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Universidade Católica de Moçambique

Instituto de Educação à Distância

Tema do trabalho: Resolução dos exercícios de estatística e Probabilidade

Donada Francisco Rocha Noneque Joaquim – Código : 708202540

Curso: Geografia
Disciplina: Estatística
Ano de frequência: 1º Ano
Número de Páginas: (37)

Docente: Reis Mário Guilherme

Nampula, Junho de 2020


Índice

Conteúdo Páginas
Introdução--------------------------------------------------------------------------------------------------3
Resolução dos exercícios de estatística das unidades no 10-A0005 á 12 –A0005----------------4
1. Exercício nº 38.----------------------------------------------------------------------------------------------------- 4
2. Exercício nº 39.----------------------------------------------------------------------------------------------------- 5
3. Exercício nº 42.----------------------------------------------------------------------------------------------------- 8
4. Exercício nº46.---------------------------------------------------------------------------------------------------- 13
6. Exercício nº 49.--------------------------------------------------------------------------------------------------- 16
Resolução dos exercícios de estatística das Unidades no 14-A0005 à 16 – A0005.------------24
7. Exercício nº58.---------------------------------------------------------------------------------------------------- 24
8. Exercício nº 59.--------------------------------------------------------------------------------------------------- 24
9. Exercício nº 60.--------------------------------------------------------------------------------------------------- 24
10. Exercício nº 61.------------------------------------------------------------------------------------------------ 26
11. Exercício nº 64.------------------------------------------------------------------------------------------------ 26
12. Exercício nº 65.------------------------------------------------------------------------------------------------ 27
13. Exercício nº 66.------------------------------------------------------------------------------------------------ 28
14. Exercício nº 67.------------------------------------------------------------------------------------------------ 28
15. Exercício nº 68.------------------------------------------------------------------------------------------------ 29
16. Exercício nº 69.------------------------------------------------------------------------------------------------ 30
17. Exercício nº 70.------------------------------------------------------------------------------------------------ 32
18. Exercício nº 78.------------------------------------------------------------------------------------------------ 33
19. Exercício nº 81.------------------------------------------------------------------------------------------------ 34
Conclusão-------------------------------------------------------------------------------------------------36
Bibliografia-----------------------------------------------------------------------------------------------37
Introdução

O presente trabalho tem como conteúdo a resolução de exercícios da cadeira de estatística,


cujo o objectivo é a obtenção de conhecimentos sobre outras medidas de localização dos quais
nós destacamos os quartis, decis e percentis, muito usadas no estudo das séries estatísticas;
medidas de dispersão ou de variabilidade; medidas de assimetria e curtose, conteúdos esses
que estão contidos nas no 10-A0005 à 12-A0005 bem como a resolução dos Exercícios sobre
noção intuitiva e frequencista das probabilidades onde aprendemos que as probabilidades
fornecem conceitos e métodos para estudar casos de incerteza e para interpretar previsões
baseadas na incerteza desta forma foi possível compreender na introdução ao calculo de
probabilidades as experiencias aleatória; acontecimentos; operações sobre acontecimentos;
acontecimentos elementares, certos, impossível, contrários e incompatíveis; lei dos grandes
números; aplicação do conceito frequencista de probabilidades e suas propriedades; calculo de
probabilidades péla lei de Laplace bem como o calculo de probabilidades condicionada e
acontecimentos independentes, onde esses conteúdos são tratados nas unidades n o 14-A0005 à
16 – A0005 do módulo único de estatística.

É sobre todos esses assuntos que abordamos na Resolução dos exercícios de estatística, quer
para as unidades no 10-A0005 à 12-A0005, quer para as Unidades no 14-A0005 à 16 – A0005.
Contudo, Para a realização deste trabalho foi graças a consultas bibliográficas.

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Resolução dos exercícios de estatística das unidades no 10-A0005 á 12 –A0005

1. Exercício nº 38. Determine a mediana e os quartis do seguinte conjunto de dados.


10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27.
x1 x2 x3 x4 x5 x6 x7 x8 x9 x10 x11 x12 x13 x14 x15
Resolução: 10,11,12,13,14,15,16, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27  n  15
primeiro calculamos a M e (mediana) que representa 50% dos dados observados e já
organizados em rol; como n é impar logo:
n 15
Me    7.5  M e  8
i. ordem ou posição da mediana: 2 2 a mediana encontra-
a M  x8  20
se na 8 posição ou seja e
Q1 que representa 25% dos dados observados,
ii. calculamos o primeiro quartil

neste caso a amostra é de 7, fazendo: como o n  7 é impar a Ordem ou posição

n n 7 7 7 7  2 7 9 16
  1 2  2  1(2)  
2 2  (1)
2 2  2 2  2  16  1  16  4
Q1 : 2 2 2 2 2 2 2 4
do , o

a Q  x4  13 , dai calculamos o terceiro


primeiro quartil esta na 4 posição, logo 1

Q
quartil que representa 75% dos dados 3 fazendo:

iii. ordem ou posição do


Q3 : para determinarmos a sua ordem temos de usar o valor

n 1
da amostra total dos dados observados n  15 , como n é impar usamos 2

mais o valor da ordem do


Q1 calculado anteriormente, assim: Dados:

n 1 15  1 16
n  15; ordemQ1  4 2  ordemQ1  2  4  2  4  8  4  12 , o terceiro

a
quartil esta na 12 posição, logo
Q3  x12  24

4
2. Exercício nº 39. Determine o 4º decil e o 62º percentil da seguinte distribuição:

Classes
fi fa
[4,9[ 8
[9,14[ 12
[14 ,19[ 17
[19,24[ 3
Resolução: determinamos as frequências absolutas e acumuladas da distribuição representada
na tabela anterior. É de notar que, a inserção da frequência acumulada se tornou necessária
para facilitar a observação da ordem, minimizando possíveis erros. Primeiramente, divide-se a

n
distribuição numérica em duas partes iguais calculando-se 2 , independentemente de n ser
par ou ímpar. Lembre-se de que os dados grupados com intervalos de classe geralmente
apresentam variáveis contínuas.

i haltura em cm fi fac
1 [4 ; 9[ 8 8
2 [9 ; 14[ 12 20
3 [14 ; 19[ 17 37
4 [19 ; 24[ 3 40
∑ n = 40
Em seguida, é necessário localizar a classe que contém a mediana por meio da observação da
frequência acumulada. A mediana é calculada péla formula:
N
−N i−1
i. Mediana: M =l + 2 ×hi onde:
e i−1
Fi

M e é a mediana

l i−1 é o limite inferior da classe mediana

N é o total do efectivo da distribuição

N i−1 é a frequência acumulada até a classe anterior à classe mediana


5
F i é a frequência absoluta da classe mediana

hi é a amplitude da classe mediana

Para calcular a mediana usamos os seguintes passos:

N 40
1o) calcule a ordem ou posição da mediana: = =20. Isso significa que a mediana
2 2
esta na 20a posição;
2o) identifique a classe que contém a mediana observando a frequência acumulada. É
possível concluir que a mediana se localiza na 2a classe, logo a mediana está na classe
correspondente a segunda frequência acumulada, que é a classe [9 ; 14[.
3o) determine as variáveis a serem aplicadas na fórmula.
N  40 ; l i−1=9 ; N i−1=8 ; F i=12; hi =5

