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ANÁLISE ESTRUTURAL

Carga Horária: 45 horas – 3 Créditos

Ementa:

Desenvolvimento teórico do método dos deslocamentos; definição geométrica de eixos locais. Matriz de rigidez de elemento. Força nodal equivalente; força nodal combinada; deformações impostas; temperatura; recalque de apoio; apoios elásticos; excentricidade nodal; articulações generalizadas. Matriz de rigidez global. Solução do sistema de equações. Implementação computacional; técnicas de armazenamento da matriz de rigidez. Estruturação de programa automático para análise. Análise não linear geométrica; solução de equações não lineares. Aplicações a estruturas em barras bi e tridimensionais. Utilização de programa automático.

Bibliografia:

AKIN, J. E. “Finite Elements for Analysis and Design”. Academic Press Inc.,

1994.

ARMENÀKAS, A. E. “Modern Structural Analysis”. MgGraw-Hill, Inc, !991.

BORST, R., CRISFIELD, M.A., REMMERS, J.C., VERHOOSEL, C.V. “Non-linear Finite Element Analysis of Solids and Structures”. John Wiley & Sons, Ltd, 2012.

COOK, R. D., MALKUS, D. S. “Concept and Applications of Finite Element Analysis”. John Wiley & Sons Inc., 1989.

KRENK, S. “Non-linear Modeling and Analysis of Solids and Structures”. Cambridge University Press, 2009.

VAZ, L. E. “Método dos Elementos Finitos em Análise de Estruturas”. Elsevier,

2010.

APLICAÇÕES COMPUTACIONAIS NO PROJETO DE ESTRUTURAS

Carga Horária: 45 horas – 3 Créditos

Ementa:

Visão geral sobre programas aplicados ao Projeto de Estruturas. Apresentação de alguns programas disponíveis no mercado. Idealização de sistemas estruturais. Diferentes formas de desenvolvimento: subestruturação. Avaliação dos tipos de carregamentos: básicos e combinados. Introdução ao Método dos Elementos Finitos. Utilização de programas gerais para a Análise de Estruturas. Utilização de programas gerais para dimensionamento de estruturas de aço e concreto armado. Análise dos prós e contra da automatização. Tópicos especiais de projeto. Importância do detalhamento estrutural. Comparação de resultados de análises experimentais com resultados obtidos por meio de análises numéricas. Discussão dos resultados.

Bibliografia:

ALVES FILHO, A. “Elementos Finitos: A Base da Tecnologia CAE”. Érica. 2000.

COOK, R. D., MALKUS, D.S. AND PLESHA, M.E. “Concepts and Aplications of Finite Element Analysis”. Third edition. 1989. John Wiley & Sons.

GERE, J. E WEAVER, W. “Análise de Estruturas Reticuladas”. Guanabara Dois.

GHALI A., NEVILLE, A.M. AND BROWN, T.G. “Structural Analysis – A unified classical and matrix approach”. Sixth edition. 2009. Spon Press.

KIMURA, A. “Informática Aplicada em Estruturas de Concreto – Cálculo de edifícios com o uso de sistemas computacionais”. 2007. PINI.

MOAVENI, S. “Finite Element Analysis – Theory and application with ANSYS”, Third edition. 2008. Pearson Prentice Hall.

WEAVER, W. “Computer Programs for Structural Analysis”, D Van Nostrand.

DETALHAMENTO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO

Carga Horária: 30 horas 2 Créditos

Ementa:

Modelagem das estruturas de concreto: modelos de bielas e tirantes; procedimentos gerais de modelagem; regiões “B” e “D”; dimensionamento de bielas, tirantes e nós; otimização dos modelos. Aplicações dos modelos de bielas e tirantes: modelos para vigas simplesmente apoiadas, contínuas e em balanço; modelos para vigas com aberturas, com apoio indireto e com variação de altura; modelos para vigas-parede, nós de pórticos e consolos curtos; modelos para ancoragens e emendas, cargas puntuais, aberturas e costura em mesas e blocos de estacas. Introdução ao detalhamento das armaduras:

princípios gerais de armação; requisitos do detalhamento; classificação das armaduras; disposições construtivas gerais; barras e fios; bitolas; telas; espaçamento das barras; folgas para vibração; juntas; cobrimentos; ganchos e dobramentos; fenômeno da aderência; zonas de boa e má aderência; ancoragem; emendas por transpasse; emendas mecânicas e soldadas; montagem das armaduras. Detalhamento das armaduras das lajes: cálculo das armaduras, detalhamento, exigências normativas, dimensões externas mínimas, armaduras mínimas; problemas particulares em lajes: armadura de canto, lajes com formas especiais, lajes em forma de L, lajes com aberturas. Detalhamento das armaduras de vigas: cálculo e detalhamento das armaduras; exigências normativas; dimensões externas mínimas; armaduras mínimas; aberturas nas vigas; cobertura dos diagramas de momentos. Detalhamento das armaduras de pilares e de paredes: cálculo e detalhamento das armaduras de pilares e paredes; exigências normativas; dimensões externas mínimas; armaduras mínimas; problemas particulares em pilares e paredes; pilares com mudança de seção, armaduras contra fissuração em paredes, cargas puntuais em paredes.

Bibliografia:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) NBR 6118 Projeto de estruturas de concreto – Procedimento”, 2004.

AMERICAN CONCRETE INSTITUTE, “ACI 318 - Building Code and Commentary",

2008.

COMITE EURO-INTERNATIONAL DU BETON, “CEB-FIP Model Code 1990 - Design Code” - Thomas Telford, 1993.

EUROPEAN COMMITTEE FOR STANDARDIZATION, EUROCODE 2 EN 1992-1- 1 - Design of Concrete Structures" - Jan. 2002

FÉDÉRATION INTERNATIONALE DU BÉTON (FIB) Structural Concrete Textbook on Behaviour, Design and Performance. Updated Knowledge of the CEB/FIP Model Code 1990”, 1999.

FUSCO, P.B. “Estruturas de Concreto, Solicitações Normais”, Guanabara Dois,

1981.

FUSCO, P.B. “Técnica de Armar as Estruturas de Concreto” - Editora Pini, 1995.

LEONHARDT, F. “Prestressed Concrete Design and Construction”, Wilhem Ernst & Sonh, 1964.

LEONHARDT, F.; MÖNNIG, E. “Construções de Concreto”, Vols.1 a 6, Editora Interciência, 1977 a 1979.

