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A EMBALAGEM É UM INVÓLUCRO RESPONSÁVEL EM ARMAZENAR,

TRANSPORTAR, CONSERVAR, PROTEGER, IDENTIFICAR E VENDER.


ACABAMENTO CARTOTÉCNICO
O TERMO CARTOTÉCNICO ORIGINOU-SE NA LITERATURA GRÁFICA ITALIANA.
CONSISTE NUM CONJUNTO DE PROCESSOS EXECUTADOS COM HABILIDADES
EM PAPEL E OUTROS TIPOS DE MATERIAIS COMO CARTÃO, CARTOLINA E
PAPELÃO, TODOS DERIVADOS DE CELULOSE.

• TRATAMENTO SUPERFICIAL
• LAMINAÇÃO (APLICAÇÃO DE ONDULADO NO CARTÃO)
• APLICAÇÃO DE FILME (PVC, ACETATO, PET, ETC).
• CONFECÇÃO DA FACA DE CORTE E VINCO.
• IMPRESSÃO DE CORTE E VINCO
• FECHAMENTO DE CARTUCHOS (COLAGEM)

TRATAMENTO SUPERFICIAL

PLASTIFICAÇÃO: APLICAÇÃO DE FILME PLÁSTICO POLIETILENO OU


POLIESTIRENO POR MEIO DE TERMOLAMINAÇÃO.
PODE SER FOSCO OU BRILHANTE

LAMINAÇÃO: APLICAÇÃO DE FILME PET OU BOPP POR MEIO DE


TERMOLAMINAÇÃO (DRY LAM)
OU ADESIVADA (APLICAÇÃO SOMENTE EM BOPP) APLICAÇÃO POR MEIO DE
ADESIVO A BASE D’ÁGUA.

ALÉM DE FOSCO OU BRILHANTE PODE TER ASPECTOS METALIZADOS,


APARÊNCIA DE MADEIRA, COURO, ALTERANDO CONFORME FOR PRODUZIDO O
PET OU O BOPP. APLICAÇÃO SOMENTE DRY LAM

HOT STAMPING: APLICAÇÃO DE PELÍCULAS DE POLIÉSTER


(OURO/PRATA/COLORIDAS/HOLOGRÁFICAS)
APLICAÇÃO ATRAVÉS DE UM CLICHÊ DE ZINCO/COBRE/LATÃO, ATRAVÉS DE
PRESSÃO E CALOR.

LAMINAÇÃO (APLICAÇÃO DE ONDULADO): CONSISTE NO PROCESSO DE


APLICAR UMA OU MAIS FACES DE ONDULADO AO CARTÃO, POR MEIO DE
COLAGEM, PODE FEITO PELOS PROCESSOS MANUAL E AUTOMÁTICO.
MANUAL A COLA É APLICADA NO VERSO DO CARTÃO E O OPERADOR PEGA O
CARTÃO COM A COLA AJUNTA COM O MATERIAL ONDULADO E INSERE EM
UMA MÁQUINA LAMINADORA, CONSTITUÍDAS DE DOIS ROLOS QUE GIRAM
INVERSAMENTE E O MATERIAL É COLADO POR PRESSÃO.
AUTOMÁTICA, COMO NO PROCESSO DE IMPRESSÃO A MÁQUINA POSSUI MESA
DE ENTRADA, PORÉM SÃO DUAS, UMA, PARA O CARTÃO E OUTRA PARA O
ONDULADO, O CARTÃO É TRAZIDO POR CIMA E A ONDA POR BAIXO NESSE
PROCESSO A PARTE ONDULADA É A QUE RECEBE COLA ENTÃO A MÁQUINA
APLICA O CARTÃO NO ONDULADO E EM SEGUIDA O MATERIAL ENTRA NA
ESTEIRA PARA FAZER A SECAGEM. (NÃO FICA 100% SECO)
UMA DAS DIFERENCIAÇÕES ENTRE O PAPELÃO ONDULADO É
A ALTURA DE SUA ONDA.
CONFORME TABELA, DE ACORDO COM A ESPESSURA ELE
RECEBE O NOME DA ONDA.
Nome Espessura Número de
da em ondas em 10 Utilização Observação
onda milímetro cm
Dificilmente
de 4,5 a encontrada,quase
A de 11 a 13 N/D
5,0 que totalmente
fora de uso
Para quase todos os
de 2,5 a produtos que são
B de 16 a 18 Nenhuma
3,0 embalados em caixa de
papelão
Para quase todos os
de 3,5 a produtos que são
C de 13 a 15 Nenhuma
4,0 embalados em caixa de
papelão
de 6,0 a Produtos que necessitem
BC acima Parede dupla.
7,0 de maior proteção.
Conhecida como
Para quase todos os micro ondulado,
de 1,2 a produtos que são característica
E de 31 a 38
1,5 embalados em caixa de principal a
papelão impressão em 4
cores (cromia)
Embalagens e suporte
F 0,75 de 41 a 43 Nenhuma
interno
Mercado gráfico e Patente da
G ou
0,55 55 utilizada para pequenos Assistrade -(
N
display Suíça )
Esta é a classificação do papelão:
Face simples.

