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ANÁLISE DE RISCO

EQUIPAMENTO:
CAVO - PRENSA ENFARDADEIRA
NÚMERO DE SÉRIE:
1259
PATRIMÔNIO:

NÚMERO DO DOCUMENTO:
2661-200-009-001
REVISÃO:
F
DATA:
09/Dezembro/2014

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Análise de Risco 2661-200-009-001
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SUMÁRIO
1. INFORMAÇÕES GERAIS ................................................................................................................................................ 3
1.6. INVENTÁRIO DE SEGURANÇA - NR-12 .............................................................................................................. 5
2. INTRODUÇÃO .................................................................................................................................................................... 6
3. HRN (HARZARD RATING NUMBER) ........................................................................................................................ 7
4. CATEGORIA DE SEGURANÇA ..................................................................................................................................... 9
5. DETERMINAÇÃO DO SIL (SAFETY INTEGRITY LEVEL) ..................................................................................... 11
6. RISCOS E PERIGOS .......................................................................................................................................................... 12
RISCO 1 - 2.1 Proteções móveis sem Intertramento ............................................................................... 12
RISCO 2 - 2.1 Proteções móveis sem Intertramento ............................................................................... 15
RISCO 3 - 1.1 falta de calço de manutenção ou não operante ........................................................... 18
RISCO 4 - 2.3 Dispositivo não atende princípio da falha segura ........................................................ 21
RISCO 5 - 3.1 Válvula de Fluxo Cruzado Hidráulica .................................................................................. 24
RISCO 6 - 3.2 Falta de Válvula De Retenção. ............................................................................................... 27
RISCO 7 - 2.4 Arquitetura de Segurança não atinge CAT 4. ................................................................. 30
RISCO 8 - 2.7 Falta de Botão de Rearme ....................................................................................................... 33
RISCO 9 - 1.7 Proteções fixas .............................................................................................................................. 36
RISCO 10 - 2.8 Botão de Emergência ............................................................................................................... 39
7. OUTROS RISCOS ............................................................................................................................................................... 42
8. RECOMENDAÇÕES ADICIONAIS ............................................................................................................................... 43
9. RESPONSABILIDADES .................................................................................................................................................... 46
10. CONCLUSÃO .................................................................................................................................................................... 47

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1. INFORMAÇÕES GERAIS
1.1. DADOS CADASTRAIS
CLIENTE ELABORAÇÃO
PROCTER & GAMBLE DO BRASIL S/A Hoxi Serviços Industriais
Marechal Miguel Salazar Mendes de Morais, Av. Juca Batista, 8000/25 - Porto Alegre, RS
747, Bairro Jacarepaguá - Rio de Janeiro, RJ CEP: 91780-070
CEP: 22770-330 CNPJ: 10.547.805/0001-03
CNPJ: 59.476.770/0038-40 Tel.: (51) 3277-8037
Tel.: (11) 4572-2185 Email: jose.mario@hoxi.net.br
Email: souza.l.9@pg.com

1.2. RESPONSÁVEIS TÉCNICOS


ANALISTA ENGENHEIRO
José Mario de Carvalho Junior José Mario de Carvalho Junior
CREA RS 052877 CREA RS 052877

1.3. CONTROLE DE REVISÃO


REVISÃO DESCRIÇÃO RESPONSÁVEL DATA
José Mario de Carvalho
A A- Inicial
Junior
09/12/2014
José Mario de Carvalho
B B - Revisado prioridades
Junior
13/01/2015
José Mario de Carvalho
C C - REVISÃO LOTE 1
Junior
18/03/2015
José Mario de Carvalho
D REVISÃO LOTE 2
Junior
31/03/2015
José Mario de Carvalho
E E- inclusão preliminar dos N. Patrimoniais
Junior
17/05/2015
José Mario de Carvalho
F F- Final
Junior
17/05/2015

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1.4. DADOS DO EQUIPAMENTO


IDENTIFICAÇÃO

LIMITES DO EQUIPAMENTO
FONTE DE ENERGIA Hidráulica
POTÊNCIA INSTALADA 0 a 10CV
PRINCIPAIS SISTEMAS E Cilindro de prensagem, cabeçote compactador, unidade hidráulica,
DISPOSITIVOS gaiola de compactação.
UTILIZAÇÃO DO Enfardamento de material scrapeado para envio à reciclagem.
EQUIPAMENTO
CARACTERÍSTICAS DE Processo automático, carga manual e descarga manual
PROCESSO
NÚMERO DE OPERADORES 1
HABILIDADES DOS Operação e comando de prensas hidráulicas.
OPERADORES

1.5. LIMITES DA ANÁLISE DE RISCOS


Esta análise de riscos está limitada às fases de Uso em produção e Manutenção da vida útil do
equipamento. Não foram contemplados riscos associados a fase de Transporte, Montagem, Instalação,
Desmontagem e Sucateamento.

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1.6. INVENTÁRIO DE SEGURANÇA - NR-12


Disponível e Operante
ITEM DESCRIÇÃO SEM
SIM NÃO EVIDÊNCIAS PARC N/A
1 Placa de identificação X
2 Placa em Português X
3 Chave Geral com trava X
4 Chave Liga/Desliga X
5 Painel de comando 24Vcc X
6 Botão Rearme X
7 Sinalização do comando X
8 Sinalização em Português X
9 Avisos de Perigo X
10 Botão de emergência no painel X
11 Botão de emergência em pontos críticos X
12 Cordão de emergência X
13 Bimanual X
14 Relé de sincronismo de 0,5 seg X
15 Proteção do bimanual/distância entre botões X
16 Pedal protegido X
17 Pedal com homem morto X
18 Proteção frontal fixa ou móvel X
19 Barreira laser ou similar X
20 Proteção lateral direita X
21 Proteção lateral esquerda X
22 Proteção traseira X
23 Proteções móvel com intertravamento X
24 Proteções pintadas em amarelo segurança X
25 Duas chaves por proteção móvel X
26 Proteções sistemas de transmissão de força e/ou velocidade X
27 Relé/CLP de segurança X
28 Relé de Inércia/Standstill X
29 Válvula de segurança hidráulica X
30 Válvula de segurança pneumática X
31 Área de circulação adequada X
32 Calço de segurança com ajuste X
33 Calço de segurança com intertravamento relé de segurança X
34 Chave de cames X
35 Assentos ergonômicos e estofados X
36 Intertravamento da proteção do bico injetor X
37 Mangueiras hidráulicas intertravadas com cabos de aço X
38 Mecanismo autoajustável X
39 Proteção fixa cilindro de plastificação X
40 Proteção área de descarga X
41 Dispositivo mecânico de segurança autorregulável X
42 Proteção fixa ou móvel equipamentos periféricos X
43 Monitoramento do circuito de potência na proteção frontal X

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2. INTRODUÇÃO
2.1. DEFINIÇÃO
Uma Análise de Riscos de máquinas ou equipamentos industriais consiste em uma análise detalhada e
sistemática que fornece informações relevantes a respeito dos diversos sistemas e subsistemas de
segurança que compõem os referidos equipamentos e máquinas.

2.2. OBJETIVO
Esta análise de risco é realizada com o objetivo de atender exigências da Norma Regulamentadora NR-
12 - SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS, que define referências técnicas,
princípios fundamentais e medidas de proteção para garantir a saúde e a integridade física dos
trabalhadores e estabelece requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho
nas fases de projeto e de utilização de máquinas e equipamentos de todos os tipos, e ainda à sua
fabricação, importação, comercialização, exposição e cessão a qualquer título, em todas as atividades
econômicas.

