ESCOLA FAMÍLIA AGRÍCOLA ITAPIREMA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL
TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO INTEGRADA AO ENSINO MÉDIO; EIXO
TECNOLÓGICO: RECURSOS NATURAIS HABILITAÇÃO: TÉCNICO EM
AGROPECUÁRIA.
EDUARDA DE LAMARI FELIX DOS SANTOS
PROJETO DE ESTÁGIO VEGETAL
ORIENTADORA: SUZANA LUZIA BENDER SOUZA
JI-PARANÁ (RO)
2025
EDUARDA DE LAMARI FELIX DOS SANTOS
TEMA: SOJA (Glicina máxima )
Projeto de Estágio Vegetal submetido à
Escola Família Agrícola Itapirema como
parte dos requisitos para obtenção do
grau de Técnico em Agropecuária.
LOCAL:
DATA:
CARGA HORÁRIA: 80 HORAS
JI-PARANÁ (RO)
2025
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JUSTIFICATIVA
A soja (Glycine max) é uma das culturas agrícolas mais importantes do mundo
devido à sua ampla utilização na alimentação humana e animal, além de ser uma fonte
essencial de proteína vegetal e óleo, a mesma possui um papel central na segurança
alimentar, e sua produção é crucial para atender à demanda crescente por alimentos e
produtos derivados. Nos últimos anos, o Brasil consolidou-se como um dos maiores
produtores e exportadores de soja. IBGE, (2023).
A cultura se torna ainda mais relevante quando se trata da economia vinda da
agropecuária, a última safra movimentou cerca de 348.661.338 Mil Reais no país e
5.003.640 Mil Reais no estado. A soja também se tornou referência nos estudos
agronômicos, com diversas variedades da planta sempre aumentando a produtividade e
resistência da mesma. Colussi, (2016).
Diante desse cenário que só cresce, torna-se essencial para um profissional
agrícola estudar e compreender os diversos aspectos relacionados ao cultivo, manejo,
processamento e comercialização da soja. O aprofundamento dos conhecimentos sobre
a planta permitirá identificar oportunidades de melhoria nas práticas agrícolas e maior
produtividade.
Portanto, o desenvolvimento deste trabalho de estágio contribuirá não apenas
para a formação acadêmica da alternante, mas também para a geração de conhecimentos
que podem ser aplicados no mercado de trabalho ou em seu futuro acadêmico.
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OBJETIVO GERAL
Obter conhecimento prático e teórico sobre a cultura da soja e seus processos
agrícolas.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Identificar se a ataque de pragas e doenças e as formas de controle;
Participar do processo de colheita;
Reconhecer os estádios fenológicos em que a cultivar se encontra;
Identificar os maquinários utilizados no processo de plantio e colheita da
cultivar;
Relatar como é realizado o plantio;
Identificar se há e quais são as taxas de perdas da safra;
Estimar a produção média por ha;
Identificar as cultivares utilizadas no plantio;
Questionar como é realizada a comercialização;
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PROBLEMÁTICA
As mudanças climáticas tem sido palco de muitos debates, se tornando cada
vez mais difícil prever o tempo, causando grandes prejuízos aos agricultores,
considerando que a maioria conta com as chuvas para a irrigação das lavouras. No ano
de 2024 acompanhamos o fenômeno el niño (aquecimento das águas do Oceano
Pacífico, que resulta na diminuição das chuvas), cujo a produção de soja foi uma das
mais afetadas, mostrando uma perda de mais de 20%. Depois de anos crescendo a safra
da soja apresentou uma baixa, causando perda direta nos produtores e variações de
preços, CONAB (2024). Sendo assim esse trabalho traz como problemática a perda da
produção devido as variações climáticas.
HIPOTESES
Falta de informações climáticas;
Ausência de assistência técnica;
Deficiência no planejamento;
Pouco conhecimento sobre fenômenos climáticos;
Alternância entre períodos chuvoso e secos;
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EMBASAMENTO TEÓRICO
Origem
Segundo Gomes (2023), a soja surgiu ao norte da China por volta dos anos
1100 A.C. era uma das culturas bases utilizadas como alimento, foi introduzida no
ocidente em 1712 d.C. na Europa levados por missionário, inicialmente com o intuito de
decorar os jardins. Gazzoni (2018) afirma que a primeira descrição da planta foi
realizada em 1737 por Linné, chegando nas Américas em 1765 inicialmente nos Estados
Unidos, que popularizou rapidamente dando início a pesquisas sobre a leguminosa.