SCHLAICH, J., SCHÄFER, K., JENNEWEIN, M. “Toward a Consistent Design of Structural Concrete” - Journal of the Prestressed Concrete Institute, Vol. 32, No. 3, May/June 1987.

SILVA, R.C., GIONGO, J.S. “Modelos de Bielas e Tirantes Aplicados a Estruturas de Concreto Armado- Journal of the Prestressed Concrete Institute, Vol. 32, No. 3, May/June 1987. EESC USP, 2000.

FUNDAÇÕES DE MÁQUINAS

Carga Horária: 45 horas 3 Créditos

Ementa:

Tipos de Fundação. Fundações em Bloco e em Pórtico. Modelagem Matemática em Elementos Finitos. Equações de Movimento. Modelagem Matemática com Sistemas de Um e Vários Graus de Liberdade. Noções de Dinâmica dos Solos. Avaliação das Propriedades Mecânicas dos Solos. Propagação Tridimensional de Ondas nos Solos. Fundações Diretas sobre Solo Homogêneo e sobre Solo Estratificado. Fundações Sobre Estacas. Carregamentos. Critérios de Projeto. Tolerâncias de Deslocamentos. Detalhamento das Fundações. Isolamento de Vibrações.

Bibliografia:

ABMS/ ABEF, Fundações Teoria e Prática”, Editora Pini, 1998.

CHOPRA, A. K., “Structural Dynamics Theory and Applications to Earthquake Engineering”, Chapman & Hall, 1997.

CLOUGH, R.W.; PENZIEN, J., "Dynamics of Structures", McGraw-Hill, 1993.

DIN 4024, Part 1 Machine foundations Flexible structures that support machines with rotating elements”, 1988.

DIN 4024, Part 2 Machine foundations Rigid foundations for machinery subjected to periodic vibration”, 1988.

ISO 2372 – “Mechanical Vibration of Machines with Operation Speeds from 10 to 200 rev/s”, 1974.

MAJOR, A. , Dynamics in Civil Engineering Analysis and Design” – Vols. I a IV, Akadémiai Kiadó, 1980.

PAZ., M., Structural Dynamics - Theory and Computation” – 4 th Edition, 1997.

POULOS, H. G., DAVIS, E. H., Elastic Solutions for Soil and Rock Mechanics, John Wiley, New York, 1974.

POULOS, H. G., DAVIS, E. H., Pile Foundation Analysis and Design, John Wiley, New York, 1980.

RICHARD, F.E.; WOODS, R.D.; HALL Jr., J.R., Vibrations of Soils and Foundations, Prentice-Hall, Inc., 1970

SOUZA LIMA, S.; SANTOS, S. H. C., “Dinâmica das Estruturas”, em fase de publicação.

SRINIVASULU, P., VAIDYANATHAN, C.V., “Handbook of Machine Foundations”, McGraw-Hill, 1976.

WOLF, J.P., Foundation Vibration Analysis Using Simple Physical Models, Prentice Hall, 1994.

MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS

Carga Horária: 30 horas 2 Créditos

Ementa:

Princípio da Mínima Energia Potencial Total e Potencial Total Complementar. Método de Ritz. Princípio dos Deslocamentos Virtuais. Formulação variacional. Funções de interpolação. Elementos a duas e três dimensões. Aplicação a estruturas reticuladas. Barras curvas e de inércia variável no plano e no espaço. Consideração de deformação por esforço cortante. Molas. Critérios de Convergência. Cargas Nodais Consistentes. Método dos elementos finitos para a Mecânica dos Sólidos: elementos do estado plano de tensões, de deformações, de placas, de cascas e elementos axi-simétricos. Elementos isoparamétricos. Integração Numérica. Elementos de placa à flexão pelas teorias de Kirchhof e Reissner-Mindlin. Travamento. Elementos incompatíveis. Condensação. Formulação híbrida. Implementação computacional.

Bibliografia:

AKIN, J. E. “Finite Element for Analysis and Design”, Academic Press, 1994.

BATHE, K. J. “Finite Element Procedures in Engineering Analysis”, Prentice-Hall,

1996.

COOK, R.D.; MALKUS, D.S.; LESHAN, M.E. “Concepts and Applications of Finite Element Analysis”.

McGUIRE, W.; GALLAGHER, R.H.; ZIEMIAN, R.D. "Matrix Structural Analysis”, Second Edition, John Wiley & Sons, 2000.

S. Theory of Matrix Structural Analysis, McGraw-Hill

PRZEMINIECK, Company, 1968.

SALT-UFRJ “Sistema de Análise de Estruturas - Manual do UsuárioServiço de Publicação da Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro,

2005.

SORIANO, H.L; SOUZA LIMA, S. “Método dos Elementos Finitos”, Editora da universidade de São Paulo, 2002.

ZIENKIEWICZ, O. C.; TAYLOR, R. L. “The Finite Element Method”, McGraw-Hill, 4 th . Edition, 1998.

J.

MÉTODOS APROXIMADOS EM ENGENHARIA DE ESTRUTURAS

Carga Horária: 45 horas – 3 Créditos

Ementa:

Problemas de Valor Inicial (P.V.I.): Métodos de Euler, Heun e Runge-Kutta. Elementos de Álgebra Linear. Problemas de Valor de Contorno (P.V.C.):

Formulações via equilíbrio e via energia. Formas forte, variacional e fraca. Métodos das diferenças finitas, de resíduos ponderados e de Rayleigh-Ritz. Método dos elementos finitos: formulações via Galerkin e via Rayleigh-Ritz. Imposição de vínculos e restrições. Multiplicadores de Lagrange e funções “penalty”. Noções de cálculo variacional.

Bibliografia:

KREYZIG, Advanced Engineering Mathematics.

REDDY, An Introduction to the Finite Element Method.

SHAMES & DYM, Energy and Finite Element Methods in Structural Mechanics.

ZIENKIEWICZ & MORGAN, Finite Element and Approximations.

BIM MODELO DIGITAL DE EDIFICAÇÕES

Carga Horária: 30 horas 2 Créditos

Ementa:

Introdução ao conceito BIM. Interface do aplicativo Revit. Estrutura de navegação do projeto. Criação de elementos arquitetônicos, estruturais e sistemas prediais. Famílias. Tipos e instâncias. Parametrização do projeto. Conectividade dos componentes em sistemas BIM. Composições volumétricas. Estudo de unidades construtivas. Condicionantes dimensionais do projeto. Logística gráfica dos componentes construtivos. A coordenação espaço-temporal do 2D ao 5D. Organizando a documentação. O modelo 3D como integrador do projeto. Compatibilização e planejamento do modelo. Interoperabilidade entre softwares BIM e componentes construtivos. Integração da documentação gráfica com o modelo 3D. Detalhamento, listas de materiais e quantitativos. Colaboração entre projetistas. IPD (Integrated Project Delivery). Protocolos e estruturas de dados BIM: IFC, STEP, IAI, BuildingSmart.

