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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
ÍNDICE
Direitos E Garantias Individuais E Coletivos��������������������������������������������������������������������������������������������������2
Direito À Liberdade�����������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������2
Liberdade De Locomoção��������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������2
Liberdade De Reunião��������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������2
Liberdade De Associação���������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������4
Liberdade Profissional��������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������6
Lei do Direito Autoral nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998: Proíbe a reprodução total ou parcial desse material ou divulgação com
fins comerciais ou não, em qualquer meio de comunicação, inclusive na Internet, sem autorização do AlfaCon Concursos Públicos.
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Direitos E Garantias Individuais E Coletivos
Direito À Liberdade
Liberdade De Locomoção
A CF assegura o direito à liberdade de locomoção, que significa o direito de ir, vir e permanecer.
Neste sentido, o inciso XV do artigo 5º firma:
1.
“XV – é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos
da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens;”
Assim, a liberdade de locomoção é assegurada de forma livre em tempos de paz. Desse modo, em
regra, ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autori-
dade judiciária competente, nos termos do art. 5º, LXI1:
Convém perceber que o direito explanado neste inciso não possui caráter absoluto, haja vista ter
sido garantido em tempo de paz. Isto significa que em momentos sem paz seriam possíveis restrições
às liberdades de locomoção.
01. Destaca-se o estado de sítio e o estado de defesa, ocasiões em que esse direito poderá ser res-
tringido.
“ESTADO DE DEFESA: ART. 136 § 3º Na vigência do estado de defesa: I – a prisão por crime contra o
Estado, determinada pelo executor da medida, será por este comunicada imediatamente ao juiz compe-
tente, que a relaxará, se não for legal, facultado ao preso requerer exame de corpo de delito à autoridade
policial.
ESTADO DE SÍTIO: ART. 139 Art. 139. Na vigência do estado de sítio decretado com fundamento no art.
137, I, só poderão ser tomadas contra as pessoas as seguintes medidas: I – obrigação de permanência em
localidade determinada; II – detenção em edifício não destinado a acusados ou condenados por crimes
comuns;”
02. Outro aspecto interessante refere-se à possibilidade de qualquer pessoa entrar, permanecer
ou sair do país com seus bens, nos termos da lei. Este direito também não pode ser encarado
de forma absoluta, haja vista a possibilidade de se exigir declaração de bens ou pagamento
de imposto quando da entrada no país com bens. Neste caso, liberdade de locomoção não se
confunde com imunidade tributária.
03. Cumpre lembrar que a liberdade de locomoção, por não ser um direito absoluto, permite a sua
restrição quando em conflito com outros direitos fundamentais.
04. Caso a liberdade de locomoção seja restringida por ilegalidade ou abuso de poder, a Constitui-
ção reservou um poderoso instrumento garantidor, o chamado Habeas Corpus.
“Art. 5º, LXVIII – conceder-se-á habeas corpus sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer
violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder;”
Liberdade De Reunião
Primeiramente destaca-se que este direito decorre do fundamento constitucional do Pluralismo
Político, bem como se identifica com a liberdade de manifestação do pensamento. Assim, podemos
dizer que o direito de reunião seria um direito-meio para se viabilizar a manifestação do pensamen-
to, tratando-se de união de pessoas, em caráter temporário, que visam expressar alguma ideia ou
objetivo em comum.
1 “LXI – ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada
de autoridade judiciária competente, salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente
militar, definidos em lei;”
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De acordo Com Vicente Paulo & Marcelo Alexandrino, o direito de reunião é:
“Meio de manifestação coletiva da liberdade de expressão, em que pessoas se associam temporariamente
tendo por objeto um interesse comum.” (Grifo nosso)
A CF estabelece as características desse direito:
“XVI – todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independente-
mente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo
local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente;”
Podemos enumerá-las:
»» Reunião pacífica: a finalidade desse direito é a manifestação pacífica e lícita da liberdade de
expressão, não se legitima uma reunião que tenha fins não pacíficos.
