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Aula 01 - Prof. Sérgio Mendes

Noções de Administração p/ Agente da Polícia Federal (com videoaulas)

Professores: Marco Tulio Bicalho Gomes, Rodrigo Rennó, Sérgio Mendes, Vinícius
Nascimento

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Noções de Administração p/ PF
Agente da Polícia Federal
Teoria e Questões Comentadas
Prof. Sérgio Mendes Aula 01

AULA 1 - DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS (O PROCESSO)

APRESENTAÇÃO DO TEMA
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO DO TEMA .......................................................................... 1

1. ELABORAÇÃO/PLANEJAMENTO ............................................................ 5

1.1. Iniciativas ...................................................................................... 5

1.2. Prazos........................................................................................... 9

1.3. Lei Complementar (art. 165, § 9.º, da CF/1988) ........................................ 12

1.4. Conteúdo da Proposta Orçamentária ..................................................... 14

2. DISCUSSÃO/ESTUDO/APROVAÇÃO ........................................................16

2.1. Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização ...................... 16

2.2. Emendas Parlamentares .................................................................... 17

2.3. Aprovação ..................................................................................... 19

2.4. Sanção ......................................................................................... 20

3. EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA .............................................23

3.1. Considerações Iniciais ....................................................................... 23

3.2. Execução Orçamentária e Cumprimento das Metas ..................................... 24

3.3. Emendas Parlamentares Individuais de Execução Obrigatória ........................ 24

4. AVALIAÇÃO E CONTROLE ..................................................................34

4.1. Avaliação ...................................................................................... 34

4.2. Controle ....................................................................................... 36

..................................................................................45

QUESTÕES DE CONCURSOS ANTERIORES - CESPE .............................................55

LISTA DE QUESTÕES COMENTADAS NESTA AULA .............................................87

GABARITO ............................................................................................99

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Olá amigos! Como é bom estar aqui!

É com enorme alegria que tenho você como aluno e assim ter a satisfação de
que você inicialmente aprovou nossa aula demonstrativa, decidindo continuar o
curso. É sinal que você busca o crescimento, que corre atrás dos seus
objetivos, que põe em prática o sonho de alcançar o sucesso na aprovação de
um concurso público.

"Confiar, totalmente, em nossa boa vontade e na força em querer crescer já


significa o próprio crescimento." (Maria Luiza S. Teles)

Você verá que esse caminho rumo à aprovação pode ser prazeroso. No início é
mais difícil, mas à medida que você for evoluindo nos estudos, terá satisfação
em perceber que está aprendendo a matéria e resolvendo aquelas questões de
concursos que no início pareciam impossíveis. Depois de alcançar um bom
ritmo e uma rotina consistente de estudos, sentirá falta de estudar naquele dia
que não ler ao menos um pouquinho da matéria.

"O sucesso é uma jornada, não um ponto final. Metade do prazer


está em percorrer o caminho." (Gita Bellin)

Com dedicação, organização, disciplina e objetividade, estudaremos nesta aula


o ciclo (ou processo) orçamentário, o qual corresponde ao período de tempo
em que se processam as atividades típicas do orçamento público, desde sua
concepção até a apreciação final.

Possivelmente será a aula com o conteúdo mais extenso em todo o nosso


curso, mas certamente uma das mais cobradas!

É um processo contínuo, dinâmico e flexível, por meio do qual se


elabora/planeja, aprova, executa, controla/avalia a programação de dispêndios
do setor público nos aspectos físico e financeiro.

No nosso país identificam-se, basicamente, quatro etapas no ciclo ou processo


orçamentário:
 elaboração/planejamento da proposta orçamentária;
 discussão/estudo/aprovação da Lei de Orçamento;
 execução orçamentária e financeira; e
 avaliação/controle.

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O processo orçamentário é dinâmico, entretanto, não autossuficiente, porque


a elaboração da proposta, primeira etapa do ciclo orçamentário, renova-se
anualmente e é resultante das definições da programação de médio prazo, que
por sua vez detalha o plano de longo prazo, para integrá-lo ao processo de
planejamento.

E o exercício financeiro?

O exercício financeiro coincidirá com o ano civil1.

O exercício financeiro coincide com o ano civil, ou seja, inicia-se em 1º de


janeiro e se encerra em 31 de dezembro de cada ano.

O ciclo (ou processo) orçamentário não se


confunde com o exercício financeiro. Aquele
envolve um período muito maior, iniciando com o
processo de elaboração do orçamento, passando
Ciclo Orçamentário por discussão, execução e encerramento com o
≠ Exercício Financeiro controle.

1
Art. 34 da Lei 4.320/1964.

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(CESPE – Agente Administrativo - DPU – 2016) Para efeitos da LOA, o


exercício financeiro tem início com a aprovação da lei, não coincidindo
este com o ano civil.

O exercício financeiro coincide com o ano civil, ou seja, inicia-se em 1º de


janeiro e se encerra em 31 de dezembro de cada ano, conforme dispõe o art.
34 da Lei 4.320/1964.
Resposta: Errada

(CESPE – Economista e Contador - DPU – 2016) O ciclo orçamentário


pode ser definido como um rito legalmente estabelecido, com etapas
que se repetem periodicamente e que envolvem elaboração, discussão,
votação, controle e avaliação do orçamento.

No Brasil, o ciclo orçamentário se divide em quatro etapas: a


elaboração/planejamento da proposta orçamentária, a
discussão/estudo/aprovação, a execução orçamentária/ financeira e a
avaliação/controle.
Resposta: Certa

Em vários momentos desta aula (e do curso)


colocarei as referências das legislações citadas nos rodapés das páginas. Isso
vai acontecer apenas para que você saiba a fonte. NÃO é necessário que você
perca tempo e vá até a CF/1988 ou até a respectiva Lei, pois eu colocarei na
íntegra o dispositivo citado, no próprio corpo do texto.

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1. ELABORAÇÃO/PLANEJAMENTO

Palácio do Planalto por Roberto Stuckert Filho/Presidência

1.1. Iniciativas

1.1.1. A iniciativa do Poder Executivo

Segundo o art. 165 da Constituição Federal de 1988 (CF/1988):


Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão:
I – o plano plurianual;
II – as diretrizes orçamentárias;
III – os orçamentos anuais.

De acordo com esse artigo, as leis do PPA, LDO e LOA são de iniciativa do
Poder Executivo: Presidente, Governadores e Prefeitos.
No nível federal, o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão é o órgão
do Poder Executivo responsável pela elaboração dos instrumentos de
planejamento e orçamento. Nos estados, Distrito Federal e municípios, como
regra geral, há uma Secretaria do Poder Executivo do ente com a atribuição de
elaborar tais leis.

A iniciativa é sempre do Poder Executivo!

Na esfera federal, a Constituição Federal, em seu art. 84, XXIII, determina que
a iniciativa dos instrumentos de planejamento e orçamento é de competência
privativa do Presidente da República, mas ela deve ser lida como exclusiva:
Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República:
(...)
XXIII – enviar ao Congresso Nacional o plano plurianual, o projeto de lei de

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diretrizes orçamentárias e as propostas de orçamento previstos nesta


Constituição.
(...)
Parágrafo único. O Presidente da República poderá delegar as atribuições
mencionadas nos incisos VI, XII e XXV, primeira parte, aos Ministros de
Estado, ao Procurador-Geral da República ou ao Advogado-Geral da União, que
observarão os limites traçados nas respectivas delegações.

A diferença que se faz é que a competência exclusiva é indelegável e a


competência privativa é delegável. O problema é que a CF/1988 não é
rigorosamente técnica neste assunto. No caso dos instrumentos de
planejamento e orçamento, seriam matérias de competência exclusiva do
presidente da República, porque são atribuições não excepcionadas como
delegáveis pelo parágrafo único do art. 84 e, portanto, indelegáveis.

Vale ressaltar que, em regra, a apresentação de um projeto de lei é facultada


ao titular da iniciativa. O titular pode optar pelo momento da apresentação,
não sendo imposto o cumprimento de prazos obrigatórios.
Contudo, em caráter excepcional, alguns projetos podem se submeter a
exigências constitucionais ou legais que determinem períodos para que seja
exercida tal iniciativa, tornando-a obrigatória. Nesses casos, considera-se que
a iniciativa é vinculada. É o que ocorre com os projetos de lei do PPA, da
LDO e da LOA, cuja iniciativa é exclusiva do Chefe do Poder Executivo, porém
ao mesmo tempo vinculada pela obrigatoriedade de cumprimento de prazos.

Segundo o art. 85 da CF/1988, constituem crime de responsabilidade os atos


do Presidente da República que atentem contra a lei orçamentária.

1.1.2. Demais Poderes, MPs e DPs

Consoante a Lei de Responsabilidade Fiscal - LRF, o Poder Executivo de cada


ente colocará à disposição dos demais Poderes e do Ministério Público, no
mínimo 30 dias antes do prazo final para encaminhamento de suas propostas
orçamentárias, os estudos e as estimativas das receitas para o exercício
subsequente, inclusive da corrente líquida, e as respectivas memórias de
cálculo.
Isso ocorre porque todos os Poderes (Legislativo, Judiciário e mais o Ministério
Público) elaboram suas propostas orçamentárias parciais e encaminham para o
Poder Executivo, o qual é o responsável constitucionalmente pelo envio da
proposta consolidada ao Legislativo.

Consoante o art. 99 da CF/1988, ao Poder Judiciário é assegurada


autonomia administrativa e financeira. O § 1º ressalta que os tribunais
elaborarão suas propostas orçamentárias dentro dos limites estipulados
conjuntamente com os demais Poderes na Lei de Diretrizes Orçamentárias.

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Ainda, o encaminhamento da proposta, ouvidos os outros tribunais


interessados, compete (§ 2º):
I - no âmbito da União, aos Presidentes do Supremo Tribunal Federal e dos
Tribunais Superiores, com a aprovação dos respectivos tribunais;
II - no âmbito dos Estados e no do Distrito Federal e Territórios, aos
Presidentes dos Tribunais de Justiça, com a aprovação dos respectivos
tribunais.
Se os órgãos referidos no § 2º não encaminharem as respectivas propostas
orçamentárias dentro do prazo estabelecido na lei de diretrizes orçamentárias,
o Poder Executivo considerará, para fins de consolidação da proposta
orçamentária anual, os valores aprovados na lei orçamentária vigente,
ajustados de acordo com os limites estipulados na forma do § 1º deste artigo
(§ 3º).

De acordo com o art. 127 da CF/1988, ao Ministério Público é assegurada


autonomia funcional e administrativa. O § 3º ressalta que o Ministério Público
elaborará sua proposta orçamentária dentro dos limites estabelecidos na Lei de
Diretrizes Orçamentárias.
De forma semelhante ao Poder Judiciário, se o Ministério Público não
encaminhar a respectiva proposta orçamentária dentro do prazo estabelecido
na lei de diretrizes orçamentárias, o Poder Executivo considerará, para fins de
consolidação da proposta orçamentária anual, os valores aprovados na lei
orçamentária vigente, ajustados de acordo com os limites estipulados na forma
do § 3º.

Finalmente, com base no art. 134, §§ 2º e 3º, da CF/1988, às Defensorias


Públicas da União, Estaduais e do Distrito Federal são asseguradas as
autonomias funcional e administrativa e a iniciativa de sua proposta orçamentária
dentro dos limites estabelecidos na Lei de Diretrizes Orçamentárias. O art. 134
não concedia tal autonomia à Defensoria Pública da União e do Distrito Federal,
mas isso foi alterado pela Emenda Constitucional nº 74, de 6 de agosto de
2013, a qual acrescentou o § 3º ao art. 134, estendendo as mesmas
prerrogativas à Defensoria Pública da União (DPU) e do Distrito
Federal.

(CESPE – Auditor - Conselheiro Substituto – TCE/PR – 2016) No nível


federal, o Ministério da Fazenda é o órgão federal responsável pela
elaboração do orçamento.

No nível federal, o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão é o


órgão do Poder Executivo responsável pela elaboração do orçamento.
Resposta: Errada

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(CESPE – Consultor de Orçamentos – Câmara dos Deputados – 2014)


Na LDO, constam os limites para a elaboração das propostas
orçamentárias do Ministério Público.

De acordo com o art. 127 da CF/1988, ao Ministério Público é assegurada


autonomia funcional e administrativa. O § 3º ressalta que o Ministério Público
elaborará sua proposta orçamentária dentro dos limites estabelecidos na Lei de
Diretrizes Orçamentárias.
Resposta: Certa

(FCC – Analista do Tesouro Estadual – SEFAZ/PI – 2015) O Plano


Plurianual, no âmbito estadual, é lei de iniciativa da Secretaria de
Planejamento e Orçamento.

O Plano Plurianual, no âmbito de qualquer ente, é lei de iniciativa do Poder


Executivo. Geralmente, em cada ente, há uma Secretaria com a atribuição de
elaborar os instrumentos de planejamento e orçamento, mas não se pode
afirmar que a iniciativa seria de tal Secretaria. A iniciativa é sempre do Poder
Executivo.
Resposta: Errada

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1.2. Prazos

Na esfera federal os prazos para o ciclo orçamentário estão no art. 35 do


Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT):
§ 2.º Até a entrada em vigor da lei complementar a que se refere o art. 165, §
9.º, I e II, serão obedecidas as seguintes normas:
I – o projeto do plano plurianual, para vigência até o final do primeiro exercício
financeiro do mandato presidencial subsequente, será encaminhado até quatro
meses antes do encerramento do primeiro exercício financeiro e devolvido para
sanção até o encerramento da sessão legislativa;
II – o projeto de lei de diretrizes orçamentárias será encaminhado até oito
meses e meio antes do encerramento do exercício financeiro e devolvido para
sanção até o encerramento do primeiro período da sessão legislativa;
III – o projeto de lei orçamentária da União será encaminhado até quatro
meses antes do encerramento do exercício financeiro e devolvido para sanção
até o encerramento da sessão legislativa.

Nos estados e municípios os prazos do ciclo orçamentário devem estar,


respectivamente, nas Constituições Estaduais e nas Leis Orgânicas.

O prazo de encaminhamento corresponde à data limite para o Executivo enviar


ao Legislativo os projetos dos instrumentos de planejamento. Já o prazo de
devolução corresponde à data limite para o Poder Legislativo retornar os
projetos para a sanção.

PPA

Encaminhamento ao CN: até 4 meses antes do


PRAZOS encerramento do 1° exercício financeiro (31.08).
Devolução para sanção: até o encerramento da sessão
legislativa (22.12).

LDO

Encaminhamento ao CN: até 8 meses e 1/2 antes do


encerramento do exercício financeiro (15.04).
Devolução para sanção: até o encerramento do
primeiro período da sessão legislativa (17.07).

LOA

Encaminhamento ao CN: até 4 meses antes do


encerramento do exercício financeiro (31.08).
Devolução para sanção: até o encerramento da sessão
legislativa (22.12).

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Comentários sobre os prazos

Quando colocamos uma data (por exemplo, 31/08) é considerando a legislação


atual e, assim, está correto. Entretanto, repare que não está escrito que, por
exemplo, a LOA deve ser enviada até 31 de agosto e sim quatro meses antes do
exercício financeiro. Logo, podemos tirar algumas conclusões:
 se a legislação alterasse o exercício financeiro (por exemplo, se mudasse
para início em 01/08 e término em 31/07 do ano subsequente), as datas
do ciclo também seriam alteradas;
 se o mandato presidencial fosse alterado (por exemplo, para cinco anos),
o tempo de duração do PPA também seria alterado (porque a duração é
até o final do primeiro exercício financeiro do mandato presidencial
subsequente. Se o mandato aumentasse em um ano, a vigência também
seria acrescida em um ano);
 Em determinado período do ano, poderá haver duas LDOs vigendo
simultaneamente. Por exemplo, supondo que os prazos fossem cumpridos,
se estivéssemos em setembro de 2016, estaria em vigor a LDO-2016
(elaborada e sancionada em 2015, para reger a LOA-2016) e a LDO-2017
(elaborada e sancionada em 2016, para reger a LOA 2017).
 O envio da proposta orçamentária anual ao Poder Legislativo independe
da aprovação e publicação do PPA e da LDO.

Diferença entre legislatura, sessão legislativa e período legislativo: a


legislatura, segundo a CF/1988, é o período de quatro anos. Cada legislatura
possui quatro sessões legislativas, que ocorrem anualmente de 2 de fevereiro
a 22 de dezembro. Por sua vez, cada sessão legislativa possui dois períodos
legislativos, o primeiro de 2 de fevereiro a 17 de julho e o segundo de 1º de
agosto a 22 de dezembro. Em suma:

LEGISLATURA

Legislatura 4 anos. Divide-se em 4


sessões legislativas anuais.

Sessão Anual, de 02 Fev a 22 Dez.


Legislativa Divide-se em 2 períodos.

Período 1º período: 02 Fev a 17 Jul


Vista da janela do prédio do Anexo I da
Legislativo 2º período: 1º Ago a 22 Dez Câmara dos Deputados (prédio mais alto). Eu
mesmo tirei a foto. 

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A Lei 4.320/1964 dispõe sobre o caso do Executivo não enviar no prazo a sua
proposta para apreciação do Legislativo:

“Art. 32. Se não receber a proposta orçamentária no prazo fixado nas


Constituições ou nas Leis Orgânicas dos Municípios, o Poder Legislativo
considerará como proposta a Lei de Orçamento vigente”.

Caso não receba a proposta orçamentária no prazo


fixado, caberá ao Poder Legislativo apreciar novamente
o orçamento vigente como se fosse uma nova
proposta! Ignora que diversos programas se exaurem
ao longo do exercício, mas essa é a única previsão Não envio do PLOA no
legal, já que a CF/1988 não traz nenhuma diretriz. prazo fixado

Vale ressaltar que o calendário das matérias orçamentárias nos traz problemas
em virtude da não edição da lei complementar sobre o assunto. Temos que no
1º ano do mandato do Executivo é aprovada a LDO para o ano seguinte antes
do envio do PPA! Veja que incongruência, pois neste primeiro ano não há
integração. A LDO deveria sempre seguir o planejamento do PPA.
Ainda, nesse mesmo ano, o PPA é enviado e aprovado nos mesmos prazos da
LOA. Pode até mesmo ocorrer de a LOA ser aprovada no prazo correto e o PPA
não. No entanto, a LOA do segundo exercício do mandato presidencial poderá
ser executada mesmo antes da aprovação do PPA.

(CESPE – Agente Administrativo - DPU – 2016) O período de vigência


do PPA compreende o início do segundo ano de mandato do presidente
da República até o final do primeiro ano financeiro do mandato
presidencial subsequente.

O projeto do plano plurianual, para vigência até o final do primeiro exercício


financeiro do mandato presidencial subsequente, será encaminhado até quatro
meses antes do encerramento do primeiro exercício financeiro e devolvido para
sanção até o encerramento da sessão legislativa (art. 35, § 2º, I, do ADCT).
Resposta: Certa

(ESAF – Analista de Planejamento e Orçamento – MPOG - 2015) Em


obediência à disposição constitucional vigente, o projeto de lei de
diretrizes orçamentárias será encaminhado até oito meses e meio
antes do encerramento do exercício financeiro e devolvido para sanção
até o encerramento do primeiro período da sessão legislativa.

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O projeto de lei de diretrizes orçamentárias será encaminhado até oito meses e


meio antes do encerramento do exercício financeiro e devolvido para sanção
até o encerramento do primeiro período da sessão legislativa.
Resposta: Certa

(FCC – Analista – Contabilidade - CNMP-2015) O projeto de lei


orçamentária para o exercício seguinte deve ser enviado pelo
Presidente da República ao Congresso Nacional até 31 de agosto de
cada ano.

O projeto de lei orçamentária da União será encaminhado até quatro meses


antes do encerramento do exercício financeiro e devolvido para sanção até o
encerramento da sessão legislativa (art.35 § 2º III, do ADCT).
Resposta: Certa

1.3. Lei Complementar (art. 165, § 9.º, da CF/1988)

O art. 165 da CF/1988 dispõe que:

§ 9.º Cabe à lei complementar:


I – dispor sobre o exercício financeiro, a vigência, os prazos, a elaboração e a
organização do plano plurianual, da lei de diretrizes orçamentárias e da lei
orçamentária anual;
II – estabelecer normas de gestão financeira e patrimonial da administração
direta e indireta bem como condições para a instituição e funcionamento de
fundos.

III - dispor sobre critérios para a execução equitativa, além de


procedimentos que serão adotados quando houver impedimentos legais e
técnicos, cumprimento de restos a pagar e limitação das programações de
caráter obrigatório, para a realização do disposto no § 11 do art. 166.

E, ainda:
Os projetos de lei do plano plurianual, das diretrizes orçamentárias e do
orçamento anual serão enviados pelo Presidente da República ao Congresso
Nacional, nos termos da lei complementar a que se refere o art. 165, § 9º.2

Desde a Constituição Federal de 1988 está prevista a edição de uma lei


complementar sobre finanças públicas e até o presente momento ela não foi
editada, logo, não existe um modelo legalmente constituído para organização,
metodologia e conteúdo dos planos plurianuais – PPAs, leis de diretrizes
orçamentárias – LDOs e leis orçamentárias anuais – LOAs. Assim, é ainda a Lei

2
Art. 166, § 6º, da CF/1988.

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4.320/1964, recepcionada com status de lei complementar, que estatui


Normas Gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos
orçamentos e balanços da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito
Federal. Porém, ela não atende mais às nossas necessidades. Desta forma,
quem cumpre esse vácuo legislativo e complementa a Lei 4.320/1964 é a LDO,
uma lei ordinária, que todo ano acaba tendo, entre suas diversas atribuições,
que legislar como se fosse a lei complementar prevista na CF/1988, o que a
transforma num “calhamaço” de artigos.

No inciso I, repare que cabe à lei complementar dispor sobre o exercício


financeiro, a vigência, os prazos, a elaboração e a organização do plano
plurianual, da lei de diretrizes orçamentárias e da lei orçamentária anual. No
entanto, cabe às leis ordinárias a instituição desses instrumentos.
Note, também, que os prazos dos instrumentos deveriam ser regulados pela
Lei Complementar. No entanto, na esfera federal, enquanto ela não for
editada, os prazos do ciclo orçamentário são regulados pelo Ato das
Disposições Constitucionais Transitórias – ADCT.

No inciso II, vemos que também cabe à Lei Complementar estabelecer normas
de gestão financeira e patrimonial tanto da administração direta quanto da
administração indireta. Ainda, cabe à Lei Complementar estabelecer condições
para a instituição e funcionamento de fundos.

Já o inciso III está relacionado às emendas individuais de execução


obrigatória. Foi incluído na CF/1988 pela Emenda Constitucional nº 86, de 17
de março de 2015.
A Constituição Federal determina que é obrigatória a execução orçamentária e
financeira das emendas individuais ao projeto de lei orçamentária em
montante correspondente a 1,2% da receita corrente líquida realizada no
exercício anterior. Cabe à Lei Complementar dispor sobre critérios para a
execução equitativa de tais emendas, além de procedimentos que serão
adotados quando houver impedimentos legais e técnicos, cumprimento de
restos a pagar e limitação das programações de caráter obrigatório (há muitos
termos novos aqui, os quais serão estudados no decorrer desta aula).

Emenda Constitucional ≠ Emendas

Peço atenção para não confundir Emenda Constitucional (EC) com emenda
parlamentar (ou apenas emenda). EC é uma alteração da Constituição Federal,
a qual só nos interessa aqui como informação para sabermos a origem da
norma a ser estudada. O estudo do processo legislativo para a aprovação de
uma EC cabe ao Direito Constitucional. Em nosso estudo, se estivermos
falando de Emenda Constitucional, escreveremos Emenda Constitucional

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mesmo ou EC. Em todos os demais casos estaremos tratando de emendas


parlamentares.

(FCC – Auditor de Controle Externo – Área Controle Externo -TCM/GO –


2015) De acordo com a Constituição Federal, em matéria
orçamentária, cabe à lei complementar, estabelecer normas de gestão
financeira e patrimonial da Administração direta e indireta, bem como
condições para a instituição e funcionamento de fundos e estabelecer
o Plano Plurianual.

