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Material Complementar - Período Helenístico

O documento aborda a importância da filosofia helenística, destacando a busca pela felicidade e a construção da identidade individual. Explora as principais escolas filosóficas desse período, como o epicurismo e o estoicismo, e suas visões sobre a felicidade e a ética. Também menciona o ceticismo e o ecletismo como reações às incertezas do conhecimento humano.
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Material Complementar - Período Helenístico

O documento aborda a importância da filosofia helenística, destacando a busca pela felicidade e a construção da identidade individual. Explora as principais escolas filosóficas desse período, como o epicurismo e o estoicismo, e suas visões sobre a felicidade e a ética. Também menciona o ceticismo e o ecletismo como reações às incertezas do conhecimento humano.
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Filosofia , gra mn A Historia da Filosofia ewci0 5] 04 | (Periodo Helenistico) y Objetivos + Entender a importéncia dos valores no processo de construcéo da identidade dos individuos; + Entender arelacdo entre felcidade efilosoia, problematizando-a xiste mesmo uma relacio entre felicdade efilosofia? + Compreender que a vida feliz uma construcao nossa de cada dia; * Compreender que o amor e a sabedoria podem nos conduzir | porcaminhos de infinitas descobertas, conferindo maior a nossa experiencia; + Entender a felicidade como satisfaga0 dos desejos; * Identificar e diferenciar as concepcbes filosoficas epicurista e estoica sobre a felcidade; + Analisar as discuss6es a0 longo da historia do pensamento filosfico sobre os grandes temas da vida e a vis80 ingénua do mundo moderno. Periodo Helenistico 6 (do séc. Ill a.C. ao séc. VI d.C.) ¢ um periodo pouco estudado e multas obras se perderam 3| Helenismo significa a influéncia da cultura grega em todo Mediterraneo Oriental e no Oriente devido & expansao militar do ® | Império Macedinico, efetuada por Alexandre Magno. O Periodo | Helenistco caracterizou-se por um processo de interacao entre 3 2 cultura grega clssica ea cultura dos povos orientais conquistados. Alexandre Magno (0 Grande, como ficou conhecido) foi lum grande guerreiro e estrategista militar. 6ra macedénio como seu mestre, Aristoteles. Em dez anos, conquistou um dos maiores impérios de toda a Antiguidade e tentou formar uma unidade cultural a partir da Grécia: mesma lingua, moeda e cultura. O imperio {oi curto, mas a influéncia da cultura grega permaneceu por toda a regido da Mesopotamia, Egito, Asia, Europa. Na historia da filosofia, a producéo filos6fica do Periodo Helenistico corresponde basicamente & continuacdo das atividades das escolas platénica (Academia) e aristotéica (Liceu), dirigidas, respectivamente, pelos discipulos dos dois grandes mestres, Plato e Aristoteles. Nao havia grandes mestres. O importante era acorrente filos6fica da qual o pensador estava vinculado e nao propriamente sua originalidade e criatividade. Perde-se o cardter argumentativo, olémico e critico das origens da filosofia grega. £ um periodo em ue se misturam e sintetizam varias correntes de pensamentos. A influéncia das escolas flos6ficas desse periodo chega a0 Império Romano, © grande centro cultural do Helenismo foi em Alexandria, no Egito, que era uma cidade cosmopolta, unindo gregos, judeus e egipcios. A intensa producdo cientificavalorizava as ciéncias natures, sendo avancada nas areas de matemitica, geometra, medicina, linguagem, astronomia e geografia. A producéo cientfca de Alexandria contribuiu fortemente para a céncia da Antiguidade, Como fim da pélis grega, apds a conquista de Alexandre, 0 homem grego perdeu sua principal referencia ético-politica: a vida na comunidade, a5 leis, as tradigdes e praticas culturais. Embora (© mundo fosse grego, o homem grego sentia-se sem raiz, pois sua referéncia basica era a cidade e essa havia perdido forca para © império centralizado. Era preciso desenvolver uma ética forte, com conteidos praticos e novas referéncias: regras de conduta, apontando 0 caminho em busca da felicidade pessoal nesse novo contexto de varias cultura. Digitalizado com CamScanner Filosofia Citwcias HuMANAS E SUAS TECNOLOGIAS Esse perlodo ¢ muito importante para nos