DOCUMENTO TÉCNICO

CLIENTE:

FOLHA:

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de

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CONTRATO Nº

PROGRAMA: ÁREA: TÍTULO:

CONTROLE DE ENERGIAS PERIGOSAS (CEP)

REV. A

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REV. E

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.............................5 RESPONSABILIDADES..................................................3 DEFINIÇÕES E SIGLAS........................................... 2.............................................................. 0 16 3 de CONTROLE DE ENERGIAS PERIGOSAS (CEP) ÍNDICE 1............................................ 4..........DOCUMENTO TÉCNICO FOLHA TÍTULO: REV...... 7........................................................................................................3 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA / COMPLEMENTARES.........................7 ANEXOS.................. 5......3 CAMPO DE APLICAÇÃO............................12 1..................5 SEQUENCIA EXECUTIVA............................. OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO .............................................................................................................................................. 3................. 6....... OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO........

DOCUMENTO TÉCNICO FOLHA TÍTULO: REV. O vapor e o ar comprimido. com segurança o acionamento das fontes de energia. desde que não haja uma entrada na máquina onde possam ser colocados a trava e o cadeado.Quadros de Distribuição Geral. A menos que a válvula possua meios próprios para sangria. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA / COMPLEMENTARES • • • • • NR 10 – Instalações e Serviços em Eletricidade NR 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção PE 0020 SMS 036 – Segurança no Trabalho em Espaço Confinado NBR 14787 – Norma Técnica Brasileira de Espaço Confinado – Prevenção de Anexo VI – Anexo Contratual de Segurança. instalações. por suas características próprias. • Entrada de energia – É o ponto de entrada da energia para alimentar o equipamento.como por exemplo. a eletricidade.É a pressão que ainda permanece na tubulação depois de fechada ou interrompida a fonte de fornecimento de energia. materiais que inadvertidamente poderiam desprender ou liberar energia 2. DEFINIÇÕES E SIGLAS • Energia – Entende-se como energia. 0 16 4 de CONTROLE DE ENERGIAS PERIGOSAS (CEP) Este procedimento tem por objetivo definir métodos a serem utilizados no processo de trabalho para o controle de energias perigosas através de medidas de controle de isolamento das fontes de energia elétrica. mesmo quando utilizados para outros fins. válvula principal de ar comprimido/vapor. pneumática e mecânica proveniente de equipamentos. uma seção do tubo deve ser desacoplada para aliviar a pressão. tais como: . etc.ar comprimido.deverá ser aplicada qualquer outra medida que possa realmente impedir. 3. • Pressão Residual . hidráulica. todas as forças eletromecânicas utilizadas para acionamento de máquinas e equipamentos. pneumática ou a vapor. . se existir o risco. óleo ou água sobre pressão. Devem ser de marca ou tipo diferente dos . Saúde e Meio Ambiente • PE-2AT-00005-C (LIBRA) • DT-711-SGQ-051 – Permissão Para Serviço Seguro Acidentes. Procedimentos e Medidas de Proteção.Não havendo possibilidade de permanecer interrompida a energia da chave geral ou na válvula principal e. vapor etc. • Cadeados de Segurança – Os cadeados de Segurança têm por finalidade manter travada e impedir as entradas de energia.continuam classificados como energia para efeito de segurança. hidráulica. pode causar lesões. uma vez que.Neste ponto (entrada) é que deve se dar a interrupção e travamento para fins de segurança.

