Introdução à Termodinâmica para PETROBRAS
Introdução à Termodinâmica para PETROBRAS
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1 Apresentação ............................................................................................................... 2
2 Termodinâmica ............................................................................................................ 3
2.1 - Conceitos introdutórios ............................................................................................................ 3
2.2 - Calor e temperatura na mudança de estado físico ................................................................... 6
2.3 Equilíbrio térmico ..................................................................................................................... 9
2.4 - Propriedades de uma substância pura................................................................................ 11
2.4.1 - Estados de agregação da matéria ....................................................................................... 11
3. Resolução de questões................................................................................................. 21
Lista de questões ............................................................................................................................. 28
Gabarito .......................................................................................................................................... 30
1 APRESENTAÇÃO
Seja bem-vindo a este curso que irá te preparar para o cargo de ENGENHEIRO DE PETRÓLEO JÚNIOR
da PETROBRAS. As provas da Petrobras são aplicadas tradicionalmente pela banca CESGRANRIO há
muitos anos, por isso teremos muitas questões dela neste curso montado 100% com base no edital.
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2 TERMODINÂMICA
Nos problemas termodinâmicos é comum definirmos a região que temos o interesse de estudar
como sistema e todo o resto do espaço ao redor dele como vizinhança. Estes dois estão separados
pela fronteira do sistema, essa fronteira pode ser real ou imaginária.
Podemos classificar os sistemas como:
• Abertos: Ambos, massa e energia, são capazes de fluir através das fronteiras do sistema.
• Fechados: aqueles em que a matéria não pode fluir pelas fronteiras, mas é possível o fluxo de
energia.
• Isolados: Quando nem massa nem energia podem fluir através das fronteiras.
Vamos dar alguns exemplos: uma panela com água é um sistema aberto, já que podemos aquecer a
água e assim fazê-la evaporar (saindo da panela); já água em uma garrafa fechada seria um sistema
fechado, não há entrada ou de matéria, mas podemos aquecer ou resfriar essa água; por fim, um
exemplo de sistema isolado seria uma garrafa térmica, pois ela resiste a variações de temperatura
no ambiente externo. A figura a seguir também ilustra essas diferentes classificações:
2.1.2 - Propriedades
Uma substância contida em um sistema pode ser caracterizada por suas propriedades. Isso inclui as
propriedades mensuráveis, que conhecemos muito bem: temperatura, pressão e volume.
Durante um processo, pelo menos algumas das propriedades da substância em estudo mudam.
Quando alguma dessas propriedades não muda podemos classificar o processo com base nessa
peculiaridade:
• Adiabático: ocorre sem transferência de calor (Q=0)
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Esta grandeza é vista como o resultado do choque das partículas contra as paredes do
recipiente que os contêm.
Trabalho
Existem muitas formas de trabalho, entre elas o trabalho mecânico (expansão/compressão, rotação
de uma manivela), elétrico e a magnético. O caso mais comum nos problemas de engenharia e
questões de concurso é a expansão ou compressão de um fluido. No caso clássico de um gás contido
W
Onde P é a pressão externa exercida sobre o sistema V1 é o volume inicial e V2 o volume final.
Perceba que se a pressão exercida é constante podemos integrar o volume para obter:
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O sinal negativo é incluído como uma convenção. Se aplicamos uma força no êmbolo e comprimimos
o gás existente, é negativo e logo o trabalho é positivo. Veja que nesse caso estamos fornecendo
energia para o sistema. Assim, MAI“ MAI“
positivo). Similarmente, se o gás
perdendo energia. O é positivo e o sinal do trabalho fica negativo: MENO“
sistema MENO“ Veja que, por convenção, o sistema é o
referencial para o sinal de trabalho: se ele perde energia o trabalho é negativo, se ele ganha o
trabalho é positivo.
(Exercício de fixação)
Considere uma expansão a pressão constante como a ilustrada abaixo. Inicialmente o sistema
tem 1 mol do gás A e 2 bar num volume de 10 litros. A expansão começa quando liberamos a
trava do êmbolo. Assim o gás expande até que sua pressão se iguale a pressão externa,
atingindo um volume de 15,2 litros. Qual o trabalho realizado pelo sistema?