Cabe à lei complementar estabelecer normas de gestão financeira e


patrimonial da Administração direta e indireta, bem como condições para a
instituição e funcionamento de fundos. Entretanto, lei ordinária estabelecerá
o Plano Plurianual (art. 165, § 9º, II, da CF/1988).
Resposta: Errada

1.4. Conteúdo da Proposta Orçamentária

Complementando o tema, segundo o art. 22 da Lei 4320/1964, a proposta


orçamentária que o Poder Executivo encaminhará ao Poder Legislativo nos
prazos estabelecidos nas Constituições e nas leis orgânicas dos municípios,
compor-se-á:
_ Mensagem: conterá exposição circunstanciada da situação econômico-
-financeira, documentada com demonstração da dívida fundada e flutuante,
saldos de créditos especiais, restos a pagar e outros compromissos financeiros
exigíveis; exposição e justificação da política econômico-financeira do
Governo; justificação da receita e despesa, particularmente no tocante ao
orçamento de capital.
_ Projeto de Lei de Orçamento.
_ Tabelas explicativas sobre receitas e despesas de vários anos, em colunas
distintas e para fins de comparação.
_Especificação dos programas especiais de trabalho custeados por dotações
globais, em termos de metas visadas, decompostas em estimativa do custo
das obras a realizar e dos serviços a prestar, acompanhadas de justificação
econômica, financeira, social e administrativa.

Constará da proposta orçamentária, para cada unidade administrativa,


descrição sucinta de suas principais finalidades, com indicação da respectiva
legislação.

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A mensagem presidencial é o instrumento de comunicação oficial entre o


Presidente da República e o Congresso Nacional, com a finalidade de
encaminhar os projetos do PPA, da LDO e da LOA. A elaboração da mensagem
presidencial referente ao PPA é coordenada pela Secretaria de Planejamento e
Investimentos Estratégicos (SPI/MP). Já a elaboração das mensagens
presidenciais referentes à LOA e à LDO é realizada sob a coordenação da
Secretaria de Orçamento Federal (SOF/MP).

(FCC – Agente de Defensoria – Contador –DPE/SP - 2013) De acordo


com a Lei nº 4.320/64, o Projeto de Lei do Orçamento, Tabelas
Explicativas referentes a receitas e despesas e Especificações dos
Programas Especiais de Trabalho custeados por dotações globais são
itens que compõem o parecer de auditoria externa.

O Projeto de Lei do Orçamento, Tabelas Explicativas referentes a receitas e


despesas e Especificações dos Programas Especiais de Trabalho custeados por
dotações globais são itens que compõem a proposta orçamentária.
Resposta: Errada

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2. DISCUSSÃO/ESTUDO/APROVAÇÃO

Palácio do Congresso Nacional por Alex Paniago/Câmara

2.1. Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização

A fase de discussão corresponde ao debate entre os parlamentares sobre a


proposta. Segundo o art. 166 da CF/1988:
Art. 166. Os projetos de lei relativos ao plano plurianual, às diretrizes
orçamentárias, ao orçamento anual e aos créditos adicionais serão apreciados
pelas duas Casas do Congresso Nacional, na forma do regimento comum.

Os projetos de lei relativos ao plano plurianual, às


diretrizes orçamentárias, ao orçamento anual e aos
créditos adicionais serão apreciados pelas duas
Apreciação PPA, LDO e LOA Casas do CN, na forma do regimento comum.

No Poder Legislativo Federal, os projetos dos instrumentos de planejamento e


orçamento e dos créditos adicionais transitam por uma comissão mista
permanente composta por senadores e deputados, denominada de Comissão
Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização. Nos demais entes é uma
comissão permanente comum, pois possuem apenas uma casa legislativa,
composta por deputados nos estados e vereadores nos municípios.

Consoante a CF/1988, caberá à Comissão mista permanente de Senadores e


Deputados3:
“I – examinar e emitir parecer sobre os projetos relativos ao PPA, LDO, LOA,
créditos adicionais e sobre as contas apresentadas anualmente pelo Presidente
da República;
II – examinar e emitir parecer sobre os planos e programas nacionais,
regionais e setoriais previstos nesta Constituição e exercer o acompanhamento

3
Art. 166, § 1º, da CF/1988

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e a fiscalização orçamentária, sem prejuízo da atuação das demais comissões


do Congresso Nacional e de suas Casas criadas de acordo com a CF/1988”.

O Presidente da República poderá enviar mensagem ao Congresso Nacional


para propor modificação nos projetos a que se refere o art. 166 da CF/1988
(PPA, LDO, LOA e crédito adicionais) enquanto não iniciada a votação, na
comissão mista, da parte cuja alteração é proposta.

O Presidente da República poderá enviar mensagem ao CN


para propor modificação nos projetos a que se refere o art.
166 da CF/1988 (PPA, LDO, LOA e crédito adicionais)
enquanto não iniciada a votação, na comissão mista (não
é no Plenário), da parte cuja alteração é proposta.

Quanto à possibilidade de rejeição (não aceitação do projeto de lei pelo Poder


Legislativo e devolução ao Poder Executivo), apesar de ser uma medida
extrema, permite-se a rejeição da LOA, pois, segundo o § 8º do art. 166:
“§ 8º Os recursos que, em decorrência de veto, emenda ou rejeição do
projeto de lei orçamentária anual, ficarem sem despesas correspondentes
poderão ser utilizados, conforme o caso, mediante créditos especiais ou
suplementares, com prévia e específica autorização legislativa”.

2.2. Emendas Parlamentares

Quanto às emendas, serão apresentadas também na Comissão Mista que


emitirá seu parecer, e apreciadas, na forma regimental, pelo Plenário das duas
casas do Congresso Nacional.

As emendas são prerrogativas constitucionais que o Poder Legislativo possui


para aperfeiçoar as propostas dos instrumentos de planejamento e orçamento
enviadas pelo Poder Executivo. A emenda é instrumento essencial do Poder
Legislativo para influenciar a alocação de recursos públicos.

Cada parlamentar poderá apresentar emendas. As Comissões Permanentes do


Senado Federal e da Câmara dos Deputados, cujas competências estejam
direta e materialmente relacionadas à área de atuação pertinente à estrutura
da Administração Pública Federal, também poderão apresentar emendas.
Ainda, as bancadas estaduais no Congresso Nacional poderão apresentá-las,
desde que relativas a matérias de interesse de cada estado ou Distrito Federal.
Assim, as emendas podem ser individuais, de comissão e de bancada estadual.

Segundo o art. 63 da CF/1988, a regra é que não será admitido aumento da


despesa prevista nos projetos de iniciativa exclusiva do Presidente da
República, ressalvadas as emendas ao projeto de lei do orçamento anual ou

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aos projetos que o modifiquem e as emendas ao projeto de lei de diretrizes


orçamentárias. Assim, não será admitido aumento da despesa prevista no
projeto de lei do Plano Plurianual.

Diferença entre sessão conjunta e sessão unicameral: quando ocorrem


as sessões conjuntas do Congresso Nacional, os parlamentares se reúnem no
mesmo espaço para apreciarem juntos os projetos, porém, havendo a fase de
votação, a maioria deve ser alcançada tanto no âmbito dos Senadores quanto
no âmbito dos Deputados Federais. A discussão é conjunta, mas, na hora
da votação, procede-se como se houvesse votação simultânea na
Câmara e no Senado. Na verdade, a sessão é conjunta, porém a votação é
bicameral.
Ao contrário, na sessão unicameral, a votação é “por cabeça”. Considera-se
o todo, independentemente de o parlamentar ser Senador ou Deputado. Cada
parlamentar tem direito a um voto e a apuração é feita considerando que há
uma única votação. Por exemplo, se estiverem presentes os 594 congressistas
(senadores + deputados), a maioria será alcançada pela metade +1, não
importando se é voto de senador ou deputado. A votação unicameral
aconteceu na revisão constitucional.

As emendas ao projeto de lei de diretrizes orçamentárias não poderão


ser aprovadas quando incompatíveis com o plano plurianual.
As emendas ao projeto de lei do orçamento anual ou aos projetos que
o modifiquem somente podem ser aprovadas caso:
I – sejam compatíveis com o plano plurianual e com a lei de diretrizes
orçamentárias;
II – indiquem os recursos necessários, admitidos apenas os provenientes de
anulação de despesa, excluídas as que incidam sobre:
a) dotações para pessoal e seus encargos;
b) serviço da dívida;
c) transferências tributárias constitucionais para Estados, Municípios e Distrito
Federal; ou
III – sejam relacionadas:
a) com a correção de erros ou omissões; ou
b) com os dispositivos do texto do projeto de lei (são chamadas de emendas
de redação, pois visam melhorar o texto, tornando-lhe mais claro e preciso).

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No afã de conseguir mais recursos para emendas, o Poder Legislativo poderia


tentar, sem embasamento técnico, reestimar os valores de receitas
apresentados pelo Poder Executivo. Para prevenir isso, o § 1º do art. 12 da
LRF determina:
“§ 1º Reestimativa de receita por parte do Poder Legislativo só será admitida
se comprovado erro ou omissão de ordem técnica ou legal”.

Atenção: a LRF é restritiva, porém admite reestimativa da receita pelo Poder


Legislativo se comprovado erro ou omissão de ordem técnica ou legal.

Ainda no que se refere às emendas, a Lei 4.320/1964 traz um artigo sobre o


tema. Segundo o art. 33 da Lei 4.320/1964, não se admitirão emendas ao
projeto de lei de orçamento que visem:
 Alterar a dotação solicitada para despesa de custeio, salvo quando
provada, nesse ponto a inexatidão da proposta.
 Conceder dotação para o início de obra cujo projeto não esteja aprovado
pelos órgãos competentes.
 Conceder dotação para instalação ou funcionamento de serviço que não
esteja anteriormente criado.
 Conceder dotação superior aos quantitativos previamente fixados em
resolução do Poder Legislativo para concessão de auxílios e subvenções.

2.3. Aprovação

Em cada uma das Casas do Poder Legislativo, a aprovação dos instrumentos


de planejamento e orçamento se dá por maioria simples, pois são leis
ordinárias, apesar do ciclo diferenciado de uma lei ordinária comum (por isso
chamamos de ciclo orçamentário). Entretanto, o que não estiver previsto de
diferente nesse ciclo orçamentário, devem ser aplicadas aos projetos de PPA,
LDO, LOA e de Créditos Adicionais as demais normas relativas ao processo
legislativo.

Aplicam-se aos projetos mencionados neste artigo, no que não contrariar o


disposto nesta seção, as demais normas relativas ao processo legislativo 4.

Caso os prazos para a aprovação de PPA, LDO e LOA não sejam respeitados,
só há “punição” se a LDO não for aprovada:

A sessão legislativa não será interrompida sem a aprovação do projeto de lei


de diretrizes orçamentárias5.

4
Art. 166, § 7º, da CF/1988.
5
Art. 57, § 2º, da CF/1988.

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Assim, a CF/1988 dispõe que a sessão legislativa não será interrompida sem a
aprovação da LDO, ou seja, não haverá recesso parlamentar se a LDO não for
aprovada. Entretanto, como tal regra não se aplica à LOA ou ao PPA, pode
haver recesso com a LOA ou com o PPA pendentes de aprovação.

A Constituição Federal dispõe que a sessão legislativa


não será interrompida sem a aprovação da LDO.

Tal regra não se aplica à LOA ou ao PPA.


Aprovação da LDO

Após a aprovação dos projetos de lei, o próximo passo é o retorno dos


autógrafos (projeto aprovado) para o Poder Executivo, para que ele manifeste
a concordância ou não com o que foi aprovado no Poder Legislativo.

2.4. Sanção

A sanção é a aquiescência do Chefe do Poder Executivo ao projeto de lei


aprovado no Legislativo. Ou seja, corresponde à concordância do Chefe do
Executivo com o que foi discutido e aprovado no Parlamento. Já o veto
corresponde à discordância do Executivo com o projeto aprovado no
Legislativo. Essa discordância pode ser de uma parte do texto (veto parcial) ou
com todo o projeto (veto total). Pode ocorrer caso o titular do Executivo
considere o projeto inconstitucional ou contrário ao interesse público. De
qualquer forma, ocorrendo o veto, ele deve ser apreciado pelo Parlamento,
podendo ser confirmado ou rejeitado.

O caso do Legislativo não devolver o PLOA para a sanção é tratado apenas nas
LDOs, que estabelecem regras para a realização de despesas essenciais até
que ele seja devolvido ao Executivo.

A cada ano, as LDOs determinam que se o Projeto de Lei Orçamentária –


PLOA não for sancionado pelo Presidente da República até 31 de dezembro do
ano corrente, parte da programação dele constante poderá ser executada até
o limite de 1/12 do total de cada ação prevista no referido projeto de lei,
multiplicado pelo número de meses decorridos até a sanção da respectiva lei.
Por exemplo, se o PLOA não for sancionado até o fim de março (três meses)
do ano que deveria estar em vigor, algumas despesas consideradas inadiáveis
poderão ser executadas em 3/12 do valor original.

No entanto, o limite previsto de 1/12 ao mês não se aplica ao atendimento de


algumas despesas, de acordo com o que determinar a LDO daquele ano. Por
exemplo, as despesas com obrigações constitucionais ou legais da União e o
pagamento de bolsas de estudos podem ser dispensadas da regra pela LDO e

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serem executadas como se o PLOA já tivesse sido aprovado. Ainda, outro


grupo de ações não poderá sequer ser executado até a sanção da LOA.

Na próxima fase do ciclo orçamentário, denominada de Execução Orçamentária


e Financeira, trataremos da execução obrigatória de emendas individuais.

(ESAF – Analista de Planejamento e Orçamento – MPOG - 2015) O


parecer da Comissão Mista Permanente de que trata o § 1º do art. 166
da Constituição Federal restringir-se-á à adequação dos limites a
serem obedecidos pela Lei Orçamentária Anual LOA.

O parecer da Comissão Mista Permanente de que trata o § 1º do art. 166 da


Constituição Federal (Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e
Fiscalização) é bastante completo, não se restringindo apenas à adequação
dos limites.
Resposta: Errada

(ESAF – Analista de Planejamento e Orçamento – MPOG - 2015) O


Congresso Nacional tem a prerrogativa de rejeitar o projeto de lei de
diretrizes orçamentárias, caso em que a Constituição Federal
determina a aplicação da lei promulgada no exercício anterior.

O Congresso Nacional não tem a prerrogativa de rejeitar o projeto de lei de


diretrizes orçamentárias. A Constituição Federal dispõe que a sessão legislativa
não será interrompida sem a aprovação da LDO.
Resposta: Errada

(ESAF – Analista de Planejamento e Orçamento – MPOG - 2015) Na


hipótese de não aprovação e sanção da lei orçamentária anual para o
exercício, a LDO autoriza a execução provisória limitando-se as
despesas globais a oito doze avos dos montantes constantes do
projeto de lei do orçamento.

A cada ano, as LDOs determinam que se o Projeto de Lei Orçamentária –


PLOA não for sancionado pelo Presidente da República até 31 de dezembro do
ano corrente, parte da programação dele constante poderá ser executada até
o limite de 1/12 do total de cada ação prevista no referido projeto de lei,
multiplicado pelo número de meses decorridos até a sanção da respectiva lei.
Resposta: Errada

(FGV – Assessor Jurídico - Câmara do Recife/PE – 2014) é incorreto


dizer que há algum óbice constitucional à apresentação de emendas

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parlamentares, isso porque o orçamento é aprovado pelo Poder


Legislativo, que é plenamente autônomo em relação ao Executivo.

Há previsão constitucional de óbices à apresentação de emendas


parlamentares. As emendas ao projeto de lei do orçamento anual ou aos
projetos que o modifiquem somente podem ser aprovadas caso sejam
compatíveis com o PPA e a LDO; indiquem os recursos necessários, admitidos
apenas os provenientes de anulação de despesa (excluídas as que incidam
sobre dotações para pessoal e seus encargos; serviço da dívida; transferências
tributárias constitucionais para Estados, Municípios e Distrito Federal) ou sejam
relacionadas com a correção de erros ou omissões; ou com os dispositivos do
texto do projeto de lei.
Resposta: Errada

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3. EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA

3.1. Considerações Iniciais

A fase de execução orçamentária e financeira consiste na arrecadação das


receitas e na realização das despesas. É a transformação, em realidade, do
planejamento elaborado pelo Chefe do Executivo e aprovado pelo Legislativo.

As execuções orçamentária e financeira ocorrem concomitantemente. Estão


atreladas uma à outra, pois, havendo orçamento e não existindo o financeiro,
não poderá ocorrer a despesa. Por outro lado, pode haver recurso financeiro,
mas não se poderá gastá-lo se não houver a disponibilidade orçamentária.

A execução orçamentária pode ser definida, em resumo, como sendo a


utilização das dotações dos créditos consignados na Lei Orçamentária Anual –
LOA. Já a execução financeira, por sua vez, representa a utilização de
recursos financeiros, visando atender à realização dos projetos e/ou atividades
atribuídas às Unidades Orçamentárias pelo Orçamento. Na técnica
orçamentária, inclusive, é habitual se fazer a distinção entre as palavras
crédito e recurso. Reserva-se o termo crédito para designar o lado
orçamentário e recurso para o lado financeiro. Crédito e recurso são duas faces
de uma mesma moeda. O crédito é orçamentário, possuidor de uma dotação
ou autorização de gasto ou sua descentralização; e recurso é financeiro,
portanto, dinheiro ou saldo de disponibilidade bancária.

As execuções orçamentária e financeira devem estar em compasso com o


desempenho da meta física. Entretanto, a apresentação de resultados da meta
física pode ser inferior à execução financeira, ocasionando um descompasso, o
qual pode ocorrer por problemas em licitações, convênios ou contratos, por
pendências ambientais, ou até mesmo por deficiências no planejamento ou em
virtude do contingenciamento orçamentário.

O Poder Executivo publicará, até 30 dias após o encerramento de cada


bimestre, relatório resumido da execução orçamentária6.

Segundo o art. 168 da nossa Constituição, os recursos correspondentes às


dotações orçamentárias, compreendidos os créditos suplementares e especiais,
destinados aos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, do Ministério
Público e da Defensoria Pública, ser-lhes-ão entregues, em duodécimos, até
o dia 20 de cada mês. O artigo ainda ressalta que será na forma da lei
complementar, que ainda não foi editada.

6
Art. 165, § 3º, da CF/1988.

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3.2. Execução Orçamentária e Cumprimento das Metas

A LRF trata do assunto “execução orçamentária e cumprimento das metas” nos


seus arts. 8º a 10. Até 30 dias após a publicação dos orçamentos, nos termos
em que dispuser a LDO, o Poder Executivo estabelecerá a programação
financeira e o cronograma de execução mensal de desembolso. Ainda, as
receitas previstas serão desdobradas, pelo Poder Executivo, em metas
bimestrais de arrecadação, com a especificação, em separado, quando cabível,
das medidas de combate à evasão e à sonegação, da quantidade e valores de
ações ajuizadas para cobrança da dívida ativa, bem como da evolução do
montante dos créditos tributários passíveis de cobrança administrativa. Tais
metas bimestrais são utilizadas como parâmetros para a limitação de empenho
e movimentação financeira prevista no art. 9º da LRF (veremos no próximo
tópico).

Atenção: os recursos legalmente vinculados à finalidade específica serão


utilizados exclusivamente para atender ao objeto de sua vinculação, ainda que
em exercício diverso daquele em que ocorrer o ingresso.

A execução orçamentária e financeira identificará os beneficiários de


pagamento de sentenças judiciais, por meio de sistema de contabilidade e
administração financeira, para fins de observância da ordem cronológica
determinada no art. 100 da Constituição, o qual trata de Precatórios
(pagamentos devidos pelas Fazendas Públicas Federal, estaduais, Distrital e
municipais, em virtude de sentença judicial).

Durante o estudo do próximo tópico aproveitaremos para ver mais sobre a


Execução Orçamentária na LRF.

3.3. Emendas Parlamentares Individuais de Execução Obrigatória

A Emenda Constitucional nº 86, de 17 de março de 2015,


alterou os arts. 165, 166 e 198 da Constituição Federal, para tornar obrigatória
a execução da programação orçamentária que especifica: emendas
parlamentares individuais à lei orçamentária anual.

Já estudamos que as emendas são prerrogativas constitucionais que o Poder


Legislativo possui para aperfeiçoar as propostas dos instrumentos de
planejamento e orçamento enviadas pelo Poder Executivo. A emenda é
instrumento essencial do Poder Legislativo para influenciar a alocação de
recursos públicos.

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Estudamos também que cada parlamentar poderá apresentar emendas. As


Comissões Permanentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, cujas
competências estejam direta e materialmente relacionadas à área de atuação
pertinente à estrutura da Administração Pública Federal, também poderão
apresentar emendas. Ainda, as bancadas estaduais no Congresso Nacional
poderão apresentá-las, desde que relativas a matérias de interesse de cada
estado ou Distrito Federal. Assim, as emendas podem ser individuais, de
comissão e de bancada estadual.

A EC 86/2015 recebeu o apelido de EC do Orçamento Impositivo. Na verdade,


é apenas uma pequena parte da dotação da Lei Orçamentária Anual que
passou a ser de execução obrigatória (impositiva).

Trata-se um orçamento impositivo com “jeitinho brasileiro”. Foi aprovada uma


EC que obriga o Poder executivo a cumprir as emendas individuais
parlamentares, enquanto que o conceito de orçamento impositivo
tradicionalmente está relacionado a aprovação de uma norma que obriga o
Poder Executivo a cumprir as leis orçamentárias de maneira bem mais ampla.

Apesar disso, não dá para afirmar que foi algo ruim. O Poder Legislativo vivia
uma grande subserviência ao Poder Executivo, pois a liberação para a
execução das emendas dependia da conveniência do Executivo. Isso
estimulava a negociação política entre o Poder Executivo e os parlamentares
que queriam ver suas bases eleitorais atendidas na execução de suas
emendas: quem votasse com o Governo teria suas emendas executadas;
quem não votasse ficaria com suas emendas apenas no papel.

A partir de agora, com a EC do Orçamento Impositivo, há a possibilidade de


modificação das relações entre os Poderes Executivo e Legislativo, já que a
execução de emendas parlamentares não mais poderá ser utilizada como
moeda de troca.

Parece-me evidente que a transformação poderia ser maior, a fim de que


realmente os congressistas tivessem maior possibilidade de participação no
projeto de LOA enviado pelo Executivo. Entretanto, ainda que de forma
pontual, a EC traz mais autonomia ao Legislativo.

Já tratamos da alteração do art. 165, quando estudamos a Lei Complementar.


Agora vou comentar cada dispositivo incluído no art. 166. Relembro que as
alterações que veremos agora estão relacionadas apenas às emendas
individuais, ou seja, às emendas que cada parlamentar poderá apresentar ao
projeto de lei orçamentária anual.

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Art. 166. Os projetos de lei relativos ao plano plurianual, às diretrizes


orçamentárias, ao orçamento anual e aos créditos adicionais serão
apreciados pelas duas Casas do Congresso Nacional, na forma do
regimento comum.

(...)

§ 9º As emendas individuais ao projeto de lei orçamentária serão


aprovadas no limite de 1,2% (um inteiro e dois décimos por cento) da
receita corrente líquida prevista no projeto encaminhado pelo Poder
Executivo, sendo que a metade deste percentual será destinada a
ações e serviços públicos de saúde.

Tal parágrafo se refere ainda à fase de discussão, mas vamos estudá-lo aqui
porque está relacionado a todos os demais dispositivos que se referem à fase
de execução.

Note que o dispositivo trata apenas das emendas individuais ao projeto de lei
orçamentária anual (PLOA). Dispõe que tais emendas serão aprovadas até
1,2% da receita corrente líquida prevista no projeto encaminhado pelo Poder
Executivo ao Poder Legislativo. O conceito e a forma de cálculo da Receita
Corrente Líquida (RCL) de cada ente está na Lei de Responsabilidade Fiscal e
não é o caso aprofundarmos nesse tópico. O que deve ser compreendido é que
o conceito de RCL visa separar as receitas disponíveis a cada um dos entes
daquelas que eles não têm autonomia para gerenciar. De nada adiantaria fazer
cálculos e determinar percentuais em cima de receitas brutas, que na verdade
não estão totalmente disponíveis aos entes. Assim, ao determinar o limite de
aprovação de emendas individuais em relação à RCL, a CF/1988 estabelece um
limite percentual sobre as receitas efetivamente disponíveis no PLOA.

Encerrando o dispositivo, temos que a metade deste percentual (0,6%) será


destinada a ações e serviços públicos de saúde. Assim, enquanto que metade
da dotação para emendas individuais poderá ter livre alocação (respeitando
todas as demais regras), a outra metade deve ser composta por emendas
destinadas exclusivamente a ações e serviços públicos de saúde.

§ 10. A execução do montante destinado a ações e serviços públicos de


saúde previsto no § 9º, inclusive custeio, será computada para fins do
cumprimento do inciso I do § 2º do art. 198, vedada a destinação para
pagamento de pessoal ou encargos sociais.

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O inciso I do § 2º do art. 198 citado é aquele que determinou o percentual


mínimo de 15%7 da RCL do respectivo exercício financeiro para aplicação da
União em ações e serviços públicos de saúde (algumas vezes vou escrever
apenas “saúde”, a partir de agora, para não ficar repetitivo).

