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Faculdades Unificad as de Foz do Iguaçu Graduação | Pó s-Graduação | Extensão Alameda Rui

Faculdades Unificad as de Foz do Iguaçu

Graduação | Pó s-Graduação | Extensão

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MANTENEDORA:

Sociedade de Educ ação Três Fronteiras Ltda. C NPJ: 77.806.750/0001-80

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Foz do I

guaçu

201

0

1 FORMATO

GRÁFICO DO TRABALHO ACADÊMICO 1

1.1 PAPEL, MARGEM e PARÁGRAFOS

1.1.1

PAPEL

A impressão do trabalho acadêmico deverá ser em papel branco, formato A4 (21,0 cm x 29,7 cm), sempre na frente das folhas, tendo como única exceção a folha de rosto, onde, opcionalmente, deve ser colocada no verso a ficha catalográfica do trabalho.

1.1.2 MARGEM

As folhas devem ser configuradas com margem esquerda e superior de 3 cm e direita e

inferior de 2 cm.

1.1.3 PARÁGRAFO

O parágrafo deve iniciar a 1,5 cm da margem esquerda. Não há necessidade de

alinhamento do parágrafo na margem direita. Parágrafos de citações longas devem utilizar recuo de 4 cm da margem esquerda.

1 Conforme as recomendações de padronização e formatação contidas na NBR 14724 (ABNT, 2005).

1.2

FONTE

O trabalho deverá ser digitado em letra do tipo Arial ou Times New Roman. Ao

escolher um tipo de letra a mesma deverá ser utilizada em todo o trabalho. O tamanho 12 deverá

ser empregado em todo o texto. No entanto, as citações longas (com de mais de três linhas), notas de rodapé, paginação, ficha catalográfica, legendas de ilustrações e tabelas o tamanho empregado deverá ser 10 ou 11.

1.3 ESPACEJAMENTO

O trabalho deverá ser digitado com espaço entrelinhas de 1,5 (um e meio). No entanto, citações longas, as notas de rodapé, as referências bibliográficas 2 , a ficha catalográfica, as legendas de ilustrações, as tabelas e a nota de apresentação da folha de rosto deverão ser digitadas com espaço simples.

1.4 PAGINAÇÃO

A contagem das folhas deve ser realizada a partir da folha de rosto. Porém, a

numeração deve aparecer visível somente a partir da primeira página textual que normalmente é a introdução, e seguir até a última página do anexo. A numeração deve ser feita com algarismos arábicos, sempre no canto superior à direita da folha, a 2,0 cm da borda superior e da borda da direita. Em trabalhos com mais volumes, deve ser mantida a numeração seqüencial

das páginas.

2 Devem ser separadas com um espaço entre si.

1.5

TÍTULOS DAS SEÇÕES E SUBSEÇÕES

Os títulos das seções e subseções devem ser separados do texto por dois espaços de 1,5 de entrelinhas, tanto do texto anterior quanto do texto posterior. Tal separação será efetuada com um espaço de dois enters. Não se deve usar pontuação no final do título da seção ou subseção. Exemplo:

1 SEÇÃO PRIMÁRIA 1.1 SEÇÃO SECUNDÁRIA 1.1.1 Seção terciária 1.1.1.1 Seção quartenária 1.1.1.1.1Seção quinária

colocados

centralizados em relação à página. Exemplos: listas de ilustrações, sumário, resumo,

agradecimentos, anexos, referências, índice e outros.

Os

títulos

de

seções

que

não

possuírem

numeração

deverão

ser

1.6 ILUSTRAÇÕES

Ilustrações devem ser inseridas o mais próximo do texto a que se refere. São consideradas ilustrações: fotografias, gravuras, mapas, modelos, esquemas, desenhos, gráficos, quadros e outros. Todas as ilustrações necessitam ser relacionadas em lista própria colocada antes do sumário e seu título centralizado. A página da lista de ilustrações deve ser contada, porém não numerada.

1.7 GRÁFICOS

A inserção de um gráfico no texto deve ser descrito da seguinte forma: o termo Gráfico sem destaque, seguido do número de ordem em arábico na parte inferior com as demais

informações que o identifiquem. A descrição do gráfico deve ser digitada em fonte 10, com espaço simples.

1.8 TABELAS

As tabelas são instrumentos que representam dados tratados estatisticamente e expressam resultados numéricos. Conforme a NBR 14724 (ABNT, 2005), para elaborar e apresentar tabela ou quadro deve ser utilizada a norma de apresentação tabular do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

2 ESTRUTURA DE TRABALHOS CIENTÍFICOS

2.1 PROJETO

De acordo com a NBR 15287 (2005) o projeto de pesquisa compreende uma das partes da pesquisa e pode ser conceituado como a descrição da estrutura de uma pesquisa. Basicamente a estrutura de um projeto de pesquisa compreende os seguintes elementos:

pré-textuais, elementos textuais e elementos pós-textuais conforme explicitados nos quadros abaixo:

ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

Capa

Obrigatória

Folha de rosto

Obrigatória

Lista de ilustrações

Obrigatória se necessária

Lista de tabelas

Obrigatória se necessária

Lista de abreviaturas

Obrigatória se necessária

Lista de siglas

Obrigatória se necessária

Sumário

Obrigatório

ELEMENTOS TEXTUAIS

INTRODUÇÃO

Tema do projeto, problema abordado, hipóteses 3 .

 

OBJETIVOS

Geral e específicos.

 

JUSTIFICATIVA

Importância da pesquisa.

