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Obrigações: Solvens e Accipiens

Caderno Direitos e Obrigações

Enviado por

Luisa Nunes
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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OBRIGAÇÕES

Obrigações são o vínculo de direito pessoal que se estabelece entre duas ou mais pessoas,
imputando-lhes o dever de dar, fazer ou não fazer, cujo descumprimento gera direito de exigência
via judiciário.

Características  determinabilidade dos sujeitos (obrigatoriamente as partes são determinadas


ou determináveis), caráter patrimonial, transitoriedade do vínculo (porque tem que se extinguir
pelo pagamento. Não existe direito obrigacional perpétuo).

Elementos constitutivos de uma obrigação:


a) Subjetivo: sujeitos ativo e passivo
b) Abstrato (espiritual): vínculo jurídico
c) Objetivo: ação humana – prestação
- Objeto mediato: dar, fazer ou não fazer
- Objeto imediato: específico
Objeto tem que ser lícito, possível, determinado ou determinável e passível de apreciação
econômica.

Fontes das obrigações:


- Mediatas: contratos, declarações unilaterais de vontade (promessa de compra e venda e título
ao portador), atos ilícitos (dolosos e culposos)
- Imediatas: legais (alimentos, obrigações propter rem)
- Deveres de conduta: decorrem do princípio da solidariedade, da eticidade e da boa-fé objetiva.
Conteúdo: proteiforme, tais como: informação, conselho. Cooperação, segredo, não concorrência,
custódia, vigilância, lealdade.

Terceiro na relação obrigacional:


Terceiro ofendido:
- Ex: função social dos contratos de seguro. STJ entende que a vítima pode executar diretamente
a seguradora.
- Evicto pode denunciar a lide o alienante imediato ou qualquer dos anteriores.

Terceiro ofensor: oponibilidade erga omnes decorrente da função social dos contratos.
Ex: art. 608 do CC.
Art. 608. Aquele que aliciar pessoas obrigadas em contrato escrito a prestar serviço a outrem
pagará a este a importância que ao prestador de serviço, pelo ajuste desfeito, houvesse de
caber durante dois anos.

Funções da boa-fé:
a) Interpretativa: art. 113 do CC
b) Controladora: art. 187 do CC (ato ilícito)
c) Integrativa: art. 422 do CC (deveres acessórios)

Obrigação X Responsabilidade: a responsabilidade é a consequência jurídica patrimonial do


descumprimento da obrigação.

Obrigação sem responsabilidade: dívidas prescritas ou dívidas de jogo.


Responsabilidade sem obrigação: fiança ou aval.

Dever, obrigação, sujeição e ônus:


- Dever jurídico genérico: direitos reais e direitos da personalidade
- Dever jurídico individualizado: obrigações
- Sujeição: direitos potestativos, aqueles em que a outra parte é obrigada a se sujeitar,
independente da sua vontade. Não tem como não adimplir. Ex: divórcio, direito de recorrer.
- Ônus: defesa de um interesse próprio, discricionário. Se não faz o ônus, perde o bônus.

Classificação:
a) Quanto ao fi
- Meio: emprego de conhecimentos
- Resultado: alcançar o objetivo prometido. Ex: cirurgia plástica
- Garantia

b) Quanto à exigibilidade
- Civil: exigível
- Natural: inexigível e irrepetível

c) Quanto aos elementos acidentais


- Pura e simples: sem elemento acidental nenhum
- Condicionais: quando se insere um elemento acidental, que é o evento futuro e incerto
- A termo: prazo
- Modais, ônus, encargo

d) Quanto ao tempo de adimplemento


- Instantânea: um só ato
- Diferida: um só ato, mas em momento futuro
- Periódica: execução continuada ou de trato sucessivo

e) Quanto à liquidez
- Líquida: certa quanto à existência e determinada quanto ao objeto
- Ilíquida: depende de apuração

f) Quanto ao modo de execução:


- Simples
- Alternativas
- Cumulativas
- Facultativas

g) Quanto aos sujeitos:


- Divisível/indivisível: é a regra. O que difere uma da outra é o objeto
- Solidária

h) Quanto à natureza
- Dar
- Fazer/não fazer
i) Obrigação principal e acessória
- Principal: existe por si só
- Acessória: existência subordinada a outra relação jurídica

j) Obrigação com cláusula penal: caráter acessório, meio de coerção e pode ser moratória ou
compensatória.

k) Obrigação propter rem: recai sobre a pessoa em decorrência de um determinado direito


real

OBRIGAÇÃO DE DAR COISA CERTA

- Art. 233 do CC

- Coisa certa é aquela que não pode ser substituída, infungível. Mesmo depois da concentração.

- Cumprimento: tradição (entrega/restituição). 3 espécies de tradição:


Real: entrega efetiva da coisa
Ficta: contratual
Simbólica: ato específico simbolizando a entrega da coisa

- Art. 237 do CC

- Perda da coisa: res perit domino


a) Sem culpa do devedor ou pendente condição suspensiva: resolve-se a obrigação. Art. 234 do
CC

b) Com culpa do devedor: responde pelo equivalente mais perdas e danos. Tem o credor o direito
de exigir a coisa no estado em que se encontra, mais perdas e danos.

- Deterioração da coisa: res perit domino


a) Sem culpa do devedor: alternativa ao credor. Art. 235 do CC

b) Com culpa do devedor: art. 236 do CC.

OBRIGAÇÃO DE RESTITUIR

- Perda da coisa
a) Sem culpa do devedor: art. 238 do CC

b) Com culpa do devedor: art. 239 do CC

- Deterioração da coisa:
a) Sem culpa do devedor: art. 240 do CC

b) Com culpa do devedor: art. 240 do CC.


- Acréscimo da coisa:
a) Sem esforço do devedor: acréscimo do credor, desobrigado de indenização. Art. 241 do CC

b) Com esforço do devedor: regras de benfeitorias e frutos. Art. 242 do CC.

OBRIGAÇÃO DE DAR COISA INCERTA

Obrigação de dar coisa indeterminada, mas especificada pelo gênero e quantidade. Art. 243 do
CC.

Determinação (escolha ou concentração): ocorrendo a concentração a coisa passa a ser certa,


regendo-se pelas regras anteriores.

Direito de escolha: em regra é do devedor. Antes da escolha o devedor não pode alegar perda ou
deterioração da coisa.

Princípio do mediano: se aplica quando a escolha cabe ao devedor. Art. 244 do CC.

Se a escolha couber ao credor, ele não está vinculado ao princípio do mediano, e pode escolher o
melhor.

Perecimento e deterioração da coisa incerta: arts. 245 e 256 do CC.

OBRIGAÇÃO DE FAZER INFUNGÍVEL

a) Descumprimento por culpa: perdas e danos. Art. 247 do CC


b) Descumprimento sem culpa: resolve-se a obrigação. Art. 248 do CC

OBRIGAÇÃO DE FAZER FUNGÍVEL

Escolha do credor no inadimplemento culposo:


- Mandar fazer as expensas do devedor (mais perdas e danos)
- Resolver a obrigação mais perdas e danos
- Art. 249 do CC.

OBRIGAÇÃO DE NÃO FAZER

Arts. 250 e 251 do CC.


Ex: servidão de passagem; não concorrência.

OBRIGAÇÕES ALTERNATIVAS

Obrigações compostas pela multiplicidade de objetos.

Direito de escolha: direito potestativo que retroage a data da constituição da obrigação. Em regra
é do devedor, que não pode ofertar parte em um e parte em outra.
Pluralidade de optantes: escolha unânime ou por decisão judicial.
Escolha deferida a terceiro: juiz decide se o imputado não quiser ou não puder se manifestar e se
não houver cláusula compromissória de juízo arbitral.

