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E ST A D O D O ESPIRITO S A N T O
S ig ilo so
Secretaria de Segurança Pública
Superintendência de Policia Civil
Del egaci a Ordem P o l í t i c a Social
Serviço do Investigação e Informação

Vitória - E. S. em...1 8 ..... J 0 / 75

A ssunto: r e s t i v A L ix g x n e íx nosso
O rigem : C l i e n t P -/!'•»'»
C lassificação: »**•<$
Difussão: DP' '- I . .
Difussão de Origem : • <» 1» t * J , *» í» ? • J* t * I . I * t « *

A nexo: I, S . t . l . S . M . i . l . S t i i )
R eferência: , t . J , I * * . i I , S ,!. t . l . !•

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GOVSRNO DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO


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FÔlhas N,2....................................................
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Processo N.2................................................
6WÉ8N0 M ISTMO N ESPÍRITO SANTO
ÓRGÃO: Rubrica..................... ...................................

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CONFIDENCIAL
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA
DEPARTAMENTO DE POLlCIA FEDERAL
DIVISÃO DE POLlCIA FEDERAL - ES.
SEÇÃO DE. I N F O R M A Ç Õ E S . ____ ,1___ V I T Ó R I A , 19.:..1975

ASSUNTO: K3S2I7AT. D3 OTTUTA RUSSO


ORIGEM: .".I /Z l/T ÍI^ /Z Z
CLASSIFICAÇÃO: '
DIFUSÃO: SII/JOPS/TJS -
DIFUSÃO ANTERIOR: 3IX /D 0P S /E S .~
ANEXO: X- x - X -
REFERÊNCIA: F.*!, ní^O ^jll/D O P S/SS , do 1 0 .4 .1 9 7 5

rrjQ n ru ç flO TTfi 3 . U A 5 ~ S I / S ? v/ 3 P P / J I

Gorv^nvoomin a n to r t u r a do flo n tiv a l S o v ié tic o do Ó inoia a o s ta C a p ita l,


v o a lirrv lo ho poríoclo do 2 2 .2 .7 5 a 2 8 .2 .7 5 , os gonhorodi TiTJITXIIT GIRA -
gFTOYTOTI AlEfjIIIIT^ a dido jo u l ta m l da Sto.1xaixa.da S o v iéticla ao U r a c il. p o r
ta d o r da Id o n tid a d e S o v ié tic a n 2 11 , 747 , com 32 anos do id a d o , canado,
ro s id ô iito ct Av. das Na^oos, Embaixada da URSO - B raoí^ia/D I?, tendo o
mesmo chegado on V ito r ia às 1 1 ,0 0 h o ra s do d ia 22 do f e v e r e i ’0 de 1975,
hospedando-se r o H o te l I íe l a l, quanto 601, e CrluTC-ORI JIC|Xir>ÁHATTOT7, r e p r e­
s e n ta n te da Agencia TASG. jo r n a iis ;;a , com 36 anos do id a d e , casad o , /
1 o rta d o r da Id e n tid a d e S o v ié tic a nS OH 032.923, r e s id e n te à Q 70? - /
Bloco BC 16 - B r a s ília /D P , também chegado a V ito r ia às 11,00 h o ra s do
d ia 22. 2 . 75 * 0 te rn o de perm anência dos nominados n o sl a Cidade f o i de
7 d ia s , ten d o ambos s a iã o à s 23,00 h o ra s do d ia 2 8 .2 .7 5 , com d e s tin o a
Salvudor/BA . Quanto a STA1TISLA.V ALSKSilHDEOVIOH SirúVAJTCV, o mesmo não /
te v e t r a n s i t o n e s ta C a p ita l.
“b - Oc Conliores 7A12HXIII G. ALE3HHT S GAIGORI II0LDA7AIT07, concederam c n tr e -
v i s t a a im prensa l o v a l, conforme rep o rtag em do d ia 25. 2.75 do jo r n a l /
"A G azeta” ; compareceu também a e n t r e v i s t a o P ro fe s s o r GHI3MAIT0 PER -
RSIRA PRAGA e o rg a n iz a d o re s da Pundaçao C u ltu r a l do p í r i t o Santo.
Ponda-jão C u ltu r a l do E s p ír i to S anto, não re c e b e u da Bmíbaixatfn G o v ié ti-

C ontinua.

CONFIDENCIAL
ÍH, •D O HO6
CONFIDENCIAL
M. J. —O. P. F. / C. s.
v I:. " o * n n 3 8 ^ 5 - M / I A / jF F /J G

cn a im p o rtâ n c ia rrC c re n te á •■ d esp esas c o n ce rn en tes ao n ln g n o l do Gin o


Jan d n ia p*'ra r o a l i v n -no do- P e s tiv a i S o v ié tic o do Cinema, c. cjuil so d o s-
t i n a va a co lo rir o d c f i t o n tte o v a lo r do a lu g u e l do r e f e r i d o o i r o ra o a
ro n > . darj 07 (c o to ) a p re s e n ta ç õ e s , conformo c o n tr a to s .
d - A r e c e p tiv id a d e do p u b lic o ao F e s tiv a l o a fro q u c n o ia forem bom f r a e v s ,
p > is o Oino Jan& aia tom cap acid ad e p a ra 700 (so to o o n ta o ) p e s s o a s ; do d ia
,77 ■'to o 'i a 70 do f e v e r e i r o , p o r o c a siã o do r o f o r id o F e s t i v a l , a fro q u o -
oi- do guh.Gico ao Gino Inicie, i a nunca, a lcan ço u o nunoro do ;200 p esso as p o r
snarrão, conformo c o n sta om B o rd ero s.
o ~ Os Cilmos e x ib id o s no Cine Ja n d a ia com r e f e r e n c ia ao F e s tiv a l do Cinema /
TTovo S o v ié tic o , aão o a c ona ta n to a da program ação da Pandas a o C u ltu ra l do
E s p ír i to S an to .
f - 0a componentes da d ire ç ã o da Fundação C u ltu r a l do' E s p ír ito S an to , sao os
s e g u in te s : EUZI E0DEICUE3 M0AAE3 - D iro to ra-E x © o u tiv a; S&AGIO PEECIBA BAH
POSA - Ghofe de A d m in istra ç ã o ; ADAXI EMIL OSAIifOEYSKI - Chefe de S ad io , Oi
nona o TV; HSIDA LÚCIA. OUITTIA UOE/IES - D ire to ra -d o S erv iço de B ib lio te c a e
nus ou.
Conselho de A d m in istração da Pundação C u ltu r a l: SüZI EQDEIpüT)3 IiOEAES -
Divo t o r a ; PILHOU TA^ADE?/ - ÜFBS: HEUCIO LEAO BORGES - Soo v e ta r ia de Aâni
n ia --ra ,ã o do jatad o do E s p ír i to S anto; CSKIAS ECDIIlGUES SEQUEIRA - Con ~
so lh o E s ta d u a l do ?C u ltu ra ; LTTTEI LUCAS - S e c r e ta r ia de E&u 3ação do E stado
do E s p ír i to S an to .
Endereço da Pundação C u ltu r a l: Av. Uossa Senhora da Penha, :i2 2141, V ito -
ria /U S .
C “ A im prensa l o c a l lim ito u - s e a p u b lic a ç ã o da program ação e co m en tário s /
sobro a f ic h a té c n ic a das p e l í c u l a s e x ib id a s , resum indo-se assim , o ap e lo
dado p e la im prensa ao F e s t i v a l .
h - 0 f e s t i v a l Contemporâneo do Cinema S o v ié tic o , f o i promovido a c o n v ite do
S r. G overnador do E stado do E s p ír i to Santo e da firm a S eal
Senhores VALEITT1U GEEASIITOVICII ALE3HBT e CrRIGOEI MOLDAYAH0Vf p a r tir a m des
t a C a p ita l em a u t conovei p a r t i c u l a r no d ia 2 8 .2 .7 5 , á s 2 3,00 h o r a s , com /
d e s tin o o, Salva&or/BA, a, fim de m a n ter os c o n ta to s p a ra a
P o s tiv a l S o v ié tic o n a q u e la C a p ita l com i n í c i o p r e v is to p a ra o d ia 3#3#75.
As a p re s e n ta ç õ e s do F e s t i v a l n a q u e la Cidade se rã o f e i t a s em casa de d i -
v e rsõ e s da em presa C in em ato g ráfica D ir e ta L t d a ., de p ro p rie d a d e do S r.
(?2 , S alv ad o r -
ADALIO VALVIEDE, s i t a á Av. E stad o s Unidos nô 180 - saio, 21
-'
BA.
C ontinua.

"ONFIDENCfÂL
j c S f t J é S ' . a,
• u ? .o ?
v jO N P I D E r s iC iM s -
M. J . — O. P. F. t e. 3.
s r ã e t i r : 1' r v c ? '

r v\ r r i o *m osclarcc& n o n io a o co n p lcn o n ta ja o , so ju o n anexo r.z sopuln


, * .
to n c o p ia n s —
'
- Tdv'OuO - 30 Somam Ao Cinoma S o v ié tic o ;
- d a o o rte s do jo r n a l HÀ T rib im a11, d atad o s do 20 0 20#2. 1Í975 ,
ro sp o ativ o rrio n te 5
- d^coruos do jo r n a l ,!A ta% o ta", datad o s 15 , 22, 23, 29, 27 0 28
do " e v e re iro do 1275, r o s p o c tiv a n e n to ;
- li ío.v (;o Ao jo r n a l 110 T -tad o do 3«Paulo” , do 21.1.1975$
- P ro v \-:a - M9:i.no Janclaia" * D eclaração do Ho sponsaM lid& do D inan-
c o ira 0 T elex 3ST3TLVi:iíIi5
- D e c la ra ;,ao da Ptmda,;ao C u ltu r a l do E s p ír ito S an to 5
- Docpxorincnto do p r o p r io t a r io do Oino J a n d a ia 0 proprai;iação r e f o r o n -
to ao P o a tiv a i Ducso; «
- Bordaroa r e f e r e n t e a a s so sso o s no Oino Jo n d aia nos dia?0 2 2 ,2 3 ,2 /r,2 5 ,
2 6 ,2 7 ,2 8 .2 .1 9 7 5 5
- ?vO quorim onto da D ir e to r i a D xooutiva do, ütmdaçao O u ltu ro l do D s p ír ito
S a n to ;
- Polagão da D ir e to r i a e Conselho do A d m in istração da Pundação C u ltu r a l,
o r c l a j ã o de S e rv id o re s C ontratados#
x~x~x~x-x-x-x~x-x~x~x*-x-x~

O DESTINATÁRIO Ê RESPONSA- j
VE L PELA M AN UTENÇ ÃO DO SI
GILO DÊSTE DOCUMENTO. (ART. |
0 2 - Dec. N ° 60.417/67 ~ REGULA- j
MENTO PARA SALVAGUARDA DE í
ASSUNTOS SIGILOSOS). .

CONFIDENCIAL
A 3a. S em ana do C inem a S o v iético in clu i
a a p re s e n ta ç ã o de u m a s é r ie de c u r ta -m e
tra g e n s e desen h o s de anim ação s o v ié ti­
cos, que s e r ã o exibidos com o com plem en
to s da cada s e s s ã o do fe stiv a l. A p r o g r a ­
m ação co m p reen d e e s te s film es: Como og
Cos saco s Jogavam F u teb o l, de V la d im ir
Dakhno; A B a ila rin a no Navio, de L ev
Atam anov; Robin Hood, O D estem id o , de
A natoli K aranovich; Tu m e P ag as J, de V.
Kotyonochkin; Ò, Meda, Mo d a . , , de V as
tang B astadze; O Banco, de Lev A tam a­
nov; H is to ria de um C rim e , de F io d o r K i-
tru k . Um a s e s s ã o e sp e c ia l s e r a re a liz a d a
p a ra a p re s e n ta ç ã o dos desenhos anim ados.

Ed içã o do C in e c iu b e M a cu n a ím a / R io, 1975


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3 * S H S S A M &
DO C I N E MA
SOVIÉTICO

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E M B A IX A D A D A U R S S
S EC R E TA R IA D E C U L T U R A D A G B
C IN E M A T E C A D O M AM
C I N E C L U B E M A C U N A lM A
S O V E X P O R T F IL M
A moderna produção do cinema soviético está
presente nesta mostra organizada pela Cine­
mateca do Museu de Arte Moderna do Rio de
Janeiro e Cineclube Macunaíma, sob o patro­
cínio da Embaixada da União Soviética e da
Secretaria de Cultura, Desportos e Turismo
do Estado da Guanabara, numa promoção da
Sovexportfilm. Os diretores e artistas soviéti­
cos mais destacados dão aqui uma visão do
que realiza um cinema que tem como grandes
mestres Eisenstein e Pudovkm. A mostra, já
apresentada em Brasília e Porto Alegre, é a
terceira que se realiza em nosso país com
filmes comercialmente inéditos e assinala
uma contribuição importante para a aproxima­
ção cultural entre os povos do Brasil e da
União Soviética.
V03
UM CINEMA D E M U ITA S FACES
j § MA característica do cinema soviético, desde ôrfáo (1963); e muitos outros com fértil produção.
w os primeiros anos de sua existência, é seu Os hoyos Estúdios Uzbek-Filmes, dirigidos por Malik
caráter multinacional: cada república criou suas pró­ Kaiúmov, agrupam muitos jovens cineastas como
prias organizações cinematográficas e faz filmes Ali Jamraitv (Comissário Extraordinário) e Eher Is-
sobre sua própria vida, em seu idioma e no estilo hmujsmédov (Ternura s Enamorados).
nacionai. Apesar dessa fidelidade às peculiaridades
locais, o desenvolvimento das diferentes repúblicas CINEMA da Geórgia, um dos mais importan­
é um processo único e comum. O avanço das
cinematografias nacionais não é paralçlo, mas'ho-
O tes de URSS, è marcado pelos filmes do gran­
de Alexander Zgurídi, baseados em grande parte na
' mogèneo. Elas não tenderam ao isolamento ou à vida dos animais em seu habitat, a partir da qual ele
* autonomia - seguiram uma linha estilística fiel ao desenvolve suas lições de humanidade. As Ilhas
traço marcante imposto por obras-primas do cine- Encantadas, Nos Desertos da Asia Central, Aconte­
* ma russo como 0 Encouraçado Potemkin e Outubro, ceu no Bosque e A Montanha Negra são alguns
* de Eisenstein, A Mãe e 0 Fim de São Petersburgo, de desses filmes já clássicos. Zgurídi publicou há pouco
Pudovkin, entre outras. 0 Instituto de Cinematogra­ um livro cujo titulo resume os objetivos de sua obra
fia da URSS, ern Moscou, fundado depois do triunfo - Com a Câmara em Lugar do Rifle.
da Revolução de Outubro, converteu-se logo na
O escola multinacional de cinema: os mestres transmi­
tem, lá, seus conhecimentos e sua experiência aos W A Kirguizia, a produção cinematográfica co­
meçou nos duros anos da guerra - em 1942.
jovens de talento vindo das outras repúblicas. Em 1955 um filme de Vasili Pronin, Saltanat, já
impressionava as demais repúblicas. Alexei Sakha-
I V f A República da Armênia, o surgimento da rov e Eldar Shenguelaia lançaram em 1958 A Lenda
. cinematografia foi precedido de um vasto do Coração de Gelo. As primeiras películas da
alicerce cultura — dois milênios de história do teatro Kirguizia que tiveram ressonância no exterior foram
nacional, de uma poesia e uma prosa de alta realizadas em 1963 - Bochorno, de Larissa Shepit-
qualidade. 0 primeiro filme rodado lá, em 1925, foi kó, e 0 Prim eiro Mestre, de Andréi Mikhalkov. Hoje,
uma verxãn da novela de Shirvanzadé Namus. cineastas de Moscou e Liningrado rodam filmes na
O primeiro filme sonoro armênio foi rodado em Kirguizia, onde avulta a produção de documentá­
1935: Pepo, do diretor Amó Bèk-Nazarov, com rios, em que se especializaram dois já famosos
música de Katchaturian. Pouco antes da Segunda diretores - Bolot Shamshiev e Tolomush Okeiev.
Guerra Mundial havia lá intensa produção cinemato­
gráfica, retomada nos primeiros anos do pós-guerra, ã X MA das mais jovens cinematografias soviéti-
com o drama Pela Honra e a comédia 0 Bezerro de w cas é a da Moldávia,que só começou a
Ouro, ambas baseadas nas inesgotáveis fontes da tomar-se conhecida nos anos 60. Os temas rurais
cultura nacional.Da grande produção que se suce­ predominam, nessa república essencialmente agrí­
deu, destacam se Conhecido (195*L cola. Pradarias Vermelhas, de 1966, é, por exemplo,
O Triângulo (1967) e Os irmãos Saroyan (1969). um relato poético sobre a vida dos pastores, realiza­
do por Emil Lotianu, um cineasta de menos de 40
t)JÊ O Uzbequistão o primeiro estúdio foi criado anos. Ele fez também, em 1970, Esse Instante, sobre
■ w em 1924, e já em 1931 surgia um grande a atuação dos combatentes das Brigadas Internacio­
filme, Elevação, do uzbeko Nabi Ganiev, falecido nais que lutaram contra a fascismo na Espanha,
prematura mente. Ele inspirou muitos importantes durante a guerra civil: no filme atuam mais de 200
cineastas, que trabalhavam nos estúdios de Tash- ex<ombatentes republicanos espanhóis e seus fi­
kent, hoje um centro cinematográfico destacado: lhos, muitos deles nascidos na União Soviética.
Kami! Varmatov (Avicena, 1957); Latif Faiziev, res­ A produção atual é grande, destacando-se
O ponsável por várias versões da literatura clássica
uzbeka, e hoje quase completamente dedicado à
Tormenta Vermelha (1971), de Vasili Paskaru, sobre
a luta dos camponeses da Moldávia para instalar em
televisão; Ravil Bstirov (As Maçãs de 1941, 1970); 1917 o poder dos sovietes, e 0 Ultimo Forte, de
Shujrat Abbasov, famoso pelo filme Tu Não Eras 1971, de Vasili Braskanu.

