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Ldisjuntor

Prezado Lojista,

Este Caderno tem o objetivo de orientar os locatários quanto às normas e disposições


técnicas para a elaboração dos projetos e execução das obras, de tal forma que os projetos
e obras de sua unidade fiquem perfeitamente de acordo com as exigências do Shopping,
facilitando assim a aprovação dos mesmos pela Administração.
A aprovação dos projetos pelo Shopping não constitui responsabilidade em relação à
solidez, eficiência ou bom funcionamento das instalações e não exclui a necessidade de
atendimento às exigências municipais, estaduais, federais e das Concessionárias de
Serviços Públicos. O lojista será responsável pela execução dos projetos e as aprovações
que se fizerem necessárias perante aos órgãos competentes e pelas obras que executar ou
que forem executadas por um de seus fornecedores ou prepostos.
O lojista que deixar de cumprir as instruções contidas neste Caderno estará sujeito ao
embargo das obras da sua LUC. O reinício somente ocorrerá quando a irregularidade que
deu causa ao fato for solucionada
Para dirimir quaisquer dúvidas estamos à disposição através da Administração, localizado
na (ENDEREÇO DO SHOPPING e TELEFONE).
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INDICE

DISPOSIÇÕES GERAIS 04
GLOSSÁRIO 05

01 - ELABORAÇÃO DE PROJETOS

1. PROJETISTAS 07
2. PRAZO PARA APRESENTAÇÃO 07
3. FORMA DE APRESENTAÇÃO 08
4. PROJETOS SOLICITADOS 08

02 - INSTRUÇÕES GERAIS PARA EXECUÇÃO DA OBRA

5. DISPOSIÇÕES GERAIS 10
5.1 Tapumes 10
5.2 Obras 12
5.3 Condições de entrega da loja 16
6. APROVAÇÃO DE PROJETOS 18
6.1 Acessibilidade 19
6.2 Projeto de arquitetura 19
6.3 Estrutura metálica 29
6.4 Instalações elétricas e telefonia 34
6.5 Instalação de água, esgoto e gás 40
6.6 Ar condicionado 44
6.7 Combate à incêndio 48
6.8 Informações complementares sobre projetos 57
7. EXECUÇÃO DE OBRAS 58
7.1 Instruções gerais para execução de obras 58
7.2 Segurança do Trabalho 64
8. CONDIÇÕES PARA ABERTURA DA LOJA 66
8.1 Vistoria final 66

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03 – ANEXOS

01. TERMO DE RECEBIMENTO DO CADERNO TÉCNICO 69


02. INFORMAÇÕES TÉCNICAS COMPLEMENTARES 70
03. DETALHE DE ISOLAMENTO DO DUTO DE EXAUSTÃO 73
04. DETALHES SUPORTE TUBULAÇÃO DE ÁGUA GELADA E 74
DETALHE DO ISOLAMENTO DO DUTO DE AR CONDICIONADO / VENTILAÇÃO
05. SISTEMA FIXO DE COMBATE A INCÊNDIO NO SISTEMA DE EXAUSTÃO MECÂNICA DE 76
COZINHA
06. TERMO DE RECEBIMENTO DE LOJA 90
07. AUTORIZAÇÃO PARA INÍCIO DE OBRAS 91
08. CARTA DO PREPOSTO 92
09. SOLICITAÇÃO PARA AUTORIZAÇÃO DE ACESSO E SERVIÇOS 93
10. MODELO DE CRACHÁ PARA TERCEIROS 94
11. ACOMPANHAMENTO DOS TESTES DE INSTALAÇÕES PREDIAIS 95
12. SOLICITAÇÃO DE VISTORIA FINAL 96
13. MODELO DE CRONOGRAMA FÍSOCO 97
14. SEGURO DE OBRAS - ORIENTAÇÕES SOBRE APÓLICE E COBERTURAS 98
15. AUTORIZAÇÃO PARA INSTALAÇÃO / REMOÇÃO DE TAPUMES 99
16 DETALHE DO DRENO DA REDE DE INCENDIO PARA TESTES 100
17. JIRAU 101
18. MODELO DE PLANTA TÉCNICA 105

Data: Revisão: Aprovação:

06/03/2017 Revisão 01 Gerência Técnica

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DISPOSIÇÕES GERAIS

Para melhor compreensão, este Caderno foi dividido em 3 (três) partes:


PARTE I - ELABORAÇÃO DE PROJETOS: Orientações sobre como deverão ser entregues os
projetos e como deverão ser especificados, contendo informações para cada tipo de projeto
solicitado.
PARTE II – INSTRUÇÕES GERAIS PARA EXECUÇÃO DA OBRA: Orientações sobre a execução
das obras nas lojas e informações gerais necessárias ao período de execução.
PARTE III - ANEXOS

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GLOSSÁRIO

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas


ABRASCE - Associação Brasileira de Shopping Centers
ART - Anotação de Responsabilidade Técnica
CAU - Conselho de Arquitetura e Urbanismo
CADERNO TÉCNICO - Documento base para execução de Projetos e Obras de LOCATÁRIOS. Determina
premissas/procedimentos e informa logística de execução de Projetos e Obras.
CREA - Conselho Regional de Engenharia
GERÊNCIA ADMINISTRATIVA COMERCIAL/ FINANCEIRA: área da administração do shopping responsável
pela gestão financeira (aluguéis e condomínios), negociação de contratos e auditoria fiscal de lojas.
GERÊNCIA DE MARKETING: área da administração do shopping responsável pelo planejamento de ações
estratégicas que alavanquem as vendas e tragam fluxo.
GERÊNCIA DE OPERAÇÕES: área da administração do shopping responsável pela gestão das atividades
inerentes ao funcionamento do shopping, tais como estacionamento, limpeza, manutenção, segurança e
obras.
INSTALADORA - Qualquer empresa contratada pelo LOCATÁRIO para execução de qualquer serviço na
área ocupada pelo LOCATÁRIO.
LOCADORA - Conjunto empreendedor societário, proprietário e responsável pelo Shopping.
LOCATÁRIO – Pessoa física ou jurídica, que aluga qualquer dos Salões Comerciais (lojista).
LUC – Loja de Uso Comercial ou Loja.
MALL - Espaço em Área Comum, passível de locação.
PLANTA ESPECÍFICA - Planta baixa e cortes específicos de sua loja, contendo informações relevantes
como escala indicada, medidas de largura e profundidade, área de vitrine, área de loja, pé-direito,
detalhes de fachada, detalhes de pilares, vigas, localização dos pontos de utilidades, quadro de cargas
com as previsões de demanda em cada ponto de utilidade, possíveis interferências, localização da Loja no
piso e localização da Loja no Shopping,
PREO - Profissional Responsável pela Execução da Obra.
RRT - Registro de Responsabilidade Técnica.
SEGURO DE OBRAS: seguro obrigatório para a realização de obras e reformas, para cobertura de sinistro
e acidente de trabalho.
VIVANTE: empresa mantenedora do shopping, responsável pela manutenção e preservação dos
equipamentos.

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1. PROJETISTAS
1.1. Os profissionais contratados pelo LOCATÁRIO deverão ser idôneos, legalmente
habilitados, tecnicamente capazes e com grande experiência em projetos de instalações
comerciais, para que os trabalhos apresentados tenham um nível técnico adequado ao
padrão do empreendimento e admitam fácil análise por parte da Administração do
Shopping.
1.2. O presente Caderno Técnico deverá ser entregue para os projetistas de Arquitetura e
Projetos Complementares, devendo ser utilizado como premissas básicas de projeto,
sendo considerados princípios básicos inalteráveis.
1.3. Os profissionais contratados devem ser obrigatoriamente habilitados no CAU (Conselho
Regional de Arquitetura e Urbanismo) e/ou no CREA (Conselho Regional de Engenharia
e Agronomia), devendo as carteiras profissionais ser disponibilizadas no ato do contrato
de projeto ou de execução de obra.
1.4. Na elaboração dos projetos, estes profissionais terão liberdade criativa, desde que
obedecidas às normas da ABNT, das autoridades estaduais e municipais,
concessionárias de serviços públicos e disposições definidas no presente Caderno
Técnico. Recomenda-se a preocupação com a harmonia do conjunto e a funcionalidade
coerente com o ramo comercial da loja.
1.5. Torna-se obrigatório, por parte dos LOCATÁRIOS e de seus profissionais contratados, o
levantamento das medidas no local, para a completa aferição das medidas da Planta
Específica da Loja e localização dos pontos de entrega: energia, telefone, água, caixa
de gordura, ar condicionado, etc. e outras interferências que porventura atravessem o
espaço aéreo da loja.

2. PRAZO PARA APRESENTAÇÃO

O prazo para apresentação de todos os projetos (Inclusive Memoriais Descritivos e


Memoria de cálculo, quando for o caso) por parte do LOCATÁRIO será de 30 (trinta) dias
corridos, a partir da data da assinatura do contrato.

2.1. A administração do Shopping terá 05 (cinco) dias úteis para aprovação dos projetos,
reservando-se o direito de prorrogação a seu exclusivo critério.

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2.2. Caso haja exigência de projetos complementares ou retificação dos apresentados, os
LOCATÁRIOS terão 7 (sete) dias úteis para cumpri-los.

3. FORMA DE APRESENTAÇÃO

3.1. Os projetos constarão de desenhos, memorial descritivo e memorial de cálculo, quando


for o caso. Deverão ser apresentados em 2 (duas) vias de cópias plotadas, dobradas no
formato A4 (210x297mm) e em arquivo digital gravado em CD;
3.2. As especificações detalhadas dos materiais utilizados deverão ser indicadas nos
desenhos e Memorial Descritivo.
3.3. Os desenhos deverão ser elaborados na escala 1/25 em lojas com área inferior a 200m².
Nos demais casos a escala será 1/50.
3.4. Só serão aceitos os projetos acompanhados das ART’s ou RRT’s dos responsáveis
técnicos pelo projeto e execução.

4. PROJETOS SOLICITADOS

Os LOCATÁRIOS deverão apresentar os seguintes projetos, observado o previsto no item 2.1:


4.1. Arquitetura (projeto de interiores, jirau, luminotécnico e perspectivas);
4.2. Estruturas (estruturas especiais para o jirau ou outras necessidades, quando for o caso);
4.3. Instalações Elétricas, Telefônicas, Lógica;
4.4. Detecção e Combate Incêndio;
4.5. Instalações Hidrossanitárias e/ou Gás (quando for o caso);
4.6. Ar Condicionado, Ventilação e Exaustão Mecânica (quando for o caso);
4.7. CO2 e Saponificante (quando for o caso);
4.8. Projeto de Impermeabilização para as lojas de alimentação;

OBSERVAÇÃO: Sempre que julgar necessário, a Administração poderá solicitar projetos


complementares.

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5. DISPOSIÇÕES GERAIS

O lojista que desejar executar obras na loja deverá, inicialmente, consultar a área de Operações
do shopping, informando a natureza das modificações que pretende fazer.
A área de Operações do shopping agendará a reunião inicial obrigatória com o lojista e demais
envolvidos no processo para entrega de projetos e início da obra (reunião de Kick Off). A ata
desta reunião e o Caderno Técnico serão enviados via-e-mail para o proprietário e Responsável
Técnico da obra.

5.1. Tapumes

5.1.1. Adesivos:
A área de Operações enviará ao Lojista o desenho do tapume, o qual conterá as dimensões e
especificidades do mesmo.
O Lojista deverá providenciar a elaboração de uma arte (adesivo) para ser instalada no tapume e
encaminhá-la para o Departamento de Marketing para aprovação, e após a sua aprovação, o
Lojista poderá confeccioná-la.
Na arte do adesivo não deverá conter o nome de outras marcas. O nome e logomarca do
SHOPPING poderão ser utilizados, se estiver da forma correta (arquivo deverá ser solicitado à
Administração).
As imagens expressas no adesivo do tapume não poderão ser inadequadas para crianças e
clientes, não devendo conter imagens de pessoas nuas ou seminuas ou qualquer tipo de
apologia à violência.
O adesivo deverá ocupar 100% da área total do tapume, inclusive as abas laterais.
O adesivo deverá ser instalado antes da abertura do shopping. O horário padrão para esse
serviço é compreendido entre as 06h até 08h30. É terminantemente proibida a entrada do
tapume sem o adesivo (em hipótese alguma será permitida a instalação do tapume sem a
confirmação da colocação do adesivo). O fornecimento e instalação do adesivo são de
responsabilidade do Locatário. Na hipótese de a impossibilidade do lojista providenciar a
colocação do adesivo referido acima, poderá o Shopping, a seu exclusivo critério, providenciar a
sua colocação e, posteriormente, cobrar do Locatário as despesas daí decorrentes.

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5.1.2. Instalação:
Afim de prevenir acidentes envolvendo os vidros da fachada, é obrigatória a colocação de
tapume padrão, afastado até 50 (cinquenta) centímetros do limite da loja. Esse tapume será
executado pelo Shopping (empresa terceirizada), porém o custo do aluguel será de
responsabilidade exclusiva do Locatário. Na hipótese de o locatário necessitar que seja feita
qualquer modificação no tapume, o serviço será cobrado. No caso de pequenos reparos como
pintura, iluminação, etc, que não signifique risco de acidente envolvendo os vidros da fachada e
que não tenha duração superior a 2 (dois) dias, a loja estará liberada da colocação de tapume e
deverá vedar sua vitrine com papel padrão do Shopping.

OBSERVAÇÃO: Nenhum material deverá ficar encostado no tapume, já que este tem função
exclusiva de vedação, não suportando esforços.

O tapume deve ser solicitado com 48 (quarenta e oito) horas de antecedência à área de
Operações, através do formulário do ANEXO 15 enviado por e-mail para
deborah.dutra@brmallsadm.com.br / milena.pereira@brmallsadm.com.br e entregue na
recepção, que fará contato com a empresa credenciada do Shopping.
Logo após a instalação, o responsável pela obra deve instalar um porta-cadeado e cadeado com
senha na porta do tapume. Não é permitida a perfuração ou qualquer outro tipo de dano ao
tapume para a aplicação de corrente ou outro método de fechamento.
A execução, modificação e retirada do tapume só pode ser feita pela empresa contratada pelo
Shopping.

5.1.3. Manutenção do tapume:


O tapume deve permanecer em perfeitas condições durante o período de obra; sua limpeza será
de exclusiva responsabilidade do lojista e exigida pelo Shopping, todas as vezes que forem
necessárias. Qualquer dano causado ao tapume, durante a obra, será de responsabilidade do
Locatário, que terá um prazo de 24 (vinte e quatro) horas para consertá-lo, sob suas expensas.
Caso o Locatário não execute o conserto acima mencionado, o Shopping poderá, a seu exclusivo
critério, fazer o conserto e, posteriormente, repassar o custo ao Locatário.

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5.1.4. Modificações:
Para retirada e/ou afastamento do tapume, para entrada de vidros ou materiais de grande
porte, bem como instalação de letreiro, será necessário fazer a solicitação a área de Operações,
através de formulário específico (ANEXO 15), com pelo menos 24 h de antecedência, que
acionará a empresa contrata (o ônus do serviço será repassado ao lojista).

5.1.5. Retirada:
A retirada do tapume somente poderá ser efetuada às vésperas da inauguração, e com prévia e
expressa autorização do Shopping, após o aceite na Vistoria Final de Obra e tendo todos os
projetos necessários devidamente aprovados e toda documentação entregue. Após a retirada do
tapume, é necessário que a equipe de obra da loja refaça a pintura e ou acabamentos que
pertencem a testeira ou pilares do Shopping, que ficarem danificados pelo tapume.

5.2. Obras

O lojista deverá recomendar a todos os projetistas e instaladores que mantenham contato com a
área de Operações antes de darem início aos serviços contratados, a fim de sanar dúvidas que
possam vir a invalidar os trabalhos iniciados.

OBSERVAÇÃO: É de suma importância a vistoria do local por parte dos contratados para
conferência de medidas e demais elementos construtivos, bem como possíveis interferências.

Para iniciar a obra, o lojista deverá entregar os seguintes documentos, devidamente assinados:
 Autorização para início de obra (ANEXO 07);
 Licença de Obra emitida pela Prefeitura local (quando necessária);
 ART ou RRT de execução, válida para o Estado, com boleto e comprovante de
pagamento;

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É imprescindível que a ART e/ou RRT esteja com todos os campos preenchidos. No campo
de “descrição” ou “atividade técnica” deverá ser citado: “EXECUÇÃO DE OBRA” e o campo
“atividade” e “complemento” deverão estar preenchidos com a numeração correta.
 Contrato, ou documento que garanta a responsabilidade de obra, lojista x empreiteira
responsável pela execução;
 Cronograma da obra
 Relação dos subcontratados para a obra, nas quais estejam incluídos:
i. Trabalho a ser realizado pelo subcontratado e prazo previsto;
ii. Relação de funcionários com número de documento que possua foto (RG, carteira
de habilitação ou CLT);
 Seguro de obra (ANEXO 14);
 Ata de reunião de kick off preenchida.
Antes de dar início a demolição da loja, o lojista deverá fazer um pedido de autorização junto da
VIVANTE para o fechamento da água gelada e da rede de sprinklers.
Todas as autorizações de trabalho devem ser solicitadas à área de Operações através do e-mail:
deborah.dutra@brmallsadm.com.br / milena.pereira@brmallsadm.com.br, até às 16h do dia de
execução do serviço.
O lojista deverá providenciar um ponto de luz na loja, com um interruptor instalado próximo a
entrada. Só será permitido o uso de lâmpadas fluorescentes durante a obra.

5.2.1. Horário de execução de obras e permanência de pessoal:


Toda e qualquer obra, independente de barulho, sujeira, solda e odores, acontecerá
obrigatoriamente entre 23h e 6h.
Quando houver utilização de material com cheiro, a vitrine deverá estar fechada e finalizada com
os vidros, atuando como uma barreira para odores que possam interferir na operação do mall,
evitando reclamações e suspensão da obra.
Não é permitido o acesso ao shopping entre 02h e 6h .

5.2.1.1. Trabalhos com solda, tintas tóxicas ou inflamáveis e colas:


Os trabalhos com solda, tintas tóxicas ou inflamáveis e colas, deverão ser executados somente
das 23h às 6h, devendo ser obrigatória à comunicação ao shopping quando da execução de tais

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serviços, com no mínimo 24 h de antecedência. Esses serviços deverão ser fiscalizados pela
Brigada de Incêndio do Shopping e o custo será repassado para o lojista.

5.2.2. Entrega de material:


A entrega de material para a obra deverá ser feita conforme orientações contidas no ANEXO 02 e
Ata de reunião de Kick Off.
O transporte de materiais através do mall é terminantemente proibido no horário de
funcionamento do Shopping.

QUALQUER DANO A PROPRIEDADE DA LOCADORA, NO TRANSPORTE DE MATERIAIS SERÁ DE


RESPONSABILIDADE DO LOJISTA.

5.2.3. Retirada de material e entulhos:


A retirada de material/ entulho deverá ser feita conforme orientações contidas no ANEXO 02 e
Ata de reunião de Kick Off.
O transporte de materiais através do mall é terminantemente proibido no horário de
funcionamento do Shopping.

OBSERVAÇÕES:

 O entulho só será retirado após a apresentação do manifesto e com a confirmação da


chegada do caminhão que fará seu transporte.
 A cada viagem será necessária à apresentação do manifesto referente àquele entulho,
tanto para saída como na volta, com a assinatura do responsável que recebeu o entulho.
 O shopping não dispõe de local para a guarda do entulho até a chegada do caminhão que
fará a retirada.

5.2.4. Autorização de acesso e permanência de pessoal:

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A autorização para acesso de pessoal fora do horário comercial deverá ser enviado por e-mail
para deborah.dutra@brmallsadm.com.br / milena.pereira@brmallsadm.com.br, com 24 horas
de antecedência, em formulário específico contendo nome completo e n° de documento.
As autorizações para obra têm validade de 15 (quinze) dias , sendo renovadas pelo solicitante,
repetindo o mesmo processo.
As autorizações devem estar discriminadas por serviço.

EXEMPLO: uma autorização para execução de serviços em elétrica, uma autorização para
execução de estrutura, etc.