2.3. NORMAS
Para realizar esta análise de risco utilizou-se os princípios definidos pela NBR 14009-1997- SEGURANÇA
DE MÁQUINAS - PRINCÍPIOS PARA ANÁLISE DE RISCO bem como quando necessário pela ISO
12100:2010 SAFETY OF MACHINERY - GENERAL PRINCIPLES FOR DESIGN - RISK ASSESSMENT AND RISK
REDUCTION.
A NBR 14009-1997 tem como objetivo descrever os procedimentos básicos pelos quais os
conhecimentos e experiências de projeto, utilização, incidentes, acidentes e danos relacionados a
máquinas são considerados conjuntamente, com o objetivo de avaliar os riscos durante a vida da
máquina.
Similarmente a NBR 14009, a ISO 12100:2010 especifica a terminologia básica, princípios e metodologia
para conseguir a segurança no projeto de máquinas. Ela especifica os princípios da avaliação de risco e
redução de riscos para ajudar os engenheiros no atendimento deste objetivo. Estes princípios são
baseados no conhecimento e na experiência do projeto, a utilização, incidentes, acidentes e riscos
associados com as máquinas. Procedimentos são descritos para a identificação de perigos e estimar e
avaliar os riscos durante as fases relevantes do ciclo de vida da máquina, e para a eliminação dos
perigos ou de redução dos riscos suficientes. São fornecidas orientações sobre a documentação e
verificação do processo de avaliação de risco e redução de riscos.
As informações para a análise de riscos devem incluir: os limites da máquina; os requisitos para as fases
da vida da máquina; desenhos do projeto, fotos ou outros meios de determinação da natureza da
máquina; informações relativas à fonte de energia, painel de energia, botão liga-desliga; dispositivo de
parada de emergência; dispositivo de rearme manual; dispositivo para setup ou manutenção; proteções
fixas ou móveis intertravadas; procedimentos de manutenção, operação e treinamentos; histórico de
incidentes ou acidentes; e qualquer informação de danos à saúde.
O procedimento de análise dos riscos deve ser conduzido de tal forma que seja possível documentar o
uso previsto da máquina; a identificação dos perigos, situações e eventos perigosos; os objetivos a
serem alcançados por medidas de segurança; as medidas de segurança implementadas para eliminar os
perigos identificados ou reduzir riscos; e o risco residual de perigos individuais, pela especificação de
qualquer hipótese relevante que tenha sido feita.

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3. HRN (HARZARD RATING NUMBER)


Como método quantitativo de risco optou-se em utilizar a ISO 14121-1:2007 como referência, mais
especificamente o HRN (Hazard Rating Number), um método que inicialmente avalia o equipamento
sem os dispositivos de segurança e após é feita uma nova avaliação simulando a implantação dos
dispositivos de segurança.
O método HRN classifica o risco de insignificante a inaceitável e para que este risco seja classificado,
algumas informações são levadas em conta, como:
- Probabilidade de ocorrência (PE)
- Frequência de exposição (FE)
- Grau de possíveis danos (GPD)
- Número de pessoas expostas ao risco (NP)
Para cada item é atribuído um valor conforme tabelas abaixo:

PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA (PE)


0,033 Quase Impossível
1 Altamente Impossível
1,5 Improvável
2 Possível
5 Alguma Chance
8 Provável
10 Muito Provável
15 Certo

FREQUÊNCIA DE EXPOSIÇÃO (FE)


0,5 Anualmente
1 Mensalmente
1,5 Semanalmente
2,5 Diariamente
4 Em Termo de Hora
5 Constantemente

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GRAU DE POSSÍVEIS DANOS (GPD)
0,1 Arranhão/Contusão Leve
0,5 Dilaceração/Doenças Moderadas
2 Fratura/Enfermidade Leve
4 Fratura/Enfermidade Grave
6 Perda de Membro/Olho
10 Perda de Dois Membros/Olhos
15 Fatalidade

NÚMERO DE PESSOAS EXPOSTAS


1 1-2 Pessoas
2 3-7 Pessoas
4 8-15 Pessoas
8 16-50 Pessoas
12 Mais de 50 Pessoas

Após serem determinados os números de cada fator o seguinte cálculo deve ser feito para
classificar o grau de risco.
HRN = (PE x FE x GPD x NP)
O resultado do cálculo é comparado com a seguinte tabela que determina o grau do risco de
cada descrição de perigo do equipamento.

HRN RISCO CLASSIFICAÇÃO


Oferece um risco muito baixo para a
0-5 Insignificante segurança e saúde.
Contém riscos necessários para a
5-50 Baixo, porém significativo implantação de medidas de controle e
segurança.
Oferece possíveis riscos, necessitam que
50-500 Alto sejam utilizadas medidas de controle de
segurança urgentemente.
É inaceitável manter a operação na situação
500+ Inaceitável em que se encontra.

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4. CATEGORIA DE SEGURANÇA
Com o objetivo de apreciar o risco geral da máquina ou equipamento, visando definir parâmetros e
grau de proteção necessário durante a fase de projeto dos sistemas de segurança, a NBR 14153:2013 -
Segurança de Máquinas – Partes de sistemas de comando relacionados à segurança – Princípios Gerais
para Projeto – define 5 categorias para os sistemas de segurança a serem projetados. Para identificar a
correta categoria de segurança de um determinado sistema de segurança a NBR em questão propõem
uma metodologia baseada no seguinte quadro abaixo.

S - Severidade do Ferimento
S1 - Leve (normalmente reversível)
S2 - Grave (normalmente irreversível)
F - Frequência e tempo de exposição
F1 - Raro a relativamente frequente /ou baixo tempo de exposição
F2 - Frequente até contínuo e/ou tempo de exposição longo
P - Possibilidade de evitar o perigo
P1 - Possível sob condições específicas
P2 - Quase nunca possível
As seleções das possíveis categorias são:

4.1. Severidade do Ferimento S1 e S2


Na estimativa do risco proveniente de um defeito na parte relacionada à segurança de um sistema de
comando, apenas ferimentos leves (normalmente reversíveis) e ferimentos sérios (normalmente
irreversíveis, incluindo a morte) são considerados.
Para tornar uma decisão, as consequências usuais de acidentes e processos normais de cura devem ser
levadas em consideração na determinação de S1 e S2, por exemplo, contusões e/ou lacerações sem
complicações devem ser classificadas como S1, enquanto que uma amputação ou morte deve ser
classificada como S2.

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4.2. Frequência e/ou tempo de exposição ao perigo F1 e F2


Um período de tempo geralmente válido para a escolha do parâmetro F1 ou F2 não pode ser
especificado. Entretanto, a seguinte explicação pode ajudar a tomar a decisão correta, em caso de
dúvida.
F2 deve ser selecionado, se a pessoa estiver, frequentemente ou continuamente, exposta ao perigo. É
irrelevante se a mesma pessoa ou pessoas diferentes estiverem expostas ao perigo em sucessivas
ocasiões, como, por exemplo, para a utilização de elevadores.
O período de exposição ao perigo deve ser avaliado com base no valor médio observado, com relação
ao período total de utilização do equipamento. Por exemplo, se for necessário acessar regularmente as
ferramentas da máquina durante sua operação cíclica, para alimentação e movimentação de peças, F2
deve ser selecionado. Se o acesso somente for necessário de tempo em tempo, pode-se selecionar F1.

4.3. Possibilidade de evitar o perigo P


Quando um perigo aparece, é importante saber se ele pode ser reconhecido e quando pode ser
evitado, antes de levar a um acidente. Por exemplo, uma importante consideração é se o perigo pode
ser diretamente identificado por suas características físicas ou por meios técnicos, por exemplo,
indicadores. Outro aspecto importante que influencia a seleção do parâmetro P inclui, por exemplo:
- operação com ou sem supervisão;
- operação por especialistas ou por não profissionais;
- velocidade com que o perigo aparece, por exemplo, rapidamente ou lentamente;
- possibilidade de se evitar o perigo, por exemplo, por fuga ou por intervenção de terceiro;
- experiências práticas de segurança relativas ao processo;
Quando uma situação de perigo ocorre, P1 deve apenas ser selecionado se houver uma chance real de
se evitar um acidente ou reduzir significativamente o seu efeito. P2 deve ser selecionado se
praticamente não houver chance de se evitar o perigo.

Categorias preferenciais para pontos de referência

Medidas que podem ser superdimensionadas para risco relevante

Categorias possíveis que requerem medidas adicionais

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5. DETERMINAÇÃO DO SIL (SAFETY INTEGRITY LEVEL)


5.1. DEFINIÇÃO DE SIL
Muito embora as normas brasileiras não façam menção a este conceito, sua utilização vem crescendo
em nível mundial. SIL pode ser definido como sendo o grau de confiabilidade e integridade que um
determinado sistema de segurança apresenta. Sua quantificação se dá em termos de probabilidade de
falha durante a utilização deste sistema (PFD: Probability of failure on Demand). A literatura define 4
níveis de SIL (1 a 4) sendo 4 o mais alto grau de confiabilidade. A tabela abaixo define as faixas de
confiabilidade para cada SIL.

