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mapas DIREITO

PENAL

mentais CRISTIANE DUPRET


POSSE ANTERIOR É DE MÁ FÉ VIOLÊNCIA OU
SUBTRAÇÃO GRAVE AMEAÇA
A PESSOA

Estelionato
furto
art. 155,

crimes
cp
roubo

roubo
patrimoniais
art. 157, APROPRIAÇÃO
cp INDÉBITA
FURTO
SEM VIOLÊNCIA OU
GRAVE AMEAÇA A
PESSOA
POSSE ANTERIOR É
com o uso da violência, grave ameaça ou LÍCITA E DE BOA
SUBTRAÇÃO meio que impossibilite a resistência da vítima FÉ
CAPUT
SIMPLES DO ART.
121, CP
crimes
contra
vida DOLOSO

PRIVILEGIADO ART. 121, §1º, CP

HOMICÍDIO

QUALIFICADO ART. 121, §2º, CP

CULPOSO

CABIMENTO
DE PERDÃO ART. 121, §5º, CP
PERDÃO JUDICIAL É UMA CAUSA JUDICIAL
EXTINTIVA DE PUNIBILIDADE (ART. 107, IX,CP)
HOMICÍDIO

HOMICÍDIO
SIMPLES
CRIME HEDIONDO CONDICIONADO

HOMICÍDIO SIMPLES, PRATICADO


HOMICÍDIO QUALIFICADO EM ATIVIDADE TÍPICA DE GRUPO
(§2º DO ART. 121, CP) DE EXTERMÍNIO, AINDA QUE
POR UM SÓ AGENTE
HOMICÍDIO
qualificado Hediondez: Crimes
inafiançáveis e
insuscetíveis de
anistia, graça e
ATENÇÃO: Alterações indulto.
Legislativas

INCISO VII -
INCISO VI - OUTRAS
HOMICÍDIO
FEMINICÍDIO QUALIFICADORAS:
FUNCIONAL
VIGÊNCIA: INCISOS I A V
VIGÊNCIA:
10/03/15
07/07/15
HOMICÍDIO ART. 121, §1º, CP
privilegiado

POR RELEVANTE POR RELEVANTE SOB DOMÍNIO DE


VALOR SOCIAL VALOR MORAL VIOLENTA EMOÇÃO
HOMICÍDIO CAUSAS DE
majorado AUMENTO
DE PENA

ART. 121, §4º, CP ART. 121, §6º, CP ART. 121, §7º, CP

CRIME PRATICADO
HOMICÍDIO CULPOSO HOMICÍDIO DOLOSO FEMINICÍDIO
POR MILÍCIA PRIVADA

-Se o crime resulta de -Crime praticado durante a


inobservância de regra gestação ou nos 3 meses
técnica de profissão, arte posteriores ao parto;
ou ofício; -Se o crime é praticado
contra pessoa menor de -Contra pessoa menor de
-Se o agente deixa de
14 (quatorze) ou maior 14 anos, maior de 60 anos
prestar socorro à vítima,
não procura diminuir as de 60 (sessenta) anos. ou com deficiência;
consequências do seu -Na presença de
ato, ou foge para evitar descendente ou de
prisão em flagrante. ascendente da vítima.
EXCLUSÃO DO
INEVITÁVEL
DOLO E DA CULPA
ERRO
ESSENCIAL ART. 20,
CAPUT, CP
PERMITIDA A PUNIÇÃO

teoria
EVITÁVEL POR CULPA, SE PREVISTA
EM LEI

do ERRO NA EXECUÇÃO
(ABERRATIO ICTUS)
ART. 73, CP

erro RESULTADO DIVERSO


DO PRETENDIDO
(ABERRATIO CRIMINIS)
ART. 74, CP

ERRO
ACIDENTAL
ERRO SOBRE A PESSOA ART. 20, §3º,
CAPUT, CP
legislacao especial
A consumação de
todos estes crimes
CONSUMAÇÃO ocorre com o
TORTURA PROVA constragimento da
DO CRIME
vítima, mediante
violência ou grave
crime de ameaça. causando à
vítima sofrimento
tortura físico ou mental.
(lei 9455/97)