4o) aplique os resultados encontrados na formula temos:

N 40
 N i 1 8
2 2 20  8
M e  li 1   hi  M e  9  5  Me  9  5 
Fi 12 12
12
 Me  9   5  M e  9  1 5  M e  9  5  M e  14
12

N
Nota: Quando 2 coincidir com a frequência acumulada de uma classe, o valor da mediana é
igual ao limite superior desta classe.

ii. Calculo do 4o Decil:


N
k× −N i−1
Formula do Decil: D =l + 10
k i−1 ×h i onde:
Fi

D k é o valor do Decil

K é a posição do Decil a ser calculado , onde k=1,2,3,4 ,… .

l i−1 é o limite inferior da classe Decil

6
N é o total do efectivo da distribuição

N i−1 é a frequência acumulada até a classe anterior à classe Decil

F i é a frequência absoluta da classe Decil

hi é a amplitude da classe Decil

Para calcular o Decil usamos os seguintes passos: como trata-se do 4 o Decil, então K = 4 e N
= 40

N 40
k  4  4  4  16
1o) calcule a ordem ou posição ou ainda a localização do Decil: 10 10 .
Isso significa que o valor do 4o Decil esta na 16a posição;

2o) identifique a classe que se localiza o Decil, observando a frequência acumulada. É


possível concluir que o Decil se localiza na 2 a classe, logo o Decil está na classe
correspondente a segunda frequência acumulada, que é a classe [9;14[.
3o) determine as variáveis a serem aplicadas na fórmula.
N  40; k  4; li 1  9; N i 1  8; Fi  12; hi  5 .

4o) aplique os resultados encontrados na formula temos:

N 40
k  Ni 1 4 8
Dk  li 1  10  hi  D4  9 
10
 5  D4  9 
 4  4   8  5  D  9  16  8  5 
4
Fi 12 12 12
2
8 2 10 27  10 37
 D4  9   5  D4  9   5  D4  9(3) 
3
 D4   D4   D4  12.3
12 3 3(1) 3 3

iii. Calculo do 62o Percentil:


N
k× −N i−1
Formula do Percentil: P =l + 100
k i−1 ×h i onde:
Fi

Pk é o valor do Percentil

K é a posição do percentil a ser calculado , onde k =1,2,3,4 , … .62…

l i−1 é o limite inferior da classe Percentil

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N é o total do efectivo da distribuição

N i−1 é a frequência acumulada até a classe anterior à classe Percentil

F i é a frequência absoluta da classe Percentil

hi é a amplitude da classe Percentil

Para calcular o Percentil usamos os seguintes passos: como se trata do 62 o Percentil, então K
= 62 e N = 40

1o) calcule a ordem ou posição ou ainda a localização do Percentil:

N 40
k  62   62  0, 4  24,8  25
100 100 . Isso significa que o valor do 62o Percentil esta na
25a posição;
2o) identifique a classe que se localiza o Percentil, observando a frequência acumulada. É
possível concluir que o percentil 62o se localiza na 3a classe, logo o Percentil está na classe
correspondente a terceira frequência acumulada, que é a classe [14;19[.
3o) determine as variáveis a serem aplicadas na fórmula.
N  40; k  62; li 1  14; Ni 1  20; Fi  17; hi  5 .

4o) aplique os resultados encontrados na formula temos:

N 40
k  N i 1 62   20
100 100 24,8  20
Pk  li 1   hi  P62  14   5  P62  14  5 
Fi 17 17
4,8 24 238  24 262
 P62  14   5  P62  14(17)   P62   P62   P62  15, 411  P62  15, 4
17 17(1) 17 17

3. Exercício nº 42. Num inquérito efectuado a 1000 trabalhadores, referente à distância do


local de trabalho à residência, obteve-se a seguinte distribuição de frequências:

Número de
Distância (km)
trabalhadores
[0,5[ 353
[5,10[ 159
[10,15[ 255

8
[15,20[ 147
[20,25[ 59
[25,30[ 27
Total N = 1000

a) Determine a média e indique a classe modal dos dados apresentados.


b) Localize os quartis.
c) Determine o valor da mediana.
d) Determine a percentagem de trabalhadores que percorre distâncias acima das da classe
mediana.
Resolução: preenchemos a tabela determinando os outros dados para facilitar os cálculos.

Número de
Distânci fr
i Trabalhador xi Xi.Fi Xi-x (Xi-x)2 Fi.(Xi-x)2 fr fac fac%
a (Km) %
es (Fi)
19356,4108 0,35 35,
1 [0 ;5[ 353 2,5 882,5 -7,405 54,834025 353 35,3
3 3 3
1192, 0,15 15,
2 [5 ; 10[ 159 7,5 -2,405 5,784025 919,659975 512 51,2
5 9 9
[10 ; 12, 3187, 1717,17637 0,25 25,
3 255 2,595 6,734025 767 76,7
15[ 5 5 5 5 5
[15 ; 17, 2572, 8479,55167 0,14 14,
4 147 7,595 57,684025 914 91,4
20[ 5 5 5 7 7
[20 ; 22, 1327, 158,63402 9359,40747 0,05
5 59 12,6 5,9 973 97,3
25[ 5 5 5 5 9
[25 ; 27, 309,58402 8358,76867 0,02 100
6 27 742,5 17,6 2,7 100
30[ 5 5 5 7 0
∑(total) 1000 9905 30,57 934,5249 48190,975 1 100

a) Cálculo da média e moda


n
X  ?; N  1000;  f i  xi  9905
i. Média: Dados: i 1 pêlos dados usamos a seguinte
formula para o cálculo da média aritmética:

 f x i i
9905
X i 1
  9,905  X  9,9
N 1000

9
ii. Classe Modal e o valor da Moda.
D1
M o=Li + ×h onde:
D 1+ D 2 0
M o é a moda
Li é o limite inferior da classe modal
D 1 é a diferença entre frequência absoluta da classe modal
e a frequência absoluta da classe anterior
D 2 é a diferença entre frequência absoluta da classe modal
e a frequência absoluta da classe seguinte
h o é a amplitude da classe modal

Como a maior frequência observada na distribuição é 353 logo a classe modal


correspondente a esta frequência é a classe [0 ; 5[ dai temos:

Li  0; D1  353  0  353; D2  353  159  194; ho  5

Aplicando a formula temos:

D1 353 353 1765


M o  Li   ho  M o  0   5  Mo  5  Mo  
D1  D2 353  194 547 547
 M o  3, 226691042  M o  3, 23

Portanto, a classe Modal é [0 ;5[ e o valor da moda é M O ≅ 3,21

b) Localização dos quartis Q1, Q2 = Me e Q3.


i. Calculo do 1o Quartil:
N
k× −N i−1
Formula do Quartil: Q =l + 4
k i−1 ×hi onde:
Fi

Qk é o valor do Quartil

K é a posição do Quartil a ser calculado , onde k =1,2,3,4 , … .

l i−1 é o limite inferior da classe Quartil

N é o total do efectivo da distribuição

N i−1 é a frequência acumulada até a classe anterior à classe Quartil

10
F i é a frequência absoluta da classe Quartil

hi é a amplitude da classe Quartil

Para calcular o primeiro quartil usamos os seguintes passos: como trata-se do 1 o Quartil, então
K = 1 e N = 1000

N 1000
k  1  250
1o) calcule a ordem ou posição ou ainda a localização do Quartil: 4 4 . Isso
significa que o valor do 1o Quartil esta na 250a posição;

2o) identifique a classe que se localiza o Quartil, observando a frequência acumulada. É


possível concluir que o Quartil se localiza na 1a classe, logo o Quartil está na classe
correspondente a primeira frequência acumulada, que é a classe [0;5[.
3o) determine as variáveis a serem aplicadas na fórmula.
N  1000; k  1; li 1  0; N i 1  0; Fi  353; hi  5 .

