Você está na página 1de 125

Orientações e normas para escrita de trabalhos

Acadêmico-científicos – ESMU-UEMG

Prof. José Antônio Baêta Zille

Belo Horizonte

2018
1

Prof. José Antônio Baêta Zille

Orientações e normas para escrita de trabalhos Acadêmico-científicos


ESMU-UEMG

Material de referência para escrita de trabalhos


acadêmico-científicos com orientações e normas
segundo ABNT – Associação Brasileira de Normas
Técnicas.

Belo Horizonte
2018
2

Ciência sem poética, inteligência pura sem compreensão


simbólica dos fins humanos, conhecimento objetivo sem
expressão do sujeito humano, objeto sem felicidade
apropriadora é apenas alienação do homem. A
imaginação humana recoloca o orgulho humano do
conhecimento faustiano nos limites alegres da condição
humana.

Gilbert Durand
3

SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO............................................................................................................ 9

1 CONSIDERAÇÕES SOBRE TRABALHOS ACADÊMICOS................................. 11

1.1 Tipos de trabalhos acadêmico-ciêntíficos............................................................. 11

1.2 Redação.................................................................................................................... 12
1.2.1 Discurso científico......................................................................................... 13

1.3 Experimentos com seres humanos e/ou animais.................................................. 14


1.3.1 Procedimentos............................................................................................... 15

1.4 Fraudes.................................................................................................................... 16
1.4.1 Apresentação de dados incorretos ou manipulados em pesquisa............ 17
1.4.2 Plágio/Cópias................................................................................................ 17

2 CONFIGURAÇÕES/FORMATAÇÕES...................................................................... 20

2.1 Configuração de página......................................................................................... 20


2.1.1 Papel.............................................................................................................. 20
2.1.2 Margens......................................................................................................... 20

2.2 Fontes, espaçamento entre linhas e parágrafos................................................... 20


2.2.1 Fontes............................................................................................................. 20
2.2.2 Espaçamento entre linhas............................................................................ 21
2.2.3 Paragrafação................................................................................................. 21
2.2.4 Alinhamentos................................................................................................ 21
2.2.4.1 Geral................................................................................................. 21
2.2.4.2 Monografias, dissertações e teses.................................................... 22
2.2.5 Paginação...................................................................................................... 22

2.3 Aspas, itálico e negrito........................................................................................... 22

2.4 Numeração de seções.............................................................................................. 23


2.4.1 Numeração em artigos.................................................................................. 24
2.4.2 Numeração em monografias, dissertações e teses...................................... 24

2.5 Formatos de arquivos recomendados para trabalhos digitais............................ 28

3 ARTIGO.......................................................................................................................... 29

3.1 Estrutura................................................................................................................. 29
3.1.1 Capa.................................................................................................... 29
4

3.1.2 Elementos de um artigo............................................................................... 30

4 MONOGRAFIAS, DISSETAÇÕES E TESES............................................................ 34

4.1 Estrutura/Ordem.................................................................................................... 34

4.2 Conteúdo e Formatação......................................................................................... 35


4.2.1 Elementos Externos...................................................................................... 35
4.2.1.1 Capa......................................................................................... 35
4.2.1.2 Lombada............................................................................................ 35
4.2.2 Elementos Internos....................................................................................... 38
4.2.2.1 Folha de rosto.................................................................................... 38
4.2.2.2 Ficha catalográfica........................................................................... 42
4.2.2.3 Errata................................................................................................. 43
4.2.2.4 Folha de apovação............................................................................ 44
4.2.2.5 Dedicatória(s).................................................................................... 46
4.2.2.6 Agradecimento(s).............................................................................. 47
4.2.2.7 Epígrafe(s)......................................................................................... 48
4.2.2.8 Resumo.............................................................................................. 49
4.2.2.9 Abstract.............................................................................................. 49
4.2.2.10 Listas................................................................................................ 52
4.2.2.11 Sumário........................................................................................... 52
4.2.3 Elementos textuais....................................................................................... 58
4.2.3.1 Introdução......................................................................................... 58
4.2.3.2 Desenvolvimento............................................................................... 58
4.2.3.3 Considerações finais......................................................................... 58
4.2.4 Elementos pós-textuais................................................................................ 58
4.2.4.1 Referências........................................................................................ 59
4.2.4.2 Glossário............................................................................................ 59
4.2.4.3 Anexo(s)............................................................................................. 59
4.2.4.4 Apêndice(s)........................................................................................ 60

5 INSTRUÇÕES GERAIS DE APRESENTAÇÃO....................................................... 62

5.1 Sigla(s)...................................................................................................................... 62

5.2 Notas de rodapé...................................................................................................... 62

5.3 Equação(ões) e fórmula(s)...................................................................................... 63

5.4 Ilustração(ões)......................................................................................................... 64

5.5 Tabela(s) ................................................................................................................. 65

6 APRESENTAÇÃO DE AUTORES NO TEXTO........................................................ 68

6.1 Citação com um autor............................................................................................ 69

6.2 Citação com dois autores....................................................................................... 69


5

6.3 Citação com até três autores.................................................................................. 70

6.4 Citação com mais de três autores.......................................................................... 70

6.5 Citação de diversos documentos do mesmo autor e ano..................................... 70

6.6 Citação com coincidência de sobrenome e ano.................................................... 71

6.7 Citação com coincidência de sobrenome, inicial do prenome e ano.................. 71

6.8 Citação de publicações anônimas.......................................................................... 72

6.9 Citação de entidades coletivas............................................................................... 72

6.10 Citação de eventos................................................................................................ 72

6.11 Citação de vários trabalhos do mesmo autor..................................................... 73

6.12 Citação de vários trabalhos de autores diferentes............................................. 73

7 CITAÇÕES – Orientações gerais................................................................................. 74

7.1 Destaques................................................................................................................. 74

7.2 Supressões no texto................................................................................................. 75

7.3 Acréscimos de comentários.................................................................................... 75

7.4 Citação de publicação em lingua extrangeira...................................................... 75

7.5 Citação direta.......................................................................................................... 76

7.6 Citação indireta....................................................................................................... 77

7.7 Citação de citação................................................................................................... 77

7.8 Citação de fontes informais.................................................................................... 79


7.8.1 Informação verbal....................................................................................... 79
7.8.2 Informação pessoal...................................................................................... 79
7.8.3 Em fase de elaboração................................................................................ 80
7.8.4 Em fase de impressão.................................................................................. 80

8 NOTAS GERAIS - TRANSCRIÇÃO DE ELEMENTOS DE REFERÊNCIA....... 81

8.1 Autoria...................................................................................................................... 81
8.1.1 Autoria pessoal.............................................................................................. 81
8.1.2 Autoria entidade........................................................................................... 81
6

8.2 Título e subtítulo...................................................................................................... 83

8.3 Edição....................................................................................................................... 83

8.4 Local......................................................................................................................... 84

8.5 Editora...................................................................................................................... 85

8.6 Datas......................................................................................................................... 87

8.7 Abreviaturas dos meses.......................................................................................... 90

8.8 Ilustrações................................................................................................................ 91

8.9 Dimensões................................................................................................................. 91

8.10 Publicações pertencentes a séries ou coleções..................................................... 91

9 PADRÃO DE REFERENCIAS PARA TRABALHOS ACADÊMICOS.................. 93

9.1 Trabalhos monográficos......................................................................................... 93


9.1.1 Trabalho monotráfico considerado no todo............................................... 94
9.1.1.1 Com indicação de um autor.............................................................. 94
9.1.1.1.1 Nomes com sufixo............................................................. 94
9.1.1.1.2 Nome(s) do(s) autor(es) com mais de uma obra
referenciada...................................................................... 94
9.1.1.2 Com indicação de dois autores......................................................... 95
9.1.1.3 Com indicação de três autores.......................................................... 95
9.1.1.4 Com indicação de mais de três autores............................................ 95
9.1.1.5 Publicação de autoria desconhecida................................................ 95
9.1.1.6 Com indicação de tradutor............................................................... 96
9.1.1.7 Com indicação de série..................................................................... 96
9.1.1.8 Com indicação de responsabilidade intelectual............................... 96
9.1.1.9 Autor entidade................................................................................... 97
9.1.1.10 Trabalhos em meio eletrônico........................................................ 97
9.1.1.11 Referências com outros tipos de materiais monográficos............. 97
9.1.1.11.1 Catálogos...................................................................... 98
9.1.1.11.2 Teses, Dissertações e Monografias............................... 98
9.1.1.11.3 Memorial....................................................................... 99
9.1.1.11.4 Relatórios...................................................................... 99
9.1.1.11.5 Dicionário e enciclopédia............................................. 100
9.1.1.11.6 Guia............................................................................... 100
9.1.1.11.7 Manual.......................................................................... 101
9.1.1.11.8 Folheto.......................................................................... 101
9.1.1.11.9 Almanaque.................................................................... 101

9.1.2 Trabalho monográfico considero em parte................................................ 102


9.1.2.1 Capítulo de livro com autoria distinta da obra no todo................... 102
7

9.1.2.2 Capítulo de livro com a mesma autoria da obra no todo................. 102


9.1.2.3 Capítulo de livro em formato eletrônico........................................... 102
9.1.2.4 Verbete............................................................................................... 103

9.2 Publicação seriada/periódicos................................................................................ 103


9.2.1 Editorial......................................................................................................... 104
9.2.2 Publicação seriada considerada no todo..................................................... 104
9.2.3 Artigo e/ou matéria de periódico................................................................. 104
9.2.4 Artigo de jornal............................................................................................. 105

9.3 Entrevista................................................................................................................ 106


9.3.1 Fonte formal.................................................................................................. 106
9.3.2 Fonte informal.............................................................................................. 106

9.4 Evento...................................................................................................................... 107


9.4.1 Evento considerado no todo......................................................................... 107
9.4.2 Trabalho apresentado em evento................................................................ 107
9.4.3 Trabalho apresentado em evento on line.................................................... 108
9.4.4 Trabalho de evento publicado em periódico.............................................. 108

9.5 Patente..................................................................................................................... 109

9.6 Normas técnicas...................................................................................................... 109

9.7 Documento jurídico................................................................................................ 110


9.7.1 Constituição................................................................................................... 110
9.7.2 Emenda constitucional................................................................................. 110
9.7.3 Leis e decretos............................................................................................... 110
9.7.4 Medida provisória......................................................................................... 111
9.7.5 Portarias, deliberações e resoluções............................................................ 111
9.7.6 Consolidação de leis...................................................................................... 112
9.7.7 Jurisprudência.............................................................................................. 112

9.8 Imagem em movimento.......................................................................................... 113

9.9 Documento iconográfico........................................................................................ 113

9.10 Documento cartográfico....................................................................................... 114

9.11 Documento sonoro................................................................................................ 115


9.11.1 Documento sonoro considerado no todo................................................ 115
9.11.2 Documento sonoro considerado em parte.............................................. 116

9.12 Partitura................................................................................................................ 116


9.12.1 Partitura considerada no todo................................................................. 117
9.12.2 Partitura considerada em parte............................................................... 117

9.13 Documento tridimensional................................................................................... 118


8

9.14 Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico.......................................... 118


9.14.1 Acesso a banco, bases de dados e lista de discussão............................... 119
9.14.2 Acesso a website comercial e institucional.............................................. 119
9.14.3 Acesso a dico rígido................................................................................... 120
9.14.4 Acesso a arquivos em disquetes................................................................ 120
9.14.5 Acesso a CD/DVD...................................................................................... 121
9.14.6 Acesso a mensagem eletrônica (e-mail)................................................... 121
9.14.6.1Mensagem pessoal........................................................................ 121
9.14.6.2 Lista de discussões....................................................................... 122
9.14.7 Programas (software)................................................................................ 122

REFERÊNCIAS................................................................................................................ 123
9

APRESENTAÇÃO

É uma constância a necessidade, no âmbito acadêmico, da produção de trabalhos de caráter


científico, sejam eles na forma de artigos, monografias, dissertações ou teses. A redação desses
trabalhos deve estar fundamentada em linguagem e forma científicas. A linguagem se apoia nas
normas de escrita do idioma e na literatura da área, já a forma, em estruturas científicas. Ambas
visam a valorização da metodologia e dos resultados obtidos no desenvolvimento de projetos
de pesquisa.

Nesse sentido, este volume foi organizado no intuito de orientar alunos e professores de cursos
de graduação e pós-graduação, na padronização de seus trabalhos acadêmico-científicos. Para
tal, procurou-se reunir nesse documento as recomendações, atualizadas, da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, órgão representativo da Internatinal Standard
Organization – ISO, no Brasil. A essas recomendações foram acrescentados comentários de
forma a facilitar a utilização das normas e da boa escrita científica.

Com esse material tenciona-se, ainda, facilitar a redação e compreensão do texto e um melhor
aproveitamento do tempo despendido em sua elaboração, produzindo-o segundo padrões
internacionais. Acredita-se que a padronização dos trabalhos científicos possa contribuir para a
qualidade de sua apresentação e divulgação dos resultados do desenvolvimento intelectual,
facilitando o intercâmbio no âmago da comunidade acadêmico-científica e da sociedade como
um todo.

Nesse contexto foram utilizadas as seguintes normas que se encontram em vigor 1:

14724:2011 – Trabalhos acadêmicos – [confirmada em 2015]


12225:2004 – Lombada
10520:2002 – Citações em documentos – [confirmada em 2014]
6021:2015 – Publicação periódica técnica e/ou científica
6022:2003 – Artigo em publicação periódica científica impressa – [confirmada em 2014]
6023:2002 – Referências
6024:2012 – Numeração progressiva das seções escritas

1
Disponível em: <http://www.abntcatalogo.com.br/>.
10

6027:2012 – Sumário
6028:2003 – Resumo – [confirmada em 2013]
5892:1989 – Normas para datar
IBGE – Normas de apresentação tabular

OBS.: Há de se ressaltar que, perante a flexibilidade em alguns tópicos presentes em algumas


normas da ABNT, para uma melhor eficácia no uso das mesmas na Escola de Música
da UEMG, procurou-se estabelecer uma regulamentação específica. Espera-se com isso,
reduzir o número de dúvidas na normatização dos trabalhos produzidos nesta instituição
e manter um padrão próprio desta unidade da UEMG.

Como forma de auxiliar alunos e professores na elaboração de trabalhos acadêmico


científicos, indica-se o guia de utilização do editor de texto Word que possibilita a
adequação às normas exigidas.
11

1 CONSIDERAÇÕES SOBRE TRABALHOS ACADÊMICOS

Segundo Lakatos (2005, p. 237), uma monografia, em seu aspecto geral, ou trabalho
monográfico, é “uma descrição ou tratado especial de determinada parte de uma ciência
qualquer, dissertação ou trabalho escrito que trata especialmente de determinado ponto da
ciência, da arte, da história etc”. A autora, citando a American Library Association, acrescenta
que um trabalho monográfico ainda pode ser um trabalho sistemático e completo sobre um
assunto particular, usualmente pormenorizado no tratamento, mas não extenso em alcance.

Nesse sentido, em termos gerais, todo e qualquer estudo sobre um tema específico ou singular,
de valor significativo, obtido através de rigor metodológico e metodicamente exposto na forma
de texto, pode ser considerado uma monografia. Dessa forma, a monografia, ou trabalho
monográfico, é a descrição de um estudo que procura investigar um determinado tema
específico e sob perspectivas diferenciadas, dependendo dos fins a que se destina.

Ainda dentro dessa perspectiva geral, um trabalho monográfico tem as seguintes características:
a) trabalho escrito, sistemático e completo;
b) tema específico ou particular de uma ciência ou parte dela;
c) estudo pormenorizado e exaustivo, abordando vários aspectos e ângulos do caso;
d) tratamento extenso em profundidade, mas não em alcance (nesse caso, é limitado);
e) metodologia específica;
f) contribuição importante, original e pessoal para a ciência.

Sob esta perspectiva, portanto, as discertações, as teses e as monografias consideradas em seu


caráter restrito, são monografias, ou melhor dizendo, trabalhos monográficos.

1.1 Tipos de trabalhos acadêmico-científicos

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) na sua norma NBR 14724:2011 define:

DISSERTAÇÃO – documento que apresenta o resultado de um trabalho


experimental ou exposição de um estudo científico retrospectivo, de tema
único e bem delimitado em sua extensão, com o objetivo de reunir, analisar
e interpretar informações. Deve evidenciar o conhecimento de literatura
existente sobre o assunto e a capacidade de sistematização do candidato. É
12

feito sob a coordenação de um orientador (doutor), visando a obtenção do


título de mestre. (Grifo nosso).

TESE – documento que apresenta o resultado de um trabalho experimental ou


exposição de um estudo científico de tema único e bem delimitado. Deve ser
elaborado com base em investigação original, constituindo-se em real
contribuição para a especialidade em questão. É feito sob a coordenação de
um orientador (doutor) e visa a obtenção do título de doutor, ou similar. (Grifo
nosso).

TRABALHOS ACADÊMICOS – similares (trabalho de conclusão de curso


de graduação, trabalho de graduação interdisciplinar, trabalho de conclusão de
curso de especialização e/ou aperfeiçoamento e outros): documento que
apresenta o resultado de estudo, devendo expressar conhecimento do assunto
escolhido, que deve ser obrigatoriamente emanado da disciplina, módulo,
estudo independente, curso, programa e outros ministrados. Deve ser feito sob
a coordenação de um orientador.

Como modalidades destes últimos estão as monografias consideradas no seu aspecto restrito e
os artigos:

MONOGRAFIA – documento que representa o resultado de um trabalho


minucioso sobre um tema relativamente restrito. Frequentemente solicitado
como “trabalho de conclusão em cursos de graduação ou de pós-graduação
lato-senso”. (LAKATOS, 2005, p. 238. Grifo nosso)

ARTIGO – são trabalhos que apresentam resultado “[...] de estudos ou


pesquisas e distinguem-se dos diferentes tipos de trabalhos científicos pela sua
reduzida dimensão e conteúdo” (LAKATOS, 2005, p. 261). Por estarem,
normalmente, vinculados à publicação em periódicos, estão sujeitos a
normas específicas.

Ainda dentro do universo dos Trabalhos Acadêmocos está todo e qualquer tipo de trabalho que
possa ser cosiderado como resultado de estudo e que venha a expressar conhecimentos de um
ou mais assuntos, desenvolvido sob a coordenação de um orientador.

1.2 Redação

Um dos objetivos de um trabalho acadêmico-científico é o registro e a divulgação de um estudo


sistemático sobre um determinado assunto. Assim, torna-se indispensável que o conteúdo de tal
trabalho seja compreendido pelos seus leitores. Nesse sentido, é importante que se adote uma
linguagem objetiva, clara e concisa, como convém a trabalhos de natureza científica. Na mesma
perspectiva, não é recomendável preâmbulos, prolixidade, repetições e descrições
desnecessárias. Além disso, deve-se atentar para a utilização adequada e precisa da linguagem
13

e das terminologias, com o uso do vocabulário técnico padronizado, evitando-se neologismos


e estrangeirismos.

1.2.1 Discurso científico

São frequentes as dúvidas a respeito da presença ou não do autor no discurso científico. O fato
é que o discurso científico deve se apresentar dentro de uma neutralidade. Nesse sentido,
deve evitar uma pessoalidade que se expresse como uma mera confissão subjetiva ou restritiva
das ações ou, da mesma forma, deve-se tomar cuidado com um pedantismo impessoal forçado
e artificial. (Sataella, 2001)

Há de se lembrar que a finalidade da atividade científica é a obtenção da verdade através de um


conjunto de atividades sistemáticas e racionais (método). Isto é: “a ciência é um conjunto de
conhecimentos direcionais, certos ou prováveis, obtidos metodologicamente sistematizados e
verificáveis, que fazem referência a objetos de uma mesma natureza.” (Ander-Egg, 1978, p.
15). É nesse sentido que a neutralidade do discurso científico se justifica. Através da sutileza
linguística, deve-se transmitir a ideia de que toda pesquisa foi efetuada através de um método
declarado e, portanto, pode ser repetida e verificada por qualquer outro indivíduo. Em outras
palavras, o método é que é o principal responsável por se chegar à verdade, ultrapassando a
figura do pesquisador.

O discurso em primeira pessoa – eu/nós – pode prejudicar esse tipo de leitura em que o método
deve ser o protagonista. O discurso na primeira pessoa tende a restringir as ações de pesquisa
ao indivíduo que efetuou a pesquisa descrita. Por sua vez, um discurso que coloca o pesquisador
na terceira pessoa em que o apresenta de forma determinada, distancia-o do caráter de uma
atividade científica, sugerindo-o alheio à pesquisa e, desta forma, empresta-lhe um certo ar
pedante desnecessário. Assim, sugere-se que se utilize da terceira pessoa do singular seguida
do “se”, indeterminando o sujeito.

A impessoalidade é praticamente impossível, mas esta forma é considerada mais adequada ao


linguajar científico. Sob esta perspectiva, segue exemplos das três possibilidades de escrita do
texto científico, sugerindo a terceira delas como aquela mais adequada ao discurso científico.
14

Exemplos:

- Eu observei que os alunos não respondiam aos estímulos. [Não recomendado]


- O observador constatou que os alunos não respondiam aos estímulos. [Não recomendado]
- Observou-se que os alunos não respondiam aos estímulos. [Recomendado]

Por sua vez, há de se considerar o uso da primeira pessoa nas introduções, proporcionando-lhes
um discurso mais pessoal, o que não representa aí, um problema. Nesse momento, a figura do
pesquisador pode aparecer na forma de “antecedentes” ou “histórico” que designe um quadro
de referências pessoais da proposta do pesquisador.

