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Ae Geo PT Solucoes Manual

O documento é um manual de Geografia que aborda temas como a demografia, estrutura etária e migração em Portugal. Ele discute a evolução da população, taxas de natalidade e mortalidade, e a influência da imigração e emigração na sociedade portuguesa. Além disso, analisa a relação entre a educação, emprego e a estrutura da população ativa.

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O documento é um manual de Geografia que aborda temas como a demografia, estrutura etária e migração em Portugal. Ele discute a evolução da população, taxas de natalidade e mortalidade, e a influência da imigração e emigração na sociedade portuguesa. Além disso, analisa a relação entre a educação, emprego e a estrutura da população ativa.

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Ae geo pt solucoes manual

Geografia A (Escola Básica e Secundária do Padrão da Légua)

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Manual

Módulo inicial

Página 20 e 21
1.1. Portugal, Espanha, Irlanda, França, Luxemburgo, Bélgica, Países Baixos.
2. (A) I. 2, 3, 5, 8, 10, 12 II. 7 III. 2
(B) I. 4, 13 II. 5 III. 4
(C) I. 5 II. 6 III. 6
3. (B)
4.1. Por exemplo, a modernização da agricultura e a requalificação dos espaços urbanos.
5.1. (C)
6. Escala gráfica.
7. 1 centímetro no mapa corresponde a 600 quilómetros na realidade, isto é, 60 000 000
centímetros, o que significa que a realidade foi reduzida 60 000 000 vezes ao ser representada no
mapa.
8.1. (D)
8.2. Quanto menor a escala, maior é a área representada e menor é o grau de pormenor.
Contrariamente, quanto maior a escala, menor é a área representada e maior é o grau de pormenor.
Estas situações são ilustradas na seleção apresentada.
8.3. Arquipélago dos Açores.
8.4. O arquipélago dos Açores localiza-se, sensivelmente, a oeste de Portugal continental e a
noroeste do arquipélago da Madeira.
8.5. a) Ilha.
b) Região Autónoma dos Açores.

População, utilizadora de recursos e organizadora de espaços


Página 27
1. Permitir a elaboração de estudos sobre a estrutura etária, económica e social da população, níveis
de escolaridade, condições de habitabilidade, etc., possibilitar a realização de estudos de impacte
ambiental e determinar a localização ideal de infraestruturas como escolas, farmácias, hospitais, etc.
2.1. População que, mesmo não estando presente no momento da observação, vive na sua
residência habitual há pelo menos 12 meses consecutivos, ou habita a atual residência nos últimos

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12 meses (do ano referente à observação), com a intenção de aí permanecer por um período de pelo
menos um ano.
2.2. Componente natural (Natalidade e Mortalidade) e componente migratória (Imigração e
Emigração).
2.3. CE = CN + SM
CE = – 25 214 + 44 506
CN = 19 292 habitantes.
2.4. Significa que, em 2019, a diferença entre nascimentos e óbitos foi negativa, de – 25 214 pessoas,
isto é, houve uma diminuição de 25 214.

Página 34
1.1. Número médio de filhos por mulher em idade fértil (15-49 anos).
1.2. Nenhum Estado-membro da UE assegurava, em 2018, a renovação das gerações.
1.3. A não renovação das gerações, situação demográfica comum a todos os Estados-membros da
UE, justifica-se pelo facto de o índice sintético de fecundidade ser, em todos os países, inferior ao
índice de renovação de gerações (2,1 filhos por mulher em idade fértil).
2.1. Por exemplo, melhoria do nível de vida da população, que se refletiu na melhoria das condições
alimentares e das condições de habitabilidade, como o saneamento básico e o desenvolvimento da
medicina curativa e preventiva e de precisão.
2.2. O perfil atual da taxa de mortalidade em Portugal segue o padrão típico das sociedades
desenvolvidas, uma vez que aumenta, de forma cada vez mais acentuada com o avanço da idade da
população.

Página 37
1.1. Este valor significa que, por cada 1000 nados-vivos, se registaram 3,4 óbitos de crianças com
idade até um ano.
1.2. Bélgica, Bulgária, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, França, Grécia, Luxemburgo, Malta, Países
Baixos, Polónia e Roménia.
1.3. Bélgica, França, Luxemburgo e Países Baixos: Europa ocidental; Dinamarca: Europa nórdica;
Bulgária, Eslováquia, Polónia e Roménia: Europa de leste; Croácia, Grécia e Malta: Europa meridional.
2. Melhoria da assistência médica materno-infantil (cuidados prestados, vacinação, etc.), antes,
durante e após o parto e a crescente procura das mães por serviços associados à maternidade, por
exemplo.

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3. Reflete, para esse território, as condições de vida da população, ao nível, por exemplo, das
características socioeconómicas, dos progressos médico-sanitários e de certas práticas relacionadas
com o acompanhamento das crianças nos primeiros meses de vida.
4. Aumento da esperança média de vida.

Página 43
1.1. Emigrante permanente é o indivíduo que sai do seu país para outro por um período de tempo,
normalmente, superior a um ano, enquanto emigrante temporário é o indivíduo que sai do seu país
para outro por um período de tempo, normalmente, inferior a um ano.
1.2. Emigrantes permanentes.
1.3. O nível de escolaridade dos emigrantes permanentes aumentou entre 2014 e 2019: a
percentagem de emigrantes
permanentes com ensino superior passou de cerca de 30%, em 2014, para cerca de 42%, em 2019; a
percentagem de emigrantes permanentes com o 3.º ciclo ou inferior passou de cerca de 54%, em
2014, para, em 2019, cerca de 28%.
1.4. Fase correspondente à década de 2010.

Página 45
1. A entrada de Portugal na CEE, em 1986, ao promover a transferência de avultados montantes
financeiros para o nosso país, provocou um aumento da procura de mão de obra para os setores das
obras públicas e da construção civil, o que atraiu muitos imigrantes do Brasil e dos PALOP,
particularmente de Cabo Verde. Foi também importante a vaga de imigrantes provenientes da
Europa e da América do Norte. Apesar de numericamente menos significativos, estes
desempenharam funções relevantes para o desenvolvimento do país nos segmentos mais
qualificados do mercado de trabalho nacional.
2. Brasileiros, cabo-verdianos, britânicos, romenos e ucranianos.
3. No período considerado, verificou-se uma tendência geral de aumento de imigrantes permanentes
em Portugal, que passaram de 29 718, em 2008, para 72 725, em 2019.
No entanto, entre 2009 e 2012, registou-se uma evolução negativa do número de imigrantes
permanentes, que atingiu, em 2012, cerca de 15 000 indivíduos.

Página 48
1. O saldo migratório foi negativo, uma vez que, neste período, a emigração foi bastante superior à
imigração. Nesta fase, verificou-se a designada “hemorragia demográfica”, que se caracterizou pela

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saída de mais de 1 milhão de portugueses, sobretudo para países da Europa ocidental, devido à
necessidade de estes países recrutarem mão de obra para a indústria, para a construção civil e para
serviços pouco qualificados. Outros fatores que justificaram este forte fluxo emigratório foram a fuga
à Guerra Colonial e ao regime político ditatorial de Salazar.
2.1. (B).
3. a) Oeste e AML.
b) Beira Baixa e Alto Alentejo, por exemplo.

Página 50 e 51
1.1. Os censos permitem, por exemplo, elaborar estudos sobre a estrutura etária, económica e social
da população e possibilitam determinar a localização ideal para a construção de infraestruturas como
escolas, farmácias, hospitais, etc.
1.2. Natalidade e mortalidade (componente natural), imigração e emigração (componente
migratória).
1.3. CE = CN + SM =
= 17 409 + 188 652 =
= 206 061 hab.
1.4. O saldo natural corresponde à diferença entre a natalidade e a mortalidade, num dado local e
num certo período de tempo, enquanto que o saldo migratório é o resultado da diferença entre o
número de imigrantes e o número de emigrantes, registada num determinado local e momento.
1.5. Na evolução da população portuguesa entre 2001 e 2011, a componente migratória teve um
impacto muito maior que a componente natural, uma vez que o saldo migratório foi mais de 10
vezes superior ao crescimento natural. Se a população evoluísse apenas com base no crescimento
natural, o aumento populacional teria sido pouco significativo.
2.1. NUTS III.
2.2. Espanha, Irlanda e Itália.
2.3. Europa de leste.
2.4. Quanto maior for a idade média da mãe ao nascimento de um filho, devido, por exemplo, ao
prolongamento dos estudos, à maior aposta na carreira profissional e à precariedade crescente do
emprego, menores serão a taxa de natalidade e a taxa de fecundidade, na medida em que diminuem
as hipóteses de as mulheres terem muitos filhos.
3.1. Número de óbitos de crianças com idade até um ano por cada mil nados-vivos, numa dada área
e num dado período de tempo. Exprime-se em permilagem (‰).

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3.2. A taxa de mortalidade infantil registou uma tendência geral de decréscimo entre 1962 e 2019,
passando de cerca de 90‰, em 1962, para, aproximadamente, 2,8‰, em 2019.
3.3. Melhoria da assistência médica materno-infantil (cuidados prestados, vacinação, etc.), antes,
durante e após o parto; melhoria das condições sanitárias e melhoria da alimentação das mães e das
crianças.
3.4. A taxa de mortalidade tem aumentado de forma cada vez mais acentuada com o avanço da
idade da população.
Assim, por exemplo, enquanto que no grupo etário dos 35-39 anos a taxa de mortalidade é inferior a
1‰, na população com 85 e mais anos, ultrapassa os 100‰.
4. A emigração portuguesa aumentou devido à recessão económica, após o início da crise do
subprime, às medidas de austeridade no âmbito do programa de assistência financeira da troika.
5.1. O aumento do total de população estrangeira com estatuto legal de residência em Portugal
deve-se à retoma da economia portuguesa após a crise económica internacional de 2008.
5.2. Brasil, Cabo Verde e Reino Unido.

Página 53
1. Conhecer a estrutura etária possibilita prever, para um território, as necessidades de
equipamentos de educação, de apoio à terceira idade, de emprego, de saúde, entre outros.
2. 5-9 anos e 25-29 anos, na população masculina e feminina.
3. A estrutura etária portuguesa evidencia, atualmente, um envelhecimento pela base, associado à
retração da base da pirâmide etária e provocado, fundamentalmente, pelo decréscimo da população
jovem, explicado pela diminuição da natalidade e da fecundidade. Paralelamente, apresenta um
envelhecimento pelo topo, relacionado com o alargamento do topo da pirâmide etária e justificado
pelo aumento da proporção de idosos, reflexo da diminuição da taxa de mortalidade e do aumento
da esperança média de vida.

Página 56
1.1. Conjunto de indivíduos com idade mínima de 15 anos que, no período de referência,
constituíam a mão de obra disponível para a produção de bens e serviços que entraram no circuito
económico (empregados e desempregados).
1.2. A população estrangeira residente em Portugal contribui para o aumento da população ativa,
devido à componente demográfica (população em idade ativa) e à participação no mercado de
trabalho (taxa de atividade).