Normalmente vendido em bobinas


para "embrulhar" o objeto a ser
protegido.

Parede simples

Encontrado em chapas e caixas.

Parede dupla.

Encontrado em chapas e caixas

Como deve-se obter as medidas de uma caixa de papelão.

Obtem-se o tamanho de uma


caixa através das medidas:
Comprimento, Largura e
Altura.

A largura será igual ou


menor que o comprimento,
nunca maior; e, a altura
poderá ser igual, maior ou
menor que o comprimento.

Quando uma caixa exige um corte mais elaborado este deve ser feito de duas foras: faca
rotativa e faca plana.
A FACA ROTATIVA ALÉM DE FAZER O CORTE FAZ TAMBÉM O VINCO, POR TER
UM CUSTO MAIS ELEVADO QUE A FACA PLANA RECOMENDA-SE A SUA
UTILIZAÇÃO PARA GRANDES VOLUMES.

A FACA PLANA É A OPÇÃO MAIS BARATA, DESDE QUE NÃO SEJA PARA
GRANDES QUANTIDADES.

Fórmula de Mckee para calcular a coluna da caixa de papelão.

Exemplo: determine a qualidade da embalagem modelo ABNT/FEFCO 0201, em onda C,


com dimensões 400 x 200 x 250; o peso do produto é de 5kg e é transportado em caminhão
baú de altura igual a 2,4m, com empilhamento trançado.

Para calcular coeficiente de segurança:


250 + 16 (4 abas) = 266mm
Portando 2400mm dividido por 266mm = 9,02 caixas de empilhamento
Portanto, empilhamento de 9 caixas representa 8 caixas sobre a primeira 8 x 5kg = 40kg (
carga real)
A carga de colapso é igual a 40 x 5(coeficiente de segurança) = 200kg
Fadiga:
UR:
Empilhamento trançado:
Coeficiente de segurança:
FACA DE CORTE E VINCO: CONSISTE EM UTILIZAR LÂMINAS AFIADAS PARA
REALIZAR OS CORTES E NÃO AFIADAS PARA REALIZAR OS VINCOS.
AS LÂMINAS SÃO FORMADAS OU TEM DE SER MODELADAS CONFORME CADA
NECESSIDADE.
A BASE MAIS USADA NA CONFECÇÃO DE FACAS É DE MADEIRA, GERALMENTE
COMPENSADO COM 18 mm DE ESPESSURA.
TAMBÉM É USADO ACRÍLICO, FIBRA DE VIDRO, MDF E ATÉ METAL. PORÉM EM
MENOR ESCALA E EM TRABALHOS ESPECÍFICOS.

FLUXOGRAMA DE CRIAÇÃO DE FORMA PARA CORTE E VINCO.

