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Estudande: Paulo Henrique Lacerda

Disciplina:MTC-METODOLOGIA E TÉCNICA CIENTIFICA


Turma: 3ªAno Matutino 12

Resenha Crítica do artigo:In IX Jornadas Latinoamericanas de Estudios Sociales de la Ciencia y la


Tecnología - ESOCITE. cidade do méxico, méxico, 2012. http://pt.scribd.com/doc/93571357/Programa-ESOCITE-2012-
DesglosadoisBn: 978-607-02- 3278-7. SILVA, F. L. e. Revista MSG, número 3, ano i, Humano, transumano, pós-
humano. São Paulo: Lazuli, 2010. SIMONDON, G. El modo de existencia de los objetos técnicos. Buenos aires:
Prometeo, 2007.

Tecnociências: meios ou fins?

Alexandre Quaresma é escritor, ensaísta, pesquisador de tecnologias e


consequências socioambientais. Autor dos livros Nanocaos e a responsabilidade
global, Humano-Pós-Humano – Bioética, dilemas e con¬ itos da Pós-modernidade e
Nanotecnologias: Zênite ou nadir? É membro ativista da Renanosoma (Rede de
Pesquisa em Nanotecnologia, Sociedade e Meio Ambiente) e vinculado à FDB
(Fundação Amazônica de Defesa da Biosfera).

O artigo explora as tecnologias e técnicas que estão fugindo do controle dos


humanos,causando com que,nos sejamos influenciados, a certo ponto, de aquilo que
de fato não somos.

Em um primeiro momento o autor explora um pouco o passando,onde a ciência era


superior, os pesquisadores e cientistas perseguiam unicamente a “VERDADE” , e ele
também ressalta,que esta articulação,tecnocientifica,só se tornou possível com os
investimentos de governos,instituições e pessoas de grande poder aquisitivo.

No modelo deste desenvolvimento, o autor, acredita que á falta de autonomia e


alternativas ao controle exercido pelas (firmas,empresas e industrias) é também a
flagrante concentração de poder e controle nas mãos de um pequeno e privilegiado
grupo. Ele transcreve que as tecnociências tem seu lado positivo,mas também seu
lado negativo,ao deixar claro que “as tecnociências podem ser consideradas fins
quando o processo político decisório de escolha e implementação é impermeável ao
controle social,novas instrumentizações e descriminações com isso ele fala que, ao
instrumentalizarmos a natureza de forma incorreta,estaremos mudando o nosso olhar
diante desses elementos(vida e corpos).Além disso ele fala que desta
instrumentização podem surgir outras formas genéticas,uma serie de novos
preconceitos que podem ser prejudicais á nossa sociedade.

O artigo também estabelece que o controle da tecnologia tem determinado não só a


plataforma tecnológica a ser utilizada, comercial e industrialmente pelas massas, mas
principalmente a prevalência de certos valores que não são definitivamente aqueles
que privilegiam as maiorias e as coletividades humanas.

Por fim ele ressalta que a melhoria da saúde e a proteção contra doenças estão entre
o benefícios que os avanços científicos podem oferecer, as tecnociências e
tecnologias, são cruciais e até determinantes na estruturação e consolidação das
realidades sociotécnicas que aí estão, e são responsáveis por muito mais do que
instrumentalizar nossas sociedades, torna-se sumamente importante
compreendermos, criticarmos, sabermos escolher e, sempre que possível,
apropriarmo-nos dessas mesmas tecnologias.

Na minha opinião,ele esta totalmente correto,com o descobrimento da tecnologia as


vidas de todos melhoraram,pois tornou o acesso a informações e serviços mais
rápidas e fácil,mas nem tudo são flores,com todas estas informações agora
presentes,pessoas querem cada vez mais explorar as coisa e acabam perdendo um
pouco de controle de si,como a criação de bombas atômicas e a escolha de cor de
pele,dos olhos e do sexo de um bebê,algo que acho extremamente desnecessário,por
mais que uma pessoa não possa ter um filho de maneira normal,ela não pode ter a
audácia de oprimir suas proprias características por conta de um padrão da sociedade.

Paulo Henrique Lacerda