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Arquitetura Neoclássica

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TEORIA E HISTÓRIA

DA ARQUITETURA E
URBANISMO II

Sabrina Assmann
Lücke
Introdução ao
Neoclassicismo
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:

 Descrever as principais características do estilo Neoclássico.


 Identificar as obras mais significativas de arquitetura Neoclássica.
 Comparar o estilo Neoclássico com outros estilos estudados.

Introdução
Neste capítulo, você vai estudar sobre o estilo artístico e arquitetônico
denominado neoclássico, que surgiu na França em meados de 1750
e perdurou até o início do século XIX. As principais características do
período serão apresentadas, bem como o que o motivou a surgir. Além
disso, você poderá identificar as obras mais significativas desse estilo, a
partir de um posicionamento analítico.

Neoclassicismo
O Neoclassicismo foi um movimento artístico que se desenvolveu na Europa,
principalmente na França e na Inglaterra, entre os séculos XVIII e parte do
XIX. Defendeu a retomada da arte greco-romana, chamada de Antiguidade
Clássica, por a considerar um modelo ideal de clareza, equilíbrio e proporção.
O contexto que fez com que o estilo Neoclássico eclodisse pela Europa
foi o declínio da influência da religião, com seus dogmas e superstições, e a
crescente influência dos ideais iluministas, baseados no racionalismo. Além
disso, a ligação da cultura grega à democracia e da romana à república, fez os
governos revolucionários se espelharem em seus edifícios robustos e cheios
de regramentos, como se servissem de espelho para a política, que buscava
despertar os sentimentos de solidez, honra, civismo e patriotismo. Nos Estados
Unidos, foi considerado o Estilo Federal.
2 Introdução ao Neoclassicismo

Este estilo foi, ainda, chamado de Academicista, e considerado um estilo


cortesão, sendo utilizado pelos monarcas e príncipes como forma de propa-
gar suas personalidades e feitos, baseado no passado glorioso dos povos do
período do Classicismo.
O interesse do século XVIII pela antiguidade se diferenciava dos “retornos
a Roma”, que havia ocorrido até então, seja no foco ou no impacto gerado
pelas suas aplicações. Os artistas e arquitetos do Neoclássico buscavam uma
maior compreensão dos edifícios e obras, fazendo releituras das obras do
passado. A descoberta das cidades de Herculano e Pompéia, nas escavações
que foram realizadas para a implantação de uma estrada, evidenciaram ainda
mais as características da arquitetura da antiguidade, dando embasamento aos
estudos dos historiadores e arquitetos que, pela primeira vez, tiveram acesso
a evidências detalhadas da arquitetura, decoração e cotidianos dos povos do
Império Romano (FAZIO; MOFFETT; WODEHOUSE, 2011). Na Figura 1
você pode observar as ruinas de Pompéia.

Figura 1. Ruinas de Pompéia.


Fonte: Alago (2007, documento on-line).

Características e principais obras do período


As descobertas ocorridas dos estudos nas cidades de Pompéia e Herculano
trouxeram consistência para a arquitetura do período Neoclássico. As obras
apresentavam solidez e sobriedade em uma tipologia muito característica,
que remetia aos templos da antiguidade, e que foi aplicada nas construções de
palácios, teatros e câmaras parlamentares. A clareza construtiva ficou evidente
no uso da simetria e da uniformidade (Figura 2), presentes no uso das formas
geométricas, como o cubo, a esfera, o cilindro e a pirâmide, o que tornava
muitos projetos utópicos e impossíveis de serem executados.
Introdução ao Neoclassicismo 3

Figura 2. Simetria construtiva – Portão de Brandenburg, Alemanha.


Fonte: Patryk Kosmider/[Link].