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1.3. A forte prevalência do setor terciário nestas NUTS II deve-se à importância da atividade turística
e, no caso da AML, à significativa presença de serviços relacionados com a administração pública.
1. O índice de envelhecimento registou um aumento de cerca de 28% para 161%, entre 1960 e 2019.
2. Terras de Trás-os-Montes, Beiras e Serra da Estrela e Beira Baixa.

Página 58
1. O índice de envelhecimento registou um aumento de cerca de 28% para 161%, entre 1960 e 2019.
2. Terras de Trás-os-Montes, Beiras e Serra da Estrela e Beira Baixa.

Página 61
1. Diminuição da população ativa e diminuição do espírito de empreendedorismo, de inovação e de
recetividade à mudança, por exemplo.
2.1. I – B; II – C; III – A.
3. [69,3; 67,9].

Página 64
1.1. Relação entre a população ativa e a população total, expressa em percentagem.
1.2. 1.º e 2.º CEB e 3.º CEB.
1.3. Registam-se diferenças mais significativas na taxa de atividade por género nos níveis de ensino
mais baixos, correspondentes àqueles que possuem o ensino básico, bem como àqueles que não
possuem escolarização. Neste último caso, a diferença percentual entre homens e mulheres é de
cerca de 16%. No ensino superior, as diferenças entre géneros são menores, sendo a taxa de
atividade em ambos os sexos superior a 80%.

Página 66
1.1. Alargamento da rede de creches, bem como dos seus horários e o aumento do abono de família,
por exemplo.
1.2. Os níveis de instrução e de qualificação profissional da população têm repercussões diretas na
taxa de emprego / desemprego e condicionam, também, os tipos de emprego.
Assim, uma população mais instruída e com maior qualificação profissional acede, por norma, a
empregos mais estáveis e mais bem remunerados. Pelo contrário, a precariedade laboral, associada a
contratos de trabalho temporário e a contratos por tempo indeterminado, afetam, sobretudo, a
população à procura do primeiro emprego e os que, embora inseridos no mercado de trabalho,
apresentam menor qualificação profissional.

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Página 68
1.1. 220 000 + 235 000 + 260 000 = 715 000 (aproximadamente).
1.2. Verificou-se um alargamento do topo e uma retração da base, entre 2001 e 2019.
1.3.1. a); d); e).
2.1. a)
b)
c)
2.2. (B).
3.1. Conjunto de indivíduos com, pelo menos, 15 anos, que, no período de referência, constituíam
mão de obra disponível para a produção de bens e serviços.
3.2. A – (V); B – (F); C – (F); D – (V)
3.3. (B) O setor primário tem menor expressão na Área Metropolitana de Lisboa.
(C) No Algarve, a percentagem de população ativa no setor terciário é de cerca de 82%.
4.1. O ISP registou um decréscimo contínuo no período considerado, passando de 7,9%, em 1961,
para 2,9%, em 2019.
4.2. O esforço que a população idosa exerce sobre a população ativa é cada vez maior. Se, em 1961,
havia 7,9 ativos por cada idoso, em 2019, esse valor desceu consideravelmente para 2,9 ativos por
idoso. Tal conduz ao agravamento das contas públicas, com reformas, pensões e serviços de saúde,
de apoios e equipamentos, comprometendo a sustentabilidade da Segurança Social.
5.1. O baixo nível de qualificação profissional da população portuguesa reflete-se em baixos níveis de
criação de riqueza e em menor coesão social, por exemplo.
5.2. O Programa Qualifica visa aproximar Portugal das metas de convergência em matéria de
aprendizagem ao longo da vida com a média dos países da UE, aumentando os níveis de instrução e
qualificação profissional da população adulta.

Página 71
1. Castelo de Paiva.
2. Em todos os municípios da NUTS III Tâmega e Sousa, o índice sintético de fecundidade foi inferior
ao limiar da renovação das gerações (2,1 filhos por mulher em idade fértil).
3.1. Natalidade, mortalidade, imigração e emigração.
3.2. Na NUTS III Tâmega e Sousa, a TCE foi negativa em todos os municípios, à exceção de Paços de
Ferreira, que registou uma TCE entre 0,00 e 0,33‰. Os municípios com TCE mais reduzida localizam-
se no sul da NUTS III Tâmega e Sousa; em Resende e em Cinfães, a TCE foi inferior a –10‰.

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3.3. Significa que se verificou um aumento populacional de 0,00 a 0,33 habitantes por cada mil
habitantes.
4. A estrutura etária de Lousada é mais jovem que a estrutura etária nacional, uma vez que a base da
pirâmide etária é mais larga e o topo mais estreito.
5. Significa que, por cada 100 jovens (0-14 anos), há cerca de 130 idosos (≥ 65 anos).

Página 72 e 73
1.1. Natalidade, mortalidade, imigração e emigração.
1.2. As razões apontadas no documento são a maior imigração e a menor emigração, baixa
natalidade e baixa mortalidade (sendo esta superior à natalidade).
1.3. A pandemia da COVID-19 poderá refletir-se no aumento da taxa de mortalidade, na diminuição
da taxa de natalidade e na diminuição dos movimentos migratórios, em consequência das restrições
impostas pelos governos à circulação de pessoas.
2.1. (B).
2.2. (C).
3. Envelhecimento demográfico.
4.1. Relação, expressa em percentagem, entre o número de idosos (população com 65 ou mais anos)
e o número de jovens (população entre os 0 e os 14 anos).
4.2. Área Metropolitana de Lisboa, Região Autónoma dos Açores, Região Autónoma da Madeira e
Algarve.
4.3. Em 2019, o índice de envelhecimento foi 161,3%, o que significa que, nesse ano, por cada 100
jovens, havia cerca de 161 idosos.
5.1. São Miguel, São Jorge e Flores.
5.2. Os baixos níveis de escolaridade refletem-se em baixos níveis de qualificação profissional, que,
por sua vez, se traduzem em menores níveis de criação de riqueza, numa menor coesão social e em
menores níveis de competitividade.
5.3. Implementar e/ou dar continuidade a programas que visam promover a educação de adultos e
valorizar o ensino profissional, por exemplo.

Página 79
1.1. Número total de habitantes por km2, isto é, a relação entre a população total de uma dada área
e a superfície pela qual se distribui. Expressa-se em hab./km 2.
1.2. 114,5 hab./km2
1.3. Norte, AML e RAM.

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2. a) Coruche, Idanha-a-Nova, Montalegre e Almodôvar, por exemplo.


b) Barcelos, Figueira da Foz, Sintra e Loures, por exemplo.
3. Coruche – NUTS III Lezíria do Tejo, Idanha-a-Nova – NUTS III Beira Baixa, Montalegre – NUTS III
Alto Tâmega, Almodôvar – NUTS III Baixo Alentejo, Barcelos – NUTS III Cávado, Figueira da Foz –
NUTS III Região de Coimbra, Sintra e Loures – NUTS III AML.
4. Mora, Mogadouro e Aljezur, por exemplo.
5.1. I – falsa; II – verdadeira.
5.2. A afirmação I é falsa, uma vez que as duas áreas metropolitanas registaram, em 2019, uma
elevada densidade populacional, mais de sete vezes superior à média nacional: AML – 946,8 hab/km 2
e AMP – 845,2 hab/km2. A afirmação II é verdadeira, uma vez que, no período considerado, os
municípios do interior acentuaram as suas perdas demográficas (exemplo: Borba e Alandroal, que,
em 2011, registavam, respetivamente, 50,5 hab./km 2 e 10,7 hab./km2, e passaram, no ano de 2019, a
registar, respetivamente, 46,6 hab./km2 e 9,3 hab./km2), ao contrário dos municípios
do litoral, que registaram ganhos populacionais (exemplo: Loures e Montijo, que, em 2011,
registavam, respetivamente, 1216,9 hab./km 2 e 148,5 hab./km2, e passaram, no ano de 2019, a
registar, respetivamente, 1270,8 hab./km2 e 164,2 hab./km2).

Página 81
1.1. Poluição atmosférica (emissões de CO2).
1.2. As maiores emissões de CO2, verificam-se nos municípios localizados no litoral ocidental do
Continente, mais precisamente, entre Viana do Castelo e Setúbal. Os valores mais elevados registam-
se em municípios das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, onde os valores superam as 5000
t/km2 de CO2. De registar, ainda, alguns municípios do litoral meridional e do interior norte do
continente.
1.3. A distribuição das emissões CO2 decalca a distribuição da população e das atividades
económicas. Nas áreas onde se registam valores superiores de emissão de CO2, a pressão sobre o
território é mais notória e, por isso, a capacidade de carga humana poderá estar comprometida, o
que se traduz em problemas sociais e ambientais.

Página 83
1. O PNPOT é o instrumento de topo do sistema de gestão territorial, que define objetivos e opções
estratégicas de desenvolvimento territorial e estabelece o modelo de organização do território
nacional.

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2. O PNPOT assume, nos seus princípios territoriais, um conjunto de medidas que visam
diminuir/colmatar as assimetrias regionais, por forma a atrair e fixar população em territórios onde o
despovoamento e o envelhecimento
demográfico são mais notórios, promovendo, desta forma, o aumento da coesão e da
competitividade territoriais.
A concretização desses objetivos passa pela adoção de diversas medidas, como a promoção e a
valorização da diversidade das especificidades desses territórios, a promoção de abordagens
territoriais integradoras e o reforço da solidariedade e a equidade territoriais, entre outras.
3. Concessão de descontos em autoestradas do interior e atribuição de medidas de IRC para
pequenas e médias empresas, por exemplo.

Página 85
1.1. A – Área metropolitana do Porto; B – Área metropolitana de Lisboa.
1.2. Bipolarização.
1.3. Dois fatores naturais poderão ser o clima mais húmido e com menores amplitudes térmicas
anuais no litoral, e a maior fertilidade dos solos, o que favorece as atividades agropecuárias. Dois
fatores humanos poderão ser a maior oferta de emprego e as melhores acessibilidades, em virtude
da melhor e mais densa rede de transportes.
2.1. Criação de emprego, através da promoção da mobilidade de trabalhadores do litoral para o
interior, apoiando desempregados e empregados à procura de novo emprego.
2.2. Valorização dos recursos endógenos e diversificação da base económica do interior do país, por
exemplo.
2.3. Tendo em conta as assimetrias regionais verificadas na distribuição da população portuguesa, o
PVI, integrado no PNPOT, visa promover a fixação da população nos territórios de baixa densidade
populacional.

Página 86
1.1. Distrito da Guarda.
1.2. Seia, Gouveia e Guarda.
1.3. Aguiar da Beira, Almeida e Sabugal.
2.1. O município de Figueira de Castelo Rodrigo tem uma densidade populacional entre 11,00 e
14,86 hab./km2, cerca de 10 vezes inferior à da média nacional. Entre 2011 e 2019, verificou-se uma
variação populacional de – 10,0 a – 10,9%. Assim, é prioridade da autarquia fixar população jovem
no município, através da adoção de um conjunto de medidas.

