PADRÕES DE CANDLE
FORMAÇÃO DE CANDLES
Os candlesticks são retratos da batalha
entre compradores e vendedores dentro
de um cenário e intervalo de tempo
específico.
Com isso, vemos padrões que se
repetem durante a movimentação de
preços.
CANDLES
DE ALTA
MARTELO
Após movimentos de queda, a aparição de um
martelo pode sinalizar inversão do movimento.
ENGOLFO
Após movimentos de queda, a aparição de um
engolfo pode sinalizar inversão do movimento.
PIERCING LINE
Após movimentos de queda, a aparição de um
piercing line pode sinalizar inversão do movimento.
HARAMI
Após movimentos de queda, a aparição de um
harami pode sinalizar inversão do movimento.
CANDLES
DE BAIXA
ESTRELA CADENTE
Após movimentos de alta, a aparição de uma estrela
cadente pode sinalizar inversão do movimento.
ENGOLFO
Após movimentos de alta, a aparição de um engolfo
pode sinalizar inversão do movimento.
NUVEM NEGRA
Após movimentos de alta, a aparição de um engolfo
pode sinalizar inversão do movimento.
OUTROS
PADRÕES
MARUBOZU
Candle que representa vitória total dos
compradores ou vendedores.
DOJI
Candle que representa indefinição.
FIBONACCI
FIBONACCI
Leonardo Fibonacci foi um matemático que,
próximo aos anos 1200, descreveu o
crescimento de uma população de coelhos
através de uma fórmula matemática.
Com o tempo, percebeu-se que a fórmula
servia para uma série de outras questões, como
galhos das árvores, folhas, samambaias,
anatomia humana...
FIBONACCI
A fórmula basicamente é a soma de um
número com o número anterior da
sequência, iniciando no 0.
Ao encontrar os números da sequência de
ouro, foi identificado o padrão para encontrar o
próximo número da sequência.
O número somado com o anterior da sequência. 0
1
1 (1+0)
2 (1+1)
3 (2+1)
5 (3+2)
8 (5+3)
13 (8+5)
21 (13+8)
34 (21+13)
...
Ao dividir o número pelo seu anterior ou seu 0
sucessor, temos um número que se repete que é
conhecido como número de ouro de Fibonacci. 1
Quanto mais longe formos na sequência, 1 (1+0)
descobrimos que, para descobrir o próximo
número, basta multiplicar por 1,618. Já para 2 (1+1)
descobrir o anterior, basta dividir por 0,618. 3 (2+1)
É valido dizer que o próximo número é 61,8% 5 (3+2)
maior que o anterior.
8 (5+3)
13 (8+5)
21 (13+8)
34 (21+13)
...
MERCADO FINANCEIRO
O número de ouro também é encontrado no
mercado financeiro, onde temos a projeção do
próximo movimento através do uso de
Fibonacci.
Pegamos o tamanho da onda, através da
seleção de um topo e fundo, como foi dito em
Ondas de Elliot, e projetamos para frente, tanto
a retração em 61,8% e alvo em 161,8%.
Projetando na direção da tendência.
MERCADO FINANCEIRO
Em resumo: podemos utilizar Fibonacci para
projetar até onde o ativo tende a corrigir e
depois até onde ele pode seguir (preço
alvo).
FIGURAS DE REVERSÃO
TEORIA DE DOW
Uma tendência só é interrompida
quando temos sinais de reversão.
Existem formações gráficas que
sinalizam essa reversão, conhecidas
como figuras de reversão. Para
facilitar, cada uma leva um nome de
acordo com o que ela parece.
TOPO DUPLO (M)
O topo duplo, também conhecido como
M, é uma figura de reversão de
tendência de alta para a tendência de
baixa.
Ela se forma quando um topo não é
superado para prosseguir com a
tendência de alta, fazendo topo no
mesmo patamar do anterior.
PONTOS DE ATENÇÃO
Projeção da figura: distância entre os dois
topos (que configuram M) e o fundo que
precisa ser rompido para confirmar a
reversão.
Atenção: um topo duplo só surge quando a
tendência anterior é de alta. Em ativos em
tendência de baixa, por mais que pareça, não
há configuração de topo duplo.
FUNDO DUPLO (W)
O fundo duplo, também conhecido como W, é
uma figura de reversão de tendência de baixa
para a tendência de alta.