CONFECÇÃO DA FACA DE CORTE E VINCO: INICIA-SE NO PROCESSO DE


DESENHO QUE PODE SER FEITO MANUALMENTE (UTILIZANDO-SE MATERIAL
PARA DESENHO TÉCNICO) OU ATRAVÉS DE SOFTWARE. (AQUI O DESENHO DE
FACA É OBTIDO ATRAVÉS DE IMPRESSÃO EM PLOTTER, PARA FACAS
CONVENCIONAIS OU POR MEIO ELETRÔNICO POSSIBILITA O CORTE DA BASE
DA FACA POR LASER OU JATO D’ÁGUA.
NO PROCESSO CONVENCIONAL TAMBÉM SE UTILIZA OUTROS MEIOS PARA SE
TRANSFERIR O DESENHO DE FACA NO MATERIAL A SER CORTADO, POR
EXEMPLO, UTILIZANDO PAPEL HELIOGRAFICO OU MESMO COLANDO SE O
FILME DE FACA DIRETAMENTE SOBRE A MADEIRA.
OBS: NESSE PROCESSO É IDEAL QUE O DESENHISTA SEMPRE DEIXE OS RISCOS
PASSANDO PARA QUE O MONTADOR E O PROVEIRO TENHA UMA REFERÊNCIA
DA DIREÇÃO DO RISCO POIS, GERALMENTE A SERRA TIRA A MESMA.
CORTE DA BASE NO PROCESSO CONVENCIONAL É FEITO ATRAVÉS DE UMA
SERRA TICO-TICO, O SERRADOR FURA A BASE NA REGIÃO DAS PONTES PARA
POSSIBILITAR A ENTRADA DA FITA DE SERRA E REALIZA O CORTE A PRECISÃO
DESSE PROCESSO DEPENDE DA HABILIDADE DO SERRADOR, DESDE A
PREPARAÇÃO DA SERRA, ATÉ CONSEGUIR CORTAR EXATAMENTE SOBRE OS
RISCOS.
MONTAGEM DA FACA RESUME-SE EM PREPARAR AS LÂMINAS CONFORME O
DESENHO E O CORTE DA FACA E AJUSTÁ-LAS DE MODO QUE FUNCIONEM
PERFEITAMENTE NO PROCESSO DE IMPRESSÃO. NESSE PROCESSO APÓS
ANALIZAR O ESQUEMA DA FACA O MONTADOR PREPARA AS LÂMINAS,
CORTA/DOBRA, FAZ AS PONTES E REALIZA OS AJUSTES CHANFRO OU BICO, OU
EMENDA.
O CHANFRO É FEITO NO ESMERIL E OS BICOS PODEM SER FEITOS ATRAVÉS DO
MESMO OU POR MEIO DE UMA TESOURA APROPRIADA, OS AJUSTES DAS
EMENDAS PODEM SER FEITOS NO ESMERIL OU UTILIZANDO UMA LIMA.
E DEPOIS O MONTADOR INSERE AS LÃMINAS NA BASE.
EM SEGUIDA É TIRADA UMA PROVA PARA VER SE TUDO ESTÁ CORRETO. CASO
SEJA NECESSÁRIO O PROVEIRO ENTORTA AS LÂMINAS, COM UMA
FERRAMENTA CHAMADA PUXA SACO PARA ACERTAR O FUNCIONAMENTO, OU
TROCAM-SE AS LÂMINAS OU O ACERTO É FEITO UTILIZANDO-SE A SERRA.
NO PROCESSO A LASER A MONTAGEM É FEITA PRATICAMENTE DA MESMA
MANEIRA DIFERENCIANDO-SE PELO FATO DE QUE AS FACAS A LASER NÃO
PRECISAM TIRAR PROVA E O MAQUINÁRIO É UM POCO DIFERENTE DEVIDO A
NECESSIDADE DE UTILIZAR ESQUADRO, POIS O PROCESSO A LASER PERMITE A
REPETITIBILIDADE EXATA DAS PEÇAS.
ESTANDO TUDO OK A FACA SERÁ PREPARADA PARA O PROCESSO DE
IMPRESSÃO DE CORTE E VINCO.