4o) aplique os resultados encontrados na formula temos:

N 1000
k  N i 1 1 0
4 4 250 1250
Qk  li 1   hi  Q1  0   5  Q1   5  Q1  
Fi 353 353 353
 Q1  3,541076487  Q1  3,541  Q1  3,54

ii. Calculo do 2o Quartil ou mediana (


Q2  M e ):

N
k× −N i−1
Formula do Quartil: Q =l + 4
k i−1 ×hi onde:
Fi

Qk é o valor do Quartil

K é a posição do Quartil a ser calculado , onde k =1,2,3,4 , … .

l i−1 é o limite inferior da classe Quartil

N é o total do efectivo da distribuição

N i−1 é a frequência acumulada até a classe anterior à classe Quartil

F i é a frequência absoluta da classe Quartil

11
hi é a amplitude da classe Quartil

Para calcular o segundo quartil usamos os mesmos procedimentos antes efectuados: como
trata-se do 2o Quartil, então K = 2 e N = 1000

N 1000
k  2  500
1o) ordem ou posição ou ainda a localização do Quartil: 4 4 . Isso significa
que o valor do 2o Quartil esta na 500a posição;

2o) o 2o Quartil está na classe correspondente a segunda frequência acumulada, que é a


classe [5;10[.
3o) variáveis a serem aplicadas na fórmula.
N  1000; k  2; li 1  5; Ni 1  353; Fi  159; hi  5 .

4o) Dai temos:

N 1000
k  N i 1 2  353
4 4 500  353 147
Qk  li 1   hi  Q2  5   5  Q2  5   5  Q2  5  5 
Fi 159 159 159
735 795  735 1530
 Q2  5(159)   Q2   Q2   Q2  9, 622641509  Q2  M e  9, 62
159(1) 159 159

iii. Calculo do 3o Quartil ou mediana (


Q3 ):

N
k× −N i−1
Formula do Quartil: Q =l + 4
k i−1 ×hi onde:
Fi

Q k é o valor do Quartil

K é a posição do Quartil a ser calculado , onde k =1,2,3,4 , … .

l i−1 é o limite inferior da classe Quartil

N é o total do efectivo da distribuição

N i−1 é a frequência acumulada até a classe anterior à classe Quartil

F i é a frequência absoluta da classe Quartil

hi é a amplitude da classe Quartil

12
Para calcular o terceiro quartil usamos os mesmos procedimentos antes efectuados: como
trata-se do 3o Quartil, então K = 3 e N = 1000

N 1000
k  3  750
1o) ordem ou posição ou ainda a localização do Quartil: 4 4 . Isso significa
que o valor do 3o Quartil esta na 750a posição;

2o) o 3o Quartil está na classe correspondente a terceira frequência acumulada, que é a


classe [10;15[.
3o) variáveis a serem aplicadas na fórmula.
N  1000; k  3; li 1  10; Ni 1  512; Fi  255; hi  5 .

4o) Dai temos:

N 1000
k  N i 1 3  512
4 4 750  512 238
Qk  li 1   hi  Q3  10   5  Q3  10   5  Q3  10  5 
Fi 255 255 255
1190 2550  1190 3740
 Q3  10(255)   Q3   Q3   Q3  14, 66666667  Q3  14, 67
255(1) 255 255

c) O valor da Mediana é:
M e  9, 62

d) A percentagem de trabalhadores que percorrem distancias acima das da classe mediana é


de 75%.

4. Exercício nº46. Considere a seguinte tabela de dados agrupados:

Classes fi
20-25 9
25-30 27
30-35 36
35-40 45
40-45 18
45-50 9
50-55 3
55-60 3
Total N=150
Determine:

a) A amplitude total.
b) A media e a moda.
13
c) A variância e o desvio padrão.
d) O coeficiente de variação.

Resolução: preenchemos a tabela dos dados agrupados com cálculos auxiliar.

Xi- Fi.(Xi- fr fac


i Classe Fi xi Xi.Fi (Xi-x)2 fr fac
x x)2 % %
a) 22, 0,0 C
1 20-25 9 202,5 -13 169 1521 6 9 6
5 6 al
27, 0,1 c
2 25-30 27 742,5 -8 64 1728 18 36 24
5 8 u
32, 0,2
3 30-35 36 1170 -3 9 324 24 72 48 lo
5 4
37, 1687, 11
4 35-40 45 2 4 180 0,3 30 78
5 5 7
42, 0,1 13
5 40-45 18 765 7 49 882 12 90
5 2 5
47, 0,0 14
6 45-50 9 427,5 12 144 1296 6 96
5 6 4
52, 0,0 14
7 50-55 3 157,5 17 289 867 2 98
5 2 7
57, 0,0 15
8 55-60 3 172,5 22 484 1452 2 100
5 2 0
∑(total) 150 5325 36 1296 8250 1 100

da amplitude total. Dados:


R  ?; X m áx  45; X m ín  3

R  X m áx  X m ín  R  45  3  R  42
b) Cálculo da média e moda
n
X  ?; N  150;  f i  xi  5325
i. Média: Dados: i 1 pêlos dados usamos a seguinte
formula para o cálculo da média aritmética:

 f x i i
5325
X i 1
  35, 5  X  35, 5
N 150

14
ii. Classe Modal e o valor da Moda.
D1
M o=Li + ×h onde:
D 1+ D 2 0
M o é a moda
Li é o limite inferior da classe modal
D 1 é a diferença entre frequência absoluta da classe modal
e a frequência absoluta da classe anterior
D 2 é a diferença entre frequência absoluta da classe modal
e a frequência absoluta da classe seguinte
h o é a amplitude da classe modal

Como a maior frequência observada na distribuição é 45 logo a classe modal correspondente


a esta frequência é a classe 35 - 40 dai temos:

Li=35 ; D 1=45−36=9 ; D 2=45−18=27; hO =5 aplicando a formula temos:

D1 9 45 1260  45
M o  Li   ho  M o  35   5  M o  35 36    Mo  
D1  D2 9  27 36 1 36
1305
 Mo   M o  36, 25  M o  36, 25
36 Po

M  36, 25
rtanto, a media e a moda são respectivamente X  35,5 e o

c) Cálculo da variância e do desvio padrão.


i. Variância

 f  x  x
n 2
i i
825 0 825
V( x )  i 1
 V( x )   V( x )   V( x )  55  V( x )  55
N 15 0 15

ii. Desvio padrão

 f  x  x
n 2
i i
 i 1
   V( x )    55    7, 416198487    7, 42
N
d) Cálculo de coeficiente de variação.