o responsável pelo isolamento. teste hidropneumatico. eixos. desligadas ou dissipadas. o motivo do isolamento. • Trava de Segurança – É um dispositivo com duas hastes articuladas que. teste hidrostático. • Empregado Envolvido – A pessoa que trabalha na área de influência da energia isolada (executante) ou quando interfere na tarefa.travas. Essas forças podem ser ligadas. do nº do cadeado. CAMPO DE APLICAÇÃO Este procedimento aplica-se a situações identificadas com risco de liberação de energia inadvertidamente e que possa causar danos a pessoa ou ao patrimônio. Não devem pertencer as séries de cadeados que possam ser abertos com chave mestra. abertura de linhas. do isolamento/bloqueio. Exemplos de tais equipamentos e componentes são: motores elétricos. de modo a não serem confundidos ou usados para outros fins. em uso ou inertizados. bombas. deve ser individual. geralmente. da data e horário. do responsável pelo isolamento/bloqueio. das recomendações de bloqueio e desbloqueio e informações adicionais identificadas pelo encarregado/supervisor. do local das atividades. teste pneumático. dispositivos de emergência (se o serviço afetar o seu funcionamento). vasos ou tanques sob pressão. turbinas. aplicado no local de travamento. hélices. e demais transmissores de movimento. • Isolamento – Ação de interromper o fluxo das energias em um equipamento ou sistema (desligar disjuntores). permite a colocação de até seis diferentes cadeados no mesmo ponto de interrupção de energia.DOCUMENTO TÉCNICO FOLHA TÍTULO: REV. através da identificação: do equipamento. • Bloqueio – Ação de impedir o manuseio dos dispositivos de isolamento de energia e/ou acessos que evitem a exposição de pessoas ( instalar cadeados. acumulada ou eletricidade estática. Superfície a mais de 55ºC ou menos de -29ºC. • Energia Elétrica – Energia como resultado de uma fonte de força elétrica gerada. Destinado a identificar: o equipamento isolado. 4. 0 16 5 de CONTROLE DE ENERGIAS PERIGOSAS (CEP) demais usados na área de trabalho. correntes ou outros dispositivos de bloqueio ) • Cartão de Isolamento – Instalado no local de acionamento ou liberação de energia. vasos com pressão . disjuntores e chaves de comando elétrico. a data e à hora do isolamento e do término previsto dos trabalhos. é o responsável pela operação do equipamento. instrumentos. • Empregado Autorizado – Responsável pela instalação do dispositivo mecânico de isolamento e bloqueio de energia para que possa executar uma intervenção. • Matriz de Isolamento – Documento destinado a garantir a segurança do colaborador. intransferível e numerado. painéis. Energia potencial que se liberada pode causar acidente.

5. Envolvidos na Atividade • Utilizar obrigatoriamente o bloqueio de equipamentos.3. sistema ou equipamento que estiver com dispositivos de bloqueios. superfície energizada a mais de 50 V a terra ou a carga eletrostática acumulada. Supervisor • Observar que quando houver mais de um funcionário executando suas atividades. 5. em hipótese alguma. contenção de fluido inflamável. de funcionários não relacionados ao serviço . tóxico ou corrosivo. obrigatoriedade e modo de utilização do cartão de bloqueio: (Anexo 1) “AVISO”. RESPONSABILIDADES 5. não permitir a permanência próximo ao bloqueio. assegurarem a comunicação nas passagens de turnos ao pessoal da área bem como nas trocas dos executantes dos serviços nos equipamentos bloqueados. se não há alguém trabalhando no local e que a máquina ou equipamento tenha condições seguras de uso. máquina. através dos dispositivos de bloqueios. 5. 5.4. • Inspecionar periodicamente a correta aplicação deste procedimento bem como identificação de perigos e riscos na atividade propondo medidas corretivas.2. dando ciência das medidas de segurança adotadas. roda com excêntrico em equilíbrio instável. cadeados e cartão (Anexo 1)“AVISO” em qualquer serviço de verificação. lubrificação e outros. cada um deles deve colocar seu próprio cartão de aviso de bloqueio e seu cadeado. • Comunicar a segurança do trabalho quaisquer irregularidades verificadas com o procedimento de bloqueio de equipamentos. momento em que será efetuado o inicio e o término do trabalho. ou elemento de máquina em movimento. • Estabelecer ronda periódica verificando a permanência e bom estado dos cartões. Segurança do Trabalho • Disponibilizar o formulário do cartão (Anexo 1) “AVISO” e controle de sua distribuição. teste. reparos.DOCUMENTO TÉCNICO FOLHA TÍTULO: REV. • Comunicar as chefias do setor onde esta sendo executado o serviço. • Certificar-se. no entanto ser necessário registrar ou controlar tal atividade. sem. 0 16 6 de CONTROLE DE ENERGIAS PERIGOSAS (CEP) a mais de 50 psi (150 psi para água ou ar ). • Treinar e conscientizar os usuários sobre a importância. Trabalhadores em Geral • Não acionar. • Avisar a todo o pessoal da área e executantes de serviços no equipamento e vizinhanças. cadeados e o cartão de bloqueio. antes da retirada dos bloqueios.1.