Leiaute de Fichei Davit Chargel


Fontes: Arquivos da Cinemateca do Museu de Arte
Moderna do Rio de Janeiro e Sovexportfilm

I
TC HÉK O V E M SE U M UN D O ^ J| &K&ApEeS/ V£&0 .rfift» ÍL ?»|0
auxílio da não menos malvada bruxa Naina. t. Ator e decorador no princípio de sua carreira de
Prepara-se então para lutar com eles, com o auxílio cineasta, Ptushko começou com ensaios de divulga­
Lika, 0 A m o r de. T chékov (1969) tem como artista no grande mistério, o processo de criação. ção científica. Premiado seguidamente em festivais
subtítulo. Tema Para um Conto:» ' o filme todo se Yutkèvich conseguiu um meio termo entre o caráter do bom mago Finn.
internacionais, são seus os seguintes filmes e prê­
passa em um dia da vida do escritor, e os episódios de filme de câmara do roteiro e as proporções do Especialista em filmar poemas de Pushkin, o mios: 0 Novo Gulliver (prêmio no II Festival de
* bem poderíam té-lú inspirado a fazer mais uma de personagem. Tchékov, um escritor elegante e irôni­ diretor Ptushko, ora com 74 anos, faz< de Ludmila e Veneza, em 1934), Conto do Pescador e do Peixinho
suas magistrais histórias curtas repassadas de inti- co, era também assim na vida: ele circulava sarcas- • os Barbaros, baseado no poema pushkiano Ruslan e (1937), Os Alegres M úsicos (1937), La Llavecita de1
mismo e poesia. ticamcntc com seu sorriso critico, no cenário rebus­ Ludmila, segundo ele mesmo diz, "a luta entre o Oro (1939), Flor de Pedra (Grande Prêmio do Júri no
A ação transcorre a 17 de outubro de 1896, dia cado c artificial da São Pctersburgo dos fins do bem e o mal, e o triunfo definitivo do bem”. Mas sua I FcstivaL.de Canncs, 1946), Três Entrevistas (1Ó48),
da estreia da peça de Tchékov.A Gaivota. 0 persona­ século XIX. obra è o resultado de um permanente aprofunda­ Sakó (Leão de Prata de São Marcos no X IV Festival',
gem central e o próprio Tchècov, para quem aquele "Era um homem singular e complexo ao extremo, mento da linguagem, da busca de um colorido de Veneza, 1953), llyá M úrom cts (melhor filme do
dia foi inicialmente de alegria e esperança e, depois, uma alma oculta, tímida", relembra o escritor Ivan .eminentemente nacional para suas histórias e a
Bunin, que o conheceu. Nikolai Grinko, o ator ano, no Festival de Londres de 1957), Sampo*
de decepção. De manhã ele esteve no teatro, todos representação de lendas infantis e cont&s tradicio­ (1958), Velas Purpúreas (1961) e Conto do Tzar"
cs ingressos tinham sido vendidos; ã tarde foi à escolhido por Yutkèvich para viver o escritor, circula nais da velha Rússia, sua maior preocupação.
também com uma agilidade, uma plasticidade exte­ Saltán (1965).
estação receber Lika, que ele amava e que o
inspirara a criar a personagem Nina, A Gaivota: ela rior e interior que são quase orgânicas, nele. No
viera de Paris especialmente para assistir à estréia. teatro, nas conversas com sua irmã Masha, ao
A noite, no teatro, as vaias, os apupos, o fracasso estender a mão para ajudar Lika (Marina Vlady) a
estrepitoso de uma platéia que não estava habitua­ descer do coche, Grinko, como disse um critico
da a peças de pouca ação e muito diálogo sobre a
vida e a literatura.
parece mais com Tchékov do que o próprio T c h é k o V ^ J
Marina Vlady, a estrela francesa (o filme c co-
O
0 diretor, Serguei Yutkèvich, contornou o desafio produção franco-soviêtica), que já fizera um perso­
em que muitos outros cineastas falharam: mostrar o nagem tchecoviano no cinema - trabalhara em «As

© LIKA. O AMOR DE TC H ÍK O V /U K A . LIUBOV


TCHEKOVA ê LUDMILA E OS BÁRBAROS/ RUSLAM V LUDMILA
Direção de Serguei Yutkérkh. Roteiro de Leonid Direção de Alexander Ptushko. Roteiro dcAlexander
Maiuguin. Fotografia de Naum Ardashnikov. Intér- Ptushko, baseado no poema Ruslan e Ludmila, de
prefes: Marina Vlady, tya Savína, Nikolai Grinko, Púshkin. Fotografia de Igor Gelcyn e Valentin Zakha-
Yuri Yakcríev. Produção MosfUm, URSS/Tèkia Film, rov. Intérpretes: Natalya Petrova. Valery Kozinets,
França. Colorida. Vladimir Fedorov. Produção Mostúm. Colorido.

mâssmm . "7... ...y;.........:


Uma tradição do cinema soviético, a co-produçào
CO-PRODUÇÃO, com outros países tem-se intensificado nos últimos
anos. Nos très últimos, vinte realizações em co
produção foram concluídas com diversos países,
UMA TRADIÇÃO como a Tcheco-Eslovàquia e a Hungria, mas grande
parte dos co produtores com a União Soviética são
atualmente nações fora do bloco socialista como a
Itália e o Japão. *
Ao lado de uma produção entre cineastas soviéti­
cos e tchecos, Vento Favorável, acabam de ser
realizadas co-produções com o Japão (Moscou, Meu
Amor) e Itália (As incríveis Aventuras de Italianos na
Rússia), além da Iugoslávia (As Bodas), No periodo
72-7A, as realizadoras soviéticas receberam 100
propostas para co-produzir com o estrangeiro.

TCHÉKOV, 6 0 A NO S MA TELA
Ao promover a adaptação cinematográfica de A se de cineastas de diferentes países por uma mesma
Gaivota, Yuli Karássik cedeu a uma tentação que criação de Tchékov não se notou apenas em Tio
marca o cinema russo ou soviético desde os seus Vania, já que pelo menos outro de seus trabalhos
tempos heróicos: Anton Tchékov é um autor que tinha merecido filmes na União Soviética e fora dela.
fascina os cineastas, que ao longo de 60 anos, na Em 1944, Isidor Annenski realizou sua versão de O
Rússia Czarista e na União Soviética, assim como no M atrim ônio (Svadba), tema que dez anos depois
exterior (Alem anha , Estados Unidos, Tcheco- seria retomado pelo cinema italiano para um filme
Eslováquia, Itália), realizaram pelo menos 38 ver­ em episódios: Tudo Acaba em Casamento (II Matri­
sões de obras do grande dramaturgo. Foi em 1910 mônio, dirigido por Giovanni Petrucci em 1954 e
que pela primeira vez apareceu na tela uma história que reunia Vittorio De Sica, Silvana Pampanini,
do autor de As Três Irmãs, por iniciativa do diretor Alberto Sordi, Valentina Cortese e Ave Ninchi ao
Piotr Tchardin. A Gaivota de Karássik se inscreve longo das três histórias que o compunham
portanto numa constante do cinema, que se voltou A atração por Tchékov fora de sua terra data de
para Tchékov tanto como autor como personagem: 1926, quando Alexander P r- •mny dirigiu Geração
ele próprio ternimou envolvido diretamente pela Perdida ( ‘Jberflüssige Menschen), antecipando
produção cinematográfica em Lika, ü Amor do em quase 20 anos à produção seguinte, Summer
Tchékov (Lika, Liubov Tchekova), que narra a sua Storm, de Douglas Sirk, de 1944, com George
trasédia pessoal em torno da elaboração e estréia Sanders e Linda Darnell. Cinco anos depois dele, o
de A Gaivota no teatro russo. famoso J iri Trnka realizou um film e de animação
Esse contato do cinema com Tchékov permitiu a baseado em O Romance do Contrabaixo (Roman s
realização de algumas obras exepcionais, que capta­ Bason), produzido em 1949 na Tcheco-Eslováquia.
ram toda a sutileza do mestre, como ocorreu por Em 1968, finalmente, outro texto de Tchékov servia
exemplo com Tio Vania, de Andrei Michatkov- para uma co -produção anglo-americana, The Sea
Konchalovskit exibido recentemente no Brasil com Gull, dirigida por Sidney Lumet, com James Mason,
Innokenti Smoktunovski e Serguei Bondarchuk nos Vanessa Redgrave e Simonne Signoret nos principais
papéis principais e que alcançou grande repercus­ papéis.
são entre o público e a critica. Tio Vania, realização A Gaivota apresenta neste festival de filmes
soviética de 1972, tinha aliás interessado o cinema soviéticos um interesse ampliado pela inclusão na
norte-americano quinze anos antes, através de uma mesma mostra de Lika, O Am or de Tchékov, o que
"produção dirigida por Franchot Tone e John Goetz permitirá ao público acompanhar a provação vivida
(Uncle Vania, de 1958), com o próprio Franchot por Tchékov com sua criação e depois conhecer esta
Tone no papel principal. Essa identidade de interes­ sua obra-prima. ------------------------------------------ —

• A GAIVOTA/TCHAIKA
Direção de Yúli Karássik. Roteiro de Yúli Karássik,
baseado na peça A Gaivota, de Anton Tchékov.
Fotografia de Mikhaill Súslov. Intérpretes: Ludmila
Savélieva, Vladimir Tcheverikóv, Yúri Yakovlev, Alia
Demidova, Efim Kapelián, Nikolai Plotnèkov. Produ-
. çáo Mosfilm. Colorido.
- g fe e 5 /^ 5 ,p s s o 0 .p e ft.£ T 4i

3 P Á S C H A ,, I AW4
Uma operária da pequena cidade russa de talento que passa despercebido no meio. Um dia,
Rêchensk, Pascha Stroganova, participa em suas terminado o espetáculo, Pãscha é procurada por um
horas de folga dos espetáculos de amadores do diretor de cinema em busca de talentos, que a
pessoal da fábrica em que trabalha. Sem ser bonita, convida a viver nas telas o papel de Joana D'Arc.
ela não consegue os papéis principais - dão-lhe A Estréia é um filme de Gleb Panfilov, jovem
interpretações de bruxa e anciã - mas sonha em ser diretor que não seguiu a trajetória da grande maio­
atriz de cinema e faz seus personagens com um ria dos realizadores, isto è, não foi assistente e nem
estagiou no curta-metragem, embora sua carreira
tenha começado após muitos anos de estudo. E seu
filme, premiado com o Leão de Prata no XXXII
Festival Internacional de Veneza, è uma afirmação
das convicções que o levaram a ligar-se à l.enfilm,
realizadora do filme: o talento inato do povo e a
sinceridade dos valores populares - tanto em Pás-
cha quanto em Joana D'Arc - estão no cerne da
história.
O filme não se detém entretanto nessa consta­
tação, e torna-a um vivo elemento de narrativa ao
valer-se da montagem para sobrepor os perfis dra­
máticos das duas heroínas. Embora a arte revele
para a operária aspectos da vida e do mundo que
violentam sua pureza, e a provação não mostre na
tela uma Joana D ’Arc imune às tentações e fraque­
zas de todos os seres humanos: ela faz um enorme
esforço para não ceder, e sua grandeza reside
justamente no fato de não contar com força alguma
estranha à sua natureza.
Inna Tchourikova é a atriz, cujo talento de
monstra em outra dimensão -■ da prática - aquilo
que o filme diz. Com um talento “em fortíssimo” ,
segundo a crítica, ela é uma Páscha apaixonante e
uma Joana na qual capitaliza a força de Páscha e a
segurança profissional de Inna. Os pontos comuns
entre Inna e Páscha, no que elas têm do exuberante
caráter russo, prevalecem na interpretação, ainda
segundo os críticos. Mas quando aparece Joana
D'Arc, ela é Joana D ’Arc - e a plptéia se esquece de
que a heroina está sendo vivida, no próprio entre­
cho, por outra personagem do filme, Páscha.
Certa independência entre as duas linhas da
história - parte de Páscha, a operária, e a de Joana,
a m á rtir-p o d e surpreender os espectadores acostu­
mados a uma concepção estritamente linear. Há
cenas de Joana que antecedem mesmo ao convite
do diretor à operária para que viva a francesa no
cinema. Essa alteração da cronologia, que aparece
com outras inversões da seqüência cronológica, foi
justificada pelo diretor como uma maneira de tornar
cada ramo da história uma unidade em si mesma. E
elas dinamizam a condução do entrecho, principal­
mente no que se liga à nova experiência de Fáscha
como atriz.

