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DOCUMENTO TÉCNICO 1 13
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CLIENTE: CONTRATO Nº

PROGRAMA:

ÁREA:

TÍTULO:

CONTROLE DE ENERGIAS PERIGOSAS (CEP)

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CONTROLE DE ENERGIAS PERIGOSAS (CEP)

ÍNDICE

1. OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO...........................................................................3


2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA / COMPLEMENTARES.............................................3
3. DEFINIÇÕES E SIGLAS...................................................................................................3
4. CAMPO DE APLICAÇÃO..................................................................................................5
5. RESPONSABILIDADES....................................................................................................5
6. SEQUENCIA EXECUTIVA.................................................................................................7
7. ANEXOS..........................................................................................................................12

1. OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO


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Este procedimento tem por objetivo definir métodos a serem utilizados no processo de
trabalho para o controle de energias perigosas através de medidas de controle de
isolamento das fontes de energia elétrica, hidráulica, pneumática e mecânica proveniente
de equipamentos, instalações, materiais que inadvertidamente poderiam desprender ou
liberar energia

2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA / COMPLEMENTARES


• NR 10 – Instalações e Serviços em Eletricidade
• NR 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção
• PE-2AT-00005-C (LIBRA)
• PE 0020 SMS 036 – Segurança no Trabalho em Espaço Confinado
• DT-711-SGQ-051 – Permissão Para Serviço Seguro
• NBR 14787 – Norma Técnica Brasileira de Espaço Confinado – Prevenção de
Acidentes, Procedimentos e Medidas de Proteção.
• Anexo VI – Anexo Contratual de Segurança, Saúde e Meio Ambiente

3. DEFINIÇÕES E SIGLAS
• Energia – Entende-se como energia, todas as forças eletromecânicas utilizadas para
acionamento de máquinas e equipamentos,como por exemplo, a eletricidade,ar
comprimido, óleo ou água sobre pressão, vapor etc.
O vapor e o ar comprimido, mesmo quando utilizados para outros fins,continuam
classificados como energia para efeito de segurança, uma vez que, por suas
características próprias, pode causar lesões.
• Entrada de energia – É o ponto de entrada da energia para alimentar o equipamento,
tais como:
- Quadros de Distribuição Geral, válvula principal de ar comprimido/vapor, etc.
- Neste ponto (entrada) é que deve se dar a interrupção e travamento para fins de
segurança.Não havendo possibilidade de permanecer interrompida a energia da chave
geral ou na válvula principal e, desde que não haja uma entrada na máquina onde possam
ser colocados a trava e o cadeado,deverá ser aplicada qualquer outra medida que possa
realmente impedir, com segurança o acionamento das fontes de energia.
• Pressão Residual - É a pressão que ainda permanece na tubulação depois de fechada
ou interrompida a fonte de fornecimento de energia, hidráulica, pneumática ou a vapor. A
menos que a válvula possua meios próprios para sangria, uma seção do tubo deve ser
desacoplada para aliviar a pressão, se existir o risco.
• Cadeados de Segurança – Os cadeados de Segurança têm por finalidade manter
travada e impedir as entradas de energia; Devem ser de marca ou tipo diferente dos
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demais usados na área de trabalho, de modo a não serem confundidos ou usados para
outros fins; Não devem pertencer as séries de cadeados que possam ser abertos com
chave mestra, deve ser individual, intransferível e numerado.
• Trava de Segurança – É um dispositivo com duas hastes articuladas que, aplicado no
local de travamento, permite a colocação de até seis diferentes cadeados no mesmo ponto
de interrupção de energia.
• Bloqueio – Ação de impedir o manuseio dos dispositivos de isolamento de energia e/ou
acessos que evitem a exposição de pessoas ( instalar cadeados,travas, correntes ou
outros dispositivos de bloqueio )
• Cartão de Isolamento – Instalado no local de acionamento ou liberação de energia.
Destinado a identificar: o equipamento isolado, o responsável pelo isolamento, o motivo do
isolamento, a data e à hora do isolamento e do término previsto dos trabalhos.
• Empregado Autorizado – Responsável pela instalação do dispositivo mecânico de
isolamento e bloqueio de energia para que possa executar uma intervenção, geralmente, é
o responsável pela operação do equipamento.
• Empregado Envolvido – A pessoa que trabalha na área de influência da energia
isolada (executante) ou quando interfere na tarefa.
• Energia Elétrica – Energia como resultado de uma fonte de força elétrica gerada,
acumulada ou eletricidade estática. Essas forças podem ser ligadas, desligadas ou
dissipadas.
• Isolamento – Ação de interromper o fluxo das energias em um equipamento ou sistema
(desligar disjuntores).
• Matriz de Isolamento – Documento destinado a garantir a segurança do colaborador,
através da identificação: do equipamento, do isolamento/bloqueio, do responsável pelo
isolamento/bloqueio, da data e horário, do local das atividades, do nº do cadeado, das
recomendações de bloqueio e desbloqueio e informações adicionais identificadas pelo
encarregado/supervisor.