ocidentais, pois, é ‘ periodo entre transcdo entre Antiguidade Classica eIdade Média Crista, quando se da a formacéo da tradicdo cultural da qual nés fazemos parte e somos herdeios até hoje: d3-se 0 encontro entre © mundo greco-romano e a cultura judaico-crista Depois da morte de Platdo e de Aristételes e do advento do helenismo com Alexandre Magno, a filosofia helenista muda consideravelmente. rumo das suas investigacbes, eas novasescolas filossficas buscam responder como orientar a vida para encontrar a verdadeira Felicidade, em uma forma de organizacao poltico, social, na qual os interesses coletivos cedem lugar aos interesses prvados, e o conceito de cidadao desaparece, dando origem a0 Conceito de individuo. Ocupam-se com questdes acerca daética, do conhecimento humano e das relacBes entre o homem ea natureza, {ede ambos com Deus. Apareceram aspectos misticos erelgiosos no ppensamento flosfic, ifluenciados pelo contato com o Oriente. esse periodo, as principas escolas flosdficas que se destacam e vio influenciar 0 mundo ocidental da época sao: ‘epicursmo, estos, ceticsmo (ou pirronism),edetismoe cnismo. > Epicurismo: Fundado por Epicure de Samos (341-270 .C), na cidade de Atenas em 306. lese manteve por mals deseisséculos ‘ese propagou depois a Roma e Oriente, De seus escitosestaram somente alguns fragmentos: mdsimas capita, Cartas e Sobre 2 ‘Natureza, Propuna que oer humano deve buscar o paz pois, segundo el, 0 prazer 0 principio eo fim de uma vida fez. No entanto,distnguia dois gtandes grupos de prazeres. No primeiro ‘grupo estavam os prazeres mais duradoutos, que encantam 0 espitto, como a boa conversagéo, a contemplacSo das arte, a auto da misica etc. No segundo grupo estavam os prazeres ‘mais imediatos, muitos dos quais movidos pela exploséo das pais e que, 20 final, poderiam resutarem dor esofrimento, Mos ara destrutrmos os grandes prazeres do inteleto precsamos aprender a dominar os prazeresexagerados da paxo: 0s mesos, ‘sapegos, a cobica a inveja. Os epcurtas buscavem a ataraxia, termo grego usado para designar o estado de ausénca da dr, de uietude,serenidade eimperturbabidade da alma. © epicurismo muitas vezes ¢ confundido com um tipo de hedonismo marcado pela procura desenfreada dos prazeres mundanos. No entanto, 0 que 0 epicurismo defende € uma administracao racional e equlibrada do prazer, evitando ceder aos desejosinsacidveis que, inevitavelmente, terminam no sofrimento; tenquanto que o hedonismo também defende a busca do prazer, ‘mas nao diferencia 0s tipos de prazeres. Para Epicuro, aflosofia tem a miss3o de libertar o homem das turbuléncias que o agitam. “Deves seni & filosofia s6 para alcancar a verdadeira liberdade”. O que perturba o ser humano 80 quatro erros, dos quais ele se lberta s6 quando os domina e reconhece que so somente opinibes. Sdo eles: temor dos deuses, ‘medo da morte, &nsia dos prazeres, tristeza pelas dores. A filosofia 1nos oferece 0s quatros remédios para desprendermo-nos desses eros, por meio de um verdadeiro conhecimento do mundo e uma verdadeira doutrina da natureza. Epicuro identificou 0 medo da morte como uma das principas fontes de todos os medos. Para combate-lo, desenvolveu ‘um argumento interessante: “Acostuma-te &ideia de que a morte para nés n3o nada, visto que todo bem e todo mal residem nas sensacGes,e ‘amort ¢justamente a privagSo das sensacoes. A consciéncia clara de que a morte ndo significa nada para nés proporciona a fru da vida efémera, sem querer acrescentarshe tempo infiitoe eliminando o desejo de imortaldade Nao existe nada de terrivel na vida para quem esta perfeitamente convencido de que ndo hé nada de terrivel ‘em deixar de vver. € tolo, portanto, quem diz ter medo da morte, no porque a chegada desta ihe traré sofrimento, mas porque 0 aflige a propria espera: aquilo que nos perturba quando presente no deveria afligi-nos enquanto ‘std sendo esperado, Ent3o, mas terivel de todos 0s males, a morte, nBo significa nada para nés,justamente porque, quando estamos Vivos, a morte que néo est4 presente; ao contrério, quando ‘a morte esta presente, nés & que nao estamos” CUNO. Carta sobre fede (a Mereceu, 27 28. Taduoe apresenta0 de Aha Lorecrs a Erao el Carta Sto Paulo, Unerp, 2002 > Estoicismo: 0 estoicismo ¢ a corrente filosofica de maior influéncia em seu tempo. Fol fundada por Zendo