»» Sem armas: trata-se de vedação a uma reunião armada; significa sem armas brancas ou de
fogo. A ideia é evitar a violência ou coação por meio do uso de armas. Ressalta-se que se um
ou alguns dos manifestantes portarem armas, isso não torna o exercício do direito de reunião
inconstitucional, devendo a autoridade policial retirar o manifestante armado, prosseguindo
o direito de reunião dos demais participantes. Ex.: reunião de policiais civis portando arma é
inconstitucional.
»» Locais abertos ao público: ainda que em percurso móvel, ou seja, não pode ser em espaço
privado.
»» Independente de autorização: não precisa de autorização, significa dizer que as autoridades
não dispõem de competência e discricionariedade para decidir pela conveniência, ou não, da
realização da reunião e não podem interferir indevidamente em uma reunião realizada de
forma lícita e pacífica, quando não haja lesão ou perturbação à ordem pública.
»» Necessidade de prévio aviso: o direito de reunião independe de autorização, contudo, faz-se
necessário o aviso (comunicação) à autoridade competente para que se adotem as medidas
necessárias para a garantia da ordem e da segurança pública, como, por exemplo, a organiza-
ção do trânsito no local da manifestação.
»» Não frustrar outra reunião convocada anteriormente para o mesmo local: garantia de
isonomia no exercício do direito, prevalecendo o de quem exerceu primeiro.
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Caso ocorra lesão ou ameaça ao exercício do direito de reunião, por ilegalidade ou abuso de
poder, o remédio constitucional será o Mandado de Segurança, e não o Habeas Corpus.
Outro aspecto, que já foi alvo de questão de prova, refere-se à possibilidade de restrição deste
direito no Estado de Defesa e à possibilidade de suspensão durante o Estado de Sítio. Vejamos:
“ESTADO DE DEFESA:
Art. 136. O Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa
Nacional, decretar estado de defesa para preservar ou prontamente restabelecer, em locais restritos e de-
terminados, a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional
ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza.
§ 1º O decreto que instituir o estado de defesa determinará o tempo de sua duração, especificará as áreas
a serem abrangidas e indicará, nos termos e limites da lei, as medidas coercitivas a vigorarem, dentre as
seguintes:
I – restrições aos direitos de:
a) reunião, ainda que exercida no seio das associações;” (Grifo nosso)
“ESTADO DE SÍTIO
Art. 139. Na vigência do estado de sítio decretado com fundamento no art. 137, I, só poderão ser tomadas
contra as pessoas as seguintes medidas:
IV – suspensão da liberdade de reunião;”
Liberdade De Associação
As associações pressupõem a coligação de pessoas com caráter permanente, de continuidade.
“XVII – é plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar;”
O primeiro ponto que dever ser lembrado é que a liberdade de associação só poderá ser usufruída
para fins lícitos, sendo proibida a criação de associação paramilitar. Entende-se como associação de
caráter paramilitar toda organização paralela ao Estado, sem legitimidade, com estrutura e organi-
zação tipicamente militar. São as facções criminosas, milícias ou qualquer outra organização que
possua fins ilícitos e alheios aos do Estado.
“XVIII – a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo
vedada a interferência estatal em seu funcionamento;”
Destaca-se, com a mesma importância para sua prova, a dispensa de autorização e interferência
estatal no funcionamento e na criação das associações. Ademais, as associações não precisam de per-
sonalidade jurídica para que tenham a proteção constitucional.
“XIX – as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por
decisão judicial, exigindo-se, no primeiro caso, o trânsito em julgado;”
As associações podem ter suas atividades suspensas ou dissolvidas de forma compulsória apenas por
meio de decisão judicial. No caso da dissolução, que importa o encerramento definitivo da associa-
ção, por ser uma medida mais grave, não basta qualquer decisão judicial, tem que ser transitada em
julgado, ou seja, uma decisão judicial definitiva, que não cabe mais recurso. Contudo, para a suspensão
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não é necessário que a decisão tenha transitado em julgado.
Apenas as associações com fins ilícitos podem ser compulsoriamente dissolvidas ou suspensas.