OBSERVAÇÕES:
Caso a autorização não especifique o período do serviço, sua validade será a data de recebimento.

5.2.5. Fechamento e abertura de água gelada para fan coil:


Os trabalhos que necessitem de fechamento da água gelada do fan coil deverão ser executados
somente das 23 h a 06 h, devendo ser obrigatória a comunicação ao Shopping quando da
execução de tais serviços, através de formulário de autorização, com no mínimo, 24h de
antecedência.
O mesmo procedimento se aplica à abertura do registro.

5.2.6. Extintores para obra:


Deverá existir um extintor de incêndio do tipo AP ou AG de 10 litros, e um de CO2 de 6 Kg ou um
extintor do tipo ABC no interior da loja (para cada 200 m2).

5.2.7. Fiscalização dos serviços:


A fiscalização do Shopping e da mantenedora não exclui a responsabilidade do lojista pelo
emprego de materiais e técnicas inadequadas, uma vez que ela se destina a acompanhar os
trabalhos e fazer cumprir os projetos aprovados e a presente norma.
A falta de objeção, por parte do MÊTRO SANTA CRUZ ou VIVANTE, a qualquer serviço executado
ou não, não significa a aprovação deste, podendo ser exigida sua retificação a qualquer tempo,
mesmo após a inauguração da loja, sem ônus para o Shopping.

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A fiscalização deverá ter acesso às dependências da loja ou boxe em obra, a qualquer hora e dia.
Para tanto, deverá ser fornecida pelo lojista a senha do cadeado do tapume para vistoria a área
de Operações.

5.2.8. Vistoria das instalações de sprinklers, detecção de fumaça, instalações de CO 2/


Saponificante, exaustão e estrutura:
O lojista deverá solicitar junto à VIVANTE a vistoria para aprovação das instalações de sprinkler
(SPK), detecção de fumaça, CO2 / Saponificante, exaustão e estrutura. A aprovação destas
instalações será pré-requisito para a realização da vistoria final de obra. O custo das vistorias que
a Administração julgar necessárias e que forem realizadas por empresas terceirizadas, para a
verificação do andamento das instalações, será repassado para o lojista através de boleto.

OBSERVAÇÃO: somente após aprovação nos testes das devidas instalações, o forro poderá ser
fechado e finalizado.

5.3 Condições de entrega da loja:

O piso será entregue com rebaixamento aproximado de 5 (cinco) cm em relação ao piso acabado
do mall, quando entregue no shell.
Paredes internas divisórias entre lojas satélites em drywall, no sistema perfil/placa/perfil ou
alvenaria em tijolo cerâmico, ou bloco de concreto, conforme indicado na planta técnica (anexa
ao Contrato de Locação) e ANEXO 02. Paredes internas limítrofes de lojas âncoras: em tijolo
cerâmico ou bloco de concreto, sem revestimento.

OBSERVAÇÃO: ocasionalmente poderá haver dutos ou tubulações do Shopping junto a paredes


ou teto das lojas, sendo que nestes casos, em hipótese alguma, poderão ser removidos ou
realocados e, quando necessário, deverão ser previstas aberturas no forro da loja (alçapão de 60
X 60 cm) para acesso a tais dutos e/ou tubulações.

5.3.1 Para lojas entregues com benfeitorias:


 Consultar anexo ao Contrato de Locação (Termo de entrega de lojas / shell).

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5.3.2 Instalações:
 Elétrica: Um ponto de força em local e voltagem indicada na planta específica da
loja;
 Telefone: O atendimento das lojas satélites e âncoras serão por meio de um cabo,
com local e quantidade de pares indicados na planta específica da loja;
 Hidráulica (quando aplicável): As lojas terão um ponto de água fria, em local
indicado na planta específica da loja;
 Esgoto (quando aplicável): As lojas terão um ponto de esgoto no local indicado na
planta específica da loja;
 Gás (quando aplicável): As lojas terão um ponto de gás, em local indicado na
planta específica da loja;
 Prevenção e combate a incêndio: Um ponto de entrega para o sistema de
sprinkler no local indicado na planta específica da loja, do qual derivará a
distribuição do Lojista, de acordo com o projeto aprovado pelo Shopping;
 Um módulo de detecção e alarme de incêndio, em local indicado na planta
específica da loja;
 Um ponto de hidrante, quando necessário, em local indicado na planta específica
da loja;
 Ar condicionado / ventilação mecânica: O Shopping dispõe de infraestrutura
básica para possibilitar o atendimento e/ou permitir o desenvolvimento dos
sistemas que serão instalados na loja, exceto para as lojas âncoras, que
possuirão sistema próprio de ar condicionado.

Deste modo, as seguintes facilidades encontram-se disponíveis:


 Um ponto de alimentação e retorno de água gelada para o sistema de ar
condicionado.
 Um ponto de alimentação de ar exterior;

OBSERVAÇÃO:
i. Todas as bitolas das tubulações estão especificadas na planta específica da loja, a
qual integra o contrato de locação do espaço.

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ii. Os projetos a serem executados deverão ser previamente aprovados pela área
técnica do Shopping.
iii. Nenhuma instalação do Shopping poderá ser alterada, exceto quando aprovada pela
área técnica do Shopping.

6 APROVAÇÃO DE PROJETOS

O Lojista deverá aprovar junto à Gerência de Operações os seguintes projetos:


 Projeto de ARQUITETURA: primeiro projeto a ser apresentado, atendendo as normas de
acessibilidade. Os demais devem ser entregues após a análise e aprovação do mesmo;
 Projeto de ESTRUTURA METÁLICA do jirau, com a apresentação da memória de cálculo;
 Projeto de INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E TELEFONE e memorial;
 Projeto de AR CONDICIONADO;
 Projeto de DETECÇÃO DE FUMAÇA;
 Projeto de COMBATE A INCÊNDIO (SPK, hidrantes, detecção de fumaça, iluminação e
sinalização de emergência) assinado por engenheiro credenciado no Corpo de Bombeiros
Municipal, caso seja exigência Municipal.

Para as LOJAS DE ALIMENTAÇÃO, são necessários, ainda, os seguintes projetos:


 Projeto de INSTALAÇÃO HIDRÁULICA;
 Projeto de INSTALAÇÃO SANITÁRIA;
 Projeto de IMPERMEABILIZAÇÃO;
 Projeto de INSTALAÇÃO DE GÁS, assinado por profissional credenciado na Concessionária
(caso exista obrigatoriedade no Município);
 Projeto de EXAUSTÃO MECÂNICA, acompanhado do formulário padrão;
 Projeto do SISTEMA DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIO (CO2 / SAPONIFICANTE) quando houver
exaustão de gorduras, assinado por engenheiro credenciado no Corpo de Bombeiros
Municipal (caso exista obrigatoriedade no Município);

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OBSERVAÇÕES:

i. Todas as plantas e memoriais deverão ser entregues em 2 (duas) vias, devidamente


assinadas pelo Proprietário e PREO e enviadas em mídia digital para análise (CD com o
projeto em DWG e pdf).
ii. Caso alguma instalação seja reaproveitada, deverá ser entregue um projeto as built da
mesma, e termo de responsabilidade de reutilização da instalação. A reutilização está
condicionada à análise e aprovação pelo Shopping.
iii. As análises, revisões e/ou consultorias dos projetos de que forem feitas por escritórios
externos terão um custo que será repassado ao lojista, através do boleto mensal.
iv. Após o cumprimento dessas exigências, será emitida a autorização para início da obra.

v. Caso ocorram alterações dos projetos durante a execução da obra, o lojista ficará
responsável por apresentar o projeto “As Built” antes da inauguração da loja, sendo este
um implicativo para liberação de inauguração;

6.1 Acessibilidade

Para aprovação do projeto junto à Administração do Shopping, o projeto deverá atender a


legislação de acessibilidade, considerando: NBR 9050/2015, NBR 15599, Leis Federais nº
10.048/2000 e nº 10.098/2000, Decreto Federal nº 5.296/2004 além dos critérios e
parâmetros regulamentares de Leis e Decretos Estaduais e Municipais pertinentes a cada
Estado e Município. Sempre que houver divergência entre alguma legislação, deverá ser
considerado a legislação que tratar de forma mais restritiva o tema.

Onde não houver legislação municipal ou estadual de acessibilidade, como boa prática e
procedimento da BR Malls, adotamos os critérios estabelecidos nas normas técnicas de
acessibilidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.

Necessário constar em notas do projeto arquitetônico a legislação prevista/utilizada na


elaboração do projeto.

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6.2 Projeto de Arquitetura:

Deverá constar do projeto:


 Planta de Localização no piso, em escala 1/750, com a loja hachurada / destacada;
 Planta baixa da loja, humanizada;
 Planta baixa do jirau, jirau ou patamar técnico, quando existir;
 Indicação do compartimento exclusivo e estanque para o fan coil;
 Planta de teto refletido contendo indicação de luminárias, SPK e difusores do ar
condicionado;
 Planta de piso;
 Cortes (mínimo de 02, longitudinal e transversal), passando pelos locais de maior
interesse e que melhor elucidem o projeto;
 Fachada (ou fachadas, quando existir mais de uma face da loja voltada para o
mall), impressa em cores;
 Perspectiva interna e externa;
 Indicação das especificações dos materiais de acabamento nas plantas, cortes e
fachadas;
 Posição do quadro de energia, telefonia e medidor de energia (obrigatoriamente
localizado no primeiro andar de loja);
 Detalhes construtivos nas escalas 1:10 ou 1:20, quando se fizerem necessários,
para uma melhor apreciação do projeto. Não é necessária a apresentação dos
detalhes construtivos do mobiliário;
 Desenho do letreiro, com especificação de todos os materiais e cores;
 Indicação das áreas impermeabilizadas com especificação dos materiais a serem
empregados;
 Posicionamento do filtro eletrostático, quando houver;
 Os projetos devem esclarecer o aproveitamento de estruturas, alvenarias,
instalações e equipamentos existentes, destacando em cores e legenda os itens
novos e os itens reaproveitados;
 Mesmo que as instalações, inclusive a estrutura do jirau, não sejam alteradas, é
necessária apresentação do “as built” dos projetos existentes, apresentação do
novo projeto de letreiro e o “Termo de Reutilização de Instalações” devidamente

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preenchido e assinado. Esta solicitação tem como objetivo atualizar os dados
técnicos da loja;
 Apresentar RRT (Registro Responsabilidade Técnica- CAU) – do projeto.
É imprescindível que a RRT esteja com todos os campos preenchidos. No campo de
“descrição” ou “atividade técnica” deverá ser citado: “PROJETO DE ARQUITETURA”. Nos campos
“atividade” e “complemento” deverão estar preenchidos com a numeração correta.

6.2.1 Alvenarias:
As alvenarias limítrofes cumprem função exclusiva de vedação, não podendo ser utilizadas para
suporte de quaisquer elementos das instalações, tais como jirau, prateleiras, forros, vitrines, etc.
Admite-se somente o uso de buchas de nylon S8, no máximo.
As alvenarias internas deverão ser executadas conforme orientações contidas no ANEXO 02. Não
é admitido o uso de tijolo cerâmico.

6.2.1.1 Sobrecargas:
A estrutura foi projetada para uma sobrecarga útil ou acidental sobre as lajes de piso, conforme
informação contida no ANEXO 02, já incluindo a sobrecarga admitida para o jirau e seu peso
próprio.

6.2.2 Jiraus:
Nos jiraus, não será permitida a utilização de estantes de madeira ou de outro material
combustível. As estantes devem ter distância de 1m livre dos bicos de sprinkler; as escadas e
guarda-corpo deverão atender às medidas estipuladas pelo Corpo de Bombeiros local.
Não é permitido concretar o piso do jirau com cimento; é permitido apenas o uso de vermiculita
(deverá ser utilizado chapa metálica lisa do tipo “placa wall”).

6.2.2.1 Patamar técnico:


Quando a loja não possuir jirau, para instalação do fancoil, deverá ser executada uma plataforma
e passarela metálicas acessíveis a qualquer tempo, e dimensionadas para atender sua
manutenção, remoção de serpentina, filtro, etc. Essa estrutura, quando de utilização exclusiva
para acesso ao fancoil, poderá ser atirantada na laje, desde que validada pelo calculista do
Shopping. É obrigatória a instalação de guarda-corpo para a passarela e plataforma.

21
6.2.3 Fachadas:
Todos os elementos estruturais da fachada deverão apoiar-se na laje do piso, não sendo
permitido sobrepor, soldar ou pendurar qualquer elemento da fachada no rodateto da loja.
Toda a fachada deverá ser estruturada e apoiar-se na laje de piso. Não será permitida a fixação
de estruturas de fachadas, vitrines, forros ou qualquer outra, nos elementos estruturais do
Shopping ou no forro do mall.
A parte inferior da vitrine, voltada para o mall, deverá possuir rodapés protetores com mínimo
de 10 cm de altura, podendo ser em perfil metálico, alvenaria revestida de granito ou mármore
(devido à lavagem do piso).
É proibida a instalação de televisores, telões e similares na fachada do salão comercial.
Será permitido 1 (um) letreiro por alinhamento de fachada. Não serão permitidos letreiros em
lona e nem bandeirolas. Ainda, é permitido apenas o uso da logomarca da loja, não sendo
permitido qualquer tipo de assinatura, frases e/ou marcas de terceiros.
As lojas de alimentação deverão ter fachadas totalmente abertas, não sendo permitida a
construção de parede a menos de 2 m da linha neutra, sendo obrigatório o uso de portas de aço
de enrolar (microfuro - transvision), e com estruturação própria. Para as demais lojas, ao longo
da linha neutra não serão admitidos fechamentos que não sejam vitrines ou esquadrias com
vidros transparentes.
O revestimento utilizado na fachada deverá ser material de fácil limpeza e manutenção, exceto
pintura.

Rodapé
H=10cm

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Figura 01: projeto esquemático de fachada

6.2.4 Pé-direito
Será admitido pé-direito livre mínimo de 2,50m sob jirau, e altura sobre o mesmo conforme
anexo 17. Para a área restante da loja, o pé-direito mínimo deverá respeitar legislação.

6.2.5 Piso:
A sobrecarga máxima no piso da LUC estará especificada no ANEXO 02, compreendendo
revestimentos especiais, além dos móveis, equipamentos, divisórias e outras sobrecargas. Não
serão admitidas cargas concentradas, bem como abertura nas lajes.
Quando houver enchimento de piso, estes deverão ser executados com material de baixo peso
específico, obedecendo a carga máxima admitida.
Em caso de recuo da fachada, em relação ao limite do alinhamento previsto, o material utilizado
no piso deverá ser submetido à aprovação da Administração do Shopping. O nível do piso
acabado, na entrada da loja, deverá ser igual ao nível do piso acabado do mall.
Quando houver juntas de dilatação, estas deverão ter solução técnica adequada, utilizando perfil
elastomérico em EPDM nos locais de áreas molhadas, principalmente as das lojas da praça de
alimentação, que deverão receber uma impermeabilização criteriosa.
Lojas que possuírem lavatório também deverão apresentar teste de estanqueidade, sendo
obrigatória a impermeabilização da área correspondente.
Os pisos do tipo melanínicos, vinílicos, carpetes e tapetes deverão ser evitados. Caso sejam
especificados, deverá ser apresentado um catálogo técnico ou outro documento com o resultado
do teste de propagação de chamas (negativo) para que este material seja liberado pela
Administração e sua área técnica.
Os pisos a serem usados nas lojas deverão ser, preferencialmente, de alta resistência à abrasão,
sendo do tipo PEI 4 ou PEI 5.

6.2.6 Forros:
Deverão ser respeitadas as condições impostas pelas posturas municipais e normas
estabelecidas pelo Corpo de Bombeiros. Os forros, quando atirantados às lajes, não poderão
transmitir esforços superiores a 25 kg/m². Quando não houver acesso pelo jirau, deverão ser

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previstas visitas de acesso às instalações entregues pelo Shopping, dentro da loja. Nas cozinhas
das lojas de alimentação, dotadas de sistema de exaustão de gordura, deverão ser instalados
forros em gesso, pintados.
Os materiais dos forros e das instalações, dentro dos mesmos, deverão ser incombustíveis.

6.2.7 Área de mall:


As lojas que, por acordo comercial, ocuparem área de mall, deverão ter todas as suas instalações
móveis e de fácil retirada. Nenhum elemento deverá ser fixado em paredes ou pisos.

6.2.8 Letreiros:
Não serão permitidos letreiros com movimentos, dinâmicos, iluminação intermitente e nem com
cátodo frio.
Também, não será permitida a colocação de qualquer tipo de publicidade de terceiros na
fachada.
Letreiros, quando colocados acima de 2,20 m do piso do mall, poderão ter projeção de até 10
cm. Abaixo disso, o letreiro deverá estar dentro do limite da loja. Quando estiver entre as alturas
de 2,50 m e 3,50 m do piso, poderá ultrapassar até 20 cm além do limite de alinhamento. As
letras deverão ter a altura mínima de 0,10 m e máxima de 0,50 m (letreiro em caixa não poderá
ter fundo em material refletivo).
Fora o letreiro, nenhum elemento poderá avançar além do limite de alinhamento com tolerância
de, no máximo, 10 cm.
É vedada a utilização de bandeiras e letreiros com lona (também, letreiros tipo night and day). O
material do letreiro deve ser resistente e indeformável.
Deverá ser previsto um circuito exclusivo para a iluminação das vitrines e do letreiro luminoso de
fachada, com tubulação independente, com previsão de interligação à caixa da controladora do
sistema de automação predial do Shopping.
Os letreiros deverão ser preferencialmente luminosos. No caso de letreiros sem iluminação, não
poderão ser instalados posteriormente spots, luminárias ou similares, prejudicando
esteticamente o “mall” e a fachada da loja; também, não será permitido o uso de neon.

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As áreas de vitrine e letreiro serão cuidadosamente analisadas de modo a assegurar os padrões
de harmonia e estética previstos para o Shopping.
Para emissão do “Termo de Abertura de Loja” e retirada do tapume é imprescindível que o
Lojista apresente a Licença do Letreiro, concedida pelo órgão Municipal, caso exista
obrigatoriedade no Município.

6.2.9 Vidros das fachadas:


Será exigida a utilização de vidro temperado e/ou laminado, observando-se as espessuras de no
mínimo 10 mm. Deverão ser previstos rodapés revestidos, podendo ser em perfil metálico,
alvenaria revestida de granito ou mármore, com altura mínima de 10 cm. Não serão aceitos
rodapés pintados, independente dos vidros utilizados.
No caso de lojas existentes a serem reformadas, os mesmos serão avaliados pela área técnica do
Shopping e, sendo necessária, a substituição dos vidros será solicitada (o lojista providenciará a
remoção dos vidros a fim de possibilitar a verificação). Todas as vitrines da fachada deverão ter
acesso somente, e exclusivamente, pelo lado de dentro da loja. Nem folhas de vidro de correr
serão aprovadas se o acesso for pelo corredor do Shopping.

6.2.10 Porta de entrada:


A porta de entrada deverá ter largura mínima de 1,20 m. Esta largura deverá ser livre de
qualquer obstáculo.

6.2.11 Portas de enrolar:


Será exigida porta de enrolar vazada (tipo transvision). É vedada a substituição da porta de
enrolar vazada por lona. É obrigatória a existência de um alçapão de visita no gesso,
possibilitando a descida da corrente, para abertura e fechamento da loja no modo manual, em
caso de falta de energia. Deve-se, também, prever uma portinhola ou porta embutida, para
possibilitar o escape de pessoas. Essa portinhola deverá ter, no mínimo, 60x60cm.

6.2.12 Laje de cobertura:

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Elementos como araras e mobiliário de loja não poderão ser fixados na laje do espaço comercial
locado, uma vez que a carga admitida inclui somente a carga do pavimento imediatamente
superior, sendo permitida apenas a fixação de eletrodutos, dutos e tubulações do ar
condicionado, instalações de prevenção contra incêndio e exaustão.
Quando a loja não possuir laje de forro, o pé-direito máximo a ser utilizado deverá ser limitado à
altura das paredes limítrofes variando com o pé-direito do Shopping. Deverá ser criado, para
isto, uma estrutura metálica para sustentação do forro e instalações com sobrecarga máxima de
30 kg/m², que deverá ser apoiada na cinta de concreto das paredes limítrofes, quando estas
forem em blocos. O apoio na cinta deverá ser de, no máximo, a cada 1.20 m e fixado com
parabolt. Esta estrutura não deverá receber carga do jirau ou patamar técnico.
Para outras soluções construtivas, a área técnica deverá ser consultada para validação.
O forro utilizado deverá ser incombustível e possuir peso máximo de 15 kg/m², com vedação
total. Os projetos e especificações deverão ser aprovados pela área técnica do Shopping.