Processo
Resolução:
Vamos aplicar a equação do trabalho:
Vamos converter bar para Pascal e litro para m3, unidades do SI.
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Calor
Existem diversas formas de uma substância mudar seu estado físico. Vejamos como a varia a
temperatura de uma substância pura mediante aquecimento:
L+V
L
S+L
S
O gráfico começa em baixas temperaturas, quando a substância se encontra na fase sólida (S). Veja
que com o tempo (e aquecimento) chega-se em na transição de fases, quando tanto sólido como o
líquido coexistem (S+L). Essa mudança de fase acontece à temperatura constante. Por exemplo, se
estamos aquecendo gelo ele chegará a temperatura de , quando começa a fundir e se
transformar em líquido. O calor que fornecemos durante a mudança de fase não altera a
e para quebrar as ligações intermoleculares no gelo para
permitir o surgimento da fase líquida. Quando tudo se transforma em líquido (L) a , novamente
o calor passa a elevar a temperatura da substância, pois aumenta o grau de agitação das moléculas.
Uma nova transição de fases acontece (L+V) e então toda a água vira vapor (V).
O calor usado para mudança de estado físico (como nos processos S+L e L+V) é denominado calor
latente (L). Consiste na quantidade de calor por unidade de massa que precisa ser fornecido para
levar uma substância de um estado para o outro. O calor total em uma mudança de fase é então:
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Por exemplo, o calor de fusão da água é igual a 333 kJ/kg. Qual a quantidade de calor necessária
para levar 3 kg de gelo completamente até água líquida?
O calor específico representa a energia necessária para elevar a temperatura de 1 quilograma (1 kg)
do material em 1 ou 1K. Ou seja, quanto maior for o calor especifico de uma substância significa
que mais energia ela demanda para que seja promovido o aumento de temperatura.
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Primeiro, calculamos o calor que deve ser retirado para que a água sai dos iniciais até a
temperatura que inicia o congelamento ( ):
í
Agora que a água atingiu seu ponto de congelamento, vamos calcular o calor retirado
necessário para congelar os 100 gramas de água.
Usei o sinal negativo somente para indicar que o calor está sendo retirado da substância. Veja
que foi fornecido o calor latente de fusão da água, ele diz que precisamos de 336 J para fundir
1 grama de água, isso significa que precisamos então retirar 336 J para congelar 1 grama de
água.
O calor total que precisa ser retirado é a soma desses dois valores, então:
(A) 256
(B) 512
(C) 128
(D) 512
(E) 1.024
Resolução:
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M N
Calor fornecido Q 2Q
Com o calor específico da amostra M foi fornecido, podemos calcular a quantidade de calor Q
que foi fornecida:
GABARITO: E
São comuns problemas em que materiais a diferentes temperaturas são misturados de forma que
eles troquem calor entre si. Ao final do processo, espera-se que eles atinjam o chamado equilíbrio
térmico, quando todos as substâncias ficam a uma mesma temperatura e não há mais troca de calor.
Devido ao princípio da conservação da energia, toda a energia (calor) trocada entre as substâncias
deve ser equivalente. Por exemplo, se um corpo X perde 50 kJ de energia, outro corpo Y deve estar
ganhando esses 50 kJ. Podemos escrever esse princípio matematicamente da seguinte forma:
Ou seja, soma dos calores trocados deve ser nula. Isso deve ser verdade para que possamos garantir
que o calor não seja nem criado nem destruído.
Termodinâmica, Transferência de Calor e Massa p/ 9
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O calor usado para derreter o gelo vem da água que é despejada a 20°C, pois de acordo com a
conservação da energia
Essa é a energia retirada da água, que inicialmente estava a 20°C e terminou o processo a 0°C.
Logo:
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Gases, líquidos e sólidos são todos feitos de átomos, moléculas e/ou íons, mas o comportamento
dessas partículas pode ser diferenciado nessas três diferentes fases.
Veja uma figura bem simples que mostra as diferenças microscópicas entre esses estados:
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Usualmente uma substância pura no equilíbrio existe inteiramente como um sólido, um líquido ou
um gás; mas a certas temperaturas e pressões, duas ou mesmo três fases podem coexistir. Por
exemplo, água pura é um vapor a 20°C e 3 mmHg e um líquido a 20°C e 760 mmHg, mas a 100°C e
760 mmHg pode ser um vapor, um líquido ou uma mistura dos dois. Na particular temperatura de
0,0098°C e pressão de 4,58 mmHg temos o ponto triplo da água, no qual sólido, líquido e gás podem
coexistir.
