Você está na página 1de 78

ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA “LUIZ DE QUEIROZ” DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS

LEB332 Mecânica e Máquinas Motoras

Motores de Combustão Interna Parte III - SISTEMAS COMPLEMENTARES
Motores de Combustão Interna Parte III - SISTEMAS COMPLEMENTARES

Motores de Combustão Interna

Parte III - SISTEMAS COMPLEMENTARES

Motores de Combustão Interna Parte III - SISTEMAS COMPLEMENTARES

Prof. Thiago Romanelli

romanelli@usp.br

16 e17/04/2018

Revendo MOTOR DE 4 CILINDROS E DE 4 TEMPOS
Revendo
MOTOR DE 4
CILINDROS E DE
4 TEMPOS

MONTAGEM E FUNCIONAMENTO DE

MCI

SISTEMAS COMPLEMENTARES DE VÁLVULAS DE ALIMENTAÇÃO ELÉTRICO

DE ARREFECIMENTO

DE LUBRIFICAÇÃO

Sistema de Válvulas

Sistema de Válvulas

Válvulas

O motor convencional apresenta duas válvulas por cilindro;

A válvula de admissão é maior que a válvula de descarga;

Existem motores com mais de duas válvulas por cilindro.

a válvula de descarga; • Existem motores com mais de duas válvulas por cilindro. P á

1. Sistemas de válvulas

Controla a entrada e saída do fluxo de gases

entre a câmara do cilindro e o exterior.

No motor 2 tempos essa função é cumprida pelo próprio êmbolo abrindo e fechando as janelas de admissão e de escape.

Sistemas de válvulas - Constituição

O motor de quatro tempos apresenta 2 tipos de válvulas:

De admissão entrada de ar+combustível (Otto) ou ar (Diesel) De escape saída dos gases queimados para o coletor de escape.

As válvulas abrem para dentro da câmara de combustão, sob ação de um mecanismo de comando e se fecham por ação da mola de válvula.

SISTEMA DE VÁLVULAS

Responsável pelo fechamento e abertura das

válvulas nos motores de 4 tempos

Responsável pelo fechamento e abertura das válvulas nos motores de 4 tempos P á g i

Comando indireto

1) eixo de cames; 2) tucho; 3) vareta; 4) balancim; 5) mola; 6) válvula

tucho; 3) vareta; 4) balancim; 5) mola; 6) válvula Vista de cima Vista de lado P
Vista de cima
Vista de cima

Vista de lado

Comando direto

Página 12

Comando direto P á g i n a 1 2 1) eixo de cames; 2) tucho;

1) eixo de cames; 2) tucho; 3) mola; 4) válvula

Comando direto P á g i n a 1 2 1) eixo de cames; 2) tucho;

17/04/2018

Sistemas de válvulas - Constituição

O mecanismo de comando é constituído por uma

árvore de comando de válvulas (ACV) que

contém ressaltos ou cames (2 para cada cilindro do motor).

Ao girar a ACV, os ressaltos levantam os tuchos que transmitem o movimento às válvulas,

diretamente ou através de varetas e balancins.

Isso distingue os 2 tipos de sistemas de comando de válvulas:

comando direto e comando indireto.

VÁLVULA BALANCIM
VÁLVULA
BALANCIM
VARETA
VARETA
MOLA
MOLA
ÁRVORE COMANDO DE VÁLVULAS (ACV)
ÁRVORE COMANDO
DE VÁLVULAS (ACV)
TUCHO
TUCHO

ACV

Acionada por correia, polia ou engrenagens pela ADM.

Qual a relação de transmissão entre a ADM e a ACV? Por quê?

ACV

ACV • Pode estar localizado no bloco ou cabeçote do motor • Apresenta ressaltos que transformam

Pode estar localizado no bloco ou cabeçote do motor

Apresenta ressaltos que transformam movimento de

rotação

em movimento linear alternado das válvulas

Fabricados em aço forjado ou ferro fundido

válvulas • Fabricados em aço forjado ou ferro fundido Engrenagem do eixo de cames • Localizada

Engrenagem do eixo de cames

Localizada em uma das extremidades do eixo O diâmetro é o dobro da engrenagem do virabrequim

VÁLVULAS
VÁLVULAS

TEMPOS

DESLOCAMENTOS DOS ÊMBOLOS

GIROS ADM( 0 )