SIL PROBABILIDADE DE FALHA EM DEMANDA


4 10 -5 A 10 -4
3 10 -4 A 10 -3
2 10 -3 A 10 -2
1 10 -2 A 10 -1

A Norma ISO 14121-2 sugere a tabela abaixo para definir o SIL em função das consequências de um
determinado risco.

FREQUÊNCIA PROBABILIDADE CAPACIDADE DE EVITAR


5 - <= 1h e <= 24h 5 - Muito alta 5 - Impossível
4 - > 24h e <= 2 sem 4 - Alta 3 - Provável
3 - 2 sem e <= 1 ano 3 - Possível 1 - Possível
2 - > 1 ano 2 - Rara
1 - Improvável
FREQUÊNCIA + PROBABILIDADE + CAPACIDADE DE EVITAR

SEVERIDADE 3-4 5-7 8-10 11-13 14-15


4 - Morte, perda de visão ou braço SIL 2 SIL 2 SIL 2 SIL 3 SIL 3
3 - Lesão permanente, perda de dedos OM SIL 1 SIL 2 SIL 3
2 - Lesão reversível, atenção medica OM SIL 1 SIL 2
1 - Lesão reversível, primeiros socorros OM SIL 1
OM = Outras medidas recomendadas

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6. RISCOS E PERIGOS
IDENTIFICAÇÃO DE RISCO RISCO 1

TÍTULO 2.1 Proteções móveis sem Intertramento


LOCAL Zona Frontal
ALVO Operadores
TAREFA Abastecimento
TIPO DE RISCO
Riscos mecânicos
(ISO 12100)
DESCRIÇÃO DO RISCO
Elementos rotativos
(ISO 12100)
CONSEQUÊNCIAS DO
Prender
RISCO (ISO 12100)

CÁLCULO DO HRN
PROBABILIDADE
Alguma Chance
0,033 1 1,5 2 5 8 10 15
FREQUÊNCIA DE EXPOSIÇÃO
Em Termo de Hora
0,5 1 1,5 2,5 4 5
GRAU DE SEVERIDADE Fratura/Enfermidade
0,1 0,5 2 4 10 15 Grave
NÚMERO DE PESSOAS
1-2 Pessoas
1 2 4 8 12
HRN 80 Alto

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CATEGORIA (NBR 14153:2013)


B 1 2 3 4
S1

P1
F1
P2
S2
P1
F2
P2

4
SIL
FREQUÊNCIA PROBABILIDADE CAPACIDADE DE EVITAR
2 - > 1 ano 4 - Alta 5 - Impossível
FREQUÊNCIA + PROBABILIDADE + CAPACIDADE DE EVITAR = 11
SEVERIDADE 3-4 5-7 8-10 11-13 14-15
4 - Morte, perda de visão ou braço SIL 2 SIL 2 SIL 2 SIL 3 SIL 3
3 - Lesão permanente, perda de dedos OM SIL 1 SIL 2 SIL 3
2 - Lesão reversível, atenção medica OM SIL 1 SIL 2
1 - Lesão reversível, primeiros socorros OM SIL 1
RESULTADO SIL 2
RECOMENDAÇÕES
12.42. Para fins de aplicação desta Norma, consideram-se dispositivos de segurança os componentes que,
por si só ou interligados ou associados a proteções, reduzam os riscos de acidentes e de outros agravos à
saúde, sendo classificados em:
a) comandos elétricos ou interfaces de segurança: dispositivos responsáveis por realizar o monitoramento,
que verificam a interligação, posição e funcionamento de outros dispositivos do sistema e impedem a
ocorrência de falha que provoque a perda da função de segurança, como relés de segurança,
controladores configuráveis de segurança e controlador lógico programável - CLP de segurança;
b) dispositivos de intertravamento: chaves de segurança eletromecânicas, com ação e ruptura positiva,
magnéticas e eletrônicas codificadas, optoeletrônicas, sensores indutivos de segurança e outros
dispositivos de segurança que possuem a finalidade de impedir o funcionamento de elementos da
máquina sob condições específicas;
c) sensores de segurança: dispositivos detectores de presença mecânicos e não mecânicos, que atuam
quando uma pessoa ou parte do seu corpo adentra a zona de perigo de uma máquina ou equipamento,
enviando um sinal para interromper ou impedir o início de funções perigosas, como cortinas de luz,
detectores de presença optoeletrônicos, laser de múltiplos feixes, barreiras óticas, monitores de área, ou
scanners, batentes, tapetes e sensores de posição;
d) válvulas e blocos de segurança ou sistemas pneumáticos e hidráulicos de mesma eficácia;
e) dispositivos mecânicos, como: dispositivos de retenção, limitadores, separadores, empurradores,
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inibidores, defletores e retráteis; e
f) dispositivos de validação: dispositivos suplementares de comando operados manualmente, que, quando
aplicados de modo permanente, habilitam o dispositivo de acionamento, como chaves seletoras
bloqueáveis e dispositivos bloqueáveis.
RECOMENDAÇÕES PRÁTICAS
Instalar sensor eletromagnético codificado, duplo canal, PLd mínimo (CAT 4, conforme NBR 14153:2013),
intertravado a relé ou CLP de segurança. Ao abrir a proteção o motor da bomba, deve ser desligado, por
meio de duas contactoras de potência de segurança, monitoradas, positivamente guiadas.
CÁLCULO DO HRN RESIDUAL
PROBABILIDADE
Improvável
0,033 1 1,5 2 5 8 10 15
FREQUÊNCIA DE EXPOSIÇÃO
Em Termo de Hora
0,5 1 1,5 2,5 4 5
GRAU DE SEVERIDADE Arranhão/Contusão
0,1 0,5 2 4 10 15 Leve
NÚMERO DE PESSOAS
1-2 Pessoas
1 2 4 8 12
HRN 0,6 Insignificante

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IDENTIFICAÇÃO DE RISCO RISCO 2

TÍTULO 2.1 Proteções móveis sem Intertramento


LOCAL Zona Frontal
ALVO Operadores
TAREFA Abastecimento
TIPO DE RISCO
Riscos mecânicos
(ISO 12100)
DESCRIÇÃO DO RISCO
Elementos rotativos
(ISO 12100)
CONSEQUÊNCIAS DO
Prender
RISCO (ISO 12100)

CÁLCULO DO HRN
PROBABILIDADE
Alguma Chance
0,033 1 1,5 2 5 8 10 15
FREQUÊNCIA DE EXPOSIÇÃO
Em Termo de Hora
0,5 1 1,5 2,5 4 5
GRAU DE SEVERIDADE Fratura/Enfermidade
0,1 0,5 2 4 10 15 Grave
NÚMERO DE PESSOAS
1-2 Pessoas
1 2 4 8 12
HRN 80 Alto

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CATEGORIA (NBR 14153:2013)