6.2.13 Impermeabilização:
Junto dos projetos complementares, deverá ser apresentado o projeto de impermeabilização
das áreas molhadas, indicando o processo a ser utilizado e especificações técnicas.
Nas instalações hidrossanitárias, onde os tubos estiverem posicionados verticalmente junto às
paredes limítrofes das lojas, deverá ser impermeabilizado por trás destes, de modo a evitar que
possíveis vazamentos ocorram para fora da área protegida pela impermeabilização.
Nas lojas de alimentação, toda a área deverá ser impermeabilizada.

OBSERVAÇÕES:
i. Sobre a regularização da laje, deverá ser utilizada manta asfáltica polimérica de alta
resistência, classe 2, estruturada com “não tecido” de poliéster, totalmente aderida ao
substrato, com prévia aplicação (consumo mínimo de 1 Kg/m2) de 2 (duas) demãos de
primer de solução asfáltica (esse sistema deve ser aplicado com maçarico).
ii. Os encontros de planos (rodapés, cantos, etc.) devem ser arredondados e a manta deve
subir até, no mínimo, 30 cm acima do piso acabado, devendo ser devidamente ancorada
na sua terminação.
iii. PROTEÇÃO PRIMÁRIA: Uma camada de Geotextil Bidin OP 20 (200g/m2).

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iv. PROTEÇÃO MECÂNICA: argamassa de cimento e areia de 3 cm de espessura, traço 1:3,
respeitando juntas de periferia.
v. Para teste, serão exigidas 72 (setenta e duas) horas com a bacia em carga, conforme NBR
9574/2008.
vi. SÓ DEVERÃO SER ACEITOS OS FABRICANTES: VIAPOL (Torodin EL), DENVER (Elastic Tipo
III) ou TEXAS (Moter-Plas N/S e N/D) ou similar.
vii. Para as lojas de alimentação, será obrigatória a colocação da manta asfáltica, ou a troca
da mesma em caso de reforma.
viii. Após a instalação da manta, o teste deverá ser acompanhado/vistoriado pelo shopping. O
laudo deve ser entregue a empresa terceira ou ADM e enviado por e-mail.

6.2.14 Iluminação:
Junto do projeto arquitetônico, deverá ser apresentada a planta do forro refletido (loja, jirau e
vitrines), indicando a posição e a especificação de todas as luminárias, compatibilizado com os
demais projetos, para aprovação da área técnica do Shopping.
O projeto luminotécnico deverá ser detalhado, informando a intensidade luminosa (lux),
especificações das luminárias da área de venda, jirau e vitrine.
Quando a entrada da loja for recuada em relação ao alinhamento frontal, esta área deverá ser
iluminada pelos Locatários.
Nas áreas de venda, poderão ser usadas tanto luminárias em trilho eletrificado quanto
luminárias embutidas, e deverão ser do tipo de baixa claridade. As luminárias poderão ser
direcionáveis e deverão possuir superfície de reflexão espelhada ou semi espelhada.
O uso de luminárias tipo teto iluminado, candelabros, luminárias pendentes, arandelas ou faixas
refletidas na área de vendas, poderá ser permitido após aprovação específica de local, pela área
técnica do Shopping. Ficam proibidos, no entanto, o uso de luminárias estroboscópicas,
giratórias ou canhões de luz direcionável.
Quando forem utilizadas fluorescentes, estas deverão ser do tipo embutida e com as lâmpadas
protegidas por aletas metálicas, difusores parabólicos ou grades plásticas. Não deverá ser
utilizada lente acrílica transparente.
Luminárias com lâmpadas HQI não deverão ser utilizadas sem a aprovação da área técnica do
Shopping e, quando autorizadas, deverá ser prevista lentes de proteção contra radiações UV.

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OBSERVAÇÃO: indica-se, para menor consumo de energia e menor gasto em manutenção, o uso
de lâmpadas de LED.

6.2.15 Proteção acústica:


As lojas que possuírem atividade que produzam ruídos ou vibração, em função dos
equipamentos e/ou tipos de atividades, superiores ao desejável, causando incômodo para o
público, outros Locatários ou vizinhança, deverão possuir um projeto específico de isolamento
acústico e/ou vibratório, através de materiais incombustíveis, de modo a atender a legislação
Municipal.
A execução do projeto e das obras de isolamento acústico é de responsabilidade dos Locatários;
porém, deverão ser submetidos à aprovação da área técnica do Shopping.

6.2.16 Lojas de alimentação:


O layout da loja e as instalações devem ser projetados de forma a possibilitar um fluxo ordenado
e sem cruzamento em todas as etapas da preparação de alimentos, facilitando as operações de
manutenção, limpeza e ou desinfecção. O acesso às instalações deve ser controlado e
independente. Recomenda-se manter uma distância mínima de 0,80 m, do rodapiso até o móvel,
para instalação dos balcões de atendimento.
As instalações físicas como piso, parede e teto devem possuir revestimento liso e lavável.
As portas da área de preparação e armazenamento de alimentos devem ser dotadas de
fechamento automático. As aberturas externas das áreas de armazenamento e preparação de
alimentos, inclusive os sistemas de exaustão, devem ser providas de telas para impedir o acesso
de vetores e pragas urbanas. Essas telas devem ser removíveis para limpeza periódica.
As caixas de gordura e esgoto devem estar localizadas fora da área de preparação e
armazenamento de alimentos.
As instalações sanitárias e os vestiários não devem se comunicar diretamente com a área de
preparação e armazenamento de alimentos; deve haver uma pia para uso exclusivo de
higienização das mãos.

6.2.17 Lojas Sensíveis (Telefonia, Joalheria, Eletroeletrônico, Casa de Cambio, Lotérica)


 A Porta deverá prever alarme de abertura, que deverá ser ativado após o fechamento da
loja. O som do alarme deverá ser capaz de alertar a segurança no interior do shopping. É

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imprescindível deixar um contato seco do mesmo na fachada para ser replicado na
central de segurança do shopping;
 A loja deverá contar com um sistema de CFTV, com câmeras suficientes, capaz de
abranger todos os ambientes. Deverá ser previsto um projeto de monitoramento e
alarme. O monitoramento deverá ser remoto;
 A porta de acesso ao estoque deverá ser do tipo eclusa, com Inter travamento, sem
maçaneta e com fechadura duplo cilindro;
 Prever sistema de senha e contrassenha na porta de acesso da área do cofre e guarda de
mercadorias;
 Para maior segurança, é importante prever um estoque mínimo no salão de vendas para
evitar o acesso frequente ao estoque;
 Caso a loja possua fundos para galeria técnica, a loja deverá dispor de uma portinhola
blindada com dispositivo de visualização externa, para realização dos processos de
abastecimento e sangria pela empresa de transporte de valores que atenderá a
operação;
 Para Casas de Cambio e Lotéricas, a área de atendimento deve ser totalmente isolada da
área dos guichês, com vidros blindados e fechamento com chapas de aço balístico na
área abaixo do vidro, além de placas de aço reforçado acima do mesmo;
 O estoque deverá ter paredes em alvenaria;

6.3 Estrutura metálica:


Os projetos serão apresentados em 03 (três) vias impressas, devendo conter projeto, memória
de cálculo e ART; uma via deverá ser mantida no Shopping, a segunda ficará em poder do
analista e a terceira será devolvida ao Lojista, devidamente assinado e liberado pelo calculista.
Todos os desenhos apresentados deverão ser identificados destacadamente pelo número,
pavimento e nome da loja (LUC).
Todos os projetos serão acompanhados de um memorial descritivo, especificação de materiais e
memórias de cálculo, com tensões, flechas, deformações, reações de apoio, peso da estrutura,
revestimentos, cargas adotadas. No caso de equipamentos (no jirau ou no piso da loja) com peso
concentrado expressivo (>400 Kg), deverá ser marcado em planta e o responsável deverá
sinalizar ao Shopping sua presença para análise. O documento deverá ser fornecido em extensão
doc ou pdf.

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Somente serão aceitos e considerados entregues os projetos recebidos em sua totalidade, em
cada etapa e com as respectivas ARTs (Anotações de Responsabilidade Técnica/CREA) dos
projetistas.
Os projetos devem ser amarrados (locados) com os eixos de projeto do Shopping.
Deverá constar do projeto:

 Planta de locação e apoio dos pilares;


 Indicar a reação nos apoios;
 Planta de forma do pavimento;
 Identificar na forma o nome de cada viga;
 Identificar na forma o nome dos pilares;
 Lista de material com as dimensões dos perfis;
 Resumo de peso;
 Especificar o material a ser utilizado no piso do jirau (deverá ser incombustível);
 Apresentar detalhes das ligações: vigas – vigas, vigas – pilares e apoios;
 Todos os desenhos apresentados deverão ser identificados destacadamente pelo
número, pavimento e nome da loja;
 Detalhes dos chumbadores;
 Apresentar nas ligações a indicação de solda e tipo, com simbologia normatizada;
 Especificar cargas permanentes e sobrecarga de utilização;
 Especificar o tipo de ferro que será adotado;
 Especificar o tipo de aço;
 Apresentar memorial de cálculo;
 Apresentar ART (Anotação de Responsabilidade Técnica - CREA).
É imprescindível que a ART esteja com todos os campos preenchidos. No campo de
“descrição” ou “atividade técnica” deverá ser citado: “PROJETO ESTRUTURAL”.

6.3.1 Características básicas permitidas para os jiraus:


 Os jiraus projetados, não poderão ser apoiados fixados nas paredes limítrofes, colunas,
vigas ou laje de teto do Shopping, devendo ser prevista estrutura metálica independente
apoiada diretamente no piso da loja, respeitando o limite estabelecido para o sobrecarga
útil ou acidental e pontual descritas neste caderno;

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 Os jiraus devem ser projetados para um conjunto de carga (peso próprio + revestimento)
e sobrecarga total de 200 Kg/m2;
 A carga pontual em cada pilar não deve exceder a 1500 Kg, sendo a distância mínima
entre pilares de 1500 mm;
 As lajes dos jiraus devem ser executadas somente nas opções em painel “Wall” ou laje
metálica (leve), com vermiculita, com chapa de espessura 2.0 mm (Chapa #14), não
excedendo as cargas totais;
 As chapas base deverão ter dimensões mínimas de 300/300 mm e espessura de 12,5 mm,
sobre camada niveladora de “Grout”, fixadas com chumbadores (descrever modelo e
diâmetro do chumbador) ou cola estrutural (caso a laje seja protendida);
 As vigas e pilares deverão atender as tensões, flambagem e deformações previstas em
norma;
 Todos os projetos devem apresentar cortes, detalhes de chapas base, cotas e níveis
nítidos para avaliação dos projetos. As cotas devem ser preferencialmente apresentadas
em milímetro, por se tratar de estrutura metálica; apresentar detalhes dos perfis e
chapas dobradas. Apresentar detalhes das ligações: vigas – vigas, vigas – pilares e apoios;
 A carga na base dos pilares deve constar de forma clara na planta baixa de locação das
chapas bases, assim como as cotas entre as mesmas;
 O projeto deve especificar de forma clara o tipo de aço a ser usado, eletrodo e/ou
parafusos, tipo e diâmetro de chumbadores, detalhes de solda etc;
 Caso exista escada, o projeto da mesma deverá ser apresentado, sendo a mesma
dimensionada para as cargas previstas em norma. A escada deve apresentar largura
mínima de 800 mm, apresentar os detalhes de degraus atendendo especificações
técnicas e de conforto, planta baixa e corte.
Em casos de acesso do público ao segundo pavimento, deverá ter largura mínima de 1200
mm.
Não serão permitidas escadas do tipo marinheiro, “Santos Dumont” ou caracol.
As escadas devem ter espelhos inferiores a 19 cm e patamar (piso) superior a 25 cm e
ainda atender a “formula de Blondel”.
Os projetos de escada deverão estar contidos no projeto de estrutura do jirau;
 A estrutura somente será liberada após a confirmação da entrega da ART devidamente
paga e assinada ao Shopping.

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É imprescindível que a ART esteja com todos os campos preenchidos. No campo de
“descrição” ou “atividade técnica” deverá ser citado: “PROJETO ESTRUTURAL” nome e
numero da loja (LUC);
 Não é permitida a utilização de materiais usados ou reaproveitados;
 O jirau deve ocupar o percentual de área máximo conforme anexo 17; em caso de
reforma ou renovação de contrato, existindo jirau com área superior, o mesmo deverá
ter sua área adequada ao percentual limite especificado nesse Caderno Técnico; A escada
e a casa de máquinas são contabilizadas nesta área.
 Deverá ser indicada a pintura de proteção passiva a ser aplicada a estrutura;
 Caso uma ou mais faces do jirau fiquem abertas para o restante da LUC, deverá ser
previsto em projeto guarda corpo com altura mínima de 1,10 m e espaçamento entre
barras de no máximo 10 cm;
 As estruturas poderão ser revestidas com material decorativo leve, desde que os mesmos
sejam incombustíveis ou recebam tratamento ignífugo;
 Não é permitido o fechamento em alvenaria de qualquer tipo sobre o jirau devendo ser
utilizado gesso acartonado ou similar;
 A espessura mínima para qualquer elemento estrutural deverá ser de 2.0 mm, seja ele
pilar, viga ou laje;
 A memória de cálculo deve conter índice, objeto (finalidade), esquema estrutural,
compatibilidade com o projeto apresentado, cargas distintas (peso próprio, sobrecarga
etc); quando apresentada oriundas de programas de cálculo, os relatórios devem
especificar barras (localização e descrição), nós, cargas, esforços, tensões e deformações
de forma clara, para que seja possível a avaliação pelo analista do Shopping;
 Caso a loja deseje reutilizar um jirau existente, a mesma poderá, desde que apresente
projeto de as built da estrutura, memória de cálculo que comprove que a carga a ser
utilizada está de acordo com as previstas no jirau existente e documento que ateste as
condições dos materiais, além de ART do calculista.
Caso seja feita qualquer alteração na estrutura do jirau, seja ela qual for, abertura de laje,
deslocamento de pilar troca de viga etc, deverá ser feito um levantamento da estrutura
existente e apresentado um novo projeto para aprovação junto ao Shopping, nos
mesmos moldes e parâmetros de um jirau novo;

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 No caso de jirau que precise ter sua área adequada, sua estrutura remanescente deverá
ser removida conforme projeto estrutural elaborado, ou seja, não será autorizado a
construção de “caixão perdido” se utilizando de interdição ou fechamento da área da
estrutura remanescente com painéis de gesso acartonado ou similar;
 O projeto deve especificar de forma clara o tipo de aço a ser usado, eletrodo e/ou
parafusos, tipo e diâmetro de chumbadores;
 Nas lojas, será obrigatória a especificação, em planta, de todos os equipamentos
utilizados no térreo e jirau;
 Os materiais empregados na construção deverão ser incombustíveis.
 No caso de Pop up com contratos de locação que ultrapassem 12 meses de ocupação
(contrato com período direto total ou somatória dos aditivos de contratos), a loja
também deverá ter seu jirau ou mezanino adaptado conforme especificado nesse
Caderno Técnico;

6.3.2 Condições de fixação da chapa de apoio:

Detalhamento meramente ilustrativo.


O esquema de apoio deverá ser
representado em projeto e submetido à
aprovação do Shopping.

Figura 04: Tensão na Base

6.3.3 Materiais:
Os materiais para execução deverão ser novos, nunca reutilizados e todos incombustíveis.

6.3.4 Pintura:
Os elementos metálicos deverão ser pintados com tinta apropriada, objetivando uma proteção
contra corrosão, devendo as superfícies ser devidamente preparadas para aplicação.

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OBSERVAÇÃO: assim como no projeto, será exigida a ART do profissional responsável
pela execução, conforme critério estabelecido pelo CREA, descriminado na ART “EXECUÇÃO DE
ESTRUTURA METÁLICA”. Os campos “atividade” e “complemento” deverão estar preenchidos
com a numeração correta.

6.4 Instalações elétricas e telefonia:


Deverá constar do projeto:
 Distribuição dos circuitos nos quadros (obrigatório ser no primeiro andar da loja);
 Quadro resumo da carga instalada (especificar cargas em Volt-Ampère (VA) e KW,
conforme exemplo abaixo):

ESPECIFICAÇÃO DO DEMANDA
QUANT. POTÊNCIA TENSÃO FASES CARGAS
EQUIPAMENTO TOTAL

AR
1 16000 380 3 W 16.800 W
CONDICIONADO
Figura 05: Quadro resumo de carga instalada

 Cálculo de demanda (especificar cargas em Volt-Ampère – VA E KW), que deverá


respeitar a limitação informada pelo Shopping na ficha técnica do espaço de locação;
 Diagrama unifilar ou trifilar do QDL com indicação da capacidade dos disjuntores,
equilíbrio das fases, seção dos barramentos e bitolas dos fios;
 Especificação dos materiais e equipamentos a serem instalados, conforme NBR
5410/2004, com todas as referências normativas citadas na mesma, NR-10 e instruções
técnicas do Corpo de Bombeiros Estadual;
 Posicionamento de, no mínimo, cinco aparelhos de iluminação de emergência, em
circuito independente, para a entrada loja, escada, estoque, caixa, área dos provadores
(em lojas de vestuário) ou cozinhas (em caso de lojas de alimentação). As luminárias de
emergência devem atender todos os espaços da loja, por isso a quantidade exigida pelo
Shopping será mediante a análise da planta de arquitetura e elétrica. As mesmas
precisam possuir autonomia mínima de duas horas;
 Alimentação para fan coil, com circuito exclusivo;

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 Circuito independente de comando automático com timer manual de iluminação de
vitrine e letreiro. Este comando deverá atender ao padrão do Shopping, sendo instalado
no interior da loja, ao lado do QDL;
 Identificação dos condutores de circuito;
 Posicionamento dos interruptores;
 ART (Anotação de Responsabilidade Técnica - CREA).
É imprescindível que a ART esteja com todos os campos preenchidos. No campo de
“descrição” ou “atividade técnica” deverá ser citado: “PROJETO ELÉTRICO”.

6.4.1 Medidor:
Caso a loja entre no rateio de energia do Condomínio, o medidor será instalado pelo Shopping
em local adequado. O mesmo poderá ser digital ou analógico, sendo o custo repassado ao lojista
após a inauguração da operação, caso o mesmo seja instalado pelo Shopping. Caso o Lojista
esteja em um local onde receberá a fatura diretamente da concessionária, é responsabilidade do
lojista a regularização de fornecimento (ligação definitiva): neste caso, o Lojista deverá
encaminhar à Administração, aos cuidados do Departamento de Operações, o comprovante do
pedido de regularização de energia elétrica junto à concessionária da região, efetuando a troca
de responsabilidade ou instalação do novo medidor.

OBSERVAÇÕES:
i - O Medidor digital deve ser das marcas Kron, Kienzle ou similar e deve ser instalado para o
início da obra. Os medidores devem ser instalados sempre em local de fácil acesso e no 1º
pavimento. No caso da existência de um medidor antigo, este deve ser trocado pelo digital.
- No caso de carga até 120A, será exigido o medidor K-120, da marca Kron.
- No caso de carga acima de K120A, será exigido o medidor muilti K-05, da marca Kron.

ii – Em caso de a energia ser fornecida pela concessionária, a troca de titularidade ou pedido de


novo medidor deverá ser feito pelo lojista para o início da obra.

