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DIREITO DO CONSUMIDOR

Art. 1º ao 67º do CDC


Decreto Nº 2.186/97
Art. 27.
A reincidência é considerada pela pratica
de repetição infrativa , seu efeito de
reincidência não prevalece a sanção
anterior entre a data da decisão
administrativa e na posteriormente o
tempo superior a cinco anos.

Art. 28.
A pena de multa pela autoridade
competente observada também no
artigo 24 será fixada pela gravidade da
pratica infrativa.
Art. 29.
A multa reverterá para o fundo pertinente
a pessoa jurídica aquela que inpulser a
sanção

Art. 30.
As multas são destinadas a projetos
relacionados da política nacional de
relações de consumo com a defesa dos
direitos básicos do consumidor
Art. 31.
Os recursos serão depositados no fundo
dos estados se faltar deposita no fundo
federal o conselho federal gestor do fundo
de defesa dos direitos.

Art. 32.
A multa aplicada pelo órgão coordenador
do sndc restituirá aos fundos dos estados o
percentual de até 80% do valor
arrecadado pelo conselho federal gestor.
Art. 33.
Práticas infrativas serão apuradas em
processo administrativo pela autoridade
competente podendo abrir a investigação
preliminar com lavratura de auto de
infração e sua reclamação.

A recusa a informações do órgão do snc


caracteriza desobediência a autoridade
administrativa pode determinar a
cessação da pratica com sanções
Art. 34.
O consumidor pode reclamar
pessoalmente ou por telegrama carta ou
qualquer outro meio de comunicação a
qualquer órgão de proteção e defesa do
consumidor.

Art. 35.
Auto de infração é impressos , numerado
sem rasura tendo local e data nome
endereço descrição do fato e o dispositivo
ilegal infringido.
Art. 36.
Auto fé infração e de apreensão e o termo
de depósito será lavrado pelo agente
atuante no local que foi provada
irregularidade.

Art. 37.
Auto de infração e de apreensão e de
depósito será lavrado em impresso com 3
vias numeradas se necessário terá laudo
perícias.
Art. 38.
A assinatura do auto de infração e
apreensão e de depósito será por parte do
atuado não precisando de confissão se o
atuado negar assinar o agente competente
enviará ao autuado ar ou procedimento
equivalente tendo mesmo efeito.

Art. 39.
Processo administrativo pode ser
instaurado com reclamação do
interessado ou pela iniciativa da
autoridade competente.
Art. 40. O fornecedor do serviço deve
entregar ao consumidor um contrato
detalhado, incluindo inicio e termino dos
serviços.
§ 1º A validade do valor orçado será para
10 dias.
§ 2º O orçamento do contrato somente
pode ser alterado pela livre negociação
entre as partes.
§ 3º O consumidor não terá obrigação
com serviços de terceiro que não esteja
no orçamento.
Art. 41. A pratica abusiva do fornecedor,
possibilita ao consumidor a restituição de
quantia paga a maior ou o desfazimento
do negocio, sem prejuízo da perdas e
danos.

Art. 42. Não devera haver cobrança que


exponha ao ridículo o consumidor
devedor, nem tão pouco qualquer tipo de
constrangimento ou ameaça.
Parágrafo único. O consumidor cobrado
indevidamente, terá direito a restituição
em dobro com acréscimo de correção
monetária e juros legais.
Art. 42-A. O documento de cobrança
devera ser corretamente preenchido com
dados do consumidor e do fornecedor ou
serviço.

Art. 43. O consumidor tem o direto de


saber todas as suas informações inseridas
em seus cadastros e suas fontes.
§ 1º. O cadastro de dados do consumidor
deve estar escrito de forma clara e
objetiva, não podendo conter
informações negativa superior a 5 anos.
§ 2º. A abertura de cadastro deve ser
comunicada por escrito ao consumidor.
§ 3º. Poderá o consumidor exigir a
correção em seus dados caso haja erro.
§ 4º. Os bancos de dados e cadastro são
de caráter públicos.
§ 5º. Ao prescrever a cobrança de debito
devera ser retirada a informação que
prejudique o acesso aos créditos do
consumidor.
§ 6º. Todas as informações que trata o
caput deste artigo deve se disponibilizada
ao consumidor, incluindo as pessoa com
deficiência.
Art. 44. inciso 1 e 2. Os órgão públicos de
defesa do consumidor manterá as
reclamações sobre fornecedores
atualizadas, podendo qualquer
interessado consultar.

Art. 45. (Vetado)

Art. 46. As informações prestadas sobre


serviços ou produtos devem ser clara e
precisas para possibilitar a liberdade de
escolha do consumidor.
Art. 47. Os contratos de consumo devem ser
interpretada de maneira mais favorável ao
consumidor.

Art. 48. As declarações escritas feita por


fornecedor e consumidor vincula eles aos
termos disposto, criando uma relação
obrigacional.

Art. 49. Ocorrendo fora do estabelecimento


comercial, o consumidor poderá, no prazo
de 7 dias, desistir do contrato feito.
Parágrafo único. O valor pago devera ser
devolvido imediatamente, ocorrendo
desistência no prazo previsto neste artigo.
Art. 50. O contrato complementa a lei.
Paragrafo único. O consumidor poderá
exigir a troca das partes viciadas do
produto. Devendo vir junto com o produto
toda a documentação e o manual para
uso.

Art. 51. É nula as clausulas contratuais que:


Incisos e parágrafos: Pratique publicidade
enganosa ou abusiva.
Art. 52. Devera ser fornecido ao
consumidor quando, envolver concessão
de credito ou financiamento:
Incisos e parágrafos: informações sobre
Valor final, acréscimos legalmente
previsto, juros e etc...

Art. 53. trata-se da vedação ao


enriquecimento sem causa pois se houver
a retomada do produto, este poderá ser
novamente comercializado. É permitido
ao consumidor pagar a prestação em
atraso para impedir a retomada do bem
se houver sido pago 40% do valor do bem.
ALUNOS:

Carol...
Leonardo...
Nayane...
Rayssa Rassana G. Gaspar
Rosinaldo...