Expressamos graficamente as fases que uma substância pode assumir a depender das variáveis do
sistema através de diagramas de fase. O mais comum de todos e o que trabalharemos neste tópico
introdutório é o gráfico pressão versus temperatura.
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As fronteiras (linhas) entre duas fases representam pressões e temperaturas nas quais duas fases
podem existir. Por exemplo, a linha que vai do até o representa as
condições nas quais o equilíbrio líquido-vapor existe, pois esta linha está exatamente entre as fases
líquido e vapor.
Vários termos familiares podem ser definidos em referência ao diagrama de fases:
1. Para cada coordenada (T, P) que se encontra sobre a curva de equilíbrio líquido-vapor para
uma determinada substância, P é a pressão de vapor da substância a temperatura T, e T é o
ponto de ebulição da substância a pressão P.
2. O ponto de ebulição normal da substância é o ponto de ebulição para P=1 atm.
3. O ponto de fusão ou ponto congelamento, à uma pressão P, é a temperatura T da
coordenada (T,P) que cai sobre a curva do equilíbrio sólido-líquido.
4. O ponto de sublimação, à uma pressão P, é a temperatura T da coordenada (T,P) que cai
sobre a curva do equilíbrio sólido-vapor.
5. O ponto triplo é aquele no qual as fases sólida, líquida e vapor podem coexistir.
6. O ponto crítico se localiza ao final da curva do equilíbrio líquido-vapor. Se a temperatura e
pressão forem maiores do que nesse ponto a substância terá um comportamento
denominado de supercrítico. Nele não temos duas fases, mas sim apenas uma única, com
propriedades mistas entre líquido e gás.
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Resolução:
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Em um diagrama PV, as fronteiras entre as fases tornam-se regiões nas quais duas fases coexistem
em equilíbrio. Observe as regiões: líquido-vapor, sólido-vapor e sólido-líquido. Veja também que o
ponto triplo agora é representado por uma linha, a linha tripla.
Isotermas são curvas que representam o comportamento termodinâmico a temperatura constante.
Vamos exibir algumas no diagrama PV abaixo, com destaque para as regiões de líquido, líquido-vapor
e vapor:
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Entre os pontos 2,3 e 4 temos um processo isotérmico (evaporação). No ponto 2 temos o chamado
líquido saturado, ele está fervendo e na iminência de evaporar. A medida que fornecemos energia
para o sistema vamos caminhando para o ponto 3, onde metade do líquido evaporou e formou uma
fase vapor. Enquanto que o ponto 4 temos a completa transformação em vapor, referimos ao vapor
nesse estado como vapor saturado.
Observe a variação do volume molar neste caso. Como esperado o líquido ocupa um volume bem
menor do que o vapor. No caso do ponto 3 (ou outros pontos intermediários entre 2 e 4) o volume
molar exibido representa uma média ponderada entre o volume molar do líquido e do vapor.
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Portanto, quanto mais líquido estiver presente mais o volume molar se aproxima do valor do líquido
saturado, enquanto quanto mais vapor mais este volume se aproxima do volume molar do vapor
saturado.
Se no ponto 2 diminuirmos a temperatura, a pressão constante, chegamos no ponto 1, que
chamamos de líquido subresfriado. Por outro lado, se do ponto 4 aquecemos o vapor, chegamos no
ponto 5, o vapor superaquecido.
Por fim, vou pôr aqui o diagrama PT com 5 pontos assinalados que representam esses mesmos casos
discutidos. Desta forma, você pode fazer uma comparação.
Pressão de vapor
A pressão de vapor de uma espécie é definida como a contribuição que essa substância faz para a
pressão total a uma dada temperatura.
Ela pode ser entendida como uma medida da volatilidade1 de uma substância. Para uma dada
temperatura T, quanto maior a pressão de vapor maior é a volatilidade da substância. Existem
muitos processos na indústria que utilizam a diferença de volatilidade (ou pressão de vapor) das
substâncias para separá-las. Um exemplo seria a destilação.