6.4.2 Fornecimento:
A tensão de serviço será informada na ficha técnica (anexo ao Contrato de Locação) e ANEXO 02.

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6.4.3 Condutores:
Deverão ser antichama, de cobre eletrolítico, sistema métrico, de fabricação Prysman, Ficap ou
Kardos (ou similar, de igual qualidade), bitola mínima de 2,5 mm2, com isolamento de 600/1000V
do tipo HEPR (condutor com características de não propagação e auto extinção de fogo, e com
propriedades de baixa emissão de fumaça e de gases tóxicos corrosivos), salvo especificações de
maior necessidade.
Serão observadas as seguintes cores para os condutores:

 Circuito trifásico: verde (terra); azul claro (neutro); preto (fase A), vermelho (fase B),
branco (fase C).
 Circuito monofásico: verde (terra); azul claro (neutro); preto (fase); vermelho (retorno).

6.4.4 Eletrodutos:
Será admitido o uso de eletrocalhas metálicas galvanizadas ou eletrodutos metálicos (aço
carbono protegidas por zincagem à quente). A bitola mínima das tubulações será ¾”, rosqueável,
de fabricação Apollo ou equivalente, sendo vedado o uso de conduíte e mangueira de plástico, e
as luvas e curvas terão as mesmas características das tubulações.
Para ligações de luminárias, será exigido eletroduto flexível metálico com os respectivos boxes e
complementos. Quando em pequenas distâncias (máx. 1,00 m), poderá ser empregado cabo com
cobertura tipo PP nas instalações de luminárias e caixas de passagem. Os de seção circular, para
instalação embutida no contrapiso ou em alvenaria, poderão ser de PVC rígido, classe B,
atendendo a norma NBR 15.465/2007, de diâmetro mínimo de 25 mm (3/4”).

6.4.5 Disjuntores:
Deverão ser do tipo termo magnéticos, para tensão de alimentação especificada na ficha técnica
do espaço de locação, e com corrente de curto circuito de no mínimo 5 KA para disjuntores
unipolares e 10 KA para tripolares. Em situações que ainda sejam utilizados fusíveis, deverá ser
solicitada aprovação prévia para a Administração. Não é permitido o acoplamento de disjuntores
monopolares para substituir bi ou tripolares.

6.4.6 Reatores:

36
Deverão ser duplos de alto fator de potência, partida rápida, com espaços internos preenchidos
com composto a base de poliéster, baixo nível de ruído, para tensão de 220 V, 60Hz; ou reatores
com circuitos eletrônicos, de alto fator de potência, taxa de distorção harmônica menor que
10%, com supressão de rádio interferência, tensão de alimentação de 198 V a 264 V, 60 Hz.
É proibida a instalação de NEON em letreiros, ou internamente para fins decorativos.

6.4.7 Caixas de passagem:


Deverão ser tipo chapa estampada esmaltada # 18, quando embutidas em alvenaria; alumínio
fundido, tipo condulete, quando aparentes ou metálicas, em chapa de aço estampado, com
tampa aparafusada.

6.4.8 Aterramento elétrico das instalações:


Terra e neutro distintos. Serão aterrados todos os elementos metálicos da instalação, como
estrutura metálica do jirau, luminárias, dutos de ar condicionado e equipamentos, de modo a
assegurar a continuidade elétrica do sistema. Haverá sempre fio terra percorrendo todos os
eletrodutos e caixas.

6.4.9 Iluminação de emergência:


Deverá ser prevista a instalação de, no mínimo, dois blocos autônomos, um para a loja e outro
para o jirau.
Deve ser prevista a instalação de blocos com no mínimo duas lâmpadas de quartzo-iodo de
60w/12v, com bateria e carregadores incorporados, e autonomia mínima de duas horas.

6.4.10 Letreiro e vitrine:


Os circuitos de letreiro e vitrine não poderão ser desligados no QDL, apenas pelo interruptor
horário com temporização ajustável (timmer). Para isso, deverão ser alimentados antes do
disjuntor geral, comandados por contactor e protegidos por fusível.
Obs.: Timmer - modelo RTSL-20 OU RTST-20, da marca Coel, ou similar. O timmer deve ser
programado de 9:45h as 23:30h, de segunda a sábado, e aos domingos de 11:45h as 23:00h .

6.4.11 Quadro elétrico:

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O quadro elétrico deverá ter barramento em cobre eletrolítico com 99,9% de pureza, barra de
terra isolada da barra de neutro, proteção entre os barramentos e dimensionado para carga
total instalada prevista no projeto liberado. Todos os quadros serão dotados de disjuntor geral e
disjuntor residual (DR de 30mA). O disjuntor residual deve ter capacidade igual ou maior que o
disjuntor geral.
Os disjuntores termo magnéticos não podem ter função de interruptor. As lojas de alimentação
deverão ter quadro independente para os circuitos essenciais, tais como: geladeiras, freezers,
sistema de ventilação e exaustão mecânica e sistema fixo de CO2 / saponificante. Este quadro
deverá conter um aviso de “NÃO DESLIGAR QUALQUER DISJUNTOR”. O QDL deverá ser instalado
no térreo da loja, não sendo permitida a instalação em jiraus e jirau.
Também, deverá ser deixado espaço vago para, no mínimo, 10 (dez) disjuntores.

6.4.12 Antena coletiva de TV/FM:


Caso o Shopping possua esta infraestrutura a loja possuirá um ponto na entrada da loja. O
usuário é responsável pela instalação e ampliação dos sinais no interior de sua loja.

6.4.13 Telefone externo:


A infraestrutura será disponibilizada na entrada da loja, com posicionamento informado na
planta técnica, anexa ao Contrato de Locação.
Recomenda-se prever visita para acesso à caixa.
Os eletrodutos deverão ser de ferro galvanizado a fogo, semipesado, esmaltados ou de PVC tipo
pesado, com diâmetro mínimo de 3/4”. Serão obedecidas as normas da ABNT e da
concessionária local. Cada Lojista deverá providenciar junto a sua concessionária suas
necessidades de comunicação externa.

6.4.14 Botão anti-pânico:


Cada loja receberá um dispositivo móvel sem fio ou fixo, para utilização em momentos de
pânico.

6.4.15 Lojas âncoras:


Além das recomendações anteriores as mesmas devem seguir as especificações da NBR
14039/2005 e deverão apresentar o projeto elétrico da subestação, constituído no mínimo de:

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 Diagrama unifilar de média tensão e do QGBT, com especificações de
equipamentos e cabos;
 Planta baixa e cortes da subestação;
 Trajetos dos cabos de baixa tensão entre transformador, QGBT e loja;
 Aterramento de todos os equipamentos de média tensão, quadros elétricos e
partes metálicas (suportes, esquadrias, leitos e eletrocalhas), interligando a
barra de terra secundária (BES) e esta conectada aos cabos terra do Shopping;
 Detalhes de montagem e das placas de identificação e de advertência;
 Planta baixa com iluminação e extintor de incêndio;
 Resumo geral de cargas e cálculo de demandas;
 Grupo gerador, com indicação em planta baixa, interligação com QGBT e chave
de transferência automática (caso exista).
OBSERVAÇÕES:

i. O projeto de subestação elétrica, se necessário, juntamente com a


documentação jurídica do Locatário deverá ser encaminhado à concessionária de
energia elétrica, para análise/ aprovação, bem como para início dos trâmites
relacionados com a elaboração do contrato de fornecimento de energia (contrato de
demanda).
ii. As estruturas metálicas e as partes metálicas da cobertura em áreas técnicas
(grades, suportes, antenas, equipamentos de ar condicionado, geradores, etc.),
deverão ser conectadas ao sistema de captores lineares (SPDA) das áreas comuns,
sob responsabilidade dos Locatários.
iii. A NBR 5410/14039 deve ser observada na execução do projeto sendo cumprida
na íntegra.
iv. Condutores até # 6 mm2 receberão solda 50/50 para emendas e terminação. Para
bitolas superiores, serão usados conectores de pressão.
v. A Ficha Técnica da loja indica a carga elétrica prevista, não sendo permitido
qualquer aumento de carga em relação ao previsto.
vi. Todos os circuitos de distribuição devem ser identificados no quadro elétrico
através de plaqueta contendo o nome dos locais atendidos.

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vii. Todos os circuitos devem ser devidamente anilhados, bem como as fases, neutro
e terra.
viii. Para a porta de enrolar automática, o circuito deverá estar antes do DR geral da
loja, protegido por disjuntor identificado.

6.5 Instalação de água, esgoto e gás:

Deverá constar do projeto:


 Planta baixa cotada com a distribuição dos sistemas de água e esgoto
separadamente;
 Isométrico esquemático cotado dos sistemas de água e esgoto separadamente;
 Especificação de materiais e legenda (em memorial ou planta);
 Especificação da área impermeabilizada e detalhes de impermeabilização,
conforme NBR 9574/2008;
 Indicação/especificação das caixas de gordura (1 em cada lavatório);
 Caixa de gordura em inox com separador (cesto) no final da linha, antes da
interligação com a rede do shopping
 ART (Anotação de Responsabilidade Técnica – CREA) de projeto;
É imprescindível que a ART esteja com todos os campos preenchidos. No campo de
“descrição” ou “atividade técnica” deverá ser citado: “PROJETO HIDRÁULICO”. O campo
“atividade” e “complemento” deverão estar preenchidos com a numeração correta.

OBSERVAÇÃO: Todas as lojas que executarem banheiros em seu interior deverão instalar vasos
sanitários com caixa de descarga acoplada. Não é permitido o uso de vasos com válvula de
descarga.

6.5.1 Água potável:


A instalação deverá ser executada em Tubos e conexões de cobre para solda por capilaridade de
classe A ou PVC. Para água fria, será admitida também tubulação de PVC marrom soldável. O

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lojista deverá instalar um hidrômetro conforme especificação contida no ANEXO 02, em local de
fácil acesso.

6.5.2 Isolamento térmico:


A tubulação de água quente, quando aparente, deverá receber calha de silicato de cálcio ou fibra
de vidro. Quando embutida em pisos ou alvenarias, receberá revestimento com massa Temporal
M-10.

6.5.3 Aquecedores de água:


Os aquecedores de água tipo boiler deverão ser elétricos, dotados de válvula de segurança de
pressão e dupla proteção através de dois termostatos de controle. Deverá ser previsto espaço
dentro da área da loja para acomodação do equipamento.

6.5.4 Esgotos primários, secundários e ventilação:


Será admitido o uso de tubos e conexões de PVC série R da "Tigre" ou similar, para diâmetros a
partir de 75mm.
Ralos sifonados, também em PVC, com fecho hídrico mínimo de 50 mm, provido de caixilho e
grelha metálica. Prever visitas à rede para eventuais desobstruções; prever instalação de tubo de
ventilação.
A rede interna de esgoto das lojas de alimentação deverá possuir, obrigatoriamente, uma caixa
terminal no limite interno da loja, para interligar à rede do Shopping. Esta caixa deverá ser em
inox e conter grelha para retenção de sólidos.
Lojas com atividade de salão de beleza e pet shop deverão ser dotadas de filtro de cabelo no
sistema de esgoto.
As tubulações hidráulicas e sanitárias, quando aparentes, deverão ser pintadas com esmalte
sintético nas cores verde claro e marrom, respectivamente.
Todas as lojas receberão um ponto de dreno para ar condicionado, que NÃO poderá ser utilizado
para outras finalidades. Caso esta tubulação não esteja disponível na loja, caberá ao lojista
instalá-la até a área externa, conforme orientação da área técnica do Shopping.
A laje de piso não poderá ser recortada para passagem de tubulações ou instalações de caixas
de passagem ou de gordura, que deverão ser embutidas no enchimento do piso.

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6.5.4.1 Gordura:
É obrigatório o uso de caixa de gordura (uma para cada lavatório) no interior da loja, em PVC
reforçado, provida de tela metálica, de fabricação TIGRE (ou similar, de igual qualidade) ou em
aço inoxidável. No final da rede de esgoto da loja, é obrigatório o uso de uma caixa de gordura
em aço inox com separador de gordura.

OBSERVAÇÃO: deverá ser instalado um sistema de aquecimento de água e ponto de dreno nas
lojas de alimentação providas de sistema de exaustão de gordura, com precipitados
eletrostáticos do lado de lavagem automática, a fim de atender essa lavagem.

6.5.5 Gás:
O tipo de gás utilizado e fornecedor encontram-se especificados no ANEXO 02 deste Caderno.
As instalações deverão obedecer rigorosamente às normas técnicas para instalação de gás – NBR
13.523/2006 NBR 15.526/2007, NBR 14.024/2006 da ABNT e especificações técnicas
complementares dos fornecedores.
O consumo de gás de cada loja será medido através de leitura em medidor individual, instalado
pelo fornecedor determinado pelo Shopping, no limite de cada loja. A fatura será emitida pelo
fornecedor ao Lojista. A aquisição do medidor de gás é de responsabilidade do Locatário.
Não será permitida a instalação de recipientes com gases ou quaisquer outros líquidos
inflamáveis no interior da loja.
Correrá por conta do Lojista a aquisição dos reguladores de pressão, registros e demais conexões
e acessórios, que deverão ser instalados apropriadamente.
Todas as tubulações no interior das lojas, a partir do ponto do medidor individual, deverão ser
em aço carbono SCH 40, conexões classe 300 PSI, ou cobre classe A, com montagem aparente,
fixadas por suportes distanciados, no máximo a 2.00 m (dois metros), tratadas e pintadas na cor
amarelo ouro. Na entrada de gás de cada loja, deverá ser instalada válvula solenoide controlada
automaticamente pelo sistema de detecção de gás do Shopping. Dentro da loja, deverá ser
instalado pelo menos 1 sensor de gás, compatível ao sistema de detecção de gás do Shopping.
Em função das atualizações dos produtos, o modelo a ser utilizado deverá ser informado pela
Administração mediante solicitação do Locatário.
A interligação do sistema com qualquer aparelho no interior da loja só poderá ser feita com tubo
sanfonado flexível, sem costura e protegido com malha trançada externa, provido, nas

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extremidades de conectores rosqueados. É obrigatório que os tubos, registros e reguladores de
pressão sejam aprovados pelo INMETRO e que tenham gravada a marca NBR. Em nenhuma
hipótese será aceita a utilização de mangueiras plástica, borracha ou qualquer outro tubo
diferente do especificado.
É proibida a passagem de ramais encostados em caixas elétricas de qualquer natureza, bem
como emendas próximas a estas. Também, é proibida a passagem por ambientes confinados
(almoxarifado, escritórios, vestiários, etc.) ou entre forros.
Quando for indispensável a passagem do ramal interno de gás na loja por estruturas, lajes,
paredes ou outras situações semelhantes, a equipe técnica do Shopping deverá ser consultada.
Em caso de consentimento, a tubulação será embutida em bainha com tubo de diâmetro interno
maior que o diâmetro externo do ramal.
Dentro das lojas, as ramificações não poderão ter diâmetro nominal inferior a 1/2” (meia
polegada) – 12.7 mm.
Não será permitido o uso, no interior da loja ou ambiente fechado, de regulador de pressão
provido de válvula de alívio, que elimina gás para o ambiente através de orifício para ventilação.
As lojas deverão manter na área de cozinha um extintor tipo CO2 de 6 Kg, sem contrariar o que
estabelece o módulo técnico de detecção e combate a incêndio.
As instalações de gás no interior da loja só poderão ser executadas por empresa especializada,
com comprovada capacidade técnica, devendo ser necessária à apresentação da ART de
execução e laudo de estanqueidade do sistema.
Sempre que as instalações apresentarem vazamento, a sua utilização será imediatamente
sustada até que se procedam aos reparos necessários.
Em hipótese alguma, em qualquer LUC, será permitido o uso de botijões de gás, lenha, carvão ou
outro combustível, que não o gás fornecido nas condições aqui estabelecidas (salvo casos
específicos que tenham autorização expressa da área técnica do Shopping).
Caso sejam necessários acréscimos de carga, além do fornecido pelo Shopping, todas as
despesas geradas, serão de responsabilidade do Locatário. Deverão ser feitos pedidos formais à
Administração, e estes serão analisados antes de sua liberação.
É imprescindível a entrega do laudo estanqueidade de gás e de uma ART que esteja com
todos os campos preenchidos. No campo de “descrição” ou “atividade técnica” deverá ser
citado: “PROJETO DE FORNECIMENTO DE GÁS”. O campo “atividade” e “complemento” deverão
estar preenchidos com a numeração correta.

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6.5.5.1 Especificações básicas:
 Tubos: Tubulação em aço carbono preto, tipo SCHEDULE 40, sem costura, com conexões
rosqueadas, compatíveis com o nível de pressão indicado pela companhia fornecedora,
conforme norma NBR 5.590/1995 da ABNT;
 Válvulas esfera: deverão ser construídas em bronze forjado ou em aço inoxidável, de
fabricação NIAGARA, DECA ou de qualidade equivalente, aprovado pela concessionária
local.
A área técnica do Shopping deverá informar a especificação da válvula solenoide e sensor, para
que sejam compatíveis o sistema do Shopping (vide ANEXO 02).
 As conexões serão em aço maleável preto de alta pressão, classe 300, para tubos de
diâmetro menor ou igual a 2 (duas) polegadas, aço preto com rosca NPT, fabricação TUPY
ou de equivalente qualidade;
 A vedação das roscas, deverá ser efetuada preferencialmente com litargírio, com
glicerina ou se, expressamente autorizados pela área técnica do Shopping, com veda
juntas a base de ARALDITE, tipo 1114, semi secativo Locktite ou pasta liquida tipo teflon
TapMatic.

6.6 Ar condicionado:

Todos os projetos do sistema de ar condicionado deverão seguir as especificações da NBR 16.401


parte 1, 2 e 3 e normas da ASHRAE, ajustadas a fins locais.
Deverá constar do projeto:
 Posicionamento adequado para os fan coils, com perímetro mínimo de 70 cm para acesso
de manutenção de forma que também facilite uma eventual remoção. O mesmo deverá
ficar dentro de um compartimento exclusivo;
 Cortes (no mínimo dois, um longitudinal e um transversal) mostrando altura de dutos,
desvios, detalhes típicos e necessários para a boa execução do sistema;

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 Encaminhamento e dimensionamento da rede de dutos, especificação dos insufladores,
detalhe e especificação do isolamento térmico;
 Rede hidráulica de água gelada, com especificações e detalhes de isolamento térmico,
barreira de vapor, proteção mecânica e fixação. No caso de lojas com mais de uma
numeração, devem ser utilizadas todas as tubulações entregues pelo Shopping na loja;
 Localização dos painéis de força, tensão 220/380V trifásico, 60Hz, para alimentação dos
equipamentos, com quadro dotado de botoeira liga/desliga e com lâmpada sinalizadora;
 Interligação do dreno de água de condensação com o ponto de drenagem do Shopping.
Deverá ser confirmado no local o posicionamento dessa tubulação;
 Detalhe de ligações dos dutos nos pontos de tomada de ar exterior. O posicionamento
dos dutos será mostrado na planta técnica do espaço de locação;
 Posicionamento do retorno de ar para o condicionador;
 Posicionamento dos sensores de temperatura (instalado no retorno);
 Esquema de controle de temperatura da loja;
 Posicionamento do comando externo para sinalização e desligamento do fan coil;
 Posicionamento dos elementos do fechamento hidráulico;
 Todo o descritivo do balanceamento do sistema de ar condicionado deverá constar em
projeto, sendo o mesmo de responsabilidade do lojista;
 Todas as conversões, constantes e observações relevantes, devem constar no projeto e
memorial descritivo;
 Recomenda-se a compra do equipamento somente após a aprovação do projeto;
 ART (Anotação de Responsabilidade Técnica - CREA).
É imprescindível que a ART esteja com todos os campos preenchidos. No campo de
“descrição” ou “atividade técnica” deverá ser citado: “PROJETO DE AR CONDICIONADO”. Os
campos “atividade” e “complemento” deverão estar preenchidos com a numeração correta.

OBSERVAÇÕES:
Os aparelhos de fancoil com 5 anos ou mais, deverão ser trocados.

6.6.1 Condicionadores de ar:

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Deverão ser de fabricação CARRIER, TRANE, JOHNSON, ou similar de igual qualidade. O sistema
aceito pelo Shopping será informado na ficha técnica do espaço de locação (exemplo: Self
Container, Split, Roof Top, etc), para retirar carga sensível e latente indicada na planta específica.