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2.2. Construção de um centro de saúde e o apoio financeiro aos nascimentos que ocorram no
município.
2.3. Incentivos à fixação de PME e concessão de descontos em autoestradas do município, por
exemplo.
2.4. PNPOT (Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território).
2.5. Partindo do pressuposto de quem está mais próximo decide melhor (princípio da
subsidiariedade), os municípios e o governo central deverão, em conjunto, delinear uma estratégia
de atuação que permita definir medidas que respondam às especificidades e às reais necessidades
do território e das populações.

Página 88 e 89
1.1. Na vertente sul regista-se maior exposição solar ao longo do ano (fator natural) e melhores
acessibilidades (fator humano), por oposição ao que ocorre na vertente norte.
2.1. Funchal e Câmara de Lobos.
3. (D)
4.1. Em termos gerais, a produção de resíduos urbanos é mais elevada nos municípios que registam
maior densidade populacional.
4.2. Total de indivíduos de uma dada espécie que um determinado território pode suportar sem
degradação, isto é, sem prejuízo da qualidade de vida.
4.3. Nos municípios que registam valores mais elevados no que à produção de resíduos urbanos diz
respeito, a pressão sobre o território é mais notória e, por isso, a capacidade de carga humana
poderá estar mais comprometida, o que se poderá traduzir em problemas de diversa ordem.
5.1. Planeamento.
5.2. Deslocalizar serviços públicos e criar polos de museus nacionais de Lisboa ou do Porto no
interior, por exemplo.

Recursos do subsolo
Página 97
1.1. Mármore.
1.2. Rocha ornamental.
1.3. Mobiliário e objetos decorativos, por exemplo.

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Página 99
1. Maciço Antigo, Orlas Mesocenozoicas Ocidental e Meridional e Bacias Cenozoicas do Baixo Tejo e
Alvalade.
2. É a unidade mais antiga e extensa (ocupa cerca de 70% do território nacional); da sua constituição
fazem parte rochas metamórficas (xisto, micaxisto, quartzito, gnaisse) e rochas magmáticas intrusivas
(granitos), bastante alteradas e fraturadas de idades paleozoicas.
3. Na Orla Mesocenozoica Ocidental predominam as rochas sedimentares, como os calcários, as
areias, as margas, as argilas e os arenitos e esta unidade contém a maioria das jazidas de rochas
industriais e de minerais não metálicos.

Página 104
1. Cobre.
2. Em 2015, o zinco representava cerca de 16% do total da produção de minerais metálicos em
Portugal. Entre 2015 e 2018, esse valor foi aumentando de forma constante, atingindo, em 2018, o
maior valor de produção, cerca de 50%. Em 2019, registou-se uma queda no valor de produção,
cifrando-se o mesmo em cerca de 43%.
3. Cobre: bom condutor elétrico; zinco: utilizado na produção de ligas metálicas; chumbo: utilizado
no fabrico de
acumuladores elétricos; tungsténio: utilizado na indústria de armamento (no passado); estanho:
utilizado no fabrico de recipientes para a conservação de alimentos e bebidas.

Página 106
1.1. Quartzo e feldspato: Maciço Antigo; areias: Orla Mesocenozoica Ocidental e nas Bacias
Cenozoicas do Baixo Tejo e Alvalade; granito: Maciço Antigo; Calcários: Orlas Mesocenozoicas
Ocidental e Meridional.
1.2. Quartzo e feldspato são minerais não metálicos; areias, granitos e calcários são rochas
industriais.
1.3. Quartzo: principalmente em aparelhos óticos e aparelhos eletrónicos; feldspato:
fundamentalmente, na indústria cerâmica; areias: principalmente, na indústria da construção civil e
obras públicas; granitos, maioritariamente na indústria da construção civil e obras públicas; calcários,
maioritariamente na indústria da construção civil e obras públicas, do cimento, da cerâmica e da cal.

Página 108

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1. Calcário.
2. Subsetor das rochas ornamentais (rochas carbonatadas).
3. Indústria do cimento e da cerâmica.

Página 111
1. Água de origem subterrânea, de circulação profunda, bacteriologicamente própria, com
propriedades físico-químicas estáveis na origem.
2. As águas minerais naturais têm tempos de percurso no subsolo mais longos e apresentam
características químicas estáveis e permanentes, enquanto que as águas minerais de nascente
possuem tempos de percurso no subsolo mais curtos e registam variabilidade química sazonal.
3. O mercado das águas tem registado, nas últimas décadas, um grande crescimento em Portugal,
devido, por exemplo, à preocupação crescente com a saúde e com estilos de vida saudáveis e à
maior qualidade de vida da população.

Página 113
1.1. Tipo de turismo que se baseia no aproveitamento das condições terapêuticas e de lazer
proporcionadas pelas estâncias termais.
1.2. Maciço Antigo.
1.3. A existência de um hospital como o hospital termal das Caldas da Rainha promove o
aproveitamento de recursos endógenos, a criação de emprego e a diminuição do êxodo rural, por
exemplo.

Página 120
1. O carvão, o lítio e o urânio são recursos não renováveis uma vez que se esgotam à medida que se
utilizam, sendo consumidos a um ritmo que excede a capacidade de a natureza os repor.
2. Dois aspetos positivos seriam, por exemplo, o aproveitamento de uma fonte de energia endógena
e o aumento da competitividade do país; dois aspetos negativos, seriam, por exemplo, impactes
ambientais e questões de segurança, devido ao perigo de acidentes.
3. Destina-se a finalidades termais, ao aquecimento de unidades hoteleiras, por exemplo, e à
produção de eletricidade (no caso da alta entalpia).
4. O grande potencial de aproveitamento geotérmico do arquipélago dos Açores justifica-se pela alta
entalpia, devido ao vulcanismo ativo, que resulta da localização geoestrutural do arquipélago.

Página 124

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1. Petróleo e gás natural.


2. A maior prevalência de infraestruturas petrolíferas no litoral, comparativamente ao interior de
Portugal continental, justifica-se pela maior concentração de população e de atividades económicas.
3. A construção do terminal de gás natural liquefeito de Sines permitiu que o nosso país recebesse
também gás natural por via marítima, contribuindo, desta forma, para uma maior diversificação dos
países fornecedores, bem como para uma maior segurança no que ao abastecimento diz respeito.

Páginas 128 e 129


1.1. Maciço Antigo.
1.2. É a unidade mais antiga e extensa (ocupa cerca de 70% do território continental). Contém a
maioria das jazidas minerais, sobretudo em áreas de contacto de formações geológicas diferentes,
destacando-se: as de minerais metálicos, as de minerais energéticos e as de rochas ornamentais.
Na sua constituição encontram-se rochas metamórficas (xisto, micaxisto, quartzito, gnaisse) e rochas
magmáticas intrusivas (granitos), bastante alteradas e fraturadas de idades paleozoicas.
Encontra-se dividido pela Cordilheira Central, podendo-se individualizar: a norte, um relevo mais
acidentado e de maior altitude média, marcado pela existência de grandes elevações e de planaltos,
recortados por vales profundos e encaixados e atravessado por importantes alinhamentos
tectónicos; a sul, um relevo mais aplanado e de menor altitude média (Meseta Sul),
compartimentado por acidentes tectónicos, em que se destaca a peneplanície alentejana.
2.1. Rochas ornamentais e minerais metálicos.
2.2. Minerais energéticos.
2.3. Calcário, granito e mármore, por exemplo.
3.1. O recurso do subsolo é o ferro e integra-se nos minerais metálicos.
3.2. NUTS II Norte e NUTS III Douro.
3.3. “(…) são atrativas para a Aethel Mining não só pelas suas perspetivas económicas, mas também
pelo seu perfil de sustentabilidade – sendo um depósito de minério de ferro muito significativo no
coração da Europa – e pelo seu potencial para revitalizar um ativo histórico da economia local”.
3.4. A reabertura da mina poderá trazer crescimento económico e desenvolvimento para a região,
através dos seus efeitos multiplicadores, por exemplo, da criação de emprego e da dinamização de
atividades ligadas ao comércio.
4. (A)
5. Tâmega e Sousa e Lezíria do Tejo, por exemplo.
6.1. Maciço Antigo.

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6.2. A exploração de lítio, e sua utilização como matéria-prima na indústria automóvel, poderão
permitir a reconversão energética e uma diminuição da poluição atmosférica, através do decréscimo
da emissão de gases com efeito estufa para a atmosfera.

Página 131
1. Alto Tâmega.
2. Volfrâmio (tungsténio).
3. Minério metálico.
4. Indústria de armamento e indústria elétrica.
5. O Maciço Antigo assume especial importância no contexto da indústria extrativa nacional, uma vez
que, contém a maioria das jazidas minerais, sobretudo em áreas de contacto de formações
geológicas diferentes. Destacam-se as de minerais metálicos, minerais energéticos e rochas
ornamentais.
6. O encerramento deveu-se à descida das cotações de volfrâmio nos mercados internacionais.
7. As minas da Borralha permitiram atrair e fixar população, desenvolver o tecido económico e social,
através da construção de infraestruturas de apoio à população, como escolas, escritórios, posto da
GNR, etc. e ainda fornecer a indústria de armamento durante as duas grandes guerras mundiais.

Página 139
1.1. Através de receitas obtidas por via fiscal e através da criação de emprego, por exemplo.
1.2. Modernização das indústrias de captação de águas engarrafadas, visando o aumento da
competitividade nos mercados externos, por exemplo.
1.3. Procura-se potenciar economicamente a indústria extrativa, minimizando os impactes
ambientais decorrentes da exploração dos recursos do subsolo. Desta forma, todas as medidas que
visem a potencialização da indústria extrativa deverão satisfazer as necessidades de gerações
presentes sem pôr em causa as necessidades das gerações vindouras.

Página 141
1. A distribuição do consumo de energia elétrica em Portugal apresenta contrastes evidentes. O
maior número de consumidores de energia elétrica localiza-se no litoral ocidental e meridional, onde
se verifica uma maior densidade populacional e uma maior concentração das atividades económicas.
Deste modo, as NUTS III que apresentam maior número de consumidores de energia elétrica são
AML, AMP, Oeste, Região de Coimbra e Algarve, onde se atingem valores que podem ascender a
mais de 1 700 000 consumidores. As NUTS III do interior, sobretudo, da região sul, como Baixo

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Alentejo, registam um número de consumidores de energia elétrica bastante menor, inferior a 90 289
consumidores.
2. Significa alcançar um balanço neutro entre as emissões de GEE e o sequestro de carbono.
3. Por exemplo, promover a mobilidade sustentável e promover uma agricultura e floresta
sustentáveis e potenciar o sequestro de carbono.
4. Portugal deve apostar na transição energética de forma a diminuir a sua dependência energética,
uma vez que a sua política energética tem estado muito dependente da importação de combustíveis
fósseis, com relevância para o petróleo. Por outro lado, será uma forma de garantir a segurança do
abastecimento e não comprometer o desenvolvimento sustentável.