4. CAMPO DE APLICAÇÃO
Este procedimento aplica-se a situações identificadas com risco de liberação de energia
inadvertidamente e que possa causar danos a pessoa ou ao patrimônio. Exemplos de tais
equipamentos e componentes são: motores elétricos, bombas, turbinas, eixos, hélices, e
demais transmissores de movimento, dispositivos de emergência (se o serviço afetar o seu
funcionamento), teste hidrostático, teste pneumático, abertura de linhas, teste
hidropneumatico, vasos ou tanques sob pressão, em uso ou inertizados, painéis,
instrumentos, disjuntores e chaves de comando elétrico. Energia potencial que se liberada
pode causar acidente. Superfície a mais de 55ºC ou menos de -29ºC; vasos com pressão
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a mais de 50 psi (150 psi para água ou ar ); superfície energizada a mais de 50 V a terra
ou a carga eletrostática acumulada; contenção de fluido inflamável, tóxico ou corrosivo;
roda com excêntrico em equilíbrio instável, ou elemento de máquina em movimento.

5. RESPONSABILIDADES
5.1. Supervisor
• Observar que quando houver mais de um funcionário executando suas atividades, cada
um deles deve colocar seu próprio cartão de aviso de bloqueio e seu cadeado;
• Certificar-se, antes da retirada dos bloqueios, se não há alguém trabalhando no local e
que a máquina ou equipamento tenha condições seguras de uso;
• Comunicar a segurança do trabalho quaisquer irregularidades verificadas com o
procedimento de bloqueio de equipamentos;
• Estabelecer ronda periódica verificando a permanência e bom estado dos cartões, sem,
no entanto ser necessário registrar ou controlar tal atividade.
• Avisar a todo o pessoal da área e executantes de serviços no equipamento e
vizinhanças, assegurarem a comunicação nas passagens de turnos ao pessoal da área
bem como nas trocas dos executantes dos serviços nos equipamentos bloqueados.

5.2. Segurança do Trabalho


• Disponibilizar o formulário do cartão (Anexo 1) “AVISO” e controle de sua distribuição;
• Treinar e conscientizar os usuários sobre a importância, obrigatoriedade e modo de
utilização do cartão de bloqueio: (Anexo 1) “AVISO”;
• Inspecionar periodicamente a correta aplicação deste procedimento bem como
identificação de perigos e riscos na atividade propondo medidas corretivas.

5.3. Envolvidos na Atividade


• Utilizar obrigatoriamente o bloqueio de equipamentos, através dos dispositivos de
bloqueios, cadeados e cartão (Anexo 1)“AVISO” em qualquer serviço de verificação,
reparos, teste, lubrificação e outros.
• Comunicar as chefias do setor onde esta sendo executado o serviço, momento em que
será efetuado o inicio e o término do trabalho, dando ciência das medidas de segurança
adotadas; não permitir a permanência de funcionários não relacionados ao serviço
próximo ao bloqueio.

5.4. Trabalhadores em Geral


• Não acionar, em hipótese alguma, máquina, sistema ou equipamento que estiver com
dispositivos de bloqueios, cadeados e o cartão de bloqueio.
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• Procurar o pessoal responsável pela atividade ou chefia direta, em caso de duvidas.


• Não permanecer próximo ao equipamento bloqueado caso não estiver relacionado ao
serviço.
• Certificar-se, após a retirada dos bloqueios e do cartão pelo funcionário responsável,
que o equipamento oferece condições seguras de uso.
• Não remover bloqueios e cartões instalados. Somente o responsável pelo bloqueio
poderá fazer a remoção.

