Influenza
Influenza
INFLUENZA
Infectologia
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Engenharia Reversa
Tópico Frequência
Tratamento de influenza 33%
Influenza: características gerais 18%
Definições: SG e SRAG 14%
Manifestações clínicas de influenza 8%
Quimioprofilaxia 6%
Influenza em gestantes 6%
Fatores de risco 6%
Sinais de agravamento 4%
Influenza e controle de infecção relacionada à assistência à saúde 2%
Complicações de influenza 2%
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Influenza: características gerais
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Vírus influenza
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IVAS x Influenza
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Características gerais
RNA
Influenza
Ortomixiviridae
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Características gerais
Distribuição
global
Influenza
Sazonal
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Características gerais
A
Influenza B
C
D
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Influenza Humanos
B
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Hemaglutinina (H)
INFLUENZA
Neuraminidase (N)
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H
Nomenclatura
N
Influenza A
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Drift antigênico
Drift = à deriva
Fonte: Shuterstock
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Shift antigênico
Drift = à deriva
Atualização anual
de vacinas
Fonte: Shuterstock
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Shift antigênico
Shift = mudança
Fonte: Shuterstock
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Shift antigênico
Shift = Mudança
Epidemias e
Pandemias
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Pandemia de 2009
“Gripe Suína”
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Yamagata
Nomenclatura Linhagens
Victoria
Influenza B
Pouca
variação
antigênica
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Raro
Doença leve
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Influenza A Influenza B Influenza C
Variabilidade
antigênica +++ + -
Potencial para
epidemias +++ + -
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Transmissibilidade
Gotículas Contato
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Transmissibilidade
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CAI NA PROVA
O vírus influenza, pertencente à família Ortomixiviridae, possui RNA de hélice única e se subdivide
em três tipos antigenicamente distintos: A, B e C. Podemos, apenas, ACEITAR que:
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CAI NA PROVA
A) o vírus tipo A é menos suscetível às variações antigênicas, e periodicamente sofre alterações em sua
estrutura genômica, o que contribui para a existência de diversos subtipos.
B) o vírus tipo A é mais suscetível às variações antigênicas, e periodicamente sofre alterações em sua
estrutura genômica, o que contribui para a existência de diversos subtipos.
C) o vírus tipo A é mais suscetível às variações antigênicas, e nunca sofre alterações em sua estrutura
genômica, o que contribui para a existência de diversos subtipos.
D) o vírus tipo A é mais suscetível às variações antigênicas, e periodicamente sofre alterações em sua
estrutura genômica, o que não contribui para a existência de diversos subtipos.
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CAI NA PROVA
Podemos, apenas, ACEITAR que:
A) o vírus tipo A é menos suscetível às variações antigênicas, e periodicamente sofre alterações em sua
estrutura genômica, o que contribui para a existência de diversos subtipos.
B) o vírus tipo A é mais suscetível às variações antigênicas, e periodicamente sofre alterações em sua
estrutura genômica, o que contribui para a existência de diversos subtipos.
C) o vírus tipo A é mais suscetível às variações antigênicas, e nunca sofre alterações em sua estrutura
genômica, o que contribui para a existência de diversos subtipos.
D) o vírus tipo A é mais suscetível às variações antigênicas, e periodicamente sofre alterações em sua
estrutura genômica, o que não contribui para a existência de diversos subtipos.
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Influenza: manifestações clínicas
QUADRO CLÍNICO DE
INFLUENZA Sintomas respiratórios
Sintomas sistêmicos
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QUADRO CLÍNICO
Sintomas Sintomas
respiratórios sistêmicos
Tosse Febre
Dor de
Mialgia
garganta
Coriza Prostração
Disfonia
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Duração dos
7 dias
sintomas
Mais intensa nas
Febre primeiras 48 a
72h
Podem
Tosse/fadiga permanecer por
semanas
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QUADRO CLÍNICO
Em Crianças:
Mais
Febre
prolongada
Rouquidão e Mais
linfadenopatia
cervical frequentes
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QUADRO CLÍNICO
Como diferenciar...
DICA PARA A
PROVA!
Influenza de IVAS?
Influenza de pneumonia
bacteriana?
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QUADRO CLÍNICO
Sintomas de vias
DICA PARA A IVAS aéreas
PROVA! superiores
Diagnóstico
diferencial Sintomas
respiratórios
Influenza
Sintomas
sistêmicos
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QUADRO CLÍNICO
Tosse produtiva
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QUADRO CLÍNICO
Síndrome Gripal
e
Síndrome
Respiratória Aguda
Grave (SRAG)
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Síndrome Gripal
Em crianças < 2 anos:
Febre de Sintomas
início súbito respiratórios
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Complicações de Influenza
Infecções Pneumonia
Exacerbação de
doenças
secundárias viral
crônicas
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CAI NA PROVA
considera-se caso suspeito de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) indivíduo de qualquer
idade com síndrome gripal, na ausência de outro diagnóstico específico, e qualquer um dos
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CAI NA PROVA
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CAI NA PROVA
(...) considera-se caso suspeito de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) indivíduo de qualquer
idade com síndrome gripal, na ausência de outro diagnóstico específico, e qualquer um dos
seguintes sinais de gravidade, EXCETO:
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Influenza: alterações laboratoriais e
radiográficas
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Biologia molecular
É o mais utilizado!