Assim, o que o parágrafo quer dizer é que não haverá aumento do limite
mínimo a ser aplicado em ações e serviços públicos de saúde. A execução das
dotações das emendas individuais obrigatoriamente relacionadas a ações e
serviços públicos de saúde será computada no cálculo do limite mínimo da
União, ou seja, para se chegar ao limite mínimo serão somados aos gastos da
União as emendas individuais relacionadas à saúde.

Concluindo, o dispositivo determina que tais emendas para ações e serviços


públicos de saúde não podem ser destinadas para pagamento de pessoal e
encargos sociais.

§ 11. É obrigatória a execução orçamentária e financeira das


programações a que se refere o § 9º deste artigo, em montante
correspondente a 1,2% (um inteiro e dois décimos por cento) da
receita corrente líquida realizada no exercício anterior, conforme os
critérios para a execução equitativa da programação definidos na lei
complementar prevista no § 9º do art. 165.

Enquanto que o § 9º dispõe que as emendas serão aprovadas até 1,2% da RCL
prevista no PLOA encaminhado pelo Poder Executivo ao Poder Legislativo, aqui
no § 11 está disposto que é obrigatória a execução orçamentária e financeira
das programações em até 1,2% da RCL, só que é da RCL realizada no exercício
anterior.

Considera-se equitativa a execução das programações de caráter obrigatório


que atenda de forma igualitária e impessoal às emendas apresentadas,
independentemente da autoria (veremos no § 18). Demais critérios para a
execução equitativa da programação deverão ser definidos na lei
complementar prevista no § 9º do art. 165 (ainda não publicada).

§ 12. As programações orçamentárias previstas no § 9º deste artigo


não serão de execução obrigatória nos casos dos impedimentos de
ordem técnica.

Veremos em conjunto com o § 14.

7
A EC 86/2015 alterou também o art. 77 do ADCT, o qual prevê que o percentual de 15%
estabelecido será alcançado de forma gradual, sendo 13,2% em 2016; 13,7% em 2017;
14,1% em 2018; 14,5% em 2019 e apenas em 2020 será aplicado o percentual de 15% da
RCL em ações e serviços de saúde.

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§ 13. Quando a transferência obrigatória da União, para a execução da


programação prevista no § 11 deste artigo, for destinada a Estados, ao
Distrito Federal e a Municípios, independerá da adimplência do ente
federativo destinatário e não integrará a base de cálculo da receita
corrente líquida para fins de aplicação dos limites de despesa de
pessoal de que trata o caput do art. 169.

Quando os recursos para emendas individuais forem destinados a Estados, ao


Distrito Federal e a Municípios, a transferência independerá de adimplência do
ente que receberá os recursos, ou seja, tal transferência poderá ocorrer ainda
que o ente esteja inadimplente.
Ainda, tais recursos não integrarão a base de cálculo da RCL para fins de
aplicação dos limites de despesa de pessoal de que trata a Lei de
Responsabilidade Fiscal, a qual é a lei complementar prevista no caput do art.
169. Assim, da RCL deve haver o abatimento das transferências decorrentes
de emendas individuais na apuração dos limites das despesas com pessoal
previstos na LRF.

§ 14. No caso de impedimento de ordem técnica, no empenho de


despesa que integre a programação, na forma do § 11 deste artigo,
serão adotadas as seguintes medidas:
I - até 120 (cento e vinte) dias após a publicação da lei orçamentária,
o Poder Executivo, o Poder Legislativo, o Poder Judiciário, o Ministério
Público e a Defensoria Pública enviarão ao Poder Legislativo as
justificativas do impedimento;
II - até 30 (trinta) dias após o término do prazo previsto no inciso I, o
Poder Legislativo indicará ao Poder Executivo o remanejamento da
programação cujo impedimento seja insuperável;
III - até 30 de setembro ou até 30 (trinta) dias após o prazo previsto
no inciso II, o Poder Executivo encaminhará projeto de lei sobre o
remanejamento da programação cujo impedimento seja insuperável;
IV - se, até 20 de novembro ou até 30 (trinta) dias após o término do
prazo previsto no inciso III, o Congresso Nacional não deliberar sobre
o projeto, o remanejamento será implementado por ato do Poder
Executivo, nos termos previstos na lei orçamentária.

O § 12 dispõe que as programações orçamentárias previstas no § 9º deste


artigo (emendas individuais até 1,2% da RCL do PLOA) não serão de execução
obrigatória nos casos dos impedimentos de ordem técnica.

Entretanto, o § 14 detalha as medidas a serem tomadas em caso de


impedimento de ordem técnica:

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Impedimento de Ordem Técnica


Inciso Prazo Quem Ação
Poderes Executivo,
até 120 dias após enviarão ao Poder Legislativo
Legislativo e Judiciário,
I a publicação da as justificativas do
Ministério Público e
LOA impedimento
Defensoria Pública

indicará ao Poder Executivo o


até 30 dias após o
remanejamento da
II término do prazo Poder Legislativo
programação cujo
anterior
impedimento seja insuperável

encaminhará projeto de lei


até 30/09 ou até
sobre o remanejamento da
III 30 dias após o Poder Executivo
programação cujo
prazo anterior
impedimento seja insuperável

até 20/11 ou até


30 dias após o
Congresso Nacional Deve deliberar sobre o projeto
término do prazo
anterior
IV
Se não houver a deliberação, o
remanejamento será
Após o prazo
Poder Executivo implementado por ato do Poder
anterior
Executivo, nos termos
previstos na LOA

§ 15. Após o prazo previsto no inciso IV do § 14, as programações


orçamentárias previstas no § 11 não serão de execução obrigatória
nos casos dos impedimentos justificados na notificação prevista no
inciso I do § 14.

Ultrapassado o prazo, as programações orçamentárias não serão de execução


obrigatória nos casos dos impedimentos justificados, ou seja, aqueles que
seguiram os passos do inciso I a IV do parágrafo anterior (quadro acima).

§ 16. Os restos a pagar poderão ser considerados para fins de


cumprimento da execução financeira prevista no § 11 deste artigo, até
o limite de 0,6% (seis décimos por cento) da receita corrente líquida
realizada no exercício anterior.

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É constitucionalização do termo “restos a pagar”, o qual existia apenas na


legislação infraconstitucional antes da Emenda Constitucional 86/2015

Consideram-se restos a pagar ou resíduos passivos as despesas empenhadas


(formalmente comprometidas), mas não pagas dentro do exercício financeiro,
logo, até o dia 31 de dezembro. A origem dos restos a pagar está ligada ao
princípio da continuidade dos serviços públicos, pois visa adequar o fim do
exercício financeiro ao pagamento de despesas que extrapolem esse período,
de forma a não prejudicar o bom andamento da Administração Pública,
tampouco causar interrupções nos serviços públicos.

Os restos a pagar poderão ser considerados para fins de cumprimento da


execução financeira obrigatória de emendas individuais, desde que no limite de
0,6% da RCL do exercício anterior.

§ 17. Se for verificado que a reestimativa da receita e da despesa


poderá resultar no não cumprimento da meta de resultado fiscal
estabelecida na lei de diretrizes orçamentárias, o montante previsto no
§ 11 deste artigo poderá ser reduzido em até a mesma proporção da
limitação incidente sobre o conjunto das despesas discricionárias.

A limitação de empenho e movimentação financeira é prevista de maneira


explícita no caput do art. 9º da Lei de Responsabilidade Fiscal, o qual dispõe
que, se verificado, ao final de um bimestre, que a realização da receita poderá
não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal
estabelecidas no anexo de metas fiscais, os Poderes e o Ministério Público
promoverão, por ato próprio e nos montantes necessários, nos 30 dias
subsequentes, limitação de empenho e movimentação financeira, segundo os
critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias. Note que tal verificação é
bimestral, a fim de que em vários momentos do ano tenhamos a possibilidade
de correções e monitoramento das metas.

A limitação de empenho também será promovida pelo ente que ultrapassar o


limite para a dívida consolidada, para que obtenha o resultado primário
necessário à recondução da dívida ao limite.

Se houver frustração da receita estimada no orçamento, deverá ser


estabelecida limitação de empenho e movimentação financeira, com o objetivo
de atingir os resultados previstos na LDO e impedir a assunção de
compromissos sem respaldo financeiro, o que acarretaria uma busca de
socorro no mercado financeiro, situação que implica em encargos elevados.

Em outras palavras, a limitação de empenho, usualmente usada como


sinônimo de contingenciamento, consiste no bloqueio de despesas previstas na
LOA. É um procedimento empregado pela Administração para assegurar o

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equilíbrio entre a execução das despesas e a disponibilidade efetiva de


recursos. A realização das despesas depende diretamente da arrecadação das
receitas. Assim, caso não se confirmem as receitas previstas, as despesas
programadas poderão deixar de ser executadas na mesma proporção. As
despesas são bloqueadas a critério do Governo, que as libera ou não
dependendo da sua conveniência.

Os contingenciamentos têm sido decretados com frequência, principalmente


bloqueando a execução de emendas parlamentares. Como a liberação depende
da conveniência da Administração, estimulava a negociação política entre o
Poder Executivo e os parlamentares que querem ver suas bases eleitorais
atendidas na execução orçamentária e financeira.

O § 17 visa proteger os parlamentares do contingenciamento total de suas


emendas. Por outro lado, também demonstra que as emendas podem ser
contingenciadas, desde que na mesma proporção das demais despesas
discricionárias da LOA. Se for verificado que a reestimativa da receita e da
despesa poderá resultar no não cumprimento da meta de resultado fiscal
estabelecida na lei de diretrizes orçamentárias, o montante previsto para as
emendas individuais poderá ser reduzido em até a mesma proporção da
limitação incidente sobre o conjunto das despesas discricionárias.

Vamos complementar o assunto, pois também está relacionado a fase de


execução do ciclo orçamentário:

Outra possibilidade a ser pensada em caso de frustração de receita seria o


endividamento público. O ente faria operações de crédito para cobrir a
defasagem entre as receitas efetivamente arrecadas e a previsão na LOA. No
entanto, isso não é mais recomendado com a LRF, já que medidas desse tipo
não contribuiriam para o cumprimento das metas fiscais. Restaria apenas a
contenção de despesas por meio da limitação de empenho, até que ocorra a
melhora da arrecadação.

Analisando o art. 9º, não há a possibilidade de limitação de empenho por


excesso de despesa, a não ser por dívida. O gestor público só tem permissão
legal para proceder à limitação de empenho quando a realização da receita (e
não a execução da despesa) comprometer as metas fiscais, como o superávit
primário. Outra observação é a de que, além do Poder Executivo, há a
extensão da limitação de empenho aos Poderes Legislativo e Judiciário e ao
Ministério Público.

A LRF apresenta despesas que não podem sofrer a limitação de empenho. Não
serão objeto de limitação as despesas que constituam obrigações
constitucionais e legais do ente, inclusive aquelas destinadas ao

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pagamento do serviço da dívida, e as ressalvadas pela lei de diretrizes


orçamentárias.

No caso de restabelecimento da receita prevista, ainda que parcial, a


recomposição das dotações cujos empenhos foram limitados dar-se-á de
forma proporcional às reduções efetivadas.

Consoante o art. 65 da LRF, no caso de estado de defesa e/ou de sítio,


decretado na forma da Constituição, ou na ocorrência de calamidade pública
reconhecida pelo Congresso Nacional, no caso da União, ou pelas Assembleias
Legislativas, na hipótese dos estados e municípios, enquanto perdurar a
situação serão dispensados o atingimento dos resultados fiscais e a limitação
de empenho prevista no art. 9o.

Cabe ressaltar que, em relação ao § 3º do art. 9º, foi proposta uma Ação
Direta de Inconstitucionalidade (ADIn) perante o Supremo Tribunal Federal, o
qual suspendeu liminarmente a eficácia deste dispositivo:

“§ 3º No caso de os Poderes Legislativo e Judiciário e o Ministério Público não


promoverem a limitação no prazo estabelecido no caput, é o Poder Executivo
autorizado a limitar os valores financeiros segundo os critérios fixados pela lei
de diretrizes orçamentárias.”

Atualmente, devido à ADIN, o Poder Executivo não


é autorizado a limitar os Poderes Legislativo e
Judiciário e o Ministério Público caso estes não
promovam a limitação no prazo estabelecido no
caput do art. 9°. Há a extensão da limitação de
empenho aos Poderes Legislativo, Judiciário e
Ministério Público, mas ela deve ser efetuada por
Art. 9º, § 3º, da LRF ato próprio.

§ 18. Considera-se equitativa a execução das programações de caráter


obrigatório que atenda de forma igualitária e impessoal às emendas
apresentadas, independentemente da autoria.

No § 11 vimos que a execução obrigatória de emendas individuais até o limite


de 1,2% da RCL do ano anterior deve estar em conformidade com os critérios
para a execução equitativa da programação definidos na lei complementar
prevista no § 9º do art. 165.

O § 18 determina que considera-se equitativa a execução das programações


de caráter obrigatório que atenda de forma igualitária e impessoal às emendas
apresentadas, independentemente da autoria. Não importa se o parlamentar é

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da base governista ou da oposição, pois a execução das emendas deve ocorrer


de forma igualitária e impessoal.

Demais critérios para a execução equitativa da programação deverão ser


definidos na lei complementar prevista no § 9º do art. 165 (ainda não
publicada):

§ 9.º Cabe à lei complementar:


(...)
III - dispor sobre critérios para a execução equitativa, além de procedimentos
que serão adotados quando houver impedimentos legais e técnicos,
cumprimento de restos a pagar e limitação das programações de caráter
obrigatório, para a realização do disposto no § 11 do art. 166.

(CESPE – Procurador do Município de Salvador – 2015) A CF estabelece


que a LOA possua caráter meramente autorizativo, ou seja, inexiste a
obrigatoriedade de o Poder Executivo exaurir a verba orçamentária
prevista nas diferentes dotações. Dessa forma, a CF não acolheu em
seus dispositivos a hipótese de orçamento impositivo.

Uma alteração constitucional acolheu em seus dispositivos uma hipótese de


orçamento impositivo: emendas individuais de execução obrigatória.
Resposta: Errada

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4. AVALIAÇÃO E CONTROLE

4.1. Avaliação

A avaliação orçamentária é a parte do controle orçamentário que analisa a


eficácia e a eficiência dos cursos de ação cumpridos, e proporciona elementos
de juízo aos responsáveis da gestão administrativa para adotar as medidas
tendentes à consecução de seus objetivos e à otimização do uso dos recursos
colocados à sua disposição, o que contribui para realimentar o processo de
Administração Orçamentária. O propósito da avaliação é de contribuir para a
qualidade da elaboração de uma nova proposta orçamentária, reiniciando um
novo ciclo orçamentário. Esta definição traz dois critérios de análise, o de
eficiência e o de eficácia.

_ Análise da eficiência: é a medida da relação entre os recursos


efetivamente utilizados para a realização de uma meta para um projeto,
atividade ou programa frente a padrões estabelecidos. O teste da eficiência na
avaliação das ações governamentais busca considerar os resultados em face
dos recursos disponíveis.
_ Análise da eficácia: é a medida do grau de atingimento das metas fixadas
para um determinado projeto, atividade ou programa em relação ao previsto.
Procura considerar o grau em que os objetivos e as finalidades do progresso
foram alcançados dentro da programação de realizações governamentais.

Pelas formas modernas de estruturação dos orçamentos são possíveis as


análises da eficácia e da eficiência. A explicitação das metas físicas
orçamentárias e a classificação por programas e ações viabilizam os testes de
eficácia, enquanto a incorporação de custos estimativos no orçamento e
custos efetivos durante a execução auxilia as avaliações da eficiência.

A efetividade é a dimensão do desempenho que representa a relação entre os


resultados alcançados (impactos observados) e os objetivos (impactos
esperados) que motivaram a atuação institucional. É a medida do grau de
atingimento dos objetivos que orientaram a constituição de um determinado
programa, expressa pela sua contribuição à variação alcançada dos indicadores
estabelecidos. Permite verificar se um dado programa produziu efeitos no
ambiente externo em que interveio, em termos econômicos, técnicos,
socioculturais, institucionais ou ambientais. Assim, define-se como a
capacidade de se transformar uma realidade a partir do objetivo
estabelecido e sua continuidade ao longo do tempo.

Para Alexandre Marinho e Luis Otávio Façanha, “no que diz respeito aos
questionamentos, é comum encontrar-se na literatura especializada de
avaliação referências a dimensões desejáveis de desempenho de organizações
e programas avaliados, que se traduzirá aqui por exigências de efetividade, de

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eficiência e de eficácia dos programas de governo. No uso corrente, a


efetividade diz respeito à capacidade de se promover resultados pretendidos;
a eficiência denotaria competência para se produzir resultados com dispêndio
mínimo de recursos e esforços; e a eficácia, por sua vez, remete a condições
controladas e a resultados desejados de experimentos, critérios que, deve-se
reconhecer, não se aplicam automaticamente às características e realidade dos
programas sociais.”

Como exemplo, vamos supor a vacinação em um posto de saúde. Se o


Governo preparou toda a logística (compra de vacinas, transporte, pessoal
etc.) com melhor custo-benefício, foi eficiente. Se o percentual de crianças
vacinadas foi atingido, a campanha foi eficaz, cumpriu a meta física. Se
conseguiu erradicar a paralisia infantil, foi efetivo, pois teve o impacto
esperado na sociedade, mudando uma realidade existente.

(CESPE – Analista Técnico-Administrativo – SPU/MPOG - 2015) O


produto final de um programa é o seu resultado e não simplesmente as
ações-meio que ele gera. Assim, em um programa de combate a
determinada doença que possa levar à incapacidade temporária para o
trabalho e ao óbito, o que efetivamente se deve esperar é o
atingimento de uma meta de indivíduos vacinados e de regiões
abrangidas.

O produto final de um programa é o seu resultado e não simplesmente as


ações-meio que ele gera. Assim, em um programa de combate a determinada
doença que possa levar à incapacidade temporária para o trabalho e ao óbito,
o que efetivamente se deve esperar é a erradicação ou a grande diminuição no
número de novos indivíduos doentes e incapacitados para o trabalho.

O atingimento de uma meta de indivíduos vacinados e de regiões abrangidas é


uma medida de eficácia.
Resposta: Errada

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4.2. Controle

4.2.1. Considerações Iniciais

O orçamento surge como um instrumento de controle. Tradicionalmente, é


uma forma de assegurar ao Executivo (controle interno) e ao Legislativo
(controle externo) que os recursos serão aplicados conforme previstos e
segundo as leis. Atualmente, além desse controle legal, busca-se o controle
de resultados, em uma visão mais completa da efetividade das ações
governamentais.

Segundo a Lei 4.320/1964:


“Art. 75. O controle da execução orçamentária compreenderá:
I – a legalidade dos atos de que resultem a arrecadação da receita ou a
realização da despesa, o nascimento ou a extinção de direitos e obrigações;
II – a fidelidade funcional dos agentes da administração, responsáveis por
bens e valores públicos;
III – o cumprimento do programa de trabalho expresso em termos monetários
e em termos de realização de obras e prestação de serviços.

A Lei 4.320/1964 determina a coexistência de dois sistemas de controle da


execução orçamentária: interno e externo. O controle interno é aquele
realizado pelo órgão no âmbito da própria Administração, do próprio Poder,
dentro de sua estrutura. O controle externo é aquele realizado por uma
instituição independente e autônoma.

Da mesma forma, a CF/1988 trata dos dois sistemas de controle. Dispõe que a
fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da
União e das entidades da Administração direta e indireta, quanto à legalidade,
legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas,
será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e
pelo sistema de controle interno de cada Poder8.

Prestará contas qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou privada,


que utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiros, bens e valores
públicos ou pelos quais a União responda, ou que, em nome desta, assuma
obrigações de natureza pecuniária9.

8
Art. 70, caput, da CF/1988.
9
Art. 70, parágrafo único, da CF/1988.

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A fiscalização contábil, financeira, orçamentária,


operacional e patrimonial da União e das entidades da
administração direta e indireta, quanto à legalidade,
legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e
renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso
Nacional, mediante controle externo, e pelo
sistema de controle interno de cada Poder.

4.2.2. Controle Interno

Segundo o art. 74 da CF/1988, os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário


manterão, de forma integrada, sistema de controle interno com a finalidade
de:
“I – avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual, a
execução dos programas de governo e dos orçamentos da União;
II– comprovar a legalidade e avaliar os resultados, quanto à eficácia e
eficiência, da gestão orçamentária, financeira e patrimonial nos órgãos e
entidades da administração federal, bem como da aplicação de recursos
públicos por entidades de direito privado;
III – exercer o controle das operações de crédito, avais e garantias, bem como
dos direitos e haveres da União;
IV – apoiar o controle externo no exercício de sua missão institucional”.

Qualquer cidadão, partido político, associação ou sindicato é parte legítima


para, na forma da lei, denunciar irregularidades ou ilegalidades perante o
Tribunal de Contas da União10.

Os responsáveis pelo controle interno, ao tomarem conhecimento de qualquer


irregularidade ou ilegalidade, dela darão ciência ao Tribunal de Contas da
União, sob pena de responsabilidade solidária11.

A Lei 4320/1964 já tratava do assunto12:


 O Poder Executivo exercerá os três tipos de controle a que se refere o
artigo 75 [vimos no tópico anterior: legalidade (I), fidelidade funcional
(II) e cumprimento do programa de trabalho (III)], sem prejuízo das
atribuições do Tribunal de Contas ou órgão equivalente.
 Ainda, ao órgão incumbido da elaboração da proposta orçamentária
ou a outro indicado na legislação, caberá o controle estabelecido no
inciso III (cumprimento do programa de trabalho). Esse controle far-se-
á, quando for o caso, em termos de unidades de medida, previamente

10
Art. 74, § 2º, da CF/1988.
11
Art. 74, § 1º, da CF/1988.
12
Arts. 76 a 80 da Lei 4320/1964.

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estabelecidos para cada atividade.


 A verificação da legalidade dos atos de execução orçamentária será
prévia, concomitante e subsequente.
 Além da prestação ou tomada de contas anual, quando instituída em lei,
ou por fim de gestão, poderá haver, a qualquer tempo, levantamento,
prestação ou tomada de contas de todos os responsáveis por bens ou
valores públicos.
 Compete aos serviços de contabilidade ou órgãos equivalentes verificar a
exata observância dos limites das cotas trimestrais atribuídas a cada
unidade orçamentária, dentro do sistema que for instituído para esse
fim.

(FCC – Auditor de Controle Externo – Área Jurídica -TCM/GO – 2015) O


controle da execução do orçamento, de acordo com a Lei nº
4.320/1964, compreenderá, apenas, a análise da legalidade dos atos
de que resultem a arrecadação da receita ou a realização da despesa, o
nascimento ou a extinção de direitos e obrigações, sendo que a
verificação da legalidade dos atos de execução orçamentária será
sempre subsequente à prática do ato.

O controle da execução orçamentária compreenderá, entre outros, a


legalidade dos atos de que resultem a arrecadação da receita ou a realização
da despesa, o nascimento ou a extinção de direitos e obrigações. Ainda, a
verificação da legalidade dos atos de execução orçamentária será prévia,
concomitante e subsequente.
Resposta: Errada

(CESPE – Analista Técnico-Administrativo - SUFRAMA – 2014) A


avaliação do cumprimento das metas previstas no plano plurianual é
atribuição conjunta e integrada dos Poderes Legislativo, Executivo e
Judiciário.