6 A ESTREIA/NATCHALO
Direção de Gleb Panfilov. Roteiro de Evguéni Gabri-
lovitch e Gleb Panfilov, Fotografia de Dmitri Dolinin.
Música de Vadim Bibergán. Intérpretes: Inna Tchou­
rikova, Leonid Kouravlicv, Valentina Telichkina, Mi-
khait Kanánov. Produção Estúdios Lenfilm. Preto e
branco.
UMA R EC R IA ÇÃ O D E BQRODBM
§
Dois grandes momentos da criação russa servi• igualdade. £ a opinião da critica internacional, para
vam de substrato para a realização de 0 Príncipe a qual a obra de Borodin foi tratada dentro de “ um
igor: um. de forma indireta, o poema épico do admirável sentido das exigências do cinema como
Século XII 0 Cantar das Hostes de Igor, que exalta o meio de expressão autônomo e sem subordinar, em
hercxsmo do povo russo na defesa de sua pátria mom ento algum, as possibilidades narrativas da
contra os invasores bárbaros; o outro, a base do imagem fílmica, essencialmente teatral na obra
filme, è a ópera de Alexander Borodin - membro do original" (La Nación, de Buenos Aires, 6 de julho de
chamado “ grupo dos cinco” na música russa - 1973).
também intitulada O Príncipe igor, lançada em 1890 O filme foi rodado em Buristia e na Ucrânia, e
e baseada no poema épico da antiguidade. reproduz a antiga cidade de Putvl, com seus pitores­
Embora se trate de versão cinematográfica de cos templos e palácios de pedra branca, onde reina
uma cpera, o filme è diametralmente oposto ao que o Príncipe Igor no Século XII. A Rússia foi invadida
se podería considerar “ uma ópera filmada." A pelos bárbaros polovetsianos, e em Putvl Igor prepa­
famosa ópera de Borodin teve um tratamento essen­ ra seus exercícios para expulsar o invasor. No
cialmente cinematográfico, com sua força poética encontro entre as duas hostes, Igor é derrotado e
traduzida em equivalentes cinematográficos de capturado juntamente com seu filho.
O
% nv$ o p z ts p

f
Em Putvl, a Princesa Yaroslávna prepara a defe­ Roman Tikhomirov, seu diretor, è especialista
sa da cidade. Konchák, o líder dos,invasores, respei­ nesse gênero de espetáculo, muito popular na União
ta scp prisioneiro e o cobre de honrarias, chegando Soviética - o espetáculo cultural para divulgar os
a fazer uma grande festa em sua homenagem. clássicos russos. Anteriormente Roman levara às
telas. Eugênio Onequin e As. Três Cartas, com suces­
Oferece-lhe a liberdade em troca de sua submissão. so de públiçoe.critica._______________________ u ll .
Igor não aceita a proposta e, ajudado por gente do Os papéis centrais estão a cargo de Boris Jmel-
próprio Konchák, consegue fugir e voltar a, Putvl,
onde reorganiza as tropas e, aclamado peló povo, nitski (Igor), ator de teatro em Moscou; duas es­
marcha para lutar contra os polovetsianos. treantes, Nelly Pshònnaia (Yaroslavnà) e Invetta
Margóeva (Konchakcvna), alunas do Instituto de
Ap célebres danças dos bárbaros são interpreta­ Arte Cênica de Moscou; Boris Tókarev (o filho de
das, a campo aberto por numeroso conjunto coreo- Igor), estudante do Instituto de Cinematografia e jà
• grafico. Por sua força e beleza cênica, constituem conhecido por outras interpretações. O filme teve
um dos momentos mais importantes do filme, ao também a participação de três conjuntos extraordi­
mostrar todo um povo guerreiro na dança ritualísti nários: a Orquestra Sinfônica e Coro do Teatro’
/ ca que resume seu ideal, de guerra. Acadêmico de Ópera e o Balé Kirov, de Liningrado.

0 O PRÍNCIPE IGOR/KNYAZ IGOR


Direção de Román Tikhomirov. Roteiro de Isaak
Glikman e Román Tikhomirov, baseado na ópera
Príncipe Igor, de Alexander Borodin. Fotografia de
Alexander Chirov. Intérpretes . Boris Jmelnitfki,
Nelly Pshònnaia, Boris Tókarev, Bimbulat Vatáev,
Invetta Margóeva, coro, orquestra e corpo de baile
do Teatro Kirov, de Lcningrado. Produção Estúdio
Lenfilm. Colorido.
NA UCRÂNiA, SOB A
Numa aldeia da região ucraniana de Bukóvina O irmão agride o irmão, como na Biblia, como nas
(perto da fronteira soviética, polonesa e romena) tragédias dos séculos passados, como nas canções
vivem em 1939 o músico Zvonar e sua família. Ele do povo. As eternas paixões humanas explodem em
*ama a canção e com ela ganha o pão. A bucólica meio à derrota dos colaboracionistas, que apesar do
vida provinciana muda de repente com a Segunda fracasso prosseguem praticando vandalismos de­
Guerra Mundial: um grupo nacionalista, os moços pois da guerra.
negros, colabora com as tropas nazistas espalhando Este Pássaro Branco de Mancha Preta só poderia
o terror nos bosques próximos. Quando o Exército ser feito por um ucraniano, disse um critico. Porque
soviético entra em Bukóvina, a Ucrânia se reunifica, só ele poderia captarj como Yúri llienko o conse­
e à família de Zvonar cabe um quinhão de alegria, guiu, a beleza assombrosa da região subcarpática,
mas também um de tragédia: o filho maior, Piotr, os hábitos populares, as festas, o temperamento
ingressa no Exército soviético, enquanto seu irmão dos trabalhadores das aldeias da Ucrânia. Quando
Orest adere aos terroristas dos bosques. chove nas bodas de Dana, isso não é uma mera
0K&5 f)p ttS fih S .O .IR fí. p. 13
1

PORTO "As palavras me fídtlam mp mttmmnto efíe éfnnr


alguma coisa a respeito dte um rfhs espxtiàzu/hs
artísticos e culturais mais üunitos apuas px *iT —
escreveu uma espectadtinx na> llurco dte apininor s »
ALEGRE entrada da sala de sessões dd> (I Festiwil dl» Ftlhre
Moderno Soviético. De- 27 dte seflsmftrw a 3 dte
P E D IU outubro do ano passadni ncc aridltúricp cto Ãssanrrítíkia
Legislativa do Rio Grandes dw StiJl, env PdrhT Ategpe„m
festival reuniu em médlai,. parr sessão»,, 9GW pessoas,,
B IS casa lotada.
As opiniões fora nv enthitairto muito diversifica­
das em tomo dos fihrres,. e env cpisrse fizs&ks ats
manifestações era pedicfax reprises*. Vfíntte e ontem
pessoas pediam "que fosses repeüiiiv’" ® iSlims "Ufa*.
0 Amor de Tchecov».. /hvaiiáWíbnEnrtts;. nrssrrm co*-
mentando outros títulbas;, c s espeettsdixrKs fíriisavarm

c ter gostado dos documentários e dtesmhxrs anürn»-


dos. Outros espectadores teziami snaAxgjess erfine m
comportamento de tipos /hmrairas ma pJisitàia es •
conteúdo dos filmes..
Uma espectadora dtedármu-ss “ kmz3a£mfa~
com um dos documcntáriipsr. ““Adtrrmi ® dherumentâ-
rio sobre a G e ó r g ia — estzmvetu — traúuma é
pura vida, música e poesia/,, asm a diial&Ska dte ser
também, para o hornem emi suas semSimndai a
seu local de trabalho'”-

A EGGQLA, BEUS CONFLITOS


Um professor de História entra na sala de aula. 0 desinformados- sntirs wmnadfonra) xTmmat sawéfüca.
■ filme o acompanha a partir daí durante três dias, £ um filme i'ntimi's&a e ítermn, cfe&síí» dte naüávei
detalhando sua convivência e seus conflitos com os capacidade de ca#ferir as tiimgss pscaihgjizas efe v íu s
estudantes. Dentro de.- .-.rilh a m os dilemas de personagens, disse ® ©nfíc® argen/im» AvgusÕn
seus contactos com j>s jovens e de sua própria Mahieu. Os a tones prirnripois ttenv um» fúrrçãa disc®-
relação sentimental com Natalia, uma professora de va neste filme dte expressões e sesTünrentassz “T o c b
Inglês (mais jovem e ex-aluna dele), a que se soma era novo para nnmrr tíws dten m xiá tr'm en te :; wsrrrfr»
um vasto mosaico de conflitos entre os próprios o filme, não rexnmlt&za> nrihfíra «cct, ® cmtdk» dte
estudantes. As suas costas, o passado dos duros comportar-me, efeeamfeur;/"dite Win» ItttejTsftjftava,, que
anos da guerra, seu trabalho cotidiano de anos na faz a professora) cite Ihgjss*. Wairftsslip* Tfi%Jiurmiw„ 9
G escola, mesclados ao medo de admitir que está
definitivamente apaixonado pela moça.
mestre (ator pnemiatto intonvsanixTTsihr^sTtss,. ferrnssa»
desde que fez cd Ph'mripe fitrdteai em Guerra e PfeíJt.
Baseado num roteiro do dramaturgo Gueorgui atua com maquilisgpmmimmactsua&rtâaêaàteum
Polonsky, o filme traça um retrato verídico do jovem ator de idéia, des urm ator irrttítestossíl — as terras
soviético de nosso tempo, o processo de sua forma­ dependem de seusgpstos autiBrrtfirxcs, dte s e u s dtosats^
ção espiritual, seu caráter, sua luta interior. £ da expressão d&szusattms,.
discute problemas pedagógicos e existenciais com Segunda-Feirai R o s \íémrrras cxurqujsãiw ar KTutete-
uma amplitude que surpreenderá os espectadores Iha de Ouro do VII fFestívaiidte íWbraarmi*, erro 236&,

• SEGUNDA-FEIRA NÓS VEREMOS/DOJM&MUm


PONIEDELNIKA
Direção de Stanislav Rostotski. Roteiro dcGUemrgpii
Polonsky. Fotografia de Vyacheslav Shumstyt.lirfáa*-
pretes: Viacheslav Tikhonov, Nina Menshikovw.lhma
Petchernikova, Olga Giznéva. Produção Estúdios fXt.
Gorki. Preto e branco.
Três Irmãs», filme baseado na peça de Tchòkov do
mesmo nome - preparou-se cuidadosamente para
fazer*Uka: releu inclusive todas as obras do autor,
até suas cartas.

fios interiores que envolvem Tchèkov e seus


O filme è mais um êxito na carreira de Serguei
Yutkèvich, o velho amigo de Eisenstcin - os dois
estudaram juntos direção cênica, na juventude.
Algumas de suas mais de 30 fitas tornaram-se
classicas, como «Encaixe» e «A Vela Negra», com as
quais ele refutou a teoria - em voga nos anos 20 -
e
ariiigos e parentes, a cuidadosa reconstituição de de que não haveria qualidade fotogênica no ambien­
época: as salas sombrias superlotadas de objetos te operário: no primeiro, escolheu como persona­
inúteis e incômodos, toda sorte de biombos, pufes e gens anônimos trabalhadores de uma fábrica, e, no
estatuetas - o ideal da falsa beleza decorativa que segundo, pescadores, Depois do grande sucesso de
era a moda na Rússia czarista; nos exteriores, a Otelo, baseado na peça de Shakespeare, ele fez três
tediosa paisagem provinciana, a monotonia outonal filmes baseados na vida de Lênin - «O Homem do
em meio á qua/ irrompe luminosa a figura de Lika. A Fuzil» «Kelatos Sobre Lênin» e «Lênin na Polônia»,
paisagem, segundo Yutkèvich, è quase um texto este último premiado em Cannes. Pintor, amigo de
complementar, no filme: a cidade e o céu banhados Picasso e de Fernand Léger, Yutkèvich é também
pela chuva fina e por um tom cinzento descrevem a escritor - está agora escrevendo um livro sobre
alma dos personagens tanto quanto os atores. Shakespeare.
.......... . —

B(?E 5 ftpEre$t>ss.0.ttA.âp,)l]
íl
ocorrência meteorológica, mas o triunfo pagão da
natureza, o arrebatamento dos elementos frutifica-
dores.
N.o choque entre as tradições seculares e as
razões sociais do presente estas vencem, rompendo
os arraigados conceitos nacionais. Mas o triunfo se
funde com a afirmação das peculiaridades do povo,
de seus hábitos e costumes.
O filme é, portanto, eminentemente nacional, mas
dirigido com toda a paixão contra o nacionalismo
passadista. Orest não se tornou terrorista por acaso:
ele nascera pobre e sonha com a propriedade
privada sobre a terra; ele ama Bukóvina, sua terra
natal, mas não compreende que Bukóvina, como
toda a Ucrânia, como a pátria inteira, é patrimônio
de todo o povo, de todos os trabalhadores.
Ilienko, que começou sua carreira cinematográfi­
ca manejando a câmara, às vezes se deixa fascinar
pelos efeitos do cenário, em enquadramentos que
poderíam ser admirados como verdadeiras obras de
arte plástica. Mas ele sabe que o cinema não é uma
arte puramente plástica - é também dramaturgia,
que se expressa pela palavra e pela criação dc ator. E
Ilienko consegue chegar a essa síntese do relato
cinem atográfico e a esse conceito de cinema.
Larissa Kadochnikova de Os Cavalos de Fogo de
Paradjanoev, exibido no Brasil em 1974) encarna
Dana, a moça cujo amor é disputado pelos irmãos.
Ela, os jovens atores Alexandr Plótnikov e Bogdán
Stúpka e o roteirista Ivan Mikolaichuk (também um
dos intérpretes) dividem com Ilienko (que colaborou
no roteiro) a responsabilidade pelo êxito deste filme
que ganhou a Medalha de Ouro do VII Festival de
Moscou, em 1971.

® ESTE PÁSSARO BRANCO DE MANCHA PRETA-


/BICLAIA PITZAS TCHERNOI OTM ETINOI
Direção de Yúri Ilienko. Roteiro de Ivan Mikolain-
chuk e Yúri Ilienko. Fotografia de Vilèn Kaliúta.
Intérpretes: Larissa Kadochnikova, Alexander Plotni-
kov, Ivan Mikolaichuk, Bogdan Stúpka, Yúri Mikolai­
chuk, Mikhail Ilienko, Natalya Naúm, Yemma Firso-
va. Produção Estúdio Dovjenko, Kiev. Colorido.
g £ t 5 F x ç r& è S p & > * O d f .\ 6

1H
r ~ n

; FUNDAÇÃO CULTURAL DO ESPÍRITO SANTO


£ ____ i

Vitoria, 25 cie março de 1975»

2 Ê £ L á â á £ ^ £

cs Declaro para os devidos fins, que, ate a presente


data ^sta Fundação não recebeu da Embaixada Soviética a impor
toncia referente às despesas concernentes ao aluguel! do Cine
Jandaia para realização do Festival Soviético de Cinema, a
qual se destina a cobrir o déficit entre o valor do aluguel do
referido cinema e a renda das 07 (sete) apresentações conforme
contratos e bordorôs*
0 ^ 5 5 /ip E E ^ p Ç S . O .r & f i.íL

< ç > .l6

ILHO. SR. CHSPE DA SEQJlO DE CENSURA DE DIVERSÕES PUBLICAS DO


DEPARTAMENTO DE POLICIA FEDERAL NO ESTADO DO ESPIRITO SANTO-

MARCELO BENEZATH ABAURRE» b r a s i l e i r o ,


c a sa d o , r o s id o n t e n e s t a C a p it a l, CPF 0 3 6082557» C a r t. do X
d o n t. nQ 1 0 9 .4 0 1 , p r o p r i o t á r i o do C in e JANDAIA, l o c a l i z a d o á
A v . P r in c e s a I z a b o l ,3 3 5 - M o sta , vera mui r o s p o ito s a r a e n to r s,
q ucror a V .S . con form o d e te r m in a ç ã o em L e i , a p r o v a çã o do pro,
grama a n o x o , r o f o r c n t o a o p e r ío d o d e .a 4 8 d e F e v e r e ir o d e
1975 ( F o s t iv a l R u sso ).

N e s t e s T erm os,
P .D e fe r lm e n to

V i t o r i a , ' 3.9 d e F e v e r e ir o d e 1 9 7 5 .