Chegou no Brasil em 1882 onde Gustavo D’utra efetuou o primeiro cultivo,
que infelizmente fracassou, já que a planta tinha pouca adaptabilidade a temperaturas
quentes. Em 1891 iniciou-se o período de teste de cultivares pelo Instituto Agronômico
de Campinas e o professor universitário Guilherme Minssen que começou os estudos na
Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 1901, conseguiram sucesso somente em
1920 com o primeiro plantio comercial no Rio Grande do Sul. Para regiões como a
nossa e o Cerrado que possuem solo mais ácidos foram necessários alguns anos de
estudo e elaboração de métodos de plantio e novas tecnologias, Gazzoni (2018).
Produção de soja no Brasil
De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) a safra de
soja de 2023/24 teve a produção total de 294,1 milhões de toneladas, com uma baixa de
8% referente a safra anterior, contudo os estudiosos acreditam que essa baixa se teve
devido o fenômeno el niño que atingiu o Brasil. A área estimada de produção é de 78,53
milhões de hectares, sendo a produção média de 3.744 kg/ha. Conforme os dados do
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) em 2023 a produção rendeu ao
país 348.661.338 Mil Reais, tendo como maior produtor o estado do Mato Grosso.
Produção de soja em Rondônia
A produção de soja em Rondônia está concentrada principalmente na capital e
na região de Vilhena. Todos os municípios somaram um montante de 2.131.535
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Toneladas na safra de 2023, rendendo ao estado 5.003.640 Mil Reais, com uma média
de produtividade de 3.617 Kg por Hectare, IBGE (2023). O Governo do Estado de
Rondônia declarou em fevereiro de 2024, que mesmo com o fenômeno el niño o estado
ainda conseguiu manter sua produção média, isso devido ao atraso no plantio de 30% da
safra, que geralmente ocorre em outubro e novembro e aconteceu em dezembro e
janeiro.
Descrição Botânica
A soja é uma leguminosa da família Fabaceae com o crescimento ereto
prostado e germinação epígea, a cultura é uma herbácea com o ciclo anual de 70 a 100
dias, a altura varia de 30 a 200 cm dependendo da cultivar e quantidade de ramificações,
possui um sistema radicular axial com raízes secundárias distribuídas em quatro ordens,
nas raízes ainda é possível encontrar nódulos que fixam nutrientes no solo, ocorrem
devido a simbiose entre a soja e bactérias do gênero Bradirhizobium, através da
inoculação da semente é possível adicionar os rizóbios e outros microorganismos de
maneira artificial, de acordo com Tejo, Fernandes e Buratto (2019) “[...] estas bactérias
promovem a fixação do nitrogênio do ar e o disponibiliza para a planta de forma
assimilável (nitrato) recebendo em troca hidratos de carbono”.
Caule: O caule se desenvolve a partir do eixo embrionário, o número de
ramificações é uma particularidade de cada cultivar. Após o desenvolvimento do
epicótilo são formados os internos onde cada um dará origem a uma folha e na axila
uma gema lateral que pode se tornar uma inflorescência, Silva et al (2022). Ele pode ser
classificado como herbáceo, ereto, pubescente e ramificado, seu crescimento é ortótropo
(crescimento vertical) a menos que seja influenciado por algum elemento, como a falta
de luz, Tejo, Fernandes e Buratto (2019).
Folha: Durante as fases da soja ela apresenta 3 tipos de folhas. As
cotiledonares (primeiras folhas da planta), as unifolioladas (presentes também no
estágio inicial), as trifolioladas, essas folas se mantêm até a inflorescência, Tejo,
Fernandes e Buratto (2019). É possível observar o crescimento de plófilos ou lígula na
lateral de cada ramo, responsável pela proteção da gema lateral, Silva et al (2022).
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Flor: A floração da cultura é desenvolvida nos racemos, terminais ou axilares,
podem apresentar duas colorações; branca e púrpura variando de acordo com a cultivar
escolhida, são consideradas flores completas, pois possuem órgão feminino e/ou
masculinos protegidos pela corola e o cálice. A abertura floral ocorre geralmente pela
manhã, mas pode varia de acordo com a umidade e temperatura do local, Chitolina
(2023).
