso Técnico de Meteorologia realizou um seminário de avaliação do curso. registro. Proceder à instalação. a grande maioria das empresas e instituições pesquisadas respondeu que existia uma demanda de mercado para Técnico em Meteorologia no Brasil. codificação. num menor tempo. Como resultado desse seminário. entre os dias 22 e 23 de novembro de 2010. e i) Desenvolver atividades nas áreas de instrumentação e de sistemas de informações meteorológicas. Áreas de atuação do egresso (postos de trabalho ou ação empreendedora): Para reconhecer a demanda do mercado de técnicos em Meteorologia. dos alunos regularmente matriculados e dos professores do IFSC. c) Instalar. b) Realizar os procedimentos de leitura. configurar e ajustar os diversos tipos de estações meteorológicas. além da Sociedade Brasileira de Meteorologia (SBMET) e das empresas e instituições que desenvolvem atividades na área de Meteorologia no Brasil. f) Analisar a consistência dos dados meteorológicos observados. Aplicar métodos computacionais para tratamento e divulgação de informações meteorológicas. essas empresas responderam que pretendiam contratar profissionais na área de meteorologia e capacitar. ele deverá desenvolver as seguintes competências gerais: a) Relacionar a estrutura e organização da meteorologia no Brasil e no mundo com sua importância para a sociedade.1. h) Integrar equipes de pesquisa auxiliando no desenvolvimento de projetos técnico científicos. identificando possíveis erros decorrentes de falhas instrumentais. Salienta-se que. através de curso técnico. com espírito inovador e empreendedor. decodificação e registro dos elementos de observação meteorológica. visando aos prognósticos meteorológicos. Competências gerais do egresso: O Técnico em Meteorologia do IFSC é o profissional capaz de realizar a leitura. operação.3. Além disso. Para que o técnico adquira esse perfil profissional. d) Realizar a manutenção preventiva e corretiva de estações meteorológicas de modo a assegurar a continuidade de seu funcionamento. entre outros encaminhamentos.

será efetuada por fase e o aluno deverá cursar apenas uma fase por semestre. 4. destaca-se a atuação em aeroportos. com possibilidades de trabalho em aeroportos administrados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (INFRAERO). e dos profissionais de Meteorologia e de Física do Campus Florianópolis do IFSC. com recentes ingressos no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e concurso na Universidade Federal de Santa Maria/RS. com profissionais tendo ingressado em centros de renomada credibilidade como o Sistema Meteorológico do Paraná (SIMEPAR) e o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (CIRAM/EPAGRI). atualmente os técnicos em meteorologia têm ingressado em novas áreas do Mercado. ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO 4. esse seminário sugeriu a redefinição das competências do curso. Instituições de Pesquisa e Ensino também tem aberto portas às atividades do técnico. conforme estabelecido no item cinco deste PPC. c) Na experiência dos Profissionais dos diversos centros e empresas privadas de meteorologia. Matriz Curricular: A organização curricular do Curso Técnico de Meteorologia está pautada e estruturada: a) Nos resultados obtidos no Seminário de Construção do Curso realizado em maio de 2000. direcionado a um público mais jovem com melhores condições de inserção nas áreas militares de marinha. 6 .1. resguardado o seu direito de realizar as pendências. área de hidrologia.onde foi proposta uma forma adicional de oferta. os técnicos vêm obtendo cada vez mais aceitação. O Curso Técnico em Meteorologia está organizado por fases. tanto em nível regional. em cada período letivo. Além disso. A matrícula. com carga horária total de 3680 horas. com profissionais inseridos em empresas que trabalham com monitoramento e previsão de tempo. pois foi identificada uma sobrecarga em algumas unidades curriculares (instrumentação e informática) com conteúdos que seriam mais adequados em um Curso Superior de Tecnologia. executando tarefas nos setores de proteção ao voo. como nacional. bem como no setor aeronáutico. Na área de apoio aos serviços de Previsão de Tempo. b) Nos Seminários de Avaliação do Curso Técnico de Meteorologia do IFSC realizados em maio de 2006 e novembro de 2010. os técnicos tem obtido boa aceitação do mercado. A Marinha do Brasil é o maior absorvedor de mão de obra. No ramo de atividade privada. realizando concursos públicos anualmente. com ingresso mediante concurso público. manutenção e instalação de estações meteorológicas e também na área de consultoria técnica em empresas especializadas em comercialização e assessoria de instrumental meteorológico. Com relação às áreas de atuação. exercendo atividades junto ao Centro de Hidrografia da Marinha (CHM). ensino técnico integrado ao Ensino Médio. bem como em aeroportos com administração municipal. No Ramo de aeronáutica. para o ingresso de profissionais com a qualificação técnica em meteorologia.

4.480 h 3ª FASE .480 h 2ª FASE .480 h 4ª FASE .400 h 6ª FASE . Fluxograma do curso (representação gráfica do percurso de formação) TÉCNICO EM METEOROLOGIA 8ª FASE .480 h EXAME DE CLASSIFICAÇÃO 7 .400 h 7ª FASE .2.480 h 5ª FASE .480 h 1ª FASE .

Apresentação Sintética do Curso – Por Fase e Quadro Resumo CURSO TÉCNICO EM METEOROLOGIA 1ª Fase Unidade Curricular Português e História da Literatura Brasileira Educação Física Matemática Física Química Biologia Filosofia PI – I (Projeto Integrador I) TOTAL C/H Semanal 3 2 4 4 4 3 2 2 24 h C/H Semestral 60 40 80 80 80 60 40 40 480 h C/H Semanal C/H Semestral 2 2 2 3 3 3 2 1 2 2 2 40 40 40 60 60 60 40 20 40 40 40 24 h 480 h C/H Semanal C/H Semestral 2 2 2 2 4 2 2 1 2 3 2 40 40 40 40 80 40 40 20 40 60 40 24 h 480 h 2ª Fase Unidade Curricular Português e História da Literatura Brasileira Artes Educação Física Matemática Física Química Biologia Sociologia Língua Estrangeira Desenho PI – II (Projeto Integrador II) TOTAL 3ª Fase Unidade Curricular Português e História da Literatura Brasileira Artes Educação Física Matemática Física Química Biologia Filosofia Língua Estrangeira Meteorologia Fundamental PI – III (Projeto Integrador III) TOTAL 8 .4.3.

5 4 40 40 40 40 40 40 40 60 30 30 80 24 h 480 h 5ª Fase Unidade Curricular Português e História da Literatura Brasileira Educação Física Matemática História Filosofia Língua Estrangeira Atmosfera Terrestre Física Aplicada a Meteorologia Fundamentos de Programação e Banco de Dados Observação Meteorológica TOTAL 6ª Fase Unidade Curricular Português e História da Literatura Brasileira Educação Física Matemática História Geografia Sociologia Inglês Técnico Meteorologia Descritiva Métodos Estatísticos Aplicados a Meteorologia Consistencia de Dados Meteorológicos Termodinâmica de Sistemas Meteorológicos TOTAL 9 .4ª Fase Unidade Curricular Português e História da Literatura Brasileira Educação Física Matemática Física Química Biologia Sociologia Língua Estrangeira Segurança e Higiene do Trabalho Códigos Meteorológicos PI – IV (Projeto Integrador IV) TOTAL C/H Semanal C/H Semestral 2 2 2 3 2 2 1 2 2 4 2 40 40 40 60 40 40 20 40 40 80 40 24 h 480 h C/H Semanal C/H Semestral 2 2 2 1 1 2 3 4 4 3 40 40 40 20 20 40 60 80 80 60 24 h 480 h C/H Semanal C/H Semestral 2 2 2 2 2 2 2 3 1.5 1.

7ª Fase Unidade Curricular Português e História da Literatura Brasileira História Geografia Filosofia Fundamentos de Pesquisa Sistemas de Monitoramento Remoto Estações Metorológicas Automáticas Aplicativos de Análise e Previsão Meteorológica Gestão Empreendedora TOTAL C/H Semanal C/H Semestral 2 1 2 2 3 2 3 4 1 40 20 40 40 60 40 60 80 20 20 h 400 h C/H Semanal C/H Semestral 2 2 2 3 4 2 3 2 40 40 40 60 80 40 60 40 20 h 400 h 8ª Fase Unidade Curricular História Geografia Sociologia Sistemas de Visualização Meteorológica Manutenção de Estações Meteorológicas Calibração de Instrumentos Meteorlógicos Climatologia PI – V (Projeto Integrador V) TOTAL Total de Carga Horária (unidades curriculares) Estágio Supervisionado TOTAL DO CURSO 3. Organograma das Unidades Curriculares: O organograma a seguir apresenta as unidades curriculares em suas respectivas fases.680 h/a 3. com o itinerário a ser seguido para a aquisição de competências e habilidades de modo que o processo ensino-aprendizagem aconteça de uma forma concatenada e seqüencial. 10 .4.680 h/a 4.

– INGLÊS (2) FUNDAMENTOS PI – V (2) PI – III (2) PI – IV (2) PESQUISA (3) METEOROLOGIA CÓDIGOS ATMOSFERA INGLÊS SISTEMAS MONIT. (1. (1. TRAB (2) SOCIOLOGIA (1) FILOSOFIA (1) L. MET. (2) PI – II (2) FILOSOFIA (2) PI – I (2) DESENHO (2) a 7 FASE a 8 FASE PORTUGUÊS (2) GEOGRAFIA (2) GEOGRAFIA (2) GEOGRAFIA (2) HISTÓRIA (1) HISTÓRIA (2) HISTÓRIA (2) HISTÓRIA (1) SOCIOLOGIA (1) FILOSOFIA (1) SOCIOLOGIA (2) FILOSOFIA (2) SOCIOLOGIA (2) L. (4) INST.5) EMPREENDED. FÍSICA (2) EDUC. APLIC. (3) DADOS MET. ESTATÍST. APLICADA A METEOROLOGIA ESTAÇÕES MET.-ESPAN. FÍSICA (2) EDUC. (4) FUND. PROGR. MET.5) PREV. FÍSICA (2) MATEMÁTICA (4) MATEMÁTICA (3) MATEMÁTICA (2) MATEMÁTICA (2) MATEMÁTICA (2) MATEMÁTICA (2) FÍSICA (4) FÍSICA (3) FÍSICA (4) FÍSICA (3) QUÍMICA (4) QUÍMICA (3) QUÍMICA (2) QUÍMICA (2) BIOLOGIA (3) BIOLOGIA (2) BIOLOGIA (2) BIOLOGIA (2) ARTES (2) ARTES (2) SEG H. MANUTENÇAO METEOROL. FÍSICA (2) EDUC.a a 1 FASE 2 FASE a 3 FASE a 4 FASE a 5 FASE a 6 FASE PORTUGUÊS (3) PORTUGUÊS (2) PORTUGUÊS (2) PORTUGUÊS (2) PORTUGUÊS (2) PORTUGUÊS (2) EDUC. METEOROL. (3) FIS.E. METEOR. FÍSICA (2) EDUC. (4) TERRESTRE (3) TÉCNICO (2) REMOTO (2) METEOROL.E.E. FÍSICA (2) EDUC. (4) DESCRITIVA (4) AUTOMÁTICAS (3) EST. SISTEMAS VISUAL FUNDAM. (3) 11 . (1) (4) LEGENDA ENSINO MÉDIO PARTE DIVERSIFICADA TERMODINÂMICA PROFISSIONALIZANTE SIST. – INGLÊS (2) L. METEOR. (2) OBSERVAÇÃO CONSISTENCIA GESTÃO CLIMATOLOGIA METEOROL. ANÁLISE CALIBRAÇÃO BANCO DADOS (3) APL. METEOR.E. – INGLÊS (2) L. MET.

ha) .ha) EP + EM + Comum 5 2 a 6 2 a 2 2 2 2 1 2 2 2 1 7 2 a 8 a 1 2 2 2 2 2 2 3 4 EM 15 4 12 31 15 14 11 9 49 6 6 6 6 24 ENSINO .5 3 3 4 2 1 3 22 2 24 18 6 24 2 2 17 2 5 24 14 4 6 24 2 3 4 2 8 2 14 24 60 80 60 80 12 12 24 7 13 20 6 14 20 104 2080 16 320 12 . e Higiene do Trabalho 2 Total Meteorologia Fundamental 3 Códigos Meteorológicos 4 Atmosfera Terrestre Física Aplicada a Meteorologia PARTE ESPECÍFICA (Ensino Profissionalizante) Fundam. de Programação e Banco de Dados Observação Meteorológica Inglês Técnico Termodinâmica de Sistemas Meteorológicos Meteorologia Descritiva Métodos Estatísticos Aplicados a Meteorologia Consistencia de Dados Meteor.5 1. Fundamentos de Pesquisa Estações Met.EM TOTAL ( horas aula .ÁREAS DE CONHECIMENTO LINGUAGENS.5 3 3 4 2 1 3 2 3 4 6 64 30 60 60 80 40 20 60 40 60 80 120 1280 64 1280 3680 3 2 1. Automáticas Aplicativos de Análise e Previsão Sistemas de Monitoramento Gestão Empreendedora Sistemas de Visualização Calibração de Instrumentos Climatologia Manutenção de Estações Projeto Integrador Total TOTAL ( horas aula .h/a (55 minutos) h/a PD h/a EP h/a 300 80 240 620 300 280 220 180 980 120 120 120 120 480 8 160 4 80 2 40 2 40 16 320 3 4 3 4 4 4 80 3 2 60 40 4 4 80 3 3 60 1.ha ) EP TOTAL GERAL ( horas aula . CÓDIGOS e suas Tecnologias ( Ensino Médio) UNIDADES FASES / CRÉDITOS a a a a CURRICULARES 1 2 3 4 Português e Hist Liter Brasil 3 2 2 2 Artes 2 2 Educação Física 2 2 2 2 Total CIÊNCIAS DA Matemática 4 3 2 2 NATUREZA Física 4 3 4 3 e suas Tecnologias Química 4 3 2 2 (Ensino Médio) Biologia 3 2 2 2 Total CIÊNCIAS História HUMANAS Geografia e suas Tecnologias Sociologia 1 1 (Ensino Médio) Filosofia 2 1 Total PARTE DIVERSIFICADA Língua Estrangeira 2 2 2 (Ensino Médio e PI 2 2 Profissionalizante) Desenho 2 Seg.ha) – Comum (EP e EM) TOTAL (horas aula .5 30 1.

a hipérbole. prefixos e sufixos gregos e latinos. saúde e orientação sexual através de leituras. debates e produção textual. reconhecendo-os como possibilidades de expressão da língua. crônica. experiências e sentimentos. Apresentação das Unidades Curriculares UNIDADES CURRICULARES DA 1ª FASE Unidade Curricular Período letivo: PORTUGUÊS E HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA 1ª Fase Carga Horária : 60 horas Competências . .Conhecer a origem da língua portuguesa. e relatório e recursos estilísticos como a comparação. 13 .4. .Conhecer técnicas de expressão oral para leitura e apresentação de ideias. assim como o intertexto e as inferências.Conhecer a estrutura e a formação das palavras da Língua Portuguesa. . .Perceber a importância da arte. o meio ambiente. cartum. notícia. .Identificar as variantes linguísticas nas modalidades oral e escrita. a pluralidade cultural. da literatura e da cultura no contexto histórico-social.Refletir sobre temas relacionados à ética.Diferenciar o texto técnico do literário. através do estudo da história da Língua Portuguesa.Conhecer as características básicas do conto. romance. a ambiguidade e o humor. a prosopopeia. . os níveis de registros.Conhecer os princípios básicos de estruturação e de formatação do relatório de visita e de atividade .Identificar as línguas que influenciaram a língua portuguesa.5.Reconhecer os diferentes gêneros do discurso em textos verbais e não verbais. Habilidades . a sua evolução e as suas variedades linguísticas. . .Conhecer radicais. . a metáfora. técnico ou literário e as especificações do texto descritivo. os dialetos e as variedades estilísticas. .Conhecer textos de diferentes gêneros do discurso na forma verbal e não-verbal.

. informativos.Identificar as principais características histórico-literárias do período Quinhentista.) Título/Periódico Autor Textos: leituras e escritas Ulisses Infante Português: linguagens* William Roberto Cereja.Elaborar relatório de visita e de atividade. dialetos. periódicos. Thereza Cochar Magalhães Edição 1. . poéticos. etc. Linguagem Literária e técnica: o sentido denotativo e conotativo. temas e ideias.Ler e identificar os usos dos diferentes tipos de texto em contextos variados. injuntivos. . Comunicação oral. Bases Científicas e Tecnológicas Registros Lingüísticos: modalidade oral e escrita. Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação Bibliografia (títulos.Ler e compor textos de diferentes gêneros (orais e escritos).. com vocabulário adequado e argumentos próprios a partir de textos verbais ou não-verbais. História da Língua Portuguesa. A construção de recursos estilísticos: ambiguidade. argumentativos.Identificar características e elementos dos textos narrativos conto e crônica diante das demais tipologias. ironia e humor na narrativa. etc. narrativos. A leitura e as possibilidades de intertextualidade e inferências entre os vários contextos histórico-sociais. A Descrição. Projeto de pesquisa.Situar no tempo os diferentes estilos de época..Apresentar resultados de pesquisas. variedades estilísticas. de leituras.ed Local Editora Ano São Paulo Scipione 2005 São Paulo Atual 2005 14 . Linguagem verbal e não-verbal. Gêneros do discurso: produção de textos descritivos. . . níveis de registro. . valendo-se de recursos da comunicação oral. Relatório de visita e de atividades.

FS.ed São Paulo Scipione 2005 Unidade Curricular Período letivo: EDUCAÇÃO FÍSICA 1ª Fase Carga Horária: * Competências 40 horas Modalidade: BB. morais e sociais do educando. HB. gramática. Tatiana fadel 2. Douglas Tufano 1. José de Nicola 1. Habilidades 15 . produção de texto Leila Lauar Sarmento. GIN. intelectuais. aquisição de hábitos e atitudes que contribuam para o aprimoramento das capacidades físicas . F7.ed São Paulo Moderna 2004 Português: de olho no mundo do trabalho Ernani Terra.Português: literatura. gramática. VB Propiciar. Marcela Nogueira Pontara.ed São Paulo Moderna 2004 Português: literatura. produção de texto Maria luiza Abaurre.aspectos fundamentais para a compreensão do ser humano enquanto produtor de cultura. através da atividade física. CF.

sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas. São Paulo BERNARDELLI JÚNIOR.. . futsal. . Contextualização da modalidade. Sonia Regina Leite.ra). vôlei Atividade física.Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas e consciente da importância delas na vida do cidadão. Histórico.Refletir sobre as informações especificas da cultura corporal. . Bases Científicas e Tecnológicas . F7 = Futebol Sete. Rinaldo.Desenvolver as noções conceituais de esforço. GIN = Ginástica. etc. de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais. periódicos. * Legenda: Modalidades:BB = Basquetebol. . handebol. sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas. Nutrição e atividade física para a qualidade de vida. de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais.. valorizando-as como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas. basquete. rml.Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal.Compreender o funcionamento do organismo humano. FS = Futebol de Salão.Compreender o funcionamento do organismo humano. intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais . . Moacir. intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais.Desenvolver as noções conceituais de esforço. adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde. MERÉGE.na prática das atividades físicas. .HB = handebol. flexibilidade. saúde e educação: perspectivas Autor CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE BASQUETEBOL Edição Local Editora Ano Rio de Janeiro Sprint 2011 DAIUTO.CF = Condicionamento Físico.Testes de aptidão física (antropometria.) Título/Periódico Regras oficiais de basquetebol Basquetebol: origem e evolução Táticas: futebol. Fundamentos básicos da modalidade. Esporte como lazer. Godoy 2008 16 . valorizando-as como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.e consciente da importância delas na vida do cidadão. VB = Voleibol Bibliografia (títulos. Nélson. São Paulo Iglu 1991 BAPTISTA JÚNIOR.Assumir uma postura ativa. adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde. Andirá (PR) Nelsinho´s Sports Gráfica e Ed.

Porto Alegre Prodil 1988 KISS. J. Futebol. Ed. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE HANDEBOL. Energia e Desempenho Humano Futsal: Apontamentos Pedagógicos na Iniciação e na Especialização. da UFSC Ed. 005 São Paulo 17 . 14ª ed. São Paulo. W. Franciscon. da UNEB Rio de Janeiro GUANABARA KOOGAn 2009 2011 Autores Associados 2003 Rio de Janeiro Sprint 2004. Rio de Janeiro Ao Livro Técnico 1986 HURTADO.Atividade física e saúde: intervenções em diversos contextos Fisiologia do Exercício Nutrição. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE VOLLEYBALL. William D. Maria de Fátima da Silva. Regras e Legislação Regras oficiais de handebol Regras Oficiais de Voleibol Educação Física da Pré-escola à Universidade Fundamentos Pedagógicos – Educação Física O Ensino da Educação Física – Uma abordagem didáticometodológica. Avaliação em Educação Física: Aspectos Biológicos e Educacionais DUARTE. Macardle 7ª ed. São Paulo EPU 1980 FARIA JÚNIOR. M. Maria Augusta Peduti Dal'Molin. Florianópolis Salvador Ed. C. José Roberto. São Paulo Manole 1987 SANTANA. Rio de Janeiro Sprint 2005 BORSARI. Alfredo Gomes de.

Função do 1º grau: definição.Associar diferentes funções a seus gráficos correspondentes. Habilidades . História dos números. com o uso de fórmulas. Intervalos reais.Ler e interpretar diferentes linguagens e representações envolvendo variações de grandezas.Usar o estudo de funções como ferramenta de resolução de problemas e a compreensão da presença da mesma em situações da realidade. coeficientes. gráficos. .Representar devidamente os pares ordenados no Plano Cartesiano. construindo modelos descritivos de fenômenos e fazendo conexões dentro e fora da Matemática. a imagem e fazer gráficos.Resolver equações e inequações.Estabelecer domínio. a imagem e fazer gráficos. reconhecer o domínio. reconhecer o domínio. domínio e imagem.Unidade Curricular Período letivo: MATEMÁTICA 1ª Fase Carga Horária: 80 horas Competências . inequações do 1º grau. . . Função inversa: definição.Conceituar função modular. da exponencial e logarítmica. gráficos ou outros elementos necessários Bases Científicas e Tecnológicas Revisão de conjuntos. domínio e imagem.Compreender a definição e notação das diferentes funções e suas aplicações.Calcular as raízes e fazer o estudo de sinal das mesmas. . Função modular: definição. . domínio e imagem.Analisar gráficos das funções estudadas. . suas representações.Definir a função inversa. domínio e imagem. necessária para expressar a relação entre grandezas e modelar situações-problema. . aplicações. . aplicações. Definição de função e relação. . 18 . associando-o a exemplos da vida cotidiana. período e imagem das respectivas funções. estudo de zero. .Deduzir a lei de formação das distintas funções a partir de pontos conhecidos.Representar graficamente as funções do I e II graus. . . bem como suas aplicações em diferentes Unidades Curriculares.Reconhecer e utilizar a linguagem algébrica nas ciências.Compreender o conceito de função. representação gráfica. .

propriedades. domínio e imagem. 01 São Paulo FTD 201 0 Matemática Fundamental: Uma nova abordagem José Ruy Giovanni. Função exponencial: definição.) Título/Periódico Matemática. coeficientes. volume único. aplicações. equações exponenciais. José Roberto Bonjorno e José Ruy Giovanni Jr. periódicos. representação gráfica.gráficos. etc. Função do 2º grau: definição. et al Vol. domínio e imagem da função. representação gráfica da função. equações logarítmicas. mudança de base e aplicações. zeros. 01 São Paulo Saraiva 201 0 Novo Olhar da Matemática Joamir Roberto de Souza Vol. inequações do 2º grau. Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação Bibliografia (títulos. Ensino Médio Autor Gelson Iezzi Edição Local Editora Ano volume único. Função logarítmica: definição. São Paulo Atual 200 2 4ª ed Matemática Ciência e aplicações Gelson Iezzi. domínio e imagem. São Paulo FTD 200 2 1ª ed 19 . representação gráfica da função e aplicações. aplicações.

escalas métricas permitindo a interação do aluno com o arranjo experimental.Identificar diferentes formas de linguagens para representar movimentos.Reconhecer as causas da variação de movimentos associadas às forças e ao tempo de duração das interações.Utilizar leis e teorias físicas da mecânica. gráficos. . 20 . . dinamômetro.Classificar os diversos tipos de movimentos. .Comprovar experimentalmente a validade das leis da física. gráficos. . cada uma com suas potencialidades e limitações. . relacionando grandezas. funções matemáticas.Elaborar sínteses ou esquemas estruturados do saber físico.Unidade Curricular FÍSICA Período letivo: 1ª Fase Carga Horária: 80 horas Competências . linguagem discursiva.Identificar as possibilidades de uso de diferentes instrumentos. . . cronômetro. . quantificando e identificando parâmetros relevantes. . .Reconhecer e utilizar corretamente símbolos.Articular relações entre o conhecimento físico e outras formas de expressão da cultura humana.Calcular grandezas físicas de acordo com a teoria de algarismos significativos.Operar corretamente instrumentos de medidas.Compreender que tabelas. . expressões matemáticas e verbais podem ser diferentes formas da expressão do saber físico. .Identificar as grandezas físicas.Operar corretamente os instrumentos de medidas como balança. Habilidades . códigos e nomenclaturas de grandezas físicas e suas unidades.Estabelecer e investigar situações-problema relacionados aos movimentos. métodos e técnicas de uma dada medição. ler e interpretar corretamente tabelas.Elaborar. . relacionando a abordagem teórica com o enfoque experimental permitindo o crescimento cognitivo do aluno. . . .Expressar-se corretamente utilizando a linguagem física adequada e elementos de sua representação simbólica. estabelecendo comparações quantitativas e qualitativas.Identificar a situação física do cotidiano e relacionar com modelos da cinemática e da dinâmica.

Bases Científicas e Tecnológicas Introdução ao laboratório de física.Elaborar modelos simplificados de cinemática e ou dinâmica a partir dos quais seja possível levantar hipóteses e fazer previsões. segunda lei de Newton. exemplos de aplicação da segunda lei de Newton. composição de velocidade.Operar corretamente grandezas vetoriais. grandezas vetoriais e escalares. algarismos significativos. .Representar corretamente uma medida física. Noções de erros e medidas. queda livre. soma de vetores. queda com resistência do ar. MÁXIMO Antônio BRAND. construção e interpretação de gráficos. operações com algarismo significativo. Anésio Böger Gaspar. 1 Física experimental. Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação Bibliografia (títulos.1. movimento retilíneo uniforme.Diferenciar aceleração centrípeta de aceleração tangencial.Reconhecer que as modificações nos movimentos são consequências de interações entre corpos. . terceira lei de Newton. unidade de força e de massa. potência de 10.Identificar as condições de equilíbrio de uma partícula. equilíbrio de uma partícula. . V. movimento retilíneo uniformemente variado. primeira lei de Newton. . periódicos. Os ramos da física. forças no movimento circular.Reconhecer situações em que as partículas se encontram em equilíbrio estático ou dinâmico. Beatriz. ordem de grandeza. vetor velocidade e vetor aceleração. movimento circular..) Título/Periódico Curso Física. . massa e peso. Alberto Edição 1ª 2013. Introdução aos movimentos.1 Autor ALVARENGA. . Compreendendo a Física – Mecânica V. velocidade instantânea e velocidade média. forças. 1ª Local São Paulo Florianópolis São Paulo Editora Ano Scipione 2011 Gráfica IFSC 2013 Ática 2010 21 .Reconhecer as leis da mecânica enquanto construção humana contextualizada historicamente. . força de atrito. etc.

• Compreender a ligação química como resultante de interações eletrostáticas. identificando suas principais forças de interação.Unidade Curricular Período letivo: QUÍMICA 1ª Fase Carga Horária : 80 horas Competências • Representar informações experimentais referentes às propriedades das substâncias em tabelas e gráficos e interpretar tendências e relações sobre essas propriedades. moléculas ou íons. provisório. • Compreender a transformação química como resultante de quebra e formação de ligação. • Compreender os estados sólido. • Interpretar a periodicidade das propriedades químicas em termos das sucessivas ocupações de níveis quânticos em elementos de número atômico crescente. moléculas ou íons. • Conhecer os modelos de núcleo. • Reconhecer transformações químicas que ocorrem na natureza e em diferentes sistemas produtivos ou tecnológicos. líquido e gasoso em função das interações eletrostáticas entre átomos. Habilidades 22 . constituídos de nêutrons e prótons. • Conhecer os modelos atômicos quânticos propostos para explicar a constituição e propriedades da matéria. • Compreender a maior estabilidade de certos elementos químicos e a maior interatividade de outros. em função da ocupação dos níveis eletrônicos na eletrosfera. • Compreender o “parentesco” e a classificação dos elementos químicos e seus compostos por meio de suas propriedades periódicas. • Relacionar número de nêutrons e prótons com massa isotópica e com sua eventual instabilidade. • Compreender e utilizar as ideias de Dalton para explicar as transformações químicas e suas relaç ões de massa. • Relacionar as propriedades macroscópicas das substâncias e as ligações químicas entre seus átomos. • Compreender a ligação química como resultante de interações eletrostáticas. • Compreender os modelos explicativos como construções humanas num dado contexto histórico e social. • Compreender e utilizar as ideias de Rutherford para explicar a natureza elétrica da matéria. • Buscar informações sobre transformações químicas que ocorrem na natureza em diferentes sistemas produtivos e tecnológicos. • Reconhecer que o conhecimento químico é dinâmico. portanto. assim como relacionar sua composição isotópica natural com a massa usualmente atribuída ao elemento.

Identificar a geometria linear.Interpretar a distribuição eletrônica em níveis e subníveis de energia e relacionar com as famílias e os períodos da Tabela periódica. solubilidade. .Determinar os coeficientes estequiométricos de uma reação pelo método das tentativas. classificando e aplicando as regras oficiais de nomenclatura bem como relacionar as suas aplicações no cotidiano. . densidade.Prever a condutividade elétrica e compreender os processos de dissociação iônica e ionização. trigonal plana. angular. -Utilizar a representação simbólica das transformações químicas e reconhecer suas Modificações ao longo do tempo. . . . . sais. Bases Científicas e Tecnológicas 23 . piramidal e tetraédrica regular. -Associar a luz emitida por gases de substâncias aquecidas (espectro descontínuo) com transições entre seus níveis quânticos de energia -Aplicar conhecimentos sobre dos modelos atômicos. . Afinidade eletrônica e energia de ionização.Identificar as principais funções inorgânicas (ácidos. . bases. . -Identificar uma substância.Diferenciar compostos iônicos e moleculares e representar os tipos de fórmulas químicas. condutividade térmica e elétrica. massa molar e volume molar.Identificar as condições atmosféricas em que a chuva ácida se forma e seus efeitos nocivos ao meio ambiente. por algumas de suas propriedades características: temperatura de fusão e de ebulição. raio iônico.Identificar as propriedades periódicas raio atômico. óxidos e hidretos). .Compreender a lei de conservação da massa e o significado das grandezas químicas: quantidade de matéria. caracterizando-os de acordo com o desenvolvimento científico tecnológico de cada período. reagente ou produto.-Identificar formas de energia presentes nas transformações químicas.Reconhecer as transformações químicas por meio de diferenças entre os seus Estados iniciais e finais. .Interpretar a polaridade das ligações e moléculas e relacionar sua influência no comportamento das substâncias.

princípio da solubilidade: Ligações intermoleculares. periódicos. etc. (nomenclatura.: Ligações químicas. Volume Único USBERCO. elemento químico estrutura da tabela periódica. classificação das substâncias. características da matéria. óxidos e hidretos. estrutura espacial das moléculas . balanceamento: método das tentativas. transformações e propriedades das substâncias. configuração eletrônica e tabela periódica.:Reação Química: Síntese. Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação Bibliografia (títulos.Bohr. Saraiva 2002 5ª 24 . João. Francisco Miragaia. classificação e propriedades).propriedades periódicas. bases (Arrhenius). Vol 1 Peruzzo. ligação: iônica. deslocamento e dupla troca.polaridade das ligações e das moléculas. sais. processos de separação de misturas. modelos atômicos e a natureza elétrica da matéria: Dalton. Thomson e Rutherford . principais ligas metálicas: geometria molecular e polaridade das ligações. ácidos..Introdução ao estudo da Química: Materiais de laboratório e segurança. propriedades dos composto iônicos e e moleculares.. Eduardo Leite do Canto 4ª São Paulo Moderna 2006 Química vol 1 FELTRE. Química Ensino Médio vol 1 GEPEQ São Paulo Moderna 1999 Química .) Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano Química vol – Na abordagem do cotidiano. Ricardo 6ª São Paulo Moderna 2004 Introdução e Transformações. forças intermoleculares: Funções inorgânicas . Química São Paulo Ed.espectros atômicos estrutura atômica -distribuição eletrônica: Tabela periódica dos elementos. covalente e metálica. análise.

escolaridade.Construir o conceito de saúde levando em conta os condicionantes biológicos como sexo. estado nutricional. ambientais e culturais como nível de renda. .Compreender a condição desigual de vida das populações no Brasil. condições de saneamento. qualidade do transporte.Química. as principais doenças que atingem a população brasileira. Scipione 1999 BIOLOGIA 1ª Fase Carga Horária: 40 horas Competências Tema 1: Alimentação e Saúde . as 25 . as ocupacionais. Dácio Rodney.. correlacionando-as ao ambiente e à qualidade de vida. as carenciais. estilos de vida. São Paulo Ed. . econômicos. as infectocontagiosas e parasitárias. 1 Unidade Curricular Período letivo: HARTWIG.Avaliar a adequação do uso de procedimentos invasivos para o tratamento de determinadas disfunções. possibilidade de lazer. entre as principais doenças. fatores genéticos e os condicionantes sociais.Distinguir. idade. Tema 2: Conhecendo seu corpo .Reconhecer. as degenerativas. indicando suas medidas profiláticas. . Vol.

gráficos.Reconhecer os dados a respeito da evolução.Escolher medidas que representem cuidados com o próprio corpo e promovam a saúde sexual e reprodutiva dos indivíduos. por exemplo. revistas. 26 .sexualmente transmissíveis (DST) e as provocadas por toxinas ambientais. Habilidades • Reconhecer em diferentes tipos de texto – jornais. presentes nos textos científicos ou na mídia. em particular no Brasil. o uso de vacinas com a consequente queda nas taxas de mortalidade infantil. Tema 3: Reprodução e Gestação . • Interpretar fotos.Perceber os riscos da gravidez na adolescência e as formas de preveni-la. . esquemas. tabelas. entre homens e mulheres de diferentes faixas etárias. desenhos. os símbolos e os códigos próprios das ciências biológicas e empregá-los corretamente ao produzir textos escritos ou orais sobre saúde. livros. da incidência das DST. o saneamento básico e a redução na incidência de doenças infectocontagiosas. na última década. .Relacionar os avanços científicos e tecnológicos com a melhoria das condições de vida das populações. embalagens e rótulos de produtos. . como. outdoors. que representam fatos e processos biológicos e/ou trazem dados informativos sobre eles. bulas de remédio – e mesmo na mídia eletrônica os termos. particularmente a aids.