Segundo o art. 74 da CF/1988, os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário


manterão, de forma integrada, sistema de controle interno com a finalidade,
entre outros, de avaliar o cumprimento das metas previstas no plano
plurianual, a execução dos programas de governo e dos orçamentos da União.
Resposta: Certa

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4.2.3. Controle Externo

No âmbito federal, consoante o art. 71 da CF/1988, o controle externo, a


cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de
Contas da União, ao qual compete:
“I – apreciar as contas prestadas anualmente pelo Presidente da República,
mediante parecer prévio que deverá ser elaborado em sessenta dias a contar
de seu recebimento;
II– julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros,
bens e valores públicos da administração direta e indireta, incluídas as
fundações e sociedades instituídas e mantidas pelo Poder Público federal, e as
contas daqueles que derem causa a perda, extravio ou outra irregularidade de
que resulte prejuízo ao erário público;
III – apreciar, para fins de registro, a legalidade dos atos de admissão de
pessoal, a qualquer título, na administração direta e indireta, incluídas as
fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público, excetuadas as nomeações
para cargo de provimento em comissão, bem como a das concessões de
aposentadorias, reformas e pensões, ressalvadas as melhorias posteriores que
não alterem o fundamento legal do ato concessório;
IV – realizar, por iniciativa própria, da Câmara dos Deputados, do Senado
Federal, de Comissão técnica ou de inquérito, inspeções e auditorias de
natureza contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial, nas
unidades administrativas dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, e
demais entidades referidas no inciso II;
V – fiscalizar as contas nacionais das empresas supranacionais de cujo capital
social a União participe, de forma direta ou indireta, nos termos do tratado
constitutivo;
VI – fiscalizar a aplicação de quaisquer recursos repassados pela União
mediante convênio, acordo, ajuste ou outros instrumentos congêneres, a
Estado, ao Distrito Federal ou a Município;
VII – prestar as informações solicitadas pelo Congresso Nacional, por qualquer
de suas Casas, ou por qualquer das respectivas Comissões, sobre a fiscalização
contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial e sobre resultados
de auditorias e inspeções realizadas;
VIII – aplicar aos responsáveis, em caso de ilegalidade de despesa ou
irregularidade de contas, as sanções previstas em lei, que estabelecerá, entre
outras cominações, multa proporcional ao dano causado ao erário;
IX – assinar prazo para que o órgão ou entidade adote as providências
necessárias ao exato cumprimento da lei, se verificada ilegalidade;
X – sustar, se não atendido, a execução do ato impugnado, comunicando a
decisão à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal;
XI – representar ao Poder competente sobre irregularidades ou abusos
apurados”.

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Note que o TCU, apesar de ser um órgão que auxilia o Congresso Nacional no
Controle Externo, possui atribuições constitucionais próprias, as quais não
dependem de autorização ou necessariamente de provocação do Poder
Legislativo.

Vamos entender os incisos mais confusos:

No que se refere às contas do Executivo federal, compete privativamente ao


Presidente da República prestar, anualmente, ao Congresso Nacional, dentro
de 60 dias após a abertura da sessão legislativa, as contas referentes ao
exercício anterior13.
Compete privativamente à Câmara dos Deputados proceder à tomada de
contas do Presidente da República, quando não apresentadas ao Congresso
Nacional dentro de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa 14.

Note que compete ao TCU apreciar (e não julgar) as contas prestadas


anualmente pelo Presidente da República, mediante parecer prévio (inciso I).
Entretanto, é da competência exclusiva do Congresso Nacional julgar
anualmente as contas prestadas pelo Presidente da República e apreciar os
relatórios sobre a execução dos planos de governo. Para os demais
administradores e responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos compete
ao TCU o julgamento das contas (inciso II).

Vale ressaltar também o inciso IV. De forma resumida: o aspecto


orçamentário está relacionado à arrecadação e à aplicação dos recursos
públicos, conforme os instrumentos de planejamento e orçamento previstos na
Constituição Federal; o aspecto operacional está relacionado à verificação do
cumprimento de metas, aos resultados, à eficácia e à eficiência da gestão dos
recursos públicos; o aspecto patrimonial está relacionado ao controle, à
salvaguarda, à conservação e à alienação de bens públicos; o aspecto
financeiro está relacionado ao fluxo de recursos administrados pelo gestor; e
o aspecto contábil está relacionado à aplicação dos recursos públicos
conforme as técnicas contábeis.

No caso de contrato, o ato de sustação será adotado diretamente pelo


Congresso Nacional, que solicitará, de imediato, ao Poder Executivo as
medidas cabíveis. No entanto, se o Congresso Nacional ou o Poder Executivo,
no prazo de 90 dias, não efetivar as medidas cabíveis, o Tribunal decidirá a
respeito15.

13
Art. 84, XXIV, da CF/1988
14
Art. 51, II, da CF/1988.
15
Art. 71, §1º e §2º, da CF/1988.

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Já no que tange à aplicação de recursos públicos, o controle abrange tanto as


instituições públicas como as entidades de direito privado.

As decisões do Tribunal de que resulte imputação de débito ou multa terão


eficácia de título executivo16, extrajudicial, usufruindo, assim, de atributo de
exequibilidade. A dívida passa a ser líquida e certa.
O Tribunal encaminhará ao Congresso Nacional, trimestral e anualmente,
relatório de suas atividades17.

No âmbito dos demais entes, o controle externo é exercido de forma


semelhante, aplicando as disposições federais naquilo que couber. Nos
estados, é realizado pela Assembleia Legislativa, com auxílio do Tribunal de
Contas do Estado. Nos municípios, é exercido pela Câmara Municipal, com
auxílio também do Tribunal de Contas do Estado ou do Tribunal de Contas do
Município (nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro) ou do Tribunal de Contas
dos Municípios (nos estados da Bahia, Ceará, Pará e Goiás). No Distrito Federal
é exercido pela Câmara Legislativa com o auxílio do Tribunal de Contas do
Distrito Federal.

A Lei 4320/1964 também já tratava do assunto18:


 O controle da execução orçamentária, pelo Poder Legislativo, terá por
objetivo verificar a probidade da administração, a guarda e legal
emprego dos dinheiros públicos e o cumprimento da Lei de Orçamento.
 O Poder Executivo, anualmente, prestará contas ao Poder Legislativo, no
prazo estabelecido nas Constituições ou nas Leis Orgânicas dos
Municípios. As contas do Poder Executivo serão submetidas ao Poder
Legislativo, com Parecer prévio do Tribunal de Contas ou órgão
equivalente. Quando, no Município não houver Tribunal de Contas ou
órgão equivalente, a Câmara de Vereadores poderá designar peritos
contadores para verificarem as contas do prefeito e sobre elas emitirem
parecer.

(CESPE – Técnico Federal de Controle Externo – TCU - 2015) Compete


ao TCU julgar as contas do presidente da República.

Compete ao TCU apreciar (e não julgar) as contas prestadas anualmente pelo


Presidente da República, mediante parecer prévio (art. 71, I, da CF/1988).

16
Art. 71, § 3º, da CF/1988.
17
Art. 71, § 4º, da CF/1988.
18
Arts. 81 e 82 da Lei 4.320/1964.

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Entretanto, é da competência exclusiva do Congresso Nacional julgar


anualmente as contas prestadas pelo Presidente da República e apreciar os
relatórios sobre a execução dos planos de governo.
Para os demais administradores e responsáveis por dinheiros, bens e valores
públicos compete ao TCU o julgamento das contas (art. 71, II, da CF/1988).
Resposta: Errada

(ESAF – Auditor Fiscal – Receita Federal – 2014) Sobre o controle da


administração, o artigo 71 da Constituição Federal especifica as
competências dos Tribunais de Contas. Não é competência dos
Tribunais de Contas representar o Poder competente sobre
irregularidades ou abusos apurados.

Compete ao TCU realizar por iniciativa própria, da Câmara dos Deputados, do


Senado Federal, de Comissão técnica ou de inquérito, inspeções e auditorias
de natureza contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial, nas
unidades administrativas dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário (art.
71, IV, da CF/1988).
Resposta: Errada

(ESAF – Auditor Fiscal – Receita Federal – 2014) Sobre o controle da


administração, o artigo 71 da Constituição Federal especifica as
competências dos Tribunais de Contas. Não é competência dos
Tribunais de Contas assinar prazo para que o órgão ou entidade adote
as providências necessárias ao exato cumprimento da lei, se
verificada ilegalidade.

Compete ao TCU assinar prazo para que o órgão ou entidade adote as


providências necessárias ao exato cumprimento da lei, se verificada ilegalidade
(art. 71, IX, da CF/1988).
Resposta: Errada

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Ciclo Orçamentário Ampliado:

Tradicionalmente, o ciclo orçamentário é considerado como o período de tempo


em que se processam as atividades típicas do orçamento público. É um
processo contínuo, dinâmico e flexível, por meio do qual se elabora/planeja,
aprova, executa, controla/avalia a programação de dispêndios do setor público
nos aspectos físico e financeiro. Dessa forma, o ciclo orçamentário possui
quatro fases.

Entretanto, existe também o que pode ser denominado como ciclo


orçamentário ampliado. Tal termo designa o ciclo, em conjunto, do plano
plurianual, da lei de diretrizes orçamentárias e da lei orçamentária. Dessa
forma, o ciclo orçamentário possui oito fases.

Segundo Sanches19, o ciclo orçamentário ampliado desdobrar-se em oito fases,


quais sejam:
_ formulação do planejamento plurianual, pelo Executivo;
_ apreciação e adequação do plano, pelo Legislativo;
_ proposição de metas e prioridades para a administração e da política de
alocação de recursos pelo Executivo;
_ apreciação e adequação da LDO, pelo Legislativo;
_ elaboração da proposta de orçamento, pelo Executivo;
_ apreciação, adequação e autorização legislativa;
_ execução dos orçamentos aprovados;
_ avaliação da execução e julgamento das contas.

Ainda segundo o autor, tais fases são insuscetíveis de aglutinação, dado que
cada uma possui ritmo próprio, finalidade distinta e periodicidade definida. O
plano plurianual, por exemplo, não pode ser aglutinado à fase de elaboração
do orçamento, porquanto constitui instrumento superordenador daquela, como
evidenciado pelo cenário institucional articulado pela Constituição de 1988.

Repare que o artigo é de 1993, não é uma novidade. Entretanto, era raríssimo
aparecer em provas das bancas mais tradicionais. Isso vem mudando. A partir
de agora, considere as duas interpretações válidas para o ciclo orçamentário:
quatro (tradicional) ou oito fases (ampliado).

19
SANCHES, Osvaldo Maldonado: O ciclo orçamentário: uma reavaliação à luz da Constituição de
1988: Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro: FGV, v. 27, n.4, pp. 54-76, out./dez. 1993

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(CESPE – Agente Penitenciário Nacional – DEPEN - 2015) O ciclo


orçamentário inicia-se com a formulação do planejamento plurianual
pelo Poder Executivo e encerra-se com a avaliação da execução e do
julgamento das contas.

Nos termos da CF/1988, o ciclo orçamentário ampliado desdobrar-se em oito


fases, quais sejam:
_ formulação do planejamento plurianual, pelo Executivo;
_ apreciação e adequação do plano, pelo Legislativo;
_ proposição de metas e prioridades para a administração e da política de
alocação de recursos pelo Executivo;
_ apreciação e adequação da LDO, pelo Legislativo;
_ elaboração da proposta de orçamento, pelo Executivo;
_ apreciação, adequação e autorização legislativa;
_ execução dos orçamentos aprovados;
_ avaliação da execução e julgamento das contas.
Resposta: Certa

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MEMENTO I

O ciclo orçamentário é um processo contínuo, dinâmico e flexível, por meio do qual


se elabora/planeja, aprova, executa, controla/avalia a programação de dispêndios do
setor público nos aspectos físico e financeiro.

O ciclo orçamentário não se confunde com o exercício financeiro.

O exercício financeiro coincide com o ano civil, ou seja, inicia-se em 1.º de janeiro e
se encerra em 31 de dezembro de cada ano.

ELABORAÇÃO

CF - Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão:


I – o plano plurianual;
II – as diretrizes orçamentárias;
III – os orçamentos anuais.

O Poder Executivo de cada ente colocará à disposição dos demais Poderes e do


Ministério Público, no mínimo trinta dias antes do prazo final para encaminhamento
de suas propostas orçamentárias, os estudos e as estimativas das receitas para o
exercício subsequente, inclusive da corrente líquida, e as respectivas memórias de
cálculo.

CF - Art. 99. Ao Poder Judiciário é assegurada autonomia administrativa e financeira.


§ 1º Os tribunais elaborarão suas propostas orçamentárias dentro dos limites
estipulados conjuntamente com os demais Poderes na lei de diretrizes orçamentárias.
§ 2º O encaminhamento da proposta, ouvidos os outros tribunais interessados,
compete:
I - no âmbito da União, aos Presidentes do Supremo Tribunal Federal e dos Tribunais
Superiores, com a aprovação dos respectivos tribunais;
II - no âmbito dos Estados e no do Distrito Federal e Territórios, aos Presidentes dos
Tribunais de Justiça, com a aprovação dos respectivos tribunais.
§ 3º Se os órgãos referidos no § 2º não encaminharem as respectivas propostas
orçamentárias dentro do prazo estabelecido na lei de diretrizes orçamentárias, o
Poder Executivo considerará, para fins de consolidação da proposta orçamentária
anual, os valores aprovados na lei orçamentária vigente, ajustados de acordo com os
limites estipulados na forma do § 1º deste artigo.

CF - Art. 127 (...)


§ 3º O Ministério Público elaborará sua proposta orçamentária dentro dos limites
estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias.
§ 4º Se o Ministério Público não encaminhar a respectiva proposta orçamentária
dentro do prazo estabelecido na lei de diretrizes orçamentárias, o Poder Executivo
considerará, para fins de consolidação da proposta orçamentária anual, os valores
aprovados na lei orçamentária vigente, ajustados de acordo com os limites
estipulados na forma do § 3º.

CF - Art. 134 (...)

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§ 2º Às Defensorias Públicas Estaduais são asseguradas autonomia funcional e


administrativa e a iniciativa de sua proposta orçamentária dentro dos limites
estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias e subordinação ao disposto no art.
99, § 2º.
§ 3º Aplica-se o disposto no § 2º às Defensorias Públicas da União e do Distrito
Federal.

PRAZOS

PPA:
Encaminhamento ao CN: até 4 meses antes do encerramento do 1° exercício
financeiro (31.08).
Devolução para sanção: até o encerramento da sessão legislativa (22.12).

LDO:
Encaminhamento ao CN: até 8 meses e 1/2 antes do encerramento do exercício
financeiro (15.04).
Devolução para sanção: até o encerramento do 1º período da sessão legislativa
(17.07).

LOA:
Encaminhamento ao CN: até 4 meses antes do encerramento do exercício
financeiro (31.08).
Devolução para sanção: até o encerramento da sessão legislativa (22.12).

Se não receber a proposta orçamentária no prazo fixado nas Constituições ou nas


Leis Orgânicas dos Municípios, o Poder Legislativo considerará como proposta a Lei
de Orçamento vigente.

LEI COMPLEMENTAR

CF - Art. 165. (...)


§ 9º Cabe à lei complementar:
I - dispor sobre o exercício financeiro, a vigência, os prazos, a elaboração e a
organização do plano plurianual, da lei de diretrizes orçamentárias e da lei
orçamentária anual;
II - estabelecer normas de gestão financeira e patrimonial da administração direta e
indireta bem como condições para a instituição e funcionamento de fundos.
III - dispor sobre critérios para a execução equitativa, além de procedimentos que
serão adotados quando houver impedimentos legais e técnicos, cumprimento de
restos a pagar e limitação das programações de caráter obrigatório, para a realização
do disposto no § 11 do art. 166.

CF art. 166: § 6º Os projetos de lei do plano plurianual, das diretrizes orçamentárias


e do orçamento anual serão enviados pelo Presidente da República ao Congresso
Nacional, nos termos da lei complementar a que se refere o art. 165, § 9º.

A LRF não é a Lei Complementar do § 9.º do art. 165.

Na ausência dessa Lei, quem cumpre esse vácuo legislativo a cada ano é a LDO.

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Enquanto isso, na esfera federal, os prazos para o ciclo orçamentário estão no ADCT.

DISCUSSÃO

COMISSÃO MISTA

CF - Art. 166. Os projetos de lei relativos ao plano plurianual, às diretrizes


orçamentárias, ao orçamento anual e aos créditos adicionais serão apreciados pelas
duas Casas do Congresso Nacional, na forma do regimento comum.
§ 1º Caberá a uma comissão mista permanente de Senadores e Deputados:
I - examinar e emitir parecer sobre os projetos referidos neste artigo e sobre as
contas apresentadas anualmente pelo Presidente da República;
II - examinar e emitir parecer sobre os planos e programas nacionais, regionais e
setoriais previstos nesta Constituição e exercer o acompanhamento e a fiscalização
orçamentária, sem prejuízo da atuação das demais comissões do Congresso Nacional
e de suas Casas, criadas de acordo com o art. 58.

§ 5º O Presidente da República poderá enviar mensagem ao Congresso Nacional para


propor modificação nos projetos a que se refere este artigo enquanto não iniciada a
votação, na Comissão mista, da parte cuja alteração é proposta.

§ 7º Aplicam-se aos projetos mencionados neste artigo, no que não contrariar o


disposto nesta seção, as demais normas relativas ao processo legislativo.

§ 8º Os recursos que, em decorrência de veto, emenda ou rejeição do projeto de lei


orçamentária anual, ficarem sem despesas correspondentes poderão ser utilizados,
conforme o caso, mediante créditos especiais ou suplementares, com prévia e
específica autorização legislativa.

EMENDAS NA CF/1988

CF - Art. 166. (...)


§ 2º As emendas serão apresentadas na comissão mista, que sobre elas emitirá
parecer, e apreciadas, na forma regimental, pelo plenário das duas Casas do
Congresso Nacional.

§ 3º As emendas ao projeto de lei do orçamento anual ou aos projetos que o


modifiquem somente podem ser aprovadas caso:
I - sejam compatíveis com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias;
II - indiquem os recursos necessários, admitidos apenas os provenientes de anulação
de despesa, excluídas as que incidam sobre:
a) dotações para pessoal e seus encargos;
b) serviço da dívida;
c) transferências tributárias constitucionais para Estados, Municípios e o Distrito
Federal; ou
III - sejam relacionadas:
a) com a correção de erros ou omissões; ou
b) com os dispositivos do texto do projeto de lei.

§ 4º As emendas ao projeto de lei de diretrizes orçamentárias não poderão ser

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aprovadas quando incompatíveis com o plano plurianual.

EMENDAS NA LEI 4320/1964

Não se admitirão emendas ao projeto de Lei de Orçamento que visem a:


_ alterar a dotação solicitada para despesa de custeio, salvo quando provada, nesse
ponto a inexatidão da proposta;
_ conceder dotação para o início de obra cujo projeto não esteja aprovado pelos
órgãos competentes;
_ conceder dotação para instalação ou funcionamento de serviço que não esteja
anteriormente criado;
_ conceder dotação superior aos quantitativos previamente fixados em resolução do
Poder Legislativo para concessão de auxílios e subvenções.

EXECUÇÃO

CF - Art. 165 - § 3º O Poder Executivo publicará, até trinta dias após o encerramento
de cada bimestre, relatório resumido da execução orçamentária.

CF - Art. 166 (...)

§ 9º As emendas individuais ao projeto de lei orçamentária serão aprovadas no limite


de 1,2% (um inteiro e dois décimos por cento) da receita corrente líquida prevista no
projeto encaminhado pelo Poder Executivo, sendo que a metade deste percentual
será destinada a ações e serviços públicos de saúde.

§ 10. A execução do montante destinado a ações e serviços públicos de saúde


previsto no § 9º, inclusive custeio, será computada para fins do cumprimento do
inciso I do § 2º do art. 198, vedada a destinação para pagamento de pessoal ou
encargos sociais.

§ 11. É obrigatória a execução orçamentária e financeira das programações a que se


refere o § 9º deste artigo, em montante correspondente a 1,2% (um inteiro e dois
décimos por cento) da receita corrente líquida realizada no exercício anterior,
conforme os critérios para a execução equitativa da programação definidos na lei
complementar prevista no § 9º do art. 165.

§ 12. As programações orçamentárias previstas no § 9º deste artigo não serão de


execução obrigatória nos casos dos impedimentos de ordem técnica.

§ 13. Quando a transferência obrigatória da União, para a execução da programação


prevista no § 11 deste artigo, for destinada a Estados, ao Distrito Federal e a
Municípios, independerá da adimplência do ente federativo destinatário e não
integrará a base de cálculo da receita corrente líquida para fins de aplicação dos
limites de despesa de pessoal de que trata o caput do art. 169.

§ 14. No caso de impedimento de ordem técnica, no empenho de despesa que


integre a programação, na forma do § 11 deste artigo, serão adotadas as seguintes
medidas:

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I - até 120 (cento e vinte) dias após a publicação da lei orçamentária, o Poder
Executivo, o Poder Legislativo, o Poder Judiciário, o Ministério Público e a Defensoria
Pública enviarão ao Poder Legislativo as justificativas do impedimento;
II - até 30 (trinta) dias após o término do prazo previsto no inciso I, o Poder
Legislativo indicará ao Poder Executivo o remanejamento da programação cujo
impedimento seja insuperável;
III - até 30 de setembro ou até 30 (trinta) dias após o prazo previsto no inciso II, o
Poder Executivo encaminhará projeto de lei sobre o remanejamento da programação
cujo impedimento seja insuperável;
IV - se, até 20 de novembro ou até 30 (trinta) dias após o término do prazo previsto
no inciso III, o Congresso Nacional não deliberar sobre o projeto, o remanejamento
será implementado por ato do Poder Executivo, nos termos previstos na lei
orçamentária.

§ 15. Após o prazo previsto no inciso IV do § 14, as programações orçamentárias


previstas no § 11 não serão de execução obrigatória nos casos dos impedimentos
justificados na notificação prevista no inciso I do § 14.

§ 16. Os restos a pagar poderão ser considerados para fins de cumprimento da


execução financeira prevista no § 11 deste artigo, até o limite de 0,6% (seis décimos
por cento) da receita corrente líquida realizada no exercício anterior.

§ 17. Se for verificado que a reestimativa da receita e da despesa poderá resultar no


não cumprimento da meta de resultado fiscal estabelecida na lei de diretrizes
orçamentárias, o montante previsto no § 11 deste artigo poderá ser reduzido em até
a mesma proporção da limitação incidente sobre o conjunto das despesas
discricionárias.

§ 18. Considera-se equitativa a execução das programações de caráter obrigatório


que atenda de forma igualitária e impessoal às emendas apresentadas,
independentemente da autoria.

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Impedimento de Ordem Técnica

Inciso Prazo Quem Ação


Poderes Executivo,
até 120 dias após enviarão ao Poder Legislativo
Legislativo e Judiciário,
I a publicação da as justificativas do
Ministério Público e
LOA impedimento
Defensoria Pública

indicará ao Poder Executivo o


até 30 dias após o
remanejamento da
II término do prazo Poder Legislativo
programação cujo
anterior
impedimento seja insuperável

encaminhará projeto de lei


até 30/09 ou até
sobre o remanejamento da
III 30 dias após o Poder Executivo
programação cujo
prazo anterior
impedimento seja insuperável

até 20/11 ou até


30 dias após o
Congresso Nacional Deve deliberar sobre o projeto
término do prazo
anterior
IV
Se não houver a deliberação, o
remanejamento será
Após o prazo
Poder Executivo implementado por ato do Poder
anterior
Executivo, nos termos
previstos na LOA

CONTROLE

Segundo a CF/1988, os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário


manterão, de forma integrada, sistema de CONTROLE INTERNO com a
finalidade de:

Avaliar o cumprimento das metas previstas no PPA, a execução dos programas de


governo e das LOAs da União;

Comprovar a legalidade e avaliar os resultados, quanto à eficácia e eficiência, da


gestão orçamentária, financeira e patrimonial nos órgãos e entidades da
administração federal, bem como da aplicação de recursos públicos por entidades de
direito privado;

Exercer o controle das operações de crédito, avais e garantias, bem como dos
direitos e haveres da União;

Apoiar o controle externo no exercício de sua missão institucional.

Segundo a CF/1988, o CONTROLE EXTERNO, a cargo do Congresso Nacional,


será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União, ao qual

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compete:

Apreciar as contas prestadas anualmente pelo Presidente da República, mediante


parecer prévio que deverá ser elaborado em sessenta dias a contar de seu
recebimento;

Julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros, bens e


valores públicos da administração direta e indireta, incluídas as fundações e
sociedades instituídas e mantidas pelo Poder Público federal, e as contas daqueles
que derem causa a perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao
erário público;

Apreciar, para fins de registro, a legalidade dos atos de admissão de pessoal, a


qualquer título, na administração direta e indireta, incluídas as fundações instituídas
e mantidas pelo Poder Público, excetuadas as nomeações para cargo de provimento
em comissão, bem como a das concessões de aposentadorias, reformas e pensões,
ressalvadas as melhorias posteriores que não alterem o fundamento legal do ato
concessório;

Realizar, por iniciativa própria, da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, de


Comissão técnica ou de inquérito, inspeções e auditorias de natureza contábil,
financeira, orçamentária, operacional e patrimonial, nas unidades administrativas dos
Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário;

Fiscalizar as contas nacionais das empresas supranacionais de cujo capital social a


União participe, de forma direta ou indireta, nos termos do tratado constitutivo;

Fiscalizar a aplicação de quaisquer recursos repassados pela União mediante


convênio, acordo, ajuste ou outros instrumentos congêneres, a Estado, ao DF ou a
Município;

Prestar as informações solicitadas pelo CN, por qualquer de suas Casas, ou por
qualquer das respectivas Comissões, sobre a fiscalização contábil, financeira,
orçamentária, operacional e patrimonial e sobre resultados de auditorias e inspeções
realizadas;

Aplicar aos responsáveis, em caso de ilegalidade de despesa ou irregularidade de


contas, as sanções previstas em lei, que estabelecerá, entre outras cominações,
multa proporcional ao dano causado ao erário;

Assinar prazo para que o órgão ou entidade adote as providências necessárias ao


exato cumprimento da lei, se verificada ilegalidade;

Sustar, se não atendido, a execução do ato impugnado, comunicando a decisão à


Câmara dos Deputados e ao Senado Federal;

Representar ao Poder competente sobre irregularidades ou abusos apurados.