Fruto: O fruto da planta é um legume comumente (ou vagem) com o ovário
totalmente desenvolvido, o tamanho varia de a cordo com a cultivar ou condições
climáticas, geralmente se encontra em uma média 2 a 7 cm de comprimento e 1 a 2 cm
de largura quando maduro, Tejo, Fernandes e Buratto (2019). Tem uma forma achatada
e suas cores variam entre cinza, amarelo-palha ou preta, cada vagem tem cerca de 5
grãos e a produção pode alcançar até 400 grãos por planta, Chitolina (2023).
Imagem 01: Morfologia da Soja
Fonte: V. R. Angelo, (2016).
Exigências endo climáticas
A soja se adapta bem a diversos climas, tendo preferência no clima tropical e
subtropical, com uma temperatura média de 20 a 35º C. a disponibilidade de água é um
fator limitante para o porte que a planta atingirá, sendo necessário de 700 a 1200 mm.
Tem baixa resistência ao frio e geadas, porém as geadas são benéficas em época de
vazio sanitário já que ajuda na erradicação da ferrugem, Bisinella e Simonetti (2017).
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Solo
A soja é uma cultura que reage muito bem a adubação, sendo assim a
fertilidade do solo se torna um fator de pouca importância, porém expressa maior
produção em solos férteis, argilosos e bem drenados, o cultivo em solos arenosos pobres
também é possível, mas pode apresentar problemas com a germinação. Não é indicado
em plantio em áreas que o declive seja maior que 12%, já que essa cultuara utiliza de
vários maquinários e isso pode vir a se tornar um fator limitante na hora da colheita,
Heiffig-Del Aguila, (2018).
Estádios Fenológicos
Segundo Neumaier et al (2020) os estádios fenológicos são as classificações do
crescimento das plantas, na soja é possível observar os estádios vegetativos (V) e
reprodutivos (R). os estádios vegetativos é onde ocorre o desenvolvimento do caule,
folhas e ramos, iniciam com o VE, onde acontece a emergência da planta até o
surgimento dos cotiledôneos, no estádio VC podemos observar o desenvolvimento do
cotiledôneos, que ficam totalmente expandidos, os demais estádios são nomeados por
números e classificados a partir do surgimento de folhas e nós.
Quadro 01: demonstração dos estádios fenológicos V1 ao VN da cultura da soja.
Denominaçã
Estádio Descrição
o
V1 Primeiro nó Folhas unifolioladas completamente desenvolvidas
V2 Segundo nó Primeira folha trifoliolada completamente desenvolvida
V3 Terceiro nó Segunda folha trifoliolada completamente desenvolvida
V4 Quarto nó Terceira folha trifoliolada completamente desenvolvida
V5 Quinto nó Quarta folha trifoliolada completamente desenvolvida
V6 Sexto nó Quinta folha trifoliolada completamente desenvolvida
Ante-enésima folha trifoliolada completamente
VN Enésimo nó
desenvolvida
Fonte: adaptado de Fehr e Caviness (1977), apud Neumaier et al (2020).
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Os estádios reprodutivos iniciam com a floração e terminam com a maturação
do fruto, são divididos em oito estádios que descrevem o desenvolvimento das vagens,
desenvolvimento dos grãos e maturação da planta, Thomas (2018).
Imagem 02: estádios fenológicos vegetativos da soja.
Fonte: BRASMAX, (2020).
Quadro 02: demonstração dos estádios fenológicos R1 ao R8 da cultura da soja.
Estádio Denominação Descrição
R1 Início do florescimento Uma flor aberta em qualquer nó do caule
Uma flor aberta em um dos dois últimos nós do
R2 Florescimento pleno caule com folha desenvolvida. Flores nos quatro
últimos nós do caule com folha desenvolvida
Início da formação de Um legume com 5 mm num dos quatro últimos
R3
legumes nós R4 do caule com folha desenvolvida
Um legume com 2 cm num dos quatro últimos
R4 Formação de legumes
nós do caule com folha desenvolvida
Início do enchimento Grãos com 3 mm num legume dos quatro
R5
de grãos últimos nós do caule com folha desenvolvida
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Legume contendo ao menos um grão verde que
Máximo volume de ocupa toda a cavidade, num dos quatro últimos
R6
grãos nós do caule com folha desenvolvida, apresenta
o teor de umidade de 70 a 85% nos grãos
Um legume normal, no caule, que atingiu a cor
R7 Maturação fisiológica de legume maduro, teor de umidade menor que
50%.