Bases Científicas e Tecnológicas Tema 1: Alimentação e Saúde Desidratação .tomar ou não tomar? Colesterol e gordura trans / Esteróides anabolizantes Lipídios Carboidratos Energia para todos / Hipoglicemia / Diabetes Proteínas Hipertermia / Doença celíaca Tema 2: Conhecendo seu corpo Desnutrição . atuais e/ou polêmicos. programas de tevê e rádio tratam questões relativas à sexualidade como as questões de gênero. bem fundamentado do ponto de vista científico. as expressões da sexualidade. utilizando linguagem específica para descrever com precisão fenômenos biológicos. distinguindo um posicionamento isento. jornais.efeitos sobre a saúde.por que mata? / Qualidade da água e saneamento Água e sais minerais. causas e soluções / Cirrose Sistema digestório hepática .• Escrever relatórios.causas e tratamento 27 . revistas. do puro preconceito ou de tabus. pequenas sínteses e fazer relatos orais. as relações amorosas entre jovens. relacionando-os a dados sobre as condições de saneamento básico e ocupação urbana das várias regiões brasileiras. transmissíveis. as doenças sexualmente. • Produzir textos argumentativos sobre temas relevantes. • Elaborar relatório de aula prática obedecendo às normas. da simples especulação. • Analisar de que maneira textos didáticos. estatística. • Interpretar indicadores de saúde pública e de desenvolvimento humano tornados públicos na mídia. Vitaminas Suplementos vitamínicos . • Discutir questões referentes à saúde e reprodução a partir da análise de dados.

Gilberto Rodrigues Martho 2. periódicos.ed São Paulo Moderna 2004 Biologia – Vol. causas e prevenção Sistema cardiovascular Processos de imunização /alergias e doenças autoimunes /Sistemas de defesa Circulação linfática/ sistema imunológico do corpo Por que não podemos beber água do mar? / Rins e controle da pressão arterial Sistema excretor/osmose / Infecções urinárias Hipotireoidismo / Ciclo menstrual / Crescimento Sistema endócrino Memória e inteligência/ percepção sensorial Sistema nervoso/ Impulso elétrico/ Bomba de sódio e potássio Atividades físicas e desenvolvimento muscular/ Fraturas ósseas/ Osteoporose Sistema muscular e esquelético Tema 3: Reprodução e Gestação Doenças sexualmente transmissíveis/ Métodos contraceptivos Sistema reprodutor Como produzimos gametas? / Gêmeos Meiose / fecundação Gravidez e acompanhamento pré-natal/ células tronco embrionárias Mitose /gestação /anexos embrionários Bibliografia (títulos.ed São Paulo Moderna 2004 Biologia – Volume Único Janet Laurence 1. Gilberto Rodrigues Martho 2. 1 José Mariano Amabis.ed São Paulo Nova Geração 2005 Bio – Volume Único Sônia Lopes 1.estatísticas.) Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano Biologia – Vol.ed São Paulo Saraiva 2004 28 .Cigarro / Poluição / Intoxicações gasosas Sistema respiratório/difusão/respiração celular/mitocôndrias Doenças cardiovasculares . etc. 2 José Mariano Amabis.

A. 1 Unidade Curricular Período letivo: FILOSOFIA 1ª Fase Carga Horária : 40 horas Competências .Refletir sobre os fundamentos e fins do conhecimento.ed São Paulo Edições SM 2010 - Brasília MEC 2006 - Brasília MEC 2010 22.Examinar de forma crítica as certezas recebidas.ed Rio de Janeiro Guanabara Koogan 2006 Atlas de anatomia humana – Johannes Sobotta Vol. Oliveira 1. A. João B. Maria M. 1 Fernando Santiago Santos. 2 22. 2 Fernando Santiago Santos. V.ed Rio de Janeiro Guanabara Koogan 2006 Atlas de anatomia humana – Johannes Sobotta Vol. João B. Aguilar.Ser Protagonista: Biologia – Vol. Oliveira 1. 29 . Aguilar. . 3 22.ed São Paulo Edições SM 2010 Ser Protagonista: Biologia – Vol. Maria M.ed Rio de Janeiro Guanabara Koogan 2006 Bibliografia Complementar Guia para a formação de Ministério da Saúde profissionais de saúde e educação: Saúde e Prevenção nas Escolas Adolescentes e jovens para a Ministério da Saúde educação entre pares: saúde e prevenção nas escolas Atlas de anatomia humana – Johannes Sobotta Vol. V.

periódicos. . filosofia contemporânea). religião e ciência). filosofia moderna. Pré-requisitos Bibliografia (títulos. filosofia medieval.As formas de conhecimento (pensamento mítico. etc.Distinguir os juízos verdadeiros.Desenvolver a reflexão crítica perante as várias formas de conhecimento. senso comum. Maria Aranha.) Título/Periódico Filosofando Autor Maria Martins. .Desenvolver a capacidade de análise e síntese. . filosofia da ilustração. filosofia da renascença.Os principais períodos da história da filosofia (Filosofia antiga. Bases Científicas e Tecnológicas . Habilidades . Edição Local São Paulo Editora Moderna Ano 2009 30 . .Entender o sentido da retomada das ideias filosóficas como um convite à reflexão. ao questionamento e à contextualização.Distinguir os juízos verdadeiros.. filosofia patrística.

selecionando as técnicas mais apropriadas .Planejar pesquisas de campo. . análise e problematização diante de situações novas.Compreender o humano e os grupos sociais como sujeitos de transformação na sociedade e os múltiplos fatores que nela intervêm. analisar e interpretar dados e informações.Entender a importância das tecnologias de comunicação e informação para a organização do trabalho em equipe.Convite à filosofia Marilena Chauí São Paulo Ática 2010 Para filosofar Sérgio Santos Cordi São Paulo Scipione 2007 Bibliografia Complementar Título/Periódico O mundo de Sofia Unidade Curricular Período letivo: Autor Edição Jostein Gaarder Local São Paulo Editora Companhia das letras Ano 2005 PROJETO INTEGRADOR I 1ª Fase Carga Horária: 40 horas Competências . Habilidades 31 .Buscar. .Traduzir os conhecimentos em condutas de integração. .

Oratória. questionários.Aplicar técnicas de comunicação no desenvolvimento dos trabalhos orais e escritos. Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação Bibliografia (títulos. Interdisciplinaridade para além Lucidio Biancheti da filosofia do sujeito Os sete saberes necessários à Edgard Morin educação do futuro A cabeça bem-feita Edgard Morin 10 Novas competências para ensinar Philippe Perrenoud Edição Local Florianopolis Editora UFSC Ano 1998 São Paulo Didática Suplegraf 2004 Florianópolis Vozes e Unitrabalho 2003 São Paulo Cortez 2000 Rio de Janeiro Bertrand Brasil 2000 São Paulo Artmed 2000 32 .) Título/Periódico Autor Estatística aplicada às ciências P. Barbetta sociais Escola da Ponte: um outro caminho para a educação Rui Canário. Iniciação à Metodologia da Pesquisa. . dinâmicas de grupo e outras técnicas aplicadas. Métodos e Técnicas de Pesquisa. . Portfólio.Utilizar adequadamente os diversos tipos de recursos audiovisuais. etc. Filomena Matos. Relatórios. Elaboração do Projeto. periódicos. Produção de Textos.. Socialização/Apresentação. Bases Científicas e Tecnológicas Reconhecimento do Espaço Escolar.Elaborar instrumento para coleta de dados: pautas para entrevistas. A. Rui Trindade. cuidando dos modos e forma de expressarse.

Refletir sobre temas relacionados à ética. . saúde e orientação sexual através de leituras.Reconhecer a periodização da literatura brasileira e os estilos literários dos séculos XVII e XVIII e a sua importância para a compreensão da trajetória humana. seminário. . . .Identificar.Conhecer as características dos textos em verso.Conhecer as regras de acentuação gráfica na Língua Portuguesa. .Compreender os processos de construção de argumentação e ponto de vista.Descrever fonética e fonologicamente a língua portuguesa ( ponto de vista sincrônico) e identificar. . debate.Conhecer as regras da oratória. compreendendo o seu significado na leitura e utilizá-la com precisão na produção escrita. bem como saber construí-los na sua produção escrita. classificar e explicar os problemas e desvios ortográficos mais frequentes entre os usuários da norma escrita da língua. . classificar e transcrever os sons e fonemas da língua portuguesa. texto de opinião. conto. o meio ambiente. .Reconhecer e saber produzir poema. da literatura e da cultura no contexto histórico-social.Perceber a importância da arte. crônica e texto teatral.As competências para ensinar Philippe Perrenoud no século XXI Orientações curriculares para o Ministério da Educação ensino médio Secretaria de Educação Básica São Paulo Artmed Brasília 2006 2006 UNIDADES CURRICULARES DA 2a FASE Unidade Curricular Período letivo : PORTUGUÊS E HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA 2ª Fase Carga Horária : 40 horas Competências . debates e produção textual 33 . . a pluralidade cultural.

Habilidades
- Identificar e situar na história características e autores de cada movimento literário dos séculos XVI a XVIII;
- Relacionar características do período literário em estudo com a atualidade;
- Conceituar e relacionar arte, cultura e literatura e reconhecer a sua importância na história da humanidade;
- Conhecer, por meio da leitura de textos literários do Barroco e do Arcadismo, os autores representativos dos respectivos.
períodos, as marcas de estilo e as implicações no tratamento temático consequentes do contexto histórico de produção;
- Elaborar textos de opinião, valendo-se de recursos estilísticos, de diferentes tipos de discurso e formas de tratamento;
- Organizar e participar de debates e seminários;
- Ler contos, crônicas, poemas e textos teatrais;
- Compreender e reconhecer a intertextualidade e a interdiscursividade textuais;
- Elaborar resumos.
Bases Científicas e Tecnológicas
Cultura, arte e literatura; Barroco; Arcadismo; figuras de linguagem (paradoxo, antítese, hipérbole); recursos sonoros (aliteração e
assonância);fonética e fonologia; prosódia; acentuação gráfica; ortografia; argumentação e construção de ponto de vista; coesão e
coerência; a leitura, a escrita e as possibilidades de intertextualidade e inferências entre os vários contextos histórico-sociais.
Pré-requisitos (quando houver)
Terminalidade/Certificação
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)
Título/Periódico

Autor

Textos: leituras e escritas

Ulisses Infante

Português: linguagens

William Roberto Cereja;
Thereza Cochar Magalhâes

Edição
1.ed

Local

Editora

Ano

São Paulo

Scipione

2005

São Paulo

Atual

2005

34

Português: literatura, gramática, produção de texto

Leila Lauar Sarmento;
Douglas Tufano

1.ed

São Paulo

Moderna

2004

Português: literatura, gramática, produção de texto

Maria luiza Abaurre;Marcela
Nogueira Pontara; Tatiana
fadel

2.ed

São Paulo

Moderna

2004

Português: de olho no mundo do trabalho

Ernani Terra; José de Nicola

1.ed

São Paulo

Scipione

2005

Unidade Curricular
Período letivo:

ARTES
2 ª Fase

Carga Horária:

40h/a

Competências
competências

modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS

Fruir, estudar e analisar as produções em artes visuais, nas produções artísticas, na comunicação visual, nas novas mídias e
audiovisual sensibilizando-se e se conscientizando dos meios visuais e audiovisuais de representação, comunicação e informação
Perceber homens e mulheres enquanto seres simbólicos e sociais que pensam e se expressam por meio de signos visuais e
audiovisuais desenvolvidos pelo contato sensível-consciente com signos de sua própria produção, da produção de colegas, de sua
cultura e no confronto com as demais culturas.
competências

modalidade MÚSICA

Vivenciar a arte através da linguagem musical.
Utilizar-se da música como forma de expressão artística, através de exercícios de apreciação, execução e composição.Analisar,
respeitar e preservar as diferentes manifestações musicais reconhecendo-as como instrumentos adequados e eficientes na
comunicação humana.
Executar instrumentos musicais convencionais e não convencionais de sopro, corda e percussão e outros.
Utilizar e cuidar da voz como meio de expressão e comunicação musicais, empregando conhecimentos de técnica vocal
adequados. Sentir, expressar e pensar a realidade sonora ao seu redor, desenvolvendo maior sensibilidade e consciência estético-

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crítica.
Desenvolver a percepção auditiva e a memória musical, criando, interpretando e apreciando músicas em um ou mais sistemas
musicais, como: modal, tonal, serial e outros.
competências

modalidade TEATRO

Desenvolver o conceito de foco;
Explorar a linguagem teatral a partir da estrutura: quem/onde/o que;
Utilizar-se do imaginário do grupo como contribuição para o aprofundamento das improvisações;
Exercitar a disponibilidade para o jogo;
Reconhecer as regras do jogo teatral;
Vivenciar a relação palco/plateia;
Perceber a importância dos elementos da peça teatral;
Reconhecer a importância da caracterização do personagem;
Vivenciar a construção do espetáculo teatral;
Explorar o corpo no espaço;
Participar de jogos de integração e de improvisações;
Explorar a voz no espaço através de técnicas de expressão vocal;
Estudar a História do Teatro no Brasil e no Mundo;
Habilidades
habilidades

modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS

Fazer trabalhos artísticos utilizando-se de ferramentas tradicionais e/ou virtuais/digitais, como: desenhos, pinturas, gravuras,
modelagens, esculturas, reprografias, desing, artes gráficas (flyers, cartazes, capas de discos, logotipos, entre outros), e
audiovisuais (animação, ficção, documentários, entre outros gêneros e formatos)
Investigar as articulações dos elementos e componentes básicos das linguagens visual e audiovisual presentes nas produções
artísticas, na comunicação visual, nas novas mídias e audiovisual
Investigar em suas produções de artes visuais e audiovisuais as articulações entre os componentes básicos dessas linguagens
(linha, forma, cor, valor, luz, textura, volume, espaço, plano, movimento, tempo, entre outros)
Analisar sistemas de representação visual, audiovisual e as possibilidades estéticas e comunicacionais presentes em seus

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produtos ou objetos. psicológico. Utilizar os elementos e os conhecimentos teatrais no momento da realização da apresentação teatral. bem como familiarizar-se com seus códigos e articulações formais.geográfico. de seus colegas e de outras pessoas. 37 . Apurar a observação e percepção sensíveis e reflexivas. cognitivas e integradoras da identidade. Articular os elementos constitutivos das linguagens da arte na fruição de obras. Identificar os sistemas de representação e as categorias estéticas da obra de arte Definir as formas de articulação dos elementos básicos de cada linguagem artística Refletir sobre as relações que envolvem o processo de construção e fruição da arte. Atuar na prática de grupo utilizando-se dos conhecimentos adquiridos e respondendo ao desafio da encenação do personagem. habilidades modalidade MÚSICA Utilizar os elementos e conhecimentos de leitura musical de modo satisfatório. materiais. aspectos expressivos. Executar repertório adequado visando a prática coletiva Utilizar elementos e conhecimentos de leitura a primeira vista e execução coletiva no momento da realização musical Interpretar textos musicais individual e coletivamente Decodificar os signos musicais Atuar na prática de conjunto respondendo aos desafios colocados na situação específica de performance habilidades modalidade TEATRO Utilizar os elementos da leitura teatral para expressão cênica. histórico. Interpretar textos teatrais individual e em grupo. Compreender as linguagens artísticas como manifestações sensíveis.trabalhos. Representar adequadamente em cena visando a prática de atuação. Conhecer teorias das linguagens artísticas. Identificar a linguagem teatral. social. técnicas. cultural. contextualizando-os em diversos âmbitos .

Elementos da peça Teatral. Afro-brasileira e Indígena Técnicas específicsa dos instrumentos musicais bases tecnológicas modalidade TEATRO O conceito de foco. noções de composição visual/audiovisual. A caracterização do personagem. Regras do Jogo Teatral. interpretação e criação artística. produção/expressão artística e comunicacional Percepção. nacional e catarinense (apreciação e reconhecimento dos diversos movimentos/manifestações artísticos/as). leitura.Bases Científicas e Tecnológicas bases tecnológicas modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS História da arte internacional. leitura. gráfico e escultórico e dos discursos literários. A construção do espetáculo teatral. observação. XVI e XVII bases tecnológicas modalidade MÚSICA Teoria musical tradicional Percepção Musical História da Música Ocidental. linha. A relação palco/plateia. do sistema da heráldica e dos sistemas de representação cartográficos do sistema pictórico na cerâmica grega e da linguagem verbal na representação da narrativa mitológica de transmissão oral e literária dos sistemas pictórico. elementos básicos visuais (ponto. intertextualização e intersemiotização da imagem estética e artística: da linguagem sincrética das Histórias em Quadrinhos e das escritas pictográficas e ideográficas da linguagem sincrética da mídia eletrônica televisiva. Jogos Dramáticos. plano e cor). dos séculos XV. A estrutura: Quem/Onde/O que Improvisação. 38 .

A expressão corporal e vocal. História do Teatro Brasileiro (Afro-brasileira e Indígena) 39 . Exploração de objetos imaginários. Jogos de integração.

Jorge RAMALHO E OLIVEIRA.) Bibliografia básica Título/Periódico História da arte Brasileira Sintaxe da Linguagem Visual. Graça COLI. XIX? Como pensam as imagens SAMAIN. Etienne (org.Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação Bibliografia (títulos. Jorge modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS Edição 5a 1ª Local São Paulo São Paulo Rio de Janeiro Rio de Janeiro Rio de Janeiro São Paulo São Paulo São Paulo Editora Ano Abril Martins Fontes 1997 LTC 2000 Campus 1983 L. Cristiano 1995 Ática 1989 Brasiliense 1995 Rosari 2005 1ª São Paulo Anhembimorumbi 2ª 16ª 6a 2004 modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS Edição Local São Paulo Editora PUCSP Ano 1998 (Tese de Dout) 1ª São Paulo Cosac & Naify 2011 1ª São Paulo Senac 2005 1ª Campinas sobre a pintura do século XIX Como estudar a arte brasileira COLI. OSTROWER. etc. E. Donis A. H. Israel PROENÇA. GOMBRICH. A História da Arte Universos da Arte Da cor à cor inexistente História da Arte O que é arte Imagem também se lê História da arte do século XX: Autor BARDI. Pietro Maria DONDIS. Lúcio Bibliografia complementar Título/Periódico Autor Leitura de imagens para a RAMALHO E OLIVEIRA. periódicos.) Unicamp 2012 40 . Jorge do séc. Sandra educação O corpo da liberdade: reflexões COLI. Sandra idéias e movimentos AGRA. Fayga PEDROSA.

Otto Maria Koellreutter educador: O humano como objetivo da BRITO. Roy São Paulo Zahar 1984 BENNET. Maria Clara MAGALDI. Ingrid Dormien MACHADO. Processo e Dinâmica AZZETA. Educação Musical Bibliografia básica Título/Periódico Autor Jogos Para Atores e Não BOAL. J. Buhumil Brasília MusiMed 1996 Bibliografia complementar Título/Periódico Autor Música. modalidade Edição construção de significados Local São Paulo MÚSICA Editora Martins Fontes Ano 1942 São Paulo Escrituras 2002 Elementos Básicos da Música Forma e Estrutura na Música BENNET. CARPEAUX. Mario Matemática e Música: O pensamento analógico na ABDOUNUR. Sábato 4ª modalidade Edição Local São Paulo Rio de Janeiro São Paulo MÚSICA Editora Annabi Olímpia 1967 Peirópolis 2001 TEATRO Local Editora Civilização Rio de Janeiro Brasileira Ano modalidade Edição Ano 2005 São Paulo Edusp 1986 São Paulo Rio de Janeiro Perspectiva Agir 2002 1996 São Paulo Ática 1998 41 . Teca A. Augusto Atores. Fernando Uma Nova História da Música.Bibliografia básica Título/Periódico Autor Pequena História da Música ANDRADE. Pequena História do Teatro do CACCIAGLIA. Mario Brasil Jogos Teatrais 100 Jogos Dramáticos Iniciação ao Teatro – Série Fundamentos KOUDELA. Roy Rio de Janeiro Jorge Zahar 1986 Teoria da Música MED.

. intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais.Compreender o funcionamento do organismo humano.Assumir uma postura ativa.na prática das atividades físicas. FS. sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas. Jean-Jacques O Jogo Teatral no Livro do Diretor SPOLIN. Habilidades .e consciente da importância delas na vida do cidadão.Desenvolver as noções conceituais de esforço. aquisição de hábitos e atitudes que contribuam para o aprimoramento das capacidades físicas . . . através da atividade física. VB Propiciar. intelectuais. F7. valorizando-as como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas. de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais. 42 .Desenvolver as noções conceituais de esforço. CF. valorizando-as como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas. HB. . Viola A Preparação do Ator STANISLAVSKI. adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal.Oficina de Teatro REVERBEL. . intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais .Refletir sobre as informações especificas da cultura corporal. de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais. Constantin Unidade Curricular Período letivo: Porto Alegre Kuarup 1993 Rio de Janeiro Jorge Zahar 1998 São Paulo Perspectiva Civilização Brasileira 2001 Rio de Janeiro 1999 EDUCAÇÃO FÍSICA 2ª Fase Competências Carga Horária: * 40 horas Modalidade: BB. sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas.Compreender o funcionamento do organismo humano.aspectos fundamentais para a compreensão do ser humano enquanto produtor de cultura. Olga A Linguagem da Encenação Teatral ROUBINE. morais e sociais do educando. adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde. GIN.

GIN = Ginástica. São Paulo Iglu 1991 BAPTISTA JÚNIOR. futsal. VB = Voleibol Bibliografia (títulos. handebol. Maria de Fátima da Silva. Sonia Regina Leite.Socialização e a parte ética do esporte . São Paulo BERNARDELLI JÚNIOR. Andirá (PR) DUARTE.) Título/Periódico Regras oficiais de basquetebol Basquetebol: origem e evolução Táticas: futebol. Godoy Ed. basquete. saúde e educação: perspectivas Atividade física e saúde: intervenções em diversos contextos Autor CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE BASQUETEBOL Edição Local Editora Ano Rio de Janeiro Sprint 2011 DAIUTO.. Florianópolis Salvador Nelsinho´s Sports Gráfica e Ed. Rinaldo. da UNEB 2008 2009 43 .Nutrição e atividade física para a qualidade de vida * Legenda: Modalidades:BB = Basquetebol.Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas e consciente da importância delas na vida do cidadão. periódicos. Moacir.CF = Condicionamento Físico. da UFSC Ed. Nélson. vôlei Atividade física. etc.. . F7 = Futebol Sete.Fundamentos básicos da modalidade .Regras – o conhecimento das principais regras e um olhar crítico em relação as mesmas. MERÉGE. Bases Científicas e Tecnológicas . FS = Futebol de Salão.HB = handebol.

São Paulo Manole 1987 SANTANA. Energia e Desempenho Humano Futsal: Apontamentos Pedagógicos na Iniciação e na Especialização. Regras e Legislação Regras oficiais de handebol Regras Oficiais de Voleibol Educação Física da Pré-escola à Universidade Fundamentos Pedagógicos – Educação Física O Ensino da Educação Física – Uma abordagem didáticometodológica. 005 São Paulo MATEMÁTICA 2ª Fase Carga Horária: 60 horas Competências 44 . Franciscon. C. 14ª ed. M. Maria Augusta Peduti Dal'Molin. Rio de Janeiro GUANABARA KOOGAn 2011 Autores Associados 2003 Rio de Janeiro Sprint 2004. W. Ed. José Roberto. Rio de Janeiro Ao Livro Técnico 1986 HURTADO. Alfredo Gomes de. São Paulo EPU 1980 FARIA JÚNIOR.Fisiologia do Exercício Nutrição. J. Porto Alegre Prodil 1988 KISS. São Paulo. Macardle 7ª ed. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE VOLLEYBALL. Rio de Janeiro Sprint 2005 BORSARI. Avaliação em Educação Física: Aspectos Biológicos e Educacionais Unidade Curricular Período letivo: William D. Futebol. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE HANDEBOL.

gráficos ou a circunferência trigonométrica.Usar e compreender a trigonometria como ferramenta de resolução de problemas e aplicações em contextos da realidade. Cálculo de seno. em especial o cálculo de distâncias inacessíveis. reconhecendo o uso de relações trigonométricas em diferentes épocas e contextos sociais. co-seno e tangente dos arcos notáveis e aplicá-los na resolução de problemas. Lei dos senos e a dos co-senos para um triângulo qualquer. Construção e análise de gráficos das funções trigonométricas. bem como para construção de modelos que correspondem a fenômenos periódicos.Estabelecer domínio. .Compreender o conhecimento científico e tecnológico como resultado de uma construção humana em um processo histórico e social.Calcular seno. co-seno e tangente dos arcos notáveis e aplicá-los na resolução de problemas. período e imagem das funções trigonométricas. Fazer as devidas conexões com outras unidades curriculares e relacionar sua importância dentro do respectivo curso.Definir e graduar a circunferência trigonométrica em graus e em radianos. . Resolução de equações e inequações trigonométricas com o uso de fórmulas.Utilizar e interpretar modelos para resolução de situações-problema que envolvem medições. . período e imagem das funções trigonométricas . Identificação de domínio.Determinar as razões trigonométricas em triângulo retângulo.Construir e analisar gráficos das funções trigonométricas. .Deduzir fórmulas trigonométricas e aplicá-las em demonstração de identidades ou simplificação de expressões. .. gráficos ou ao ciclo trigonométrico Bases Científicas e Tecnológicas Relações métricas e razões trigonométricas no triângulo retângulo. Dedução de fórmulas trigonométricas e aplicação em demonstração de identidades ou simplificação de expressões. ..Relacionar valores numéricos de funções trigonométricas com valores dos arcos do 1º quadrantes. .Estabelecer e aplicar a lei dos senos e a dos co-senos para um triângulo qualquer. Cálculo de valores numéricos de funções trigonométricas com valores dos arcos do 1º quadrante. Habilidades .Resolver equações e inequações trigonométricas com o uso de fórmulas. . Definição e graduação da circunferência trigonométrica em graus e em radianos. Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação 45 . .

volume único. São Paulo FTD 2002 1ª ed Unidade Curricular FÍSICA Período letivo: 2ª Fase Carga Horária: 60 horas Competências 46 . Local Editora Ano São Paulo Atual 2002 4ª ed Novo Olhar da Matemática Joamir Roberto de Souza Vol 01 São Paulo FTD 2010 Novo Olhar da Matemática Joamir Roberto de Souza Vol 02 São Paulo FTD 2010 Matemática Fundamental: Uma nova abordagem José Ruy Giovanni.Bibliografia (títulos.) Título/Periódico Autor Matemática. etc. José Roberto Bonjorno e José Ruy Giovanni Jr. periódicos. Ensino Médio Edição Gelson Iezzi volume único.

Pascal e Arquimedes. marés. considerando processos biológicos. em diferentes equipamentos e máquinas. .Reconhecer e saber utilizar corretamente símbolos.Identificar as possibilidades de uso de diferentes instrumentos. escalas métricas permitindo a interação do aluno com o arranjo experimental. .Identificar etapas em processos de obtenção.Operar corretamente os instrumentos de medidas como balança. métodos e técnicas uma dada medição estabelecendo comparações quantitativas e qualitativas. .Relacionar grandezas físicas através de tabelas.Analisar situações-problema que envolva a força gravitacional e a energia potencial gravitacional. gráficos e relações matemáticas. tais como: estações do ano. utilização ou reciclagem de recursos naturais.Analisar as transformações entre as diversas formas de energia em sistemas conservativos e não conservativos.Reconhecer a evolução histórica das leis de Kepler. . gráficos e relações matemática. etc. gráficos e relações matemáticas. Pascal e Arquimedes e relacioná-los com o funcionamento de aparelhos e equipamentos. Pascal e Arquimedes para solucionar problemas do cotidiano. . . . . . dinamômetro.Comprovar experimentalmente a validade das leis da física. explicar situações reais do cotidiano. potencial gravitacional e elástica em sistemas conservativos e não conservativos. 47 .Expressar fenômenos naturais utilizando a linguagem física adequada e elementos de sua representação simbólica. .Identificar energia cinética.Reconhecer a evolução histórica dos princípios de Stevin. Habilidades .Descrever os movimentos de rotação e translação da Terra e suas implicações no cotidiano. com seus códigos. relacionando a abordagem teórica com o enfoque experimental permitindo o crescimento cognitivo do aluno. químicos ou físicos neles envolvidos. energéticos ou matérias primas. . símbolos. . .Relacionar grandezas utilizando tabelas. tabelas.Articular relações entre o conhecimento físico e outras formas de expressão da cultura humana. transformação. . cronômetro. .Identificar fontes e transformações de energia. . . . códigos e nomenclaturas de grandezas físicas e suas unidades.Identificar e avaliar situações cotidianas que envolvam a conservação da quantidade de movimento.Utilizar os princípios de Stevin.Identificar e caracterizar códigos e símbolos físicos. .Reconhecer os princípios de Stevin..Aplicar as leis de Kepler ao estudo do movimento dos planetas e satélites.

MÁXIMO Antônio BRAND. variação da pressão com a profundidade. trabalho e energia cinética.Identificar as condições de equilíbrio de um corpo extenso. . etc. em exemplos de situações reais. Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação Bibliografia (títulos. trabalho de uma força. exemplos de aplicação da conservação da energia. quantidade de movimento de um sistema de partículas.1. forcas impulsivas e colisões. Beatriz.Calcular o trabalho mecânico de forças de diferentes naturezas. gravitação universal. . Compreendendo a Física – Mecânica V. movimento de satélites. energia potencial elástica.) Título/Periódico Curso Física. potência. aplicações da equação fundamental. periódicos. Bases Científicas e Tecnológicas Momento de uma força. Anésio Böger Gaspar. conservação da energia. 1 Física experimental. princípios de Arquimedes. V. conservação da quantidade de movimento. energia potencial gravitacional. Alberto Edição 1ª Local São Paulo Editora Scipione Ano 2011 2013. variações da aceleração da gravidade.Reconhecer situações em que um corpo extenso encontra-se em equilíbrio estático ou dinâmico. equilíbrio de um corpo rígido. . pressão atmosférica. leis de Kepler. 1ª Florianópolis São Paulo Gráfica IFSC Ática 2013 2010 Carga Horária : 60 horas 48 . pressão e massa específica.. Impulso e quantidade de movimento.Aplicar as leis de conservação da energia e do momento linear à análise do movimento de sistemas mecânicos. Introdução gravitação universal.1 Unidade Curricular Química Período letivo : 2ª Fase Autor ALVARENGA.

. bem como sua utilização prática. Habilidades -Calcular quantidade de matéria de espécies químicas envolvidas em processos naturais e industriais. • Estabelecer relação entre o calor envolvido nas transformações químicas e as massas de reagentes e produtos. analisando os impactos ambientais ocasionados ao meio. . em termos de quantidade de matéria (mol). e prever.Competências • Traduzir. . rendimento de reação.Calcular e reconhecer as concentrações das soluções usadas no cotidiano expressas em: concentração comum (g/L). de quantidade de matéria (mol) nas transformações químicas que ocorrem em soluções de acordo com suas concentrações e associá-las à estequiometria da transformação. em função dessa relação. • Traduzir as relações entre massa e energia nas transformações químicas em termos de quantidade de matéria e energia. reagente em excesso e reagente limitante. • Estabelecer relação entre a estequiometria e o rendimento das transformações químicas. . soluto. solvente e fases de um sistema.Conhecer os tipos de solução e descrever por meio de linguagem química adequada. .Reconhecer e compreender os processos de obtenção de energia a partir da queima de combustíveis. • Correlacionar dados relativos à concentração de certas soluções nos sistemas naturais a possíveis problemas ambientais. v/v). • Representar e interpretar informações sobre variáveis nas transformações químicas por meio de tabelas e gráficos. • Compreender as relações quantitativas de massa. rural e industrial. industrial e rural. porcentagem (m/m. Bases Científicas e Tecnológicas 49 . • Avaliar possíveis implicações das relações quantitativas nas transformações químicas que ocorrem nos sistemas produtivos. quantidades envolvidas nas transformações químicas que ocorrem na natureza e nos sistemas produtivos. • Compreender a entalpia de reação como resultante do balanço energético advindo de formação e ruptura de ligação química. ppm e quantidade de matéria por volume.Determinar a quantidade de calor envolvido em transformações químicas do cotidiano (a partir do calor de formação e utilizando a lei de Hess). as relações quantitativas de massa nas transformações químicas.Demonstrar conhecimentos sobre cálculo estequiométrico: pureza de reagentes.

Aspectos quantitativos da Química: Relação massa/quantidade. molaridade. massa atômica e massa molecular -mol e massa molar. concentração das soluções: concentração comum. osmometria e cálculo da pressão osmótica: Termoquímica: processos endotérmicos e exotérmicos equação termoquímica. Vol 2 Peruzzo. cálculo estequiométrico: Soluções: classificação das soluções.. Scipione 1999 Vol 2 Química . Dácio Rodney. volume molar e equação de Clapeyron. ebulioscopia e crioscopia. João. Eduardo Leite do Canto 4ª São Paulo Moderna 2006 Química vol 2 FELTRE. 5ª 2002 50 . diluição e misturas de soluções de mesmo soluto: propriedades coligativas: pressão de vapor. calor de formação. estudo dos gases. entalpias das reações químicas. Vol 2 HARTWIG. Scipione 1999 São Paulo Ed. periódicos. etc. Ricardo 6ª São Paulo Moderna 2004 Introdução e Transformações. Química Química. tonoscopia . título. Francisco Miragaia. energia de ligação e Lei de Hess Pré-requisitos (quando houver) Bibliografia (títulos.) Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano Química -Na abordagem do cotidiano. Química Ensino Médio GEPEQ São Paulo Ed. Volume Único USBERCO. Saraiva São Paulo Ed.

os princípios básicos que regem a transmissão de características hereditárias e aplicá-los para interpretar o surgimento de determinadas características. pesquisando textos ou entrevistando profissionais da área. Tema 2: Variabilidade Genética e Hereditariedade • Perceber a participação da engenharia e manipulação genética na produção de alimentos mais nutritivos e resistentes a pragas e herbicidas. investigação criminal e identificação de indivíduos.Unidade Curricular Período letivo : BIOLOGIA 2ª Fase Carga Horária : 40 horas Competências Tema 1: Organização celular da vida • Reconhecer a organização celular como característica fundamental de todas as formas vivas. • Reconhecer a importância dos testes de DNA nos casos de determinação da paternidade. Habilidades 51 . hormônios. • Identificar o papel da terapia gênica no tratamento de doenças genéticas e seu uso na medicina brasileira. de produtos farmacêuticos. a partir de resultados de cruzamentos. vacinas. • Reconhecer a importância dos procedimentos éticos no uso da informação genética para promover a saúde do ser humano sem ferir a sua privacidade e sua dignidade. • Utilizar noções básicas de probabilidade para prever resultados de cruzamentos e para resolver problemas envolvendo características diversas. medicamentos e componentes biológicos e avaliar sua importância. • Entender os diferentes tipos de transporte através da membrana celular. • Identificar.