Ela se forma quando um fundo não é
superado para prosseguir com a tendência de
baixa, fazendo fundo no mesmo patamar do
anterior.
PONTOS DE ATENÇÃO
Projeção da figura: distância entre os
dois fundos (que configuram W) e o topo
que precisa ser rompido para confirmar
a reversão.
Atenção: um fundo duplo só surge
quando a tendência anterior é de baixa.
Em ativos em tendência de alta, por
mais que pareça, não há configuração
de fundo duplo.
OMBRO-CABEÇA-OMBRO
O ombro-cabeça-ombro, também
chamado de OCO, é uma figura de
reversão de tendência de alta para
baixa.
Ela se forma quando um topo mais baixo
que o anterior é formado, no mesmo
patamar do segundo topo anterior.
Também temos os fundos em patamares
semelhantes.
PONTOS DE ATENÇÃO
Projeção da figura: distância entre o topo
mais alto (cabeça) até a linha do pescoço (a
linha imaginária onde os fundos se
conectam), que precisa ser rompida para
confirmar a reversão.
Atenção: um OCO só surge quando a
tendência anterior é de alta. Em ativos em
tendência de baixa, por mais que pareça, não
há configuração de OCO.
OCO INVERTIDO
O ombro-cabeça-ombro invertido,
também chamado de OCOi, é uma
figura de reversão de tendência de baixa
para alta.
Ela se forma quando um fundo mais alto
que o anterior é formado, no mesmo
patamar do segundo fundo anterior.
*ombro a mais
PONTOS DE ATENÇÃO
Projeção da figura: distância entre o fundo
mais baixo (cabeça) até a linha do pescoço
(a linha imaginária onde os topos se
conectam) que precisa ser rompida para
confirmar a reversão.
Atenção: um OCOi só surge quando a
tendência anterior é de baixa. Em ativos
em tendência de alta, por mais que pareça,
não há configuração de OCOi.
*ombro a mais
HiLO
HiLO
HiLo é um indicador rastreador de
tendências. Sua função é única e
exclusivamente captar possíveis viradas de
tendência e pegar o movimento completo.
Ele é representado graficamente por uma
linha verde e outra vermelha, onde os sinais
são emitidos no rompimento dessas linhas.
CÁLCULO
A linha vermelha (de cima) é uma média
das máximas feitas em períodos anteriores,
montada na tendência de baixa.
Já a linha verde (de baixo) é uma média
das mínimas feitas em períodos anteriores,
montada na tendência de alta.
RACIOCÍNIO
A estratégia desse indicador se concentra em
entrar na operação no momento que ocorre um
rompimento, dando a saída quando rompe a
linha oposta.
A estratégia entrega muitos sinais falsos
quando os ativos não estão em tendência. É
um indicador rastreador.
Entrada na compra
Saída da operação
Entrada na compra Saída da operação
Muitos sinais falsos quando
o ativo está sem tendência
CALIBRAGEM
Você pode definir a periodicidade que deseja
utilizar o HiLo. Quanto maior a calibragem,
menos suscetível ele fica na virada de preços.
Calibragem baixa = muitas entradas e sinais
falsos, mas pega no início do movimento.
Calibragem alta = poucas entradas e menos
sinais falsos. Demora um pouco para dar início
a operação.
RESUMO
HiLo é um indicador de trend following (para
acompanhar tendências) e deve ser somente
utilizado neste cenário.
A periodicidade vai definir quantas
máximas/mínimas você vai pegar para trás.
O ideal é combinar com o volume para
confirmar rompimentos.
MÉDIAS MÓVEIS
MÉDIAS MÓVEIS
Média móvel é um indicador rastreador
de tendência que pode se dividir em
aritmética e exponencial.
É provavelmente o indicador mais
utilizado no mercado financeiro global
por auxiliar na percepção dos
movimentos dos preços, se estão
exagerados ou não.
MÉDIAS MÓVEIS
Basicamente, funcionam como
suportes/resistências dinâmicas que vão
acompanhando o preço quando ele está
em tendência.
Altamente dependente da periodicidade
pessoal, a média móvel representa o
nível de agressividade (ou sentimento)
do mercado como um todo.
MMA e MME
A diferença entre as duas é o peso
empregado aos dados de mercado.
A aritmética dá o mesmo valor para
todos os períodos, enquanto a
exponencial prioriza os dados mais
recentes.