PREPARAÇÃO DA FACA: CONSISTE EM FAZER OS PIQUES NAS LÂMINAS E O


EMBORRACHAMENTO DA FACA DE MODO QUE PERMITA O PERFEITO
FUNCIONAMENTO NA IMPRESSORA DE CORTE E VINCO.

IMPRESSÃO DE CORTE E VINCO: É O PROCESSO ONDE O IMPRESSO É


CORTEVINCADO POR MEIO DE PRESSÃO.
EXISTEM BASICAMENTE 4 TIPOS DE MÁQUINAS DE CORTE E VINCO.
HORIZONTAL OU DE ROLOS, MANUAL (BOCA DE SAPO), ROTATIVAS E AS
AUTOMÁTICAS.
NAS MÁQUINAS HORIZONTAIS A FACA FICA FIXA NA “MESA” ENQUANTO O
ROLO FUCIONA NUM PROCESSO DE VAI-E VEM GIRANDO SOBRE A MESA ONDE
A FORMA ESTÁ POSICIONADA. NESSE PROCESSO NÃO HÁ PRECISÃO NO CORTE
DO MATERIAL SENDO ASSIM NÃO É UTILIZADO EM MATERIAIS CUJA
IMPRESSÃO CAUSE INFLÊNCIA NO CORTE E VINCO. GERALMENTE É
UTILIZADO PARA CORTAR PLÁSTICOS POLIONDA, PAPELÃO ONDULADO,
EMBALAGENS ARTESANAIS (GERALMENTE EM KRAFT), ETC
NO PROCESSO CONHECIDO COMO MANUAL O OPERADOR FAZ O ACERTO DA
POSIÇÃO ONDE O IMPRESSO SERÁ CORTEVINCADO E MARGEIA
MANUALMENTE AS FOLHAS. A MÁQUINA POSSUI UM PADRÃO FIXO, ONDE A
FACA FICA PRESA E OUTRO MÓVEL, TAMBÉM, FUNCIONA NUM SISTEMA VAI-
VÉM ONDE O OPERADOR REALIZA A MARGEAÇÃO E ESTE TAMBÉM É O QUE
EXERCE PRESSÃO SOBRE A FACA OBTENDO-SE ASSIM O MATERIAL CORTADO.
AQUI SE OBTÉM PRECISÃO SOBRE A IMPRESSÃO, FICANDO POR CONTA DO
OPERADOR A MARGEAÇÃO CORRETA PARA GARANTIR A PRECISÃO DO
PROCESSO.
AS MÁQUINAS ROTATIVAS GERLMENTE SÃO ACOPLADAS A IMPRESSORAS.
AS MÁQUINAS AUTOMÁTICAS FUNCIONAM COLOCANDO-SE A FACA EM UMA
RAMA QUE É ENCAIXADA NA MÁQUINA E ESTA TRABALHA NUM SISTEMA DE
SOBE DESCE, SENDO A PARTE SUPERIOS A QUE FAZ O MOVIMENTO, E É
NESSSA QUE A FACA ESTÁ PRESA. O PROCESSO ASSEMELHA-SE A IMPRESSÃO
OFFSET, A MÁQUINA POSSUI UMA MESA DE ENTRADA, SEGUIDO DE UM
SISTEMA DE MARGEAÇÃO, DEPOIS É EFITA A IMPRESSÃO DO CORTE E VINCO,
DEPOIS O DESTAQUE (EXPULSÃO) DAS APARAS (SE HOUVER) E DEPOIS HÁ A
MESA DE SAÍDA.
EM MÁQUINAS MAIS MODERNAS HÁ TAMBÉM MAIS UM SISTEMA DE
DESTAQUE CONHECIDO POR SEPARAÇÃO DE POSES ONDE É RETIRADA TODA A
APARA RESTANTE DO MATERIAL INCLUSIVE AS PINÇAS.
VINCAGEM É O RESULTADO DA QUEBRA DA FIBRA DO SUPORTE DEVIDO Á
CONDIÇÃO E AO PROCESSO A ELE ATRIBUÍDO.
NO PROCESSO DE CORTE E VINCO POR ROLOS A BASE DO ROLO
(POLIURETANO) FAZ QUE SEJAM OBTIDOS OS SULCOS QUE PERMITEM A
VINCAGEM DO MATERIAL.
NAS ROTATIVAS AS BASES SÃO DE POLIURETANO OU AÇO E PRODUZEM
CAIXAS E ACESSÓRIOS EM ALTA VELOCIDADE
NOS DEMAIS PROCESSOS PARA OBTER-SE A VINCAGEM SÃO FEITAS
CANALETAS, DE DIFERENTES MATERIAIS E MANEIRAS, OS MAIS COMUNS SÃO:
CARTÃO, PVC OU FIBRA COLADOS AO PADRÃO, TIRAS COLADAS, CANALETAS
ADESIVAS (CITO), CANALETAS METÁLICAS, E PERTINAX.