• Interpretar e utilizar modelos para explicar determinados processos biológicos. a partir de resultados de cruzamentos. • Elaborar resumos. Bases Científicas e Tecnológicas Tema 1: Organização celular da vida Microescala /Microscopia óptica e eletrônica / Nanotecnologia aplicada à Biologia celular básica biologia Conservação de alimentos / Como alguns microrganismos conseguem Mecanismos de transporte através das sobreviver no mar? membranas celulares Tema 2: Variabilidade genética e hereditariedade Engenharia genética / Transgênicos / Terapia gênica /Uso dos vírus e das Núcleo / Ácidos nucleicos / Síntese de proteínas bactérias na engenharia genética Projetos genomas / Como combater as doenças decifrando seu código Código genético / Comportamento dos genético cromossomos nas divisões celulares Aconselhamento genético / Genealogias ou Heredogramas / Doenças Principais mecanismos de herança genética / genéticas Noções de probabilidade 52 . • Utilizar noções básicas de probabilidade para prever resultados de cruzamentos e para resolver problemas envolvendo características diversas. os princípios básicos que regem a transmissão de características hereditárias e aplicá-los para interpretar o surgimento de determinadas características.• Desenvolver modelos explicativos sobre o funcionamento dos sistemas vivos. • Construir heredogramas a partir de dados levantados pelos alunos (junto a familiares ou conhecidos) sobre a transmissão de certas características hereditárias. • Avaliar a importância do aspecto econômico envolvido na utilização da manipulação genética em saúde • Organizar e participar de debates e seminários. • Fazer um levantamento de informações para identificar alguns produtos originários de manipulação genética que já estejam circulando no mercado brasileiro. • Elaborar relatório de aula prática obedecendo às normas vigentes. • Identificar.

João B. periódicos. Richard C. 3 Fernando Santiago Santos.ed São Paulo Edições SM 2010 Ser Protagonista: Biologia – Vol. A. V.ed Rio de Janeiro Guanabara Koogan 2008 Complementar Introdução à Genética 53 .Transfusão e doação sanguínea / Eritroblastose fetal Biotecnologia e bioética / Já podemos criar vida? / A legislação e a bioética Herança dos grupos sanguíneos. Gilberto Rodrigues Martho 2. 1 José Mariano Amabis. 9. João B. Lewontin. Aguilar.ed São Paulo Moderna 2004 Biologia – Volume Único Janet Laurence 1. Oliveira 1. A. Aguilar.F.ed São Paulo Nova Geração 2005 Bio – Volume Único Sônia Lopes 1. Gilberto Rodrigues Martho 2. Maria M. Susan R. Wessler. etc. Maria M. 3 José Mariano Amabis. Oliveira 1. Bibliografia (títulos. Sean B. V. Carroll. sistemas ABO e Rh DNA recombinante / Clonagem gênica / Identificação de pessoas / Vacinas gênicas / Transgênicos.ed São Paulo Edições SM 2010 Anthony J. 1 Fernando Santiago Santos.) Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano Biologia – Vol. Griffiths.ed São Paulo Saraiva 2004 Ser Protagonista: Biologia – Vol.ed São Paulo Moderna 2004 Biologia – Vol.

Watson DNA: O Segredo da Vida 1. Conjugação dos verbos regulares terminados em –ar. -ir.Descrever a família. Aspectos lingüísticos e culturais da Espanha (comunidades autônomas e seus dialetos). .Saber distinguir as variantes lingüísticas. . Pontos de referência que auxiliem na localização.Dar e pedir informações sobre localização . . Números.James D. -er.Descrever o cotidiano. . Fonética e fonologia hispânica.ESPANHOL 2ª Fase Carga Horária 40 horas Competências .Dar e pedir informações pessoais. Vocabulário relacionado à família. Verbos que reflitam ações presentes no cotidiano dos alunos. a outras culturas e grupos sociais. .Comunicar-se minimamente sobre aspectos pessoais utilizando a língua espanhola em contextos formal e informal. Verbos utilizados para indicar um caminho. Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação 54 . Bases Científicas e Tecnológicas Saudações formais e informais. rota. Verbos irregulares que diptongan.ed São Paulo Companhia das Letras 2005 Unidade Curricular Período letivo LÍNGUA ESTRANGEIRA .Descrever pessoas levando em consideração as características físicas e psíquicas Habilidades .Usar a língua espanhola como instrumento de acesso às informações. Horas e dias da semana. percurso. Adjetivos específicos para descrever características físicas e psíquicas de uma pessoa.

) Autor Edição J. -Compreender o conceito de proporção.Título/Periódico Aula Internacional 1 Curso Intensivo de Español Nuevo Ven Gente Unidade Curricular Período letivo : Bibliografia (títulos. N. M. A. polígonos. S. -Compreender os fundamentos do desenho projetivo. Castro. Rosa E. -Decompor formas complexas em formas simples. círculos). Baulenas Local Editora Ano Barcelona Difusión 2005 Barcelona Madrid Barcelona Difusión Edelsa Difusión 2005 2003 2004 DESENHO 2ª Fase Carga Horária : 40 horas Competências -Compreender conceitos básicos da geometria. etc. -Desenvolver o raciocínio lógico através do estudo da geometria plana. Peris. Soriano. C. Habilidades -Identificar formas. a partir de seus elementos fundamentais (ponto. N. -Decompor a forma no estudo de figuras fundamentais (retas. N. -Compreender a linguagem gráfica. -Desenvolver a percepção das formas de maneira geral. García. R. periódicos. -Desenhar formas fundamentais com precisão. obliqüidade. -Identificar formas geométricas na relação com a realidade. Marín. E. ângulos. Garmendia. -Desenvolver a percepção das formas criadas pelo homem na fabricação de objetos e ambientes. 55 . S. -Desenvolver a coordenação motora. -Desenvolver a coordenação motora. paralelismo. Miquel. Corpas. Morales. reta e plano) tais como relações de perpendicularismo. -Desenvolver a capacidade de criação através do estudo das formas. Sans L. semi-retas. F. Sans F.

Estudo da reta. Estudo da reta.Conceituar sociologia. Projeções ortogonais. Ângulos planos. etc. Moderna Atual 1991 1974 1991 SOCIOLOGIA 2ª Fase Carga Horária : 20 horas Competências . Circunferência. V Moise and Downs Afonso Rocha Giongo Marchesi Jr. . Quadriláteros. quando o agravamento de problemas sociais indicou a necessidade de uma ciência da sociedade. C São Paulo Ardevan Machado Editora Ano Ed. ciência e sociedade.) Autor Edição Local Pogorelov A. Mir Atica S. periódicos.Analisar o surgimento e a formação da sociologia no Brasil e na América Latina. Estudo dos planos no 1º diedro. no contexto de inserção periférica desses países ao capitalismo mundial. triângulos. Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação Título/Periódico Geometria Elementar Geometria Moderna Curso de Desenho Geométrico Curso de Desenho Geométrico 1 Curso de Desenho 1 Geometria Descritiva Unidade Curricular Período letivo: Bibliografia (títulos. 56 . Polígonos.A. Poliedros. Geometria descritiva.-Aplicar conceitos fundamentais do desenho projetivo. .Estudar e problematizar a formação da sociedade contemporânea. Isaías Marmo. aprofundando questões relativas ao seu surgimento com a revolução burguesa. Superfície e área. de modo que fiquem explícitas suas dimensões sociais e históricas. Bases Científicas e Tecnológicas Morfologia geométrica.

indústria cultural.1.Demonstrar que a cultura se modifica historicamente e expressa conflitos de interesses entre classes e grupos sociais. 2.Identificar as finalidades da disciplina de Sociologia no ensino médio e sua trajetória no sistema escolar. respondendo aos problemas colocados por sua prática social. identificar e aplicar conhecimentos pertinentes às Ciências Sociais/Sociologia . 1. . . Os conceitos de sociologia. Bases Científicas e Tecnológicas UNIDADE I: A SOCIOLOGIA COMO CIÊNCIA Principais conceitos trabalhados: sociedade. 57 . inclusive a Sociologia. O sentido da sociologia no currículo escolar do ensino médio.1 – Por que uma ciência da sociedade? 2. intelectual e artística. .Compreender as imposições culturais derivadas dos processos de colonização e das relações de imperialismo que atingiram historicamente o Brasil e a América Latina. sociedade e ciência. 1. econômica. .Analisar a cultura como prática social e fenômeno historicamente situado. Habilidades . . UNIDADE II: CULTURA E IDEOLOGIA Principais conceitos trabalhados: cultura.. os conflitos e contradições nela presentes.Identificar a ciência. pelo qual os homens criam sua existência social. além de seus processos de transformação.Compreender a Sociologia como ciência que objetiva estudar a sociedade. .Analisar a ideologia como fenômeno histórico-social decorrente do modo como os homens produzem sua existência e resultante da imposição da cultura dominante a toda a sociedade. A Sociologia como disciplina escolar: finalidade e trajetória. ideologia. na complexidade das relações capitalistas de produção. religiosa. contracultura. ciência e sociologia. política.Perceber como homens e mulheres explicaram e explicam esta relação.Conhecer. como proposta histórica de organizar e sistematizar o conhecimento das relações entre seres humanos e a natureza.

Conceitos de cultura e ideologia – O conceito sociológico de cultura – Cultura no entendimento antropológico – Ideologia e classe social 2.) Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano Sociologia para o ensino médio. A indústria cultural 4. Cultura popular e cultura erudita 3. etc. Cultura e ideologia no Brasil e na América Latina Bibliografia (títulos. A mundialização da cultura no mundo globalizado 6. A contracultura 5. Autor Edição 2ª Local São Paulo Editora Moderna Ano 2000 58 . periódicos. Nelson DacioTomazi 2ª São Paulo Saraiva 2010 O que é Sociologia Carlos Benedito Maritns 38ª São Paulo Brasiliense 1994 Bibliografia Complementar Título/Periódico Sociologia: Introdução à Ciência Cristina Costa da Sociedade.1.

Sociologia Crítica 48ª Pedrinho Guareshi Unidade Curricular PROJETO INTEGRADOR II Período letivo : 2ª Fase Carga Horária : Porto Alegre Mundo Jovem 2000 40 horas Competências . Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação 59 .Conhecimentos relacionados às habilitações oferecidas pela instituição.Educação Ambiental . para a compreensão da realidade e possível intervenção na mesma.Ter clareza das especificidades dos cursos técnicos oferecidos pela instituição.Atuar como sujeito ativo na construção do conhecimento centrada na resolução de problemas. . . . . atitudes e habilidades necessárias à preservação e melhoria da qualidade ambiental. Habilidades . analisar e interpretar dados e informações.Identificar as conseqüências da atuação humana no ambiente.Desenvolver conhecimentos. necessários à concretização de um projeto de pesquisa. Bases Científicas e Tecnológicas .Buscar. .Reconhecer as qualificações necessárias para o exercício das profissões.Enfatizar por meio da educação ambiental as regularidades e a manutenção do respeito pelos diferentes ecossistemas e culturas humanas.

etc. que institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Montserrat Porto Alegre. Hernandez. as marcas de estilo e as implicações no tratamento temático consequentes do contexto histórico de produção. em diferentes 60 . RS Ed. Fernando e Ventura.Bibliografia (títulos.) Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano Transgressão e Mudança na educação: Os Projetos de Trabalho. ARTMED 1998 A Organização do Currículo por Projetos de Trabalho. .Desenvolver a eficiência comunicativa para tornar-se um leitor e um produtor eficiente de textos argumentativos. UNIDADES CURRICULARES DA 3ª FASE Unidade Curricular Período letivo: PORTUGUÊS E HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA 3ª Fase Carga Horária: 60 horas Competências Conhecer os mecanismos da língua portuguesa para ampliar as possibilidades de uso da norma culta.Conhecer. de 27 de abril de 1999. por meio da leitura de textos literários do Romantismo. RS Ed. . Fernando Porto Alegre.795. ARTMED 1998 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO: Referências Curriculares Nacionais da Educação Profissional de Nível Técnico MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO: Lei nº 9. e do acesso a informações e suas intenções. os autores representativos do período. Hernandes. periódicos.

saúde e orientação sexual através de leituras. fazendo uso do vocabulário ativo da escrita.Analisar textos dos autores românticos.Elaborar relatório de aula prática obedecendo às normas vigentes. .Ler e produzir textos dissertativos.Refletir sobre temas relacionados à ética. elementos de coesão que permitam relacionar e/ou sequenciar as ideias. pontuação.esferas de vida social e profissional. coesão e coerência.Romantismo. a leitura. a pluralidade cultural.Ampliar o domínio da língua padrão por meio da prática da leitura. relatório de aula prática.Identificar os autores e a produção literária do Romantismo. de forma a empregar adequadamente os elementos de coesão e percebendo-as. periódicos. . da oralidade e da escrita. etc. .Aplicar os conhecimentos de concordância verbal e nominal na produção textual. -Compreender e reconhecer a intertextualidade e a interdiscursividade textuais. fichamento. . o meio ambiente. Bases Científicas e Tecnológicas . .Utilizar. .Aplicar os conhecimentos sobre pontuação na produção textual. debates e produção textual. projeto do texto dissertativo. morfologia e sintaxe.Identificar e analisar os elementos morfossintáticos na organização frasal a fim de melhorar a produção escrita. a escrita e as possibilidades de intertextualidade e inferências entre os vários contextos histórico-sociais.) 61 . . . Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação Bibliografia (títulos. . Habilidades . identificando suas características e comparando-os com os da atualidade.

produção de texto Português: literatura.Título/Periódico Textos: leituras e escritas Autor Ulisses Infante Português: linguagens William Roberto Cereja Thereza Cochar Magalhâes Leila Lauar Sarmento Douglas Tufano Maria luiza Abaurre Marcela Nogueira Pontara Tatiana fadel Ernani Terra José de Nicola Português: literatura.ed São Paulo Moderna 2004 2. gramática.ed São Paulo Moderna 2004 1. produção de texto Português: de olho no mundo do trabalho Edição Local São Paulo Editora Scipione Ano 2005 1.ed São Paulo Atual 2005 1. gramática.ed São Paulo Scipione 2005 62 .

desenvolvendo maior sensibilidade e consciência estético crítica. Utilizar e cuidar da voz como meio de expressão e comunicação musicais. serial e outros. tonal. Utilizar-se da música como forma de expressão artística. de sua cultura e no confronto com as demais culturas. Utilizar-se do imaginário do grupo como contribuição para o aprofundamento das improvisações.Unidade Curricular Período letivo: ARTES 3 ª Fase Carga Horária: 40h/a Competências competências modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS Fruir. Reconhecer as regras do jogo teatral. estudar e analisar as produções em artes visuais. como: modal. Exercitar a disponibilidade para o jogo. nas novas mídias e audiovisual sensibilizando-se e conscientizando-se dos meios visuais e audiovisuais de representação. competências modalidade MÚSICA Vivenciar a arte através da linguagem musical. Desenvolver a percepção auditiva e a memória musical. na comunicação visual. corda e percussão e outros.Analisar. expressar e pensar a realidade sonora ao seu redor. comunicação e informação Perceber homens e mulheres enquanto seres simbólicos e sociais que pensam e se expressam por meio de signos visuais e audiovisuais desenvolvidos pelo contato sensível-consciente com signos de sua própria produção. através de exercícios de apreciação. competências modalidade TEATRO Desenvolver o conceito de foco. 63 . nas produções artísticas. interpretando e apreciando músicas em um ou mais sistemas musicais. Sentir. execução e composição. empregando conhecimentos de técnica vocal adequados. criando. respeitar e preservar as diferentes manifestações musicais reconhecendo-as como instrumentos adequados e eficientes na comunicação humana. da produção de colegas. Executar instrumentos musicais convencionais e não convencionais de sopro. Explorar a linguagem teatral a partir da estrutura: quem/onde/o que.

64 . na comunicação visual. Conhecer teorias das linguagens artísticas. cultural. gravuras. Identificar os sistemas de representação e as categorias estéticas da obra de arte Definir as formas de articulação dos elementos básicos de cada linguagem artística Refletir sobre as relações que envolvem o processo de construção e fruição da arte. Perceber a importância dos elementos da peça teatral. Reconhecer a importância da caracterização do personagem. entre outros). valor. Vivenciar a construção do espetáculo teatral. modelagens. nas novas mídias e audiovisual Investigar em suas produções de artes visuais e audiovisuais as articulações entre os componentes básicos dessas linguagens (linha. logotipos. e audiovisuais (animação. cor. produtos ou objetos.Vivenciar a relação palco/plateia. de seus colegas e de outras pessoas. Compreender as linguagens artísticas como manifestações sensíveis. volume. contextualizando-os em diversos âmbitos . desing. documentários. tempo. Habilidades habilidades modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS Fazer trabalhos artísticos utilizando-se de ferramentas tradicionais e/ou virtuais/digitais. histórico. esculturas.geográfico. Participar de jogos de integração e de improvisações. plano. cartazes. Estudar a História do Teatro no Brasil e no Mundo. seus códigos e articulações formais. Apurar a observação e percepção sensíveis e reflexivas. audiovisual e as possibilidades estéticas e comunicacionais presentes em seus trabalhos. luz. Explorar a voz no espaço através de técnicas de expressão vocal. psicológico. forma. entre outros) Analisar sistemas de representação visual. social. cognitivas e integradoras da identidade. Explorar o corpo no espaço. entre outros gêneros e formatos) Investigar as articulações dos elementos e componentes básicos das linguagens visual e audiovisual presentes nas produções artísticas. ficção. pinturas. textura. artes gráficas (flyers. como: desenhos. capas de discos. movimento. espaço. reprografias. aspectos expressivos. Articular os elementos constitutivos das linguagens da arte na fruição de obras.

Executar repertório adequado visando a prática coletiva Utilizar elementos e conhecimentos de leitura a primeira vista e execução coletiva no momento da realização musical Interpretar textos musicais individual e coletivamente Decodificar os signos musicais Atuar na prática de conjunto respondendo aos desafios colocados na situação específica de performance habilidades modalidade TEATRO Utilizar os elementos da leitura teatral para expressão cênica. e as linguagens sincréticas das mídias contemporâneas bases tecnológicas modalidade MÚSICA Teoria musical tradicional 65 . produção/expressão artística e comunicacional Percepção. plano e cor). leitura. no discurso literário. noções de composição visual/audiovisual.habilidades modalidade MÚSICA Utilizar os elementos e conhecimentos de leitura musical de modo satisfatório. elementos básicos visuais (ponto. linha. Interpretar textos teatrais individual e em grupo. nacional e catarinense (apreciação e reconhecimento dos diversos movimentos/manifestações artísticos/as). Utilizar os elementos e os conhecimentos teatrais no momento da realização da apresentação teatral. gráfica e escultórica dos séculos XVIII e XIX em suas relações intertextuais e intersemióticas com a linguagem verbal. Bases Científicas e Tecnológicas bases tecnológicas modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS História da arte internacional. intertextualização e intersemiotização da imagem estética e artística:da linguagem pictórica. leitura. Identificar a linguagem teatral. interpretação e criação artística. observação. Atuar na prática de grupo utilizando-se dos conhecimentos adquiridos e respondendo ao desafio da encenação do personagem. Representar adequadamente em cena visando a prática de atuação.

Jogos de integração. Regras do Jogo Teatral. História do Teatro Brasileiro e Mundial. A relação palco/plateia. A expressão corporal e vocal. A caracterização do personagem.Percepção Musical História da Música Técnica específica do instrumento bases tecnológicas modalidade TEATRO O conceito de foco. 66 . Elementos da peça Teatral. Exploração de objetos imaginários. A construção do espetáculo teatral. Jogos Dramáticos. A estrutura: Quem/Onde/O que Improvisação.

Sandra idéias e movimentos AGRA. Etienne (org. Cristiano Ática Brasiliense Rosari 1ª São Paulo Anhembimorumbi 2ª 16ª 6a Ano 1997 2000 1983 1995 1989 1995 2005 2004 modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS Edição Local São Paulo Editora PUCSP Ano 1998 (Tese de Dout) 1ª São Paulo Cosac & Naify 2011 1ª São Paulo Senac 2005 1ª Campinas sobre a pintura do século XIX Como estudar a arte brasileira COLI. Pietro Maria DONDIS. OSTROWER. Donis A. Jorge do séc. Mario Edição Unicamp modalidade MÚSICA Local Editora São Paulo Martins Fontes 2012 Ano 1942 67 . periódicos. A História da Arte Universos da Arte Da cor à cor inexistente História da Arte O que é arte Imagem também se lê História da arte do século XX: Autor BARDI. Israel PROENÇA. GOMBRICH. etc. Sandra educação O corpo da liberdade: reflexões COLI. Jorge modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS Edição 5a 1ª Local São Paulo São Paulo Rio de Janeiro Rio de Janeiro Rio de Janeiro São Paulo São Paulo São Paulo Editora Abril Martins Fontes LTC Campus L. E. H. Lúcio Bibliografia complementar Título/Periódico Autor Leitura de imagens para a RAMALHO E OLIVEIRA. Graça COLI.) Bibliografia básica Título/Periódico Autor Pequena História da Música ANDRADE.Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação Bibliografia (títulos. XIX? Como pensam as imagens SAMAIN. Fayga PEDROSA. Jorge RAMALHO E OLIVEIRA.) Bibliografia básica Título/Periódico História da arte Brasileira Sintaxe da Linguagem Visual.

Jean-Jacques Rio de Janeiro Jorge Zahar 1998 São Paulo Perspectiva Civilização Brasileira 2001 MACHADO.Matemática e Música: pensamento analógico construção de significados O na ABDOUNUR. Constantin Rio de Janeiro 1999 68 . Otto Maria Koellreutter educador: O humano como objetivo da BRITO. Educação Musical Bibliografia básica Título/Periódico Autor Jogos Para Atores e Não BOAL. Pequena História do Teatro do CACCIAGLIA. Elementos Básicos da Música Forma e Estrutura na Música São Paulo Escrituras 2002 BENNET. J. Processo e Dinâmica AZZETA. Augusto Atores. Fernando Uma Nova História da Música. Roy São Paulo Zahar 1984 BENNET. Teca A. Viola A Preparação do Ator STANISLAVSKI. Sábato São Paulo Ática 1998 Oficina de Teatro REVERBEL. CARPEAUX. Mario Brasil modalidade Edição Local São Paulo Rio de Janeiro São Paulo MÚSICA Editora Annabi Olímpia 1967 Peirópolis 2001 TEATRO Local Editora Civilização Rio de Janeiro Brasileira Ano modalidade Edição Ano 2005 São Paulo Edusp 1986 São Paulo Rio de Janeiro Perspectiva Agir 2002 1996 Jogos Teatrais 100 Jogos Dramáticos Iniciação ao Teatro – Série Fundamentos KOUDELA. Roy Rio de Janeiro Jorge Zahar 1986 Bibliografia complementar Título/Periódico Autor Música. Olga Porto Alegre Kuarup 1993 A Linguagem da Encenação Teatral ROUBINE. Ingrid Dormien MAGALDI. Maria Clara O Jogo Teatral no Livro do Diretor SPOLIN.

.Compreender o funcionamento do organismo humano. .ra) .Aptidão relacionada à habilidade . de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais. tempo de reação .coordenação. intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais. morais e sociais do educando.e consciente da importância delas na vida do cidadão. CF.Unidade Curricular Período letivo: EDUCAÇÃO FÍSICA 3ª Fase Competências Carga Horária: * 40 horas Modalidade: BB.Desvios posturais e posicionamento correto do corpo . de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais. Habilidades . adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.Desenvolver as noções conceituais de esforço. Bases Científicas e Tecnológicas .Testes de aptidão física (antropometria.Compreender o funcionamento do organismo humano. FS.Agilidade.velocidade. intelectuais. . valorizando-as como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.Aptidão física relacionado à saúde . . intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais . valorizando-as como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas. GIN. sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas.Refletir sobre as informações especificas da cultura corporal.aspectos fundamentais para a compreensão do ser humano enquanto produtor de cultura.Fundamentos básicos da modalidade 69 . adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.na prática das atividades físicas.Autoconhecimento corporal . rml. HB. VB Propiciar.Assumir uma postura ativa. através da atividade física. sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas.Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal. aquisição de hábitos e atitudes que contribuam para o aprimoramento das capacidades físicas . flexibilidade. F7. equilíbrio . . .Desenvolver as noções conceituais de esforço.Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas e consciente da importância delas na vida do cidadão.

Nelsinho´s Sports Gráfica e Ed. Florianópolis Salvador Ed..) Título/Periódico Regras oficiais de basquetebol Basquetebol: origem e evolução Táticas: futebol. Energia e Desempenho Humano Futsal: Apontamentos Pedagógicos na Iniciação e na Especialização. C. São Paulo BERNARDELLI JÚNIOR. etc. São Paulo Iglu 1991 BAPTISTA JÚNIOR. Godoy São Paulo 70 . MERÉGE.Nutrição e atividade física para a qualidade de vida * Legenda: Modalidades:BB = Basquetebol. da UNEB Rio de Janeiro GUANABARA KOOGAn William D. handebol. Franciscon. Maria de Fátima da Silva. Ed. FS = Futebol de Salão. 005 2008 2009 2011 Autores Associados 2003 Rio de Janeiro Sprint 2004. Moacir. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE VOLLEYBALL. 14ª ed. F7 = Futebol Sete. W. basquete. periódicos.. Rio de Janeiro Sprint 2005 São Paulo. Futebol. Sonia Regina Leite. GIN = Ginástica. vôlei Atividade física. saúde e educação: perspectivas Atividade física e saúde: intervenções em diversos contextos Fisiologia do Exercício Nutrição. futsal. Andirá (PR) DUARTE.HB = handebol. Nélson. Macardle 7ª ed. VB = Voleibol Bibliografia (títulos. Rinaldo.CF = Condicionamento Físico. da UFSC Ed. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE HANDEBOL. SANTANA. Regras e Legislação Regras oficiais de handebol Regras Oficiais de Voleibol Autor CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE BASQUETEBOL Edição Local Editora Ano Rio de Janeiro Sprint 2011 DAIUTO. M.

Rio de Janeiro Ao Livro Técnico 1986 HURTADO. determinantes e sistemas lineares como ferramenta de resolução de problemas e aplicações em contextos da realidade.Usar e compreender o estudo de matrizes. José Roberto. Porto Alegre Prodil 1988 KISS. Avaliação em Educação Física: Aspectos Biológicos e Educacionais Unidade Curricular Período letivo: BORSARI. Maria Augusta Peduti Dal'Molin. São Paulo Manole 1987 MATEMÁTICA 3ª Fase Carga Horária: 40 horas Competências . São Paulo EPU 1980 FARIA JÚNIOR. .Educação Física da Pré-escola à Universidade Fundamentos Pedagógicos – Educação Física O Ensino da Educação Física – Uma abordagem didáticometodológica. J. Habilidades 71 . Alfredo Gomes de.Fazer as devidas conexões com outras unidades curriculares e relacionar sua importância dentro do respectivo curso.

.Aplicar as propriedades na resolução de determinantes. José volume São Paulo Roberto Bonjorno e José único. . . Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação Bibliografia (títulos.Reconhecer. Aplicações de sistemas. classificar e aplicar sistemas de equações lineares. representação.Identificar os diversos tipos de matrizes. resolver. Aplicação das propriedades na resolução de determinantes.Definir e calcular matrizes inversas.Definir e calcular determinantes. Reconhecimento e resolução de sistemas lineares. etc. 1ª ed FTD 2002 72 .. Definição e cálculo determinantes (Regra de Sarrus. mediante uso da Regra de Sarrus. Operações com matrizes. representar e construir matrizes. Reconhecimento de matrizes iguais. Ruy Giovanni Jr. construção de matrizes. Ensino Médio Autor Gelson Iezzi Edição Local volume São Paulo único. Classificação e discussão de sistemas lineares. Laplace e método da triangularização. Laplace e método da triangularização). Identificação dos diversos tipos de matrizes. Editora Ano Atual 2002 4ª ed Novo Olhar da Matemática Joamir Roberto de Souza Vol 02 São Paulo FTD 2010 Matemática Fundamental: Uma nova abordagem José Ruy Giovanni. Bases Científicas e Tecnológicas Definição. periódicos. Definição e cálculo de matrizes inversas. .Operar com matrizes. .) Título/Periódico Matemática. .Definir.

aspectos de sua história e relações com o contexto cultural. 73 . .Unidade Curricular FISICA Período letivo: 3ª Fase Carga Horária: 80 horas Competências . . .Identificar etapas em processos de obtenção. social. energéticos ou matérias primas. voltímetro. considerando processos biológicos.Comprovar experimentalmente a validade das leis da física.Identificar as leis e teorias físicas dentro do contexto da Eletricidade e do Eletromagnetismo. Habilidades . . multímetros.Expressar fenômenos naturais utilizando a linguagem física adequada e elementos de sua representação simbólica.Reconhecer e saber utilizar corretamente símbolos. político e econômico. . símbolos.Saber identificar e dimensionar características elétricas de circuitos simples e dispositivos tecnológicos envolvendo resistores. transformação.Identificar as possibilidades de uso de diferentes instrumentos. .Empregar as leis que regem o campo elétrico em análises qualitativa e quantitativa de fenômenos eletrostáticos.Articular relações entre o conhecimento físico e outras formas de expressão da cultura humana.Operar corretamente os instrumentos de medidas como amperímetro. . químicos ou físicos neles envolvidos.Aplicar o princípio de conservação da carga em processos de eletrização.Explicar a formação de relâmpagos e trovões . . com seus códigos.Descrever aplicações do uso do campo magnético terrestre.Relacionar corrente e resistência elétrica em meios materiais condutores. tabelas. . . métodos e técnicas de uma dada medição estabelecendo comparações quantitativas e qualitativas. permitindo a interação do aluno com o arranjo experimental. . receptores e geradores de energia elétrica. relacionando a abordagem teórica com o enfoque experimental permitindo o crescimento cognitivo do aluno. códigos e nomenclaturas de grandezas físicas e suas unidades. gráficos e relações matemática. utilização ou reciclagem de recursos naturais.Conceber a física enquanto construção humana. .

conceito de campo elétrico. corrente elétrica. campo magnético de um solenóide. equação do circuito.Compreender e saber aplicar a Lei de Ampère na determinação de campos magnéticos produzidos por correntes elétricas. a lei de Ohm. . Ótica e Ondas ____________________- Gráfica IFSC 2013 2013. V. . linhas de forças. Termologia. espectro eletromagnético. etc. potencial elétrico. Eletricidade. periódicos. Beatriz. potência em um elemento do circuito. .. comportamento de um condutor eletrizado. . forca magnética em um condutor. eletroscópio. resistência elétrica. diferença de potencial. indução e polarização. lei de Faraday. voltagem em um campo uniforme. ondas eletromagnéticas. transformador.Aplicar as leis que regem o campo elétrico e campo magnético na análise de fenômenos eletromagnéticos. Bases Científicas e Tecnológicas Carga elétrica e eletrização. voltagem no campo de uma carga puntual.Diferenciar ondas eletromagnéticas através de sua freqüência relacionando-as com suas aplicações.1. circuitos simples. campo elétrico criado por cargas puntuais. Florianópolis 74 . forca eletromotriz. 3 Autor Edição Local ALVARENGA. instrumentos elétricos de medidas. forca eletromotriz induzida.) Título/Periódico Curso Física. movimento circular em um campo magnético. lei de Coulomb. superfícies eqüipotenciais. magnetismo. campo magnético. voltagem nos terminais de um gerador. campo magnético de um condutor retilíneo. MÁXIMO 1ª São Paulo Antônio. Editora Scipione Ano 2011 Física experimental. influência do meio no valor do campo magnético. eletromagnetismo. campo magnético no centro de uma espira circular. lei de Lenz.Conhecer e demonstrar capacidade de análise de alguns efeitos da radiação eletromagnética ionizante em organismos vivos: uso diagnóstico e efeitos nocivos. associação de resistores. condutores e isolantes.Compreender e saber usar a Lei de Faraday no cálculo da força eletromotriz induzida. Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação Bibliografia (títulos.

75 . • Compreender a importância e o controle da dinâmica das transformações químicas nos processos naturais e produtivos. • utilizar modelos explicativos para compreender a rapidez das transformações químicas. hidróxido de sódio. de materiais e substâncias obtidos da água do mar. iodo. • Compreender a evolução das ideias sobre pilhas e eletrólise. • Compreender os processos químicos utilizados na indústria cloro-química para a obtenção de cloro. a relação entre as concentrações de reagentes e produtos em uma transformação química • Prever as quantidades de reagentes e produtos numa transformação química em equilíbrio. • Reconhecer e controlar variáveis que podem modificar a rapidez de uma transformação química (concentração. estado de agregação. • Identificar as variáveis que perturbam o estado de equilíbrio químico. • Avaliar as implicações sociais e ambientais do uso de energia elétrica e térmica provenientes de transformações químicas. • Prever a energia elétrica envolvida numa transformação química a partir dos potenciais-padrões de eletrodo das transformações de oxidação e redução • Buscar informações sobre transformações químicas que produzem energia utilizada nos sistemas produtivos. através da constante de equilíbrio químico. os usos e o consumo. • Reconhecer que a transformação química ocorre em um certo intervalo de tempo. pela sociedade. catalisador). • Avaliar a produção. temperatura. carbonato de sódio e produtos deles derivados. Alberto Unidade Curricular Química Período letivo: 3ª Fase 1ª São Paulo Carga Horária: Ática 2010 60 horas Competências • Reconhecer as transformações químicas por meio de diferenças entre os seus estados iniciais e finais. • utilizar modelos explicativos para compreender o equilíbrio químico. • Representar. bromo. reconhecendo as relações entre conhecimento empírico e modelos explicativos. pressão.3 Gaspar.Compreendendo a Física – Mecânica V. • Compreender os processos de oxidação e de redução a partir das idéias sobre a estrutura da matéria.

balanceamento das equações de oxi-redução .Compreender a importância da água nos processos naturais e industriais. pressão. tabela dos potenciais –padrão. condições para ocorrência de reações químicas. fem.. Kb e Kw. equilíbrio químico: estudo geral dos equilíbrios químicos. estequiometria das pilhas e da eletrólise. reconhecendo a constituição e funcionamento das células eletrolíticas. pilhas elétricas: montagem e funcionamento. • Relacionar a energia elétrica produzida e consumida na transformação química e os processos de oxidação e redução.Relacionar a força de um eletrólito com seu grau de ionização e as constantes de acidez e basicidade. . .Interpretar gráficos de energia de ativação.Realizar cálculos químicos sobre cinética química. . representando a equação de velocidades de uma transformação em função da quantidade de materiais.Proceder cálculos envolvendo pH e pOH. assim como reconhecer equilíbrios químicos e aplicar conhecimentos na determinação de constantes de equilíbrios (Kc e Kp) e dos graus de equilíbrio que nos influenciam processos naturais e industriais. eletrólise: ígnea. básicos e neutros. em solução aquosa com eletrodos ativos e inertes. corrosão.Habilidades Aplicar conhecimentos sobre o funcionamento de pilhas e baterias. deslocamento do equilíbrio. .Reconhecer e controlar variáveis que podem modificar a rapidez de uma transformação química (concentração. . estado de agregação. catalisador). para reconhecimento de produtos ácidos. . aplicações. . lei cinética. temperatura. • Identificar a produção de energia térmica e elétrica em diferentes transformações químicas.Aplicar os conhecimentos de eletrólise nos processos industriais. eletroquímica: nox e reações de oxi-redução. cálculo da velocidade média de uma reação. Bases Científicas e Tecnológicas Cinética química:velocidade média de uma reação química. Pré-requisitos (quando houver) 76 . equilíbrios iônicos iônico da água ph e poh. desenvolvendo cálculos Químicos pertinentes. cálculo da fem das pilha. as pilhas em nosso cotidiano . .Identificar os fatores que influenciam na solubilidade das substâncias. resolvendo problemas envolvendo Ka.