Nesse sentido, é importante lembrar que novas questões de pesquisa surgem de uma história de
vida, de trabalhos anteriores, de observações, de experiências profissionais, intelectuais,
construídas mediante caminhos próprios, dos valores e escolhas pessoais. Porém, cabe aqui
reforçar o cuidado para não embarcar no mero biografismo inoportuno. Ou seja, deve-se ater
àquilo que realmente importa, isto é, como foi se dando o estreitamento gradativo da amplitude
do tema para a delimitação do problema da pesquisa.

1.3 Experimentos com seres humanos e/ou animais

Na Universidade do Estado de Minas Gerais, os aspectos éticos relacionados às pesquisas estão


submetidos ao Comitê de Ética em Pesquisa – CEP/UEMG. Este órgão, de natureza técnica-
científica, consultiva, deliberativa, normativa e independente, tem por fim “proteger o bem-
estar dos sujeitos da pesquisa em sua integridade e dignidade e contribuir para o
desenvolvimento da pesquisa dentro de padrões éticos em pesquisas.” (CEP/UEMG) 2

Sob esta perspectiva, todos os trabalhos realizados na instituição que envolvam pesquisa em
seres humanos, ou seja, onde humanos são o sujeito da pesquisa, deverão ser analisados pelo
CEP/UEMG.

Em linhas gerais o CEP/UEMG se funda na definição da Resolução 466/2012 do Conselho


Nacional de Saúde do Ministério da Saúde, para a qual, pesquisa envolvendo seres humanos é

2
Disponível em: <http://www.uemg.br/pesquisa_etica.php>.
15

toda aquela que “individual ou coletivamente, tenha como participante o ser humano, em sua
totalidade ou partes dele, e o envolva de forma direta ou indireta, incluindo o manejo de seus
dados, informações ou materiais [...].” (BRASIL, 2012, p. 3)

Pesquisa que envolvam animais estará sujeita ao Comitê de Ética em Pesquisa em Animais da
Unidade de Passos da UEMG.

1.3.1 Procedimentos

O processo de submissão ao Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Universidade do Estado de


Minas Gerais é totalmente feito via a Plataforma Brasil (www.saude.gov.br/plataformabrasil).
Para tal, o orientador deve estar cadastrado nesta plataforma para, em seguida, preencher o
protocolo de pesquisa na mesma plataforma.

ATENÇÃO: somente o orientador pode ser cadastrado como pesquisador. Os orientandos


deverão ser registrados como membros da equipe de pesquisa.

Devem ser anexados à plataforma:

 Arquivo com o projeto de pesquisa completo. (Deve ser dada especial atenção à
metodologia.)
 Folha de rosto/protocolo. Esta folha é gerada na própria plataforma, após preenchimento
dos dados requeridos. Deve ser impressa e assinada pelo orientador e diretor da unidade
e também carimbada. Em seguida escaneada para ser anexada ao processo.
 Roteiro de entrevistas (se for o caso).
 Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). Deve ser assinado pelos sujeitos
da pesquisa ou, no caso de os sujeitos serem menores, pelos responsáveis.
 Termo(s) de Anuência (se for o caso). O Termo de Anuência existe em dois casos. O
primeiro, quando os sujeitos são menores, mas acima de 12 anos. Os responsáveis
assinam o TCLE e o menor assina a Anuência (os dois documentos devem ser
apresentados, nesse caso). O segundo caso é para a(s) instituição(ões) onde será(ão)
feita(s) a pesquisa. Se já houver definição a priori do local onde acontecerá a pesquisa
(escola, faculdade, igreja, associação, etc.), o responsável legal pela instituição deve
assinar uma Anuência, que autoriza a coleta de dados naquele espaço.
16

 Termo(s) de Assentimento e do uso de Imagem (dependendo do público alvo e da


metodologia).

ATENÇÃO

É importante que os termos sejam escritos em linguagem apropriada aos sujeitos a que se
destinam (crianças, jovens, adultos com baixa escolaridade, etc.), de forma a facilitar a
compreensão. Com relação ao seu conteúdo, tais documentos devem comunicar aos
destinatários, aspectos sobre a pesquisa: como será feita, em que período de tempo, horário,
com acesso a documentos ou não, etc. Também é importante que garanta a segurança dos dados
coletados e a não existência de ônus financeiro para as partes envolvidas.

OBS.: As reuniões do CEP para deliberação sobre cada projeto acontecem uma vez por mês.
Para que um projeto seja avaliado no mesmo mês em que foi protocolado, o protocolo
deve ser finalizado até 15 dias antes da data agendada para as análises. Protocolos
finalizados com menos de 15 dias desta data serão, automaticamente, agendados para a
data subsequente de reunião do Comitê de Ética.

1.4 Fraudes

A fraude acadêmica é uma prática antiga, porém potencializada na sociedade contemporânea,


principalmente com o desenvolvimento das tecnologias de informação e comunicação (TICs).
Estas tecnologias forjaram um universo em que a velocidade e a globalização podem estar sendo
elementos importantes no sentido de contribuir para banalização da fraude.

Pelo menos dois aspectos negativos podem ser considerados quanto à fraude acadêmica:
prejuízo aos processos de aprendizagem e de avaliação daqueles que deveriam desenvolver os
trabalhos acadêmicos e, como estes são processos que devem ser pautados por diretrizes éticas,
o segundo aspecto é o rompimento dos preceitos da boa ética.

Segundo Green (2004), existem dois aspectos elementares que vão constituir uma fraude: a) a
violação de uma regra prescritiva, compulsória, reguladora e orientadora de condutas;
considerando que a regra violada seja justa e aplicada com justiça; b) a regra, ao ser violada,
17

promove alguma vantagem para o violador ou afins. Ou seja, uma fraude se caracteriza pela
intencional burla de regras, para permitir o ocultamento da verdade ou a fuga ao cumprimento
da obrigação de forma a beneficiar alguém.

No universo acadêmico, a fraude pode surgir de várias formas, sendo as mais comuns: a cola;
a falsificação de títulos, declarações e documentos de qualquer natureza; a apresentação de
dados incorretos ou manipulados em pesquisa e o plágio. Dada a características deste material,
que tem a intenção de apoiar os trabalhos acadêmico-científicos, serão aqui detalhados aqueles
tipos de fraude que estão diretamente ligados aos trabalhos dessa natureza, quais sejam a
manipulação de dados de pesquisa e o plágio.

1.4.1 Apresentação de dados incorretos ou manipulados em pesquisa

No Brasil, o ato de apresentar, de forma deliberada, dados incorretos ou manipulados, visando


enganar as comunidades acadêmica, científica e em geral, não é considerado crime. No entanto
é passível de punição nas esferas cível e administrativa, como demissão de profissionais e
expulsão do aluno infrator, neste caso último, quando previsto em regimento.

É importante ressaltar que, além de configurar uma atitude pouco ética, este tipo de fraude pode
acarretar danos a terceiros, muitas vezes irreversíveis e, nestes casos, passiveis de
criminalização. É nesse sentido que, mesmo não sendo considerada crime para a justiça
brasileira, essa é uma atitude reconhecidamente grave e, portanto, passível de ser tratada pela
Comissão de Ética da Universidade.

1.4.2 Plágio/Cópias

A ideia de plágio está diretamente ligada à de propriedade intelectual que, no Brasil, é regida
pela lei no. 9.610/98, de 19 de fevereiro de 1998 e pela lei 12.853/2013, de 14 de agosto de 2013.
Segundo Teixeira (2011), o plágio é passível de ser caracterizado em vários comportamentos:

 Reciclar ensaio/trabalho/artigo escrito para uma dada disciplina e usá-lo numa outra
disciplina;
 Submeter um ensaio/artigo/trabalho sem ter colocado as referências bibliográficas em
que se apoiou;
18

 Submeter um ensaio/artigo/trabalho com citações/referências no corpo de texto, mas


sem os descriminar nas referências;
 Citar, parafrasear ou resumir inadequadamente fontes bibliográficas;
 Receber ajuda de outros estudantes num ensaio/trabalho/artigo e entregá-lo com o seu
nome como um trabalho individual;
 Comprar um ensaio/trabalho/ artigo (ex. na Internet ou de alguém) e submeter como se
fosse da sua autoria;
 Submeter, como se fosse da sua autoria, um ensaio/artigo/trabalho de outra pessoa sem
a permissão desta;
 Submeter, como se fosse da sua autoria, um ensaio/trabalho/artigo de um outro
estudante de um semestre anterior;
 Ter alguém que fez o trabalho por si (de graça ou a pagar).

De forma concisa, os autores da Cartilha sobre Direitos Autorais publicada pela Universidade
Federal Fluminense (s.d.) afirmam que: “o plágio acadêmico se configura quando um aluno
retira, seja de livros ou da Internet, ideias, conceitos ou frases de outro autor (que as formulou
e as publicou), sem lhe dar o devido crédito, sem citá-lo como fonte de pesquisa”.

Notadamente a prática do plágio fere as diretrizes da boa ética sendo entendia pela legislação
brasileira como passível de penalidade, prevista no Código Penal Brasileiro em seu artigo 184,
que disciplina a ocorrência desta prática quando a conduta do agente “violar direitos de autor e os
que lhe são conexos”. Aliado a isso, tal prática é passível de enquadrar o sujeito transgressor no
artigo 299, que arbitra sobre a Falsidade Ideológica.

Frente ao artigo 184, o sujeito infrator está propenso à pena de detenção de 3 (três) meses a 1
(um) ano, ou multa. Já quando submetido ao artigo 299, sendo o delito cometido frente a uma
entidade pública, o sujeito estará propenso a reclusão de 1 (um) a 5 (cinco) anos, e multa. Em
caso de o delito ser cometido contra uma entidade privada, de 1 (um) a 3 (três) anos de reclusão
e multa. Além, é claro, de estar sujeito às normas específicas de cada instituição.

O plágio configura um ato de desonestidade com a instituição de ensino, com a sociedade em


que o praticante vive e também do indivíduo consigo mesmo. Este ato fragiliza o processo de
ensino-aprendizagem ao distorcer os processos de avaliação. Com o plágio, além de se ferir a
legislação brasileira que veda a sua prática, o agente comete flagrante transgressão ética na
19

usurpação do trabalho desenvolvido por outro sem lhe atribuir os devidos créditos (RAMOS,
2012). Nesse contexto, este tipo de atitude está sujeito ao Comitê de Ética da universidade.
20

2 CONFIGURAÇÕES/FORMATAÇÕES

A apresentação dos trabalhos escritos – artigos, monografias, dissertações e teses – deve ser
elaborada de acordo com as seguintes recomendações, estipuladas pela norma NBR
14724:2011.

OBS.: Se o editor de texto usado for o Word, o mesmo deve estar configurado devidamente.
Assim, recomenda-se que o mesmo seja pré-programado, antes de se iniciar a escrita,
com o máximo de especificações requeridas pela norma acima referida.

2.1 Configuração de página

2.1.1 Papel

O texto deve ser apresentado em papel branco 3, formato A4 (21 cm x 29,7 cm), digitado na cor
preta, com exceção das ilustrações, que podem ser coloridas. A impressão deve ser feita sempre
no anverso das folhas, com exceção dos Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP),
conhecida como ficha catalográfica, que devem vir no verso da folha de rosto.

2.1.2 Margens

A configuração das páginas deve respeitar margens esquerda e superior de 3 cm e direita e


inferior de 2 cm.

2.2 Fontes, espaçamento entre linhas e parágrafos

2.2.1 Fontes

Deve-se usar fonte Times New Roman 4 em tamanho 12 para o texto e tamanho 10 para notas

3
Apesar da norma NBR 14724 indicar como possibilidades de uso o papel branco ou reciclado, estabeleceu-se
como padrão para a ESMU/UEMG, o papel branco.
4
Apesar da norma NBR 14724 não fazer menção ao tipo da fonte a ser usado, estabeleceu-se como padrão para a
ESMU/UEMG, a fonte Times New Roman.
21

de rodapé. Citações com mais de três linhas, paginação, legendas das ilustrações e tabelas, usa-
se o tamanho 11 5.

2.2.2 Espaçamento entre linhas

O texto deve ser digitado em espaço 1,5 entre as linhas. Já as citações com mais de três linhas,
as notas de rodapé, os títulos e subtítulos de seções, as referências, as legendas das ilustrações
e tabelas, devem ser digitados em espaço simples. As referências, ao final do trabalho, devem
ser separadas entre si por um espaço simples em branco.

Entre os títulos das seções e subseções deve-se deixar dois espaços em branco de 1,5. Entre os
títulos das seções ou subseções e os textos, deve-se deixar dois espaços em branco de 1,5. Entre
o texto e o título seguinte, deve-se deixar também, dois espaços em branco de 1,5 cm.

2.2.3 Paragrafação

A paragrafação precisa ser devidamente cuidada, no sentido de representar o encadeamento do


raciocínio que vai se desenvolvendo no texto. Muda-se de parágrafo quando ocorre um avanço
dos argumentos que estão sendo postos. Desta forma, é desejável que os parágrafos tenham a
mesma estrutura do próprio trabalho, com introdução, um corpo e um fechamento.

Sob esta perspectiva, os parágrafos devem ser separados entre si por dois espaços em branco de
1,5, sem endentação.

2.2.4 Alinhamentos

2.2.4.1 Geral

O texto deve se apresentar justificado à esquerda e à direita. Já as notas de rodapé e referências,


devem ser alinhados à esquerda. Legendas de ilustrações devem ser centralizadas, assim como
as ilustrações a que se referem. As citações com mais de três linhas devem ter um recuo de 4

5
Apesar da norma NBR 10520 não estabelecer, com especificidade, o tamanho da fonte para citações com mais
de três linhas, paginação, legendas das ilustrações e tabelas, indicando apenas que devem ser apresentadas “com
letra menor que a do texto utilizado”, estabeleceu-se nesses casos, como padrão para a ESMU/UEMG, o
tamanho da fonte como sendo 11.
22

cm da margem esquerda e apresentados justificados à esquerda e à direita. Os títulos das seções


e subseções devem ser digitados alinhados à esquerda, obedecendo à numeração progressiva e
separados por um espaço de caractere.

2.2.4.2 Monografias, dissertações e teses

Os títulos das seções pré-textuais (Folha de Aprovação, Agradecimentos, Resumo, Abstract,


Lista de Ilustrações, Lista de Tabelas, Lista de Abreviatura e Siglas, Sumário) e as pós-textuais
(Referências, Glossário, Apêndices e Anexos) devem ser digitadas no alto da página, alinhados
ao centro da mesma.

As seções Folha de Rosto, Dedicatória e a(s) Epígrafe(s), não recebem título algum.

Os textos em que devem constar a natureza do trabalho, o grau pretendido, o nome da instituição
a que é submetido e a área de concentração devem ser justificados e alinhados do meio da parte
impressa da página para a margem direita, na folha de rosto e na folha de aprovação.

2.2.5 Paginação

A partir da folha de rosto, todas as folhas do trabalho devem ser contadas sequencialmente. No
entanto, as folhas pré-textuais, embora contadas, não são numeradas e a capa não é contada e
também não numerada.

A numeração deve aparecer a partir da primeira folha da parte textual (Introdução). Essa
numeração deve ser em algarismos arábicos, colocada no canto superior direito da folha e a 2
cm da borda superior e o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha.

No caso de se haver apêndices e/ou anexos, suas folhas devem ser numeradas em continuação
à paginação do texto principal.

2.3 Aspas, itálico e negrito

Esses são três recursos que podem ser utilizados para destacar determinados conteúdos do texto.
23

Em alguns casos, o uso é obrigatório em outros opcional. Nos casos opcionais, deve-se manter
um padrão de uso ao longo de todo o trabalho.

 Aspas simples
Utiliza-se em transcrições, realce, citação dentro de citação.

 Aspas duplas
Emprega-se aspas duplas no início e no final de uma citação que não ultrapasse três linhas;
em citações textuais no rodapé; em expressões em português de uso específico como as
usuais apenas em meio profissional; em termos relativizados, tais como gírias, apelidos
ou com sentido irônico; em definições conceituais de termos.

 Itálico
Deve ser utilizado em títulos de livros, periódicos, peças, filmes, óperas, músicas,
pinturas, esculturas, entre outros citados no texto. Nomes científicos de espécies; palavras
e locuções em outros idiomas.

Obs.: O uso do itálico em palavras e locuções deve se restringir somente a palavras não
incorporadas ao vocabulário da Língua Portuguesa. Assim, designações latinas que,
por ventura, venham a ser usadas, como é o caso de ‘apud’, não se usa o itálico.

 Negrito
O uso de negrito no texto não é recomendado e deve ser usado apenas para dar destaque
a letras ou a palavras quando não for possível destacá-las pela redação, em alguns termos
ou expressão dentro de uma citação e nas referências.

2.4 Numeração de seções

Como forma de evidenciar a sistematização do conteúdo de um trabalho, deve-se garantir que


o texto esteja convenientemente dividido em seções e subseções. Cada seção e/ou subseção
deve receber uma numeração progressiva e em sequência lógica, utilizando-se algarismos
arábicos.
24

2.4.1 Numeração em artigos [Exemplo/modelo p. 26]

Nos artigos, cada tópico deve receber a mesma atenção, ou seja, cada tópico e suas subdivisões
devem ser destacados sucessivamente de forma gradativa e de maneira uniforme ao longo de
todo o texto. Para tal, deve-se utilizar recursos como o negrito ou itálico ou sublinhado ou
redondo ou caixa alta ou versal e mesmo tamanho de fonte, conforme NBR 6024:2012.

Cada tópico deve ser indicado por um indicativo numérico que precede o seu título. Esse
conjunto, indicativo numérico e título, deve ser alinhado à esquerda, separado por um espaço
de caractere (sem ponto ou hífen).

Títulos que ocuparem mais de uma linha deve ter a segunda linha alinhada de forma a coincidir
com a primeira letra da linha anterior.

Identificação Especificação
Tipo de Letra Times New Roman
Alinhamento Esquerda
Título de Tópico Corpo 12 – Caixa alta, negrito
Título de subtópico Corpo 12 – Maiúscula/minúscula, negrito
Título de divisão de subtópico Corpo 12 – Maiúscula/minúscula, negrito, itálico
Título de divisão de subtópico Corpo 12 – Maiúscula/minúscula, normal, itálico

2.4.2 Numeração em monografia, dissertação ou tese [Exemplo/modelo p. 27]

Cada seção primária (como é o caso dos capítulos) representa as principais divisões do trabalho.
Tais divisões devem iniciar em folhas distintas, sendo indicadas por numeração e título
próprios.

As seções e subseções devem ser destacadas sucessivamente de forma gradativa e de maneira


uniforme ao longo de todo o texto. Para tal, deve-se utilizar recursos como o negrito ou itálico
ou sublinhado ou redondo ou caixa alta ou versal e mesmo tamanho de fonte, conforme NBR
6024:2012.
25

Cada seção deve ser indicada por um indicativo numérico que precede o seu título. Esse
conjunto, indicativo numérico e título, deve ser alinhado à esquerda, separado por um espaço
de caractere (sem ponto ou hífen).

Os títulos: folha de aprovação, errata, agradecimentos, lista de ilustrações, lista de abreviaturas


e siglas, lista de símbolos, resumos, sumário, referências, glossário, apêndice(s) e anexo(s),
constantes dos elementos pré e pós-textuais, não possuem indicativo numérico e devem ser
centralizados e cada qual apresentado em folha distinta.

Títulos que ocuparem mais de uma linha deve ter a segunda linha alinhada de forma a coincidir
com a primeira letra da linha anterior.

A(s) dedicatória(s) e epígrafe(s) são elementos que não possuem títulos e tão pouco, indicação
numérica. Tais elementos devem ser apresentados em folhas distintas.

Identificação Especificação
Tipo de Letra Times New Roman
Alinhamento Esquerda
Título de seção Corpo 14 – Caixa alta, negrito
Título de subseção Corpo 14 – Maiúscula/minúscula, negrito
Título da divisão da subseção Corpo 12 – Maiúscula/minúscula, negrito
Título da subdivisão da subseção Corpo 12 – Maiúscula/minúscula, normal, itálico
26

Exemplo da formatação geral para artigos 6

3 cm 2 cm
11

2 cm
5 O RESUMO

5.1 Definição

Resumo, segundo Lakatos (2003), é a apresentação concisa e


frequêntemente seletiva do texto, destacando-se os elementos de maior
interesse e importância, isto é, as principais idéias do autor da obra.

Lakatos (2003, 72-73) ainda acressenta que,

a finalidade do resumo consiste na difusão das informações


contidas em livros, artigos, teses etc., permitindo a quem o ler
4 cm resolver sobre a conveniência ou não de consultar o texto
completo.

5.2 Tipos de resumo segundo Lakatos (2003)

2 cm
3 cm

5.2.1 Indicativo ou descritivo

Quando faz referência às partes mais importantes, componentes do texto,


sendo indispensável a leitura do texto a que se refere.

5.2.2 Informativo ou analítico

Tem a finalidade de informar o conteúdo e as principais ideias do autor,


salientando: os objetivos e o assunto, os métodos e as técnicas e os
resultados e as conclusões. Não sendo necessária a leitura do texto.

5.3.3 Critico

Quando se formula um julgamento sobre o trabalho. E a crítica da forma, no que


se refere aos aspectos metodológicos; do conteúdo; do desenvolvimento da lógica
da demonstração; da técnica de apresentação das idéias principais.

