Dez mandamentos para que sua redação surpreenda o
leitor.
1-Não escreva dificil,prefira uma linguagem mais
simples;
2- críticas sem fundamento devem ser evitadas. A
análise sobre algo deve ser realizada baseada em fatos,
acontecimentos reais, apontando soluções coerentes
para os problemas levantados;
3-Uso de palavrões, jargões, gírias e coloquialismo é
proibido;
4-A linguagem do MSN ou Facebook, por exemplo, deve
ficar em casa;
5- nunca abrevie palavras, como por exemplo: vc,
qdo, msm, dentre outras;
6- cuidado com a repetição exagerada de palavras.
7- Seja objetivo, claro. Melhor qualidade do que
quantidade;
8- faça um parágrafo para introdução, um para o
desenvolvimento e um para conclusão, pelo menos.
9- não esqueça a cedilha no “c”, o cortado do “t”, o
pingo do “i”, as letras maiúsculas em nomes próprios
se começou um novo argumento, coloque ponto
final e não vírgula.
11- faça a concordância verbal. Se o sujeito está no
plural, o verbo também deverá estar.
12- releia o texto. É impossível tentar organizar melhor
o texto e corrigir os erros sem reler o que se escreveu.
Coloque-se no lugar do leitor.
O QUE É A LEITURA?
A leitura é uma prática social que remete a outros
textos e a outras leituras. O momento
da leitura é quando “[...] colocamos em ação todo o
nosso sistema de valores, crenças,
atitudes que refletem o grupo social em que se deu
nossa sociabilização primária, isto
é, o grupo social em que fomos criados”
A leitura é um processo complexo e abrangente de
decodificação de signos e de compreensão e
intelecçãodo mundo que faz rigorosas exigências ao
cérebro, àmemória e à emoção. Lida com a capacidade
simbólicae com a habilidade de interação mediada pela
palavra.
É um trabalho que envolve signos, frases,
sentenças,
argumentos, provas formais e informais,
objetivos,
intenções, ações e motivações. Envolve,
especificamente,
elementos da linguagem, mas também os da
experiência
de vida dos indivíduos
Para a teórica, a leitura e a escrita são processos
vinculados, pois nossa maneira de
ler e nosso convívio com os/as autores/autoras
dos textos influenciam nosso modo de
escrever, incluindo nosso estilo de escrita.
Ao convivermos em diferentes experiências e
trocas sociais, é possível observar a relação
entre os textos que circulam na sociedade
e o que chamamos de GÊNERO TEXTUAL (ou os
GÊNEROS TEXTUAIS presentes e
atuantes em cada situação).
Essa é uma importante observação para
compreendermos nossa vida social e
praticarmos uma postura crítica diante dos
gêneros que circulam no cotidiano, a fim de
vivermos em uma sociedade mais justa e
solidária
Por exemplo, podemos observar
o crescimento de cartazes e de outdoors
espalhados pelas grandes metrópoles, com
diversas propagandas de escolas particulares de
ensino médio que priorizam um
modo de encarar o mundo como uma grande
arena de competição, perdendo o foco
no ensino-aprendizagem e na formação cidadã.
Podemos listar frases do tipo: “Com
nossa equipe, você chega em primeiro lugar”
“Da escola direto para a universidade”;
“Você: convocado para seu futuro”. Essa forma
de ver a vida social é expressa por meio
da linguagem, o que nos convida, como
especialistas da área, a olhar de modo mais
profundo para essa leitura.
É necessário LER como esse gênero textual
(propaganda)
está, na atualidade, cada vez mais, a serviço de
discursos que marcam relações sociais
por meio de valores baseados em desigualdade e
divisão entre quem está “dentro” e
quem está “fora”, gerando uma série de consequências
para nossa vida social.
Em última instância, podemos “ler” esse texto muito
além do que apenas as palavras
coerentes e sintaticamente coesas representam.
Podemos observar que a publicidade
da sociedade atual valoriza determinadas ideologias
antes não imaginadas:
: competição
no meio escolar, exclusão, separação etc. É a
esse tipo de leitura trimembrada que
chamamos de LEITURA ATIVA, LEITURA
ANALÍTICA E LEITURA CRÍTICA.
Analise a propaganda do cartão de crédito VISA
(com adaptações):
A compreensão de um texto é um processo
complexo, em que interagem diversos
fatores: conhecimentos linguísticos,
conhecimentos prévios a respeito do assunto
tratado, conhecimentos gerais de mundo,
motivação e interesse pela leitura etc
Nessa propaganda do cartão de crédito Visa, por
exemplo, as imagens despertam, na
imaginação do/a leitor/a, algumas evocações da
infância relacionadas à época do Natal.