com o apoio da Gerencia de Produção. . deve ser realizados programas de treinamento de todos os colaboradores envolvidos diretamente com a atividade e cujo desempenho seja impactado por este procedimento. • Não remover bloqueios e cartões instalados. sendo que este treinamento é de responsabilidade da Gerencia de SMS. após a retirada dos bloqueios e do cartão pelo funcionário responsável. Da Gerencia • Orientar e fiscalizar a utilização dos bloqueios físicos e do cartão de bloqueio. • Não permanecer próximo ao equipamento bloqueado caso não estiver relacionado ao serviço. • Aplicar as medidas disciplinares necessárias quando da não utilização devida dos bloqueios físicos (quando requerido) e do cartão de bloqueio. implementação e aplicação do padrão. 5. • Determinar quando necessário. Os treinamentos são específicos e devem ter nível de aprofundamento suficiente para propiciar a segura. 6. SEQUENCIA EXECUTIVA 6. 0 16 7 de CONTROLE DE ENERGIAS PERIGOSAS (CEP) • Procurar o pessoal responsável pela atividade ou chefia direta. O bloqueio de tal dispositivo é da competência da respectiva supervisão. pelos responsáveis de cada atividade. em caso de duvidas.1 – Condição Especifica • Treinamento e Comunicação – Para a implementação e manutenção do Procedimento de Etiquetagem e Bloqueio. devendo comunicar imediatamente o responsável pelo equipamento/área.DOCUMENTO TÉCNICO FOLHA TÍTULO: REV. • Certificar-se. a adoção de medidas adicionais de segurança. que o equipamento oferece condições seguras de uso.5. Nota: O cadeado (Anexo 2) de bloqueio deve ser fornecido somente após a comprovação da participação do empregado (próprio ou contratado) no treinamento e sob o controle do setor de SMS. • É atribuição de todos os empregados informarem à supervisão da área quando um equipamento ou ferramenta esta em condição insegura. Somente o responsável pelo bloqueio poderá fazer a remoção. • Profissionais de segurança também têm autoridade para colocar o cartão de bloqueio em condições inseguras.

