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Atividade - Equidade em Saúde PDF

A atividade propõe uma análise crítica das políticas públicas de saúde no Brasil, focando em grupos sociais específicos atendidos pelo SUS e seu impacto na cidadania e democracia. Os grupos de pesquisa devem investigar políticas voltadas a populações como Ciganos, LGBTQIAPN+, e outros, avaliando como essas iniciativas promovem a equidade e garantem o direito à saúde. A apresentação final deve incluir uma reflexão sobre os benefícios e desafios dessas políticas, além de sugestões para aprimoramento.
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Atividade - Equidade em Saúde PDF

A atividade propõe uma análise crítica das políticas públicas de saúde no Brasil, focando em grupos sociais específicos atendidos pelo SUS e seu impacto na cidadania e democracia. Os grupos de pesquisa devem investigar políticas voltadas a populações como Ciganos, LGBTQIAPN+, e outros, avaliando como essas iniciativas promovem a equidade e garantem o direito à saúde. A apresentação final deve incluir uma reflexão sobre os benefícios e desafios dessas políticas, além de sugestões para aprimoramento.
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ATIVIDADE

Democracia, Cidadania e Saúde no Brasil – A Equidade no SUS

Tema da Atividade:

Análise crítica das políticas públicas de saúde no atendimento a grupos sociais


específicos e seus impactos na cidadania e na democracia

Objetivo

Aprofundar seu entendimento sobre o conceito de equidade no Sistema Único de


Saúde (SUS).

Objetivo 1: Pesquisar e analisar como diferentes políticas públicas de saúde


atendem grupos sociais específicos.

Objetivo 2: Analisar o impacto dessas ações na promoção da cidadania e da


democracia.

Formação de Grupos

Cada grupo ficará responsável por pesquisar sobre as políticas públicas de saúde
voltadas a um dos seguintes grupos atendidos pelo SUS:

Grupo 1: Povos Ciganos/Romani

Grupo 2: População LGBTQIAPN+

Grupo 3: População Itinerante Circense

Grupo 4: Povos e Comunidades Tradicionais

Grupo 5: Populações Migrantes, Refugiadas e Apátridas

Grupo 6: Saúde das vítimas de tráfico de pessoas

Grupo 7: População em Situação de Rua

Fonte para consulta: [Link]


br/composicao/saps/equidade-em-saude
Pesquisa

Objetivo 1: Pesquisar e analisar como diferentes políticas públicas de saúde


atendem grupos sociais específicos.

Identificar e descrever as políticas públicas voltadas ao grupo escolhido,


buscando responder às seguintes questões:

Qual é o nome da política ou programa?


A descrição das políticas públicas pesquisadas.
Por que foi criado e quais são seus objetivos?
Quais são as principais ações implementadas?
De que forma essas políticas promovem a equidade no SUS?
Como elas garantem o direito à saúde para todos os cidadãos?

Cabe ressaltar que, para a realização de pesquisas acadêmicas, é essencial que


tragam dados concretos e conceitos extraídos de artigos científicos atualizados, de
modo a embasar adequadamente as análises e aprofundar a argumentação crítica.

Análise Crítica

Objetivo 2: Analisar o impacto dessas ações na promoção da cidadania e da


democracia.

Com base na pesquisa, seu grupo deverá refletir e responder:

A análise crítica realizada.


Como essas políticas beneficiam o grupo atendido?
Quais são as dificuldades para sua implementação?
Propostas de aprimoramento para garantir maior efetividade das políticas
analisadas.

Cabe ressaltar que, para a realização de pesquisas acadêmicas, é essencial que


tragam dados concretos e conceitos extraídos de artigos científicos atualizados, de
modo a embasar adequadamente as análises e aprofundar a argumentação crítica.

Apresentação e Debate

Cada grupo apresentará o seu tema . O objetivo é promover um debate


sobre a importância da equidade no SUS e sua relação com a cidadania e a
democracia.

Parecer Final (Entrega 30/04).

Anexo no final do documento

Princípios do SUS

Universalidade

O artigo 196 da Constituição Federal afirma que “a saúde é direito de todos e


dever do Estado”. Isso significa que a saúde é um direito e não um serviço a que
se tem acesso por meio de uma contribuição ou pagamento de qualquer espécie.
Todos os cidadãos brasileiros têm direito à atenção à saúde. A universalidade do
SUS expressa a defesa do direito à vida e da igualdade de acesso sem distinção
de raça, sexo, religião ou qualquer outra forma de discriminação dos cidadãos
brasileiros. A noção de direito à saúde difere completamente da noção de seguro
social que esteve presente no Brasil desde a Lei Eloy Chaves, em 1923, quando
trabalhadores e empregadores financiavam as Caixas de Aposentadorias e
Pensões, e, em seguida, os Institutos de Aposentadorias e Pensões (1930) e o
Instituto
Nacional de Previdência Social – INPS (1966).