Isso nos revela o contexto temporal em que essa
propaganda circulou, seu público-alvo
e em que tipo de revista foi veiculada
Vamos discutir a respeito disso? E as cores das
frases? São as mesmas cores
utilizadas na identidade visual do cartão. Como
nada, no meio publicitário, é por acaso
(nem em outras esferas, como na política e até
na educação)
Podemos visualizar
como o poder da linguagem, em interação com as
imagens, é capaz de, primeiramente,
estabelecer um diálogo com o interlocutor (observe
que as frases empregadas são do
senso comum) e, posteriormente, capaz de interagir
com o/a leitor/a, convencendo,
persuadindo, ditando normas etc
Alguns FATORES DE TEXTUALIDADE são
fundamentais para que o/a leitor/a possa
assumir o papel analítico da leitura. São eles:
Conhecimento linguístico:
é preciso conhecer a língua e as normas linguísticas
básicas, como vocabulário, relação entre as frases e os
parágrafos (coesão), organização
sintática e semântica do texto e gênero textual. Para
essa etapa, o uso do dicionário e
da gramática pode ajudar bastante.
Conhecimento prévio:
para desenvolver sua competência de leitura, você
deve
estar atento/a ao/à autor/a do texto, investigando
quem é essa pessoa, qual é sua área
ou sua linha de pesquisa e procurar uma breve
biografia. Essa simples tarefa contribui
muito para sua aproximação ao texto.
Conhecimento partilhado:
E importante você lembrar que vivemos em
sociedade, partilhando valores, crenças e maneiras de
ver o mundo. Aqui, algumas
perguntas podem ajudá-lo: esse texto é de que época
da sociedade? Quais eram os
valores dessa época? O que mudou após esse tempo da
escrita desse texto? ?
Conhecimento partilhado:
Qual
é minha posição social e política diante desse tema?
Ou, ainda, quais são as outras
posições ou abordagens para tratar desse tema?
Intertextualidade:
os textos sempre trazem marcas de outros textos, pois,
no processo de produção textual, estão presentes
pressupostos, inferências, referências
explícitas e implícitas (como as citações) e também
vozes que se inserem nos textos
(um/a autor/a se refere a outros/as autores/as)
A intertextualidade evidencia o diálogo
entre textos e está relacionada aos
conhecimentos partilhados e aos conhecimentos
linguísticos. Ou seja, é preciso considerar no
texto o que é textual e o que é contextual.
Esse conhecimento será melhor explorado
adiante, pois é muito útil para a leitura e a
escrita de gêneros acadêmicos
INTERTEXTUALIDADE E PLÁGIO:
É possível manter a integridade e a originalidade de
nossos textos
acadêmicos, respeitar a autoria da fonte dos textos-
base, recorrer a
intertextos como argumentos de autoridade, indicar o
que está sendo
discutido a respeito do tema por outros sujeitos
autores, sem incorrer em plágio.
Para isso, fazemos uso das operações de
intertextualidade explícita,
ou seja, “dialogamos” com textos alheios,
citando devidamente a fonte das
relações intertextuais realizadas
Mas enfim o que é intertextualidade
Intertextualidade é o fenômeno de referenciar
conteúdos e formas de textos, para produzir um novo
texto, contribuindo no sentido, para ampliá-lo ou
modificá-lo
"A intertextualidade é a presença textual de
elementos semânticos e/ou formais que se
referem a outros textos produzidos
anteriormente. Ela pode se manifestar de modo
explícito, permitindo que o leitor identifique a
presença de outros textos, ou de modo implícito,
sendo identificada somente por quem já conhece
a referência."
Como escrever um e-mail profissional: dicas e exemplos
Tenha atenção à língua portuguesa
Pode parecer clichê, mas essa dica é essencial sempre
que falamos sobre comunicação por escrito. Evitar
desvios da língua portuguesa, principalmente em
questões como ortografia, pontuação e acentuação, é
essencial para um e-mail bem escrito.
Erros de digitação, mesmo que sejam menos
graves, também devem ser evitados, pois eles
podem passar uma impressão de pressa ou
desleixo em seu e-mail. Por isso, procure sempre
revisar o que você escreveu antes de clicar em
"enviar".
Evite gírias, abreviaturas e texto em letras maiúsculas.
Reserve o uso de gírias, abreviaturas e palavras em
caixa alta para as redes sociais. Em um ambiente
profissional, a informalidade da internet deve ser
evitada. Você não precisa escrever como Machado de
Assis, mas mantenha um nível mais formal na
linguagem, que seja adequado ao estilo de texto que
está escrevendo.