 

REFERENCIAL TEÓRICO

Teoria

e

ou

doutrina

que

embasa

a

argumentação.

 

METODOLOGIA

Descrição dos métodos e técnica de coleta e análise dos dados.

CRONOGRAMA

Descrição detalhada do tempo que utilizara para a execução da pesquisa.

 

Introdução

Na introdução apresenta-se um panorama geral acerca do tema e a inserção do pesquisador numa determinada área do conhecimento. A inserção do pesquisador é demonstrada através da leitura critica da bibliografia pertinente ao tema. Assim, o aluno deverá ser capaz de demonstrar as limitações dos estudos já realizados acerca do tema e, conseqüentemente a necessidade de se continuar a pesquisá-lo. A seguir, são listados alguns itens que podem compor a introdução de um projeto de pesquisa. Ressalta-se que os títulos abaixo não são obrigatórios e que servem apenas para que o aluno possa ter clareza de como elaborar o conteúdo.

3 Dependendo da natureza da pesquisa o item não é obrigatório.

Tema do projeto

Um tema envolve um conjunto de problemas dentro de uma área ampla como, por exemplo, o Direito Penal.

Delimitação do estudo

Uma pesquisa sobre um tema como Direito Penal é algo muito amplo, e por isso, há a necessidade delimitação do estudo. No processo de delimitação algumas questões sobre tempo e espaço podem ser úteis no processo.

Exemplo: Direito Penal brasileiro ou de outro país? Direito Penal contemporâneo ou do século passado? O tipo de material que será utilizado para a realização do estudo também pode contribuir para o processo de delimitação.

O problema em estudo

A partir do momento em que foi delimitado objeto de pesquisa pode-se construir um problema a ser investigado. Exemplo:

O que dentro do Direito Penal pode permitir uma investigação? Existe problema teórico ou prático que podemos abordar tendo o Direito Penal como tema de pesquisa?

Hipóteses

Hipótese é uma resposta provisória a um problema de pesquisa.

Objetivos

Os objetivos de uma pesquisa podem ser realizados a partir dos seguintes questionamentos: o que pretendo descobrir com minha investigação? O que está faltando desenvolver acerca do meu tema de pesquisa? Deve ser dividido em: objetivo geral e específico.

Justificativa

A justificativa é o momento no qual mostramos por que é importante realizar uma pesquisa. Justificativas bastante utilizadas são:

a) Os autores lidos na revisão bibliográfica não realizaram ainda a abordagem que propomos em nosso projeto . O pesquisador que pretende justificar sua pesquisa com tal argumento deverá efetuar uma revisão bibliográfica minuciosa do tema em estudo e, demonstrar através da revisão critica da literatura especializada que de fato a abordagem proposta ainda não foi abordada.

b) Mesmo tendo efetuado a mesma abordagem os autores deixaram lacunas que necessitam ser preenchidas.

c) Apresentação de novos dados que podem trazer respostas diferentes a problemas anteriormente levantados.

d) Relevância social e ou prática da investigação.

e) Tema novo ainda não pesquisado, etc.

Referencial teórico

O pesquisador deve deixar clara sua opção teórica bem como justificar a posição

adotada. O referencial teórico é o instrumento que permitirá ao pesquisador ler um conjunto de

dados e analisá-los.

Metodologia

Descrição dos procedimentos e instrumentos que serão utilizados para a coleta e interpretação

de dados. Dito de outra forma é como e onde vamos coletar o material utilizado na pesquisa, e

através de quais métodos e técnicas:

a)

– Caracterização do tipo de pesquisa;

b)

– Definição do universo e fontes de dados;

c)

– Método utilizado para obtenção dos dados.

Cronograma do trabalho

a)

– Período de realização;

b)

– Atividades a serem desenvolvidas.

.

ELEMENTOS PÓS- TEXTUAIS

Referências bibliografias

Elemento obrigatório e de acordo com a NBR 6023 (conforme os exemplos deste manual) Elemento opcional

Glossário

Elemento opcional

Anexo

Índice

Elemento opcional

ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

Capa

Obrigatória

Lombada

Obrigatória caso a encadernação seja

em capa dura

Folha de rosto

Obrigatória

Errata

Obrigatória quando necessário

Folha de aprovação

Obrigatória

Dedicatória

Opcional

Agradecimento

Opcional

Epígrafe

Opcional

Resumo na língua do texto

Obrigatório

Listas ilustrações

Somente se forem utilizadas

Lista de tabelas

Somente se forem utilizadas

Lista de abreviaturas

Somente se forem utilizadas

Lista de siglas

Somente se forem utilizadas

Lista de símbolos

Somente se forem utilizadas

Sumário

Obrigatório

ELEMENTOS TEXTUAIS

Introdução

Obrigatória

Desenvolvimento

Obrigatória

Conclusão

Obrigatória

ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

Referências bibliografias

Elemento obrigatório e de acordo com a NBR 6023 Elemento opcional Elemento opcional Elemento opcional

Glossário

Anexo

Índice

3.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS DA MONOGRAFIA

Capa (Obrigatória)

A capa deve conte r os seguintes elementos centralizados na fol ha.