2 cm

6
Em todos exemplos apresentados nesse volume, o retângulo representa os limites de uma folha de papel A4.
27

Exemplo da formatação geral para monografias, dissertações e teses

2 cm
3 cm
1

2 cm
5 O RESUMO

5.1 Definição

Resumo, segundo Lakatos (2003), é a apresentação concisa e


frequêntemente seletiva do texto, destacando-se os elementos de maior
interesse e importância, isto é, as principais idéias do autor da obra.

Lakatos (2003, 72-73) ainda acressenta que,

4 cm a finalidade do resumo consiste na difusão das informações


contidas em livros, artigos, teses etc., permitindo a quem o ler
resolver sobre a conveniência ou não de consultar o texto
completo.

5.2 Tipos de resumo segundo Lakatos (2003)


3 cm

2 cm
5.2.1 Indicativo ou descritivo

Quando faz referência às partes mais importantes, componentes do texto,


sendo indispensável a leitura do texto a que se refere.

5.2.2 Informativo ou analítico

Tem a finalidade de informar o conteúdo e as principais ideias do autor,


salientando: os objetivos e o assunto, os métodos e as técnicas e os
resultados e as conclusões. Não sendo necessária a leitura do texto.

5.3.3 Critico

Quando se formula um julgamento sobre o trabalho. E a crítica da forma, no que


se refere aos aspectos metodológicos; do conteúdo; do desenvolvimento da lógica
da demonstração; da técnica de apresentação das idéias principais.
2 cm
28

2.5 Formatos de arquivos recomendados para trabalhos digitais

Para apresentação de trabalhos monográficos digitais ou com algum tipo de arquivo digital,
deve-se seguir as instruções seguintes:

• No que se refere a processador de texto, deverá ser utilizado o MS Word;

• No que se refere a processador de partitura: Sibelius (.sib); Finale (.mus); Encore (.enc);

• Imagens: GIF (.gif); JPG (.jpg ou .jpeg); TIFF (.tiff); PNG (.png); CGM (.cgm); PDF (.pdt);

• Vídeo: MPEG (.mpg ou .mpeg); AVI (.avi);

• Audio: MPEG-3 (.mp3); WAC (.wav); AIFF (ad); SND (.snd); MIDI (.mid ou .mid);

• Especiais: Excel (.xls); AutoCAD (.dxf).


29

3 ARTIGOS

Artigos para periódicos estão padronisados segundo a norma NBR 6022:2003 que define que
uma publicação periódica científica

é um dos tipos de publicações seriadas, que se apresenta sob a forma de


revista, boletim, anuário etc., editada em fascículos com designação numérica
e/ou cronológica, em intervalos pré-fixados (periodicidade), por tempo
indeterminado, com a colaboração, em geral, de diversas pessoas, tratando de
assuntos diversos, dentro de uma política editorial definida, e que é objeto de
Número Internacional Normalizado (ISSN).

Nesse contexto, ainda a referida norma caracteriza três os tipos de artigos:

 artigo científico: parte de uma publicação com autoria declarada, que apresenta e discute
ideias, métodos, técnicas, processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento.
 artigo de revisão: parte de uma publicação que resume, analisa e discute informações já
publicadas.
 artigo original: parte de uma publicação que apresenta temas ou abordagens originais.

3.1 Estrutura

3.1.1 Capa 7 [Exemplo/modelo p. 31]

Este é um elemento que deve ser considerado apenas nos casos em que o artigo esteja sendo
apresentado como trabalho acadêmico. A capa é considerada uma proteção externa do trabalho.
Nela devem ser impressas as informações indispensáveis à identificação do trabalho. As
informações devem ser transcritas na seguinte ordem:

 nome da instituição e unidade;


 nome completo do autor;
 título e subtítulo (se houver);
 local (cidade);
 ano de depósito (da entrega).

7 Como trabalho acadêmico, o artigo deve ser encadernado em espiral, capa transparente e contracapa preta.
30

Informações Especificações
Nome da instituição Fonte corpo 14, caixa alta, negrito
Nome da unidade Fonte corpo 14, Maúscula-minúculas, negrito
Nome completo do autor Fonte corpo 14, Maúscula-minúculas, normal*
Título e subtítulo Fonte corpo 14, Maúscula-minúsculas, negrito
Local (cidade); Fonte corpo 12, Maúscula-minúsculas, normal
Ano de depósito (da entrega). Fonte corpo 12, Maúscula-minúsculas, normal
* A designação “normal” significa sem negrito

3.1.2 Elementos de um artigo

Quanto à estrutura e à ordem para este tipo de trabalho, a NBR 6022:2003 da ABNT estabelece:

a. Elementos Pré-textuais – (grupo de dados apresentados em página própria/folha de rosto)


 Título (e subtítulo) na língua do trabalho
 Nome do(s) autor(es)
 Resumo na ligua do texto (contendo de 100 a 250 palavras. Ver tópico 4.2.2.8 e exemplo
p. 49)
 Palavras-chave, na lingua do texto (palavra representativa do conteúdo do documento,
escolhida em vocabulário controlado – separadas por ponto)
 Credenciais do(s) autor(es) (em nota de rodapé)

OBS.: A folha de rosto é o único elemento pré-textual prensente em um artigo,


apresentado em uma folha única. Em artigos não existem: folha de aprovação,
errata, agradecimentos, dedicatória, sumário, listas. Salvo exigências
específicas.

[Exemplo/modelo p. 32]
31

CAPA – Obrigatório quando em trabalho acadêmico [Exemplo/Modelo]

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS – UEMG


– Escola de Música –

5 x 1,5

João Eustáquio Ferreira

5 x 1,5

A utilização de software de edição de partituras em ambiente


escolar: possibilidades no ensino de percepção musical

Belo Horizonte
2016
32

FOLHA DE ROSTO PARA ARTIGO – Obrigatório [Exemplo/Modelo]

A utilização de software de edição de partituras em


ambiente escolar: possibilidades no ensino de percepção
musical

João Eustáquio Ferreira∗


Luiz Carlos de Almeida**

RESUMO

Nesse trabalho pretendeu-se avaliar o aproveitamento da aprendizagem de


percepção musical através da abordagem computacional auxiliada pelo
software Sibelius comparando-a à abordagem do ensino tradicional de
percepção musical. A linha do procedimento metodológico para o estudo
de percepção foi embasada no método psicofísico e utilizou-se de
procedimentos classificatório adequados à exposição dos conteúdos e
avaliações. O corpus da pesquisa constou de alunos da 5ª. série do ensino
básico que nunca haviam estudado música. Tais alunos pertencem a uma
escola da rede pública de ensino, localizada em Belo Horizonte.

Palavras-chave: Ensino de Música. Percepção musical. Sibelius. Música


na escola.

* Aluno do 8º. período do curso de Bacharelado em Música da Escola de Música do Estado


de Minas Gerais – ESMU-UEMG, bolsista da Fundação de Ampara à Pesquisa do Estado
de Minas Gerais – FAPEMIG e membro da Orquestra da Escola de Música da UEMG.
** Doutor em Música pela Universidade Federal de Minas Gerais, professor da
Universidade do Estado de Minas Gerais, músico da Orquestra Filarmônica de Minas
Gerais.
33

b. Elementos textuais
 Introdução (dependendo o tipo de artigo) – apresentação do assunto, contextualização
e apresentação do problema gerador, objetivo(s), metodologia, limitações e hipótese.
 Desenvolvimento (com características próprias para cada tipo de artigo) – exposição,
explicação e demostração; avaliação dos resultados e comparação com obras anteriores,
argumentações etc.
 Considerrações Finais – conclusões e comentários, baseados e fundamentadas no texto.

c. Elementos pós-textuais
 título e subtítulo (se houver), em língua estrangeira;
 resumo em língua estrangeira (Ver tópico 4.2.2.9 e exemplo p. 50);
 palavras-chave em língua estrangeira;
 referências;
 glossário (se houver necessidade);
 apêndice(s) (se houver necessidade);
 anexo(s) (se houver necessidade).

OBS.: todos os itens referentes ao desenvolvimento de um artigo devem seguir as


orientações contidas neste documento, que não sejam especícas de outro tipo de
trabalho monográfico.
34

4 MONOGRAFIAS, DISSETAÇÕES E TESES

4.1 Estrutura/Ordem

A norma NBR 14724:2011 da ABNT estabelece a seguinte estrutura e ordem para esses
trabalhos:

 Parte Externa:
 Capa (Obrigatório)
 Lombada (Obrigatório)

 Parte interna:
a) Elementos pré textuais:
 Folha de rosto (Obrigatório)
 Errata (Opcional)
 Folha de aprovação (Obrigatória)
 Dedicatória (Opcional)
 Agradecimentos (Opcional)
 Epígrafe (Opcional)
 Resumo e palavras-chave (Obrigatório)
 Lista de ilustrações (Opcional)
 Lista de tabelas (Opcional)
 Lista de abreviaturas e siglas (Opcional)
 Lista de símbolos (Opcional)
 Sumário (Obrigatório)

b) Elementos textuais
 Introdução (Obrigatório)
 Desenvolvimento (Obrigatório)
 Considerações finais (Obrigatório)

c) Elementos pós-textuais
 Referências (Obrigatório)
35

 Glossário (Opcional)
 Anexo(s) (Opcional)
 Apêndice(s) (Opcional)

4.2 Conteúdo e formatação

4.2.1 Elementos Externos

4.2.1.1 Capa 8 [Exemplo/modelo p. 36]

Elemento obrigatório. A capa é considerada uma proteção externa do trabalho. Nela devem ser
impressas as informações indispensáveis à identificação do trabalho. As informações devem
ser transcritas na seguinte ordem:

 nome da instituição e unidade;


 nome completo do autor;
 título e subtítulo (se houver);
 local (cidade);
 ano de depósito (da entrega).

Informações Especificações
Nome da instituição Fonte corpo 14, caixa alta, negrito
Nome da unidade Fonte corpo 14, Maúscula-minúculas, negrito
Nome completo do autor Fonte corpo 14, Maúscula-minúculas, normal*
Título e subtítulo Fonte corpo 14, Maúscula-minúsculas, negrito
Local (cidade); Fonte corpo 12, Maúscula-minúsculas, normal
Ano de depósito (da entrega). Fonte corpo 12, Maúscula-minúsculas, normal
* A designação “normal” significa sem negrito

4.2.1.2 Lombada [Exemplo/modelo p. 37]

As informações nela impressas devem obedecer a seguinte ordem:

 sigla da universidade;

8
O padrão de encadernação deverá seguir as seguintes orientações: Capa dura em cor preta e dizeres dourado.
36

 título, impresso longitudinalmente, quando necessário abreviado pelas cinco primeiras


palavras significativas seguido de reticências;
 ano de publicação.

CAPA – Obrigatório [Exemplo/Modelo]

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS – UEMG


– Escola de Música –

5 x 1,5

Luiz Carlos de Souza Sobrinho

5 x 1,5

Influências da diversidade musical e estética contemporânea


na educação musical formal

Belo Horizonte
2016
37

LOMBADA – Obrigatório [Exemplo/Modelo]

UEMG
2,0 cm
Influencias da diversidade musical e estética contemporânea na educação
musical formal

Espaço reservado para


etiqueta de localização
em biblioteca

2,5 cm
2016

2,0 cm
38

4.2.2 Elementos Internos

4.2.2.1 Folha de rosto [Exemplo/modelo p. 39]

Elemento obrigatório. Assim como a capa, na folha de rosto devem ser apresentados os
elementos essenciais à identificação do trabalho. A folha de rosto deve conter:
• nome completo do autor;
• título e subtítulo (se houver);
• natureza do trabalho (monografia, dissertação ou tese);
• nome da instituição e unidade a que é submetido o trabalho;
• grau pretendido (graduado, especialista, mestre ou doutor);
• nome do orientador e co-orientador (se houver)
• local (cidade);
• ano de depósito (da entrega);

Informações Especificações
Nome completo do autor Fonte corpo 14, Maúscula-minúculas, normal*
Título e subtítulo Fonte corpo 14, Maúscula-minúsculas, negrito
Natureza do trabalho, nome da
Fonte corpo 12, Maúscula-minúsculas, normal
instituição, grau pretendido orientador
Nome do orientador Fonte corpo 12, Maúscula-minúsculas, normal
Local (cidade); Fonte corpo 12, Maúscula-minúsculas, normal
Ano de depósito (da entrega). Fonte corpo 12, Maúscula-minúsculas, normal
* A designação “normal” significa sem negrito

A folha de rosto deve ser encabeçada pelo nome do autor para favorecer a correta identificação
de autoria do trabalho. Não se deve encabeçar a folha de rosto com o nome da Universidade
e/ou Unidade Universitária.

Nota: O Código de Catalogação Anglo-Americano (1985) estabelece, como responsabilidade


de autoria, a pessoa ou entidade citada em primeiro lugar.
39

FOLHA DE ROSTO – Obrigatório [Exemplo/Modelo]

3 cm

Luiz Carlos de Souza Sobrinho

10 x 1,5

Influências da diversidade musical e estética contemporânea


na educação musical formal

2 cm
3 cm

Monografia apresentada à Escola de

Metade da área de escrita Música da Universidade do Estado de


Minas Grais para obtenção do título de
Graduação em Licenciatura em
Música.

Orientador: Prof. Me. João Fernandes


da Silva

Belo Horizonte
2016

2 cm
40

4.2.2.2 Ficha catalográfica [Exemplo/modelo p. 42]

Obrigatoriedade relativa. Para trabalhos dos cursos de pós-graduação Stricto Senso


(dissertações e teses), a apresentação da ficha catalográfica é obrigatória. Por sua vez, para
trabalhos de conclusão de cursos de pós-graduação Lato Senso e de graduação, não é necessário.

A ficha catalográfica é o “registro das informações que identificam a publicação na sua situação
atual, também conhecida como dados internacionais de catalogação” (NBR 6021:2015). A ficha
catalográfica é a descrição física e temática de uma publicação, de acordo com normas
internacionais (AACR – Anglo American Cataloguing Rules). Tem como objetivo facilitar a
identificação da obra e sua indexação em bancos de dados.

Sua elaboração, dado a suas especificidades, deve ficar a cargo de um bibliotecário.

Sua apresentação deve constar no verso da folha de rosto do documento, impressa abaixo
da metade inferior da página.

4.2.2.3 Errata [Exemplo/modelo p. 43]

Elemento opcional que consiste em uma lista em que são apresentadas as páginas e linhas em
que ocorrem erros. Cada página e erro devem ser seguidos das devidos correções. Uma errata
deve ser inserida logo após a folha de rosto e conter a referência do trabalho para facilitar sua
identificação.

4.2.2.4 Folha de aprovação [Exemplo/modelo p. 44 - 45]

Elemento obrigatório e deve conter:

• nome completo do autor;


• título e subtítulo (se houver);
• natureza do trabalho (dissertação ou tese);
• grau pretendido (mestre ou doutor);
• nome da instituição e unidade a que é submetido o trabalho;
• data de aprovação;
41

• nome, titulação, instituição a que pertence e assinatura dos componentes da banca


examinadora.

OBS.: No caso específico dos cursos de graduação da Escola de Música da UEMG, a


folha de aprovação será substituida por uma cópia da ata de aprovação gerada
pelo sistema de controle de TCCs, devidamente assinada.

4.2.2.5 Dedicatória(s) [Exemplo/modelo p. 46]

Elemento opcional. Nessa página o autor homenageia ou indica pessoa(s) a quem dedica seu
trabalho.

4.2.2.6 Agradecimento(s) [Exemplo/modelo p. 47]

Elemento opcional. Esse momento é reservado ao autor para agradece à(s) pessoa(s) e/ou
instituição(ões) que tenha(m) contribuído de maneira relevante para a elaboração do trabalho.

4.2.2.7 Epígrafe(s) [Exemplo/modelo p. 48]

Elemento opcional. Nesse ponto o autor pode apresentar uma citação, seguida de indicação de
autoria, relacionada à matéria tratada no corpo do trabalho. Podem haver, também, epígrafes
nas folhas de aberturas das seções primárias.
42

FICHA CATALOGRÁFICA – Obrigatoriedade relativa [Exemplo/Modelo]

Basztabin, Rogério.
B327f Formação de professores com utilização de tecnologia no
2007 transtono de déficit de atençã/hiperatividade nos processos de
ensino aprendizagem / Rogério Basztabin ; orientador, Paulo
Roberto Alcântara. – 2007.
101 f. : il. ; 30cm

Dissertação (Mestrado em Música) – Pontifícia Universidade


Católica do Paraná, Curitiva, 2007

1. Distúbio da falta de atenção com hiperatividade. 2.


Professores - Formação. 3. Tecnologia educacional. 4.
Aprendizagem. I. Alcântara, Paulo Roberto. II. PUC Paraná.
III. Título.

CDD: 618.928589
371.12
Bibliotecária responsável: Gilza Helena Teixeira CRB6/1725
43

ERRATA – Opcional [Exemplo/Modelo]

AQUIAR, J. B. O professor instrumentista atuante em cursos de


formação: estudo sobre a construção de suas identidades profissionais. 2003.
137f. Dissertação (Mestrado em Pedagogia Musical) – Faculdade de Música,
Universidade de São Paulo, São Paulo.

ERRATA

Folha Linha Onde se lê Leia-se


22 4 pespectiva perspectiva
34 22 As vanguardas tem As vanguardas têm
83 13 mártir Mártir
44

FOLHA DE APROVAÇÃO – Obrigatório [Exemplo/Modelo] 9

FOLHA DE APROVAÇÃO

Giani David Silva


A informação televisiva: uma encenação da realidade

Tese de Doutorado apresentada ao


Programa de Pós-Graduação em Estudos
Linguísticos, da Universidade Federal de
Minas Gerais, como requisito parcial para a
obtenção do título de Doutor em Linguística.

Aprovado em:

Orientador:
____________________[Assinatura]____________________

Prof. [titulação] _______________________________________________

Banca Examinadora

_______________________[Assinatura]_______________________

Prof. [titulação] _______________________________________________


Instituição: ___________________________________________________

_______________________[Assinatura]________________________

Prof. [titulação] _______________________________________________


Instituição: ___________________________________________________

______________________[Assinatura]________________________

Prof. [titulação] _______________________________________________


Instituição: ___________________________________________________

9
No caso específico dos cursos de graduação da Escola de Música da UEMG, a folha de aprovação será
substituida por uma cópia da ata de aprovação gerada pelo sistema de controle de TCCs, devidamente assinada.
45

ATA DE DEFESA – como folha de aprovação TCC [Gerado no sistema de controle de TCC]

Ata de defesa de Trabalho de Conclusão de Curso

Curso: Data da defesa:

Nome do aluno:

Título do Trabalho:

Orientador Prof(a). [titulação]

Co-orientador Prof(a). [titulação]

Avaliador 1 Prof(a). [titulação]

Avaliador 2 Prof(a). [titulação]

Resultado:

Aprovado

Aprovado com
ressalvas

Reprovado
Aprovado – os avaliadores podem sugerir pequenas alterações que poderão ser consideradas ou não;
Aprovado com ressalvas – os avaliadores sugerem alterações que devem ser totalmente
consideradas;
Reprovado – o trabalho deverá ser totalmente refeito de acordo com as orientações da banca.

Belo Horizonte,

___________________________________________________
Prof(a). [titulação]

___________________________________________________
Prof(a). [titulação]

___________________________________________________
Prof(a). [titulação]

Em caso de aprovado com ressalvas:

Declaro que o aluno _________________________ realizou, sob minha orientação, as


alterações indicadas pela banca. Belo Horizonte, ____/____/______.

__________________________________________________________
Prof(a). [titulação]
46

DEDICATÓRIA – Opcional [Exemplo/Modelo]

A ________________, com amor,


admiração e gratidão por seu apoio,
carinho e presença ao longo do período
de elaboração deste trabalho.
47

AGRADECIMENTOS – Opcional [Exemplo/Modelo]

AGRADECIMENTOS

Deposito aqui meus agradecimentos a todos aqueles que de alguma forma


contribuíram para a realização desse trabalho.

Agradeço em especial:

Dr. _________________________, pelo apoio e primeiros incentivos nessa


empreitada.

Ao Prof. Dr. ___________________________, pelo convívio, atenção e apoio


durante todo o processo de definição e orientação.

A ____________________________, companheiro de muitas caminhadas,


sempre presente com seu apoio, atenção e incentivo.

Aos meus colegas, pelo grande apoio que deles recebi.

À Faculdade de Filosofia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de


Janeiro, pela oportunidade de realização do curso de mestrado.

À Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais – Fapemig, pelo


apoio financeiro para a realização desta pesquisa.
48

EPÍGRAFE – Opcional [Exemplo/Modelo]

“Contra o positivismo, que pára perante os


fenômenos e diz: ‘Há apenas fatos’, eu
digo: ‘Ao contrário, fatos é o que não há;
há apenas interpretações.’”

Nietzsche
49

4.2.2.8 Resumo [Exemplo/modelo p. 50]

Elemento obrigatório. Para Lakatos (2005, p. 68) um resumo “é a apresentação concisa e


frequentemente seletiva do texto, destacando-se os elementos de maior interesse e importância,
isto é, as principais ideias do autor da obra.” Sugere-se ressaltar os objetivos, métodos
empregados, resultados e conclusões.

O resumo deve ser, preferencialmente, redigido em parágrafo único, numa linguagem clara e
estarem contidas entre 150 e 500 palavras. Deve ser seguido das palavras representativas do
conteúdo do trabalho (palavras-chave – no máximo cinco, separadas por ponto). Deve ser
precedido da referência do documento (Cabeçalho) e elaborado de acordo com a NBR
6028:2003.