Bibliografia:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). “NBR 6118 – Projeto de Estruturas de Concreto – Procedimento”, 2006.

AIA THE AMERICAN INSTITUTEOFARCHITECTS. Integrated Project Delivery: A Guide, 2007.

BOKMILLER, Don; WHITBREAD, Simon; HRISTOV, Plamen. Mastering Autodesk RevitMEP 2014. Sybex. 1° ed. 2013 SALAZAR, Guillermo. BIM Fundamentals. John Wiley& Sons, 2011.

CROTTY, Ray. The ImpactofBuildingInformationModelling: TransformingConstruction. Taylor & Francis, 2011.

DZAMBAZOVA, Tatjana; KRYGIEL, Eddy; DEMCHAK, EddyKrygiel. IntroducingRevitArchitecture 2010: BIM for Beginners. John Wiley& Sons, 2009.

EASTMAN, Chuck; Teicholz, Paul; SACKS, Rafael; LISTON, Kathleen. BIM Handbook. A guidetoBuildingInformationModeling for owners, managers, designers, engineersandcontractors. John Wiley& Sons, 2008.

GTBIM, Grupo Técnico BIM AsBEA. Guia AsBEA de boas práticas em BIM.

HARDIN, Brad. BIM andConstruction Management: Proven Tools, Methods, and Workflows. John Wiley& Sons, 2009.

HENSEL, Michael; MENGES, Michael Hensel. Emergence: Morphogenetic Design Strategies. John Wiley& Sons 2004.

LIMA, Cláudia Campos. RevitArchitecture 2015. Ed. Érica, São Paulo, 2015.

SMITH, Dana K. BuildingInformationModeling: A StrategicImplementationGuide for Architects, Engineers, Constructors, and Real EstateAsset Managers. John Wiley&Sons, 2009.

PROJETO DE ESTRUTURAS BASEADO EM CONFIABILIDADE

Carga Horária: 30 horas 2 Créditos

Ementa:

Análise de Confiabilidade de Estruturas. Variáveis aleatórias: histogramas, funções de densidade e distribuição de probabilidade e suas propriedades estatísticas, Distribuições normais equivalentes, Funções multi-variáveis. Propriedades estatísticas de variáveis linearmente dependentes. Análise da resposta de estruturas incorporando incertezas: análises linear estatística e de Monte Carlo para variáveis independentes e correlacionadas. Análises de Confiabilidade: Problemas Básico e Geral e Índices de Confiabilidade. Métodos numéricos: método FORM, Transformação de Nataf, Pesquisa do Ponto de Projeto e método SORM. Medidas de sensibilidade. Análise de confiabilidade de sistemas de estruturas: sistemas em série e em paralelo. Aplicações. Calibração de coeficientes parciais de segurança em um projeto específico. Projeto baseado em confiabilidade.

Bibliografia:

HAFTKA, R.T.; ZAFER, G. "Elements of Structural Optimization" Kluwer Academic Publishers, 3rd. Ed., 1993.

HART, G. “Uncertainty Analysis, Loads and Safety in Structural Engineering”, Prentice-Hall, Inc., 1982.

KLEIBER, M. "Parameter Sensitivity in Nonlinear Mechanics, Theory and Finite Element Computation". John Wiley & Sons, 1997.

MELCHERS, R. E. “Structural Reliability Analysis and Prediction”, John Wiley & Sons, 2 nd . Ed., 1999.

SAGRILO, W.; LIMA, E.C.P. “Confiabilidade Estrutural”, apostila COC796, PEC/ COPPE/ UFRJ.

PROJETO DE ESTRUTURAS CONSIDERANDO A INSTABILIDADE

Carga Horária: 45 horas 3 Créditos

Ementa:

Introdução à teoria da instabilidade elástica: conceitos e critérios. Métodos gerais de análise. Critérios de estabilidade. Formulação para sistemas discretos e contínuos. Trajetórias de equilíbrio e pontos críticos. Comportamentos usuais:

bifurcações (estáveis ou instáveis, simétricas ou não) e pontos limites. Análise do equilíbrio em configurações críticas e pós-críticas. Sensibilidade a imperfeições iniciais. Cargas de flambagem, flambagem de Euler. Aplicações de métodos numéricos à análise de estabilidade estrutural: bifurcações, comportamento não-linear e interação entre modos múltiplos de flambagem. Flambagem no plano: montantes, treliças, pórticos planos e arcos. Flambagem de grelhas, cascas e placas. Flambagem lateral, torsional e flexo-torsional. Flambagem local e global. Interação de modos de flambagem. Instabilidade em regime inelástico. Sensibilidade a imperfeições. Uso de programas de elementos finitos.

Bibliografia:

ALLEN, H. G.; BULSON, P.S. "Background to Buckling". McGraw-Hill, 1980.

BRUSH, D. O.; ALMROUTH, B. O. “Buckling of Bars, Plates and Shells”. McGraw- Hill, 1975.

CROLL, J.G.A.; WALKER, A.C."Elements of Structural Stability", Butter & Tanner Ltd., 1972.

TIMOSHENKO, S.P.; GERE, J.M. "Theory of elastic stability", McGraw Hill, 1963.

THOMPSON, J. M. T.; HUNT, G. W. “A General Theory of Elastic Stability”, John Wiley and Sons, 1975.

PROJETO DE ESTRUTURAS DE AÇO

Carga Horária: 45 horas 3 Créditos

Ementa:

Sistemas construtivos e materiais estruturais. Tipos e características dos aços. Perfis estruturais. Critérios de projeto de estruturas de aço nos estados limites. Dimensionamento de elementos tracionados. Dimensionamento de elementos comprimidos. Resistência plástica na flexão. Resistência ao esforço cortante. Equação diferencial do comportamento no plano. Flambagem de placas. Estabilidade de chapas. Flambagem local de alma e da mesa comprimida. Torção uniforme e torção não-uniforme. Empenamento. Comportamento e projeto de vigas, colunas e vigas colunas. Comportamento fora do plano com inclusão de efeitos de segunda ordem. Construção mista: vigas-mistas, treliças mistas, colunas mistas e lajes mistas. Projetos de travamentos e contraventamentos. Vigas de alma esbelta. Comportamento e projeto de ligações. Ligações soldadas e aparafusadas. Pinturas. Resistência ao fogo. Condições normativas.