outras fontes de energia foram isoladas. O responsável pela execução da atividade deve ser o primeiro a colocar o bloqueio e o ultimo a retirá-lo. 0 16 8 de CONTROLE DE ENERGIAS PERIGOSAS (CEP) Antes da execução do trabalho a pessoa autorizada deve isolar. substâncias liquidas foram drenadas. • A matriz de isolamento é utilizada para orientar o isolamento. cabendo a cada executante responsável por um serviço no equipamento bloqueado acrescentar o seu – ficam dispensados os ajudantes dos executantes (terceiros ou não) desde que trabalhem no equipamento bloqueado na presença do executante que estão servindo. imobilizar e desenergizar o equipamento (bloqueio físico) e colocar/preencher o cartão de aviso de bloqueio. perfeitamente identificado e delimitado.DOCUMENTO TÉCNICO FOLHA TÍTULO: REV. o responsável pela execução da atividade será o primeiro a colocá-lo e o ultimo a retirá-lo).00-32311-947-EYT-002 Permissão de Serviço Seguro (no caso de bloqueio coletivo. conforme cores definidas no MD-5270. . • Colocação dos cartões de bloqueio (Anexo 1) – “AVISO” obrigatórios.2 Matriz de Isolamento 6. As matrizes devem ser previamente elaboradas e devem ser assinada sendo esta condição para o inicio das atividades e também para o encerramento cumprindo-se todas as recomendações. devendo comunicar o pessoal afetado tanto no inicio da atividade quanto no encerramento. Elaboração das Matrizes de Isolamento e Bloqueio • A elaboração das matrizes é de responsabilidade da Supervisão da atividade conforme Anexo 3 . e restrita a um único equipamento ou sistema. • Identificação de recursos de desenergização prévia e/ou oportunidades de acionamento/descarga.que são sempre . • Essa matriz complementa a Permissão de Serviço Seguro e a Análise Preliminar de Risco. • Colocação de dispositivo de bloqueios e cadeados. 6. a respectiva prevenção como: Equipamento esta todo isolado. • Uma matriz de isolamento deve ser específica para o serviço nela descrito.1. substâncias gasosas foram ventiladas. como porta-cadeado. com o acompanhamento do Técnico de Segurança do Trabalho.2. bloqueio e aviso dos equipamentos ou sistemas nos quais é necessário realizar intervenções. A seqüência genérica de bloqueio implica nas etapas: • Verificação das fontes de energia. pressão foi esgotada.

tempo estimado de duração e responsável pelo bloqueio e liberação. uma para ficar na frente de trabalho junto a PSS e outra para ficar em poder do setor de Segurança do Trabalho. • Todo o funcionário de mecânica e elétrica e do departamento de Segurança do Trabalho. exemplos: chaves gerais. deve ser bloqueada com dispositivo adequado que impeça o acionamento acidental ou comunicação. etiquetas. Vias adicionais podem ser impressas caso necessário. tais como: disjuntores. bem como todos os Coordenadores. incluindo data da realização. tampões. etc. chave liga e desliga válvula. desligamento. Bloqueio A fonte de energia. • Comunicar a segurança do trabalho identificando o local exato do bloqueio e a abrangência do mesmo. Comunicação • Comunicar todo o pessoal envolvido. que possa ser afetado pela realização da atividade. todos devem estar treinados. botoeira de parada. (tipos.3 Identificação. Isolamento • Todas as fontes de energia devem ser isoladas ou desativadas por meio de dispositivos normalmente utilizados ou adotando outros dispositivos que se fizer necessário para garantir a interrupção do fluxo de energia. chaves comutadoras. correntes. raquetes. Engenheiros e Supervisores estão autorizados a utilizar bloqueios (físicos e cartões). etc). após o isolamento (interrupção de fornecimento). fontes e perigos) • Identificar os tipos de dispositivos de controle existentes e adequados. descarga Identificação • Identificar a energia envolvida. válvulas mestras. 6. etc.DOCUMENTO TÉCNICO FOLHA TÍTULO: REV. • A área de influência da atividade e abrangência dos riscos deve ser isolada e sinalizada impedindo a permanência e circulação de pessoas não envolvidas nas atividades. bloqueio e . Desligamento / corte de fluxo Deve ser Interrompida a transmissão de energia para o ponto de intervenção através de dispositivos existentes e previamente avaliados. válvulas. (cadeados. 0 16 9 de CONTROLE DE ENERGIAS PERIGOSAS (CEP) • A matriz de isolamento deve ser emitida em duas vias. isolamento.