Página 144
1.1. Problemas como a descaracterização da paisagem, devido à formação de escombreiras,
alterações na hidrologia e contaminação das águas e dos solos.
1.2. Podem comprometer a segurança e a saúde pública das populações, por exemplo.
1.3. Poluição atmosférica e sonora e impactes na biodiversidade, por exemplo.
2.1. Algarve.
2.2. (C).
3.1. (D).
3.2. Os valores de produção de energia geotérmica no arquipélago dos Açores, cerca de 25,1% do
total de eletricidade produzida, explicam-se pelo vulcanismo ativo, resultado da localização do
arquipélago junto da Crista Médio Atlântica, na confluência de três placas litosféricas.
4.1. Por exemplo, descarbonizar a economia nacional, através da articulação com o estipulado no
Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050 (RNC 2050), reforçar a aposta nas energias renováveis e
reduzir a dependência energética do país e promover a mobilidade sustentável.
4.2. O aumento da produção de energia elétrica a partir de fontes de energia renovável permite
diminuir a dependência face aos combustíveis fósseis, como o petróleo e o gás natural, e desta
forma, dar resposta aos objetivos estipulados pelo PNEC 2030, nomeadamente, reforçar a aposta nas
energias renováveis e reduzir a dependência energética do país.

Página 147
1. a) A produção de eletricidade em Portugal continental, em 2019, a partir de fontes renováveis foi
superior ao valor da produção de eletricidade obtida a partir de combustíveis fósseis (51,6% e 48,4%,
respetivamente).

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b) As energias renováveis que mais contribuíram para o valor total foram a energia eólica, com 26,0%
e a energia hídrica, com 17,1%.
2. Em 2014, energia hídrica, em 2030, previsivelmente energia eólica.
3. A taxa de dependência energética tenderá a diminuir de 2018 até 2030, com o recurso às energias
renováveis (passará de 77%, em 2018, para, aproximadamente, 65,8%, em 2030).
Caso Portugal não utilizasse as FER, a taxa de dependência energética aumentaria entre 2018 e 2030
(de 89,4%, em 2018, para cerca de 91,3%, em 2030).
4. A taxa de dependência energética, caso se recorra à produção de energia elétrica a partir de
fontes renováveis, tenderá a continuar a diminuir até 2030, o que vai de acordo ao estipulado pelas
políticas energéticas nacional e comunitária, cujos objetivos comungam a necessidade de se
promover a descarbonização da economia, a aposta nas energias renováveis e a redução da
dependência energética, entre outros.

Páginas 148 e 149


1.1. O Maciço Antigo é a unidade mais antiga e extensa (ocupa cerca de 70% do território
continental). Contém a maioria das jazidas minerais, sobretudo em áreas de contacto de formações
geológicas diferentes, destacando-se as de minerais metálicos, as de minerais energéticos, e as de
rochas ornamentais.
Na sua constituição encontram-se rochas metamórficas (xisto, micaxisto, quartzito, gnaisse) e rochas
magmáticas intrusivas (granitos), bastante alteradas e fraturadas de idades paleozoicas.
1.2. Duas das semelhanças entre as águas minerais naturais e as águas de nascente são o facto de
ambas terem origem subterrânea e serem puras no local de captação.
1.3. A exportação de águas minerais registou um aumento entre 2018 e 2019, passando de 1205
milhões de litros, em 2018, para 1244 milhões de litros, em 2019.
2.1. Mármore.
2.2. O subsetor das rochas ornamentais assume grande importância para a indústria extrativa
nacional, beneficiando de fatores como a diversidade da oferta das rochas, designadamente dos
mármores, a qualidade reconhecida das rochas portuguesas nos mercadores externos, a tradição no
trabalho da pedra, entre outros.
2.3. Duas medidas poderão ser a melhoria do conhecimento geológico dos recursos existentes e a
transformação das matérias-primas, de modo a criarem-se produtos finais que incorporem o
respetivo valor acrescentado.
3.1. Carvão e gás natural: recursos não renováveis; biocombustível e biomassa: recursos renováveis.

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3.2. 95,9%.
3.3. Gasóleos e propano.
4.1. São Miguel e Terceira.
4.2. Energia das ondas: o movimento das ondas em direção à costa provoca energia cinética, que é
usada para colocar uma turbina a funcionar. A energia mecânica da turbina é transformada em
energia elétrica.
4.3. A localização de centrais geotérmicas no arquipélago dos Açores justifica-se pelo facto de neste
arquipélago existir vulcanismo ativo, resultado da sua localização junto à Crista Médio Atlântica, na
confluência de três placas litosféricas.
4.4. A produção de energia a partir de fontes renováveis permite reduzir a dependência energética
do país e contribuir para a descarbonização da economia nacional, por exemplo.

Radiação solar

Página 158
1.1. Superfície A.
1.2. A superfície A é a que possui uma cor mais clara, logo, o albedo é maior.
1.3. Absorção: parte da radiação solar retida pela atmosfera e que resulta num aumento da
temperatura;
Difusão: parte da radiação solar que se dispersa no espaço, numa multiplicidade de direções, através
dos gases e das partículas sólidas e líquidas em suspensão na atmosfera.

Página 164
1.1. Hemisfério norte.
1.2. a) maior; b) menor; c) maior.
1.3. Quanto maior for a inclinação dos raios solares, isto é, quanto maior for o ângulo de incidência
da radiação solar, menor é a quantidade de radiação solar recebida por unidade de superfície, uma
vez que a área pela qual os raios solares se distribuem é maior, pelo que a intensidade da radiação
recebida é menor; a massa atmosférica atravessada pelos raios solares é maior, conduzindo a
maiores perdas energéticas por absorção, reflexão e difusão.
1.4. Movimento de translação.

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Página 166
1. Quanto menor for a latitude, menor é o ângulo de incidência da radiação solar, o que se reflete
numa maior radiação solar recebida por unidade de superfície, visto que os raios solares têm de
atravessar uma menor espessura atmosférica (que origina menos perdas energéticas) e a energia
tem de se distribuir por uma área menor.
2. Nas vertentes soalheiras, expostas a sul, o ângulo de incidência da radiação solar é menor, nas
vertentes umbrias, expostas a norte, o ângulo de incidência é maior.
3. As regiões de menor continentalidade registam, ao longo do ano, uma maior nebulosidade do que
as regiões do interior, pelo que possuem menores valores de insolação e de radiação solar recebidos.

Página 168
1.1. Os valores mais baixos de insolação média anual registam-se a norte do cabo da Roca,
nomeadamente no noroeste, nas serras minhotas (< 2600 horas). Os valores mais elevados ocorrem
no sul, no interior do Alentejo e no Algarve (> 3000 horas).
1.2. Latitude e continentalidade.
1.3. A latitude: quanto menor a latitude, menor é o ângulo de incidência da radiação solar, o que se
reflete numa maior insolação, visto que os raios solares têm de atravessar uma menor espessura
atmosférica e a energia tem de se distribuir por uma área menor. A continentalidade: as regiões de
menor continentalidade registam, ao longo do ano, uma maior nebulosidade do que as regiões do
interior, pelo que possuem menores valores de insolação média anual.

Página 173
1.1. Faro.
1.2. Faro é a localidade que se localiza a menor latitude. Assim, os valores de temperatura
apresentados justificam-se pelo menor ângulo de incidência da radiação solar, que se traduz numa
maior concentração de energia por unidade de superfície e em menores perdas energéticas.
1.3. A variação térmica é pouco acentuada devido à influência do oceano Atlântico.

Página 174
1.1.Altitude.
1.2. As temperaturas diminuem de sudoeste para nordeste, devido à influência da latitude, da
continentalidade e das massas de ar frio e seco provenientes do interior da Europa, que provocam
nas regiões do interior um decréscimo da temperatura.

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1.3. Trata-se de uma área abrigada dos ventos húmidos de oeste, pelas montanhas concordantes, e é
também influenciada pelos ventos quentes e secos vindos de Espanha.

Páginas 176 e 177


1.1. I, IV e V.
1.2. I. O valor de A é de 51%; III. C apresenta um valor de 16%.
2.1. A: 21 ou 22 de dezembro; B: 20 ou 21 de março e 22 ou 23 de setembro; C: 21 de junho.
2.2. (B).
2.3. No dia 21 de junho (solstício de junho), devido ao movimento anual aparente do Sol, o dia
natural tem duração superior à da noite e o ângulo de incidência dos raios solares é menor, pelo que
a área pela qual se distribuem e a massa atmosférica atravessada pelos raios solares são também
menores, conduzindo a menores perdas de energia. Assim, a radiação solar recebida é maior.
3.1. A – 2; B – 3; C – 2; D – 1.
4.1. Sagres.
4.2. Sagres regista valores de radiação solar global mais elevados ao longo do ano, em resultado da
sua menor altitude. Este facto reflete-se numa menor área recetora de energia e consequentemente
numa maior concentração energética por unidade de superfície, dado que recebe os raios solares
com um menor ângulo de incidência e a massa atmosférica a atravessar por estes é menor, o que
representa menos perdas energéticas por absorção, reflexão e difusão.
4.3. Nebulosidade.

Página 181
1.1. As centrais solares localizam-se, maioritariamente, a sul do rio Tejo. Na faixa litoral, entre
Coimbra e Lisboa, e no nordeste transmontano há também a registar a localização de algumas
centrais solares.
1.2. A localização destas centrais nas referidas regiões justifica-se pelo facto e as mesmas receberem
valores mais elevados de radiação solar e de insolação média anual.

Página 183
1. Produção de água quente sanitária e aquecimento do ambiente, por exemplo.
2. Elevados custos de construção dos painéis fotovoltaicos e baixo rendimento, por exemplo.
3. Portugal localiza-se na Europa mediterrânea, a uma latitude menor do que a dos restantes países
europeus, o que lhe permite beneficiar, em termos climáticos, de maiores níveis de radiação solar
global, de insolação média anual, e, consequentemente, de temperatura média.

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4. Utilização de lâmpadas economizadoras de energia e utilização de equipamentos elétricos de


classe A ou superior, por exemplo.

Página 185
1.1. Arquitetura bioclimática.
1.2. Aproveitamento passivo.
1.3. O aproveitamento da radiação solar permitirá a Portugal diminuir a dependência energética,
reduzir o défice da balança comercial e “descarbonizar” a economia e a promover a diminuição das
emissões de dióxido carbono, em conformidade com o Acordo de Paris.
2.1. Alcoutim: Algarve; Ourique: Baixo Alentejo.
2.2. Devido aos maiores níveis de insolação média anual e radiação solar global registados.
3.1. Tipo de turismo praticado no litoral, associado ao Sol e à praia.
3.2. O crescimento económico do turismo deve pressupor uma preocupação ambiental, de modo a
que ocorra de forma sustentável e respeite as comunidades locais. Para tal, deve dar-se
cumprimento ao definido, por exemplo, no Plano Turismo + sustentável 20-23, através da aplicação
de diversas medidas, como a implementação de painéis solares térmicos para aquecimento de água
e de painéis fotovoltaicos para a produção de energia, a utilização de lâmpadas economizadoras de
energia, isolamento térmico e acústico das janelas, entre outras.