O uso de abreviaturas e gírias pode transmitir uma
intimidade inexistente com o destinatário. Além disso,
pode tornar sua mensagem menos clara. Afinal, nem
todos os profissionais usam as mesmas gírias ou
abreviam palavras da mesma forma.
Por isso, uma linguagem mais neutra e formal pode
garantir uma comunicação mais eficiente.
Já o uso de caixa alta dá a impressão de que você está
gritando com o leitor. Sua mensagem pode soar
agressiva mesmo que nada mais demonstre isso,
portanto é bom evitar.
Seja gentil
É importante demonstrar consideração por quem
receberá seu e-mail. Para isso, elementos como
saudação, despedida e agradecimentos são
essenciais.
Algumas saudações comuns são "Prezado/a" e
"Caro/a", seguidas do nome do destinatário. Muitas
vezes, pode haver uma referência à posição ou à
profissão da pessoa, como "Dr(a)." ou "Diretor(a)". Em
contextos menos formais, não há problema em saudar
o destinatário com um "Olá" ou um "Bom dia".
Quanto à despedida, clássicos como "Atenciosamente"
e "Cordialmente" permanecem como ótimas opções.
Caso você tenha mais intimidade com a pessoa, pode se
despedir com um "Abraço".
5 Exemplos de Como Finalizar Um Email
Coloco-me à sua disposição para quaisquer
esclarecimentos.
Aguardo a sua resposta.
Não hesite em contatar-me.
Atenciosamente.
Cordialmente.
Com os meus melhores cumprimentos.
Qualquer dúvida, estou à disposição.
Sempre às ordens
No corpo do texto, evite frases imperativas.
Frases Imperativas: ocorrem quando o emissor
da mensagem dá uma ordem, um conselho ou faz
um pedido, utilizando o verbo no modo
imperativo. Podem ser afirmativas ou negativas
São verbos que expressam ordens ou pedidos, típicos
do modo imperativo, nessa :
A) mandar, apagar, amassar.
B) dar, apagar e amassar
Caro,Roberto.
Porque até agora não foi apagado o relatório
mensal,pelo qual já foi ordenado!
Não existe uma manual de se enviar um email,existem
boas práticas,um bom português.
Sempre que puder, use "Por favor" e "Obrigado". Além
disso, não esqueça de que todos os seus colegas de
trabalho, independentemente do nível hierárquico,
merecem respeito. Isso serve para todos os seus
clientes, seja qual for a sua importância na receita da
empresa
Caro,Roberto.
Por gentileza,poderia enviar o relatório mensal.
Cordialmente,
José Luiz
Vá direto ao ponto
Não desperdice o tempo dos outros. Em um ambiente
de trabalho, as mensagens por e-mail devem ser
objetivas, sem floreios desnecessários.
Vá direto ao ponto
Caso você tenha vários temas para tratar com a
pessoa, uma idéia interessante é dividir o conteúdo em
mais de um e-mail. Dessa forma, os assuntos terão uma
organização melhor e você diminuirá o risco de ter sua
mensagem respondida pela metade.
Caso contrário envie um email,solicitando uma
reunião.
Comece seu e-mail pelo que for mais importante
e deixe os detalhes para depois. Quando acabar,
revise o que escreveu. Se o conteúdo estiver
muito extenso, avalie cortar algumas partes.
Caso não seja possível, considere substituir por
uma reunião rápida.
Evite interpretações equivocadas
Ao enviar um e-mail profissional, um dos riscos é
de que sua mensagem seja mal interpretada. Isso
pode ocorrer por diversos motivos, como um erro
de pontuação, a escolha errada de uma palavra
ou até mesmo uma sequência de frases confusas.
Escreva a mensagem antes de incluir assunto e
destinatário.
Ao iniciar um e-mail pelo corpo da mensagem,
você garante que terá uma ideia mais clara do
assunto, quando tiver que defini-lo. Ao mesmo
tempo, minimiza o risco de que o e-mail seja
enviado para o contato errado.
O assunto costuma ser um dos primeiros elementos
que definimos ao iniciar um e-mail, devido à ordem dos
campos da mensagem. O problema é que, muitas vezes,
não temos uma ideia clara do que será escrito no corpo
do e-mail.
Assim, ou perde-se muito tempo tentando definir um
assunto, ou escolhe-se algo que acabará sendo alterado
depois, de qualquer jeito. Por isso, priorize o corpo da
mensagem. O campo "Assunto" é importante e deve
estar relacionado da melhor forma possível à
mensagem propriamente dita.
