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LAUDO TÉCNICO DE
VISTORIA PREDIAL
(LTVP)
XX/XX/XXXX
XXXXXXXXX
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LAUDO TÉCNICO DE VISTORIA PREDIAL (LTVP) DE XXXXXXXXXXXXXXXXX
1. IDENTIFICÃO DO SOLICITANTE
Sr. XXXXXXXXXX, solicitou a elaboração do presente Laudo Técnico de Vistoria Predial
(LTVP) que tem o seu conteúdo embasado na Norma de Inspeção Predial 2009 do IBAPE (Instituto
Brasileiro de Avaliação e Perícias de Engenharia – Entidade Nacional) e da Norma de Manutenção de
Edificações NBR 5674, da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), que dispõe sobre as
regras gerais e específicas a serem obedecidas na manutenção e na conservação das edificações.
2. OBJETIVO
O presente laudo caracteriza-se pela inspeção predial, tendo como foco central o diagnóstico
geral sobre as patologias identificadas no imóvel que abriga a XXXXXXXXXXXXXXX, sendo
assim, serão apontadas anomalias construtivas e/ou falhas decorrentes da falta de manutenção, além
da realização da análise de riscos oferecidos aos usuários, ao meio ambiente e ao patrimônio, que
prejudicam a utilização do espaço, frente ao desempenho dos sistemas construtivos no que tange os
elementos estruturais, as alvenarias de vedações, as instalações elétricas, as hidráulicas e as de
esgotamento sanitário, além das de Combate a Incêndio, exceto as fundações da construção e
estrutura de concreto armado, pois não se fez necessário visualmente. Tais verificações abrangem as
áreas de uso comum e todas as unidades autônomas (quando autorizadas). O resultado do processo
consiste na identificação das anomalias e/ou falhas na proposição de recomendações técnicas que
atestem as condições de estabilidade, segurança e conservação adequados.
No contexto aqui apresentado a ANOMALIA representa a irregularidade relativa à construção
e suas instalações, enquanto que a FALHA diz respeito à manutenção, operação e uso da edificação.
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3. DADOS INICIAIS
3.1 IDENTIFICAÇÃO
Edificação: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
Endereço: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
3.2 REALIZAÇÃO DO LAUDO
Responsável: Engenheira Civil Marília Carla Araújo Mendonça de Alencar
RRT – Registro de Responsabilidade Técnica: Crea - nº 343595 / Confea: nº
061874816-4
3.3 DATA DA VISTORIA
A vistoria foi realizada entre os dias XXXXXX e XXXXXXXX.
4. DESCRIÇÃO DO IMÓVEL
A edificação em questão está localizada XXXXXXXXX
Número máximo de pavimentos: 17 pavimentos;
Classificação: Residencial, de padrão construtivo alto, possuindo 2 subsolo de garagens, 1
pilotis com salão de festas, recepção, guarita, piscina, 17 pavimentos tipo e 1 unidade de cobertura
com dois pisos e laje de cobertura. A edificação tem dois elevadores sendo um social e um de serviço.
Idade real das edificações: 05 anos.
Sistemas Componentes. A Edificação é composta 1 blocos de apartamentos com, pilotis, 16
pavimentos tipo e uma laje de cobertura e caixa dá água, o boloco conta com 64 unidades
habitacionais. Foi erigida em terreno de quatro frentes. As fundações são do tipo profundas, com
estacas hélice contínua e blocos de coroamento em concreto armado. Superestrutura em concreto
armado, pilares, vigas e lajes nervuradas. Vedações externas e internas em alvenarias de tijolo
cerâmico, sendo revestido externamente - fachada – cm emboco e pintura em textura acrílica.
Internamente é revestida com reboco de argamassa cimentícia pintada, em sua maioria, em tinta látex
acrílico; revestimentos em granito, mármores e cerâmicas esmaltadas, Esquadrias externas em
alumínio e internas em madeira. A laje de cobertura é ladeada por platibanda em alvenaria. As
instalações elétricas e hidro sanitárias são embutidas; O destino dos efluentes sanitários é uma ETE. O
bloco possui 02 elevadores de passageiros, sendo um de uso social e outro de uso em serviço. Sistema
de combate a incêndio por meio de hidrantes, extintores e chuveiros, com caixa de escada do tipo
enclausurada e laje de segurança no pavimento de cobertura.