seguido da tentativa real de acionamento de todos os pontos a serem bloqueados do equipamento. • Deve ser afixada uma etiqueta para cada empregado envolvido na execução da atividade. • O cartão de bloqueio é de uso obrigatório para toda atividade onde seja necessário o bloqueio de energias. bem como em cada bloqueio físico. Entretanto. sob a responsabilidade do departamento contratante. de forma a garantir a sinalização do sistema bloqueado. Entende-se por bloqueio físico a colocação de: • Cadeados (e portas-cadeado) em pontos de acionamento elétrico.quando uma empreiteira estiver a serviço da empresa. • Raquete. . • Travamento com chicote (dispositivo de cabo de aço com mola) nas conexões e acoplamentos de mangueiras pneumáticas e hidráulicas. • Pinos ou cunhas de travamento mecânico no curso de eixos. o cartão deverá ser utilizado. • Correntes com cadeados em volantes de válvulas.DOCUMENTO TÉCNICO FOLHA TÍTULO: REV. • O cartão é de uso pessoal e. • Calços em prensas e similares. Etiqueta / Cartão de Bloqueio • Entende-se por Cartão de Bloqueio (Anexo 1) – “AVISO”: • Colocação de cartões em todos os pontos de acionamento possível. ficando as providências previstas neste procedimento. ou em caso extremo sob ordem expressa do mesmo. • Remoção dos cabos de bateria em motores à explosão. • Os cartões devem ser colocados em local visível e juntos. • O cartão é para uso exclusivo da empresa. sendo proibida a sua utilização por terceiros. • Disposição de observador em possíveis pontos de acionamento quando nenhum outro bloqueio físico é possível e apenas a colocação do cartão Não Acione é insuficiente. pneumático ou hidráulico de equipamentos. • O cartão é considerado equipamento de proteção individual. • Remoção de fusíveis no caso de instalações elétricas em que a posição de cadeados é impossível. pistões ou rodas. flange cego ou duplo bloqueio em linhas e tubulações. somente quem o colocou poderá removê-lo. 0 16 10 de CONTROLE DE ENERGIAS PERIGOSAS (CEP) intencional e afixado etiqueta de AVISO devidamente preenchida com o nome do responsável e assinada.

• • Partes mecânicas móveis. no equipamento.DOCUMENTO TÉCNICO FOLHA TÍTULO: REV. em contato com o equipamento ou em condição de risco. bloqueio de partes móveis. drenagem e purga de tubulações. • Trechos de tubulações ainda pressurizados. resfriamento de partes aquecidas. Encerramento do Serviço • Estabelecer condição normal / Restabelecer a energia. • Verificação do isolamento • Assegure-se que ninguém esteja exposto. drenagem e purga de tubulações. Os mesmos . calço peças tubulações. • Calor em partes aquecidas. • A remoção dos bloqueios (fim da interdição). Execução do trabalho Será permitido quando houver um estado de “energia nula” ou “energia zero”. resfriamento de partes aquecidas. calço de peças suspensas. 0 16 11 de CONTROLE DE ENERGIAS PERIGOSAS (CEP) • Os cartões a serem descartados devem ser enviados ao setor de Segurança do trabalho. • Partes mecânicas móveis. • Carga estática de capacitores. Autorizados podem executar os serviços. Os cartões não devem ser jogados no lixo comum. • Utilize: aterramento. Utilize instrumentos de medição se necessário. • Trechos de tubulações ainda pressurizados. móveis. Devem ser checados todos os bloqueios físicos e desenergização (teste real dos pontos de acionamento/equilíbrio instável). bloqueio de partes móveis. • Utilize: aterramento. • Verifique a isolação do equipamento. móveis. operando a botoeira (na posição LIGA) ou outro dispositivo de controle. calço peças tubulações. Descarga de energia residual ou recarga • Carga estática de capacitores. esvaziado aliviado toda a energia ou fonte geradora do local a ser executada a atividade. calço de peças suspensas. garantindo-se que cartões e bloqueios sejam removidos. expurgado. Calor em partes aquecidas. Descarga de energia residual • Após o bloqueio deve ser eliminado. comunicando o pessoal envolvido. descarregado. com total segurança.