4.2.2.9 Abstract [Exemplo/modelo p. 51]

Obrigatoriedade relativa. Para trabalhos dos cursos de pós-graduação Stricto Senso, a


apresentação do abstract é obrigatória. Por sua vez, para trabalhos de conclusão de curso em
cursos de pós-graduação Lato Senso e de graduação, não é necessário.

O Abstract e a versão para idioma de divulgação internacional, o inglês, do resumo em língua


portuguesa

Deve ser precedido da referência do documento (Cabeçalho) tendo o título em inglês e


elaborado de acordo com a NBR 6028:2003. Além disso, assim como o resumo em língua
portuguesa, o abstract deve ser seguido das Keywords ou seja, da tradução, para a língua
inglesa, das palavras-chave.
50

RESUMO – Obrigatório [Exemplo/Modelo]

RESUMO

HAINZENREDER, Afrânio Krás Borges. Subsídios para a sistematização


de um método de ensino de música objetivando a otimização da
aprendizagem instrumental. 2004. 65 f. Dissertação (Mestrado em
Engenharia de Produção) – Centro Tecnológico, Universidade Federal de
Santa Catarina, Florianópolis.

O presente trabalho analisa a prática da aprendizagem músico-instrumental em


geral, com ênfase nos aspectos mecânicos da execução dos instrumentos,
buscando oferecer subsídios para a elaboração de métodos de ensino que
otimizem a aprendizagem instrumental aplicada por profissionais da área. A
motivação para este tema surgiu de minha necessidade enquanto aluno em
passar pela reeducação postural, ou mais precisamente pela reeducação da
psicomotricidade fina. Parte-se da noção de Blasius, para quem a
aprendizagem deve ir além da mecânica e da pura imitação, atendendo às
necessidades pedagógicas do aluno quanto aos critérios de desenvolvimento
das capacidades psicomotoras. Considera-se, também, a perspectiva de Coste,
que vê na psicomotricidade uma ciência que se beneficia da biologia,
psicologia, psicanálise, sociologia e linguística, entre outras, também chamada
de psicomotricidade relacional. Em termos metodológicos, a elaboração deste
trabalho consiste na sistematização da experiência profissional do autor
enquanto professor de música, agregando a ela outras práticas observadas. Esta
sistematização está apoiada em pesquisa bibliográfica que proporcionou o
suporte teórico, metodológico e temático necessários. Conclui-se que, na
medida em que a elaboração de métodos de ensino de instrumentos musicais
são construídos com bases no todo que envolve a sincronia de múltiplos
elementos, se terá uma resposta do aprendizado. Deve levar em conta a
necessidade de postura adequada, que proporcione a liberdade dos
movimentos, e as operações mentais envolvendo conexões criteriosas, que
proporcione a maior fluência do todo integrado do qual fazem parte da
sincronia entre visão, audição, tato e texto musical direcionado a
aprendizagem.

Palavras-chave: Música. Aprendizagem músico-instrumental. Reeducação


postural. Psicomotricidade.
51

ABSTRACT – Obrigatoriedade relativa [Exemplo/Modelo]

ABSTRACT

HAINZENREDER, Afrânio Krás Borges. Subsidies for the systematization


of a music teaching method aiming at the optimization of instrumental
learning. 2004. 65 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) –
Centro Tecnológico, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis.

This work analyzes the practice of music-instrumental learning in general,


with emphasis on mechanical aspects of intrumental performance, seeking to
provide subsidies for the development of teaching methods that optimize the
instrumental learning applied by professionals. The motivation for this theme
came from my needs as a student to do the postural reeducation, or more
precisely the reeducation of fine psicomotricitat. This research is based on
Blasius, for whom learning must go beyond the mechanics and pure imitation,
meeting the educational needs of the student and the development criteria of
psychomotor skills. It is considered also the prospect of Coste, who sees in the
psychomotor a science that benefits from biology, psychology,
psychoanalysis, sociology and linguistics etc, also called relational
psychomotor. In terms of methodology, the preparation of this search is the
systematization of the professional experience of the author as a teacher of
music, adding to it other practices observed. This systematization is supported
by literature that provided the theoretical support, methodological and
thematic necessary. It was concluded that, to the extent that the development
of musical instruments teaching methods are built with bases in all that
involves the timing of multiple elements, it will have a learning response. It
must take into account the need for proper posture, which provides for freedom
of movement, and mental operations involving insightful connections,
providing for greater fluency integrated all of which are part of synchrony
between sight, hearing, touch and directed musical text learning.

Keywords: Music. Music-instrumental learning. Postural reeducation.


Psicomotricitat.
52

4.2.2.10 Listas

Elemento(s) opcional(is). Esse(s) elemento(s) deve(m) ser elaborado(s) de acordo com a


sequência apresentada a seguir.

• Lista de ilustrações [Exemplo/modelo p. 53]

Elemento opcional. Essa lista deve ser elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto.
Cada item deve ser designado por seu nome específico, acompanhado do respectivo número da
página. Recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração (desenhos,
fluxogramas, fotografias, gráficos, mapas, organogramas, plantas, quadros, retratos e outros).

• Lista de tabelas [Exemplo/modelo p. 54]

Elemento opcional. Essa lista deve ser elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto.
Cada item deve ser designado por seu nome específico, acompanhado do respectivo número da
página.

• Lista de abreviaturas e siglas [Exemplo/modelo p. 55]

Elemento opcional. Essa lista deve ser elaborada em ordem alfabética das abreviaturas e siglas
utilizadas no texto. Tais siglas devem ser seguidas das palavras ou expressões correspondentes
grafadas por extenso. Quando necessário, recomenda-se a elaboração de lista própria para cada
tipo.

• Lista de símbolos [Exemplo/modelo p. 56]

Elemento opcional. Deve ser elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto, seguida
do significado correspondente.

4.2.2.11 Sumário [Exemplo/modelo p. 57]

Elemento obrigatório. Consiste na enumeração das principais divisões, seções e outras partes
53

do trabalho. Devem ser referidas obedecendo mesma ordem e grafia daquela apresentada no
corpo do trabalho e acompanhadas do respectivo número da página.

LISTA DE ILUSTRAÇÕES – Opcional [Exemplo/Modelo]

LISTA DE ILUSTRAÇÕES

Figura 1 – Prelúdio em Dó Maior do cravo bem


temperado; manuscrito de Bach .......................................... 35
Figura 2 – Quarteto de viole da braccio (soprano,
contralto, tenor, baixo) e cravo .......................................... 86
Figura 3 – Uma página do diário de Schubert ..................................... 123

Figura 4 – Compassos 1-4 da peça op.23 nº 5 de Schoenberg ............ 156

Mapa 1 – Divisão geomorfológica da Região Nordeste ...................... 11


Mapa 2 – Divisão geomorfológica do Estado de Sergipe ................... 12
Mapa 3 – Aproveitamento do solo no Estado de Sergipe ................... 36
Mapa 4 – Recursos hídricos no Estado de Sergipe .............................. 40

Mapa 5 – Municípios do Estado de Sergipe ........................................ 56


54

LISTA DE TABELAS – Opcional [Exemplo/Modelo]

LISTA DE TABELAS

Tabela 1 – Distribuição de respondentes por idade ………………... 81

Tabela 2 – Distribuição de respondentes por hábito de leitura ........... 84

Tabela 3 – Distribuição de respondentes por série .............................. 85

Tabela 4 – Aproveitamento escolar ..................................................... 87

Tabela 5 – Variação do grau de eficácia do estudo


Programado ....................................................................... 122
55

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS – Opcional [Exemplo/Modelo]

LISTA DE ABREVIATURAS

IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística


PEA População Economicamente Ativa
MEC Ministério da Educação
SCANS Secretary’s Comission an Achieving Necessary Skills
MST Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra
PROEP Programa de Expansão da Educação Profissional
SEMTEC Secretaria de Educação Média e Tecnológica
E1 Entrevista n° 1
Qp Questionário para professores
56

LISTA DE SÍMBOLOS – Opcional [Exemplo/Modelo]

LISTA DE SÍMBOLOS


E campo elétrico, [V / m]


B [
densidade de fluxo magnético, T = Wb / m e ]

H campo magnético 1 , [A / m]

ρ densidade volumétrica de carga, C / m 3[ ]


ε 0
permissibilidade elétrica do espaço livre, [F / m]

µ 0
permissibilidade magnética do espaço livre, [H / m]

vetor posição da fonte de corrente, [m]



r1

1
Alguns autores referem-se a como intensidade de campo magnético, indução magnética e
intensidade de campo elétrica, respectivamente.
57

SUMÁRIO – Obrigatório [Exemplo/Modelo]

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO................................................................................................... 11

1 REVISÃO DA LITERATURA..................................................................... 16

1.1 A história do trabalho.............................................................................. 16


1.1.1 O coletor........................................................................................... 16
1.1.2 O agricultor....................................................................................... 19
1.1.3 O artesão........................................................................................... 24
1.1.4 O operário......................................................................................... 29
1.21.5 O empreendedor............................................................................. 33

1.2 O trabalho sob uma perspectiva psico-social......................................... 35

1.3 Uma visão antropológica do trabalho na sociedade


capitalista do séc. XX............................................................................... 43

2 QUESTÕES METODOLÓGICAS E OPERACIONAIS........................... 48

3 DADOS DA PESQUISA................................................................................ 55

4 ANÁLISE E DISCUSSÃO............................................................................. 67

CONSIDERAÇÕES FINAIS........,,,,................................................................. 78

REFERÊNCIAS.................................................................................................. 82

ANEXOS............................................................................................................. 85
58

4.2.3 Elementos textuais

Consiste na parte do trabalho em que é exposta a matéria. É constituída de três partes


fundamentais: introdução, desenvolvimento e considerações finais.

4.2.3.1 Introdução

Parte inicial do texto em que deve possibilitar ao leitor formar uma ideia geral do que trata o
trabalho. É importante que contenha, o problema gerador da pesquisa, a delimitação do assunto
tratado, objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema trabalhado. É
interessante que também seja feita uma breve descrição do conteúdo de cada capítulo, como
forma de mostrar ao leitor, antecipadamente, como o trabalho foi estruturado.

4.2.3.2 Desenvolvimento

Parte principal do texto, que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto. Divide-
se em seções e subseções, que variam em função da abordagem do tema e do método.

4.2.3.3 Considerações finais

Parte final do texto que contém as conclusões correspondentes aos objetivos e/ou hipóteses,
bem como, são apresentadas considerações gerais a respeito de possíveis desdobramentos e
possibilidade de estudos futuros.

4.2.4 Elementos pós-textuais

Os elementos pós-textuais complementam o trabalho, conforme apresentados a seguir.


59

4.2.4.1 Referências 10 [Exemplo/modelo p. 61]

Elemento obrigatório. Consiste na relação das obras consultadas e citadas no texto, de maneira
que permita a identificação individual de tais documentos.

As referências devem ser organizadas em ordem alfabética. E, em nota de rodapé, deve ser
indicada a norma utilizada para elaboração das referências.

4.2.4.2 Glossário

Elemento opcional. Trata-se de uma lista alfabética das palavras ou expressões técnicas de uso
restrito, ou pouco conhecidas, que foram utilizadas no texto, acompanhadas das respectivas
definições.

4.2.4.3 Anexo(s)

Elemento opcional. Trata-se de textos ou documentos elaborados pelo autor, que servem de
fundamentação, comprovação e ilustração. Anexos são partes integrantes do texto, mas
destacados deste para evitar descontinuidade na sequência lógica das ideias. Constituem
suportes elucidativos e ilustrativos para a compreensão do texto.

Os anexos devem ser identificados por letras maiúsculas consecutivas, seguidas de travessão e
respectivo título. Caso todas as 23 letras do alfabeto tenham sido usadas, excepcionalmente
utilizam-se letras maiúsculas dobradas na identificação dos anexos. A paginação deve ser
contínua, dando seguimento ao texto principal.

Exemplos:

ANEXO A – Modelo de capa para dissertações e teses


ANEXO BB – Fac-simile Ricercar Primo para cello de Domenico Gabrielli

10
Apesar da norma NBR 6023 dar como possibilidades de apresentação das referências: nota de rodapé; fim de
texto ou de capítulo ou, ainda, lista de referências, estabeleceu-se, como padrão para a ESMU/UEMG, a lista de
referências no final do trabalho.
60

4.2.4.4 Apêndice(s)

Elemento opcional. São textos ou documentos não elaborados pelo autor, a fim de
complementarem sua argumentação, sem prejuízo da unidade nuclear do trabalho. Apêndices
constituem suportes elucidativos e ilustrativos, porém não essenciais à compreensão do texto.

Os apêndices devem ser identificados por letras maiúsculas consecutivas, seguidas de travessão
e respectivo título. Caso todas as 23 letras do alfabeto tenham sido usadas, excepcionalmente
utilizam-se letras maiúsculas dobradas na identificação dos apêndices. A paginação deve ser
contínua, dando seguimento ao texto principal.
Exemplos:

APÊNDICE A – Roteiro de observação usado na pesquisa de campo


APÊNDICE BB – Terceiro movimento da Sinfonia “Rufar dos Tambores” de Joseph
Haydn
61

REFERÊNCIAS – Obrigatório [Sistema autor-data - Exemplo/Modelo]

REFERÊNCIAS*

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 10520: informação e


documentação: citações em documentos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002.

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6022: informação e


documentação: artigo em publicação periódica científica impressa - apresentação. Rio
de Janeiro, 2003.

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6023: informação e


documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002.

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 14724: informação e


documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002.

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NB-6024: informação e


documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito:
apresentação. Rio de Janeiro, 2003.

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Normas de apresentação


tabular. 3. ed. Rio de Janeiro, 1993.

LAKATOS, Eva e MARCONI, Mariana de A. Fundamentos de metodologia


científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005.

SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo:


Cortez, 2000.

SOARES, S.B.C. (Org.). STRALJD 2002: tutoriais de acesso as bases de dados


online, referências e outros recursos informacionais. São Paulo: UNESP,
Coordenadoria Geral de Bibliotecas, 2002. 1 CD-ROM.

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Sistema Integrado de Bibliotecas. Grupo


DiTeses. Diretrizes para apresentação de dissertações e teses da USP: documento
eletrônico e impresso. São Paulo: SIBi-USP, 2004.

WEITZ, J. Cataloging electronic resources: OCLC-MARC coding guidelines.


Disponível em: <http://www.oclc.org/connexyion/documentationltype.htm>. Acesso
em: 04 de nov. 2002.

* De acordo com: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e


documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002.
62

5 INSTRUÇÕES GERAIS DE APRESENTAÇÃO

5.1 Sigla(s)

“Sigla é a reunião das letras iniciais dos vocábulos fundamentais de uma denominação ou título”
(ABNT NBR 14724:2011). Estas, quando aparecerem pela primeira vez no texto, devem vir
colocadas entre parênteses, precedidas da forma completa do nome que representam.

Exemplo:

Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG)

5.2 Notas de rodapé

As notas de rodapé devem ser usadas sempre que torne necessário a inclusão, por parte o autor
do trabalho, de algum tipo de observação e/ou esclarecimento. A essas, inclui-se dados obtidos
por fontes informais (ver tópico 7.8) tais como: informação verbal, pessoal, trabalhos em fase
de elaboração ou não consultados diretamente (ver tópico 7.7).

As notas de rodapé podem ser classificadas em:

• notas explicativas: constituem-se em comentários, complementações ou traduções que


interromperiam a sequência lógica se colocadas no texto (SOARES, 2002);

• notas de referência: indicam documentos consultados ou remetem a outras partes do texto


onde o assunto em questão foi abordado. Nesse tipo de ,nota incluem os apuds e os endereços
de sites consultados.

Devem ser digitadas em fontes corpo 10, dentro das margens, com espaçamento entrelinhas
simples, alinhadas à esquerda e tendo um filete de aproximadamente 3 cm, a partir da margem
esquerda, separando o texto da nota.
63

No caso de se usar o editor de textos Word, esse padrão é conseguido automaticamente com o
comando apropriado para inserção de notas de rodapé (em alguns casos há a necessidade de
formatação específica).

As notas de rodapé são indicadas por numeração consecutiva com números sobrescritos dentro
do trabalho como um todo (não se inicia a numeração a cada folha ou capítulo).

Exemplos:

1
PISA – Programa Internacional de Avaliação de Alunos – é desenvolvido e coordenado
internacionalmente pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
2
Freud (1989, p. 196) utiliza a palavra puberdade, não adolescência, para o momento em que “[...]
operam-se mudanças destinadas a dar à vida sexual infantil sua forma normal”.
3
Longe das discussões acerca da validade ou não do conceito referente à Pós-modernidade, utiliza-se
aqui o termo como referência ao período da Modernidade Tardia em que se permitiu o surgimento de
um tipo de consciência que pensa a cultura como multiplicidades e a história como uma rede em que
cada parte influencia o todo, e não como uma linha sequencial evolutiva.
4
O conceito de uma sociedade organizada analogamente a uma rede é encontrado em Castells (1999).
Para o autor esse tipo de organização social já teve lugar na história, porém ressurge imbricada e
potencializada pelas tecnologias da informática e das telecomunicações.
5
O autor faz referência ao mito grego de Ariadne, Teseu e o Minotauro. O herói Teseu deveria entrar
em um labirinto onde vivia o monstro que se alimentava de carne humana. Ariadne, filha do rei de
Creta se apaixona por Teseu e lhe entrega um novelo recomendando que o desenrolasse à medida que
adentrasse pelo labirinto. Assim, Teseu pôde matar o monstro e com o auxílio do fio de Ariadne,
encontrou o caminho de volta.
6
Disponível em: <http://www.clacso.edu.ar/~libros/cyg/juventud/balardini.doc>.

5.3 Equação(ões) e fórmula(s)

As equações e as fórmulas são elementos textuais que devem ser colocados de forma destacada
no texto, facilitando sua leitura. Quando esses elementos se encontrarem na sequência normal
do texto, admite-se o uso de uma entrelinha maior do que a que vinha sendo utilizada. Assim,
seus componentes (expoentes, índices e outros) poderão ser visualizados com facilidade.

Quando equações e/ou fórmulas forem destacadas do parágrafo devem ser centralizadas e,
sempre que necessário, deve-se numerá-las. Caso haja a necessidade de fracionar uma equação
64

e/ou fórmula, em mais de uma linha por falta de espaço, essa operação deve ser feita
interrompendo-as antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição, subtração,
multiplicação e divisão.

Exemplos:

∆V ⋅ t
∆S = V0 ⋅ t + (1)
2

p a − p b = µgha (2 )

5.4 Ilustração(ões) [Exemplos p. 66]

Consideram-se ilustrações: os desenhos, os esquemas, os fluxogramas, as fotografias, os


gráficos, os mapas, os organogramas, as plantas, os quadros, os retratos e outros. As
identificações das ilustrações devem aparece na parte superior, precedida da palavra designada
(Figura, Esquema, Mapa etc), seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto. A
numeração, seguida de um ponto, deve ser feita em algarismos arábicos e se fazer acompanhar
pelo respectivo título e/ou legenda explicativa de forma breve e clara, de maneira a dispensando
uma consulta ao texto e à fonte.

Obs.: A ilustração deve ser inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere, conforme
o projeto gráfico.
A fonte deve ser indicada em nota de rodapé.

Exemplos:

Figura 1. Vista do endoscópica do esôfago.

Gráfico 3. Emissão de vogais sobre unidade estrutural.


65

5.5 Tabela(s) [Exemplos p. 67]

Tabela é o conjunto de dados estatísticos, dispostos em determinada ordem de classificação,


que expressam as variações qualitativas de um fenômeno, cuja finalidade básica é resumir ou
sintetizar dados.

Para a construção de tabelas deve-se levar em consideração os critérios estabelecidos pelo IBGE
(1993) que seguem:

• toda tabela deve ter significado próprio, dispensando consultas ao texto e estar o mais
próximo possível do trecho a que se refere;
• o título deve ser precedido pela palavra Tabela (apenas com a inicial T maiúscula), seu
número de ordem em algarismos arábicos e um hífen;
• as tabelas podem ser numeradas consecutivamente ao longo de todo o documento.

Exemplos:

Tabela 1 – Contagem bacteriológica das amostras de 1 a 15

Tabela 2 – Análise da freqüência do perfil bio-psico-social do grupo 4

• a tabela deve ser colocada preferencialmente em posição vertical, facilitando a leitura dos
dados. Caso não haja espaço suficiente, deve ser colocada em posição horizontal com o título
voltado para a margem esquerda da folha;
• quando houver necessidade, a tabela pode ser continuada na folha seguinte. Nesse caso, o
final da primeira folha não será delimitado por traço horizontal na parte inferior e o cabeçalho
será repetido na folha seguinte. Cada folha deverá ter uma das seguintes indicações: continua
para a primeira, continuação para as demais e conclusão para a última;
• as colunas não devem ser delimitadas por traços verticais e os traços horizontais superior e
inferior ao cabeçalho devem ter maior expessura quea as do interior da tabela;
• as fontes consultadas para a construção da tabela e outras notas devem ser colocadas abaixo
da tabela, após o traço inferior, ou em nota de rodapé.
66

ILUSTRAÇÕES – [Exemplos]

Gráfico 1. Distribuição de respondentes dos grupos 1 e 2 por idade¹


%

30

25

20

15

10

0 Idade
13 14 15 16 17 18 19 23

Total Grupos 1 e 2

Figura 3. Compassos 1-4 do Epigrama nº 5 de Edino Krieger

Figura 4. Grupo de instrumentos de várias etnias africanas²

¹ Fonte: Zille (2008).