ESQUADRO NAS MÁQUINAS HORIZONTAIS NÃO HÁ ESQUADRO PRECISO.


NAS ROTATIVAS O ACERTO DO ESQUADRO É O MESMO QUE O DA IMPRESSÃO.
NAS MÁQUINAS AUTOMÁTICAS É SEMELHANTE AO PROCESSO OFFSET
DEPOIS DE ACERTADO O ESQUADRO AS PINÇAS SE ENCARREGAM DO
TRANSPORTE DO SUBSTRATO.
NO PROCESSO MANUAL O OPERADOR TEM MAIOR TRABALHO NO ACERTO DAS
GUIAS DE ESQUADRO E POSICIONAMENTO DA FACA.
AS GUIAS SÃO POSICIONADAS NA LATERAL ESQUERDA E NA PARTE INFERIOR
DO PADRÃO. SÃO GERALMENTE ENCONTRADOS EM 3 TIPOS DE MATERIAIS:
CHUMBO, AÇO E ACRÍLICO.
O POSICIONAMENTO DA GERALMENTE FACA É FEITO CENTRALIZANDO A
MADEIRA NA RAMA UTILIZANDO PECAS TIPOGRÁFICAS (GUARNIÇÃO),
PEDACOS DE MADEIRA E CUNHAS. AS CUNHAS SÃO PEÇAS METÁLICAS QUE
POSSUEM A FUNÇÃO DE PRESSIONAS A FORMA NA RAMA, SÃO POSICIONADAS
SEMPRE EM OPOSIÇÃO AO ESQUADRO DA IMPRESSÃO PARA MELHOR
OBTENÇÃO DO REGISTRO.
CLICHÊS DE RELEVO/ BRAILE ESTE PROCESSO PERMITE REPRODUZIR
FORMAS DEFINIDAS EM RELEVO SOBRE PAPÉIS OU CARTÕES CONSISTE EM UM
CLICHÉ FEITO GERALMENTE DE ZINCO, E ESTÁ SENDO INTRODUZIDA NO
MERCADO A TECNOLOGIA CELETEC NO CLICHÉ DE ZINDO A GRAVAÇÃO É
QUÍMICA E EM CELETEC MECÂNICA, ESSAS PEÇAS SÃO CHAMADAS FÊMEAS.
OS MACHOS SÃO FEITOS DE xxxxx OU DE NYLON PRINT. OS CLICHÊS SÃO
GERALMENTE FIXADOS NAS FACAS E O RELEVO É OBTIDO NO PROCESSO DE
IMPRESSÃO DE CORTE E VINCO

A PRODUÇÃO DE UMA PEÇA EM RELEVO ENVOLVE ALGUMAS ETAPAS:


PLANIFICAÇÃO DA PEÇA
PRODUÇÃO DO CLICHÊ A PARTIR DE FOTOLITO
LOCALIZAÇÃO DA ÁREA DE RELEVO
ESTAMPAGEM DO RELEVO

EM CELETEC A PRODUÇÃO DO RELEVO É FEITA POR PROCESSO CNC E A


FORMA É DESIGNADA ATRAVÉS DE SOFTWARE.