í
I Ce n su r a p E D £r a l

j^lOVADA

"
8 f ? tb A p í T ^ D E S . a i ^ . ^
p . n -

DIONYSIO ABAURRE S/A - INDÚSTRIA, COMÉRCIO , CINEMAS E CONSTRUÇÃO CIVIL


MATRIZ: Av. Princesa Isabel, 335 - Fone: 3-4396 - Vitória - E. Santo

PROGRAMA C IN E M A ’rO G R Á F I C O
CME JAIÍDAIA v x i Ga ia ESP. .CAUSO
Nome do Estabelecimento Cidade Estado

Endereço e Telefone Via do Programa N * do Programa


f

2 j.ls .2 Z <Ia E o v o ro lro do 1 9 7 5 . E 2 .;C C h . i (P o a tiv a i Ru s s o )


l>afca do Espctáoulo Horário das Sessões

Písvisto nos §§ 1.*


Nomo do Filmo o Titulo Original N.‘ DO TEMPO DE o 2 / do art. 29 do
PRODUTOR PROPRIETÁRIO GÊNERO ORIÍ
Quando Extrangoiro CERT. PROJEÇÃO Dec. Lei n.° 1940,
do 30/12/1939

, W Õ3ÍÍZ
E s tr e ia (*.* uoaoço) URGS Dr ona 115» 16 anos E st
"iomo oa Cossacoa joçaroiji Tutobol 0R3fl C o n p li 15“ liv r o E ot
£ÍSL 22
Idka, 0 amor do Icfcdcw Unijü/FRAÍIGA P r ona 115° L iv r o Jâat
0 Banco URSS Corapl, 15“ L iv r o E st
m js t
Á G aiv o ta URÜfl Drama 115* L iv r o Est
Al» Koda» Moda urss Compl, 15“ L iv r o Es1
PJ,a _ iS
_ a , v o rem o s m corati
. g o : Drama 10 anos
lo un c r im o .UUÜS C cnpl* liv r o
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O F rín c lp o Ipor
O Carrocel Alegro
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Drama 115»
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L iv r o
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O^P.fii Loar URSS Prama 115» 21$. a n o s Bst
Ja* esp o r a URSS COOpl 15“ L iv r o Est
E s t e P a ssar© B ranco d o Mancha Pr<j.
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INSTITUTO 'NACrONÁL DO C ÍN E l'^ ,


-F rè eo inclusivei imposto de silo htPí>ESEHIfiCÍO CO CíIClílilO SflllIO F»râç< Líquido das Loc ilidades '
;fco J lã u f a i' } V IS T O . I
5 ,0 0 „ n c ia l , ! Liv re p a r a c p i o v a ç â o
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O presente programe astá .... r;ü
aprovado
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D P F E-iS- P, Dlonysio Abamrrc S/A - Ind. «

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Festival russo termina com um drama de guerra


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Este Pássaro Branco de Mancha Preta, encerra o Festival Soviético
ES TE PÁSSARO B R AN C O D E M A N C H A Como nas tragédias dos séculos passados, o irmão
P R E TA (hoje às 21 horas no cine Jandaia, en- agride irmào.
cerrando o Festival do Cinema Novo Soviético, Larissa Kadochnikova, de Os Cavalos de!
uma promoção da Embaixada da URSS, Sccre- Fogo.de Paradjanoev, exibido no Brasil em 1974,
taria de Cultura da Guanabara e Cinemateca do interpreta Dana, cujo amor é disputad^ pelos
Museu de Arte Moderna da Guanabara) — irmãos.
Numa aldeia da região ueraniana de Bukóvina
(perto da fronteira soviética, polonesa e romena), (Biclaia Pilzas Tchcnioi Otmetinoi), direção
vivem cm 1939 o músico Zvonar e sua família. A de Ytíri Ilienko. Roteiro de Ivan Mikolainchuk e
vicia cotidiana muda de repente com a II Guerra Yúri Ilienko. Fotografia de Vilén Kaliúta. Com
Mundial* um grupo nacionalista, os moços Larissa Kadochnikova, Aiexander Plotnikov,
negros, CuLwúra com as tropas nazistas es­ Ivan M ikolaichuk, Bogdan Stúpka, Y ú ri
palhando o terror nos bosques próximos. Quando Mikolaichuk, Mikhail Ilienko, Natalya Naúm,
o Exército soviético entra em Bukóvina, a Ycmma Firsova. Prêmio: medalha de ouro do V II
Ucrânia se reunifica e o filho maior da família Festival ae Moscou de 197J, A cores. Com-
Zvonar. Piotr, ingressa no Exército, enquanto seu plemento: A Bailarina no Barco, de Lev
. irmão Orcst adere aos terroristas dos bosques. Atamanov.

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Soviéticos satisfeitos
com Festival de Cinema
C)s srs. Valcntin G. Aleschin e Grigori 20 milhões de pessoas assistçm cinema,
M oldavanov, respectiyam ente adido, diariamente, o que equivale a dizer que
cultural da embaixada da União das vão vinte e cinco vcz.es mais a casas de
''•Repúblicas Socialistas Soviéticas . é espetáculos — em média — do que a
p re sen ta n te da Agencia T ass em população de países ocidentais. Sobre a
rasilia, que estão em Vitória desde o dia im p o rtação de film es e stran g eiro s
/2, quando do início da inauguração do disseram ser normal a acolhida do povo
i festival do Cinema Soviético, disseram soviético, acrescentando que “ gostamos
que “estamos satisfeitos pela boa acolhida muito de apreciar a arte. seja ela vinda de
do publico capixaba aos nossos filmes". onde for". Na União Soviética — acen­
O festival, iniciado no dia 22 deverá tuaram — existe cerca de quarenta e cinco
ter seu término no próximo dia 28, quando estúdios cinem atográficos, sendo os
será apresentado o filme Esse pássaro princiapis: Mosfilm, Lenfilm, Estúdios de
branco de mancha preta. O primeiro filme Máximo Gorkí e Soui/.mulfilm. entre
do festival, que está sendo apresentado no outros. Eles falaram da presença de
ciiie Jandaia, na Avenida Princesa Isabel é •renomados escritores brasileiros que são
O Com eço. traduzidos para o russo, como Jorge Ama­
do e f.rieo Veríssimo, além de cineastas
O FESTIVAL brasileiros.de grande conceito naquele
país, como Glauber Rocha, Anselmo
Como explicou o sr. Valcntin G. Duarte. Paulo Porto. Nelson Pereira dos
Aleschin no seu discurso quando da Santos. Paulo Tiago c. ultimamente. Paulo
inauguração do festival “ele tem por obje- Barreto, que dirigiu À Estrela Sobe.
tivo a p re se n ta r para espectadores
brasileiros os filmes*de vários gêneros da FESTIVAIS
arte cinematográfica soviética moderna,
cujas pelídulas p articip am per- O adido soviético, finalizando, disse f
,1 • 'Riianentemente de festivais internacionais
como os de Cannes, Carlovy Vary, Veneza
que em 1977, em seu país se realizarão r
dois festivais. O primeiro sobre baiet [
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c outros". Disse ainda que “ só durante os internacional e o outro para crianças de 9
últimos cinco anos os filmes soviéticos a ló anos, versando sobre desenhos.
conquistaram mais de 300 prêmios nos “ Pessoas de todas as partes do mundo po­
concursos in tern acio n ais m ais im ­ derão se inscrever nos dois festivais, que
portantes". O adido cultural soviético — acima de tudo será mais uma glorificação
na ocasião — fali^u em nome do em­ da arte".
baixador da URSS no Brasil, sr. Dmitry
Jucov. O Festival do Cinema Soviético,
segundo o adido, após a sua apresentação
POVO GOSTA em Vitória, percorrerá outras capitais
brasileiros. Já foi apresentado em Brasília.
Após serem apresentados . ao pro­ Porto Alegre. Rio de Janeiro e Pelotas,
fessor Cristiano Ferreira Fraga — que sempre “com grande agrado e a presença
inclusive conversou com eles em russo — do público interessado em arte", O festival
tanto o diolomata cotfio o representante conta com a colaboração da Fundação
da Agência Tass falaram da importância Cultural e Governo do Espírito Santo, aos
que o povo soviético dá ao cinema. quai s mui t o agradeceram os dois
.Frisaram que na União Soviética mais de representantes da URSS.

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navegação ir horas, no cine Jandaia, numa promoção da Em­ 'Complemento; O Banco, de 1ev Atamance.
. — Um baixada da URSS, Secretaria de Cultura da Guana-, Segundo a crítica, "o direi» r Serguei Yutkèvich
:iona! relatn bara e Cinemateca do Museu de Arte Moderna da contornou o desafio em que mum \ outros cineastas
marinho, o . Guanabara)— Segundo filme do Festival do Cinema falharam: mostrar o artista no grande mistério, o
Novo Soviético, com o sub-título Tema Para um processo de criação. Yutkèvich conseguiu um meio
relatadas à p Conto, este se passa todo em um dia da vida do escri­ termo entre o caráter de filme de câmera do rote:n o
-- especial tor (17 de outubro de 1896). dia da estréia da peça de as proporções do personagem. Tchekos. um escritor
*nódulos de Anton Tchekov, A Gaivota. De manhã, ele esteve no elegante e irônico, ora também assim na vida: de
metais — < teatro, todos os ingressos haviam sido vendidos, ;Y circulava sarcast;caií.i.r.,e com seu sorriso crínco. no
tarde foi à estação receber Lika. que ele amava'e que cenário rebuscadoe artificiai da São Petesourgo do-
o inspirara para criar a personagem Nina, da peça; fins do século X IX ".
ela viera de Paris especialmcnte para assistir a es­ O diretor Serguei Yutkèvich começou crm .
tréia. A noite, nq teatro, as vaias, o fracasso estron­ diretor de teatro (colaborou com Serguei Fir.se:,'
doso de uma platéia que não estava acostumada a na produção de Macbcth) c começou no eme r.a
peças de pouca açãoe muito diálogo. Lika é interpre­ dirigindo cenas de ruas e fábricas cr.i 192o. t ’o -
tada por Marina Vlady, que nos anos 50 fez sucesso dirigiu T ri Bsrcchi com Pijdovkin c Ptushko. Sc.,
no cinema francês. tilmc mais conhecido é Oteio. baseado
Shakespeare. Yutkèvich também tez fumes “ o."
(Lika, Liubov Tchekova/Lika, L ’Amour de depois que, em 1947, o projeto de Tvt mad
Tchekov), co-produção franco-soviética de 1969. sem acusação formal, foi "recusado" pela censura
Direção de Serguei Yutkèvich. Roteiro de Lconid russa. Ele também realizou Or Banheiro* ti)...;, a.
Maiuguin. Fotografia de Nautn Àrdashnikov. Com 1962). sátira violenta baseada em trechos do poeta
Marina Vlady, Iiya Savina. Nikolai Grinko, Iury Maiakoski.
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Secretaria de Cultura da Guanabara e Cinemateca da artista s*givêmrica «■ i.. .!. p.
o.o Meio An do Musfu de Arte Moderna da Guanabara) — sucesso que desempenha ... i *.s. ■ ,v .:. c
çãO. 1ereeiro filme do Festival do Cinema Novo Soviético, Treplev e o filho romântico e mu . - s;,u.-
O cue ( trata-se da adaptação de uma das mais famosas pe­ dar se. depois de suas iraca.ssadas „ cr.ct ;ius de
para u ,\ Cet ças de Anton 'lehekov. um autor que forneceu ma- escritor. Nina. a gaivota. k»gc das e s u m a / íu an >■:
u r . J para .38 tílmes no mundo inteiro. Fm 19J0. de Treplev e tenta, nr, và«n tnn.girat . q s r •.
çrves N t C') c . apareceu pela primeira vez As Três Irmãs, de Piotr ser amada por Trigorin.
, c t a r e s e in cl luiardin. Hm 10*72. Andivi Michaikov-Konchalo- A estréia russa de A (iab,,.;, i >; uu ;r . .v, . \.
■ n-etros ;ua< ' skt realizou Tio Vânia, que já havia tido sua versão próprio ichekoví refenn.iu-vc à -u. ; \a *-•?. .— j
! exibiç; . dis tmtricana quinze anos antes, por Franchot Tone e que. rcalnipdítf, era difícil lí./cr com que o ps ■. .
J »ht; Goctz (Unele Vunia, de 1458). Em !9o8. o p a rticiji^ e do clima complexo dentro de q..;d
r ; s ta n ib é iv americano Sidney l umet rotlou A Gaivota (The Sea - m seus pcrson.tgens.
. V .C . c ia s Guli;. com James Mason. Vancssa Redgrave c ; .uxljuvà,' ic 1970 Uiteç •* > rotc.ro
'• *- P ‘í.m >nc Signoret.
Guando escreveu A Gaivota, em 1845. Tchekov, . . . o g ra tí.t o c M m 1. • ' ■>
;á era um escritor iantoso que dominava , í.v ü , ^ í a d ” 'i r i • '
í .......i a te r •eguranca seus recurso>. 1 essa segurança e>4f£et>ira ... . -v mtd o.,, I, tim »s p N ’
. -i sua maneira »k nartar a melai um .1 s ( lUlljin i: Cl.., > ,. Ví > ., V
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.io*> <te pequenos iuu casa dc
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Festival de cinema russo, a partir de hoje em cartaz
A K STR W A /O C O M EÇ O (As ?I Imras, no clno Um nome respeitável do festival, que se
Jandaia, numa promoção da Embaixada da URSS, prolongará até a próxima sexta feira, é Scrgei Yutkc*
Secretaria de Cultura da Guanabara c Cinemateca vlsehi, que começou como diretor dc teatro, cola­
do Museu dc Arte Moderna da Guanabara) — Filmo borou com Sergci Einsenstein na produção de Mac-
de Gleb Panfilov, jovem diretor, contando a história l>et|», c começou no cinema dirigindo cenas dc ruas c
de Pasehoa Stroganovn, uma operária dn pequena ci* fábricas em 1926. Co-dirigiu T rí Vsrcchl. com Pudo*
dadfc russa de Rechensk, que participa cm suas horas vkin c Plushko. Seu filme mais conhecido é Otclo,
dc folna dos espetáculos de amadores do fábrica onde baseado em Shakespeare. Lika, o Amor dc Tchccov,
trabalha. Fia nào consegue os papéis principais c (que será exibido amanhã) é’ uma co-produçào com a
sonha scr atriz dc cinema. Um dia, é procurada por França. Yutkèvich também fez filmes "oficiais"
um diretor dc cinema que a convida para fazer o depois que, cm 1947, o projeto de T v i nad Rosslei,
papel de Joana I ) ’Are. sem acusação formal, foi "recusado" pela censura de
Como complemento, será exibido o curta- seu país. File também realizou Os Banheiros (Banya,
metragem Como os Cmsaco* Jogavam Futebol, dc 1962), sátira violenta baseada cm trechos do poeta
Vladimir Dakhno, Maiakovski.
Os filmes fazem parte da III Semana do Cinema Nomes respeitados c reconhecidos pelas críticas
Novo Soviético, escolhida estranhamente para ser americana e inglesa nào estão incluídos no festival:
apresentada no cine Jandaia, que já foi um cinema Andrey Tarkovskí (Solaris, Andrey Rublyov). Mik-
respeitado intelectualmente, mas atualmente se de­ halkov Konvhalovski (O Primeiro Professor, Tio
dica a reprises de bang-hangs. O cinema soviético — Vánin) e Larissa Shepitko (autor de filmes épicos
quase oficial — produz cerco de 125 filmes por ano como O Poder e A Verdade c Eu c Voeè).
(99 por cento de exibição interna), invariavelmente do
gênero aventuras (a maior parte passada dutante a II A Estréia (Natcholo): direção de Gicn Panfilov.
Guerra), comédias,(com temas populares), musicais Roteiro dc Evguénl Gabrilovitch c Gleb Panfilov. Fo­
(o balé oilci.il) e épicos (lendas, óperas, biografias tografia de Dmitri Dolinin. Música de Vadim Bi*
míticas). O máximo de abertura já permitido foi uma bergan. Com Inna Tchourikova. Leonid Kouravliov,
co-produçào UR S S -E U A , O Pássaro Azul, dc Valcntina Telichkina. Mikhail Kanánov. Em preto e
Maenterlinck, originalmentc um melodrama. branco. Produção dos estúdios Lenfilm.