² Fonte: <http://adriartessempre.blogspot.com.br/p/organologia-origem-wikipedia.html>.
67

TABELAS – [Exemplos]

Tabela 2 – Distribuição de respondentes por idade¹

Resp. Freq.
Idade
No. %
13 6 5,8
14 13 12,6
15 23 22,3
16 25 24,3
17 15 14,6
18 14 13,6
19 6 5,8
23 1 1,0
Total 103 100

Tabela 3 – Distribuição de respondentes por sexo²

Total Grupos 1 e 2 Grupo 3


Sexo Resp. Freq. Resp. Freq. Resp. Freq.
No. % No. % No. %
Masc. 90 86,5 55 100 35 71,4
Fem. 14 13,5 0 0,0 14 28,6
Total 104 100 55 100 49 100

¹Fonte: Zille (2008).


²Fonte: Zille (2008).
68

6 APRESENTAÇÃO DE AUTORES NO TEXTO

O sistema de chamada para a indicação de citações em um texto a ser utilizado é o autor-data


que deve ser seguido ao longo de todo o trabalho 11.

São considerados elementos identificadores de uma citação: autoria (pessoal, institucional ou


entrar pela primeira palavra do título em caso de publicação anônima) e ano da publicação
referida.

Para a citação direta (ver tópico 7.5) incluir a(s) página(s) de onde foi retirada a citação. Sua
indicação deve vir após à data da publicação, separados por vírgula. Em caso de uma citação
abranger mais de uma página, a indicação das páginas deve ser por meio da primeira e última
página, separados por hífen.

Exemplo:

“O objetivo da conversção é, portanto, buscar um consenso a partir do que é dito, mas


proporcionar uma inovação possível.” (SANTIAFO; CAMPOS, 2011, p. 133-134)

“Nas citações, as chamadas pelo sobrenome do autor, pela instituição responsável ou título
incluído na sentença devem ser em letras maiúsculas e minúsculas e, quando estiverem entre
parênteses devem ser em letras maiúsculas.” (NBR 10520:2002/2014).

Nesse sistema, a indicação da fonte é feita por uma das seguintes formas:

a) pelo sobrenome de cada autor ou pelo nome de cada entidade responsável


até o primeiro sinal de pontuação, seguido(s) da data de publicação do
documento e da(s) páginas(s) de citação, no caso de citação direta,
separados por vírgula e entre parênteses;

b) pela primeira palavra do título seguida de reticências, no caso das obras


sem indicação de autoria ou responsabilidade, seguida da data de
publicação do documento e da(s) página(s) da citação, no caso de citação
direta, separados por vírgula e entre parênteses;

c) se o título iniciar por artigo (definido ou indefinido), ou monossílabo, este


deve ser incluído na indicação da fonte. (NBR 10520:2002/2015).

11
Apesar da norma NBR 10520 apresentar como possibilidades de apresentação de autores por número ou autor-
data, estabeleceu-se, como padrão para a ESMU/UEMG, o sistema autor-data.
69

A forma da entrada do nome do autor (pessoal ou institucional) na citação deve ser a


mesma utilizada na lista de referências.

6.1 Citação com um autor

A indicação é feita através do sobrenome o autor, seguido da data de publicação de onde foi
retirada a referida citação, ambos separados por virgula (,) e entre parênteses. No caso de
citação direta, acrescentar o número da página [p. nº da página]. Quando o nome do autor tiver
que ser apresentado dentro dos parênteses deve estar em caixa alta. Se fora dos parênteses
apenas com a primeira letra maiúscula e as demais minúsculas.

Exemplos:

“Os modelos são a parte conhecida da relação analógica”. (ALVES, 2000, p. 52).
ou
Segundo Alves (2000, p. 52), “os modelos são a parte conhecida da relação analógica”.

6.2 Citação com dois autores

A indicação é feita através dos sobrenomes dos autores entre parênteses, separados por ponto
e vírgula (;). Quando fora dos parênteses, separar os sobrenomes dos autores citados pela letra
e.

Exemplos:

“O campo do desenvolvimento humano focaliza o estudo científico de como as pessoas


mudam, e também de como ficam iguais, desde a concepção até a morte” (PAPALIA;
OLDS, 2000, p. 25).

ou

Para Papalia e Olds (2000, p. 25), “o campo do desenvolvimento humano focaliza o estudo
científico de como as pessoas mudam, e também de como ficam iguais, desde a concepção
até a morte”.
70

6.3 Citação com até três autores

A indicação é feita através dos sobrenomes dos autores entre parênteses, separados por ponto
e vírgula (;). Quando fora dos parênteses, indicar o primeiro sobrenome do autor separado do
seguinte por vírgula (,) e o segundo sobrenome separado do último pela letra e.

Exemplos:

[...]. (MORISON; CASTRO; LACAU, 2003).

ou

Morison, Castro e Lacau (2003) salientam que [...].

6.4 Citação com mais de três autores

A indicação e feita através do sobrenome do primeiro autor seguido da expressão latina et al.
(e outros).

Exemplos:

[...] (LATAILLE et al., 1992).

ou

Segundo os estudos de Lataille et al. (1992) [...].

6.5 Citação de diversos documentos do mesmo autor e mesmo ano

A indicação é feita acrescentando-se letras minúsculas após o ano, sem espaço. Esse
procedimento deverá se repetir ao relacionar o documento nas referências, no final do trabalho.
71

Exemplos:

[...] (ÍTALLO, 1999a). [...] (ÍTALLO, 1999b).

ou

Ítallo (1999a), afirma que [...] Ítallo (1999b), afirma que [...]

6.6 Citação com coincidência de sobrenome e ano

A indicação é feita acrescentando-se as iniciais dos prenomes para estabelecer diferenças.

Exemplos:

[...] (SOUZA, A., 2000). [...] (SOUZA, L. 2000).

ou

Souza, A. (2000) [...] Souza, L. (2000) [...]

6.7 Citação com coincidência de sobrenome, inicial do prenome e ano

Usar os prenomes completos para estabelecer diferenças.

Exemplos:

[...] (BARBOSA, Luiz, 1998). [...] (BARBOSA, Lúcio, 1998).

ou

Barbosa, Luiz (1998) [...] Barbosa, Lúcio (1998) [...]


72

6.8 Citação de publicações anônimas

A indicação é feita citando a primeira palavra do título, seguida de reticências e do ano de


publicação.

Exemplos:

[...] (SEMANÁRIO ..., 1989).

ou

De acordo com a publicação Semanário [...] (1989), serão [...]

6.9 Citação de entidades coletivas

A indicação é feita da forma em que aparece na referência.

Exemplos:

[...] (FUNDAÇÃO FERMAN PARA O MEIO AMBIENTE, 2003).

ou

Para a Fundação Ferman para o Meio Ambiente (2003), [...]

6.10 Citação de eventos

A indicação é feita, mencionando-se o nome completo do evento, desde que considerado no


todo, seguido do ano de publicação.
73

Exemplos:

[...] (XIII ENCONTRO NACIONAL DA ANPPOM, 2001).

ou

Os trabalhos apresentados no XIII Encontro Nacional da ANPPOM (2001) [...]

6.11 Citação de vários trabalhos do mesmo autor

A indicação é feita através dos sobrenomes do autor seguido das datas das publicações em
ordem cronológica, separadas por vírgula (,).

Exemplos:

[...] (ALMEIDA, 1988, 2000, 2001).

ou

[...] reafirmado por Almeida (1988, 2000, 2001).

6.12 Citação de vários trabalhos de autores diferentes

A indicação é feita através dos sobrenomes dos autores em ordem alfabética seguidos de vírgula
e data e separados entre si por ponto e vírgula (;).

Exemplos:

[...] (ALBIN, 2003; HELMAN, 1972; KALIN et al., 1988).

ou

Albin (2003), Helman (1972) e Kalin et al. (1988) concordam ao afirmar […]
74

7 CITAÇÕES – Orientações gerais

Citações, segundo Severino (2000, p. 106) “são os elementos retirados dos documentos
pesquisados durante a leitura da documentação e que se revelaram úteis para corroborar as
ideias desenvolvidas pelo autor no decorrer do seu raciocínio”.

As citações reproduzidas em um texto devem, obrigatoriamente, seguir a mesma forma de


entrada utilizada nas Referências no final do trabalho (ver tópico 4.2.4.1).

As citações são regulamentadas pela norma NBR 10520:2002.

7.1 Destaques

• O negrito pode ser usado para dar ênfase ou destaque em algum trecho de numa citação.
Após a citação deve-se acrescentar, a expressão ‘grifo nosso’ entre parênteses, logo após data
e/ou número da página.

Exemplo:

“A espécie humana caracteriza-se por um desenvolvimento singular das relações sociais”.


(LACAN, 2002, p. 11, grifo nosso).

• O grifo ou negrito ou itálico serão usados se o autor consultado fez uso de algum desses
artifícios no trecho consultado. Quando for esse o caso, deve-se usar a expressão ‘grifo do
autor’ entre parênteses, logo após data e/ou número da página.

Exemplo:

“O emissor é um contador de histórias que atrai o receptor de maneira mais ou menos


sedutora e/ou impositora para o seu universo mental, seu imaginário, sua récita”. (SILVA,
2002, p. 12, grifo do autor)
75

7.2 Supressões no texto

• Nem sempre uma citação é transcrita completamente. Muitas vezes, somente parte de um
período ou frase é de interesse na construção de texto. Nesses casos, há a necessidade de se
indicar as supressões estejam elas no início, no meio ou no fim do parágrafo e/ou frase. Tais
supressões devem ser representadas por reticências dentro de colchetes.

Exemplo:

Eco (1999, p. 01) salienta que “[...] como aproximação poderiam servir as definições dos
dois estudiosos que [...] prognosticaram-lhe o nascimento oficial e a organização científica,
Saussure e Peirce”.

7.3 Acréscimos de comentários

• Às vezes torna-se necessário, para o bom entendimento de uma citação, quando fora de seu
contexto original, acrescentar-se alguma palavra ou comentário próprio. Nesses casos, indica-
se tais interferências dentro de colchetes, estejam elas no início ou no fim do parágrafo e/ou
frase.

Exemplo:

“Em busca de um novo sentido de continuidade e uniformidade, que deve incluir agora a
maturidade sexual, [...] [os adolescentes] precisam, sobretudo de uma moratória para a
integração dos elementos de identidade [...].” (ERIKSON, 1987, p. 129).

7.4 Citação de publicação em lingua estrangeira

Citações obtidas de publicação em lingua extrangeira devem ser apresentadas, no texto,


traduzidas, a fim de propiciar um melhor desenvolvimento da leitura. Quando for esse o caso,
deve-se usar a expressão ‘tradução nossa’ entre parênteses, logo após data e/ou número da
página. A transcrição do trexo na lingua original, em nota de rodapé, é opcional.
76

Exemplo:

“Os movimentos de dança que se seguem são uma sucessão de descontração e de pura
energia, de heroísmo e de devastação, de melodiosidade e de intemporalidade”. (SIBLIN,
2014, p. 138, tradução nossa)

7.5 Citação direta

Consideram-se citações diretas às transcrições literais das palavras do autor retiradas de uma
obra consultada. Nesse tipo de citação a reprodução deve ser integral conservando-se a grafia e
a pontuação. Toda citação deverá vir acompanhada de sua autoria. A forma de apresentação da
autoria de uma citação no texto encontra-se descrita em Apresentação de Autores no Texto (ver
tópico 6).

A transcrição de um texto de até três linhas deve ser incorporada ao período entre aspas duplas,
mesmo que compreenda mais de um parágrafo. Aspas simples são utilizadas para indicar uma
citação que esteja no trecho que está sendo usado como citação.

Exemplos:

De acordo com Baudrillard (2001, p. 152), “o único princípio do jogo, que, entretanto, nunca
é colocado com universal, é que a escolha da regra nos livra da lei”.

“A personalidade alienada que se põe à venda tem que perder grande parte do sentimento
de dignidade, tão característico do homem até nas culturas primitivas.” (FROMM, 1959, p.
150).

Segundo Silva (2002, p. 27) “[...] seria equivocado falar em ‘impacto’ das novas tecnologias
infocomunicacionais sobre o social. A ‘metáfora do impacto’ remete a um fator causal [...]”.

As produções com mais de três linhas devem figurar abaixo do texto, com recuo de 4 cm da
margem esquerda, com letra corpo 11, espaçamento entre linhas simples e sem aspas.
77

Exemplos:

De acordo com Oliveira (1999, p. 25), as mudanças paradigmáticas ocorridas no final do


século XX e início do século XXI possibilitam a abertura para

[...] uma consciência crescente da descontinuidade, da não-linearidade, da


diferença, da necessidade do diálogo, da polifonia, da complexidade, do
acaso, do desvio. Onde há uma avaliação ampla do papel construtivo da
desordem, da auto-organização e uma re-significação profunda das idéias
de crise e caos, compreendidas mais como informação complexas, do que
como simples ausência de ordem.

Certas escritas estáticas apresentam-se como memórias artificiais.

Na interface entre o homem e o computador, a ideografia dinâmica


apresenta-se como imaginação artificial. Ao concebê-la, queremos
construir um instrumento que possa prolongar, sustentar e ampliar a
atividade espontânea de elaboração e simulação de modelos mentais, aos
quais incessantemente nos entregamos quando pensamos e comunicamos.
(LÉVY, 1988, p. 20)

7.6 Citação Indireta

Consideram-se citações indiretas, os textos criados com base na obra de autor consultado. Nesse
caso, são reproduzidas as ideias do autor e/ou conteúdo contidos no texto original. Como não
se trata de reprodução exata do texto original, dispensa-se o uso de aspas duplas. Como também,
muitas vezes, as ideias apresentadas foram desenvolvidas pelo autor ao longo de toda uma obra,
dispensa-se o número da página.

Exemplo:

Para Durand (1988), o imaginário se manifesta nas culturas humanas através de imagens e
símbolos.

7.7 Citação de citação

Consideram-se citações de citações às expressões usadas quando se transcrevem palavras


78

textuais ou conceitos de autor de uma fonte não consultada. Tais palavras ou conceitos são
mencionados na fonte consultada, porém, são de autoria de outro autor e originais em outra
obra que não se teve acesso.

No texto indica-se o sobrenome do(s) autor(es) do documento não consultado, seguido da data
de puplicação de sua obra, da expressão latina apud (citado por) e do sobrenome do(s) autor(es)
do documento consultado e data de publicação. Se for uma citação direta, acrescenta-se o
noúmero da página da fonte consultada.

• Incluir apenas a obra consultada nas Referências.

WADSWORTH, B. J. Inteligência e afetividade na criança na teoria de Piaget. Trad.


Esméria Rovai. 2 ed. São Paulo: Pioneira, 1993.

• Mencionar em nota de rodapé a referência do trabalho não consultado.

Exemplo:

A equilibração (PIAGET, 19771 apud WADSWORTH, 1997, p. 21) é o regulador que


permite que novas experiências sejam incorporadas, com sucesso, aos esquemas.

_______________
1
PIAGET, Jean. O desenvolvimento do pensamento: equilibração das estruturas cognitivas. Lisboa: Dom
Quixote, 1997.

Notas:
1. No exemplo apresentado, a obra consultada foi Inteligência e afetividade na criança
na teoria de Piaget de autoria de Wadsworth (1997). Nessa obra, o autor citou a ideia
de equilibração formulada por Piaget e presente na obra, não consultada, O
desenvolvimento do pensamento, datada de 1997. Sendo assim, a obra de Wadsworth
será referenciada no final do trabalho e a obra de Piaget será referenciada como nota de
rodapé.
2. Deve-se evitar citações de citações. Esse tipo de citação deve ser reservado para os casos
de impossibilidade de acesso às fontes originais.
79

7.8 Citação de fontes informais

7.8.1 Informação verbal

Consideram-se informações verbais a toda e qualquer informação obtida através de


comunicações pessoais, anotações de aulas, trabalhos publicados em eventos e não publicados
(conferências, palestras, seminários, congressos, simpósios etc).

Deve-se indicar entre parênteses a expressão (informação verbal), mencionando-se o máximo


de informações disponíveis sobre o evento em nota de rodapé.

Exemplos:

Volker (2002) afirma que o verdadeiro é explicado pela Natureza e o que é falso é explicado
pela sociedade. (informação verbal)1.

Ferreira (2000), após estudos realizados junto a grupo de estudantes, concluiu que não existe
[...] (informação verbal)2.

_______________
1
Informação fornecida por Volker em aula ministrada no Curso de Especialização em Adolescência da
Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais em 22 mar. 2002.
2
Informação fornecida por Ferreira em Curitiba, em sua residência, no ano de 1999.

7.8.2 Informação pessoal

Consideram-se informações pessoais aos dados obtidos de comunicações pessoais,


correspondências pessoais (postal ou e-mail). Deve-se indicar entre parênteses a expressão
(informação pessoal) mencionando-se os dados disponíveis em nota de rodapé.

Exemplo:

Vidal ressaltou a importância da comunicação [...] (informação pessoal)1.

_______________
1
VIDAL, J. S. Comunicação e inteligência. Mensagem recebida por alice@educa.ufsj.edu em 20 mar. 2004.
80

7.8.3 Em fase de elaboração

Trabalhos ainda em fase de elaboração devem ser mencionados em nota de rodapé.

Exemplo:

Segundo David, as comunidades indígenas sofreram constantes processos de miscigenação


[...] (em fase de elaboração)1.

_______________
1
DAVID, L. O processo de desintegração das culturas indígenas no Brasil. A ser editado pela Kronus,
2005.

7.8.4 Em fase de impressão

Consideram-se trabalhos em fase de impressão a todo material que se encontra em fase final de
editoração. Citações retiradas desses trabalhos devem ser usadas como qualquer outro já
impresso. No entanto, devem ser mencionados na lista final de Referências seguido do termo
‘No prelo’. (Ver tópico 9.2.1)

Exemplo:

Para Marques (2006), “todo indivíduo pertence um complexo [...]


81

8 NOTAS GERAIS - TRANSCRIÇÃO DE ELEMENTOS DE


REFERÊNCIA

Os padrões indicados aqui seguem a norma NBR 6023. Essa norma trata da apresentação dos
elementos que compõem as referências, que se aplicam a todos os tipos de documentos
especificados na próxima seção (seção 9).

8.1 Autoria

8.1.1 Autoria pessoal

 Indica-se o último sobrenome, em maiúsculas, seguido do(s) prenome(s) e outros


sobrenomes (se houverem). Os nomes de todos autores, até três, devem ser separados
por ponto-e-vírgula, seguido de espaço.
 Quanto existirem mais de três autores, indica-se o primeiro, acrescentando a expressão
“et al”.
 Quando necessário, acrescentam-se outros tipos de responsabilidade que devem ser
acrescentados logo após o título, conforme aparecem no documento. [Tradutor, Revisor,
Ilustrador, etc]

Exemplos:

DANTE ALIGHIERI. A divina Comédia. Tradução, prefácio e notas: Hernâni Donato.


São Paulo: Círculo do Livro, [1983].

ATKINSON, Anthony A. et al. Contabilidade Gerencial. Tradução de André Olímpio


Mosselman Du Chenoy Castro. Revisão Técnica de Rubens Fama. 2.ed. São Paulo: Atlas,
2000.

8.1.2 Autoria entidade

 As obras de responsabilidade de entidade (órgãos governamentais, empresas, associações,


congressos, seminários etc.) são referenciadas, de modo geral, pelo seu próprio nome, por
extenso e em letras maiúsculas.
82

Exemplos:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. NBR 6027: informação


e documentação: sumário: apresentação. Rio de Janeiro, 2003.

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Sistema Integrado de Bibliotecas. Grupo DiTeses. Diretrizes


para apresentação de dissertações e teses da USP: documento eletrônico e impresso. São Paulo:
SIBi-USP, 2004.

CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPE, 4., 1996, Recife. Anais


eletrônicos... Recife: UFPe, 1996.

 Quando a entidade tem uma denominação genérica, seu nome deve ser precedido pelo
nome no órgão superior, ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence.

Exemplos:

BRASIL. Resolução Nº196/96 versão 2012. Conselho Nacional de Saúde, Comissão


Nacional de Ética em Pesquisa – Ministério da Saúde. 2012.

SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Diretrizes para a política de meio
ambiente do estado de São Paulo. São Paulo, 19193.

 Quando a entidade, vinculada a um órgão maior, tem uma denominação específica que a
identifica, a referência é feita diretamente pelo seu nome. Em caso de duplicidade de
nomes, deve-se acrescentar no final, a unidade geográfica que identifica a jurisdição, entre
parênteses.

Exemplos:

BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). Relatório da Diretoria Geral: 1984. Rio de Janeiro,


1984.

BIBLIOTECA NACIONAL (Portugal). O 24 de juho de 1833 e a guerra cuvil de 1829-


1834. Lisboa, 1983.
83

8.2 Título e subtítulo

 O título e o subtítulo devem ser reproduzidos tal como figuram no documento, separados
por dois pontos. A segunda parte do título não deve ser realçada.

Exemplo:

PASTRO, C. Arte sacra: espaço sagrado hoje. São Paulo: Loyola, 1993.

 Em títulos e subtítulos demasiadamente longos, podem-se suprimir as últimas palavras,


desde que não seja alterado o sentido. A supressão deve ser indicada por reticências.