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FOTO DA
EDIFICAÇÃO
Foto 1 – Vista Frontal (in loco)
FOTO DA
EDIFICAÇÃO
(GOOGLE)
Figura 1 – Localização da edificação (google earth)
5. CLASSIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO
Essa inspeção foi classificada como sendo “Inspeção Predial Nível 2” segundo a OT-003/2015
IBRAENG (Instituto Brasileiro de Auditoria de Engenharia) como transcrito a seguir:
NÍVEL 1 - Inspeção Predial realizada em edificação com padrão e
complexidade construtiva tipo baixa, que possui até três pavimentos, sem
elevadores, e que apresenta simplicidade na manutenção e na operação dos
seus elementos e sistema construtivo.
A Inspeção predial nesse nível pode ser realizada por um ou mais
profissionais habilitados em apenas uma especialidade (engenheiro civil ou
arquiteto) e suas conclusões são fundamentadas nas observações visuais e/ou
em medições realizadas pelos próprios inspetores prediais
NÍVEL 2 - Inspeção Predial realizada em edificações com média
complexidade técnica, de manutenção e de operação de seus elementos e
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sistemas construtivos, de padrões construtivos médios e com sistemas
convencionais. Normalmente empregada em edificações com vários
pavimentos, com ou sem plano de manutenção, mas com empresas
terceirizadas contratadas para execução de atividades específicas como:
manutenção de bombas, portões, reservatórios de água, dentre outros. A
Inspeção Predial nesse nível é elaborada por profissionais habilitados em
uma ou mais especialidades.
NÍVEL 3 - Inspeção Predial realizada em edificações com alta complexidade
técnica, de manutenção e operação de seus elementos e sistemas
construtivos, de padrões construtivos superiores e com sistemas mais
sofisticados. Normalmente empregada em edificações com vários pavimentos
ou com sistemas construtivos com automação. Nesse nível de inspeção
predial, obrigatoriamente, é executado na edificação um Manutenção com
base na ABNT NBR 5674. Possui, ainda, profissional habilitado responsável
técnico, plano de manutenção com atividades planejadas e procedimentos
detalhados, software de gerenciamento, e outras ferramentas de gestão do
sistema de manutenção existente. A Inspeção Predial nesse nível é elaborada
por profissionais habilitados e de mais de uma especialidade
6. METODOLOGIA
6.1 FASE INICIAL E DOCUMENTAL
- Entrevista com o dono e responsável legal XXXXXXXXX e levantamento preliminar de
dados da edificação, visando ao cadastro de problemas já detectados e de níveis de expectativas dos
usuários;
- Levantamento de documentação técnica da edificação, administrativa, de manutenção e legal
da edificação.
6.2 VISTORIAS DAS ÁREAS COMUNS DA EDIFICAÇÃO
- Levantamento de todas as anomalias e/ou falhas existentes e aparentes da edificação,
relacionadas a problemas de origem construtiva.
- A vistoria abrangeu todas as áreas, quando autorizada expressamente. Foram utilizados na
vistoria equipamentos de auxílio ao diagnóstico como Drone Mavic PRO, Câmera Termográfica Flir
E2, Detector de parede 120mm GMS 120 Bosch, assim como Câmara fotográfica Canon EOS T100.