ADMISSÃO 0-180 ABERTA
ADMISSÃO
0-180
ABERTA

180-360

FECHADA

ESCAPE

ADMISSÃO

COMPRESSÃO

EXPLOS/EXPAN. PMS p/ PMI

EXAUSTÃO

PMI p/ PMS

PMS p/ PMI PMI p/ PMS

FECHADA

FECHADA

360-540 FECHADA FECHADA

540-720 FECHADA

ABERTA
ABERTA
FECHADA ABERTA FECHADA FECHADA FECHADA FECHADA ABERTA FECHADA PMS PMI PMI PMI PMI
FECHADA ABERTA
FECHADA FECHADA
FECHADA FECHADA
ABERTA
FECHADA
PMS
PMI
PMI
PMI
PMI
ADMISSÃO COMPRESSÃO EXPLOSÃO EXAUSTÃO EXPANSÃO
ADMISSÃO
COMPRESSÃO
EXPLOSÃO
EXAUSTÃO
EXPANSÃO

ACV

Acionada por correia, polia ou engrenagens pela ADM.

Qual a relação de transmissão entre a ADM e a ACV? Por quê? RESPOSTA: 2:1. Porque um ciclo termodinâmico ocorre a cada duas voltas da ADM, sendo que, em um ciclo há uma abertura de admissão e uma de exaustão.

Tuchos • Os tuchos ficam em contato direto com os ressaltos e transmitem o movimento

Tuchos

Tuchos • Os tuchos ficam em contato direto com os ressaltos e transmitem o movimento do

Os tuchos ficam em contato direto com os

ressaltos e transmitem o movimento do eixo de cames para as varetas ;

São fabricados em aço forjado ou de fundição temperada e podem ser mecânicos ou hidráulicos

SISTEMA DE VÁLVULAS

Sistema de Alimentação

Sistema de Alimentação

RELAÇÃO AR/COMBUSTÍVEL

VARIAÇÃO DA RELAÇÃO A:C ( AR + COMBUSTÍVEL) A 12 DE ACORDO COM A CARGA
VARIAÇÃO DA RELAÇÃO A:C ( AR + COMBUSTÍVEL)
A
12
DE ACORDO COM A CARGA IMPOSTA AO MOTOR
D
B
C
16
20
0
20
40
60
80
100
CARGA %
relação ar:combustível
AB = MOMENTO DA PARTIDA, MOTOR EM MARCHA LENTA, CARGAS LEVES ( MISTURA RICA ,
AB = MOMENTO DA PARTIDA, MOTOR EM MARCHA LENTA,
CARGAS LEVES ( MISTURA RICA , MAIOR CONSUMO).
BC
= CARGA MÉDIA ( MISTURA POBRE, FAIXA ECONÔMICA).
CD
= POTÊNCIA MÁXIMA, CARGA ELEVADA (MISTURA RICA,
MAIOR CONSUMO).

2. Sistema de alimentação

Conjunto de mecanismos cujas funções são:

1) suprir a quantidade correta de combustível

ao motor em função da rotação do motor e carga aplicada. 2) fazer combustível atingir câmara de combustão, atomizado. 3) permitir injeção no momento exato do ciclo.

Otto: injeção eletrônica e carburador

Diesel: bomba e bico injetor

Componentes

-TANQUE

-TUBULAÇÕES(ALTA E BAIXA PRESSÃO)

-BOMBAS (ALIMENTADORA E INJETORA) -BICOS INJETORES -REGULADOR DE VELOCIDADE.

Sistema de alimentação

Responsável pelo suprimento de ar e combustível ao motor

1. Circuito de ar

2. Circuito de combustível

Circuito de Ar

PRÉ-FILTRO

Circuito de Ar PRÉ-FILTRO COLETOR DE ADMISSÃO ABAFADOR VÁLVULA DE ADMISSÃO CILINDRO COLETOR DE DESCARGA VÁLVULA
Circuito de Ar PRÉ-FILTRO COLETOR DE ADMISSÃO ABAFADOR VÁLVULA DE ADMISSÃO CILINDRO COLETOR DE DESCARGA VÁLVULA

COLETOR

DE ADMISSÃO

ABAFADOR

VÁLVULA DE ADMISSÃO
VÁLVULA DE
ADMISSÃO

CILINDRO

PRÉ-FILTRO COLETOR DE ADMISSÃO ABAFADOR VÁLVULA DE ADMISSÃO CILINDRO COLETOR DE DESCARGA VÁLVULA DE DESCARGA FILTRO

COLETOR DE DESCARGA

VÁLVULA DE

DESCARGA

FILTRO

Pré-filtro de ar

Localizado antes do filtro de ar Tem como função reter partículas grandes contidas no ar.