O Neoclassicismo desenvolveu-se por toda a Europa, mas apresentou


características peculiares em cada país. Na Itália, o maior representante da
arquitetura Neoclássica foi Giovanni Battista Piranesi (1720-1778), que ficou
conhecido mais por suas gravuras do que pela própria arquitetura produzida.
Por serem imagens de baixo custo e fácil transporte, a maioria das suas imagens
se espalharam por toda a Europa.

Giovani Battista Pironesi foi um grande gravurista. Um de seus principais materiais foi o
desenho do mapa da cidade da Roma Antiga, no qual representou tanto as edificações
reais como projetos imaginários, compostos por formas complexas.
Fonte: Fazio, Moffett e Wodehouse (2011, p. 403).

Na Inglaterra, Robert Adams (1728-1792) difundiu o legado de Piranese,


visto que se tornaram amigos em uma de suas viagens as ruinas de Pompéia
e Herculano. Junto com Chales-Louis Clérisseau, realizou muitos desenhos
de Nimes, que foram publicados por Adams, em 1764, sob o título “Ruins of
the Palace of the Emperor Diocle- tian at Spalato, in Dalmatia”.
4 Introdução ao Neoclassicismo

A Casa Williams-Wynn, construída por Adams, em St. James’s Square, em


Londres (1772), é exemplo do planejamento habilidoso e do sistema de projeto de
interiores que ele dominava, pois, por se tratar de um terreno estreito, era consi-
derado de difícil projeto para uma edificação residencial. Porém, ele conseguiu
tirar bom partido arquitetônico e gerar um projeto bastante interessante. Adams
afirmou que suas decorações discretas e elegantes provocaram uma revolução
no gosto inglês pela arquitetura (FAZIO; MOFFETT; WODEHOUSE, 2011).
Outro nome de representatividade na arquitetura inglesa da segunda metade
do século XVIII foi Sir William Chambers (1723-1796). Chambers estudou em
Roma por quatro anos, e sua obra principal é a Casa Somerset, localizada as
margens do rio Tamisa, em Londres, apresentada na Figura 3. Nessa casa, em
que trabalhou em parceria com Robert Adams como arquiteto do rei, foram
centralizadas todas as atividades do governo inglês, tornando-se a sede do
governo. A planta foi desenvolvida em forma de “C”, com uma imponente
fachada que se eleva de uma grande arcada piranesiana rusticada até pavilhões
conectados, com uma cúpula desproporcional ao tamanho da edificação por ser
muito pequena. A edificação é ornamentada por esculturas, que simbolizam
as façanhas das navegações marítimas inglesas.

Figura 3. Casa Somerset.


Fonte: [Link]/[Link].

Na França, o Neoclassicismo seguiu outros rumos em relação ao movimento


na Inglaterra, em virtude dos arquitetos franceses, influenciados pelos ideais
iluministas, buscarem trabalhar as formas geométricas primárias, como o cubo,
Introdução ao Neoclassicismo 5

a esfera e a pirâmide. Por isso, ultrapassaram os seus estudos anteriores quanto


a essas formas e desenvolveram edificações de um formalismo exacerbado.
Os nomes de maior renome são os de Etienne-Louis Boullée (1728-1799) e
Claude-Nicolas Ledoux (1736-1806). Ambos criaram muitos projetos, sendo
que alguns permaneceram apenas como projetos. O projeto de Boullée de
maior relevância é o Cenotáfio, como você pode ver na Figura 4, projetado
para Sir Isaac Newton (FAZIO; MOFFETT; WODEHOUSE, 2011).

Figura 4. Cenotáfio, projetado para Sir Issac Newton.


Fonte: Boullée (1784, documento on-line).

O Cenotáfio, projetado por Etienne-Louis Boullée, em 1784, para Sir Isaac Newton
era uma esfera de aproximadamente 150 metros de diâmetro. Sua metade superior
representaria a esfera celestial e foi perfurada para criar a impressão de possuir um
céu estrelado com uma lua quando visualizada internamente. Saiba mais sobre as
características desse projeto acessando o link.