B 1 2 3 4
S1

P1
F1
P2
S2
P1
F2
P2

4
SIL
FREQUÊNCIA PROBABILIDADE CAPACIDADE DE EVITAR
2 - > 1 ano 4 - Alta 5 - Impossível
FREQUÊNCIA + PROBABILIDADE + CAPACIDADE DE EVITAR = 11
SEVERIDADE 3-4 5-7 8-10 11-13 14-15
4 - Morte, perda de visão ou braço SIL 2 SIL 2 SIL 2 SIL 3 SIL 3
3 - Lesão permanente, perda de dedos OM SIL 1 SIL 2 SIL 3
2 - Lesão reversível, atenção medica OM SIL 1 SIL 2
1 - Lesão reversível, primeiros socorros OM SIL 1
RESULTADO SIL 2
RECOMENDAÇÕES
12.42. Para fins de aplicação desta Norma, consideram-se dispositivos de segurança os componentes que,
por si só ou interligados ou associados a proteções, reduzam os riscos de acidentes e de outros agravos à
saúde, sendo classificados em:
a) comandos elétricos ou interfaces de segurança: dispositivos responsáveis por realizar o monitoramento,
que verificam a interligação, posição e funcionamento de outros dispositivos do sistema e impedem a
ocorrência de falha que provoque a perda da função de segurança, como relés de segurança,
controladores configuráveis de segurança e controlador lógico programável - CLP de segurança;
b) dispositivos de intertravamento: chaves de segurança eletromecânicas, com ação e ruptura positiva,
magnéticas e eletrônicas codificadas, optoeletrônicas, sensores indutivos de segurança e outros
dispositivos de segurança que possuem a finalidade de impedir o funcionamento de elementos da
máquina sob condições específicas;
c) sensores de segurança: dispositivos detectores de presença mecânicos e não mecânicos, que atuam
quando uma pessoa ou parte do seu corpo adentra a zona de perigo de uma máquina ou equipamento,
enviando um sinal para interromper ou impedir o início de funções perigosas, como cortinas de luz,
detectores de presença optoeletrônicos, laser de múltiplos feixes, barreiras óticas, monitores de área, ou
scanners, batentes, tapetes e sensores de posição;
d) válvulas e blocos de segurança ou sistemas pneumáticos e hidráulicos de mesma eficácia;
e) dispositivos mecânicos, como: dispositivos de retenção, limitadores, separadores, empurradores,
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inibidores, defletores e retráteis; e
f) dispositivos de validação: dispositivos suplementares de comando operados manualmente, que, quando
aplicados de modo permanente, habilitam o dispositivo de acionamento, como chaves seletoras
bloqueáveis e dispositivos bloqueáveis.
RECOMENDAÇÕES PRÁTICAS
Instalar sensor eletromagnético codificado, duplo canal, PLd mínimo (CAT 4, conforme NBR 14153:2013),
intertravado a relé ou CLP de segurança. Ao abrir a proteção o motor da bomba, deve ser desligado, por
meio de duas contactoras de potência de segurança, monitoradas, positivamente guiadas.
CÁLCULO DO HRN RESIDUAL
PROBABILIDADE
Improvável
0,033 1 1,5 2 5 8 10 15
FREQUÊNCIA DE EXPOSIÇÃO
Em Termo de Hora
0,5 1 1,5 2,5 4 5
GRAU DE SEVERIDADE Arranhão/Contusão
0,1 0,5 2 4 10 15 Leve
NÚMERO DE PESSOAS
1-2 Pessoas
1 2 4 8 12
HRN 0,6 Insignificante

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IDENTIFICAÇÃO DE RISCO RISCO 3

TÍTULO 1.1 falta de calço de manutenção ou não operante


LOCAL Geral
ALVO Técnicos De Manutenção.
TAREFA Manutenção Preventiva
TIPO DE RISCO
Riscos mecânicos
(ISO 12100)
DESCRIÇÃO DO RISCO
Energia armazenada
(ISO 12100)
CONSEQUÊNCIAS DO
Cortar ou separar
RISCO (ISO 12100)

CÁLCULO DO HRN
PROBABILIDADE
Provável
0,033 1 1,5 2 5 8 10 15
FREQUÊNCIA DE EXPOSIÇÃO
Semanalmente
0,5 1 1,5 2,5 4 5
GRAU DE SEVERIDADE Perda de Dois
0,1 0,5 2 4 10 15 Membros/Olhos
NÚMERO DE PESSOAS
1-2 Pessoas
1 2 4 8 12
HRN 120 Alto

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CATEGORIA (NBR 14153:2013)


B 1 2 3 4
S1

P1
F1
P2
S2
P1
F2
P2

4
SIL
FREQUÊNCIA PROBABILIDADE CAPACIDADE DE EVITAR
4 - > 24h e <= 2 sem. 4 - Alta 5 - Impossível
FREQUÊNCIA + PROBABILIDADE + CAPACIDADE DE EVITAR = 13
SEVERIDADE 3-4 5-7 8-10 11-13 14-15
4 - Morte, perda de visão ou braço SIL 2 SIL 2 SIL 2 SIL 3 SIL 3
3 - Lesão permanente, perda de dedos OM SIL 1 SIL 2 SIL 3
2 - Lesão reversível, atenção medica OM SIL 1 SIL 2
1 - Lesão reversível, primeiros socorros OM SIL 1
RESULTADO SIL 3
RECOMENDAÇÕES
Anexo 8 - Item 11.1. As prensas e similares devem possuir sistema de retenção mecânica que suporte o
peso do martelo e da parte superior da ferramenta, para travar o martelo no início das operações de
trocas, ajustes e manutenções das ferramentas.
RECOMENDAÇÕES PRÁTICAS
1.1.1 Instalar calço de manutenção intertravado por meio de sensor magnético, duplo canal, CAT 4
conforme NBR 14153:2013, PLd, monitorado por relé ou CLP de segurança.

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CÁLCULO DO HRN RESIDUAL


PROBABILIDADE
0,033 1 1,5 2 5 8 10 15
FREQUÊNCIA DE EXPOSIÇÃO
Semanalmente
0,5 1 1,5 2,5 4 5
GRAU DE SEVERIDADE Arranhão/Contusão
0,1 0,5 2 4 10 15 Leve
NÚMERO DE PESSOAS
1-2 Pessoas
1 2 4 8 12
HRN 0,000495 Insignificante

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IDENTIFICAÇÃO DE RISCO RISCO 4

TÍTULO 2.3 Dispositivo não atende princípio da falha segura


LOCAL Painel de Comando
ALVO Operadores, outros
TAREFA Avisos De Perigo E Riscos
TIPO DE RISCO
Riscos elétricos
(ISO 12100)
DESCRIÇÃO DO RISCO
Curto-circuito
(ISO 12100)
CONSEQUÊNCIAS DO
Eletrocussão
RISCO (ISO 12100)

CÁLCULO DO HRN
PROBABILIDADE
Provável
0,033 1 1,5 2 5 8 10 15
FREQUÊNCIA DE EXPOSIÇÃO
Diariamente
0,5 1 1,5 2,5 4 5
GRAU DE SEVERIDADE
Fatalidade
0,1 0,5 2 4 10 15
NÚMERO DE PESSOAS
1-2 Pessoas
1 2 4 8 12
HRN 300 Alto

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CATEGORIA (NBR 14153:2013)


B 1 2 3 4
S1

P1
F1
P2
S2
P1
F2
P2

4
SIL
FREQUÊNCIA PROBABILIDADE CAPACIDADE DE EVITAR
5 - <= 1h e <= 24h 4 - Alta 5 - Impossível
FREQUÊNCIA + PROBABILIDADE + CAPACIDADE DE EVITAR = 14
SEVERIDADE 3-4 5-7 8-10 11-13 14-15
4 - Morte, perda de visão ou braço SIL 2 SIL 2 SIL 2 SIL 3 SIL 3
3 - Lesão permanente, perda de dedos OM SIL 1 SIL 2 SIL 3
2 - Lesão reversível, atenção medica OM SIL 1 SIL 2
1 - Lesão reversível, primeiros socorros OM SIL 1
RESULTADO SIL 3
RECOMENDAÇÕES
12.5. A concepção de máquinas deve atender ao princípio da falha segura. Arranjo físico e instalações.

RECOMENDAÇÕES PRÁTICAS
Eliminar sinalização de tensão ligada, pois em caso de queima de lâmpada, induz operador ao erro, ou seja
pode supor que o painel esteja desenergizado. A falha não é segura.