15
 7, 42
Cv   Cv   Cv  0, 209014084  Cv  0, 21
x 35,5
5. Exercício nº 48. Cronometrado o tempo para várias gincanas automobilísticas encontrou-
se: Equipa X: 40 Provas; tempo médio 45 segundos; variância 400.

Equipa y :

Tempo (em seg.) 20 40 50 80


11º De pessoas 10 15 30 5

Qual é a equipa que apresenta resultados mais homogéneos? Justifique.

X  45; N  40;V( x )  400


Resolução: Dados da Equipa X:

i. Média: X  45
V( x )  400
ii. Variância
  V( x )    400    20    20
iii. Desvio padrão:
 20
Cv   Cv   Cv  0, 444444444  Cv  0, 44
iv. coeficiente de variação. x 45

Tempo 11o De Xi.F Xi- Fi.(Xi- fa


i (Xi-x)2 fr fr% fac%
(em seg.) pessoas i x x)2 c
0,166 16,6 16,6666
1 20 10 200 -25 625 6250 10
7 7 7
41,6666
2 40 15 600 -5 25 375 0,25 25 25
7
91,6666
3 50 30 1500 5 25 750 0,5 50 55
7
0,083 8,33
4 80 5 400 35 1225 6125 60 100
3 3
∑(total) 60 2700 10 100 13500 1 100
Dados da Equipa Y:

16
n
X  ?; N  60;  f i  xi  2700
i. Média: Dados: i 1 logo, a média aritmética:

 f x i i
2700
X i 1
  45  X  45
N 60

 f  x  x
n 2
i i
13500
V( x )  i 1
 V( x )   V( x )  225  V( x )  225
ii. Variância: N 60
iii. Desvio padrão:

 f  x  x
n 2
i i
 i 1
   V( x )    225    15    15
N
 15
Cv   Cv   Cv  0,333333333  Cv  0,33
iv. coeficiente de variação. x 45

Resposta: a equipe que apresenta resultados homogéneos e a equipe y relativamente a equipe


x porque os dados da equipa y apresentam uma menor dispersão em relação a média (De fato,
o desvio da equipa y - 15 é menor do que o desvio da equipa x- 20. Isso significa que, apesar
de a média das duas distribuições de frequência ser a mesma, os dados se comportam de
maneiras diferentes. No 1º caso, concluímos que o desvio padrão em torno de 20 da equipa x,
caracteriza grande dispersão dos dados em relação à média. Neste caso actual da equipa y -
15, como o desvio padrão é menor, concluímos que os dados são mais homogéneos e,
portanto, estão mais próximos da média. Podemos dizer, então, que a média, para este caso, é
uma medida representativa dos dados colectados.)

6. Exercício nº 49. Dada a amostra de 60 rendas em Euros, de uma dada região.

10 7 8 5 4 3 2 9 9 6
3 15 1 13 14 4 3 6 6 8
10 11 12 13 14 2 15 5 4 10
2 1 3 8 10 11 13 14 15 16
8 9 5 3 2 3 3 4 4 4
5 6 7 8 9 1 12 13 14 16

a) Agrupar os elementos em classes. Faça K=6 e h=3


b) Calcule a média e a mediana.
c) Calcule a medida que deixa 25% das rendas.
17
d) Determine Q3, Q4, P47 e, interprete o resultado.
e) Determine o desvio padrão.
f) Determine a variância e o desvio padrão.
g) Qual é o valor do coeficiente de variação.
h) A distribuição é simétrica?
i) A distribuição é mesocúrtica?
Resolução: organizamos os dados em rol.

1 2 3 4 6 8 9 10 13 14
1 3 3 4 6 8 9 11 13 15
1 3 4 5 6 8 9 11 13 15
2 3 4 5 6 8 10 12 14 15
2 3 4 5 7 8 10 12 14 16
2 3 4 5 7 9 10 13 14 16
Amostra: N  60

Amplitude total:
R  X máx  X mín  R  16  1  R  15

Numero de Classe: dado K  6


Amplitude da classe: dado h  3
a) Tabela de frequências:

Renda
em Xi- (Xi- Fi.(Xi-
i Classe xi Xi.Fi fr fr% fac fac%
Euros x x)2 x)2
(Fi)
0,233 23,3333
1 [1 ; 4[ 14 2,5 35 -5,7 32,49 454,86 23,33 14
3 3
0,233 46,6666
2 [4;7[ 14 5,5 77 -2,7 7,29 102,06 23,33 28
3 7
0,183
3 [7 ; 10[ 11 8,5 93,5 0,3 0,09 0,99 18,33 39 65
3
11, 0,133 78,3333
4 [10 ; 13[ 8 92 3,3 10,89 87,12 13,33 47
5 3 3
14, 0,183 96,6666
5 [13 ; 16[ 11 159,5 6,3 39,69 436,59 18,33 58
5 3 7
17, 0,033
6 [16 ; 19[ 2 35 9,3 86,49 172,98 3,333 60 100
5 3
10,
∑(total) 60 492 116,64 1254,6 1 100
8
18
b) Média e a Mediana:
n
X  ?; N  60;  f i  xi  492
i. Média - Dados: i 1 logo, a média aritmética:

 f x i i
492
X i 1
  8, 2  X  8, 2
N 60
N
−N i−1
ii. Mediana: M =l + 2 ×hi onde:
e i−1
Fi

M e é a mediana

l i−1 é o limite inferior da classe mediana

N é o total do efectivo da distribuição

N i−1 é a frequência acumulada até a classe anterior à classe mediana

F i é a frequência absoluta da classe mediana

hi é a amplitude da classe mediana

Para calcular a mediana usamos os seguintes passos:

N 60
1o) calcule a ordem ou posição da mediana: = =30. Isso significa que a mediana
2 2
esta na 30a posição;
2o) identifique a classe que contém a mediana observando a frequência acumulada. É
possível concluir que a mediana se localiza na 3a classe, logo a mediana está na classe
correspondente a segunda frequência acumulada, que é a classe [7; 10[.
3o) determine as variáveis a serem aplicadas na fórmula.

N  60; li 1  7; N i 1  28; Fi  11; hi  3 .

19
4o) aplique os resultados encontrados na formula temos:

N 60
 N i 1  28
30  28 2
M e  li 1  2  hi  M e  7  2 3  Me  7  3  Me  7  5 
Fi 11 11 11
6 77  6 83
 M e  7 (11)   Me   Me   M e  7,545454545  M e  7,55
11(1) 11 11

Q1  4, 21
c) A medida que deixa 25% das rendas é o primeiro quartil

N
k× −N i−1
o
Cálculo auxiliar do 1 Quartil: Formula do Quartil: Q =l + 4
k i−1 ×hi onde:
Fi
Q k é o valor do Quartil

K é a posição do Quartil a ser calculado , onde k =1,2,3,4 , … .

l i−1 é o limite inferior da classe Quartil

N é o total do efectivo da distribuição

N i−1 é a frequência acumulada até a classe anterior à classe Quartil

F i é a frequência absoluta da classe Quartil

hi é a amplitude da classe Quartil

Para calcular o primeiro quartil usamos os seguintes passos: como trata-se do 1 o Quartil, então
K = 1 e N = 60

N 60
k  1  15
1o) calcule a ordem ou posição ou ainda a localização do Quartil: 4 4 . Isso
significa que o valor do 1o Quartil esta na 15a posição;

2o) identifique a classe que se localiza o Quartil, observando a frequência acumulada. É


possível concluir que o Quartil se localiza na 2a classe, logo o Quartil está na classe
correspondente a primeira frequência acumulada, que é a classe [4;7[.
3o) determine as variáveis a serem aplicadas na fórmula.