Casos obrigatórios da crase em alguns casos para se
enviar um email
1 - Em locuções adverbiais: às pressas, às carreiras, às
escondidas, à tarde, à noite, à toa, etc.
Exemplo: Voltou à tardinha à pensão
O advérbio é a palavra que indica uma
circunstância (modo, lugar, tempo)
"O pedido de análise já foi enviado à equipe do
laboratório”
Prezados(as) bom dia,espero que todos estejam bem!
Conforme alinhados na última reunião,o pedido de
análise já foi enviado à equipe de Administração,assim
que obtivermos relatório,o mesmo será encaminhado.
A compreensão sobre o uso do acento grave está em
sua “indicação de duas palavras”. O acento grave vale
por dois termos.
Note, por exemplo, como “à” pode ser substituído por
“para a” – sem que haja alteração alguma de sentido:
Prezados(as) bom dia,espero que todos estejam bem!
Conforme alinhados na última reunião,o pedido de
análise já foi enviado para a equipe de
Administração,assim que obtivermos o relatório o
mesmo será encaminhado .
“Carta encaminhada para a Diretoria”
“Carta encaminhada à Diretoria”
“Verba direcionada para a Educação”
“Verba direcionada à Educação”
“Pedido enviado para a Câmara”
“Pedido enviado á Câmara”
Antes de horas.
Ex.: Chegarei em casa às 22h.
O jogo começará às 14h30
Antes de horas.
Ex.: Chegarei em ao aeroporto às 22h.
Caro,.........
Estou atrasado,mas chegarei ao aeroporto às 22h,tudo
bem!
Cordialmente.
Paulo André
Nesse caso, é válido destacar que não ocorre a
crase com as preposições “desde”, “após” e
“para”. Observe:
Ex.: Onde você está? Estou te esperando desde as três
horas!
Fique atento também as mensagens via whatsaap
A crase é facultativa(que não é obrigatório)nos
seguintes casos:
Antes de nomes próprios
Ex.: Enviei o e-mail à Maria.
Enviei o e-mail a Maria.
Prezados,
Enviei o e-mail à Maria,ela irá retornar o mais breve
possível.
Att;
Marcos Paulo
Antes de pronomes possessivos
Ex.: Fiz elogios à sua mãe.
Fiz elogios a sua mãe.
Ex.: Pretendo fazer referência às minhas
conquistas na formatura.
Srs,boa tarde.
Tudo bem!
Pretendo fazer referência às minhas conquistas na
formatura,que será às 22H.
Nota-se que usamos a crase em dois momentos antes
do pronome de possessão e das horas.
Depois da preposição “até”, desde que antecedida
por um substantivo feminino.
Levarei esse documento até às últimas(substantivo
feminino) horas antes da apresentação.
Uso correto das vírgulas
O uso da vírgula é muito comum na língua portuguesa,
mas não está associado à respiração durante a leitura.
Há regras específicas para seu uso, é um dos sinais
mais importantes na ligua portuguesa indicando leves
pausas, mas também o destaque e a separação de
algumas palavras ou de alguns termos entre as
orações.
Separar elementos que exercem a mesma função
sintática.
Sintática:Função sintática é o papel que cada um dos
termos da oração desempenha em relação aos
outros. Em sintaxe, os termos da oração podem
ser essenciais, integrantes ou acessórios, de
acordo com a sua função.
Exemplos
João, Maria, Ricardo, Pedro e Augusto foram almoçar.
Comprei livros, revistas, jornais, discos e brinquedos.
Polissíndetos: (repetição de conjunções)
Abrem-se lírios, e jasmins, e rosas, e cravos...
Ou você presta atenção à aula, ou você conversa, ou
você sai da sala.
Nem eu, nem tu, nem qualquer outra pessoa resolverá
este caso.
O que é polissíndeto? Polissíndeto é a figura de
construção caracterizada pela repetição de
conjunções, o que muitas vezes acaba gerando
um efeito de intensificação do discurso. Observe:
“Há dois dias meu telefone não fala, nem ouve,
nem toca, nem tuge, nem muge.”
Para isolar termos explicativos
Marciano, o moço que traz o pão, não veio hoje.
O resto, os cds, nós colocamos no armário.
Eu e você, que somos amigos, não devemos brigar.
Aquele papel, isto é, aquele documento, ficou em cima
da mesa.
Antes de todas as conjunções adversativas:
Eu gosto muito de chocolate, mas não posso comer
para não engordar.
Eu gosto muito de chocolate, porém não posso comer
para não engordar.
Eu gosto muito de chocolate, contudo não posso comer
para não engordar.