ar  Localizado antes do filtro de ar  Tem como função reter partículas grandes contidas

Filtro de ar

Filtro de ar

Tem como função reter partículas pequenas contidas no ar

Podem ser de dois tipos:

1) em banho de óleo

2) de papel

Filtro de ar seco

Apresenta dois elementos filtrantes

descartáveis:

1)

filtro primário de papel

2)

filtro secundário de feltro

dois elementos filtrantes descartáveis: 1) filtro primário de papel 2) filtro secundário de feltro
dois elementos filtrantes descartáveis: 1) filtro primário de papel 2) filtro secundário de feltro

Coletor de admissão

Admissão do ar

1)

por meio do vácuo criado pelo movimento

2)

descendente do pistão: motor aspirado sob pressão: motor turbinado

Turbocompressor: o ar é admitido sob pressão. Mesma cilindrada com maior potência

turbocharger, turboalimentador ou turbo

Mesma cilindrada com maior potência  turbocharger, turboalimentador ou turbo • Maior massa para mesmo volume

Maior massa

para mesmo volume de ar

INTERCOOLER
INTERCOOLER
TURBOCOMPRESSOR
TURBOCOMPRESSOR

GASES DE ESCAPE

ADMISSÃO DE AR

INTERCOOLER TURBOCOMPRESSOR GASES DE ESCAPE ADMISSÃO DE AR

Intercooler: sistema de resfriamento de ar para motores turbinados

Localizado entre a turbina e os cilindros; Contribui para aumentar a massa de ar do volume de admissão.

Circuito de combustível - DIESEL

Funções do circuito de combustível

Armazenamento, transporte e filtragem de combustível;

Dosagem de combustível de acordo com a

posição do acelerador;

Injeção de combustível atomizado, sob pressão, no interior da câmara de combustão de cada cilindro segundo a ordem de ignição do motor; Pressão de injeção: 1600-2000 kgf cm -2 = 1600- 2000 atm.

Componentes do sistema

Componentes do sistema

Tanque de combustível

O tanque de combustível é fabricado de polietileno de alta densidade;

Deve apresentar capacidade suficiente para autonomia de uma jornada de trabalho;

Capacidade do tanque de combustível para alguns modelos de tratores agrícolas;

Copo de sedimentação

Está localizado antes da bomba alimentadora; Decanta a água contida no combustível; Apresenta na parte inferior um parafuso para drenagem.

alimentadora;  Decanta a água contida no combustível;  Apresenta na parte inferior um parafuso para

Bomba alimentadora

Bomba alimentadora: baixa pressão

bombeamento do combustível do tanque até a

bomba injetora

Bomba alimentadora  Bomba alimentadora: baixa pressão – bombeamento do combustível do tanque até a bomba
Bomba alimentadora  Bomba alimentadora: baixa pressão – bombeamento do combustível do tanque até a bomba
Bomba alimentadora  Bomba alimentadora: baixa pressão – bombeamento do combustível do tanque até a bomba

Filtro de combustível

Evita que partículas contidas no combustível atinjam a bomba injetora

Filtro de combustível  Evita que partículas contidas no combustível atinjam a bomba injetora
Filtro de combustível  Evita que partículas contidas no combustível atinjam a bomba injetora

Filtro de combustível com sedimentador

Filtra combustível e decanta água

Filtro de combustível com sedimentador • Filtra combustível e decanta água

Tubulações

Baixa pressão: entre o tanque e a bomba injetora Alta pressão: entre a bomba injetora e os bicos injetores

 Baixa pressão: entre o tanque e a bomba injetora  Alta pressão: entre a bomba

Bomba injetora

Localizada entre os filtros e os bicos injetores Dosagem e controle da injeção de combustível sob pressão

• Localizada entre os filtros e os bicos injetores  Dosagem e controle da injeção de
• Localizada entre os filtros e os bicos injetores  Dosagem e controle da injeção de

Bomba Injetora

Função

1. Fornecer aos bicos injetores o combustível

sob determinada pressão

2. Suprir com combustível cada bico injetor,

segundo a ordem de injeção do motor, no momento exato da explosão-expansão nos cilindros

3. Dosar a quantidade de combustível exigida

para cada condição de carga do motor.

