DIREÇÃO - GERAL DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES – DIREÇÃO DE SERVIÇOS REGIÃO ALENTEJO
Agrupamento de Escolas de Vidigueira
Escola Básica Integrada com Jardim-de-infância Frei António das Chagas de Vidigueira
Nome N.° Turma Data
Avaliação________________Professor(a) E.E___________________________
Teste de avaliação
ASSINALA COM V (VERDADEIRO) OU F (FALSO) AS AFIRMAÇÕES ABAIXO TRANSCRITAS, CORRIGINDO AS
FALSAS:
____ 1 - O Auto da Barca do Inferno é uma alegoria da sociedade setecentista com os seus vícios e os
seus pecados, abrangendo todas as camadas sociais.
____ 2 - O objetivo desta peça é a crítica social.
____ 3 - A estrutura interna contém uma única ação.
____ 4 - No Auto não há qualquer evolução cronológica.
____ 5 - A ação localiza-se na Barca do Inferno.
____ 6 - Gil Vicente apenas utiliza um tipo de cómico, o de linguagem.
____ 7 - A ironia é um dos processos cómicos presentes nesta peça.
____ 8 - O nome próprio das personagens é um aspeto relevante.
____ 9 - As personagens são "planas, estáticas e lineares" por serem personagens tipo.
____ 10 - O único elemento caracterizador das personagens é a linguagem.
____ 11 - O Diabo e o Companheiro preparam a barca, num ambiente festivo.
____ 12 - O Fidalgo vem acompanhado de uma moça, de uma cadeira e de um manto.
____ 13 - A primeira personagem representa a tirania e a avareza.
____ 14 - O Fidalgo considera o Batel lnfernal como um cortiço.
____ 15 - "Sou fidalgo de solar" é um argumento de acusação de Dom Anrique.
____ 17 - O Diabo é advogado de acusação e o Anjo de defesa.
____ 18 - O Fidalgo vai para a Ilha Perdida, deixando no cais a cadeira e o pajem.
____ 19 - O Onzeneiro apresenta-se, em cena, com um saco cheio de ouro.
____ 20 – Esta personagem simboliza a exploração do povo.
____ 21 - O mester desta personagem resume-se "Na safra do apanhar".
____ 22 - O Anjo acusa-o de não ter dinheiro para pagar ao barqueiro.
____ 23 - O Onzeneiro pede ao Diabo que o deixe voltar ao outro mundo para rever a mulher.
____ 24 - O Parvo entra em cena carregado de símbolos, revelando a sua profissão em terra.
____ 25 - O discurso de Joane prova que ele "não era nada parvo".
____ 26 - O Diabo e o Anjo têm a função de advogados de acusação.
____ 27 - O Parvo insulta o Diabo, criando o cómico de linguagem.
____ 28 - Joane é mais uma das personagens que vai para a "terra dos demos".
____ 29 - A personagem Parvo tem uma funcionalidade, na peça, para além da sua própria "cena".
____ 30 - O Sapateiro carregava as formas, símbolo da sua profissão.
____ 31 - Ele cumpriu, rigorosamente, os preceitos religiosos que o vão salvar. F não cumpriu, foi excomungado da
____ 32 - O Anjo acusa-o de “a carga” o embaraçar.
____ 33 - A frase "Santo sapateiro honrado" sintetiza, na realidade, as características do Sapateiro.
____ 34 - A movimentação cénica do Sapateiro é igual à da maioria das personagens.
____ 35 - O Frade está convencido que o seu hábito o protege.
____ 36 - Os símbolos com que este se apresenta no cais mostram, perfeitamente, o seu modo de vida.
____ 37 - O Frei Babriel tem verdadeiros atributos de um homem de corte.
____ 38 - A devoção e a penitência caracterizam a sua vida.
____ 39 - O Anjo discursa, violentamente, contra a atitude do Frade.
____ 40 - Joane, o Parvo, defende esta personagem.
____ 41 - O Frade e a Moça acabam por embarcar no "fogo ardente".
____ 42 - Os elementos caracterizadores da Alcoviteira remetem para o seu estatuto social.
____ 43 - A Alcoviteira estava convicta de que iria para o Paraíso.
____ 44 - Brísida Vaz considerava-se uma mártir por ter sido degredada.
____ 45 - A linguagem utilizada pela personagem no discurso com o Anjo é de cariz religioso. ____
46 - Um dos argumentos de acusação do Anjo é o facto de Brísida Vaz ter criado meninas para o Clero. ____
47 - A Alcoviteira compara-se a Santa Úrsula.
____ 48 - O Judeu chega ao cais, trazendo um bode às costas.
____ 49 - O bode representa o apego às leis.
____ 50 - O Judeu tenta subornar o Diabo.
____ 51 - A personagem é persuadida pelo Diabo e deixa o bode no cais.
____ 52 - O Anjo acusa-o, violentamente, de ter praticado judiarias.
____ 53 - O Parvo apenas intervém para provocar o riso.
____ 54 - O Anjo e o Parvo têm a mesma função.
____ 55 - O Judeu e o bode embarcam no Batel lnfernal.
____ 56 - O Corregedor apresenta-se como Meirinho do mar.
____ 57 - A sua linguagem tem expressões em latim clássico.
____ 58 - A injustiça é uma das acusações feitas pelo Diabo à personagem.
____ 59 - O Corregedor atribui a culpa do suborno à mulher.
____ 60 - O Procurador admite que se confessou, no entanto omitiu o roubo.
____ 61 - "Filhos da ciência" é a expressão utilizada pelo Anjo para caracterizar o Corregedor e o
Procurador.
____ 62 - O Parvo assume, aqui, o papel de advogado de defesa.
____ 63 - O Corregedor sentenciou várias vezes a Alcoviteira.
____ 64 - Não há qualquer razão aparente para que o Enforcado entre em cena logo após o Corregedor e o
Procurador.
____ 65 - O baraço representa o modo como morreu a personagem.
____ 66 - Alguém em terra lhe garantiu o Paraíso.
____ 67 - O Anjo persuade-o a embarcar na Barca do Diabo.
____ 68 - Garcia Moniz não lhe falou, nem do cais, nem do barqueiro.
____ 69 - Os Quatro Cavaleiros morreram na Batalha de Aljubarrota.
____ 70 - As personagens chegaram ao cais, dançando.
Cotações:
0,7 cada alínea
Bom Trabalho
A Professora: E.M.