Página 187
1.1. Latitude e distância ao mar (continentalidade).
1.2. Tabuaço
1.3. Douro Superior.
1.4. Esta sub-região apresenta maiores valores de radiação solar global devido à maior
continentalidade, ao facto de estar protegida dos ventos húmidos de oeste por relevos concordantes
de noroeste e de sofrer uma maior influência dos ventos secos de leste. Assim, a nebulosidade é
inferior, o que se traduz numa maior radiação solar recebida à superfície.
1.5. Vertentes soalheiras.
1.6. As vertentes soalheiras estão expostas a sul, logo, recebem os raios solares com menor ângulo
de incidência. Assim, a espessura da atmosfera atravessada pelos raios solares é menor e a área
iluminada também é menor, pelo que a temperatura é mais elevada.

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Páginas 188 e 189


1.1. Reflexão.
1.2. Parte da radiação solar, que, ao incidir sobre um corpo, vai, em maior ou menor quantidade,
sofrer uma mudança de direção.
1.3. Neve fresca, superfícies de água e telhados de cor clara.
1.4. As superfícies lisas e claras apresentam um maior albedo.
2.1. a) mais extensa; b) mais reduzida; c) maior; d) inferior.
2.2. Latitude.
3.1. a) Viseu; b) Viseu; c) Aveiro; d) Aveiro.
3.2. O oceano tem um efeito amenizador das temperaturas: torna-as mais amenas (menos frias) no
inverno e mais suaves (menos quentes) no verão. Aveiro localiza-se a uma menor continentalidade
que Viseu, logo, regista uma menor amplitude térmica anual, devido à ação moderadora do oceano
sobre as temperaturas.
3.3. (B)
3.4. Turismo balnear.
3.5. Utilização racional dos recursos e promoção de benefícios económicos para as comunidades
locais, através, por exemplo, da construção dos edifícios atendendo à exposição solar
(aproveitamento passivo) e da redução dos impactes ambientais associados à construção de painéis
fotovoltaicos.

Recursos hídricos

Página 197
1. É um sistema fechado porque a quantidade total de água se mantém praticamente constante,
registando-se, devido à ação da energia solar, a sua transferência entre os três reservatórios –
oceanos, atmosfera e continentes – e entre os seus três estados físicos (sólido, líquido e gasoso).
2.1. Não está saturado, porque a humidade absoluta é inferior ao seu ponto de saturação.
2.2. A humidade relativa tem de ser 100% e devem existir núcleos de condensação na atmosfera, em
torno dos quais o vapor de água condensa.
Página 200
1. À medida que a altitude aumenta, a pressão atmosférica diminui e vice-versa.
2. Num centro de altas pressões, o ar é descendente em altitude e divergente à superfície.
3. Num centro de baixas pressões, o ar converge à superfície e ascende. Ao ascender, expande-se e a
sua temperatura desce. A humidade relativa aumenta, o ponto de saturação pode ser atingido, pode
existir condensação e pode ocorrer precipitação, dando origem a mau tempo. Assim, as depressões

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barométricas são responsáveis por mau tempo (céu nublado, possibilidade de ocorrência de vento
moderado a forte e grande probabilidade de ocorrência de precipitação).

Página 203
1.1. Célula das latitudes médias (ou célula de Ferrel) e célula polar.
1.2. Baixas pressões subpolares.
1.3. Nessa célula, os ventos de oeste, que transportam ar quente tropical, encontram-se com os
ventos de este, que transportam ar frio polar. Este confronto, à superfície, é responsável pela
ascensão do ar. Em altitude, verifica-se um fluxo de retorno de ar em direção aos trópicos, onde este
é subsidente no contacto com a célula de Hadley.
2.1. Massa de ar polar continental.
2.2. A massa de ar polar continental forma-se a latitudes elevadas (60-70º N) e é muito fria e seca.

Página 207
1. a) Sentido geral do deslocamento oeste-este.
b) Inverno.
2. Frente fria.
3. No lugar associado à letra A, setor de ar frio polar anterior, observam-se nuvens altas e finas,
regista-se uma temperatura relativamente baixa e verifica-se o início do agravamento do estado do
tempo, devido à aproximação da frente quente. No lugar B, setor de ar quente tropical, verifica-se
uma melhoria temporária do estado do tempo, diminuição da nebulosidade, havendo mesmo
períodos de céu limpo ou pouco nublado, diminuição da pressão atmosférica, temperatura
relativamente elevada e vento moderado que poderá mudar de direção.
4. Forma-se uma frente oclusa, porque a frente fria progride mais rapidamente do que a frente
quente, acabando por alcançá-la. Assim, o ar frio posterior junta-se ao anterior, obrigando todo o ar
quente a subir (oclusão da frente polar).

Página 210
1.1. Verão.
1.2. Resultou da ascensão do ar, causada pelo seu aquecimento, após ter contactado com uma
superfície mais quente. Ao aquecer, torna-se mais leve e ascende. Ao ascender, arrefece, a humidade
relativa aumenta, o ponto de saturação é atingido, pelo que ocorre a condensação e queda de
precipitação.

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1.3. Influência das baixas pressões subpolares e influência dos sistemas e perturbações frontais
(“deslocados” mais para sul), por exemplo.
1.4. Deve-se à dinâmica da atmosfera, mais precisamente ao nível da deslocação em latitude dos
centros barométricos, das massas de ar e das perturbações da frente polar.

Página 213
1. O noroeste de Portugal continental regista valores mais elevados de precipitação, em resultado da
existência de montanhas concordantes (Gerês, Marão, Alvão…), que constituem um obstáculo à
propagação dos ventos húmidos de oeste para o interior (barreira de condensação). O nordeste
regista valores mais reduzidos de precipitação, em resultado de estar mais protegido dos ventos
húmidos de oeste, pelas montanhas concordantes do noroeste, que vão perdendo humidade,
chegando a esta região já muito secos e da influência dos ventos secos de leste, provenientes da
Península Ibérica.
2. Devido à maior exposição aos ventos húmidos e à maior influência das perturbações da frente
polar.
3. As ilhas das Flores e do Corvo pertencem ao grupo ocidental, que é o primeiro a ser afetado pelos
ventos húmidos e pelas perturbações da frente polar (trajetória oeste-este), registando, por isso,
maiores quantitativos pluviométricos.

Página 218
1.1.verão.
1.2.

1.3.O estado do tempo que está a afetar Portugal caracteriza-se pela existência de céu limpo,
ausência de precipitação e vento moderado. Tal justifica-se pelo facto de, nos centros de altas
pressões, o ar ser subsidente em altitude, pelo que é divergente à superfície. Assim, ao descer,
aquece, porque se comprime. A humidade relativa diminui e o ponto de saturação não é
atingido, pelo que não ocorre condensação.

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Página 221
1. a) Porto.
b) Faro.
2. No Porto, devido à menor continentalidade, a precipitação é elevada ao longo do ano, atingindo os
1254 mm. Em Bragança, a precipitação é bastante mais reduzida, 758 mm, devido à maior
continentalidade, que faz com que esta estação meteorológica esteja menos exposta aos ventos
húmidos de oeste e mais exposta aos ventos secos de leste.
3. De setembro a junho (10 meses).

Páginas 224 e 225


1.1. 1 – 1016; 2 – 1020; 3 – 1024.
1.2. a) Centros de baixas pressões.
b) Massa de ar quente tropical.
1.3. O ar é convergente (circula da periferia para o centro) à superfície e ascendente em altitude.
1.4. Uma frente oclusa forma-se quando a frente fria, que se move mais rapidamente, alcança a
frente quente, que se desloca mais lentamente. Assim, o ar frio posterior junta-se ao anterior,
obrigando todo o ar quente a ascender. Esta é a fase final de um sistema frontal.
1.5. Poderá referir, por exemplo:
• posicionamento do anticiclone dos Açores a sul deste arquipélago;
• existência de uma perturbação da frente polar que, nesta época do ano, está mais deslocada para
sul, afetando as latitudes a que Portugal se encontra.
2.1. A.
2.2. O segmento AB representa o corte numa frente quente, em que a massa de ar quente, a oeste,
avança lentamente sobre a massa de ar frio, a este, pelo que o declive da superfície frontal é
reduzido.
3.1.1. (A)
3.1.2. (B)
3.2. Viana do Castelo e Porto, por exemplo.
3.3. • Latitude: o Norte, ao estar a uma latitude mais elevada, é mais influenciado pelas baixas
pressões subpolares e pelas perturbações frontais do que o Sul, pelo que apresenta valores de
precipitação mais elevados;
• Relevo (altitude): o Norte, ao possuir um relevo mais acidentado e de maior altitude média, regista
valores de precipitação mais elevados que o Sul, onde o relevo é mais plano e possui menor altitude
média.

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4.1. B.
4.2. Lugar A – gráfico I; Lugar B – gráfico II.
4.3. O gráfico I, que representa a estação meteorológica das Flores, regista maior valor de
precipitação total anual (1642 mm) do que o gráfico II, que representa a estação meteorológica de
Angra do Heroísmo (1805 mm), uma vez que a sua localização geográfica, no grupo ocidental, a torna
mais sujeita à influência das perturbações da frente polar, que se deslocam de oeste para este e que
vão perdendo as suas características originais ao longo do seu trajeto.
4.4. Clima temperado mediterrâneo de influência marítima.
4.5. Os gráficos I e II são representativos do clima temperado mediterrâneo de influência marítima,
visto que apresentam um verão suave, com temperaturas médias mensais moderadas, um inverno
ameno e uma amplitude térmica anual reduzida, em consequência da ação amenizadora do oceano
sobre as temperaturas, uma precipitação elevada ao longo do ano, devido à proximidade do mar,
concentrada no outono e no inverno, e um número reduzido de meses secos (apenas um, no caso do
gráfico II).

Página 227
1. a) 1 – frente fria; 2 – frente quente; 3 – Frente oclusa.
b) A – centro de altas pressões; B – centro de baixas pressões.
2. 1 – Frente quente: nuvens de grande desenvolvimento horizontal (ex: estratos).
2 – Frente fria: nuvens de grande desenvolvimento vertical (ex: cumulonimbus).
3. • O estado do tempo associado à passagem da frente fria é caracterizado por um agravamento do
estado do tempo, por um aumento da nebulosidade (nuvens de grande desenvolvimento vertical,
como os cumulonimbus), pela ocorrência de chuvas intensas e de curta duração (aguaceiros), por
vezes acompanhadas de trovoadas, pelo aumento da velocidade e mudança do rumo do vento, pelo
aumento brusco da pressão atmosférica, e pela diminuição da temperatura.
4. Precipitação do tipo frontal e orográfico.
5. Viana do Castelo apresenta, comparativamente, a Bragança, valores totais de precipitação mais
elevados ao longo de todo o ano e uma maior variabilidade intra-anual da precipitação.
6. Continentalidade, relevo (altitude).
7. Os quantitativos pluviométricos mais elevados registam-se nos meses de outono e inverno, devido
à influência das baixas pressões subpolares, dos sistemas frontais e perturbações frontais
"deslocados" mais para sul, nesta altura do ano, à baixa temperatura, que leva a que o ar atinja mais
facilmente o ponto de saturação; já nos meses da primavera e do verão, os quantitativos
pluviométricos são menores, devido à influência do anticiclone subtropical dos Açores, da massa de

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ar tropical continental, ao “deslocamento” para norte das baixas pressões subpolares e perturbações
frontais e à elevada temperatura, que afasta o ar do ponto de saturação.
8.1. Conjunto de relevos montanhosos de orientação paralela à linha de costa, que separam o
noroeste, mais pluvioso, do nordeste, mais seco. É responsável por precipitação abundante do tipo
orográfico.
8.2. Peneda, Gerês, Larouco, por exemplo.