TORTURA CRIME ASPECTOS POSSUEM ESPECIAL


EM COMUM FIM DE AGIR

ART.1º, INCISO I,
ALÍNEAS “a”, “b” e “c”

CRIMES Estes crimes podem


TORTURA
COMUNS ser praticados por
DISCRIMINATÓRIA
quqlquer pessoa.
crime de TORTURA
tortura ART.1º, I§ Iº PROPRIAMENTE
DITA
(lei 9455/97)

ATENÇÃO!
Há um sujeito
passivo específico
ART.1º, INCISO II

Ou pessoa que
Pessoa que esteja sujeita a
TORTURA CASTIGO esteja presa medida de
segurança

A vítima está Crime próprio,


O agente tem sob a guarda, pois não é
dolo de causar poder ou qualquer
intenso autoridade do pessoa que
sofrimento na sujeito ativo pode praticar
vítima (agente) esse crime
crime de
tortura
(lei 9455/97)

ART.1º, §3º

CRIME PRETERDOLOSO TORTURA QUALIFICADA UMA NOVA ESCALA PENAL

DOLO NA TORTURA
NA LESÃO
ATENÇÃO! GRAVE

CULPA
OU NA
MORTE
crime de CONDENAÇÃO
DO AGENTE
CONSEQUÊNCIAS

tortura ART.1º, I§ 5º
PELO CRIME DE
(lei 9455/97) TORTURA EFEITO
AUTOMÁTICO
DA
CONDENAÇÃO
3ª FASE
ART.1º, §4º DOSIMETRIA
DA PENA ACARRETARÁ

CAUSAS DE AUMENTO DE PENA


E a interdição
A perda do para seu
cargo, função exercício pelo
Crime cometido ou emprego dobro do prazo
contra criança, público da pena
Crime cometido Crime cometido aplicada
gestante, portador de mediante
por agente deficiência,
público sequestro
adolescente ou mais
de 60 anos
MODALIDADES distinção
de entre
tortura

- TORTURA PROVA;
- TORTURA CRIME; TORTURA
MAUS - TRATOS
- TORTURA CASTIGO
DISCRIMINATÓRIA.

- TORTURA
CASTIGO / ART.1º, INCISO II
ART. 136, CP
INTENSO (LEI 9455/97)
SOFRIMENTO
ART.1º, LEI
9.455/57
- TORTURA Dolo em expor a vítima
PROPRIAMENTE a perigo: o agente tem
DITA Dolo na tortura: o a intenção de educar,
agente tem a intenção disciplinar, mas acaba
de provocar o intenso maltratando a vítima
sofrimento na vítima.
- TORTURA - animus corrigendi
POR - animus disciplinandi
OMISSÃO
VIOLÊNCIA
DOMÉSTICA
CONTRA
A MULHER

VIOLÊNCIA VIOLÊNCIA VIOLÊNCIA VIOLÊNCIA VIOLÊNCIA


FÍSICA PSICOLÓGICA SEXUAL PATRIMONIAL MORAL
CONCEITO
ANALÍTICO FATO
DE CRIME

conceito
CULPÁVEL ILÍCITO TÍPICO

CULPABILIDADE ILICITUDE TIPICIDADE

de EXCLUDENTES
DA
CULPABILIDADE
INIMPUTABILIDADE

crime CRITÉRIO
BIOLÓGICO

ART. 27, CP:


menoridade
ART. 26, CAPUT CP:
doença mental ou
CRITÉRIO
BIOPSICOLÓGICO

ART. 28, §1º, CP:


embriaguez completa
desenvolvimento mental proveniente de caso
incompleto ou retardado fortuito ou força maior.