Um cinema oficial e desconhecido, o soviético


Uma característica do cinema soviético é seu Scrgei Einsenstein, um dos nomes mais importantes
caráter oficial: todos os roteiros têm obriga­ do cinema, Reclamavam do excesso das encenações,
toriamente dc serem submetidos à censura do go­ pretend&ndo recorrer ao circo, ao cabaré, ao music-
verno para depois começarem a ser filmados. A hall, aos filmes de aventura. Com A Nova Babilônia
história que desagrada 6 sumariamente arquivada. (Novyi Vavillon, 1929), ele fez sua primeira obra-
Mesmo assim, cada república criou suas próprias prima. Rei Lear, tragédia de William Shakespeare
organizações cinematográficas e o desenvolvimento é, (filmada na Inglaterra em 1971. por Peter Brook) foi
curiosamente, paralelo As demais. Há uma preo­ .traduzida para o russo por Boris Pasternak, o autor
cupação geral em seguir o estilo imposto pelas obra- de Doutor Jivago e é interpretado por um dos
primns do cinema russo, como O Encouraçado Po- maiores atores russos. Yuri Yarvet. Kosintsev já ha­
temkin c Outubro, dc Einsenstein. e A Mac e O Fim via apresentado a peça. com o mesmo elenco, em
de São Pctesburgo, de Pudovkin. Em Moscou, 1941.
funciona o Instituto de Cinematografia de URSS. Lika, 0 Amor de Tchekov se passa em apenas
O sistema das eo-produçòes tem intensificado, um dia da vida do escritor (17 de outubro de 1896.
mas quaSe só é permitida a união de países do bloco dia da estréia da peça de Anton Tchekov. A Gaivota)
socialista e. em raras exceções, com a Itália, Japão, Lika é interpretada por Marina Vlady, que nos anos
França e Estados Unidos. Juntamente com a Itália, 50 fez sucesso no cinema francês. Tchekov é um f
filmou-se recentemente As Incríveis Aventuras de escritor que fascina o cinema. Suas obras já ren­
Italianos na Rússia, e com o Japão, Moscou. Meu deram 38 versões cinematográficas. Tio Vânia, J
Ár.-ior, filmado na Rússia em 1972. interessou «também uo
D E S TA Q U E S cinema americano, quiu/o anos antes, através de
uma produção dirigida por Frnnchol Tone e John
O Rei Lear, filme de Grcgori Kosintsev. a ser Gocír. (Uneíe Vania, de 1958). Em 1944. foi realizada
exibido quinta-feira, e Lika, o Amor de Tehekov, de ã versão russa de O Mutrimônio, tema que de** *.nos
Serguei Yutkèvich (amanhã), são os destaques desse depois seria retomado pelo cinema italiano para um j
Festival do Cinema Novo Soviético. Kosintsev ó um filme em episódios: Tudo Acaba em Casamento, ;
dos maiores realizadores soviéticos. Seus filmes, dirigido por Giovanni Petrucei e que reunia Vittoric f
pouco conhecidos fora da Rússia, que realizou com de Sica, Silvana Pampanini, Alberto Sordi. Houve }
Leonid Traíifserg, estão entre as melhores produções outras versões de Tchekov: Surnmcr Storm, de f
dos anos 30-40. IVauoerg e Kosintsev fundaram na Douglas Sirk. de 1944, com George Sanders c Linda f
juventude, em Lcningrado, a Fábrica do Ator E x­ Darncll; em 1968. em co-produçào anglo-americana.
cêntrico (FEKS), movimento teatral futurista com a Sidney Lumet dirigiu A Gaivota (The Sca Gull). com
participação dc Kaplcr. Youtkcvicth c. por algum. James Mason. Redgrave e Simone Si^norcl.
i ' >f 1 $ j 1 )^ * 0 • T f t f l ií L 1U3

ÀTftIBUNA - Vhúm.i ynmafmrn, 50do h . :.• m d» 1875 10


/*"------ r a ^ . ^ ------------ .................. -...... ...—
Nenhum filnw com dois grandes astros do
A p inu i/v s.tba/lQ á t /Iijm í * t tmã.s ,i Cultural do cliwnw novo soviético ■ Marina
ftpü.rog., )>»(>,. r > '/ i.».vA»».n i t>i,)\,t esm ia I , THE EAo* (laaluvii r>L iumklo llykov • /o/
i>’.. »,/,»O {/.• .■>•.<.V.H.*é'.M.teu Os »>/•»!« Incluído entro os qi/<? serão eprnunntarlos
.»iw f f l #/>/■.*'vnt.xlos /u> i . J.uht ii.i emhoni rrpmsentem mu Vitória, o capixaba também nSo tar/t
,f. .M w is tm d :nn,i\ dentro f /o /).<■» i'.mi,l oportunidade da assistir w s mais
*.« /•,.» «..li i > * f e i t o s recentes trabalhos do
- • ,■ ••<*>,• • ,*' »»dntaquo ./tvtmpM» diretor Nikolai Koultchitzki
i , </>• fckrkov u/na produção ímportanic cujos filmes não figuram nn programação
> <u<i Yuriiv.ub.a ser ex/bkis no domingo. do Festival da Cinema Novo Soviético.

O novo
cinema soviético
Uma histeria marcada por muitas crises
c surpresas prntieamente
desconhecida pelo mundo ocidental

A hitlôria do cirtama falado soviético começou mais


tarde quo a dos outro: cinemas falados europeus,
porque preferiram esperar na URSS o
aperfeiçoamento de processos russos o pagar
um imposto ao estrangeiro. As primeiras
tentativas, do engenheiro Tagor, haviam sido
anteriores ao êxito do "O Cantor do Jazz", o primeiro
filme falado americano. Esse pesquisador logo
passou às demonstrações, ao mesmo
tompo quo o sou rival, o engenheiro Chorino.

Em 1929, sonorizaram "l o Village du Péché" espécie de nnlsica visual, a qual Iho de Touguénev e outros. I quando se Irnduzir na tola a amplitude dos pensamentos O filme-bnilado "Romeu c Juliota"
e seiviram-se da palavra para comentar foi fácil juntar um comentário sinfônico, pergunta a seus realizadores Sidney Luniet, e sentim entos SHakespearianos". (música de Serguéi Prokofiov) realizado
documentários, Porem a fabricação ou uma montagem de ruídos e sons: no Maximilian Shell, Lawrence Olivier, se por Lev Arnchtam c pelo mestre do bailado
Othello
industriai dos aparelhos não começara • documentário a dissociação entre as cenas não é arriscado um tema tão pouco Leonid Lavrovski, na base do espetáculo
ainda. Os primeiros (times de longa e as palavras é ainda hoje quase sempre Em 1955, foi filmado “Othello" deSerguéi apresentado por Le Biolclioi, trouxe no
conhecido, eles respondem: "Os russos ’ ’
metragem sonoros datam dc 1934 a regru. Youtkévitch. Havia 15 anos que o palco Gnlina Oulanova (no papel de Julieta)
também filmam Shakespeare".
Ainda hoje, no novo cinema realizador se esforçava neste projeto. e outros dançarinos. Rodados com ricos
Criso Depois do sucesso do '‘li.imlet" de Grigoii
Já, em 1941, na sua direção, os estudantes .
soviético, pede-se notar, aqui e aii, Kozintscv. premiado cm Veneza, cenários e numeroso corpo de balé, o filme
Entre 26.000 ciner ?s somcr.te 772 eram do Instituro do cinema tinham rodado um
influências dos gênios Pudovkin, Eisenstein, Saint-Sebastien, Pai fcntá é considerado o
falados, o que explica porque realizavam filme com algumas cenas da tragédia, impressionou pela amplitude dc sua
Dov/?n kne Dziga Vertov. Os três primeiros melhor filme do ano por críticos de vários
ainda filmes mudas, tais com o "Bouie dc. Era um inscunho para o futuro filme. direção. Recebeu várias recompensas
revolucionaram o cinema na década de países, a escola russa de diretores das
Suif", adaptado por Michaol Romm da Youtkévitch sc esforçou em ler a tragédia •intemacionuis: em 1955, cm Cannes, c
vinte com a teoria da montagem o o último obras dc Shakespeare na tela
célebre novela de Maupass.mt. Eisenstein, de Othello não conto um simples drama de prêmio de melhor filme KriCO e du melhor
foi praticamente o criador obteve um renome mundial.
Pudovkin e Dovjenko, eram, c om o Chapiin, amor e vingança. “A tragédia do herói interpretação do balé na tela, graças a
do que se chama hoje “cinema verdade".
contrários aos ‘Talkies” (cinema falado). Grigori Kozintscv escreveu a respeito do . de Shakespeare", escrevia ele, "é uma Galina Oulanova; no terceiro festival
A crise de Dziga Vertov foi de outra Tem as seu filme: “Nos não tínhamos realmente tragédia da fé no homem, uma tragédia da cinematográfico da dança clássica modema
espécie. Os documentários líricos, aos Entre os filmes realizados atualmente no experimentado adaptar a célebre tragédia confiança e traição”. No nono Festival c popular aqui no Brasil, obteve o
quais o conduzira a sua teoria do Ocidente, muitos foram extraídos da ' para o cinema, Outra coisa, bem ao de Cannes, seu filme recebeu o primeiro prêmio na categoria
"Cinema- Olho", haviam-sc tornado uma literatura clássica russa, de Tchékhov, •contrário, era importante para no's: prêmio de melhor direção. dos balés cjássicos.

☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ Marina N eelova e Leonide Bykov * * * * * * * * * * * * * * * * * * i* * * * * |


dois grandes intérpretes |.

... e uma princesa


Alarina Néelova uma das mais im­
portantes estrelas soviéticas começou no
cinema interpretando o-Paael de uma devido asuuaútocri tica que é mui (o jor- ( ||.
princesa e da filha de imtcu,i \ num
lc, » que mintas rapalha
Jtinte dc Nadt/dn hmlicvrn/v/i ••//>,/
vellin, muito velho ' ato" uua/kl'/ eia trabalho, l' prcct então encoraià-la com
elogios.
de teatro, música e iuic.'ia de l.en/n-
prado. "A critica mais dura vem sempre do
"Depois deste filme, tarnei-ne: uma próprio ator. Ele nunca está bem satis-
prin. a ''profissionahnenle"; os diretores fedo do seu papel. Ele sempre tp/çr tomá-
ittc aric, .... alguma cotia de frágil, lo mais profundo, mais veixladelro, Às ve­
dc caprichosa, de poético "... zes me acontece, no lançatncnlodc um dos
"Sempre sonhei ter papéis de compo­ meusfilmes, sair da sala de Jhtinho. Eu me
sição. Quando fui chamada pelo teatro do sinto culpada com relação ao publico, que
Mossoviet, dc Moscou ( eu morava ante não tem luiaa com o caso. Os insucessos
um pícaro ... em Leningrado, e nunca tinha trabalhado são muito nuns para suportar mas é sem­
em cinema) me senti de repente a von­ pre com prazer e esperança que aceito
Muitos conhecem Leonide Bykov, ator dc personalidade bem original. tade, desde o meu primeiro papel, que cada vez um novo papel".
Ele consegue criar personagens vivos, ativos c dinâmicos dc acho que exagerei um pouco. Gosto de Marina Neelova trabalhou cm “Monó­
carne c sangue - o namorado de Pétia Mokinc em “A domadora de • teatro. Quando me levanto de manhã, logo ” dc Illa A verhach, meditação sobre o
sentido da vida e vocação do cientifico,
tigres", 1954; Maximc, o soldado um pouco abobado em "Maxime
Pêrepélitza" 1955; o modesto cabeleireiro Akicliine, dotado de um
fico toda feliz cm ter que me apressar
para a repetição, fnfzlirmente, no teatro, 2íL ,/ i [• "Nós te esperamos”, “Com vocc e sem
vocé" de Rodion Nakhupctov, entre
bom coração “Os Voluntários”, 1958; ou o mecânico Aiiochka "O Amor o período das rc/:ci",ocs dura muito mais Marina Neelova com André/ Batachov
dc Aiiochka", I961;á uma espécie de pícaro russo. tempo que no c i r , trio sei se poderei am "Com você u sem você". outros.
Amima sempre grandes confusões e age dc maneira sagaz e inteligente.

Cinema
O mestre do cinema ucraniano
Depois ij.is primeiras projeções oev/c os seus ptitmim fihm , "0a H m k im " fl960), '‘U ilchti-
Jo filme ”Coda dia ///«■ o Ira- Kouílcliitzkí evitou cenas tradicio­ cie'*(1962), “Não existem soldados
nais. lilc não pára de experimentar, desconhecidos" (1965) são rodado, ... e seu c e n a ris ta
operador .Xiknlat Koullehitzki. iXão dc inventar, as descobertas são fre- por Koultchitzki em colaboração
\c truta dc um ilebumnie, mas de
um mestre que já te!/'.-14 anos no
(luenles, A tonalidade, o ângulo de
visão, a paisagem, tudo é subordi­
com diretores de sua idade.
No começo dos anos 70, a ope­
p re ferido
nado ã dramaturgia do material. rador encorajou os jovens diretores. Para milhões de espectadores, Mexei
Koultchitzk i herdou do’ seu pai o Em tolaboração com Gucorgtd “Lcs tlcrbcs Folies" foi um ótimo Kapler é o autor dos primeiros
òn ot pela pintura c teatro da sua Alexandrov, clc rodou os primeiros começo para Anatolí Doukovsid, cenários sobre Vlademir Lenine:
mão. o lirismo, um sentimento à na­ filmes ucranianos em cores: "A "Amytchka " e "Olcssia" para Boris “Lcnine em Outubro” (1937) e
tureza, o am or à\ canções ucrania- Eeira d e Soro tch in tsy" (1939); e Ivtchenkoj "Cada dia após o tra­
nas. Três anos no colégio, dois anos "Lenine em 1918” (1939).
"A Noite dc Maio" (1941). Os balho ” para Constantin bfcliov,
na escola dc pedagogia, a escola .Koultchitzki fez também equipe Os filmes realizados a pardt
assuntos folclóricos dos filmes co­
profissional, c cm l ‘J27, de técnico mandavam a rodagem combinada com Nikolal Maehtchcnko e Igor destes cenários são hü muito tempo os
dc cinema cm Udessa. dos espisódios que Koultchitzki Vctrov, realizadores de "Novidades clássicos do cinema internacional,
Saído da escola, tornou-se um tinha bem depressa assimilado. Os da casa Vermelha". e estão integrados na vida^
dos fundadores da escola ucraniana filmes dos anos 50 e 6 0 "O Braseiro Nikolai Koultchitzki gosta do espiritual de várias geraçOes
dc fotografia. Depois de ter debu­ da Cólera"(1955), “Um Belo Dia” ator, tem um conhecimento pro­ soviéticas. Antes destes filmes,
tado na atualidade, se lançou no (1956), ‘‘Ivan Franko" (1956), fundo da profissão, se esforça em Kapler tinha redigido os cenários de
cinema dc ficção, sem ter abando- “Sob a Águia de Ouro” (1958), ajudd-lo com todos os meioy que “Trcs Camaradas” (1935), filme
nado o documentário. "Uma Filha de Kiev", (1958-59), dispõe como operador. apreciado pelo público, e o maior
filme sobre a ciasse operária
“O Mineiros” (1937); mais tarde dois
filmes exibidos no mundo inteiro:

;1
"Comnrnde P” (1943) e “Kotovski"
‘ ' Aluxci Kapler o seus (1943). Para Kapler, o cinema 6 antes
dois melhores trabalhos "Lo mantoau' dc mais nada o diálogo, c são
o "O Casaco1' o’ os "Mineiros". os diálogos sempre vivos, que dão
valor ao cenário. Por isto, ele

■h : > i reconstituiu cain precisão c exatidão


as palavras dc Lçnine sem
yi

...j cair no textuilismo.


O personagem dc Lenine
|
1

A atriz Zinaida Slavina inspirou a Kapler seus melhores


'i .no film o ‘T o d o dia depois do
filmes que ele dedicou aos
Trabalho", dirigido por Nikolai.
soviéticos, àqueles que vivem
jj .j Nikolai Koultchitzki nn época de Lenine e segundo Lenine.
ILlIOo SR. CHEFE DA SEÇÃO Í>*E CENSURA DE DIVERSÕES PuDLZCA3 DO
DEPARIAMEN'10 DE POLXClk •FÊDERAL NO ES2AD0 DO ESPIRI20 SAN2Q.
I- *t> • ■ .
• . r.

KARCELO BEIIE3ATK ABAURRE. b ÍM iilo iro *


casado , ro s id c n to n e s ta C a p ita l, CP? 036082557» C a rt. do X
dane. nü ICÇ.iiOl, p r o p r io ta r lo áo C3.no JANDAIA, lo c a liz a d o a
Av. Paine asa Izao o l,3 5 5 ■- N osta, vom mui rospoitosám ente ro.
q u e re r a V .S . conformo determ inação cm Lei, aprovação do pro
grama anoxo, ro fo re n to jao período de 22'.a 28 do F ev ereiro de-
1975 (F ostival Russo)» I.

H astes ..germes, ■
■I P/iôfierlaeato
'' "

V itoria,' 19 do Fevereiro de 2275 <

. U iü ííYS IO ASIAURRd S|A - l.^DCSTUIA £

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C e n s u r a FE o f
RAZ.
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1* . . . . . . . . . .. . t , . .