6.6.2 Quadro elétrico para condicionador:


Deverá ser completo, incluindo no mínimo os seguintes componentes:
 Chave seccionadora;
 Contactor magnético de partida;
 Relé bimetálico contra sobrecarga no motor elétrico;
 Fusíveis de proteção da rede trifásica de alimentação;
 Fusíveis de proteção de comando;
 Lâmpadas indicadoras de funcionamento;
 Botoeiras liga/desliga na porta do quadro (lado externo);
 Contato auxiliar seco, normalmente aberto, para envio de sinal de intertravamento com
o sistema de controle de temperatura.

6.6.3 Bandeja coletora de condensado:


Deverá ser confeccionada em chapa de aço galvanizado #18, tratada contra corrosão, localizada
abaixo do condicionador (em toda sua extensão e sob o fechamento hidráulico), e tubo de
drenagem com sifão (para o condicionador e a bandeja), indo até o ponto de dreno informado
na ficha técnica do espaço de locação, para a loja (diâmetro mínimo de 3/4 “).

6.6.4 Fechamento hidráulico:


 Um registro de gaveta de haste ascendente ou esfera na tubulação de retorno, e um na
tubulação de alimentação para bloqueio e manutenção do condicionador;
 Uma válvula de 2 vias elétrica proporcional, normalmente fechada, localizada na
tubulação de alimentação para controle do fabricante BELIMO modelo ARB24-SR ou
similar, com função de regulagem manual;
 Um filtro Y localizado antes da válvula de 2 vias, com elemento filtrante substituível, em
aço inox, com orifícios de 1/32” (300 orifícios por polegada quadrada), rosqueado (até 2”)
ou flangeado (acima de 2”);

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 Um registro de esfera ou gaveta, com diâmetro igual a 1/2”, localizado no ponto inferior
da tubulação para drenagem do condicionador;
 Pontos de inserção de termômetro e manômetro, na tubulação de alimentação e
retorno;
 Ligação final da tubulação de alimentação e retorno ao condicionador realizada através
de uniões para diâmetros até 2” (inclusive) e flanges para diâmetros igual ou maiores que
2 1/2”. Todos esses acessórios devem ser instalados junto ao condicionador, sobre a
bandeja de coleta de condensado.

6.6.5 Hidráulica:
 Tubulação SCH 40, sem costura;
 Registros e conexões especificados para trabalhos sob pressão de 150 PSI. Para diâmetros
até 2" (inclusive) deverão ser galvanizados e com conexões rosqueadas. Acima de 2"
deverão ser em tubos de aço preto com conexões soldadas. Para suportação da
tubulação, ver detalhe em ANEXO 04.

6.6.6 Isolamento da tubulação de água gelada:


 Como proteção mecânica, deverá ser usado alumínio corrugado de 0,15 mm de
espessura. Outra opção é a espuma elastomérica sintética, de cor preta, com estrutura
celular fechada e com elevado fator de resistência à difusão de vapor d´água (m=7000),
condutibilidade térmica a 0°C de 0,035W / (m°k) e comportamento ao fogo M1 de
fabricação Armstrong, tipo “Class 1” da linha AF/Armaflex, com espessura nominal de ¾
de polegada (referência “ M “ Class 1 Armaflex).

6.6.7 Dutos de distribuição de ar:


Em chapa de aço galvanizada, isolados termicamente com lã de vidro de 25mm de espessura e
com proteção externa de filme de alumínio, fornecido já aderido à manta de lã de vidro (não
deverá ser empregado isopor). A suportação dos dutos deverá ser feita com barra chata tratada
contra corrosão.
Para garantir a estanqueidade, os dutos deverão ser executados com equipamentos do tipo
“Lockformer” e as uniões deverão ser feitas com juntas tipo POWERMATIC OU DUTOS TDC 35
mm.

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6.6.8 Elementos de difusão:
Difusores ou grelhas deverão ser fabricados em alumínio anodizado, providos de registros para
balanceamento.

6.6.9 Sensores de temperatura:


Deverão estar localizados em área de público, a 1.80m do piso, de fabricação HONEYWELL,
STAEFA, SATCHWELL, JOHNSON-CONTROLS ou similar, de igual qualidade.

6.6.10 Válvulas de duas vias:


Deverão possuir intertravamento com o condicionador de ar, ou seja, ao desligar o
condicionador, a mesma deverá fechar. Deverá ser localizada na tubulação de alimentação.

6.6.11 Portaria 3.523/98 do Ministério da Saúde:


 Deverá ser apresentado plano de manutenção, operação e controle para instalações
(PMOC) acima de 5TRs instalados;
 Deverá ser indicada no projeto a casa de máquinas para o equipamento. Esta deverá ser
de uso exclusivo para o condicionador. Neste caso, o retorno deverá ser planejado de
forma a não passar por áreas como depósito, estoque, outras casas de máquinas, etc.
Poderá, em alternativa, ser utilizada caixa de mistura com retorno dutado, desde o
ambiente condicionado até ela;
 É proibido o uso da fita walsiva para suporte das instalações.

6.7 Combate à incêndio:

Os projetos devem ser entregues de forma individual: um projeto para detecção, outro da rede
de sprinkler, hidrantes e CO2 fixo / saponificante para exaustão da cozinha, quando for o caso.
Esses projetos deverão estar em escala compatível com o desenho; as medidas serão conferidas
na análise.

 O projeto de prevenção e combate a incêndio e sua execução, no interior de cada loja, é


de responsabilidade do Lojista e deverá ser executado por empresa credenciada no

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Corpo de Bombeiros local, de acordo com as normas da ABNT / NBR 10.897/07 e/ou
NFPA 13 e ABNT / NBR 17.240/10, sendo submetido à aprovação do Shopping antes da
sua execução;
 Para o Sistema de CO2 fixo / saponificante de proteção de coifas, deverá ser elaborado o
projeto obedecendo a ABNT / NBR 14.518/00 – Sistemas de Ventilação para Cozinhas
Profissionais de 30/06/2000 e NFPA 12;
 A aprovação do projeto no Corpo de Bombeiros é de responsabilidade do Lojista, no
entanto, antes de qualquer consulta oficial ou protocolo, deverá ser solicitado
oficialmente a anuência ao Shopping, e após aprovação do órgão, deverá ser
encaminhado à Administração do Shopping uma cópia autenticada do projeto aprovado e
respectiva ART e a licença emitida.
 Qualquer modificação do projeto de combate à incêndio deve ser previamente aprovada
pela área técnica do Shopping e Corpo de Bombeiros, quando houver exigência
Municipal.

OBSERVAÇÕES:
i. Os projetos e as instalações devem atender as seguintes normas: NBR 10.897/07
(sprinkler), NBR 17.240/10 (detecção e alarme de incêndio), Corpo de Bombeiros Militar
Estadual, NFPA 13 (Standard The Installation of Sprinkler System), NFPA 12 (Sistemas de
extinção de incêndio à base de CO2 fixo / saponificante, NBR 14.518 (Sistemas de
ventilação para cozinhas profissionais);
ii. Assim como no projeto, será exigida a ART do profissional responsável pela execução da
obra conforme critérios estabelecidos pelo CREA.

6.7.1 Sprinklers:
Deverá constar do projeto:
 Planta baixa da loja e do jirau com a rede de sprinklers devidamente dimensionada,
posicionamento dos bicos de sprinklers e posicionamento dos extintores e hidrantes
(quando necessário);
 Pontos devidamente cotados;
 Cortes devidamente cotados;
 Perspectiva isométrica esquemática;

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 Especificação de materiais e legenda com quantificação dos bicos de sprinklers, detecção
e alarme, hidrantes e extintores portáteis (em memorial ou planta);
 Memória de cálculo, quando necessário;
 Detalhamento de suportes de fixações das tubulações, defletores e outros;
 Especificações do hidrante, quando houver, com dimensionamento, quantificação e
especificação da caixa, mangueiras, registros e esguichos do tipo regulável;
 Instalação de dreno ø 1” com válvula do tipo esfera rosca, para teste da rede, estando
este no primeiro pavimento e instalar um tampão após a válvula, para evitar qualquer
acidente;
 ART do profissional responsável pelo projeto deverá ser anexada ao mesmo, conforme
critérios estabelecidos pelo CREA.

OBSERVAÇÕES: O tipo de proteção que deverá ser obedecido pelas lojas existentes no Shopping
está baseado nas seguintes normas:
i. Corpo de Bombeiros do Estado;
ii. Norma NBR 10.897/2007 da ABNT e ou NFPA - 13 e classificam-se as instalações do
Shopping, na área de lojas, de acordo com o risco comum (ordinário) - grupo II;
iii. NBR 14.518 / 2000 – Sistemas de Ventilação para Cozinhas Profissionais e NFPA - 12 -
Sistemas de extinção de incêndio de dióxido de carbono (CO2/ saponificante);
iv. Norma NBR 17.240 /2010 da ABNT para o sistema de detecção e alarme.

6.7.2 Instalações de sprinklers:


 Alimentação da rede de sprinklers da Loja: o ponto de entrega está especificado na
Planta Técnica, anexa ao Contrato de Locação;
 É permitida a existência de apenas 01 (uma) entrada com válvula de esfera por loja,
mesmo que a unidade comercial seja resultante da união de 02 (duas) ou mais lojas.
Quando isto ocorrer, apenas uma das tubulações será aproveitada conforme projeto. O
tamponamento das demais tubulações deverá ser feito na parte externa da loja, ou seja,
na área do mall;
 Quando, por exigência do projeto da loja, houver a necessidade de aumentar o diâmetro
da tubulação de alimentação, o Shopping providenciará o serviço, que será cobrado
posteriormente do lojista;

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 O Shopping garantirá a pressão e a vazão necessárias para o funcionamento de todo o
sistema de sprinkler da loja;
 A rede de sprinkler e acessórios passíveis de serem submetidos à pressão de trabalho do
sistema, antes de se interligar ao ponto do Shopping, devem ser testadas
hidrostaticamente à pressão de 200 libras/pol² - psi, e devem manter essa pressão por 02
(duas) horas, sem perdas, conforme norma NBR 10.897/07.
 A loja (inclusive o jirau) deverá estar totalmente coberta pela rede de sprinkler e
detecção, devendo haver pontos para cada compartimento fechado, independente da
área, tais como: provadores, vitrines, depósitos, depósito sob a escada, casa de máquinas
quando a fachada for recuada, no hall de entrada da loja;
 Quando a distância do forro à laje for superior a 80 cm, deverão ser instalados bicos de
sprinkler nesta área de entre forros;
 A área máxima de cobertura para cada ponto de sprinkler é de 12 m²;
 O espaçamento máximo permitido para o risco ordinário é de 4 m x 3 m entre bicos e 2 m
entre bicos e paredes, desde que respeitada a área de atuação de cada um;
 Deverá ser observada a distância máxima entre os chuveiros automáticos (sprinkler) para
a classe de risco do Shopping (Ordinário Grupo 2 – NBR 10.897/07):
a. máxima entre dois pontos: 4,0 m;
b. mínima entre dois pontos: 1,80 m;
c. máxima da parede: 2,00 m (desde que seja respeitada a área máxima de 12 m²);
d. mínima da parede: 0,50 m;
e. máxima do ponto à laje do teto: 0,30 m;
 A distância entre qualquer elemento (estantes, mobiliário, etc) e o bico de sprinkler deve
ser de 1m;
 Deverá ser instalado um bico de sprinkler sob o fan coil (embaixo), quando o mesmo for
instalado de forma suspensa;
 Deverá ser previsto um ponto de sprinkler sobre o "fan coil";
 Instalação de dreno ø 1“ com válvula do tipo esfera rosca, para teste da rede, estando no
nível mais baixo da rede e instalação de tampão após a válvula para evitar qualquer
acidente;
 A tubulação do dreno deverá ser acessível (altura máxima do conjunto dreno, válvula e
manômetro deve ser no máximo de 1,6m). Deve estar pintada na cor vermelha, possuir

51
válvula para drenagem, manômetro para verificação de pressão da rede e tampão após a
válvula para evitar vazamentos. A rede deve estar pressurizada.
 A interligação da água da rede de sprinkler ou hidrante da loja ao sistema do Shopping
deverá ser programada com a Administração;
 A abertura da válvula esfera que alimenta a rede de sprinkler ou hidrante da loja, deverá
ser programada com a Administração do Shopping, após a vistoria da rede de incêndio da
mesma;
 A execução do projeto só poderá ser feita por empresas credenciadas no Corpo de
Bombeiros do Estado, por isso é necessário que seja apresentado o credenciamento da
empresa junto ao órgão e a ART de execução de serviços;
 A execução dos serviços será fiscalizada pelo Shopping e/ ou por empresa credenciada
pelo mesmo. A loja (obra) só será liberada caso não haja nenhuma pendência.

6.7.2.1 Especificações para o sistema de sprinklers:


 Tubulações: deverão ser em aço carbono DIN 2440 (NBR 5580 M), preto ou galvanizado e
rosqueadas para diâmetro até Ø 2“ e soldados para diâmetros superiores.
Não será admitido diâmetro inferior à Ø1”;
 Conexões: as conexões deverão atender a norma NBR 6943, e ser em ferro maleável,
classe 10, rosca BSP para diâmetro até Ø 2“.
As roscas deverão ser do tipo BSP (25 kg/cm²), fabricação Tupy ou similar, e em aço
carbono para solda nos diâmetros superiores a Ø 2“.
Não será admitida luva para emenda das tubulações;
 Pintura: toda a rede deverá ser pintada com fundo anticorrosivo (primer) e em 2 demãos
de tinta esmalte na cor vermelha, conforme norma;
 Fixação: a rede deverá ser fixada com braçadeiras do tipo econômico, com vergalhão
rosqueado de 3/8” galvanizadas e chumbador CB 3/8” (jaqueta e cone), não sendo
aceitos suporte flexíveis (Exemplo: Fita Walsiva).
Os suportes deverão ser instalados entre cada conexão da rede com espaçamento de no
máximo de: 0,90 m para tubo de 1” nas extremidades dos ramais, 1,20 m para tubo de
11/4” nas extremidades dos ramais, 3,60 m para tubo de 11/2” a 2” e diâmetro superior
a 2” o espaçamento da fixação deverá ser de no máximo 4,60 m entre fixações;

52
 Vedação: deverá ser feita através de pasta dox / cânhamo e para os bicos de sprinklers, e
fita teflon Ø ¾”, sendo proibido o uso de zarcão e fio sisal;
 Bicos de sprinklers: deverão ser utilizados sprinklers com diâmetro de ½”, do tipo
“pendente” ou “up right” nas áreas sem forro, e com canopla nas áreas com forro. Os
modelos deverão ser aprovados pela ABNT e obedecer às seguintes temperaturas de
acionamento:
a. De 68ºC para a área de loja jiraus e vitrines (ver observações);
b. De 79ºC para a área de cozinha e 93ºc quando o mesmo esteja próximo a fornos ou outro
equipamento possa gerar calor excessivo.

OBSERVAÇÃO:
i. Deverá ser analisado o tipo de iluminação a ser utilizada “in loco”, especificamente na
vitrine, em função do aumento da temperatura produzida por luminárias de alta
intensidade, podendo os bicos de sprinklers nesta área serem substituídos por faixa de
temperatura superior (79ºc ou 93ºc).
ii. Os bicos de sprinklers deverão ter aprovação da ABNT e IMETRO.
iii. O teste de estanqueidade deverá ser acompanhado pela Brigada do shopping. Deverá
ficar em teste por 24h. Ver anexo 16.

6.7.3 Sistema de hidrantes:


Algumas lojas, por suas dimensões, localização e layout, poderão vir a necessitar de um ou mais
hidrantes em seu interior, onde a rede interna deverá ser executada pelo Lojista.
Esta necessidade será verificada quando da apresentação do layout da loja ao Shopping.
Em nenhuma hipótese esse hidrante poderá ser obstruído ou reposicionado sem prévia
autorização do Shopping.
Quando da existência de um hidrante localizado na fachada da loja (mall), este não poderá ser
remanejado, em hipótese alguma, sem prévia análise e aprovação do Shopping, pois o mesmo
está aprovado no Corpo de Bombeiros.
 O hidrante a ser instalado no interior da loja deverá ser duplo. Para tanto, nestas lojas,
está previsto um ponto de interligação, conforme Planta Técnica anexa ao Contrato de
Locação. A rede de hidrante interna projetada pela loja deverá ser conectada à rede
existente (hidrante) no mall do Shopping para seu abastecimento;

53
 O projeto de combate à incêndio por hidrantes da loja deverá ser elaborado de acordo
com a norma do Corpo de Bombeiros Estadual, enquadrando-se no “risco classe B” como
um todo;
 A caixa de incêndio para hidrante deverá ter as medidas mínimas de 0,60 x 0,90 x 0,30 m,
ser sinalizada e ter fácil acesso.
A porta deverá ser em vidro transparente, podendo ter moldura metálica de no máximo
7 cm de largura; sobre o vidro, deverá ser fixado um decalque com a inscrição
“INCÊNDIO”;
 No interior de cada hidrante deverá conter:
i. 02 - Registro do tipo globo angular 45º - ¢2 ½ “.
ii. 02 - Adaptador diâmetro ¢2 ½ “RSF x engate rápido STORZ diâmetro ¢ 1 ½”.
iii. 04 - Lances de mangueiras (tipo 2) de fibra sintética, com revestimento interno de
borracha, diâmetro de ¢ 1 ½ “, comprimento de 15m, com união de engate rápido STORZ
com diâmetro de ¢1 ½”.
iv. 02 - Esguicho do tipo jato regulável com diâmetro de ¢ 1 ½ “.
v. 01 - Chave de mangueira.

6.7.3.1 Especificações para instalações de hidrantes:


 Tubulações: deverão ser em aço carbono DIN 2440 (NBR 5580 M), preto ou galvanizado
para solda;
 Conexões: em aço carbono para solda.

6.7.4 Extintores portáteis:

Todas as lojas do Shopping deverão possuir, no mínimo, 03 (três) extintores portáteis para cada
200 m² de piso, sendo 01 (um) ABC, 01 (um) de água pressurizada (AP 10L), um de gás carbônico
(CO2 6kg), localizado preferencialmente junto ao quadro elétrico.

As lojas de alimentação que possuem fogão, chapas ou fritadeiras, deverão ter ainda um extintor
de pó-químico de 4 Kg dentro de sua cozinha.
Os extintores deverão ter a marca de conformidade ABNT/INMETRO e constar nos projetos,
sendo localizados em local de fácil acesso e devidamente sinalizados, conforme a norma da
ABNT/ NBR 13.434 e Corpo de Bombeiros Militar Estadual.

54
Os extintores deverão ser enquadrados de acordo com o risco médio, sendo que a distância
máxima para o alcance do operador não pode exceder 15 metros.
Ainda, os extintores deverão ficar sobre tripés ou fixados nas paredes em altura máxima de 1,60
m, estar sinalizados e possuir:

 Lacre intacto;
 Etiqueta de identificação padrão ABNT;
 Selo do INMETRO;
 Etiqueta de controle de carga (etiqueta de papel fixada em cada unidade
extintora contendo a data da última recarga, com a validade de um ano);
 Data do último reteste do cilindro cravada neste em baixo relevo. O reteste do
cilindro tem validade de 05 (cinco) anos;
 Ficha NR- 23, exigida pelo Ministério do Trabalho que contém o histórico de
cada extintor e deverá ser mantida guardada na loja.

6.7.5 Sistema de detecção e alarme:

 Alimentação de detecção: na fachada de cada loja, há uma caixa de passagem com um


módulo codificador de endereços, com as respectivas conexões para interligação do
sistema de detecção e alarme da loja com o Shopping;

 Caso a loja esteja desprovida do módulo acima citado, será de responsabilidade do Lojista
que seja providenciado um novo módulo, para atender ao sistema de detecção de forma
eficiente;

 Todo o sistema de detecção deverá atender a norma NBR 17.240/10;

 O sistema de detecção no interior da loja será do tipo convencional;

 A fiação que sai da caixa de passagem até o forro, onde será instalado o detector, deverá
ser protegida com conduíte flexível metálico, tipo SEALTUBE, ou similar;

 O raio livre de atuação, sem obstruções, dos detectores de fumaça é de 6,30 m e dos
termovelocimétricos de 4,20 m;

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 No ultimo detector da loja, será instalado um resistor de final de linha com valores
especificados no ANEXO 02;

 A instalação e a aquisição dos equipamentos (detectores) da rede de detecção no interior


da loja são de responsabilidade do Lojista;

 A loja só poderá entrar em funcionamento após a vistoria e teste do sistema de detecção


e alarme instalado no interior da loja pela fiscalização e Administração do Shopping.