Bicos injetores

Quando ocorre a pulverização do combustível na câmara a pressão é em torno de 1600 bar, ou seja, cerca de 1600 vezes o valor da pressão atmosférica Os motores diesel podem apresentar controle de injeção eletrônica

Controle de injeção eletrônica
Controle de injeção eletrônica
C I C L O O T T O
C I C L O
O T T O
COM CARBURADOR (CORRENTE DE AR )
COM CARBURADOR
(CORRENTE DE AR )
POR INJEÇÃO
POR INJEÇÃO
CARBURADOR DE INJEÇÃO UM INJETOR POR CILINDRO
CARBURADOR
DE INJEÇÃO
UM INJETOR
POR CILINDRO
DESCENDENTE ASCENDENTE (VEICULARES) (ESTACIONÁRIOS)
DESCENDENTE
ASCENDENTE
(VEICULARES)
(ESTACIONÁRIOS)

(PODE FICAR + BAIXO QUE O TANQUE, NÃO TEM BOMBA)

(ESTACIONÁRIOS) (PODE FICAR + BAIXO QUE O TANQUE, NÃO TEM BOMBA) NA JANELA DE ADMISSÃO COMBUSTÃ0
(ESTACIONÁRIOS) (PODE FICAR + BAIXO QUE O TANQUE, NÃO TEM BOMBA) NA JANELA DE ADMISSÃO COMBUSTÃ0
NA JANELA DE ADMISSÃO COMBUSTÃ0
NA JANELA
DE ADMISSÃO
COMBUSTÃ0

NA CÂMARA DE

SISTEMA DE

ALIMENTAÇÃO

Sistema Elétrico

Sistema Elétrico

Funções do sistema elétrico

Diferente para ciclo otto e diesel;

Tem como função auxiliar na partida dos motores;

Controlar a iluminação do trator;

Nos motores do ciclo otto controla e produz centelha elétrica para combustão; Nos motores do ciclo diesel não faz parte do processo de combustão.

Componentes básicos do sistema

Componentes básicos do sistema Bateria Alternador Motor de partida

Bateria

Componentes básicos do sistema Bateria Alternador Motor de partida

Alternador

Componentes básicos do sistema Bateria Alternador Motor de partida

Motor de partida

Bateria

Tem como função acumular energia elétrica suficiente para assegurar a partida do motor e iluminação do trator.

para assegurar a partida do motor e iluminação do trator. 1. Pasta de vedação; 2. Pino

1.

Pasta de vedação;

2.

Pino polar negativo;

3.

Barra de acoplamento dos

elementos do acumulador;

4.

Ponto polar (de montagem das placas de sinal idêntico);

5.

Bujão;

6.

Pino polar positivo;

7.

Tampa da bateria;

8.

Cuba;

9.

Calço de madeira (separador);

10.

Placa positiva;

11.

Suporte;

12.

Placa negativa.

Motor de partida

Tem como função acionar o volante para dar

início ao funcionamento do motor;

São motores elétricos que recebem energia da bateria;

Entra em contato com o volante, girando a

árvore de manivelas até que ocorra combustão em um dos cilindros do motor

A mistura é queimada e o motor

entra em

funcionamento.

Componentes do motor de partida

Volante
Volante

Alternador

Gerador de energia elétrica;

Transforma a energia mecânica em energia elétrica;

Tem como função suprir a bateria com energia

elétrica suficiente para partida do motor e

iluminação do trator.

Alternador
Alternador
com energia elétrica suficiente para partida do motor e iluminação do trator. Alternador Ventoinha Árvore de

Ventoinha

Árvore de manivelas

Sistema de Arrefecimento

Sistema de Arrefecimento

4. Sistema de arrefecimento

MCI são máquinas que transformam uma parte do calor da combustão em trabalho

mecânico, através de processos cíclicos (2 ou 4 tempos).

65-75% do calor total fornecido pelo combustível não é convertido em trabalho

mecânico, sendo liberado por radiação

direta, pelos gases de escape e pelo sistema de arrefecimento.