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6.3 ELABORAÇÃO DO LAUDO
- Elaboração do relatório fotográfico juntamente com a descrição e classificação, das anomalias
e/ou falhas quanto ao grau de risco, determinação das prioridades e suas respectivas recomendações
técnicas;
- Inclusão (no relatório) da lista de orientações técnicas de acordo com cada deficiência;
- Classificação do estado de manutenção e uso da edificação;
- Observações quanto à documentação solicitada;
- Observações quanto à acessibilidade e manutenção do edifício;
- Observações quanto à periodicidade da inspeção e revisão do Manual de Uso, Operação
e Manutenção;
- Visto serem de uso corrente ao longo do desenvolvimento deste parecer e não serem de
conhecimento comum, transcreve-se abaixo alguns termos da norma ABNT NBR 16747:2020, e seus
significados:
Agentes de degradação- tudo aquilo que, ao agir sobre um sistema, contribui para
reduzir seu desempenho;
Anomalia - irregularidade, anormalidade e exceção à regra que ocasionam a perda de
desempenho da edificação ou suas partes, oriundas da fase de projeto, execução ou
final de vida útil, além de fatores externos, podendo, portanto, ser classificadas como
anomalia endógena, anomalia funcional ou anomalia exógena;
Avaliação do comportamento em uso na inspeção predial - constatação e avaliação
sensorial do comportamento em uso dos sistemas construtivos na fase de uso,
operação e manutenção, considerando os requisitos dos usuários e o desempenho
esperado dos elementos e sistemas analisados;
Desempenho - comportamento em uso de uma edificação e de seus sistemas
(estruturas, fachadas, paredes externas, pisos, instalações hidrossanitários, instalações
elétricas), quando submetidos às condições de exposição e de uso a que estão sujeitos
ao longo de sua vida útil e mediante as operações de manutenção previstas em projeto
e na construção;
Deterioração - degradação antes do final da vida útil dos materiais e/ou componentes
das edificações, em decorrência de anomalias e/ou falhas de uso, operação e
manutenção
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Falha (de uso, operação ou manutenção) - irregularidade ou anormalidade que
implica no término da capacidade da edificação ou de suas partes de cumprir suas
funções como requerido, ou seja, atingimento de um desempenho não aceitável
(inferior ao desempenho mínimo requerido)
Manifestação patológica- ocorrência resultante de um mecanismo de degradação.
Sinais ou sintomas decorrentes da existência de mecanismos ou processos de
degradação de materiais, componentes ou sistemas, que contribuem ou atuam no
sentido de reduzir seu desempenho;
Plano de manutenção - programa para determinação das atividades essenciais de
manutenção, sua periodicidade, responsáveis pela execução, documentos de referência
e recursos necessários, todos referidos individualmente aos sistemas e, quando
aplicável, aos elementos, componentes e equipamentos, conforme ABNT NBR 5674;
Sistema - conjunto de elementos e componentes destinados a atender a uma
macrofunção que o define, sendo a maior parte funcional do edifício;
Vida útil (VU) - período em que um edifício ou seus sistemas se prestam às
atividades para as quais foram projetados e construídos, com atendimento dos níveis
de desempenho esperados, considerando a periodicidade e a correta execução dos
processos de manutenção especifcados
- Conclusões gerais do Laudo.
6.3 UNIDADES INSPECIONADAS
As seguintes unidades privadas, com numeração marcada em verde na tabela abaixo,
deram acesso às suas dependências para que fosse feita a inspeção. As demais não foram
inspecionadas por falta de autorização de seus moradores, exceto pele lado externo, nas
fachadas. Foram inspecionadas 27 unidades, representando 42% do total de 64
apartamentos.
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Torre
única
1601 1602 1603 1604
1501 1502 1503 1504
1401 1402 1403 1404
1301 1302 1303 1304
1201 1202 1203 1204
1101 1102 1103 1104
1001 1002 1003 1004
901 902 903 904
801 802 803 804
701 702 703 704
601 602 603 604
501 502 503 504
401 402 403 404
301 302 303 304
201 202 203 204
101 102 103 104
6.4 GRAU DE RISCO
Para a determinação do grau de risco será adotada a classificação de risco constante na
Norma de Inspeção Predial do IBAPE Nacional/2012 cujos conceitos estão descritos a seguir:
- Risco Crítico – Risco de provocar danos contra a saúde e segurança das pessoas e do
meio ambiente: perda excessiva do desempenho e funcionalidade causando possíveis
paralisações; aumento excessivo dos custos de manutenção e recuperação; comprometimento
sensível da vida útil.
- Risco Médio – Risco de provocar a perda parcial de desempenho e funcionalidade da
edificação e sua deterioração precoce, sem prejuízo à operação direta de sistemas.
- Risco Baixo ou Mínimo – Risco de causar pequenos prejuízos à estética ou atividade
programável e planejada, sem incidência o u sem a probabilidade de ocorrências de riscos
críticos e regulares, além de baixo ou nenhum comprometimento ao valor imobiliário do imóvel.