Bibliografia:

AISC - American Institute of Steel Construction, 1999.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) NBR 8800 Projeto e execução de estruturas de aço de edifícios”, 1986.

CHEN, W. F.; KIM, S., 1997 "LRFD Steel Design Using Advanced Analysis", CRC Press, 1997.

EUROPEAN COMMITTEE FOR STANDARDIZATION EUROCODE 4 - Design of composite steel and concrete structures, 1992.

GALAMBOS, T.V. "Guide to Stability Design Criteria for Metal Structures", 5th Edition, John Wiley & Sons, 1998.

ILDONY H. “Edifícios Industriais em Aço”.

MORRIS, L.J.: PLUM, D.R. "Structural Steelwork Design to BS5950", Longman Scientific & Technical, 1988.

PFEIL, W.; PFEIL, M., "Estruturas de Aço - Dimensionamento Prático", Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 2000.

SALMON, C.G.; JOHNSON, J.E. "Steel Structures Design and Behaviour", 1980.

PROJETO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO

Carga Horária: 45 horas 3 Créditos

Ementa:

Propriedades do concreto e do aço. Princípios da verificação da segurança:

ações e solicitações, valores característicos e de cálculo, estados limites últimos

e de utilização. Solicitações normais e tangenciais. Dimensionamento no estado

limite último para solicitações normais. Flexão composta reta e oblíqua. Cisalhamento. Torção. Peças comprimidas: não linearidade geométrica, processo do pilar padrão, efeitos de segunda ordem globais e locais, processos

exatos e aproximados. Pilares curtos e esbeltos. Estruturas de contraventamento. Pilares parede. Verificação dos estados limites de utilização:

fissuração, flechas e vibrações. Elementos estruturais básicos. Mecanismos resistentes de concreto armado e protendido. Aderência. Análise de lajes e vigas no regime plástico. Modelos de bielas e tirantes. Disposições construtivas

e detalhamento.

Bibliografia:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) NBR 6118 Projeto de estruturas de concreto – Procedimento”, 2004.

AMERICAN CONCRETE INSTITUTE, “ACI 318 - Building Code and Commentary",

2008.

COMITE EURO-INTERNATIONAL DU BETON, “CEB-FIP Model Code 1990 - Design Code” - Thomas Telford, 1993.

EUROPEAN COMMITTEE FOR STANDARDIZATION, EUROCODE 2 EN 1992-1- 1 - Design of Concrete Structures" - Jan. 2002

FÉDÉRATION INTERNATIONALE DU BÉTON (FIB) Structural Concrete Textbook on Behaviour, Design and Performance. Updated Knowledge of the CEB/FIP Model Code 1990”, 1999.

FUSCO, P.B. “Estruturas de Concreto, Solicitações Normais, Guanabara Dois,

1981.

FUSCO, P.B. “Técnica de Armar as Estruturas de Concreto”, Editora Pini, 1995.

LEONHARDT, F. “Prestressed Concrete Design and Construction”, Wilhem Ernst

& Sonh, 1964.

LEONHARDT, F., MÖNNIG, E. “Construções de Concreto”, Vols.1 a 6, Editora Interciência, 1977 a 1979.

SCHLAICH, J., SCHÄFER, K., JENNEWEIN, M. “Toward a Consistent Design of Structural Concrete” - Journal of the Prestressed Concrete Institute, Vol. 32, No. 3, May/June 1987.

PROJETO DE ESTRUTURAS DE EDIFICAÇÕES

Carga Horária: 45 horas – 3 Créditos

Ementa:

O papel do engenheiro no projeto. A importância da ordem de grandeza.

Recomendações da norma NBR-6118. Sistemas estruturais. Critério de escolha do sistema estrutural. Lançamento da estrutura. Posicionamento dos pilares,

vigas e lajes. Pré-dimensionamento dos elementos mais solicitados. Carregamentos atuantes nas edificações. Estados Limites. Ação do vento. Combinações de carregamentos. Modelagem das estruturas de edificações. Modelos para o pavimento. Modelos tridimensionais para a estrutura. Introdução ao Método dos Elementos Finitos. Definição da malha de elementos finitos. Tipos de programas computacionais. Análise da estrutura por programas de computador. Verificação dos dados de entrada do programa.

Verificação do somatório das reações de apoio. Verificação dos deslocamentos e

da deformada da estrutura. Verificação da estabilidade da estrutura. Verificação

dos diagramas. Comparação dos esforços máximos com o pré- dimensionamento. Verificação das armaduras. Projeto Piloto. Detalhamento das armaduras. Efeitos de segunda ordem. Não linearidade geométrica e física. Análise não linear. Verificação da estabilidade global da estrutura.

Bibliografia:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) “NBR 6118 – Projeto

de estruturas de concreto – Procedimento”, 2004.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) “NBR 6123 – Forças devidas ao Vento em Edificações”, 1990.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) “NBR 6120 – Cargas para o Cálculo de Edificações”, 1980.

COMITE EURO-INTERNATIONAL DU BETON, “CEB-FIP Model Code 1990 - Design Code” - Thomas Telford, 1993.

EUROPEAN COMMITTEE FOR STANDARDIZATION, “EUROCODE 2 – EN 1992-1- 1 - Design of Concrete Structures" - Jan. 2002

FUSCO, P.B. “Estruturas de Concreto, Solicitações Normais”, Guanabara Dois,

1981.

FUSCO, P.B. “Técnica de Armar as Estruturas de Concreto” - Editora Pini, 1995.

HUEBNER, K.H. – “The Finite Element Method for Engineers”, Ed. Joh Wiley & Sons, 1975,

KIMURA, A. “Informática Aplicada em Estruturas de Concreto Armado”, Ed. Pini,

2007.

LONGO, H.I. “Análise Tridimensional de Estruturas sob a Ação do Vento”, Apostila, Escola Politécnica, 2008.

PROJETO DE ESTRUTURAS DE FUNDAÇÕES

Carga Horária: 45 horas – 3 Créditos

Ementa:

Capacidade de carga de fundações diretas: modos de ruptura, efeito da forma da fundação, inclinação e excentricidade da carga, compressibilidade do maciço de solo subjacente e efeito de escala; efeito do nível d’água, da estratigrafia e da velocidade do carregamento. Estimativa de recalque de fundações diretas. Capacidade de carga de fundações profundas. Estimativa de recalques de fundações profundas, mecanismos de transferência de carga; fundações tracionadas. Estacas submetidas a esforços horizontais. Efeito de sobrecarga unilateral em estacas. Atrito negativo. Provas de carga estática. Critérios de extrapolação da curva carga versus recalque. Interpretação de resultados. Dimensionamento estrutural. Fundações de plataformas “off shore”.

