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FACULDADE SOCIAL DA BAHIA

ESPECIALIZAÇÃO EM EMERÊNGIA E UTI


SIRLEIDE ROSÁRIO DE ALMEIDA
VANESSA ASSIS DE OLIVEIRA
VANESSA SILVA FRANÇA

IMPORTÂNCIA DO ENFERMEIRO INTENSIVISTA NA


AVALIAÇÃO DA DOR: O QUINTO SINAL VITAL

ESTUDO QUALITATIVO EXPLICATIVO

Profª. Ms. Viviane Andrade


Salvador – BA
2013
INTRODUÇÃO

- DOR

- ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
OBJETO DE ESTUDO
- Importância do enfermeiro intensivista na
avaliação da dor.

PERGUNTA DE INVESTIGAÇÃO

- Qual a importância do enfermeiro intensivista


na avaliação da dor?
JUSTIFICATIVA
- A equipe de saúde e em especial o profissional enfermeiro
deve ter conhecimento a respeito do conceito da dor e
efeitos deletérios sobre o organismo, prevenção e tratamento
farmacológico, bem como informações sobre antecedentes
da dor e patologias associadas, para que os dados obtidos
direcionem um planejamento de ações, condutas e avaliação
das intervenções de enfermagem

RELEVÂNCIA DO ESTUDO
- Está pautada na necessidade de avaliação geral do paciente e
adoção de medidas que evitem a subvalorização da queixa
álgica
OBJETIVOS
OBJETIVO GERAL:
- Identificar a importância do enfermeiro
intensivista na avaliação da dor.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Explicar a dor como o quinto sinal vital;
- Caracterizar o papel do enfermeiro intensivista
nos cuidados ao paciente com dor.
METODOLOGIA
- Tipo de estudo: qualitativo e explicativo do tipo revisão de
literatura.

- Critérios de inclusão: as bibliografias utilizadas deveriam estar


disponíveis gratuitamente nas bases de dados, contemplarem os
descritores e estarem no idioma nacional (português) ou espanhol.

- Análise dos dados: após seleção, leitura e resumo dos artigos, os


dados foram analisados e discutidos de acordo com a similaridade e
correlacionados com o referencial teórico.

- Formatação e regras de publicação: a formatação do trabalho está


de acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) a
as regras para publicação estão de acordo com a Revista Diálogos
Possíveis.
RESULTADOS
DOR: O QUINTO SINAL VITAL
- A dor é um fenômeno bastante complexo que se caracteriza por sua
multidimensionalidade. De acordo com Santos, Kusahara e Pedreira
(2012) seu alívio deve vir através da promoção do conforto e intervenções
que envolvem conhecimento científico, habilidade técnica, humanidade e
ética da prática de saúde e em especial da enfermagem.

- Para Sousa (2002), a dor e sua mensuração são realmente importantes no


ambiente clínico. Com uma mensuração apropriada da dor é possível
indicar com maior precisão se os riscos de um tratamento irão superar os
danos ocasionados pelo problema clínico.
DOR: O QUINTO SINAL VITAL
- De acordo com Pedroso e Celich (2006), a dor é considerada em três
dimensões: sensorial-discriminativa; motivacional-afetiva e cognitiva-
avaliativa. Os instrumentos utilizados para sua mensuração podem ser
unidimensionais e multidimensionais.
- As escalas unidimensionais avaliam a dor apenas através da sua expressão
dolorosa que permitem análise contínua e facilitam a interação do
profissional de enfermagem com o paciente. Ex.: Escala Visual Numérica
(EVN) e Escala Facial de dor (Face Pain Scale – FPS).
DOR: O QUINTO SINAL VITAL
- As escalas multidimensionais são utilizados para realização da
mensuração da dor, como o Desenho da Localização da Dor (Pain Drawing
- PD) e o Questionário de McGill (McGill Pain Questionnaire - MPQ).
Desenho da Localização da Dor (Pain Drawing - PD)
RESULTADOS
O PAPEL DO ENFERMEIRO INTENSIVISTA FRENTE
A DOR
- De acordo com Pereira Júnior (1999), as UTI possuem um papel
imprescindível e também decisivo ao oferecer melhor oportunidade de
sobrevida aos pacientes graves. De acordo com o Ministério da Saúde
(1998), as unidades de terapia intensiva são àquelas que se destinam aos
cuidados de pacientes graves que precisam de assistência médica e de
enfermagem ininterruptas, que tenham acesso a equipamentos
específicos, recursos humanos especializados e acesso a tecnologia.