Deverá constar no projeto:

 Planta baixa da loja e do jirau com a rede de detecção devidamente dimensionada,


posicionamento dos detectores, fiação do sistema de detecção;

 Especificação dos materiais e legenda com quantificação dos detectores (na própria
planta);

 Detalhamento de suportes de fixações dos eletrodutos e outros;

 Os fios das interligações dos detectores não podem ter emendas.

6.7.5.1 Especificações do sistema e detecção:

 Detector óptico de fumaça convencional, modelo conforme especificação do ANEXO 02;

 Detectores termovelocimétrico convencional, modelo e fabricante especificado no


ANEXO 02 (somente para cozinhas onde houver cocção e casa de máquinas);

 Eletrodutos em PVC rígido, na cor vermelha, com diâmetro 3/4", fabricação Wetzel ou
similar, em eletroduto zincado ou galvanizado, de acordo com a NBR 5.624, com o
diâmetro de 3/4" e com pintura externa na cor vermelha;

 Caixas de passagem estampadas em chapas de aço e esmaltadas, ou do tipo condulete de


alumínio ou PVC na cor vermelha, fabricação Wetzel ou similar;

 Cabo blindado com 2 condutores rígidos, classe 70º, antichama, com isolamento de
750V;

 A tubulação deverá ser fixada com braçadeiras do tipo “D”, ou copo.

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6.7.6 Sistema fixo de CO2/ saponificante:

Cada sistema de exaustão de coifas (com gordura) deverá ser provido de um sistema fixo e
automático de extinção de incêndio à base CO2 / saponificantes, e provido também de meios
para operação manual, conforme a norma NFPA 12 e norma do Corpo de Bombeiros Estadual
(consultar ANEXO 05).

6.7.7 Exaustão mecânica:

Os sistemas de exaustão devem ser classificados quanto ao equipamento de cocção utilizado,


onde podem ser classificados como leve, moderados, severos e combustível sólido. De acordo
com essa classificação deve ser instado o sistema de exaustão apropriado.

As informações para projeto e execução constam no ANEXO 05.

6.8 Informações complementares sobre projetos:

 A numeração da loja (LUC), o nome fantasia e o nome do projetista com telefone e e-mail
para contato deverão constar em todas as plantas.
 O Lojista deverá aprovar na prefeitura o projeto de letreiro (publicidade), quando
aplicável à legislação Municipal.
 Deverá ser apresentada a ART dos autores dos projetos.
 Todas as aprovações que sejam de projetos ou de execução nos órgãos públicos e
concessionárias ficam a cargo do Lojista, devendo ser apresentadas à Administração do
Shopping cópias dessas aprovações (quando aplicável). Quando houver a necessidade
dessa aprovação junto ao órgão ou concessionária, a mesma não poderá ser executada
sem autorização oficial da administração do shopping. Não está autorizado nenhum tipo
de consulta oficial ou protocolo de processo, mesmo que apenas da área da loja.

57
 Antes do início de qualquer etapa de construção, os projetos relativos a esta devem ser
aprovados junto a administração do shopping, sob pena de ser solicitada a demolição/
desmontagem dos itens fora da norma pré-estabelecida.
 Prazo para análise de projetos: 5 dias úteis. Os projetos complementares (estrutura
metálica, elétrica e telefonia, água, gás e esgoto, ar condicionado e instalações de
combate ä incêndio) serão analisados por consultoria externa, sendo este custo
repassado ao Lojista.

7 EXECUÇÃO DE OBRAS

As instruções deste Caderno foram elaboradas com o objetivo de orientar, padronizar e


esclarecer o relacionamento entre os lojistas, seus prepostos (responsáveis técnicos,
empreiteiros e demais subcontratados) com o Shopping.
O não cumprimento das normas aqui estabelecidas poderá resultar no embargo da obra, e as
consequências deste serão de responsabilidade do Lojista.

7.1 Instruções gerais para execução de obras:

Para início das obras nas lojas, o Lojista deverá:


 Vistoriar e receber formalmente a sua loja (ver ANEXO 07, autorização para início de
obras);
 As lojas deverão ser fechadas com tapume e com tranca; o cadeado é de
responsabilidade do lojista.
 Providenciar todas as taxas devidas ao governo ou órgãos de fiscalização, taxas sobre
serviços e quaisquer outros custos, incluindo o licenciamento para o seu próprio trabalho
e pessoal sob sua supervisão;
 Estar com todos os projetos aprovados junto à área técnica do Shopping e estar em dia
com as suas obrigações contratuais;
 Apresentar toda a documentação complementar para a obra, a saber:
a) Apresentar a RRT ou ART do responsável técnico pela execução obra, com boleto
e comprovante de pagamento, devidamente assinada pelas partes;
b) Apresentar apólice de seguros contra “Riscos de Engenharia” (vide ANEXO 14).

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 Relação dos subcontratados para a obra, nas quais estejam incluídos:
a) Trabalho a ser realizado pelo subcontratado e prazo previsto;
b) Relação de funcionários com número de documento que possua foto (RG, carteira
de habilitação ou CLT);
 Nenhum funcionário poderá trabalhar na obra sem que estejam cumpridas todas as
normas previstas na legislação trabalhista. Em caso de descumprimento, o Lojista será o
único e exclusivo responsável perante o Shopping e órgãos responsáveis. Desta forma,
indicamos que o RT tenha cópia de todos os registros funcionais das empreiteiras e
subcontratados, em caso de fiscalização ou auditoria;
 É obrigatório o uso de EPI, de acordo com a função a ser exercida, sendo de total
responsabilidade da empresa contratada para execução dos serviços. Na ausência dos
equipamentos básicos (sapato e capacete) e dos equipamentos específicos, a
permanência dos funcionários na obra será proibida, podendo ainda a obra ser
embargada pela área técnica do Shopping ou Brigada de Incêndio.
 Todos os operários que trabalharem nas obras deverão estar devidamente
uniformizados, portando crachá fornecido pelo Lojista (modelo no ANEXO 09), contendo
as seguintes informações:
a) Empresa de origem;
b) Nome e número da loja em obras;
c) Nome completo e documento de identidade;
d) Função
Este crachá deverá ser apresentado na portaria para a liberação da entrada dos funcionários.
Somente serão liberados para acesso à obra aqueles funcionários que estiverem em dia com as
exigências supra.
O instalador deverá estar munido das documentações de todos os colaboradores, em caso de
fiscalização do Ministério do Trabalho.

7.1.1 Responsabilidades:
O único responsável perante o Shopping pela não observância de regras e normas é o Lojista,
mesmo que o descumprimento seja feito por seus prepostos ou contratados. A critério da
Administração, a gravidade do fato poderá implicar na paralisação e embargo das obras.

59
Todas as obras concernentes à implantação das lojas, como tapumes, decoração, fachada,
elementos de vedação, instalações, ar condicionado, segurança contra incêndio, exaustão e
quaisquer outras necessárias à sua construção e ao seu funcionamento serão executadas às
expensas do Lojista e sob inteira responsabilidade deste, em conformidade com os projetos
específicos aprovados pela área técnica.
Se necessário for, o lojista deverá aprovar seu projeto em órgão público pertinente.
As benfeitorias e as instalações só poderão ser executadas por empresas ou profissionais
legalmente habilitados e registrados e, antecipadamente, informados à Administração do
Shopping.
Os lojistas serão responsáveis por todos os danos e prejuízos causados por si, seus prepostos ou
contratados, às lojas de terceiros e a quaisquer partes do Condomínio do Shopping, correndo
por sua conta o integral custeio das despesas necessárias aos reparos, que deverão ser
concluídos antes da inauguração da loja.

7.1.2 Portaria, entrada de pessoas e materiais:


O lojista deverá solicitar, com antecedência mínima de 24 horas, autorização para o acesso de
seus novos funcionários à obra correspondente. Ao comparecer ao Shopping para o início dos
trabalhos, independentemente de horário, o cadastrado deverá se apresentar na entrada de
serviço, com crachá e/ou documento de identidade. Somente será liberada a entrada dos nomes
que constarem na lista de funcionários entregue antecipadamente à Administração do Shopping.
As autorizações serão concedidas pela Administração, de 2ª a 6ª feiras, em horário comercial. A
“Solicitação de acesso” deverá ser emitida pelo Lojista, conforme formulário padrão anexado ao
final deste Caderno (ANEXO 08).
Sempre que houver alteração no quadro, deverá ser feita a atualização da lista e esta deverá ser
novamente submetida à aprovação da Administração.
Por questão de segurança e disciplina, todos os operários e pessoas ligados às obras terão acesso
pela portaria de serviço.
Não será permitida a entrada e permanência nas dependências do Shopping de qualquer pessoa,
executando serviços, sem crachá, sem identificação e sem equipamentos de proteção básicos.
Não será permitida a entrada de operários portando bebidas alcoólicas e armas, mesmo quando
devidamente registrada em repartição policial.

60
A circulação de pessoas e materiais deverá ser reduzida ao mínimo necessário. Os trabalhos de
decoração e instalação dos Lojistas deverão se desenvolver exclusivamente no interior das lojas.
Não será permitida a utilização dos corredores técnicos, áreas comuns e docas para esses
serviços.

7.1.2.1 Entrada de materiais:


Os materiais para a construção e/ou para as instalações das lojas terão acesso à obra por uma
das portarias / docas de carga e descarga. Deverão ser transportados, embalados ou ensacados
de imediato, para armazenamento dentro da loja, não sendo o Shopping responsável pelo
transporte e/ou guarda dos materiais.
Os materiais que não puderem ser transportados manualmente deverão ser transportados em
carrinhos com rodas de borracha a serem fornecidos pelo responsável da obra.
Caso haja necessidade de entrega de material fora do horário comercial, esta deverá ser
previamente informada e autorizada pela Administração do Shopping.
A entrada e saída de materiais só poderá ocorrer no horário em que o Shopping estiver fechado
para o público.

7.1.3 Estacionamento:
Não será permitido o estacionamento de automóveis de Lojistas, empreiteiros, instaladores,
projetistas e operários na portaria e/ou docas de carga e descarga.
Todos os veículos que transportarem materiais para as obras dos Lojistas deverão, após a
descarga, se afastar da portaria/ docas de carga e descarga.
Veículos de Lojistas, empreiteiros, instaladores, projetistas e operários poderão utilizar o
estacionamento externo em local previamente estabelecido para este fim.

7.1.4 Fornecimento de água para obras:


Não sendo possível a instalação definitiva de água encanada para cada loja, durante a execução
das obras, os operários de lojistas deverão se servir respeitosa e higienicamente dos pontos de
água previamente identificados na área interna do Shopping, mantendo-os em perfeito estado
de conservação e limpeza.

61
Os Lojistas poderão se abastecer de água para seus trabalhos, desde que providenciem tambores
e tanques plásticos para armazenamento.
Não é permitido o transporte de água ou qualquer outro material durante o horário de
funcionamento do shopping.
Não será permitido o banho de funcionários dentro das lojas ou nos locais de pontos provisórios.

7.1.5 Fornecimento de energia elétrica provisória:


A critério da Administração, o Shopping poderá fornecer, provisoriamente, energia elétrica em
qualquer ponto próximo da loja, onde disponha da potência requisitada. O Lojista fornecerá o
cabo multipolar 1kV com recobrimento de dupla proteção mecânica, de acordo com as normas
NBR 5410, em quantidade necessária ao abastecimento provisório da obra.
É terminantemente proibida qualquer ligação provisória que, a critério da Administração, não
ofereça segurança.
Será exigida, em caráter obrigatório, na entrada da rede elétrica provisória, a instalação de
disjuntor termomagnético trifásico para proteção das instalações provisórias.
É terminantemente proibida qualquer ligação que não seja nos locais definidos pela
Administração (quadros do Shopping).
O Lojista deverá comunicar previamente a Administração sempre que for fazer uso de máquinas
de solda, utilizando obrigatoriamente o ponto de força definitivo da loja, se já instalado.
Sempre que houver uso de máquinas de soldas, a Brigada de Incêndio deverá acompanhar o
trabalho. Desta forma, os serviços deverão ser previamente informados à Administração para
análise de risco e autorização.
Assim que o Shopping aprovar a infraestrutura das instalações de alimentação elétrica, o lojista
será obrigado a fazer o pedido de ligação definitivo junto à concessionária local, caso a Loja não
faça parte do rateio de energia do Condomínio.

7.1.6 Alojamentos e sanitários:


Não haverá alojamento no Shopping para operários e instaladores dos Lojistas.
Os operários de Lojistas poderão utilizar, respeitosa e higienicamente, os sanitários de serviços
do Shopping, mantendo-os em perfeito estado de conservação e limpeza.

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Não será permitido aos operários das lojas dormirem ou fazer refeições no interior das obras;
para tal, deverão utilizar o refeitório disponibilizado pelo Shopping.

7.1.7 Materiais, ferramentas e pessoal:


Todo o material, máquinas e ferramentas deverão ser mantidos no interior das lojas, sendo sua
guarda de exclusiva responsabilidade do Lojista, ficando o Shopping isento de qualquer
responsabilidade sobre eles.
O procedimento de carga e descarga de material, máquinas e ferramentas das obras deverá ser
alinhado com a Administração, no Kick Off de obras.
Agregados, materiais abrasivos, argamassas, revestimento, etc., que possam danificar os
acabamentos do Shopping, somente poderão ser transportados ensacados.
O transporte no interior das dependências do Shopping somente poderá ser feito por carros de 4
rodas, com pneus de borracha, de propriedade e/ou responsabilidade do Lojista ou seus
prepostos, devendo seus condutores serem advertidos para riscos e danos que porventura
causarem.

7.1.8 Entulhos e lixo:


Os entulhos e lixos gerados deverão ser ensacados e removidos pelo Lojista para local
previamente determinado, fora da área interna do Shopping.
É terminantemente proibido o uso de entulho para enchimento de piso.
É imprescindível a apresentação de um manifesto, por parte da empresa recolhedora do lixo e
entulho.

7.1.9 Horário de trabalho:


O horário estabelecido para execução das obras dos Lojistas é após as 23 horas, permanecendo
funcionários nas obras até, no máximo, as 08 horas.
Os serviços fora do horário estabelecido e previamente autorizado pela Administração devem
seguir os itens:

 Os serviços em andamento não deverão trazer nenhuma poluição através de barulho,


odores ativos que se espalhem pelo mall e áreas comuns do Shopping e ainda aspectos

63
que promovam incômodos e constrangimento aos clientes, visitantes e outros lojistas do
Shopping;
 Nos horários extraordinários, o Lojista será o único responsável pelo atendimento às
posturas municipais, estaduais e do Ministério do Trabalho.

OBSERVAÇÃO: o Shopping, através da Administração, poderá modificar o horário e as condições


acima, caso julgue necessário.

7.1.10 Itens de mall afetados pela obra:


Os itens pertencentes ao mall que forem afetados e ou danificados pela obra deverão ser
recompostos pelo Lojista:
 Piso: caso o piso instalado nas circulações do Shopping sofra alguma avaria, o mesmo
deve ser recomposto. O responsável pela loja entrará em contato com a área técnica do
Shopping para solicitar a especificação do mesmo e agendar o serviço;
 Teto: As golas de gesso localizadas no mall do Shopping são de responsabilidade do
Lojista, devendo, ao final da obra, entregá-los ao shopping em perfeito estado e pintados
com tinta conforme especificação da área técnica da Administração, e com a numeração
visível no padrão do Shopping.

7.2 Segurança do Trabalho:

É de responsabilidade integral do Lojista, cumprir e fazer cumprir pelos seus prepostos,


empreiteiros, operários, etc. todas as normas, leis, portarias e regulamentos relativos à
segurança do trabalho e proteção coletiva, conforme disposto na CLT e Normas
Regulamentadoras do Ministério do Trabalho, independente do que preceituam as normas
estabelecidas pelo Shopping.
As recomendações feitas pela Administração, pelos Supervisores de Segurança e Brigada de
Incêndio sobre as questões de segurança, prevenção contra incêndio, arrumação, limpeza e
quaisquer outras, deverão ser, obrigatoriamente, acatadas de imediato pelo Lojista e
contratados.
É obrigação do Lojista ou seus prepostos:

64
 Fornecimento de todos os equipamentos de segurança e/ou proteção individual,
inclusive capacetes, calçados e luvas adequadas a cada utilização bem como uniformes
com identificação da loja (camiseta ou jaleco), para as pessoas que trabalhem ou
circulem em sua obra, cabendo-lhe a responsabilidade pelo funcionamento e imposição
do uso desses equipamentos;
 Comunicar ao Shopping todo e qualquer sinistro ou acidente ocorrido no interior de sua
loja ou em qualquer dependência do Shopping, envolvendo pessoal de sua equipe. Tal
comunicação não implica em eximir de suas responsabilidades, que é única e exclusiva
do Lojista;

OBSERVAÇÃO: Ocorrendo um acidente de trabalho com o empregado do Lojista, seus


contratados ou empreiteiros, o acidentado deverá ser assistido por um representante do Lojista,
que se incumbirá de tomar as medidas cabíveis:

i. Nestes casos é obrigatório o preenchimento da CAT (Comunicação de


Acidente do Trabalho), por parte do Lojista. Deverá ser enviada uma cópia
para a Administração.

 É terminantemente proibido o uso de solda do tipo oxiacetileno, dentro do prédio, sendo


permitido somente o uso de equipamentos elétricos. Também é proibido o uso de GLP –
gás de cozinha no interior da loja para qualquer finalidade;
 Toda e qualquer soldagem só poderá iniciar após a liberação pelo Brigada de Incêndio do
Shopping;
 É terminantemente proibido fumar no interior das lojas e mall;
 Os empreiteiros e funcionários, seminus, descalços ou usando tamancos, chinelos ou
sandálias não poderão entrar, locomover-se ou executar qualquer serviço no canteiro de
obras;
 Todos os avisos de perigo deverão ser rigorosamente respeitados;
 Serviços de solda, colagem de fórmica ou similar deverão ser comunicados à
Administração com 24 horas de antecedência, para acionamento da Brigada;
 Os Lojistas deverão cumprir as Leis e Portarias do Ministério do Trabalho, que regulam a
Segurança do Trabalho, além das instruções contidas no Caderno Técnico;

65
 Sempre que necessário, o Shopping determinará normas de segurança mais extensivas
que deverão ser imediatamente acatadas pelos Lojistas.

8 CONDIÇÕES PARA ABERTURA DA LOJA / VISTORIA FINAL

8.1 Vistoria final:


Para a realização da Vistoria Final de Obra, a obra deverá estar concluída e a loja deverá
estar limpa, sem entulhos e sem equipes trabalhando no local.
A loja deverá, obrigatoriamente, atender aos seguintes requisitos para que seja realizada
a Vistoria Final de Obra:

8.1.1 Para abertura/inauguração da loja é preciso preencher formulário de vistoria com 2


(dois) dias úteis de antecedência (ANEXO 12);

8.1.2 A vistoria somente será realizada se obra estiver acabada, não faltando nenhum item a
ser executado;

8.1.3 Para a realização da vistoria, o Lojista deverá ter a prévia aprovação das instalações de
sprinklers, gás, CO2/ saponificante, detecção e exaustão (no caso das lojas de
alimentação). A aprovação destas instalações será comprovada através de laudos
tecnicamente válidos, elaborados pelos contratados e assinados por profissional
habilitado;

8.1.4 O lojista também necessitará apresentar o protocolo da Prefeitura Municipal


referente ao processo de aprovação do letreiro da sua loja, bem como o protocolo do
projeto de prevenção e combate a incêndio junto ao Corpo de Bombeiros Estadual,
quando houver legislação pertinente.

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OBSERVAÇÕES:
Para o Município do Rio de Janeiro, é necessário o protocolo de aprovação no GEM
para fancoils a paritr de 3TR e exaustão.