Exemplo:

GONSALVES, P.E. (Org.). A criança: perguntas e respostas: médicos, psicólogos,


professores, técnicos, dentistas... Prefácio do prof. Dr. Carlos da Silva Lacaz. São Paulo:
Cultrix: Ed. da USP, 1971.

 Quando o título aparecer em mais de uma língua, registra-se o primeiro. Opcionalmente,


registra-se o segundo ou o que estiver em destaque, separando-o do primeiro pelo sinal de
igualdade.

Exemplo:

SÃO PAULO MEDICAL JOURNAL=REVISTA PAULISTA DE MEDICINA. São Paulo:


Associação Paulista de Medicina, 1941 Bimensal. ISSN 0035-0362.

8.3 Edição

 A edição somente é indicada a partir da segunda, com abreviatura dos numerais ordinais,
na forma adotada, na língua do documento.
84

Exemplos:

2.ed. (português e espanhol)


2nd ed. (inglês)
2e éd. (francês)
2. Aufl. (alemão)
2ª ed. (italiano)

Exemplos:

SCHAUM, D. Schaum’s outline of and problems. 5th ed. New York: Schaum
Publishing, 1956.

PEDROSA, I. Da cor à cor inexistente. 6.ed. Rio de Janeiro: L. Cristiano, 1995.

 Indicam-se emendas e acréscimos à edição, de forma abreviada.

Exemplo:

FRANÇA, J. L. et al. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 3.


ed. rev. e aum. Belo Horizonte: Ed. da UFMG, 1996.

8.4 Local

 O nome do local (cidade) de publicação deve ser indicado tal como figura no documento.

Exemplo:

ZANI, R. Beleza, saúde e bem-estar. São Paulo: Saraiva, 1995.

 No caso de homônimos de cidades, acrescenta-se o nome do estado, do país etc.


85

Exemplo:

Viçosa, AL
Viçosa, MG
Viçosa, RJ

 Quando houver mais de um local para uma só editora, indica-se o primeiro ou o mais
destacado.

Exemplo:

SWOKOWSKI, E. W.; FLORES, V. R. L. F.; MORENO, M. Q. Cálculo de geometria


analítica. Tradução de Alfredo Alves de Faria. Revisão técnica Antonio Pertence Júnior.
2. ed. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1994. 2 v.

NOTA – Na obra aparece: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – Bogotá – Buenos Aires –
Guatemala – México – New York – San Juan – Santiago etc.

 Quando a cidade não aprece no documento, mas pode ser identificada, indica-se entre
colchetes.

Exemplo:

LAZZARINI NETO, S. Cria e recria. [São Paulo]: SDF Editores, 1994.

 Não sendo possível determinar o local, utiliza-se a expressão sine loco, abreviada, entre
colchetes [s.l.].

Exemplos:

OS GRANDES clássicos das poesias líricas. [s.l.]: Ex Libris, 1981.

KRIEGER, G.; NOVAES, L. A.; FARIA, T. Todos os sócios do presidente. 3. ed. [s.l.]:
Scritta, 1992.
86

8.5 Editora

 O nome da editora deve ser indicado tal como figura no documento, abreviando-se os
prenomes e suprimindo-se palavras que designam a natureza jurídica ou comercial, desde
que sejam dispensáveis para identificação.

Exemplos:

DAGHLIAN, J. Lógica e Álgebra de Boole. 4 ed. São Paulo: Atlas, 1995. Il., 21 cm,
Bibliografia: p. 166-167. ISBN 85-224-1256-1.

NOTA – Na publicação aparece: Editora Atlas.

LIMA, M. Tem encontro com Deus: Teologia para leigos. Rio de Janeiro: J. Olympio,
1985.

NOTA – Na publicação aparece: Livraria José Olympio Editora.

 Quando houver mais de uma editora, indica-se a que aparecer com maior destaque na página
de rosto. Se os nomes das editoras estiverem com igual destaque, indica-se a primeira. As
demais podem ser também registradas com os respectivos lugares.

Exemplos:

ALFONSO-GOLDFARB, Ana Maria; MAIA, Carlos A. (Coord.) História da Ciência: o


mapa do conhecimento. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura; São Paulo: EDUSP, 1995.
(América 500 anos, 2).

FIGUEIREDO, N. M. Metodologias para a promoção do uso da informação: Técnicas


aplicadas particularmente em bibliotecas universitárias e especializadas. São Paulo: Nobel,
1990.

NOTA – Na publicação aparece: Nobel e APB.

 Quando a editora não é identificada, deve-se indicar a expressão sine nomine, abreviada,
entre colchetes [s.n.].
87

Exemplo:

FRANCO, I. Discursos: de outubro de 1992 a agosto de 1993. Brasília, DF: [s.n.], 1993.

 Quando o local e a editora não puderem ser identificados na publicação, utilizam-se ambas
as expressões, abreviadas, entre colchetes e separadas por dois pontos [s.l.: s.n.].

Exemplo:

GONÇALVES, F. B. A história de Mirador. [s.l.: s.n.], 1993.

 Quando a editora é a mesma instituição responsável pela autoria e já tiver sido mencionada,
a mesma não é indicada como editora.

Exemplo:

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA. Catálogo de graduação, 1994-1995. Viçosa,


MG, 1994.

8.6 Datas

 A data de publicação deve ser indicada em algarismos arábicos.

Exemplo:

LEITE, C. B. O século do desempenho. São Paulo: LTr, 1994.

 Por se tratar de elemento essencial para a referência, sempre deve ser indicada uma data,
seja da publicação, da impressão, do copyrigh ou outra.
88

Exemplo:

CIPOLLA, S. Eu e a escola, 2ª série. São Paulo: Paulinas, c1993.

 Se nenhuma data de publicação, distribuição, copyrigh, impressão etc. puder ser


determinada, registra-se uma data aproximada entre colchetes, conforme segue:

[1971 ou 1972] um ano ou outro


[1969?] data provável
[1973] data certa, não indicada no item
[entre 1906 e 1912] use intervalos menores de 20 anos
[ca. 1960] data aproximada
[197-] década certa
[197-?] década provável
[18--] século certo
[18--?] século provável

Exemplo:

FLORENZANO, E. Dicionário de idéias semelhantes. Rio de Janeiro: Ediouro, [1993].

 Caso existam duas datas, ambas podem ser indicadas, desde que seja mencionada a relação
entre elas.

Exemplo:

CHAVE bíblica. Brasília, DF: Sociedade Bíblica do Brasil, 1970 (impressão 1994).

 Nas referências de vários volumes de um documento, produzidos em um período, indicam-


se as datas inicial e final da publicação.
89

Exemplo:

RUCH, G. História geral da civilização: da Antigüidade ao XX século. Rio de Janeiro: F.


Briguiet, 1926-1940. 4 v., il., 19 cm.

 Em lista e catálogos, para as coleções de periódicos em curso de publicação, indica-se


apenas a data inicial seguida de hífen e um espaço.

Exemplo:

GLOBO RURAL. São Paulo: Rio Gráfica, 1985-. Mensal.

 Em caso de publicação periódica, indica-se a data inicial e final do período de edição,


quando se tratar de publicação encerrada.

Exemplo:

DESENVOLVIMENTO & CONJUNTURA. Rio de Janeiro: Confederação Nacional da


Indústria, 1957-1968. Mensal.

 Os meses devem ser indicados de forma abreviada, no idioma original da publicação. Não
se abreviam palavras de quatro ou menos letras (Ver tópico 8.9).

Exemplos:

ALCARDE, J.C.; RODELLA, A. A. O equivalente em carbonato de cálcio dos corretivos


da acidez dos solos. Scientia Agrícola, Piracicaba, v. 53, n. 2/3, p. 204-210, maio/dez.
1996.

BENNETTON, M. J. Terapia ocupacional e reabilitação psicossocial: uma relação


possível. Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo, São Paulo, v.
4, n. 3, p. 11-16, mar. 1993.
90

 Se a publicação indicar, em lugar dos meses, as estações do ano ou as divisões do ano em


trimestres, semestres etc., transcrevem-se os primeiros tais como figuram no documento e
abreviam-se os últimos.

Exemplos:

MANSILLA, H. C. F. La controversia entre universalismo y particularismo en la filosofia


de la cultura. Revista Latinoamericana de filosofia, Buenos Aires, v. 24, n. 2, primavera
1998.

FIGUEIREDO, E. Canadá e Antilhas: línguas populares, oralidade e literatura. Gragoatá,


Niterói, n. 1, p. 127-136, 2. sem. 1996.

8.7 Abreviaturas dos meses

Português Espanhol Italiano


janeiro jan. enero enero gennaio genn.
fevereiro fev. febrero feb. febbraio febbr.
março mar. marzo marzo marzo mar.
abril abr. abril abr. aprile apr.
maio maio mayo mayo maggio magg.
junho jun. junio jun. giugno giugno
julho jul. julio jul. luglio luglio
agosto ago. agosto agosto agosto ag.
setembro set. septiembre sept. settembre sett.
outubro out. octubre oct. ottobre ott.
novembro nov. noviembre nov. novembre nov.
dezembro dez. diciembre dic. dicembre dic.

Francês Inglês Alemão


janvier janv. January Jan. Januar Jan.
février févr. February Feb. Februar Feb.
mars mars March Mar. März März
avril avril April Apr. April Apr.
mai mai May May Mai Mai
juin juin June June Juni Juni
juillet juil. July July Juli Juli
août août August Aug. August Aug.
septembre sept. September Sept. September Sept.
octobre oct. October Oct. Oktober Okt.
novembre nov. November Nov. November Nov.
décembre déc. December Dec. Dezember Dez.
91

8.8 Ilustrações

 Indicam-se as ilustrações de qualquer natureza pela abreviatura “il.”; para ilustrações


coloridas, usar “il.color.”.

Exemplos:

CESAR, A. M. A bala e a mitra. Recife: Bagaço, 1994. Il.

AZEVEDO, M. R. de. Viva vida: estudos sociais, 4. São Paulo: FTD, 1994. Il. color.

BATISTA, Z.; BATISTA, N. O foguete do Guido. Ilustrações de Marilda Castanha. São


Paulo: Ed. do Brasil, 1992. Principalmente il. color.

CHUEIRE, C. Marca angelical. Ilustração Luciane Fadel. Petrópolis: Vozes, 1994.


Somente Il., 20 cm. ISBN 85-326-1087-0.

8.9 Dimensões

 Em listas de referências, se necessário, pode-se indicar a altura do documento em


centímetros e, em caso de formatos excepcionais, também a largura. Em ambos os casos,
deve-se aproximar as frações ao centímetro seguinte, com exceção de documentos
tridimensionais, cujas medidas devem ser dadas com exatidão (conforme 9.13).
Exemplos:

DURAN, J.J. Iluminação para vídeo e cinema. São Paulo: [s.n.], 1993. 21 cm.

CHEMELLO, T. Lãs, linhas e retalhos. 3. ed. São Paulo: Global, 1993. Il., 16 cm x 23 cm.

8.10 Publicações pertencentes a séries ou coleções

 Se a publicação pertencer a alguma série ou coleção, a indicação do nome da série ou coleção


deve ser feita, entre parenteses, como última informação da publicação, juntamente como a
indicação de volume (se houver).
92

Exemplos:

PEIRCE, Charles Sanders. Semiótica. Tradução de J. T. Coelho Neto. São Paulo:


Perspectiva, 2000. (Coleção Estudos, 46).

GUATTARI, Félix. Caosmose: um novo paradigma estético. Rio de Janeiro: 34, 1992.
(Coleção TRANS)

ROCHA, Edite; ZILLE, J. A. B. (Orgs.) Musicologia[s]. Barbacena: M.G., EdUEMG,


2016. (Série Diálogos como Som. v. 3).
93

9 PADRÃO DE REFERENCIAS PARA TRABALHOS ACADÊMICO-


CIENTÍFICOS

Os padrões de referências aqui apresentados foram normatizados de acordo com a Associação


Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) – NBR 6023:2002.

“Referência é conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de um documento, que


permite a sua identificação individual.” (NBR 6023:2002, p. 2).

Devem ser listados apenas os documentos citados no texto. Caso haja conveniência de
referenciar material não citado, deve-se fazer uma lista própria e apresenta-la como apêndice
sob o título de Referências Complementares.

OBS.: Levar em consideração as Notas Gerais contidas no tópico 8 desse documento.

E ainda:

 As referências devem ser apresentadas em ordem alfabética.


 Título das obras que não iniciam a referência e títulos dos periódicos devem ser
realçados por negrito 12.
 As referências devem ser alinhadas à esquerda.
 Os espasamentos entre linhas devem ser simples.
 Os espasamentos entre cada referência devem ser de dois espaços simples em branco.

9.1 Trabalhos monográficos

Consideram-se como trabalhos monograficos: livros, guias, catálogos, dicionários, trabalhos


acadêmicos (teses, dissertações, trabalho de conclusão de curso e memoriais) etc.

Nota: Os elementos que constituem a referência bibliográfica de um trabalho monografico


devem ser obtidos preferencialmente no verso da folha de rosto (ficha catalográfica).

12
Apesar da norma NBR 6023 abrir a possibilidade de se usar como realce negrito, grifo ou itálico, estabeleceu-
se, como padrão para a ESMU/UEMG, o negrito como artifício de realce nas referências.
94

9.1.1 Trabalho monografico considerado no todo

9.1.1.1 Com indicação de um autor

SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES), Prenome(s) (iniciais ou por extenso).Título da


obra: subtítulo. Edição. Local de publicação (Cidade): Editora, data de publicação.

Exemplo:

MAINGUENEAU, Dominique. Novas tendências em análise do discurso. 3. ed.


Campinas: Pontes, 1997.

9.1.1.1.1 Nomes com sufixos (Júnior, Neto, Filho etc)

SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES) INCLUINDO SUFIXO, Prenome(s) (iniciais ou


por extenso). Título da obra: subtítulo. Edição. Local de publicação (Cidade): Editora,
data de publicação.

Exemplo:

TELLES JÚNIOR, Goffredo. Tratado da conseqüência: curso de lógica formal. 5. ed. São
Paulo: José Bushatsky, 1980.

9.1.1.1.2 Nome(s) do(s) autor(es) com mais de uma obra referenciada

SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES), Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Título da


obra: subtítulo. Edição. Local de publicação (Cidade): Editora, data de publicação.

______*. Título da obra: subtítulo. Edição. Local de publicação (Cidade): Editora, data
de publicação.

* O traço corresponde a seis toques sublineares (em substituição ao nome do autor).

Exemplo:

DURAND, Gilbert. As estruturas antropológicas do imaginário. São Paulo: Martins


Fontes, 1997.

______. A imaginação simbólica. São Paulo: Cultrix-EDUSP, 1988.


95

9.1.1.2 Com indicação de dois autores

SOBRENOME DO PRIMEIRO AUTOR, Prenome(s) (iniciais ou por extenso);


SOBRENOME DO SEGUNDO AUTOR, Prenome(s) (iniciais ou por extenso).
Título da obra: subtítulo. Edição. Local (cidade): Editora, data de publicação.

Exemplo:

DUBET, François; MARTUCELLI, Danilo. En la scuela: sociologie de la experiencia


escolar. Buenos Aires: Editorial Losada, 1997.

9.1.1.3 Com indicação de três autores

SOBRENOME DO PRIMEIRO AUTOR, Prenome(s) (iniciais ou por extenso);


SOBRENOME DO SEGUNDO AUTOR, Prenome(s) (iniciais ou por extenso);
SOBRENOME DO TERCEIRO AUTOR, Prenome(s) (iniciais ou por extenso).
Título da obra: subtítulo. Edição. Local (cidade): Editora, data de publicação.

Exemplo:

MORAN, J. M.; MASSETO, M. T.; BEHRENS, M. A. Novas tecnologias e mediação


pedagógica. Campinas: Papirus, 2000.

9.1.1.4 Com indicação de mais de três autores

SOBRENOME DO PRIMEIRO AUTOR, Prenome(s) (iniciais ou por extenso) et al.


Título da obra: subtítulo. Edição. Local (cidade): Editora, data de publicação.

Exemplo:

LATAILLE, Yves et al. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão.


São Paulo: Summus, 1992.

9.1.1.5 Publicação de autoria desconhecida

PRIMEIRA palavra do título em maiúscula: subtítulo. Edição. Local de publicação


(Cidade): Editora, data de publicação.
96

Exemplo:

DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro,


1993.

9.1.1.6 Com indicação de tradutor

SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES), Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Título da


obra: subtítulo. Indicação do tradutor, conforme aparece no documento. Edição. Local
(Cidade): Editora, data de publicação.

Exemplo:

HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Tradução Tomaz T. da Silva;


Guacira L. Louro. 7 ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.

9.1.1.7 Com indicação de série

SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES), Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Título da


obra: subtítulo. Edição. Local (Cidade): Editora, data de publicação. (Série, número da
série).

Exemplo:

ECO, Umberto. Tratado Geral de Semiótica. Tradução Antônio de P. D.; Gilson C. C. 4.


ed. São Paulo: Perspectiva, 2005. (Série estudos, 73).

9.1.1.8 Com indicação de responsabilidade intelectual (editor, organizador, coordenador etc)

SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES), Prenome(s) (iniciais ou por extenso) (Coord.).


Título da obra: subtítulo. Edição. Local de publicação (Cidade): Editora, data de
publicação.

Exemplo:

COIMBRA, J. Á. A (Org.). Fronteiras da ética. São Paulo: SENAC, 2002.


97

9.1.1.9 Autor entidade (entidades coletivas, governamentais, públicas, particulares, etc)

AUTOR ENTIDADE POR EXTENSO EM MAIÚSCULAS. Título da obra: subtítulo.


Edição. Local de publicação (Cidade): Editora, data de publicação.

Exemplo:

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. La Salud de los Jóvenes: un reto y una


esperanza. Geneva: OMS, 1995.

9.1.1.10 Trabalhos monográficos disponíveis em meio eletrônico

AUTOR ou AUTOR ENTIDADE POR EXTENSO EM MAIÚSCULAS. Título da obra:


subtítulo. Edição. Local de publicação (Cidade): Editora, data de publicação. Disponível
em: (<enderço eletrônico>). Acesso em: (data do último acesso). [ou descrição do meio,
quando for o caso.]

Exemplos:

HECK, L.A. A borboleta azul. Lajeado, RS: Univates Editora, 2006. 17p. Disponível em:
<http://www.dominiopublico. gov.br/ download/ texto/ eu000004.pdf>. Acesso em: 11
abr. 2008.

BRASIL. Ministério do Turismo. Turismo sustentável e alívio da pobreza no Brasil:


reflexões e perspectivas. Brasília, DF: Ministério do Turismo, 2005. 24p. Disponível em:
<http://www. dominiopublico.gov.br/ download/ texto/tu000017.pdf>. Acesso em: 10 abr.
2008.

ALVES, Castro. Navio negreiro. [S.I.]: Virtual Books, 2000. Disponível em:
<http://www.terra.com.br/virtualbooks/freebook/port/Lport2/Lport2_arquivos/Lport2_text
os/navionegreirotx.zip >. Acesso em: 10 jan. 2002.

9.1.1.11 Referências com outros tipos de materiais monográficos

OBS.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a data do
último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”
98

9.1.1.11.1 Catálogos

SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES), Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Título -


subtítulo: catálogo. Local de publicação (Cidade), data de publicação. Notas
complementares.

INSTITUIÇÃO (Local, UF). Título - subtítulo: catálogo. Local de publicação (Cidade),


data de publicação. Paginação (opcional). Notas complementares.

Exemplos:

RAY, Sônia. Catálogo de obras brasileiras para contrabaixo: catálogo. São Paulo:
Annablume, 1996.

BIBLIOTECA NACIONAL. Catálogo dos quinhentistas portugueses da Biblioteca


Nacional: catálogo. Rio de Janeiro: Edições Biblioteca nacional, 2004.

MUSEO DE BELLAS ARTES. Catalogo geral: colección pinturay escultura


latinoamericana. Caracas: El Museo, 1979. 345. Il, algumas color.

CATÁLOGO de hotéis. São Paulo, 1992. Disponível em:


<http://www.catalogodehoteis.com.br/>. Acesso em: 10 fev. 2008.

BRASIL. Ministério da Educação. Catálogo nacional de cursos superiores de


tecnologia. Brasília, DF: Ministério da Educação, 2006. Disponível em:
<http://portal.mec.gov.br/setec/index.php?option=content&task=view&id=583&It
emid=717&sistemas=1>. Acesso em: 12 abr. 2008.

9.1.1.11.2 Teses, dissertações, monografias

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Título da obra:


subtítulo. Data (ano de depósito). No. de folhas (no f.). Grau de dissertação ou tese –
Unidade onde foi defendida, Local, data (ano da defesa).

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”

Exemplos:

BRETAS, Maria Beatriz Almeida S. Interações telemáticas – estudo sobre jovens


internautas de Belo Horizonte.2001. 228 f. Tese (Doutorado em Ciência da Informação) –
Escola de Ciências da Informação, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte,
2002.
99

SMOLKA, Ana Luiza Bustamante. A alfabetização como processo discursivo. 1987.


190f. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade Estadual de
Campinas, Campinas, 1987. Disponível em:
<http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000018024>. Acesso em: 15 jan. 2008.

9.1.1.11.3 Memorial

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Memorial. Ano.


Paginação (opcional). Concurso para Docência – Instituição onde foi apresentada, Local.

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”

Exemplos:

ADELSIN, E. Memorial. 1997. Concurso para Docência – Faculdade de Letras,


Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1998.