[Link]

Claude-Nicolas Ledoux se destacou nos projetos urbanísticos. Seu


projeto para uma cidade ideal de Chaux (1775-1779), apesar de Neoclás-
sico, apresentava fortes características industriais, devido ao fenômeno
6 Introdução ao Neoclassicismo

da industrialização promovido pela Revolução Francesa. Em planta baixa


era organizado em forma ovalada, composta por moradias cercadas por
jardins, equipamentos de lazer e edifícios comunitários. Esse projeto foi
um precursor para os projetos das Cidades Jardins no final do século XIX.
Ledoux projetou também o Hotel de Thelluson, em Paris (1778-1783), que
é um exemplo de manipulação do espaço tridimensional na arquitetura,
tanto interno como externo (FAZIO; MOFFETT; WODEHOUSE, 2011).

O Hotel de Thelluson (1778-1783) possuía na sua entrada um grande pórtico, que


era uma releitura do Arco do Triunfo semienterrado da Roma Antiga. Localizado
no subúrbio de Paris, o espaço disponível possibilitou que sua planta baixa fosse
distribuída com a combinação de casas, pátios, jardins, sistemas de circulação de
pedestres e veículos. A passarela projetada no segundo pavimento conduzia ao corpus-
-de-logis e se assemelhava a um templo circular arquitravado sobreposto ao prédio.
Para compreender melhor esse projeto, ele deve ser analisado em corte longitudinal,
em que se percebe a distribuição do programa de apartamentos dispostos em dois
níveis, além da relação com o espaço externo e o trabalho realizado no plano do teto
do bloco principal do conjunto.

Além das obras mencionadas, Ledoux construiu diversos pedágios para


a cidade de Paris, sendo a maioria deles já inexistente. Suas formas eram as
mais variadas, mas sempre referenciando a obras consagradas da Antigui-
dade Clássica ou do Renascimento. Um dos exemplares ainda existente é a
Barreira de Pedágio de la Villette (1784-1789), composta por um cilindro
sem cúpula que se eleva de um bloco quadrado em sua base e é ornamentada
por motivos serlianos.
Uma das obras do período Neoclássico de maior importância foi a Igreja
de Saint Genovieve (1757-1790), dedicada a santa padroeira de Paris, que hoje
é chamada de Pantheon de Paris, projetada por Jacques-Gabriel Soufflot.
Atualmente, essa obra, apresentada na Figura 5, não possui mais função
religiosa (FAZIO; MOFFETT; WODEHOUSE, 2011).
Introdução ao Neoclassicismo 7

Figura 5. Pantheon de Paris (1757-1790).


Fonte: Shchipkova Elena/[Link].

Outro nome referenciado ao período Neoclássico é o de Jacques-Denis


Antonie (1733-1801), que projetou o Hotel des Monnaires, também conhecido
como Casa da Moeda Real (1768-1775). Localizada em um terreno de geometria
triangular, a edificação possui um pátio principal para onde estavam orientados
os cômodos da edificação. Em sua fachada principal, voltada para o Rio Sena
e para a cidade, foi projetado um ático com grande pé-direito, sem frontões ou
alas laterais, gerando uma edificação marcada pela horizontalidade, equilíbrio
e elegância, que marcaram a edificação.
Em 1770, Jacques Gondoin (1737-1818) construiu a École de Chirurgie
(Escola de Medicina e Cirurgia), que refletiu o Neoclassicismo francês na
decoração, utilizada para expressar os valores sociais da arquitetura (FAZIO;
MOFFETT; WODEHOUSE, 2011).