APLICAÇÃO DE JANELA (FILME DE PVC/ACETATO/PET)C CONSISTE EM COLAR


UM FILME PLÁSTICO TRANSPARENTE PARA PODER VER, MANTENDO O
PRODUTO EMBALADO PROTEGIDO. PODE SER FEITO MANUALMENTE OU EM
MÁQUINA.
DIREÇÃO DE FIBRA: A EXPRESSÃO DIREÇÃO DE FIBRA É EQUIVALENTE A
DIREÇÃO NO SENTIDO DE MOVIMENTO DA TELA FORMADORA DA MÁQUINA
DE PAPEL (LONGITUDINAL), SE TRATANDO DE UMA PROPRIEDADE FÍSICA DE
TODOS OS PAPÉIS FABRICADOS EM MÁQUINA COM MESA PLANA. ISTO QUE
REFERE-SE AO ALINHAMENTO QUE ADQUIRE AS FIBRAS DURANTE A
FORMAÇÃO DO PAPEL.
ESSE EFEITO É DADO PELAS FIBRAS SUSPENSAS EM SOLUÇÃO AQUOSA DE
FORMA QUE AO CAIR SOBRE A TELA FORMADORA DA MÁQUINA, ELAS TOMAM
A DIREÇÃO DE SEU MOVIMENTO.
DE OUTRA FORMA AS FIBRAS TENDEM A COLOCAREM-SE EM POSIÇÃO
PARALELA A DIREÇÃO EM QUE SE MOVE A TELA DA MÁQUINA DE FABRICAR
PAPEL.
EM CONSEQÜÊNCIA DO CONCEITO ANTERIOR, A DIREÇÃO PERPENDICULAR AO
MOVIMENTO DA TELA DA MÁQUINA SE CONHECE COMO DIREÇÃO CONTRA-
FIBRA (TRANSVERSAL).
É EVIDENTE QUE POSSA HAVER UMA DIFERENÇA DE ESTÉTICA NA IMPRESSÃO
DE UMA IMAGEM NUMA DIREÇÃO OU EM OUTRA DA FIBRA.
EXISTEM OUTROS INDICADORES MAIS IMPORTANTES QUE AFETAM A
PRODUTIVIDADE DE IMPRESSÃO E AS CARACTERÍSTICAS DO PRODUTO
ACABADO, COMO POR EXEMPLO O PAPEL:
• PODE-SE RASGAR COM MAIOR FACILIDADE NA DIREÇÃO DE FIBRA.
• APRESENTA MAIOR RIGIDEZ NA DIREÇÃO DE FIBRA QUE NO SENTIDO
TRANSVERSAL.
• APRESENTA MAIOR RESISTÊNCIA A TENSÃO NO SENTIDO LONGITUDINAL
• MAIOR TENDÊNCIA DE CURVAR NO SENTIDO CONTRA FIBRA
• MENOR ESTABILIDADE DIMENSIONAL NO SENTIDO CONTRA FIBRA
• MAIOR RESISTÊNCIA A DOBRAS NO SENTIDO LONGITUDINAL.
FECHAMENTO OU COLAGEM DE CAIXAS.
PODE SER FEITA MANUALMENTE OU POR MEIODE MÁQUINAS CONHECIDAS
COMO COLADEIRAS OU FECHADORAS DE CARTUCHOS.
EXISTEM DIVERSOS TIPOS DE COLADEIRAS CADA QUAL COM SUAS
LIMITAÇÕES E/OU ATRIBUTOS. BASICAMENTE TODAS PARTEM DO MESMO
PRINCÍPIO, POSSUEM UM MAGAZINE DE ENTRADA, O SISTEMA DE
TRANSPORTE, SISTEMA DE COLAGEM, SAÍDA E SECAGEM.
O ACERTO É FEITO DA SEGUINTE MANEIRA: O OPERADOR ALINHA O
MAGAZINE DE ACORDO COM O TAMANHO DA CAIXA ABERTA, NO SENTIDO
PARALELO AO QUE SERÁ COLADO, ALINHA AS ESTEIRAS QUE
TRANSPORTARÃO A EMBALAGEM DE MODO QUE A CAIXA SIGA EM LINHA
RETA NA MÁQUINA, AJUSTA OS TRANSPORTES, OS VARÕES DE VINCAGEM,
ACERTA A POSIÇÃO DOS DISCOS E/OU BICOS DE COLA.
DEPOIS AJUSTA OS ROLETES DA SAÍDA PARA QUE O MATERIAL COLADO NÃO
ABRA ANTES DE ENTRAR NA ESTEIRA DE SECAGEM, O CONTADOR E DEPOIS O
MATERIA PASSA PELA ESTEIRA E NA SAÍDA OS AJUDANTES CONFEREM A
COLAGEM DO MATERIAL E SE FOR O CASO ENFAIXETAM, SENÃO SOMENTE
EMBALAM O MATERIAL COLADO, EM CAIXAS DE EMBARQUE OU PACOTES.
EXISTEM MÁQUINAS MAIS MODERNAS QUE FAZEM ESSE PROCESSO
AUTOMATICAMENTE.
ACESSÓRIOS - DETALHES QUE COMPLETAM SEU PROJETO.