Saraiva 2002 Ed. 77 . periódicos. Química Química. Vol 3 Peruzzo. Francisco Miragaia. João. Vol. Scipione 1999 São Paulo São Paulo BIOLOGIA 3ª Fase Carga Horária : 40 horas Competências Tema 1: Classificação e origem da biodiversidade • Reconhecer a importância da classificação biológica para a organização e compreensão da enorme diversidade dos seres vivos.3 HARTWIG. • Construir árvores filogenéticas para representar relações de parentesco entre os diversos seres vivos. etc. Scipione 1999 São Paulo Ed. • Entender os processos responsáveis pela diversidade genética no planeta.) Química vol – Na abordagem do cotidiano. Eduardo Leite do Canto Química vol 3 FELTRE. Ricardo Introdução e Transformações. Unidade Curricular Período letivo : 4ª 6ª edição 5ª São Paulo Moderna 2006 Moderna 2004 São Paulo Ed. Dácio Rodney..Bibliografia (títulos. Química Ensino Médio vol 3 GEPEQ Química . Volume Único USBERCO.

Tema 3: Biologia da conservação e Economia da Natureza • Identificar os principais ecossistemas brasileiros que se encontram ameaçadas.Tema 2: Conhecendo os seres vivos • Reconhecer os princípios básicos e as especificidades das funções vitais dos animais e plantas. especialmente dos brasileiros. • Elaborar explicações sobre a grande variedade de espécies no planeta. • Escrever reportagens enfocando as questões críticas em relação às ameaças à biodiversidade local. como perceber que a estabilidade de qualquer sistema vivo. • Identificar regularidades em fenômenos e processos biológicos para construir generalizações. a partir da análise dessas funções em seres vivos que ocupam diferentes ambientes. • Construir árvores filogenéticas para representar relações de parentesco entre os diversos seres vivos. Bases Científicas e Tecnológicas Tema 1: Classificação e origem da biodiversidade 78 . • Identificar em um mapa as regiões onde se encontra a maior diversidade de espécies do planeta. • Diferenciar as regiões do planeta em relação à diversidade de espécies. • Comparar argumentos favoráveis ao uso sustentável da biodiversidade e tomar posição a respeito do assunto. • Fazer um levantamento das espécies dos ecossistemas brasileiros que se encontram ameaçados. depende da perfeita interação entre seus componentes e processos. ambientalistas e administração pública para preservar o que resta dos nossos ecossistemas ou para recuperá-los. • Entender as principais causas da destruição dos ecossistemas brasileiros. seja um organismo vivo. • Reconhecer as principais características da fauna e da flora dos grandes biomas terrestres. Habilidades • Elaborar relatório de aula prática obedecendo às normas vigentes. caracterizando suas condições climáticas. • Apropriar-se das principais medidas propostas por cientistas. seja um ecossistema. caracterizando suas condições climáticas.

. 2 José Mariano Amabis. toxinas.O desafio da Classificação Biológica / Nomenclatura popular x científica e suas aplicabilidades Sistemática Origem da diversidade / Relações de parentesco entre diversos seres vivos / Árvores Princípios evolutivos e de especiação filogenéticas Tema 2: Conhecendo os seres vivos Diversidade de microrganismos / Mantendo a vida na Terra / As Caracterização geral de vírus / Reino Monera / Leveduras / doenças / A indústria alimentar Nível de organização / Obtenção de energia / Estruturas significativas / Importância econômica e ecológica Diversidade das Plantas e fungos / Amazônia pulmão do mundo? / Caracterização geral do Reino Plantae e do Reino Fungi / Antibióticos e micoses Nível de organização/ Obtenção de energia / Estruturas significativas / Importância econômica e ecológica Diversidade de Invertebrados / Entre venenos.ed São Paulo Moderna 2004 Biologia – Volume Único Janet Laurence 1. Gilberto Rodrigues Martho 2..ed São Paulo Nova Geração 2005 79 . mimetismo Caracterização geral dos animais invertebrados / Nível de e exoesqueleto organização / Obtenção de energia / Estruturas significativas / Importância econômica e ecológica Diversidade de Vertebrados / A conquista da coluna vertebral / Caracterização geral dos animais vertebrados / Nível de organização / Obtenção de energia / Estruturas significativas / Importância econômica e ecológica Tema 3: Biologia da conservação e Economia da Natureza Biodiversidade no passado e no presente / Intervenção humana: Ação humana e perda da Biodiversidade / Destruição de cada momento histórico. habitat / Introdução de espécies exóticas Valoração da natureza: Quanto vale a biodiversidade? / Quem se preocupa com a biodiversidade? / E eu com isso? Importância da Biodiversidade / Valoração ética / Econômica / Política Bibliografia (títulos.) Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano Biologia – Vol. periódicos. um tipo de intervenção. etc.

Evert.ed São Paulo Companhia das Letras 1999 O livro dos seres imaginários Jorge Luis Borges. A. 7.ed São Paulo Pearson 2009 Education do Brasil A vida dos Invertebrados Harvey F. Pelczar Jr.Krieg 2. Pough 4. Margarita Guerrero 1.. Oliveira 1. Eichhorn. Aguilar. Raven. Susan E. V.ed Rio de Janeiro Guanabara Koogan 2007 Jardim Zoológico Wilson Bueno 1.ed São Paulo Saraiva 2004 Ser Protagonista: Biologia – Vol. Ray F.ed São Paulo Iluminuras 1999 Microbiologia: Conceitos e Aplicações Michael J. E. Brusca. 2 Fernando Santiago Santos. Brusca 2.ed São Paulo Globo 2006 Invertebrados Richard C.C.ed São Paulo Edições SM 2010 Você é um animal Viskovitz? Alessandro Boffa 1.Bio – Volume Único Sônia Lopes 1.ed Rio de Janeiro Guanabara Koogan 2007 Complementar Unidade Curricular LÍNGUA ESTRANGEIRA .ed São Paulo Atheneu 2008 Biologia Vegetal Peter H. João B.INGLÊS Período letivo : 3ª Fase Carga Horária : 40 horas Competências 80 . Chan. Maria M.S. Noel R. Gary J.

Regular and Irregular. Habilidades .) Título/Periódico Advances in Reading/Language Research Reading Critically in English: Inglês instrumental The Language of Teaching Autor Edição B.Transferir os conhecimentos adquiridos em Língua Portuguesa para a prática comunicativa em Língua Inglesa.Personal (Subjective and Objective) Pronouns – Simple Future – To be going to – Future and Past .The Youth Power – Fashion – Music – Past Experience. Furlong Londres 1978 Hucitec Heinemann Edication Publishers Ano 1983 81 .Simple Present Tense . - Bases Científicas e Tecnológicas Temas: English in the World – Personal Identification .Possessive adjectives . .Valer-se da Língua Inglesa como instrumento de acesso a informações.Past Continuous Tense ..Possessive Pronouns . periódicos. Continuous tense . acessando as diferentes tecnologias para a construção da cidadania e a inserção no mundo do trabalho.AIDS and Sex – Sports. – Ecology – Fairy Tales . Daily Life: Myth versus Reality – Solidarity. Hutson Local Greenwich Editora Reinildes Dias Belo Horizonte UFMG 1996 A. Edwards. Tópicos Linguísticos: Verb To Be – There is/was –There are/were.Posicionar-se criticamente com relação ao papel da Língua Inglesa e da cultura que ela veicula.Construir o saber.Confrontar opiniões e pontos de vista em diferentes contextos. V. . Verbs: Simple Past tense . etc. Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação Bibliografia (títulos.Compreender os códigos linguísticos e extralinguísticos como signos que expressam valores e emoções dependentes da cultura em que estão inseridos e do momento histórico vivido pelo sujeito.The indefinite Articles. . . D. J.

bem como.Aplicar a legislação pertinente ao exercício de sua profissão.Articular as teorias filosóficas e o tratamento de temas e problemas científico-tecnológicos. desenvolver procedimentos próprios do pensamento crítico. T. G. .O PAPEL DA CRÍTICA FILOSÓFICA: Abordagens dos temas filosóficos e científicos. as transformações políticas. possibilitando discernimento na sua prática profissional.Reconhecer a dimensão ética do conhecimento científico e tecnológico e suas relações.Usar a lógica proposicional e a lógica de primeira ordem para representar e avaliar argumentos (problemas). . .Apropriar-se de conhecimentos e modos discursivos específicos da Filosofia. . Ferrari.Posicionar-se criticamente na abordagem dos problemas científicos e processos sociais.Inglês: De Olho no Mundo do Trabalho – Volume Único para o Ensino Médio Freeway To English 1 Unidade Curricular Período letivo : M. o que é ciência. econômicas. As implicações da lógica e da linguagem na construção da ciência e do conhecimento. culturais e sociais.Compreender as configurações de pensamentos e sua constituição histórica.Conhecer as transformações da ciência e da tecnologia.Entender a reflexão crítica como processo sistemático e interpretativo do pensamento. Bases Científicas e Tecnológicas ou Saberes: . . Habilidades: . Rubin São Paulo Gisele Aga Scipione 2003 Richmond 2010 FILOSOFIA 3ª Fase Carga Horária : 40 horas Competências . Como ocorre a reflexão filosófica sobre a ciência e o conhecimento. . produzir textos analíticos e reflexivos. .O PROCESSO DE FILOSOFAR: O que é filosofia. .Desenvolver métodos e técnicas de leitura e análises de textos. S. Processo do filosofar e a sua relação com o pensamento 82 . posicionando-se criticamente. . ético-políticos. sócio-culturais e vivenciais. respeitando sua dimensão ética e técnica.

científico, bem como, a sua investigação no campo da epistemologia, da lógica formal e da linguagem.
- TÓPICOS:
- Introdução à lógica formal: conhecimento e linguagem.
- Verdades, não-verdades e seus sistemas.
- A origem do conhecimento: racionalismo e empirismo (Descartes e Hume).
- O método científico: ciência e tecnologia.
- Filosofia da ciência: a crise das ciências, paradigmas, suas rupturas e revoluções.

Pré-requisitos
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)
Título/Periódico

Autor

Edição

Local

Editora

Ano

Filosofando

Maria Martins; Maria Aranha

São Paulo

Moderna

2009

Convite à filosofia.

Marilena Chauí

São Paulo

Ática

2010

Para filosofar

Sérgio Santos Cordi

São Paulo

Scipione

2007

Bibliografia Complementar:
Título/Periódico

Autor

Edição

Local

Editora

Ano

O mundo de Sofia

Jostein Gaarder

São Paulo

Companhia das
Letras

2003

Introdução à lógica

Cézar Mortari

São Paulo

Unesp

2001

83

O que é ciência afinal?

Alan Chalmers

São Paulo

Brasiliense

1993

Unidade Curricular
Período letivo

Meteorologia Fundamental – MEF
3ª Fase
Carga Horária:
60 h
Competências
- Relacionar a estrutura e organização da meteorologia no Brasil e no mundo com sua importância para a sociedade.
- Realizar os procedimentos de leitura, registro, codificação, transmissão e plotagem das observações meteorológicas em uma estação
convencional, identificando possíveis erros decorrentes de falhas instrumentais.
- Analisar a consistência dos dados meteorológicos observados.
- Levantar e organizar dados meteorológicos utilizando tecnologias de informação e comunicação.
Habilidades
- Conhecer as origens da meteorologia, sua estrutura no Brasil e no mundo, a importância da meteorologia para a sociedade.
- Conhecer as atribuições, responsabilidades e a organização profissional do técnico em meteorologia, bem como dos demais profissionais
de áreas correlatas.
- Conhecer a estrutura de previsão do tempo e clima no Brasil e no mundo e identificar as características e funções de seus principais
produtos.
- Saber processar cálculos e elaborar tabelas e gráficos utilizando planilhas eletrônicas
- Conhecer o principio de formação dos diversos fenômenos meteorológicos, suas características quantitativas e qualitativas e identificar sua
relação com as variáveis meteorológicas;
- Conhecer as diversas camadas da atmosfera e suas características
Bases Científicas e Tecnológicas
Estrutura da Meteorologia (Histórico da Meteorologia/ Estrutura da Meteorologia no Brasil e Mundo/ Importância e aplicações da
meteorologia / Os profissionais de meteorologia / A importância do técnico em meteorologia / Legislação profissional); Previsão de Tempo e
Clima (estrutura no Brasil e no mundo / características regionais / função de seus principais produtos); Previsão de Tempo (Características
das previsões: imediata (radares), curto prazo (numérica) e longo prazo (climatológica) / Noções sobre modelos numéricos / centros de
previsão / Importância da observação meteorológica / Principais produtos na internet); Atmosfera (Constituintes da atmosfera / Camadas /
estrutura térmica / Níveis de pressão / Camada de ozônio / Efeito estufa); Fenômenos Meteorológicos (Princípio da formação de nuvens /
Conceitos de nevoeiro, chuva, geada, granizo, neve e orvalho / Condições de ocorrência / Relação destes fenômenos com temperatura,
pressão e umidade). Construção de Planilhas e Gráficos (Elaboração e organização de planilhas de dados observacionais de pequena
84

complexidade/ Elaboração de gráficos a partir de planilhas de dados); Discussão do Tempo e Clima (Técnicas de apresentação/ Oratória/
Identificação de Sistemas Meteorológicos através de Modelos Numéricos/ Identificação de Sistemas Meteorológicos através de Imagens de
Satélite/ Avaliação de Parâmetros Meteorológicos registrados nas Estações Meteorológicas de Santa Catarina/ Identificação dos Padrões
Climáticos Mensais/ Identificação de Eventos Extremos Mensais).
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.).
Autor

Título/Periódico

Edição

Local

Introduction to Circulating Atmospheres

JAMES, Ian N..

Cambrige

Introduction to Dynamic Meteorology;

HOLTON, James H

New York

Meteorology of Southern Hemisphere

KAROLY, David J. e VINCENT, Dayton G.

Fundamentos de Dinâmica Aplicados à
Meteorologia e Oceanografia

LEMES, Marco Antonio Mariangelo e
MOURA, Antonio Divino;

Introduction a La Meteorología

PETTERSSEN, S. de.

TUBELIS, A., NASCIMENTO, F. J. L.

Meteorologia Descritiva
Aplicações Brasileiras.

Fundamentos

Unidade Curricular
Período letivo

Projeto Integrador III – PI III
3ª Fase

BostonEUA
UNIVAPSão Paulo

Editora
Ano
University
1995
Press
Academic
1979
Press
AMS

1972

Fundec

2002

Madri

EspasaCalpa

1965

São Paulo

Editora
Nobel

1988

e

Carga Horária:
40 h
Competências
- Integrar equipes de pesquisa auxiliando no desenvolvimento de projetos técnico científicos.
Habilidades
- Conhecer e utilizar adequadamente técnicas e normas, gramaticais e estruturais, para a redação de projetos de pesquisas e de relatórios
técnicos;
- Conhecer e utilizar adequadamente técnicas e normas de apresentação em público;
- Realizar pesquisas bibliográficas e na Internet de textos técnicos, relacionados à meteorologia.
85

Título/Periódico Interdisciplinaridade para além da filosofia do sujeito Bibliografia (títulos.) Autor Lucidio Biancheti Os sete saberes necessários à educação do futuro A cabeça bem-feita Edgard Morin Edgard Morin 10 Novas competências para ensinar As competências para ensinar no século XXI Philippe Perrenoud Philippe Perrenoud Edição Local Editora Florianópoli Vozes e s Unitrabalh o São Paulo Cortez Rio de Bertrand Janeiro Brasil São Paulo Artmed São Paulo Artmed UNIDADES CURRICULARES DA 4ª FASE Unidade Curricular PORTUGUÊS E HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA 86 Ano 2003 2000 2000 2000 2006 . periódicos.Bases Científicas e Tecnológicas Desenvolvimento de Projeto de Pesquisa (Apresentação e resolução de situações problemas que envolvam os conhecimentos com ênfase em instrumentação e equipamentos meteorológicos e/ou tratamento de dados meteorológicos / Escolha do Projeto / Definição do Cronograma/ Elaboração e apresentação do pré-projeto / desenvolvimento / Elaboração do artigo / Apresentação final/ Correções). etc.

da literatura e da cultura no contexto histórico-social.Conhecer radicais. o meio ambiente. . romance. Parnasianismo e Simbolismo.Realismo. a sua evolução e as suas variedades linguísticas. experiências e sentimentos. discurso. .Aplicar os conhecimentos sintáticos na produção textual. . entrevista. a pluralidade cultural.Refletir sobre temas relacionados à ética. a ambiguidade e o humor. Bases Científicas e Tecnológicas . reportagem.Conhecer os princípios básicos de estruturação e de formatação do relatório de visita e de atividade . cartum.Conhecer textos de diferentes gêneros do discurso na forma verbal e não-verbal.Perceber a importância da arte. Ensaio.Identificar os autores e a produção literária do Realismo. e relatório e recursos estilísticos como a comparação. Pré-requisitos (quando houver) 87 .Conhecer a estrutura e a formação das palavras da Língua Portuguesa. prefixos e sufixos gregos e latinos.Conhecer as características básicas do conto.Período letivo: 4ª Fase Carga Horária: 40 horas Competências . Crítica) e elaborar textos desses gêneros. identificando suas características e comparando-os com os da atualidade. Naturalismo e Parnasianismo e Simbolismo.Conhecer técnicas de expressão oral para leitura e apresentação de ideias. saúde e orientação sexual através de leituras. a escrita e as possibilidades de intertextualidade e inferências entre os vários contextos histórico-sociais. . a prosopopeia. crítica. ensaio. do Naturalismo.Identificar as características dos diferentes gêneros textuais(Reportagem. sintaxe do período simples.Conhecer a origem da língua portuguesa. . Entrevista.Analisar textos de autores realistas. Habilidades . . notícia. . debates e produção textual. crônica. coesão e coerência. a metáfora. a hipérbole. . técnico ou literário e as especificações do texto descritivo. . . a leitura.

aspectos fundamentais para a compreensão do ser humano enquanto produtor de cultura. etc.ed São Paulo José de Nicola EDUCAÇÃO FÍSICA 4ª Fase Carga Horária: * Competências 40 horas Modalidade: BB.Terminalidade/Certificação Bibliografia (títulos.ed São Paulo Moderna 2004 São Paulo. produção de texto Leila Lauar Sarmento Português: literatura. intelectuais. gramática. aquisição de hábitos e atitudes que contribuam para o aprimoramento das capacidades físicas . Scipione 2005 Scipione 2005 Thereza Cochar Magalhâes Português: literatura. produção de texto Textos: leituras e escritas Português: de olho no mundo do trabalho Ernani Terra Unidade Curricular Período letivo: Douglas Tufano Ulisses Infante 1. morais e sociais do educando.) Título/Periódico Autor Português: linguagens Edição William Roberto Cereja Local Editora Ano 1. Habilidades 88 . através da atividade física.ed São Paulo Atual 2005 1. gramática. HB. F7. VB Propiciar. FS. periódicos. GIN. CF.

São Paulo Iglu 1991 BAPTISTA JÚNIOR.Trabalho em grupo através do esporte coletivo . periódicos.Compreender o funcionamento do organismo humano. VB = Voleibol Bibliografia (títulos. adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde. sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas.) Título/Periódico Regras oficiais de basquetebol Basquetebol: origem e evolução Táticas: futebol. intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais.Nutrição e atividade física para a qualidade de vida * Legenda: Modalidades:BB = Basquetebol.. São Paulo Nelsinho´s Sports 89 . FS = Futebol de Salão.na prática das atividades físicas. . Bases Científicas e Tecnológicas . GIN = Ginástica. handebol. Moacir.Compreender o funcionamento do organismo humano. valorizando-as como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.Desenvolver as noções conceituais de esforço..Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal. . de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais. basquete. valorizando-as como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.Desenvolver as noções conceituais de esforço. futsal. vôlei Autor CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE BASQUETEBOL Edição Local Editora Ano Rio de Janeiro Sprint 2011 DAIUTO. . adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde. Nélson.Atividade física como fator de prevenção ao estresse e depressão . .Refletir sobre as informações especificas da cultura corporal. de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais.Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas e consciente da importância delas na vida do cidadão.Assumir uma postura ativa. . .Atividade aeróbia e anaeróbia .Fundamentos básicos da modalidade .HB = handebol.CF = Condicionamento Físico. etc. intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais . sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas. F7 = Futebol Sete.e consciente da importância delas na vida do cidadão.Intensidade e frequência do exercício .

14ª ed. Sonia Regina Leite. Rio de Janeiro Ao Livro Técnico 1986 HURTADO. 2011 Autores Associados 2003 Rio de Janeiro Sprint 2004. Regras e Legislação Franciscon. Macardle São Paulo. Godoy 2008 DUARTE. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE HANDEBOL. Energia e Desempenho Humano Futsal: Apontamentos Pedagógicos na Iniciação e na Especialização.Atividade física. M. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE VOLLEYBALL. Ed. C. saúde e educação: perspectivas Atividade física e saúde: intervenções em diversos contextos Fisiologia do Exercício Nutrição. São Paulo EPU 1980 FARIA JÚNIOR. MERÉGE. da UFSC Ed. Maria Augusta Peduti Dal'Molin. W. Alfredo Gomes de. 005 São Paulo MATEMÁTICA 90 . J. Maria de Fátima da Silva. Regras oficiais de handebol Unidade Curricular William D. José Roberto. Porto Alegre Prodil 1988 KISS. Andirá (PR) Gráfica e Ed. Avaliação em Educação Física: Aspectos Biológicos e Educacionais 7ª ed. Rinaldo. Regras Oficiais de Voleibol Educação Física da Pré-escola à Universidade Fundamentos Pedagógicos – Educação Física O Ensino da Educação Física – Uma abordagem didáticometodológica. BERNARDELLI JÚNIOR. Rio de Janeiro Sprint 2005 BORSARI. da UNEB 2009 Rio de Janeiro GUANABARA KOOGAn Futebol. Florianópolis Salvador Ed. São Paulo Manole 1987 SANTANA.

Saber calcular a parte real.Resolver problemas que envolvam figuras geométricas planas e os sólidos. divisão e potenciação com números complexos.Utilizar o conhecimento geométrico para leitura. módulo. na forma de um número complexo. módulo. a parte imaginária. multiplicação. Pirâmide. . como peças mecânicas. polar e trigonométrica). de recipientes.Entender a importância dos números complexos na representação de grandezas associadas com circuitos elétricos de corrente alternada. veículos de carga.Conhecer as definições de parte real. ampliando e construindo noções de medidas. áreas e volumes em situações reais relativas. pirâmides. . como projeções. cones e esfera. por exemplo.Utilizar propriedades geométricas para medir. embalagens e construções. gráfica e trigonométrica dos números complexos. móveis. cilindros.Usar formas geométricas espaciais para representar ou visualizar partes do mundo real. . refrigeradores. cômodos. polar e trigonométrica). Diferentes formas de representação dos números complexos (retangular.Utilizar a calculadora científica para a conversão e operações com números complexos Bases Científicas e Tecnológicas Identificação de prismas. .Saber representar uma grandeza que varia sinusoidalmente no tempo. . . . . .Entender que uma grandeza que varia sinusoidalmente no tempo pode ser representada por um número complexo.Efetuar as operações de adição. Reconhecimento e utilização de seus elementos destes sólidos. argumento e conjugado de um número complexo. argumento e conjugado de um número complexo.Converter um número complexo de uma forma de representação para outra. parte imaginária.Período letivo 4ª Fase Carga Horária : 40 horas Competências . Identificação das representações algébrica. . compreensão e ação sobre a realidade. quantificar e fazer estimativas de comprimentos. Habilidades . Definições de parte real. . . parte imaginária.Identificar.Conhecer as formas de representação dos números complexos (retangular.Interpretar e associar objetos sólidos a suas diferentes representações bidimensionais. Cilindro. subtração.Calcular áreas e volume dos sólidos: Prisma. a partir da sua representação no plano de Argand-Gauss. Transformações entre 91 . o módulo e o argumento de um número complexo. Cálculo de áreas e volumes dos respectivos sólidos. classificar e diferenciar sólidos geométricos. cortes e desenhos. Cone e Esfera. . espaços públicos. . planificações.Representar graficamente um número complexo no plano de Argand-Gauss. .

Ruy Giovanni Jr. Ensino Médio Autor Gelson Iezzi Edição Local volume São Paulo único. Editora Ano Atual 2002 4ª ed Novo Olhar da Matemática Joamir Roberto de Souza Vol 02 São Paulo FTD 2010 Novo Olhar da Matemática Joamir Roberto de Souza Vol 03 São Paulo FTD 2010 Matemática Fundamental: Uma nova abordagem José Ruy Giovanni.coordenadas polares e retangulares.) Título/Periódico Matemática. Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação Bibliografia (títulos. etc. José volume São Paulo Roberto Bonjorno e José único. Entendimento de que uma grandeza que varia sinusoidalmente no tempo pode ser representada por um número complexo. 1ª ed FTD 2002 Unidade Curricular FÍSICA Período letivo: 4ª Fase Carga Horária: 60 horas 92 . Transformações com uso da calculadora. periódicos. Efetuar algebricamente operações com números complexos e Interpretá-las geometricamente.

. . . .Construir geometricamente imagens fornecidas por lentes esféricas. estimar ordens de grandezas.Descrever a influência da pressão e temperatura nas mudanças de estado físico.Identificar e caracterizar as formas de transferência de calor.Construir geometricamente imagens fornecidas por espelhos.Aplicar a o princípio de conservação da energia em sistemas termicamente isolados. relacionando a abordagem teórica com o enfoque experimental permitindo o crescimento cognitivo do aluno. gráficos e relações matemática. termômetro. .Identificar os fatores que influenciam na dilatação de sólidos e líquidos. .Observar. desenvolver a capacidade de investigação física.Construir e investigar situações–problema.Relacionar propriedades físicas de produtos.Operar corretamente os instrumentos de medidas como balança. . . . quantificar. compreender o conceito de medir. símbolos. .Identificar o fenômeno da refração da luz no cotidiano. . cronômetro.Competências . com seus códigos. . tabelas. fazer hipóteses. .Resolver problemas numéricos envolvendo espelhos. . Habilidades .Aplicar a propagação do calor para explicar fenômenos como o efeito estufa e brisas litorâneas.Relacionar grandezas.Converter temperaturas entre diferentes escalas termométricas.Compreender como o conceito da reflexão da luz está presente nos equipamentos e procedimentos tecnológicos. . . avaliar resultados e analisar previsões.Aplicar os princípios da termodinâmica na análise do funcionamento e rendimento de máquinas térmicas utilizadas em diversas aplicações tecnológicas.Identificar e analisar os processos de transferência de calor que ocorrem em aplicações tecnológicas. 93 .Aplicar Leis da termodinâmica na análise de processos termodinâmicos.Identificar o fenômeno da reflexão da luz no cotidiano. escalas métricas permitindo a interação do aluno com o arranjo experimental. . utilizar modelos físicos.Relacionar troca de calor com variação de temperaturas e mudanças de estado físico. . identificar parâmetros físicos na interpretação de textos. . sistemas ou procedimentos tecnológicos às finalidades a que se destinam.Expressar fenômenos naturais utilizando a linguagem física adequada e elementos de sua representação simbólica.Estabelecer e articular relações entre o conhecimento físico e outras formas de expressão da cultura humana.Comprovar experimentalmente a validade das leis da física. identificar a situação física. . . .

Beatriz.Classificar as ondas sonoras. lei de Avogadro. espelho plano. .Conhecer os defeitos visuais (miopia. escalas termométricas.Identificar ondas unidimensionais. . equação dos espelhos esféricos. . Introdução ao movimento ondulatório. lentes esféricas. dispersão da luz. a primeira lei da termodinâmica. vaporização e condensação. .Compreender o efeito Doppler e relacioná-lo com fenômenos do cotidiano.Compreender como o conceito da refração da luz está presente nos equipamentos e procedimentos tecnológicos. aplicação da primeira lei da termodinâmica. reflexão da luz.Classificar os diversos tipos de ondas. difração. . . . dilatação dos sólidos. . 2 Autor ALVARENGA.Identificar e compreender fenômenos ondulatórios. Alguns fenômenos relacionados com a refração. imagem de um objeto extenso. ondas na superfície de um líquido. massa-mola e ondas mecânicas. refração da luz. sublimação – diagrama de fases. sólidos. interferência com a luz. transformação isobárica. líquidos e gases.Caracterizar as qualidades fisiológicas do som. transferência de calor. .) Título/Periódico Curso Física. MÁXIMO Antônio Edição Local 1ª São Paulo Editora Scipione Ano 2011 94 . Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação Bibliografia (títulos. hipermetropia. trabalho em uma variação de volume. fusão e solidificação. movimento harmônico simples. equação de estado de um gás ideal. etc. o calor como energia. dilatação dos líquidos. ondas em uma corda. transformação isotérmica. . . espelho esférico. formação de imagens nas lentes. Introdução à ótica. modelo molecular de um gás. instrumentos óticos. periódicos.Explicar os fenômenos de eco e reverberação. capacidade térmica e calor específico. ondas sonoras.Identificar oscilações harmônicas em sistema simples como pêndulo.Resolver problemas numéricos envolvendo lentes esféricas. V.Relacionar os conceitos físicos de cordas e tubos sonoros com os conhecimentos de outras áreas da cultura humana Bases Científicas e Tecnológicas Temperatura. astigmatismo e presbiopia) e suas respectivas correções. influência da pressão..

Identificar as substâncias orgânicas que tenham aplicações industriais no Cotidiano (classificação. Termologia. • Associar dados e informações sobre matérias-primas. fórmulas e 95 . aminas. • Aplicar idéias sobre arranjos atômicos e moleculares para entender a formação de cadeias. individual ou coletivamente. Habilidades . • Avaliar a utilização da biomassa como fonte alternativa de materiais combustíveis. • Avaliar a produção e usos sociais dos combustíveis fósseis.2 Unidade Curricular Química Período letivo: 4ª Fase 2013. ____________________Eletricidade. éteres. grupamento funcional. • Compreender as idéias que explicam a origem do petróleo. carvão mineral e gás natural em materiais e substâncias utilizados no sistema produtivo – refino do petróleo. Ótica e Ondas Compreendendo a Física – Gaspar. ésteres. • Avaliar as dimensões das perturbações na biosfera e propor ações corretivas ou preventivas. carvão mineral e gás natural. os usos e consumo pela sociedade de materiais e substâncias obtidos da litosfera. fórmulas e nomenclatura IUPAC e usual dos compostos orgânicos com até dez átomos do grupo dos: hidrocarbonetos. • Compreender os processos de transformação do petróleo. reagentes e produtos de transformações químicas que ocorrem nos sistemas produtivos. com suas implicações ambientais e sociais. funções orgânicas e isomeria. gás natural e outros materiais como combustíveis e como fonte de materiais para a indústria carboquímica e petroquímica.1 Florianópolis 1ª São Paulo Carga Horária: Gráfica IFSC 2013 Ática 2010 40 horas Competências • Avaliar a produção. grupo funcional.• Compreender os impactos ambientais dentro da ótica do desenvolvimento sustentável.Realizar o estudo das substâncias orgânicas que tenham aplicações industriais e no cotidiano (utilização. . . amidas. fenóis. Alberto Mecânica V. aldeídos. alcoóis. cetonas. classificação.Física experimental. ligações. .Reconhecer as propriedades fundamentais do átomo de carbono como elemento formador de cadeias. ácidos carboxílicos. • Reconhecer o uso do carvão. petróleo.

periódicos. ácidos carboxílicos. Química Química. nitro compostos. polímeros: introdução.) Título/Periódico Autor Edição Química vol – Na abordagem do cotidiano. classificação. fenóis. isomeria. os polímeros sintéticos e o cotidiano. classes funcionais da química orgânica: contendo: halogênios. Ricardo 6ª Introdução e Transformações. Francisco Miragaia. Saraiva 2002 São Paulo Ed. haletos e de funções mistas). . amidas. Scipione 1999 São Paulo Unidade Curricular BIOLOGIA 96 . alcoóis. carbonila.nomenclatura IUPAC e usual dos compostos orgânicos com até dez átomos do grupo dos: hidrocarbonetos. Pré-requisitos (quando houver) Bibliografia (títulos. cetonas. 5ª Local São Paulo Editora Ano Moderna 2006 Moderna 2004 São Paulo Ed. aldeídos. Scipione 1999 São Paulo Ed. Química Ensino Médio vol 4 GEPEQ Química . classificação das cadeias carbônicas. éteres. Dácio Rodney. João. Eduardo Leite do Canto 4ª Química vol 4 FELTRE.4 HARTWIG. hidrocarboneto: nome dos principais grupos orgânicos: radicais.. etc. Bases Científicas e Tecnológicas Introdução à química orgânica: o que é química orgânica. .Reconhecer os isômeros ópticos e geométricos. características. aminas. Volume Único USBERCO. . características e classificação do átomo de carbono. hidroxila.Identificar os tipos de isomeria plana. ésteres. Vol.Conhecer a causa da formação do buraco na camada de ozônio e seus efeitos sobre meio ambiente. Vol 4 Peruzzo. nomenclatura. nitrogênio e enxofre. fontes e principais usos.

um parque. Tema 3: Biologia da conservação e Economia da Natureza • Relacionar conceitos da Biologia com os de outras ciências. os conhecimentos geográficos e históricos para compreender a preservação ou a destruição dos ambientes naturais e mesmo para compreender a produção do próprio conhecimento biológico. um terreno baldio. referentes às condições ambientais – luminosidade. umidade. um campo ou um simples jardim. • Reconhecer as diferenças entre os ecossistemas em relação à sua estrutura biótica e abiótica. descrevendo o conjunto vivo auto-suficiente nele contido. uma mata) e descrever suas características físicoquímicas e biológicas. pesquisando variados tipos de registros. as características de um ecossistema. 97 . da água – existentes em ecossistemas diferentes. entorno da escola). Habilidades • Analisar um ambiente conhecido (um jardim. fluxo de energia e matéria • Identificar. favela.Período letivo: 4ª Fase Carga Horária: 40 horas Competências Tema 1: Manutenção da vida. pequenas sínteses e fazer relatos orais. • Escrever relatórios. utilizando linguagem específica para descrever as diferentes possíveis formas de interação entre os seres vivos em um determinado ecossistema. envolvendo: • Avaliação as condições ambientais. como os conhecimentos físicos e químicos. uma floresta. características do solo. identificando o destino do lixo e do esgoto. chuvas. o modo de ocupação do solo. praia. a ponto de prejudicá-los ou de se prejudicar. Tema 2: Populações e evolução das comunidades • Reconhecer que os seres vivos em um ecossistema. independentemente de ser um lago. • Realizar um estudo de determinada região (bairro. mantêm entre si múltiplas relações de convivência indiferente ou de ajuda mútua com alguns e de conflito com outros. temperatura. • Descrição das características da região. as condições dos rios e córregos e a qualidade do ar. o tratamento dado à água. para entender processos como os referentes à origem e à evolução da vida e do universo ou o fluxo da energia nos sistemas biológicos. • Fazer um levantamento de dados. identificando as principais fontes poluidoras do ar. da água e do solo.