Ainda segundo a CF/1988:

A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e

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das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade,


economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo
Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle
interno de cada Poder.

As decisões do Tribunal de que resulte imputação de débito ou multa terão eficácia


de título executivo extrajudicial, usufruindo, assim, de atributo de exequibilidade. A
dívida passa a ser líquida e certa.

Qualquer cidadão, partido político, associação ou sindicato é parte legítima para, na


forma da lei, denunciar irregularidades ou ilegalidades perante o Tribunal de Contas
da União.

CONTROLE NA LEI 4320/1964:

Disposições Gerais

Art. 75. O controle da execução orçamentária compreenderá:


I - a legalidade dos atos de que resultem a arrecadação da receita ou a realização da
despesa, o nascimento ou a extinção de direitos e obrigações;
II - a fidelidade funcional dos agentes da administração, responsáveis por bens e
valores públicos;
III - o cumprimento do programa de trabalho expresso em termos monetários e em
termos de realização de obras e prestação de serviços.

Do Controle Interno

Art. 76. O Poder Executivo exercerá os três tipos de controle a que se refere o artigo
75, sem prejuízo das atribuições do Tribunal de Contas ou órgão equivalente.
Art. 77. A verificação da legalidade dos atos de execução orçamentária será prévia,
concomitante e subsequente.
Art. 78. Além da prestação ou tomada de contas anual, quando instituída em lei, ou
por fim de gestão, poderá haver, a qualquer tempo, levantamento, prestação ou
tomada de contas de todos os responsáveis por bens ou valores públicos.
Art. 79. Ao órgão incumbido da elaboração da proposta orçamentária ou a outro
indicado na legislação, caberá o controle estabelecido no inciso III do artigo 75.
Parágrafo único. Esse controle far-se-á, quando for o caso, em termos de unidades
de medida, previamente estabelecidos para cada atividade.
Art. 80. Compete aos serviços de contabilidade ou órgãos equivalentes verificar a
exata observância dos limites das cotas trimestrais atribuídas a cada unidade
orçamentária, dentro do sistema que for instituído para esse fim.

Do Controle Externo

Art. 81. O controle da execução orçamentária, pelo Poder Legislativo, terá por
objetivo verificar a probidade da administração, a guarda e legal emprego dos
dinheiros públicos e o cumprimento da Lei de Orçamento.
Art. 82. O Poder Executivo, anualmente, prestará contas ao Poder Legislativo, no
prazo estabelecido nas Constituições ou nas Leis Orgânicas dos Municípios.
§ 1º As contas do Poder Executivo serão submetidas ao Poder Legislativo, com

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Parecer prévio do Tribunal de Contas ou órgão equivalente.


§ 2º Quando, no Município não houver Tribunal de Contas ou órgão equivalente, a
Câmara de Vereadores poderá designar peritos contadores para verificarem as contas
do prefeito e sobre elas emitirem parecer.

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QUESTÕES DE CONCURSOS ANTERIORES - CESPE

Relembro que as questões estão em ordem decrescente do ano do concurso a


que se referem, ou seja, as mais recentes são as primeiras. Assim, caso tenha
pouco tempo para estudar as questões comentadas, estude até onde for
possível, começando a partir da primeira questão.

Entretanto, em algumas aulas, eu optei por separar por “grandes assuntos” e


tal divisão ocorre dentro do assunto, ou seja, teremos da questão mais nova
para a mais antiga dentro de cada assunto. Quando isso ocorrer, ficará bem
claro, pois colocarei o “grande assunto” com bastante destaque.

ELABORAÇÃO, DISCUSSÃO E EXECUÇÃO

1) (CESPE – Agente Administrativo - DPU – 2016) Para efeitos da


LOA, o exercício financeiro tem início com a aprovação da lei, não
coincidindo este com o ano civil.

O exercício financeiro coincide com o ano civil, ou seja, inicia-se em 1.º de


janeiro e se encerra em 31 de dezembro de cada ano, conforme dispõe o art.
34 da Lei 4.320/1964.
Resposta: Errada

2) (CESPE – Economista e Contador - DPU – 2016) O ciclo


orçamentário pode ser definido como um rito legalmente estabelecido,
com etapas que se repetem periodicamente e que envolvem
elaboração, discussão, votação, controle e avaliação do orçamento.

No Brasil, o ciclo orçamentário se divide em quatro etapas: a


elaboração/planejamento da proposta orçamentária, a
discussão/estudo/aprovação, a execução orçamentária/ financeira e a
avaliação/controle.
Resposta: Certa

3) (CESPE – Agente Administrativo - DPU – 2016) O período de


vigência do PPA compreende o início do segundo ano de mandato do
presidente da República até o final do primeiro ano financeiro do
mandato presidencial subsequente.

O projeto do plano plurianual, para vigência até o final do primeiro exercício


financeiro do mandato presidencial subsequente, será encaminhado até quatro

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meses antes do encerramento do primeiro exercício financeiro e devolvido para


sanção até o encerramento da sessão legislativa (art. 35, § 2º, I, do ADCT).
Resposta: Certa

4) (CESPE – Auditor - Conselheiro Substituto – TCE/PR – 2016) No


nível federal, o Ministério da Fazenda é o órgão federal responsável
pela elaboração do orçamento.

No nível federal, o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão é o


órgão do Poder Executivo responsável pela elaboração do orçamento.
Resposta: Errada

5) (CESPE – Auditor Federal de Controle Externo – TCU - 2015)


Ainda que não esteja compatível com o plano plurianual, a emenda ao
projeto de lei orçamentária que pretender consignar recursos para
transferência a empresa estatal com o objetivo de financiar a
construção de uma usina hidrelétrica poderá ser apresentada na
Comissão Mista de Orçamento por qualquer parlamentar.

As emendas ao projeto de lei do orçamento anual ou aos projetos que o


modifiquem somente podem ser aprovadas caso, entre outros, sejam
compatíveis com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias.
Apresentar por apresentar o parlamentar pode apresentar praticamente
“qualquer coisa”.
Resposta: Certa

6) (CESPE – Agente Penitenciário Nacional – DEPEN - 2015)


Compete ao Poder Legislativo propor, no ciclo orçamentário, as metas
e as prioridades para a administração pública.

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício
financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual,
disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de
aplicação das agências financeiras oficiais de fomento (art. 165, § 2º, da
CF/1988).

Segundo o art. 165, I a III, da Constituição Federal de 1988:


Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão:
I – o plano plurianual;
II – as diretrizes orçamentárias;
III – os orçamentos anuais.

Assim, a questão está incorreta porque compete ao Poder Executivo propor,


no ciclo orçamentário, as metas e as prioridades para a administração pública.

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Outra forma de resolver a questão é o conhecimento do ciclo orçamentário


ampliado:

Nos termos da CF/1988, o ciclo orçamentário ampliado desdobrar-se em oito


fases, quais sejam:
_ formulação do planejamento plurianual, pelo Executivo;
_ apreciação e adequação do plano, pelo Legislativo;
_ proposição de metas e prioridades para a administração e da política de
alocação de recursos pelo Executivo;
_ apreciação e adequação da LDO, pelo Legislativo;
_ elaboração da proposta de orçamento, pelo Executivo;
_ apreciação, adequação e autorização legislativa;
_ execução dos orçamentos aprovados;
_ avaliação da execução e julgamento das contas.

Resposta: Errada

7) (CESPE – Agente Penitenciário Nacional – DEPEN - 2015) As fases


do ciclo orçamentário podem ser aglutinadas de acordo com suas
finalidades e periodicidades.

As fases do ciclo orçamentário são insuscetíveis de aglutinação, dado que


cada uma possui ritmo próprio, finalidade distinta e periodicidade definida.
Resposta: Errada

8) (CESPE – Analista – Finanças e Controle - MPU – 2015) O PPA


possui duração de quatro anos, com vigência até o final do mandato
presidencial subsequente, devendo ser encaminhado até quatro meses
antes do encerramento do exercício financeiro e devolvido para a
sanção até o encerramento da sessão legislativa.

O projeto do plano plurianual, para vigência até o final do primeiro exercício


financeiro do mandato presidencial subsequente, será encaminhado até quatro
meses antes do encerramento do primeiro exercício financeiro e devolvido para
sanção até o encerramento da sessão legislativa (art. 35, § 2º, I, do ADCT).
Assim, o PPA não se confunde com o mandato do chefe do Executivo. O PPA é
elaborado no primeiro ano de governo e entra em vigor no segundo ano. A
partir daí, tem sua vigência até o final do primeiro ano do mandato seguinte.
A ideia é manter a continuidade dos programas.
Resposta: Errada

9) (CESPE – Agente Penitenciário Nacional – DEPEN - 2015)


SITUAÇÃO HIPOTÉTICA: Um deputado apresentou proposta de emenda
a projeto de lei de orçamento indicando como recurso quantia

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proveniente de anulação de despesa incidente sobre serviço da dívida.


ASSERTIVA: Nessa situação, a proposta de emenda é inconstitucional,
e a despesa não deverá ser executada.

As emendas ao projeto de lei do orçamento anual ou aos projetos que o


modifiquem somente podem ser aprovadas caso, entre outros requisitos,
indiquem os recursos necessários, admitidos apenas os provenientes de
anulação de despesa, excluídas as que incidam sobre: dotações para pessoal e
seus encargos; serviço da dívida; transferências tributárias constitucionais
para Estados, Municípios e o Distrito Federal (art. 166, § 3º, II, da CF/1988).

Assim, uma emenda que anule despesa sobre serviço da dívida é


inconstitucional.
Resposta: Certa

10) (CESPE – Agente Penitenciário Nacional – DEPEN - 2015) Em


observância ao princípio da separação de poderes, o presidente da
República não poderá propor modificações no projeto de lei relativo ao
PPA.

O Presidente da República poderá enviar mensagem ao Congresso Nacional


para propor modificação nos projetos a que se refere o art. 166 da CF/1988
(PPA, LDO, LOA e crédito adicionais) enquanto não iniciada a votação, na
comissão mista, da parte cuja alteração é proposta.
Resposta: Errada

11) (CESPE – Auditor Governamental – CGE/PI - 2015) O projeto da


lei orçamentária anual deve ser encaminhado ao Congresso Nacional
para exame por uma comissão mista de deputados e senadores em até
seis meses antes do encerramento do exercício financeiro, de modo
que sua devolução para sanção ocorra até o encerramento da sessão
legislativa, pois, caso contrário, não haverá o recesso legislativo.

O projeto da lei orçamentária anual deve ser encaminhado ao Congresso


Nacional para exame por uma comissão mista de deputados e senadores em
até quatro meses antes do encerramento do exercício financeiro, de modo que
sua devolução para sanção ocorra até o encerramento da sessão legislativa.
Além disso, mesmo que ocorra um atraso, o recesso não é prejudicado no
caso da LOA. Diferentemente é o caso da LDO, pois a sessão legislativa não
será interrompida sem a aprovação da LDO.
Resposta: Errada

12) (CESPE – Agente Penitenciário Nacional – DEPEN - 2015) O ciclo


orçamentário inicia-se com a formulação do planejamento plurianual

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pelo Poder Executivo e encerra-se com a avaliação da execução e do


julgamento das contas.

Nos termos da CF/1988, o ciclo orçamentário ampliado desdobrar-se em oito


fases, quais sejam:
_ formulação do planejamento plurianual, pelo Executivo;
_ apreciação e adequação do plano, pelo Legislativo;
_ proposição de metas e prioridades para a administração e da política de
alocação de recursos pelo Executivo;
_ apreciação e adequação da LDO, pelo Legislativo;
_ elaboração da proposta de orçamento, pelo Executivo;
_ apreciação, adequação e autorização legislativa;
_ execução dos orçamentos aprovados;
_ avaliação da execução e julgamento das contas.
Resposta: Certa

13) (CESPE – Auditor Governamental – CGE/PI - 2015) As emendas


ao projeto de lei orçamentária anual que tenham por propósito a
modificação das despesas nele previstas deverão demonstrar a sua
compatibilidade com o plano plurianual e a lei de diretrizes
orçamentárias e, ainda, indicar os recursos necessários à sua
satisfação, admitindo-se, nessa hipótese, a adoção de medidas para
aumento permanente de receita.

As emendas ao projeto de lei do orçamento anual ou aos projetos que o


modifiquem somente podem ser aprovadas caso sejam compatíveis com o PPA
e a LDO; indiquem os recursos necessários, admitidos apenas os
provenientes de anulação de despesa (excluídas as que incidam sobre
dotações para pessoal e seus encargos; serviço da dívida; transferências
tributárias constitucionais para Estados, Municípios e Distrito Federal) ou sejam
relacionadas com a correção de erros ou omissões; ou com os dispositivos do
texto do projeto de lei.
Não são admitidas medidas para aumento permanente de receita como forma
de fontes de recursos para emendas.
Resposta: Errada

14) (CESPE – Técnico Administrativo – ANTAQ – 2014) O projeto de


lei do plano plurianual da União deve ser encaminhado até quatro
meses antes do encerramento do primeiro exercício financeiro de cada
mandato do chefe do executivo e devolvido, para sanção, até o
encerramento da sessão legislativa. Esse prazo não é obrigatório para
os demais entes da Federação.

No âmbito federal, o projeto do plano plurianual, para vigência até o final do


primeiro exercício financeiro do mandato presidencial subsequente, será

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encaminhado até quatro meses antes do encerramento do primeiro exercício


financeiro e devolvido para sanção até o encerramento da sessão legislativa.
Nos estados e municípios os prazos do ciclo orçamentário devem estar,
respectivamente, nas Constituições Estaduais e nas Leis Orgânicas.
Resposta: Certa

15) (CESPE – Agente Administrativo – Polícia Federal – 2014) No


Brasil, o ciclo orçamentário é definido como processo contínuo,
dinâmico e flexível, em que são avaliados os aspectos físicos e
financeiros dos programas do setor público.

O ciclo orçamentário é um processo contínuo, dinâmico e flexível, por meio do


qual se elabora/planeja, aprova, executa, controla/avalia a programação de
dispêndios do setor público nos aspectos físico e financeiro.
Resposta: Certa

16) (CESPE – Agente Administrativo – MDIC – 2014) A duração do


ciclo orçamentário é superior a um exercício financeiro, ou seja, o ciclo
orçamentário não coincide com o ano civil.

O ciclo (ou processo) orçamentário não se confunde com o exercício


financeiro. Aquele envolve um período muito maior, iniciando com o processo
de elaboração do orçamento, passando por discussão, execução e
encerramento com o controle.
Resposta: Certa

17) (CESPE – Analista Administrativo – ANTAQ – 2014) Cabe


exclusivamente ao presidente do STF, no âmbito da União, encaminhar
as propostas orçamentárias dos tribunais superiores ao Poder
Executivo.

Consoante o art. 99 da CF/1988, ao Poder Judiciário é assegurada autonomia


administrativa e financeira. O § 1º ressalta que os tribunais elaborarão suas
propostas orçamentárias dentro dos limites estipulados conjuntamente com os
demais Poderes na Lei de Diretrizes Orçamentárias. Ainda, o encaminhamento
da proposta, ouvidos os outros tribunais interessados, compete (§ 2º):
I - no âmbito da União, aos Presidentes do Supremo Tribunal Federal e dos
Tribunais Superiores, com a aprovação dos respectivos tribunais;
II - no âmbito dos Estados e no do Distrito Federal e Territórios, aos
Presidentes dos Tribunais de Justiça, com a aprovação dos respectivos
tribunais.
Resposta: Errada

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18) (CESPE – Consultor de Orçamentos – Câmara dos Deputados –


2014) Na LDO, constam os limites para a elaboração das propostas
orçamentárias do Ministério Público.

De acordo com o art. 127 da CF/1988, ao Ministério Público é assegurada


autonomia funcional e administrativa. O § 3º ressalta que o Ministério Público
elaborará sua proposta orçamentária dentro dos limites estabelecidos na Lei de
Diretrizes Orçamentárias.
Resposta: Certa

19) (CESPE – Analista Técnico-Administrativo - SUFRAMA – 2014) Se


determinado órgão do Poder Judiciário não encaminhar sua proposta
orçamentária dentro do prazo estabelecido na lei de diretrizes
orçamentárias, o Poder Executivo estará autorizado a definir os
valores da referida proposta de acordo com seus próprios critérios.

Se os órgãos do Poder Judiciário não encaminharem as respectivas propostas


orçamentárias dentro do prazo estabelecido na lei de diretrizes orçamentárias,
o Poder Executivo considerará, para fins de consolidação da proposta
orçamentária anual, os valores aprovados na lei orçamentária vigente,
ajustados de acordo com os limites estipulados conjuntamente com os
demais Poderes na Lei de Diretrizes Orçamentárias.
Resposta: Errada

20) (CESPE – Agente Administrativo – MDIC – 2014) O envio, pelo


Poder Executivo, da proposta orçamentária anual ao Poder Legislativo
independe da aprovação e publicação da lei de diretrizes
orçamentárias.

Não deveria ser assim, mas é; portanto, o item está correto.


Por exemplo, a LDO-2014 foi sancionada em 24 de dezembro de 2013, ou
seja, quase quatro meses depois do envio do projeto da LOA-2014 em 31 de
agosto de 2013. Por curiosidade, a LOA-2014 foi sancionada em 20 de janeiro
de 2014, ou seja, menos de um mês depois da sanção da LDO-2014.
Resposta: Certa

21) (CESPE – Contador - MTE – 2014) O projeto de lei do plano


plurianual é de iniciativa do chefe do Poder Executivo e deve ser
enviado ao Congresso Nacional até o dia 31 de agosto do primeiro ano
do mandato presidencial.

De iniciativa do Poder Executivo, o projeto do plano plurianual, para vigência até


o final do primeiro exercício financeiro do mandato presidencial subsequente,
será encaminhado ao Congresso Nacional até quatro meses antes do
encerramento do primeiro exercício financeiro (31/08) e devolvido para sanção

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até o encerramento da sessão legislativa (22/12).


Resposta: Certa

22) (CESPE – Agente Administrativo – MDIC – 2014) A


compatibilidade com o plano plurianual e com a lei de diretrizes
orçamentárias é condição necessária para a aprovação de emendas ao
projeto de lei orçamentária anual.

As emendas ao projeto de lei do orçamento anual ou aos projetos que


o modifiquem somente podem ser aprovadas caso, entre outros, sejam
compatíveis com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias.
Resposta: Certa

23) (CESPE – Agente Administrativo – Polícia Federal – 2014) Dada a


importância da integração entre planejamento e orçamento para o
bom funcionamento da administração pública, é previsto na CF um
ciclo de planejamento e execução do plano orçamentário
integralmente constituído pelo PPA e pela LDO.

O ciclo orçamentário ampliado é composto por PPA, LDO e LOA.


Resposta: Errada

24) (CESPE – Analista Administrativo - ICMBio – 2014) O período do


plano plurianual (PPA) coincide com o período do mandato do chefe do
Poder Executivo.

O projeto do plano plurianual, para vigência até o final do primeiro exercício


financeiro do mandato presidencial subsequente, será encaminhado até quatro
meses antes do encerramento do primeiro exercício financeiro e devolvido para
sanção até o encerramento da sessão legislativa (art. 35, § 2º, I, do ADCT).

Assim, o PPA não se confunde com o mandato do chefe do Executivo. O PPA é


elaborado no primeiro ano de governo e entra em vigor no segundo ano. A
partir daí, tem sua vigência até o final do primeiro ano do mandato seguinte. A
ideia é manter a continuidade dos programas.
Resposta: Errada

25) (CESPE – Consultor de Orçamentos – Câmara dos Deputados –


2014) É imprescindível que a emenda a projeto de lei do orçamento
anual que o modifique seja compatível com o plano plurianual (PPA) e
com as leis de diretrizes orçamentárias (LDOs).

As emendas ao projeto de lei do orçamento anual ou aos projetos que


o modifiquem somente podem ser aprovadas caso, entre outros, sejam
compatíveis com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias.

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Resposta: Certa

26) (CESPE – Analista Técnico-Administrativo – MDIC – 2014) Se o


Poder Executivo não apresentar o projeto de lei de diretrizes
orçamentárias no prazo estabelecido pela legislação pertinente, será
vedado ao Poder Legislativo ou a qualquer de seus membros a
elaboração e apresentação de projeto de lei que trate desse assunto.

A iniciativa constitucional do Poder Executivo para a apresentação do PPA, da


LDO e da LOA não é transferida ao Poder Legislativo.
Resposta: Certa

27) (CESPE – Analista - Planejamento e Orçamento - MPU – 2013) De


acordo com a legislação vigente, é objeto da LDO instituir normas de
gestão financeira e patrimonial da administração direta e indireta bem
como estabelecer condições para a instauração e o funcionamento de
fundos.

Cabe à lei complementar, entre outros, estabelecer normas de gestão


financeira e patrimonial da administração direta e indireta bem como condições
para a instituição e funcionamento de fundos (art. 165, § 9º, II, da CF/1988)
Resposta: Errada

28) (CESPE – Analista Judiciário - Administrativa – STF – 2013) Nos


termos da CF, o ciclo orçamentário desdobra-se em oito fases, cada
uma com ritmo próprio, finalidade distinta e periodicidade definida.

Nos termos da CF/1988, o ciclo orçamentário ampliado desdobrar-se em oito


fases, quais sejam:
_ formulação do planejamento plurianual, pelo Executivo;
_ apreciação e adequação do plano, pelo Legislativo;
_ proposição de metas e prioridades para a administração e da política de
alocação de recursos pelo Executivo;
_ apreciação e adequação da LDO, pelo Legislativo;
_ elaboração da proposta de orçamento, pelo Executivo;
_ apreciação, adequação e autorização legislativa;
_ execução dos orçamentos aprovados;
_ avaliação da execução e julgamento das contas.

Tais fases são insuscetíveis de aglutinação, dado que cada uma possui ritmo
próprio, finalidade distinta e periodicidade definida.
Resposta: Certa

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29) (CESPE – Analista - Planejamento e Orçamento - MPU – 2013)


Cabe ao Tribunal de Contas da União emitir parecer sobre as emendas
apresentadas ao projeto de Lei Orçamentária Anual.

Cabe à Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização


emitir parecer sobre as emendas apresentadas ao projeto de Lei Orçamentária
Anual.
Resposta: Errada

(CESPE – Técnico Administrativo – ANTT – 2013) O ciclo orçamentário


corresponde ao período de tempo em que se processam as atividades
típicas do orçamento público, desde sua concepção até a apreciação
final. Com relação ao processo do ciclo orçamentário, julgue os itens a
seguir.
30) O presidente da República deve encaminhar o PPA e a LDO ao
Congresso Nacional até quatro meses antes do encerramento do
primeiro exercício financeiro. A devolução do PPA e da LDO para
sanção deverá ocorrer até o encerramento da sessão legislativa.

O presidente da República deve encaminhar o PPA ao Congresso Nacional até


quatro meses antes do encerramento do primeiro exercício financeiro. A
devolução do PPA para sanção deverá ocorrer até o encerramento da sessão
legislativa.
No caso da LDO, o presidente da República deve encaminhá-la ao Congresso
Nacional até oito meses e meio antes do encerramento do exercício
financeiro. A devolução da LDO para sanção deverá ocorrer até o
encerramento do primeiro período da sessão legislativa.
Resposta: Errada

31) No Brasil, o ciclo orçamentário se divide em duas etapas: a


elaboração/planejamento da proposta orçamentária e a execução
orçamentária/financeira.

No Brasil, o ciclo orçamentário se divide em quatro etapas: a


elaboração/planejamento da proposta orçamentária, a
discussão/estudo/aprovação, a execução orçamentária/ financeira e a
avaliação/controle.
Resposta: Errada

32) (CESPE - Delegado - Polícia Federal – 2013) Cabe à comissão


mista permanente de senadores e deputados federais examinar e
emitir parecer sobre as contas apresentadas pelo presidente da
República.