(RT-PCR)
Pesquisa Imunofluorescência
indireta
viral
Pesquisa de
Testes rápidos
antígeno
Sensibilidade
inferior
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Alterações Laboratoriais
Leucopenia (ou
Hemograma leucocitose)
Infiltrado
intersticial
Consolidações:
menos comuns
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Fonte: shutterstock
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Influenza: tratamento
Tratamento Prevenção
Medidas
gerais
Antivirais Imunização Quimioprofilaxia
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TRATAMENTO
Hidratação
Medidas
gerais
Controle
dos Repouso
sintomas
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TRATAMENTO
Dipirona
Medicamentos
Analgésicos
sintomáticos
Paracetamol
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TRATAMENTO Dipirona
Medicamentos
Analgésicos
sintomáticos
Paracetamol
Não utilizar
AAS!
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TRATAMENTO
Não utilizar
AAS!
Risco de
Síndrome de
Reye
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TRATAMENTO
Risco de
Síndrome de
Reye
Síndrome Encefalopatia
rara! e disfunção
hepática
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Terapia
Antiviral
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Com fatores de Tratamento
SIM
risco para imediato
Síndrome Gripal complicações ou
sinais de Tratamento não
Suspeita de agravamento NÃO
indicado*
Influenza
Síndrome
Respiratória Tratamento imediato
Aguda Grave
Gestantes ou
< 19 anos em uso
puérperas até 2 População indígena
Adultos ≥ 60 anos Crianças < 5 anos prolongado de
semanas após o ou aldeada
ácido acetilsalicílico
parto
Pacientes com
Pneumopatias Cardiovasculopatias Nefropatias Hepatopatias
tuberculose
Imunossupressão
Doenças Distúrbios (medicamentos,
Obesidade
hematológicas metabólicos neoplasias,
HIV/aids)
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SINAIS DE AGRAVAMENTO
Em crianças: estridor
inspiratório, bradipneia,
Elevação da creatinina
gemidos expiratórios,
acima de 2,0 mg/dL
exacerbação dos sintomas
gastrointestinais
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CAI NA PROVA
A infecção pelo vírus Influenza tem distribuição global e elevada transmissibilidade. Considerando
a Síndrome Gripal e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), é correto afirmar que:
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CAI NA PROVA
A) Persistência da febre por mais de 24h é considerado Sinal de piora do estado clínico.
B) Define-se SRAG por Síndrome Gripal associada a sinais de gravidade como dispneia, desconforto
respiratório, saturação de O₂ menor que 95% ou exacerbação de doença de base preexistente.
C) Define-se como síndrome gripal em adultos, na ausência de outro diagnóstico específico: febre de início
súbito + dor de garganta ou tosse + coriza ou presença de espirros.
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CAI NA PROVA
Considerando a Síndrome Gripal e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), é correto afirmar que:
A) Persistência da febre por mais de 24h é considerado Sinal de piora do estado clínico.
B) Define-se SRAG por Síndrome Gripal associada a sinais de gravidade como dispneia, desconforto
respiratório, saturação de O₂ menor que 95% ou exacerbação de doença de base preexistente.
C) Define-se como síndrome gripal em adultos, na ausência de outro diagnóstico específico: febre de início
súbito + dor de garganta ou tosse + coriza ou presença de espirros.
D) A gestação contraindica radiografia de tórax nos casos de SRAG.
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Medicamentos
antivirais
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Hemaglutinina (H)
INFLUENZA
Neuraminidase (N)
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Oseltamivir
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Zanamivir
Contraindicações:
Adultos e crianças: - Crianças < 5 anos
10mg (duas -Portadores de doença
- Broncoespasmo
inalações de 5mg) respiratória crônica
12/12h por 5 dias - Ventilação mecânica (risco
de obstrução dos circuitos)
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Com fatores de Tratamento
SIM
risco para imediato
Síndrome Gripal complicações ou
sinais de Tratamento não
Suspeita de agravamento NÃO
indicado*
Influenza
Síndrome
Respiratória Tratamento imediato
Aguda Grave
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TERAPIA ANTIMICROBIANA
Associar antibiótico:
Caso grave
Suspeita de infecção
secundária
Corticosteroides
Imunoglobulina
humana
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Quimioprofilaxia
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Prevenção após
Quimioprofilaxia
exposição
Grupos de risco
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QUIMIOPROFILAXIA
75mg 1x/dia
Oseltamivir
10 dias
10mg 1x/dia
Zanamivir
10 dias
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QUIMIOPROFILAXIA
Não vacinados
Profissionais com
contato com
Fatores de risco
secreções sem o uso
de EPI
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QUIMIOPROFILAXIA
Imunossuprimidos
(resposta vacinal
Não vacinados inadequada)
Profissionais com
Fatores de risco
contato com
secreções sem o uso
Residentes de alto risco
de EPI
em casas de longa
permanência (surtos)
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Imunização
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IMUNIZAÇÃO
6 meses a < 6 Profissionais da
> 55 anos
anos saúde
Forças de
Funcionários do
Professores segurança e de
sistema prisional
salvamento
Privados de
Indígenas Doenças crônicas
liberdade
Gestantes e
Imunossupressão
puérperas
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CAI NA PROVA
Mulher de 33 anos, previamente saudável, há dois dias, após viagem de avião, apresenta quadro
de febre de 39,5ºC, astenia, mialgia e artralgia difusa, evoluindo com dispneia intensa e tosse nas
últimas 6 horas. É atendida na sala de emergência consciente, com saturação periférica de
oxigênio de 81% em ar ambiente, esforço respiratório, roncos e estertores crepitantes difusos. A
radiografia de tórax evidenciou opacidades em vidro fosco difusas e consolidações em ambas
bases pulmonares. Hemograma apresenta 12530 leucócitos/mm³, 624 bastonetes/mm³, 5012
segmentados/mm³ e 5763 linfócitos/mm³. Foi instituída ventilação não invasiva. Assinale a
alternativa que representa o tratamento melhor indicado para esta paciente.