Página 232
1. Vale em V fechado ou garganta.
2. Secção (curso) superior.
3. Nesta seção do rio Douro, predomina a erosão, pois a altitude e o declive são mais acentuados, o
que provoca uma maior força da corrente

Página 234
1.1. O regime fluvial corresponde às variações no caudal de um curso de água ao longo do ano.
Resume todas as características hidrológicas de um curso de água e as suas variações.
1.2. O rio Tejo apresenta uma duração do escoamento perene (ou permanente), visto que não
apresenta ausência de escoamento ao longo do ano.
1.3. O rio Douro apresenta um caudal mais elevado do que o rio Guadiana devido aos maiores
quantitativos pluviométricos e às menores temperaturas médias anuais, por exemplo.

Página 236
1.1. Área drenada por um rio principal e seus tributários (afluentes e subafluentes).
1.2. RH3 Douro.
1.3. a) 927 km;
b) 208 km;
c) Serra de Urbião (Espanha);
d) Porto.

Página 237
1.1. Parte da precipitação que, em média, não é devolvida à atmosfera pela evapotranspiração e que
escorre à superfície ou em canais subterrâneos, numa dada área e durante o ano.
1.2. O escoamento anual médio aumenta de sul para norte, devido aos quantitativos pluviométricos
mais elevados e aos maiores caudais médios dos cursos de água no Norte do país, e do interior para

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o litoral, devido aos maiores níveis de precipitação e aos valores mais elevados dos caudais médios
dos rios no litoral.
1.3. Sado e Guadiana, por exemplo.

Página 238
1.1. Método utilizado para calcular os recursos hídricos de uma região, consistindo na diferença
entre a quantidade de água que alimenta os recursos hídricos, a partir da precipitação (P), e a que se
perde por evapotranspiração real (ETR) a partir dos rios, lagos, solo e da transpiração das plantas,
por infiltração (I) e por escoamento superficial (ES).
1.2. RH2 – Cávado, Ave e Leça e RH1 – Minho e Lima.
1.3. Menores quantitativos pluviométricos e maior evapotranspiração real, por exemplo.

Página 240
1.1. A capacidade de armazenamento útil acumulada aumentou no período considerado, sobretudo
a partir de 1950, em que era inferior a 250 hm3, até 2020, ano em que atinge um valor dez vezes
superior.
1.2. A diferença prende-se com a construção de quatro barragens, no período considerado.
1.3. Possibilitam a irrigação de campos agrícolas e a regularização dos caudais dos rios, por exemplo.

Página 245
1.1. Região RH5 (Tejo e Ribeiras do Oeste).
1.2. A maior parte desta região hidrográfica (RH5) integra-se na Bacia do Tejo-Sado, a parte nordeste
no Maciço Antigo e a parte noroeste na Orla Ocidental.
1.3. Quantitativos pluviométricos, extração de água subterrânea, variação súbita da pressão
atmosférica, principalmente no inverno e alteração do regime de escoamento dos rios que
contribuem para a recarga dos aquíferos e para a evapotranspiração.

Página 248
1.1. Orla Meridional.
1.2. A Orla Meridional é constituída por dezassete sistemas aquíferos, maioritariamente cársicos. É
composta por rochas permeáveis sedimentares detríticas, calcários e margas.
1.3. Os recursos hídricos subterrâneos permitem complementar as captações de águas superficiais e
dar resposta ao consumo de água nesta região, mais elevado no verão, período de menor recarga

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dos recursos hídricos superficiais, reflexo dos menores quantitativos pluviométricos e maior
evaporação.
1.4. Uma vez que esta unidade hidrogeológica se localiza numa área com significativa densidade
populacional (litoral meridional do Continente), são várias as atividades humanas que atuam
negativamente sobre a qualidade dos aquíferos, nomeadamente, o consumo excessivo de água doce,
que pode levar à salinização dos aquíferos e a poluição urbana e doméstica.

Página 253
1.1. No ano a que se reporta o documento A, a precipitação foi consideravelmente reduzida, inferior
a sessenta por cento relativamente aos valores de referência para o trimestre em questão, pelo que
Espanha fica isenta de cumprir os caudais mínimos a enviar para Portugal.
1.2. A poluição das águas espanholas, que acaba por ter repercussões no território nacional e o
aumento das situações de cheias, quando as barragens espanholas, nos períodos mais húmidos,
fazem descargas volumosas, por exemplo.
1.3. A Convenção de Albufeira surge devido à necessidade de cooperação entre Portugal e Espanha
na gestão dos rios transfronteiriços, visando a cooperação entre as partes para a proteção das águas
superficiais e subterrâneas e dos ecossistemas aquáticos e terrestres delas diretamente
dependentes, a regularização dos caudais dos rios transfronteiriços e o aproveitamento sustentável
dos recursos hídricos das bacias hidrográficas partilhadas.

Páginas 256 e 257


1.1. As barragens de Caia e Herdade do Roncanito distam, em linha reta, 44,4 km, aproximadamente.
1.2. Odeleite: NUTS III Baixo Alentejo; Abrilongo: NUTS III Alentejo Central.
1.3. AB – Perfil 2; CD – Perfil 1.
1.4. Predomina a acumulação de sedimentos.
1.5. Predomina a ação deposicional, pois a altitude e o declive das vertentes são fracos, o que faz
com que o rio Guadiana perca capacidade de transporte.
1.6. A albufeira do Alqueva é um lago artificial.
1.7. Devido ao clima mais quente e seco e ao predomínio de rios com escoamento intermitente, a
região hidrográfica do Guadiana regista, em comparação com o Norte do país, uma menor
abundância de recursos hídricos superficiais, que evidenciam maior irregularidade ao longo do ano.
Assim, a grande maioria das barragens desta região foram construídas com o objetivo de criar
armazenamentos de água capazes de garantir, sobretudo, o fornecimento de água para rega e o

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abastecimento público. Nesta região, o aproveitamento hidroelétrico tem reduzida expressão e, por
conseguinte, o número de barragens de produção é baixo.
Predominam, portanto, as barragens de retenção.
2.1. (A).
2.2. A eutrofização deriva do crescimento excessivo de algas e outras espécies vegetais, que
consomem o oxigénio das águas e dificultam a penetração da luz solar, podendo levar ao
desaparecimento do ecossistema aquático.
3.1. Água contaminada após ser utilizada por qualquer atividade. Pode ser doméstica ou a mistura
desta com água residual industrial e/ou água pluvial.
3.2. As ETAR visam melhorar o ambiente aquático, tendo como principal função receber e tratar as
águas residuais, de forma a serem devolvidas ao meio ambiente, em condições ambientalmente
seguras.

Páginas 258 e 259


1.1. 1. rio Tejo; 2. rio Sorraia.
1.2. O vale associado à secção X é mais encaixado do que o vale associado à secção Y, que
corresponde ao curso inferior do rio Tejo, onde predominam as planícies aluviais.
1.3.1. Parte da precipitação que, em média, não é devolvida à atmosfera pela evapotranspiração e
que escorre à superfície ou em canais subterrâneos, numa dada área e durante o ano.
1.3.2. A área A apresenta um escoamento anual médio superior (superior a 530 mm) à área B
(inferior a 204 mm). Tal é justificado pelos maiores quantitativos pluviométricos, pelas temperaturas
médias anuais mais reduzidas e pelo relevo mais acidentado, verificado em A, ao contrário do que
sucede em B.
2. Precipitação, evapotranspiração real e escoamento.
3. A poluição urbana e doméstica e a prática da agricultura, que pode originar eutrofização, por
exemplo.
4. A RH5 integra uma bacia hidrográfica que é partilhada por Portugal e Espanha, a bacia do Tejo.
Como tal, a gestão dos recursos hídricos deverá ser assegurada pelos dois países, dando, desta
forma, cumprimento ao estipulado nos acordos internacionais, de que é exemplo a Convenção de
Albufeira.

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Páginas 260 e 261


1.1. Conjunto formado pela associação de uma frente fria, uma frente quente e um centro de baixas
pressões.
1.2. A: ar frio polar posterior; B: frente fria; C: ar quente tropical; D: Frente quente; E: ar frio polar
anterior.
2. b)
3.1. O Pico localiza-se no grupo central.
3.2. Na ilha do Pico, em virtude da sua origem vulcânica, as ribeiras dispõem-se, na generalidade, de
forma radial, escoando do topo das caldeiras para o mar, em várias direções.
3.3. a) Bacia B.
b) Bacia A.
3.4. A grande maioria das ribeiras da ilha do Pico apresenta um escoamento intermitente
(temporário) e torrencial, na medida em que, no inverno, as ribeiras registam um caudal elevado,
sendo este bastante reduzido na estação seca.
3.5. P = ETR + I + E
Ribeira da Lima: ETR = P – (ES + I) = 2944 – 2409 = 535 mm.
Ribeira dos Fetais: P = ETR + (ES + I) = 2766 mm.
Ribeira da Laje: ES + I = P – ETR = 2759 – 488 = 2271 mm.
4.1. A – Maciço Antigo; B – Orla Ocidental; C – Bacia do Tejo-Sado; D – Orla Meridional.
4.2. A figura 3 corresponde à Bacia do Tejo-Sado, apresenta uma produtividade, na generalidade,
superior a 30 l/s, sendo a unidade hidrológica com maior produtividade média aquífera em Portugal.

Recursos marítimos

Página 273
1.1. Características das formações rochosas e correntes marítimas, por exemplo.
1.2. A norte de Espinho, a linha de costa é baixa e rochosa, isto é, costa com altitudes próximas do
nível do mar e de constituição rochosa. A este de Quarteira, a costa é baixa e arenosa, com altitudes
próximas do nível do mar e de constituição arenosa, onde predomina a ação de acumulação. Está
frequentemente associada a sistemas dunares e é constituída por rochas sedimentares pouco
resistentes à erosão, como areias, arenitos, argilas.
1.3. O mar exerce a sua ação erosiva na base da arriba. A erosão ocorrida na base da arriba vai
provocando o surgimento de cavidades, como grutas. A contínua erosão da base da arriba acaba por
provocar o desmoronamento do seu topo, dado que este ficou sem apoio. Com o desmoronamento
do topo, inicia-se o recuo da arriba e a formação da plataforma de abrasão. O contínuo recuo da

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arriba e o aumento da plataforma de abrasão levam a que o mar deixe de a atingir, formando-se uma
arriba morta ou fóssil.