MEMORIAL Padre Vaz. c.2001. Disponível em:


<http://www.padrevaz.com.br/index.php>. Acesso em: 01 abr. 2008.

9.1.1.11.4 Relatórios

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Título do relatório:


subtítulo. Local: Editora, ano. (Série, número).

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”

Exemplos:

WAQUIL, J. M.; OLIVEIRA, A.C. Monitoramento da mosca-do-sorgo, Contarinia


sorghicola (Coquillett, 1898) através de armadilhas de feromônio. Sete Lagoas: Centro
Nacional de Pesquisa de Milho e Sorgo, 1994. v.6, p.68-69. (Relatório Técnico Anual, 1992-
1993).

GUBITOSO, M. D. Máquina worm: simulador de máquinas paralelas. São Paulo:


IME-USP, 1989. 29 p. (Relatório técnico, Rt-Mac-8908).
100

DAEMON R.F.; QUADROS, L. P. de. Bioestratigrafia e Palinologia do Paleozóico


Superior da Bacia do Paraná. Ponta Grossa : PETROBRÁS/DESUL , 1969. 1 v. (Relatório
Interno nº 384).

CÔDO, V.E.C. Relatório de viagem à Holanda. [S.l: s.n.], 1969.

9.1.1.11.5 Dicionário e enciclopédia

SOBRENOME, Prenome. Título: subtítulo. Edição (se houver). Local: Editora, data. Vol.
(opcional)

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”

Exemplos:

FERREIRA, Aurélio B. de Hollanda. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. 2. ed. Rio


de Janeiro: Nova Fronteira, 1986.

ENCICLOPÉDIA Mirador Internacional. São Paulo: Encyclopaedia Britannica do Brasil,


1995. 20 v.

CÉLULA tronco. In: WIKIPÉDIA: a enciclopédia livre. Disponível em:


<http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9lula_tronco>. Acesso em: 03 fev. 2008.

KOOGAN, André; HOUAISS, Antonio (Ed.). Enciclopédia e dicionário digital 98.


Direção geral de André Koogan Breikmam. São Paulo: Delta: Estadão, 1998. 5 CDROM.

9.1.1.11.6 Guia

TÍTULO: subtítulo. Edição (se houver). Local: Editora, data. Descrição.

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”

Exemplo:

BRASIL: roteiros turísticos. São Paulo: Folha da Manhã, 1995. il. (Roteiros turísticos
Fiat). Inclui mapa rodoviário.
101

9.1.1.11.7 Manual

SOBRENOME, Prenome. Título: subtítulo. Edição (se houver). Local: Editora, data. Vol.
(opcional)

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”

Exemplo:

SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Coordenadoria de Planejamento


Ambiental. Estudo de impacto ambiental – EIA, Relatório de impacto ambiental –
RIMA: manual de orientação. São Paulo, 1989. (Série Manuais).

9.1.1.11.8 Folheto

SOBRENOME, Prenome. Título: subtítulo. Período (se for o caso). Local: Editora, data.
Descrição. Apoios (se for o caso).

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”

Exemplo:

INSTITUTO MOREIRA SALLES. São Paulo de Vincenzo Pastore: fotografias: de 26 de


abril a 3 de agosto de 1997, Casa de Cultura de Poços de Caldas, Poços de Caldas, MG.
[S.l.], 1997. 1 folder. Apoio Ministério da Cultura: Lei Federal de Incentivo à Cultura.

9.1.1.11.9 Almanaque

SOBRENOME, Prenome. Título: subtítulo. Edição (se houver). Local: Editora, data.
Descrição.

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”

Exemplo:

TORELLY, M. Almanaque para 1949: primeiro semestre ou Almanaque d’A Manhã. Ed.
fac-sim. São Paulo: Studioma: Arquivo do Estado, 1991. (Coleção Almanaques do Barão
de Itararé). Contém iconografia e depoimentos sobre o autor.
102

9.1.2 Trabalho monográfico considerado em parte

9.1.2.1 Capítulo de livro com autoria distinta da obra no todo

SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES) da parte referenciada, Prenome(s) (iniciais ou por


extenso). Título da parte referenciada. In: SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES) (ou editor,
etc.), Prenome(s) (iniciais ou por extenso) da publicação. Título da publicação. Edição.
Local: Editora, data de publicação. Capítulo, páginas (inicial e final).

Exemplo:

QUÉAU, P. O Tempo do Virtual. In: PARENTE, André (Org.) Imagem-Máquina: a era


das tecnologias do virtual.Rio de Janeiro: 34, 1993. p.91-99.

9.1.2.2 Capítulo de livro com a mesma autoria da obra no todo

SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES) da parte referenciada, Prenome(s) (iniciais ou por


extenso). Título da parte referenciada. In: SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES) da
publicação (ou editor, etc), Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Título da publicação.
Edição. Local: Editora, data de publicação. Capítulo (página inicial e final).

Exemplo:

LUCKESI, Cipriano Carlos. Educação, ludicidade e prevenção das neuroses futuras: uma
proposta pedagógica a partir da biossíntese. In: ______ (Org.) Ludopedagogia: educação e
ludicidade. Salvador: Gepel, 2000. p. 87-98.

9.1.2.3 Capítulo de livro em formato eletrônico

SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES) da parte referenciada, Prenome(s) (iniciais ou por


extenso). Título da parte referenciada. In: AUTOR(ES) ou AUTOR(ES) ENTIDADE(S)
POR EXTENSO EM MAIÚSCULAS da publicação (ou editor, etc), Prenome(s) (iniciais
ou por extenso). Título da publicação. Edição. Local: Editora, data de publicação.
Capítulo (página inicial e final). Editora, data de publicação. Disponível em: (<enderço
eletrônico>). Acesso em: (data de acesso). [ou descrição do meio, quando for o caso.]

Exemplos:
SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Tratados e organizações ambientais
em matéria de meio ambiente. São Paulo, 1999. Entendendo o meio ambiente, v. 1.
Disponível em: <http://www. bdt.org.br/ sma/entendendo/atual.html>. Acesso em: 8 mar.
1999.
103

ESTAÇÃO da Cia. Paulista com locomotiva elétrica e linhas de bitola larga.


fotografia, p%b. In: LOPES, Eduardo Luiz Veiga. Memória fotográfica de Araraquara.
Araraquara: Prefeitura do Município de Araraquara, 1999. 1 CD-ROM.

STOCKDALE, René. When’s recess? [2002?]. 1 fotografia, color. Disponível em:


<http://www.webshots.com/g/d2002/1-nw-20255.htm>. Acesso em: 13 jan. 2001.

9.1.2.4 Verbete

Verbete (primeira palavra em maiúscula). In: Fonte de onde retirou-se a definição do termo
(Autor. Título). Local de publicação (cidade): Editora, ano. Página.

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”

Exemplos:

EMPIRIOCRITICISMO. In: ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de filosofia. São Paulo :


M. Fontes, 2000. p.326.

ÉTICA. In: SILVA, Benedicto (Coord.). Dicionário de ciências sociais. Rio de Janeiro:
Fundação Getúlio Vargas, 1986. p. 433-435.

ÁBACO. In: DICIONÁRIO Michaelis. Disponível em: <www.uol.com.br/michaelis>.


Acesso em: 28 nov. 2002.

MORFOLOGIA dos artrópodes. In: ENCICLOPÉDIA multimídia dos seres vivos. [S.I.]:
Planeta de Agostini, c1998. CD-ROM 9.

POLÍTICA. In: DICIONÁRIO da língua portuguesa. Lisboa: Priberam Informática, 1998.


Disponível em: <http://www.priberam.pt/dlDLPO>. Acesso em: 8 mar. 1999.

9.2 Publicação seriada/periódicos

Consideram-se como publicações seriadas aquelas que têm sua edição com relativa
regularidade. Estão entre elas: periódicos, jornais, publicações anuais (relatórios, anuários etc),
revistas, atas, comunicações de sociedades, séries monográficas, quando tratadas como
publicação periódica.
104

9.2.1 Editorial

SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES), Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Título do


artigo. Título do periódico, local, volume, número, páginas, mês, ano.

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”

Exemplo:

MARQUES, C. Editorial. Revista Chilena de Antropologia Social, La Paz, n. 34, p. 4,


mai/jun. 2006. No prelo.

9.2.2 Publicação seriada considerada no todo

TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local: Editora, ano inicial e de encerramento da publicação.


Periodicidade. ISSN.

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”

Exemplo:

REVISTA BRASILEIRA DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. S. Paulo:


FEBAB. 1973-1992. Semestral. Continuada por: Boletim Informativo da Federação de
Associações de Bibliotecários. ISSN 0100-0691.

9.2.3 Artigo e/ou matéria de periódico

SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES), Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Título do


artigo: subtítulo. Título da publicação, Local de publicação (Cidade), volume, fascículo,
paginação inicial e final do artigo, período e data de publicação.

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”
105

Exemplos:

SILVA, Marco. Interatividade: uma mudança fundamental do esquema clássico da


comunicação. Boletim Técnico do SENAC, Rio de Janeiro, v. 23, nº 3, p. 19-27, set./dez.,
2000.

VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo interativa, Rio de
Janeiro, n. 2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

SILVA, M. M. L. Crimes da era digital. .NET, Rio de Janeiro, nov. 1998. Seleção
Ponto de Vista. Disponível em: <http://www.brazilnet.com.br/contexts/brasilrevistas.htm>.
Acesso em: 28 nov. 1998.

9.2.4 Artigo e/ou matéria de jornal

SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES), Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Título da


matéria: subtítulo. Título do Jornal, Local de publicação (Cidade), data de publicação.
Seção, caderno ou parte do jornal, paginação inicial e final do artigo ou matéria.

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”

Exemplos:

CAVALLARI, Marcelo Musa. Som e conhecimento: operando com o mesmo arsenal da


pesquisa científica, a música eletrônica caminha no sentido oposto. Folha de São Paulo.
São Paulo, 15 jul. 1998. Folhetim, 6-7.

DALLARI diz que o governo intervirá em plano de saúde. A Gazeta, Vitória. 18 jun.
1994. p. 9, c. I.

KELLY, R. Electronic publishing at APS: its not just online journalism. APS News
Online, Los Angeles, Nov. 1996. Disponível em:
<http://www.aps.org/apsnews/1196/11965.html>. Acesso em: 25 nov. 1998.

ARRANJO tributário. Diário do Nordeste Online, Fortaleza, 27 nov. 1998. Disponível


em: <http://www.diariodonordeste.com.br>. Acesso em: 28 nov. 1998.
106

9.3 Entrevista

9.3.1 Fonte Formal

Considera-se como fonte formal: revistas, jornais, televisão, meios eletrônicos de comunicação

SOBRENOME DO ETREVISTADO, Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Título:


subtítulo (se houver). Local da entrevista (Cidade): data da entrevista. Nome da entidade
vinculadora, Local (Cidade), Seção, caderno ou parte do jornal, paginação inicial e final
do artigo ou matéria (em caso de mídia impressa). Nome do programa, horário de
vinculação (em caso de mídias eletrônicas). Descrição.

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”

Exemplo:

CRUZ, Joaquim. A Estratégia para Vencer. Pisa:1988. Veja, São Paulo, v. 20, n. 37, p. 5-8,
14 set. 1988. Entrevista concedida a J.A. Dias Lopes.

9.3.2 Fonte Informal

Considera-se como fonte informal: toda e qualquer informação obtida através de comunicações
pessoais, anotações de aulas, trabalhos publicados em eventos e não publicados (conferências,
palestras, seminários, congressos, simpósios etc)

SOBRENOME, Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Título: subtítulo (se houver). Local
(Cidade), data. Descrição.

Exemplo:

VOLKER, Paulo. Belo Horizonte, 2002. Informação fornecida em aula ministrada no Curso
de Especialização em Adolescência da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.
107

9.4 Evento

Considera-se evento o conjunto dos documentos reunidos num produto final com denominação
de: atas, anais, proceedings, entre outras.

9.4.1 Evento considerado no todo

NOME DO EVENTO, numeração em arábico se houver, ano, local de realização do


evento. Tipo do documento... (Anais, Atas, Resumos) Local de publicação: Editora, data
de publicação. Páginas (inicial e final da parte referenciada).

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”

Exemplos:

CONGRESO DE ADOLESCÊNCIA DO CONE SUL. 2. 2002, Londrina. Anais...


Londrina: ASBRA, 2002.

IUFOST INTERNATIONAL SYMPOSIUM ON CHEMICAL CHANGES DURING


FOOD PROCESSING, 1994, Valencia. Proceeding...Valencia: Instituto de Agroquímica
y Tecnología de Alimentos, 1994.

SIMPOSIO INTERNATIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UNIVERSIDADE


DE SÃO PAULO, 8., 2000, São Paulo. Resumos... São Paulo: USP, 2000. 1 CD-ROM.

9.4.2 Trabalho apresentado em evento

SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES), Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Título do


trabalho apresentado. In: TITULO DO EVENTO, numeração do evento em arábico (se
houver)., ano, local de realização. Típo do documento... (Anais, Atas, Resumos) Local de
publicação: Editora, data de publicação. Páginas (inicial e final da parte referenciada).

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”
108

Exemplos:

GUBERNIKOFF, Carole. Tristam Murail – L’Esprit des dunes. In: ENCONTRO


NACIONAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO
EM MUSICA, 13, 2001, Belo Horizonte. Anais... Belo Horizonte: UFMG, 2001. V. 1, p.
96-105.

GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE


BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina,
1998. 1 CD-ROM.

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total na


educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPE, 4., 1996, Recife.
Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em:
<http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/educ/ce04.htm>. Acesso em: 21 jan. 1997.

9.4.3 Trabalho apresentado em evento on line

SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES), Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Título do


trabalho apresentado. In: TITULO DO EVENTO, numeração do evento em arábico (se
houver)., ano. Típo do documento... (Anais, Atas, Resumos). Páginas (inicial e final da
parte referenciada, se houver).

Obs.: acrescentar endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres
“Disponível em:” e a data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”

Exemplo:

OLIVEIRA, Vinícius Eufrásio de; ROCHA, Edite. O ritual de Encomendação das


Almas: A produção bibliográfica e audiovisual digital no Brasil e em Portugal
In: Nas Nuvens..., 1, 2015. Anais... 2016. p. 20-33. Disponível em:
<http://www.uemg.br/openjournal/index.php/NasNuvens/article/view/1402>. Acesso em:
21 jan. 2016.

9.4.4 Trabalho de evento publicado em periódico

SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES), Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Título do


trabalho. Título do Periódico, local, v., n., paginação, ano. Suplemento. Notas.
109

Exemplo:

GIL, José Luiz. Jovens, cyber, espaço e tempo digital. Adolescência Latinoamericana,
Porto Alegre, v.1, n. 3, p. 196, 1998. Suplemento. Fragmento da Conferência proferida no
VII Congresso Brasileiro de Adolescência, Gramado.

9.5 Patente

NOME DA ENTIDADE RESPONSÁVEL E/OU AUTOR. Título. Número da patente,


datas (do período de registro).

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”

Exemplos:

ALFRED WERTLI AG. Bertrand Reymont. Dispositivo numa usina de fundição de


lingotes para o avanço do lingote fundido. Int CI3B22 D29/00.Den.PI 8002090. 2 abr.
1980, 25 nov. 1980. Revista da Propriedade Industrial, Rio de Janeiro, n. 527, p.17.

CENTRO DE HISTOTERAPIA PLACENTÁRIA CUBANA. Carlos Manuel Miyares


Cão. Composição para o tratamento da psoríase. PI0008394-1 CU 00/00001, 22 fev.
2000, 31 ago. 2000. Disponível em: <www.inpi.gov.br/pesq_patentes>. Acesso em: 28
nov. 2002.

9.6 Normas técnicas

NOME DA ENTIDADE. Título da norma (com numeração se houver e designação).


Local de publicação: Editora, data de publicação.

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”

Exemplos:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. NBR 6023 –


Informação e Documentação - Referências - Elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.

BELO HORIZONTE. Prefeitura Municipal. Secretaria Municipal de Saúde. 005/99:


norma técnica de fiscalização e vigilância sanitária em laboratórios de citopatologia... Belo
Horizonte, 1999. Disponível em: <www.pbh.gov.br/smsa/vigilância/arquivos>. Acesso
em: 18 dez. 2002.
110

9.7 Documento jurídico

Consideram-se documentos jurídicos: leis e decretos; emenda constitucional; medida


provisória; portarias, deliberações, resoluções; jurisprudência.

9.7.1 Constituições

PAÍS. ESTADO ou MUNICÍPIO. Constituição (data de promulgação). Título. Local:


Editor, Ano de publicação. Número de páginas ou volumes. Notas.

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”

Exemplo:

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil.


Brasília, DF: Senado, 1988.

9.7.2 Emenda constitucional

PAÍS. Constituição (ano). Emenda constitucional nº., data. Título (natureza da decisão ou
ementa). Título da Publicação, v., p., mês e ano.

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”

Exemplo:

BRASIL. Constituição (1988). Emenda Constitucional n. 29, de 2000. Dispõe sobre


recursos mínimos para o financiamento das ações e serviços públicos de saúde. Diário
Oficial da União n. 178 E. Brasília, seção I, p. 1, setembro de 2000.

9.7.3 Leis e decretos

PAÍS, ESTADO ou MUNICÍPIO. Lei ou Decreto, número da Lei e data (dia, mês, ano).
Ementa. Publicação, Local de publicação, data (dia, mês, ano). Seção, página.

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”
111

Exemplo:

BRASIL. Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da


educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, 23 de dezembro de 1996, Seção 1, p.
27839.

9.7.4 Medida provisória

PAÍS. Medida provisória nº., data. A decisão da Medida. Publicação, local, data (dia, mês
e ano). Seção, página.

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”

Exemplo:

BRASIL. Medida Provisória n.º 1.733-56, de 14 de dezembro de 1998. Dispõe sobre o


valor total anual das mensalidades escolares, e dá outras providências. Diário Oficial da
República Federativa do Brasil, Brasília, 15 de dezembro de 1998, Seção 1, p.1.

9.7.5 Portarias, deliberações e resoluções

AUTORIA. (Entidade Coletiva). Ementa. Tipo de documento, número e data (dia, mês,
ano). Título da Publicação, Local, volume, páginas, mês e ano.

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso,
o endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”

Exemplo:

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria Interministerial Ministério da Saúde e


Procuradoria Geral da República n. 529, de 30 de abril de 1999. Trata da
institucionalização do Siops no âmbito do Ministério da Saúde. Diário Oficial da União,
n. 82. Brasília, seção II p.16, 1999.
112

9.7.6 Consolidação de leis

PAÍS, ESTADO ou MUNICÍPIO. Título (dados), número, data. Título da Publicação:


subtítulo. Edição, Local, volume, páginas, ano.

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”

Exemplos:

BRASIL. Lei n.° 8926, de 9 de agosto de 1994. Torna obrigatório a inclusão, nas bulas de
medicamentos, de advertências e recomendações sobre o seu uso por pessoas de mais de 65
anos. Diário Oficial da Republica Federativa do Brasil. Brasília, DF, v. 132, n. 152, p.
12037, 1994.

RIO DE JANEIRO (Estado). Lei n.° 1848, de 23 de julho de 1991. Dispõe sobre as diretrizes
orçamentárias para o exercício de 1992 e dá outras providências. Diário Oficial [da]
República Federativa do Brasil, Brasília, DF, v. 132, n. 155, p. 12247, 1994.

9.7.7 Jurisprudência

Consideram-se jurisprudências: súmulas, acórdãos, sentenças e demais decisões judiciais.

JURISDIÇÃO. Órgão judiciário competente. Título da jurisprudência (natureza da decisão


e/ou ementa) e número. Partes envolvidas (se houver, apelante, apelado, agravante,
agravado, impetrante, impetrado, etc.). Relator. Local e data do julgamento. Título do
documento: subtítulo (se houver), Local, volume, número e/ou página inicial e final da
parte, data (dia, mês abreviado, ano).

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”

Exemplo:

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula N.º 115. Na instância especial é inexistente
recurso interposto por advogado sem procuração nos autos. Brasília, Corte Especial, 27 de
outubro de 1994. Revista do Superior Tribunal de Justiça, Brasília, v. 7, n. 70, p. 330-
364, jun. 2002.
113

9.8 Imagem em movimento

Consideram-se imagens em movimento: filme cinematográfico, gravação de vídeo e som


(videocassete, DVD etc).

TÍTULO, diretor, produtor, local, produtora, data e especificação do suporte em unidades


físicas.

Obs.: se disponíveis em site, acrescentar o endereço eletrônico entre os sinais < >
antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a data do último acesso, antecedida dos
dizeres “Acesso em:”

Exemplos:

A FUGA. Direção: Roger Danaldson. Produção: David Foster. Roteiro: Walter Hill; Anny
Simon. Intérpretes: Kim Basinger; Alec Baldwin; Michael Madsen; James Woods;
Jennifer Tilly; David Morse. São Paulo: Videolar Multimídia, 1994. 1 videocassete
(115min), VHS-NTSC, son., color. (Videoteca Folha).

CIRQUE DU SOLEIL. A mágica continua. Produtor: Guy Labiberté. Diretor: Pierre


Lacombe. São Paulo: Videolar, 2001. 1 DVD (50 mim), son., color.

VIVALDI A. Four Seasons: Autumn. I Musici 1988. Disponível em:


<http://www.youtube.com/watch?v=pe-MIDDfckw>. Acesso em: 12 abr. 2008.

9.9 Documento iconográfico

Consideram-se documentos iconográficos: pinturas, gravuras, fotografias, desenhos técnicos,


dispositivos, diafilmes, materiais estereográficos, transparências, cartazes, etc.

SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES), Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Título


(Quando não existir, deve-se atribuir uma denominação ou a indicação sem título, entre
colchetes). Data. Especificação do suporte. Notas complementares.

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”
114

Exemplos:

MONTEIRO, Augusto. Senhora morta. 1900. 1 fotografia, p e b, 25 cm x 17 cm.

O ciclo de Krebs. São Paulo: PUC, 1999. 18 transparências, color. 25x20 cm.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. Elementos do templo egípcio. Belo


horizonte: UFMG, 2000. 1 diapositivo, p e b.

HOFFMANN, Josef. Palácio Stoclet: vista do interior. Viena. 1905. Tinta-da-china e lápis
sobre papel milimétrico, 33x21 cm.

KLIMT, Gustav. Pomar. 1898. 1 gravura. Óleo sobre cartão. Color. Coleção particular.

SCHIELE, Egon. A morte e a jovem. Viena. 1915. 1 original de arte, óleo sobre tela,
color, 70x80 cm. Österreichische Galerie.

CARSALADA, Pascali Gontijo de. Reforma com acréscimo da unidade Senai unidade
Horto: projeto de arquitetura. Belo Horizonte. 2006. 2 f. Original em mídia digital.

VASO.TIFF. 1999. Altura: 1082 pixels. Largura: 827 pixels. 300 dpi. 32 BIT CMYK. 3.5
Mb. Formato TIFF bitmap. Compactado. Disponível em: <C:\Carol\VASO.TIFF>. Acesso
em: 28 out. 1999.

MARECHAL Rondon. 1890. 1 foto p&b. Autor desconhecido. Disponível em:


<www.museudoindio.org.br/ima/frima.html>. Acesso em: 05 dez. 2002

CHAGAL, Marc. Primavera. 1938/39. Aquarela e pastel sobre cartolina sem papelão.
64.0x48.3 cm. Disponível em: <www.mac.usp.br>. Acesso em 05 dez. 2002.

9.10 Documento cartográfico

Consideram-se documentos cartográficos: mapas, globos, fotografias, imagens de satélite e


escalas.

AUTORIA. Título: subtítulo. Local: Editora, ano, designação específica e escala.

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”
115

Exemplos:

Atlas Mirador Internacional. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânea do Brasil, 1981.


INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo, SP). Regiões do governo
do Estado de Minas Gerais, 1994.

FUNDAÇÃO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE (MG). Bacia do Rio Piracicaba:


enquadramento dos cursos d’água. Belo Horizonte: FEAM, 1995. 1 mapa, color, 43x62,5
cm. Escala 1:250.000.

JACKSON, W.N. Novo Atlas do mundo. Londres: W. N. Jackson, [19--]. 256 mapas e
diagramas, color, 52 cm. Escala variada.

GEIG. E. W. Bauxita o minério de alumínio. Ouro Preto: SICEG, 1962. 1fotografia


aérea. Sem escala definida.

PERCENTAGEM de imigrantes em São Paulo, 1920. 1 mapa, color. Escala


indeterminável. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n. 2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY. 1931-2000 Brazil’s confirmed


unprovoked shark attacks. Gainsville, [2000?]. 1 mapa, color. Escala 1:40.000.000.
Disponível em: <http://www. flmnh.ufl.edu/ fish/ sharks/ statistics/
Gattack/map/Brazil.jpg>. Acesso em: 15 jan. 2002.

9.11 Documento sonoro

Consideram-se documentos sonoros: discos, CDs, fitas cassete, fitas magnéticas etc.

9.11.1 Documento sonoro considerado no todo

COMPOSITOR(ES) OU INTÉRPRETE(S). Título: subtítulo. Local: Gravadora, ano.


Especificação do suporte.

ou

COMPOSITOR(ES). Intérprete(s):. Direção/Regência: (se houver). Título: subtítulo. Local:


Gravadora, ano. Especificação do suporte.

Obs.: se disponíveis em site, acrescentar o endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido
dos dizeres “Disponível em:” e a data do último acesso, antecedida dos dizeres
“Acesso em:”
116

Exemplos:

CHICO BUARQUE. Almanaque. Rio de Janeiro: Polygram, 1993. 1CD. Remasterizado


em digital.

LUDWIG VAN BEETHOVEN. Intérprete: Steven Lubin; The Academy of Anciente


Music. Direção: Chistopher Hogwood. The five piano concertos. Londres: Decca Record,
1988. 3 CDs.

CAETANO VELOSO. Caetano Veloso. Rio de Janeiro: Polygram, 1990. 1 cassete sonoro
(60 mm.).

MOZART, W. A. Requiém: Dies Irae (KV626). Disponível em:


<http://www.youtube.com/watch?v=nl-wRbJoWVA>. Acesso em: 12 abr. 2008.

9.11.2 Documento sonoro considerado em parte

COMPOSITOR(ES). Nome da parte (ou faixa de gravação). Intérprete(s) da parte (ou faixa
de gravação):. In: COMPOSITOR(ES) OU INTERPRETE(S).Direção/Regência: (se
houver). Título. Local: Gravadora, ano. Especificação do suporte.

Obs.: se disponíveis em site, acrescentar o endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido
dos dizeres “Disponível em:” e a data do último acesso, antecedida dos dizeres
“Acesso em:”

Exemplos:

ARY BARROSO. É luxo só. Intérpretes: Elza Soares e Aquarela Carioca. In: ARY
BARROSO. Songbook Ary Barroso, v. 1. Rio de Janeiro: Lumiar, 1995. 1 CD. Faixa 5.

JOHANN SEBASTIAN BACH. Cantata for the Feast of the Visitation of Mary.
Intérpretes: The Monteverdi Choir; The English Baroque Solists. Direção: John Eliot
Gardiner. In: JOHANN SEBASTIAN BACH. Cantatas. Hamburg: Deutsche
Grammophon, 1992. 1 CD. Faixas 8-17.

9.12 Partitura

Consideram-se como partituras toda e qualquer partitura impressa.

Nota: Partituras manuscritas, não editadas, deverão ser referenciadas substituindo-se o nome
da editora pela palavra ‘manuscrito’.
117

9.12.1 Partitura considerada no todo

SOBRENOM(ES) DO(S) AUTOR(ES), Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Título:


subtítulo. Local: Editora, ano. Quantidade de partituras (número de páginas p.).
Instrumento a que se destina.

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”

Exemplos:

GRIEG, Edvard. Konzert em a-Moll opus 16. Frankfurt: Peters. 1 partitura (65 p.). Piano
e orquestra.

MIGNONE, Francisco. Sonata nº. 3. Rio de Janeiro: FUNART, 1986. 1 partitura (39 p.).
Violoncelo e piano.

SALOMÉ, Nelson. Flashes de um desenho gótico. S.l.: manuscrito, 1997. 1 partitura (5


p.). Piano.

OLIVA, Marcos; MOCOTÓ, Tiago. Fervilhar: frevo. [19--?]. 1 partitura. Piano.


Disponível em: <http://openlink.inter.net/picolino/partitur.htm>. Acesso em: 5 jan. 2002.

9.12.2 Partitura considerada em parte

SOBRENOM(ES) DO(S) AUTOR(ES), Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Título da


parte: subtítulo. In: Título: subtítulo. Local: Editora, ano. Quantidade de partituras (p.
páginas.). Instrumento a que se destina.

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”

Exemplos:

MENDELSSOHN, Bartholdy. Sechs Lieder ohne Worte, opus 62, nº 1. In: Lieder ohne
Worte. München: G. Henle Verlag, 1981. 1 partitura (p. 86-95). Piano.

HAYDN, Joseph, Sonata nº 49 in E-flat Major, adagio cantabile. In: Complete piano
sonatas, vol 2. New York: Dover Publiacations, 1984. 1 partitura (p. 187-190). Piano.

LOBO, Edu; MORAES, Vinícius. Arrastão. In: Songbook Edu Lobo. Rio de Janeiro:
Lumiar, 1994. 1 partitura (p. 52-53). Melodia e acompanhamento.
118

9.13 Documento tridimensional

Consideram-se documentos tridimensionais: esculturas, maquetes, objetos de museu, animais


empalhados, jogos, modelos, protótipos etc.

SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES), Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Título


(Quando não existir, deve-se atribuir uma denominação ou a indicação sem titulo, entre
colchetes). Ano. Especificação do objeto.

Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”

Exemplos:

GABO, Naum. Cabeça de mulher. 1916-17. 1 escultura variável, celulóide e metal,


62,2x49,5 cm. Museum of Modern Arte, Nova York.

MARNU, M. Obra do destino. 1901. 1 escultura, madeira, dimensões ad lib. Original


destruído. Cópia por Walter Drietrich, feita por ocasião da comemoração do centenário do
autor. Coleção particular. Munique.

LISBOA, Antônio Francisco (Aleijadinho). 17 –. Cristo Flagelado. 1 escultura, madeira


policromada. Museu da Inconfidência, Ouro Preto.

CÂNTARO [Dinastia Ming, período Chia-Ching, 15–]. 1 peça, Porcelana com verniz
amarelo e pigmentação ferrugem, 21 cm. Ostasiastiche Kunstabteilung. Museu Staatliche,
Berlin.

LAURENS, Henri. Torso. 1935. Escultura em chumbo, 66,5 x 47,7 x 48,4 cm. Disponível
em: <http://www.mac.usp.br.br>. Acesso em: 05 dez. 2002.

PAÇO Imperial. 1743. Monumento histórico, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Disponível em:
<http://www.iphan.gov.br/bens/museus/pacoimperial.gov.br>. Acesso em: 05 dez. 2002.

9.14 Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico

Consideram-se documentos de acesso exclusivo em meio eletrônico aqueles que são passíveis
de serem manipulados (edição, leitura) por computador. São duas as modalidades de acesso:

• acesso direto: a leitura é possível através de equipamentos periféricos ligados ao


computador tais como: disquete, arquivos em disco rígido, CD-ROM, ed. Laser, DVD;
119

• acesso remoto: o acesso é efetuado por redes locais ou externas. Segundo Weitz (2002),
podem ser: banco/bases de dados, catálogos ou livro, websites, serviços online tais como.
Consideram-se serviços online: listas de discussão, mensagens eletrônicas, arquivos etc.

9.14.1 Acesso a banco, base de dados

SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES), Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Título


serviço ou produto, versão (se houver) e descrição física do meio eletrônico. Quando se
tratar de obras consultadas online, incluir o endereço eletrônico, apresentado entre sinais
< >, precedido da expressão Disponível em: e a data do último acesso ao documento,
precedida da expressão Acesso em:.

Nota: para arquivos eletrônicos, acrescentar a respectiva extensão à denominação atribuída ao


arquivo. Ex.: 2 disquetes, 3 ¼ pol. Word for Windows 7.0.

Exemplos:

BRASIL. Programa Nacional de DST e Aids. Aids no Brasil. Banco de dados elaborado
pelo Sistema Nacional de Agravo de notificação – SINAN. Disponível em:
http//:www.aids.gov.br/final/dados/aids.htm>. Acesso em:22/05/2005

ÁCAROS no Estado de São Paulo (Enseius concordis): banco de dados preparado por
Carlos H. W. Flechtmann. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E
TECNOLOGIA “ANDRÉ TOSELLO”. Base de Dados Tropicais: o ar desde 1985.
Disponível em: <http://www/bdt.org/bdt/acarosp>. Aceso em: 28 nov. 1998.

LILACS. Disponível em: <http://bases.bireme.br/cgi-


bin/wxislind.exe/iah/online/?IsisScript=iah/iah.xis&base=LILACS&lang=p>. Acesso em:
20 ago. 2002.

9.14.2 Acesso a website comercial e institucional

TÍTULO ou denominação da página: subtítulo (se houver). Local (se houver), Indicação de
responsabilidade (editor, coordenador, desenvolvedor e/ou responsável pela manutenção),
ano de implantação. Descrição do conteúdo. Disponível em: <endereço eletrônico>.
Acesso em: dia, mês abreviado e ano do último acesso.
120

Exemplos:

CONSELHO REGIONAL DE BIBLIOTECONOMIA. Brasília, atualizada por Caliope


Paz, 2001. Apresenta informações direcionadas aos profissionais de biblioteconomia.
Disponível em: <http://www.crb1.org.br>. Acesso em: 4 jul. 2002.

INFOLEGIS: pesquisa jurídica no Brasil. Brasília, desenvolvida por Edilenice Passos,


2000. Apresenta as principais fontes para busca de legislação estrangeira. Disponível em:
<http://www.infolegis.com.br>. Acesso em: 2 jul. 2002.

PORTAL DA INFORMAÇÃO. Brasília, coordenada pela Biblioteca Central da


Associação de Ensino Unificado do Distrito Federal, desenvolvida por 9zero9, 1998.
Apresenta informações das bibliotecas central e digital. Disponível em:
<http://www.aeudf.br/portal>. Acesso em: 4 jul. 2002.

9.14.3 Acesso a disco rígido

NOME DA ENTIDADE RESPONSÁVEL. Local em que se encontra. Nome do


arquivo.extensão. Título: subtítulo (se houver) do arquivo. Local, ano. Software utilizado.

Exemplos:

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca Central. Normas.doc: normas


para apresentação de trabalhos. Curitiba, 1998. Word for Windows 7.0.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. Faculdade de Letras. Biblioteca.


Atualização CCN. Txt: hold-id modificados. Belo Horizonte, 2002. Word for Windows
7.0.

9.14.4 Acesso a arquivos em disquetes

SOBRENOME, Nome do autor. Nome do arquivo.extensão. Título: subtítulo (se houver)


do disquete (opcional). Local, dia, mês abreviado, ano. Quantidade de disquetes, tamanho
do disquete. Software utilizado.

Exemplos:

PIRES, Tatiana. Bibliotecas digitais.ppt. Conhecendo o mundo da Internet. Brasília, 4


out. 1999. 2 disquetes, 3 ½ pol. Microsoft PowerPoint 97.

REFERÊNCIA bibliográfica.doc. Brasília, 4 jun. 2001. 1 disquete, 3 ½ pol. Microsoft


Word 97.
121

9.14.5 Acesso a CD/DVD

SOBRENOME, Nome(s) do(s) autor(es). Título, versão (se houver): subtítulo (se houver).
Edição (se houver). Local: Editora, data de publicação. Quantidade de CD-ROMs
utilizados. Sistema operacional e nota (opcional).

Exemplos:

REIS, Dagma Paulino dos. Dicionário jurisprudência: civil, processual, constitucional e


administrativo: com referências doutrinárias e de legislação. 3. ed. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2000. 1 CD-ROM.

SANTA CATARINA. Tribunal de Justiça. Jurisprudência catarinense: acórdãos,


provimentos, circulares, súmulas, constituição estadual. Florianópolis, 1999. 1 CD-ROM.

9.14.6 Acesso a mensagem eletrônica (e-mail)

Notas:
 Mensagem eletrônica não é recomendada como fonte de pesquisa. devem ser referenciadas
somente quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o assunto em
discussão. Mensagens trocadas por e-mail têm caráter informal, interpessoal e efêmero, e
desaparecem rapidamente, não sendo recomendável seu uso como fonte científica ou técnica
de pesquisa.

 As informações devem ser retiradas, sempre que possível, do cabeçalho da mensagem


recebida.

9.14.6.1 Mensagem pessoal

SOBRENOME, Nome ou e-mail do remetente. Assunto da mensagem [mensagem


pessoal ou de trabalho]. Mensagem recebida por <E-mail do destinatário> em dia, mês
abreviado e ano do último acesso.

Exemplos:

SBD/IPUSP. Treinamento na metodologia LILDBI [mensagem pessoal]. Mensagem


recebida por <biblioteca@usjt.br> em 01 ago. 2002.

ALMEIDA, M. P. S. Fichas para MARC [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por


mtmendes@uol.com.br em 12 jan. 2002.
122

BARROCA, M.M. (barroca@ufmg.br). Versão eletrônica de manuais [mensagem


pessoal]. Mensagem recebida por biblio@letras.ufmg.br em 12 set. 2002.

9.14.6.2 Listas de discussões

SOBRENOME, Nome ou e-mail do remetente. In: Nome do grupo. Disponível em:


<endereço eletrônico>. Acesso em: dia, mês abreviado e ano de acesso.

Exemplos:

BARROCA, M.M. (barroca@ufmg.br). Versão eletrônica de manuais [mensagem


pessoal]. Mensagem recebida por biblio@letras.ufmg.br em 12 set. 2002.

MULHOLLAND, E. Ariel. In: Pergamum. Curitiba: PUC-PR. Disponível em:


<http://www.pergamum.pucpr.br/prgamum/php/prin.php>. Acesso em: 20 ago. 2002.

ALMEIDA, M. P. S. Fichas para MARC [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por


mtmendes@uol.com.br em 12 jan. 2002.

9.14.7 Programas (softwares)

NOME DO SOFTWARE. Versão (se houver). Local: Nome da entidade desenvolvedora,


data.
Obs.: se disponíveis em meio eletrônio, acrescentar descrição do meio ou, se for o caso, o
endereço eletrônico entre os sinais < > antecedido dos dizeres “Disponível em:” e a
data do último acesso, antecedida dos dizeres “Acesso em:”

Exemplos:

MICROSOFT Project for Windows 95. Version 4.1. [S.l.]: Microsoft Corporation, 1995. 1
CD-ROM.

NOU-Rau: software livre. Versão beta 2. Campinas: UNICAMP, 2002. Disponível em:
<www.rau-tu.unicamp.br/nou-rau/>. Acesso em: 05 dez. 2002.
123

REFERÊNCIAS *

ANDER-EGG, Ezequiel. Introducción a las técnicas de investigación social. 7 ed. Buenos


Aires: Humanitas, 1978.

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 10520: informação e


documentação: citações em documentos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002.

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6023: informação e documentação:


referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002.

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 14724: informação e


documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002.

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NB-6024: informação e documentação:


numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. Rio de Janeiro,
2003.

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6028: resumos: procedimentos. Rio
de Janeiro, 1990.

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6027: informação e documentação:


sumário: apresentação. Rio de Janeiro, 2003.

BRASIL. Código Penal. Disponível em: <http://www.oas.org/juridico/mla/pt/bra/pt_bra-int-


text-cp.pdf>. Acesso em: 06 jul. 2016.

BRASIL. Resolução Nº196/96 versão 2012. Conselho Nacional de Saúde, Comissão Nacional
de Ética em Pesquisa – Ministério da Saúde. Disponível em:
<http://conselho.saude.gov.br/web_comissoes/conep/aquivos/resolucoes/23_out_versao_final
_196_ENCEP2012.pdf>. Acesso em: 06 jul. 2016.

CEP/UEMG. Comitê de Ética em Pesquisa. Universidade do Estado de Minas Gerais.


Disponível em: <http://www.uemg.br/pesquisa_etica.php>. Acesso em 06 jul. 2016.

GREEN, Stuart P. Cheating. Law and Philosophy, 23, 2004. Kluwer AcademicPublishers.
Printed in the Netherlands. p.137–185.

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Normas de apresentação tabular. 3.


ed. Rio de Janeiro, 1993.

LAKATOS, Eva e MARCONI, Mariana de A. Fundamentos de metodologia científica. 6.


ed. São Paulo: Atlas, 2005.

*
De acordo com: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e
documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002.
124

RAMOS, François Silva. Fraude acadêmica: uma análise ético-legislativa. 128 f. Dissertação
(Mestrado em Educação) – Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade de Uberaba.
Uberaba, 2012.

SANTAELLA, Lucia. Comunicação e pesquisa: projetos para mestrado e doutorado. São


Paulo: Hacker Editores, 2001.

SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez,


2000.

SOARES, S.B.C. (Org.). STRALJD 2002: tutoriais de acesso as bases de dados online,
referências e outros recursos informacionais. São Paulo: UNESP, Coordenadoria Geral de
Bibliotecas, 2002. 1 CD-ROM.

TEIXEIRA, A. C. Integridade acadêmica em Portugal: relatório síntese global do estudo.


Universidade do Porto, 11 de setembro de 2011. Disponível em: <
http://www.fep.up.pt/docentes/ateixeira/integridade_academica/11.09.11_Integridade%20Aca
d%C3%A9mica%20em%20Portugal_relat%C3%B3rio%20s%C3%ADntese.pdf>. Acesso
em: 06 jul. 2016.

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Sistema Integrado de Bibliotecas. Grupo DiTeses.


Diretrizes para apresentação de dissertações e teses da USP: documento eletrônico e
impresso. São Paulo: SIBi-USP, 2004.

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - Sistema de Bibliotecas da UNICAMP -


Biblioteca Central Cesar Lattes. Guia de Normalização ABNT para Referências e
Citações. Campinas: Unicamp, 2008. Móduo 4. Disponível em:
<http://www.bibli.fae.unicamp.br/download/apostila_abnt.pdf>. Acesso em: 23 ago. 2010.

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE. Nem tudo que parece é: entenda o que é


plágio. Disponível em: <http://www.noticias.uff.br/arquivos/cartilha-sobre-plagio-
academico.pdf>. Acesso em: 06 jul. 2016.
BRASIL. Código Penal. Disponível em: <http://www.oas.org/juridico/mla/pt/bra/pt_bra-int-
text-cp.pdf>. Acesso em: 06 jul. 2016.

WEITZ, J. Cataloging electronic resources: OCLC-MARC coding guidelines. Disponível


em: <http://www.oclc.org/connexyion/documentationltype.htm>. Acesso em: 04 nov. 2002.