Obrigação alternativa de prestações periódicas: balanceamento da concentração das prestações


periódicas. Cada uma pode adimplida de uma forma, pode ser feita uma nova escolha.

Inadimplemento: arts. 253, 254 e 255 do CC.

OBRIGAÇÕES FACULTATIVAS

Obrigações com faculdade alternativa de cumprimento.

Único vínculo obrigacional, única prestação, com potestatividade do devedor substituir a


prestação por outra, previamente designada.

O credor não pode exigir a faculdade, só a alternatividade. Se perece sem culpa resolve-se a
obrigação, não podendo o credor exigir o cumprimento da faculdade.

OBRIGAÇÕES DIVISÍVEIS E INDIVISÍVEIS

Pluralidade de credores ou de devedores.

Divisível: é possível executá-la por partes. São por natureza simples e autônomas.

Indivisível: objeto uno, por natureza, por motivo de ordem econômica ou por caráter contratual.
Não se confunde com a solidariedade.

Efeitos da divisibilidade:
- Cada credor só pode exigir sua quota;
- Cada devedor só tem que pagar sua quota;
- O pagamento integral a um só dos credores não desonera o devedor;
- A insolvência dos devedores não aumenta a quota dos demais;
- Suspensão da prescrição a um dos devedores não aproveita aos demais;
- Interrupção da prescrição por um dos credores a um dos devedores não beneficia e nem
prejudica os demais.

Efeitos da indivisibilidade:
a) Pluralidade de devedores:
- Cada devedor é obrigado pelo todo, mas o que paga fica sub-rogado nos direitos do credor
(art. 259 do CC).
- A interrupção e a suspensão da prescrição em face de um atinge os demais devedores.

b) Pluralidade de credores:
- Cada credor pode cobrar o todo.
- Devedor se desonera: pagando a todos ou a um deles que tenha caução de ratificação dos
demais credores, que é uma autorização de pagar a um só.
- Credor que recebe primeiro pode ficar com o bem e reembolsar os demais (art. 261 do
CC).
- Suspensão da prescrição em favor de um, aproveita os demais.
- Remissão: cocredor pode exigir se abatida a parte perdoada.

Extinção da indivisibilidade: perde a qualidade de indivisível a obrigação que se reverte em


perdas e danos por culpa do devedor. Se a culpa for de todos os devedores, rateia-se as perdas
e danos. Se for de apenas um dos devedores, somente ele arca com perdas e danos.

OBRIGAÇÕES SOLIDÁRIAS

Mais de um credor ou mais de um devedor com direito ou obrigado a dívida toda. Arts. 265 e 266
do CC.

- Solidariedade ativa:
Enquanto alguns dos credores solidários não demandarem o devedor comum, a qualquer
daqueles poderá este pagar.

Se um dos credores solidários falecer deixando herdeiros, cada um destes só terá direito a exigir
e receber a quota do crédito que corresponder ao seu quinhão hereditário, salvo se a obrigação
for indivisível.

Convertendo-se a prestação em perdas e danos, subsiste, para todos os efeitos, a solidariedade.

O credor que tiver remitido (perdoado) a dívida ou recebido o pagamento responderá aos outros
pela parte que lhes caiba.

- Solidariedade passiva:
Pagamento parcial: se o pagamento tiver sido parcial, todos os demais devedores continuam
obrigados solidariamente pelo resto.

Impossibilitando-se a prestação por culpa de um dos devedores solidários, subsiste para todos o
encargo de pagar o equivalente; mas pelas perdas e danos só responde o culpado.

Todos os devedores respondem pelos juros da mora, ainda que a ação tenha sido proposta
somente contra um; mas o culpado responde aos outros pela obrigação acrescida.

O credor pode renunciar à solidariedade em favor de um, de alguns ou de todos os devedores,


MAS ELA SUBSISTIRÁ EM RELAÇÃO AOS DEMAIS.

