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ESCOLA SECUNDÁRIA

Guião do

Director de Turma
ANO LECTIVO 2001 / 2002

ÍNDICE

1. Introdução.............................................................................................. p. 3

2. Documentos de apoio à Direcção de Turma

2.1 Os dossiers de apoio à Direcção de Turma........................... p. 4


2.2 Lista de documentos de apoio (anexo 1)................................ p. 5
2.3 Lista de impressos de apoio (anexo 2)................................... p. 6
2.4 Competências do Director de Turma...................................... p. 7
2.5 Actividades do Director de Turma......................................... p. 8
2.6 Condições de transição de ano – 10º e 11º Anos.................. p.10
2.7 Condições de aprovação – 12º Ano........................................... p.11

3. A legislação essencial
3.1 Suporte legislativo...................................................................... p.12
3.2 Regime de assiduidade dos alunos não sujeitos à escolaridade obrigatória.......................... p. 15
3.3 Aproveitamento dos tempos de inactividade dos alunos............................................................ p. 16
3.4 Estatuto do aluno e medidas educativas disciplinares.................................................................. p.16
3.5 Código do procedimento administrativo...........................................................................................p.22
3.6 Dispensa da prática de exercícios físicos..................................................................................... p.
23
3.7 Regime educativo especial para alunos com necessidades educativas especiais .................p. 24
3.8 Medidas a aplicar aos alunos com necessidades educativas especiais....................... p.27
3.9 Plano de concretização da Área-Escola e seu modelo organizativo........................................ p. 28
3.10 Organização das actividades de complemento curricular....................................................... p. 31
3.11 Avaliação no Ensino Secundário................................................................. p.33
3.12 Efeito, transitório, da classificação de Educação Física........................................................ p. 36
3.13 Regulamento das Provas Globais do Ensino Secundário.......................................................... p. 37
3.14 Regime de matrícula e frequência no Ensino Básico*.............................................................. p. 39
3.15 Tratamento a dar às situações de incapacidade para a prática das aulas de Educação Física..... p. 43
3.16 Regulamento dos Exames do Ensino Secundário....................................................................... p. 44

Esc. Sec. Manuel Teixeira Gomes Guião Director de Turma 2


* Este documento também se aplica ao Ensino Secundário, nomeadamente quanto a transferências, dever de frequência e
registo e justificação de faltas.

1. INTRODUÇÃO

Este guião pretende ser um apoio no seu trabalho de Direcção de Turma.

Pretendemos disponibilizar neste documento, além da principal legislação de

interesse para o Director de Turma, algum material de apoio produzido bem

como a indicação de toda a documentação existente na Sala de Directores de

Turma.

Este é um documento necessariamente incompleto que não dispensa

consultas adicionais e as sempre bem-vindas partilhas de informação.

Contamos com a sua preciosa colaboração no sentido de nos ajudar a

disponibilizar materiais por si produzidos ou “descobertos” e que a todos

possam ser úteis.

Bom ano lectivo!

Esc. Sec. Manuel Teixeira Gomes Guião Director de Turma 3


2. DOCUMENTOS DE APOIO À DIRECÇÃO DE TURMA

2.1 DOSSIERS DE APOIO À DIRECÇÃO DE TURMA

Dossier Conteúdos
1. Legislação Contem o suporte legislativo de apoio ao Director de Turma, organizado
por ordem cronológica

2. Documentos de apoio 1.Regulamento Interno


2. Projecto Educativo
3. Dossier da minha Direcção de Turma
4. Outros documentos (em anexo 1 vem a lista desses documentos)

3. Impressos Contem um exemplar de cada impresso utilizado na Direcção de Turma


(em anexo 2 vem a lista de impressos utilizados)

4. Coordenação de Ciclo 1. Lista de Directores de Turma


2. Área – Escola
3. Plano de actividades
4. Visitas de estudo
5. “O Director de Turma” (publicação)
6. Circulares e documentos de Escola
7. Encarregados de Educação
8. Reuniões e convocatórias
9. Relatórios
10.Outros

5. Turmas 1. Horários
2. Caracterização das Turmas
3. Apoios Pedagógicos
4. Necessidades Educativas Especiais
5. S.A.S.E.
6. Questões disciplinares
7. Outros assuntos

6. Material recebido Contem projectos e informações de interesse para o Director de


Turma, proveniente de várias entidades

7. Avaliação 1. Critérios de avaliação dos grupos disciplinares


2. Recomendações do Conselho Pedagógico
3. Relatórios de Avaliação

8. Conselho Pedagógico Contem documentação entregue nos Conselhos Pedagógicos

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9. Ano lectivo 2000/2001 Contem os aspectos referidos nos dossiers 4, 5 e 6, referentes ao ano
lectivo transacto.