INTEIRA INCAPACIDADE DE ENTENDIMENTO


ILICITUDE TIPICIDADE

EXCLUDENTES CONDUTA ESPÉCIES


DA ILICITUDE

QUANDO HÁ O QUANDO O AGENTE


CONSENTIMENTO DO
OFENDIDO ATUA EM

- COMISSIVA;
ELEMENTOS
- OMISSIVA;

- LEGITIMA DEFESA;
CONSTRUÇÃO
- ESTADO DE
DOUTRINÁRIA E
NECESSIDADE;
JURISPRUDENCIAL
- ESTRITO CUMPRIMENTO - INDIRETO;
LEGAL; - CONSCIENTE
-DIRETO;
ART. 23 - EXERCÍCIO REGULAR DO - INCONSCIENTE
- EVENTUAL.
DO CP DIREITO;
teoria da pena
PENAS REGIME INICIAL:
PROGRESSÃO
em regime fechado,
PRIVATIVAS semiaberto ou aberto. DE REGIME
DE LIBERDADE

RECLUSÃO
REGIME
PROGRESSIVO E ART. 33, §2º, CP
REGRESSIVO
Apesar de não poder ser iniciada em
regime fechado, a detenção poderá DETENÇÃO
sofrer regressão no regime de
umprimento de pena, passando dde um
regime menos rigoroso a outro mais
rigoroso, inclusive para o regime fechado
REGIME INICIAL:
em regime semiaberto ou aberto, PROGRESSÃO
salvo a necessidade de DE REGIME
transferência a regime fechado.
ART.43 CP ART.44 CP
penas
restritivas o juiz poderá realizar a substituição
da pena privativa de liberdade.
de direito (art. 44, I, I , I , CPP)

PRESTAÇÃO INTERDIÇÃO LIMITAÇÃO DE


PRESTAÇÃO PERDA DE BENS
E VALORES
DE SERVIÇO À TEMPORÁRIA FIM DE
PECUNIÁRIA
COMUNIDADE DE DIREITOS SEMANA
OU A
ENTIDADES
PÚBLICAS
PRISÃO SIMPLES
CONTRAVENÇÃO (ART. 1º DA LICP)
RECLUSÃO
PENAL
PENAS PRIVATIVAS
DE LIBERDADE
DETENÇÃO
PENAS RESTRITIVAS
ART. 32 CP
infração DE DIREITOS

penal
PENAS MULTA

CRIME SANÇÃO PENAL

MEDIDAS DE
SEGURANÇA
concurso de crime
QUANDO UM
ÚNICO AGENTE concurso Cúmulo
PRATICA MAIS formal material
DE UM DELITO benéfica
quando a
exasperação
prejudica o réu

CONCURSO CONCURSO CRIME Regra da


MATERIAL FORMAL CONTINUADO IMPERFEITO exasperação:
PERFEITO uma só pena
aumentada de
1/6 até 1/2
ART. 69 CP ART. 70 CP ART. 71 CP
A conduta é
dolosa e o agente O agente tem culpa
REGRA DE tem desígnios de todos os
CÚMULO + DE UMA UMA SÓ + DE UMA REGRA DE resultados
EXASPERA- autônomos
MATERIAL AÇÃO AÇÃO AÇÃO EXASPERA-
ÇÃO ÇÃO
Cúmulo O agente tem dolo
material: as em um resultado e
PONTO penas são culpa nos demais
somadas
EM COMUM
CAPUT: 1/6 ATÉ 2/3

REGRA DE
EXASPERAÇÃO
PAR. ÚNICO: ATÉ O TRIPLO

CONCURSO CRIME CRIMES DA MESMA ESPÉCIE


DE CRIMES CONTINUADO

MESMAS CONDIÇÕES DE TEMPO,


LUGAR E MANEIRA DA EXECUÇÃO.
REQUISITOS

OS SUBSEQUENTES SÃO
CONTINUAÇÃO DO PRIMEIRO
ART. 107, do CP - Extingue-se a
punibilidade:
QUANDO O CAUSAS I - pela morte do agente;
ESTADO PERDE OU EXTINTIVAS DA
PUNIBILIDADE ABRE MÃO DO PUNIBILIDADE (ART.
II - pela anistia, graça ou indulto;
DIREITO DE PUNIR. 107 CP) III - pela retroatividade de lei que
não mais considera o fato como
criminoso:

extincao da
IV - pela prescriação, decadência
ou perempção;
V - pela renúncia do direito de
queixa ou pelo perdão aceito, nos
crimes de ação privada;

punibilidade
VI - pela retratação do agente, nos
casos em que a lei a admite;
IX - pelo perdão judicial, nos casos
previstos em lei.
ATE
NÇÃ
O / ME
R
DES ECEM
TAQ
UE PPP - PRESCRIÇÃO DA PENA MÁXIMA
PRETESÃO PUNITIVA EM ABSTRATO
CAUSAS EXTINTIVAS PRESCRIÇÃO BASE PARA
DA PUNIBILIDADE ART. 107, IV, CP CONTAGEM
(ART. 107 CP)
PPE - PRESCRIÇÃO DA PENA MÁXIMA
PRETESÃO EXECUTÓRIA EM CONCRETO
quando o estado perde o direito de
punir ou de execuar a pema em razão
do decurso do tempo
QUANDO O ESTADO CAUSAS EXTINTIVAS
punibilidade PERDE OU ABRE MÃO DA PUNIBILIDADE
DO DIREITO DE PUNIR (ART.107 CP)

ATENÇÃO:
ART.107, III, CP PRESCRIÇÃO MERECEM PRESCRIÇÃO ART.107, IV, CP
DESTAQUE...

CONCEDIDA POR LEI DO CONGRESSSO EXTINGUE A PENA E OS EFEITOS


ANISTIA PENAIS DA SENTENÇA CONDENATÓRIA
NACIONAL (ART. 48, VIII, CF)

ART.107, GRAÇA CONCEDIDA POR DECRETO DO PRESIDENTE - INDIVIDUAL;


II, CP DA REPÚBLICA. (ART84, XII, CF) - PROVOCADA.

INDULTO CONCEDIDA POR DECRETO DO PRESIDENTE - ESPONTÂNEO;


DA REPÚBLICA. (ART84, XII, CF) - COLETIVO.
QUANDO O
CAUSAS ATENÇÃO: RETROATIVIDADE LEGISLADOR
EXTINTIVAS ABOLITIO
DE LEI QUE NÃO DECIDE NÃO
MERECEM MAIS CONSIDERA
DA PUNIBILIDADE CRIMINIS
O FATO COMO
MAIS INCRIMINAR
(ART.107 CP) DESTAQUE... CRIMINOSO
DETERMINADA
CONDUTA

ART.107, IV, CP

NORMAL QUANDO NÃO CHEGA A ESCUSAS ABSOLUTÓRIAS


CONSEQUÊNCIA NASCER O DIREITO DE (ART. 181, CP E ART. 438
DO CRIME PUNIR §2º, CP)

PUNIBILIDADE

QUANDO O ESTADO CAUSAS EXTINTIVAS DA


JUS PUNIENDI (DIREITO DE PERDE OU ABRE MÃO DO
PUNIR) DO ESTADO PUNIBILIDADE (ART.107,
DIREITO DE PUNIR CP)
nexo de causalidade
PREVISÃO
LEGAL
TIPICIDADE
CONDUTA
POSSÍVEIS CONSEQUÊNCIAS DA
NÃO CONSUMAÇÃO DO CRIME:
A) TENTATIVA;
B) DESISTÊNCIA VOLUNTÁRIA;
C) ARREPENDIMENTO EFICAZ; RESULTADO
D) CRIME IMPOSSÍVEL NEXO CAUSAL

1. COGITAÇÃO
2. PREPARAÇÃO RELAÇÃO DE
3. EXECUÇÃO ITER CRIMINIS
CAUSALIDADE
4. CONSUMAÇÃO
infração

aplicacao
penal

APLICAÇÃO DA
LEI PENAL

da lei
LEI PENAL LEI PENAL
NO TEMPO NO ESPAÇO

ART.4º CP TEMPO DO CRIME LUGAR DO CRIME

penal TEORIA MISTA OU


DA USABILIDADE
ART.6º CP

Lugar em que ocorreu tanto a ção ou a omissão da


conduta, seja no todo ou em parte, quanto o lugar
onde se produziu ou deveria se produzir o resultado
LUGAR
DO CRIME
APLICAÇÃO LEI PENAL
DA LEI PENAL NO ESPAÇO