de Citio (336-263 aC), localidade da ia de Chipre. Os representantes desta escola, conhecidos como estocos,~ tis como: Séneca (6-65 dC), o preceptor de Nero; Epieteto(50-1384.C),escravo libero; oimperador Marco Aurélio(121-1804.C. -, detendiam que toda realidade existente é uma realidade racional. Todos os seres, oshomenseanatureza, fazem parte desta realdade.O que charnamos de Deus nada mais € do que a fonte dos princpios que regem a realdade. Integrados 8 natueza, n3o exte para 0 serhumano nenhum outo lugar paairou fugir,além do préprio ‘mundo em que vivemos. Somos deste mundo e, a0 morrer, nos dssolvemos este mundo, Seu ideal de vide, designado pelo termo rego apatheia (que costuma ser mal traduzido por “apatia" era alcancar uma serenidade dante dos acontecimentos fundada na aceitacio da “ei universal do cosmos”, que rege toda a vida Nao dispomos de poderes para alterar, substancialmente, a ordem universal do mundo. Mas, pela filosofia, podemos ‘compreender esta ordem universal e viver segundo ela. Assim, ery vez do prazer dos epicurista, endo propdeo dever da compreens8o como o melhor caminho para a felicidad Ser lve viver segundo nossa propria natureza que, por sua vez, integra a natureza do mundo, No plano ético, os estoicos defendiam uma atitude de austeridade fisca e moral baseada em vitudes, como a resistencia ante 0 sofrimento, a coragem ante 0 perigo, a indiferenca ante {as rquezas materais. 0 ideal perseguido era um estado de plena serenidade para lidar com os sobressaltos da existéncia, fundado 1a [Link]éo dos “princpiosunivesais" que regem toda a via. O estoico deve acetare seguir serenamente e com alegria interior a razdo universal. Dal a maxima estoica: "segue a natureza ‘que ¢ teu guia”. Epicteto resume essa concepcéo de liberdade, afirmando: "Até hoje no howe coisa alguma que me trouxesse impedimento ou coacéo. Por qué? Porque sempre dispus minha vontade segundo a Vontade de Deus. Quer Deus que eu tenha febre? Também eu quero". Ou seia, 0 ideal de lberdade consiste em compreender ess inexorabilidade do universo regido segunde a les do logos ou razdo universal e colocar-se em harmonia con ela, em uma atitude de profunda resignacao da vontade. Fiosofia e Sociologia Digitalizado com CamScanner Citwctas Humanas € suas Tecnotocias Filosofia ~~ ewww ew ewwwewr eee - e- ee - - Como a éticaestoica defende a felicidad como fim que 8 seni i 0 ag human, ea conser sae ‘eudemonista”. > Ceticismo (ou Pirronismo), de Pirro de Elida (365-275 a.C.) “Segundo suas teorias, nenhum conhecimento & seguro; ‘tudo é incerto. O pirronismo defendia que se deve contentar om as apaténcis das coisas, desiuta 0 imedito captado pelos sentido e vver fel © em paz, em ver de se lancar & busca de uma verdade plena, pois seria impossivel ao homem saber seas cosas so efetnamnente camo aparecem, Asim, 0 pirronismo é considerado uma forma de ceticismo que professa b impossbildade do conhecmento, a oblengio da verdade absoluta. © termo “ceticismo” vem do skepsis, que significa “investigac8o","procura ele quer indicar mals presamente que a sabedoria nao consiste no conhecimento da verdade, mas fasva procuta De fato,oceticsmosustenta que ohomem nao pode conhecer a verdade, mas somente procura-la, Conhecer a verdade compete a Deus; investigé-ta, a0 hhomem. Enistem, pois, duas espécies de sabedoria: uma divina, e ‘outra que consiste na investigacao da verdade. ‘Antes de Platéo e Aristoteles, ja se desenvolvera na Grécia uma orientacdo filosfica essencialmente cética, 0 famoso ‘movimento dos: Ele se revigorou e se difundiu largamente durante o periodo do helenismo, principalmente depois que se ‘tornou a doutrina oficial da escola de Plato, a Academia. Outros expoentes do ceticismo sao Carnéades de Cirene (214-129 a.C.,) e Sexto Empirico (+/- 160 d.C.). > Ecletismo: A palavra “ecletismo” vem do grego ekléktik6s de eklegein: esconder. Hilton Japiassd (1934-2015) e Danilo, ‘Marcondes (1953) definiram 0 ecletismo como um “método, filoséfico que consiste em retirar dos diferentes sistemas de ‘pensamento certos elementos ou teses para difundiios num novo, sistema". Em outras palavras, ecletismo era uma mistura de [roposicbes e teorias filosdficas, nao raro de modo superficial, ‘na qual se buscava captar o melhor dos sistemas filos6ficos. Entende-se por ecletismo, portanto, aatitude filosofica para qual a procura da verdade no se esgota em apenas uma forma sistematica e dedica-se por isso a coordenar e harmonizar entre si ‘elementos de verdade escolhidos em diversos sistemas. Desenvalve-se como reacao 20 ceticismo. Diante do desacordo cada vez mais grave e profundo entre 05 fil6sof0s, 05 céticos, como vimos, tinham perdido totalmente a cconfianga na capacidade da razo humana em atingir a verdade. 