5.5. Da Gerencia
• Orientar e fiscalizar a utilização dos bloqueios físicos e do cartão de bloqueio,
pelos responsáveis de cada atividade.
• Aplicar as medidas disciplinares necessárias quando da não utilização devida dos
bloqueios físicos (quando requerido) e do cartão de bloqueio.
• Determinar quando necessário, a adoção de medidas adicionais de segurança.
• É atribuição de todos os empregados informarem à supervisão da área quando
um equipamento ou ferramenta esta em condição insegura. O bloqueio de tal
dispositivo é da competência da respectiva supervisão.
• Profissionais de segurança também têm autoridade para colocar o cartão de
bloqueio em condições inseguras, devendo comunicar imediatamente o responsável
pelo equipamento/área.

6. SEQUENCIA EXECUTIVA
6.1 – Condição Especifica
• Treinamento e Comunicação – Para a implementação e manutenção do
Procedimento de Etiquetagem e Bloqueio, deve ser realizados programas de
treinamento de todos os colaboradores envolvidos diretamente com a atividade e
cujo desempenho seja impactado por este procedimento.
Os treinamentos são específicos e devem ter nível de aprofundamento suficiente
para propiciar a segura, implementação e aplicação do padrão, sendo que este
treinamento é de responsabilidade da Gerencia de SMS, com o apoio da Gerencia
de Produção.
Nota: O cadeado (Anexo 2) de bloqueio deve ser fornecido somente após a
comprovação da participação do empregado (próprio ou contratado) no treinamento
e sob o controle do setor de SMS.
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Antes da execução do trabalho a pessoa autorizada deve isolar, imobilizar e


desenergizar o equipamento (bloqueio físico) e colocar/preencher o cartão de aviso
de bloqueio, devendo comunicar o pessoal afetado tanto no inicio da atividade
quanto no encerramento.
O responsável pela execução da atividade deve ser o primeiro a colocar o bloqueio
e o ultimo a retirá-lo, com o acompanhamento do Técnico de Segurança do
Trabalho.
A seqüência genérica de bloqueio implica nas etapas:
• Verificação das fontes de energia;
• Identificação de recursos de desenergização prévia e/ou oportunidades de
acionamento/descarga, a respectiva prevenção como: Equipamento esta todo
isolado, substâncias liquidas foram drenadas, substâncias gasosas foram
ventiladas, pressão foi esgotada, outras fontes de energia foram isoladas;
• Colocação de dispositivo de bloqueios e cadeados, conforme cores definidas no
MD-5270.00-32311-947-EYT-002 Permissão de Serviço Seguro (no caso de
bloqueio coletivo, como porta-cadeado, o responsável pela execução da atividade
será o primeiro a colocá-lo e o ultimo a retirá-lo), cabendo a cada executante
responsável por um serviço no equipamento bloqueado acrescentar o seu – ficam
dispensados os ajudantes dos executantes (terceiros ou não) desde que trabalhem
no equipamento bloqueado na presença do executante que estão servindo;
• Colocação dos cartões de bloqueio (Anexo 1) – “AVISO” - que são sempre
obrigatórios.
6.2 Matriz de Isolamento
6.2.1. Elaboração das Matrizes de Isolamento e Bloqueio
• A elaboração das matrizes é de responsabilidade da Supervisão da atividade
conforme Anexo 3 . As matrizes devem ser previamente elaboradas e devem ser
assinada sendo esta condição para o inicio das atividades e também para o
encerramento cumprindo-se todas as recomendações.
• A matriz de isolamento é utilizada para orientar o isolamento, bloqueio e aviso
dos equipamentos ou sistemas nos quais é necessário realizar intervenções.
• Essa matriz complementa a Permissão de Serviço Seguro e a Análise Preliminar
de Risco.
• Uma matriz de isolamento deve ser específica para o serviço nela descrito, e
restrita a um único equipamento ou sistema, perfeitamente identificado e delimitado.
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• A matriz de isolamento deve ser emitida em duas vias, uma para ficar na frente
de trabalho junto a PSS e outra para ficar em poder do setor de Segurança do
Trabalho. Vias adicionais podem ser impressas caso necessário.
• Todo o funcionário de mecânica e elétrica e do departamento de Segurança do
Trabalho, bem como todos os Coordenadores, Engenheiros e Supervisores estão
autorizados a utilizar bloqueios (físicos e cartões), todos devem estar treinados.