- Para Vargas e Braga (2006), a enfermagem vem acumulando


conhecimentos teóricos, científicos, não somente em relação às normas
disciplinares, mas também em rotinas que se repetem através da sua
atuação.
O PAPEL DO ENFERMEIRO INTENSIVISTA
FRENTE A DOR
- Para Morais et. al. (2009) a abordagem inicial ao paciente deve ser feita
por um enfermeiro e este deve avaliar todos os sinais vitais do indivíduo,
sendo eles: temperatura, pressão arterial, frequência respiratória,
frequência cardíaca e a dor. Por diversas vezes a dor é o sinal primordial
que servirá de alerta para que o profissional identifique complicações e,
portanto, deve ser sempre abordada como quinto sinal vital.

- Segundo Fontes e Jaques (2007) é de suma importância que a avaliação e


o registro sistemático da queixa álgica sejam realizados. Os dados obtidos
através da avaliação servirão para embasar o diagnóstico, a prescrição da
terapia analgésica a ser utilizada e consequente avaliação da eficácia
obtida. É necessário que a dor seja avaliada de forma sistemática
DISCUSSÃO

- O enfermeiro possui diversas funções dentro da unidade de terapia


intensiva e deve estar apto para exercer a todas com competência e
compromisso visando sempre o bem-estar e a saúde do paciente.

- Pode-se observar que pacientes que tem a intensidade da dor avaliada e


registrada de modo sistemático apresentam diminuição importante no
seu quadro álgico. Muitos apresentam diminuição das suas angustias e
melhoram seu comportamento além de auxiliarem significativamente no
seu tratamento.
DISCUSSÃO

- Existem muitas iniciativas no Brasil com o intuito de instituir a dor como


5º sinal vital nas unidades e instituições hospitalares de saúde, no
entanto, o que se vê é que a dor ainda não é prioridade na assistência
prestada, pois há certo convívio passivo dos profissionais de saúde com a
dor no outro.

- É muito importante que o profissional de enfermagem e em especial


aqueles que se encontram em unidade de tratamento intensivo sejam
capazes e estejam aptos a identificar e avaliar devidamente a queixa
álgica do paciente e instituam um meio de avaliação contínua deste
indivíduo.
REFERÊNCIAS
FONTES, Kátia Biagio; JAQUES, André Estevam. Papel da enfermagem frente ao monitoramento da dor como
5º sinal vital. Cienc Cuid Saude, vol. 6, 2007. Disponível em:
<http://eduem.uem.br/ojs/index.php/CiencCuidSaude/article/viewFile/5361/3397>. Acesso em: 02 de
junho de 2013.

MORAIS, Flávia Franco et. al. Avaliação da dor como quinto sinal vital na classificação de risco: um estudo com
enfermeiros. Revista Ciência & Saúde, vol. 2, n. 2. Porto Alegre, 2009. Disponível em:
<http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/faenfi/article/viewFile/6378/5370>. Acesso em: 15 de
junho de 2013.

PEDROSO, Rene Antonio; CELICH, Kátia Lilian Sedrez. Dor: Quinto Sinal Vital, um desafio para o cuidar em
enfermagem. Texto Contexto Enferm, vol. 15, n. 2. Florianópolis, 2006. Disponível em:
<http://www.scielo.br/pdf/tce/v15n2/a10v15n2.pdf>. Acesso em: 26 de junho de 2013.

SAÇA, Camila Simões et. al. A dor como 5º sinal vital: atuação da equipe de enfermagem no hospital privado
com gestão do Sistema Único de Saúde (SUS). J Health Sci Inst., vol. 28, n. 1. Jundiaí, 2010. Disponível em:
<http://www.unip.br/comunicacao/publicacoes/ics/edicoes/2010/01_jan-mar/V28_n1_2010_p35-
41.pdf>. Acesso em: 15 de abril de 2013.

VARGAS, Divani de; BRAGA, Ana Lúcia. O Enfermeiro de Unidade de Tratamento Intensivo: Refletindo sobre
seu Papel. Revista Fafibe On-line. Ano 2, n.2 mai de 2006. Disponível em:
<http://www.fafibe.br/revistasonline/arquivos/revistafafibeonline/sumario/10/19042010093459.pdf>.
Acesso em: 09 de maio de 2013.
Mensagem

• o “homem” não é só um Homem: é um ser


único, com características e necessidades
específicas.
( Autor Desconhecido)

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