Escolas de arquitetura e artes na França


O ensino nas escolas de arquitetura e artes na França aprimorou-se com a
eclosão do estilo Neoclássico, em virtude de as escolas darem ênfase no estudo
da concepção projetual, característica desse período. Por meio dos estudos
realizados nas obras da Antiguidade Clássica, os estudantes que se desloca-
vam até Roma faziam desenhos detalhados das edificações antigas e criavam
8 Introdução ao Neoclassicismo

seus próprios projetos. Por esse motivo, o estilo Neoclássico ficou também
conhecido como estilo Acadêmico. Blondel foi o responsável por, em 1743,
criar a primeira escola de arquitetura considerada verdadeira, segundo Fazio,
Moffett e Wodehouse (2011). Em 1762, ele tornou-se professor da Academia
de Belas Artes. Após a Revolução Francesa, a École des Beaux-Arts se tornou
referência no ensino de arquitetura na França, sendo reconhecida também na
Inglaterra e, posteriormente, nos Estados Unidos.
A tradição em estudos da antiguidade fez com que a École des Be-
aux-Arts fosse considerada contra os desafios impostos pela Revolução
Francesa, pela falta de abordagem em relação às novas tecnologias que a
industrialização trazia para construção civil no período. Novos materiais,
novas possibilidades de estruturas construtivas e técnicas eram oferecidas.
O cálculo estrutural, por exemplo, foi aplicado pela primeira vez em um
novo projeto no Pantheon de Paris. Posteriormente, já era sabido como
seria o comportamento de cada material após o emprego dado a eles, o
que possibilitou que os arquitetos e engenheiros desenvolvessem projetos
independentes do conhecimento das técnicas utilizadas no passado para
portar edificações de semelhantes.
Outra grande invenção do período foi a geometria descritiva. A asso-
ciação da matemática ao desenho permitiu que a representação gráfica
dos projetos em duas e três dimensões fosse realizada de forma eficiente,
sendo utilizadas como um meio de comunicação entre projetista e exe-
cutor, liberando os projetistas de visitarem diariamente suas obras para
orientar e conferir o que estava sendo executado. A geometria descritiva
deu origem à topografia.

A geometria descritiva foi desenvolvida pelo matemático Gaspar Monge, em razão


da necessidade de elaborar projetos fidedignos para que as tropas de Napoleão
Bonaparte realizassem suas expedições sem a necessidade de levar consigo enge-
nheiros ou mecânicos para realizar a montagem ou a manutenção dos equipamentos
bélicos. Recebe o nome também de método de Monge ou geometria Mongeana, em
homenagem a seu criador.
Fonte: Rabello (2015, documento on-line).
Introdução ao Neoclassicismo 9

Segundo Fazio, Moffett e Wodehouse (2011), este foi um passo muito


importante, que distanciou as profissões de engenharia e arquitetura, que
passaram a separar a atuação do engenheiro, que era um projetista de obras
utilitárias, como estradas, pontes, minas, fábricas, galpões, faróis e canais, da
dos arquitetos, que trabalhavam nas obras em que o simbolismo e a estética
fossem importantes de serem demonstradas.

Novos materiais
A evolução da indústria fez com que novos materiais fossem empregados nas
obras arquitetônicas e de engenharia. O ferro é considerado como o principal
material adaptado ao uso na construção civil desse período. Não era uma
novidade, mas a possibilidade de extração desse minério foi ampliada com os
novos recursos possibilitados pela Revolução Industrial e, com isso, a oferta do
ferro foi ampliada. A partir disso, houve uma grande utilização desse material
em obras – antes utilizado apenas em pequenos detalhes ou ornamentos. Então,
o ferro seria utilizado para produzir colunas, vigas, trilhos de trem, pontes, etc.

Para saber mais sobre os materiais e técnicas que foram utilizados nas obras de arqui-
tetura e engenharia desenvolvidos a partir da Revolução Industrial, ocorrida na França
no século XVIII, acesse o link a seguir e leia o texto “Arquitetura e Revolução Industrial”,
elaborado por Bruno Massara Rocha.