“Cabe enfatizar, neste ponto, que as normas inscritas no art. 5º, XVII a XXI, da atual CF, protegem
as associações, inclusive as sociedades, da atuação eventualmente arbitrária do legislador e do admi-
nistrador, eis que somente o Poder Judiciário, por meio de processo regular, poderá decretar a suspen-
são ou a dissolução compulsórias das associações. Mesmo a atuação judicial encontra uma limitação
constitucional: apenas as associações que persigam fins ilícitos poderão ser compulsoriamente dissol-
vidas ou suspensas. Atos emanados do Executivo ou do Legislativo, que provoquem a compulsória
suspensão ou dissolução de associações, mesmo as que possuam fins ilícitos, serão inconstitucionais.”
[ADI 3.045, voto do rel. min. Celso de Mello, j. 10-8-2005, P, DJ de 1º-6-2007.]
“XX – ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado;”
O inciso XX tutela a chamada Liberdade Associativa, pela qual ninguém será obrigado a se
associar ou mesmo a permanecer associado a qualquer entidade associativa.
“XXI – as entidades associativas, quando expressamente autorizadas, têm legitimidade para representar
seus filiados judicial ou extrajudicialmente;”
Por fim, o inciso XXI permite às associações representar seus filiados, tanto na esfera judicial,
quanto na esfera administrativa, desde que possuam expressa autorização, pois atuam em repre-
sentação processual. Ou seja, a ação deve ser ajuizada em nome do representado para defender o seu
direito, pela associação. De acordo com o STF, na hipótese de representação processual, a autoriza-
ção não pode ser genérica, tem que ser expressa e específica, de modo que a autorização estatutária
(genérica) não é suficiente para legitimar a atuação das associações na representação.
Diferente da situação de representação processual é a substituição processual, que ocorre quando
a associação defende, em nome próprio, interesse alheio. Nesse caso, de acordo com o STF a asso-
ciação não precisará de autorização expressa e específica, bastando a autorização genérica do ato de
constituição da associação.
“REPRESENTAÇÃO – ASSOCIADOS – ARTIGO 5º, INCISO XXI, DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL.
ALCANCE. O disposto no artigo 5º, inciso XXI, da Carta da República encerra representação específica,
não alcançando previsão genérica do estatuto da associação a revelar a defesa dos interesses dos associa-
dos. TÍTULO EXECUTIVO JUDICIAL – ASSOCIAÇÃO – BENEFICIÁRIOS. As balizas subjetivas do
título judicial, formalizado em ação proposta por associação, é definida pela representação no processo
de conhecimento, presente a autorização expressa dos associados e a lista destes juntada à inicial.”
(RE 573232, Relator(a): Min. RICARDO LEWANDOWSKI, Relator(a) p/ Acórdão: Min. MARCO
AURÉLIO, Tribunal Pleno, julgado em 14/05/2014, REPERCUSSÃO GERAL – MÉRITO DJe-182
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DIVULG 18-09-2014 PUBLIC 19-09-2014 EMENT VOL-02743-01 PP-00001)
“CONSTITUCIONAL. MANDADO DE SEGURANÇA COLETIVO. SUBSTITUIÇÃO PROCESSUAL.
AUTORIZAÇÃO EXPRESSA: DESNECESSIDADE. OBJETO A SER PROTEGIDO PELA SEGURANÇA
COLETIVA. C.F., ART. 5º, LXX, b. MANDADO SE SEGURANÇA CONTRA LEI EM TESE: NÃO CA-
BIMENTO. SÚMULA Nº 266-STF. I – A legitimação das organizações sindicais, entidade de classe ou
associação, para a segurança coletiva, é extraordinária, ocorrendo, em tal caso, substituição processual.
CF, art. 5º, LXX. II – Não se exige, tratando-se de segurança coletiva, a autorização expressa aludida no
inc. XXI do art. 5º, CF, que contempla hipótese de representação. III – O objeto do mandado de segurança
coletivo será um direito dos associados, independentemente de guardar vínculo com os fins próprios da
entidade impetrante do writ, exigindo-se, entretanto, que o direito esteja compreendido nas atividades
exercidas pelos associados, mas não se exigindo que o direito seja peculiar, próprio, da classe. (...)” Nesse
mesmo sentido: RMS nº 21.514, Rel. Min. Marco Aurélio (DJU 18/06/93, pág. 12111); e RE nº 175.401-0,
Rel. Min. Ilmar Galvão. (Grifo nosso)
Liberdade Profissional
“XIII – é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissio-
nais que a lei estabelecer;”
Destaca-se, primeiramente, que de acordo com o STF trata-se de norma de eficácia contida,
podendo ocorrer a restrição ao exercício da liberdade profissional por meio de lei.