Nome da Instituição (fonte 14, CAIXA-ALTA E NEGRITO) Autoria (fonte 14, CAIXA-ALT A E SEM
Nome da Instituição
(fonte 14,
CAIXA-ALTA E
NEGRITO)
Autoria (fonte
14,
CAIXA-ALT A E
SEM
Título (fonte 16,
CAIXA-ALTA
Subtítulo – quando
houver
fonte 14,
caixa-baixa e negrito
Cidade da apresentação
(fonte 14 e negrito)
An o da entrega do
exe mplar (fonte 14 e
neg rito)

Folha de rosto (Obrigatória)

Autor: nome do auto r completo, centrado no alto da folha de ro sto, margem
Autor: nome do auto r completo, centrado no alto da folha de ro sto, margem
Autor: nome do auto r completo, centrado
no alto da folha de ro sto, margem vertical
de 3,0 cm, (fonte 14, negritado)
Título:
centro da página,
(fonte
16
e
negritado),
quando
houver
subtítulo
separar por dois pontos e
usar
fonte
14
para
o
subtítulo.
Natureza do trabalho: informar do qu e se
trata o trabalho: trabalho de conclusã o de
curso, monografia, etc., o obj etivo
(aprovação em disciplina,
pretendido,etc.); o nome da instituição a
grau
que
é submetido. (fonte 10 com espaço sim ples
entrelinhas e sem negrito)
Orientador: deve suceder às
notas de apresentação, sendo
separada desta por um espaço
simples. (sem negrito)
Local: cidade d a instituição onde deve
ser apresentado (fonte 14, negritado)
Ano de depósi to: entrega (fonte 14,
negritado)
14, negritado) Ano de depósi to: entrega (fonte 14, negritado) Verso d a folha de rosto

Verso d a folha de rosto (Opcional para monograf ia)

Contem a ficha catalográfica do trabalho e deve ser elaborada por um bibliotecário da instituição de ensino. Exemplo:

por um bibliotecário da instituição de ensino. Exemplo: Errata Deve ser incluída apenas se houver necessidade.

Errata Deve ser incluída apenas se houver necessidade. Apresentada geralmente em folha avulsa sendo anexada à obra depois de impressa. Consiste em uma lista de erros tipográficos, com as devidas correções e indicações das folhas e linha em que aparece e deve aparecer logo após a folha de rosto. Exemplo:

 

Errata

Folha

Linha

Onde se lê IBGE

Leia-se

54

09

IPARDES

Folha de aprovação

Elemento obrigat ório para monografia que se submete a b anca examinadora., ,

natureza do trabalho, objet ivo,local e data da aprovação, nome, assina tura e credenciais dos

membros componentes da banca examinadora ( fonte 12, sem negrito).

AUTOR (Caixa-alta, fonte 14 sem negrito) Título, su btítulo se houver (c aixa-alta, fonte 14
AUTOR (Caixa-alta, fonte
14 sem
negrito)
Título, su btítulo se
houver (c aixa-alta,
fonte 14
centraliza do e sem
negrito)
Natureza do
trabalho E
objetivo ( fonte
12, sem
negrito).
Nome,
assinatura e
credenciais dos
membros
componentes da
banca
examinadora
( fonte 12, sem
negrito)
Local e data da
aprov ação
( fonte 12, sem negrito).

Dedicatória

Elemento opcional. Corres ponde a um texto normalmente curto em

trabalho par alguém import ante para ele. Deve aparecer logo após a folh a de aprovação.

Exemplo:

que o autor dedica

o

Inserida sozinha na página e digita da na parte inferior, canto d ireito da página,
Inserida
sozinha na página
e digita da na parte inferior,
canto d ireito da página,
justific ada,
letra tamanho
12, esp aço 1,5 entrelinhas.

Agradecimentos

Elemento opcional. Mome nto no qual o autor agradece às pessoas, instit uições e outros que, de alguma forma, participaram , colaboraram ou lhe deram apoio para a exe cução do trabalho.

Exemplo:

que, de alguma forma, participaram , colaboraram ou lhe deram apoio para a exe cução do

Epígrafe

Elemento opciona l. Corresponde a uma citação de algum pes quisador, literato, etc. que o autor do trabalho co nsidere relevante e que de alguma forma e xpresse o conjunto do trabalho apresentado. Deve ser inserida sozinha, alinhado a direita no fi nal da página, digitada em fonte 12 sem negrito.

apresentado. Deve ser inserida sozinha, alinhado a direita no fi nal da página, digitada em fonte

Resumo na língua do texto

Elemento obrigató rio. A palavra RESUMO deverá estar centra lizada. O texto deverá ser sem parágrafo, digitad o em letra tamanho 12, espaçamento entre l inhas simples. O texto

deverá ter de 150 a 500 p alavras abrangendo de forma sucinta, clara

relevantes da pesquisa apr esentada, ressaltando objetivos, métodos, re sultados e conclusões.

Após o resumo, com

PALAVRAS-CHAVE. Em seguida termos que possibilitem a indexação do trabalho, separadas

e finalizadas por ponto.

e objetiva os pontos

uma linha de intervalo, deverá ser co locada a expressão:

uma linha de intervalo, deverá ser co locada a expressão: Listas (tab elas, ilustrações, abreviaturas, siglas
uma linha de intervalo, deverá ser co locada a expressão: Listas (tab elas, ilustrações, abreviaturas, siglas

Listas (tab elas, ilustrações, abreviaturas, siglas e sím bolos)

Elementos opcion ais. Caso utilize algum destes elementos no trabalho apresentado,

ordem em que forem

terá que elaborar uma rel ação de todas as ilustrações existentes na apresentadas no texto conte ndo os tipos e a página onde está inserida.

Sumário

Elemento obrigatório. Os it ens ou elementos pré-textuais não devem faz er parte do sumário.

