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1 Cálculo combinatório e probabilidades

Ficha para praticar 5 O algarismo das unidades é 0. O número de casos


Pág. 24 favoráveis é, portanto, 82 × 7 × 6 + 9 × 7 × 7 × 6 = 5712 .
1.1. A probabilidade pedida é, pela regra de Laplace,
V B Total
5712 17
5 10 15 = .
3 0 3 27 216 81
0 3 3.2. De cordo com a Regra de Laplace, dado um espaço de
Números de casos possíveis: 15C3 = 455 resultados E , finito, se os acontecimentos elementares
Número de casos favoráveis: 5C3 + 10C3 = 130 forem equiprováveis, a probabilidade de um
130 2 acontecimento A ∈ P ( E ) , é igual ao quociente entre o
P= =
455 7 número de casos favoráveis ao acontecimento A e o
1.2. número de casos possíveis.
I P O número de casos possíveis é 9 2 × 8 × 7 × 6 , pois para o
8 7
2 1 primeiro algarismo temos nove escolhas; para o segundo
Número de casos possíveis: 8C2 × 7C1 = 196 também temos nove escolhas porque, se por um lado não
196 28 podemos utilizar o algarismo 0 nas dezenas de milhar, já o
P= = podemos usar como algarismo dos milhares
455 65
O número de casos favoráveis é 5 × 8 A3 × 4 + 9 A4 já que:
1.3. Com número par há 2 bolas vermelhas e 5 brancas.
V B um número é par quando o algarismo das unidades é 0, 2,
2 5 4 , 6 ou 8.
2 1 A parcela 9 A4 é o número total de números de cinco
1 2
algarismos diferentes terminados em 0: 9 A4 é o número
Número de casos possíveis:
2
C2 × 5C1 + 2C1 × 5C2 = 5 + 20 = 25 de sequências de quatro algarismos diferentes escolhidos
25 de 1 a 9.
P= ≈ 5% A parcela 8 × 8 A3 × 4 corresponde aos números de cinco
455
2.1. Número de casos possíveis: 104 algarismos diferentes terminados em 2, 4, 6 ou 8.
O fator 4 corresponde precisamente às quatro hipóteses
10 10 10 10 que existem para o algarismo das unidades.
Número de casos favoráveis: Para cada uma dessas escolhas, temos 8 hipóteses para o
3 algarismo das dezenas de milhar, que não pode ser zero,
1 9 9 9 nem o algarismo que já escolhemos para as unidades.
93 × 4 Finalmente, para cada par de escolhas já feitas temos 8 A3
há 4 possíveis lugares para o 3 maneiras de escolher a sequência dos três algarismos do
93 × 4
P= = 0, 2916 meio de entre os 8 que estão disponíveis.
104 A probabilidade pedida é, pela regra de Laplace,
2.2. Número de casos favoráveis: 8 × 8 A3 × 4 × 9 A4
• Códigos com exatamente dois algarismos iguais a zero: .
92 × 8 × 7 × 6
4
C2 × 92 = 486
• Códigos com exatamente três algarismos iguais a zero: Pág. 25
4
C3 × 9 = 36 4.1. Número de casos possíveis: 20
C5
•Códigos com exatamente quatro algarismos iguais a Número de casos favoráveis:
zero: B A
Existe apenas um código, concretamente o 0000. 12 8
3 2 
O número de casos favoráveis é 486 + 36 + 1 = 523 Mais fichas brancas
4 1 
O número de casos possíveis é 104 = 10 000 . do que azuis
5 0 
523 12
C3 8C2 + 12C4 8C1 + 12C5
A probabilidade pedida é, pela regra de Laplace, .
10000
Assim, a probabilidade pedida pela Regra de Laplace
3.1. Número de casos possíveis: 9 × 9 × 8 × 7 × 6 = 27 216 12
C3 × 8C2 + 12C4 × 8C1 + 12C5 682
Número de casos favoráveis: 20
= .
C5 969
5
4.2. Número de casos favoráveis: 12C5 + 8C5 .
8 × 8 × 7 × 6 × 1
20
O algarismo das unidades é 5 Número de casos possíveis: C5 .
ou
12
C5 + C5 53
12
P= 20
= .
0 C5 969
9 × 8 × 7 × 6 × 1