BERÇO - SUPORTE COM NICHO DEFINIDO PARA ACOMODAR OBJETOS, PODE


SER DE PAPEL, EVA E POLIPROPILENO, PERFEITOS PARA REALÇAR OU
PROTEGER A ACOMODAÇÃO DE OBJETOS.
BOLSO - SUPORTE FIXO NA PEÇA PARA ACOMODAR CD, DISQUETE, FOLHA
ENTRE OUTROS; CONFECCIONADO SOB MEDIDA E NORMALMENTE É DE PAPEL.

FECHOS - OPÇÕES PARA O FECHAMENTO DE UMA CAIXA.

SEGUEM AS OPÇÕES.

FECHO BAILARINA - FORMADO POR DUAS RODELAS DE PAPEL E UM


FIO, QUE SE ENROLA FAZENDO UM ZIG-ZAG PELAS RODELAS.
FECHO BORBOLETA - UMA PEÇA DE METAL, FIXADA DE UM LADO, O
PINO PASSA POR UM BURACO E TEMOS QUE GIRAR PARA TRAVAR.
FECHO ELÁSTICO - TIRA ELÁSTICA, FIXA OU SOLTA DA PEÇA, QUE
PODE FECHAR EM LINHA RETA OU DIAGONAL.
FECHO FITA NO FORRO - SÃO DOIS PEDAÇOS DE FITAS COLADOS POR
BAIXO DO FORRO PARA SE DAR UM LAÇO.
FECHO FIO DE COURO - SÃO DOIS FUROS NA PEÇA POR ONDE PASSA O
FIO DE COURO E É AMARRADO COM NÓ OU LAÇO.
FECHO IMÃ - NORMALMENTE NECESSITA DE UMA ABA, ONDE SE FIXA O
IMÃ, PODE ESTE FICAR APARENTE OU EMBUTIDO.
FECHO PASSA FITA - DOIS CORTES NA PEÇA DO TAMANHO DA
LARGURA DA FITA, POR ONDE PASSA A FITA E É DADO O LAÇO.
FECHO PINO - É UM PINO METÁLICO, FIXO NA PEÇA, E UMA ALÇA DE
ELÁSTICO QUE SE ENCAIXA NO PINO.
FECHO VELCRO - NORMALMENTE NECESSITA DE UMA ABA, ONDE SE
FIXA O VELCRO.