Bibliografia:

ABMS/ ABEF. Fundações – Teoria e Prática

AMERICAN PETROLEUM INSTITUTE, “API-RP-2A - WSD, Recommended Practice for Planning, Designing and Construction of Fixed Offshore Platforms – Working Stress Design”, 2010.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) “NBR 6122 – Projeto e execução de fundações”, 2010.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) “NBR 12131 - Estacas - Prova de carga estática - Método de ensaio”, 2006.

CINTRA, C. A.; AOKI, N. TSUHA, C. H. C. e GIACHETI, H. L. Fundações: ensaios estáticos e dinâmicos. São Paulo. Oficina de textos, 2013.

CINTRA, C. A.; AOKI, N. e ALBIERO, J. H. Fundações diretas: Projeto geotécnico. São Paulo. Oficina de textos, 2011.

CINTRA, C.A. e AOKI, N., Fundações por estacas: Projeto geotécnico. São Paulo. Oficina de textos, 2010.

NAVFAC DM 7-02. Soils and Foundations Design Manuals. Foundations and Earth Structures, 1986.

PGECIV – UERJ, Tópicos especiais em Fundações

US ARMY CORPS OF ENGINEERS. Design of Pile Foundation - EM 1110-2-2906. Washington, DC, 1991.

VELLOSO, D.A. e LOPES, F.R. Fundações: critérios de projeto, investigação do subsolo, fundações superficiais, fundações profundas. São Paulo. Oficina de textos, 2010.

WINTERKORN, H.F. and FANG, H.Y. Foundation Engineering Handbook. New York. Van Nostrand Reinhold Company, 1975.

Editora Pini, 1998.

Danziger, B. R. D., 2010.

PROJETO DE ESTRUTURAS DE PONTES

Carga Horária: 45 horas 3 Créditos

Ementa:

Pontes: Sistemas estruturais, métodos construtivos, distribuição transversal de cargas em tabuleiros com vigas múltiplas. Método de Engesser-Courbon, método de Homberg-Weinmeister. Efeitos de 2a ordem em pilares. Estruturas de concreto pré-moldado: produção, projeto, ligações, elementos compostos. Aplicações em pontes, galerias, canais, outros. Pré-lajes. Lajes de continuidade:

dimensionamento e detalhamento. Galerias celulares de concreto: análise, dimensionamento e detalhamento. Estudo de Normas aplicadas ao projeto de estruturas de pontes. Aplicação de “softwares.

Bibliografia:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) NBR 6118 Projeto de estruturas de concreto – Procedimento”, 2004.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) NBR 7187 Projeto e execução de pontes de concreto armado e protendido, 1987.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) NBR 9062 Projeto e execução de estruturas de concreto pré-moldado, 1997.

BARÈS, R., MASSONNET, C., “Analysis of Beam Grids and Orthotropic Plates”, Frederick Ungar Publishing Co., New York, 1968.

EL DEBS, M. K., “Concreto Pré-Moldado: Fundamentos e Aplicações” EESC-USP,

2000.

FUSCO, P.B. “Técnica de Armar as Estruturas de Concreto” - Editora Pini, 1995.

PFEIL, W. C., Pontes de Concreto Armado, LTC, 1979.

PROJETO DE ESTRUTURAS “OFF-SHORE”

Carga Horária: 30 horas – 2 Créditos

Ementa:

Conceitos básicos de oceanografia, de estatística e de probabilidade. Tipos de plataformas marítimas de produção de hidrocarbonetos e de perfuração:

plataformas fixas de aço e concreto, plataformas flutuantes tipo semi- submersível de produção, plataforma de pernas atirantadas (“tension leg platform”), “spar-buoy”, FPSO (“floating, production, storage and offloading”) com “turret” e com “spread mooring”, plataformas de perfuração auto elevatórias (“jack-up”), MODU (“mobile offshore drilling unit”). Conceitos básicos do sistema de ancoragem – tipos de materiais, equação da catenária, tipos de fundações. Conceitos básicos do sistema de “risers”: flexíveis e rígidos (verticais e na forma de catenária); perfuração, completação e produção. Conceitos básicos de dinâmica e hidrodinâmica. Forças devidas à onda e correntes sobre membros esbeltos. Interação estática solo-estrutura: solos argilosos, arenosos e calcáreos; parâmetros elásticos do solo. Fundações rasas. Fundações profundas: estacas isoladas, métodos elásticos, modelo de Winkler modificado; grupos de estacas: modelo de Poulos, métodos de Focht & Koch e de O'Neil. Fundações especiais: estacas de sucção, âncoras convencionais e âncoras tipo VLA (“vertical load anchors”) e estacas torpedo. Critérios de projeto: tensões admissíveis (WSD)/(LRFD), tensões máximas, flambagem e “punching shear”. Instalação de plataformas fixas: flutuação, verticalização e lançamento. Análise de fadiga de material base, peças soldadas, de amarras, cabos de aço, cabos de poliéster, ligações tipo elo Kenter, elo pêra, etc. Análise de vibrações induzidas pele fenômeno de desprendimento de vórtices em elementos esbeltos.

Bibliografia:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) “NBR 6118 – Projeto de estruturas de concreto – Procedimento”, 2004

AMERICAN PETROLEUM INSTITUTE, “API-RP-2A, Recommended Practice for Planning, Designing and Construction of Fixed Offshore Platforms – Work Stress Design (WSD)”, 2005.

AMERICAN PETROLEUM INSTITUTE, “API-RP-2A, Recommended Practice for Planning, Designing and Construction of Fixed Offshore Platforms – Load and Resistance Factor Design (LRFD)”, 2003.

AMERICAN PETROLEUM INSTITUTE, “API-RP-2SK, Recommended Practice for Design and Analysis of Station Keeping Systems for Floating Structures”. 1995.

AMERICAN PETROLEUM INSTITUTE, “API-RP-2T – Recommended Practice for Planning, Designing and Construction of Tension Leg Platforms, 1987.

BENJAMIN, J.R. and CORNELL, C.A., “Probability, Statistics and Decision for Civil Engineers”, McGraw-Hill, 1970.