ART.6º CP

PRINCIPÍCIO DA TERRITORIALIDADE EXTRATERRITORIALIDADE


aplicação da lei brasileira ao crime cometido INCONDICIONADA
no território nacional (Inciso I, art. 7º, CP)

PRINCIPÍCIO DA EXTRATERRITORIALIDADE EXTRATERRITORIALIDADE


aplicação ao crime cometido em CONDICIONADA
território estrangeiro (Inciso II, art. 7º, CP)
TEMPO
DO CRIME
APLICAÇÃO LEI PENAL TEORIA DA
DA LEI PENAL NO TEMPO ATIVIDADE

ART.4º CP

RETROATIVIDADE
LEI BENÉFICA
(EXTRA-ATIVIDADE)
ULTRA-ATIVIDADE

IRRETROATIVIDADE
LEI MALÉFICA
ULTRATIVIDADE GRAVOSA EXCEPCIONAL
concurso de pessoas Quando 2 ou + pessoas
INFRAÇÃO PENAL concorrem para a prática
de uma infração penal.
INDUZIR
CRIME
MORAL - CRIAR

CONCURSO
COAUTORIA A IDEIA

DE PESSOAS PARTICIPAÇÃO MATERIAL


INSTIGAR
- REFORÇAR
(AUXILIAR)
A IDEIA

TEORIA DO
TEORIA
DOMÍNIO FINAL Teoria adotada pelos
RESTRITIVA tribunais atualmente
DO FATO

Somente o coautor Entende-se como autor do fato aquele


é quem pratica o que tem o poder de consumação e de
verbo núcleo do tipo desistência da pratica delituosa
cogitação

iter execução
DESISTÊNCIA
VOLUNTÁRIA

criminis
TENTATIVA

consumação NÃO ATINGE

preparação
crimes AÇÃO PENAL

contra a REGRA

AÇÃO PENAL
EXCEÇÃO

AÇÃO PENAL

dignidade
PÚBLICA CONDICIONADA À
INCONDICIONADA REPRESENTAÇÃO

- ART. 213, CP: Estupro

sexual
ATENÇÃO:
Se a vulnerabilidade for - ART. 215, CP: Violação
os crimes contra
momentânea, poderá ser sexual mediante fraude
vulnerável (art. 217-A,
exigida a representação
CP) são de ação penal
da vítima. -ART. 216, CP: Assédio
pública incondicionada.
sexual
CRIME DE
COM MENOR DE ART.217 -
ESTUPRO DE
14 ANOS A, CP
VULNERÁVEL

TIVE CONJUNÇÃO
agente CARNAL OU PRATICAR
ATO LIBIDINOSO

SATISFAÇÃO DE
LASCÍCIA
NA PRESENÇA MEDIANTE
ART.218 -
DE MENOR DE 14 PRESENÇA DE
A, CP
ANOS CRIANÇA OU
ADOLESCENTE
DOS CRIMES
CONTRA A MODALIDADES
dignidade DE ESTUPRO
SEXUAL

CONTRA A LIBERDADE SEXUAL CONTRA VULNERÁVEL CRIME CONTRA A CRIME SEXUAL


LIBERDADE SEXUAL CONTRA VULNERÁVEL

ESTUPRO VIOLAÇÃO SEXUAL ESTUPRO DE ESTUPRO DE


MEDIANTE FRAUDE ESTUPRO
ART. 213 VULNERÁVEL VULNERÁVEL
ART. 215 ART. 213, CP
ART. 217-A ART. 213, CP

DIFERENÇA ENTRE ESTES DOIS


MEIO MEIO NÃO IMPORTA
INSTITUTOS: A CONDIÇÃO DE
EMPREGADO EMPREGADO O MEIO EMPREGADO
VULNERABILIDADE DA VÍTIMA.