[Link]

O crescimento das indústrias têxteis no período e a preocupação com os


incêndios, fez o ferro ser utilizado na estrutura de indústrias e galpões por
suas propriedades incombustíveis. Um exemplar arquitetônico dessa preocu-
pação é a West Mill, construída entre 1793 e 1795, em Belper, projetada pelo
inglês William Strutt. Com paredes externas de alvenaria, o interior dessa
edificação foi todo moldado com grelhas metálicas, gerando uma planta de
conceito aberto e flexível distribuído em seis pavimentos de indústria, como
você pode observar na Figura 6.
10 Introdução ao Neoclassicismo

Figura 6. Detalhes das plantas de West Mill (1793–1795), mostrando sua estrutura metálica.
Fonte: Fazio, Moffett e Wodehouse (2011, p. 416).

Outro exemplar arquitetônico Neoclássico que utilizou o ferro como


material de destaque foi a ponte do Brooklin, em Nova Iorque, projetada
em 1801, apresentada na Figura 7. A técnica utilizada em sua construção
ficou conhecida como construção suspensa em ferro. Porém, em 1816
houve uma alteração no seu projeto, motivada por questões de segurança
e financeiras, na qual os elos de ferro forjados foram substituídos por
cabos de fio trefilado.
Introdução ao Neoclassicismo 11

Figura 7. Ponte do Brooklin, Nova Iorque.


Fonte: Elnur/[Link].

Sua estrutura central possui características neoclássicas que remetem


a lembrança de um portal de acesso. Ainda hoje, a ponte do Brooklin é
um símbolo local, que, além da importância da ligação física possibilitada
pela sua implantação, tem um valor estético e turístico para a cidade de
Nova Iorque.
Outro importante material aplicado em maior escala a partir da Revolução
Industrial foi o vidro. Porém, devido ao estilo Neoclássico ser mais robusto,
seu uso não foi tão marcante nas obras do período.
Como você percebeu, o estilo Neoclássico foi uma ruptura entre os exces-
sos presentes nas características construtivas dos estilos que o antecederam,
como o Barroco e o Rococó, e um resgate das construções racionais, aliados
aos novos materiais e técnicas possibilitadas pelo desenvolvimento intelectual
da população, influenciada pelo Iluminismo, e pelo desenvolvimento das
indústrias. Muitas dessas evoluções estão presentes na arquitetura cotidiana,
como o uso do ferro ou o desenvolvimento da geometria descritiva, eviden-
ciando a importância desse período para a arquitetura mundial.
12 Introdução ao Neoclassicismo

ALAGO. Pompeya Foro. 2007. Disponível em: <[Link]


File:Pompeya_Foro.jpg>. Acesso em: 04 maio 2018.
BOULLÉE, E. T. Boullée Cénotaphe à Newton: élévation. 1784. Disponível em: <https://
[Link]/wiki/File:Boull%C3%A9e_-_C%C3%A9notaphe_%C3%A0_
Newton_-_%C3%A9l%C3%[Link]>. Acesso em: 04 maio 2018.
FAZIO, M.; MOFFETT, M.; WODEHOUSE, L. A história da arquitetura mundial. 3. ed. Porto
Alegre: AMGH, 2011.

Leituras recomendadas
PEREIRA, J. R. A. Introdução à história da arquitetura: das origens ao século XXI. Porto
Alegre: Bookman, 2010.
RABELLO, P. S. B. Geometria Descritiva Básica. 05 jun. 2005. Disponível em: <http://
[Link]/portal/degraf_rossano/wp-content/uploads/sites/16/2014/10/
GEOMETRIA-DESCRITIVA-B%C3%81SICA-Paulo-S%C3%[Link]>.
Acesso em: 04 maio 2018.
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TEORIA E HISTÓRIA 
DA ARQUITETURA E 
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Neoclassicismo
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Figura 2. Simetria construtiva – Portão de Brandenburg, Alemanha.
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A Casa Williams-Wynn, construí da por Adams, em St. James’s Square, em 
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