6.5 DEFINIÇÕES DE PRIORIDADE
- As anomalias e falhas constituem não conformidades que provocam a perda precoce de
desempenho atual ou futuro dos elementos e sistemas construtivos bem como redução de sua
vida útil projetada. Podem comprometer, portanto: segurança, funcionalidade,
operacionalidade, saúde de usuários conforto térmico, acústico e lumínico, acessibilidade,
durabilidade vida útil, dentre outros parâmetros de desempenho definidos na ABNT NBR
15575
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- As não conformidades podem estar relacionadas a desvios técnicos e de qualidade da
construção e/ou manutenção das edificações. Podem, ainda, não atender aos parâmetros de
conformidade previstos para os sistemas construtivos e equipamentos instalados, tais
como: dados e recomendações dos fabricantes, manuais técnicos em geral, projetos e
memoriais descritivos, normas etc.
ANOMALIA : As anomalias podem ser classificadas em:
Endógena: Originária da própria edificação (projeto, materiais e execução).
Exógena: Originária de fatores externos a edificação, provocados por terceiros.
Natural: Originária de fenômenos da natureza.
Funcional: Originária da degradação de sistemas construtivos pelo envelhecimento natural e,
consequentemente, término da vida útil.
FALHA: As falhas podem ser classificadas em:
De Planejamento: Decorrentes de falhas de procedimentos e especificações inadequados
do plano de manutenção, sem aderência a questões técnicas, de uso, de operação, de
exposição ambiental e, principalmente, de confiabilidade e disponibilidade das
instalações, consoante a estratégia de Manutenção. Além dos aspectos de concepção do
plano, há falhas relacionadas às periodicidades de execução.
De Execução: Associada à manutenção proveniente de falhas causadas pela execução
inadequada de procedimentos e atividades do plano de manutenção, incluindo o uso
inadequado dos materiais.
Operacionais: Relativas aos procedimentos inadequados de registros, controles, rondas e
demais atividades pertinentes.
Gerenciais: Decorrentes da falta de controle de qualidade dos serviços de manutenção, bem
como da falta de acompanhamento de custos da mesma.
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Após a identificação das anomalias e falhas detectadas na edificação, procedemos à
classificação destas quanto ao seu nível de criticidade, e usando a ferramenta de
gerenciamento de crise GUT (Gravidade x Urgência x Tendência) estabelecemos a ordem
de prioridade com que devem ser sanadas de acordo com a tabela abaixo:
GRAU GRAVIDADE UEGÊNCIA TENDÊNCIA PESO
Perdas de vidas
humanas, danos
ALTAMENTE irreparáveis ao meio Evento em Evolução
5
CRÍTICO ambiente ou perda do andamento imediata
edifício
Ferimento em
pessoas, danos ao Evento prestes Evolução em
CRÍTICO 4
meio ambiente ou ao a ocorrer curto prazo
edifício
Evento
prognosticado Evolução em
MÉDIO ou do edifício 3
para breve médio prazo
Pequenos incômodos Evento
ou pequenos prejuízos prognosticado Evolução em
MÍNIMO 2
financeiros para adiante longo prazo
Depreciação
Evento
NENHUM temporária do Não vai evoluir 1
edifício, desgaste imprevisto
Tabela 1 – Metodologia para composição da lista de prioridades
7. SISTEMAS CONSTRUTIVOS INSPECIONADOS
- Estrutura de Concreto Armado;
- Estrutura da Coberta;
- Revestimentos externos;
- Revestimento interno;
- Esquadrias
- Pavimentação;
- Acessibilidade;
- Ventilação;
- Instalações de combate ao incêndio;
- Impermeabilização;
- Segurança dos usuários;
- Instalações Elétricas;
- Instalações Hidrossanitárias
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LISTA DE VERIFICAÇÃO - ED. XXXXXXXXXX
ITEM DESCRIÇÃO VERIFICADO OBSERVAÇÃO
SIM NÃO
1 LOCALIZAÇÃO x VISUAL
2 ACESSO x VISUAL
3 ESTRUTURA E FUNDAÇÕES x VISUAL E INDIRETAMENTE
4 REVESTIMENTOS EXTERNOS x VISUAL
5 REVESTIMENTOS INTERNOS x VISUAL
6 ESQUADRIAS x VISUAL
7 PAVIMENTOS x VISUAL
8 EXAUSTÃO MECANICA x O EXISTE
9 VENTILAÇÃO x VISUAL
10 TELHADOS x VISUAL
11 COBERTURAS x VISUAL
12 INSTALAÇÕES HIDROSANITÁRIAS x VISUAL
13 INSTALAÇÕES COMBATE INCÊNDIO x VISUAL
14 IMPERMEABILIZAÇÃO x VISUAL
15 SEGURANÇA DOS USUÁRIOS x VISUAL
16 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E SPDA x VISUAL