ILÍÍO. SR. CI-IEITE DA SEçXO DE CENSURA DE DIVERSÕES' PÚBLICAS DO


DEPARTAMENTO DE POLICIA.FEDERAL NO ESTADO DO ESPIRITO SANTO•

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MARCELO BEHEZATK ARAURRE, b r a s i l e i r o ,


c a sa d o , r o s ld c n to n o s ta C a p it a l, CJPF 02608£557? Cart* do X
* ( dorxt*.n& 109«Ü01, p r o p r io tá r io do C iao JAIJDAIA, lo c a liz a d o a
A voP rin cosa I z a b o l,3 3 5 - N o sta , vom mui r o sp o lto sa m e n te ro,
/ , qucror a V*S* conformo dotorm lnagão om L o i, aprovaçao do pro,
grama a n ex o , r o f o r e n t e ao p e r ío d o d e 22L .a 2B d e F e v e r e ir o de
1 9 7 5 ( F o s t i v a l R u sso )*

: . N e s t e s Termos* •
' ■ , *•
P .D o fa r lm e a to ■

V i t ó r i a / 3.9 d e F e v e r e ir o d e 1975

. UiUNYSiO ASAÜRRE $/A - INOOSIRIA £ C a V £

D . P F - ^

c £ n s u r a « s o b r a l *.j .. >•


IN O V A D A
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DIONYSIO ABAURRE S/A - INDÚSTRIA, COMÈRCIC ’ C1NEMAS E COWSTRUÇAO C1V1L
MATRIZ: A v ., Princesa Isabel, 335 - Fone’ 0*4300 ' Vltórla ' E ‘ Sant°

PROGRAMA C l N E M A ,r Q G R Á F I - ^ '
CXaíZI <TAiTi)ATA iVKfiftlA E&?. .causo
Nomo do Eutabclcolmento Cidade EuUdo

— A V v V rã K G
Endereço « T elefone ' VU do Programa N.' do Programa

..<* o F o v o y o lr ü f lp
Nata do Espetáculo
J2IUCO h.v (F ca tiv a i Russo)|
Horário das Sessões

Nomo do Filmo o Titulo Original » Previsto no» §§ 1.*


PRODUTOR N.‘ DO ' GÊNERO TEMPO ClE 0 2.* do art. 29 do
ORIG
Quando Extrar.goiro PROPRIETÁRIO
CERT. PRQJEÇÂ10 Doe. Lot n.° 1940,
do 30/12/1039
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A Eatroic. (a * remoço) | unes l Br ona


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anua : Car.pl. 1^" Livro Esfc
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LiLta f 0 auoÂ%ào Tcliokov unss/riíAííÇA ; Br m a liv r o Lat
0 Banco 115» J
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A Gaivota
A if Moda* Boda urso Brana 115* Livro Est
URSS Conpl. 15" Livro Est
P J j3 _ 2 5 ,
Gp^uada feira* voremoa f 10 anos Est
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H istoria do ua crliao 1
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0 Prínclpo icor .1! Drama
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Coto Pancaro Branco do Ijtaadaa Prjji 1 1
A B ailarin a do Mar A.Dovshoalco Drama 1155 3i l anos ' Est
URSS í Compls > 15"1 . Livro •Ss1
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j INSTITUTO NACIONAL DO CINláStyíA ‘


inclusive im, osto do selo KíIhESENIfiÇ/ífl L'Q [SPIRíÍQ SAIIJO P Í^Priçd Liquido das Localidades
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V T3 T Ò J ’L
3 ,0 0 - n e l a ? _ ^' i1 . ~I»iv ie , p a ra c p io v a ç d o *4 •
I f o j f X g l d e .... ] 9 z £ |* * > _

O presente program e está e J U ^ n d í ^ a ^ Á ; ^


aprovado «

fcus^ty de a OVOSTOi r p de
_de 10
P. D ionysio Abaurro S/A - Ind. « Cop

P u n c io ü irU r^ d o x iU o ld[dor
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A a sín a iu ra d o R e s p o a iá v e l ’
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JUL10 MESQUITA (isoí-1927) - JÜLIO DE M E S Q Ú ITA ,FIL1Í0 U927-M3) - FRANCISCO MESQUITA <1M7- mo)
vkJ LiiH
ANO 9G TEBÇA-FEIUA,- 21 DE JANEIRO DE 1975 N.? 30.G20

■'Filmes ksova
víveu a '17 do- outubro do
•; >: ~Oa Svcuk&I ibf. 189G, na primeiranprcaeuta-
?• * Iti!0. i r : çfio da peça "A Gaivota”, ho­
j o ^ _
'___ • • • je um clássico da' çlramatur*
* ’ ; ~ ?*', •
* * .A Cinemateca cio Musêu' j fria mundial mas 'qiie.naqtie-
Ndó Arto Moâernri do Elo cio * lp difi foj recebida, conff apu- -
à Janeiro 2 - MAM . ost;l, P03 pôr uma platéia desacos­
tumada a peças do pouca
J ripre&en^nndo- n íi.a semana-’’ . ação ’o muito diaiogõ sobre.
'.--•rio cinema soviético," V»uo! •d. vida o; 0 iHteiTvtufrá'. ■.Os
.Jreuno sete filmcrj ainda jitio’ outro íllmo Gaivota”
Jasçadoa cojncrcinlmonto, ík> *‘(Tcha!Ka”J,6dol , AYiiii Zíarau-
•Tpàía, aldm do uma peric tUv filk» com voteiro inspirado na
• ; curtas-motragèno ,o .nk-ce*' ■poçaJdo^f&tkoY. -,.U
, * nhos do ftnímacõo. A; Vnostráí
2 ipi aberta com a fita ,;A Es- Constam ainda da mostra’-
‘ trela’' (“Katchalo!!)i do &çb' '•‘Sesunda-foira ' .?:bs Vere­
■ . Panfiloy, Jovem diretor -ru-: mos ” ( pojíveni" dp ronlo- s
l presenrantiyo da3 noras toa-* fielniká”j , drama,do Slanis--'
“ • doncítis do ciúemA soviético*: lav Itogtotoki sobro,,um pro-
í o ’ que íc,m visivçl" afinidade' tessòf do historia o- sua con- •
• * com os diretores ocidentais- viveuci.a. e seuo , conflitos,>
0 ecr... compromisso' éoina:es- cum es, estudantes; ”0 prín-;
d ^jtrutura linear- •da^harratlya- cipo -Iccr” (Knyaz Igor”)y'
Rfjaptaçfjo da opora -do. B & -
* *■. éiáoinàtosrafíca- -tradicional,'' ,roúiu.
£ -Etn' "A- Ebtróíà^ preinia-í ! rpy40 -por í?orf>a.nv,Tikhomi-.-
jqup reune a ergues-a
\ do “com o Xifeflò dò Prata '.dó?
*XJCOX •Festlválplntèniocio- tva sinfônica o cos,o,.do Tea- ,
trp Acadêmico do ;.Opora e
5 iiat- do Veuczá o qué-deü à . .0 famoso-i Baló Kirov do Le-
j atí Iz Inna" Tchonritroviv' o ningrado1 "Lu-clmlla o • cs ,
« Lbilo do Ouro’ do/Íu,tor)n;otft*-: ,2}arbaroaM..(Uualam V-Lud-
* Kftq^Pnnfiiovr conta1tiimút*
milu), adnptaçao, do poema
>2 Unoamonto’ 'a hístoría^AIo do Eushkin. por’ Alosauderí
*»' * «loHh.a p'arç|, o. fle' Pnochin 2?íushko, especialista, na'
j pioraria do lima pequena ç \ ~ ; montagem, de fendas iuCun-.
* dado que vivia papejat sem ; tla c.contoa tradicionais da
£ Importância nos espeto culost' .Velha Ruscla o duo-, .obteve»,?
-• * do-amadores de nua 'emprn7 - o’ Grande Prêmio- do juri- dof;
J fetf/o. que^de repente/ <5 cita? I Festival do Oanncs <1DdG)
1 inada' a çncarnar- a tffrartfi} coiA ”Fior do Pedra*’; 0 “Es*:-
, ’{ i tvanoeaa num grupo i>rofi> to Paosaro Branco do Maa-
í «ional. Paníilov íCa inainc- . oha ■Pretaw• (Biclda Ptítzao -
'* iíi*as inversões1 . .croziologioas Tchernoi .Otmetinoi), do
' 'nas duas linha» da,•historiai A‘ur.1 IlJenlto,- quò çnostra a
* * ;com, ó objetivo -'do . torna? jdivísaa-/ <let ..uma, família
* cada uma delas uma. unida* Uçraniana durapto. a H
l dô em si m e s m a . '*'• Giicrra Mundial/' . colocau- .
/ , t Cixkcov , ;< •: :> t ><y0 doís^írmaôs em eonfron- •
í? 'À 'semana inclui'doIs ííl- t Q , uni iio exercito soviético'"'
*’inos em torno do Tchelíoy. g outro a serviço dos cola-
2,que desde ,1910, quando foi hpraci.onlstas. ; k % .
• l -icita a primeira traneposlijiio ’, ’ \. Os filmes jA foram apre-
<;cinematográfica' do 'unia do r,èniàdosr cm- festivais.Ve?-!
lí suas criações, vô',úm 'dos* atw lízados' om Brasília ' 0 ' Por^
/"'torça quo maírj fascinam ps-v ■to ilie^co •o' scríiú' íxibí^õs _
F ’ )ciueastas, tanto russos comp om,principiou do mnrçn
'} * fle oiUros pafsc^r ümíi das fip. tJalvadoiv em ínôstra sob 0.
v tai, ^XiSka, o AÍúfcr dc Tch'e-‘ patrocínio do, Çlubo' üu Cir j
v^cov/’ (Lika, Liubov Tcliòlco-.' neina, da Balila'. No Rio. A
r-ftVa^V, 'co-produçõo • •franco*, Romana conta com duas b c v A ’í
«•EOvietíca, dirigida-► pelo •'yeV •Bõea dlarias, uma'-pron^ovi» e
; 'terano Serguòl YutUovicb e da pela Cinemateca do V
* uom Mavina-VIady e*'Nilcolbi1r/ MAM o1outra pela Cinôclu;, f
íiGrfnlto, tenv*coiup peroona-^ :bô- •Míicunaima, t úqjTtudlto-i J
u o m central o t propr\o Tpbp- 'rio rda'. Associaç&b» ^»;asüoi*t
/ . kõv e mostra a dôcepçiio.^ub • ya do imprenso.
8 R S S A P « s/P f 5 , a t , M * \

FUNDAÇÃO CULTURAL DO ESPÍRITO SANTO


- i

FESTIVAL DO CINEI4A NOVO SOVIÉTICO

"CINS JANDAIA" - 21 horas

programa

Dia 22 - "A ESTRÉIA (O COMEÇO)


Complemento - "Como os Cooaacoo Jogarao Futebol"

Dia 23 - "LIXA, O AMOR DE TCHEICOV"


Complemento - "O Banco"

Dia 24 - "A GAIVOTA» ..


Complemento - "Ai, Moda, Moda.»."

Dia 23 - "SEGUNDA-FEIRA VEREMOS"


Complemento — "História de um Crime" *

D ia 26 - "0 PRÍNCIPE IGOR»


Complemento - ”0 Carrocel Alegre”

Dia 2 7 - ”0 HEI LEAR"


Complemento - "já, Espera”

Dia 28 - "ESTE PÜSSARO BRANCO DE MANCHA PRE^A”


Complemento - ”A Bailarina no Barco"

AVENIDA NOSSA SEN H O R A DA P E N H A , 2141 - T E L E F O N E S : 7-0134 a 7-0546 - VITÓRIA * ESP. S A N TO


B fíg s f\ P P í^.O.T if? . i

S lo do Janeiro
Í 2 d a F o v o r o lr o d o 1 9 7 5

X FUNDAÇÃO CULTURAL

DO ESTADO DB ESPÍRITO SANTO

A v . N .S . d a P E N H A ,s /n
VITÓRIA - ES

DECLARAÇÃO DB RESPONSABILIDADE
FINANCEIRA

PELA PRESENTE, A ASSOCIAÇÃO CINEMATOGRÁFICA DA URSS, PARA A j


EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO DO FILMES, - "SOVEXPORTFILM", REPRESENTADA
PELO SEU REPRESENTANTE NO BRASIL SR.STANISLAV A.CHOUVANOV, DEVIDA­
MENTE REGISTRADO COMO TAL NO INC, DECLARA-SE RESPONSÁVEL PELO PAGA­
MENTO AOS PROPRITÁRIOS DO CINEMA "JANDÁIA^* EM VITÓRIA, ESTADO DO
ESPÍRITO SANTO, DA EVENTUAL DIFERENÇA ENTRE A BILLETERIA DESTE,
REFERENTE ÁS 7 /S E T E / SEÇÕES, QUE SERÃO REALIZADAS DE DIA 2 2 ATÉ
O DIA 28 DE FEVEREIRO DE 1 9 7 5 E REFERENTES Á REALIZAÇÃO DO FESTI­
VAL DE CINEMA SOVIÉTICO, E A IMPORTÂNCIA DB 1 0 .0 0 0 - 0 0 /DEZ MIL/ ■
CRUZEIROS qtJE Ê CONSIDERADA COMO A QUANTIA MÍNIMA A SER RECEBIDA
PELOS PROPRIETÁRIOS DO "JANDÁIA" PELA REALIZAÇÃO DESTE FESTIVAL.
A DIFERENÇA ACIMA ESPECIFICADA SERÁ InuiDlAXAMENTE PAGA PELA
REPRESENTAÇÃO DA «SOVEXPORTFILM» NO BRASIL Á FUNDAÇÃO CULTURAL DO
ESPÍRITO SANTO CONTRA A APRESENTAÇÃO DAS CÓPIAS DOS BORDEROUS DO
CINEMA "JANDÁIA", REFERENTES' ÁS 7 SEÇÕES DO FESTIVAL DE CINEMA
SOVIÉTICO, FICANDO A FUNDAÇÃO CULTURAL RESPONSÁVEL' PELO PAGA." NTo
DESTA QUANTÍA AOS PROPRIETÁRIOS DO "JANDÁIA" E APRESENTAÇÃO, &
«SOVEXPORTFILM", DO RESPETIVO COMPROBANTE DESTE.

«DB ACORDO"*

DIRETOR EXECUTIVO DA FUNDAÇÃO ÚULCUiUL


2B°Sè?5HHoRa M 8 Uffia m m w .