Página 278
1.1. Parque natural da Ria Formosa.
1.2. Lido de Faro: zona lagunar constituída por numerosas e pequenas ilhotas arenosas, rodeadas por
extensos cordões de areia, envolvidos por canais que permitem a ligação ao mar.
2. Cascais, Lisboa, Sesimbra, Setúbal e Sines.

Página 281
1. A plataforma continental é uma área biologicamente rica devido à conjugação de fatores como a
elevada agitação das águas, o que as torna muito ricas em oxigénio, a pouca profundidade, o que
facilita a penetração da luz solar e a abundância de plâncton, resultante das condições favoráveis de
luz e de oxigénio, a afluência de resíduos orgânicos e inorgânicos transportados pelos rios e a baixa
salinidade, resultante da grande agitação das águas e da receção das águas fluviais.
2. (D).
3. Devido à origem vulcânica destes arquipélagos.

Página 283
1.1. Nortada.
1.2. Os ventos fortes do quadrante norte (nortada), que se fazem sentir ao longo da costa ocidental,
sobretudo no verão, são desviados pela força de Coriólis, arrastando consigo para o largo as águas
quentes superficiais, o que permite a ascensão de uma corrente de compensação, ou seja, as águas
frias profundas e ricas em nutrientes ascendem à superfície para substituir as que foram afastadas
pelo vento, levando a um aumento da agitação e oxigenação das águas e a uma diminuição da
temperatura, o que se traduz numa maior oxigenação das águas e numa maior abundância de
plâncton e outros nutrientes. Esta corrente de compensação designa-se por upwelling, sendo
responsável pelas maiores quantidades de espécies como a sardinha, o carapau e a anchova ao longo
da costa portuguesa, no verão.
1.3. A ocorrência de ventos do quadrante norte (nortada) resulta essencialmente da localização e da
configuração do anticiclone subtropical dos Açores (localizado a noroeste da Península Ibérica) e da
existência simultânea de um centro de baixas pressões de origem térmica no interior da Península
Ibérica.

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Página 288
1. Pesca local.
2. A pesca industrial caracteriza-se por utilizar técnicas avançadas e eficazes na captura dos
cardumes, como o cerco, o arrasto e a aspiração, que permitem a captura de elevadas quantidades
de pescado, a qual é facilitada pelo apoio de meios tecnologicamente avançados como as sondas, os
meios aéreos e o GPS, por integrar embarcações de grande tonelagem e bem equipadas a nível de
meios de conservação e congelação do pescado, o que lhes permite permanecerem no mar durante
muitos dias, semanas ou meses, sem o risco de deterioração do pescado.
3. O tempo de permanência no mar da frota de pesca local é curto, porque as embarcações são de
pequena dimensão, inferior a 9 metros, e não possuem meios de transformação e conservação do
pescado a bordo.

Página 291
1.1. A frota pesqueira nacional tem diminuído, tendo, em 2019, registado 7768 embarcações, menos
87 do que em 2018, mas, apesar de ter um menor número de embarcações, estas são mais potentes,
pois houve um aumento, face a 2018, da potência, 1,2%.
2.1. Estas embarcações têm uma grande importância socioeconómica para o setor das pescas, uma
vez que, a nível económico, a atividade destas embarcações é dirigida à captura de espécies de
grande valor comercial, como o robalo, o linguado, o polvo e o choco, e, a nível social, a atividade é,
na maior parte das situações, a única fonte de subsistência de um número elevado de famílias
(tripulações e respetivas famílias).
3.1. Estas medidas são baseadas nas normas da PCP, que visam uma exploração sustentável dos
recursos, de forma a que haja um equilíbrio entre estes e a capacidade da frota de pesca nacional.
Assim, há a necessidade de redimensionamento da frota, tendo em vista a sua adequação, em
termos de capacidade, aos recursos disponíveis e há a necessidade de apostar na renovação e
modernização da frota, através do decréscimo do número de embarcações e da reconversão das
mesmas, através da aquisição de novas unidades, em substituição das mais envelhecidas e da
modernização de outras, que têm vindo a ser equipadas com tecnologias mais recentes de
navegação, deteção e captura.

Página 293
1. Maior quantidade de pescado disponível e aumento da procura, sobretudo por compradores
estrangeiros nas lotas.

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2. O aumento, em 2019, das capturas de cavala, carapau e biqueirão resultou do decréscimo das
capturas de sardinha, devido à interdição de pesca no âmbito da Política Comum das Pescas.
3. Nos Açores, verificou-se um decréscimo das capturas entre 2018 e 2019, resultado do menor
volume de atuns.
Contrariamente, na Madeira, registou-se um aumento, em consequência do maior volume de
tunídeos, de carapau negrão e de peixe-espada.

Página 295
1.1. Necessidade de salvaguardar os stocks das espécies piscícolas, sobretudo as mais ameaçadas e
de elevado valor comercial, de forma a manter as espécies a longo prazo.
1.2. O principal pesqueiro externo é o Atlântico Nordeste, onde predominam as capturas de
bacalhau do Atlântico e cantarilho do norte.
1.3. Acordos de parceria celebrados entre a União Europeia e países terceiros, por exemplo, com
Marrocos, Mauritânia e Guiné-Bissau.

Página 297
1. Verificou-se uma diminuição do número total de pescadores, de 1547 indivíduos entre 2018 e
2019, devido ao abandono da atividade. Dos 14 617 indivíduos inscritos na atividade, a maioria tinha
entre 35 anos e 54 anos e mais de 20% tinha mais de 55 anos, o que revela um envelhecimento do
setor, que se deve, por exemplo, ao fraco interesse dos jovens pela pesca e às condições pouco
aliciantes oferecidas aos mesmos em termos de trabalho e vida a bordo.
2. As NUTS II com menor envelhecimento da população ativa são, respetivamente, região autónoma
dos Açores e Centro. As regiões que registaram maior envelhecimento da população ativa foram o
Alentejo e a Área Metropolitana de Lisboa.
3. O aumento do nível de instrução e de qualificação da população ativa no setor permitirão um
aumento da competitividade de Portugal no setor pesqueiro, relativamente aos países comunitários,
pois conduzirá, por exemplo, ao rejuvenescimento da população ativa, à maior capacidade para esta
compreender a necessidade de preservar os recursos existentes, através da prática de uma pesca
sustentável e seletiva que respeite as normas comunitárias, e o aumento da produtividade.

Página 300
1. A aquicultura é uma solução para o repovoamento dos mares e para o setor pesqueiro, numa
altura em que cresce a consciência de que os recursos marinhos não são inesgotáveis e que a sobre-

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exploração dos stocks pode condicionar a viabilidade económica das pescas e a manutenção e
reprodução das espécies.
2. A produção aquícola foi predominante em águas de transição e marinhas, em regime extensivo,
destacando-se a produção de moluscos e crustáceos, nomeadamente, amêijoas, ostras e mexilhões.
3. A produção piscícola, onde se destaca a produção de pregado e dourada, decresceu, devido à
substituição de culturas piscícolas por culturas de moluscos, em águas estuariano-lagunares.

Páginas 303 a 305


1.1.1. a; II; 8
b; II; 7
c; I; 3
d; I; 3
e; I; 8
f; II; 5
1.2. a) Costa baixa e arenosa, com altitudes próximas do nível do mar, frequentemente associada a
sistemas dunares, constituída por rochas sedimentares pouco resistentes à erosão, como areias,
arenitos e argilas.
b) O haff-delta de Aveiro, é uma formação lagunar pouco profunda, resultante da regressão marinha,
da acumulação de sedimentos transportados pelo rio Vouga (que constituíram pequenas ilhotas
arenosas) e da deposição de areias transportadas pelas correntes marítimas, que a ocidente
formaram um cordão arenoso, de norte para sul, com cerca de um quilómetro de largura.
1.3. O porto marítimo localiza-se a sul da Ria de Aveiro, pois, devido ao traçado da linha de costa,
muito retilíneo e com poucos abrigos, os acidentes naturais do litoral constituem os únicos locais
abrigados dos ventos de oeste e noroeste e das correntes marítimas de sentido norte-sul.
2.1. Na figura 2, verifica-se o predomínio das embarcações de pequena dimensão, inferiores a 5 GT,
cerca de 6517 embarcações, o que representa uma das características da frota de pesca artesanal,
isto é, embarcações de pequena dimensão e tonelagem, muitas vezes desprovidas de motor, o que
leva a que a atividade pesqueira seja praticada em áreas próximas da costa e que a permanência no
mar seja curta.
2.2. A pesca artesanal representa uma grande importância socioeconómica a nível local, dado que a
atividade é dirigida para a captura de espécies de elevado valor comercial, como o robalo, o linguado
e o polvo, e é a única fonte de rendimento de muitas famílias, pois nestas embarcações chegam a
trabalhar várias pessoas da mesma família.

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3.1. No verão, ao longo da costa ocidental, forma-se uma corrente de compensação, denominada
upwelling, cuja intensidade está diretamente relacionada com os ventos de norte e nordeste
(Nortada), que se fazem sentir devido à localização e configuração do anticiclone subtropical dos
Açores, a noroeste da Península Ibérica, e do centro de baixas pressões de origem térmica, centrado
na Península Ibérica. Os ventos do quadrante norte são desviados, devido à força de Coriólis,
arrastando as águas quentes superficiais para o largo. Estas são substituídas por uma corrente de
compensação, isto é, as águas frias de profundidade, e ricas em nutrientes, ascendem à superfície,
substituindo as quentes arrastadas pelo vento, provocando uma agitação e oxigenação das águas e
uma diminuição da temperatura da água superficial, o que se reflete numa maior abundância de
plâncton.
4.1. Cavala, carapau, atuns, sardinha e biqueirão.
4.2. O aumento da captura dessas espécies piscícolas foi uma consequência da diminuição da
captura de sardinha, associada à interdição da pesca desta espécie, o que motivou a que a atividade
piscatória se dirigisse para outras espécies.
5.1. (C)
6.1. Aquicultura: criação ou cultura de organismos aquáticos, aplicando técnicas concebidas para
aumentar, para além das capacidades naturais do meio, a produção dos referidos organismos.
Semi-intensivo: regime de exploração que associa ao alimento natural suplementos de alimento
artificial.

Página 308
1. Sobre-exploração de recursos e a ameaça à conservação da natureza, poluição das águas nacionais
e degradação do litoral, nomeadamente, a erosão costeira e a pressão urbanística, por exemplo.
2. Devido à sobre-exploração de determinadas espécies piscícolas, o que leva a que muitas espécies
já tenham atingido ou estejam próximo de atingir o limiar de extinção, devido a capturas acidentais e
à prática de uma pesca descontrolada, sobretudo quando a atividade piscatória incide sobre
pesqueiros próximos da costa, num número reduzido de espécies e na captura ilegal de juvenis.
3. Controlar os navios que têm acesso às águas nacionais e limitar as capturas de pescado, por
exemplo.