17 ELEVADORES x
7.1 VISTORIA DA ÁREA
7.1.1 ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO
Foto 1 – Fissura na laje. Local: Subsolo – Estacionamento
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Elemento - Laje nervurada;
Local - Estacionamento do subsolo;
Manifestações - Lajes nervuradas apresentam fissuras;
Classificação Anomalia
Recomendações - As trincas observadas na face inferior da
laje nervurada requerem um estudo de
maneira mais minunciosa, comparando o
projeto X o executado afim de apontar
acertivamente a causa verídica do
trincamento, assim como o melhor
tratamento, nesse caso, não tivemos o acesso
ao projeto estrutural. A priore, recomenda-se
um monitoramento das trincas para avaliar se
as mesmas são ativas ou passivas. No caso de
serem passivas, recomenda-se o escariamento
no decorrer da trinca, posteriormente deve
ser executada uma limpeza e por fim a
aplicação de selante acrílico, já no caso de
serem ativas, um engenheiro estrutural deve
ser consultado para melhor orientação, além
da realização do laudo de estabilidade
estrutural com um projeto do que foi
executado;
Determinação do Grau de Risco e Prioridades
Gravidade Urgência Tendência
5 5 3
Pontuação 75
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7.1.2 ESTRUTURA METÁLICA
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Fotos 41 a 47- Manifestações patológicas. Local: Subsolo – Estacionamento
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Elemento Estrutura metálica;
Local - Estacionamento do subsolo;
Manifestações - Mostram-se presentes nas estruturas
metálicas pontos de corrosão do metal,
decorrentes de infiltrações, como podemos
ver nas imagens á manchas de ferrugem
presentes nas alvenarias arrastadas pela água;
Classificação Falha
Recomendações Inicialmente deve-se sanar a origem do
problema, que se trata da infiltração,
posteriormente se inicia o tratamento da
estrutura metálica. Deve-se lixar a região
afetada pela ferrugem, limpar com um pano
úmido retirando os resquícios, pintar a região
com uma tinta de sacrifício (pode ser usado o
Ferrolak) e por fim, uma pintura de proteção,
podendo ser utilizado a tinta esmalte ou a
tinta PU, sendo essa última garantindo maior
durabilidade se bem aplicada;
Determinação do Grau de Risco e Prioridades
Gravidade Urgência Tendência
4 3 4
Pontuação 48
7.1.3 COMBATE AO INCÊNDIO
Fotos 67- Manifestações patológicas. Local: Apartamento 1501
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Elemento Duto de gás
Local Apartamento 1501
Manifestações Duto flexível avariado. Possibilidade de
vazamento de monóxido de carbono CO para
ambiente interno. Risco de envenenamento.
Com o Termograma é possível verificar o
possível vazamento de gás.
Classificação Falha
Recomendações Contratar empresa especializada para ajustar
o duto ou trocar e retirar o vazamento.
Determinação do Grau de Risco e Prioridades
Gravidade Urgência Tendência
5 5 5
Pontuação 125
8. LISTA DE PRIORIDADES
Com o intuito de subsidiar a administração da edificação em relação às principais não
conformidades, as anomalias e falhas de manutenção constatadas e analisadas na inspeção
predial da Edificação XXXXXXXXXXXXXXXXX, foram classificadas conforme apresentado nas
tabelas a seguir. É recomendável ainda que o imóvel estabeleça uma programação de
manutenção, inicialmente, corretiva, com posterior implantação de procedimentos de
manutenção preventiva, com base em suas características e nas legislações e normas técnicas
aplicáveis.
Análise/avaliação das prioridades
Prioridade Pontuação Prazo
1ª 81 a 150 Até 30 dias
2ª 75 a 80 30 dias a 120 dias
3ª 60 a 64 120 dias a 150 dias
4ª 30 a 59 150 dias a 210 dias
5ª 10 a 29 210 dias a 240 dias
6ª 1a9 240 dias a 360 dias
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9. LISTA DE DOCUMENTOS SOLICITADOS
DOCUMENTAÇÃO SOLICITADA
Nº Documentos Administrativos Disponibilizado
S N
1 Matrícula ou IPTU x
Regime interno do condomínio
Habite-se
Certificado de treinamento da brigada de incendio
2 Convenção de condomínio
Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção
2 Contra Incêndio e Pânico (emitido pelo Corpo de
Bombeiros.