1
1. Cálculo combinatório e probabilidades

5.1. Como as fichas são todas iguais, o número de casos


possíveis é o número de maneiras de escolher um conjunto
de 10 quadrículas de entre 25: 25C10 .
No entanto pretende-se que as duas diagonais fiquem
preenchidas. Observe-se a figura que se segue.
Restam cinco peças para distribuir por 20 quadrículas.
Temos 20C5 quadros com esta diagonal preenchida e,
como é óbvio, há outros tantos quadros com a outra
diagonal preenchida.
No entanto, há quadros como o da figura seguinte que
Resta uma peça para distribuir por 16 quadrículas. Temos foram contados duas vezes.
16 casos favoráveis. Assim, e recorrendo à regra de
16 2
Laplace, a probabilidade pedida é 25 = .
C10 408 595
25
5.2. O número de casos possíveis é C10 .
O número de casos favoráveis são aqueles em que
unicamente uma coluna fica totalmente preenchida. Esses quadros são os que têm as duas diagonais
Comecemos por contar os quadros em que está preenchida preenchidas. Já estão nove peças nas diagonais e, portanto,
a coluna representada na figura. ocupadas nove quadrículas.
Resta uma peça para distribuir por 16 quadrículas, o que
pode ser feito, obviamente, de 16 maneiras diferentes.
Há, então, 20C5 × 2 − 16 caos possíveis e a probabilidade
pedida, recorrendo à regra de Laplace, é
20
C5 × 2 − 16
20
≈ 0,0095
Restam cinco fichas para distribuir por 20 quadrículas. C10
Temos 20C5 quadros com esta coluna preenchida e, 6.1. A linha do Triângulo de Pascal em que a soma dos dois
evidentemente, há outros tantos quadros com cada uma primeiros elementos com os dois últimos elementos é
das outras quatro colunas preenchidas. igual a 22, como o primeiro e o último números são 1, a
No entanto, há quadros como o da figura que não devem soma do segundo com o penúltimo é 20, sendo estes
ser contado, uma vez que apresentam duas colunas 20
iguais entre si, e por isso iguais a = 10 .
totalmente preenchidas e não unicamente uma, como se 2
pretende. Na linha do Triângulo de Pascal em que o segundo
elemento é 10, os elementos são da forma 10Ck , pelo que
a composição da linha é:
1 10 45 120 210 252 210 120 45 10 1
Assim, escolhendo, ao acaso, um elemento desta linha, a
4
probabilidade de ele ser ímpar é .
11
O número total de quadros em que as duas colunas estão
6.2. O número de casos possíveis é 11C2 .
totalmente preenchidas é 5C2 (escolher duas colunas de
O produto dos dois elementos não é superior a 10, apenas
entre 5). O número de casos favoráveis é C5 × 5 − 5C2 .
20
quando são escolhidos:
A probabilidade pedida, pela Regra de Laplace, é ▪ os dois 1 → um caso: 2C2 = 1
20
C5 × 5 − 5C2
25
≈ 0,024 . ▪ um 10 e um 1 → quatro casos: 2
C1 × 2C1 = 4
C10
25
O número de casos favoráveis é 11C5 − 5 .
5.3. O número de casos possíveis é C10 .
C2 − 5 10
11

Contemos agora os casos favoráveis, ou seja, aqueles em A probabilidade pedida é 11


= .
C2 11
que pelo menos uma diagonal fica preenchida.
Comecemos por contar os quadros em que está preenchida
Pág. 26
a diagonal indicada na figura.
7. A equação x 2 + kx + 1 = 0 é impossível em ℝ se e só se
k 2 − 4 < 0 ⇔ −2 < k < 2 .
Sendo k o valor que se obtém no lançamento do dado, k
apenas toma os valores: –1 , 1 e 2. Como o dado tem três

2
1. Cálculo combinatório e probabilidades

faces com o número 1 e uma face com o número –1, ( ) ( )


10.4. P ( A ∩ B ) + P A = P A ∪ B
existem quatro casos favoráveis.
4 2 P ( A ∪ B ) = P ( A) + P ( B ) − P ( A ∩ B ) =
Então, a probabilidade pedida é = .
6 3 = P ( A) + P ( B ) − ( P ( B ) − P ( A ∩ B ) ) =
8.1. ( ) (
P A∪ B = P A∩ B = ) = P ( A) + P ( B ) − P ( B ) + P ( A ∩ B ) =
= 1− P( A ∩ B) =
= P ( A ∩ B ) + P ( A)
= 1 − 0, 25 =
= 0,75 10.5. P ( A) + P ( B ) ≥ P ( A ∩ B ) ⇔