95% dos legumes atingiram a cor de legume
R8 Maturação maduro (perda total da clorofila), teor de
umidade menor que 30%.
Fonte: Adaptado de Thomás (2018) apud Fehr & Caviness, 1977
Imagem 03: estádios fenológicos reprodutivos da soja.
Fonte: BRASMAX, (2020).
Principais cultivares
A soja tem uma variedade de cultivares, sempre buscando o melhoramento
genético, maior produção, resistência a pragas e doenças ou adaptabilidade, a soja
convencional (não transgênica) costuma ter um valor mais agregado na hora da venda,
segundo Barros (2019).
A empresa Monsoy em 2020 lançou algumas variedades como:
M6210 IPRO: com uma maturação de 6.2 a cor da flor roxa e comprimento de
96 cm esse cultivar é excelente para segunda safra dado a sua precocidade, é uma
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variedade com baixa resistência, somente em pústula bacteriana, a época de plantio
ideal é de setembro a outubro.
M7110 IPRO: com boa adaptação geográfica essa variedade traz uma
maturação de 6.8 com a flor roxa e uma altura média de 71 cm, é resistente mancha do
olho de rã e pústula bacteriana, apresenta uma precocidade que facilita um segunda
safra e a melhor época para plantio é de outubro a novembro.
A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), também é
responsável por lançamentos de algumas cultivares convencionais de soja, dentre eles se
destacam o lançamento de 2019 como:
A BRS 232 demonstra valores de proteínas acima de 40% e 19% de teor médio
de óleo, sua altura média varia de 65 a 93 cm, sua flor tem a coloração roxa e o período
ideal para o plantio é de outubro a novembro, é resistente ao mosaico comum da soja
Cancro da haste, Mancha “olho-de-rã” e Podridão parda da haste, essa planta exige uma
fertilidade do solo de média a alta para atingir o máximo de produção.
BRS 284: essa variedade se destaque devido ao seu potencial produtivo e ciclo
precoce que viabiliza a safrinha do milho, apresenta um valor proteico maior que 35% e
23% de teor de óleo, com a altura média de 90 cm e a flor de cor roxa essa cultivar é
resistente Cancro da haste, Mancha “olho-de-rã” e Podridão parda da haste. A época de
plantio varia de acordo com a altitude do local, de forma geral o plantio pode ser feito
de setembro a novembro.
Plantio
Conforme Câmara escreveu em 2022, a etapa do plantio inicia com o preparo
da área agrícola, no caso da soja é indicado nos solos brasileiros realizar o plantio direto
(sem aragem), devido a cobertura morta disponível da safra anterior reduzir a ocorrência
de pragas, ajudar na ciclagem de nutrientes, a conservação da vida microbiana e redução
de custos. Segundo Franchini, Debiasi, Junior (2020), a rotação e sucessão de culturas
também é recomendado para a planta, já que beneficia o solo, evita o esgotamento de
nutriente e diminui a incidência de pragas e doenças, consequentemente diminuindo os
gastos em insumos.
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O mesmo autor ainda afirma que a semeadura ocorre pelos meses de setembro
a novembro. A densidades de plantas varia de 400 mil a 350 mil por ha tendo em torno
10 a 15 plantas por metro linear, a semente é depositada de 3 a 5 cm no solo, com
espaçamento entre plantas de 10X10 cm. Geralmente de forma mecânica depositando a
semente no solo, Alves et al, (2023).
Adubação
A adubação consiste no ato de fornecer de forma orgânica ou química os
macros e micronutrientes do solo necessários para um bom desenvolvimento das
plantas. Como fonte de macronutrientes geralmente é usado a adubação NPK,
(Nitrogênio, Fósforo e Potássio), (Malta et al., 2019).