CALIBRAGEM
Quanto maior a periodicidade, mais
lenta a média móvel fica.
Esse indicador provavelmente é o mais
pessoal que existe. Cada operador
gosta de utilizar um período específico
para ela.
No mercado, as mais famosas são a
média de 20 e a média de 200.
AGRESSIVIDADE
Como rastreadora de tendência, observamos
os movimentos do preço de acordo com sua
agressividade. Períodos menores de média
móvel funcionam melhor para tendências
agressivas, enquanto médias como a de 20
funcionam mais para tendências consistentes.
A média de 200 funciona como “média de longo
prazo” e dá uma boa ideia sobre a direção que
o ativo tem seguido em prazos maiores.
RELEVÂNCIA
Quanto maior o período da média móvel,
menos ela se mexe e mais relevante fica
quando é tocada.
Média de 9 exponencial – linha preta
Média de 20 aritmética – linha rosa
Média de 200 aritmética – linha amarela
Média de 200 exponencial – linha verde
Respeito à média de 200
Média de 20 funcionando como suporte dinâmico
Ativo em tendência consistente
Média de 9 funcionando como suporte
dinâmico em tendência mais agressiva
INDICANDO TENDÊNCIA
Caso o operador tenha dificuldade em detectar a
tendência vigente, as médias móveis podem servir
como um excelente auxílio.
Em tendências de alta, as médias móveis ficam
organizadas da mais curta para a mais longa, com
os preços por cima.
Em tendências de baixa, as médias móveis ficam
organizadas da mais longa para a mais curta, com
os preços por baixo.
INDICANDO TENDÊNCIA
Logo, o cruzamento de médias pode sinalizar
mudança da tendência. Importante enfatizar que as
médias se movem DEPOIS do preço, nunca antes.
Médias móveis não são indicadores antecedentes.
Tendência clara de baixa
Médias mais longas por cima das mais curtas
Tendência clara de alta
Médias curtas por cima das médias longas
RETORNO À MÉDIA
Após um forte movimento, o ideal é aguardar
que o preço retorne à média de forma corretiva
para manter a tendência principal.
Médias de 200 funcionando
como resistência
Retorno à média de 20 como suporte
Média de 9 praticamente inútil
na falta de tendência agressiva
RESUMO
• Rastreador de tendência;
• Periodicidade pessoal;
• Aritmética X exponencial;
• Suporte e resistência dinâmica;
• Auxilia a identificar sentimento do mercado;
• Auxilia a identificar tendência vigente.
OBV – ON BALANCE VOLUME
ON BALANCE VOLUME
Criado por Joe Granville, o OBV é um
indicador que monitora alterações no volume,
indicando tendências dentro dele. Também é
conhecido como saldo de volume.
Seu cálculo é simples. Se o dia foi de alta, ele
soma o volume com o saldo anterior. Se o dia
for de baixa, ele subtrai o volume do saldo
anterior. Não há problema em ficar negativo.
RACIOCÍNIO
Podendo agir como rastreador de tendência, o
OBV funciona como confirmação das
tendências. Ele facilita mais a visualização da
força do movimento do que o próprio volume
financeiro.
Além disso, ele pode confirmar movimentos de
rompimentos de consolidação.
Nos pontos marcados, o OBV já sinalizava o rompimento,
enquanto o preço não tinha rompido.
Também podemos marcar suportes e resistências no OBV.
DIVERGÊNCIA
De acordo com a Teoria de Dow, a tendência é
confirmada pelo volume. Se o ativo continuar
com o movimento, enquanto o OBV inicia
movimentos contrários, é um sinal de
divergência que indica que o movimento do
ativo pode estar chegando ao fim.
Por mais que o ativo tenha despencado, o
OBV não sinalizou esse movimento,
indicando divergência com o movimento
de queda. O preço caiu, mas o volume se
manteve estável. Um tempo depois, o
preço voltou ao patamar anterior e
superou.
ANTECEDÊNCIA
Uma vez que o OBV só considera o volume,
muitas vezes vemos o acúmulo de volume
agindo antes mesmo de o preço responder.
Em outras palavras, o OBV pode antecipar
movimentos do preço.
Por mais que o preço
estivesse no mesmo
patamar, o OBV já
indicava queda agressiva
no volume
RESUMO
O OBV é altamente subjetivo por depender de
interpretação do operador.