( )
Portanto, P A ∪ B = 0,75 . ⇔ 1 − P ( A) + 1 − P ( B ) ≥ 1 − P ( A ∩ B ) ⇔
8.2. P ( A ∪ B ) = P ( A) + P ( B ) − P ( A ∩ B ) = ⇔ 2 − P ( A) − P ( B ) ≥ 1 − P ( A ∩ B ) ⇔
⇔ 1 ≥ P ( A) + P ( B ) − P ( A ∩ B ) ⇔
( )
= P ( A) + 1 − P B − P ( A ∩ B ) =
= 0,35 + 1 − 0,3 − 0, 25 = ⇔ 1 ≥ P( A ∪ B) ⇔
= 0,8 ⇔ P( A ∪ B) ≤ 1
Portanto, P ( A ∪ B ) = 0,8 Esta desigualdade é verdadeira, quaisquer que sejam os
9.1. ( )
P( A ∪ B) = 1 − P A ∪ B = acontecimentos A e B , pois a probabilidade de qualquer
acontecimento nunca é superior a um.
= 1 − P ( A ∩ B) =
( ) ( ) (
Como P ( A ∪ B ) ≤ 1 ⇔ P A + P B ≥ P A ∩ B , )
= 1 − 0,2 =
podemos afirmar que esta desigualdade é verdade,
= 0,8
quaisquer que sejam os acontecimentos A e B .
Portanto, P ( A ∪ B ) = 0,8 .
11 5
11. P ( A ∪ B) = , P ( A) = P ( B )
9.2. P ( A ∪ B ) = P ( A) + P ( B ) − P ( A ∩ B ) ⇔ 15 9
( )
⇔ P ( A ∪ B ) = P ( A) + 1 − P B − P ( A ∩ B ) ⇔ 1
P ( A | B) = ⇔
P ( A ∩ B) 1 1
= ⇔ P ( A ∩ B) = P ( B) .
3 P ( B) 3 3
⇔ 0,8 = 0, 4 + 1 − P B − 0,3 ⇔ ( ) Por outro lado, P ( A ∪ B ) = P ( A ) + P ( B ) − P ( A ∩ B ) .
( )
⇔ P B = 1,1 − 0,8 ⇔ 11 5 1
= P ( B) + P ( B) − P ( B) ⇔
⇔ P ( B ) = 0,3 15 9 3
11 11 11 11 3
Portanto, P ( B ) = 0,3 . ⇔ = P ( B) ⇔ P ( B) = : ⇔ P ( B) =
15 9 15 9 5
10.1. P ( A ∪ B ) + P ( A ) − P ( B ) =
5 3 1 1 3 1
P ( A) = × = e P ( A ∩ B) = × =
( )
= P ( A) + P ( B ) − P ( A ∩ B ) + P A − P ( B ) = 9 5 3 3 5 5
= 1 − P ( A) + P ( B ) − P ( A ∩ B ) + P ( A) − P ( B ) = 1 3 1
Temos, ainda, P ( A ) × P ( B ) = × = e, como
3 5 5
= 1− P ( A ∩ B) =
P ( A ∩ B ) = P ( A ) × P ( B ) , conclui-se que os
( )
= P A∩ B = P A∪ B ( ) acontecimentos A e B são independentes.
( ) (
10.2. P A ∪ B − P A ∪ B = ) ( ) (
12.1. P ( B ) × P ( A | B ) + P B × P A | B = )
( ) ( ) ( )
= P ( A) + P B − P A ∩ B −  P A + P ( B ) − P A ∩ B  = ( ) P ( A ∩ B) (
P A∩ B )=
= P ( B) × ( )
+P B ×
= P ( A) + 1 − P ( B ) −  P ( A) − P ( A ∩ B )  − P ( B) P B ( )
− 1 − P ( A ) + P ( B ) − ( P ( B ) − P ( A ∩ B ) )  = = P ( A ∩ B) + P A ∩ B = ( )
= P ( A) + 1 − P ( B ) − P ( A) + P ( A ∩ B ) − 1 + P ( A ) − = P ( A ∩ B ) + P ( A) − P ( A ∩ B ) = P ( A)
−P ( B ) + P ( B ) − P ( A ∩ B ) = (
P A∩ B )=
= P ( A) − P ( B ) (
12.2. P A | B = ) P( B)
10.3. ( ) (
P A∪ B + P A∩ B = ) =
P ( B) − P ( A ∩ B)
=
= 1 − P ( A ∪ B ) + P ( A) − P ( A ∩ B ) = P ( B)

= 1−[ P ( A) + P ( B ) − P ( A ∩ B )] + P ( A) − P ( A ∩ B ) = P ( B) P ( A ∩ B)
= − =
P ( B) P ( B)
= 1 − P ( A) − P ( B ) + P ( A ∩ B ) + P ( A) − P ( A ∩ B ) =
P( A ∩ B)
= 1 − P ( B) = P B ( ) =1−
P ( B)
= 1 − P ( A | B)