Apenas a inicial maiú scula para os títulos das subdivisões dos capí tulos e das partes

N a primeira linha da página c entralizada, em caixa-alta, fo nte 12 e negritada
N a primeira linha da página
c entralizada, em caixa-alta,
fo nte 12 e negritada a palavra
Os títulos de partes
ou capítulos são
indicados em letras
maiúsculas.
S
UMÁRIO.
Elementos
pré-textuais
não
aparecem no
Apenas a inicial
maiúscula para os
títulos das
subdivisões dos
capítulos e das
partes.
sumário
Elementos Pós-Textuais não são numerados.
Elementos
Pós-Textuais não são
numerados.

3.2 ELEMENTOS TEXTUAIS

Independentemente do formato que for redigido a Monografia, obrigatoriamente a mesma deverá ser desenvolvida a partir de três vertentes: introdução, desenvolvimento e conclusão, não necessariamente com esta denominação, mas nesta ordem.

Introdução

Parte inicial do texto, nela deve conter a delimitação do tema abordado, os objetivos da pesquisa, método e demais elementos que possam situar e contextualizar o trabalho em si.

Desenvolvimento

Trata-se da parte principal do trabalho, e por isso, deverá conter uma exposição ordenada e detalhada do assunto abordado. Neste item devemos trazer resultados e discussões. Este item pode ser divido em seções e subseções.

Conclusão Apresentação das conclusões de acordo com os objetivos propostos no item desenvolvimento. Neste item não devemos trazer informações novas, apenas fazemos um fechamento do trabalho.

3.2.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

Conforme as recomendações deste manual no item referências bibliografias.

4 ARTIGO CIENTÍFICO

Segundo a NBR 6022, ”Artigo científico é parte de uma publicação com autoria declarada, que apresenta e discute idéias, métodos, técnicas, processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento” (ABNT, 2003, p.2). Dito de outra forma trata-se de um relatório contendo resultados originais de pesquisa.

A estrutura formal do artigo científico compõe-se dos seguintes itens:

4.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

chaves.

O

Cabeçalho (obrigatório)

cabeçalho contém o título, o autor, o orientador do artigo, o resumo e as palavras

O

Título

título deve ser objetivo e expressar exatamente o assunto do artigo, se necessário

poderá apresentar subtítulo 4 para complementar o entendimento. Exemplo:

IDENTIDADES, PRÁTICAS E MORALIDADES TRANSNACIONAIS:

ETNOGRAFIA DA ESGRIMA JAPONESA NO BRASIL

Autores, co-autores e orientadores Devem ser indicados os nomes por extenso sem abreviaturas, devendo incluir as credenciais 5 . Exemplo:

devendo incluir as credenciais 5 . Exemplo: 4 O título deve ser diferenciado tipograficamente do

4 O título deve ser diferenciado tipograficamente do subtítulo, ou, deve ser separado do subtítulo por dois pontos (:), não deve possuir, parênteses, abreviaturas, , fórmulas ou informações que dificultem a compreensão do título. 5 Formação acadêmica, filiação institucional e endereço para contato.

Resumo na língua do texto O resumo deverá conter no máximo até 250 palavras. A

Resumo na língua do texto

O resumo deverá conter no máximo até 250 palavras. A palavra resumo deve ser colocada centralizada na folha e deve ser grafada em caixa alta.

Exemplo:

RESUMO

O foco é a questão da negociação de uma identidade nipo-brasileira para japoneses e descendentes de japoneses que residem no Brasil e aqueles que buscam uma possibilidade de ascensão econômica no Japão na condição de estrangeiro. Vemos que categorias como identidade, etnicidade, Estado-Nação não dão conta de explicar as razões desse fluxo migratório enquanto uma formação substantiva que escapa dos limites territoriais. O princípio é a delimitação das opções conscientes e inconscientes de negociação de uma ‘identidade’ japonesa mediante a análise das relações sociais entre japoneses, descendentes e brasileiros sem ascendência nipônica tendo por veículo uma prática esportiva designada por kendo [esgrima japonesa]. Remetemos-nos aos estudos recentes sobre transnacionalismo no objetivo de se entender e explicar o reconhecimento de si e a negociação de uma identidade nipo-brasileira inserida na sociedade brasileira.

Palavras- chave na língua do texto

São os termos que representam o artigo e permite sua indexação para localização em base de dados. Devem ser utilizadas no mínimo três e no máximo cinco. Exemplo:

4.2 ELEMENTOS TEXTUAIS

4.2.1 Introdução (Obrigatório)

De modo geral, a introdução deve conter: o assunto analisado; o ponto de vista sob o qual o tema foi abordado; trabalhos precedentes que abordam o mesmo tema e possíveis lacunas ou abordagens diferentes da proposta; justificativas que levaram a seleção do tema, o problema de pesquisa, a hipótese de estudo 6 , os objetivos, o método proposto e porque de tal escolha, principais resultados ou resultados preliminares.

4.2.1 Desenvolvimento (Obrigatório)

a) Material e metodologia

A metodologia (ou materiais e métodos) corresponde ao “como os dados foram

levantados” e, deve deixar claro ao leitor do artigo o percurso que foi realizado para fazer a

pesquisa, ou seja, quais técnicas, materiais e metodologias foram empregadas para o levantamento de dados de sua pesquisa.

b) Resultados

Apresentação dos dados de pesquisa que foram levantados. Para a apresentação dos resultados de pesquisa poderão ser utilizados recursos como: construção de gráficos e tabelas, transcrição de depoimentos e ou trechos de entrevistas, reprodução de documentos (análise de processos, por exemplo),mapas, quadros comparativos, etc.

c) Discussão dos resultados

É a comparação dos resultados alcançados pelo estudo com aqueles descritos na

revisão de literatura. É a discussão e demonstração das informações coletadas com aquelas já

cristalizadas. Em outras palavras, o que os dados demonstram.