O devedor que satisfez a dívida por inteiro tem direito a exigir de cada um dos codevedores a sua
quota, dividindo-se igualmente por todos a do insolvente, se o houver, presumindo-se iguais, no
débito, as partes de todos os codevedores.

TRANSMISSÃO DAS OBRIGAÇÕES

CESSÃO DE CRÉDITO
- Art. 286 do CC.
Eficácia perante o devedor: notificação.

Forma: livre, mas eficácia perante terceiros depende: escritura pública ou documento particular e
registro em cartório de títulos e documentos.

Fica desobrigado o devedor que, antes de ter conhecimento da cessão, paga ao credor primitivo,
ou que, no caso de mais de uma cessão notificada, paga ao cessionário que lhe apresenta, com o
titulo de cessão, o da obrigação cedida; quando o crédito constar de escritura pública,
prevalecerá a prioridade da notificação.

Responsabilidade do cedente:

Pro soluto  cedente responde pela existência do crédito e legalidade, quando onerosa ou
gratuita com má-fé

Pro solvendo: negocial.


Temporalmente só vai até o período em que se efetiva o negócio jurídico. Abrange o que recebeu
do cessionário, juros, despesas de formalização da cessão e de tentativas de cobrança.

ASSUNÇÃO DE DÍVIDA
- Art. 299 do CC.

Espécies: liberatória, que libera o devedor originário e cumulativa, que amplia o polo passivo e
não libera o devedor originário.

Modalidades:
- Expromissória (externa)  negócio jurídico bilateral, diretamente entre o credor e o novo
devedor.
- Delegatória (interna)  negócio trilateral, entre devedor originário e delegado, com o expresso
consentimento do credor.

Requisitos:
- Expresso consentimento do credor, só na interna
- Silencio importa em recusa, salvo art. 303: adquirente de imóvel hipotecado, se o credor não
impugnar em 30 dias. Para o credor hipotecário, esse imóvel vai ser o garantir da dívida com
quem quer que esse imóvel esteja. Quem está com o imóvel hipotecado, pode pagar esse ônus
real.
- Validade do negócio jurídico transmissivo: invalida a assunção restaurando o negócio originário,
com todas as garantias, exceto as de terceiro se estavam com boa-fé.

ADIMPLEMENTO DAS OBRIGAÇÕES


PAGAMENTO

SOLVENS
Terceiro interessado: qualquer interessado na extinção da dívida pode pagá-la, usando, se o
credor se opuser, dos meios conducentes à exoneração do devedor.
Terceiro não interessado: de pagar em nome e à conta do devedor, ou em nome próprio, tendo
direito apenas a reembolso (a contar da data de vencimento). Reembolso não é sinônimo de sub-
rogação.

Devedor deve ser notificado que o terceiro vai pagar a dívida, pois tem o direito de refutar a
dívida.
Pagamento com transmissão de propriedade:
- Só tem eficácia quando feito por quem possa alienar.
- Se a propriedade recair sobre bem fungível, será eficaz se o credor agiu com boa-fé, tendo o
proprietário legítimo ação indenizatória em face do solvens.

ACCIPIENS

O pagamento deve ser feito ao credor ou a quem de direito o represente, sob pena de só valer
depois de por ele ratificado, ou tanto quanto reverter em seu proveito.

O pagamento feito de boa-fé ao credor putativo é válido, ainda provado depois que não era
credor.

Não vale o pagamento cientemente feito ao credor incapaz de quitar, se o devedor não prova que
em benefício dele efetivamente reverteu.

Liberação do solvens apesar da ilegitimidade do accipiens:


- Pagamento feito a não representante, mas ratificado pelo credor (gestão de negócios – art. 873
do CC).
- Comprovação de que o pagamento se reverteu em beneficio do credor.

DO OBJETO DO PAGAMENTO
O credor não é obrigado a receber prestação diversa da que lhe é devida, ainda que mais valiosa.