3
1. Cálculo combinatório e probabilidades

Pág. 27 7
A probabilidade pedida é .
13.1. Se A e B são acontecimentos incompatíveis, então: 11
P ( A ∪ B ) = P ( A ) + P ( B ) . Logo: 16.1. Número de casos possíveis: 52C2 = 1326
2 1 2 1 5 Número de casos favoráveis ao acontecimento contrário
= P ( A ) + ⇔ P ( A) = − ⇔ P ( A) =
3 4 3 4 12 (saírem duas cartas de paus): 13C2 = 78
13.2. Se A e B são acontecimentos independentes então: 78 16
P =1− =
1 1326 17
P ( A ∩ B ) = P ( A) × P ( B ) = × P ( A)

Por outro lado, sabe-se que:


4
(( ) )
16.2. P A ∩ B | C significa a probabilidade de sair uma

P ( A ∪ B ) = P ( A ) + P ( B ) − P ( A ∩ B ) , logo carta de copas que não seja figura na segunda extração,


sabendo que saiu o ás de copas na primeira extração.
2 1 1
= P ( A) + − × P ( A) ⇔ Tem-se, assim, que o número de casos favoráveis é 51
3 4 4
(número de cartas existentes no baralho, após a extração
2 1 1
⇔ − = P ( A) − × P ( A) ⇔ da primeira carta, a qual não foi reposta no baralho); o
3 4 4
5 3 5 3 5 número de casos favoráveis é 9 (número de cartas de
⇔ = P ( A) ⇔ P ( A) = : ⇔ P ( A) = copas existentes no baralho que não são figuras, após a
12 4 12 4 9
14. Sejam A e B os acontecimentos: extração da primeira carta, a qual, por ser o ás de copas,
A : “O aluno escolhido é rapaz” faz com que o baralho tivesse apenas 12 cartas de copas
B : “O aluno escolhido é moreno” das quais três são figuras).
Sabe-se que: A probabilidade pedida é, por aplicação da Regra de
9 3
1
• P ( A) = ; P A =
3
( )
2
3
Laplace, =
51 17
.

( )1
• P B | A = e P ( B | A ) = 0, 45
2 Ficha para praticar 6

(
P ( B) = P ( A ∩ B) + P A ∩ B = ) Pág. 28
1.1.
= P ( A) × P ( B | A ) + P ( A ) × P ( B | A) = A V Total
1 2 1 4 5 9
= × 0, 45 + × = 2 1 3
3 3 2 3 0
1 15 1 3 1 9 + 20 29 Número de casos possíveis: 9C3
= 0,15 + = + = + = =
3 100 3 20 3 60 60
Número de casos favoráveis: 4C2 × 5C1 + 4C3 × 5C0
29
A probabilidade pedida é, portanto, P ( B ) = . 4
C2 × 5C1 + 4C3 × 4C0 17
60 P= =
9
15. Sejam A, B, C e D os acontecimentos: C3 42

A : “O participante é ministro” 1.2.


A V
B : “O participante é secretário de estado”
4 5
C : “O participante é homem” 3 0
D : “O participante é mulher” 0 3
Sabemos que: Número de casos favoráveis é 5C3 + 4C3 .
▪ P ( A ) = P ( B ) = 0,5 C3 + 4C3 10 + 4 1
5
P= = = .
▪ P ( C | A ) = 0,6 9
C3 84 6
▪ P ( D | B ) = 0,7 2. Ao lançar um dado equilibrado, com as faces numerada de
1 a 6, a probabilidade de sair número múltiplo de 3 é igual
Pretende-se determinar P ( B | D ) .
2 1
a = . Portanto, a probabilidade de não sair um número
Através do teorema da probabilidade total, temos: 6 3
P ( B ∩ D) P (B)× P (D | B) 2
P ( B | D) = = = múltiplo de 3 é igual a . Por outro lado, o número de
P ( D) P ( A ∩ D) + P ( B ∩ D) 3
P ( B ) × P ( D | A) posições, em que as três faces que têm um número
= múltiplo de 3 podem ocupar na sequência de seis
P ( A) × P ( D | A ) + P ( B ) × P ( D | B )
lançamentos é igual a 6C3 . A probabilidade pedida é
(
Como P ( D | A ) = P C | A = ) 1 1 1 2 2 2
6
C3 × × × × × × ≈ 0, 219
= 1 − P ( C | A ) = 1 − 0,6 = 0, 4 3 3 3 3 3 3
0,5 × 0,7 7 em 3 lançamentos não sai
P( B | D) = =
0,5 × 0,4 + 0,5 × 0,7 11 múltiplo de 3
em 3 lançamentos sai
múltiplo de 3
4
1. Cálculo combinatório e probabilidades