A adubação nitrogenada não é indicada para a cultura da soja, pois a mesma já
possui a fixação biológica de nitrogênio no solo, as demais adubações são realizadas de
acordo com o resultado da análise de solo Comissão de química e fertilidade do solo do
RS e SC (2016) indica valores a partir da tabela de recomendação abaixo:
De acordo com Comissão de química e fertilidade do solo do RS e SC (2016),
como fonte de micronutrientes tem se mostrado eficaz a aplicação de molibdênio 12 e
25 g de Mo/ha, via semente, ou entre 25 e 50 g de Mo/ha, via foliar, somente após 35
dia da emergência, em solos arenosos as dosagens devem ser maiores, ao realizar uma
integração com pastagens é importante fazer o acompanhamento do teor de molibdênio
no solo.
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Pragas e doenças
A prevenção e o controle contra as pragas e doenças são essenciais para uma
produção lucrativa, já que as mesmas diminuem a qualidade do produto, reduz o volume
de produção e pode levar a perda total das plantas, causando um enorme prejuízo para o
produtor, Barros et al, (2019).
Ferrugem Asiática: causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi Syd. & P. Syd.
a ferrugem asiática é uma das doenças mais severas da cultura da soja, a enfermidade
influencia diretamente na produtividade, já que a mesma reduz o número de vagens e
grão da planta. Seus sintomas são lesões em pontos verde-acinzentadas, bronzeadas a
marrom-escuras ou marrom-avermelhadas. A disseminação da ferrugem é feita
unicamente através da dispersão dos uredosporos pelo vento. Seu controle é feito
através de práticas culturais, como o vazio sanitário e defensivos químicos com o
Absoluto fix, Silva, (2019).
Imagem 04: Lesão RB (marrom-avermelhado) em cultivar de soja causada pela doença ferrugem-
asiática.
Fonte: R. M. Soares, (2021).
Antracnose: contaminando em todos os estágios da soja a antracnose é
causada pelo fungo por Colletotrichum dematium var. truncata, e apresenta sintomas
bem parecido com a ferrugem, sendo pontos pretos em toda a planta que vão crescendo
conforme a doença vai evoluindo, ao atingir a semente impede a germinação podendo
matar a planta ainda jovem, a alta população de plantas torna um ambiente mais
favorável para a proliferação a doença. O controle indicado é a rotação de culturas,
variedades resistentes e defensivos químicos como Blavity®, BRASMAX, (2020).
Imagem 05: vagem contaminada com antracnose.
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Fonte: fundação Rio Verde, (2015).
Oídio: uma das doenças mais antigas da soja, o Oídio é causado pelo
Microsphaera diffusa que precisa de células vivas para se multiplicar, pode reduzir até
40% da produção, sua incidência maior ocorre em épocas de estiagem, o fungo cria uma
fina camada sobre a folha formando pontos brancos até se espalhar por toda a área foliar
e causando a queda da folha. O controle do fungo é complicado, já que o vento espalha
facilmente os esporos e os defensivos agrícolas tem um alto custo, é indicado sempre
procurar cultivares resistentes e casa ainda haja incidência da doença pode ser utilizado
o fungicida triazóis, Junior et al (2023).
Imagem 06: folha de soja contaminada com Oídio.
Fonte: C. V Godoy, (2005).
Percevejo marrom: O percevejo marrom é predominante em regiões tropicais
e subtropicais, tem 11 mm de comprimento, e seus ovos são depositados nas folhas da
planta. Ele se alimenta da seiva da soja limitando a sua produção, também injeta suas
toxinas na mesma a deixado doente, seu principal sintoma e a senescência das folhas.
Pode ser controlado com o inseticida químico Imidacloprid Nortox Cipermetrina Nortox
250 EC, Franco, (2018).
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Imagem 07: percevejo-marrom (E. heros)
Fonte: BRASMAX, (2023)
Mosca Branca: A mosca branca tem a coloração amarela-pálido, e na sua fase
adulta mede por volta de 1 a 2 mm, sendo a fêmea maior que o macho, se desenvolve
melhor no período da seca e pode colocar de 100 a 300 ovos por dia, elas se alimentam
da seiva da planta, injetando sua saliva dentro da soja, transmitindo assim necrose-da-
haste, suas fezes também são prejudiciais, uma vez que interferem no processo de
fotossíntese da mesma. É um inseto difícil de combater, exigindo um intenso
monitoramento agregado com os inseticidas Privilege®, Junior et al, (2023).