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CÁLCULO DO HRN RESIDUAL


PROBABILIDADE
0,033 1 1,5 2 5 8 10 15
FREQUÊNCIA DE EXPOSIÇÃO
Diariamente
0,5 1 1,5 2,5 4 5
GRAU DE SEVERIDADE Arranhão/Contusão
0,1 0,5 2 4 10 15 Leve
NÚMERO DE PESSOAS
1-2 Pessoas
1 2 4 8 12
HRN 0,000825 Insignificante

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IDENTIFICAÇÃO DE RISCO RISCO 5

TÍTULO 3.1 Válvula de Fluxo Cruzado Hidráulica


LOCAL Unidade Hidráulica
ALVO Operadores, outros
TAREFA Acionamento Emergência
TIPO DE RISCO
Riscos mecânicos
(ISO 12100)
DESCRIÇÃO DO RISCO
Energia armazenada
(ISO 12100)
CONSEQUÊNCIAS DO
Esmagado
RISCO (ISO 12100)

CÁLCULO DO HRN
PROBABILIDADE
Provável
0,033 1 1,5 2 5 8 10 15
FREQUÊNCIA DE EXPOSIÇÃO
Constantemente
0,5 1 1,5 2,5 4 5
GRAU DE SEVERIDADE
Fatalidade
0,1 0,5 2 4 10 15
NÚMERO DE PESSOAS
1-2 Pessoas
1 2 4 8 12
HRN 600 Inaceitável

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CATEGORIA (NBR 14153:2013)


B 1 2 3 4
S1

P1
F1
P2
S2
P1
F2
P2

4
SIL
FREQUÊNCIA PROBABILIDADE CAPACIDADE DE EVITAR
5 - <= 1h e <= 24h 4 - Alta 5 - Impossível
FREQUÊNCIA + PROBABILIDADE + CAPACIDADE DE EVITAR = 14
SEVERIDADE 3-4 5-7 8-10 11-13 14-15
4 - Morte, perda de visão ou braço SIL 2 SIL 2 SIL 2 SIL 3 SIL 3
3 - Lesão permanente, perda de dedos OM SIL 1 SIL 2 SIL 3
2 - Lesão reversível, atenção medica OM SIL 1 SIL 2
1 - Lesão reversível, primeiros socorros OM SIL 1
RESULTADO SIL 3
RECOMENDAÇÕES
Anexo 8 - Item 4.3. As prensas hidráulicas e similares devem possuir bloco hidráulico de segurança ou
sistema de segurança composto por válvulas em redundância que possua a mesma característica e
eficácia, com monitoramento dinâmico.
RECOMENDAÇÕES PRÁTICAS
Instalar Válvula de segurança hidráulica de fluxo cruzado, CAT 4 conforme NBR 14153:2013, ou Pld
mínimo monitorada por relé ou PLC de segurança.

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CÁLCULO DO HRN RESIDUAL


PROBABILIDADE
0,033 1 1,5 2 5 8 10 15
FREQUÊNCIA DE EXPOSIÇÃO
Constantemente
0,5 1 1,5 2,5 4 5
GRAU DE SEVERIDADE Perda de Dois
0,1 0,5 2 4 10 15 Membros/Olhos
NÚMERO DE PESSOAS
1-2 Pessoas
1 2 4 8 12
HRN 0,165 Insignificante

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IDENTIFICAÇÃO DE RISCO RISCO 6

TÍTULO 3.2 Falta de Válvula De Retenção.


LOCAL Conexão de retorno cilindros hidráulicos
ALVO Operadores E Tecnicos De Manutencao.
TAREFA Manutenção Corretiva e Manutencao Preventivs
TIPO DE RISCO
Riscos mecânicos
(ISO 12100)
DESCRIÇÃO DO RISCO
Energia armazenada
(ISO 12100)
CONSEQUÊNCIAS DO
Perfurar ou puncionar, Cortar ou separar, Prender
RISCO (ISO 12100)

CÁLCULO DO HRN
PROBABILIDADE
Muito Provável
0,033 1 1,5 2 5 8 10 15
FREQUÊNCIA DE EXPOSIÇÃO
Constantemente
0,5 1 1,5 2,5 4 5
GRAU DE SEVERIDADE Fratura/Enfermidade
0,1 0,5 2 4 10 15 Grave
NÚMERO DE PESSOAS
1-2 Pessoas
1 2 4 8 12
HRN 200 Alto

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CATEGORIA (NBR 14153:2013)


B 1 2 3 4
S1

P1
F1
P2
S2
P1
F2
P2

4
SIL
FREQUÊNCIA PROBABILIDADE CAPACIDADE DE EVITAR
5 - <= 1h e <= 24h 5 - Muito alta 5 - Impossível
FREQUÊNCIA + PROBABILIDADE + CAPACIDADE DE EVITAR = 15
SEVERIDADE 3-4 5-7 8-10 11-13 14-15
4 - Morte, perda de visão ou braço SIL 2 SIL 2 SIL 2 SIL 3 SIL 3
3 - Lesão permanente, perda de dedos OM SIL 1 SIL 2 SIL 3
2 - Lesão reversível, atenção medica OM SIL 1 SIL 2
1 - Lesão reversível, primeiros socorros OM SIL 1
RESULTADO SIL 3
RECOMENDAÇÕES
Anexo 8 - Item 4.3.4. As prensas hidráulicas e similares devem possuir válvula ou sistema de retenção para
impedir a queda do martelo em caso de falha do bloco de segurança ou do sistema hidráulico.
Anexo 8 - Item 4.3.5. Quando utilizado sistema hidráulico, a válvula ou sistema de retenção deve ficar
localizado o mais próximo possível do cilindro.
RECOMENDAÇÕES PRÁTICAS
Instalar válvula de retenção pilotada, preferencialmente na conexão do cilindro, ou o mais próximo
possível do mesmo. Este procedimento evita que uma possível ruptura de mangueira o cabeçote desça.

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CÁLCULO DO HRN RESIDUAL


PROBABILIDADE
0,033 1 1,5 2 5 8 10 15
FREQUÊNCIA DE EXPOSIÇÃO
Constantemente
0,5 1 1,5 2,5 4 5
GRAU DE SEVERIDADE Fratura/Enfermidade
0,1 0,5 2 4 10 15 Grave
NÚMERO DE PESSOAS
1-2 Pessoas
1 2 4 8 12
HRN 0,066 Insignificante

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IDENTIFICAÇÃO DE RISCO RISCO 7

TÍTULO 2.4 Arquitetura de Segurança não atinge CAT 4.


LOCAL Geral
ALVO Operadores, outros
TAREFA monitoramento e comando do sistema de segurança.
TIPO DE RISCO
Riscos mecânicos
(ISO 12100)
DESCRIÇÃO DO RISCO
Energia armazenada, Pressão alta, Queda de objetos
(ISO 12100)
CONSEQUÊNCIAS DO
Esmagado, Perfurar ou puncionar, Cortar ou separar, Prender
RISCO (ISO 12100)

CÁLCULO DO HRN
PROBABILIDADE
Muito Provável
0,033 1 1,5 2 5 8 10 15
FREQUÊNCIA DE EXPOSIÇÃO
Constantemente
0,5 1 1,5 2,5 4 5
GRAU DE SEVERIDADE
Fatalidade
0,1 0,5 2 4 10 15
NÚMERO DE PESSOAS
1-2 Pessoas
1 2 4 8 12
HRN 750 Inaceitável

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CATEGORIA (NBR 14153:2013)


B 1 2 3 4
S1

P1
F1
P2
S2
P1
F2
P2

4
SIL
FREQUÊNCIA PROBABILIDADE CAPACIDADE DE EVITAR
5 - <= 1h e <= 24h 5 - Muito alta 5 - Impossível
FREQUÊNCIA + PROBABILIDADE + CAPACIDADE DE EVITAR = 15
SEVERIDADE 3-4 5-7 8-10 11-13 14-15
4 - Morte, perda de visão ou braço SIL 2 SIL 2 SIL 2 SIL 3 SIL 3
3 - Lesão permanente, perda de dedos OM SIL 1 SIL 2 SIL 3
2 - Lesão reversível, atenção medica OM SIL 1 SIL 2
1 - Lesão reversível, primeiros socorros OM SIL 1
RESULTADO SIL 3
RECOMENDAÇÕES
Anexo 8 - Item 2.1. Os sistemas de segurança nas zonas de prensagem ou trabalho aceitáveis são:
a) enclausuramento da zona de prensagem, com frestas ou passagens que não permitem o ingresso dos
dedos e mãos nas zonas de perigo, conforme item A, do Anexo I, desta Norma, e podem ser constituído de
proteções fixas ou proteções móveis dotadas de intertravamento, conforme itens 12.38 a 12.55 e seus
subitens desta Norma;
b) ferramenta fechada, que significa o enclausuramento do par de ferramentas, com frestas ou passagens
que não permitem o ingresso dos dedos e mãos nas zonas de perigo, conforme quadro I, item A, do Anexo
I desta Norma;
c) cortina de luz com redundância e autoteste, monitorada por interface de segurança, adequadamente
dimensionada e instalada, conforme item B, do Anexo I, desta Norma e normas técnicas oficiais vigentes,
conjugada com comando bimanual, atendidas as disposições dos itens 12.26, 12.27, 12.28 e 12.29 desta
Norma.
Anexo 8 - Item 2.1.3. Os sistemas de segurança referidos na alínea "c" do subitem 2.1 e no item 2.1.1 deste
Anexo devem ser classificados como categoria 4, conforme a NBR 14153.
RECOMENDAÇÕES PRÁTICAS
Existem somente dois reles de segurança no painel de comando. Para atingimento de CAT 4, não é
permitido ligações de sensores de segurança em série. Instalar mais reles de segurança ou substituir por