3.1. O António retira, simultaneamente e ao acaso, duas moedas


do bolso. A quantia, em euros, correspondente às moedas
6.1. ▪ P( A \ B) =
1
10
(
⇔ P A∩ B =
1
10
⇔)
1 1
retiradas é igual a 2 euros, quando e apenas quando, ele ⇔ P ( A) − P ( A ∩ B ) = ⇔ P ( A ∩ B ) = P ( A) −
retira duas moedas de um euro. Assim, o número de casos 10 10
favoráveis é igual a 3C2 = 3 já que o número de casos P ( A)
▪ P ( A ) = 0,9 P ( B ) ⇔ P ( B ) =
possíveis é igual a 8C2 = 28 . Assim, a probabilidade pedida 0,9

3 Por outro lado, P ( A ∪ B ) = P ( A ) + P ( B ) − P ( A ∩ B ) .


é, de acordo com a regra de Laplace, .
28 3 P ( A)  1 3 P ( A) 1
= P ( A) + −  P ( A) −  ⇔ = + ⇔
3.2. Sejam A e B dois acontecimentos: 5 0,9  10  5 0,9 10
A : “As duas moedas retiradas pelo António são iguais” P ( A) 1
⇔ = ⇔ P ( A ) = 0,45
B : “A quantia, em euros, correspondente às duas moedas 0,9 2
retiradas pelo António é igual a 2 euros” Portanto, P ( A ) = 0,45 .
Pretende-se determinar P ( B | A ) . P ( A ∩ B)
6.2. P( A | B) =
O número de maneiras diferentes de retirar duas moedas P ( B)
iguais é dado por 3C2 + 4C2 (ou retira duas moedas das 1
P ( A ∩ B ) = P ( A) − = 0, 45 − 0,1 = 0,35
três de um euro ou retira duas moedas das quatro de 50 10
cêntimos). Portanto, a probabilidade pedida, por aplicação 0, 45
3
P ( B) = = 0,5
C2 1 0,9
da regra de Laplace é 3 = .
C2 + C2 3
4
0,35
Assim, P ( A | B ) = = 0,7 .
Em alternativa: 0,5

P ( B ∩ A)
3 2
×
3
1 7.
( ) (
P A − P A∩ B ) = 1 − P ( A) − P ( A ∪ B ) =
P ( B | A) = = 8 7 = 28 = P( B) P ( B)
P ( A) 3 2 4 3
× + ×
9 3
8 7 8 7 28 1 − P ( A ) − (1 − P ( A ∪ B ) )
= =
4.1. Número de casos possíveis: 8! P ( B)
Número de casos favoráveis: − P ( A) + P ( A ∪ B )
4! × 4! × 2 = =
P ( B)
pode ser rapazes nos pares e raparigas nos
− P ( A) + P ( A) + P ( B ) − P ( A ∩ B )
ímpares = =
P ( B)
maneiras de sentar 4 raparigas nos 4 lugares
pares P ( B) − P ( A ∩ B)
= =
maneiras de sentar 4 rapazes nos 4 lugares P ( B)
ímpares (
P B∩ A ) = P ( A ∩ B) = P
P=
2 × 4! × 4! 1
=
=
P ( B) P( B)
( A | B)
8! 35
7
C3 5 8.1. Sejam os acontecimentos:
4.2. P= 8 = .
C3 8 A : “O habitante é um homem.”
B : “O habitante tem menos de 45 anos.”
Pág. 29
5.1. ( ) ( )
P A ∪ B = P A + P ( B) − P A ∩ B = ( ) ( )
• P A = 0,54 pelo que P ( A ) = 1 − 0,54 = 0, 46

• P ( B | A ) = 0,3 pelo que P ( B | A ) = 1 − 0,3 = 0,7


= 1 − P ( A) + P ( B ) −  P ( B ) − P ( A ∩ B )  =
• P ( B | A ) = 0, 2 pelo que P ( B | A ) = 1 − 0, 2 = 0,8
( )
= P A ∪ B = 1 − P ( A) + P ( A ∩ B )

Substituindo P ( A ∪ B ) por 0,45 e P ( A ) por 0,65: Pretende-se determinar P ( A | B ) .