• Identificação das instâncias da administração pública que poderiam receber as reivindicações e encaminhá-las. Tema 2: Populações e evolução das comunidades Características das Populações / Pode um rio morrer? Densidade / Taxas / curvas de crescimento Como os seres vivos interagem entre si? / Relações ecológicas entre seres vivos Sucessão ecológica / O nascimento das ilhas vulcânicas. fluxo de energia e matéria Conceitos básicos de Ecologia / Uma gota ou o planeta Componentes de um ecossistema / Habitat / Nicho ecológico Produtividade e capacidade de Suporte de um ecossistema / Lebres.• Levantamento de dados relativos às condições do solo. da água e do ar da região estudada. • Apresentação de relatório técnico referente ao estudo. • Avaliação da possibilidade de serem adotadas tecnologias ambientais saudáveis. Tema 3: O Ser humano e o ambiente Impactos humanos sobre a atmosfera / Desodorantes do mal / Aquecimento global ou efeito estufa? Impactos humanos sobre as águas / Matando uma nascente de água / O rico subsolo líquido Impactos humanos sobre os solos /Destruindo pragas e matando o solo / Calçadas asfixiantes / Aterrar para esconder? Relações intraespecíficas entre os seres vivos / Relações interespecíficas entre os seres vivos Espécies pioneiras / Sucessão primária e secundária Efeito estufa / Destruição da camada de ozônio Eutrofização / Poluição química da água Poluição e impermeabilização do solo / Lixo urbano 98 . Bases Científicas e Tecnológicas Tema 1: Manutenção da vida. sapos e pinus Cadeias e teias alimentares / Fluxo de energia / Níveis tróficos Ciclos biogeoquímicos / Efeito estufa ou aquecimento global? / O que são os Carbono / Oxigênio / Nitrogênio CFC´s? / O que os bovinos e o mar têm a ver com isso?/ A ruína da fazenda de milho e algodão. • Elaboração de propostas visando à melhoria das condições encontradas. distinguindo as de responsabilidade individual das que demandam a participação do coletivo ou do poder público.

Efraim Rodrigues 1. John L. Ricklefs 6. etc.ed São Paulo Moderna 2004 Biologia – Volume Único Janet Laurence 1. periódicos.ed Rio de Janeiro Guanabara Koogan 2010 Fundamentos de Ecologia Colin R. Barrett 1. 3 José Mariano Amabis.ed São Paulo Nova Geração 2005 Bio – Volume Único Sônia Lopes 1. Townsend. A. V.) Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano Biologia – Vol. Aguilar. Harper 3. Michael Begon. 3 Fernando Santiago Santos.ed São Paulo Edições SM 2010 Fundamentos de Ecologia Eugene P. Maria M. Gilberto Rodrigues Martho 2.ed São Paulo Saraiva 2004 Ser Protagonista: Biologia – Vol. Gary W.ed São Paulo Cengage Learning 2008 Biologia da Conservação Richard B.Odum.Bibliografia (títulos. João B. Primack.ed Porto Alegre Artmed Complementar Unidade Curricular Período letivo : 2010 SOCIOLOGIA 4ª Fase Carga Horária : 20 horas Competências 99 .ed Londrina Efraim Rodrigues 2001 A Economia da Natureza Robert E. Oliveira 1.

2 – Principais pensadores UNIDADE II: AS TEORIAS CLÁSSICAS E SUA INTERPRETAÇÃO DA SOCIEDADE CAPITALISTA Principais conceitos trabalhados: trabalho alienado.As contradições da sociedade capitalista: trabalho alienado e propriedade privada dos meios de produção.1 . 1. .Entender que os pensadores clássicos apresentam distintas interpretações da sociedade capitalista. materialismo histórico e dialético. . NA AMÉRICA LATINA E NO BRASIL 1. .Contextualizar o pensamento clássico.1 . .2 .A concepção de ciência: o materialismo histórico e dialético 100 . 1.Identificar as contribuições dos três autores clássicos para o conhecimento da realidade social e análise do mundo moderno.Compreender alguns conceitos básicos constitutivos das teorias clássicas e sua contribuição para o processo de formação e desenvolvimento do raciocínio científico na sociologia.Conhecer as diferentes interpretações dos pensadores clássicos sobre a sociedade capitalista. Bases Científicas e Tecnológicas ou Saberes: UNIDADE I – CONSTITUIÇÃO HISTÓRICA DA SOCIOLOGIA NA EUROPA.O positivismo: de utopia crítico-revolucionária à ideologia conservadora. A crítica da sociedade capitalista em Karl Marx 1. 2.Verificar que as teorias concebidas pelos clássicos estão situadas historicamente e respondem a preocupações práticas. A Sociologia no Brasil e na América Latina.Analisar elementos da realidade social contemporânea à luz do pensamento clássico. A Sociologia como manifestação do pensamento moderno. relacionando conceitos e teorias às necessidades sociais e às demandas intelectuais de seu tempo histórico. 2.1 – Constituição histórica 2. . 1.. em face das questões sociais relevantes em suas épocas. Habilidades: . ação social. fato social. suas concepções de ciência e a influência dessas ideias na consolidação da análise sociológica. solidariedade social. diferentes concepções de ciência e perspectivas também distintas no que se refere às possibilidades da transformação social.

2 – A concepção funcionalista de ciência social 2.A sociedade orgânica e a divisão do trabalho social 2.1 – A racionalização capitalista: o mundo desencantado 3.2 – A ação social como objeto da sociologia Bibliografia (títulos. A sociologia de Émile Durkheim 2. periódicos.2. etc.) Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano Sociologia para o ensino médio. A análise social em Max Weber 3. Nelson DacioTomazi 2ª São Paulo Saraiva 2010 O que é Sociologia Carlos Benedito Maritns 38ª São Paulo Brasiliense 1994 Bibliografia Complementar: Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano Sociologia: Introdução à Ciência Cristina Costa da Sociedade.3 – Os fatos sociais como objeto da sociologia 3.INGLÊS Período letivo: 4ª Fase Carga Horária : 40 horas Competências 101 . 2ª São Paulo Moderna 2000 Sociologia Crítica 48ª Porto Alegre Mundo Jovem 2000 Pedrinho Guareshi Unidade Curricular LÍNGUA ESTRANGEIRA .1 .

Saber distinguir entre as variantes linguísticas. . .. Habilidades . periódicos.Conhecer e utilizar a língua inglesa como instrumento de acesso a informações de outras culturas e grupos sociais. para favorecer a efetiva comunicação e alcançar o efeito pretendido. Bases Científicas e Tecnológicas - Music History/ Place Description/ Past Experience.Utilizar mecanismos de coerência e coesão na produção em língua inglesa (oral e/ou escrita). . Hutson Edição Local Greenwich Editora Hucitec Ano 1983 102 .Escolher o registro adequado à situação na qual se processa a informação. pensar. . etc.Escolher o vocabulário que melhor reflita a ideia que pretende comunicar. .Utilizar as estratégias verbais e não verbais para compensar falhas na comunicação.an Adventure/Gender – Women versus men /Love Emotions /Technology and Medicine /Astrology/Television/Behavior /Present Perfect Tense /Past Perfect Reflexive Pronouns/ Quantitative/Modal Verbs/Imperative/Simple conditional /Conditional perfect/Conditionals Prepositions I/The Passive Voice/Relative Pronouns/Direct and reported speech Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação Bibliografia (títulos.Compreender em que medida os enunciados refletem a forma de ser. .Compreender de que forma determinada expressão pode ser interpretada em razão de aspectos sociais e/ou culturais.) Título/Periódico Advances in Reading/Language Research Autor B. agir e sentir de quem os produz.

Identificar e avaliar consequências e perigos dos riscos que caracterizam o trabalho com vistas à preservação da saúde e segurança no ambiente de trabalho. Furlong M. V.Utilizar e supervisionar o uso de equipamentos de segurança. S. e conhecer os métodos de extinção mais adequados para cada classe. qualidade e ambientais.Reading Critically in English: Inglês instrumental The Language of Teaching Inglês: De Olho no Mundo do Trabalho – Volume Único para o Ensino Médio Freeway To English 2 Unidade Curricular Período letivo: Reinildes Dias Belo Horizonte UFMG 1996 A.Dominar as técnicas de primeiros socorros e suporte à vida. Ferrari. de qualidade e ambientes. . . Edwards. J. . . . G. 103 . D.Aplicar normas de saúde e segurança do trabalho. Rubin Londres Heinemann Edication Publishers Scipione 1978 Richmond 2010 São Paulo Gisele Aga 2003 SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO 4ª Fase Carga Horária: 40 horas Competências .Estabelecer relação entre trabalho e saúde do trabalhador. T. .Diferenciar as diversas classes de fogo existentes. compreendendo as interfaces com o meio ambiente. Habilidades .Prestar primeiros socorros.Conhecer e interpretar as normas de saúde e segurança do trabalho.

periódicos.Bases Científicas e Tecnológicas Noções de segurança e higiene do trabalho. Segurança em eletricidade. etc.Realizar os procedimentos de leitura.) Autor Prática da Prevenção de Álvaro Zocchio Acidentes: ABC da Segurança do Trabalho Edição Local Revisada São Paulo e Ampliada Editora Ano ATLAS 1996 Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes Benedito Cardella 1ª São Paulo ATLAS 1999 Política de Segurança e Saúde no Trabalho Álvaro Zocchio 1ª São Paulo LTR 2000 Bibliografia Complementar Autor Manual de Segurança e Saúde no Trabalho Segurança e Medicina do Trabalho . Acidentes de trabalho.Série Manual de Legislação Atlas Edição Local Editora Ano Edwar Abreu Gonçalves 4ª São Paulo LTR 2008 Equipe Atlas 71ª São Paulo ATLAS 2013 Unidade Curricular Período letivo Códigos Meteorológicos – COD 4ª Fase Carga Horária 80 h Competências . Legislação específica. Prevenção e controle a incêndio. transmissão e plotagem das observações meteorológicas em uma estação 104 . registro. Primeiros socorros. Equipamentos de proteção. codificação. Bibliografia (títulos.

Luiz Mendes e BANCI. Darcy Meteorologia para Navegantes. .Conhecer os códigos utilizados de monitoramento e previsão meteorológica em mensagens de padrão internacional e saber realizar a codificação e decodificação dos dados registrados de acordo com cada horário sinótico. configurar e ajustar os diversos tipos de estações meteorológicas. . AIRMET.) Autor ANTAS. Códigos meteorológicos (Codificação e plotagem (SYNOP/ METAR e TEMP . TAF.).Miranda D Manual de Meteorologia Aeronáutica Manual de Análise do Diagrama SKEWT-T. identificando as características e funções das estações sinóticas. Bases Científicas e Tecnológicas Estações meteorológicas (Estações convencionais (tipos e finalidades)/ Conceito de observação meteorológica/ Importância da observação sinótica para a previsão do tempo/ Principais observações meteorológicas/ Principais instrumentos convencionais/ Estações de altitude: princípio e funcionamento básico.Conhecer a estrutura de observação meteorológica. BARROS. Título/Periódico Meteorologia para Aviação Bibliografia (títulos. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO.Plotar dados observados em diagramas meteorológicos. Manual de observações Meteorológicas. Mapas de previsão (Interpretação de cartas de tempo significativo (SIGWX) e de vento e temperatura)). agroclimatológicas e aeronáuticas. . INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA 3ª Brasília - Ano 1990 1991 1976 1969 1999 105 .Plotar registros meteorológicos em cartas sinóticas. .Plotagem do Diagrama Skew-t log P) / (Códigos de previsão: SIGMET. Geraldo L. Farid Cezar 1ª Rio de Janeiro Ministério da Aeronáutica 1ª Rio de Janeiro Editora Traço Catedral Letras Técnica de Aviação NMADR. . periódicos. etc.Instalar. Edição Local 1ª São Paulo Petrópolis/ 3ª RJ CHEDE. LgP. Habilidades . .convencional. identificando possíveis erros decorrentes de falhas instrumentais.Conhecer as características básicas dos diversos tipos de estações meteorológicas.Saber identificar mapas de previsão meteorológica. SHIP)/.

Primeira parte Compendio de Meteorologia OMM Unidade Curricular Período letivo 2ª 1ª Rio de Janeiro Campina Grande Volume Genebra/ 1 Suiça - 1972 UFPb 1979 Aksel WimmNielsen 1974 Projeto Integrador IV – PI IV 4ª Fase Carga Horária: 40 h Competências . gramaticais e estruturais. . convencionais para estações de superfície.Atlas internacional de nuvens MINISTÉRIO DA AGRICULTURA. relacionados à meteorologia. Habilidades . DEPARTAMENTO NACIONAL DE METEOROLOGIA Instrumentos meteorológicos VAREJÃO-SILVA.Integrar equipes de pesquisa auxiliando no desenvolvimento de projetos técnico científicos.Conhecer e utilizar adequadamente técnicas e normas.Realizar pesquisas bibliográficas e na Internet de textos técnicos.A. M.Conhecer e utilizar adequadamente técnicas e normas de apresentação em público. . Título/Periódico Interdisciplinaridade para além da filosofia do sujeito Bibliografia (títulos. Bases Científicas e Tecnológicas Desenvolvimento de Projeto de Pesquisa (Apresentação e resolução de situações problemas que envolvam os conhecimentos com ênfase em instrumentação e equipamentos meteorológicos e/ou tratamento de dados meteorológicos / Escolha do Projeto / Definição do Cronograma/ Elaboração e apresentação do pré-projeto / desenvolvimento / Elaboração do artigo / Apresentação final/ Correções). etc.) Autor Lucidio Biancheti Edição Local Editora Ano Florianópoli Vozes e 2003 s Unitrabalh o 106 . periódicos. para a redação de projetos de pesquisas e de relatórios técnicos.

Os sete saberes necessários à educação do futuro A cabeça bem-feita Edgard Morin Edgard Morin - 10 Novas competências para ensinar As competências para ensinar no século XXI Philippe Perrenoud Philippe Perrenoud - São Paulo Rio de Janeiro São Paulo São Paulo Cortez Bertrand Brasil Artmed Artmed 107 2000 2000 2000 2006 .

o meio ambiente. elementos de coesão que permitam relacionar e/ou sequenciar as ideias. fazendo uso do vocabulário ativo da escrita.Conhecer.Aplicar os conhecimentos sobre pontuação na produção textual. saúde e orientação sexual através de leituras. Romance de Tese.Fazer uso dos períodos compostos por coordenação e subordinação.UNIDADES CURRICULARES DA 5ª FASE Unidade Curricular PORTUGUÊS E HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA Período letivo: 5ª Fase Carga Horária: 40 horas Competências . texto de divulgação científica.Identificar os autores (e sua produção literária) do período Pré-modernista e Modernista . . debates e produção textual. identificando as características e comparando com os da atualidade. percebendo as inferências e estabelecendo comparações com os diversos contextos histórico-sociais. resumo.Refletir sobre temas relacionados à ética. por meio da leitura de textos literários do Simbolismo e do Pré-modernismo.Analisar textos dos autores pré-modernistas. os autores representativos do período. a pluralidade cultural. . . de forma a empregar adequadamente os elementos de coesão. da oralidade e da escrita.Ler e produzir resumos. 108 . resenhas e textos persuasivos. em contextos discursivos em que se fazem respectivamente mais adequados. Bases Científicas e Tecnológicas Pré-Modernismo. Modernismo.Utilizar. reconhecendo a intertextualidade. resenha.Desenvolver a eficiência comunicativa para tornar-se um leitor e um produtor eficiente de textos diversificados. Habilidades .Ampliar o domínio da língua padrão por meio da prática da leitura.Ler textos diversos. . as marcas de estilo e as implicações no tratamento temático consequentes do contexto histórico de produção. .Conhecer os mecanismos da língua portuguesa para ampliar as possibilidades de uso da norma culta. . . . . Vanguardas e 1ª fase. . em diferentes esferas de vida social e profissional. e do acesso a informações e suas intenções. crônica.

período composto. pontuação.ed São Paulo Atual 2005 1.ed São Paulo Moderna 2004 1. gramática. o texto persuasivo e suas especificidades. a leitura. produção de texto Leila Lauar Sarmento Português: literatura.ed São Paulo Moderna 2004 2. Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação Bibliografia (títulos. etc. gramática. coerência e coesão. periódicos. a escrita e as possibilidades de intertextualidade e inferências entre os vários contextos histórico-sociais.) Título/Periódico Autor Textos: leituras e escritas Ulisses Infante Português: linguagens William Roberto Cereja Edição Local Editora Ano São Paulo Scipione 2005 1.concordância verbal e concordância nominal. produção de texto Maria luiza Abaurre Douglas Tufano Marcela Nogueira Pontara Tatiana fadel Português: de olho no mundo do trabalho Unidade Curricular Ernani Terra José de Nicola EDUCAÇÃO FÍSICA 109 .ed São Paulo Scipione 2005 Thereza Cochar Magalhâes Português: literatura.

F7.Assumir uma postura ativa. HB.Noções básicas sobre a tática da modalidade . . de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais. sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas. .Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas e consciente da importância delas na vida do cidadão.Nutrição e atividade física para a qualidade de vida . adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde. sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas.) Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano 110 .Compreender o funcionamento do organismo humano. rml. Habilidades . intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais. através da atividade física..Desenvolver as noções conceituais de esforço.Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal. adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.CF = Condicionamento Físico. intelectuais. valorizando-as como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas. . F7 = Futebol Sete. GIN. valorizando-as como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.HB = handebol.Testes de aptidão física (antropometria. .Refletir sobre as informações especificas da cultura corporal. GIN = Ginástica.aspectos fundamentais para a compreensão do ser humano enquanto produtor de cultura. flexibilidade. aquisição de hábitos e atitudes que contribuam para o aprimoramento das capacidades físicas . VB Propiciar. etc.Compreender o funcionamento do organismo humano.Desenvolver as noções conceituais de esforço.e consciente da importância delas na vida do cidadão. intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais . . CF. . morais e sociais do educando.ra) .na prática das atividades físicas. FS.Fundamentos básicos da modalidade * Legenda: Modalidades:BB = Basquetebol. periódicos. VB = Voleibol Bibliografia (títulos. Bases Científicas e Tecnológicas . FS = Futebol de Salão. de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais.Período letivo: 5ª Fase Carga Horária: * Competências 40 horas Modalidade: BB.

Regras oficiais de basquetebol
Basquetebol: origem e
evolução
Táticas: futebol, basquete,
futsal, handebol, vôlei
Atividade física, saúde e
educação: perspectivas
Atividade física e saúde:
intervenções em diversos
contextos
Fisiologia do Exercício Nutrição, Energia e
Desempenho Humano
Futsal: Apontamentos
Pedagógicos na Iniciação e na
Especialização.
Futebol, Regras e Legislação
Regras oficiais de handebol
Regras Oficiais de Voleibol

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
BASQUETEBOL

Rio de Janeiro

Sprint

2011

DAIUTO, Moacir.

São Paulo

Iglu

1991

BAPTISTA JÚNIOR, Nélson.

São Paulo

BERNARDELLI JÚNIOR, Rinaldo;
MERÉGE, Sonia Regina Leite.

Andirá (PR)

DUARTE, Maria de Fátima da Silva.

Florianópolis
Salvador

Ed. da UFSC
Ed. da UNEB

Rio de Janeiro

GUANABARA
KOOGAn

William D. Macardle

7ª ed.

SANTANA, W. C.

Franciscon, M.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
HANDEBOL.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
VOLLEYBALL.

Educação Física da Pré-escola
BORSARI, José Roberto.
à Universidade
Fundamentos Pedagógicos –
FARIA JÚNIOR, Alfredo Gomes de.
Educação Física
O Ensino da Educação Física
HURTADO, J.
– Uma abordagem didáticometodológica.

Ed. 005

2008
2009

2011

Autores
Associados

2003

Rio de Janeiro

Sprint

2004.

Rio de Janeiro

Sprint

2005

São Paulo

EPU

1980

Rio de Janeiro

Ao Livro
Técnico

1986

Porto Alegre

Prodil

1988

São Paulo.

14ª ed.

Nelsinho´s
Sports
Gráfica e Ed.
Godoy

São Paulo

111

Avaliação em Educação
Física: Aspectos Biológicos e
Educacionais

KISS, Maria Augusta Peduti Dal'Molin.

São Paulo

Manole

1987

Unidade Curricular MATEMÁTICA
Período letivo:

5ª Fase

Carga Horária:

40 horas

Competências
- Resolver situações problemas de localização e deslocamento de pontos no espaço
- Reconhecer as noções de direção e sentido, de ângulo, de paralelismo e perpendicularismo
- Interpretar, representar, utilizar as várias formas da equação de uma circunferência na resolução de problemas.

Habilidades
- Localizar pontos no plano cartesiano;
- Calcular distância entre dois pontos;
- Determinar ponto médio de um segmento e baricentro de um triângulo;
- Identificar pontos alinhados e calcular área de triângulos usando seus vértices;
- Reconhecer equação de reta e escrevê-la na forma geral e reduzida;
- Determinar o ponto de intersecção entre retas;
- Calcular os coeficientes de uma reta;
- Identificar as diferentes posições entre retas;
- Determinar ângulo entre retas e distância entre ponto e reta.
- Identificar equação da circunferência e representá-la graficamente;
- Determinar as diferentes posições entre ponto e circunferência, reta e circunferência e duas circunferências.
Bases Científicas e Tecnológicas

112

Localização de pontos no plano cartesiano; Cálculo distância entre dois pontos; Determinação de ponto médio de um segmento e
baricentro de um triângulo; Identificação de pontos alinhados e cálculo de área de triângulos usando seus vértices; Reconhecimento
e escrita de equação de reta na forma geral e reduzida; Determinação do ponto de intersecção entre retas; Cálculo dos coeficientes
de uma reta; Identificação das diferentes posições entre retas; Determinação do ângulo entre retas e distância entre ponto e reta;
Identificação das equações geral e reduzida da circunferência e representá-la graficamente; Determinação das diferentes posições
entre ponto e circunferência, reta e circunferência e duas circunferências.
Pré-requisitos (quando houver)
Terminalidade/Certificação
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)
Título/Periódico
Matemática, Ensino Médio

Autor
Gelson Iezzi

Edição

Local

volume São Paulo
único,

Editora

Ano

Atual

2002

4ª ed
Novo Olhar da Matemática

Joamir Roberto de
Souza

Vol 02 São Paulo

FTD

2010

Novo Olhar da Matemática

Joamir Roberto de
Souza

Vol 03 São Paulo

FTD

2010

Matemática Fundamental:
Uma nova abordagem

José Ruy Giovanni, José volume São Paulo
Roberto Bonjorno e José único.
Ruy Giovanni Jr.
1ª ed

FTD

2002

113

José Carlos S. Reconhecer as especificidades da pesquisa histórica. Reconhecer fontes históricas. periódicos. Pesquisa histórica. Carla Bassanezi. Habilidades Apropriar-se dos conceitos de memória e patrimônio histórico e cultural. Patrimônio histórico – cultural. Estabelecer relação entre continuidade/permanência e ruptura/transformação nos processos históricos.Unidade Curricular História Período letivo 5ª Fase Carga Horária : 20 horas Competências Compreender a História como conhecimento construído por um sujeito histórico. etc. (org. Reconhecer os lugares de memória. Perceber a fonte histórica como construção social.) Edição Local Título/Periódico Autor Fontes Históricas PINSKY.. HOLANDA.) 2ª História Oral: Como fazer. Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação Bibliografia (títulos. como pensar MEIHY. Fabíola 1ª Editora Ano São Paulo Contexto 2008 São Paulo Contexto 2007 114 . Bases Científicas e Tecnológicas Categorias fundamentais para a história : tempo e espaço. B.

. Eric Ouvir contar – Textos em História Oral ALBERTI. . .Aprender a agir de modo tolerante com as diferentes visões de mundo e concepções de bem.Elaborar a própria postura frente aos desafios éticos contemporâneos. Verena Unidade Curricular Período letivo: 11ª Rio de Janeiro Paz e Terra 2007 1ª Rio de Janeiro Editora FGV 2004 FILOSOFIA 5ª Fase Carga Horária: 40 horas Competências .Cultivar a sensibilidade estética sobretudo em sua função crítica em relação aos produtos da indústria cultural. Bases Científicas e Tecnológicas 115 . Habilidades .Compreender a importância da reflexão ético-filosófica sobre os problemas morais. . . Eric 1ª São Paulo Cia das Letras 1998 Apologia da História BLOCH.Sobre História HOBSBAWM.Desenvolver a autonomia e o exercício da liberdade responsável. Marc 1ª Rio de Janeiro Jorge Zahar 2001 Editora Ano Bibliografia Complementar Edição Local Título/Periódico Autor A era dos impérios : 1875-1914 HOBSBAWM.Compreender a pluralidade dos valores morais.Investigar os fundamentos da sensibilidade e juízo estéticos.

A construção do sujeito moral. periódicos.O ser humano e o sentido da existência. .) Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano Filosofando Maria Martins.Ética normativa: ética das virtudes e éticas deontológicas e teleológicas.. .Bioética e outras éticas práticas. etc. . . . Pré-requisitos Bibliografia (títulos.Fundamento do juízo estético.Ética e moral. Maria Aranha São Paulo Moderna 2009 Convite à filosofia Marilena Chauí São Paulo Ática 2010 Para filosofar Sérgio Santos Cordi São Paulo Scipione 2007 Bibliografia Complementar 116 . .Filosofia e estética.

..Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano Ética a Nicômaco Aristóteles São Paulo Martin Claret 2002 Bioética Darlei Dall’Agnol Rio de Janeiro Zahar 2005 O belo autônomo Rodrigo Duarte. ilustração.) ao assunto e ao tipo de texto. palavras-chave.Deduzir o sentido de palavras e de estruturas gramaticais desconhecidas a partir do contexto da análise morfológica das palavras e da analogia/contraste com a língua materna. entoações.Associar marcas textuais (título. . formato. .Utilizar conhecimentos prévios sobre o assunto do texto na construção do significado. Belo Horizonte Autêntica 2012 Ética e cidadania Silvio Gallo Campinas Papirus 2007 Fundamentação da metafísica dos costumes Immanuel Kant Lisboa Edições 70 S/d Introdução à filosofia da arte Benedito Nunes Rio de Janeiro Ática 2000 Ética Adolfo Sanchez Vasquez Rio de janeiro Civilização Brasileira 2008 Unidade Curricular Período letivo: LÍNGUA ESTRANGEIRA . Textos clássicos de estética.INGLÊS 5ª Fase Carga Horária: 40 horas Competências ..Prescindir de compreender o significado de palavras que não são essenciais à compreensão do sentido do texto. Habilidades 117 .

. familiar words. background knowledge.). inference. Entrevista de Emprego. V. J.. T.Utilizar Estratégias e Técnicas de Leitura. prediction. Temáticas Temas Transversais: Saúde. typographical keys. Edwards. cognates. Furlong M.. - Bases Científicas e Tecnológicas The Reading Process: Strategies and Techniques (skimming. D. . Vocabulary in Context Genre: technical vs. de gênero. G.) Título/Periódico Advances in Reading/Language Research Reading Critically in English: Inglês instrumental The Language of Teaching Inglês: De Olho no Mundo do Trabalho – Volume Único para o Ensino Médio Freeway To English 3 Autor B. scanning. etc.. Ferrari.Ler textos técnicos em Língua Inglesa. repeated words.) Mundo do Trabalho: Perfil do Técnico (Curriculum Vitae. sociais. main ideas. Meio Ambiente. knowledge of the subject). . Rubin Londres Heinemann Edication Publishers Scipione 1978 Richmond 2010 Gisele Aga Edição São Paulo Editora Hucitec Ano 1983 2003 118 . S. periódicos. Segurança do Trabalho.. Hutson Local Greenwich Reinildes Dias Belo Horizonte UFMG 1996 A.. A Profissão. Diferenças (étnicas. Non-technical texts The 250 most common words in English Terminalidade/Certificação Bibliografia (títulos.

Aplicações da Hidrostática (Geopotencial. umidade absoluta.Analisar a consistência dos dados meteorológicos observados. identificando possíveis erros decorrentes de falhas instrumentais. Termodinâmica (Primeira e Segunda Lei da termodinâmica. v. Habilidades . espessura geopotencial e redução da pressão ao nível do mar/ Estrutura de Altas e Baixas Pressões). Comportamento dos gases (Conceitos básicos de sistema. Mudança de fase (Fases da matéria/ Mudança de fase/ Influência da pressão/ Diagrama de fases). . etc.Unidade Curricular Período letivo FÍSICA APLICADA A METEOROLOGIA – FIS 5ª Fase Carga Horária: 80 h Competências . codificação. periódicos. Título/Periódico Curso de Física. 1 Física Experimental Bibliografia (títulos. Antônio Máximo Anésio Böger Brand Edição Local Editora 6ª São Paulo Scipione 02/200 Florianópoli CEFET/S 6 s C 119 Ano 2006 2006 . Calor (Conceito e unidades de calor/ Calor e trabalho/ Transmissão de calor/ Calorimetria).) Autor Beatriz Alvarenga. processo adiabático). Instrumentos de Medida). Pressão (Histórico/ Conceito e unidades de pressão/ Instrumentos de Medida / Escalas de valores em meteorologia/ Variação da pressão ao longo do dia/ Influência da temperatura e do vapor d'água na pressão atmosférica). registro.Conhecer as variáveis físicas e suas unidades de medida Bases Científicas e Tecnológicas Temperatura (O estado da matéria/ Conceito de temperatura/ Escalas termométricas/ Propriedades termométricas/ Instrumentos de Medida/ Equilíbrio térmico/ Temperatura e energia interna). pressão de vapor. Umidade Atmosférica (O Ciclo hidrológico / Conceito de umidade.Realizar os procedimentos de leitura. umidade relativa/ Variação diurna da umidade relativa e relação com a temperatura/ Temperatura de ponto de orvalho e do bulbo úmido. .Saber identificar os instrumentos meteorológicos utilizados para observação sinótica e climatológica e correlacioná-los com as respectivas variáveis físicas (sem procedimentos). razão de mistura. Massas de Ar (Conceitos básicos e características sobre: massas de ar / Formação e tipos de nuvens por deslocamento de massas).Conhecer os conceitos de umidade atmosférica e princípios fundamentais de termodinâmica e hidrostática . transmissão e plotagem das observações meteorológicas em uma estação convencional. umidade específica. propriedades e estado termodinâmico/ Equação de estado de um gás ideal/ Equação de estado para o ar seco e úmido/ Temperatura virtual). Hidrostática (Equação hidrostática para a atmosfera em equilíbrio vertical).

NASCIMENTO.Instalar. Silva M. L.Conhecer os fundamentos astronômicos relacionados a Sol. e proceder a sua codificação cartesiana . 120 . 1ª São Paulo Editora Nobel 1988 VAREJÃO. F.Conhecer os sistemas de coordenadas geográfica e local. . Habilidades . Gradiente. configurar e ajustar os diversos tipos de estações meteorológicas. Centrífuga. Coriolis.Conhecer os conceitos e princípios fundamentais da Radiação Bases Científicas e Tecnológicas Astronomia. Ciclostrófico. A. Gravitacional. Radiação Solar e Terrestre (Conceitos Fundamentais de Radiação/ Importância na meteorologia/ Forma de transmissão/ Espectro Eletromagnético/ Leis de Radiação/ Espectro Solar e Terrestre/ Interação da Radiação com a atmosfera e a superfície/ Medidas de Radiação / Tipos de Imagens de Satélite e identificação de nuvens). Atrito) / Vento/ Convergência e divergência / Ciclones e anticiclones/ Sistemas frontais/ Sistema de Equações Atmosféricas (noções matemáticas)/ Ventos Teóricos (Geostrófico. . ..Conhecer os tipos. forma e posição da Terra / Movimentos de rotação e translação / Latitude e longitude / Fuso-horários / Estações do ano / Solstícios e equinócios / Características relativas ao equador. Lua e Terra e os fenômenos ligados a dimensões e movimento da Terra. círculos polares e trópicos / Posicionamento do Sol tendo a Terra como referencial / Rosa dos ventos / Sistemas de coordenadas / Orientação espacial / Utilização da bússola e do GPS. A 1ª Paraíba UFPb – FUNADE 1980 Atmosfera Terrestre – ATM 5ª Fase Carga Horária: 60 h Competências .Analisar a consistência dos dados meteorológicos observados. J. Geodésia e Cartografia (Tamanho. térmico)/ Variação vertical do vento/ Ventos Observados/ Ventos locais/ Ventos Globais). Projeções cartográficas / Escalas / Plantas baixas).Conhecer as forças fundamentais que atuam na atmosfera e o balanço dessas forças . as propriedades e os sistemas das principais projeções cartográficas utilizadas para representação plana da superfície terrestre. Meteorologia Geral I Unidade Curricular Período letivo – Fundamentos e TUBELIS.Meteorologia Descritiva Aplicações Brasileiras. Introdução a Meteorologia Sinótica (Revisão de Conceitos Básicos/ Forças Fundamentais (Gradiente de Pressão.