38 0s ecéticos, diante dessa sitvacdo, ndojulgaram correto perder 0 nimo, porque, segundo eles, 0 desacordo ¢ sinal de incapacidade da razéo néo para atingir a verdade, mas para abranger a verdade com um tinico olhar Para eles, 0 desacordo dos flbsofos deve-se ao fato de que, Rao podendo a fraca mente humana abarcar toda a verdade com ‘um s6 olhar, um fil6sofo limita a sua investigacao a um aspecto & Couto filésofo a outro aspecto. Assim, estudando aspectos diferentes da realidade, 6 natural que cheguem a conclusées diferentes, Por isso, para se chegar a uma compreens3o adequada das coisas, no se deve confiar em. um s6 fildsofo, mas € necessério Teun a5concluses ds pesausas dos melhores entre eles fo que pprocuram fazer os ecéticos do Periodo Helenstico: para organizarem 'um sistema filos6fico mais completo, reGnem os melhores aspectos das doutrinas de Platdo, Aristételes, Epicuro e Zeno de Citio, TO” Dotnawica que conser a fecdade ou sua busca como fundamento da ‘moral cosierande que émotaentejstificadooconportarenta que conduz ‘ums exitenl fla 111. JABIASSU,Hiton: MARCONDES, Dano. Dini Bisco de Fb, 320, Jorge Zar Eto, Ro de laneo, 2007p. 81 Um dos maires representantes e expoente do eden foo flsofo romano Cleero, rejetando 0 epicurisma, adere a0 pensamento Platdnico, [Link]ém, os padres da lea, apesar {da Enfase dada ao platonsmo na construgso do pensamento cristo, usam elementos vindos também do estoicirno. O ecletismo foi a correte flos6fica que maisinfluenciou os pensadoresbraieios no surgimento das primeias manifestacbes flos6fcas no Bras > Cinismo: 0 term *cinismo" ver do grego kynos, que sigifica cdo", e designa a corrente dos fidsofos que se propuseram a viver como os ees da cidade, sem qualquer propriedade ou conforta, Levavam ao extremo a flosofia de Sécrates, segundo qual ohomem deve procurar conhecer asi mesmo e desprezar todos 0s bens materias. Por isso Didgenes, o pensador mais destacado dessa escola, conhecido como 0 "Socrates demente, ‘v0 "Sécrates ouco”, pois questionava os valorese as tradicbes sociais eprocurava vive estitamente conforme os princpios que considerava moralmente coretos 4 Didgenes também nao tinha apreco pela diferenca entre grego © estrangeiro. Quando the perguntaram qual era sua cidadania, respondeu: sou cosmopolita, palavra grega que significa “cidadso do mundo” GEREN Jaen 121 108. gre edo east ‘aro 1860 Oko tea, 74S 1010 Ha muitas histérias e acontecimentos de sabedoria e humor ra vida desse filésofo que o tornaram uma figura instigante da historia da filosofia. Conta-se, por exemplo, que ele morava em um barrile que, certa ver, Alexandre Magno decidiuvsité-lo. De pé em frente de sua "casa", Alexandre perguntou se havia algo que ele, ‘como imperador, poderia fazer em beneticio do flésofo, Diogenes respondeu prontamente: “sim, podes sar da frente do meu sol.” Diz a lenda que Alexandre, impressionado com 0 desprezo do filsofo pelos bens materiais, comentou: “se eundo fosse Alexandre, queria ser Diégenes” Bone oe (01. (Enem - 1* Aplicagio) Piro afimava que nada é nobre nem vergonhoso, justo ou injusto; e que, da mesma maneia, nada existe do ponto de vista da verdade; que os homens agem apenas segundo a lei € 0 costume, nada sendo mais ito do que aquilo. Ele levou ‘uma vida de acordo com esta doutrina, nada procurand evitar € nao se deviando do que quer que fosse, suportando tudo, cartogas, por exemplo, precipcio, ces, nada deixando 20 abitio dos sentidos, LAER, Dis sentences ces soos tse. rasa: EdtraUnB, 1968, © ceticsmo, conforme sugerido no texto, caracteriza-se por ‘A) desprezar quaisquer corwvengdes e obrigagdes da sociedade. 8) alingiro verdadeio prazer como principio €o fim davida feliz. C) defender aindiferenca e a impossibilidade de obter alguma certeza, —_ nnn Filosofia e Sociologia Digitalizado com CamScanner

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