3 Certificado de teste de estanqueidade do sistema de gás e ART x
4 Certificado de limpeza e análise química dos reservatórios x
5 Certificado de ensaio de pressurização em cilindro extintores x
6 Plano de Manutenção e Operação e Controle (PMOC) x
7 Selos dos extintores (INMETRO) e validade x
Nº Documentos Administrativos Disponibilizado
S N
1 Projeto Arquitetônico x
2 Projeto de Estrutura x
3 Memorial Descritivo dos Sistemas Construtivos x
4 Projeto de Instalações de gás x
5 Projeto de Instalações hidrossanitárias x
Projeto de Impermeabilização;
6 Projeto de Instalações Elétricas/Telefônicas x
Disponibilizado
Nº Documentos Administrativos
S N
Legenda:
N: Documento não disponibilizado
S: Documento disponibilizado para análise
9. RELAÇÃO DE NORMAS TÉCNICAS
NBR - 5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão;
NBR - 5419 – Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas;
NBR - 5626 – Instalação Predial de Água Fria;
NBR - 5674 – Manutenção de edificações - Procedimento;
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NBR - 6118 – Projeto e execução de obras de concreto armado;
NBR - 7200 - Execução de revestimento de paredes e tetos de argamassas inorgânicas
Procedimento;
NBR - 7532 – Identificadores de extintores de incêndio - Dimensões e cores;
NBR - 8160 – Sistemas prediais de esgoto sanitário - Projeto e execução;
NBR – 9574 – Execução de Impermeabilização
NBR – 9575 – Projeto de Impermeabilização
NBR - 10844 – Instalações Prediais de Águas Pluviais
NBR - 10898 – Sistema de Iluminação de Emergência;
NBR – 12190 – Seleção da Impermeabilização
NBR – 12962 – Inspeção, manutenção e recarga em extintores de incêndio
NBR – 13103 – Adequação de ambientes residenciais para instalação de aparelhos que utilizam
gás combustível
NBR – 13127 – Medidor de gás tipo diafragma, para instalações residenciais
NBR – 13933 – Instalações internas de gás natural (GN) - Projeto e execução;
NBR – 14037 – Manual de Operação Uso e Manutenção das Edificações;
NBR –14712 – Elevadores Elétricos – Elevadores de carga, monta cargas e elevadores de marca –
Requisitos de segurança para projeto, fabricação e instalação.
NBR – 14718 – Guarda-corpo para edificação
Norma de Inspeção Predial , disponível no site [Link].
NR10 - Segurança em instalações e serviços em eletricidade
NR 18 – Segurança da Construção Civil
10. REFERÊNCIAS TÉCNICAS
OT-003-2015-IBRAENG – Inspeção Predial e Auditoria Técnica Predial
Norma de Inspeção Predial IBAPE Nacional
Termo de Referência para Inspeção Predial em Fortaleza – CREA-CE e CAU-CE
11. CONCLUSÕES
Diante das inconformidades técnicas construtivas e da falta de desempenho nos sistemas
verificados no imóvel vistoriado, assim como pela falta de manutenção periódica, classificamos
a edificação XXXXXXXXXXXXX, de uma maneira global, como de GRAU DE RISCO CRÍTICO,
principalmente no que diz respeito às condições encontradas nas instalações elétricas, pois as
mesmas encontram-se expostas e desencapadas e na estrutura da marquise que possuem risco
de provocar danos contra a saúde e segurança das pessoas, sendo necessária a intervenção
imediata para sanar os problemas apontados no laudo de inspeção.
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11. ENCERRAMENTO
Este Laudo Técnico de Inspeção Predial do Sr. XXXXXXXXXXXXX é composto por vinte e nove
folhas impressas e numeradas, foi elaborado pela Engenheira Civil Marília Carla Araújo Mendonça
de Alencar.
12. ASSINATURA DO RESPONSÁVEL
Fortaleza, XXXXXX de XXXXXX de XXXXXXXX.
Engenheira Civil Marília Carla Araújo Mendonça de Alencar
Crea: 343595
Confea: 061874816-4
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