Paulo Araujo 2ª Santa Catarina UFSC 2002 São Paulo Cia Editora Nacional 1965 RICCI.A. Meteorologia sinotica volume 1 FEDOROVA.) Autor Edição Ano 1ª São Paulo EDUSP 1970 DUARTE. Luiz Carlos da. 1ª Sistema Solar WOOD. Petri Setembrino 1ª Tabelas e Fórmulas para cálculos Geodésicos no Sistema UTM SILVEIRA. Fundamentos de Cartografia Bibliografia (títulos.Título/Periódico Princípios Geológicos e Domínios Morfoclimáticos no Brasil. Lucimar L. ALVES. Walter. Natalia. A 1ª Atmospheric Science II VIANELLO. Luiz Carlos da 1ª Cálculos Geodésicos no Sistema UTM Aplicados a Topografia SILVEIRA. VAREJÃO. Natalia. Meteorologia Básica e Aplicações Local 2ª 2ª Rio Grande UFRGS do Sul Editora e Criciúma Livraria Luana Edgard São Paulo Bucher Rio Grande Edifapes do Sul Rio de Ao Livro janeiro Técnico UFPb – Paraíba FUNADE Minas UFV Gerais London Press Universitá Pelotas ria Universitá Pelotas ria Fundamentos de Programação e Banco de Dados – PBD 121 1990 1990 1988 2001 1969 1980 2012 2006 1999 2001 . FERREIRA. Rubens L. VIANELLO. 1ª Meteorologia sinotica volume 2 FEDOROVA. Adil Rainier WALLACE J. and P. Nelson J 1ª Princípios de Análise Meteorológica SAUCIER. 1ª Unidade Curricular Editora AB SABER. Mauro. HOBBS. Rubens Leite. etc. 1ª Meteorologia Fundamental OLIVEIRA. 1ª Meteorologia Geral I. periódicos. J. Princípios de Aerofotogrametria e Interpretação Geológica. Silva M.

etc. W.) Autor HELLER. Título/Periódico Introdução a Informática Bibliografia (títulos. L. .Saber realizar consultas em bancos de dados utilizando linguagem SQL. . . Habilidades . e NASCIMENTO. atributo e registro / Chave primária / Relacionamentos / Integridade / Operações em bancos de dados). Linguagem SQL (Operações em bases de dados / Instruções de consulta / Criação de tabelas / Tipos de dados / Regras de validação / Relacionamentos / Consultas / Formulários / Relatórios).Período letivo 5ª Fase Carga Horária: 80 h Competências . Linguagem de Programação (Tipos/ Constantes/ Operadores/ Estruturas de controle/ Funções/ Variáveis / Classes e objetos). Ângela J Edição Local 1ª SP Técnicas de Programação . Princípios de bancos de dados (Conceito de bancos de dados / Entidade.Conhecer os fundamentos de estruturas de bancos de dados relacionais. C 1ª SP Processamento de Dados e Informática RIOS. E 1ª SP Unidade Curricular Período letivo Observação Meteorológica – OBM 5ª Fase Carga Horária Editora Ano Makron 1990 Books McGrawhil 1993 l Editora 1993 Ática 60 h 122 . Bases Científicas e Tecnológicas Princípios de Programação (Algoritmo/ Execução condicional/ Seleção/ Laços/ Tipos de dados/ Expressões). Jorge L. periódicos.Saber desenvolver programas de pequeno porte utilizando uma linguagem de programação.Levantar e organizar dados meteorológicos utilizando tecnologias de informação e comunicação. .Conhecer as estruturas de lógica de programação.Uma Abordagem Estruturada SALIBA.Conhecer as principais estruturas de programação.

Saber utilizar instrumentos de posicionamento.Saber executar os procedimentos de correção. registro.Saber registrar todas as atividades realizadas na Estação Meteorológica. configurar e ajustar os diversos tipos de estações meteorológicas. correções e registro em planilhas)/ Identificação e cobertura de Nuvens (Atlas de nuvens)/ Identificação de Nuvens (observação visual)/ Observação de Fenômenos/ Observação de visibilidade/ Registro).Conhecer e saber executar os procedimentos técnicos necessários para realizar a leitura dos instrumentos. . INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA MINISTÉRIO DA AGRICULTURA.Conhecer os métodos para a adequada localização de estações meteorológicas. Bases Científicas e Tecnológicas Observação meteorológica (Instrumentos (Características.Competências . .Instalar. etc. orientação e nivelamento. periódicos. registro e transmissão de dados de uma estação meteorológica convencional. . assíduo e pontual no processo de observação meteorológica.Saber preparar os instrumentos de uma estação meteorológica convencional para a correta leitura dos dados meteorológicos de acordo com cada horário sinótico. Título/Periódico Manual de observações Meteorológicas. . conversão e registro dos dados observados para uso sinótico e climatológico de acordo com parâmetros e normas vigentes. DEPARTAMENTO NACIONAL DE METEOROLOGIA Edição Local Editora 3ª Brasília - 2ª Rio de Janeiro - Ano 1999 1972 123 .. Habilidades .Realizar os procedimentos de leitura. .Saber posicionar os componentes e equipamentos integrantes de estações meteorológicas convencionais.Ser responsável. identificando possíveis erros decorrentes de falhas instrumentais. . transmissão e plotagem das observações meteorológicas em uma estação convencional. . . Atlas internacional de nuvens Bibliografia (títulos. codificação.) Autor MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO. princípio básicos de funcionamento normas para leitura.

em diferentes esferas de vida social e profissional.Conhecer as normas estabelecidas para elaboração de projeto de pesquisa e relatório de estágio. Ferreira 1 Brasília Oficina de Textos - UNIDADES CURRICULARES DA 6ª FASE Unidade Curricular Português Período letivo: 6ª Fase Carga Horária: 40 horas Competências .Analisar textos de autores modernistas e da literatura catarinense.Ampliar o domínio da língua padrão por meio da prática da leitura. debates e produção textual. da oralidade e da escrita (ortografia.Refletir sobre temas relacionados à ética. . identificando as características. o meio ambiente. saúde e orientação sexual através de leituras. Habilidades . as marcas de estilo e as implicações no tratamento temático consequentes do contexto histórico de produção.Identificar os autores (e sua produção literária) do período do modernismo e da literatura catarinense.Meteorologia Prática Arthur Gonçalves Ferreira 1 SP Interpretação de Imagens de Satélites Meteorológicos Arthur G. fonética. por meio da leitura de textos literários do Modernismo e da Literatura Catarinense. . 124 2006 2002 .Conhecer os mecanismos da língua portuguesa para ampliar as possibilidades de uso da norma culta. organização morfológica e sintática da frase). e do acesso a informações e suas intenções.Desenvolver a eficiência comunicativa para tornar-se um leitor e um produtor eficiente de textos diversificados. . . . a pluralidade cultural.Conhecer. . os autores representativos do período.

a escrita e as possibilidades de intertextualidade e inferências entre os vários contextos histórico-sociais.Elaborar textos de diversos gêneros.ed São Paulo Moderna 2004 125 . crase. . nas produções textuais. colocação pronominal. textos técnicos. produções textuais para concursos. percebendo as inferências e estabelecendo comparações com os diversos contextos histórico-sociais. reconhecendo a intertextualidade. literatura catarinense. as regras de regência verbal e nominal. a leitura. sintaxe do período composto. cartas argumentativas. periódicos.ed São Paulo Atual 2005 1. produção de texto Edição Local 5.Compreender o fenômeno da crase e aplicar na produção escrita Bases Científicas e Tecnológicas Modernismo de 30 e poesia.ed São Paulo Moderna 2004 2.ed Florianópolis Editora CEFETSC Ano 2002 São Paulo Scipione 2005 1.Aplicar.. . . gramática. gramática.Ler textos diversos.) Título/Periódico Manual de elaboração de relatório de estágio Textos: leituras e escritas Autor Eliane Salete Bareta gonçalves Lurdete Cadorin Biava Ulisses Infante Português: linguagens William Roberto Cereja Thereza Cochar Magalhâes Leila Lauar Sarmento Douglas Tufano Maria luiza Abaurre Marcela Nogueira Pontara Tatiana fadel Português: literatura. sintaxe de regência. leitura de textos variados – debates. . coesão e coerência. etc. produção de texto Português: literatura. Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação Bibliografia (títulos.Elaborar o relatório de estágio obedecendo às normas vigentes.

através da atividade física. valorizando-as como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas. F7.na prática das atividades físicas. .e consciente da importância delas na vida do cidadão. valorizando-as como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.ed São Paulo Scipione 2005 EDUCAÇÃO FÍSICA 6ª Fase Competências Carga Horária: * 40 horas Modalidade: BB.Compreender o funcionamento do organismo humano. adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.Assumir uma postura ativa. sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas. HB.aspectos fundamentais para a compreensão do ser humano enquanto produtor de cultura. adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.Refletir sobre as informações especificas da cultura corporal. . morais e sociais do educando. Habilidades . de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais. FS. VB Propiciar. CF.Desenvolver as noções conceituais de esforço.Compreender o funcionamento do organismo humano. . intelectuais.Desenvolver as noções conceituais de esforço. Bases Científicas e Tecnológicas 126 . sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas. .Português: de olho no mundo do Ernani Terra trabalho José de Nicola Unidade Curricular Período letivo: 1. intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais .Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal. .Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas e consciente da importância delas na vida do cidadão. intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais. aquisição de hábitos e atitudes que contribuam para o aprimoramento das capacidades físicas . de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais. GIN. .

Autor CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE BASQUETEBOL Edição Local Editora Ano Rio de Janeiro Sprint 2011 DAIUTO. FS = Futebol de Salão. Sonia Regina Leite.Esportes olímpicos * Legenda: Modalidades:BB = Basquetebol. vôlei Atividade física. Moacir. São Paulo.. SANTANA.Nutrição e atividade física para a qualidade de vida . M. Nelsinho´s Sports Gráfica e Ed. GIN = Ginástica. Regras e Legislação Franciscon. C. da UNEB Rio de Janeiro GUANABARA KOOGAn William D. 14ª ed. São Paulo BERNARDELLI JÚNIOR. etc. handebol. Energia e Desempenho Humano Futsal: Apontamentos Pedagógicos na Iniciação e na Especialização.. Florianópolis Salvador Ed. São Paulo Rio de Janeiro 127 . Rinaldo. futsal. periódicos. Nélson. Godoy 2008 2009 2011 Autores Associados 2003 Sprint 2004. basquete. da UFSC Ed. Macardle 7ª ed. W. MERÉGE. saúde e educação: perspectivas Atividade física e saúde: intervenções em diversos contextos Fisiologia do Exercício Nutrição.Principais lesões no esporte – como identificar e os primeiros cuidados . São Paulo Iglu 1991 BAPTISTA JÚNIOR.) Título/Periódico Regras oficiais de basquetebol Basquetebol: origem e evolução Táticas: futebol. Maria de Fátima da Silva. Futebol.Fundamentos básicos da modalidade .CF = Condicionamento Físico. Regras oficiais de handebol CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE HANDEBOL. F7 = Futebol Sete. VB = Voleibol Bibliografia (títulos. Andirá (PR) DUARTE.HB = handebol.

científico-tecnológica ou abstrata.Identificar formas adequadas para descrever e representar dados numéricos e informações de natureza social. .Identificar regularidades para estabelecer regras e propriedades em processos nos quais se fazem necessários os processos de contagem. 005 Rio de Janeiro Sprint 2005 BORSARI. na mídia ou em outros textos e meios de comunicação. utilizando os processos de contagem. censos.Ler e interpretar dados e informações de caráter estatístico apresentados em diferentes linguagens e representações. política ou científica apresentadas em textos.Compreender e emitir juízos sobre informações estatísticas de natureza social. Rio de Janeiro Ao Livro Técnico 1986 HURTADO. propagandas. Porto Alegre Prodil 1988 KISS. 128 . São Paulo EPU 1980 FARIA JÚNIOR. J. Ed. Alfredo Gomes de. . .Regras Oficiais de Voleibol Educação Física da Pré-escola à Universidade Fundamentos Pedagógicos – Educação Física O Ensino da Educação Física – Uma abordagem didáticometodológica. econômica. política. José Roberto. São Paulo Manole 1987 Unidade Curricular MATEMÁTICA Período letivo: 6ª Fase Carga Horária: 40 horas Competências . Avaliação em Educação Física: Aspectos Biológicos e Educacionais CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE VOLLEYBALL. pois esse tema possui aplicação de grande abrangência em diversas áreas tecnológicas.Dominar os conceitos básicos sobre polinômios e equações polinomiais.Obter médias e avaliar desvios de conjuntos de dados ou informações de diferentes naturezas. notícias. . Maria Augusta Peduti Dal'Molin. . econômica. .Identificar dados e relações envolvidas numa situação-problema que envolva o raciocínio combinatório. pesquisas e outros meios.

Reconhecer. . mediana. .Identificar e efetuar operações de probabilidade.Conhecer a teoria de Contagem e Identificar o Princípio fundamental da Contagem.Determinar o valor numérico de polinômios. Cálculo de média aritmética. . freqüência. Aplicação dos teoremas do resto. . .Empregar as relações de GIRARD na determinação das raízes. . classificar e determinar grau de polinômio.Entender a permutação Simples e permutação com elementos repetidos. Distribuição de frequência. construir e aplicar conceitos de população e mostra e.Estabelecer relações entre coeficientes e restos em divisão de polinômios por polinômio de 1º grau. organização e análise de informações. Realização de operações de adição. . moda.Representar distribuição de freqüência. representação. Reconhecimento. . .Diferenciar Arranjos. o dispositivo de Briott-Ruffini. Pré-requisitos (quando houver) 129 . .Reconhecer. Desenvolvimento da teoria de Contagem e Identificação do Princípio fundamental da Contagem.Identificar amostras.Distribuir frequência. desvio padrão e médio e variância. . Bases Científicas e Tecnológicas Coleta. .Coletar.Habilidades . subtração.Calcular média aritmética. . o dispositivo de Briott-Ruffini. freqüência. Permutações e Combinações. . o teorema fundamental da álgebra e as relações de Girard. . tabelas e gráficos. . Determinação das raízes de uma equação algébrica e suas multiplicidades.Conhecer Arranjos e combinações. histograma e polígonos de freqüência.Identificar as raízes de polinômios e usá-las na fatoração dos mesmos. mediana. moda.Aplicar os teoremas do resto. Principio Fundamental de Contagem e conceito de fatorial. representar. Permutação Simples e permutação com elementos repetidos. o teorema fundamental da álgebra e as relações de Girard. Arranjos e combinações. histograma e polígonos de frequência . organizar e analisar informações. multiplicação e divisão entre polinômios.Efetuar operações entre polinômios. . .Reconhecer medidas de posição e medidas de dispersão.Determinar raízes racionais. desvio padrão e médio e variância. construção e aplicação de conceitos de população e mostra e.

Barbeta 4ª ed. Ensino Médio Autor Gelson Iezzi Edição Local volume São Paulo único. Ruy Giovanni Jr. Produzir textos a partir das categorias e procedimentos próprios do discurso histórico. 1ª ed Pedro A.) Título/Periódico Matemática.Terminalidade/Certificação Bibliografia (títulos. etc. Florianópolis Revisa da FTD 2002 Editora da UFSC 2001 Estatística Aplicada às Ciências Sociais Unidade Curricular História Período letivo: 6ª Fase Carga Horária: 40 horas Competências Estabelecer relação entre continuidade/permanência e ruptura/transformação nos processos históricos. periódicos. José volume São Paulo Roberto Bonjorno e José único. Editora Ano Atual 2002 4ª ed Novo Olhar da Matemática Joamir Roberto de Souza Vol 02 São Paulo FTD 2010 Novo Olhar da Matemática Joamir Roberto de Souza Vol 03 São Paulo FTD 2010 Matemática Fundamental: Uma nova abordagem José Ruy Giovanni. Posicionar-se diante dos fatos atuais de forma crítica e autônoma. Reconhecer os diversos momentos culturais relacionados a história da América. 130 . Comparar problemas atuais e de outros momentos históricos.

Alfredo 1ª São Paulo Cia das Letras 1997 A Descoberta do Homem e do Mundo NOVAES. etc. Debater defendendo argumentativamente as ideias. História e Cultura afro-americana e afro-brasileira A América com os europeus.) 1ª São Paulo Cia das Letras 1998 O Pensamento Mestiço GRUZINSKI. América indígena.) Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano História temática: diversidade cultural Montellato. Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação Bibliografia (títulos. periódicos. Cabrini e Catelli 1ª São Paulo Scipione 2000 Os conquistadores do Pacífico Carnac. Mentalidade europeia moderna. Conhecer o conceito de sociedade primitiva e sociedade civilizada. Ler fontes históricas diversas. Adauto (org. Pierre 1ª São Paulo DIFEL 1977 Dialética da Colonização BOSI. Conceito de cultura e sociedade primitiva e civilizada. Serge 1ª São Paulo Cia das Letras 2001 131 . Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os processos históricos trabalhados. Bases Científicas e Tecnológicas Situar historicamente o continente americano. América e sua diversidade cultural.Habilidades Compreender os conceitos de cultura.

132 . culturais e políticas no espaço geográfico brasileiro. Identificar. Identificar o Brasil como um país de economia emergente . Compreender que os usos do território brasileiro pela comunidade humana têm implicado desequilíbrios socioambientais e desagregação de ecossistemas. 21ª São Paulo Contexto 2011 História moderna e contemporânea ELLO. a partir da nova ordem mundial. tendo em vista as relações de trabalho.BRICS e os desafios frente à implantação da UNASUL. econômicas. Gilberto 50ª São Paulo Global 2005 Editora Ano Bibliografia Complementar Título/Periódico Autor Edição Local A escravidão no Brasil Jaime Pinsky. Leonel Itaussu A. Heródoto Saraiva São Paulo 1999 2ª Unidade Curricular Geografia Período letivo: 6ª Fase Carga Horária: 40 horas Competências Reconhecer e elaborar esquemas de investigação que desenvolvam a observação dos processos de formação do território brasileiro. a incorporação de técnicas e tecnologias e o estabelecimento de redes sociais. Habilidades Entender a classificação do Brasil como país emergente periférico e o processo histórico responsável por essa situação.Casa-Grande e Senzala FREYRE. 5ª São Paulo Scipione 1995 História da América Barreto. analisar e avaliar o impacto das transformações sociais.

Eustáquio Geografia geral e do Brasil. A economia brasileira: dos espaços pré-industriais a industrialização no Brasil. João Carlos.Ensino Médio – Vol. O espaço agrário brasileiro. Raquel Maria gênese da Geografia moderna. Fontes do Amaral Edição Local Florianópolis Editora Editora da UFSC Ano 1989 133 . Bibliografia Complementar Título/Periódico Autor Da Geografia que se ensina a PEREIRA. SENE. A modernização do Brasil frente aos blocos econômicos. periódicos. etc. Milton Geografia. Os Complexos Regionais. 2ª São Paulo Scipione 2002 Brasil: Território e Sociedade no Início do século XXI.Bases Científicas e Tecnológicas Caracterização do espaço geográfico brasileiro.) Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano Geografia para o ensino médio: MOREIRA. VESENTINI. José William Único. 9ª São Paulo Record 2006 São Paulo Ática 2003 SANTOS. Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação Bibliografia (títulos.

Relacionar os diversos movimentos sociais e seus fundamentos ideológicos com a origem de classe de seus participantes. expressas pelos chamados socialistas utópicos e desenvolvidas pelo marxismo. contrapondo as interpretações do pensamento liberal clássico àquelas derivadas da crítica à sociedade capitalista.Distinguir as diversas formas históricas de hierarquização da sociedade.Unidade Curricular Período letivo: SOCIOLOGIA 6ª Fase Carga Horária: 40 horas Competências . . . 134 . de carências econômicas e/ou opressão sociopolítica e cultural. . baseadas em relações sociais de apropriação econômica e dominação política. . classes e grupos sociais. .Compreender que os movimentos sociais não surgem espontaneamente. em diferentes tempos históricos.Verificar como se manifestam as desigualdades sociais em diferentes épocas históricas e em modos de produção e de organização social diversas. . . Habilidades . mas são organizações resultantes das ações humanas na história.Conceituar desigualdades sociais.Compreender o preconceito e ideologias racistas como ideias justificadoras de relações de exploração e de dominação entre países.Analisar a desigualdade como fenômeno social derivado do modo como os homens se organizam historicamente para produzir e reproduzir sua existência.Estabelecer relações entre os processos de desenvolvimento das desigualdades sociais no Brasil e na América Latina e o modo como essas desigualdades manifestam-se em sua vivência prática. .Analisar os movimentos sociais como expressão das lutas entre classes e grupos sociais na vida em sociedade.Relacionar a complexificação das relações sociais e da divisão social do trabalho no capitalismo com o aumento das desigualdades sociais.Entender os movimentos sociais como processos de lutas sociais voltadas para a transformação de condições existentes na realidade social. .

Conceituar os movimentos sociais. mulheres. . Conceito de movimentos sociais.Analisar em que medida os movimentos sociais ou as organizações populares podem redefinir o papel do Estado. mobilizados em torno de questões ambientais ou fatores de gênero. 3. 1.1 – Concepções liberais de desigualdade social 1. – Os movimentos sociais rurais e urbanos 2. 4.Relação com as classes sociais e com o Estado. Conceito de desigualdade social 1.As classificações raciais como fundamento ideológico das relações de dominação entre povos e classes sociais. Preconceito e desigualdade social 3. etnicidade. enquanto movimento social clássico.1 .2 – Os estamentos na sociedade feudal 2.Identificar os movimentos sociais contemporâneos como representativos de diferentes camadas e segmentos sociais. sociedade civil.Explicitar as relações e condições sociais que produziram historicamente a realidade de concentração da riqueza e de desigualdade social no Brasil e na América Latina. .Verificar como se organizam os movimentos sociais urbanos e rurais no Brasil e na América Latina. As desigualdades sociais no Brasil e na América Latina. preferências sexuais etc. As formas históricas da desigualdade social 2.Tratar as diversas manifestações do preconceito como construções sociais. nas cidades e no campo. UNIDADE II: OS MOVIMENTOS SOCIAIS Principais conceitos trabalhados: movimentos sociais. resultantes de relações sociais de dominação em cada tempo histórico.Explicitar o processo de organização do movimento operário desde as primeiras décadas do século XIX.3 – As classes sociais na sociedade moderna 3.As castas como uma das modalidades de formação social pré-capitalista 2. . Bases Científicas e Tecnológicas UNIDADE I: AS DESIGUALDADES SOCIAIS 1. indígenas. .2 – A crítica socialista da desigualdade social 2.. . Movimentos sociais clássicos 135 .1 – As diversas manifestações do preconceito – contra afro-descendentes.2 . . explicitando sua vinculação com as relações conflituosas entre classes e grupos sociais. . homossexuais etc.

3. Os movimentos sociais contemporâneos 4. etc. periódicos. Maria Ligia de Oliveira Barbosa. Os movimentos sociais no Brasil e na América Latina – O movimento operário e as lutas por igualdade social – A luta pela posse da terra no Brasil: as Ligas Camponesas e o MST – Os movimentos campesinos e indígenas na América Latina Bibliografia (títulos. Márcia Gardência Monteiro de Oliveira 2ª Belo Horizonte Editora UFMG 2003 136 . 2ª São Paulo Moderna 2000 Sociologia Crítica Pedrinho Guareshi 48ª Porto Alegre Mundo Jovem 2000 Um toque de clássicos Tânia Quintaneiro. Nelson DacioTomazi 2ª São Paulo Saraiva 2010 O que é Sociologia Carlos Benedito Maritns 38ª São Paulo Brasiliense 1994 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano Sociologia: Introdução à Ciência Cristina Costa da Sociedade.) Título/Periódico Autor Ediçã o Local Editora Ano Sociologia para o ensino médio.

Realizar pesquisas bibliográficas e na Internet de textos técnicos e manuais. Scanning. relacionados aos equipamentos meteorológicos. Habilidades . palavras repetidas e conhecidas/ Explorando características da linguagem (construindo e desconstruindo elementos: prefixos e sufixos. Hutson 1ª Greenwich Editora Ano Vozes 1999 University 1991 of Minesota JAI Press 1983 137 .Ser capaz de utilizar-se de estratégias de leitura para acessar informações em textos técnicos na língua inglesa.Saber realizar leitura de textos técnicos simplificados da área de meteorologia na língua inglesa .Unidade Curricular Período letivo Inglês Técnico – ING 6ª Fase Carga Horária: 40 h Competências . Título/Periódico Paulo Freire: Ética. R. com espírito inovador e empreendedor. Bases Científicas e Tecnológicas Inglês Instrumental (Conscientização e Instrumentalização (Leitura e Conhecimento Prévio/ Ler é conhecer e interpretar o mundo/ (conhecido versus desconhecido)/ Fazendo previsões e formulando hipóteses/ A construção do sentido (Skimming. utopia e educação Bibliografia (títulos. formação de palavras) Identificando ordem de significados: termos da oração e frase nominal/ A construção do vocabulário (Implementando práticas de inferência e busca)/ Descobrindo a organização do texto (Mapeando ideias: definição. et al. periódicos. etc.) Autor STRECK. em inglês. palavras cognatas. Edição Local 4ª Petrópolis Postmodern education S. D.Desenvolver atividades nas áreas de instrumentação e de sistemas de informações meteorológicas. hidrológicas e ambientais. Giroux 1ª Minneapoli s Advances in reading/language research B. Aronowitz. comparação e contraste)/ Identificando elementos: classificação e exemplificação/ Marcando e mediando ideias: conectores lógicos). . H. Main Ideas)/ A exploração do contexto (linguagem verbal e não verbal)/ evidências tipográficas.

J. único Unidade Curricular Período letivo Meteorologia Descritiva – MED 6ª Fase Carga Horária: Competências . Educação & 2000 Sociedade Heineman 1978 n 60 h Habilidades . T. L. Mercer 1ª Londres Routledge 1987 M. F de Oliveira 1ª Campinas The language of teaching D. A. J. A. Rubin 1ª São Paulo Scipione Common knowledge: the development of understanding in the classroom. Furlong. N. Celce-Murcia 1ª New York Newbury House 1991 Lingüística aplicada: da aplicação da lingüística à lingüística transdisciplinar M. Ferrari. códigos e suas tecnologias MEC . V. Celani 1ª São Paulo Educ 1992 Reading Critically in English: Inglês Instrumental Reinildes Dias 1ª Belo Horizonte UFMG 1996 A reforma do ensino médio: a nova formulação curricular e a realidade da escola pública J. M. Domingues. N. V.Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto MEC -Brasil ciclos do ensino fundamental: Língua Estrangeira 1ª Brasília Secretaria de Educação 1998 Fundame ntal Parâmetros curriculares nacionais: ensino médio: linguagens. Furlong 1ª London D.Analisar a consistência dos dados meteorológicos observados. Z. S. S. S. G. Inglês: De Olho no Mundo do Trabalho (Ensino Médio) v. Paschoal. Toschi. Edwards.Brasil 1ª Brasília. Edwards. SEMTEC 1999 Teaching english as a second foreign language M. J.Saber relacionar o comportamento das variáveis meteorológicas com os princípios físicos da atmosfera 138 2003 .

.Levantar e organizar dados meteorológicos utilizando tecnologias de informação e comunicação. A 1ª Meteorologia Básica e Aplicações Meteorologia Fundamental VIANELLO. Adil Rainier OLIVEIRA. Walter. Habilidades . . 139 .Conhecer e saber aplicar os processos estatísticos para tratamentos de dados meteorológicos e climatológicos. Nelson J 2ª 1ª Local Rio de janeiro Paraíba Editora Ao Livro Técnico UFPb – FUNADE Minas UFV Gerais Rio Grande Edifapes do Sul Ano 1969 1980 2012 2001 Unidade Curricular Período letivo Métodos Estatísticos Aplicados a Meteorologia – EST 6ª Fase Carga Horária: 30 h Competências . Rubens Leite. FERREIRA. ALVES. periódicos. hidrológicos e ecológicos.Conhecer as ferramentas estatísticas necessárias para a verificação de inconsistências e falhas. Lucimar L. . Título/Periódico Bibliografia (títulos. 1ª Meteorologia Geral I VAREJÃO. VIANELLO. Bases Científicas e Tecnológicas Métodos Estatísticos Aplicados a Meteorologia Medidas de Posição/ Medidas de Dispersão/ Distribuição de Freqüência/ Quantis/ Correlação/ Regressão Linear.Analisar a consistência dos dados meteorológicos observados. Silva M.) Autor Edição Princípios de Análise Meteorológica SAUCIER.Saber obter e armazenar informações a partir de bases de dados meteorológicos. Rubens L. etc.Bases Científicas e Tecnológicas Discussão do Tempo e Clima (Técnicas de apresentação/ Oratória/ Identificação de Sistemas Meteorológicos através de Modelos Numéricos/ Identificação de Sistemas Meteorológicos através de Imagens de Satélite/ Avaliação de Parâmetros Meteorológicos registrados nas Estações Meteorológicas de Santa Catarina/Identificação dos Padrões Climáticos Mensais/ Identificação de Eventos Extremos Mensais).

etc. .) Autor Edição Local Editora 140 Ano . Título/Periódico Bibliografia (títulos. Habilidades . Farber. hidrológicos e ecológicos.Levantar e organizar dados meteorológicos utilizando tecnologias de informação e comunicação. Edição 4ª Local - Devore.Conhecer as ferramentas estatísticas necessárias para a verificação de inconsistências e falhas. etc. periódicos. Hermano Roberto e PEREIRA 1ª RS Editora Ano Person. Betsy.Analisar a consistência dos dados meteorológicos observados.) Autor Larson. 1ª SP ASSIS.Conhecer e saber aplicar os processos estatísticos para tratamentos de dados meteorológicos e climatológicos. Francisco Neto. periódicos. Jay L.2010 Prentice Hall. . ARRUDA. . Cengage 2006 Learning UFPel 1996 Unidade Curricular Período letivo Consistência de Dados Meteorológicos – CDM 6ª Fase Carga Horária: 30 h Competências .Saber obter e armazenar informações a partir de bases de dados meteorológicos.Título/Periódico Estatística Aplicada Probabilidade e Estatística para Engenharia e Ciências Aplicações de Estatística à Climatologia Bibliografia (títulos. Ron. Bases Científicas e Tecnológicas Métodos Estatísticos Aplicados a Meteorologia Consistência Temporal e Espacial de Séries Climatológicas/ Preenchimento de Falhas em Séries Climatológicas/ Elaboração de Normais Climatológicas/ Cálculo de Anomalias Climatológicas/ Identificação dos Efeitos Climáticos associados ao ENOS (EL Nino – Oscilação Sul).

Hermano Roberto e PEREIRA 1ª RS Previsão do Tempo e Clima FORSDYKE. Sagra 1986 de Mota Bertrand 1986 Brasil UFPel 1996 Universida SP de de São 1978 Paulo Academic San Diego 2007 Press 80 h Habilidades .S. manutenção e dissipação dos principais sistemas meteorológicos .. Título/Periódico Bibliografia (títulos. periódicos. 2ª Unidade Curricular Período letivo Termodinâmica de Sistemas Meteorológicos – TSM 6ª Fase Carga Horária Competências . WILKS. Único AGENDES. F. A. O 1ª Introdução a Climatologia para os Trópicos AYOADE.Analisar a consistência dos dados meteorológicos observados. Dinâmica/Sinótica (Desenvolvimento de Ciclones e Anticiclones (Sutcliff) e Sistemas meteorológicos).. D 1ª RJ Aplicações de Estatística à Climatologia ASSIS. D. ARRUDA.) Autor Edição Local Editora 141 Ano .Conhecer a estrutura tridimensional da troposfera relacionada aos sistemas meteorológicos Bases Científicas e Tecnológicas Termodinâmica da Atmosfera (Análise do Skew-t log P/ Estabilidade Atmosférica / Índices de Instabilidade).Porto Alegre/RS Clima e Agricultura no Brasil. vol. Ed. Francisco Neto.G 1ª Statistical methods in the atmospheric science.S.Conhecer os procedimentos de análise e interpretação de diagramas termodinâmicos . etc. Mota. J. Sistemas Meteorológicos (Sistemas Frontais/ Ciclones Extratropicais/ Ciclones Tropicais/ Vórtices Ciclônicos/ ZCAS/ Linhas de Instabilidade/ Ondas de Leste/ CCM’s/ Bloqueios).Conhecer os processos de formação.

Metereologia Sinótica, vol.1

FEDOROVA, Natália

Pelotas-RS

UFPel

1999

Metereologia Sinótica, vol.2

FEDOROVA, Natália

Pelotas-RS

UFPel

2001

Meteorologia Básica Sinóptica,

MEDINA, M.

Madri

1976

RJ

São Paulo

Paraninf
o
Livro
Técnico
Oficina
de
Textos

Princípios de Análise Meteorológica SAUCIER, Walter;
Tempo e Clima no Brasil
Compendio de Meteorologia

CAVALCANTE I.F. de A. [ET AL.]

OMM

Volume Genebra/Suiça Aksel
1
WimmNielsen

UNIDADES CURRICULARES DA 7ª FASE
Unidade Curricular PORTUGUÊS E HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA
Período letivo:

7ª Fase

Carga Horária:

40 horas

Competências
- Conhecer os mecanismos da língua portuguesa para ampliar as possibilidades de uso da norma culta, e do acesso a informações e
suas intenções;
-A leitura e as possibilidades de intertextualidade e inferências entre os vários contextos histórico-sociais;
- Desenvolver a eficiência comunicativa para tornar-se um leitor e um produtor eficiente de textos diversificados, em diferentes
esferas de vida social e profissional;
- Ampliar o domínio da língua padrão por meio da prática da leitura, da oralidade e da escrita (ortografia, fonética, organização
morfológica e sintática da frase);
- Conhecer as normas estabelecidas para elaboração de projeto de pesquisa e relatório de estágio;
-Refletir sobre temas relacionados à ética, a pluralidade cultural, o meio ambiente, saúde e orientação sexual através de leituras,
142

1969
2009

1974

debates e produção textual.
- Identificar os autores (e sua produção literária) de literatura em língua portuguesa produzida na África e de afro-brasileiros e de
temática relacionada à construção da identidade cultural e social do negro, do índio e de outras minorias étnicas no Brasil;
- Analisar textos de autores contemporâneos africanos (em português) e afro-descentes.
Habilidades
- Elaborar textos técnicos;
- Elaborar cartas argumentativas ;
- Aplicar os conhecimentos gramaticais estudados até a 6ª fase nas produções orais e escritas, respeitando as especificidades e
adequações a cada contexto de produção;
-Ler textos diversos, reconhecendo a intertextualidade, percebendo as inferências e estabelecendo comparações com os diversos
contextos histórico-sociais;
-Elaborar textos de diversos gêneros;
- Elaborar o relatório de estágio obedecendo às normas vigentes.

Bases tecnológicas
Estudo dos textos técnicos; cartas argumentativas; produções textuais de gêneros diversos; estudo da literatura contemporânea;
coesão e coerência; gêneros textuais: textos técnicos; produções textuais para concursos; a leitura, a escrita e as possibilidades de
intertextualidade e inferências entre os vários contextos histórico-sociais. Literatura africana escrita em português e de temática
relacionada à construção da identidade cultural e social do negro, do índio e de outras minorias étnicas no Brasil.