Imaginamos então que é fundamental sabermos as pressões de vapor das substâncias. Como elas
são obtidas na prática? As mais conhecidas têm valor tabelado, porém todas as outras precisam ser
estimadas por meio de correlações empíricas2.
Entretanto há uma relação analítica para substâncias puras, a equação de Clapeyron. Ela é capaz de
relacionar , a pressão de vapor da substância i, com T, a temperatura absoluta:
1
A volatilidade de uma espécie é o grau no qual a espécie tende a sair do estado líquido para o vapor,
ou seja, evaporar.
2
Isso acontece porque seria muito custoso obter esses dados experimentalmente. Correlações empíricas
oferecem confiança satisfatória para cálculos de engenharia.
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(C) CORRETA: conforme afirmamos é comum o uso de equações empíricas para estimações.
(D) CORRETA: perfeitamente! Foi como observamos na definição da equação.
(E) CORRETA: exato. Digamos que temos água pura a 20°C e 1 atm (760 mmHg) e começamos
a aumentar a temperatura, aumentando assim a sua pressão de vapor também. No momento
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em que essa pressão de vapor igualar a pressão externa teremos o início da ebulição, o que
acontece a 100°C quando temos uma pressão de 1 atm (760 mmHg).
No gráfico a seguir, isso seria equivalente a começar no ponto C e aquecer até o ponto D
0
A questão foi posteriormente anulada, pois tanto (A) como (B) estão incorretas, logo:
GABARITO: ANULADA
A figura acima representa, em uma escala especial, a curva de pressão de vapor de duas
substâncias A e B em função da temperatura. Nesse contexto, analise as afirmativas a seguir.
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(I) CORRETA: A curva da substância A mostra que ela apresenta pressão de vapor sempre
superior em relação à substância B. Quanto maior a pressão de vapor, mais volátil é a
substância.
(II) INCORRETA: É exatamente o inverso, pois acima da curva existe líquido e abaixo dela
temos vapor C O á á
superaquecido, enquanto a substância B será um líquido sub-resfriado.
(III) CORRETA: Exatamente. Ao final da curva de pressão de vapor em um diagrama Pressão x
Temperatura, encontra-se o ponto crítico da substância.
GABARITO: C
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3. RESOLUÇÃO DE QUESTÕES
Se o tempo necessário para essa absorção de calor foi de 2,0 horas, devemos ter uma potência
absorvida pela água de:
Sabendo que apenas 10% da potência de 500 W/m2 é absorvida sob a forma de calor (ou seja, 50
W/m2) determinamos a área do painel usando uma simples análise dimensional:
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Obs: De acordo com sua preferência, você também pode usar uma regra de três no lugar da análise
dimensional:
50 W -------- 1 m2
58 W -------- A
GABARITO: B
Podemos considerar a densidade igual para a água nas duas temperaturas ( ). Logo:
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Agora podemos determinar a temperatura de equilíbrio quando usarmos o dobro de água fria no
processo:
(B)
(C)
(D)
(E)
Resolução:
Podemos escrever que os calores envolvidos são:
Veja que tanto a água quanto a substância x terminam a uma mesma temperatura de
Pelo princípio da conservação da energia, a soma dos calores trocados deve ser nula:
Então, isolamos :
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GABARITO: D
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Durante um processo termodinâmico de expansão em um gás, observa-se que TV2 = constante, onde
T é a temperatura, e V é o volume do gás. O trabalho realizado na expansão entre V 0 e 2V0 é W1, e o
trabalho realizado na expansão entre 2V0 e 3V0 é W2.
Se é válida a relação dos gases ideais, pV = nRT, qual a razão W2/W1?
(A) 1
(B) 2
(C) 1/9
(D) 2/3
(E) 5/27
Resolução:
Dados do problema:
Logo:
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Finalmente:
GABARITO: E
é é é é
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Então:
é é
Como só há trocas de calor entre os líquidos citados, temos que o calor cedido pelo café é
equivalente ao calor absorvido pelo leite. Assim:
é
Temos mais uma equação, com a informação de que o volume total é de 1 litro.
é é
GABARITO: B
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LISTA DE QUESTÕES
(A)
(B)
(C)
(D)
(E)
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GABARITO
1. B
2. Anulada
3. D
4. C
5. E
6. B
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