Objeto  prestação divisível: pagamento em partes apenas se ajustado.

Pagamento em dinheiro:
- Moeda nacional, sendo nulas as convenções de pagamento em outro ou em moeda estrangeira.
- Lícito convencionar aumento progressivo de prestações sucessivas.
- Onerosidade excessiva: art. 317:
- Imprevisibilidade
- Desproporção manifesta entre o valor devido e sua execução
- Requerimento da parte

Recusa da quitação:
- Devedor pode reter o pagamento
- Quando consistir na devolução do título, pode o devedor exigir declaração de inutilização, caso
tenha desaparecido
- Induz o credor à mora
- Autoriza a consignação em pagamento

Presunção de pagamento:
- Quotas periódicas: a quitação da última presume solvidas as anteriores
- O portador da quitação presume-se legitimado a receber o pagamento
- Quitação do capital presume o pagamento dos juros, caso não haja reserva
- Despesas com o pagamento presumem-se do devedor, salvo se provocadas pelo credor

DO LOCAL DO PAGAMENTO
- Quesível ou querable: domicilio do devedor, salvo se as partes convencionarem diversamente,
ou se o contrário resultar da lei, da natureza da obrigação ou das circunstâncias.
- Portável ou portable: domicílio do credor
- Mistas: deslocamento de ambos. Designados 2 ou mais lugares, cabe ao credor escolher entre
eles
- Imóvel: lugar onde situado o bem

O pagamento reiteradamente feito em outro local faz presumir renúncia do credor relativamente
ao previsto no contrato.

TEMPO DO PAGAMENTO
Salvo disposição legal em contrário, não tendo sido ajustada época para o pagamento, pode o
credor exigi-lo imediatamente.

Vencimento antecipado:
- Falência ou de concurso de credores
- Bens hipotecados ou empenhados, forem penhorados em execução TERCEIRO
- Ineficiência das garantias fidejussórias, ou reais, e negativa de reforço

PAGAMENTO EM CONSIGNAÇÃO
- Art. 334 do CC

Requisitos subjetivos:
- Legitimado ativo: devedor, mandatário, representante ou terceiro
- Legitimado passivo: credor, mandatário ou representante

Requisitos objetivos:
- Dívida líquida e certa
- Oferecimento do total da obrigação
- Vencimento do termo (favor do credor)
- Observância do local do pagamento

Hipóteses de consignação: art. 335 do CC


- Credor não pode ou não quer receber ou dar a quitação
- Credor não vai ou manda alguém receber
- Credor incapaz, ausente, residir em local incerto ou de acesso perigoso ou difícil
- Se há litígio sobre o objeto do pagamento

Efeitos da procedência:
- Exonerar o devedor
- Cessar juros e transferir os riscos da coisa para o credor
- Liberação dos fiadores
- Ressarcimento dos danos causados pela recusa do credor

Efeitos da improcedência
- Mantença da dívida e caracterização da mora
- Responsabilização pelas despesas processuais

PAGAMENTO COM SUB-ROGAÇÃO


- Substituição nos direitos creditórios. Forma de pagamento que mantem a obrigação, embora
satisfeito o credor primitivo.

Modalidades:
- Legal
- Convencional:

IMPUTAÇÃO AO PAGAMENTO
- Devedor de dois ou mais débitos da mesma natureza a um só credor e indicação de qual débito
será pago

Requisitos:
- Pluralidade de dívidas
- Identidade de partes
- Igual natureza dos débitos
- Suficiência para esgotar qualquer das duas dívidas

Efeito: extinguir o débito que se dirige com todas as garantias...

A imputação pode ser feita pelo devedor (art. 352 e 353 do CC) e pela lei (art. 354 e 355 do CC)

DAÇÃO EM PAGAMENTO
- Acordo liberatório entre devedor e credor, que aceita receber objeto diverso do contratado.

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