20
N  60; k  1; li 1  4; N i 1  14; Fi  14; hi  3
.
4o) aplique os resultados encontrados na formula temos:

N 60
k  N i 1 1  14
4 4 15  14 1
Qk  li 1   hi  Q1  4   3  Q1  4   3  Q1  4   3 
Fi 14 14 14
3 56  3 59
Q1  4(14)   Q1   Q1   Q1  4, 214285714  Q1  4, 21
14(1) 14 14

Q3 , Q4 , P47 e interpretando os resultados, temos:


d) Determinando

i. Calculo do 3o Quartil ou mediana (


Q3 ):

N
k× −N i−1
Formula do Quartil: Q =l + 4
k i−1 ×hi onde:
Fi

Qk é o valor do Quartil

K é a posição do Quartil a ser calculado , onde k =1,2,3,4 , … .

l i−1 é o limite inferior da classe Quartil

N é o total do efectivo da distribuição

N i−1 é a frequência acumulada até a classe anterior à classe Quartil

F i é a frequência absoluta da classe Quartil

hi é a amplitude da classe Quartil

Para calcular o 3o Quartil, temos: K = 3 e N = 60

N 60
k  3  45
o
1 ) ordem ou posição ou ainda a localização do Quartil: 4 4 . Isso significa que
o valor do 3o Quartil esta na 45a posição;

2o) o 3o Quartil está na classe correspondente a 4a frequência acumulada, que é a classe


[10;13[.
N  60; k  3; li 1  10; N i 1  39; Fi  8; hi  3 .
3o) variáveis a serem aplicadas na fórmula.

21
4o) Dai temos:

N 60
k  N i 1 3   39
4 4 45  39 6 18
Qk  li 1   hi  Q3  10   3  Q3  10   3  Q3  10   3  Q3  10(8)  
Fi 8 8 8 8(1)
80  18 98
 Q3   Q3   Q3  12, 25  Q3  12,1
8 8

ii. Calculo do 4o Quartil ou mediana (


Q4 ):

N
k× −N i−1
Formula do Quartil: Q =l + 4
k i−1 ×hi onde:
Fi

Qk é o valor do Quartil

K é a posição do Quartil a ser calculado , onde k =1,2,3,4 , … .

l i−1 é o limite inferior da classe Quartil

N é o total do efectivo da distribuição

N i−1 é a frequência acumulada até a classe anterior à classe Quartil

F i é a frequência absoluta da classe Quartil

hi é a amplitude da classe Quartil

Para calcular o 4o Quartil, temos: K = 4 e N = 60

N 60
k  4  60
1o) ordem ou posição ou ainda a localização do Quartil: 4 4 . Isso significa que
o valor do 4o Quartil esta na 60a posição;

2o) o 4o Quartil está na classe correspondente a 6a frequência acumulada, que é a classe


[16;19[.

3o) variáveis a serem aplicadas na fórmula.


N  60; k  4; li 1  16; N i 1  58; Fi  2; hi  3 .

22
4o) Dai temos:

N 60
k  N i 1 4   58
4 4 60  58 2
Qk  li 1   hi  Q4  16   3  Q4  16   3  Q4  16   3  Q4  16  3 
Fi 2 2 2
 Q4  19  Q4  19

N
k× −N i−1
iii. o
Calculo do 47 Percentil: Formula do Percentil: P =l + 100
k i−1 ×h i
Fi
onde:

Pk é o valor do Percentil

K é a posição do percentil a ser calculado , onde k =1,2,3,4 , … .62…

l i−1 é o limite inferior da classe Percentil

N é o total do efectivo da distribuição

N i−1 é a frequência acumulada até a classe anterior à classe Percentil

F i é a frequência absoluta da classe Percentil

hi é a amplitude da classe Percentil

Para calcular o Percentil usamos os seguintes passos: como se trata do 47o Percentil, então

K = 47 e N = 60

1o) calcule a ordem ou posição ou ainda a localização do Percentil:

N 60 6 282
k  47   47    28, 2  29
100 10 0 10 10 . Isso significa que o valor do 47o Percentil esta
na 29a posição;

2o) identifique a classe que se localiza o Percentil, observando a frequência acumulada. É


possível concluir que o percentil 47o se localiza na 3a classe, logo o Percentil está na classe
correspondente a terceira frequência acumulada, que é a classe [7;10[.

3o) determine as variáveis a serem aplicadas na fórmula.

N  60; k  47; li 1  7; N i 1  28; Fi  11; hi  3 .


23
4o) aplique os resultados encontrados na formula temos:

N 60
 N i 1
k 47   28
28, 2  28 0, 2
Pk  li 1  100  hi  P47  7  100  3  P47  7   3  P47  7  3 
Fi 11 11 11
0, 6 77  0, 6 77, 6
P47  7(11)   P47   P47   P47  7, 054545455  P47  7, 05
11(1) 11 11

Interpretado os dados obtidos temos:


Q3  12, 25, Q4  19, P47  7,054

30% a 40% de uma dada região têm renda superior à 12,25 e 19 em euros respectivamente e
47% tem renda inferior a 7,054 em euros.

 
n 2
  ?;  f i xi  x  1254, 6; N  60
e) Desvio padrão: dados: i 1

 f  x  x
n 2
i i
1254, 6
 i 1
     20,91    4,572745346    4,57
N 60

f) Cálculo da variância e do desvio padrão.


i. Variância

 f  x  x
n 2
i i
1254, 6
V( x )  i 1
 V( x )   V( x )  20,91  V( x )  20,91
N 60
ii. Desvio padrão

 f  x  x
n 2
i i
 i 1
   V( x )    20,91    4,572745346    4,57
N

g) Cálculo de coeficiente de variação.


 4, 572745346
Cv   Cv   Cv  0, 557651871  Cv  0, 56
x 8, 2 , logo o valor do
coeficiente de variação é de 0,56.