0,45 = 1 − 0,65 + P ( A ∩ B ) ⇔ P ( A ∩ B ) = 0,1 P ( A ∩ B) P ( A ) × P ( B | A)


P ( A | B) = = =
P ( B) P ( A ∩ B) + P ( A ∩ B)
5.2. ( ) ( ) (
P A ∪ B = P ( A) + P B − P A ∩ B = )
P ( A) × P ( B | A)
( )
= P ( A ) + P B −  P ( A ) × P ( A ∩ B )  =
= =
P ( A) × P ( B | A) + P ( A) × P ( B | A)
= P ( A) + P ( B ) − P ( A) + P ( A ∩ B ) =
0, 46 × 0,8 0,368 184
= 1− P( B) + P ( A ∩ B) = = =
0, 46 × 0,8 + 0,54 × 0,7 0,746 373
Substituindo P ( B ) por 0,15 e P ( A ∩ B ) por 0,1:
8.2. Pretende-se determinar P ( A ∪ B ) .
( )
P A ∪ B = 1 − 0,15 + 0,1 = 0,95 P ( A ∪ B ) = P ( A) + P ( B ) − P ( A ∩ B ) =
= 0, 46 + (1 − 0,746 ) − P ( A ) × P ( B | A ) =

5
1. Cálculo combinatório e probabilidades

= 0, 46 + 0, 254 − 0, 46 × 0, 2 = mecânico na máquina sabendo que esta não parou o seu


311 funcionamento (se não parou é porque não teve problema
= 0, 46 + 0,254 − 0,092 =
500 elétrico).
9. Os acontecimentos A e B são independentes se e Construindo um diagrama de árvore, vem que:
somente se P ( A ∩ B ) = P ( A ) × P ( B )

(
P A∩ B = ) 1
3
(
1
⇔ P A∪ B = ⇔
3
)
1
⇔ 1− P ( A ∪ B) = ⇔
3
2
⇔ P ( A ∪ B) = ⇔
3
2
⇔ P ( A) + P ( B ) − P ( A ∩ B ) =

3

( )
⇔ 1 − P A + P ( B) − P ( A ∩ B) =
2 (
P M ∩E )=
(
P M |E = )
3
( ) P E
( )
Substituindo P A por
2
3
e P ( B ) por
1
2
, vem
P(M )× P(E | M )
= =
P(M ∩ E) + P(M ∩ E)
2 1 2 5 2
1 − + − P ( A ∩ B) = ⇔ − P ( A ∩ B) = ⇔
3 2 3 6 3
1 P(M )× P(E | M )
⇔ P( A ∩ B) = = =
6 P(M )× P(E | M ) + P(M )× P(E | M )
  ( )
Por outro lado, P ( A ) × P ( B ) = 1 − P A  × P ( B ) = 0,2 × 0,7 7
= =
 2 1 1 1 1 0,8 × 0,85 + 0, 2 × 0,7 41
= 1 −  × = × =
 3 2 3 2 6 7
A probabilidade pedida é .
Conclui-se, portanto, que A e B são acontecimentos 41
independentes, pois P ( A ∩ B ) = P ( A ) × P ( B ) . 12. ▪ P ( A ∩ B ) = P ( A) × P ( B )

( ( )) significa a probabilidade de a segunda (


P A∩ B ) = P ( B) − P ( A ∩ B) =
10. P C | A∩B
▪ (
P A| B = ) P ( B) P ( B)
bola extraída ser vermelha ou verde sabendo que a
primeira bola extraída tinha um número par e era P ( B ) − P ( A) × P ( B )
= =
vermelha. O número de casos possíveis é 11 (depois de ser P ( B)
retirada a primeira bola, restam 11 bolas no saco). O P ( B ) 1 − P ( A ) 
número de casos favoráveis é 7 (existem no saco 4 bolas
=
P ( B)
= 1 − P ( A) = P A ( )
( ) = P ( A) − P ( A ∩ B ) =
verdes e 3 bolas vermelhas, pois a primeira bola extraída
P B∩ A
era vermelha e não foi reposta no saco). ▪ (
P B| A = ) P ( A) P ( A)
Portanto e, por aplicação da regra de Laplace, a
7 P ( A ) − P ( A) × P ( B ) P ( A ) 1 − P ( B ) 
probabilidade pedida é . = = =
11 P ( A) P ( A)

( )
11.1. Sejam os acontecimentos:
= 1 − P ( B) = P B
E : “a máquina teve problemas elétricos”
M : “a máquina teve problemas mecânicos” P ( A ∩ B ) ∩ B 
( ) ▪ (
P ( A ∩ B) | B = ) =
P ( M ) = 0,2 ; P E | M = 0,15 e P ( E | M ) = 0,3 ( )
P B
A máquina para de funcionar imediatamente quando tem
problemas elétricos (podendo ou não ter problemas =
( )
P  A ∩ B ∩ B  P ( A ∩ ∅) P (∅)
 = = =
0
=0
mecânicos). P B ( )P B P B P B ( ) ( ) ( )
Assim, pretende-se determinar P ( E ) . Por outro lado, P ( A ) < P ( B ) , daí que:
P(E) = P(M )× P(E | M ) + P M × P E | M ( ) ( ) ( )
P ( A) < P ( B ) ⇔ 1 − P A < 1 − P B ⇔ ( )
= 0, 2 × 0,3 + (1 − 0, 2 ) × 0,15 ⇔ − P ( A) < − P ( B ) ⇔
9
= 0,18 = ⇔ P ( A) > P ( B )
50
9 P ( A ) × P ( B ) ≠ 0 , pelo que P ( A ) e P ( B ) são
A probabilidade pedida é .
50 probabilidades não nulas.
( )
11.2. Pretende-se determinar P M | E já que a probabilidade ( ) ( )
Portanto, 0 < P B < P A , ou seja,
pedida é a probabilidade de ter ocorrido um problema
6
1. Cálculo combinatório e probabilidades