4.2.2 Conclusão

6 Resposta provisória a uma questão de pesquisa que poderá ou não ser corroborada nos resultados. No entanto, dependendo do tipo de pesquisa não é necessária uma hipótese.

Síntese final do trabalho, a conclusão constitui-se de uma resposta à hipótese enunciada na introdução. O autor manifestará seu ponto de vista sobre os resultados obtidos e sobre o alcance dos mesmos. Deve ser breve e não é permitida a inclusão de dados novos nessa parte.

4.3 Elementos pós-textuais

Título e subtítulo em língua estrangeira (Obrigatório)

Resumo em língua estrangeira (Obrigatório) Palavras chaves em língua estrangeira (Obrigatório) Notas explicativas

4.4 Referências (Obrigatório)

Conforme apresentado neste manual.

5

CITAÇÃO

De acordo com a NBR 10520 (ABNT, 2002), citação é a menção no texto de uma

informação extraída de outra fonte. Tais informações podem ser trechos retirados na íntegra

dos documentos pesquisados ou somente o conceito ou a idéia. A forma de referenciar as

citações feitas no texto é denominada Sistemas de Chamada e podem ser de dois tipos:

numérica (quando usamos nota de rodapé) ou autor/data. É importante salientar que, definido o

sistema de chamada o mesmo deverá ser aplicado em todo o texto, não podendo ser mesclado

com outro sistema. A ABNT recomenda, ainda, o uso do sistema de chamada de autor/data

(quando colocamos a fonte entre parênteses no corpo do texto) para as citações no texto,

evitando-se o uso de notas de rodapé para as referências.

Sistema de chamada de autor/data

As citações podem ser realizadas de três formas:

5.1 Direta Textual

A citação textual direta é a transcrição literal do texto ou de parte do texto das obras

dos autores consultados.

Citação direta textual com menos de três linhas deve ser inserida dentro do texto

entre aspas.

Exemplos:

O objetivo científico geral da pesquisa em semicondutores, segundo Nelson (2006, p. 271-272) era obter um entendimento mais completo possível dos fenômenos do semicondutor, “não em termos empíricos, mas com base na teoria dos átomos.”

Observe que a referencia ao autor está antes da citação. Em tais casos o modelo básico é:

Nome (ano, p.- p.)

Apesar do discurso da ciência se apresentar a sociedade de forma unificada, do mesmo modo que “existe uma unicidade no discurso de cada ciência que faz com que ela se apresente como o discurso da Física, da Matemática ou da Historia” (PINTO, 1989, p. 49), no interior dos discursos há uma luta constante entre paradigmas e modelos de analise.

Observe que no segundo caso a referencia ao autor está depois da citação. Em tais casos o modelo básico é:

(NOME,ano,p.)

Citação direta textual com mais de 3 linhas deve ser inserida fora do texto e recuada da

margem a 4 cm, fonte 10 ou 11, espaçamento simples, sem aspas, negrito ou itálico.

Exemplos:

A reflexividade se distinguira da tradição na modernidade, pois e

introduzida na própria base da reprodução do sistema, de forma que o

pensamento e a ação estão constantemente refratados entre si. (

)

as

praticas sociais são constantemente examinadas e reformadas a luz de informação renovada sobre estas próprias praticas, alterando assim constitutivamente seu caráter (GIDDENS, 1991, p. 45).

5.2 Indireta ou livre

A citação indireta ou livre é aquela na qual expressamos a idéia de um autor,

mantendo o sentido original do texto, sem efetuar a transcrever literal de suas palavras. Esse

tipo de citação não deve figurar entre aspas, possui a mesma fonte do texto como um todo e a

indicação da pagina é algo opcional.

Exemplos:

Hannigan (2000) enfatiza que os sociólogos do risco adotaram uma postura mais cautelosa do que a de Douglas e Wildawsky (1982), insistindo que, apesar do risco ser uma criação, não pode se limitar apenas as percepções e formulações sociais, devendo, portanto,incorporar as analises técnicas.

Ou

Nossa opção e por uma abordagem que, incorporando as variáveis culturais e de natureza subjetiva para a formulação do risco, permita captá-lo em sua dimensão objetiva. Considerando a terminologia proposta, nos inclinamos a optar por um construcionismo moderado, capaz de compatibilizar a abordagem culturalista e objetivista. (GUIVANT, 2002)

ou

associados ao aumento da satisfação das necessidades humanas, embora outros determinantes também orientassem sua operacionalização, como os imperativos da acumulação, assumem uma natureza destrutiva conforme BECK (1998).

5.3 Citação de citação

É chamada citação de citação a transcrição direta ou indireta de uma citação existente em obra consultada que não a original. Neste caso, citar no texto o sobrenome do autor não consultado diretamente seguido da expressão apud entre parênteses a citação do sobrenome do autor no qual encontramos a citação original. Data e pagina devem ser obrigatoriamente citadas.