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CAI NA PROVA
Assinale a alternativa que representa o tratamento melhor indicado para esta paciente.
A) Oseltamivir
B) Levofloxacino
C) Amoxicilina+ácido clavulânico.
D) Ceftriaxona+claritromicina.
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CAI NA PROVA
Assinale a alternativa que representa o tratamento melhor indicado para esta paciente.
A) Oseltamivir
B) Levofloxacino
C) Amoxicilina+ácido clavulânico.
D) Ceftriaxona+claritromicina.
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Influenza em gestantes
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Tratar sempre!
Radiografia em caso
de suspeita de
pneumonia ou outras
complicações
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Influenza e controle de infecção
relacionada à assistência à saúde
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7 dias
Precaução
e
padrão e para
24h sem febre e
gotículas sintomas respiratórios
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Fases de uma pandemia e
medidas para seu enfrentamento
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Previsão de pandemia Fase Descrição Ações recomendadas
Média para alta Fase 4 Presença de transmissão entre Controlar os
humanos de vírus animal ou pequenos focos da doença
recombinante (animal + humano) e implementar medidas
causando pequenos surtos preventivas, incluindo o
comunitários. desenvolvimento de
vacinas.
Alta para certa Fase 5 O vírus detectado causou surtos Maximizar esforços
sustentados em dois ou mais países para conter ou postergar a
em uma única região da OMS*. disseminação viral.
Pandemia em progresso Fase 6 Surgimento de surtos Minimizar o impacto
comunitários em pelo menos um país da pandemia
de outra região da OMS.
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Fase Descrição Ações recomendadas
Período pós-pico Incidência de casos de influenza Revisar planejamento,
pandêmica encontra-se abaixo do nível reestabelecer estoque de
do pico pandêmico. recursos e reorganizar
serviços essenciais.
Período pós-pandêmico Incidência de casos de influenza Avaliar a resposta à
retorna aos níveis sazonais. pandemia compartilhar as
lições aprendidas.
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CAI NA PROVA
A figura abaixo representa as fases da Influenza Pandêmica de 2009 estabelecidas pela
Organização Mundial da Saúde (OMS). Atualmente, a fase de alerta pandêmico para H1N1 é a de
pós-pandemia (conforme imagem no caderno de questões). Considerando a figura e as
informações apresentadas, assinale a alternativa correta sobre o estado de preparação e resposta
à pandemia de H1N1.
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CAI NA PROVA
A. Na fase 3, a transmissão direta de pessoa a pessoa do vírus recombinante já é suficiente,
segundo a OMS, para sustentar surtos em comunidades.
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CAI NA PROVA
B. Na fase 4, a OMS realiza o desenvolvimento e a distribuição de insumos voltados para a
produção de vacinas específicas para controle da pandemia.
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CAI NA PROVA
C. Na fase 5, a maioria dos países está sob risco de ocorrência dessa doença e, por essa razão,
ela é considerada como pandêmica pela OMS.
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CAI NA PROVA
D. Na fase 6, a OMS agiliza todo o processo de revisão da disseminação do vírus, por meio de
transmissão direta, para controle de pandemia.
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CAI NA PROVA
Considerando a figura e as informações apresentadas, assinale a alternativa correta sobre o estado
de preparação e resposta à pandemia de H1N1.
A. Na fase 3, a transmissão direta de pessoa a pessoa do vírus recombinante já é suficiente,
segundo a OMS, para sustentar surtos em comunidades.
B. Na fase 4, a OMS realiza o desenvolvimento e a distribuição de insumos voltados para a
produção de vacinas específicas para controle da pandemia.
C. Na fase 5, a maioria dos países está sob risco de ocorrência dessa doença e, por essa razão,
ela é considerada como pandêmica pela OMS.
D. Na fase 6, a OMS agiliza todo o processo de revisão da disseminação do vírus, por meio de
transmissão direta, para controle de pandemia.
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