• Assegure-se que ninguém esteja em contato com o mesmo. (Deve ser removido pelo mesmo que o aplicou). Havendo necessidade de entrada em vasos ou tanques. isto somente poderá ser feito com a autorização de um representante de nível hierárquico superior do ausente. o bloqueio deve ser aplicado às linhas de acesso / conexão aos mesmos. que deve gerenciar o assunto (lembrando que o desbloqueio deve ser solicitado a quem o aplicou). 0 16 12 de CONTROLE DE ENERGIAS PERIGOSAS (CEP) solicitante(s) e executante(s) responsável(is) pelo(s) serviço(s) no equipamento bloqueado devem remover os bloqueios (sempre o solicitante por último). Comunicação Final • Deve ser realizada a todo pessoal envolvido. • No caso de trabalhos com aberturas de linhas ou vasos. devendo. • Para a interdição de ferramentas e equipamentos em condições inseguras. no entanto sempre ser notificada do andamento logo que retorne à Unidade. usase o cartão (Anexo 1) “AVISO”. entretanto deve ser feito um esforço em contatar a pessoa ausente que colocou o bloqueio / cartão. • Confira a Matriz de Isolamento garantindo que todos os passos foram cumpridos. • Se o bloqueio físico ou cartão deixado por um solicitante ou executante tiver que ser removido na ausência destas pessoas na Unidade. seguido da comunicação imediata às áreas controladora e usuária do mesmo.DOCUMENTO TÉCNICO FOLHA TÍTULO: REV. Cada funcionário autorizado deve retirar seus dispositivos de bloqueio e etiquetas de campo. 6. aplica-se adicionalmente o procedimento para Entrada em Espaços Confinados. equipamento ou instalação esta “em operação” novamente. • Certifique-se que todas as proteções foram desinstaladas e o equipamento está seguro para voltar a operar. • Entregar a Matriz de Isolamento e a PSS ao setor de SMS. • Proceda ao acionamento e efetue testes para garantir que tudo está em perfeito funcionamento. conforme legislação . bem como a agitadores que porventura existirem. confirme que os controles ou botoeira estejam na posição DESLIGA ou neutra.4 Medidas Disciplinares O não cumprimento deste procedimento caracteriza ato de indisciplina e/ou insubordinação. passível de aplicação de penas disciplinares. comunicando que a máquina.

7.Matriz de Isolamento ANEXO 1 – Etiquetas de Bloqueio . ANEXOS . cabendo à Gerência de Recursos Humanos.Anexo 1 – Etiqueta de Bloqueio .Anexo 3 .DOCUMENTO TÉCNICO FOLHA TÍTULO: REV. analisar a ocorrência e determinar a aplicação das medidas disciplinares necessárias.Anexo 2 . 0 16 13 de CONTROLE DE ENERGIAS PERIGOSAS (CEP) vigente. juntamente com a Gerência da área envolvida.Cadeados .

DOCUMENTO TÉCNICO FOLHA TÍTULO: REV. 0 16 14 de CONTROLE DE ENERGIAS PERIGOSAS (CEP) ANEXO 1 Verso .

DOCUMENTO TÉCNICO FOLHA TÍTULO: REV.Cadeados CADEADO DOURADO – EXECUTANTE EM CONJUNTO COM TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO CADEADO VERMELHO – EXECUTANTE ELETRICA/INSTRUMENTAÇÃO EM CONJUNTO COM TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO . 0 16 15 de CONTROLE DE ENERGIAS PERIGOSAS (CEP) ANEXO 2 .

DOCUMENTO TÉCNICO FOLHA TÍTULO: REV.Matriz de Isolamento . 0 16 16 de CONTROLE DE ENERGIAS PERIGOSAS (CEP) CADEADO AZUL – EXECUTANTE SEGUINDO O PROCEDIMENTO DE LIBRA Anexo 3 .

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