10.Anos lectivos anteriores Contem algum material produzido em anos lectivos anteriores

2.2 DOCUMENTOS DE APOIO À DIRECÇÃO DE TURMA (ANEXO 1)

Documento Descrição
1 Competências do Director de Turma
2 Actividades do Director de Turma
3 Percurso do aluno no Ensino Secundário
4 Oferta curricular da Escola
5 Estrutura curricular – 1º Agrupamento CSPOPE
6 Estrutura curricular – 1º Agrupamento C. Tec. de Mecânica
7 Estrutura curricular – 1º Agrupamento C. Téc. Electrotecnia
8 Estrutura curricular – 1º Agrupamento C. Téc. Informática
9 Estrutura curricular – 3º Agrupamento CSPOPE
10 Estrutura curricular – 3º Agrupamento C. Téc. Serviços Comerciais
11 Estrutura curricular – 3º Agrupamento C. Téc. Administração
12 Estrutura curricular – 4º Agrupamento CSPOPE
13 Condições de transição de ano – 10º e 11º Anos
14 Condições de aprovação – 12º Ano
15 Caracterização da Turma – sugestões
16 Caracterização da Turma – mapa síntese
17 Direitos e Deveres dos Pais e Encarregados de Educação (Reg. Interno)
18 Direitos e Deveres dos Alunos (Regulamento Interno)
19 Guião dos Apoios Pedagógicos (revisto anualmente)
20 Guião das Visitas de Estudo (revisto anualmente)
21 Guião para a 1ª reunião com os Enc. de Educação (revisto anualmente)
22 Grelha para cálculo da Classificação Interna Final
23 “Como ajudá-los?” – guia de apoio aos Enc. Ed. (elaborada por Ana Costa)
24 Planta da Escola (elaborada por Ana Costa)
25 Registo Biográfico do Aluno – instruções de preenchimento
26 Termos – instruções de preenchimento
27 Relatório crítico da Direcção de Turma – sugestões
28 Guia prático sobre o procedimento disciplinar relativo aos alunos
29 “O Director de Turma” – publicação mensal
30 Material de apoio para a 3ª hora da Direcção de Turma

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2.3 IMPRESSOS DE APOIO À DIRECÇÃO DE TURMA

Impresso Descrição

1 Ficha biográfica (para caracterização da Turma)


2 Caracterização da Turma
3 Registo dos atendimentos aos Encarregados de Educação
4 Registo de ocorrências diversas
5 Planificação da Área – Escola
6 Avaliação da Área – Escola
7 Recolha de informação intercalar de Avaliação
8 Participação disciplinar
9 Comunicação aos Encarregados de Educação sobre o horário de atendimento
10 Acta para reunião com os Encarregados de Educação
11 Mapa de faltas
12 Registo de assiduidade dos alunos
13 Justificativo de faltas dos alunos
14 Folha de presenças para reunião com Encarregados de Educação
15 Relatório crítico da Direcção de Turma
16 Proposta global para Aulas de Apoio
17 Plano Individual de Apoio Educativo
18 Contrato Pedagógico para frequência de Aulas de Apoio
19 Avaliação do Apoio Pedagógico
20 Proposta de Visita de Estudo
21 Informação aos Encarregados de Educação sobre a Visita de Estudo
22 Relatório da Visita de Estudo
23 Acta para Conselhos de Turma
24 Acta de exclusão por faltas
25 Comunicação de reunião com os Encarregados de Educação
26 Convocatória reunião com Encarregados de Educação – 1ª reunião
27 Convocatória reunião com Encarregados de Educação – Avaliação 1º Período
28 Convocatória reunião com Encarregados de Educação – Avaliação 3º Período
29 Pedido de transferência de Turma
30 Pedido de matrícula simultânea
31 Informação aos Encarregados de Educação sobre assiduidade dos educandos
32 Informação aos Encarregados de Educação sobre apoios pedagógicos
33 Aulas previstas e dadas
34 Comunicação ao Director de Turma de falta de material
35 Pré-turma – relação de alunos que transitaram de ano
36 Pré-turma – relação de alunos que não transitaram de ano
37 Ficha de Informação do Período
38 Grelha de auto-avaliação da Área-escola
39 Acta da eleição do Delegado e Subdelegado de Turma
40 Levantamento de opções da Formação Técnica e Específica
41 Fotografias da Turma