Consoante a CF/1988, caberá à Comissão mista permanente de Senadores e

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Deputados:
I – examinar e emitir parecer sobre os projetos relativos ao PPA, LDO, LOA,
créditos adicionais e sobre as contas apresentadas anualmente pelo Presidente
da República;
II – examinar e emitir parecer sobre os planos e programas nacionais,
regionais e setoriais previstos nesta Constituição e exercer o acompanhamento
e a fiscalização orçamentária, sem prejuízo da atuação das demais comissões
do Congresso Nacional e de suas Casas criadas de acordo com a CF/1988.

Resposta: Certa

33) (CESPE – Analista Administrativo - IBAMA – 2013) O projeto de


Lei Orçamentária Anual (LOA) deve ser aprovado em sessões
ordinárias ou extraordinárias separadas, primeiramente no plenário da
Câmara dos Deputados, em seguida no plenário do Senado Federal.

Os projetos de lei relativos ao plano plurianual, às diretrizes orçamentárias, ao


orçamento anual e aos créditos adicionais serão apreciados pelas duas Casas
do Congresso Nacional, na forma do regimento comum (art. 166 da
CF/1988). A sessão é conjunta e não separada como afirma o item.
Resposta: Errada

34) (CESPE – Analista Judiciário – Contabilidade – CNJ - 2013)


Assegurado pela autonomia administrativa do Poder Judiciário, o
presidente do CNJ poderá enviar mensagem ao Congresso Nacional
contendo proposta de alterações no projeto de Lei Orçamentária
Anual, na parte relativa às despesas previstas para o pagamento de
pessoal da instituição, desde que não tenha sido iniciada a votação, na
comissão mista, da parte cuja alteração é proposta.

Em que pese ser assegurada autonomia administrativa e financeira ao Poder


Judiciário (art. 99 da CF/1988), é o Presidente da República que poderá
enviar mensagem ao Congresso Nacional para propor modificação nos projetos
a que se refere o art. 166 da CF/1988 (PPA, LDO, LOA e crédito adicionais)
enquanto não iniciada a votação, na comissão mista, da parte cuja alteração é
proposta.
Resposta: Errada

35) (CESPE – Analista Administrativo - IBAMA – 2013) De acordo com


a legislação vigente, se o mandato do presidente da República fosse
alterado, o prazo de vigência do plano plurianual da União (PPA)
também seria alterado na mesma proporção.

O projeto do plano plurianual, para vigência até o final do primeiro exercício


financeiro do mandato presidencial subsequente, será encaminhado até quatro

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meses antes do encerramento do primeiro exercício financeiro e devolvido para


sanção até o encerramento da sessão legislativa (art. 35, § 2º, I, do ADCT).

Assim, se o mandato presidencial fosse alterado (por exemplo, para cinco


anos), o tempo de duração do PPA também seria alterado (porque a duração é
até o final do primeiro exercício financeiro do mandato presidencial
subsequente. Se o mandato aumentasse em um ano, a vigência também seria
acrescida em um ano).
Resposta: Certa

36) (CESPE – Analista Técnico-Administrativo – Ministério da


Integração - 2013) O processo orçamentário é visto como
autossuficiente, já que a primeira etapa do ciclo se renova anualmente
a partir de resultados e definições constantes de uma programação de
longo prazo.

O processo orçamentário é dinâmico, porém, não autossuficiente, pois a


elaboração da proposta orçamentária, primeira etapa do ciclo, se renova
anualmente e é resultante das definições da programação de médio prazo, que
por sua vez detalha o plano de longo prazo, para integrá-lo ao processo de
planejamento.
Resposta: Errada

37) (CESPE - Analista Administrativo – Administrador - ANP – 2013)


O processo orçamentário, com duração de um exercício financeiro,
evidencia as etapas de elaboração, discussão e aprovação da Lei
Orçamentária Anual.

O ciclo (ou processo) orçamentário não se confunde com o exercício


financeiro. O ciclo envolve um período muito maior, iniciando com o processo
de elaboração do orçamento, passando por discussão, execução e
encerramento com o controle.
Resposta: Errada

38) (CESPE – Administrador – Ministério da Integração - 2013)


Consoante o atual ordenamento jurídico brasileiro, em determinado
período do ano, duas leis de diretrizes orçamentárias vigem
simultaneamente.

Em determinado período do ano, poderá haver duas LDOs vigendo


simultaneamente. Por exemplo, se estivéssemos em outubro de 2013, estaria
em vigor a LDO-2013 (elaborada e sancionada em 2012, para reger a LOA-
2013) e a LDO-2014 (elaborada e sancionada em 2013, para reger a LOA
2014).
Resposta: Certa

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39) (CESPE - Analista Administrativo – Administrador - TRE/MS –


2013) O exercício financeiro, no Brasil, não coincide com o ano civil: os
orçamentos anuais são executados no período de 1.º de fevereiro a 31
de dezembro de cada ano.

O exercício financeiro coincide com o ano civil, ou seja, inicia-se em 1.º de


janeiro e se encerra em 31 de dezembro de cada ano, conforme dispõe o art.
34 da Lei 4.320/1964.

Logo, os orçamentos anuais são executados no período de 1º de janeiro a 31


de dezembro de cada ano.
Resposta: Errada

40) (CESPE - Analista de Planejamento, Gestão e Infraestrutura em


Propriedade Industrial – Gestão Financeira - INPI – 2013) Para
garantir a continuidade dos programas governamentais, a Constituição
Federal de 1988 determina que o PPA tenha duração de cinco anos, um
ano a mais que o mandato presidencial.

O projeto do plano plurianual, para vigência até o final do primeiro exercício


financeiro do mandato presidencial subsequente, será encaminhado até quatro
meses antes do encerramento do primeiro exercício financeiro e devolvido para
sanção até o encerramento da sessão legislativa (art. 35, § 2º, I, do ADCT).

Assim, o PPA não se confunde com o mandato do chefe do Executivo. O PPA é


elaborado no primeiro ano de governo e entra em vigor no segundo ano. A
partir daí, tem sua vigência até o final do primeiro ano do mandato seguinte. A
ideia é manter a continuidade dos programas.
Resposta: Errada

41) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/10 - 2013) As


emendas orçamentárias, que só podem ser aprovadas caso estejam de
acordo com o PPA e a LDO, constituem um importante instrumento do
Poder Legislativo para influenciar a alocação de recursos públicos.

As emendas ao projeto de lei do orçamento anual ou aos projetos que


o modifiquem somente podem ser aprovadas caso, entre outros, sejam
compatíveis com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias.
As emendas são prerrogativas constitucionais que o Poder Legislativo possui
para aperfeiçoar as propostas dos instrumentos de planejamento e orçamento
enviadas pelo Poder Executivo. A emenda é instrumento essencial do Poder
Legislativo para influenciar a alocação de recursos públicos.
Resposta: Certa

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42) (CESPE - Analista de Planejamento, Gestão e Infraestrutura em


Propriedade Industrial – Gestão Financeira - INPI – 2013) Caso o
Poder Executivo julgue necessária a realização de alteração no projeto
de lei do PPA, tendo este já sido enviado ao Congresso Nacional e
iniciada a votação na comissão mista, o presidente poderá enviar
mensagem à comissão solicitando que sejam realizadas as mudanças
pretendidas.

O Presidente da República poderá enviar mensagem ao Congresso Nacional


para propor modificação nos projetos a que se refere o art. 166 da CF/1988
(PPA, LDO, LOA e crédito adicionais) enquanto não iniciada a votação, na
comissão mista, da parte cuja alteração é proposta.
Resposta: Errada

43) (CESPE - Delegado - Polícia Federal – 2013) Exige-se, para a


aprovação de emendas que acrescentem despesas a projeto de lei
orçamentária anual, além da compatibilidade com o plano plurianual e
com a lei de diretrizes orçamentárias, a indicação dos recursos
necessários para custeá-las, que podem provir, por exemplo, da
anulação de despesas, independentemente de sua natureza.

As emendas ao projeto de lei do orçamento anual ou aos projetos que


o modifiquem somente podem ser aprovadas caso sejam compatíveis
com o PPA e a LDO; indiquem os recursos necessários, admitidos apenas os
provenientes de anulação de despesa (excluídas as que incidam sobre
dotações para pessoal e seus encargos; serviço da dívida;
transferências tributárias constitucionais para Estados, Municípios e
Distrito Federal) ou sejam relacionadas com a correção de erros ou
omissões; ou com os dispositivos do texto do projeto de lei.
Resposta: Errada

44) (CESPE – Analista Judiciário – Contabilidade – TRT/10 – Prova


cancelada - 2013) A Câmara dos Deputados deve analisar, na forma do
regimento comum, os projetos de lei relativos ao plano plurianual, as
diretrizes orçamentárias e ao orçamento anual, que são elaborados
pelo Senado Federal.

As leis do PPA, LDO e LOA são de iniciativa do Poder Executivo: Presidente,


Governadores e Prefeitos.
Ainda, os projetos de lei relativos ao plano plurianual, às diretrizes
orçamentárias, ao orçamento anual e aos créditos adicionais serão apreciados
pelas duas Casas do Congresso Nacional, na forma do regimento comum
(art. 166 da CF/1988).
Resposta: Errada

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45) (CESPE – Analista Judiciário – Contabilidade – TRT/10 – Prova


cancelada - 2013) Se a votação de determinado item do projeto da Lei
de Diretrizes Orçamentárias ainda não tiver sido iniciada na comissão
mista do Congresso Nacional, o presidente da República poderá enviar
mensagem para propor modificação desse item.

O Presidente da República poderá enviar mensagem ao Congresso Nacional


para propor modificação nos projetos a que se refere o art. 166 da CF/1988
(PPA, LDO, LOA e crédito adicionais) enquanto não iniciada a votação, na
comissão mista, da parte cuja alteração é proposta.
Resposta: Certa

46) (CESPE – Analista Técnico-Administrativo – Ministério da


Integração - 2013) O projeto de lei do plano plurianual (PPA) é
elaborado anualmente e encaminhado pelo presidente da República ao
Congresso Nacional para aprovação até o final da última sessão
legislativa do ano.

O projeto de lei orçamentária anual é elaborado anualmente e


encaminhado pelo presidente da República ao Congresso Nacional para
aprovação até o encerramento da sessão legislativa, ou seja, até o final do
segundo período legislativo do ano.
Resposta: Errada

47) (CESPE – Especialista – Contabilidade - ANTT – 2013) A execução


financeira representa o fluxo de recursos financeiros necessários para
a realização efetiva dos gastos públicos, com vistas a permitir a
realização dos programas de trabalho definidos.

A execução financeira representa a utilização de recursos financeiros, visando


atender à realização dos projetos e/ou atividades atribuídas às Unidades
Orçamentárias pelo Orçamento. Dito em outras palavras, representa o fluxo de
recursos financeiros necessários para a realização efetiva dos gastos públicos,
com vistas a permitir a realização dos programas de trabalho definidos.
Resposta: Certa

48) (CESPE – Analista Judiciário - Contabilidade – TRT/17 – 2013) Se


o projeto de lei orçamentária anual não for sancionado até 31 de
dezembro, será possível adotar a prática, autorizada em cada lei de
diretrizes orçamentárias, de execução contínua de algumas despesas
constantes da proposta, o que, no caso de despesas correntes
consideradas inadiáveis, não poderá exceder, a cada mês, um
duodécimo do valor previsto de cada ação.

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A cada ano, as LDOs determinam que se o Projeto de Lei Orçamentária –


PLOA não for sancionado pelo Presidente da República até 31 de dezembro do
ano corrente, parte da programação dele constante poderá ser executada até
o limite de 1/12 do total de cada ação prevista no referido projeto de lei,
multiplicado pelo número de meses decorridos até a sanção da respectiva lei.
Por exemplo, se o PLOA não for sancionado até o fim de março (três meses)
do ano que deveria estar em vigor, algumas despesas consideradas inadiáveis
poderão ser executadas em 3/12 do valor original.
Resposta: Certa

49) (CESPE – Técnico Judiciário - Administrativa – STF – 2013) Caso o


MP deixe de elaborar e encaminhar sua proposta orçamentária dentro
do prazo estabelecido na lei de diretrizes orçamentárias, caberá ao
Poder Legislativo considerar, para fins de consolidação da proposta
orçamentária anual, a média dos valores destinados ao MP nos últimos
cinco anos.

De forma semelhante ao Poder Judiciário, se o Ministério Público não


encaminhar a respectiva proposta orçamentária dentro do prazo estabelecido
na lei de diretrizes orçamentárias, o Poder Executivo considerará, para fins de
consolidação da proposta orçamentária anual, os valores aprovados na lei
orçamentária vigente, ajustados de acordo com os limites estipulados na
forma do § 3º do art. 127 da CF/1988.
Resposta: Errada

50) (CESPE - Analista em Ciência e Tecnologia– Contabilidade –


CAPES - 2012) A sessão legislativa não será interrompida sem a
aprovação do projeto de lei de diretrizes orçamentárias.

A sessão legislativa não será interrompida sem a aprovação do projeto de lei


de diretrizes orçamentárias (art. 57, § 2º, da CF/1988).
Resposta: Certa

51) (CESPE - Advogado – AGU – 2012) Após o envio dos projetos de


lei relativos ao PPA, às diretrizes orçamentárias e ao orçamento anual
ao Congresso Nacional, o presidente da República não poderá
apresentar proposta de modificação desses projetos.

O Presidente da República poderá enviar mensagem ao Congresso Nacional


para propor modificação nos projetos a que se refere o art. 166 da CF/1988
(PPA, LDO, LOA e crédito adicionais) enquanto não iniciada a votação, na
Comissão mista, da parte cuja alteração é proposta.
Resposta: Errada

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52) (CESPE – Analista Judiciário – Contabilidade - TRE/RJ – 2012) A


execução de investimentos sem sua prévia inclusão no plano
plurianual não poderá ser realizada após o período correspondente a
um ciclo orçamentário.

A regra constitucional é: nenhum investimento cuja execução ultrapasse um


exercício financeiro poderá ser iniciado sem prévia inclusão no plano
plurianual, ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime de
responsabilidade (art. 167, § 1º).
Resposta: Errada

53) (CESPE – Técnico Científico – Administração – Banco da Amazônia


- 2012) Dada a autonomia financeira e administrativa conferida ao
Banco da Amazônia, o presidente dessa instituição poderá encaminhar
mensagem ao Congresso Nacional para propor modificações no
orçamento de investimento do banco enquanto não for iniciada a
votação da proposta de lei orçamentária na Comissão Mista do
Orçamento.

O Presidente da República poderá enviar mensagem ao Congresso Nacional


para propor modificação nos projetos a que se refere o art. 166 da CF/1988
(PPA, LDO, LOA e crédito adicionais) enquanto não iniciada a votação, na
Comissão mista, da parte cuja alteração é proposta.
Resposta: Errada

54) (CESPE – Promotor – MPE/RR – 2012) O PPA e os orçamentos


anuais serão estabelecidos por leis de iniciativa do Poder Executivo; as
diretrizes orçamentárias, por sua vez, podem ser determinadas por
decreto do Poder Executivo, atendidos os critérios definidos na lei que
estabelece o PPA.

Segundo o art. 165, I a III, da Constituição Federal de 1988:


Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão:
I – o plano plurianual;
II – as diretrizes orçamentárias;
III – os orçamentos anuais.

Logo, as diretrizes orçamentárias não podem ser determinadas por decreto do


Poder Executivo.
Resposta: Errada

55) (CESPE - Analista em Ciência e Tecnologia– Contabilidade –


CAPES - 2012) O Congresso Nacional só poderá entrar em recesso após
a aprovação da lei de diretrizes orçamentárias, ao final de cada
exercício financeiro.

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A sessão legislativa não será interrompida sem a aprovação da LDO. Assim, o


Congresso Nacional só poderá entrar em recesso após a aprovação da lei de
diretrizes orçamentárias. Entretanto, o recesso a que se refere é o de julho e
não do final do exercício financeiro.
Resposta: Errada

56) (CESPE – Auditor Substituto de Conselheiro – TCE/ES – 2012) A


não aprovação do plano plurianual até o final do primeiro exercício do
mandato do titular do Poder Executivo impede o recesso do Poder
Legislativo.

A sessão legislativa não será interrompida sem a aprovação da LDO.


Entretanto, a não aprovação do PPA até o final do primeiro exercício do
mandato do titular do Poder Executivo não impede o recesso do Poder
Legislativo.
Resposta: Errada

57) (CESPE - Analista em Ciência e Tecnologia– Contabilidade –


CAPES - 2012) Cabe à Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos
e Fiscalização examinar e emitir parecer sobre o projeto de lei do
orçamento, do plano plurianual, das diretrizes orçamentárias e de
créditos adicionais.

Consoante a CF/1988, caberá à Comissão mista permanente de Senadores e


Deputados:
“I – examinar e emitir parecer sobre os projetos relativos ao PPA, LDO, LOA,
créditos adicionais e sobre as contas apresentadas anualmente pelo Presidente
da República;
II – examinar e emitir parecer sobre os planos e programas nacionais,
regionais e setoriais previstos nesta Constituição e exercer o acompanhamento
e a fiscalização orçamentária, sem prejuízo da atuação das demais comissões
do Congresso Nacional e de suas Casas criadas de acordo com a CF/1988”.
Resposta: Certa

58) (CESPE – Promotor – MPE/RR – 2012) Antes de ser apreciado


pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, o projeto de lei
relativo ao orçamento anual, entre outros projetos, será objeto de
exame por uma comissão mista permanente de senadores e
deputados, à qual caberá a emissão de parecer.

No Poder Legislativo Federal, os projetos dos instrumentos de planejamento e


dos créditos adicionais transitam por uma comissão mista permanente
composta por senadores e deputados, denominada de Comissão Mista de
Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização.

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Consoante a CF/1988, caberá à Comissão mista permanente de Senadores e


Deputados:
I – examinar e emitir parecer sobre os projetos relativos ao PPA, LDO, LOA,
créditos adicionais e sobre as contas apresentadas anualmente pelo Presidente
da República;
II – examinar e emitir parecer sobre os planos e programas nacionais,
regionais e setoriais previstos nesta Constituição e exercer o acompanhamento
e a fiscalização orçamentária, sem prejuízo da atuação das demais comissões
do Congresso Nacional e de suas Casas criadas de acordo com a CF/1988.
Resposta: Certa

59) (CESPE – Promotor – MPE/RR – 2012) A CF admite emendas ao


projeto de lei orçamentária anual ou aos projetos que o modifiquem,
desde que provenientes da anulação de despesas relacionadas ao
serviço da dívida e às transferências tributárias para os estados, o DF
e os municípios, mas não da anulação de despesas que incidam sobre
dotações para pessoal e respectivos encargos.

As emendas ao projeto de lei do orçamento anual ou aos projetos que


o modifiquem somente podem ser aprovadas caso:
I – sejam compatíveis com o plano plurianual e com a lei de diretrizes
orçamentárias;
II – indiquem os recursos necessários, admitidos apenas os provenientes de
anulação de despesa, excluídas as que incidam sobre:
a) dotações para pessoal e seus encargos;
b) serviço da dívida;
c) transferências tributárias constitucionais para Estados, Municípios e Distrito
Federal; ou
III – sejam relacionadas:
a) com a correção de erros ou omissões; ou
b) com os dispositivos do texto do projeto de lei.

Logo, a CF/1988 admite emendas ao projeto de lei orçamentária anual ou aos


projetos que o modifiquem, desde que provenientes da anulação de despesas
não relacionadas a dotações para pessoal e respectivos encargos, tampouco
ao serviço da dívida e às transferências tributárias para os estados, o DF e os
municípios.
Resposta: Errada

60) (CESPE – Analista Judiciário – Administrativa - TRE/RJ – 2012)


Se o presidente da República desejar alterar a proposta orçamentária
enquanto ela estiver em tramitação no Congresso Nacional, ele não
precisará utilizar nenhum dos créditos adicionais previstos na
legislação vigente.

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O Presidente da República poderá enviar mensagem ao Congresso Nacional


para propor modificação nos projetos a que se refere o art. 166 da CF/1988
(PPA, LDO, LOA e crédito adicionais) enquanto não iniciada a votação, na
Comissão mista, da parte cuja alteração é proposta.
Logo, nesse momento, não precisará utilizar nenhum dos créditos adicionais
previstos na legislação vigente.
Resposta: Certa

61) (CESPE – Auditor de Controle Externo – Direito - TCE/ES – 2012)


Cabe aos tribunais, órgãos do Poder Judiciário, no exercício de sua
autonomia administrativa e financeira, elaborar suas propostas
orçamentárias, observados os limites estipulados conjuntamente com
os demais poderes na lei de diretrizes orçamentárias.

Consoante o art. 99 da CF/1988, ao Poder Judiciário é assegurada


autonomia administrativa e financeira. O § 1.º ressalta que os tribunais
elaborarão suas propostas orçamentárias dentro dos limites estipulados
conjuntamente com os demais Poderes na Lei de Diretrizes Orçamentárias.
Resposta: Certa

62) (CESPE – Promotor – MPE/TO – 2012) Em razão de sua


autonomia funcional e administrativa, assegurada pela CF, o MP não é
obrigado a elaborar sua proposta orçamentária dentro dos parâmetros
definidos pela lei de diretrizes orçamentárias.

De acordo com o art. 127, § 2º, da CF/1988, ao Ministério Público é


assegurada autonomia funcional e administrativa. Entretanto, o § 3.º ressalta
que o Ministério Público elaborará sua proposta orçamentária dentro dos
limites estabelecidos na Lei de Diretrizes Orçamentárias.
Resposta: Errada

63) (CESPE – Defensor Público – DPE/AC – 2012) Às DPEs e à DPU é


assegurada a iniciativa para elaboração de sua proposta orçamentária,
observados os limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias.

Com base no art. 134, §§ 2º e 3º, da CF/1988, às Defensorias Públicas da União,


Estaduais e do Distrito Federal são asseguradas as autonomias funcional e
administrativa e a iniciativa de sua proposta orçamentária dentro dos limites
estabelecidos na Lei de Diretrizes Orçamentárias. O art. 134 não concedia tal
autonomia à Defensoria Pública da União, mas isso foi alterado pela Emenda
Constitucional nº 74, de 6 de agosto de 2013, a qual acrescentou o § 3º ao
art. 134, estendendo as mesmas prerrogativas à Defensoria Pública da União
(DPU) e do Distrito Federal.

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Na época, o item estava errado. Atualmente, está correto.


Resposta: Certa

64) (CESPE – Promotor – MPE/TO – 2012) O Congresso Nacional se


reúne, anualmente, na capital federal. Cada legislatura tem a duração
de quatro anos, compreendendo oito sessões legislativas, que podem
ser interrompidas, ainda que esteja pendente a aprovação do projeto
de lei de diretrizes orçamentárias.

O Congresso Nacional se reúne, anualmente, na capital federal, Brasília. Cada


legislatura tem a duração de quatro anos, entretanto, compreende quatro
sessões legislativas e oito períodos legislativos:

QUADRO: LEGISLATURA

Legislatura 4 anos. Divide-se em 4 sessões legislativas anuais.

Sessão
Anual, de 02 Fev a 22 Dez. Divide-se em 2 períodos.
Legislativa

Período 1.º período: 02 Fev a 17 Jul


Legislativo 2.º período: 1.º Ago a 22 Dez

Ainda, a sessão legislativa não será interrompida sem a aprovação da LDO.


Resposta: Errada

65) (CESPE – Técnico – FNDE – 2012) A Lei de Orçamento vigente


para determinado exercício poderá ser tomada, pelo Poder Legislativo,
como proposta para o exercício subsequente.

Se não receber a proposta orçamentária no prazo fixado nas Constituições ou


nas Leis Orgânicas dos Municípios, o Poder Legislativo considerará como
proposta a Lei de Orçamento vigente (art. 32 da Lei 4320/1964).
Resposta: Certa

66) (CESPE – Contador - TJ/RR – 2012) De acordo com a Constituição


Federal de 1988, o projeto de lei do Plano Plurianual (PPA) da União
será encaminhado ao Congresso Nacional até quatro meses antes do
encerramento do exercício de sua elaboração, prazo que também deve
ser observado pelos estados para a remessa de seus PPAs às
respectivas assembleias legislativas.

Na esfera federal:
O projeto do plano plurianual, para vigência até o final do primeiro exercício
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meses antes do encerramento do primeiro exercício financeiro e devolvido para


sanção até o encerramento da sessão legislativa (art. 35, § 2º, I, do ADCT).

Entretanto, nos estados e municípios os prazos do ciclo orçamentário


devem estar, respectivamente, nas Constituições Estaduais e nas Leis
Orgânicas.
Resposta: Errada

67) (CESPE - Analista em Ciência e Tecnologia– Contabilidade –


CAPES - 2012) A iniciativa de elaboração da proposta orçamentária
anual é do Poder Executivo.