Eu gosto muito de chocolate, no entanto não posso
comer para não engordar.
Eu gosto muito de chocolate, entretanto não posso
comer para não engordar.
Eu gosto muito de chocolate, todavia não posso comer
para não engordar
Vírgula antes de “e”:
Quando existir relação adversativa, contrária, na frase:
“Chovia, e fazia muito calor.”
“Estudava, e nunca passava.”
Exemplos de conjunções adversativas:
Não foram campeões, todavia exibiram o melhor
futebol.
Deveria ter estudado para a prova, mas preferi ir à
festa.
QUANDO NÃO EMPREGAR VÍRGULA?
Para separar sujeito de predicado:
Sujeito em análise sintática, o sujeito é um dos
termos essenciais da oração, geralmente
responsável por realizar ou sofrer uma ação ou
estado.
Predicado:Na gramática, o predicado é um dos
termos essenciais da oração, juntamente com o
sujeito
João, gosta de filmes e séries.
Alice, Maria e Luíza, não querem ir à escola amanhã.
João gosta de de filmes e séries.
Alice, Maria e Luíza não querem ir à escola amanhã.
á: é usado para acentuar a sílaba tônica de uma
palavra (nunca é usado isoladamente). Ex.: água;
árvore; mágica; vácuo; página.
à: implica uma direção, sentido ou ação
As funções da linguagem
Função referencial: no processo comunicativo,
predomina o assunto ao qual a mensagem faz
referência. Nos textos jornalístico, técnicos e
científicos destaca-se essa função, pois buscam
transmitir uma informa ção objetiva. Vejamos
os exemplos em cada função.
Função emotiva: com essa função o emissor objetiva
suscitar emoções, opiniões. Ela se destaca nas
correspondências pessoais, em diários, discursos de
formatura etc.
Função conativa: seu uso objetiva persuadir o
receptor da mensagem, seduzi-lo. Essa função é
muito presente em mensagens publicitárias.
Funções da linguagem
Função fática: visa estabelecer uma relação com o
emissor para verificar se a mensagem está sendo
transmitida, ou para prolongar ou cessar uma
mensagem
Quando atendemos uma chamada telefônica e
dizemos ‘Alô’ ou perguntamos, em meio ao discurso,
ao receptor ‘Você está entendendo?’, utilizamos da
linguagem com essa função
Função metalinguística: consiste em usar a
linguagem, a língua, para falar dela mesma,
tornando-se seu próprio referente
Função poética: objetiva expressar sentimentos,
descrições, visões de mundo, em textos que
exploram a sonoridade, o ritmo, ou seja, novas
possibilidades de combinação dos signos
linguísticos
Predomina em textos literários, publicitários e em
letras de música.
Vou à escola todos os dias.
Explicação: A crase ocorre porque há a fusão da
preposição "a" com o artigo feminino "a" que
acompanha o substantivo "escola"
Entreguei o relatório à diretora.
Explicação: A crase é utilizada porque há a fusão da
preposição "a" com o artigo feminino "a" que
acompanha o substantivo "diretora".
Fui à festa de aniversário da minha amiga.
Explicação: A crase é utilizada porque há a fusão da
preposição "a" com o artigo feminino "a" que
acompanha o substantivo "festa".
Estamos à espera de uma solução.
Explicação: A crase ocorre antes de "espera" porque é
uma locução prepositiva feminina.
O aluno se referiu à pessoa errada.
Explicação: A crase ocorre porque há a fusão da
preposição "a" com o artigo feminino "a" que
acompanha o substantivo "pessoa".
Ontem, fui ao cinema.
Explicação: A vírgula separa um advérbio de tempo
("ontem") do restante da frase.
João, o novo funcionário, começou hoje.
Explicação: As vírgulas isolam o aposto ("o novo
funcionário"), que explica ou acrescenta informações
sobre "João".
Comprei maçãs, peras, bananas e uvas.
Explicação: As vírgulas separam os itens de uma lista
enumerada.
Ela terminou o trabalho, mas não entregou a tempo.
Explicação: A vírgula é usada antes da conjunção "mas"
para separar as duas orações coordenadas.
Maria estudou, revisou a matéria e, finalmente, passou
na prova.
Explicação: A vírgula separa os verbos em uma
sequência de ações e também destaca o advérbio
"finalmente".
Se chover, não iremos ao parque.
Explicação: A vírgula separa a oração subordinada
adverbial condicional ("Se chover") da oração principal.
Gosto de música clássica, mas não ouço todos os dias.
Explicação: A vírgula se
para duas orações coordenadas que têm sentidos
diferentes, uma afirmativa e outra adversativa.