Exemplo:

Baseado em lições de Arieta, esclarece, mais adiante que a irreparabilidade admite vários enfoques:

a) o primeiro deles é o de que se deve considerar irreparável o dano temido se os efeitos de sua consumação se prenunciam irreversíveis; b) equipara-se ao dano irreparável, outrossim, o caso em que se enfrenta uma ‘grave dificuldade’ para a parte alcançar a recomposição do seu direito, se vier a consumar-se a lesão temida; c) há, enfim, dano irreparável quando, embora o direito lesado possa ser restaurado, os bens ou interesses do titular do referido direito, funcionalmente coligados com sua realização, se vejam atingidos por um prejuízo irreparável. (ARIETA, 1885 apud THEODORO JÚNIOR, 2001, p. 124).

Observe que o autor que não foi consultado diretamente na fonte tem sua referencia bibliográfica completa em nota de rodapé. Por outro lado, o autor do qual retiramos a citação deve ser referencia de forma completa no final das referencias bibliográficas.

Ou

Conforme Arieta (1885, apud THEODORO JÙNIOR, 2001, p. 124), “a) o primeiro deles é o de que se deve considerar irreparável o dano temido se os efeitos de sua consumação se prenunciam irreversíveis”.

5.4 Supressão e ênfase na citação

a)

Supressão

Quando suprimimos parte de parágrafo escrito por outra pessoa ou uma linha inteira, devemos

utilizar colchetes com reticências [

]

para indicarmos a supressão.

Exemplo:

Conforme Calamandrei (2000,p.89-90) “[

provisório a satisfação do direito, porque o periculum in moraé constituído não pela temida

o procedimento provisório visa a de modo

]

escassez dos meios necessários para a formação ou para a execução do procedimento principal

de mérito [

].”

5.5 Ênfase

Quando queremos enfatizar ou destacar um trecho ou um termo da citação, devemos usar negrito, grifo ou itálico acrescentando a informação grifo nosso ou grifo do autor dentro da chamada da citação.

Exemplo:

Mas o contraditório e a ampla defesa não podem ser eliminados, devendo ser exercidos dentro

Mas o contraditório e a ampla defesa não podem ser eliminados, devendo ser exercidos dentro de um procedimento adequado, o qual, se não previsto pelo legislador, deve ser deduzido pelo operador jurídico. Nas palavras de Guerra:

deduzido pelo operador jurídico. Nas palavras de Guerra: Pouco importa se o legislador tenha ou não

Pouco importa se o legislador tenha ou não disciplinado o constitucionalmente devido processo cautelar como um processo autônomo ou não: se há prestação de tutela cautelar, deve haver processo especificamente destinado à sua preparação. Mais ainda: se não há nenhuma disciplina legal organizando esse processo, deve, imperiosamente, o operador jurídico, com a devida ajuda do doutrinador, deduzi-la, diretamente, do modelo constitucional do processo. Essa é, como se demonstrará, a situação do direito brasileiro atual, após a reforma do CPC,com a nova redação dada ao art. 273 e ao art. 461, §3º 142 (grifo do autor).

Observe que no final da citação temos o termo (grifo do autor) significando que o texto em itálico foi enfatizado pelo autor da obra consultada, no caso Guerra.

enfatizado pelo autor da obra consultada, no caso Guerra. Ou Para Guivant (2004, p. 1), “novos

Ou

Para Guivant (2004, p. 1), “novos desenvolvimentos da ciência e da tecnologia, especialmente na área de biotecnologia, tem colocado novos desafios referentes a como deve ser o processo decisório sobre políticas de ciência e tecnologia envolvendo incertezas (grifo nosso).

ciência e tecnologia envolvendo incertezas (grifo nosso). Observe que no final da citação temos o termo

Observe que no final da citação temos o termo (grifo nosso) significando que o texto em itálico foi enfatizado pelo autor do texto e não por Guivant.

5.6 Normas para o sistema de chamada

Citação em que a autor faz parte do texto

Quando o autor, documento ou a instituição fizer parte do texto, deverá ser escrito somente com a primeira letra maiúscula.

Exemplo:

pelas necessidades da produção industrial, alicerçada, por sua vez, na crença moderna de que a

razão e a ciência podem gerar controle, e o fato de que a aplicação desses dois elementos, razão

e ciência, causarão no processo de modernização mais incerteza e descontrole o que demonstra

a natureza paradoxal e ambígua da atual fase de realização da modernidade.

Citação em que o autor não faz parte do texto

Quando o autor, documento, ou instituição não fizer parte do texto deverá ser colocado entre parênteses, com todas as letras maiúsculas.

Exemplo:

O “principio de emergência” (MAYR, 2005) fundamenta-se na assimetria temporal, pois os

eventos supervenientes são imprevisíveis, de tal sorte, que o tempo não e reversível. Trata-se de

um conceito que permite fundamentar uma abordagem indeterminista da natureza, dado que fornece uma explicação da possibilidade dos fenômenos naturais serem variáveis e casuais, no contexto de trajetórias históricas.

Citação com até três autores

Citações diretas ou indiretas contendo até três autores devem ser citados todos os sobrenomes, sendo separados um dos outros por ponto e vírgula.

Exemplo:

We believe it is too early to assess the overall impacts of radionuclide exposure on human health or on plant and animal populations. In particular, we do not know all the possible consequences of the multigenerational accumulation of genetic defects. As we approach the twentieth anniversary of the Chernobyl disaster we should be more sensitive to the long-term implications rather than suggesting that the coast is clear for redevelopment in the contaminated zones. (…) Given the long latency period for many diseases and the growing interest in rejuvenating the nuclear power industry, it is imperative that studies of the affected populations continue (MOUSSEAU; NELSON; SHESTOPALOV, 2005, p.1089)

Citação com mais de três autores

Citações diretas ou indiretas com mais de três autores, deverá ser citado apenas o primeiro autor, acompanho da expressão et al.