6.3 Identificação, comunicação, desligamento, isolamento, bloqueio e


descarga
Identificação
• Identificar a energia envolvida. (tipos, fontes e perigos)
• Identificar os tipos de dispositivos de controle existentes e adequados.
(cadeados, correntes, válvulas, chaves comutadoras, etiquetas, etc).

Comunicação
• Comunicar todo o pessoal envolvido, que possa ser afetado pela realização da
atividade, incluindo data da realização, tempo estimado de duração e responsável
pelo bloqueio e liberação.
• Comunicar a segurança do trabalho identificando o local exato do bloqueio e a
abrangência do mesmo.

Desligamento / corte de fluxo


Deve ser Interrompida a transmissão de energia para o ponto de intervenção
através de dispositivos existentes e previamente avaliados, tais como: disjuntores,
botoeira de parada, chave liga e desliga válvula, etc.
Isolamento
• Todas as fontes de energia devem ser isoladas ou desativadas por meio de
dispositivos normalmente utilizados ou adotando outros dispositivos que se fizer
necessário para garantir a interrupção do fluxo de energia, exemplos: chaves gerais,
válvulas mestras, tampões, raquetes, etc.
• A área de influência da atividade e abrangência dos riscos deve ser isolada e
sinalizada impedindo a permanência e circulação de pessoas não envolvidas nas
atividades.
Bloqueio
A fonte de energia, após o isolamento (interrupção de fornecimento), deve ser
bloqueada com dispositivo adequado que impeça o acionamento acidental ou
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intencional e afixado etiqueta de AVISO devidamente preenchida com o nome do


responsável e assinada. Entende-se por bloqueio físico a colocação de:
• Cadeados (e portas-cadeado) em pontos de acionamento elétrico, pneumático ou
hidráulico de equipamentos, seguido da tentativa real de acionamento de todos os
pontos a serem bloqueados do equipamento;
• Correntes com cadeados em volantes de válvulas;
• Pinos ou cunhas de travamento mecânico no curso de eixos, pistões ou rodas;
• Remoção dos cabos de bateria em motores à explosão;
• Raquete, flange cego ou duplo bloqueio em linhas e tubulações;
• Travamento com chicote (dispositivo de cabo de aço com mola) nas conexões e
acoplamentos de mangueiras pneumáticas e hidráulicas;
• Remoção de fusíveis no caso de instalações elétricas em que a posição de
cadeados é impossível;
• Disposição de observador em possíveis pontos de acionamento quando nenhum
outro bloqueio físico é possível e apenas a colocação do cartão Não Acione é
insuficiente;
• Calços em prensas e similares.
Etiqueta / Cartão de Bloqueio

• Entende-se por Cartão de Bloqueio (Anexo 1) – “AVISO”:


• Colocação de cartões em todos os pontos de acionamento possível, bem como
em cada bloqueio físico.
• O cartão de bloqueio é de uso obrigatório para toda atividade onde seja
necessário o bloqueio de energias.
• O cartão é para uso exclusivo da empresa, sendo proibida a sua utilização por
terceiros. Entretanto,quando uma empreiteira estiver a serviço da empresa, o cartão
deverá ser utilizado, ficando as providências previstas neste procedimento, sob a
responsabilidade do departamento contratante.
• Deve ser afixada uma etiqueta para cada empregado envolvido na execução da
atividade.
• Os cartões devem ser colocados em local visível e juntos, de forma a garantir a
sinalização do sistema bloqueado.
• O cartão é de uso pessoal e, somente quem o colocou poderá removê-lo, ou em
caso extremo sob ordem expressa do mesmo.
• O cartão é considerado equipamento de proteção individual.
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• Os cartões a serem descartados devem ser enviados ao setor de Segurança do