BLEVINS, R.D., “Flow Induced Vibration”, Van Nostrand Reinhold, 1994.

CHAKRABARTI, S.K., “Hydrodynamics of Offshore Structures”, Spriger-Verlag,

1987.

DET NORSKE VERITAS (DNV) – “Structural Reliability Analysis of Marine Structures - Classification Notes N o 30.6”, 1992.

MOURA BRANCO, C., FERNANDES A., CASTRO, P.M.S.T “Fadiga de Estruturas Soldadas”, Fundação Calouste Gulbenkian, 1986.

OIL COMPANIES INTENATIONAL MARINE FORUM (OCIMF), “Prediction of Wind and Current Loads on VLCCs.”, 1994.

PROJETO DE ESTRUTURAS PROTENDIDAS

Carga Horária: 45 horas – 3 Créditos

Ementa:

Introdução: objetivos, aplicações, breve histórico. Materiais: concreto, aço estrutural e aço de protensão. Tipos de protensão: pré-tensão, pós-tensão e protensão total, limitada ou parcial. Tecnologia da protensão: dispositivos de protensão e ancoragem. Tensões em cabos de protensão, perdas imediatas e lentas. Conceitos fundamentais das estruturas protendidas. Comportamento geral e mecanismos resistentes de estruturas protendidas. Critérios de projeto: ações e verificação de estados limites. Análise de estruturas protendidas, conceito de carga externa equivalente. Exemplos de aplicações incluindo recuperação e reforço de estruturas.

Bibliografia:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). “NBR 6118 – Projeto de Estruturas de Concreto – Procedimento”, 2006.

NEWMARK, N. M.; ROSENBLUEH, E. “Fundamentals of Earthquake Engineering”, Prentice-Hall, 1971.

AMERICAN CONCRETE INSTITUTE (ACI). “ACI-318 - Building Code Requirements for Structural Concrete”, 2008.

COMITÉ EURO-INTERNATIONAL DU BÉTON (CEB-FIP), “Model Code”, 1990.

COLLINS, M. P.; MITCHELL, D. “Prestressed Concrete Structures”, Prentice-Hall, 1991.

JOHANNSON, J. – “Diseño y Calculo de Estructuras Pretensadas”, Marcombo S. A.,

1975.

LIN, T. Y.; BURNS, N. H. “Design of Prestressed Concrete Structures”, John Wiley & Sons, 1981.

NAWY, E. G. “Prestressed Concrete”, Prentice Hall, 2009.

NILSON, A. H. “Design of Prestressed Concrete”, John Wiley & Sons, 1987.

PROJETO DE ESTRUTURAS SOB A AÇÃO SÍSMICA

Carga Horária: 30 horas 2 Créditos

Ementa:

Características dos sismos. Magnitude e intensidade. Propagação das ondas sísmicas no solo. Zoneamento sísmico. Amplificação sísmica no solo. Análise sísmica em sistemas elásticos de um grau de liberdade: equações de movimento, parâmetros dos sistemas, movimentos sísmicos na base e resposta estrutural. Espectros de resposta: de deslocamento, de velocidades e de acelerações. Espectro elástico de projeto. Análise sísmica em sistemas elásticos de vários graus de liberdade: equações de movimento, análise modal, massas modais efetivas, análise espectral, contribuição dos modos superiores na resposta. Análise sísmica em sistemas não lineares: idealização do comportamento não linear, fatores de dutilidade, equações de movimento, espectros de dutilidade constante, aplicações do espectro inelástico. Comportamento inelástico dos prédios de vários pavimentos: análises estática equivalente, espectral e linear e não linear no tempo, limitações dos deslocamentos de pavimento, irregularidades das estruturas, coeficientes de dutilidade, efeitos da torção, efeitos P-Δ. Interação solo-estrutura. Normas sísmicas de projeto: ASCE-07, Eurocode 8, Norma Argentina INPRES-CIRSOC, Norma Sísmica Brasileira NBR-15421.

Bibliografia:

AMERICAN SOCIETY OF CIVIL ENGINEERS “ASCE 7-05, Minimum Design Loads for Buildings and Other Structures”, ASCE, 2005.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 15421 Projeto de Estruturas Resistentes a Sismos Procedimento, 2006.

BOLT, B. A. “Earthquakes”, Fifth Edition, W.H. Freeman and Company, 2004.

BOZORGNIA, Y., BERTERO, V. (editors) “Earthquake Engineering: from Engineering Seismology to Performance-Based Engineering”, CRC Press, 2004.

CHEN, W-F, SCAWTHORN, C. (editors) Earthquake Engineering Handbook, CRC Press, 2003.

CHOPRA, A. K. “Earthquake Dynamics of Structures – A Primer”, Earthquake Engineering Research Institute, 2005.

CHOPRA, A. K., “Structural Dynamics Theory and Applications to Earthquake Engineering, Chapman & Hall, 1997.

CLOUGH, R.W.; PENZIEN, J. "Dynamics of Structures", McGraw-Hill, 1993.

Construcciones

INPRES-CIRSOC

Sismorresistentes”, 2000.

NEWMARK, N. M.; ROSENBLUEH, E. Fundamentals of Earthquake Engineering, Prentice-Hall, 1971.

SOUZA LIMA, S.; SANTOS, S. H. C. “Dinâmica das Estruturas”, em fase de publicação.

Reglamento

Argentino

para

PROJETO DE ESTRUTURAS SOB AÇÕES DINÂMICAS

Carga Horária: 45 horas 3 Créditos

Ementa:

Formulação matricial das equações de movimento. Análise determinística. Sistemas de um grau de liberdade amortecidos e não-amortecidos: vibrações livres e forçadas com carga harmônica; vibrações forçadas com carga periódica, impulsiva ou geral; análise no domínio do tempo e da freqüência; integração numérica. Espectros de resposta para sistemas lineares submetidos a excitações impulsivas e periódicas. Sistemas de vários graus de liberdade:

análise modal; integração direta no domínio do tempo. Vibração de sistemas contínuos. Métodos numéricos para avaliação de freqüências e modos de vibração. Uso de programas de elementos finitos. Aplicações da dinâmica estrutural: vento, fundações de máquinas. cargas móveis em pontes, sismos, explosões e forças de onda em estruturas marítimas.

Bibliografia:

BACHMANN, H. et. al. Vibration Problems in Structures. Practical Guidelines, Birkhäuser Verlag, 1995.

BATHE, K. J. “Finite Element Procedures in Engineering Analysis”, Prentice-Hall,

1996.