No art. 165 da CF/1988:


Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão:
I – o plano plurianual;
II – as diretrizes orçamentárias;
III – os orçamentos anuais.

Resposta: Certa

68) (CESPE – Juiz - TJ/BA – 2012) O presidente da República dispõe


de competência para enviar mensagem ao Congresso Nacional
propondo modificação nos projetos de lei relativos ao plano plurianual,
às diretrizes orçamentárias e ao orçamento anual enquanto não
iniciada a votação, no plenário das duas casas legislativas, da parte do
projeto a ser alterada.

O presidente da República dispõe de competência para enviar mensagem ao


Congresso Nacional propondo modificação nos projetos de lei relativos ao
plano plurianual, às diretrizes orçamentárias e ao orçamento anual enquanto
não iniciada a votação, na comissão mista, da parte do projeto a ser
alterada.
Resposta: Errada

69) (CESPE – Auditor de Controle Externo – TCE/ES – 2012) Se a lei


orçamentária anual não for aprovada ate o final do exercício anterior
ao da sua vigência, o Poder Executivo estará autorizado a executar as
dotações constantes da proposta apresentada ao Poder Legislativo, ate
o limite de um doze avos por mês.

A cada ano, as LDOs determinam que se o Projeto de Lei Orçamentária – PLOA


não for sancionado pelo Presidente da República até 31 de dezembro do ano
corrente, parte da programação dele constante poderá ser executada até o
limite de 1/12 (um doze avos) do total de cada ação prevista no referido
Projeto de Lei, multiplicado pelo número de meses decorridos até a sanção da

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respectiva lei. No entanto, o limite previsto de 1/12 ao mês não se aplica ao


atendimento de algumas despesas, de acordo com o que determinar a LDO
daquele ano.
Resposta: Errada

70) (CESPE – TFCE – TCU – 2012) As propostas parciais de orçamento


das unidades administrativas devem ser acompanhadas de tabelas
explicativas da despesa, com a devida justificativa de cada dotação
solicitada, incluindo a indicação dos atos de aprovação de projetos e
orçamento de obras públicas.

As propostas parciais das unidades administrativas, organizadas em formulário


próprio, serão acompanhadas de tabelas explicativas da despesa, bem como
de justificação pormenorizada de cada dotação solicitada, com a indicação dos
atos de aprovação de projetos e orçamentos de obras públicas, para cujo início
ou prosseguimento ela se destina (art. 28, I e II, da Lei 4320/1964).
Resposta: Certa

71) (CESPE – Auditor de Controle Externo – Direito - TCE/ES – 2012)


Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais de
desenvolvimento previstos na CF devem ser compatíveis com o plano
plurianual e ainda, ser apreciados pela comissão do Poder Legislativo
competente para deliberar sobre as leis orçamentárias.

Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta


Constituição serão elaborados em consonância com o plano plurianual e
apreciados pelo Congresso Nacional (art. 165, § 4º, da CF/1988).

Consoante também a CF/1988, caberá à Comissão mista permanente de


Senadores e Deputados:
I – examinar e emitir parecer sobre os projetos relativos ao PPA, LDO, LOA,
créditos adicionais e sobre as contas apresentadas anualmente pelo Presidente
da República;
II – examinar e emitir parecer sobre os planos e programas nacionais,
regionais e setoriais previstos nesta Constituição e exercer o acompanhamento
e a fiscalização orçamentária, sem prejuízo da atuação das demais comissões
do Congresso Nacional e de suas Casas criadas de acordo com a CF/1988.
Resposta: Certa

72) (CESPE – Técnico Administrativo – IBAMA - 2012) O projeto de lei


de diretrizes orçamentárias do governo federal para o exercício de
2013, elaborado em 2012, só poderá ser submetido à análise da
Comissão Mista de Orçamento em janeiro de 2013.

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Em janeiro de 2013, a LDO do exercício já estará em vigor. A apreciação da


Comissão Mista deve ocorrer entre a data de envio do projeto ao Poder
Legislativo (que deve ocorrer até 15/04/2012) e o período de devolução ao
Poder Executivo (que deve ocorrer até o recesso do 1º período, em
17/07/2012).
Resposta: Errada

73) (CESPE – Auditor Substituto de Conselheiro – TCE/ES – 2012) A


proposta de alteração de procedimento de elaboração, discussão,
aprovação e execução do orçamento público no Brasil deve ser
apresentada por meio de projeto de lei complementar.

Cabe à lei complementar dispor sobre o exercício financeiro, a vigência, os


prazos, a elaboração e a organização do plano plurianual, da lei de diretrizes
orçamentárias e da lei orçamentária anual (art. 165, § 9º, I, da CF/1988).
Resposta: Certa

74) (CESPE – Auditor de Controle Externo – TCE/ES – 2012) Em


virtude da independência dos poderes, o orçamento do Poder
Judiciário é incorporado a Lei Orçamentária Anual sem que haja
fixação anterior de limites para a elaboração da proposta.

Consoante o art. 99, caput, da CF/1988, ao Poder Judiciário é assegurada


autonomia administrativa e financeira. Entretanto, o § 1.º ressalta que os
tribunais elaborarão suas propostas orçamentárias dentro dos limites
estipulados conjuntamente com os demais Poderes na Lei de Diretrizes
Orçamentárias.
Resposta: Errada

75) (CESPE – Procurador – ALES – 2011) A CF não estabelece limites


ao Congresso Nacional no que se refere à aprovação de emendas ao
projeto de LDO, já que referida lei, por sua própria natureza, admite
alteração independentemente do conteúdo do PPA.

As emendas ao projeto de lei de diretrizes orçamentárias não poderão ser


aprovadas quando incompatíveis com o plano plurianual.
Resposta: Errada

76) (CESPE – Analista Legislativo – Contabilidade – ALCE – 2011) De


acordo com o disposto na Lei n.º 4.320/1964, julgue os itens a seguir
acerca da elaboração da proposta orçamentária.
Desde que aprovada pelos órgãos competentes, é admitida emenda ao
projeto de lei de orçamento para conceder dotação superior aos
quantitativos previamente fixados em resolução do Poder Legislativo
para a concessão de auxílios e subvenções.

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Segundo o art. 33 da Lei 4.320/1964, não se admitirão emendas ao projeto de


lei de orçamento que visem:
 Alterar a dotação solicitada para despesa de custeio, salvo quando
provada, nesse ponto a inexatidão da proposta.
 Conceder dotação para o início de obra cujo projeto não esteja aprovado
pelos órgãos competentes.
 Conceder dotação para instalação ou funcionamento de serviço que não
esteja anteriormente criado.
 Conceder dotação superior aos quantitativos previamente fixados
em resolução do Poder Legislativo para concessão de auxílios e
subvenções.

Resposta: Errada

77) (CESPE – Técnico Legislativo – ALES – 2011) Se o Poder


Executivo não apresentar a proposta orçamentária no prazo legal, a
prerrogativa de iniciativa legal é transferida ao Poder Legislativo.

Se não receber a proposta orçamentária no prazo fixado nas Constituições ou


nas Leis Orgânicas dos Municípios, o Poder Legislativo considerará como
proposta a Lei de Orçamento vigente (art. 32 da Lei 4320/1964).

A iniciativa constitucional do Poder Executivo não é transferida ao Poder


Legislativo.
Resposta: Errada

78) (CESPE – Procurador – ALES – 2011) Não será admitido aumento


da despesa prevista nos projetos de iniciativa de governador, salvo se
aprovado por maioria absoluta da assembleia legislativa estadual.

Segundo o art. 63 da CF/1988, a regra é que não será admitido aumento da


despesa prevista nos projetos de iniciativa exclusiva do Presidente da
República, ressalvadas as emendas ao projeto de lei do orçamento
anual ou aos projetos que o modifiquem e as emendas ao projeto de
lei de diretrizes orçamentárias.

O mesmo se aplica às Constituições Estaduais.


Resposta: Errada

79) (CESPE – Procurador – ALES – 2011) Emendas ao projeto de LOA


terão de ser apresentadas pelo parlamentar no plenário da assembleia
legislativa estadual.

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No âmbito federal, as emendas serão apresentadas na Comissão Mista que


emitirá seu parecer, e apreciadas, na forma regimental, pelo Plenário das duas
casas do Congresso Nacional.

O mesmo se aplica às Constituições Estaduais, com a ressalva que não há uma


comissão mista de Senadores e Deputados e sim uma comissão composta
apenas de deputados estaduais.

Logo, emendas ao projeto de LOA terão de ser apresentadas pelo parlamentar


à comissão e não diretamente ao plenário.
Resposta: Errada

80) (CESPE – Analista Legislativo – Administração – ALCE – 2011)


Após iniciada a análise do projeto de lei orçamentária anual na
comissão mista de orçamento, o presidente da República não poderá
mais enviar mensagem ao Congresso Nacional propondo modificações
no projeto.

O Presidente da República poderá enviar mensagem ao Congresso Nacional


para propor modificação nos projetos a que se refere o art. 166 da CF/1988
(PPA, LDO, LOA e crédito adicionais) enquanto não iniciada a votação, na
comissão mista, da parte cuja alteração é proposta.

Logo, após iniciada a análise do projeto de lei orçamentária anual na comissão


mista de orçamento, o presidente da República poderá enviar mensagem ao
Congresso Nacional propondo modificações no projeto. O que não pode ter sido
iniciada é a votação.
Resposta: Errada

81) (CESPE – Administrador - Correios - 2011) O plano plurianual é


um modelo de planejamento estratégico utilizado pelo governo
federal. Sua duração, por este motivo, coincide com o mandato do
presidente da República.

O PPA não se confunde com o mandato do chefe do Executivo. O PPA é


elaborado no primeiro ano de governo e entra em vigor no segundo ano. A
partir daí, tem sua vigência até o final do primeiro ano do mandato seguinte.
Resposta: Errada

82) (CESPE – AUFC – TCU - 2011) Considerando que o orçamento


público se tornou peça fundamental no planejamento da ação dos
governos em todo o mundo, particularmente no Brasil, após a
promulgação da CF, julgue o item subsequente.
A exigência de compatibilidade entre o PPA e a LOA não se aplica ao
primeiro ano de mandato do chefe do Poder Executivo, quando os

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respectivos projetos são analisados simultaneamente pelo Poder


Legislativo.

Ainda que no primeiro ano de mandato do chefe do Poder Executivo os


projetos de PPA e LOA sejam analisados simultaneamente pelo Poder
Legislativo, exige-se a compatibilidade entre tais instrumentos. Essa
compatibilidade deve ser buscada durante a elaboração de tais instrumentos.
Resposta: Errada

83) (CESPE – Oficial Técnico de Inteligência – Administração - ABIN –


2010) Ao Poder Executivo é permitido propor modificações no projeto
de lei orçamentária, enquanto não iniciada a votação, pela comissão
mista de senadores e deputados a que se refere o art. 166 da
Constituição Federal, da parte cuja alteração é proposta.

O Presidente da República poderá enviar mensagem ao Congresso Nacional


para propor modificação nos projetos a que se refere o art. 166 da CF/1988
(PPA, LDO, LOA e crédito adicionais) enquanto não iniciada a votação, na
Comissão mista, da parte cuja alteração é proposta.
Resposta: Certa

AVALIAÇÃO E CONTROLE

84) (CESPE – Técnico Federal de Controle Externo – TCU - 2015) O


TCU dispõe de competência para sustar diretamente a execução de um
contrato cuja irregularidade seja verificada.

Compete ao TCU sustar, se não atendido, a execução do ato impugnado,


comunicando a decisão à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. No caso
de contrato, o ato de sustação será adotado diretamente pelo Congresso
Nacional, que solicitará, de imediato, ao Poder Executivo as medidas cabíveis.
Resposta: Errada

85) (CESPE – Técnico Federal de Controle Externo – TCU - 2015)


Compete ao TCU julgar as contas do presidente da República.

Compete ao TCU apreciar (e não julgar) as contas prestadas anualmente pelo


Presidente da República, mediante parecer prévio (art. 71, I, da CF/1988).
Entretanto, é da competência exclusiva do Congresso Nacional julgar
anualmente as contas prestadas pelo Presidente da República e apreciar os
relatórios sobre a execução dos planos de governo.
Para os demais administradores e responsáveis por dinheiros, bens e valores
públicos compete ao TCU o julgamento das contas (art. 71, II, da CF/1988).
Resposta: Errada

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86) (CESPE – Analista Técnico-Administrativo – SPU/MPOG - 2015) O


produto final de um programa é o seu resultado e não simplesmente as
ações-meio que ele gera. Assim, em um programa de combate a
determinada doença que possa levar à incapacidade temporária para o
trabalho e ao óbito, o que efetivamente se deve esperar é o
atingimento de uma meta de indivíduos vacinados e de regiões
abrangidas.

O produto final de um programa é o seu resultado e não simplesmente as


ações-meio que ele gera. Assim, em um programa de combate a determinada
doença que possa levar à incapacidade temporária para o trabalho e ao óbito,
o que efetivamente se deve esperar é a erradicação ou a grande diminuição no
número de novos indivíduos doentes e incapacitados para o trabalho.

O atingimento de uma meta de indivíduos vacinados e de regiões abrangidas é


uma medida de eficácia.
Resposta: Errada

87) (CESPE – Auditor Federal de Controle Externo – TCU - 2015) A


despeito do seu papel constitucional de auxiliar o Poder Legislativo, o
TCU não depende de autorização ou provocação desse poder para
exercer suas atribuições constitucionais, podendo exercê-las até
mesmo contra ele.

O TCU, apesar de ser um órgão que auxilia o Congresso Nacional no Controle


Externo, possui atribuições constitucionais próprias, as quais não dependem de
autorização ou provocação do Poder Legislativo.
Resposta: Certa

88) (CESPE – Técnico Federal de Controle Externo – TCU - 2015)


Compete ao TCU julgar, administrativamente, as contas dos
administradores e demais responsáveis por recursos públicos, no
âmbito dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

Compete ao TCU julgar as contas dos administradores e demais responsáveis


por dinheiros, bens e valores públicos da administração direta e indireta,
incluídas as fundações e sociedades instituídas e mantidas pelo Poder Público
federal, e as contas daqueles que derem causa a perda, extravio ou outra
irregularidade de que resulte prejuízo ao erário público (art. 71, II, da
CF/1988).
Resposta: Certa

89) (CESPE – Analista Técnico-Administrativo - SUFRAMA – 2014) A


avaliação do cumprimento das metas previstas no plano plurianual é

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atribuição conjunta e integrada dos Poderes Legislativo, Executivo e


Judiciário.

Segundo o art. 74 da CF/1988, os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário


manterão, de forma integrada, sistema de controle interno com a finalidade,
entre outros, de avaliar o cumprimento das metas previstas no plano
plurianual, a execução dos programas de governo e dos orçamentos da União.
Resposta: Certa

90) (CESPE – Analista Técnico-Administrativo – MDIC – 2014) É de


competência exclusiva do Congresso Nacional o julgamento das contas
prestadas anualmente pelo presidente da República, cabendo ao
Tribunal de Contas da União emitir parecer prévio sobre essas contas.

Compete ao TCU apreciar (e não julgar) as contas prestadas anualmente pelo


Presidente da República, mediante parecer prévio. Entretanto, é da competência
exclusiva do Congresso Nacional julgar anualmente as contas prestadas pelo
Presidente da República e apreciar os relatórios sobre a execução dos planos de
governo.
Resposta: Certa

91) (CESPE – Agente Administrativo – MDIC – 2014) O controle


externo da execução orçamentária realizada pelo MDIC constitui
atribuição da Controladoria-Geral da União, conforme previsão
constitucional.

O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o


auxílio do Tribunal de Contas da União, conforme previsão constitucional.
Resposta: Errada

92) (CESPE – Analista Administrativo – Direito - ANTT – 2013) Ao


analisar as contas da ANTT, o Tribunal de Contas da União pratica ato
de controle interno.

O controle interno é aquele realizado pelo órgão no âmbito da própria


Administração, dentro de sua estrutura. O controle externo é aquele realizado
por uma instituição independente e autônoma. Assim, ao analisar as contas da
ANTT, o Tribunal de Contas da União pratica ato de controle externo.
Resposta: Errada

93) (CESPE – Analista Técnico-Administrativo – Ministério da


Integração - 2013) Cabe ao Poder Legislativo exercer o controle da
execução orçamentária com o objetivo de verificar a probidade da
administração, a guarda e o legal emprego dos dinheiros públicos e o
cumprimento da lei de orçamento.

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O controle da execução orçamentária, pelo Poder Legislativo, terá por objetivo


verificar a probidade da administração, a guarda e legal emprego dos dinheiros
públicos e o cumprimento da Lei de Orçamento (art. 81 da Lei 4320/1964).
Resposta: Certa

94) (CESPE – Analista Judiciário – Contabilidade – TRT/10 – 2013) A


execução orçamentária está sujeita a controle interno e externo. Uma
das atribuições do controle externo é verificar a exata observância dos
limites das cotas trimestrais atribuídas a cada unidade orçamentária,
no sistema instituído para tal fim.

Compete aos serviços de contabilidade ou órgãos equivalentes verificar a


exata observância dos limites das cotas trimestrais atribuídas a cada unidade
orçamentária, dentro do sistema que for instituído para esse fim (art. 80 da Lei
4.320/1964).
Resposta: Errada

95) (CESPE – TFCE – TCU – 2012) O controle interno realizado pelo


Poder Executivo será feito sem prejuízo das atribuições do TCU,
devendo o Poder Legislativo, na realização do controle externo da
execução orçamentária, verificar a probidade da administração e o
cumprimento da lei orçamentária.

Na Lei 4320/1964:
Art. 76. O Poder Executivo exercerá os três tipos de controle a que se refere o
artigo 75 [legalidade, fidelidade funcional e cumprimento do programa de
trabalho], sem prejuízo das atribuições do Tribunal de Contas ou órgão
equivalente.
(...)
Art. 81. O controle da execução orçamentária, pelo Poder Legislativo, terá por
objetivo verificar a probidade da administração, a guarda e legal emprego dos
dinheiros públicos e o cumprimento da Lei de Orçamento.
Resposta: Certa

96) (CESPE – Analista Legislativo – Arquiteto e Engenheiro – Câmara


dos Deputados – 2012) O controle interno deve, entre outras
finalidades, comprovar a legalidade e avaliar os resultados, quanto à
eficácia e eficiência, não apenas da gestão orçamentária, financeira e
patrimonial nos órgãos e nas entidades da administração federal, mas
também da aplicação de recursos públicos por entidades de direito
privado.

Segundo o art. 74 da CF/1988, os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário


manterão, de forma integrada, sistema de controle interno com a finalidade

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de:
I – avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual, a execução
dos programas de governo e dos orçamentos da União;
II – comprovar a legalidade e avaliar os resultados, quanto à eficácia e
eficiência, da gestão orçamentária, financeira e patrimonial nos órgãos e
entidades da administração federal, bem como da aplicação de recursos
públicos por entidades de direito privado;
III – exercer o controle das operações de crédito, avais e garantias, bem como
dos direitos e haveres da União;
IV – apoiar o controle externo no exercício de sua missão institucional.
Resposta: Certa

97) (CESPE - Advogado – AGU – 2012) Os cidadãos são partes


legítimas para denunciar irregularidades ou ilegalidades perante o
Tribunal de Contas da União.

Qualquer cidadão, partido político, associação ou sindicato é parte legítima


para, na forma da lei, denunciar irregularidades ou ilegalidades perante o
Tribunal de Contas da União (art. 74, § 2º, da CF/1988)
Resposta: Certa

98) (CESPE - Advogado – AGU – 2012) O controle interno da


execução orçamentária é exercido pelos Poderes Legislativo, Executivo
e Judiciário, com o auxílio do tribunal de contas.

Os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário manterão, de forma integrada,


sistema de controle interno.
Entretanto, é o controle externo, a cargo do Congresso Nacional, que será
exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União.
Resposta: Errada

99) (CESPE – Analista Legislativo – Material e Patrimônio – Câmara


dos Deputados – 2012) Cabe ao Congresso Nacional, como órgão
titular do controle externo, julgar, em caráter definitivo, as contas dos
administradores e demais responsáveis por dinheiros, bens e valores
públicos.

É da competência exclusiva do Congresso Nacional julgar anualmente as


contas prestadas pelo Presidente da República e apreciar os relatórios sobre a
execução dos planos de governo. Para os demais administradores e
responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos compete ao TCU o
julgamento das contas (art. 71, II, da CF/1988,).
Resposta: Errada

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100) (CESPE – Analista Legislativo – Arquiteto e Engenheiro – Câmara


dos Deputados – 2012) O Tribunal de Contas da União (TCU) poderá
realizar — por iniciativa própria, da Câmara dos Deputados, do Senado
Federal, de comissão técnica ou de inquérito — inspeções e auditorias
de natureza contábil, financeira, orçamentária, operacional e
patrimonial nas unidades administrativas dos Poderes Legislativo,
Executivo e Judiciário.

No âmbito federal, consoante o art. 71, IV, da CF/1988, o controle externo,


a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de
Contas da União, ao qual compete, entre outros, realizar, por iniciativa própria,
da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, de Comissão técnica ou de
inquérito, inspeções e auditorias de natureza contábil, financeira,
orçamentária, operacional e patrimonial, nas unidades administrativas dos
Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, e demais entidades referidas no
inciso II.
Resposta: Certa

Resposta: Errada

E aqui terminamos nossa aula 1.

Na próxima aula estudaremos os princípios orçamentários.

Forte abraço!

Sérgio Mendes

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LISTA DE QUESTÕES COMENTADAS NESTA AULA

ELABORAÇÃO, DISCUSSÃO E EXECUÇÃO

1) (CESPE – Agente Administrativo - DPU – 2016) Para efeitos da LOA, o


exercício financeiro tem início com a aprovação da lei, não coincidindo este
com o ano civil.

2) (CESPE – Economista e Contador - DPU – 2016) O ciclo orçamentário


pode ser definido como um rito legalmente estabelecido, com etapas que se
repetem periodicamente e que envolvem elaboração, discussão, votação,
controle e avaliação do orçamento.

3) (CESPE – Agente Administrativo - DPU – 2016) O período de vigência do


PPA compreende o início do segundo ano de mandato do presidente da
República até o final do primeiro ano financeiro do mandato presidencial
subsequente.

4) (CESPE – Auditor - Conselheiro Substituto – TCE/PR – 2016) No nível


federal, o Ministério da Fazenda é o órgão federal responsável pela elaboração
do orçamento.

5) (CESPE – Auditor Federal de Controle Externo – TCU - 2015) Ainda que


não esteja compatível com o plano plurianual, a emenda ao projeto de lei
orçamentária que pretender consignar recursos para transferência a empresa
estatal com o objetivo de financiar a construção de uma usina hidrelétrica
poderá ser apresentada na Comissão Mista de Orçamento por qualquer
parlamentar.

6) (CESPE – Agente Penitenciário Nacional – DEPEN - 2015) Compete ao


Poder Legislativo propor, no ciclo orçamentário, as metas e as prioridades para
a administração pública.

7) (CESPE – Agente Penitenciário Nacional – DEPEN - 2015) As fases do


ciclo orçamentário podem ser aglutinadas de acordo com suas finalidades e
periodicidades.

8) (CESPE – Analista – Finanças e Controle - MPU – 2015) O PPA possui


duração de quatro anos, com vigência até o final do mandato presidencial
subsequente, devendo ser encaminhado até quatro meses antes do
encerramento do exercício financeiro e devolvido para a sanção até o
encerramento da sessão legislativa.

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9) (CESPE – Agente Penitenciário Nacional – DEPEN - 2015) SITUAÇÃO


HIPOTÉTICA: Um deputado apresentou proposta de emenda a projeto de lei de
orçamento indicando como recurso quantia proveniente de anulação de
despesa incidente sobre serviço da dívida. ASSERTIVA: Nessa situação, a
proposta de emenda é inconstitucional, e a despesa não deverá ser executada.

10) (CESPE – Agente Penitenciário Nacional – DEPEN - 2015) Em observância


ao princípio da separação de poderes, o presidente da República não poderá
propor modificações no projeto de lei relativo ao PPA.

11) (CESPE – Auditor Governamental – CGE/PI - 2015) O projeto da lei


orçamentária anual deve ser encaminhado ao Congresso Nacional para exame
por uma comissão mista de deputados e senadores em até seis meses antes
do encerramento do exercício financeiro, de modo que sua devolução para
sanção ocorra até o encerramento da sessão legislativa, pois, caso contrário,
não haverá o recesso legislativo.