24
h) Quanto ao tipo de assimetria da distribuição, temos de determinar o coeficiente de

Assimetria 
As 
, em função dos resultados para determinar o comportamento da curva de

cada distribuição, se:


As  0 a distribuição é simétrica;

As  0 a distribuição é assimétrica positive;

As  0
a distribuição é assimétrica negative;
Logo:

As 

3 x  Me   A  3  8, 2  7,55  A  3  0, 65  A  1,95 
 s
4,57
s
4,57
s
4,57
 As  0, 426695842  As  0, 43 ;
As  0 a distribuição é assimétrica positiva.

i) Quanto a medida de achatamento ou curtose, temos de medir o grau de curtose

usando o coeficiente C onde C é o coeficiente de curtose se:


C  0, 263 corresponde a uma curva Mesocúrtica;

C  0, 263 corresponde a uma curva Platicúrtica;

C  0, 263 corresponde a uma curva Leptocúrtica;

Q3  Q1
C
2( P90  P10 )
Logo, a formula é:

Primeiro temos de calcular as medidas


P90 ; P10 :

90o Percentil
N 60
k  N i 1 90   47
100 100 54  47 7
Pk  li 1   hi  P90  13   3  P90  13   3  P90  13   3 
Fi 11 11 11
21 143  21 164
P90  13(11)   P90   P90   P90  14, 90909091  P90  14,91
11(1) 11 11

10o Percentil

25
N 60
k  N i 1 10  0
60 18
Pk  li 1  100  hi  P10  1  100  3  P10  1   3  P10  1  
Fi 14 14 14
18 14  18 32
P10  1(14)   P10   P10   P10  2, 285714286  P10  2, 29
14(1) 14 14

Pêlos dados:
Q1  4, 214285714  4, 21; Q3  12, 25; P10  2, 285714286  2, 29; P90  14,90909091  14,91. Temos:

Q3  Q1 12, 25  4, 21 8, 04 8, 04
C C C C 
2( P90  P10 ) 2(14,91  2, 29) 2(12, 62) 25, 24
 C  0,318541996  C  0,319

Como 0,319  0, 263 , isto é C  0, 263 corresponde a uma curva Platicúrtica.

Resolução dos exercícios de estatística das Unidades no 14-A0005 à 16 – A0005.

7. Exercício nº58. Quando lançamos uma moeda sobre uma superfície plana, qual é o
conjunto de todos os casos possíveis?

Resolução: o conjunto de todos os casos possíveis, quando lançamos uma moeda sobre uma

E   Cara; coroa  2
superfície plana, é: casos possíveis

8. Exercício nº 59. Se em 1000 lançamentos de um dado se obtêm 400 vezes a face 6, o


dado deve ser viciado. Porque?

Resolução: Se em 1000 lançamentos de um dado se obtêm 400 vezes a face 6, o dado não
deve ser viciado. Porque, quando o número de provas aumenta muito, frequências relativas
desse acontecimento tende a estabilizar num determinado valor que se adopta como
probabilidade teórica desse acontecimento.

9. Exercício nº 60. Uma urna contém várias bolas sendo umas vermelhas, outras amarelas e
as restantes brancas. Sabe-se que a probabilidade de tirar bola vermelha é ¼.

a) Qual é a probabilidade de tirar amarelas ou brancas?

b) Qual é o espaço amostral?

c) Sendo V, A, B os acontecimentos elementares e sendo P (B) = 2 P(A), complete o


quadro:

26
Acontecimento
V A B
s
Probabilidade
d) Há acontecimentos equiprováveis; dá mais do que um exemplo.
− − − −
e) Calcula P ( V ), P ( B ) e P ( A ou B ).

Resolução:

a) A probabilidade de tirar bolas amarelas ou brancas é:

P  A  P  B   P  A  P  B   P  A  B 
como a probabilidade de

P  A  B   ouP  A  B   0
logo:

P  A  P  B   P  A  P  B   0  P  A  P  B   P  A   P  B 
1
1 1 2 1
P  A   P  B   P  A   P  B     2   0,5
4 4 4 2

b) O Espaço amostral são todas as bolas vermelhas, amarelas e brancas contidas na urna,

E   vermelhas, amarelas, brancas   V , A, B


isto é
c) Tratando-se de acontecimentos elementares, a retirada de uma bola vermelha

1
PV  
corresponde a uma probabilidade de 4 , contudo a retirada de uma bola qualquer

1 1
P  A  ; P  B  
corresponderá a mesma probabilidade, isto é 4 4. Como

P  B   2P  A
teremos a nossa tabela da seguinte forma:

Acontecimentos V A B

1 1 1
Pr obabilidades
4 8 2
d) São exemplos de acontecimentos equiparáveis: o lançamento de um dado não viciado;
lançamento de uma moeda não defeituosa; retirada de uma bola preta num saco contendo
bolas vermelhas, azuis, amarelas e branca; retirada de um as num baralho de 52 cartas;
jogar uma lotaria, totoloto, rifa, … etc.
27
4 1 3
 
P V  1  P  V   1 4 
1
4 1

4
  0, 75
4
e)

2 1 1
 
P B  1  P  B   1 2 
1
2 1

2
  0,5
2

 1  1   8  1  1   7 
    

 
P A  B  P A  P B   1 8      
      
1
8 1  2   8  2   8 1 2 4


 
7  4 11
   1,375
8 8
10. Exercício nº 61. Supondo que para certo dado, a probabilidade de observar cada face é
1/6.

a) Qual a probabilidade de sair 4 ou 5 ou 6?

b) De sair menos de 1.

c) Lançando 200 vezes este dado é legitimo que o 6 saia quantas vezes?

Resolução:
1
a) Dado que a probabilidade de sair cada face é de 6 logo a probabilidade de sair 4 ou 5 ou

1
1 1 1 3 1
P  4   P  5   P  6      2   0,5  50%
6 6 6 6 2
6 será:
P  x  1  
b) A probabilidade de sair menos de 1 é um invento impossível ou nulo logo:

P  x  1  0
ou
1
P  A 
c) A probabilidade de sair o 6 das 200 vezes é de 6 onde # A é o número de casos
favoráveis que o 6 pode sai dentre as 200 vezes que ela for lancada.
#A 1 #A 1 200
P  A     6  # A  1 200  # A  
#E 6 200 6
 # A  33,3333  # A  33,3
Resposta: lançando 200 vezes este dado é legitimo que o 6 saia 33 vezes.

28
11. Exercício nº 64. Uma urna contém 20 bolas vermelhas e 30 bolas brancas. Extrai-se uma
ao acaso. Qual a probabilidade de que saia:

a) Uma bola vermelha?


b) Uma bola branca?
c) Uma bola vermelha ou branca?

Resolução: Seja: bolas vermelhas = V e bolas brancas = B logo: V  20; B  30

O espaço amostral total é dado por E  V  B  20  30  50bolas .

P  V   ? número de casos favoráveis (¿ V ) =1 número de casos possíveis ( ¿ E )=20


a) ; e
#V 1 #V 1
PV     0, 05 PV    100%  100%  0, 05 100%  5%
# E 20 ou #E 20

P  B   ? número de casos favoráveis (¿ V ) =1 número de casos possíveis ( ¿ E )=30


b) ; e
#V 1
P  B    0, 033333333  P  B   0, 033
# E 30 ou

#V 1
P  B  100%  100%  0, 033333333  100% 
#E 30
 3,33333333%  P  B   3,33%

1 1
P  V  B   ?; P  B   ;PV  
c) 30 20

1 1 3 2 5
P  V  B  P  V   P  B     
20 3 30 2 60 60
 0, 083333333  P  V  B   0, 083
ou

5
P  V  B   100%  0, 083 100%  8, 33333333%  P  V  B   8,33%
60
12. Exercício nº 65. De um baralho de 52 cartas, retira-se uma delas. Determine a
probabilidade dos seguintes eventos: a) a carta é um 5 de copas; b) a carta é
um 5 qualquer.