BLESSMANN, J. Introdução ao Estudo das Ações Dinâmicas do Vento, Editora Universidade/UFRGS, 1998.

CHOPRA, A. K., “Structural Dynamics Theory and Applications to Earthquake Engineering, Chapman & Hall, 1997.

CLOUGH, R.W.; PENZIEN, J. "Dynamics of Structures", McGraw-Hill, 1993.

COOK, R. D.; MALKUS, D. S.; PLESHA, M. E. “Concepts and Applications of Finite Element Analysis, John Wiley & Sons, 1989.

MAJOR, A. Dynamics in Civil Engineering, Akadémai Kiadó, Budapest, 1980.

MEIROVITCH, L. Elements of Vibration Analysis, McGraw-Hill International Editions, 1986.

PAZ, M. Structural Dynamics. Theory and Computation, Chapman & Hall,

1997.

RAO, S. S. “Mechanical Vibrations”, Addison-Wesley Publishing Company, 1995.

SALT-UFRJ “Sistema de Análise de Estruturas - Manual do Usuário” Serviço de

Publicação da Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro,

2005.

SOUZA LIMA, S.; SANTOS, S. H. C. “Dinâmica das Estruturas”, em fase de publicação.

TEDESCO, J. W.; McDOUGAL, W. G.; ROSS, C. A. Structural Dynamics Theory and Applications, Addison-Wesley, 1999.

TIMOSHENKO S. P.; YOUNG, D. H.; WEAVER JR., W. “Vibration Problems in Engineering, John Wiley & Sons, 1974.

PROJETO ÓTIMO DE ESTRUTURAS

Carga Horária: 30 horas 2 Créditos

Ementa:

Otimização sem restrição. Condições de Ótimo de primeira e segunda ordem. Algoritmos de otimização sem restrição: de Direção de Busca, Unvariante, de Powell, de Máximo Declive, de Flechter-Reeves, de Newton-Raphson e Quase- Newton, BFGS. Algoritmos de Busca Linear: da Seção Áurea, de Armijo e da Ortogonalidade do Gradiente. Exemplos de aplicação. Análise não-linear de estruturas. Otimização com restrição. Programação linear: fundamentos da álgebra linear, algoritmo Simplex. Exemplos de aplicação da Análise Limite. Programação quadrática: algoritmo de Lemke, exemplo de aplicação: análise de viga sob base elástica. Programação não linear. Condições de primeira e de segunda ordem de Ótimo de Kuhn-Tucker para restrições de igualdade e desigualdade. Métodos indiretos: Algoritmos de Penalidade e de Barreira. Métodos Diretos: algoritmo de Programação Linear Seqüencial, do Centro do Círculo, de Direções Variáveis, do Gradiente Reduzido e de Programação Quadrática Seqüencial. Exemplo de aplicação de projeto ótimo de estruturas. Introdução à análise de sensibilidade: Métodos das Diferenças Finitas, Analítico e Adjunto.

Bibliografia:

ARORA, J. S. "Introduction to Optimum Design". McGraw Hill, Inc., 1989.

HADLEY, G. "Linear Programming". Addison-Wesley, 1961.

HAFTKA, R. T.; ZAFER, G. "Elements of Structural Optimization", Kluwer Academic Publishers, 3rd. Ed., 1993.

VANDERPLAATS, G. N. "Numerical Optimization Techniques for Engineering Design, with Applications", McGraw Hill, Inc., 1984.

RECUPERAÇÃO ESTRUTURAL

Carga Horária: 30 horas – 2 Créditos

Ementa:

Apresentação da disciplina: conceitos para a identificação de problemas estruturais. Fontes de problemas estruturais e mecanismos de deterioração:

exemplos práticos. Avaliação de estruturas no campo: ensaios não-destrutivos e semi-destrutivos para avaliar a resistência dos materiais e o comportamento estrutural. Etapas do projeto de reparo e de reforço e os fatores que influenciam a sua eficiência. Técnicas de reparo e reforço: exemplos de aplicação. Projeto de reparo e reforço ao cisalhamento: abordagem teórica; técnica de colagem de compósitos de resina reforçados com fibras; técnicas de colagem de chapas metálicas e de barras aço; técnicas de estribos externos pré-tracionados e de protensão externa; aspectos importantes sobre a execução e manutenção dos reparos/reforços de cisalhamento. Projeto de reparo e reforço à flexão: abordagem teórica; técnicas de colagem de compósitos, de chapas metálicas e de barras de aço; técnica de protensão externa; aspectos importantes sobre a execução e manutenção dos reparos/reforços de flexão. Projeto de reparo e reforço de pilares: abordagem teórica; técnica de confinamento; técnica de acréscimo de seção por encamisamento; aspectos importantes sobre a execução e manutenção dos reparos/reforços de pilares.

Bibliografia:

CARLA CRISTINA DANIELLETO, "Avaliação da Resistência do Concreto em Estruturas Prontas", 1986, COPPE - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

CARLA PINHEIRO MOREIRA, "Resistência à Compressão de Elementos de Concreto Confinados", 2002, COPPE - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

CAROLINE MAIA ARAÚJO, "Reforço de Vigas de Concreto à Flexão e ao Cisalhamento com Tecido de Fibra de Carbono", 2002, COPPE - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

CRISTINA TRAVESSA MARTINS PEREIRA PINTO, "Reforço à Flexão de Vigas de Concreto Armado com Fibras de Carbono", 2000, COPPE - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

DANIELLA PIRES MICHEL, "Reforço ao Esforço Cortante de Vigas com Estribos Pré-Tracionados", 1996, COPPE - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

DIANA VALERIA SCHWENK ROMERO, Reforço à Flexão de Vigas de Concreto Armado por Meio de Protensão Externa. 2007. Dissertação (Engenharia Civil) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

DYLMAR PENTIADO DIAS, "Reforço ao Puncionamento em Lajes-Cogumelo", 1997, COPPE - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

ELIETE CONCEIÇÃO CERQUEIRA, "Reforço ao Cisalhamento de Vigas de Concreto Armado com Fibras de Carbono", 2000, COPPE - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

EULER WAGNER FREITAS SANTOS, "Reforço de Vigas de Concreto Armado à Flexão por Encamisamento Parcial", 2006, COPPE - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

FABIO AUGUSTO BRAGA DE CASTRO, "Cisalhamento em Vigas de Concreto Armado - Estudo Paramétrico", 1997, COPPE - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

KEYLA FABRÍCIA PEREIRA SAHB, "Análise Experimental de Pilares de Concreto Armado Submetido à Flexo-Compressão, Reforçados com Concreto Auto- Adensável e Chumbadores", 2008, Universidade Federal de Goiás.