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42 Horário da Turma / Planta da Turma
43 Lista de alunos
44 Horário do Director de Turma
45 Ensino Especial – vários impressos

2.4 COMPETÊNCIAS DO DIRECTOR DE TURMA

Do Decreto Regulamentar no 10 / 99, de 21 de Julho

ARTIGO 7º

DIRECTOR DE TURMA
1 - A coordenação das actividades do conselho de turma é realizada pelo director

de turma, o qual é designado pela direcção executiva de entre os professores da

turma, sendo escolhido, preferencialmente, um docente profissionalizado.

2 -Sem prejuízo de outras competências fixadas na lei e no regulamento interno,

ao director de turma compete:

a) Assegurar a articulação entre os professores da turma e com os alunos, pais e

encarregados de educação;

b) Promover a comunicação e formas de trabalho cooperativo entre professores e

alunos;

c) Coordenar, em colaboração com os docentes da turma, a adequação de

actividades, conteúdos, estratégias e métodos de trabalho à situação concreta do

grupo e à especificidade de cada aluno;

d) Articular as actividades da turma com os pais e encarregados de educação

promovendo a sua participação;

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e) Coordenar o processo de avaliação dos alunos garantindo o seu carócter
globalizante e integrador;

f) Apresentar à direcção executiva um relatório crítico, anual, do trabalho

desenvolvido.

2.5 ACTIVIDADES DO DIRECTOR DE TURMA

1. DIRECTOR DE TURMA / ALUNOS:

 Conhecer o passado escolar dos alunos.


 Conhecer os alunos individualmente, bem como a forma como se organizam na turma para
melhor compreender e acompanhar o seu desenvolvimento intelectual e socio-afectivo.
 Identificar os alunos com dificuldades e que exigem um acompanhamento especial e
participar na elaboração de um programa de apoio: no âmbito da acção social escolar, ou
no domínio pedagógico e/ou psicológico.
 Preparar um atendimento especial aos alunos que mudaram de escola envolvendo os
professores e os colegas da turma.
 Analisar os problemas de inadaptação de alunos e apresentar propostas de solução.
 Identificar necessidades, interesses e hábitos de trabalho.
 Apoiar o desenvolvimento de iniciativas e projectos que respondam aos interesses dos
alunos e que favoreçam a integração escolar, familiar e social.
 Preparar e organizar assembleias de turma quando surjam problemas entre alunos e alunos
e/ou professores de forma a resolver os conflitos e a favorecer o desenvolvimento
pessoal e social dos alunos.
 Desenvolver a consciência cívica dos alunos através de actividades de participação na vida
da escola.
 Sensibilizar os alunos para a importância do delegado e subdelegado de turma e organizar
a sua eleição.
 Desenvolver estratégias que contribuam para o trabalho em equipa, a cooperação e
solidariedade.

2. DIRECTOR DE TURMA / PROFESSORES DA TURMA:

 Fornecer aos professores da turma todas as informações sobre os alunos e suas famílias.
 Caracterizar a turma no início do ano, a partir dos dados recolhidos na ficha biográfica do
aluno e de outros meios de informação.
 Discutir e definir com os professores estratégias de ensino-aprendizagem, tendo em
conta as características da turma.
 Promover o trabalho de equipa entre os professores quer ao nível do desenvolvimento de
projectos, quer na resolução de conflitos e problemas.
 Favorecer a coordenação interdisciplinar dos professores da turma no âmbito do projecto
da Área-Escola ou de outros contextos de aprendizagem.
 Recolher/fornecer informações sobre a assiduidade, comportamento e aproveitamento
dos alunos.