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CLP. Ao usar CLP de segurança, deve-se prever dois canais para cada sensor, botão de emergência e
comandos de bimanual.
CÁLCULO DO HRN RESIDUAL
PROBABILIDADE
0,033 1 1,5 2 5 8 10 15
FREQUÊNCIA DE EXPOSIÇÃO
Constantemente
0,5 1 1,5 2,5 4 5
GRAU DE SEVERIDADE Arranhão/Contusão
0,1 0,5 2 4 10 15 Leve
NÚMERO DE PESSOAS
1-2 Pessoas
1 2 4 8 12
HRN 0,00165 Insignificante

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IDENTIFICAÇÃO DE RISCO RISCO 8

TÍTULO 2.7 Falta de Botão de Rearme


LOCAL Abastecimento
ALVO Operadores
TAREFA Rearme Após Interrupções de processo.
TIPO DE RISCO
Riscos mecânicos
(ISO 12100)
DESCRIÇÃO DO RISCO
Energia cinética, Energia armazenada, Elementos rotativos
(ISO 12100)
CONSEQUÊNCIAS DO
Prender, Esmagado
RISCO (ISO 12100)

CÁLCULO DO HRN
PROBABILIDADE
Provável
0,033 1 1,5 2 5 8 10 15
FREQUÊNCIA DE EXPOSIÇÃO
Constantemente
0,5 1 1,5 2,5 4 5
GRAU DE SEVERIDADE Fratura/Enfermidade
0,1 0,5 2 4 10 15 Grave
NÚMERO DE PESSOAS
1-2 Pessoas
1 2 4 8 12
HRN 160 Alto

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CATEGORIA (NBR 14153:2013)


B 1 2 3 4
S1

P1
F1
P2
S2
P1
F2
P2

3
SIL
FREQUÊNCIA PROBABILIDADE CAPACIDADE DE EVITAR
5 - <= 1h e <= 24h 4 - Alta 3 - Provável
FREQUÊNCIA + PROBABILIDADE + CAPACIDADE DE EVITAR = 12
SEVERIDADE 3-4 5-7 8-10 11-13 14-15
4 - Morte, perda de visão ou braço SIL 2 SIL 2 SIL 2 SIL 3 SIL 3
3 - Lesão permanente, perda de dedos OM SIL 1 SIL 2 SIL 3
2 - Lesão reversível, atenção medica OM SIL 1 SIL 2
1 - Lesão reversível, primeiros socorros OM SIL 1
RESULTADO SIL 2
RECOMENDAÇÕES
12.40. Os sistemas de segurança, de acordo com a categoria de segurança requerida, devem exigir rearme,
ou reset manual, após a correção da falha ou situação anormal de trabalho que provocou a paralisação da
máquina.
RECOMENDAÇÕES PRÁTICAS
Instalar Botão de rearme na cor azul, de preferência luminoso, em local que o operador ao aciona-lo tenha
a máxima visão possível de todo o equipamento. Normalmente este BOTÃO fica instalado próximo ao
Botão de emergência. Observação: este botão não pode dar início do ciclo, somente rearmar todo o
sistema de segurança do equipamento.

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CÁLCULO DO HRN RESIDUAL


PROBABILIDADE
0,033 1 1,5 2 5 8 10 15
FREQUÊNCIA DE EXPOSIÇÃO
Diariamente
0,5 1 1,5 2,5 4 5
GRAU DE SEVERIDADE Dilaceração/Doenças
0,1 0,5 2 4 10 15 Moderadas
NÚMERO DE PESSOAS
1-2 Pessoas
1 2 4 8 12
HRN 0,004125 Insignificante

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IDENTIFICAÇÃO DE RISCO RISCO 9

TÍTULO 1.7 Proteções fixas


LOCAL Geral
ALVO Operadores, técnicos de manutenção e outros
TAREFA Operação e manutenção
TIPO DE RISCO
Riscos mecânicos
(ISO 12100)
DESCRIÇÃO DO RISCO
Elementos rotativos
(ISO 12100)
CONSEQUÊNCIAS DO
Cortar ou separar
RISCO (ISO 12100)

CÁLCULO DO HRN
PROBABILIDADE
Muito Provável
0,033 1 1,5 2 5 8 10 15
FREQUÊNCIA DE EXPOSIÇÃO
Em Termo de Hora
0,5 1 1,5 2,5 4 5
GRAU DE SEVERIDADE Fratura/Enfermidade
0,1 0,5 2 4 10 15 Grave
NÚMERO DE PESSOAS
1-2 Pessoas
1 2 4 8 12
HRN 160 Alto

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CATEGORIA (NBR 14153:2013)


B 1 2 3 4
S1

P1
F1
P2
S2
P1
F2
P2

3
SIL
FREQUÊNCIA PROBABILIDADE CAPACIDADE DE EVITAR
5 - <= 1h e <= 24h 4 - Alta 3 - Provável
FREQUÊNCIA + PROBABILIDADE + CAPACIDADE DE EVITAR = 12
SEVERIDADE 3-4 5-7 8-10 11-13 14-15
4 - Morte, perda de visão ou braço SIL 2 SIL 2 SIL 2 SIL 3 SIL 3
3 - Lesão permanente, perda de dedos OM SIL 1 SIL 2 SIL 3
2 - Lesão reversível, atenção medica OM SIL 1 SIL 2
1 - Lesão reversível, primeiros socorros OM SIL 1
RESULTADO SIL 2
RECOMENDAÇÕES
12.41. Para fins de aplicação desta Norma, considera-se proteção o elemento especificamente utilizado
para prover segurança por meio de barreira física, podendo ser:
a) proteção fixa, que deve ser mantida em sua posição de maneira permanente ou por meio de elementos
de fixação que só permitam sua remoção ou abertura com o uso de ferramentas específicas; e
b) proteção móvel, que pode ser aberta sem o uso de ferramentas, geralmente ligada por elementos
mecânicos à estrutura da máquina ou a um elemento fixo próximo, e deve se associar a dispositivos de
intertravamento.
12.49. As proteções devem ser projetadas e construídas de modo a atender aos seguintes requisitos de
segurança:
a) cumprir suas funções apropriadamente durante a vida útil da máquina ou possibilitar a reposição de
partes deterioradas ou danificadas;
b) ser constituídas de materiais resistentes e adequados à contenção de projeção de peças, materiais e
partículas;
c) fixação firme e garantia de estabilidade e resistência mecânica compatíveis com os esforços requeridos;
d) não criar pontos de esmagamento ou agarramento com partes da máquina ou com outras proteções;
e) não possuir extremidades e arestas cortantes ou outras saliências perigosas;
f) resistir às condições ambientais do local onde estão instaladas;
g) impedir que possam ser burladas;
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h) proporcionar condições de higiene e limpeza;
i) impedir o acesso à zona de perigo;
j) ter seus dispositivos de intertravamento protegidos adequadamente contra sujidade, poeiras e corrosão,
se necessário;
k) ter ação positiva, ou seja, atuação de modo positivo; e
l) não acarretar riscos adicionais.
RECOMENDAÇÕES PRÁTICAS
Projetar e construir proteções de distância conforme sugestões da foto montagem. Para detalhamento
completo e dimensionamentos mínimos, consultar CBA 2050, itens 4 e 7, e seus sub itens e NR 12, anexo
1.
CÁLCULO DO HRN RESIDUAL
PROBABILIDADE
0,033 1 1,5 2 5 8 10 15
FREQUÊNCIA DE EXPOSIÇÃO
Em Termo de Hora
0,5 1 1,5 2,5 4 5
GRAU DE SEVERIDADE Arranhão/Contusão
0,1 0,5 2 4 10 15 Leve
NÚMERO DE PESSOAS
1-2 Pessoas
1 2 4 8 12
HRN 0,00132 Insignificante