Os momentos em que ele entrega boas
informações são raros, o que acaba
desencorajando o uso.
Além disso, é altamente subjetiva a forma de
leitura do saldo pelo trader.
PIVÔS
TENDÊNCIA DE ALTA
De acordo com a Teoria de Dow, a tendência primária só é interrompida com a
formação de reversão.
• A tendência de alta é formada com topos e fundos ascendentes;
• A interrupção vem quando um pivô de baixa é formado.
Falha da continuidade de novos topos.
Tendência de alta em risco.
Inserir gráfico de tendencia de baixa c pivo
Rompimento do fundo anterior.
Pivô de baixa confirmado.
Topos e fundos descendentes
Topos e fundos ascendentes
TENDÊNCIA DE BAIXA
De acordo com a Teoria de Dow, a tendência primária só é interrompida com a
formação de reversão.
• A tendência de baixa é formada com topos e fundos descendentes.
• A interrupção vem quando um pivô de alta é formado.
Inserir gráfico de tendencia de alta c pivo
Rompimento do pivô de alta
Topos e fundos
descendentes
Topos e fundos
ascendentes
Fundo mais alto que o anterior sinaliza que
a tendência de baixa pode estar chegando ao fim
Formação de pivô de alta
TENDÊNCIA LATERAL
A característica da consolidação é a falta Como suportes e resistências funcionam
de formação de pivôs de alta e baixa de como zonas e não preços exatos, acaba
forma significativa, que alterem o rumo ficando subjetivo. Em caso de dúvida,
da tendência primária. não há rompimento.
• Nesse caso, o rompimento com O pullback trata a antiga resistência
volume é o que buscamos; como suporte e o antigo suporte como
• O pullback funciona como segunda resistência.
chance.
Tendencia lateral
Tendência lateral
Rompimento de lateralizaçao pra cima c
pullback Rompimento
Resistência da tendência lateral
Pullback
Antiga resistência
funcionando como
suporte
Rompimento de
Tendência lateralizaçao pra baixo c
lateral
pullback
Antigo suporte funcionando como resistência
Pullback
Momento do rompimento
IFR – ÍNDICE DE FORÇA RELATIVA
IFR
Criado por Welles Wilder, o IFR é um
indicador oscilador que varia entre 0 e 100,
onde a proximidade do 100 indica que o ativo
está sobrecomprado, enquanto a
proximidade do 0 indica que o ativo está
sobrevendido.
Em sua fórmula, o IFR leva em consideração
médias de cotações de dias de alta e médias
de cotações de dias de baixa.
CALIBRAGEM
Como é praticamente impossível um ativo bater
100 ou 0, a região de sobrecompra ou sobrevenda
é marcada por outros patamares. Normalmente, os
operadores utilizam ou 80-20 ou 70-30.
Além disso, podemos ajustar a periodicidade para
o nível que quisermos. Quanto maior a calibragem,
menos suscetível fica às movimentações do
mercado. Em geral, se usa 9 ou 14 períodos.
9 períodos
70 – SobreCompra
30 - SobreVenda
Marcação dupla:
80-20
70-30
OSCILADOR
Como é um indicador oscilador, quando o
ativo entra em tendência, o IFR entrega
muitos sinais falsos que devem ser
percebidos rapidamente para minimizar
possíveis prejuízos.
O ativo em tendência forte de baixa e o IFR
entregando sinais falsos de compra
DIVERGÊNCIA
A divergência ocorre quando o IFR faz padrão
de topos e fundos diferentes do ativo.
• Divergência de alta: IFR faz fundo mais
alto que o anterior, enquanto o ativo ainda
não fez.
• Divergência de baixa: IFR faz topo mais
baixo que o anterior enquanto o ativo ainda
não fez.
Fundo mais baixo
Fundo mais alto
Topo duplo
Topo muito mais baixo que o anterior
RESUMO
Sabemos que IFR é um indicador oscilador e
deve ser evitado em ativos de tendência
forte.
Podemos utilizá-lo através de região de
sobrecompra e sobrevenda.
Também podemos utilizar as divergências de
maneira mais eficiente.
Atendimento
Capitais e Regiões Metropolitanas 4007 2447
Demais Regiões 0800 285 0147
Ouvidoria 0800 717 7720
www.ativainvestimentos.com.br
atendimento@ativainvestimentos.com.br