SISTEMA DE ARREFECIMENTO SISTEMAS DE ARREFECIMENTO

SISTEMA DE ARREFECIMENTO SISTEMAS DE ARREFECIMENTO GASES DE ESCAPE 31% TRABALHO PARA VENCER RESISTENCIAS 5 %
GASES DE ESCAPE 31%
GASES DE
ESCAPE 31%
SISTEMAS DE ARREFECIMENTO GASES DE ESCAPE 31% TRABALHO PARA VENCER RESISTENCIAS 5 % EXPLOSÃO (CALOR) 100

TRABALHO PARA

SISTEMAS DE ARREFECIMENTO GASES DE ESCAPE 31% TRABALHO PARA VENCER RESISTENCIAS 5 % EXPLOSÃO (CALOR) 100

VENCER RESISTENCIAS

5 %
5 %
GASES DE ESCAPE 31% TRABALHO PARA VENCER RESISTENCIAS 5 % EXPLOSÃO (CALOR) 100 % RADIACAO DIRETA
EXPLOSÃO (CALOR) 100 %
EXPLOSÃO
(CALOR) 100 %
PARA VENCER RESISTENCIAS 5 % EXPLOSÃO (CALOR) 100 % RADIACAO DIRETA 6 % SISTEMA DE ARREFECIMENTO

RADIACAO DIRETA 6 %

SISTEMA DE

ARREFECIMENTO 31 %

EM TRABALHO MECANICO 25 a 35 %
EM TRABALHO
MECANICO
25 a 35 %

CALOR TRANSFORMADO

CALOR REJEITADO

TRABALHO ÚTIL
TRABALHO ÚTIL

27%

FLUXOGRAMA DO PERCURSO DO CALOR EM UM MOTOR DE COMBUSTÃO INTERNA POR ÊMBOLOS ( % MEDIAS)

O calor deve ser eliminado por um sistema de arrefecimento. “Arrefecimento” é manter a temperatura
O calor deve ser eliminado por um sistema de
arrefecimento.
“Arrefecimento” é manter a temperatura em um
patamar acima da ambiente, sob controle. (Ex.:
Motores de veículos)
“Refrigeração” é manter a temperatura em um
patamar abaixo da ambiente, sob controle. (Ex.:
Refrigerador, ar condicionado etc)
O CALOR NÃO TRANSFORMADO EM TRABALHO MECÂNICO TEM QUE SER DISSIPADO! COMO?
O CALOR NÃO TRANSFORMADO EM TRABALHO
MECÂNICO TEM QUE SER DISSIPADO! COMO?

MEIOS ARREFECEDORES

ÁGUA

AR

ÓLEO

OS MEIOS ARREFECEDORES DEFINEM OS TIPOS DE SISTEMAS
OS MEIOS ARREFECEDORES DEFINEM OS TIPOS DE
SISTEMAS

A AR

A ÓLEO

E AR

TIPOS DE SISTEMAS
TIPOS DE SISTEMAS
A ÁGUA
A ÁGUA
T E R M O S I F Ã O
T E R M O
S I F Ã O
A AR E ÁGUA
A AR E ÁGUA
TIPOS DE SISTEMAS A ÁGUA T E R M O S I F Ã O A
TIPOS DE SISTEMAS A ÁGUA T E R M O S I F Ã O A
TIPOS DE SISTEMAS A ÁGUA T E R M O S I F Ã O A
TIPOS DE SISTEMAS A ÁGUA T E R M O S I F Ã O A

COM TORRE DE ARREFECIMENTO

C O M

R A D I A D O R

CONSTITUINTES:
CONSTITUINTES:
TAMPA PRESSURIZADA
TAMPA PRESSURIZADA
RADIADOR MANGUEIRAS TERMOSTATO BOMBA
RADIADOR
MANGUEIRAS
TERMOSTATO
BOMBA

GALERIAS NO BLOCO

Tipos de sistema

a) Arrefecimento a ar:

a.1) circulação livre motos, avião

a.2) circulação forçada motores veiculares

b) Arrefecimento a água:

b.1) Por evaporação (motores pequenos estacionários)

b.2) Circulação fechada com torre de arrefecimento

b.3) Circulação aberta com reservatório (grandes motores

estacionários)

c) Arrefecimento a ar: circulação livre ou de circulação forçada c.1) termossifão

c.2) circulação forçada

Sistema a ar

a) Vantagens:

a.1) construção simples

a.2) menor peso por CV a.3) manutenção simples b)Desvantagens:

b.1) difícil controle de temperatura b.2) desuniformidade de temperatura do motor b.3) susceptibilidade a superaquecimento b.4) demanda constante limpeza das aletas

VÁVULAS TERMOSTÁTICAS

Tampa pressurizada
Tampa
pressurizada
VÁVULAS TERMOSTÁTICAS Tampa pressurizada SISTEMA AR E ÁGUA FORÇADO (MAIS UTILIZADO EM VEÍCULOS) ventoinha mangueiras

SISTEMA AR E ÁGUA FORÇADO (MAIS UTILIZADO EM VEÍCULOS)