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IDENTIFICAÇÃO DE RISCO RISCO 10

TÍTULO 2.8 Botão de Emergência


LOCAL Painel de Comando
ALVO Operadores, outros
TAREFA Acionamento Emergência
TIPO DE RISCO
Riscos mecânicos
(ISO 12100)
DESCRIÇÃO DO RISCO
Movendo elementos
(ISO 12100)
CONSEQUÊNCIAS DO
Prender, Esmagado
RISCO (ISO 12100)

CÁLCULO DO HRN
PROBABILIDADE
Muito Provável
0,033 1 1,5 2 5 8 10 15
FREQUÊNCIA DE EXPOSIÇÃO
Diariamente
0,5 1 1,5 2,5 4 5
GRAU DE SEVERIDADE Dilaceração/Doenças
0,1 0,5 2 4 10 15 Moderadas
NÚMERO DE PESSOAS
1-2 Pessoas
1 2 4 8 12
HRN 12,5 Baixo, porém significativo

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CATEGORIA (NBR 14153:2013)


B 1 2 3 4
S1

P1
F1
P2
S2
P1
F2
P2

4
SIL
FREQUÊNCIA PROBABILIDADE CAPACIDADE DE EVITAR
4 - > 24h e <= 2 sem. 4 - Alta 5 - Impossível
FREQUÊNCIA + PROBABILIDADE + CAPACIDADE DE EVITAR = 13
SEVERIDADE 3-4 5-7 8-10 11-13 14-15
4 - Morte, perda de visão ou braço SIL 2 SIL 2 SIL 2 SIL 3 SIL 3
3 - Lesão permanente, perda de dedos OM SIL 1 SIL 2 SIL 3
2 - Lesão reversível, atenção medica OM SIL 1 SIL 2
1 - Lesão reversível, primeiros socorros OM SIL 1
RESULTADO SIL 3
RECOMENDAÇÕES
12.56. As máquinas devem ser equipadas com um ou mais dispositivos de parada de emergência, por meio
dos quais possam ser evitadas situações de perigo latentes e existentes.
12.56.1. Os dispositivos de parada de emergência não devem ser utilizados como dispositivos de partida
ou de acionamento.
12.57. Os dispositivos de parada de emergência devem ser posicionados em locais de fácil acesso e
visualização pelos operadores em seus postos de trabalho e por outras pessoas, e mantidos
permanentemente desobstruídos.
12.58. Os dispositivos de parada de emergência devem:
a) ser selecionados, montados e interconectados de forma a suportar as condições de operação previstas,
bem como as influências do meio;
b) ser usados como medida auxiliar, não podendo ser alternativa a medidas adequadas de proteção ou a
sistemas automáticos de segurança;
c) possuir acionadores projetados para fácil atuação do operador ou outros que possam necessitar da sua
utilização;
d) prevalecer sobre todos os outros comandos;
e) provocar a parada da operação ou processo perigoso em período de tempo tão reduzido quanto
tecnicamente possível, sem provocar riscos suplementares;
f) ser mantidos sob monitoramento por meio de sistemas de segurança; e
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g) ser mantidos em perfeito estado de funcionamento.
12.59. A função parada de emergência não deve:
a) prejudicar a eficiência de sistemas de segurança ou dispositivos com funções relacionadas com a
segurança;
b) prejudicar qualquer meio projetado para resgatar pessoas acidentadas; e
c) gerar risco adicional.
12.60. O acionamento do dispositivo de parada de emergência deve também resultar na retenção do
acionador, de tal forma que quando a ação no acionador for descontinuada, este se mantenha retido até
que seja desacionado.
12.60.1. O desacionamento deve ser possível apenas como resultado de uma ação manual intencionada
sobre o acionador, por meio de manobra apropriada;
RECOMENDAÇÕES PRÁTICAS
Instalar Botão de emergência conforme ABNT NBR 13759:1996. Instalar etiqueta amarela ao redor do
botão com a palavra EMERGÊNCIA escrito em vermelho.
CÁLCULO DO HRN RESIDUAL
PROBABILIDADE
0,033 1 1,5 2 5 8 10 15
FREQUÊNCIA DE EXPOSIÇÃO
Diariamente
0,5 1 1,5 2,5 4 5
GRAU DE SEVERIDADE Arranhão/Contusão
0,1 0,5 2 4 10 15 Leve
NÚMERO DE PESSOAS
1-2 Pessoas
1 2 4 8 12
HRN 0,000825 Insignificante

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7. OUTROS RISCOS
7.1. AGENTES QUÍMICOS
Ver item “6. Riscos. Caso não haja citação a este tipo de risco, a máquina em análise não apresenta
riscos significativos neste quesito.

7.2. AGENTES BIOLÓGICOS


Ver item “6. Riscos. Caso não haja citação a este tipo de risco, a máquina em análise não apresenta
riscos significativos neste quesito.

7.3. RADIAÇÕES IONIZANTES


Ver item “6. Riscos. Caso não haja citação a este tipo de risco, a máquina em análise não apresenta
riscos significativos neste quesito.

7.4. VIBRAÇÕES
Ver item “6. Riscos. Caso não haja citação a este tipo de risco, a máquina em análise não apresenta
riscos significativos neste quesito.

7.5. RUÍDO
Ver item “6. Riscos. Caso não haja citação a este tipo de risco, a máquina em análise não apresenta
riscos significativos neste quesito.

7.6. CALOR
Ver item “6. Riscos. Caso não haja citação a este tipo de risco, a máquina em análise não apresenta
riscos significativos neste quesito.

7.7. COMBUSTÍVEIS E INFLAMÁVEIS


Ver item “6. Riscos. Caso não haja citação a este tipo de risco, a máquina em análise não apresenta
riscos significativos neste quesito.

7.8. SUPERFÍCIE AQUECIDA


Ver item “6. Riscos. Caso não haja citação a este tipo de risco, a máquina em análise não apresenta
riscos significativos neste quesito.

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8. RECOMENDAÇÕES ADICIONAIS
8.1. ARRANJO FÍSICO E INSTALAÇÕES
8.1.1. Manter os materiais em utilização no processo produtivo alocados em áreas especificas de
armazenamento, devidamente demarcadas com faixas na cor indicada pelas normas técnicas
oficiais ou sinalizadas quando se tratar de áreas externas.
8.1.2. Manter os espaços ao redor das máquinas e equipamentos adequados ao seu tipo e ao tipo de
operação, de forma a prevenir a ocorrência de acidentes e doenças relacionados ao trabalho.
8.1.3. Adequar a distância mínima entre máquinas, em conformidade com suas características e
aplicações
8.1.4. Manter o piso limpo e livre de objetos, ferramentas e quaisquer materiais que ofereçam riscos de
acidentes;
8.1.5. Adequar o piso com características de modo a prevenir riscos provenientes de graxas, óleos e
outras substâncias e materiais que os tornem escorregadios; e mantê-lo nivelado e resistente às
cargas a que está sujeito.
8.1.6. Manter as ferramentas utilizadas no processo produtivo organizadas e armazenadas ou dispostas
em locais específicos para essa finalidade
8.1.7. Verificar e se necessário adequar as instalação das máquinas estacionárias aos requisitos
necessários fornecidos pelos fabricantes ou, na falta desses, elaborar projeto com um
profissional legalmente habilitado, em especial quanto à fundação, fixação, amortecimento,
nivelamento, ventilação, alimentação elétrica, pneumática e hidráulica, aterramento e sistemas
de refrigeração.
8.1.8. Evitar movimentação aérea de materiais sobre os trabalhadores, máquinas, áreas de circulação,
postos de trabalho e quaisquer outros locais em que possa haver trabalhadores, técnicos de
manutenção e demais colaboradores da área produtiva e técnica da empresa.

8.2. OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO


8.2.1. A operação, manutenção, inspeção e demais intervenções em máquinas e equipamentos devem
ser realizadas por trabalhadores habilitados, qualificados, capacitados ou autorizados para este
fim.
8.2.2. Os operadores de máquinas e equipamentos devem ser maiores de dezoito anos, salvo na
condição de aprendiz, nos termos da legislação vigente.