29
Resolução: O espaço amostral num baralho de cartas é: E  52Cartas sendo que

13Copas  2 3 4 5 6 7 8 9 10 J Q K A
13Ouro  2 3 4 5 6 7 8 9 10 J Q K A
13Paus  2 3 4 5 6 7 8 9 10 J Q K A
13Espadas  2 3 4 5 6 7 8 9 10 J Q K A
                 
52 cartas  4 2,3,4,5,6,7,8,9,10, valete ( J ), Rainha / Dama ( Q ),Re i ( K ), Azes ( A )

P  5copas  ? número de casos favoráveis (¿ C )=1


a) ; e
número de casos possíveis ( ¿ E )=52
#C 1
P  5     0, 019230769  P  5   0,0192
# E 52 ou

#C 1
P  5   100%  100%  0,0192 100%  1,92%
#E 52
P  5qualquer  5 , 5 , 5 , 5   ? número de casos favoráveis ¿
b) ; e
número de casos possíveis ( ¿ E )=52
1
#Q 4 1
P  5 ,5 ,5 ,5
   
   13
  0, 076923076  P  5 , 5 , 5 , 5   0, 077
# E 52 13
ou

#Q 4
P  5 , 5, 5 , 5  100%  100%  0, 077 100%  7, 7% 
#E 52
 P  5 , 5 , 5 , 5   7, 7%
   

13. Exercício nº 66. Uma urna contém 10 bolas pretas, 11 bolas azuis e 12 bolas brancas.
Retirando-se uma bola ao acaso, qual a probabilidade de ela ser azul?

Resolução: Seja: bolas Pretas = P; Bolas Azuis=A e Bolas brancas = B logo:


P  10; A  11; B  12

O espaço amostral total é dado por E  P  A  B  10  11  12  33bolas .

P  A   ? número de casos favoráveis (¿ A )=11 número de casos possíveis ( ¿ E )=33


a) ; e

30
# A 11
P  A    0, 333333333  P  A   0,333
# E 33 ou

#A 11
P  A  100%  100%  0,333333333  100%  33,3%  P  A   33,3%
#E 33
14. Exercício nº 67. Uma urna contém 20 cartões numerados de 1 a 20. Um cartão é retirado
ao acaso. Determine a probabilidade dos seguintes eventos:

a) O cartão tem o número 11;


b) O cartão tem um número maior que 15;
c) O cartão tem um número múltiplo de 3;
d) O cartão não tem o número 13.
Resolução: O espaço amostral total é dado por :

E   1, 2,3, 4,5, 6, 7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19, 20  20cartões


.

P  11  ? número de casos favoráveis (¿ A )=1 número de casos possíveis ( ¿ E )=20


a) ; e
#A 1
P  x  11    0, 05  P  x  11  0, 05
# E 20 ou

#A 1
P  x  11  100%  100%  0, 05  100%  P  x  11  5%
#E 20
P  x  15   ? número de casos favoráveis (¿ A )=¿
b) ; e
número de casos possíveis ( ¿ E )=20
1
#A 5 1
P  x  15    4
  0, 25  P  x  15  0, 25
# E 20 4
ou

#A 5
P  x  15    100%  100%  0, 25  100%  25%  P  x  15   25%
#E 20
P  M 3   ? número de casos favoráveis (¿ A )=¿ número de casos possíveis ( ¿ E )=20
c) ; e
3
#A 6 3
P  M3    10
  0,3  P  M 3   0,3
# E 20 10
ou

#A 6
P  M3    100%   100%  0,3 100%  30%  P  M 3   30%
#E 20

31
d)
 
P 13  ?; P  13  ?
;
número de casos favoráveis (¿ A )=¿
e
número de casos possíveis ( ¿ E )=20
#A 1
P  13    0, 05  P  13  0, 05
# E 20 ou

#A 1
P  13  100%  100%  0, 05 100%  5%  P  13   5%
#E 20 Logo,

20  1 19
 
P 13  1  P  13  1 
#A
#E
 1 20 
1
20 1

20

20
 
 0,95  P 13  0,95
ou

 
P 13  0,95  100%  95%

15. Exercício nº 68. Uma urna contém uma ficha para cada anagrama da palavra CARRO.
Escolhendo uma ficha ao acaso, determine a probabilidade de que:

a) O anagrama comece com C.


b) O anagrama comece com R e termine com C.
Resolução: O espaço amostral total é dado por:

n! 5! 5! 5  4  3  2!
E  Pn!nC !, nA !, nR !,nO !..nk !     
nC ! nA ! nR ! nO ! ...  nk ! 1!1! 2!1! 2! 2!
 5  4  3  60anagramas .

P  C   ? número de casos favoráveis (¿ A )=¿ número de casos possíveis ( ¿ E )=60


a) ; e
# A 12
P C    0, 2  P  C   0, 2
# E 60 ou

#A 12
P C   100%   100%  0, 2 100%  P  C   20%
#E 60
P  RR C   ? número de casos favoráveis (¿ A )=¿
b) ; e
número de casos possíveis ( ¿ E )=60

32
1
#A 2 1
P  RR C    30
  0, 03333  P  RR C   0.033
# E 60 30
ou

#A 2
P  RR C    100%  100%  0, 033  100%  P  RR C   3,33%
#E 60
16. Exercício nº 69. De um baralho de 52 cartas, tiram-se 2 delas sem reposição. Determine a
probabilidade dos seguintes eventos:

a) As duas cartas serem “reis”;


b) As duas cartas serem de “espada”;
c) Termos um “rei” e um “oito”.
Resolução: O espaço amostral num baralho de 52 cartas tirando 2 sem reposição é:

52! 52 26  51 50!


E  C252    26  51  1326
2! 52  2  ! 1
2 1 50! sendo que

13Copas  2 3 4 5 6 7 8 9 10 J Q K A
13Ouro  2 3 4 5 6 7 8 9 10 J Q K A
13Paus  2 3 4 5 6 7 8 9 10 J Q K A
13Espadas  2 3 4 5 6 7 8 9 10 J Q K A
                 
52 cartas  4 2,3,4,5,6,7,8,9,10, valete ( J ), Rainha / Dama ( Q ),Re i ( K ), Azes ( A )

P1  k   ? número de casos favoráveis (¿ k )=4


a) Para primeira carta temos: ; e
número de casos possíveis ( ¿ E )=52
1
#K 4 1
P K    13
  0, 076923076  P  K   0, 077
# E 52 13

P2  K   ?
Admitindo que a primeira já saiu, para segunda carta teremos: ;
número de casos favoráveis (¿ K )=3 e número de casos possíveis ( ¿ E )=51

1
#K 3 1
P2  K    17
  0, 058823529  P2  K   0,059
# E 51 17

33
Logo, A probabilidade das duas cartas serem Reis é:

1 1 1
P1  K   P2  K      0, 004524886  P1  K   P2  K   0, 004525
13 17 221

P1    ?
b) Para primeira carta temos: ; número de casos favoráveis (¿ Q ) =13 e
número de casos possíveis ( ¿ E )=52
1
# Q 13 1
P1     4
  0, 25  P1    0, 25
# E 52 4