Av. V scond© d® Albuquerque, 466 - Tela. 247*1382 '• 247 *41.89


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E M B R - A T E L*

-6 F E U H 6 S S 404095

AGÊNCIA VITCfalA i £ S .
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241 GTX B RJO
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RIODEJANEIRQ 6 4 / 6 3 Q6 1725

CTN
FUNDACAO CULTURAL E S P IR IT O SANTO AVENIDA NOSS SENHORA DA PENHA S /N
• 1 VITORIAES
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PELA PRESENTE SOVEXPORTFILM ASSUME COMPROMISSO COBRIR EVENTUAL
*
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DIFERENÇA ENTRE BILHETERIA BRUTA CINEMA JANDAIA E 1Q.QQQ-QQ
CRUZEIROS CONSIDERADOS MÍNIMO DE GARANTIA CASO BILHETERIA SEJA
INFERIOR PT CASO FESTIVAL DER LUCRO FUNDACAO APLICARA PARTE DESTE
PARA DESPESAS PUBLICIDADE TRANSPORTE C OPIS OUTRAS PT COCTAIL
FICA ELIMINADO SAUDAÇÕES
L ' - 'f STANISLAV CHOUVANOV REPRESENTANTE DA SOVEXPORTFILM NO BRASIL
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COL CTN 1Q.QQQ-QQ
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FUNDAÇÃO CUL7 URAL DO
ESPÍRITO S/\NTO
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226GTX Z VTA
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PRO TOCO /1Ü TA

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EUZI RODRIGUES MOEAfca FUNDACAO CULTURAL DO E SP IR ITO
/AVENIDA NOSSA SENHORA PENHA
V lT O R IA E S

jlN I C I O F E S T IV A L SALVADOR PREVIAMENTE MARCADO TRES MARCO COM


* jpATROCINIO GOVERNO PT ESTUDAMOS POSSÍVEL TRANSFERENC j A DESTE
F E S T IV A L PARA D IA D E IZ MARCO PT REALIZADOR A D IL IO VALVERDE
PROPRIETÁRIO EMPRESA CINEMATOGRÁFICA DIRECTA BREVE SE COMUNICARA
COM FUNDACAO V IT O R IA PT FAVOR COMUNICAR ANDAMENTO^PREPARATIVOS
RESPEITOSAMENTE
STANISLAV CHOUVANOV
FUNDAÇÀO CULTURAL DO
ESPÍRITO SANTO
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(3) QUANTIDADE *.(2) - (1), (S/ QU ANTID ADE - (2) • (I)

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RECEITA BRUTA Orí
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EUZI RODRIGUES MORAES, 1D i r e t o r a E x e c u t i v a c3a FlfUL_


ÇKO CULTURAL «DO ESPÍRITO SANTO, p o r t a d o r a da C édula do I d ê n t i c a . ^ n* .
68*913* e x p e d id a p e l o D e p artam en to «do P o l í c i a T é c n i c a - p o c r o t a r x a cio
„ bj / :
So^jurança P u b l i c a do E s t a d o do E o p x rx to S a n t o , em d a t a d,e 1 ? ju lh o
do 197^e e CPP. n« 030.177*507#! voni'mui r e s p o it o s a m e n to ; r e q u e r e r a
V. St>. , conform o d e t e r m in a ç ã o em L e i , a p r o v a ç ã o do t o x t o anexo* .“FESTI
VAL G0NTEMP0IÍAN130 DO CINEMA SOVIÉTICO"

N e s t e s Termos
,P* D eferxm ento

V ito ria, xk do f o v o r o i r o . d o 1975


Fundação Cuílurai do Eepíríto Sacto
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DO FE3TXVAL | CÒMTBSMP0RA20S0
DO OINEMA SOVIÉTICO
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DE 22 A 20 DE FEVEREIRO
As 09- DA NOITE
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CINE JANDAIA

PROMOÇÃO s KHBAI3CADA DA ÜNlXO

sovaaSricA e EÔliDAÇSO CULTURAE


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DO ESPÍRITO santo ; • ■


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JC E N SU R ^’ FEDERAL
* A (o) presonío *rfc. .......
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j para gravação © divulgação. •

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FUNDACAO CULTURAL DO ESPÍRITO SANTÇ)
Serviço d© Administração

RELAÇAO DA DIRETORIA
NOME: Euzi R odrigues Moraes
CARGO: D ire to ra -E x e c u tiv a
FILIAÇÃO: Joae de P a u la Moraes o D olores R odrigues Moraes*
DATA E LOCAL DE NASCIMENTO: Em 4 /7 /3 4 - E s p ír ito S anto.
DOCUMENTO DE IDENTIDADE: R ef. do P r o f . nfi 8256 . 1
ENDEREÇO RESIDENCIAL: Rua P r o f . Joao B an d eira, 50, Ju c u tu q u a ra ,
V itó r ia - ES.

NOME: Sórgio P e r e ir a B arbosa


CARGO: fe rr^ fn r-© 'ító de A d m in istração .
FILIAÇÃO: Bento P e r e ir a B arbosa o M aria Muniz Biarb o sa
DATA E LOCAL DO NASCIMENTO: Em 26/8/940 - 1TAJÃ - S P .
DOCUMENTO DE IDENTIDADE: RG n« 5866 969.
ENDEREÇO RESIDENCIALi Rua Rio de J a n e ir o , n« 98 V ila Velha - ES

NOME; Adam Erail C z a rto ry sk i


CARGO: da Reídio, Cinema e TV,
FILIAÇÃO: A rth u r B ronislaw C z a rto ry sk i e Bronisllawa C zatoryska
DATA E LOCAL DO NASCIMENTOs Em 23/6/935 - E sp írijto S anto.
DOCUMENTO DE IDENTIDADE: C a r t.P r o f .' n» 74.806, s e r io 5 6S.
ENDEREÇO RESIDENCIAL: Rua Chapot P ro sv o t, 230/304, P r a ia do Can­
t o , V itó r ia - ES.

> < líO M E : . . — p iê L T O < J f t

CARGO: ■èiirr^vr do S erviço de T e a tro .

•>7 I

Fundação Cultural do Espirito Santo


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EUZI por>r?u*|H •’ mcVÜa e s ’
fiwiQ'< r*ictmvo
R u a A ra rlb ó la , A& - F o n es» 3 -0880 , 3-0879 e 2-3368 • Vitória - Espírito S a n to
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FUNDACAO CUlTURAL DO ESPÍRITO SA N T O


Serviço de Administração

KLLAÇÃO DA DIRETORIA - 2-

NOME: No id a Lúcia Cunha Mor ao a


CARGO: D ire to ra do S erv iço de B ib lio te c a e Museu# N
FILIAÇÃO: C ícero Moraes e Iz a u ra Cunha M oraes. |
DATA Já LOCAL DF NASCIMENTO: Lm 12/6 /2 9 - V itó r ia ' - ES.
DOCUTÍENTO DE IDENTIDADE: C a r t.P r o f . 01577 - s é r ie 261.
ENDEREÇO RESIDENCIAL: Rua C onstante Sodré, 986, P r a ia do
C anto, V itó r ia - ES.

V itó r ia , 2 de junho de 1972

/HC.
Fundação> Cu Mural do Er.plrlto Santo
>j^ h )Y C a r n ai r o
Chofa da^ScçàÈi d. Contabilidad.
EUZI PC.)fi)r,,lC.(./Í-5 MOR,, rs ....... “
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CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA KJEDAÇSO CULTURAL

E U Z I RODRIGUES MCR.VJS • • . 0 » J > ijR 6 Z Q £ â

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TtlOUC.TO J,rsNo D O UG lía . . . . . . . . . SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO DO ESTADO
c c i m s RODRIGUES sxoiraju.. CONSELHO ESTADCJA1 DE; CULTURA
ü,IMSI LUCAS ........... . SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO
( OINCO REPRESiEBTANTESfr

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Roa Ararli 41a, 48 - Foneai 3-0880, 3-0870 o 2-3308 . Vitória . Espírto Sanío
B|? £ 5 f lp E B S f t & o O t t t f . ü. ?.45*
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FU N D A Ç Ã O CULTURAL D O ESPÍRITO S A N T O
Serviço de Administração

RSLAÇÃO Dl! SERVIDORES CONTRATADOS M .T .P .S .


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Jo a q u im B e a to
K H e le n a L i n s de B a r r o s
G i l s o n P i n c i a r a Sarm ento
K ativ K l e o n o r a Calmon P i m e n t e l
Onam iv a r q u e s de O l i v e i r a
i^Pedro da C o n c e iç ã o
t< H é lio C a r n e i r o
H e lio J u ra n d i P i o r o t i
*V/al domar P i e d a d e C ardoso
G e r a ld o Wandenlcoke
t y T h e r e z i n h a V era M ira n d a P e r r e i r a
* A d a l g i s a A u g u s ta B e n e z a t h T e i x e i r a
L u o i a H e le n a P a u l i n o
vA ugusto C esar F r e i t a s
J a i r V i e i r a B ra g a
H e r a l d o I n o c ô n c i o da S i l v a '
v João F e f f e i r a
v A n t e n o r Thomaz dos S a n t o s
I l z a M o tta V a rg as
Adam E m il C z a r t o r y s k i
B alb in o Q u in taes J u n io r .
V / a l t e r J o s é da S i l v a
h P a u l o da S i l v a Liai a
Z i l s o n de C a s t r o F e l i x d a S i l v a
S é r g i o R i c a r d o de O l i v e i r a E g i t o
H e lio C a rn e iro L isb o a
y M a u r y lYíodenese C ardoso
E d u a rd o M anoel B a r b o s a R i b e i r o
* L u iz C a rie s P e ix o to
^ F l o r i s v a l d o D u t r a A lv e s
H e r a l d o V i c e n t e I.Iuniz
V a l b e r t o Nobre
A fo n so B r a g a Abreu e S i l v a
K A ntonio S é r g i o A quino
D e ls o n Souza
J o s é de A lm eid a S i l v a
E lp y d io C y p reste F ilh o
J o s é M i l t o n de O l i v e i r a F e l i p e
J o s é C lá u d i o de O l i v e i r a
C í c e r o D a n ta s dos S a n t o s
R eginaldo B arb o sa S a l l e s
A d e l i n o da S i l v a C a s silh h asE t
B tie n n e V i e i r a B raga
W l i s s e s de L u cena
C í c e r o D a n ta s d os S a n t o s F i l h o
I.loacyr G uiza n
*<P e d r o L u i z Gama Gonzaga#
tfO sdiva B r u z z i B i e i r a C onte
Jo ão L u iz C a s g r. ©
(/yifo <r o tJ^ rn J
- co n tin u a -
Fundação Cultunal do Erpíríto £anto

EUZI R O D f? IO U h > ' ‘'‘M O R A E S


OlfiEfOR EXtCUIIVO

Rua Ararlbóla, 48 Fones i 3-0680, 3-CB7Q # 2-3366 Vitória • Espírito Santo


m
8 1 vM .

FU N D A C A O CULTURAL D Q ESPÍRITO S A N T O
S e r v iç o d e A d m ln lé tra ç ô o

- 2-
RELAÇÃO DE SERVIDORES CONTRATADOS

^ S a n d r a M e d e ir o s V ie ira
D a n i l o Souza
V /ilson B ra u n
J o ã o S i q u e i r a H elm er
/M a rio n C a lix te
rfM ils o n A breu H e n r i q u e a
Hermes X a v i e r da S i l v a
S e b a s t i ã o A lv e s C o u tin h o P i l h o
A rc h im o d e s Vivacq.ua
r M a r ia do Carmo Calmon
J o s o n i l i o C orrêa
A n t o n i o G u e rra P i l h o
Joao V irg in io P e r e i r a
^ J o r g e R o d r i g u e s Rocha
f O s o r i o A lv e s S a n t o s da V itó r ia
Ja rb a s S ilv a
N e id a L u c i a Cunha M oraes
r R o f í i n a P e r e i r a da S i l v a
V a lé r ia P a sso s L isb o a
E s t e r M o r e i r a IJ a z a i
Yoda de O l i v e i r a I c <?(VJ S T f i f A
A fo n so R eges B e l i n a s s e OS
d e -
PUIIOIORÁRICgDO ESTADO COLOCADOS À DISPOSIÇÃO
M a u ric ^ R cdrigues de O liv e ir a
^ J o s é C arlo s R ibeiro*

V itó r ia , 2 de junho de 1972

Fundação Cultural do Efpírito Santo

EUZI RÒ DRÍG UÉS M O R A ES *


OIHEIOR EXECUTIVO

Rua Ararlbóla , 48 * Fonoit 3*0880, 3*0870 o 2-0388 * VJtôr/a - Eapírlto Santo

?
IW

M\ :| FUNDAÇÃO CULTURAL DO ESPÍRITO SANTO^


C J i ■

BESTIVAL BO CINEMA NOVO SOVIÉTICO


iJ

"CINB JANDAIA" - 21 h o r a s
1‘ ‘p ro g ra' m a

D ia 22; - "A ESTREIA (O COMEÇO)


Complemento «í ••Como on Oouoacoo J o g a r a n ÍFuítôb©lw

D ia 23 -li "LIRA, O AMOR DE TCHEICOV"


Complemento - "Q B anco”

D ia 2k - «A GAIVOTA” ..
;! ç>C
C o m p le m e n t a i "A±, Moda, M o d a ..* ”

D ia 25 ^ "SEGUNDA-FEIRA VEREMOS" ri
Complemento » " H i s t o r i a d© um Ctfimo"
• i|

D ia 26 - ' «0 PKÍNCIPB IGOR"


Complemento - "0 C a r r o c e l A le g r o "

D ia 27 - "0 ESI LEAR» '


Complemento $*• " j á , E s p e r a "
I s, **■'■ ' |
D ia 28 - "ESTE PASSARO BRANCO DB MANCHA PRETA"
Complemento « *r,,A B a i l a r i n a no B aroo"
FUNDAÇÃO CULTURAL DO ESPÍRITO SANTO

FESTIVAL DO CINEMA NOVO SOVIÉTICO

"CINE JANDAIA" - 21 horas

Dia 22 - "A ESTRÉIA (0 COMEÇO)


Complemento - "Como on Couoacoo Jogarão Futebol1*

Dia 23 - "LIXA, O AMOR DE TCHEICOV"


Complemento - ”0 Banco"

Dia 2k - "A GAIVOTA" ..


Complemento "Ai, Moda, Moda..,"

Dia 25 - "SEGUNDA-FEIRA VEREMOS"


Complemento - "Historia de um Ctfime"

Dia 26 - "0 PKÍNCIPB IGOR"


Complemento - "0 Carrocel Alegro"

Dia 27 - "0 REI LEAR" '


Complemento + "já, Espera"

Dia 28 - "ESTE PÁSSARO BRANCO DE MANCHA PRETA"


Complemento * "A Bailarina no Barco"

a ,,» - gafe*— & J L


AYVKIOA KItshbk
A ? • wv
vi . . r»0O
s noite em companhia do italiano. Lá realizou um filme que antes de yjer nostdl- 1 ;
i enconna Frcd que a repreende sobre os gico é velho e esclerosado, irremediável* I
! riscos de apanhar uma febre, saindo de mente chato. (LUIZ TA DEU TEIXEIRA) ! |
casa v íela hora. As suspeitas do rapaz se J L .
contornam e Daisy flea de cama. Acon­
tece que a Itália não é a Sibéria, nem
Daisy faz o seu passeio à Lady Godiva. É
; bom lembrar que estamos no século pas-
I sado e as roupas usadas pela moça mal
deixam o seu pescoço de fora. Mas a febre
vem e com eia a morte de Daisy e o re­
morso de Frcd que, influenciado pelos
preconceitos de todos, também julgara
mal a moça.