trabalho. Os cartões não devem ser jogados no lixo comum.
Descarga de energia residual
• Após o bloqueio deve ser eliminado, descarregado, expurgado, esvaziado
aliviado toda a energia ou fonte geradora do local a ser executada a atividade.
• Carga estática de capacitores;
• Trechos de tubulações ainda pressurizados;
• Partes mecânicas móveis;
• Calor em partes aquecidas.
• Utilize: aterramento, bloqueio de partes móveis, calço de peças suspensas,
drenagem e purga de tubulações, resfriamento de partes aquecidas, móveis, calço
peças tubulações.
Descarga de energia residual ou recarga
• Carga estática de capacitores;
• Trechos de tubulações ainda pressurizados;
• Partes mecânicas móveis;
• Calor em partes aquecidas.
• Utilize: aterramento, bloqueio de partes móveis, calço de peças suspensas,
drenagem e purga de tubulações, resfriamento de partes aquecidas, móveis, calço
peças tubulações;
• Verificação do isolamento
• Assegure-se que ninguém esteja exposto, em contato com o equipamento ou em
condição de risco;
• Verifique a isolação do equipamento, operando a botoeira (na posição LIGA) ou
outro dispositivo de controle. Utilize instrumentos de medição se necessário.
Execução do trabalho
Será permitido quando houver um estado de “energia nula” ou “energia zero”.
Devem ser checados todos os bloqueios físicos e desenergização (teste real dos
pontos de acionamento/equilíbrio instável),
Autorizados podem executar os serviços, com total segurança, no equipamento.
Encerramento do Serviço

• Estabelecer condição normal / Restabelecer a energia;


• A remoção dos bloqueios (fim da interdição), garantindo-se que cartões e
bloqueios sejam removidos, comunicando o pessoal envolvido. Os mesmos
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solicitante(s) e executante(s) responsável(is) pelo(s) serviço(s) no equipamento


bloqueado devem remover os bloqueios (sempre o solicitante por último);
• Se o bloqueio físico ou cartão deixado por um solicitante ou executante tiver que
ser removido na ausência destas pessoas na Unidade; isto somente poderá ser feito
com a autorização de um representante de nível hierárquico superior do ausente,
entretanto deve ser feito um esforço em contatar a pessoa ausente que colocou o
bloqueio / cartão, devendo, no entanto sempre ser notificada do andamento logo
que retorne à Unidade.
• No caso de trabalhos com aberturas de linhas ou vasos, o bloqueio deve ser
aplicado às linhas de acesso / conexão aos mesmos, bem como a agitadores que
porventura existirem. Havendo necessidade de entrada em vasos ou tanques,
aplica-se adicionalmente o procedimento para Entrada em Espaços Confinados.
• Para a interdição de ferramentas e equipamentos em condições inseguras, usa-
se o cartão (Anexo 1) “AVISO”, seguido da comunicação imediata às áreas
controladora e usuária do mesmo, que deve gerenciar o assunto (lembrando que o
desbloqueio deve ser solicitado a quem o aplicou).
• Certifique-se que todas as proteções foram desinstaladas e o equipamento está
seguro para voltar a operar;
• Assegure-se que ninguém esteja em contato com o mesmo; confirme que os
controles ou botoeira estejam na posição DESLIGA ou neutra;
Cada funcionário autorizado deve retirar seus dispositivos de bloqueio e etiquetas
de campo; (Deve ser removido pelo mesmo que o aplicou).
• Proceda ao acionamento e efetue testes para garantir que tudo está em perfeito
funcionamento.

Comunicação Final

• Deve ser realizada a todo pessoal envolvido, comunicando que a máquina,


equipamento ou instalação esta “em operação” novamente.
• Confira a Matriz de Isolamento garantindo que todos os passos foram cumpridos.
• Entregar a Matriz de Isolamento e a PSS ao setor de SMS.

6.4 Medidas Disciplinares


O não cumprimento deste procedimento caracteriza ato de indisciplina e/ou
insubordinação, passível de aplicação de penas disciplinares, conforme legislação
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vigente, cabendo à Gerência de Recursos Humanos, juntamente com a Gerência da


área envolvida, analisar a ocorrência e determinar a aplicação das medidas
disciplinares necessárias.

7. ANEXOS
- Anexo 1 – Etiqueta de Bloqueio
- Anexo 2 - Cadeados
- Anexo 3 - Matriz de Isolamento

ANEXO 1 – Etiquetas de Bloqueio


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ANEXO 1
Verso
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ANEXO 2 - Cadeados
CADEADO DOURADO – EXECUTANTE EM CONJUNTO COM TÉCNICO DE
SEGURANÇA DO TRABALHO

CADEADO VERMELHO – EXECUTANTE ELETRICA/INSTRUMENTAÇÃO EM


CONJUNTO COM TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO
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CADEADO AZUL – EXECUTANTE SEGUINDO O PROCEDIMENTO DE LIBRA

Anexo 3 - Matriz de Isolamento