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Grupo:Rodrigo Augusto Pompeo e Rodrigo Valente

Nr: 26 e 27 7 A

Vida de René Descartes

Colégio Candelária
Indaiatuba-SP
2009
Grupo:Rodrigo Augusto Pompeo e Rodrigo Valente 1
Nr: 26 e 27 7 A

Vida de René Descartes

Trabalho da disciplina de
Filosofia
Do Colégio Candelária
Sob a orientação do(a)
Professor(a) Fernanda

Colégio Candelária
Indaiatuba-SP
2009
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Índice

I-Introdução
II-Rene Descartes
III-Vida de René Descartes
IV-Pensamento
V – Geometria
VI-Citações
VI-Conclusão
VII-Bibliografia
VIII-Anexos
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I- Introdução

Esse trabalho fala um pouco sobre um filosofo francês


que foi René Descartes e seu pensamento era o impirico que
quer dizer que você se expressa por meio dos cincos sentidos
do ser humano
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René Descartes

René Descartes (La Haye en Touraine, 31 de Março


de 1596 — Estocolmo, 11 de Fevereiro de 1650), também
conhecido como Renatus Cartesius (forma latinizada), foi
filósofo, físico e matemático francês. Notabilizou-se
sobretudo por seu trabalho revolucionário na filosofia e na
ciência, mas também obteve reconhecimento matemático
por sugerir a fusão da álgebra com a geometria - fato que
gerou a geometria analítica e o sistema de coordenadas
que hoje leva o seu nome. Por fim, ele foi uma das figuras-
chave na Revolução Científica.
Descartes, por vezes chamado de "o fundador da filosofia
moderna" e o "pai da matemática moderna", é considerado
um dos pensadores mais importantes e influentes da
História do Pensamento Ocidental. Inspirou
contemporâneos e várias gerações de filósofos posteriores;
boa parte da filosofia escrita a partir de então foi uma
reação às suas obras ou a autores supostamente
influenciados por ele. Muitos especialistas afirmam que a
partir de Descartes inaugurou-se o racionalismo da Idade
Moderna - enquanto que décadas mais tarde se assentaria
nas Ilhas Britânicas, através de John Locke e David Hume,
principalmente, um movimento filósofico que de alguma
forma é oposto no qual se convencionou chamar de
empirismo.
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III-Vida