Tema Transversal: Educação para o Trânsito.
Pré-requisitos (quando houver)

143

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)
Título/Periódico
Manual de elaboração de
relatório de estágio
Textos: leituras e escritas

Autor
Eliane Salete Bareta Gonçalves
Lurdete Cadorin Biava
Ulisses Infante

William Roberto Cereja
Thereza Cochar Magalhâes
Português: literatura, gramática, Leila Lauar Sarmento
produção de texto
Douglas Tufano
Português: literatura, gramática, Maria luiza Abaurre
produção de texto
Marcela Nogueira Pontara
Tatiana fadel
Português: de olho no mundo do Ernani Terra
trabalho
José de Nicola

Edição
Local
5.ed Florianópolis

Português: linguagens

Unidade Curricular

História

Período letivo:

7ª Fase

2.ed

Editora
CEFETSC

Ano
2002

São Paulo

Scipione

2005

São Paulo

Atual

2005

São Paulo

Moderna

2004

São Paulo

Moderna

2004

São Paulo

Scipione

2005

Carga Horária:

20 horas

Competências
Estabelecer relação entre continuidade/permanência e ruptura/transformação nos processos históricos;
Compreender a importância da África nas transformações mundiais;
Apreender conceitos políticos e culturais;
Analisar processos de exploração e resistência;
Perceber a dialética existente entre povos nativos e invasores.
Habilidades
Ler fontes históricas diversas;
144

Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação Bibliografia (títulos. Impérios africanos. Invasão islâmica. 1-8 UNESCO 2ª Brasília UNESCO 2010 A África na Sala de Aula . Compreender as mudanças políticas africanas.Visita À História Comtemporânea Hernandez. Debater. Jose Rivair 1ª Rio de Janeiro UFRGS África na sala de aula Hernandez. Bases Científicas e Tecnológicas Pré-história africana. Leila Leite 1ª São Paulo Selo Negro 2011 Desvendando a História da África Macedo.Compreender conceitos políticos e culturais. Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os processos históricos trabalhados. Leila Leite 3ª São Paulo Selo Negro 2008 145 . Afro-americanos. etc.) Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano História Geral da África Vol. Neocolonialismo e descolonização. periódicos. Formação política da África antiga. África atual. tomando uma posição. defendendo-a argumentativamente.

Jeruse Maria A Vez da África [periódicos] : Nasce um Novo País. Lacerda. que começara como um dos mais pobres do mundo Antonia Terra Fernandes. Romão. de 2ª João Pessoa Editora Ano Grafset 2009 Calazans Unidade Curricular Geografia Período letivo: 7ª Fase Carga Horária: 40 horas Competências Identificar. o Sudão do Sul. 146 . analisar. Habilidades Identificar os ecossistemas catarinenses. avaliar e estabelecer interdisciplinarmente as transformações ambientais.Bibliografia Complementar Título/Periódico Autor Edição Local A África Está em Nós: História e Cultura Afro-brasileira: Manual do Professor. socioeconômicas e culturais no espaço geográfico catarinense. Reconhecer a economia catarinense frente à globalização econômica. Estabelecer relações entre os fluxos populacionais e a (re)organização do espaço geográfico catarinense. Livros 1-2-3-4-5 Rodriguez. Janete Lins . Maria Carmelita.

Bases Científicas e Tecnológicas Caracterização espacial.) Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano Aspectos Geográficos de Santa PELUSO JR. 1ª Local Florianópolis Gov. Victor Antônio 1ª Florianópolis Editora da UFSC. 2000 Editora Ano Bibliografia Complementar Título/Periódico ATLAS Geográfico de Santa Catarina. 1991 de Estado da Cult. a sociedade e a economia. Sec.. e do Esporte Santa Catarina no século XX.) 1ª Florianópolis EDUFSC: FCC Edições. do Estado de SC 1959 147 . Sílvio Coelho dos (Org. Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação Bibliografia (títulos. e do Esporte Estudos de Geografia Urbana de Santa Catarina.. O povo catarinense.N. 1991 de Estado da Cult. periódicos. PELUSO JR. etc. 1ª Florianópolis Editora da UFSC. O quadro natural e as paisagens catarinenses.G. Florianópolis: Autor Edição C. Sec.: SANTOS. Victor Antônio Catarina. . – Diretório Regional de Santa Catarina – Departamento Estadual de Geografia e Cartografia.

Unidade Curricular 3ª ed. Carlos Humberto (Org. In: O Mundo que o português criou. Andrade. Alexander Florianópolis Insular 2009 Recife CNPq. Fernandes. espaço geográfico e meio ambiente. Manuel Correia de. Sandra Melo – organizadores. CORRÊA. Eliane Moury. Palma de – Org. HARO. Martim A.) 1ª Florianópolis IHGSC 2000 Ilha de Santa Catarina – Relatos de viajantes estrangeiros nos séculos XVIII e XIX. Florianópolis FILOSOFIA 148 . FJN 1998 MAMIGONIAN. Cavalcanti. Editora da UFSC. do Estado de SC 1986 A realidade catarinense no século XX. MAAR.ATLAS DE SC Gaplan 1ª Florianópolis Gov. Editora Lunardelli 1990 Santa Catarina: história. Armen As conquistas marítimas portuguesas e a incorporação do litoral de Santa Catarina.

.Concepções de poder e o conceito de liberdade. nação.Estado.Período letivo: 7ª Fase Carga Horária: 40 horas Competências . periódicos.Compreender a pluralidade dos valores políticos.Respeitar as posições políticas divergentes próprias do ambiente democrático. .A biopolítica.Relações entre ética e política.) Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano Filosofando Maria Martins. Bases Científicas e Tecnológicas . .As origens do totalitarismo.Reconhecer criticamente a influência das ideologias políticas.Identificar e ter postura crítica em relação aos discursos ideológicos. . Maria Aranha São Paulo Moderna 2009 Convite à filosofia Marilena Chauí São Paulo Ática 2010 Sérgio Santos Cordi Para filosofar São Paulo Scipione 2007 149 . Habilidades . democracia e ditadura. . .Noções de filosofia política.Liberalismo e republicanismo. . Bibliografia (títulos. . .Exercitar o papel do cidadão crítico e reflexivo.Refletir acerca da intrumentalização do poder e das tecnologias da biopolítica. etc. .O debate acerca da justiça social. .

Habilidades . para a redação de projetos de pesquisas e de relatórios técnicos. . . manuais e relatórios relacionados aos equipamentos meteorológicos redigidos tanto em português como na língua inglesa.Integrar equipes de pesquisa auxiliando no desenvolvimento de projetos técnico científicos. .Conhecer os fundamentos sobre projeto de pesquisa científica. divulgação e apresentação de projeto científico.Bibliografia Complementar: Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano Filosofia política contemporânea Will Kymlicka São Paulo Martins Fontes 2006 Clássicos da política Francisco Weffort São Paulo Ática 2006 Unidade Curricular Período letivo Fundamentos de Pesquisa – PES 7ª Fase Carga Horária: 80 h Competências . Bases Científicas e Tecnológicas Técnicas de Apresentação e Redação Técnica (Comunicação e interação como compartilhamento/ Dinâmica de grupo no contexto organizacional/ A comunicação do ser humano como um produto vivo/ Desempenho comunicativo utilizando a oratória/ Princípios da comunicação verbal e não verbal/ Técnicas de apresentação em público/ Técnicas de elaboração de relatórios (linguagem e aspectos 150 .Utilizar adequadamente técnicas e normas.Aplicar as técnicas de pesquisa para efetivação.Utilizar adequadamente técnicas e normas de apresentação em público. hidrológicas e ambientais. com espírito inovador e empreendedor. . . gramaticais e estruturais.Utilizar corretamente a metodologia e fundamentação para elaboração de pesquisas técnico-científicas. .Desenvolver atividades nas áreas de instrumentação e de sistemas de informações meteorológicas.Realizar pesquisas bibliográficas sobre artigos técnico científicos.

Magalhães Português: literatura. satélite. Sistema de Descargas Elétricas (Conceitos Básicos/ Aplicações e Medidas/ Sistema Safir e Impact – Sidden (CIRAM)). Título/Periódico Bibliografia (títulos. Bases Científicas e Tecnológicas Espectro de Radiação Solar e Terrestre (Conceitos Básicos de Radiação e Interação com a Atmosfera e superfície terrestre).estruturais e metodológicos). Douglas Tufano Maria Luiza Abaurre. Cereja. gramática. Habilidades . Satélites (Conceito. periódicos. etc. produção de texto Tatiana Fadel Edição 1a 1a Local São Paulo São Paulo São Paulo Editora Scipione Atual Moderna Ano 2005 2005 2004 2a São Paulo Moderna 2004 Unidade Curricular Período letivo Sistemas de Monitoramento Meteorológico Remoto – SIM 7ª Fase Carga Horária: 40 h Competências . Português: literatura.) Título/Periódico Autor Textos: leituras e escritas Ulisses Infante Português: linguagens William R. detectores de descarga atmosférica).Conhecer os diversos sistemas de monitoramento remoto e seus produtos (radar. Bibliografia (títulos. Radar Meteorológico (Conceitos Básicos/ Produtos e Aplicações). Construção de Projetos (Projeto: considerações iniciais e conceito / Características de um projeto / Funções do projeto / Roteiro para elaboração de projeto / Publicação e divulgação de projetos / Organização de projetos / Momento da apresentação / Dicas de postura para a comunicação / Editor de texto / Editor de apresentação / Internet). Thereza C. Bóias Oceanográficas (Tipos de Bóias/ Aplicações/ Parâmetros Medidos).Levantar e organizar dados meteorológicos utilizando tecnologias de informação e comunicação. produção de texto Leila Lauar Sarmento. gramática. Marcela N. Classificação e Objetivos/ Sistemas Sensores/ Canais dos Sensores/ GOES/ NOAA/ Quickscat/ TRMM/ Principais características dos sistemas MTO e sua identificação por satélit)). Pontara. etc.) Autor Edição Local Editora 151 Ano . periódicos.

pressão (instrução para entrada analógica. NOVO. Moraes. Configuração e programação (Princípio de programação do datalogger (memória. Comunicações (Formas de comunicação de uma estação automática (rede. M.Saber posicionar os componentes e equipamentos integrantes de estações meteorológicas automáticas. J.R.. configurar e ajustar os diversos tipos de estações meteorológicas. tipos de instruções) / Programação e configuração de sensores: temperatura e umidade (instrução para entrada analógica.Configurar e programar uma estação automática. 1ª - Sensoriamento Remoto–Princípios e Aplicações. 1ª Inglaterra Satellite Meteorology KIDDER. processamento e saída). pressão. celular. direção do vento (instrução para entrada analógica). G. J. direção do vento. satélite): princípios de funcionamento de 152 . e GRANT. velocidade do vento (instrução para entrada de pulso. . velocidade do vento).J. comunicação e alimentação)). chaveamento). chuva (instrução para entrada de pulso). L. FORBES. de acordo com o local e a estrutura disponível de equipamentos de coleta e transmissão de dados. Habilidades . umidade. .Instalar. temporização). rádio. Bases Científicas e Tecnológicas Introdução a estações automáticas (Rede nacional e internacional de observação / Componentes de uma estação automática (sensores. Rushworth M. chaveamento. .Saber identificar a melhor opção de comunicação. Volume único BATTAN. . tabelas. O 1ª SP Images in Weather Forescasting BADER. Datalogger e sensores (Componentes do datalogger / Painel de conexões: entradas e saídas de um datalogger / Programa de gerenciamento do datalogger (Loggernet) / Sensores: temperatura.Conhecer o funcionamento e aplicação dos instrumentos e sensores das estações automáticas.S. . datalogger. M. sinal CA). modem. L. chuva. instruções de controle de programação.Radar Observa o Tempo.Conhecer as diversas formas de transmissão de dados das estações automáticas. 4ª SP Edart Cambridg e Univesirty Academic Press Edgard Bucher Ltda 1995 2010 Unidade Curricular Período letivo Estações Meteorológicas Automáticas – EAU 7ª Fase Carga Horária: 60 h Competências .

Unidade Curricular Período letivo Aplicativos de Análise e Previsão Meteorológica – APM 7ª Fase Carga Horária: 80 h Competências . INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA Campbell scientific Inc. 153 . Vaisala Inc.Conhecer.) Autor MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO. 1 New York "Guide to Meteorological Instruments and Methods of Observation". Título/Periódico Manual de observações Meteorológicas. interpretar e saber diferenciar os modelos de previsão meteorológica.Saber utilizar ferramentas computacionais para visualização e disseminação de informações meteorológicas. Fred. Edição Local Editora Ano 1999 3ª Brasília - 1 Logan Helsink Oxford Unversity Press 2006 2012 WMO 2008 Meteorological Measurement Systems Brock V. Habilidades . periódicos. . WMO No. Apresentação dos Principais Aplicativos (Digital Atmosphere / Vis5D+/ MATLAB/ SURFER/ FERRET/ GRADS).Levantar e organizar dados meteorológicos utilizando tecnologias de informação e comunicação. gravação e conversão/ Recortes e seleção espaçotemporal de dados/ Tipos de dados e transformações/ Análises/ Visualização).8 World Meteorological Organization 7 Geneva 2001. etc.cada um). Discussão do Tempo e Clima (Técnicas de apresentação/ Oratória/ Identificação de Sistemas Meteorológicos através de Modelos Numéricos/ Identificação de Sistemas Meteorológicos através de Imagens de Satélite/ Avaliação de Parâmetros Meteorológicos registrados nas Estações Meteorológicas de Santa Catarina/Identificação dos Padrões Climáticos Mensais/ Identificação de Eventos Extremos Mensais). Bases Científicas e Tecnológicas Aplicativos para Meteorologia (Funcionalidades/ Manipulação de Dados/ Leitura. Manual do datalogger CR1000 Manual da estação automática MAWS100 Bibliografia (títulos.

) Autor Edição Princípios de Análise Meteorológica SAUCIER. periódicos. Importância do empreendedorismo. Importância do plano de negócios. Habilidades . O Brasileiro como empreendedor). ALVES. Finalidades do plano de negócios. Rubens L. Adil Rainier OLIVEIRA. Despertando o talento Criativo. Perfil do Empreendedor). Competências e habilidades do Empreendedor. O Empreendedor. 154 . Lucimar L. A 1ª Meteorologia Básica e Aplicações Meteorologia Fundamental Unidade Curricular Período letivo VIANELLO. . Comportamento do Empreendedor (Conceito de Empreendedor e de “Intrapreneur”. Rubens Leite.Conhecer os fundamentos sobre empreendedorismo. FERREIRA. etc.Elaborar planos de negócios .Título/Periódico Bibliografia (títulos. Preparando-se para empreender). VIANELLO. Conceito de empreendedorismo.Desenvolver atividades nas áreas de instrumentação e de sistemas de informações meteorológicas. Elementos básicos de Capacidade Empreendedora. o Gerente e o Técnico. Walter. Estrutura do plano de negócios. Nelson J 2ª 1ª Local Rio de janeiro Paraíba Editora Ao Livro Técnico UFPb – FUNADE Minas UFV Gerais Rio Grande Edifapes do Sul Ano 1969 1980 2012 2001 Gestão Empreendedora – GEP 7ª Fase Carga Horária: 20 h Competências . hidrológicas e ambientais. Bases Científicas e Tecnológicas Conhecendo o Empreendedorismo (Histórico do Empreendedorismo. 1ª Meteorologia Geral I VAREJÃO.Trabalhar em grupo. com espírito inovador e empreendedor. Silva M. Mitos do empreendedor. Plano de Negócios (Definição de plano de negócios.

Bibliografia (títulos. Compreender o processo de acumulação de terras e dos meios de produção no Brasil. etc.) Título/Periódico Autor Inovação e Espírito Empreendedor: prática e DRUCKER. 155 . José de Nicola Edição Local Editora - SP Pioneira 1986 - RJ Campus 1995 São Paulo Scipione 2005 1a UNIDADES CURRICULARES DA 8ª FASE Unidade Curricular História Período letivo: 8ª Fase Carga Horária: Ano 40 horas Competências Estabelecer relação entre continuidade/permanência e ruptura/transformação nos processos históricos. Peter F princípios Guia para Gerenciar Pequenas Empresas: Como SCHELL. Comparar problemas atuais e de outros momentos históricos. Jim fazer a transição para uma gestão empreendedora. Habilidades Ler e interpretar fontes históricas diversas. Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os processos históricos trabalhados. periódicos. Analisar as relações de trabalho em diversos contextos históricos. Português: de olho no mundo do trabalho Ernani Terra. Pontuar os diversos momentos relacionados ao trabalho e à propriedade dos meios de produção. fazendo uso de fontes históricas de natureza diversa. Posicionar-se diante dos fatos presentes a partir das relações com o passado quanto aos modelos de propriedade.

Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação Bibliografia (títulos. O processo de independência: construção de um Estado Imperial.) Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano Brasil. Oscar 2ª São Paulo Ao Livro Técnico 1988 História da Riqueza do Homem Huberman. Gilberto –2º grau 7ª São Paulo Saraiva 1999 As Veias Abertas Da América Latina Galeano. Ivan 1º Rio de janeiro Mauad 1999 História das Sociedades Aquino. Eduardo 30 º São Paulo Paz e Terra 1990 História Temática-Terra e Propriedade Montellato. Leo 21º Rio de Janeiro LTC 1987 História e Consciência do Brasil Cotrim. John e 1ª outros 156 . etc.Bases Científicas e Tecnológicas Poder político no Brasil colonial. Movimento operário brasileiro. A econômica e o trabalho colonial. Denize. São Paulo Scipione 2000 Governo Civil Locke. Andrea R. D. Jacques. periódicos. 500 anos em documentos Alves Filho. terra e trabalho no Brasil oitocentista. Movimentos sociais urbanos e rurais no Brasil republicano.

1848-1875 HOBSBAWM. nacional e planetária. Eric 12ª Rio de Janeiro Paz e Terra 2007 A origem da família. da propriedade privada e do estado : texto integral Friedrich Engels . Habilidades Analisar as relações de poder das práticas sociais no espaço de vivência.. Fundamentos da Desigualdade entre os Homens 3○ São Paulo Paz e Terra 2000 História da Riqueza do Homem Leo Huberman 21○ Rio de Janeiro LTC 1987 História das Mulheres no Brasil Mary del Priore 2○ São Paulo Contexto 2004 Mundos do Trabalho Eric J. identificando-as em seu contexto histórico e estabelecendo entre elas uma relação temporal. Jean J. tradução Ciro Mioranza. numa visão regional. associando as referências locais com outros lugares de culturas e economias diferentes. 157 . 3ª São Paulo Escala 2009 Unidade Curricular Geografia Período letivo: 8ª Fase Carga Horária: 40 horas Competências Compreender as mudanças ocorridas no espaço geográfico mundial.Discurso Sobre a Origem e Rousseau. Hosbawm Bibliografia Complementar Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano A era do capital.

Reconhecer as mudanças ocorridas no mundo a partir do término da Guerra Fria.. Edição Local São Paulo Editora FTD Ano 2011 Florianópolis Editora da UFSC 1989 São Paulo Ática 2004 158 . Identificar as novas relações de trabalho e de produção. Bases Científicas e Tecnológicas A internacionalização do capital . Compreender a necessidade do desenvolvimento sustentável. Da Geografia que se ensina a PEREIRA. TAMDJIAN. etc. James O. As grandes tensões geopolíticas no mundo. José William mundo subdesenvolvido. Fontes do Amaral Geografia critica: geografia do VESENTINI. Relacionar a origem dos conflitos no uso do território e na gestão dos recursos com situações de desigualdade do desenvolvimento econômico e social sobretudo das áreas globais em conflito. A sociedade de consumo e o meio ambiente. periódicos.O mundo sem fronteiras econômicas. Ivan L.) Título/Periódico Geografia geral e do Brasil: estudos para compreensão do espaço. Economias emergentes. Autor MENDES. Pré-requisitos (quando houver) Terminalidade/Certificação Bibliografia (títulos. Raquel Maria gênese da Geografia moderna.

entre outras. Estudar a política como atividade constitutiva da vida em sociedade. explicitando seu significado por meio dos movimentos que historicamente buscaram transformar a realidade social. estabelecendo relações entre sua vivência prática e as características das relações produtivas sob domínio do capital. ao longo do processo histórico e estabelecer relações entre as diversas concepções de política e os posicionamentos de classe social. ao transformarem a natureza. .Entender que em cada época histórica o trabalho desenvolve-se e se organiza de diferentes formas. transformam-se a si mesmos. . Analisar o processo histórico de organização do capital desde o último quarto do século XX. .Bibliografia Complementar Título/Periódico Por uma outra Globalização Unidade Curricular Período letivo: Autor Santos. a partir de experiências em grêmios estudantis. cultural. que representam o modo como se estabelecem as relações sociais e de propriedade. movimentos sociais e partidos políticos. . como resposta à crise capitalista que se intensifica no período. . explicitando suas diferentes formas históricas e suas particularidades no Brasil e na América Latina.Compreender as principais transformações contemporâneas do capitalismo e suas consequências nas diversas esferas da vida social – política. . que acompanha a realidade social em transformação. Habilidades 159 .Analisar o trabalho como atividade humana central na vida em sociedade.Analisar criticamente o trabalho no capitalismo. pensado como uma fase específica dos movimentos históricos de mundialização do capital. Milton Edição Local São Paulo Editora Record Ano 2011 SOCIOLOGIA 8ª Fase Carga Horária: 40 horas Competências . firmando uma nova ordem mundial.Compreender o que é fazer política no dia a dia das relações sociais. a partir da qual homens e mulheres. . econômica.Entender a política como atividade humana em movimento permanente.Entender as características particulares do processo atual de globalização do capitalismo.Compreender o trabalho como atividade humana criadora. mundo do trabalho..

Apresentar as diferentes formas pelas quais se desenvolveu historicamente o trabalho. .2 . O trabalho no Brasil e na América Latina.1 – A divisão social do trabalho: manufatura e trabalho industrial 3. Conceito de trabalho. apontando as contradições entre as potencialidades tecnológicas e o processo de precarização social que atinge a maioria dos trabalhadores.Conceituar neoliberalismo e reestruturação produtiva. . e as mudanças dessas concepções nas diversas situações históricas.O trabalho como condição fundamental de toda a história humana. 2.Identificar os partidos políticos por ordem de maior representação no congresso nacional na atualidade.Conceituar globalização como um processo contraditório de internacionalização do capital.Conceituar o trabalho.. assinalando sua articulação enquanto respostas do capital na tentativa de superar sua crise. . As formas históricas do trabalho. . as relações sociais e de propriedade. . que atinge de modo desigual as diferentes regiões do planeta e identificar as principais características do capitalismo contemporâneo.Analisar a formação histórica dos principais movimentos e partidos políticos na América Latina. O trabalho na sociedade capitalista: 3. . 5. apresentando os vários significados da palavra em sua aplicabilidade no meio social. . 2.Conceituar “política”. Bases Científicas e Tecnológicas UNIDADE I: TRABALHO E SOCIEDADE 1. 3.1 – O trabalho nas sociedades tribal.Relacionar concepções de política. inclusive Brasil e saber diferenciar as bases ideológicas dos partidos políticos. feudal e capitalista. partidos e movimentos políticos com as diferentes correntes de interpretação do social e com os interesses de classes e grupos sociais. tratando-o em seu sentido genérico.1 . apontando dimensões da crise do capital e seus reflexos na vida em sociedade. enquanto atividade de transformação da natureza voltada para responder às necessidades humanas. 160 . As transformações atuais do trabalho no campo e nas cidades. determinadas pelo modo como se organizavam.Identificar as principais características do trabalho na atualidade.Como o trabalho se transforma em mercadoria: trabalho assalariado e maisvalia 4. escravista. 1. . em cada época histórica.

Conceito de política.UNIDADE II: POLÍTICA E PARTIDOS POLÍTICOS 1. Bibliografia (títulos. 3. 5. 2. Nelson DacioTomazi 2ª São Paulo Saraiva 2010 O que é Sociologia Carlos Benedito Maritns 38ª São Paulo Brasiliense 1994 Bibliografia Complementar: Título/Periódico Sociologia: Introdução à Ciência Cristina Costa da Sociedade. Os tipos de dominação em Weber 5. Autor Edição 2ª Local São Paulo Editora Moderna Ano 2000 161 . reestruturação produtiva. neoliberalismo. periódicos. O Brasil e a América Latina no mundo globalizado. As lutas sociais de resistência à globalização 6. Partidos e movimentos políticos no Brasil e na América Latina 6. Ideologia dos partidos políticos liberais. UNIDADE III: O PROCESSO DE GLOBALIZAÇÃO DO CAPITALISMO Principais conceitos trabalhados: globalização. etc.) Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano Sociologia para o ensino médio. Reestruturação produtiva. 2. 4. Neoliberalismo e crise capitalista. As atuais relações de imperialismo e os blocos econômicos. 1. A concepção positivista de política 3. Conceito de globalização. social-democratas e socialistas. Marxismo e política 4.

) Autor Edição Manual do GrADS V1.Arquivos de Comandos/ Variáveis/Variáveis de Ambiente). Maria Ligia de Oliveira Barbosa. periódicos.1. B. tabelas) através de um aplicativo computacional meteorológico Bases Científicas e Tecnológicas Comandos e Script Shell (Sistema operacional UNIX/ Ambiente Shell/ Principais comandosScripts Shell .5. GrADS (Comandos de Visualização/ Rotinas Operacionais em Meteorologia/ Análises e prognósticos meteorológicos). Mark Z. 1ª Fundamentals of Atmospheric Modeling JACOBSON.Sociologia Crítica Pedrinho Guareshi 48ª Porto Alegre Mundo Jovem 2000 Um toque de clássicos Tânia Quintaneiro.Levantar e organizar dados meteorológicos utilizando tecnologias de informação e comunicação. Márcia Gardência Monteiro de Oliveira 2ª Belo Horizonte Editora UFMG 2003 Unidade Curricular Período letivo Sistemas de Visualização Meteorológica – VIS 8ª Fase Carga Horária: 60 h Competências . Título/Periódico Bibliografia (títulos. 2ª Métodos Numéricos Aplicados á Meteorologia KADYCHNOKOV. Vladimir 1ª Local Editora Ano CTI/UNIV SP 1995 AP Cambridg Inglaterra e 2005 University UFPEL Pelotas/RS 1986 FAU 162 .12 DOTY. Instalação de Softwares (Orientações básica para instalação de softwares). Habilidades . etc.Saber elaborar imagens (graficos.

Pluviômetro e Pluviógrafo. Termógrafo. .Saber realizar os procedimentos de manutenção da estrutura física e ambiente de estações meteorológicas. . T. Outros (nível de rio – Actinógrafo – Piranógrafo – Orvalhógrafo .Conhecer e utilizar técnicas apropriadas para manter em funcionamento correto os instrumentos e equipamentos de meteorológicas automáticas. Higrógrafo. Termômetro Seco e Úmido.Realizar a manutenção preventiva e corretiva de estações meteorológicas de modo a assegurar a continuidade de seu funcionamento Habilidades . limpeza. Catavento Wild. Heliógrafo. Termômetro de Máxima e Mínima.Conhecer as técnicas e equipamentos de segurança para manutenção das estações meteorológicas. . Anemômetro e Anemógrafo. KRISHNAMURTI.Conhecer e utilizar as técnicas apropriadas para manter em funcionamento correto os instrumentos e equipamentos de meteorológicas convencionais. estações estações estações estações Bases Científicas e Tecnológicas Manutenção em Equipamentos Meteorológicos de Estações Convencionais de Superfície (Abrigo Meteorológico.MAN 8ª Fase Carga Horária: 80 h Competências . e BOUNOUA 1ª EUA CRC Press 1996 Unidade Curricular Período letivo Manutenção de Estações Meteorológicas . fiação e datalogger.Ter criatividade e iniciativa na manutenção preventiva de estações meteorológicas. telecomunicação. Tanque Classe A. . sensores.Saber identificar possíveis falhas de transmissão e recepção dos sinais em estações automáticas. .Saber identificar possíveis falhas de instrumentação e realizar os devidos procedimentos corretivos ou alternativos em convencionais. Manutenção em Equipamentos Meteorológicos de Estações Automáticas de Superfície Nivelamento dos sensores.Saber identificar possíveis falhas de instrumentação e realizar os devidos procedimentos corretivos ou alternativos em automáticas.Ppsicrômetro)). Conferir a 163 .Fazer medições e detectar possíveis falhas elétricas em estações meteorológicas automáticas. . checagem do sistema de alimentação. . . Evaporímetro de Piche (ou Atmômetro). .Introduction to Numerical Weather Prediction Techniques. N. Barômetro e Barógrafo.Ser assíduo e responsável nos procedimentos de manutenção preventiva.

Saber registrar todas as atividades realizadas no Laboratório de Calibração (Logbook).Conhecer o instrumento padrão e suas respectivas especificações técnicas de cada variável meteorológica.Conhecer a estrutura e organização da rede de metrologia (rastreabilidade) . Edição Local Editora Ano 1999 3ª Brasília - 1 Logan Helsink Oxford Unversity Press 2006 2012 WMO 2008 Meteorological Measurement Systems Brock V. WMO No. relatório de visita de campo.programação da estação.Conhecer os procedimentos de calibração conforme normas internacionais ISO-GUM e WMO . INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA Campbell scientific Inc. etc. periódicos. Procedimento de manutenção preventiva. Vaisala Inc. canais de entrada e saída dos dados. Fred. 164 2001.Saber elaborar certificado de calibração do instrumento . faixas de medição.8 World Meteorological Organization 7 Geneva Unidade Curricular Período letivo Calibração de Instrumentos Meteorológicos – CAL 8ª Fase Carga Horária: 40 h Competências . fatores de calibração dos sensores. 1 New York "Guide to Meteorological Instruments and Methods of Observation".) Autor MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO.Conhecer as ferramentas estatísticas necessárias para o cálculo dos fatores e incertezas . Manual do datalogger CR1000 Manual da estação automática MAWS100 Bibliografia (títulos. Habilidades .Realizar a verificação e calibração dos instrumentos de estações meteorológicas de acordo com normas internacionais. atualização de metadados da estação (logbook). Título/Periódico Manual de observações Meteorológicas. Verificação e comparação de sensores em campo. . .

World Meteorological Organization Carga Horária: Competências . 7ª Geneva WMO 2008 60 h 165 1982 .E. O que é medir. Título/Periódico Meteorological instruments Bibliografia (títulos. Tolerância. A.K. Jr. etc. Comprimento (paquímetro – escalímetro – nônio – vernier). N. propagação de incertezas. Elétricas (Amperímetro – Voltímetro – Homimetro). Ajuste. Calibração. Armando Albertazzi G. Construção de Gráficos. periódicos. E André R. Instrumentos meteorológicos convencionais para VAREJÃO-SILVA.) Autor MIDDLETON. 3ª Florianopoli Manole s 2008 1ª Geneva JCGM 2008. Exatidão e Precisão. Primeira parte Instrumentos meteorológicos convencionais para estações de superfície. JCGM. Balanço de incertezas. Aferição. M. estações de superfície. Acurácia).A.A. Edição Local 3ª Toronto 1ª Campina Grande Editora Ano University of Toronto 1953 Press UFPb 1979 UFPb/FU NAPECNPq 1ª Campina Grande.8 Unidade Curricular Período letivo Climatologia – CLI 8ª Fase VAREJÃO-SILVA. Incerteza de medição Tipo A e Tipo B. Segunda parte. de Sousa INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARD (ISO).F. Massa (balança de precisão). "Guide to Meteorological Instruments and Methods of Observation".Bases Científicas e Tecnológicas Eletricidade e Magnetismo (Noções de Eletrostática / Noções Eletrodinâmica / Noções de Eletromagnetismo). Fundamentos de Metrologia (Introdução / Teoria dos Erros: Classificação dos Erros.Analisar a consistência dos dados meteorológicos observados. Fundamentos de METROLOGIA científica e industrial Evaluation of Measurement data – Guide to the Expression for Uncertainty in Measurement. Algarismos Significativos de uma medida. Sistema Internacional de Unidades (Unidades Legais das Grandezas Físicas Meteorológicas). WMO No. M. and SPILHAUS. Instrumentos de Medida (Tempo (relojoaria dos instrumentos registradores).

periódicos. Edição Local 1ª Barcelona Climatologia do Brasil. de A.G.Conhecer os conceitos fundamentais sobre circulação. Correntes Oceânicas (Distribuição de Propriedades nos oceanos (temperatura. R. e CHORLEY. Stilo Oficina de Textos Projeto Integrador V – PI V 166 Ano 1980 1979 2000 2000 2009 . balanço de radiação.M. Bibliografia (títulos. R. Título/Periódico Atmósfera. salinidade e oxigênio)/ Circulação oceânica/ Correntes geradas por vento/ Ressurgência/ Descrição da circulação termohalina global.). OLIVEIRA. Circulação Geral da Atmosfera (Noções sobre gradiente de pressão / Circulação geral da atmosfera / Zona de convergência intertropical / Ventos alísios/ Padrões de circulação de verão e inverno). Bases Científicas e Tecnológicas Balanço de Radiação (Elementos do balanço de radiação: tipos de ondas e seu comportamento/ Processos de contabilização/ Albedo/ Características de solos e vegetações quanto à radiação/ Influência da radiação na agricultura / Camada de ozônio/ Efeito estufa. balanço hídrico. 1ª São Paulo Meteorologia e Climatologia VAREJÃO-SILVA. Gilvan Sampaio de.A 1ª Brasilia Tempo e Clima no Brasil CAVALCANTE I. Edmon 1ª São Paulo O El Niño e Você O Fenômeno Climático. etc. Série Climatologia. NIMER. Tiempo y Clima. Balanço Hídrico (Elementos do balanço hídrico / Processos de contabilização).F. Climatologia Sinótica dos principais sistemas que atuam na América do Sul (Principais sistemas/ Localização/ Período de atuação/ Freqüência de ocorrência/ Principais influências ambientais e sócio-econômicas nas regiões de atuação).) Autor BARRY. [ET AL.).Habilidades .] 1ª São Paulo Unidade Curricular Editora Omega Instituto de Geografia da USP Transtec Editorial.Conhecer a climatologia dos principais sistemas meteorológicos na América do Sul e saber identificar indícios destes sistemas em observações meteorológicas .J.

.Conhecer e utilizar adequadamente técnicas e normas. Bases Científicas e Tecnológicas Desenvolvimento de Projeto de Pesquisa (Apresentação e resolução de situações problemas que envolvam os conhecimentos com ênfase em instrumentação e equipamentos meteorológicos e/ou tratamento de dados meteorológicos / Escolha do Projeto / Definição do Cronograma/ Elaboração e apresentação do pré-projeto / desenvolvimento / Elaboração do artigo / Apresentação final/ Correções). Habilidades .Conhecer e utilizar adequadamente técnicas e normas de apresentação em público. gramaticais e estruturais. etc. periódicos. para a redação de projetos de pesquisas e de relatórios técnicos.Realizar pesquisas bibliográficas e na Internet de textos técnicos.Integrar equipes de pesquisa auxiliando no desenvolvimento de projetos técnico científicos. Título/Periódico Interdisciplinaridade para além da filosofia do sujeito Bibliografia (títulos.) Autor Lucidio Biancheti Os sete saberes necessários à educação do futuro A cabeça bem-feita Edgard Morin Edgard Morin 10 Novas competências para ensinar As competências para ensinar no século XXI Philippe Perrenoud Philippe Perrenoud Edição Local Editora Florianópoli Vozes e s Unitrabalh o São Paulo Cortez Rio de Bertrand Janeiro Brasil São Paulo Artmed São Paulo Artmed 167 Ano 2003 2000 2000 2000 2006 . relacionados à meteorologia. .Período letivo 8ª Fase Carga Horária: 40 h Competências .