8.3. TREINAMENTO
8.3.1. Promover treinamentos periódicos de operação segura de máquinas, conforme manual de
utilização do equipamento, ou na falta deste, elaborar um treinamento desenvolvido por
profissional qualificado ou legalmente habilitado.
8.3.2. Os trabalhadores envolvidos na operação, manutenção, inspeção e demais intervenções em
máquinas e equipamentos devem receber capacitação providenciada pelo empregador e
compatível com suas funções, que aborde os riscos a que estão expostos e as medidas de
proteção existentes e necessárias, nos termos desta Norma, para a prevenção de acidentes e
doenças.
8.3.3. O treinamento deve:
- ocorrer antes que o trabalhador assuma a sua função;
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- ser realizada pelo empregador, sem ônus para o trabalhador;
- ter carga horária mínima que garanta aos trabalhadores executarem suas atividades com
segurança, sendo distribuída em no máximo oito horas diárias e realizada durante o horário
normal de trabalho;
- ter conteúdo programático de no mínimo o estabelecido no Anexo II item 1 da NR-12
- ser ministrada por trabalhadores ou profissionais qualificados para este fim, com supervisão de
profissional legalmente habilitado que se responsabilizará pela adequação do conteúdo, forma,
carga horária, qualificação dos instrutores avaliação dos capacitados.
8.3.4. Prover nos treinamentos material didático, escrito ou audiovisual, produzidos em linguagem
adequada aos trabalhadores, e ser mantê-los a disposição da fiscalização, assim como a lista de
presença dos participantes ou certificado, currículo dos ministrantes e avaliação dos capacitados.
8.3.5. Prover treinamento para reciclagem do trabalhador sempre que ocorrerem modificações
significativas nas instalações e na operação de máquinas ou troca de métodos, processos e
organização do trabalho. O conteúdo programático da capacitação para reciclagem deve atender
as necessidades da situação que a motivou, com carga horária mínima que garanta aos
trabalhadores executarem suas atividades com segurança, sendo distribuída em no máximo oito
horas diárias e realizada durante o horário normal de trabalho.

8.4. MANUTENÇÃO
8.4.1. Submeter as máquinas e equipamentos à manutenção preventiva e corretiva, na forma e
periodicidade determinada pelo fabricante, conforme as normas técnicas oficiais nacionais
vigentes e, na falta destas, as normas técnicas internacionais.
8.4.2. Planejar e gerenciar as manutenções preventivas com potencial de causar acidentes do trabalho
sendo que este planejamento e gerenciamento deve ser efetuado por profissional legalmente
habilitado.
8.4.3. Registrar as manutenções preventivas e corretivas em livro próprio, ficha ou sistema
informatizado, com os seguintes dados:
- cronograma de manutenção;
- intervenções realizadas;
- data da realização de cada intervenção;
- serviço realizado;
- peças reparadas ou substituídas;
- condições de segurança do equipamento;
- indicação conclusiva quanto às condições de segurança da máquina;
- nome do responsável pela execução das intervenções.
8.4.4. Disponibilizar registro das manutenções aos trabalhadores envolvidos na operação, manutenção
e reparos, bem como a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA, ao Serviço de
Segurança e Medicina do Trabalho - SESMT e a fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego.
8.4.5. Executar manutenção, inspeção, reparos, limpeza, ajuste e outras intervenções que se fizerem
necessárias somente por profissionais capacitados, qualificados ou legalmente habilitados,
formalmente autorizados pelo empregador, com as máquinas e equipamentos parados e adoção
dos seguintes procedimentos:
- isolamento e descarga de todas as fontes de energia das máquinas e equipamentos, de modo
visível ou facilmente identificável por meio dos dispositivos de comando;
- bloqueio mecânico e elétrico na posição “desligado” ou “fechado” de todos os dispositivos de
corte de fontes de energia, a fim de impedir a reenergização, e sinalização com cartão ou
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etiqueta de bloqueio contendo o horário e a data do bloqueio, o motivo da manutenção e o
nome do responsável;
- medidas que garantam que a jusante dos pontos de corte de energia não exista possibilidade de
gerar risco de acidentes;
- sistemas de retenção com trava mecânica, para evitar o movimento de retorno acidental de
partes basculhadas ou articuladas abertas das máquinas e equipamentos.
8.4.6. Para situações especiais de regulagem, ajuste, limpeza, pesquisa de defeitos e inconformidades,
em que não seja possível o cumprimento das condições estabelecidas anteriormente, e em
outras situações que impliquem a redução do nível de segurança das máquinas e equipamentos e
houver necessidade de acesso as zonas de perigo, devem ser possíveis selecionar um modo de
operação que:
- torne inoperante o modo de comando automático;
- permita a realização dos serviços com o uso de dispositivo de acionamento de ação continuada
associado à redução da velocidade, ou dispositivos de comando por movimento limitado;
- impeça a mudança por trabalhadores não autorizados;
- a seleção corresponda a um único modo de comando ou de funcionamento;
- quando selecionado, tenha prioridade sobre todos os outros sistemas de comando, com exceção
da parada de emergência;
- torne a seleção visível, clara e facilmente identificável.

8.5. ATERRAMENTO
8.5.1. Verificar e testar o aterramento da máquina, com emissão de laudo técnico e respectiva ART
assinada por profissional legalmente habilitado.

8.6. QUADRO DE ENERGIA


8.6.1. Os quadros de energia das máquinas e equipamentos devem atender aos seguintes requisitos
mínimos de segurança:
- possuir porta de acesso, mantida permanentemente fechada e travada de forma que somente
profissionais qualificados, capacitados ou legalmente habilitados possam ter acesso aos
dispositivos de destravamento. Este profissionais obrigatoriamente deve ter certificado de
treinamento em NR-10;
- possuir sinalização quanto ao perigo de choque elétrico e restrição de acesso por pessoas não
autorizadas;
- ser mantidos em bom estado de conservação, limpos e livres de objetos e ferramentas;
- possuir proteção e identificação dos circuitos;
- atender ao grau de proteção adequado em função do ambiente de uso;

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9. RESPONSABILIDADES
A HOXI declara que coletou e documentou informações durante a execução deste trabalho e estas
informações representam o estado do equipamento no momento desta coleta de informações.
Alterações realizadas pelo cliente posteriormente a coleta de dados e que não foram informadas a
HOXI, não são de responsabilidade da mesma.

A HOXI não se responsabiliza pela maneira de como este documento será usado, seja em ações
comerciais, jurídicas ou operacionais. Este documento tem a finalidade de atestar o estado do
equipamento no momento de sua análise, não emitindo nenhuma análise de juízo sobre a atitude da
empresa perante as normas de segurança e operação de equipamentos industriais.

A HOXI declara que utilizou todo o conhecimento que possui sobre a regulamentação Nacional e
Internacional de Segurança de Máquinas e Equipamentos e que as considerações aqui apresentadas
foram inteiramente baseadas nestas regulamentações vigentes à época da realização deste
documento.

Entretanto, a regulamentação neste campo de conhecimento é dinâmica e está em constante


modificação, inclusão, alteração e melhorias, portanto a HOXI não assume responsabilidade por estas
alterações quando ocorridas após a emissão deste documento.

Muitas das considerações aqui apresentadas, são interpretações da regulamentação e que apesar de
todo o esforço realizado para torna-las o máximo possível objetivas, em muitos casos a regulamentação
é interpretada a luz de uma avaliação subjetiva do profissional legalmente habilitado responsável por
este documento. Por isto, alguma divergência na interpretação
desta regulamentação não pode ser considerada omissão ou erro por parte da HOXI.

A HOXI oferece garantia ao cliente que em possíveis divergências de interpretação, não medirá esforços
para justificar e demonstrar, com base na legislação vigente à época da realização deste documento,
suas conclusões, opiniões sobre os riscos e perigos aqui neste relatório apresentados.
Entretanto, esta garantia não inclui nenhuma compensação financeira que eventualmente ocorra em
função destas divergências.

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10. CONCLUSÃO
Conforme demonstrado, a máquina desta análise de risco apresenta riscos significantes aos
usuários da mesma, e atende PARCIALMENTE aos requisitos mínimos da Norma
Regulamentadora NR12:2010, necessitando assim de adequações em seus dispositivos de
segurança.

José Mario de Carvalho Junior


Engenheiro Responsável
CREA RS 052877
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