“O art. 5º, XIII, da CR é norma de aplicação imediata e eficácia contida que pode ser restringida
pela legislação infraconstitucional. Inexistindo lei regulamentando o exercício da atividade profissio-
nal dos substituídos, é livre o seu exercício.”
[MI 6.113 AgR, rel. min. Cármen Lúcia, j. 22-5-2014, P, DJE de 13-6-2014.]
Contudo, nem todas as atividades podem ser restringidas. De acordo com o STF, a regra é a li-
berdade e apenas quando houver potencial lesivo na atividade é que pode ser exigida inscrição em
conselho de fiscalização profissional. Essa decisão foi proferida para a atividade de músico.
“Nem todos os ofícios ou profissões podem ser condicionados ao cumprimento de condições legais
para o seu exercício. A regra é a liberdade. Apenas quando houver potencial lesivo na atividade é que
pode ser exigida inscrição em conselho de fiscalização profissional. A atividade de músico prescinde
de controle. Constitui, ademais, manifestação artística protegida pela garantia da liberdade de expres-
são.”
[RE 414.426, rel. min. Ellen Gracie, j. 1º-8-2011, P, DJE de 10-10-2011.]
= RE 795.467 RG, rel. min. Teori Zavascki, j. 5-6-2014, P, DJE de 24-6-2014, com repercussão
geral.
EXERCÍCIOS
01. (CESPE/2013) Em tempo de paz, a liberdade de locomoção dentro do território nacional é
ampla, para os nacionais e os estrangeiros residentes e não residentes que tenham ingressado
regularmente no país.
Certo ( ) Errado ( )
02. (CESPE/2008) Em tempo de paz, os direitos de liberdade de locomoção e de liberdade de
reunião somente podem ser afastados mediante prévia e fundamentada decisão judicial.
Certo ( ) Errado ( )
03. (FCC/2009) Na hipótese de algum dos manifestantes, isoladamente, estiver portando arma de
fogo, o fato não autoriza a dissolução da reunião pelo Poder Público.
Certo ( ) Errado ( )
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04. (CESPE/2013) O exercício do direito de associação e a incidência da tutela constitucional
relativa à liberdade de associação estão condicionados à prévia existência de associação dotada
de personalidade jurídica.
Certo ( ) Errado ( )
05. (FCC/2009) A autoridade pública dispõe de competência e discricionariedade para decidir
pela conveniência, ou não, da realização da reunião.
Certo ( ) Errado ( )
06. (FCC/2009) A liberdade de reunião, desde que atendendo aos requisitos de praxe, não está
sujeita a qualquer suspensão por conta de circunstâncias excepcionais como no estado de
defesa.
Certo ( ) Errado ( )
07. (FCC/2009) O prévio aviso à autoridade para realizar uma reunião limita-se, tão somente, a
impedir que se frustre outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local.
Certo ( ) Errado ( )
08. (CESPE/2015) As entidades associativas, se expressamente autorizadas, possuem legitimidade
para representar seus filiados na esfera judicial.
Certo ( ) Errado ( )
09. (CESPE/2014) É livre o exercício das profissões, podendo a lei exigir inscrição em conselho de
fiscalização profissional apenas quando houver potencial lesivo na atividade, o que não ocorre
com a profissão de músico, por exemplo.
Certo ( ) Errado ( )
10. (CESPE/2013) Considere que determinada associação seja ré em ação judicial que pleiteie a
suspensão de suas atividades. Nessa situação hipotética, caso o juiz competente julgue pro-
cedente o pleito, será necessário aguardar o trânsito em julgado da decisão judicial para que a
referida associação tenha suas atividades suspensas.
Certo ( ) Errado ( )
GABARITO
01 - C; 2. E; 3. C; 4. E; 5. E; 6. E; 7. E; 8. C; 9.C; 10.E
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