Página 309
1.1. Marés negras.
1.2. Derrame de petróleo por um petroleiro acidentado.

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1.3. Descargas industriais, nos rios, que acabam por desaguar no mar, e águas residuais e dos
esgotos, provenientes de atividades hoteleiras e domésticas, por exemplo.

Página 312
1. … que inclui a coluna de água e o fundo do mar (solo e o subsolo das áreas submarinas) e o espaço
aéreo sobrejacente, situada para além do mar territorial e que poderá ir até às 200 milhas marítimas
(cerca de 370 quilómetros).
2. Enquanto que, em termos geológicos, a plataforma continental corresponde à área marítima que
integra o solo e subsolo contíguo às terras emersas, ligeiramente inclinada e com uma profundidade,
em média, até aos 200 metros, que não inclui o espaço aéreo sobrejacente, em sentido jurídico,
compreende o leito e o subsolo das áreas submarinas que se estendem além do seu mar territorial,
em toda a extensão do prolongamento natural do seu território terrestre, até ao bordo exterior da
margem continental ou até uma distância de 200 milhas marítimas.
3. Portugal ganhará direitos de soberania sobre a plataforma continental a nível de exploração e
aproveitamento dos seus recursos naturais: minerais e seres vivos que existam no fundo do mar e no
subsolo.

Páginas 320 e 321


1.1. A sobre-exploração dos recursos piscícolas, devido, por exemplo, às capturas acidentais e à
prática de uma pesca descontrolada, sobretudo quando incide sobre pesqueiros próximos da costa,
num número reduzido de espécies e na captura ilegal de juvenis, tem levado à necessidade de
estabelecer limites de captura sustentáveis, que permitam manter as unidades populacionais de
peixes a longo prazo. Assim, é necessário salvaguardar os stocks das espécies piscícolas, através da
criação de medidas como a limitação de capturas de peixes de uma determinada pesca, através de
capturas totais permitidas (TAC – totais admissíveis de captura – e quotas), uma vez que, apesar de
terem uma capacidade reprodutiva elevada, esta não é ilimitada. Assim, apesar da importância de
maximizar as capturas, é necessário estabelecer limites e salvaguardar que as práticas de pesca não
prejudiquem a capacidade de reprodução das populações de peixes.
2.1. (B)
2.2. a) Assistiu-se a um decréscimo do número de embarcações licenciadas, menos 87 embarcações,
em 2019, face a 2018.
b) Verificou-se a aquisição de novas embarcações, em substituição das mais envelhecidas e
desajustadas e a modernização de outras, onde muitas têm sido equipadas com tecnologias mais
recentes de navegação, deteção e captura.

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3.1. Zona marítima que se estende até às 200 milhas náuticas (cerca de 370 km), desde o mar
territorial (contadas a partir das linhas de base). Inclui a zona contígua e compreende a coluna de
água que se sobrepõe ao respetivo solo e subsolo marinhos, até ao limite das 200 milhas marítimas,
bem como o respetivo espaço aéreo sobrejacente.
3.2. A ZEE, como zona marítima que se estende até ao limite de 200 milhas marítimas, pode integrar
parte ou a totalidade da plataforma continental, pois ambas as zonas marítimas compreendem o
solo e o subsolo marinhos. Porém, a plataforma continental não abrange nem a coluna de água, nem
o espaço aéreo sobrejacente, mas pode estender-se para além das 200 milhas marítimas, apesar de,
neste caso, a coluna de água associada não pertencer à ZEE, sendo já considerada alto mar.
4. O alargamento da plataforma continental portuguesa poderá ser positivo para o país, quer ao nível
de soberania sobre o espaço marítimo mais amplo, quer ao nível da exploração e do aproveitamento
dos recursos minerais e seres vivos que existam no fundo do mar e no subsolo como minerais ricos
em ouro, manganês, cobalto, titânio, esponjas, e corais, pois, apesar da extensão da ZEE nacional,
esta não tem uma grande riqueza biológica em termos de recursos piscícolas e de recursos minerais.
Este facto deve-se, sobretudo, à plataforma continental, que é pouco extensa (30 a 60 km) e, por
isso, limitada em termos de recursos biológicos, não havendo para além dela grande quantidade de
bancos de pesca, e à exploração intensa que nela tem sido feita.
5.1. (A)
Página 323
1.1. Município – Portimão; Distrito – Faro; NUTS III – Algarve.
1.2. Costa baixa e arenosa, com altitudes próximas do nível do mar, frequentemente associada a
sistemas dunares, constituída por rochas sedimentares pouco resistentes à erosão marinha, como
areias, arenitos e argilas.
1.3. Costa alta de arriba.
1.4. Cabo de São Vicente.
1.5. Saliência da linha de costa, em costa alta de arriba, que penetra no mar.
1.6. O plástico foi, na sua conceção, produzido para não se degradar. Contudo, apesar do
desaparecimento de grandes objetos de plástico durante o tempo, é uma falsa questão, pois eles não
desaparecem, atingindo dimensões cada vez menores até se transformarem em microplásticos e
nanoplásticos.
1.7. Têxteis sintéticos, pneus e sinalética marítima.
1.8. Os microplásticos provocam poluição do litoral e ferimentos nos animais marinhos que se
entrelaçam nas peças maiores e confundem-no, aos pedaços mais pequenos, com comida, o que
pode provocar a sua morte.

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Páginas 324 a 327


1.1.Limite estabelecido para as capturas dirigidas a determinadas espécies, que, de alguma forma, se
encontram ameaçadas (normalmente espécies de elevado valor comercial e alvo de sobrepesca)
e que, por isso, precisam de ser reguladas.
1.2. Carapau e areeiro.
1.3. A necessidade de salvaguardar os stocks, devido à sobre-exploração e a conservação da
natureza.
1.4. Área de pesca: pesca de largo ou longínqua; tecnologia utilizada: pesca industrial.
1.5. (B)
2.1. As amêijoas integram o grupo dos moluscos e são produzidas, de acordo com o documento B,
em águas marítimas.
2.2. O viveiro de Alvor irá produzir duas espécies autóctones que se encontram ameaçadas, o que
permitirá a sua reposição e o restabelecimento da biodiversidade; por outro lado, o viveiro terá a
capacidade de capturar CO2, contribuindo para a melhoria do ambiente.
3.1. I: A – 1; B – c). II: A – 3; B – d). III: A – 2; B – a). IV: A – 4; B – b).
4.1. Costa baixa e arenosa e perigo de erosão muito elevado.
4.2. Lido de Faro.
4.3. Zona lagunar, constituída por numerosas e pequenas ilhotas arenosas, rodeadas por extensos
cordões de areia, envolvidos por canais que ligam ao mar e que permitem a passagem das
embarcações.
4.4. Construção de habitações em sistemas dunares e a diminuição da quantidade de sedimentos
que atingem a costa, devido à ação das barragens e à extração de areias dos rios, que alteram a
quantidade e percurso dos sedimentos, por exemplo.

Páginas 332 a 335


1.1. F; G.
1.2. I. A partir de 1984, a idade média da mulher ao nascimento do primeiro filho foi aumentando,
dos 24 anos (1984) para os 30 anos (2014). Este facto refletiu-se na redução do número médio de
filhos por mulher em idade fértil, com a redução do ISF de 1,8 para 1,25.
II. De 2001 a 2010, verificou-se um aumento do fluxo de imigrantes, geralmente jovens adultos em
idade fértil, que não se repercutiu no aumento do ISF nesse período.
III. Em 1960, a família nuclear, em média, tinha uma dimensão superior a 5 membros (3 filhos e os
pais). Ao longo do período considerado (de 1960 a 2014), verifica-se uma redução acentuada do ISF,

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o que significa que a dimensão média da família nuclear se aproxima dos três membros (1 filho e os
pais).
1.3. (A).
2.1. (B).
2.2. I; III.
3. Estratégia A – a exploração dos recursos energéticos de fontes renováveis:
• a instalação de plataformas flutuantes no mar, ancoradas em profundidade, de modo a aproveitar
os Ventos de Oeste regulares permite o aproveitamento económico da energia eólica offshore;
• o desenvolvimento industrial, associado à construção aerogeradores offshore, tem impactos
positivos na criação de emprego em áreas tecnológicas;
• a instalação de aerogeradores offshore, fomenta o aumento da produção e exportação energética
nacional;
• os dispositivos tecnológicos para a exploração da energia das ondas e correntes oceânicas,
contribuem para reduzir a dependência económica das energias fósseis;
• a exploração da energia das ondas contribui para a criação de serviços diversificados;
• o desenvolvimento do aproveitamento da energia das ondas permitirá dotar o país de empresas
industriais e de serviços com tecnologia, meios e experiência oceânicas;
• o desenvolvimento das energias offshore contribuem para o aproveitamento de outros recursos
oceânicos com potencial económico;
• a instalação de dispositivos, de modo a aproveitar a energia das marés aumenta a autossuficiência
energética de Portugal;
• a exploração dos recursos energéticos no oceano dinamiza a economia azul.
Estratégia B – a exploração de recursos energéticos de fontes não renováveis:
• a exploração dos recursos energéticos não renováveis, como os hidrocarbonetos existentes nos
fundos oceânicos, contribui para reduzir o deficit da balança comercial;
• a exploração dos hidrocarbonetos é estratégico para aumentar as reservas energéticas nacionais;
• a extração do petróleo e do gás natural, existentes no fundo do mar a maiores profundidades,
assume uma relevância económica crescente, sobretudo se se considerar o aumento da procura
destes recursos energéticos;
• a extração de recursos energéticos não renováveis dos fundos oceânicos exige tecnologia avançada
implicando a criação de emprego nas áreas tecnológicas;
• a exploração de hidrocarbonetos nos fundos oceânicos da ZEE portuguesa contribui para reduzir
custos do transporte de energia de longas distâncias;

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• a extração de recursos energéticos não renováveis contribui para aumentar o


autoaprovisionamento energético nacional;
• a extração de petróleo ou gás natural contribui para dinamizar o setor industrial nacional;
• a extração de recursos energéticos vai dinamizar a investigação e o desenvolvimento (I&D);
• a exploração dos recursos energéticos nos fundos oceânicos dinamiza a economia do mar.
4.1. Inverno: chuvas frontais; verão: chuvas convectivas.
4.2. (D).
4.3. Duas das seguintes: II; III; V.
5. (C).
6.1. (A).
6.2. (C).
6.3. Tópicos de resposta:
• águas com menor salinidade, de modo a favorecer a reprodução das espécies;
• águas salgadas e salobras, por favorecerem a variedade de alimentos naturais;
• natureza vasosa dos sedimentos que permitam uma alimentação orgânica das espécies;
• áreas ricas em nutrientes de origem fluvial e marinha, de modo a favorecer uma alimentação
diversificada;
• áreas protegidas da ondulação, de modo a facilitar a instalação de infraestruturas de produção bem
como a
1.2.manutenção diária das mesmas.

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