LUÍS ALFREDO VENTORINI, "Fissuração de Vigas de Concreto Armado", 1996, COPPE - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

LUIZ ANTONIO VIEIRA CARNEIRO, "Reforço à Flexão e ao Cisalhamento de Vigas de Concreto Armado", 1998, COPPE - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

LUCIANA BARBOSA DE FREITAS, "Reforço de Vigas de Concreto Armado ao Esforço Cortante Com Chapas de Aço Coladas", 1997, COPPE - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

MARCIO CARDOSO DE MORAIS, "Reforço de Vigas de Concreto", 1997, COPPE - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

MARIA DEL CARMEN LANDEIRA FERNANDEZ, "Reforço de Vigas T com Estribos Externos Pré-Tracionados", 1997, COPPE - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

MARIA LUISA DE FARIA SIMÕES, “Reforço à Flexão de Vigas de Concretro Armado por Encamisamento Parcial”, 2007. Dissertação (Engenharia Civil) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

MARCO ANDÉ CÁRCAMO RISSO, "Resistência ao Cisalhamento de Ligações de Concreto de Diferentes Idades Providas de Chumbadores de Expansão", 2008, COPPE - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

PATRICIA COELHO TEIXEIRA FONTES, "Reforço de Vigas ao Esforço Cortante Por Vergalhões Colados", 1996, COPPE - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

SÉRGIO VIANNA TEIXEIRA JUNIOR, "Reparos de Vigas de Concreto Armado em Cisalhamento", 1994, COPPE - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO

Carga Horária: 45 horas 3 Créditos

Ementa:

Sistemas de computação algébrica / computacional. Mathcad com aplicação em problemas de Engenharia Civil, como análise não linear de estruturas, otimização de estruturas, análise limite, cálculo de cargas críticas em pórticos, etc. Técnicas avançadas de programação científica na solução de problemas de Engenharia Estrutural e Processamento de Sinais utilizando Fortran e interfaces com as linguagens Visual C, Visual Basic, Labview, Matlab.

Bibliografia:

NITZ, M. e GAIA, R. “Mathcad 12 - Guia Prático”, Editora Érica

GILAT, A. “Matlab com aplicação em engenharia, 2 a edição, 2006, Bookman,

2006.

PACITTI, T. “Do Fortran à Internet, Makron Books.

PETROUTSOS, E. “Dominando o Visual Basic 6 - A Bíblia”, Makron Books.

TECNOLOGIA DO CONCRETO

Carga horária: 45 horas 3 Créditos

Ementa:

Concreto como material compósito : fatores que influenciam o comportamento do concreto; propriedades do concreto no estado fresco e durante o endurecimento trabalhabilidade, segregação, exudação, retração plástica, características exotérmicas, desenvolvimento de resistência; propriedades do concreto no estado endurecido resistência, elasticidade, fluência, variações volumétricas, propriedades térmicas e elétricas. Durabilidade do concreto:

estrutura porosa e permeabilidade, processos físicos e químicos de deterioração, corrosão da armadura e fissuração. Concretos especiais : leve, pesado, alto desempenho e poliméricos generalidades, propriedades e aplicações. Ensaios destrutivos e não destrutivos no concreto.

Bibliografia:

METHA, P.K., “Concreto, Estrutura, Propriedades e Materiais“. Editora Pini. 1ª Edicão, 616 pp., 1986.

NEVILLE, A.M., “Propriedades do Concreto.

QUENEAU, P.B., PETERSON, R.D, Recycling of Metals and Engineering Materials, TMS, 1995.

SWARMY, R.N., “Cement replacement materials”. Surrey University Press, London, 259pp., Volume 3, 1986.

YOUNG, J.F., et al., “The science and technology of Civil Engineering Materials”. Prentice Hall, N.Y. ,384 pp. 1998

YOUNG, R.J., Introduction to Polymers. Chapman and Hall, 1981.

TEORIA DA ELASTICIDADE

Carga Horária: 45 horas 3 Créditos

Ementa:

Operações com tensores. Pequenas e grandes deformações. Equações gerais da elasticidade. Elasticidade linear. Análise de tensões. Decomposição do vetor de tensões. Tensões principais: círculo da Mohr. Análise de deformações:

campos de deslocamentos e de deformações, deformações principais. Equações gerais da Elasticidade: equações de equilíbrio e de compatibilidade. Lei de Hooke generalizada, condições de contorno. Problemas bidimensionais em coordenadas cartesianas e polares: estado plano de tensões e deformações, soluções polinomiais e em séries, semiplano. Teoria da elasticidade a três dimensões: forças de massa e de superfície, equações fundamentais, condições de contorno. Torção. Problemas axi-simétricos. Teoria das placas: equação diferencial da teoria clássica de flexão de placas delgadas, soluções de Navier e de Levy, formulação por energia e método de Rayleigh-Ritz. Placas retangulares e circulares axissimétricas. Teoria das cascas: teoria da membrana e de flexão para cascas de revolução, cascas cilíndricas e cascas de forma arbitrária. Semi- sólido infinito. Métodos energéticos. Princípios variacionais generalizados.

Bibliografia:

COOK, R.D.; YOUNG, W.C. “Advanced Mechanics of Materials”, Macmillan,

1985.

DIM; SHAMES, “Solids Mechanics – A Variational Approach“, MCGraw-Hill.

FLUGGE, W. "Stresses in Shells", Springer-Verlag, 1973.

JAWAD, M.H., "Theory and Design of Plate and Shell Structures", Chapman & Hall, 1994.

LITTLE, R.W. "Elasticity", Prentice-Hall, 1973.

SZILARD, "Theory of Plates", Prentice-Hall Inc, 1974.

TIMOSHENKO, J. P.; GOODIER, "Theory of Elasticity". Filonenko-Bordich. 3 rd Edition.

TIMOSHENKO, J. P.; WOINOWSKY-KRIEGER, “Theory of Plates and Shells”. 2 nd Edition.

VILLAÇA

COPPE/UFRJ, 1998.

S.F.;

GARCIA,

L.F.T,

"Introdução

a

Teoria

da

Elasticidade",

UGURAL, A.C. “Stresses in Plates and Shells”. 2 nd . Edition, McGraw-Hill, 1998.

JAWAD, M.H., "Theory and Design of Plate and Shell Structures", Chapman & Hall, 1994.