Imagem 08: B. Tabaci
Fonte: C. Lopes
Tripes: Pode chegar até 2 mm de comprimento, possui a coloração de amarelo
claro a marrom e assas estreitas. Podem ser encontrados na face inferior das folhas, nas
flores e hastes da soja, essa espécie insere seus ovos nos tecidos da planta, quando os
ovos eclodem as ninfas se alimentam dos tecidos, trazendo as folhas uma coloração
amarronzada que lembra queimadura de sol, sendo esse um dos principais sintomas da
praga. O inseto ainda pode ser transmissor do vírus queima-do-broto, onde poucos
insetos são suficientes para contaminar diversas plantas. Como formas de prevenção é
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ideal sempre realizar o monitoramento diário para localização precoce dos insetos, o
controle pode ser realizado com a utilização de iscas colante azuis, incineração das
plantas contaminadas e o defensivo agrícola Acefato, Andrade, (2024).
Imagem 09: inseto Tripes (Tisanoptera)
Fonte: Monteiro, 2010
Práticas Agrícolas
Rotação de Culturas: Essa técnica consiste na plantação em quadrados e
variando a cultura conforme o fim do cultivo. Evita o desgaste do solo, considerando
que cada planta terá sua necessidade de nutrientes, ao rodar as culturas o solo terá tempo
de se recompor até que aquele nutriente seja necessário de novo, é muito utilizada na
soja como forma de evitar a incidência de pragas e doenças, Quevedo et al, (2022).
Plantio Direto: O plantio direto é realizado após o fim da primeira safra e sem
nenhum tipo de gradagem e revolvimento mínimo do solo, o plantio da próxima safra é
feito. Nessa técnica o solo precisa estar sempre coberto, para evitar erosão ou degaste,
por isso se utiliza o plantio direto, com intuito de sempre manter o solo protegido por
alguma cobertura morta. Na cultura da soja essa técnica é muito indica, mas devido ao
trânsito constante de maquinários pesados pode haver perdas na germinação, Girardello
et al, (2017).
Controle de plantas daninhas: É classificado como planta daninha qualquer
planta que não seja desejada na área de plantio, um empasse em diversas culturas ainda
mais na soja que apresenta baixa competividade, tornando assim extremamente
importante realizar o manejo adequado para que não cause danos, as mesmas podem
diminuir a produção, reduzir a qualidade dos grãos e transmitir doenças, o controle
geralmente é feito com herbicidas químicos, Agostinetto et al, (2015).
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Vazio Sanitário
O vazio sanitário na cultura da soja é uma das medidas fitossanitária mais
importante no controle da ferrugem asiática, atualmente conta com um período de 90
dias em que o produtor não pode semear ou manter plantas de soja, seja em qualquer
fase de seu ciclo fenológico em sua propriedade, essa prática tem como objetivo reduzir
o inóculo de doenças, Groote et al, (2024). O último vazio sanitário realizado em 2024
em Rondônia iniciou no dia 10 de julho de 2024 e finalizou 10 de setembro de 2024, o
não cumprimento do mesmo está sujeito a multas de até 50.000,00 reais, de acordo com
o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), (2024).
Colheita
A colheita da soja é feita após a maturação, pode ser visualizada através da
coloração marrom. Quando a maturação ocorre de maneira natural (sem interferência de
aditivos químicos) a matéria seca e teores de água se encontram em torno de 55%, esse
fator dificulta a colheita de forma mecanizada, já que o alto teor de umidade pode
acarretar problemas no maquinário, devido a isso os produtores começaram a fazer o
uso de herbicidas, como Paraquat e Glufosinato de Amônio para dessecar a planta,
fazendo com que o grão atinja a umidade de 12 a 14% evitando possíveis danos
mecânicos, Kamphorst; Paulus, (2019).
A colheita é dividida em três principais etapas, cortar: a parte aérea da planta
onde se localiza os grãos, trilhar: separa as parte adicionais dos grãos e limpar: retirar a
massa dos grãos e as impurezas. As duas primeiras etapas se forem feitas de maneira
mecanizada acontecem na colhedora, Tsukahara et al, (2016).
Secagem
Utilizada como forma de evitar o desenvolvimento de bactérias e
microorganismos, “A secagem consiste em um processo simultâneo de transferência de
calor e massa entre o produto e o ar de secagem.” Segundo Ruivo (2018), que acontece
em uma estufa de circulação de ar onde grão é exposto a temperaturas maiores que 70º
C. Esse processo auxilia no transporte e comercialização do produto, Botelho et al,
(2015).