( ) (
P ( A ∩ B) | B < P B | A < P A \ B . ) ( ) =1−
P ( B ∩ A) + P ( C ∩ A)
, pois B ∩ A e C ∩ A
P ( A)
13.1. Sejam os acontecimentos:
F : “O automóvel é um grande familiar” são incompatíveis, uma vez que B ∩ C = ∅
E : “O automóvel é um executivo” P ( B ∩ A) P ( C ∩ A)
=1− − =
M : “O automóvel é um monovolume” P ( A) P ( A)
A : “O automóvel é preto” = 1 − P ( B | A) − P ( C | A ) =
P ( E ) = 0,5 , P ( M ) = 0,2 , P ( F ) = 1 − ( 0,5 + 0,2 ) = 0,3 ,
( )
= P B | A − P ( C | A) =
) (
P ( A | E ) = 0,7 , P A | M = 0, 4 e P ( A ) = 0,55 1 1 1
= − =
Pretende-se determinar P ( F | A ) . 3 4 12

Construindo uma tabela, tem-se


Ficha de teste 3
▪ P ( A ∩ E ) = P ( E ) × P ( A | E ) = 0,5 × 0,7 = 0,35
Pág. 32
▪ ( ) (
P A ∩ M = P ( M ) × P A | M = 0, 2 × 0, 4 = 0,08) 1. Seja n o segundo elemento dessa linha.
n 2 = 961 , portanto, n = 961 ⇔ n = 31 .
Na linha do Triângulo de Pascal em que o segundo
F E M Total
elemento é 31, os elementos são da forma 31Ck , pelo que,
recorrendo à calculadora, podemos verificar a composição
A 0,08 0,35 0,12 0,55
da linha:
1 31 465 4495 31465 169911 … 169911 31465
A 0,22 0,15 0,08 0,45 4495 465 31 1
Assim, existem dez elementos dessa linha que são
Total 0,3 0,5 0,2 1 menores que 105 (os cinco primeiros e os cinco últimos) e
como a linha de ordem 31 tem 32 elementos, existem
( )
P A = 1 − 0,55 = 0, 45 32 − 10 = 22 elementos superiores a 105 , donde, a
P ( A ∩ E ) = 0,5 − 0,35 = 0,15 probabilidade pedida é
22 11
= .
32 16
P ( A ∩ F ) = 0, 45 − 0,08 − 0,15 = 0, 22 Resposta: (B)
P ( F ∩ A ) 0,22 22 2. O termo geral do desenvolvimento de A ( x ) é:
P ( F | A) = = =
P ( A)
p
0, 45 45 1
Tp +1 = 10C p ( x 4 ) ( x −1 )
10 − p 40 − 4 p p
  = Cpx
10

13.2. O número de casos possíveis é igual a 120


C5 .  x
= 10C p x 40 − 4 p x − p = 10C p x 40 − 5 p
55% de 120 é igual a 66, pelo que existem 66 automóveis
pretos e, evidentemente, 54 que não são pretos. O número Pretende-se determinar o coeficiente do termo em x15 ,
de casos favoráveis é igual a 66C3 × 54C2 . pelo que:
40 − 5 p = 15 ⇔ 5 p = 40 − 15 ⇔ p = 5
A probabilidade pedida é, por aplicação da regra de
Trata-se do 6.º termo, substituindo p por 5 em Tp +1 :
66
C3 × 54C2 69 960
Laplace, 120
= ≈ 34% . T5 +1 = 10C5 x15 ⇔ T6 = 252 .
C5 230 609
Portanto, k = 252
14. ( ) ( ) ( )
P A| B − P B × P A| B =
Resposta: (D)
= P ( A | B ) 1 − P ( B )  = 3. • P ( A ∪ B) ≤ 1
 