8.1.5 O Lojista deverá apresentar o protocolo de troca de titularidade de conta na


concessionária local, caso não participe do rateio de energia do Condomínio;

8.1.6 A vistoria final só poderá ser realizada de segundas a quintas, entre 09 e 15 h.


Na ocasião da vistoria final, será elaborado um relatório, o qual apontará todas as não
conformidades verificadas no local (ANEXO 20).
Após a vistoria, a Administração do Shopping irá autorizar ou não a abertura da loja.
Caso a loja seja liberada para inaugurar, o Lojista deverá entregar a solicitação para retirada de
tapume na Administração (ANEXO 15), e a mesma fará o pedido junto à empresa responsável
pelo tapume.

OBSERVAÇÕES:

i. A retirada do tapume só ocorrerá depois de autorizada à abertura da loja ao público.


Após a retirada do tapume a loja deverá iniciar sua operação obrigatoriamente no
horário de abertura do Shopping. Se, por algum motivo, a loja não abrir, deverá ser
providenciada a vedação do interior da loja com a colocação do papel padrão do
Shopping nos vidros da vitrine e porta.
ii. Qualquer evento de inauguração da loja deve ser comunicado com antecedência de 7
(sete) dias ao Departamento de Marketing.
iii. As inaugurações só poderão acontecer entre terça-feira e sexta-feira.

67
68
ANEXO 01

TERMO DE RECEBIMENTO DO CADERNO TÉCNICO

LOJA _______________________________________________________________________
NÚMERO ____________________________PAVIMENTO______________________________

Declaramos ter recebido do SHOPPING METRÔ SANTA CRUZ, o CADERNO TÉCNICO DE OBRAS
para projetistas e instaladores, contendo informações para Elaboração de Projetos e Instruções
Gerais para Execução das Obras, bem como a respectiva Planta Específica da loja supracitada.

Temos conhecimento das sanções, previstas nos instrumentos contratuais compactados dos
quais este CADERNO TÉCNICO DE OBRAS faz parte integrante e indissociável, decorrentes do
descumprimento dos prazos e solicitações formuladas pelo Shopping, bem como decorrentes do
descumprimento de qualquer regra prevista ao logo deste CADERNO TÉCNICO DE OBRAS, que
deverá ser observado durante o todo o período contratual, inclusive o que antecede a
inauguração da LOJA.

Recebido em: ____ de ____________ de ______.

Assinatura

Nome completo do recebedor

69
ANEXO 02: INFORMAÇÕES TÉCNICAS COMPLEMENTARES

ITEM DESCRIÇÃO

Entrega de materiais Dias: Horários:


Seg á Dom Após as 22h até
as 6h
Local de entrega de materiais Portaria: Docas:
- 2
Elevador de carga: 1 elevador
Acesso de serviços Portaria: Doca:
- 2
Paredes limítrofes da LUC Dry Wall
Tipo cobertura da LUC Forro de gesso acartonado
Sobrecarga útil ou acidental sobre a laje de piso 300kg/m²
Sobrecarga máxima no piso da loja 300kg/m²
Tensão fornecida 380 - Trifásico
Disponibilidade de antena de TV/FM N/A
Botão anti-pânico: CONDOR
Medidor de energia QED E KRON
Medidor de água LÃO
Gás disponível COMGÁS
Central de Incêndio EZALPHA
Sistema de ar condicionado SELF A ÁGUA
Resistor de final de linha (detecção de fumaça) NOT FIER
Detector de fumaça convencional NOT FIER
Detector termovelocimétrico convencional NOT FIER
OUTRAS INFORMAÇÕES ESPECIFICAR
OUTRAS INFORMAÇÕES ESPECIFICAR
OUTRAS INFORMAÇÕES ESPECIFICAR

70
ANEXO 02: INFORMAÇÕES TÉCNICAS COMPLEMENTARES

ITEM DESCRIÇÃO

Entrega de materiais Dias: Horários:


Seg á Dom Após as 22h até
as 6h
Local de entrega de materiais Portaria: Docas:
- 2
Elevador de carga: 1 ELEVADOR
Acesso de serviços Portaria: Doca:
- 2
Paredes limítrofes da LUC Dry Wall
Tipo cobertura da LUC Forro de gesso acartonado
Sobrecarga útil ou acidental sobre a laje de piso 300kg/m²
Sobrecarga máxima no piso da loja 300kg/m²
Tensão fornecida 380 - Trifásico
Disponibilidade de antena de TV/FM N/A
Botão anti-pânico: CONDOR
Medidor de energia QED E KRON
Medidor de água LÃO
Gás disponível COMGÁS
Central de Incêndio EZALPHA
Sistema de ar condicionado SELF A ÁGUA
Resistor de final de linha (detecção de fumaça) NOT FIER
Detector de fumaça convencional NOT FIER
Detector termovelocimétrico convencional NOT FIER
OUTRAS INFORMAÇÕES ESPECIFICAR
OUTRAS INFORMAÇÕES ESPECIFICAR
OUTRAS INFORMAÇÕES ESPECIFICAR

71
72
ANEXO 03: DETALHE DO ISOLAMENTO DO DUTO DE EXAUSTÃO

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ANEXO 04: DETALHES SUPORTE TUBULAÇÃO DE ÁGUA GELADA E
DETALHE DO ISOLAMENTO DO DUTO DE AR CONDICIONADO / VENTILAÇÃO

74
75
ANEXO 05

1 - SISTEMA FIXO DE COMBATE A INCÊNDIO NO SISTEMA DE EXAUSTÃO MECÂNICA DE


COZINHA.
1.1 Instalação:
O sistema fixo de combate a incêndio deve proteger a coifa, a rede de dutos e caixa lavadora. O
sistema deverá ser automático à base de CO2 e agente úmido saponificante, seguir a NFPA 12,
NBR 14.518 e no caso do sistema do sistema de agente úmido saponificante seguir as
orientações do fabricante quanto a projeto e instlação. O fabricante deve ser empresa
reconhecida no mercado e o equipamento deverá ser certificado pela U.L. ou ABNT ou ainda
outro órgão certificador de renome.
O sistema deve ser composto por:
 Central de alarme;
 Sensores de temperatura;
 Difusores;
 Válvula Solenoide;
 Comando Elétrico;
 Garrafa de armazenamento dos agentes de combate;
 Alarme sonoro;
 Botoeira de acionamento direto.

1.1.1 - Central de Alarme:


O sistema fixo de combate a incêndio deve ser controlado por uma central de automação com
baterias (para que o sistema atue mesmo em falta de energia elétrica) e deve ter laços
suficientes para:
 Contato para as bobinas solenoides para o fechamento dos dampers do sistema;
 Contato para a chave magnética para o desligamento do motor do exaustor;
 Monitoramento do detector de gás com acionamento de válvula solenoide;

76
 Monitoramento dos sensores de temperatura (dutos, coifa e caixa lavadora) com
acionamento de alarme sonoro;
 Acionamento dos comandos eletromecânico ou eletromagnético dos sistemas de CO2 e
saponificante com os seus respectivos produtos armazenados;
 Disponibilizar envio de um contato seco para a central de detecção do Shopping;
 Diferenciar e acionar apenas o combate necessário, ou seja, se o sensor de temperatura
da coifa der contato para a central, apenas o sistema referente a coifa (saponificante)
será acionado.
 Em caso de queda de energia, a alimentação deve ser automaticamente transferida para
uma fonte de alimentação de emergência (sistema de bateria) e na volta da energia, deve
recarregar as baterias automaticamente.

1.1.2 - Sensores de Temperatura:


 (Cilindro CO2). Devem ser instalados ao longo dos dutos de 3 e 3 metros, e no elemento
despoluidor e regulados acima do ponto fugor da gordura ou acima da temperatura de
operação do sistema de exaustão.
 (Cilindro Saponácio). Deve ser instalado um sensor coifa ou mais dependendo do tipo dos
elementos de coacção e tamanho da coifa.

1.1.3 – Tubulações e Difusores:


 (Cilindro de CO2): devem ser instalados difusores ao longo dos dutos após o damper
acima da coifa e no elemento despoluidor;
 A distribuição de CO2 deve ser através de tubulação aço carbono sem costura, preto ou
galvanizado classe SCH 40 – ASTM A 53, com diâmetro mínimo de ½” e conexões classe
300;
 (Cilindro de Saponácio): Deve ser instalado difusores ao longo da coifa com os difusores
próprio para cada equipamento de coacção abaixo da coifa protegida pelo sistema.

É PROIBIDO A DISPERÇÃO DE GÁS CO2 NAS COIFAS.

Nota:

77
Os shoppings que já possuem dispersores de CO2 para área de coifas deverão substitui-los por
elemento saponificante na reforma/ou obra da loja. Até que isto aconteça os funcionários das
lojas deverão ser treinados referente ao equipamento devido ao risco de sufocamento.

1.1.4 - Válvula Solenoide:


 O sistema contra incêndio deve possuir uma válvula solenoide de corte de gás sendo
localizada na parte de fora da loja ou dentro da loja se a válvula for instalada na entrada
da tubulação de gás da loja;
 A válvula solenoide deve ser normalmente aberta;
 A válvula solenoide deve ser acionada pela central do sistema de combate a incêndio
seguindo os seguintes dispositivos: sensores de temperatura dos dutos e elemento
despoluidor, sensores das coifas e detector de gás natural GLP.

1.1.5 - Comando Elétrico (válvula de acionamento do gás CO2):


 Deve possuir um dispositivo onde o mesmo possa acionar o sistema mecanicamente sem
a necessidade de energia elétrica.
 Deve ser instalado (Válvula + Cilindro) em local de fácil acesso e não deve ter sua
passagem obstruída por qualquer tipo de objeto.
 Deve ser do tipo que permita a identificação de armada / desarmado e testes periódicos.

1.1.6 - Garrafa de armazenamento dos agentes de combate:


 As garrafas devem possuir identificação de recarga e reteste com selo do inmetro para as
de CO2;
 As garrafas devem ser fixadas na parede;
 As garrafas devem ser apropriadas ao gás que se destinam a armazenar;
 A garrafa de CO2 não deve ser instalada em local de difícil acesso devido ao acionamento
mecânico do comando elétrico que fica acoplada a mesma.

1.1.7 - Alarme Sonoro:


 Cada loja deve possuir um alarme que possua potência suficiente para cobrir toda a área
da cozinha, se a loja possuir um jirau onde o acesso é pela cozinha ou deposito ou

78
qualquer outro local onde o alarme sonoro não possa ser ouvido deve ser instalado um
segundo alarme para cobrir o local.

1.1.8 - Botoeira de Acionamento Direto:


 A botoeira deve ser localizada na cozinha em um local de fácil acesso preferencialmente
próximo as coifas, porém, não junto ou na rota de fuga da cozinha.
1.1.9 Fluxograma de funcionamento do sistema:

DAMPERS DESLIGAMEN
TO DO
MOTOR DA
EXAUSTÃO

SENSOR COMANDO DISPERÇÃO


ELÉTRICO DO AGENTE
CENTRAL EXTINTOR

BOTOEIRA
CENTRAL DE
ALARME DO
SHOPPING

ALARME VÁLVULA
SONORO SOLENOIDE
DO GÁS

1- O sensor ou botoeira envia um sinal para a central;


2- A central emite pulsos acionando os dampers, chave magnética (desligando o motor
da exaustão), alarme sonoro e fechando a válvula solenoide do gás;
3- Depois de 30 segundos de alarme a central envia um contato seco para a central de
alarme do shopping e um pulso para o comando elétrico dispersando o agente
extintor nos dutos / elemento despoluidor ou coifas ou ainda na coifa, dutos e
elemento despoluidor dependendo da intensidade do sinistro;

79
4- Em caso de vazamento de GÁS na loja, a Central de detecção e alarme do CO2, deverá
soar do alarme, fechar válvula solenoide do gás e enviar um aviso para o shopping de
vazamento de gás, através de um modulo codificador de endereços instalado na
fachada da loja, com as respectivas conexões para interligação do EXAUSTOR
sistema da loja
DESCAR
GA
com o shopping, nesse caso o sistema não poderá disparar o acionamento do sistema
(difusão de CO2 ou Saponificante), fechar os dampers, desligar a exaustão /
ventilação, ela deverá apenas fazer o fechamento da válvula solenoide da tubulação
de gás.

ELEMENTO
DESPOLUID
OR

DAMPER CORTA FOGO

CO
SAPONIFICN

2
COIFA
TE

= SENSOR DE TEMPERATURA
= VÁLVULA ELETRO MECÂNICA OU ELETRO MAGNÉTICA

1.10 Segurança pessoal:


 Devem ser previstos meios para rápido abandono do pessoal dos ambientes com
sistemas de exaustão protegidos com sistema fixo de CO2. O ambiente deve conter placa
com os seguintes dizeres:

“Atenção! - Ambiente protegido com CO2. Ao alarme, abandone o recinto”.


O sistema deve ser temporizado de modo há disparar 30 segundos após ser armada a
central a fim de dar tempo necessário para dispersão de pessoas do local da cozinha
antes do disparo do gás CO2.

1.11 Considerações do sistema:

80
 Se o sensor de temperatura for acionado independente de sua localidade seja na
coifa, dutos ou elemento despoluidor o sistema deve seguir o seguinte protocolo:
acionamento do alarme sonoro, envio do contato seco para a central de alarme do
shopping, fechamento dos dampers, desligamento dos motores da exaustão,
fechamento da válvula solenoide da tubulação de gás e disparo do agente extintor
da localidade do sensor;
 O elemento do agente extintor deve ser dispersado de acordo com a localização do
sensor: (dutos/elemento despoluidor = CO2 / coifas = agente úmido saponificante);
 O tempo mínimo de retenção da concentração de CO2 nos equipamentos inundados
deve ser de 60 segundos. O tempo máximo de descarga para atingir a concentração
de projeto deve ser de 60 segundos;
 O dimensionamento do volume do cilindro e das tubulações, respectivamente, deve
ser feito com base conceito de inundação total conforme a NBR 12232 e na vazão
requerida em cada difusor, dentro dos requisitos de pressão residual de projeto, de
modo a evitar o congelamento de CO2 no interior dos tubos;
 O sistema deverá ser projetado e instalado por firma especializada, devendo o
projeto ser apresentado para aprovação da Comissão Técnica juntamente com a ART
do autor do projeto.

2 - SISTEMA DE EXAUSTÃO E VENTILAÇÃO MECÂNICA DE COZINHA:


2.1 Instalação:
Os sistemas de exaustão devem ser classificados quanto ao equipamento de cocção utilizado.
Onde podem ser classificados como leve, moderados, severos e combustível sólido. De acordo
com essa classificação deve ser instado o sistema de exaustão apropriado.
 Abaixo, os elementos do sistema de exaustão e ventilação mecânica e suas especificações
de instalação:

2.1.1 - Elemento despoluidor:


O elemento despoluidor adotado pelo shopping poderá ser do tipo filtro eletrostático, lavador
de gases ou coifa lavadora. A instalação de filtro de carvão ativado não poderá ser substituta do
elemento despoluidor sendo permitido apenas como um complemento do sistema.

81
2.1.2 - Portas de Inspeção:

Devem ser instaladas a cada 1,5m e perto dos acidentes como curvas e subida de prumadas,
devem medir 0,30 x 0,60 m caso os dutos sejam menores adaptar para o mais próximo da
medida original. Devem ser instaladas fora do fluxo com colarinho de 0,10cm soldados no duto e
flangeados na outra ponta. As portas fixadas com parafusos e porcas do tipo volante. - NBR
14518 Item-5.2.3.1

2.1.3 - Rede de dutos de exaustão:

Os dutos de exaustão devem ser fabricados em chapa preta bitola 16# ou aço inox da mesma
espessura, soldados eletricamente em sua junta longitudinal podendo ser soldados ou
flangeados nas juntas transversais, possuir portas de inspeção instaladas NBR 14518 Item-
5.2.2.1 até 5.2.3.1

2.1.3.1 -Para Exaustão de Gordura:

Em chapa de aço preta, bitola #16 - NBR 14518 5.2.2.1 , sendo sua execução
totalmente soldada. Deverão ser previstas, para os dutos horizontais, portas de visita
para limpeza a cada 1.50m flangeadas e aparafusadas. Para os dutos verticais, deverão
ser deixados pontos de dreno na parte inferior da prumada. Deverão ser
termicamente isolados com duas camadas sobrepostas de manta de fibra cerâmica
com 38mm de espessura cada e de 128 kg/m3 de densidade, referência KAWOOL da
Morganite ou CER-WOOL da Premier ou de manta Fiberfrax Durablancket com 1" de
espessura cada e de 128 Kg/m3 de densidade da Carborundum ou de manta agulhada
de lã de basalto de 40 mm de espessura cada e 130Kg/m3 de densidade da Termolana,
revestidas com filme de alumínio. Os dutos em área de cozinha/preparo ou que
passarem por áreas fora da loja, deverão possuir recapeamento em chapa de aço
galvanizada, bitola 24, sobre isolamento térmico para proteção mecânica do mesmo.
Nos dutos de saída de cada coifa, deverão ser instalados "dampers" corta-fogo de
acionamento automático e manual.

2.1.3.2 - Para exaustão sem geração de gordura:

82
Deverá ser em chapa de aço preta com isolamento de 2" de espessura em manta de lã
de vidro com filme aderido. Em áreas de cozinha/preparo, deverão possuir
recapeamento em chapa de aço galvanizada, bitola 24, sobre isolamento térmico.
Para esses casos, ficam dispensados a instalação de precipitador eletrostático e
sistema de extinção de incêndio.

 A utilização de filtros será dispensável nas coifas de exaustão sem gordura, tais como
fornos (elétricos ou a gás), caldeirões, etc.

 Para exaustão de calor: Nos sistemas de EM que atendem exclusivamente a equipamentos


que liberem somente calor e/ou vapor d’água será permitida a utilização de dutos de chapa de
aço galvanizada, nas espessuras previstas na NBR 16401 da ABNT, com juntas flangeadas ou com
chavetas do mesmo material do duto.

 Coifas: Em chapa de aço inoxidável, soldadas, bitola #20 no mínimo. Deverão ser providas
de filtros inerciais, também em aço inoxidável, com espessura mínima de 25mm e ponto de
drenagem nas duas extremidades com tampo. Se as coifas atenderem a equipamentos que
liberem exclusivamente calor e/ou vapor d’água, será permitida a utilização de chapa de aço
galvanizada, com espessura mínima de 0,90mm, na sua construção.

2.1.3.3 - DUTOS FORNOS A LENHA COM BRASEIRO:

Todos os dutos de exaustão, desde o ponto de conexão às coifas, até o ponto de descarga,
deverão ser executados em chapa de aço preta com espessura mínima de 1,50mm, ou chapa de
aço inoxidável com espessura mínima de 1,25mm, ou concreto, fibrocimento e alvenaria
revestidos com tijolo refratário internamente. No caso em que dutos metálicos atravessem áreas
condominiais, estes deverão ser termicamente isolados com material incombustível específico
para altas temperaturas (oitocentos graus Celsius).
Nos sistemas de EM que atendem equipamentos que utilizam combustíveis sólidos (carvão ou
lenha) como fonte térmica, os dutos não poderão ser de chapa galvanizada.

83
No caso de braseiros e fornos a lenha é obrigatório o emprego de eliminadores de gordura.
Nas cozinhas cujo ar de exaustão das coifas contenham vapores de gordura e/ou utilizem
equipamentos de cocção que funcionam com combustíveis sólidos (carvão ou lenha) como fonte
térmica deverão ser instalados:

Nas cozinhas que utilizam equipamentos de cocção que funcionam com combustíveis sólidos
(carvão ou lenha) como fonte térmica, em qualquer tipo de economia, será obrigatório o
dispositivo exigido neste artigo.

Notas:
Os demais itens apontados anteriormente para a fabricação e/ou instalação de todos os
equipamentos, tais como coifa, duto, damper, exaustor e todos os itens necessários para um
sistema de exaustão, também serão obrigatórios para este sistema, entretanto, de forma
individual, ou seja:
O sistema que atenda a liberação de “LENHA, CARVÃO OU BRASEIRO” requer uma instalação
única e independente de todos os demais sistemas existentes, para a sua aprovação e o seu bom
funcionamento.