Exemplo:

A pesquisa foi, além disso, uma contribuição ao aprofundamento do conhecimento sobre as

estratégias de resistência das plantas, seja pela aplicação da técnica anti-senso ou pela técnica

da trans dominância letal. Embora houvesse conhecimento a respeito de formas utilizadas pelas

plantas para sua defesa diante de vírus, o mecanismo de tal proteção nunca havia sido

completamente desvendado. (ARAGAO et al.,2001, p. 22-26).

ou

Milestone et al. (1999, p. 525), referindo-se especificamente ao caso dos transgênicos afirmam que “if a GM food can be characterized as substantially equivalent to its ‘natural’ antecedent, it can be assumed to pose no new health risks and hence to be acceptable for commercial use.”

Citação de publicação de órgão governamental ou de instituição

Citações de documentos de órgão governamental (Federal, Estadual ou Municipal),

desde que da administração direta, deve-se citar o nome geográfico precedido da data.

“ Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos

brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade,

à igualdade, à segurança e à propriedade [ (BRASIL, 2005).

]”

Citação de instituições ou entidades conhecidas por siglas

Quando a citação for de instituição ou entidade coletiva conhecida pela sigla, devemos

citar na primeira vez que utilizarmos no texto o nome completo por extenso seguido da sigla, e,

nas próximas citações poderemos usar apenas a sigla.

Exemplos:

Antes disso, porém, vejamos em que ele consiste. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, principio sugiere que los alimentos GM pueden ser considerados tan inocuos como los alimentos convencionales cuando los componentes toxicologicos y nutricionales claves de los alimentos GM son comparables con los alimentos convencionales (dentro de la variabilidad que ocurre naturalmente), y cuando la modificacion genetica en si se considere segura (OMS, 2005,

p.14).

6 REFERÊNCIAS

Acima fornecemos vários exemplos de como citar no corpo do texto, as referências

bibliográficas citadas ao longo da pesquisa. Neste item as regras arroladas referem-se a todas as

fontes consultadas, mesmo as que não foram citadas, mas que serviram de referencia para a

construção do trabalho. Dessa forma a bibliografia deverá ser arrolada no final do trabalho em

ordem alfabética obedecendo às normas especificas para cada tipo de material utilizado.

6.1 Referências retiradas de meio eletrônico

As referências retiradas de meio eletrônico devem seguir as mesmas regras que uma

publicação impressa. No entanto, as mesmas devem vir acrescidas das seguintes informações:

endereço na rede mundial de computadores bem como a data de acesso conforme modelo

abaixo.

Exemplo:

a) Impressa

HARADA, Kiyoshi. Lançamento por homologação. Implicações da Súmula 436 do STJ. Jus

Navigandi, Teresina, ano 14, n. 2543, 18 jun. 2010.

b) Em meio eletrônico

HARADA, Kiyoshi. Lançamento por homologação. Implicações da Súmula 436 do STJ. Jus

Navigandi, Teresina, ano 14, n. 2543, 18 jun. 2010. Disponível em:

<http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=15055>. Acesso em: 01 jul. 2010.

6.2 Monografia: livros, catálogos, manuais, enciclopédia, dicionário, etc., e

acadêmicos (teses, dissertações, entre outros).

trabalhos

SOBRENOME,

Nome. Título: subtítulo (se houver). Edição. Cidade de publicação: Editora, ano.

Observação: livros que contenham subtítulo

apenas o Título aparece negritado .

Exemplos:

Com um autor

ALVIM, J. E. Carreira. Tutela antecipada. 5. ed. Curitiba: Juruá, 2006.

PASOLD, César Luiz. Prática da pesquisa jurídica: idéias e ferramentas úteis para o pesquisador do direito. Florianópolis: Ordem dos Advogados do Brasil, 2002.

Com até três autores: Quando a autoria couber a até três autores, a separação é feita com o uso de ponto e vírgula.

DOUGLAS, M.; WILDAVSKY, A. Risk and culture: an essay on the selection of technological and environmental dangers. Berkeley: University of California Press, 1983.

Com mais de três autores: Quando a autoria for atribuída a mais de três autores realiza-se a entrada pelo autor principal, substituindo os demais pela expressão et. al. (“e outros”).

GROVE-WHITE, R. et al. Uncertain world: genetically modified organims, food and public attitudes in Britain. Lancaster: Lancaster University, 1997.

Capítulos, volume, fragmentos, e outras partes de uma obra, com autor (es) e ou título próprios.

SOBRENOME,

Nome. Título: subtítulo (da parte). In: SOBRENOME,

Nome. Título: subtítulo

Edição. Cidade de publicação: Editora, ano. p.-p.

Observação: apenas o título do livro aparece negritado e não o título do capitulo utilizado.

Exemplo:

ROMANO, Giovanni. Imagens da juventude na era moderna. In: LEVI, G., SCHMIDT, J. (Org.). História dos jovens 2: a época contemporânea. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. p. 7-16.

SANTOS, F. R. dos. A colonização da terra do Tucujús. In:

grau. Macapá: Valcan, 1994. cap. 3, p. 15-24.