P2    ?
Admitindo que a primeira já saiu , para segunda carta teremos: ;
número de casos favoráveis (¿ Q ) =12 e número de casos possíveis ( ¿ E )=51

3
# Q 12 3
P2     13
  0, 23076923  P2    0, 0231
# E 51 13

Logo, a probabilidade das duas cartas serem de espada é:

13 12 156
P1    P2       0, 058823529  P1    P2    0,059
52 51 2652

P1  k   ? número de casos favoráveis (¿ k )=4


c) Para primeira carta temos: ; e
número de casos possíveis ( ¿ E )=52
1
#K 4 1
P K    13
  0, 076923076  P  K   0, 077
# E 52 13

Admitindo que as probabilidades são inventos independentes e a primeira já sai, para

P2  8   ? número de casos favoráveis (¿ A )=4


segunda carta teremos: ; e
número de casos possíveis ( ¿ E )=51

#A 4
P2  8     0, 078431372  P2  8   0, 078
# E 51

Logo, a probabilidade de uma carta ser rei e a outa ser oito é:

1 4 4
P1  K   P2  8      0,006033182  P1  K   P2  8   0, 0060
13 51 663

34
17. Exercício nº 70. No lançamento simultâneo de 2 dados, determine a probabilidade de se
obter:

a) número nos dois lados;


b) pontos iguais nos dois dados.
Resolução: O espaço amostral no lançamento simultâneo de 2 dados é:

 1,1  1, 2   1,3  1, 4   1,5   1, 6 


 2,1  2, 2   2,3  2, 4   2,5   2, 6 
 3,1  3, 2   3,3  3, 4   3,5   3, 6 
E1,2   36
 4,1  4, 2   4,3  4, 4   4,5   4, 6 
 5,1  5, 2   5,3  5, 4   5,5   5, 6 
 6,1  6, 2   6,3  6, 4   6,5   6, 6 
, isto é, o espaço amostral do

E1   1, 2,3, 4,5, 6  6 E2   1, 2,3, 4,5, 6  6


primeiro dado é e do segundo dado é .

P1  A   ? número de casos favoráveis (¿ A )=1


a) Para primeiro dado temos: ; e
número de casos possíveis ( ¿ E )=6
#A 1
P1  A     0,166666666  P1  A   0,167
#E 6
P2  K   ?
para segundo dado teremos: ; número de casos favoráveis (¿ K )=1 e
número de casos possíveis ( ¿ E )=6

#K 1
P2  k     0,166666666  P2  K   0,167
#E 6

Logo, a probabilidade de se obter números nos dois lados é:

1 1 1
P1  A   P2  K      0, 027777777  P1  A   P2  K   0, 0278
6 6 36

P1,2  A   ?
b) Probabilidade no lançamento simultâneo dos 2 dados com pontos iguais: ;
número de casos favoráveis com pontosiguais nos dois dados ( ¿ Q )= pontosiguais e

35
número de casos possíveis ( ¿ E )=¿

 1,1  1, 2   1,3  1, 4   1,5   1, 6 


 2,1  2, 2   2,3  2, 4   2,5   2, 6 
 3,1  3, 2   3,3  3, 4   3,5   3, 6 
 36 pontos
 4,1  4, 2   4,3  4, 4   4,5   4, 6 
 5,1  5, 2   5,3  5, 4   5,5  5, 6 
 6,1  6, 2   6,3  6, 4   6,5   6, 6 
1
#Q 6 1
P1,2  A    6
  0,166666666  P1,2  A   0,167
# E 36 6

18. Exercício nº 78. Determine a probabilidade de um casal ter 3 filhos, todos do sexo
feminino.

Resolução: Consideremos um acontecimento de um casal ter filhos cujo espaço amostral é:

H : nascer um Rapaz
M : nascer uma Rapariga logo, o número de casos possíveis de o casal ter 3filhos fica:

número de casos possíveis ( ¿ E )=8 ; P  3M   ? ;

36
número de casos favoráveis onde tem só meninas ou raparigas ( ¿ A )=1

Dai que a probabilidade de um casal ter 3filhos todos de sexo feminino fica:

#A 1
P  3M     0,125  P  3M   0,125
#E 8 ou

#A 1
P  3M    100%   100%  0,125 100%  P  3M   12,5%
#E 8
19. Exercício nº 81. Em uma corrida de automóveis, as chances de um piloto ganhar são de
72%. Qual é a probabilidade de ele perder a corrida?

18
P  A   72%  P  A   0, 72 
Resolução: Consideremos 25 a probabilidade de um piloto
ganhar uma corrida de automóvel;

 
P A ?
a probabilidade de ele perder a corrida é:

 
P A  100%  P  A   100%  72%  28%  P A  28%   ou

   
P A  1  P  A   1  0.72  0, 28  P A  28%

37
Conclusão

Em jeito de conclusão, na estatística inferencial para o cálculo de outras medidas de


localização tais como os quartis, Decis e percentis para dados não agrupados temos que ter em

Q1 sendo que primeiro os dados devem


consideração passos para o calculo do primeiro quartil
ser organizados em rol observando o número total dos dados observados ( se n for impar ou
par) e determinarmos a ordem ou posição da mediana que nesse caso é igual ao segundo

Q2 dai voltamos a calcular o Q1 observando se n é par ou impar aplicando a formula


quartil
para calcular a sua Ordem ou posição e por último calculamos o terceiro quartil que

Q
representa 75% dos dados 3 que para determinarmos a sua ordem ou posição temos de usar
o valor da amostra total dos dados observados. Para calcular os quartis, decis e percentis nos
dados agrupados em classe temos de 1o) calcular a ordem ou posição ou ainda a localização

38
N N N
k ;k k
do quartil, Decil e percentil usando 4 10 e 100 respectivamente, onde k  1, 2,3, 4,...99
é o número do quartil, Decil e percentil em referencia; 2 o) identificar a classe que se localiza o
quartil, Decil e percentil, observando a frequência acumulada identificando-os. isto é, o
quartil, Decil e percentil ficam na classe correspondente à frequência acumulada; 3o)

N
k  Ni 1
Qk  li 1  4  hi
determine as variáveis a serem aplicadas na fórmula: Fi ;

N N
k  N i 1 k  N i 1
Dk  li 1  10  hi Pk  li 1  100  hi
Fi e Fi . De referir que os quartil, Decil e
percentil são muito uteis para as medidas de assimetria ou curtose ao passo que as medidas de
dispersão ou variabilidade ajuda-nos a verificar o grau de homogeneidade e dispersão dos
dados em relação a média. No que diz respeito as probabilidades, destacamos vários tipos de
experimentos prováveis e equiparáveis, fornecendo-nos conceitos e métodos para estudar
casos de certeza e incerteza e para interpretar previsões baseadas na incerteza. Para finalizar,
o campo de estudo de estatística e probabilidades é extremamente vasto e quase ilimitado e
em diversos campos de caracter social sobre populações, condições de vida, de trabalho e de
saúde, de educação de cultura e em estudos de caracter económico, turístico, meteorológicos e
políticos.

Bibliografia

SANDE, Lazaro Domingos, Estatística, Manual de Estatística, Código A0005.

MARTINS, João. Introdução a Estatística. Porto editoras. Lisboa. 2006

39