6. Estratégias de Ensino Utilizadas nas Unidades Curriculares 1ª FASE Unidade Curricular Aula Expositiva Português Educação Física Matemática Física Química Biologia Filosofia Projeto Integrador I X X X X X X X X Estudo de Casos X Seminários Visitas Técnicas Atividades Experimentais Outros X X X X X X X X X X X X X X X X 2ª FASE Unidade Curricular Aula Expositiva Português Artes Educação Física Matemática Física Química Biologia Sociologia Língua Estrangeira Desenho Projeto Integrador II X X X X X X X X X X X Estudo de Casos X Seminários X X Visitas Técnicas X X X X X X X Seminários Visitas Técnicas Outros X X X X X X X Atividades Experimentais X X X X X X X 3ª FASE Unidade Curricular Aula Expositiva Português Artes Educação Física Matemática Física Química Biologia Filosofia Língua Estrangeira Meteorologia Fundamental PI – III (Projeto Integrador III) X X X X X X X X X Estudo de Casos X X X X X X X X X X X X Atividades Experimentais X X X X X Outros X X X X X X X X X X X X X 168 .4.

4ª FASE Unidade Curricular Aula Expositiva Português Educação Física Matemática Física Química Biologia Sociologia Língua Estrangeira Segurança e Higiene do Trabalho Códigos Meteorológicos PI – III (Projeto Integrador III) X X X X X X X X Estudo de Casos X Seminários Visitas Técnicas Atividades Experimentais X Outros X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X Seminários Visitas Técnicas Atividades Experimentais Outros 5ª FASE Unidade Curricular Aula Expositiva Português Educação Física Matemática História Filosofia Língua Estrangeira Atmosfera Terrestre Física Aplicada a Meteorologia Fundamentos de Programação e Banco de Dados Observação Meteorológica X X X X X X X Estudo de Casos X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X Visitas Técnicas Atividades Experimentais X 6ª FASE Unidade Curricular Aula Expositiva Português Educação Física Matemática História Geografia Sociologia Inglês Técnico Meteorologia Descritiva Métodos Estatísticos X X X X X X X X X Estudo de Casos X Seminários X Outros X X X X X X X X X X X X X X X X X X 169 .

Aplicados a Meteorologia Consistencia de Dados Meteorológicos Termodinâmica de Sistemas Meteorológicos X X X X X X X X Seminários Visitas Técnicas Atividades Experimentais 7ª FASE Unidade Curricular Aula Expositiva Português História Geografia Filosofia Fundamentos de Pesquisa Sistemas de Monitoramento Remoto Estações Metorológicas Automáticas Aplicativos de Análise e Previsão Meteorológica Gestão Empreendedora X X X X X Estudo de Casos X X X X X X X Outros X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X 8ª FASE Unidade Curricular Aula Expositiva Estudo de Casos Seminários Visitas Técnicas História Geografia Sociologia Sistemas de Visualização Meteorológica Manutenção de Estações Meteorológicas Calibração de Instrumentos Meteorlógicos Climatologia PI – V (Projeto Integrador V) X X X X X X X X X X X X X X Atividades Experimentais Outros X X X X X X X X X X X X X X X X 170 .

7. ou mais professores. a pulverização do mercado do trabalho por todo o território nacional. apresentado no Anexo I deste PPC. Estágio Curricular Supervisionado: A matriz curricular do Curso Técnico de Meteorologia não prevê estágio curricular obrigatório. que futuramente poderão absorver esta tecnologia. O estágio não é obrigatório tendo em vista. especialmente durante o desenvolvimento do curso. os PIs serão desenvolvidos na área de meteorologia instrumental e de aplicativos computacionais para a meteorologia. sendo que. para obter o diploma de Técnico em Meteorologia. 4. Integralização: Eixo Tecnológico Curso Carga horária No de Fases Habilitação profissional Ambiente e Saúde Meteorologia 3. buscando-se parcerias com outras instituições para a implantação dos projetos na prática. a meteorologia fundamental e ao reconhecimento do Espaço Escolar.9. A partir da terceira fase.). o que dificulta o deslocamento de alunos por períodos curtos de tempo. estes estudos serão diretamente aplicados no ambiente operacional das empresas e instituições públicas. estar relacionados a atividades desenvolvidas nos centros meteorológicos.4.7.680 08 Técnico em Meteorologia O modelo de diploma adotado pelo curso é o que está disponível no Sistema Acadêmico do IFSC. 4. Em alguns casos. Certificação e final com carga horária: Este PPC não prevê certificação intermediária. sob a orientação de um. o aluno deverá ser aprovado em todas as fases do curso. 4. etc. e também na oitava fase. sempre que possível. turismo. pois nele o aluno trabalhará situações-problema referentes a demandas de empresas de meteorologia ou áreas afins. . O PI será desenvolvido em grupo.1. no decorrer da primeira a quarta fase do curso. Nas duas primeiras fases serão desenvolvidos conhecimentos relacionados prática metodológica necessária para a realização deste trabalho. Cabe ressaltar que os PIs de Curso deverão. desenvolvendo produtos meteorológicos e tecnologias. bem como os egressos do curso. principalmente. Projeto Integrador: Este projeto prevê o desenvolvimento de um Projeto Integrador (PI) que visa a aquisição de experiência profissional.8. empresas de serviços de meteorologia ou atividades que se utilizam da meteorologia para seu desenvolvimento (agricultura.

de forma válida. Registro Final: De acordo com os conceitos apresentados. Além dos conteúdos. A avaliação do ensino e da aprendizagem. 1980. atribuir-lhe um valor. destaca-se a importância da avaliação das atitudes dos alunos. No final deste PPC é apresentado um anexo contendo exemplar da ficha de avaliação do Projeto Integrador. as habilidades e as atitudes dos alunos serão avaliados no desempenho de suas atividades. Ela se dará durante todo o processo e deverá acompanhar o desenvolvimento do aluno na construção das competências requeridas para o exercício da profissão. Proficiente ou Excelente em todas as unidades curriculares que compõem a fase. . Lisboa . do seu conhecimento vital. Livros Horizonte. complementações e enriquecimento do processo de ensino e de aprendizagem. e um (1) conceito para reprovação: Insuficiente (I). a explicá-lo. Avaliação e Orientação. segundo a ODP do Campus Florianópolis. integral e que primarão pelo caráter diagnóstico e formativo” do aluno. pois o curso também objetiva formar um cidadão consciente e capaz de desenvolver atitudes de respeito e valorização das diferenças individuais. em atividades interdisciplinares contextualizadas. conhecimentos e habilidades) do aluno e que forneça elementos para orientações necessárias. Proficiente (P) e Suficiente (S). pois ela orienta. a ser definido em Reuniões de Avaliação. consiste num “conjunto de ações desenvolvidas de forma sistemática.APTO: quando o aluno obteve conceito Suficiente. no processo de construção do conhecimento na educação profissional. apresentações e entrevistas. relatórios. “Conhecer algo equivale a avaliá-lo.. incluindo-se o Projeto Integrador. o registro final. e isto tanto na experiência comum quanto nos mais sistemáticos processos científicos” (Bartolomeis. Avaliação do processo ensino e aprendizagem: A atividade de avaliação é uma característica intrínseca do ser humano.5. as decisões individuais e coletivas. deve ser um instrumento que possibilite a identificação do desenvolvimento (atitudes. processual. fica da seguinte forma: . um significado. de forma processual por meio de provas.1. O curso disporá de três (3) conceitos finais para aprovação: Excelente (E). F. A avaliação. 1981 1). METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO 5.NÃO APTO: quando o aluno obteve conceito Insuficiente em mais de duas unidades 1 Bartolomeis. ou de forma contínua por meio de ficha de observação de projeto e/ou de situação-problema. Os conhecimentos.

1. será possibilitado a inclusão em programas de atendimento a estudantes em vulnerabilidade social.I) será o instrumento necessário para o desenvolvimento de iniciação à pesquisa.II) tem como objetivo a inserção de eixos transversais que complementarão a formação geral e específica. quando o aluno não for aprovado na(s) pendência (s) não terá direito a prosseguir à fase seguinte. . o aluno terá que obter conceito Excelente. Critérios de Aproveitamento de Conhecimentos e Experiências Anteriores Os critérios para aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores são aqueles definidos pela Organização Didático Pedagógica (ODP) do Campus Florianópolis do IFSC. Para alunos com dificuldade financeira para se manter no curso.PENDENTE*: quando o aluno não obteve conceito de aprovação em uma ou duas unidades curriculares.4. possibilitando assim a formação do aluno para além do período . Atendimento ao discente: No transcorrer do curso. Este método requer dos professores a busca de metodologias diferenciadas das tradicionais que visam apenas a transferência de conhecimentos. 5.2. 5. Proficiente ou Suficiente em todas as unidades curriculares que compõem o curso. No caso de alunos com dificuldades de aprendizagem é previsto um atendimento extraclasse por parte dos professores visando o acompanhamento ao discente. devendo. As Bases Científicas e Tecnológicas explícitas em cada unidade curricular deverão estar bem consolidadas para a concretização das competências e habilidades que o aluno deverá construir ao longo de sua formação. o aluno será acompanhado pela coordenação do curso nas suas atividades acadêmicas através de reuniões ordinárias como as Reuniões de Avaliação. O uso de novas tecnologias é outro fator que possibilita o desenvolvimento das habilidades explícitas em cada unidade curricular. 5. Metodologia: O Curso Técnico de Meteorologia tem sua matriz curricular organizada em fases e seu processo de avaliação centrado em competências e habilidades. 5. Para receber o diploma de Técnico em Meteorologia. conforme prevê a ODP do Campus Florianópolis.curriculares da fase. enquanto a da 2ª fase (PI . ser aprovado na(s) respectiva(s) unidade(s) curricular (es) em pendência.3. Trancamento O trancamento da matrícula segue as normas e prazos estabelecidos na Organização Didático-Pegagógica do Campus de Florianópolis. O Projeto Integrador na 1ª fase (PI . . dentre elas a de aprender a aprender.em que ele permanece no curso. para outras que possibilitem a construção e a criação de conhecimentos.2. primeiro. * Segundo a ODP.

Os materiais permanentes do laboratório de instrumentos e equipamentos meteorológicos. como por exemplo: montagem e construção de experimentos.Educação Alimentar e Nutricional.Os trabalhos em equipe. que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. . ESTRUTURA NECESSÁRIA PARA O FUNCIONAMENTO DO CURSO 6.Educação em direitos humanos. os estudos de caso e outras metodologias. simulação. A matriz curricular é composta por unidades curriculares de formação geral e específica. de forma a eliminar o preconceito e produzir conhecimento sobre a matéria. As visitas técnicas serão práticas frequentes que possibilitarão ao aluno uma visão inicial da estrutura e do funcionamento de uma empresa e estarão presentes em várias unidades curriculares. bem como a aquisição dos materiais e equipamentos da sala de coordenação do curso e . do laboratório de desenvolvimento meteorológico. do laboratório de aplicativos computacionais para a meteorologia. permeando todo o currículo. no âmbito dos demais componentes curriculares: . teóricas e práticas. para a realização de atividades práticas. 6. salas.Educação para o trânsito. a aquisição de novos valores e o desenvolvimento de novas competências. respeito e valorização do idoso. cujos resultados serão expressos em forma de relatórios ou fichas técnicas. Além disso. principalmente nas últimas fases. mobiliários. No entanto. equipamentos. . bem como os da estação meteorológica convencional de superfície. o Curso conta com uma biblioteca setorial junto à sala de Coordenação do Curso.1.Processo de envelhecimento. necessita de laboratórios. . todo o ano é necessário adquirir novos exemplares para o Curso Técnico de Meteorologia atingir os objetivos propostos neste PPC. já conta com exemplares suficientes desde a implantação do curso em 2003. A biblioteca do Campus de Florianópolis. na área de Meteorologia.Educação ambiental. As unidades curriculares teóricas serão desenvolvidas em salas de aula e em laboratórios quando se tratar de atividades de demonstração. . no ano de 2002. Instalação e ambientes físicos / Equipamentos e utensílios e materiais necessários para o funcionamento do curso: O Curso Técnico de Meteorologia para atingir os objetivos traçados e permitir que os alunos construam e adquiram as competências requeridas para a sua habilitação profissional. os seguintes temas serão tratados de forma transversal e integradamente. De acordo com a Resolução CNE/CEB 2/2012. utensílios e insumos que irão gerar oportunidades de aprendizagem. realização de ensaios ou mesmo pesquisas técnicas. também serão empregados para possibilitar a construção e a criação do conhecimento. foram adquiridas através de recursos advindos de convênio firmado entre o IFSC e a FAPESC/SC do Governo do Estado de Santa Catarina. Salientamos que a adequação dos espaços físicos para a estruturação dos laboratórios. acervo bibliográfico. As unidades curriculares práticas serão ministradas em laboratórios específicos.

Estação meteorológica convencional de superfície O curso de meteorologia possui uma estação meteorológica convencional completa. Contudo.1. 01 Pluviometro Registrador (Pluviógrafo) Segundo Hellmann. 01 Termômetro De Máxima. 01 Tanque De Evaporação Classe ‘A’ 01 Poço Tranquilizador 02 Parafuso Micrométrico 02 Anemografo Mecanico Segundo Woelfle 01 Anemômetro Totalizador 01 Actinografo (Pyranografo) Bimetalico Tipo Robitzch.de apoio ao ensino. 01 Heliografo Segundo Campbell-Stokes. Estação meteorológica convencional de superfície Horário de funcionamento: 7h30 min às 17h30min Equipamentos Quantidade Estações meteorológicas automáticas 05 Evaporímetro De Piche 01 Psicometro Aspirado. 01 Barômetro De Mercúrio. Atualmente o curso Técnico de Meteorologia conta com: 6. foi realizada com recursos orçamentários do Campus Florianópolis.1. 01 Termômetro De Mínima Relva 01 SUPORTE Padrão Para Fixação De Termômetro De Máxima E Mínima 01 Termo-Higrógrafo. 01 Pluviometro Tipo Ville De Paris.2. através de recurso advindo do Programa de Expansão da Educação Profissional (PROEP). 01 Termômetro De Mínima. 01 Barometro Registrador Aneroide (Barografo). As observações meteorológicas são realizadas diariamente.1. 01 Orvalhografo Tipo Kessler 01 Abrigo Meteorológico Padrão Inmet 01 6. nos horários sinóticos de 12 TMG (Tempo Médio de Greenwich) e 18TMG. a estação meteorológica automática de superfície foi adquirida em 2003. incluindo finais de semana e feriados. Estação meteorológica automática de superfície .

60 minutos e 24 horas. proporcionando novas metodologias e produtos tecnológicos para serem utilizados na melhoria da previsão de tempo e clima. Laboratório de Aplicativos Computacionais para a Meteorologia (LAM) O LAM funciona no período diurno é equipado com oito microcomputadores e uma estação de trabalho (workstation) onde são desenvolvidas as atividades referentes ao módulo de sistemas computacionais voltados para a meteorologia. Associado ao LAM foi criado o Grupo de Pesquisa de Eventos Meteorológicos de Alto Impacto (EMAI). O laboratório funciona no período diurno. no turno (matutino ou vespertino) onde estão se desenvolvendo as aulas. LAM Horário de funcionamento: 7h30 min às 17h30min Equipamentos Quantidade Microcomputador PC 8 Switches ethernet 10/100 Mbits/s com 24 portas 01 Estabilizador 8 Mesa para computador 10 Cadeira estofada giratória 20 Sistema Operacional WINDOWS XP. Estação meteorológica automática de superfície Horário de funcionamento: 24 horas Equipamentos Quantidade Sensor de Temperatura 01 Sensor de Umidade relativa do ar 01 Sensor de Direção e velocidade do vento 01 Sensor de Radiação global 01 Sensor de Precipitação acumulada 01 Torre de alumínio 10m 01 Placa solar 01 Datalloger 01 Bateria – 12V 01 6. Também são desenvolvidas atividades referentes ao desenvolvimento do banco de dados meteorológicos e manutenção da pagina eletrônica do curso técnico de meteorologia. que é dedicado a aumentar o conhecimento sobre os sistemas meteorológicos causadores dos fenômenos severos no Sul do Brasil e encontrar os principais aspectos de seus mecanismos dinâmicos.3. 01 .1. porém transmite as informações meteorológicas automaticamente para o banco de dados. Os dados são transmitidos em intervalos de 5 minutos.A estação automática tem o mesmo objetivo da convencional.

1.6. 6. Esta sala funciona no período diurno e está equipada com três microcomputadores reservados para os professores do curso e um para a coordenação. Por meio da chamada pública MCT-FINEP-CTINFRA PROINFRA 02/2010 o Curso Técnico de Meteorologia adquiriu um sistema de monitoramento móvel. além de preparação de aulas e material didático pelos professores do curso. Sala de professores e de apoio ao ensino Sala reservada aos professores e ao coordenador do curso para realizar as atividades inerentes à sua função. Educacional 01 Licença VISUAL BASIC PRO 6. Português. através de um equipamento de multimídia (computador e sistema de projeção). Também foram adquiridos dois novos sistemas de monitoramento (estações fixas) para revitalizar a estação do IFSC que já está com 10 anos de uso e a instalação de uma nova estação em um ponto a ser definido.0.1.Licença Sistema operacional WINDOWS XP 8 Software Corel Linux 01 Licença Corel Linux 8 Software VISUAL BASIC PRO 6. Educacional 8 6. Assim como o LAM. Sala de professores e de apoio Horário de funcionamento: 7h30 min às 17h30min ao ensino Equipamentos Quantidade Mesa de trabalho para professores e coordenador do curso 04 Cadeira estofada 06 Arquivo de aço para pastas suspensas com 4 gavetas 02 Armário para colocar papéis e outros materiais de expediente 04 6. Português. as aulas são ministradas neste Laboratório. Equipamentos a serem adquiridos . Esse projeto tem contribuído com o grupo de pesquisa EMAI e também os grupos de pesquisa da UFSC e FUNDACENTRO. além do diagnóstico do tempo em Centros operacionais de previsão de tempo como a EPAGRI/CIRAM. este laboratório funciona no período diurno. Esse sistema base de supervisão e controle possibilita maior mobilidade de instalações em locais onde os eventos meteorológicos estiverem acontecendo e com uma frequência de medições em um intervalo de menos de um minuto. Laboratório de Instrumentação Meteorológica (LIM) No LIM são desenvolvidas as atividades de manutenção e calibração de equipamentos meteorológicos.1. um trailer adaptado para o transporte de estações meteorológicas e demais equipamentos para as saídas de campo em projetos de monitoramento ambiental.5. Além disso. constituído de quatro estações meteorológicas portáteis. no turno (matutino ou vespertino) onde estão se desenvolvendo as aulas.0.4.

0 23. Meteorologia – INPE Doutorado: Phd.0 6.2.2. Engenharia Elétrica – Instrumentação Eletrônica .UFPEL Mestrado: Msc.UFPel Graduação: Engenharia Elétrica – UFSC Especialização: Meteorologia Mestrado: MSc. de Ciências e Letras de Araras/SP Graduação: Bacharelado em Meteorologia . Sensoriamento Remoto – UFRGS Graduação: Bacharelado em Meteorologia .0 12.USP Mestrado: Msc.0 10.Banco de dados (MADIS) desenvolvido pelo NOAA nos Estados Unidos e instalação de um software de estado da arte da meteorologia (GEMPAK) para visualização e análise das informações meteorológicas vindas de modelos numéricos atmosféricos.UFPEL Mestrado: Msc. Meteorologia – USP Graduação: Bacharelado em Meteorologia . Meteorologia – USP Graduação: Bacharelado em Meteorologia . Corpo Docente DOCENTES GRADUAÇÃO DANIEL SAMPAIO CALEARO Meteorologia EDUARDO BECK Meteorologia HERVAL DAMINELLI Informática MARCIA VETROMILLA FUENTES Meteorologia MARIO F.1. 6. Meteorologia – INPE Doutorado: Phd. estações meteorológicas e de satélites (aproximadamente 30 Gbytes de dados por dia). Fac.UFSC Graduação: Bacharelado em Ciências da Computação – UFSC Especialização: Metodologia de Ensino.0 9.0 EXPERIENCIA PROFISSIONAL (ANOS) .UFSC TITULAÇÃO EXPERIENCIA PROFISSIONAL (ANOS) 3. Engenharia Mecânica . LEAL DE QUADRO Meteorologia MICHEL NOBRE MUZA Meteorologia YOSHIAKI SAKAGAMI Meteorologia DOCENTES GRADUAÇÃO TITULAÇÃO Graduação: Bacharelado em Meteorologia . Corpo docente e técnico-administrativo necessário para o funcionamento do curso: 6.UFPEL Mestrado: Msc. Meteorologia – USP Doutorado: Phd.0 4.

0 Mestrado em Educação 25.0 DOCENTES GRADUAÇÃO Christian Conceição Fernandes Irineu Lopes Melo Licenciatura em Artes Plásticas Mestrando em Artes Visuais EXPERIENCIA PROFISSIONAL (ANOS) 11/1993 Licenciatura em Música Licenciatura em Educação Artística Música Educação Artística Artes Plásticas Licenciatura em Educação Artística Música Bacharel – violino Mestrado em Educação 01/1997 Tania Denise da Silva Meyer Gizely Cesconetto de Campos Ramiro Antonio da Costa Vivian Leichsenring Kuntze da Silveira DOCENTES Jair Luiz Alves da Silva Filho Denize Nobre Oliveira GRADUAÇÃO Letras / PortuguêsInglês e Literaturas Correspondentes Letras / PortuguêsInglês TITULAÇÃO 02/1997 Mestrado em Ciências da Linguagem 01/1997 09/2010 Mestranda em Música TITULAÇÃO Mestrado em Inglês – Língua e Literatura Correspondente Doutorado em Inglês – Língua e Literatura 09/2011 EXPERIENCIA PROFISSIONAL (ANOS) 03/1997 10/2008 .0 Doutorado em Ciências e Engenharia dos Materiais Doutorado em Ciências e Engenharia dos Materiais Doutorado em Ciências e Engenharia dos Materiais Especialização em Físico -Química 34.0 Mestrado em Engenharia Mecânica 21.0 20.0 Doutorado em física 6.0 30.0 30.0 Mestrado em Físico-Química 30.0 35.Abraão de Souza Anésio Boger Brand Carlos Antonio Queiroz Jaime Domingos Teixeira Eiji Harima Eurides Souza Nunes Gerson Gregório Gomes José Pinho de Alves Neto Marcos Aurélio Neves Paula Borges Monteiro Rodrigo Lopes Sérgio Seitsi Uda Licenciatura em Estudos Sociais Licenciatura em Física Licenciatura em Física Licenciatura em Física Licenciatura em Física Licenciatura em Física Licenciatura em Física Licenciatura e Bacharelado em Física Licenciatura em Física Licenciatura em Física Licenciatura em Física Licenciatura em Física Especialização em História 02/1987 Mestrado em Físico-Química 25.0 Doutorado em Ciências-Física Especialização em Ensino de Física 5.

Ciência e Engenharia de Materiais Mestrado .Química Orgânica 02/1992 Mestrado .Biologia 08/1979 Especialização .Zoologia 09/2008 TITULAÇÃO 12/2007 10/2006 10/1990 05/2008 EXPERIENCIA PROFISSIONAL (ANOS) Graduação em Doutorado em Engenharia de 1998 Administração e Produção 15 anos Graduação em .Ciências do 2º grau (UDESC) Especialização .Análise Instrumental Doutorado .Ciências Ensino Médio (UDESC) / Química Instrumental RJ 02/2007 04/2008 07/2013 EXPERIENCIA PROFISSIONAL (ANOS) 08/1979 10/2006 Doutorado .Metodologia de Ensino Superior 08/1986 Mestrado em Educação 07/2010 Doutorado em Engenharia Química Doutorado .Físico – Química 08/1986 Especialização .Fabrício Gadotti Eduardo Henrique Letras – Português e Espanhol e respectivas literaturas Licenciatura Plena Letras Espanhol Letras / Inglês DOCENTES GRADUAÇÃO Lucimary Bajon Gabriel Serôa da Mota Química Berenice da Silva Junkes Química Bacharel e Licenciatura Ida Eunice Favarin Pozzobom Licenciatura em Ciências – Habilitação em Química Química Gilmar Antônio Rosa Waldir Gomes Filho Claudia Lira Karine Pires Paulo Sérgio da Silva Carmencília de Fátima Fagotti Mori Eduardo Silveira Gisele Serpa Marcelo Rennó Braga DOCENTES Andréa Martins Andujar Química Engenharia Química Licenciatura em Biologia Ciências e Biologia Licenciatura em Biologia / Licenciatura em Pedagogia Ciências Biológicas – Licenciatura e Bacharelado Engenharia Química Biologia GRADUAÇÃO Correspondente Doutorado em Letras – Literatura Especialização em Práticas Interdisciplinares Mestrado em Inglês – Língua e Literatura Correspondente Doutorado em Linguística Aplicada (Arizona State University) – ainda não revalidado no Brasil TITULAÇÃO Especialização .Química Analítica Mestrado .

leciona há 15 anos Licenciatura em Especialização em Educação 1980 História Profissional para Jovens e 33 anos Adultos Licenciatura em Doutorado em Educação 1994 Filosofia . leciona desde 2001. Licenciatura em Mestrado em Extensão Rural 1994 (IFSC) = 19 anos História – História da Comunidade No entanto. 19 anos em Sociologia e Psicologia Licenciatura em Mestrado em História Cultural 2009 (IFSC) = 4 anos História No entanto.Baltazar Carboni Cremonese Denise Araújo Meira Jacira dos Santos Masae Kawano Seomara Beltrão de Vargas Psicologia Filosofia História Licenciatura em Geografia Licenciatura em Geografia Pedagogia Eliodoria de Fátima E.hab. Ventura Filosofia e Serviço Social Gilson Moraes Administração Fátima Regina Teixeira Liliane Stelzenberger Márcio Ricardo Teixeira Moreira Marcos Davi Auras Marival Coan Rodrigo de Souza Mota Terezinha Maria dos Santos Silva DOCENTES Adriana Duriex Andresa Silveira Soares Aurineider Marcelino da Silva Celso Araújo Filho Doutel Umberto Gallina Mestrado em Educação PROEJA Mestrado em Educação 1984 29 anos 1988 25 anos Especialização em Geografia 1984 do Brasil 29 anos Especialização em Educação 1990 de Jovens e Adultos 23 anos Especialização em 1988 25 anos Metodologia de Ensino Especialização em Metodologia do Ensino e Administração Escolar Mestrado em Administração 1987 26 anos 1986 27 anos Graduação em Mestrado em Engenharia de 1990 Administração e Produção 23 anos Gerência Graduação em Mestrado em Engenharia de 1992 PedagogiaProdução 21 anos Supervisão Pedagógica Licenciatura em Doutorado em Geografia 2007 (IFSC) = 6 anos Geografia No entanto. leciona há 35 anos GRADUAÇÃO TITULAÇÃO Licenciatura em Mestrado Educação Física Mestrado Licenciatura em Educação Física Licenciatura em Educação Física Licenciatura em Educação Física Mestrado em Engenharia de Produção Especialização Especialização EXPERIENCIA PROFISSIONAL (ANOS) .

Coan 07/2013 09/2006 07/10/1991 02/2003 02/1994 .Leatrice Pavan Lucinéia Daleth da Silveira Telmo Henrique Luz DOCENTES Licenciatura em Educação Física Licenciatura em Mestrado em Educação Educação Física Física e Saúde Licenciatura em Especialização Educação Física GRADUAÇÃO TITULAÇÃO Amauri Araújo Antunes Licenciatura em Letras Português César Cordeiro Vieira Cláudia Regina Silveira Eliane Salete Bareta Gonçalves Elisa Helena Tonon Fernanda Moyses Procópio Gizelle Kaminski Corso Lênia Pisani Gleise Licenciatura em Letras Licenciatura em Letras Licenciatura em Letras Licenciatura em Letras Português Licenciatura em Letras Licenciatura em Letras Licenciatura em Letras Português/Inglês Licenciatura em Letras Mestrado em Letras-Teoria e História Literária Doutorado em Teatro e Educação Mestrado em Letras Marco Antônio Quirino Pessoa DOCENTES GRADUAÇÃO EXPERIENCIA PROFISSIONAL (ANOS) Doutorado em Literatura Mestrado em Engenharia de produção (ergonomia) Mestrado em Literatura Mestrado em Linguística Aplicada ao ensino de Língua Doutorado em Literatura Mestrado em Linguística TITULAÇÃO EXPERIENCIA PROFISSIONAL (ANOS) Alexandre Motta Licenciatura em Matemática Doutorado em Educação Científica e Tecnológica Adriano Vitor Licenciatura em Matemática Licenciatura em Matemática Graduação em Engenharia Elétrica e Licenciatura em Matemática Licenciatura em Matemática Licenciatura em Matemática Licenciatura em Matemática Licenciatura em Matemática Mestrado em Métodos Numéricos em Engenharia Especialização em Ensino de Ciências Engenharia de Produção 23/01/2012 Mestrado em Matemática e Computação Científica Especialização em Matemática Superior Mestrado em Educação Científica e Tecnologia Doutorado em Educação Matemática 09/2010 Antônio João Elisa Flemming Luz Graciele Amorim Zimmermann Hilário Francisco da Silva José Roque Damasco Neto Lisani Geni W.

. em função da demanda crescente das atividades técnico-administrativas referentes ao curso. há vários anos. .Instalação de um sistema de recepção de imagens de satélite (EumetSat) onde recebemos cerca de 10 GBytes de dados por dia. Schneider Robson Raulino Rautenberg Licenciatura em Matemática Licenciatura em Matemática Licenciatura em Matemática Licenciatura em Matemática Viviam Giacomelli Pedroso Matemática Licenciatura Mestrado em Engenharia de Produção – Pesquisa Operacional Doutorado em Educação Científica e Tecnológica – Educação matemática Especialização em Matemática Superior Mestrado em Matemática Aplicada e Computacional Doutorado em Engenharia de Produção Mestrado em Matemática 12/1995 Mestrado em Matemática e Computação Científica 01/201 02/1997 09/1995 09/2011 08/2013 6. .2. Corpo Administrativo Desde a implantação do curso na modalidade subsequente. .Rotina diária ininterrupta (incluindo feriados e final de semana) de observações na estação meteorológica. Por exemplo. .José Carlos Kahl Licenciatura em Matemática Elenita Eliete de Lima Ramos Licenciatura em Matemática Waldir de Souza Louis Augusto Gonçalves Maria Clara K.Manutenção preventiva dos instrumentos meteorológicos. quebra de equipamentos por serviço de terceiros.Apoios aos alunos nas práticas de observação e do PI.2. algumas até.Manutenção corretiva dos instrumentos meteorológicos. são desenvolvidas por professores e alunos bolsistas que realizam as tarefas sob o acompanhamento de um docente ou supervisor de estágio são: .Apoio na especificação e compra de novos instrumentos e supervisão do patrimônio do curso. há a necessidade de contratação de um técnico em meteorologia para manter o pleno funcionamento das atividades do curso técnico. As atividades inerentes à função de um técnico de laboratório de meteorologia que. .

confere o título de Técnico(a) em Meteorologia a xxxxxxxxxxxxxx De nacionalidade brasileira. no uso de suas atribuições. CPF xxx. Eixo Tecnológico “Ambiente e Saúde”. de 08/04/2011 Publicada no DOU em 11/04/2011 . em xx de xxxx de xxxx.xxx-xx. de 03/03/2008 Publicada no DOU em 05/03/2008 Diretor(a) Geral do Campus Florianópolis Titular Portaria nº 399.xxx. e tendo em vista a conclusão. a fim de que possa gozar de todos os direitos e prerrogativas legais. do Curso Técnico em Meteorologia Integ rado ao Ensino Médio. natural do Estado de xxxxx. xxxxxxxxxxxxxxxx.ANEXO 1 – Modelo Certificado de Conclusão de Curso O(a) Diretor(a) Geral do Campus Florianópolis do Instituto Federal de Educação. Ciência e Tecnologia de Santa Catarina. xx de xxx de xxxx. xxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxx Chefia de Ensino Portaria nº 172. nascido(a) em xx de xxxx de xxxx. RG xxxxxxxxxx (xxx-xx). e outorga-lhe o presente Diploma .

xxx/xxxx. Livro xxxxx.Curso Técnico em xxxxx Integrado ao Ensino Médio. CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS XXXXXXXXXXXX COORDENADORIA DE REGISTROS ACADÊMICOS Diploma com validade em todo o território nacional. e da Lei 11892/2008. Folha xxxx Data do registro: xx/xx/xxxx _________________________________ xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Coordenador(a) de Registros Acadêmicos Portaria nº 172. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. Código de autenticação no SISTEC: xxxxxxxxxxxx DADOS DO REGISTRO Registro nº xxx. de 03/03/2008 Publicada no DOU em 05/03/2008 . da Resolução CNE/CEB 04/1999. emitido nos termos da Lei 9394/1996. do Decreto 5154/2004. aprovado pela Resolução IFSC n°. do Parecer CNE/CEB 39/2004. do Parecer CNE/CEB 16/1999.

INSUFICIENTE SUFICIENTE PROFICIENTE EXCELENTE I S P E 5. TURMA: ______________ Data: _____/_____/_____ NOME DO PROJETO: _________________________________________________________________________ 2.ANEXO 2 – FICHA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO INTEGRADOR MÓDULO: ________ 1. APRESENTAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA G* 1 2 3 4 5 .6 Criatividade 6. Leve em conta as iniciais dos conceitos seguintes e preencha com eles os campos correspondentes. do Projeto de Pesquisa (introdução – desenvolvimento – conclusão – 5. Técnicas e Normas Gramaticais. Resultados Obtidos. INTEGRANTES:1-_____________ 2-______________ 3-_________________4-_______________5- ___________ COMPETÊNCIA A SER AVALIADA: RESOLVER PROBLEMAS DE PEQUENA COMPLEXIDADE ATRAVÉS DO DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS DE PESQUISA CIENTÍFICA.3 5.4 Embasamento Teórico e Contextualização Metodologia Aplicada.5 Estrutura etc) 5. AVALIADOR: _____________________________________________________. PROFESSOR ORIENTADOR:___________________________________________________________________ 3. 4.1 5.2 5. TRABALHO ESCRITO 5.

1 Recursos Didáticos e Audiovisuais Postura (Linguagem Corporal – gestos / 6. CONSIDERAÇÕES GERAIS: ______________________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ .6.2 movimentos / olhares) 6.3 Domínio do Conteúdo e Clareza de Exposição * Avaliação Geral 7.