2.1.4 - Filtros Inerciais:

Dispositivo obrigatório de remoção de gordura que atua através da mudança de direção do fluxo
efluente da cocção, favorecendo, desse modo, a retenção por impactação e separação das
frações mais pesadas dos vapores de gordura. Importante -Devem ser instalados com inclinação
de 45º e é vedado o uso de filtros de tela ou qualquer outro material que atue de forma
acumulativa. NBR 14518 Item-5.4.2.1 a 5.4.2.3.

2.1.5 - Sistema de Insuflamento:

A função do sistema é repor em 90% o ar retirado pela exaustão permitindo manter uma
troca de 10% do ar mantendo a pressão negativa. Evitando com isso que o sistema de exaustão
que tem vazão elevada retire o ar condicionado gerado pela loja e pelo Shopping. Deverá ter
uma vazão de ar igual à exaurida fornecendo aproximadamente 20% da vazão do fan-coil (a área

84
de cozinha ficará em depressão em relação à área condicionada da loja). Deverá possuir filtros na
captação do ar.

2.1.6 – Exaustor:

O exaustor deverá ser Centrífugo, de Simples Aspiração do tipo Limit-load não sendo permitido
outro tipo ou modelo de qualquer espécie e sua capacidade deve ser capaz de produzir uma
vazão na entrada coifa adequada. Deverá possuir porta de inspeção na voluta e dreno na
extremidade inferior da coluna.

2.1.7 – Intertravamento Elétrico:


Deverão ser previstos intertravamento elétrico entre os diversos equipamentos do sistema de
exaustão da loja de modo que:
 Ocorra o desligamento da exaustão e da ventilação caso o sistema de extinção de incêndio
seja ativado.
 Os dampers corta-fogo sejam fechados caso o sistema de extinção de incêndio seja ativado.
 O ventilador para captação de ar exterior, precipitador eletrostático e ventilador de exaustão
só operem simultaneamente.
 Toda a instalação seja desligada caso o precipitador eletrostático seja desativado por falha.

Obs: O sistema de extinção de incêndio e damper corta-fogo, deverão ainda possuir


dispositivos que permitam sua operação de forma totalmente manual, sem necessidade de
energia elétrica ou outra fonte de energia para acionamento destes dispositivos de segurança
(fechamento do damper e abertura da válvula de injeção de CO2 / Saponificante).
Nota: O Lojista deverá providenciar junto ao instalador da loja, todo o balanceamento dos
sistemas que atendem a loja (ar condicionado e exaustão mecânica), de modo a garantir a
operação dos mesmos dentro dos parâmetros previstos em projeto.

2.1.8 – Sistema de Exaustão de sanitários e depósitos:


Este sistema deverá ser provido basicamente de:

85
 Um ventilador para insuflamento de ar externo e outro para exaustão. Deverá ser insuflado
80% da vazão exaurida;
 Dutos para captação e descarga de ar em chapa galvanizada, que deverão ser isolados com lã
de vidro caso passem por área condicionada;
 Intertravamento elétrico entre os equipamentos.

2.1.9- Dampers Corta – Fogo:

Deverão ser do tipo elétrico com acionamento por bobina solenoide e deverá ter a possibilidade
do seu acionamento ser de forma mecânica / manual.
Não será aceito damper do tipo plug fusível.

2.1.10 – Projeto:

Deverá constar do projeto:


 Posicionamento adequado para o elemento filtrante e demais equipamentos, com acesso
fácil para manutenção e eventual remoção.
 Posicionamento das coifas.
 Posicionamento dos dampers corta-fogo no duto de saída de cada coifa.
 Rede de dutos com corte indicando o caminhamento até sua descarga através do shaft.
 Detalhes da descarga do duto de exaustão no meio externo (ver detalhe em anexo).
Posicionamento do comando externo para sinalização e desligamento do sistema de exaustão
mecânica (ver ELÉTRICA E TELEFONIA).
 Indicação de ralo de gordura próximo ao elemento despoluidor.
 Se o elemento despoluidor for do tipo lavador de gases previsão de ponto de esgoto e ponto
de água para renovação da filtragem do lavador.
 Localização dos painéis de força, tensão 220V ou 380V trifásico, 60 Hz.
 Esquema elétrico para intertravamento com o sistema de injeção de ar exterior
correspondente, de forma a evitar-se a extração de ar sem a devida injeção do mesmo.
 Preenchimento de folha resumo (anexo I e II).

86
 ART do autor do projeto.

Notas:
1) O sistema deverá promover exaustão a uma taxa de 60 renovações por hora, no mínimo.
2) Os cálculos para as vazões das coifas deverão estar de acordo com as descrições do
“Industrial Ventilation” (seção 5, pág. 108 e 109) e NBR 14518 da ABNT.

2.1.11 - Classificação do sistema de exaustão mecânica:

Se o sistema for classificado como combustível sólido o mesmo deverá ter um sistema de
exaustão independente não podendo ser divido com outros equipamentos de coacção. Da
mesma forma se aplica para o sistema de combate a incêndio.

O sistema de exaustão é classificado pelo equipamento de cocção a ser utilizado na loja e não
pela atividade que a mesma atuará.
 Abaixo quadro explicativo do sistema de exaustão quanto a sua atividade e necessidade
de instalação:

Requisitos Básicos dos Sistemas de Exaustão


TIPO II TIPO I TIPO III
COMBUSTÍVEL
LEVE MODERADOS SEVEROS
SÓLIDO
Banho Maria Fogões Charbroiler Forno a Lenha
Chapa de Churrasqueira a
Caldeirão Fritadeiras
Grelhados Carvão
Forno Elétrico / Churrasqueira
Bifeteira
Gás Elétrica
Estufas Churrasqueira a Gás Frigideira
Forno de
Fornos Combinados
Micoondas

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Cafeteiras Galeteria
Lava-louças Chapa Quente
Tostadeiras Sanduicheira
Leiteira
Cozedor de
Massas
NOTA: Se existir no mesmo captor diferentes equipamentos considerar o caso mais
crítico.

Classificação dos Equipamentos de Cocção

Dutos em aço carbono com espessura mínima de


1,50mm ou aço inoxidável com 1,25mm, soldados
ou flangeados.
Tipo I Captores com filtros.
Requer damper corta-fogo.
Requer sistema fixo de extinção de Incêndio.

Duto em aço de acordo com a NBR 6401,


chavetado, soldado ou flangeado.
Tipo II

Captores sem filtros.


Requer damper corta-fogo
Dispensa sistema fixo de extinção de incêndio.

Dutos em aço carbono com espessura mínima de


1,50mm ou aço inoxidável
Com 1,25mm, soldados ou flangeados.
Tipo III
Captores com filtros.
Requer damper corta-fogo.
Requer sistema fixo de extinção de incêndio.

Os Sistemas de Exaustão que atenderem simultaneamente a


Nota: equipamentos geradores e não geradores de vapores de óleo e/ou
partículas de gordura serão classificados como do Tipo I.

Notas:
1. No município do Rio de Janeiro deve ser exigido o projeto de exaustão aprovado pelo
GEM – Rio Luz e aprovação das instalações (certificado) emitido pelo GEM-Rio Luz;

88
2. Toda instalação e manutenção corretiva ou preventiva do sistema de exaustão deve
ser realizada por empresa especializada e registrada no CREA com fornecimento de
ART de instalação e serviço para ser entregue ao responsável do Shopping. (No caso
do município do Rio de Janeiro cadastrada no GEM e CREA).

2.2 Manutenção:

Todos os sistemas de exaustão devem possuir manutenção preventiva e limpeza periódica por
empresa especializada e registrada no CREA fornecimento de ART manutenção do serviço
realizado. (No caso do município do Rio de Janeiro cadastrada no GEM e CREA).

2.2.1 - Periodicidade:
A manutenção preventiva/ limpeza deve ser realizada no mínimo de 30 em 30 dias ou em menor
período de acordo com o acumulo de gordura nos dutos e elementos do sistema de exaustão
mecânica.
2.2.2 – Elementos de manutenção:
A limpeza deve ser realizada nas coifas, filtros inerciais, dutos e elementos despoluidor. É
importante uma atenção especial nas curvas pois são os pontos de maior acumulo de gordura. É
necessário a lubrificação de rolamentos e mancais do sistema se necessário a troca dos mesmos.

2.2.3 – Elementos despoluidores:


É necessária a verificação quanto a eficiência dos equipamentos quanto a sua filtragem.
 Filtro Eletrostático: é necessária a troca das células no período de no máximo 1 ano de
funcionamento ou antes se houver necessidade;
 Lavador de gases: é necessária a regulagem da vazão da agua na bandeja do filtro afim de
ter a filtragem dimensionada para o sistema, verificar de 30 em 30 dias.
 Coifas wash and pull: é necessária a regulagem dos elementos filtrantes (dispersão de
vapor dágua e elemento detergente) assim como observar a sua eficiência.

2.2.4 – Vazamentos: deve-se verificar vazamentos ao longo do sistema e sanar os mesmos.

89
2.2.5 – Regras Gerais de manutenção:
 Não é permitido objetos de qualquer espécie na casa de máquinas de exaustão e acima
dos dutos;
 Deve-se manter os isolamentos térmicos sempre em bom estado de conservação;
 Observar sempre o rendimento do sistema, quanto a vazão e eficiência.

ANEXO 06

TERMO DE RECEBIMENTO DA LOJA

ESPAÇO COMERCIAL: _____________________________, Nº ________.

Venho, por meio desta, declarar que recebi o espaço comercial em referência e suas
chaves, na presente data, declarando, ainda, estar ciente e de acordo com as condições de
entrega do referido ESPAÇO COMERCIAL N° ________________________, após ter
conferido, “in loco”, todas as medidas e posicionamento dos pontos de instalações
prediais verificado que o mesmo se encontra- em perfeito estado e em conformidade com os
contratos que assinei, e que obedece às normas estabelecidas pelo SHOPPING METRÔ SANTA
CRUZ para a instalação do ESPAÇO COMERCIAL, de modo que nada tenho a reclamar.

SÃO PAULO , ______ de _______________________ de _____.

Atenciosamente,

_________________________________________________________

90
Locatário e/ou responsável pelo ESPAÇO COMERCIAL
(Nome legível e assinatura)

ANEXO 07

AUTORIZAÇÃO PARA INÍCIOS DE OBRAS

LOJA _______________________________________________________________________
NÚMERO ____________________________PAVIMENTO______________________________

Nesta data, a Administração do Shopping Metrô Santa Cruz, autoriza o LOCATÁRIO do espaço comercial
supracitado a iniciar às obras de instalação de sua loja, independentemente da dispensa de quaisquer
penalidades a que esteja sujeito até a presente data.

O LOCATÁRIO declara ter vistoriado o local, considera como aceito de pleno direito o espaço comercial
tal qual se encontra, e possui pleno conhecimento das instruções contidas no Caderno Técnico do Lojista.

O LOCATÁRIO assume total responsabilidade civil, trabalhista, administrativo e quaisquer outros


incidentes sobre o espaço locado (área privativa), assim como pela atividade empresarial ou obras ali
decorrentes, seja por ventura de sua atividade fim, seja através de sua prévia instalação (atividade meio).
De qualquer forma, o LOCATÁRIO isenta o Shopping de toda e qualquer responsabilidade, especialmente
quanto às respectivas licenças (alvarás) e, da mesma forma, quanto às responsabilidades técnicas e
trabalhistas decorrentes de das obras para as instalações dos espaços comerciais locados.

São Paulo , ______ de _______________________ de _____.

LOCATÁRIO

91
Departamento de Operações – Administração

NOTA: A presente autorização, quando não expedida automaticamente pelo SHOPPING, deve ser solicitada pelo
LOCATÁRIO, e permanecer afixada no tapume da loja durante todo o período de obras, em local visível.

ANEXO 08

CARTA DO PREPOSTO

__________________________________________________, pessoa jurídica de direito privado,


inscrita no CNPJ sob o nº _________________________, com sede na cidade de
__________________________, Estado do (a) ______________________, na Rua
__________________________________ nº ___________, neste ato representada (o) por
___________________________________________ vem, por meio do presente, nomear, na
qualidade de preposto para representar a empresa acima mencionada nos assuntos referentes à
execução de projetos e obras do Espaço Comercial nº ________, o (a) Sr.(a).
_____________________________________, brasileiro (a), (estado civil), (profissão), portador
(a) da cédula de identidade RG nº _____________________ e do CPF nº
____________________, residente e domiciliado (a) na cidade de _____________________,
Estado do (a) ______________________, na Rua __________________________________ nº
____________.

São Paulo , ______ de _______________________ de _____.

EMPRESA: _____________________________________
(Nome da empresa)

Representada por: ______________________________


(Assinatura do representante legal da empresa)

92
Contatos do Preposto:

E-mail:
Telefone comercial:
Telefone celular:

ANEXO 09

SOLICITAÇÃO PARA AUTORIZAÇÃO DE ACESSO E SERVIÇOS


LOJA: _________________________________________ NÚMERO: _____________
PARA: Administração – Departamento de Operações

Solicitamos autorização para a execução dos serviços relacionados ou entrega de


materiais a serem realizados pelos funcionários abaixo nomeados, nos responsabilizando por
quaisquer danos causados a terceiros e/ ou ao Shopping.

IMPORTANTE: As autorizações serão concedidas de 2ª a 6ª feira de 08:00 às 16:00h; com


antecedência de 24 horas antes do início da execução dos serviços.

DATA/ PERÍODO: HORÁRIO: às


DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS OU MATERIAIS

PREENCHIMENTO EXCLUSIVO DO LOJISTA/ RESPONSÁVEL


RELAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS RG

93
LOCATÁRIO OU RESPONSÁVEL

ANEXO 10: MODELO DO CRACHÁ

94
ANEXO 11

ACOMPANHAMENTO DOS TESTES DE INSTALAÇÕES PREDIAIS

ESPAÇO COMERCIAL: _____________________________, Nº ________.

Prezados Senhores,

Vimos por meio desta, solicitar a presença de representantes da área técnica do


SHOPPING METRÔ SANTA CRUZ, para acompanhamento do teste das instalações prediais
executadas na Loja supracitada:

Estanqueidade (impermeabilização – período de 72 horas);


Sprinkler (período de 2 horas – 200 libras);
Gás (período de 24 horas);
Outros: __________________________________________________________

Solicitamos que o teste seja realizado no dia ____/____/____.


O responsável pelos testes será o Sr. ______________________________________.

SÃO PAULO, ______ de _______________________ de _____.

95
______________________________________________________
Carimbo da Loja e assinatura de seu (s) Representante (s) legal (ais)

Obs.: Esta carta deverá ser redigida em papel timbrado da Loja

ANEXO 12

SOLICITAÇÃO DE VISTORIA FINAL

ESPAÇO COMERCIAL: _____________________________, Nº ________

Vimos por meio desta, solicitar a vistoria final das obras de instalação do Espaço Comercial
nº ___________________ do SHOPPING METRÔ SANTA CRUZ.

Declaramos que todos os serviços foram executados em conformidade com os projetos


aprovados junto à Administração e de acordo com as especificações do CADERNO TÉCNICO do
SHOPPING METRÔ SANTA CRUZ.

SÃO PAULO, ______ de __________________ de _____.

96
_________________________________________________________
Locatário e/ou responsável pelo ESPAÇO COMERCIAL
(Nome legível e assinatura)

ANEXO 13: MODELO DE CRONOGRAMA FISICO

97
ANEXO 14

SEGURO DE OBRAS: ORIENTAÇÕES SOBRE APÓLICE E COBERTURAS

Risco de Engenharia

 Razão social e CNPJ do Segurado (lojista ou construtora)

 Vigência da apólice (cronograma da obra)

 Objeto do seguro (descrição da obra de acordo com o aprovado)

 Endereço do Risco (local exato da obra)

 Coberturas contratadas
 Básica (Obras Civis, Instalação e Montagem) – Valor da Obra

 Comprovante de Pagamento Integral do Prêmio

Responsabilidade Civil

 Razão social e CNPJ do Segurado (lojista ou construtora)

 Vigência da apólice (cronograma da obra)

 Endereço do Risco (local exato da obra)

 Coberturas contratadas

 Básica (RC Obras Civis, Instalação e Montagem) – R$2.000.000,00

98
 Comprovante de Pagamento Integral do Prêmio

ANEXO 15

AUTORIZAÇÃO PARA INSTALAÇÃO / RETIRADA DE TAPUMES

ESPAÇO COMERCIAL: _____________________________________________, Nº ________.

Prezados Senhores,

Viemos por meio desta, solicitar agendamento de serviço para MOVIMENTAÇÃO DE TAPUMES,
para a finalidade de ________________________________________________ da Loja
supracitada:

Instalação
Alteração
Remoção
Outros:
______________________________________________________________________

Solicitamos que a movimentação seja realizada no dia ____/____/____.


O responsável pela adesivagem dos tapumes será a empresa
______________________________________, sendo o Sr. (a)
____________________________, RG: ____________________________, responsável pelo
serviço.

Cidade , ______ de _______________________ de _____.

99
______________________________________________________
Carimbo da Loja e assinatura de seu (s) Representante (s) legal (ais)
Obs: Esta carta deverá ser redigida em papel timbrado da Loja

ANEXO 16 – DETALHE DO DRENO DA REDE DE INCÊNDIO PARA TESTE

100
ANEXO 17 – JIRAU

1- Municípios onde os shoppings deverão adotar o conceito abaixo: Barueri / Belo Horizonte /
Campinas / Campo Grande / Caxias do Sul / Contagem / Cotia / Curitiba / Goiânia / Manaus /
Maringá / Niterói / Palmas / Piracicaba / Rio de Janeiro / Salvador / Santo André / São
Bernardo / São Luís / São Paulo / Sete Lagoas / Vila Velha / Uberlândia.

 Será autorizado apenas a construção de jirau, considerando o seguinte conceito e


especificações técnicas para jirau:
Jirau: mobiliário constituído por estrado ou passadiço metálicos
instalado a meia altura em compartimento, sem permanência humana prolongada. A
ocupação será até 30% da área do compartimento, limitado a 250,00m² incluindo a
circulação vertical de acesso e a casa de máquinas. O PD deverá ser igual a 2,50 metros;

Figura 02: Projeto Esquemático de Jirau

101
Figura 03: Projeto Esquemático de Escada
2- No caso do município de Juiz de Fora, deverá ser adotado o conceito abaixo:

 Será autorizado apenas a construção de sobreloja, considerando a seguinte definição:


Área da sobreloja, com comunicação interna exclusivamente com a loja, com até
50% (cinquenta por cento) da área da loja e limitada ao máximo de 25,00m2 (vinte e
vinco metros quadrados). O PD deverá ser igual a XXm – Cada Shopping deve validar
altura com área de Regularização ;

Figura 02: Projeto Esquemático de Sobreloja

102
Figura 03: Projeto Esquemático de Escada

3- No caso do município de Londrina, deverá ser adotado o conceito abaixo:

 Será autorizado apenas a construção de jirau, considerando o seguinte conceito e


especificações técnicas para jirau:
Jirau: estrutura independente construída de materiais de fácil remoção com ocupação
de no máximo 50% da área do compartimento do qual faz parte, limitados a 30,00m² e
que não será computada como área construída. O PD deverá ser igual a XXm – Cada
Shopping deve validar altura com área de Regularização ;

Figura 02: Projeto Esquemático de Jirau

103
Figura 03: Projeto Esquemático de Escada

4- No caso do município de Macaé, deverá ser adotado o conceito abaixo:

 Será autorizado apenas a construção de jirau, considerando o seguinte conceito e


especificações técnicas para jirau:
Jirau: mobiliário constituído por estrado ou passadiço metálicos
instalado a meia altura em compartimento, sem permanência humana prolongada. A
área construída deverá ser conforme informada pelo comercial durante a
comercialização da loja. O PD deverá ser igual a XXm – Cada Shopping deve validar
altura com área de Regularização;

Figura 02: Projeto Esquemático de Jirau

104
Figura 03: Projeto Esquemático de Escada

105
ANEXO 18: MODELO DE PLANTA TÉCNICA

106

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