12) (CESPE – Agente Penitenciário Nacional – DEPEN - 2015) O ciclo


orçamentário inicia-se com a formulação do planejamento plurianual pelo
Poder Executivo e encerra-se com a avaliação da execução e do julgamento
das contas.

13) (CESPE – Auditor Governamental – CGE/PI - 2015) As emendas ao


projeto de lei orçamentária anual que tenham por propósito a modificação das
despesas nele previstas deverão demonstrar a sua compatibilidade com o
plano plurianual e a lei de diretrizes orçamentárias e, ainda, indicar os recursos
necessários à sua satisfação, admitindo-se, nessa hipótese, a adoção de
medidas para aumento permanente de receita.

14) (CESPE – Técnico Administrativo – ANTAQ – 2014) O projeto de lei do


plano plurianual da União deve ser encaminhado até quatro meses antes do
encerramento do primeiro exercício financeiro de cada mandato do chefe do
executivo e devolvido, para sanção, até o encerramento da sessão legislativa.
Esse prazo não é obrigatório para os demais entes da Federação.

15) (CESPE – Agente Administrativo – Polícia Federal – 2014) No Brasil, o


ciclo orçamentário é definido como processo contínuo, dinâmico e flexível, em
que são avaliados os aspectos físicos e financeiros dos programas do setor
público.

16) (CESPE – Agente Administrativo – MDIC – 2014) A duração do ciclo


orçamentário é superior a um exercício financeiro, ou seja, o ciclo
orçamentário não coincide com o ano civil.

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17) (CESPE – Analista Administrativo – ANTAQ – 2014) Cabe exclusivamente


ao presidente do STF, no âmbito da União, encaminhar as propostas
orçamentárias dos tribunais superiores ao Poder Executivo.

18) (CESPE – Consultor de Orçamentos – Câmara dos Deputados – 2014) Na


LDO, constam os limites para a elaboração das propostas orçamentárias do
Ministério Público.

19) (CESPE – Analista Técnico-Administrativo - SUFRAMA – 2014) Se


determinado órgão do Poder Judiciário não encaminhar sua proposta
orçamentária dentro do prazo estabelecido na lei de diretrizes orçamentárias, o
Poder Executivo estará autorizado a definir os valores da referida proposta de
acordo com seus próprios critérios.

20) (CESPE – Agente Administrativo – MDIC – 2014) O envio, pelo Poder


Executivo, da proposta orçamentária anual ao Poder Legislativo independe da
aprovação e publicação da lei de diretrizes orçamentárias.

21) (CESPE – Contador - MTE – 2014) O projeto de lei do plano plurianual é


de iniciativa do chefe do Poder Executivo e deve ser enviado ao Congresso
Nacional até o dia 31 de agosto do primeiro ano do mandato presidencial.

22) (CESPE – Agente Administrativo – MDIC – 2014) A compatibilidade com


o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias é condição
necessária para a aprovação de emendas ao projeto de lei orçamentária anual.

23) (CESPE – Agente Administrativo – Polícia Federal – 2014) Dada a


importância da integração entre planejamento e orçamento para o bom
funcionamento da administração pública, é previsto na CF um ciclo de
planejamento e execução do plano orçamentário integralmente constituído
pelo PPA e pela LDO.

24) (CESPE – Analista Administrativo - ICMBio – 2014) O período do plano


plurianual (PPA) coincide com o período do mandato do chefe do Poder
Executivo.

25) (CESPE – Consultor de Orçamentos – Câmara dos Deputados – 2014) É


imprescindível que a emenda a projeto de lei do orçamento anual que o
modifique seja compatível com o plano plurianual (PPA) e com as leis de
diretrizes orçamentárias (LDOs).

26) (CESPE – Analista Técnico-Administrativo – MDIC – 2014) Se o Poder


Executivo não apresentar o projeto de lei de diretrizes orçamentárias no prazo
estabelecido pela legislação pertinente, será vedado ao Poder Legislativo ou a

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qualquer de seus membros a elaboração e apresentação de projeto de lei que


trate desse assunto.

27) (CESPE – Analista - Planejamento e Orçamento - MPU – 2013) De acordo


com a legislação vigente, é objeto da LDO instituir normas de gestão financeira
e patrimonial da administração direta e indireta bem como estabelecer
condições para a instauração e o funcionamento de fundos.

28) (CESPE – Analista Judiciário - Administrativa – STF – 2013) Nos termos


da CF, o ciclo orçamentário desdobra-se em oito fases, cada uma com ritmo
próprio, finalidade distinta e periodicidade definida.

29) (CESPE – Analista - Planejamento e Orçamento - MPU – 2013) Cabe ao


Tribunal de Contas da União emitir parecer sobre as emendas apresentadas ao
projeto de Lei Orçamentária Anual.

(CESPE – Técnico Administrativo – ANTT – 2013) O ciclo orçamentário


corresponde ao período de tempo em que se processam as atividades típicas
do orçamento público, desde sua concepção até a apreciação final. Com
relação ao processo do ciclo orçamentário, julgue os itens a seguir.
30) O presidente da República deve encaminhar o PPA e a LDO ao Congresso
Nacional até quatro meses antes do encerramento do primeiro exercício
financeiro. A devolução do PPA e da LDO para sanção deverá ocorrer até o
encerramento da sessão legislativa.

31) No Brasil, o ciclo orçamentário se divide em duas etapas: a


elaboração/planejamento da proposta orçamentária e a execução
orçamentária/financeira.

32) (CESPE - Delegado - Polícia Federal – 2013) Cabe à comissão mista


permanente de senadores e deputados federais examinar e emitir parecer
sobre as contas apresentadas pelo presidente da República.

33) (CESPE – Analista Administrativo - IBAMA – 2013) O projeto de Lei


Orçamentária Anual (LOA) deve ser aprovado em sessões ordinárias ou
extraordinárias separadas, primeiramente no plenário da Câmara dos
Deputados, em seguida no plenário do Senado Federal.

34) (CESPE – Analista Judiciário – Contabilidade – CNJ - 2013) Assegurado


pela autonomia administrativa do Poder Judiciário, o presidente do CNJ poderá
enviar mensagem ao Congresso Nacional contendo proposta de alterações no
projeto de Lei Orçamentária Anual, na parte relativa às despesas previstas
para o pagamento de pessoal da instituição, desde que não tenha sido iniciada
a votação, na comissão mista, da parte cuja alteração é proposta.

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35) (CESPE – Analista Administrativo - IBAMA – 2013) De acordo com a


legislação vigente, se o mandato do presidente da República fosse alterado, o
prazo de vigência do plano plurianual da União (PPA) também seria alterado na
mesma proporção.

36) (CESPE – Analista Técnico-Administrativo – Ministério da Integração -


2013) O processo orçamentário é visto como autossuficiente, já que a primeira
etapa do ciclo se renova anualmente a partir de resultados e definições
constantes de uma programação de longo prazo.

37) (CESPE - Analista Administrativo – Administrador - ANP – 2013) O


processo orçamentário, com duração de um exercício financeiro, evidencia as
etapas de elaboração, discussão e aprovação da Lei Orçamentária Anual.

38) (CESPE – Administrador – Ministério da Integração - 2013) Consoante o


atual ordenamento jurídico brasileiro, em determinado período do ano, duas
leis de diretrizes orçamentárias vigem simultaneamente.

39) (CESPE - Analista Administrativo – Administrador - TRE/MS – 2013) O


exercício financeiro, no Brasil, não coincide com o ano civil: os orçamentos
anuais são executados no período de 1.º de fevereiro a 31 de dezembro de
cada ano.

40) (CESPE - Analista de Planejamento, Gestão e Infraestrutura em


Propriedade Industrial – Gestão Financeira - INPI – 2013) Para garantir a
continuidade dos programas governamentais, a Constituição Federal de 1988
determina que o PPA tenha duração de cinco anos, um ano a mais que o
mandato presidencial.

41) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/10 - 2013) As


emendas orçamentárias, que só podem ser aprovadas caso estejam de acordo
com o PPA e a LDO, constituem um importante instrumento do Poder
Legislativo para influenciar a alocação de recursos públicos.

42) (CESPE - Analista de Planejamento, Gestão e Infraestrutura em


Propriedade Industrial – Gestão Financeira - INPI – 2013) Caso o Poder
Executivo julgue necessária a realização de alteração no projeto de lei do PPA,
tendo este já sido enviado ao Congresso Nacional e iniciada a votação na
comissão mista, o presidente poderá enviar mensagem à comissão solicitando
que sejam realizadas as mudanças pretendidas.

43) (CESPE - Delegado - Polícia Federal – 2013) Exige-se, para a aprovação


de emendas que acrescentem despesas a projeto de lei orçamentária anual,
além da compatibilidade com o plano plurianual e com a lei de diretrizes
orçamentárias, a indicação dos recursos necessários para custeá-las, que

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podem provir, por exemplo, da anulação de despesas, independentemente de


sua natureza.

44) (CESPE – Analista Judiciário – Contabilidade – TRT/10 – Prova cancelada


- 2013) A Câmara dos Deputados deve analisar, na forma do regimento
comum, os projetos de lei relativos ao plano plurianual, as diretrizes
orçamentárias e ao orçamento anual, que são elaborados pelo Senado Federal.

45) (CESPE – Analista Judiciário – Contabilidade – TRT/10 – Prova cancelada


- 2013) Se a votação de determinado item do projeto da Lei de Diretrizes
Orçamentárias ainda não tiver sido iniciada na comissão mista do Congresso
Nacional, o presidente da República poderá enviar mensagem para propor
modificação desse item.

46) (CESPE – Analista Técnico-Administrativo – Ministério da Integração -


2013) O projeto de lei do plano plurianual (PPA) é elaborado anualmente e
encaminhado pelo presidente da República ao Congresso Nacional para
aprovação até o final da última sessão legislativa do ano.

47) (CESPE – Especialista – Contabilidade - ANTT – 2013) A execução


financeira representa o fluxo de recursos financeiros necessários para a
realização efetiva dos gastos públicos, com vistas a permitir a realização dos
programas de trabalho definidos.

48) (CESPE – Analista Judiciário - Contabilidade – TRT/17 – 2013) Se o


projeto de lei orçamentária anual não for sancionado até 31 de dezembro, será
possível adotar a prática, autorizada em cada lei de diretrizes orçamentárias,
de execução contínua de algumas despesas constantes da proposta, o que, no
caso de despesas correntes consideradas inadiáveis, não poderá exceder, a
cada mês, um duodécimo do valor previsto de cada ação.

49) (CESPE – Técnico Judiciário - Administrativa – STF – 2013) Caso o MP


deixe de elaborar e encaminhar sua proposta orçamentária dentro do prazo
estabelecido na lei de diretrizes orçamentárias, caberá ao Poder Legislativo
considerar, para fins de consolidação da proposta orçamentária anual, a média
dos valores destinados ao MP nos últimos cinco anos.

50) (CESPE - Analista em Ciência e Tecnologia– Contabilidade – CAPES -


2012) A sessão legislativa não será interrompida sem a aprovação do projeto
de lei de diretrizes orçamentárias.

51) (CESPE - Advogado – AGU – 2012) Após o envio dos projetos de lei
relativos ao PPA, às diretrizes orçamentárias e ao orçamento anual ao
Congresso Nacional, o presidente da República não poderá apresentar proposta
de modificação desses projetos.

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52) (CESPE – Analista Judiciário – Contabilidade - TRE/RJ – 2012) A


execução de investimentos sem sua prévia inclusão no plano plurianual não
poderá ser realizada após o período correspondente a um ciclo orçamentário.

53) (CESPE – Técnico Científico – Administração – Banco da Amazônia -


2012) Dada a autonomia financeira e administrativa conferida ao Banco da
Amazônia, o presidente dessa instituição poderá encaminhar mensagem ao
Congresso Nacional para propor modificações no orçamento de investimento
do banco enquanto não for iniciada a votação da proposta de lei orçamentária
na Comissão Mista do Orçamento.

54) (CESPE – Promotor – MPE/RR – 2012) O PPA e os orçamentos anuais


serão estabelecidos por leis de iniciativa do Poder Executivo; as diretrizes
orçamentárias, por sua vez, podem ser determinadas por decreto do Poder
Executivo, atendidos os critérios definidos na lei que estabelece o PPA.

55) (CESPE - Analista em Ciência e Tecnologia– Contabilidade – CAPES -


2012) O Congresso Nacional só poderá entrar em recesso após a aprovação da
lei de diretrizes orçamentárias, ao final de cada exercício financeiro.

56) (CESPE – Auditor Substituto de Conselheiro – TCE/ES – 2012) A não


aprovação do plano plurianual até o final do primeiro exercício do mandato do
titular do Poder Executivo impede o recesso do Poder Legislativo.

57) (CESPE - Analista em Ciência e Tecnologia– Contabilidade – CAPES -


2012) Cabe à Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização
examinar e emitir parecer sobre o projeto de lei do orçamento, do plano
plurianual, das diretrizes orçamentárias e de créditos adicionais.

58) (CESPE – Promotor – MPE/RR – 2012) Antes de ser apreciado pela


Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, o projeto de lei relativo ao
orçamento anual, entre outros projetos, será objeto de exame por uma
comissão mista permanente de senadores e deputados, à qual caberá a
emissão de parecer.

59) (CESPE – Promotor – MPE/RR – 2012) A CF admite emendas ao projeto


de lei orçamentária anual ou aos projetos que o modifiquem, desde que
provenientes da anulação de despesas relacionadas ao serviço da dívida e às
transferências tributárias para os estados, o DF e os municípios, mas não da
anulação de despesas que incidam sobre dotações para pessoal e respectivos
encargos.

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60) (CESPE – Analista Judiciário – Administrativa - TRE/RJ – 2012) Se o


presidente da República desejar alterar a proposta orçamentária enquanto ela
estiver em tramitação no Congresso Nacional, ele não precisará utilizar
nenhum dos créditos adicionais previstos na legislação vigente.

61) (CESPE – Auditor de Controle Externo – Direito - TCE/ES – 2012) Cabe


aos tribunais, órgãos do Poder Judiciário, no exercício de sua autonomia
administrativa e financeira, elaborar suas propostas orçamentárias, observados
os limites estipulados conjuntamente com os demais poderes na lei de
diretrizes orçamentárias.

62) (CESPE – Promotor – MPE/TO – 2012) Em razão de sua autonomia


funcional e administrativa, assegurada pela CF, o MP não é obrigado a elaborar
sua proposta orçamentária dentro dos parâmetros definidos pela lei de
diretrizes orçamentárias.

63) (CESPE – Defensor Público – DPE/AC – 2012) Às DPEs e à DPU é


assegurada a iniciativa para elaboração de sua proposta orçamentária,
observados os limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias.

64) (CESPE – Promotor – MPE/TO – 2012) O Congresso Nacional se reúne,


anualmente, na capital federal. Cada legislatura tem a duração de quatro anos,
compreendendo oito sessões legislativas, que podem ser interrompidas, ainda
que esteja pendente a aprovação do projeto de lei de diretrizes orçamentárias.

65) (CESPE – Técnico – FNDE – 2012) A Lei de Orçamento vigente para


determinado exercício poderá ser tomada, pelo Poder Legislativo, como
proposta para o exercício subsequente.

66) (CESPE – Contador - TJ/RR – 2012) De acordo com a Constituição


Federal de 1988, o projeto de lei do Plano Plurianual (PPA) da União será
encaminhado ao Congresso Nacional até quatro meses antes do encerramento
do exercício de sua elaboração, prazo que também deve ser observado pelos
estados para a remessa de seus PPAs às respectivas assembleias legislativas.

67) (CESPE - Analista em Ciência e Tecnologia– Contabilidade – CAPES -


2012) A iniciativa de elaboração da proposta orçamentária anual é do Poder
Executivo.

68) (CESPE – Juiz - TJ/BA – 2012) O presidente da República dispõe de


competência para enviar mensagem ao Congresso Nacional propondo
modificação nos projetos de lei relativos ao plano plurianual, às diretrizes
orçamentárias e ao orçamento anual enquanto não iniciada a votação, no
plenário das duas casas legislativas, da parte do projeto a ser alterada.

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69) (CESPE – Auditor de Controle Externo – TCE/ES – 2012) Se a lei


orçamentária anual não for aprovada ate o final do exercício anterior ao da sua
vigência, o Poder Executivo estará autorizado a executar as dotações
constantes da proposta apresentada ao Poder Legislativo, ate o limite de um
doze avos por mês.

70) (CESPE – TFCE – TCU – 2012) As propostas parciais de orçamento das


unidades administrativas devem ser acompanhadas de tabelas explicativas da
despesa, com a devida justificativa de cada dotação solicitada, incluindo a
indicação dos atos de aprovação de projetos e orçamento de obras públicas.

71) (CESPE – Auditor de Controle Externo – Direito - TCE/ES – 2012) Os


planos e programas nacionais, regionais e setoriais de desenvolvimento
previstos na CF devem ser compatíveis com o plano plurianual e ainda, ser
apreciados pela comissão do Poder Legislativo competente para deliberar sobre
as leis orçamentárias.

72) (CESPE – Técnico Administrativo – IBAMA - 2012) O projeto de lei de


diretrizes orçamentárias do governo federal para o exercício de 2013,
elaborado em 2012, só poderá ser submetido à análise da Comissão Mista de
Orçamento em janeiro de 2013.

73) (CESPE – Auditor Substituto de Conselheiro – TCE/ES – 2012) A proposta


de alteração de procedimento de elaboração, discussão, aprovação e execução
do orçamento público no Brasil deve ser apresentada por meio de projeto de
lei complementar.

74) (CESPE – Auditor de Controle Externo – TCE/ES – 2012) Em virtude da


independência dos poderes, o orçamento do Poder Judiciário é incorporado a
Lei Orçamentária Anual sem que haja fixação anterior de limites para a
elaboração da proposta.

75) (CESPE – Procurador – ALES – 2011) A CF não estabelece limites ao


Congresso Nacional no que se refere à aprovação de emendas ao projeto de
LDO, já que referida lei, por sua própria natureza, admite alteração
independentemente do conteúdo do PPA.

76) (CESPE – Analista Legislativo – Contabilidade – ALCE – 2011) De acordo


com o disposto na Lei n.º 4.320/1964, julgue os itens a seguir acerca da
elaboração da proposta orçamentária.
Desde que aprovada pelos órgãos competentes, é admitida emenda ao projeto
de lei de orçamento para conceder dotação superior aos quantitativos
previamente fixados em resolução do Poder Legislativo para a concessão de
auxílios e subvenções.

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77) (CESPE – Técnico Legislativo – ALES – 2011) Se o Poder Executivo não


apresentar a proposta orçamentária no prazo legal, a prerrogativa de iniciativa
legal é transferida ao Poder Legislativo.

78) (CESPE – Procurador – ALES – 2011) Não será admitido aumento da


despesa prevista nos projetos de iniciativa de governador, salvo se aprovado
por maioria absoluta da assembleia legislativa estadual.

79) (CESPE – Procurador – ALES – 2011) Emendas ao projeto de LOA terão


de ser apresentadas pelo parlamentar no plenário da assembleia legislativa
estadual.

80) (CESPE – Analista Legislativo – Administração – ALCE – 2011) Após


iniciada a análise do projeto de lei orçamentária anual na comissão mista de
orçamento, o presidente da República não poderá mais enviar mensagem ao
Congresso Nacional propondo modificações no projeto.

81) (CESPE – Administrador - Correios - 2011) O plano plurianual é um


modelo de planejamento estratégico utilizado pelo governo federal. Sua
duração, por este motivo, coincide com o mandato do presidente da República.

82) (CESPE – AUFC – TCU - 2011) Considerando que o orçamento público se


tornou peça fundamental no planejamento da ação dos governos em todo o
mundo, particularmente no Brasil, após a promulgação da CF, julgue o item
subsequente.
A exigência de compatibilidade entre o PPA e a LOA não se aplica ao primeiro
ano de mandato do chefe do Poder Executivo, quando os respectivos projetos
são analisados simultaneamente pelo Poder Legislativo.

83) (CESPE – Oficial Técnico de Inteligência – Administração - ABIN – 2010)


Ao Poder Executivo é permitido propor modificações no projeto de lei
orçamentária, enquanto não iniciada a votação, pela comissão mista de
senadores e deputados a que se refere o art. 166 da Constituição Federal, da
parte cuja alteração é proposta.

AVALIAÇÃO E CONTROLE

84) (CESPE – Técnico Federal de Controle Externo – TCU - 2015) O TCU


dispõe de competência para sustar diretamente a execução de um contrato
cuja irregularidade seja verificada.

85) (CESPE – Técnico Federal de Controle Externo – TCU - 2015) Compete ao


TCU julgar as contas do presidente da República.

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86) (CESPE – Analista Técnico-Administrativo – SPU/MPOG - 2015) O


produto final de um programa é o seu resultado e não simplesmente as ações-
meio que ele gera. Assim, em um programa de combate a determinada doença
que possa levar à incapacidade temporária para o trabalho e ao óbito, o que
efetivamente se deve esperar é o atingimento de uma meta de indivíduos
vacinados e de regiões abrangidas.

87) (CESPE – Auditor Federal de Controle Externo – TCU - 2015) A despeito


do seu papel constitucional de auxiliar o Poder Legislativo, o TCU não depende
de autorização ou provocação desse poder para exercer suas atribuições
constitucionais, podendo exercê-las até mesmo contra ele.

88) (CESPE – Técnico Federal de Controle Externo – TCU - 2015) Compete


ao TCU julgar, administrativamente, as contas dos administradores e demais
responsáveis por recursos públicos, no âmbito dos Poderes Executivo,
Legislativo e Judiciário.

89) (CESPE – Analista Técnico-Administrativo - SUFRAMA – 2014) A


avaliação do cumprimento das metas previstas no plano plurianual é atribuição
conjunta e integrada dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário.

90) (CESPE – Analista Técnico-Administrativo – MDIC – 2014) É de


competência exclusiva do Congresso Nacional o julgamento das contas
prestadas anualmente pelo presidente da República, cabendo ao Tribunal de
Contas da União emitir parecer prévio sobre essas contas.

91) (CESPE – Agente Administrativo – MDIC – 2014) O controle externo da


execução orçamentária realizada pelo MDIC constitui atribuição da
Controladoria-Geral da União, conforme previsão constitucional.

92) (CESPE – Analista Administrativo – Direito - ANTT – 2013) Ao analisar as


contas da ANTT, o Tribunal de Contas da União pratica ato de controle interno.

93) (CESPE – Analista Técnico-Administrativo – Ministério da Integração -


2013) Cabe ao Poder Legislativo exercer o controle da execução orçamentária
com o objetivo de verificar a probidade da administração, a guarda e o legal
emprego dos dinheiros públicos e o cumprimento da lei de orçamento.

94) (CESPE – Analista Judiciário – Contabilidade – TRT/10 – 2013) A


execução orçamentária está sujeita a controle interno e externo. Uma das
atribuições do controle externo é verificar a exata observância dos limites das
cotas trimestrais atribuídas a cada unidade orçamentária, no sistema instituído
para tal fim.

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95) (CESPE – TFCE – TCU – 2012) O controle interno realizado pelo Poder
Executivo será feito sem prejuízo das atribuições do TCU, devendo o Poder
Legislativo, na realização do controle externo da execução orçamentária,
verificar a probidade da administração e o cumprimento da lei orçamentária.

96) (CESPE – Analista Legislativo – Arquiteto e Engenheiro – Câmara dos


Deputados – 2012) O controle interno deve, entre outras finalidades,
comprovar a legalidade e avaliar os resultados, quanto à eficácia e eficiência,
não apenas da gestão orçamentária, financeira e patrimonial nos órgãos e nas
entidades da administração federal, mas também da aplicação de recursos
públicos por entidades de direito privado.

97) (CESPE - Advogado – AGU – 2012) Os cidadãos são partes legítimas para
denunciar irregularidades ou ilegalidades perante o Tribunal de Contas da
União.

98) (CESPE - Advogado – AGU – 2012) O controle interno da execução


orçamentária é exercido pelos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, com
o auxílio do tribunal de contas.

99) (CESPE – Analista Legislativo – Material e Patrimônio – Câmara dos


Deputados – 2012) Cabe ao Congresso Nacional, como órgão titular do
controle externo, julgar, em caráter definitivo, as contas dos administradores e
demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos.

100) (CESPE – Analista Legislativo – Arquiteto e Engenheiro – Câmara dos


Deputados – 2012) O Tribunal de Contas da União (TCU) poderá realizar — por
iniciativa própria, da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, de comissão
técnica ou de inquérito — inspeções e auditorias de natureza contábil,
financeira, orçamentária, operacional e patrimonial nas unidades
administrativas dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário.

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GABARITO

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