TERMOSTÁTICAS Tampa pressurizada SISTEMA AR E ÁGUA FORÇADO (MAIS UTILIZADO EM VEÍCULOS) ventoinha mangueiras galerias
TERMOSTÁTICAS Tampa pressurizada SISTEMA AR E ÁGUA FORÇADO (MAIS UTILIZADO EM VEÍCULOS) ventoinha mangueiras galerias
ventoinha
ventoinha

mangueiras

galerias

FLUIDO VEM DO MOTOR RADIADOR FLUIDO VOLTA PARA O MOTOR
FLUIDO VEM
DO MOTOR
RADIADOR
FLUIDO VOLTA
PARA O MOTOR
VENTOINHA DE RADIADOR COM PASSO VARIÁVEL E INVERSÃO DE FLUXO
VENTOINHA DE RADIADOR COM PASSO VARIÁVEL E INVERSÃO DE FLUXO
VENTOINHA DE RADIADOR COM PASSO VARIÁVEL E INVERSÃO DE FLUXO

VENTOINHA DE RADIADOR COM PASSO VARIÁVEL E INVERSÃO DE FLUXO

MONTAGEM E FUNCIONAMENTO DO

SISTEMA DE

ARREFECIMENTO

Sistema de Lubrificação

Sistema de Lubrificação
S I S T E M A S DE L U B R I F
S I S T E M A S
DE
L U B R I F I C A Ç Ã O
LUBRIFICANTE E O ELEMENTO QUE, COLOCADO
ENTRE SUPERFICIES QUE SE ATRITAM,
SATISFAZ OS OBJETIVOS DA LUBRIFICAÇÃO.

OBJETIVOS DA LUBRIFICAÇÃO

DA COMBUSTÃO DAS REAÇÕES QUÍMICAS DO DESGASTE DIMINUICAO DE RUIDO
DA COMBUSTÃO
DAS REAÇÕES QUÍMICAS
DO DESGASTE
DIMINUICAO DE RUIDO
MISTURA COM COMBUSTÍVEL (MOTOR DE 2 TEMPOS) BORRIFO S I S T E M A

MISTURA COM COMBUSTÍVEL (MOTOR DE 2 TEMPOS)

MISTURA COM COMBUSTÍVEL (MOTOR DE 2 TEMPOS) BORRIFO S I S T E M A S
BORRIFO S I S T E M A S D E L U B R
BORRIFO
S I S T E M A S
D E
L U B R I F I
C A Ç Ã O
CIRCULAÇÃO E BORRIFO
CIRCULAÇÃO
E BORRIFO

CIRCULAÇÃO SOB PRESSÃO

COMPONENTES: DEPÓSITO; FILTRO PRIMÁRIO; BOMBA; VÁLVULA DE PRESSÃO; FILTROS; MANÔMETRO e
COMPONENTES:
DEPÓSITO; FILTRO PRIMÁRIO;
BOMBA; VÁLVULA DE PRESSÃO;
FILTROS; MANÔMETRO e

GALERIAS ( BIELA, ADM, ACV, etc)

VISCOSIDADE: MEDIDA DE RESISTÊNCIA OFERECIDA POR UM LÍQUIDO AO ESCORRIMENTO. ACIDEZ, PONTO DE INFLAMAÇÃO ETC
VISCOSIDADE: MEDIDA DE RESISTÊNCIA OFERECIDA POR UM LÍQUIDO AO ESCORRIMENTO. ACIDEZ, PONTO DE INFLAMAÇÃO ETC
VISCOSIDADE: MEDIDA DE RESISTÊNCIA OFERECIDA POR UM LÍQUIDO AO ESCORRIMENTO.
VISCOSIDADE: MEDIDA DE RESISTÊNCIA
OFERECIDA POR UM LÍQUIDO AO ESCORRIMENTO.

ACIDEZ, PONTO DE INFLAMAÇÃO ETC

ADITIVOS? COMPOSTOS QUE MELHORAM OU CONFEREM NOVAS CARACTERÍSTICAS AOS LUBRIFICANTES (OU COMBUSTÍVEIS):
ADITIVOS?
COMPOSTOS QUE MELHORAM OU CONFEREM
NOVAS CARACTERÍSTICAS AOS LUBRIFICANTES
(OU COMBUSTÍVEIS): ANTI-OXIDANTES,
ANTI-CORROZIVOS; ANTI-ESPUMANTES,
DETERGENTES ETC.

CLASSIFICAÇÃO SAE

SISTEMA DE

LUBRIFICAÇÃO