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Imagem 10: demonstração de um silo agrícola utilizado para secagem dos grãos
Fonte: Revista Cultivar, (2020)
Comercialização
É evidente que hoje o Brasil é o maior produtor de soja do mundo, e essa
cultura é caracterizada como uma commodity, ou seja, seu preço é defino no mercado
internacional, mais precisamente na bolsa de valores de Chicago, atualmente a saca
(aproximadamente 60 Kg) está sendo comercializada a R$ 131,35, Moraes, (2021). Na
safra de 2023 40% da produção nacional foi exportada, não só como grão, mas também
os produtos e subproduto também ganharam seu valor de mercado, CONAB, (2024).
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METODOLOGIA DE PESQUISA
A construção do projeto de estágio vegetal com a temática: Soja foi realizada
por vários mecanismos originados da plataforma “google”, ou seja, da própria internet.
Foram utilizados documentos oficiais do governo, artigos acadêmicos e livros. A
alternante adquiriu imenso conhecimento durante a elaboração da parte escrita do
projeto, apesar de não estar tudo no embasamento, a leitura dos diversos artigos
proporcionou a aluna novas informações que serão abordadas durante o estágio. Para a
escrita do projeto foi utilizado a ferramenta do programa office, Word, posteriormente
será usado outros meios para as outras etapas desse projeto, como caderno para
anotações, um aparelho celular para registro durante o período de estágio e o
Powerpoint, empregado na criação do slide sobre o período do estágio, que será usado
numa apresentação para a banca, no intuito de modo avaliativo.
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CRONOGRAMA E ORÇAMENTO
Quadro 03: cronograma da realização das etapas do projeto.
ATIVIDADE MÊS
Elaboração do projeto Fevereiro
Aprovação do projeto Fevereiro
Realização do estágio Fevereiro e março
Concepção do relatório Março a abril
Aprovação do relatório Abril
Apresentação do estágio Maio
Fonte: E.L.F SANTOS, fevereiro de 2025.
Quadro 04: orçamento de custos durante a realização do projeto.
VALOR VALOR
DESCRIÇÃO QUANTIDADE
UNITÁRIO TOTAL
Impressão do projeto 50 páginas R$ 0,50 R$ 25,00
Custo de transporte 35,6 litros R$ 5,00 R$ 178,00
Alimentação 10 R$ 25,00 R$ 250,00
TOTAL R$ 450,00
Fonte: E.L.F SANTOS, fevereiro de 2024.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
AGOSTINETTO, Dirceu et al. Manejo de plantas daninhas. Cap. 11, p. 234-255 do
livro: A. Soja: do plantio à colheita. Minas Gerais, 2015. Disponível em:
https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/bitstream/doc/1022693/1/CNPTID43073.pdf.
Acesso em: 06 de fevereiro de 2025.
ANDRADE, Danyella Ferreira et al. TRIPES (Thysanoptera: Thripidae) NA
CULTURA DA SOJA. Trabalho de conclusão de curso apresentado ao Instituto
Federal Goiano. Goiás, 2024. Disponível em:
https://repositorio.ifgoiano.edu.br/bitstream/prefix/4657/3/tcc_Danyella%20Ferreira
%20Andrade.pdf. Acesso em: 06 de fevereiro de 2025.
ALVES, Jhemesom et al. ESPAÇAMENTO, DENSIDADE E UNIFORMIDADE
DE SEMEADURA NA PRODUTIVIDADE E CARACTERÍSTICAS
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2023. Disponível em:
https://www.atenas.edu.br/uniatenas/assets/files/magazines/1/ESPACAMENTO__DEN
SIDADE_E_UNIFORMIDADE_DE_SEMEADURA_NA_PRODUTIVIDADE_E_CA
RACTERISTICAS_AGRON%C3%94MICAS_DA_SOJA.pdf. Acesso em: 18 de
fevereiro de 2025.
AZEVEDO, Romûlo. Rondônia mantém produtividade dentro da média nacional
mesmo com reflexos do El Niño afetando o desenvolvimento da soja. Porto Velho
(RO), Portal do Governo do Estado de Rondônia, fevereiro de 2024. Disponível em:
https://rondonia.ro.gov.br/rondonia-mantem-produtividade-dentro-da-media-nacional-
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