"Este pássaro branco de manchas pretas"

Hoje é o último dia do d ante em toüosmveisJ


- w:

chegou ao p ra$ll, por] i


Festival de Cinema Soviético reformas mais rocontdp'
ensino escolar. Hoje, jq
O enredo de “ A Ave Branca com Mancha oficial da guerra. dam alicerçados na pps
Negra” se desenvolve numa aldeia ucraniana, Este pássaro Branco de Mancha Negra é um
próxima à fronteira soviética com a Polônia e sucesso do ucraniano Yúri Ilienko, que soube de informações destinjac
Romênia, chamada Bukóvina, durante a Segun­ como ninguém captar a grande beleza da região 'v$uo e do profissions*. ,
da Guerra Mundial. .Zvonar ganha o sustento de subcarpática, os hábitos populares, as festas, o
tua família com sua profissão de músico, mas temperamento dos trabalhadores das aldeias da Essa influência e' m
vida simples e provinciana que leva junto ã sua Ucrânia. Quando chove no casamento de Dane, verificarmos, no caso d<
u... ha muda de repente com o estourar da não é uma mera ocorrência meteorológica, mas que o aluno foi até hjá j
guerra. _ o triunfo pagão da natureza, o arrebatamento lar cuia dedicação se!d j
Os Moços Negros, um grupo nacionalista, co­ dos elementos fçuiíficádores.
laboram com as tropas nazistas espalhando o
ier e decorar lon~a.: u i j
A nova,razâcfsocial sai vencedora no choque
terror e a morte nos bosques da região, c quan­ entre^a^&fdições seculares, rompendo os enrai-
em cadernos de
do o exército soviético entra em Bukóvina, a "conceitos nacionais, mas o triunfo se fun- ditando ao longo de
Ucrânia se reunifica, deixando a família de^ íe"com a afirmação das peculiaridades do povo, cansativa leitura. Som
Zvonar entre a cruz e a espada porque seü fUl de seus hábitos e costumes. O filme é, portanto, oratória ou de cor.' .11 :
primogênitp, Piotr, se alista no exé rei to,-Sovié­ eminentemente nacional, mas dirigido com toda aula de leitura/escrita
tico enquanto seu irmão Orest engrosj/as filei­ a paixão contra o nacionalismo passadista. mudança se processa .
ras terroristas nos bosques. / Orest não se tornou terrorista por acaso: ele colocando-o na po. ioã
Como nas tragédias dos séculos passados, nascera pobre e sonhava com a propriedade pri­
eternizadas nas canções populares, Piotr e Orest
va: em busca da iníc
vada sobre a Terra. Fie ama Bukóvina, sua terra
se defrontam defendendo ideais diferentes. A natal, mas não compreendo que Bukóvina, co­
própriQ ptiton&z. r.dc
brutalidade humana explode em meio à derrota mo toda a Ucrânia, como toda a União Soviéti­ nais e revistas/ ouvir r
dos coiaboracionistas, mas mesmo derrotados ca, é patrimônio dc todo o povo, dc todos os são, conversar/ debate: .'1 •
continuam atacando e destruindo após o fim trabalhadores. atitudes e hábitos def

7
: ..... / ) : $ ( '

Foi supcrconeorrido o chá dc panela deJulinha Jo rn a d a


Vcrvloct, realizado nu l.irdinha dc ontem, nu residên­
cia da sra. Ana Vianna Carvalho, na Rua Wilson
Freitas. Julinha, na oportunidade, recebeu inúmeros ti A I Jornada dos Ciruigiòcs-Deiuistas da Regiãe
presentes c a despedida dc solteira foi das mais ani­ Sudeste realizará sua sessão solene de abertura nc
madas. Por lá, as presenças dc Virgininha Aboudib Centro dc Convenções de Guarapari no próximo ei;
Sandri, F.lia Marli 1ucas, Letlcia von Schilgen, Ber- 26, às 2 0 h. O conclave visa a um intercâmbio eu!*
nadetc AguirreVon Rondow, Andreza Fontana Pinto, tuial com os profissionais dos Estado.s da Regiãe
Tania Buaiz, Ana Amélia Moraes, Cybelle Cipriano, Sudeste e a dar uma atualização global da Ciéncià
Gracinha Souza Almeida, Kátia Ribeiro de Almeida, Odontológica em quatro dias.
Teresa Amaral Nader c Margarida Amaral Ramos,
entre outras.
ti A sessãade abertura Será presidida pelo presi­
COO dente do^pónselho Federal de Odontologia e con­
tará cop>a presença do Presidente de Honra do con-
Juca Chaves agora ò um homem sério: desembar­ clave/x5overnadc|r eleito Éjcio Álvares. A Jornad;
cou na manhã de ontem no Galeão acompanhado da espáisendo coordenada pelo professor e ortodontista
'jovem c linda esposa Yara, com quem se casou há
duas semanas. O casal passou a lua-de-mel nos Esta­
T' yme Lanna Marinho. ’ !
dos Unidos, tendo visitado Nova Iorque c San Frarv"
cisco. O artista revelou que foi procurado por empre^ ti\ programação constá basicamente de quatro
sérios que o convidaram para um shoiv-íní...Nova cursos, 18 conferências, 18 temas livres, dois sim­
Iorque, devendo apresentar-se no Town Hall, possi­ pósios e uma reunião paralela, além de um curso de
velmente em abril próximo. Juca ChaVes receberá 10 Desenho Artístico c História da Arte para os acompa­
mil dólares pelo espetáculo. “ Antes eu pedia aos ami­ nhantes do Congresso. j
gos que mc ajudassem a comprar um iate, agora
imploro que mc ajudem a sustentar uma mulher, ti A Comissão Coordenadora Central fará um sor­
disse sorridente. O artista finalizou dizendo que o seu teio de uma hospedagem completa, com direito a
show “ O Pequeno Notável” já está há seis meses em acompanhante, no Hotel Oficial da Jornada, entre
cartaz no Teatro da Lagoa. os 300 primeiros inscritos noiConclave.

j S
Registrando Coisas da; cidade
ti Inexplicável é o tratamento que a
recepcionista do Banco Comércio indústria de
ti Para uma explanação geral sobre o Fórum Minas Gerais —Av. Jerònimo Monteiro —dispensa
de Oportunidades industriais do Espirito Santo, aos-clientes do banco. Sempre séria, a
a Federação das indústias do ES vai promover, recepcionista responde mal aos que
com a Confederação Nacional da Indústria e o se dirigem ao balcão em buísca de informações.
Governo do Estado um coquetel na próxima tijPox outro lado, qualquerjpessoa que procure
l! segunda-feira, às 11 h, no restaurante do Centro.
da Indústria. Na ocasião, o Forum será lançado / o diretor e vice-diretoj do Colégio da
oficiaImente em nosso Estado. Prefeitura de Campo Grande}, Padre Duque e José
/ Carlos, será atendido com uma gentileza
ti José Costa prepara-se para assumir a dire­ Jf • * digna dos melhores relações públicas
ção da Fundação Cultural. Aqui vai uma sugeSiao: do Estado. Merece destaque a direção daquele
a criação de um cineclube que além de ser bara­ colégio pela maneira cortês! com que responde
to, dà prestigio e é essencial à vida da cidade. / aos milhares de pais épic recorrem
ti A Companhia Vale do Rio Doce recebe, p(t' ao educandário çom seus
próxima semana, o navio "Grand- CanymPfyO problemas e suas exòeções. Uma
maior graneleiro da Docenave permanefera por boa jogada, trabalhar com gente tão legal.
. três dias em Vitória. ..
--- fTTTTinnrOTHrgU IJ.II I.. ti Quem está respondendo pela direção da Rádio
ti A embaixada da URSS e a Fundação Cul­ Espirito Santo em substituição a Adam Emil
tural promovem, de 22 a 28 deste mês, o festi­ que está de férias é o jornalista Hésio
val do Cinema Soviético. Entre os filmes a „ Pessali, que vem recebendo ionstantes convites
Wj nrem apresentados, destacam-se"Robin Hood, — da BBC para trabalhar naquela companhia.
’I O destemido", de A natoli Karanovich e "Histó­
ria de um Crime” de Fiador. A abertura con­ ti Muito rudes as telefon stas dó auxílio
tará com a presença do Adido Cultural da Em- e de consertos que estãi respondendo
\ baixada da URSS no Brasil, sk Valentim .rispidamente aos que procuram informação
i A lioshin. - ...... tentando dc alguma foíma controlar
o complicado sistema de reformás da Telest.
ti Na próxima semana o Governador eleito
Elcio Álvares estará em Brasília para a reunião ^ Algumas pessoas que jantaram em um
de governadores com o Presidente Ernesto determinado restaurante de nossa cidade
Geisel Por falar no sr. Élcio Álvares, ele rece­ na última terça- feira
beu, na última quinta-feira, em seu gabinete a passaram muito mal
visita do vice-governador eleito de Minas Gerais, enire elas, o sr. lá ri o
sr. Ozatian Coelho. Pretti e sua cunhada, Dir aÇóstalongu.
s
J
Çuafro cavaleiros partem em busca da filha única tudo matar Ruslan, por quem sente um ódio muito
do príncipe de Kiev, a bela Ludmila, raptada do maior que seu amor pela desaparecida. Ratmir,
palácio do pai, onde se celebravam suas bodas com outro dos pretendentes, apaixona se por uma bela
um dos cavaleiros, Ruslan. Como castigo ao noivo, pescadora no meio do caminho e se esquece de
que a seu ver não soube defender sua futura mulher, Ludmila.
o príncipe proclamou que l udmila seria de qualquer O terceiro pretendente, Farlãf, é um covarde:
bravo cavaleiro que a trouxesse sã e salva para diante das primeiras dificuldades, decide voltar para
casa. suas terras. E è o quarto cavaleiro, o inconsolável
Acontece que nern todos os pretendentes que se Ruslan, quem prossegue na busca, informando-se'
lançam i aventura de resgatar Ludmila sâo, a rigor, de que sua noiva está em poder do terrível bruxo
heróis. O pérfido Rogdái, por exemplo, quer antes de Chornomór, que a levou para seus domínios com o'
. f tó 3
CONFIDENCIAL

M INISTÉRIO DA JUSTIÇA
DEPARTAMENTO DE POLICIA FEDERAL
SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL - DPF - ES
SEÇÃO DE INFORMAÇÕES vitória,20. 02.78

ASSUNTO: f il m e PORTUGUÊS -"MOÇAMBIQUE, DOCUMENTO VIVD"


ORIGEM: gx/gR/DPF/ES
CLASSIFICAÇÃO; x ~ x - x .'
DIFUSÃoaBfiBI-3fiCSI/I-CPBS-ATIOl/SESP/ES-SIl/DOPS/ES-PMES a Arq..
niFUSÂO ANTERIOR :CI/DPP
ANEXO: Duas cSpino xerox - A viso-C onfidonoial DAP-Il/D^-I
rf.ferF.NCIA: enqa N2 0112/0IDPF- de 26.01.78

BNCAMINEIAKSMTO NS 71/78-SI/S?-/DPF/BS

P a r a c o n h e c im e n to d e a ee Orgao, c o t a SI encaminha. o
o o n s t a n t e do a n e x o , v e r s a n d o s o b r e o a s s u n t o em e p í g r n f e . x - x - x - x - x - x
X ~ X ~ X -X -X -X -X -X -X -X -X -X -X -X -X -X -X -X -X -X -X -X ~ X -X -X -X -X “ X -X -X -X -X -T -X ~

O CÊ s TINATARIO £ -!t>PÜ * A V E L
PÊLA MANUIên Ç.A ■ D i L
Ê-.TE D O C U . v N T O (ARI. 12
Oec. N 0 99’ .7 - hEGULAMbNiO
79J
P A k A SALVAGUARDA fc AsSUNTOS
SIGILOSOS).____________________

CONFIDENCIAL
v f n ^ fip & c s n B s .o .im * &
? .6 i

CONiy IJKNCXAL Kin,?"} clu o. de 1977.


DAF-X I/DE-l/IM /-? ' ? y / 9 0 0 (IS-ir,) (A19)
I n j u r i a s c o n t r a C h e fe cie E s t a ­
d o , P ro d u ç ã o c i n e m a t o g r á f i c a .

De ord e m , o f i c i c - s e ao c r , J i r a t o r
G e r a l do d e p a r t a m e n t o de F o i ío :i.a
F e d o r a l , com u r g ê n c i a *
2 0 :i2 ,7 V

Sonhor M in i s tro ,

Tenho a h o n r a de l e v a r ao c o n h e cí monto do Vo s
sei E x c e l ê n c i a que f u i a l e r t a d o , p o l a Embaixada do H ra r.il
em h i s b o í i , que r>o p r e t e n d e r i a d i s t r i b u i r no B r a s i l film o
p o r t u g u ê s i n t i t u l a d o "M oçambique, Documento V i v o " , p r o d u z i
do p o r C o u rin h a Ramos e r e a l i z a d o p o r V i r i a t o B a r r e i o .
2. Segundo a p u r o u a E m b aix ad a , o r e f e r i d o f i l m o ,
alem de f a z e r a a p o l o g i a do c o l o n i a l i s m o e da p r ó p r i a g u e r
x. a c o l o n i a l , p ro c m r a r i d i c u l a r i z a r a f i g u r a do C h efe de
E s t a d o moçamb.i.cano, a i n d e p e n d ê n c i a de Moçambique e o p r o ­
c e s s o que c o n d u z iu a i n d e p e n d ê n c i a .
3. D e ss a fo r m a , s u a e v e n t u a l p r o j e ç ã o no B r a s i l
p o d e r i n v i r a r e p e r c u t i r n o g a t i v - ^ e n t e em n o s s a s r e l a ç õ e s
com a q u e l e p a í s a f r i c a n o , que s e pautam p e l o p r i n c í p i o do
r e s p e i t o mu t u o .
4. A ssim s e n d o , m u i to a g r a d e c e r i a a V ossa E xce­
lên cia , c a s o s e v e r i f i q u e m a t a q u e s p e s s o a i s a C h efe de

V
/ V v

/ I a .d " - {vur 1
A Sua E x c e l ê n c i a o S e n h o r (i*.cc, /..•/ •A ;
D o u to r Armando R i b e i r o F a l c ã o ,
DPN/ETC M i n i s t r o de E s t a d o da J u s t i ç a .
?■
t i K E S f t P&E5, DF5.0.r&/}.

MUK/COWIDKNC.1AT./DAf-1X/D1«~.T/IXI/v* ? J /900 (P46) (Al.9) /.l.977/? .

de E s t a d o no r e f e r i d o f i l m e , d e t e r m i n a r s e ja m tom adas nn medi


dos c a b í v e i s , nos te r m o s da l e g i s l a ç ã o e s p e c í f i c a .
„ A p ro v e ito a o p o rtu n id a d e p a r a re n o v a r a V ossa
E x c e l ê n c i a o s p r o t e s t o s da m inha a l t a e s t i m a e m ais d i s t i n t a
co n s i. de r aç a o .

/
f.ô 6

MOD. 17
w*y*h.i*e i A*
ESTADO DO ESPÍRITO SANTO
SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA
ASSESSOR IA TÉCNICA PARA INPOREAÇOES B CONTRA OTFümÇOES
V i t ó r i a ,2 3 S o a b r il d o 1932

a s s u iit o j i s a tm ta io nacional de cinecluses


0RI0S3, ATICI/SE3P/ES 1
m s m S o A ira B sio R ixxxxx f
D I Í U S S O A T U A I : G A B / S E S P ; A R J / 3 N I ; S I l/ S P l/ E S ; E A M E S ; D P F / E S i C P / E 3 ; 389B I;3 sC S M ;A R Q
»
RBpmflCIAtPB N* 014/S2/82 - 33*81
A l.lT i.O j x x x x x x x x COMPONENTES D IRETO RIA
IffDRiíiAÇft) N* 0S4/B2/AT1CI/SESP/ES

ESTA ATICZ FEZ 0 LEVANTAMENTO E IWTORMA t


1 - Na atualidade os Cine-Clubes atuam da maneira bastantes eficaz 9 sendo de
características divulyadora e propagadora apoiando todo e qualquer tipo'de
manifestação de tardem estudantil f profissional v partidárias 0 em comurd
dades 0 festas populares etc,
2 - Progeçoes são realizadas no Bine Clube ria IFCS f na Sub Reitoria comunitá­
ria v no colêgip do Carmo (auditorio) 9 Centros comunitários etc,
3 - Quanto a diretoria obtivemos informação de que não houve alteração com re­
lação ã deposse deste Departamento , CONFORME ANEXO
4 - Os principais filmes projetados forarat
a) ACTüS DE MARÕSIA - Filme sobre a revolução no Chile - Rodado em toda U F 0 !
b) A GREVE - Filme sobre a greve no ABC ,
c) 1* DE MAIO - Filme sobre o 1* de maio do trabalhador era greve,
d) ANJO DA MORTE - Drama Tcheco sobre a ocupação nazista da Tchecoslováquia
2* guerra • .
e) TEMPOS MODERNOS - Charles Chaplin - Critica a robotização do homem •
f} IV MOSTRA DO CURTA METRAGEM BRASILEIRO - Realizado no Centro comunitário
de Jardim Ijbapuã •
g) A CARROÇA - KariX Kachina • Em cartaz no Cine Clube ,
5 - Viabilização da utilização do Espaço do Restaurante Universitário Centro pe­
la "Casa da Cultura" $ colocando era pauta os objetivos f estatutos 9 dsfirri.çJ$3
e execução de seus propositos,,,
" “ ~ 30?
BR&S/9ppf5,JX5,0*I & #
P-

_________________ _ ■ ■; * -------- — ------------- ----

ESTADO DO ESPÍRITO SANTO


SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA
ASSISSORIA T&3NICA PARA INPORÍttÇOÇS E CONTRA UIPCRfAÇOES
V i t ó r i a , 23 fla a b ril <üe 1932

ASStRJTO* COMPONENTES DA D IR ETO R IA DA FEDERAÇÃO DE CIN ECLU BES DO E SPIR IT O SAN


ORIOETl, TO

DHUSJTO AKBBtCHí
*
DH-03ÍO ATUAL:
*

HBPEifeTOIà:
0

ICTXOl

COMPONENTES : SEBASTIAO R IB E IR O FILH O

JO SÉ ANTONIO CHALHUB

MARIZA T E IX E IR A

MARCOS VALÉFtlO

CLD VIS MENDES NETO

ADILSON ÂNGELO F E R R E IR A „

\ p f f l j i"í' , v V , '? ■/ , •
3
9 .6 0

MOD. 17