História do Amapá, 1º

6.3 ARTIGOS DE PERÍODICOS

AUTOR do artigo (SOBRENOME, Nome). Título do artigo. Título do Periódico, cidade de publicação, volume, número do volume, pagina inicial-pagina final, mês (abreviado). Ano.

Exemplo:

GUIVANT, J. S. Transgênicos e a percepção publica da ciência no Brasil. Ambiente e Sociedad, , v. 9, n. 1, p. 81-103, 2006.

TOURINHO NETO, F. C. Dano ambiental. Consulex, Brasília, DF, ano 1, n. 1, p. 18-23, fev.

1997.

Observação: se sua fonte for uma revista eletrônica, faça como acima, e complemente com os

dados do site e a data do acesso.

6.4 Artigos publicados em jornal

AUTOR

do artigo (SOBRENOME, Nome).

Título do artigo. Título do Jornal, cidade de

publicação, dia, mês (abreviado). Ano. Número ou Título do Caderno, seção ou suplemento, pagina

inicial-pagina final.

6.5 Normas técnicas

NOME DA INSTITUIÇÃO EM MAIÚSCULA. Título: subtítulo se houver. Cidade da publicação:

Editora, ano de publicação. Número de páginas.

Exemplo:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 24 p.

6.6 Teses, Dissertações e Trabalhos de Conclusão de Curso (graduação e especialização).

SOBRENOME, Nome. Título: subtítulo. ano de depósito. Número de volumes ou folhas. Trabalho

de Conclusão do Curso (Graduação em

)

(ou) (Especialização em

)

em

)

(ou) Tese (Doutorado em

)

- Faculdade de

(ou) Instituto de

defesa, ano da defesa.

(ou) Dissertação (Mestrado

,

Universidade, Cidade da

6.7 Documento Jurídico

Modelo básico de Legislação:

LOCAL (país, estado ou cidade). Título, numeração e data, ementa e dados da publicação.

Exemplos:

Constituição Federal:

BRASIL . Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF : Senado, 1988.

Emenda Constitucional:

BRASIL . Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Dá nova redação ao art. 177 da Constituição Federal, alterando e inserindo parágrafos. Lex – Coletânea de Legislação e Jurisprudência: legislação federal e marginália, São Paulo, v. 59, p.1908, out./dez. 1995.

Medida Provisória:

BRASIL . Medida provisória nº 1.569-9, de 11 de dezembro de 1997. Estabelece multa em operações de importação, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 dez. 1997. Seção 1, p. 29514.

Decreto:

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Dispõe sobre a desativação de unidades administrativas de órgãos da administração direta e das autarquias do Estado e dá providências correlatas. Lex – Coletânea de Legislação e Jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p. 217-220, 1998.

Resolução do Senado:

BRASIL. Congresso. Senado. Resolução nº 17, de 1991. Autoriza o desbloqueio de Letras Financeiras do Tesouro do Estado do Rio Grande do Sul, através de revogação do parágrafo 2º, do artigo 1º da Resolução nº 72, de 1990. Coleção de leis da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, v. 183, p. 1156-1157, maio/jun. 1991.

Consolidação de Leis:

BRASIL. Consolidação das Leis do Trabalho. Decreto-lei nº 5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex - Coletânea de Legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

Código:

BRASIL. Código civil. Organização dos textos, notas remissivas e índices por Juarez de Oliveira. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

Modelo básico de Jurisprudência

Jurisdição e órgão judiciário competente, título (natureza da decisão ou ementa) e número, partes envolvidas (se houver), relator, local, data e dados da publicação.

Exemplos:

Apelação Cível:

BRASIL . Tribunal Regional Federal. Região, 5. Administrativo. Escola Técnica Federal. Pagamento de diferenças referente a enquadramento de servidor decorrente da implantação de Plano Único de Classificação e Distribuição de Cargos e Empregos, instituídos pela Lei nº 8.270/91. Predominância da lei sobre a portaria. Apelação cível nº 42.441 –PE (94.05.01629-6). Apelante: Edilemos Mamede dos Santos e outros. Apelada: Escola Técnica Federal de Pernambuco. Relator: Juiz Nereu Santos. Recife, 4 de março de 1997. Lex – Jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais. São Paulo, v. 10, n. 103, p. 558-562, mar. 1998.

Habeas-Corpus:

BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Precessual Penal. Habeas-corpus. Constrangimento

ilegal. Habeas-corpus nº 181.636-1, da 6 a Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Brasília, DF, 6 de dezembro de 1994. Lex – Jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar. 1998.

Súmula:

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível por ato administrativo

Súmulas.

restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. In:

São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p. 16.

Doutrina:

Toda e qualquer discussão técnica sobre questões legais, consubstanciada em forma

convencional ou em meio eletrônico: monografias, artigos de periódicos, papers, artigos de

jornal, congressos, reuniões, etc.

Doutrina em forma de artigo periódico:

BARROS, R. G. de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência do Estado de São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

Doutrina em meio eletrônico:

BRASIL. Lei nº 9.887, de dezembro de 1999. Altera a legislação tributaria federal. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília, DF, 8 dez.1999. Disponível em:<htpp://.in.gov.br>. Acesso em: 29 nov.1998.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6024. Rio de Janeiro, 1989.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6027. Rio de Janeiro, 1989.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028. Rio de Janeiro, 1990.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6032. Rio de Janeiro, 2002.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520. Rio de Janeiro, 2002.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023. Rio de Janeiro, 2002.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724. Rio de Janeiro, 2006.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520. Rio de Janeiro, 2002.