P ( A) + P ( B ) − P ( A ∩ B ) ≤ 1 ⇔
= P ( A | B) × P ( B) =
⇔ 0,7 + 0,5 − P ( A ∩ B ) ≤ 1 ⇔ P ( A ∩ B ) ≥ 0, 2
P ( A ∩ B)
= × P( B) = • P ( A ∩ B) ≤ P ( B)
P ( B)
P ( A ∩ B ) ≤ 0,5 ⇔ 0, 2 ≤ P ( A ∩ B ) ≤ 0,5 ⇔
(
= P A∩ B ) ⇔ −0,5 ≤ − P ( A ∩ B ) ≤ −0, 2 ⇔ P ( B ) = 0,5

15. (( ) )
P B ∪ C | A = 1 − P ( ( B ∪ C ) | A) = ⇔ 0 ≤ P ( B ) − P ( A ∩ B ) ≤ 0,3 ⇔

=1−
P ( B ∪ C ) ∩ A
=
(
⇔ 0 ≤ P A ∩ B ≤ 0,3 )
P ( A) Dos valores das opções o único que pode ser é 0,15.
P ( B ∩ A ) ∪ ( C ∩ A )  Resposta: (A)
=1− =
P ( A)

7
1. Cálculo combinatório e probabilidades

4. Trata-se da probabilidade de comer a maçã sabendo que


não tem fome, ou seja, P ( A | B ) e como esta
7. (
  )
P  A ∩ B | B = P  A ∪ B | B =
  ( )
probabilidade é igual a
1
temos que P ( A | B ) =
1
= (
P  A ∪ B ∩ B
=)
3 3 P ( B)
Resposta: (B)
5. Os acontecimentos A e B são independentes se e
=
P ( A ∩ B ) ∪ B ∩ B 
 = ( )
somente se P ( A ∩ B ) = P ( A ) × P ( B ) . P ( B)
P ( A ∪ B ) = P ( A) + P ( B ) − P ( A ∩ B ) = P ( A ∩ B ) ∪ ∅
= =
= P ( A) + P ( B ) − P ( A) × P ( B ) = P ( B)
= 0,6 + 0,5 − 0,6 × 0,5 = 0,8 P ( A ∩ B) Como A e B são dois
= = acontecimentos independentes, temos
Resposta: (C) P ( B) que P ( A ∩ B ) = P ( A) × P ( B ) .
6. No dado viciado a probabilidade de sair face com o
P ( A) × P ( B )
1 = = P ( A)
número 1 é igual a , portanto, neste dado a P( B)
3
probabilidade de não sair face com o número 1 é igual a 8.1. Sejam os acontecimentos:
1 2 A : “Sair bola azul”
1 − = . Como as restantes faces têm igual
3 3 B : “Sair face com número múltiplo de 3 no lançamento
probabilidade de ocorrer, temos que a probabilidade de do dado”
2
sair cada uma delas é igual a : 5 =
3
2
15
. Assim a
2 1
P ( B ) = = , pois B = {3 , 6} , logo, P B =
6 3
2
3
( )
probabilidade de sair face 3 no daco viciado é igual a
2
15
.
5
P( A | B) = e P A | B =
8
3
4
( )
1 Aplicando o teorema da probabilidade total:
No dado equilibrado esta probabilidade é .
6 P ( A) = P ( B ) × P ( A | B ) + P B × P A | B = ( ) ( )
Sejam os acontecimentos:
1 5 2 3 17
A : “Lança o dado equilibrado” = × + × =
3 8 3 4 24
B : “Sai a face com o número 3”
17
A probabilidade pedida é .
24
8.2. A caixa 2 contém, no total, 4 + n bolas.
Uma equação que traduz o problema é:
3
C1 × nC1 2 3× n 2
= ⇔ =
4+ n
C2 5 ( 4 + n )( 3 + n ) 5
2
6n 2
⇔ 2 = ⇔ 30n = 2n 2 + 14n + 24
n + 7 n + 12 5
⇔ n 2 + 7 n + 12 = 15n ⇔ n 2 − 8n + 12 = 0
( −8)
2
8± − 4 × 1 × 12
(
Pretende-se determinar P A | B . ) ⇔n=
2
⇔ n = 6∨ n = 2

P ( A ∩ B) P ( A ∩ B)
P ( A | B) =
O valor de n tem de ser um número natural, logo
= =
P ( B) P ( A ∩ B) + P ( A ∩ B) n = 2 ∨ n = 6 , pelo que o problema tem duas soluções.

P ( A) × P ( B | A)
= =
P ( A ) × P ( B | A) + P ( A) × P ( B | A )
1 2 1
×
2 15 15 4
= = =
1 2 1 1 3 9
× + ×
2 15 2 6 20
4
A probabilidade pedida é .
9