Equidade

O princípio da equidade é fruto de um dos maiores problemas históricos da nação:


as injustiças sociais e econômicas. Essas iniquidades levam a desigualdades no
acesso, na gestão e na produção de serviços de saúde. Portanto, para alguns
autores, o princípio da equidade não pressupõe a noção de igualdade, mas
significa, sim, tratar desigualmente o desigual, atentando para as necessidades
coletivas e individuais e procurando investir onde a iniquidade é maior. Isto
implicaria reconhecer a pluralidade e diversidade da condição humana em suas
necessidades e em suas potencialidades. A principal questão relativa à equidade
está em definir critérios para eleger princípios de distribuição, classificar pessoas
ou populações e estabelecer estratégias de distinção.

Integralidade

A integralidade pode apresentar diversos sentidos no campo da saúde (Pinheiro et


al., 2003). No primeiro deles, presente no texto constitucional, a integralidade pode
ser entendida como uma ruptura histórica e institucional derivada da crítica à
separação existente, desde a origem da formalização das políticas de saúde no
Brasil, entre ações preventivas e curativas. A Constituição de 1988 afirma que o
atendimento integral deve priorizar as ações preventivas, sem prejuízo das ações
de assistência. De acordo com essa concepção, o usuário do SUS tem o direito a
serviços que atendam às suas necessidades, da vacina ao transplante, com
prioridade para o desenvolvimento de ações preventivas. Por isso a denominação
Sistema Único de Saúde. Não há dois sistemas, um para prevenção e outro para
ações curativas. Num segundo sentido, a noção de atenção integral também
aponta para a crítica da atenção à saúde como algo exclusivamente biológico,
incorporando o conceito ampliado de saúde que compreende as diversas
dimensões que determinam a produção da saúde e da doença, e que envolvem o
sujeito, seu corpo e suas relações com a sociedade e o meio ambiente. Desta
forma, as ações e serviços de saúde devem se organizar para atender as
necessidades diversas das pessoas e dos grupos sociais. Um terceiro sentido
pode ser atribuído à integralidade: o de que as políticas de saúde devem ser
formuladas tendo em vista tanto a atenção às necessidades de grupos
específicos quanto a relação com outras políticas de saúde. A atenção
dispensada a esses grupos não pode prescindir da articulação de ações de
prevenção e assistência, bem como da articulação com as demais políticas no
âmbito da saúde. São exemplos desse tipo de política a atenção integral à saúde
da mulher e a política de atenção às doenças sexualmente transmissíveis (DST) e
à AIDS. Finalmente, um quarto sentido de integralidade enfoca a formação de
trabalhadores e o processo de trabalho em saúde. Propõe-se que a formação
desses profissionais seja concebida a partir de uma organização integradora dos
conhecimentos e das práticas de trabalho como eixo norteador do processo
educativo. Essa proposta guarda relação com a perspectiva da politecnia, na qual
a compreensão das bases que fundamentam a prática profissional possibilita a
reflexão sobre a produção do conhecimento, o processo de trabalho e o papel do
trabalhador como sujeito político na luta pela consolidação dos princípios e
diretrizes do SUS.

Fonte: MATTA, Gustavo. Princípios e Diretrizes do Sistema Único de Saúde. In:


Carlos Fideles Ponte; Ialê Falleiros. (Org.). Na corda bamba de sombrinha: a saúde
no fio da história. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2010

Saiba Mais

CARVALHO, Rodrigo Badaró de; SANTOS, Thaís dos. O direito à saúde no Brasil:
uma análise dos impactos do golpe militar no debate sobre universalização da
saúde. Revista do Programa de Pós-Graduação em Direito da UFBA, Disponível
em: [Link] Acesso
em abril de 2025.

MACHADO, Cristiani Vieira. Democracia, cidadania e saúde no Brasil: desafios


para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Ciência & Saúde Coletiva,
Rio de Janeiro, v. 29, n. 7, [Link]ível em:
[Link] Acesso em: abril de
2025.

BRASIL. Ministério da Saúde. Equidade em Saúde. Disponível em:


[Link] Acesso
em: abril de 2025

PARECER FINAL

Disciplina: Medicina e Sociedade Turma: Alfa Data: 30/04

Tema: Análise crítica das políticas públicas de saúde no atendimento a


grupos sociais específicos e seus impactos na cidadania e na
democracia

Grupo: Nomes dos membros do grupo

Objetivo 1 Pesquisar e analisar como diferentes políticas públicas de saúde


atendem grupos sociais específicos.

Parecer
Qual é o nome da política ou programa?
A descrição das políticas públicas pesquisadas.
Por que foi criado e quais são seus objetivos?
Quais são as principais ações implementadas?
De que forma essas políticas promovem a equidade no
SUS?
Como elas garantem o direito à saúde para todos os
cidadãos?

Objetivo 2 Analisar o impacto dessas ações na promoção da cidadania e da


democracia.

Parecer
A análise crítica realizada.
Como essas políticas beneficiam o grupo atendido?
Quais são as dificuldades e/ou críticas para sua
implementação?
Propostas de aprimoramento para garantir maior
efetividade das políticas analisadas.

Considerações
Finais

Bibliografia
utilizada
(padrão ABNT)

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