CONDIÇÃO DE ENUNCIADO
VIOLÊNCIA OU
FRAUDE VULNERABILIDADE 593 DO STJ
GRAVE AMEAÇA
DA VÍTIMA
LESÃO CONDUTA
INEXPRESSIVA MINIMAMENTE
PARA A A OFENSIVA
VÍTIMA

princípio da
insignificância

REDUZIDO GRAU DE
REPROVABILIDADE
AUSÊNCIA DE
DO
RISCO SOCIAL
COMPORTAMENTO
crimes contra a
administracao publica
corrupção corrupção
concussão passiva ativa
(art.316)
PECULATO
(art.317) (art.333)

CONCUSSÃO
- solicitar receber ou - oferecer ou prometer
aceitar promessa CORRUPÇÃO PASSIVA
- dar a vantagem indevida
- exigir CRIMES
- vantagem indevida não foi contemplado no
PRATICADOS
tipo penal, diferente do
- vantagem indevida POR PREVARICAÇÃO
- ver art. 317, §2º que ocorre no artigo 337
FUNCIONÁRIO
(atender pedido ou - B e no artigo 343
- não comporta violência PÚBLICO
influência de outrem é
ou grave ameaça
diferente de agir por - a conduta tem que CONDESCÊNCIA CRIMINOSA
sentimento ou interesse partir do particular
pessoal (art. 319)
ADVOCACIA ADMINISTRATIVA

CRIMES FORMAIS EXERCÍCIO FUNCIONAL ILEGALMENTE ANTECIPADO


anterior posse ou detenção
APROPRIAÇÃO/DESVIO ilícita Importante diferenciar do
art. 315 e 316, §1º.

CULPOSO Valer-se de facilidade que


FURTO proporciona a qualidade de
funcionário.

peculato
MEDIANTE ERRO Não pode provocar
DOLOSO DE OUTREM o erro em outrem.

Quem pratica?
ELETRÔNICO O que pratica?
Por que pratica?

SER FUNCIONÁRIO
CRIME CONTRA A PRATICADO POR ART.30 PÚBLICO INTEGRA O
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FUNCIONÁRIO PÚBLICO DO CP TIPO PENAL DO
ARTIGO 312

HAVENDO CONCURSO DE PESSOAS, INCIDE A REGRA DO ARTIGO 30. O PARTICULAR QUE TEM CIÊNCIA
CONCLUSÃO:
DA QUALIDADE DE FUNCIONÁRIO PÚBLICO DO AGENTE, RESPONDERÁ PELO CRIME DE PECULATO!
CRIME CRIME
HEDIONDO SIMPLES
REINCIDENTE
3/5 1/6

progressao de regime
CRIME CRIME
HEDIONDO SIMPLES
RÉU PRIMÁRIO
1/6 2/5
Bem Jurídico: crimes contra Em regra
crimes de ação

a honra
Honra penal privada

calúnia INJÚRIA
art.138 art.140
o fato Pode ser
imputado difamação imputação de
PRECISA ser art.139 contravenção
um crime penal ou de
quaquer fato ofensa à
imputação dignidade ou
falsa ofensivo (que
decoro
não seja
imputação de criminoso)
imputação de OFENSA À fato ofensivo à
fato definido HONRA reputação não precisa
como crime OBJETIVA imputar fato

OFENSA À HONRA
ACONTECIMENTO XINGAMENTO SUBJETIVA
(não pode ser xigamento) (pode caracterizar injúria)
EXCEÇÃO
DA VERDADE retratação

ART.
EXCEPCIONALMENTE 143, CP
CABÍVEL NA DIFAMAÇÃO
DIFAMAÇÃO
ISENÇÃO
DE PENA

REGRA NA INCABÍVEL NA INCABÍVEL NA


CALÚNIA
CALÚNIA INJÚRIA INJÚRIA
DENUNCIAÇÃO
CALÚNIA
CALÚNIA

CRIME CONTRA A
CRIME CONTRA
ADMINISTRAÇÃO
HONRA CALÚNIA NÃO DA JUSTIÇA
SE CONFUNDE COM
DENUNCIAÇÃO
CALUNIOSA
ART. 138, CP ART. 339, CP