René Descartes nasceu no ano de 1596 em La Haye (hoje


Descartes), no departamento francês de Indre-et-Loire. Com
oito anos, ingressa no colégio jesuíta Royal Henry-Le-Grand em
La Flèche. O curso em La Flèche durava um triénio, tendo
Descartes sido aluno do Padre Estevão de Noel, que lia Pedro da
Fonseca nas aulas de Lógica, a par dos Commentarii. Descartes
reconheceu que lá havia certa liberdade, no entanto no seu
Discurso sobre o método declara a sua decepção não com o
ensino da escola em si mas com o baseado na cultura e tradição
que era fundamentalmente escolástico cujo conhecimento
científico achava confuso, obscuro e nada prático. Em carta a
Mersenne, diz que "os Conimbres são longos, sendo bom que
fossem mais breves. Crítica, aliás, já então corrente, mesmo nas
escolas da Companhia de Jesus"; Descartes esteve em La
Flèche uns nove anos (1606-1615) [1]. "Descartes não mereceu,
como se sabe, a plena admiração dos escolares jesuítas, que o
consideravam deficiente filósofo"[2]. Prosseguiu depois seus
estudos graduando-se em Direito em 1616 pela Universidade
de Poitiers.
No entanto, Descartes nunca exerce o Direito, e em 1618 alistou-
se no exército do Príncipe Maurício de Nassau com a intenção
de seguir carreira militar. Mas se achava menos um ator do que
um espectador: antes ouvinte numa escola de guerra do que
verdadeiro militar. Conheceu então Isaac Beeckman que o
influenciou fortemente e compôs um pequeno tratado sobre
música intitulado Compendium Musicae (Compêndio de Música).
É nessa época também que escreve Larvatus prodeo (Eu caminho
mascarado). Em 1619, viaja até a Alemanha onde no dia 10 de
Novembro teve uma visão em sonho de um novo sistema
matemático e científico. Em 1622, ele retorna à França passando
os seguintes anos em Paris.
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Em 1628 compõe as Regulae ad directionem ingenii (Regras para
a Direção do Espírito) e parte para os Países Baixos onde morou
até 1649. Em 1629 começa a redigir o Tratado do Mundo, uma
obra de Física, a qual aborda a sua tese sobre o heliocentrismo.
Porém, em 1633, quando Galileu é condenado pela Inquisição,
Descartes abandona seus planos de publicá-lo. Em 1635 nasce
Francine, filha de uma serviçal. Ela foi batizada no dia 7 de
Agosto de 1635 mas morre precocemente em 1640, o que foi
um grande baque para Descartes.
Em 1637, ele publicou três pequenos tratados científicos: A
Dióptrica, Os Meteoros e A Geometria, mas o prefácio dessas
obras é que faz seu futuro reconhecimento: o Discurso sobre o
método. Em 1641, aparece sua obra filosófica e metafísica mais
imponente: as Meditações Sobre a Filosofia Primeira, com os
primeiros seis conjuntos de Objeções e Respostas. Os autores das
objeções são: do primeiro conjunto, o téologo holandês Johan de
Kater; do segundo, Mersenne; do terceiro, Thomas Hobbes;
do quarto, Arnauld; do quinto, Gassendi; e do sexto conjunto,
Mersenne. Em 1642, a segunda edição das Meditações incluía
uma sétima objeção, feita pelo jesuíta Pierre Bourdin, seguida de
uma Carta a Dinet. Em 1643, o cartesianismo é condenado pela
Universidade de Utrecht e Descartes começou sua vasta
correspondência com Isabel da Boémia. Descartes publica então
Os Princípios

da Filosofia, onde resume seus princípios filosóficos que


formariam "ciência", e faz uma visita rápida a França em 1644,
onde encontra o embaixador da França junto à corte sueca,
Chanut, que o põe em contato com a rainha Cristina da Suécia.
Nesta ocasião, teria declarado que o Universo é totalmente
preenchido por um "éter" onipresente. Assim, a rotação do Sol,
através do éter, criaria ondas ou redemoinhos, explicando o
movimento dos planetas, tal qual uma batedeira. O éter também
seria o meio pelo qual a luz se propaga, atravessando-o pelo
espaço desde o Sol até nós.

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Em 1647 ele foi premiado com uma pensão pelo Rei da França e
começou a trabalhar na Descrição do Corpo Humano. Ele
entrevistou Frans Burman em Egmond-Binnen em 1648,
resultando na Conversa com Burman. Em 1649 ele foi à Suécia
a convite da Rainha Cristina, e seu Tratado das Paixões, que ele
dedicou a Princesa Elizabete da Boêmia (com quem tinha uma
amizade afetuosa), fora publicado.
René Descartes morreu de pneumonia no dia 11 de Fevereiro,
1650 em Estocolmo, Suécia, onde estava trabalhando como
professor a convite da Rainha. Acostumado a trabalhar na cama
até meio-dia, por ter sofrido com as demandas da Rainha
Christina, começavam seus estudos às 5 da manhã. Como um
católico num país protestante, ele foi enterrado num cemitério
de crianças não batizadas, em Adolf Fredrikskyrkan em
Estocolmo. Depois, seus restos foram levados para a França e
enterrados na Igreja de São Genevieve-du-Mont em Paris. Um
memorial construído no século XVIII permanece na igreja sueca.
Durante a Revolução Francesa seus restos foram desenterrados
a fim de serem deslocados para o Panthéon ao lado de outras
grandes figuras da França. A vila no vale do Loire onde ele
nasceu foi renomeada La Haye-Descartes.
Em 1667, depois de sua morte, a Igreja Católica Romana colocou
suas obras no Index Librorum Prohibitorum (Índice dos Livros
Proibidos).
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IV- Pensamento