Quando o agente Quando o agente, mesmo


sabendo que não é verdade,
imputa falsamente imputa crime a alguém de
fato definido como maneira a dar causa à
crime a alguém investigação policial
lesao
culposa
corporal dolosa

SEGUIDA
LEVE GRAVE GRAVÍSSIMA DE MORTE

CONTRA ASCENDENTE, DESCENDENTE, IRMÃO, CÔNJUGE OU


CAPUT, ART. COMPANHEIRO, OU COM QUEM CONVIVA OU TENHA CONVIVIDO,
129 DO CP OU, AINDA, PREVALECENDO-SE O AGENTE DAS RELAÇÕES
DOMÉSTICAS, DE COABITAÇÃO OU DE HOSPITALIDADE

§9º, ART.
129 DO CP CONTRA MULHER INCIDÊNCIA DA LEI 11.340/06
(LEI MARIA DA PENHA)
LIAME
SUBJETIVO

LESÃO QUALIFICADA ABORTO MAJORADO


PELO ABORTO PELA LESÃO

ART. 129, §2º, ART. 125 OU ART 126


INCISO V, CP C/C ART. 127 DO CP

dolo na LESÃO dolo no ABORTO


culpa no ABORTO culpa na LESÃO
Aciona indevidamente ou
movimenta irregularmente a
máquina estatal de persecução
penal fazendo surgir contra
alguém um inquérito ou

denunciacao
processo imerecido

caluniosa
CAUSA DE CAUSA DE
AUMENTO DE DIMINUIÇÃO DE
PENA PENA

SE O AGENTE SE
SERVE DE IMPUTAÇÃO DE
ANONIMATO OU PRÁTICA DE
DE NOME CONTRAVENÇÃO
SUPOSTO PENAL
DENUNCIAÇÃO
CALÚNIA
CALÚNIA

CRIME CONTRA A
CRIME CONTRA
ADMINISTRAÇÃO
HONRA CALÚNIA NÃO DA JUSTIÇA
SE CONFUNDE COM
DENUNCIAÇÃO
CALUNIOSA
ART. 138, CP ART. 339, CP

Quando o agente Quando o agente, mesmo


sabendo que não é verdade,
imputa falsamente imputa crime a alguém de
fato definido como maneira a dar causa à
crime a alguém investigação policial
livramento
não cabe
livramento em
casos de
reincidência
específica

condicional
requisitos revogação

ART. 83, CP ART. 86, CP


favorecimento
real
fora dos tornar
presta
limites de seguro o
auxílio ao
coaturia e produto objeto
criminoso
receptação de crime
crimes hediondos (lei 8.072/90)
consequência equiparados
pontos
relevantes

progressão de regime
diferenciada tráfico de drogas
verificar o rol dos
prazo maior na crimes hediondos
prisão temporária tortura
analisar os crimes
insucetível de anistia, equiparados a hediondos
graça e indulto terrorismo

inafiançável saber dos malefícios


teoria princípios
solucionadores
do conflito

da
norma SUBSIDIARIEDADE

ESPECIALIDADE CONSUNÇÃO
inimputabilidade
por doenca mental
agente portador de doença
inimputabilidade isenção mental ou desenvolvimento
por doença de pena mental incompleto ou
mental retardado

redução
de pena
agente que em virtude de
perturbação de saúde inteiramente
mental, desenvolvimento capaz
incompleto ou retardado
CRIME DE DANO

classificação

crimes
de CONCRETO
CRIME DE PERIGO
ABSTRATO

perigo exige uma comprovação


de que realmente houve
perigo de risco e de
que houve uma lesão ao
perigo que já é
considerado pela lei (de
maneira presumida)

bem jurídico
CRIME DE MERA CONDUTA

DEPENDE DE RESULTADO
acao penal
privada pública

PROMOVIDA
MEDIANTE QUEIXA DO OFENDIDO OU
PROMOVIDA PELO MP
DE SEU REPRESENTANTE LEGAL

pode intentar-se nos crimes de dependendo, a lei exige


ação pública se o mp não oferecer representação do ofendido ou
denúncio no prazo legal requisição do ministro da justiça