O pensamento de Descartes é revolucionário para uma


sociedade feudalista em que ele nasceu, onde a influência
da Igreja ainda era muito forte e quando ainda não existia
uma tradição de "produção de conhecimento". Para a
sociedade feudal, o conhecimento estava nas mãos da
Igreja. Aristóteles tinha deixado um legado intelectual que o
clero se encarregava de disseminar.

Descartes viveu numa época marcada pelas guerras


religiosas entre Protestantes e Católicos na Europa. Ele
viajou muito e viu que sociedades diferentes têm crenças
diferentes, mesmo contraditórias. Aquilo que numa região é
tido por verdadeiro, é achado como ridículo, disparatado,
mentira, nos outros lugares.

Descartes viu que os "costumes", a história de um povo,


sua tradição "cultural" influenciam a forma como as
pessoas pensam naquilo em que acreditam.

O bom senso é a coisa mais bem distribuída do


mundo: todos pensamos tê-lo em tal medida que até
os mais difíceis de se contentar nas outras coisas não
costumam desejar mais bom senso do que têm.

IV-Geometria

O interesse de Descartes pela matemática surgiu cedo, no


“College de la Fleche”, escola do mais alto padrão, dirigida
por jesuítas, na qual ingressara aos oito anos de idade.
Mas por uma razão muito especial e que já revelava seus
pendores filosóficos: a certeza que as demonstrações ou
justificativas matemáticas proporcionam. Aos vinte e um
anos de idade, depois de freqüentar rodas matemáticas em
Paris (além de outras) já graduado em Direito, ingressa
voluntariamente na carreira das armas, uma das poucas
opções “dignas” que se ofereciam a um jovem como ele,
oriundo da nobreza menor da França. Durante os quase
nove anos que serviu em vários exércitos, não se sabe de
nenhuma proeza militar realizada por Descartes. É que as
batalhas que ocupavam seus pensamentos e seus sonhos
travavam-se no campo da ciência e da filosofia.
A Geometria analítica de Descartes apareceu em 1637 no
pequeno texto chamado A Geometria como um dos três
apêndices do Discurso do método, obra considerada o
marco inicial da filosofia moderna. Nela, em resumo,
Descartes defende o método matemático como modelo
para a aquisição de conhecimentos em todos os campos.
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V-Citações

"Descartes deseja ser ao nível da cognição um self-made-


man. Ele é o Samuel Smiles do empreendimento cognitivo"
- Ernest Gellner, "Reason and Culture", Oxford 1992, p. 3.
"Penso, logo existo!" - René Descartes
.
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VI-Conclusão

Eu concluo que Rene Descartes foi um filosofo e matematico


que nasceu em La Haye.Tambem concluo que tambem depois
de muito estudo e tambem devido a interpletação de alguns
sonhos que teve assumiu uma missao:Reunir todo o
conhecimentohumano em uma cienciauniversal unica,toda
construida de certeza racionais
Certamente ele se refiria a Fisica pois era o sonho comum aos
sábios da epoca,encontar uma frmula matematica para o
Universo(tambem os alquimistas buscavam uma forma
milagrosa).

Foi isso que nos concluimos com a realização desse trabalho


sobre Rene Descartes
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VII-Bibliografia:

• António R. Damásio, O Erro de Descartes: Emoção, Razão e o


Cérebro Humano, São Paulo, Companhia das Letras, 1996.
• SPINELLI, Miguel. "A Matemática como paradigma da construção
filosófica de Descartes". In: Revista Cadernos de História e
Filosofia da Ciência. Unicamp, Campinas, v.2, n.1, 1990, pp. 5-15.

Site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ren%C3%A9_Descartes
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VIII-Anexos

René Descartes em pintura de Franz Hals