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 Analisar com os professores os problemas dos alunos com dificuldades de integração, bem
como as questões que surjam no relacionamento entre alunos e/ou alunos e professores.
 Coordenar as relações interpessoais e intergrupais dos professores entre si e dos
professores e alunos.
 Estimular e colaborar em actividades que promovam a relação escola-meio.
 Colaborar na elaboração do plano educativo individual.
 Participar na elaboração das propostas de apoio pedagógico aos alunos.
 Propor e discutir com os professores formas de actuação que favoreçam o diálogo entre a
escola e os pais.
3. DIRECTOR DE TURMA / ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO:

 Informar os Encarregados de Educação das regras de funcionamento da escola, do

regulamento interno e da legislação em vigor.

 Informar os Encarregados de Educação sobre o funcionamento das estruturas de apoio

existentes na escola.

 Comunicar o dia e a hora de atendimento.

 Fornecer aos pais, com regularidade, informações sobre a assiduidade, comportamento e

aproveitamento escolar dos alunos.

 Orientar os pais no acompanhamento dos seus educandos.

 Envolver os pais na realização de actividades educativas com os alunos e os professores da

turma no âmbito do projecto da Área-Escola ou de outros contextos de aprendizagem.

 Propor e planificar com os Encarregados de Educação formas de actuação que permitam

uma relação mais estreita entre a família e a escola.

 Definir estratégias específicas que possibilitem uma aproximação aos Encarregados de

Educação que raramente ou nunca contactam com a escola.

4. TAREFAS ORGANIZATIVAS / ADMINISTRATIVAS:

 Organizar o dossier da Direcção de Turma.

 Efectuar o registo de faltas dos alunos.

 Preparar e coordenar as reuniões do Conselho de Turma.

 Organizar as actas das reuniões dos Conselhos de Turma.

 Verificar pautas, termos e fichas de registo dos alunos.

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CONSULTE O REGULAMENTO INTERNO E O PROJECTO EDUCATIVO DA
ESCOLA.

2.6 CONDIÇÕES DE TRANSIÇÃO DE ANO – 10º E 11º ANOS

Este documento destaca alguns pontos importantes do regime de avaliação dos alunos e pode servir de guião de
consulta para alunos e encarregados de educação.

• O aluno transita de ano (para o 11º ou 12º ano) quando aprovado em todas as disciplinas,
ou em todas menos uma ou duas disciplinas.

• Considera-se que um aluno obtém aprovação numa disciplina quando a avaliação final (do 3º
Período), é igual ou superior a dez valores.

• Se o aluno obtém, no final do ano, dez ou mais valores em todas as disciplinas, matricula-
se no 11º / 12º Ano a todas as disciplinas.

• Se o aluno obtém, no final do ano, classificação de dez ou mais valores a todas as


disciplinas, com excepção de uma ou duas, verifica-se o seguinte:

a) Com classificação de oito ou nove valores, transita de ano e pode matricular-se no 11º /
12º Ano a todas as disciplinas. Não é autorizada a matrícula no 12º Ano em disciplinas
(trienais) em que o aluno tenha obtido classificação inferior a dez em dois anos
consecutivos.

b) Com classificação de sete ou menos valores, transita de ano, mas não pode matricular-se
no 11º / 12º Ano nesta(s) disciplinas(s). Se a(s) disciplina(s) for(em) terminal(ais) pode
propor-se a exame de equivalência a frequência (na 2ª fase).

• Se o aluno obtém, no final do ano, três ou mais classificações inferiores a dez, não
transita de ano. As classificações nas disciplinas de Educação Moral e Religiosa Católica ou de
outras confissões e Educação Física não são consideradas para efeitos de aprovação e de transição
de ano, desde que o aluno as tenha frequentado com assiduidade regular. Se o limite de faltas em
qualquer uma das disciplinas referidas for ultrapassado, essas disciplinas contam para o limite de
duas em que se pode reprovar. No entanto, a escola deve permitir que os alunos reprovados por
faltas realizem, naquelas disciplinas, uma prova a nível de escola, elaborada de acordo com a
natureza da(s) disciplina(s) em causa.

• Se o aluno está reprovado a duas disciplinas não terminais e uma ou duas disciplina(s)
terminal(ais) pode transitar de ano se se propuser a exame na 2ª fase (Setembro) e
obtiver aprovação na(s) referida(s) disciplina(s) terminal(ais).

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• Um aluno que não transite de ano, terá de renovar a matrícula no mesmo ano nas
disciplinas em que não obteve aprovação. Pode também matricular-se nas disciplinas em que
ficou aprovado para efeitos de melhoria de classificação, contando, apenas, a melhor nota.

• Um aluno que anule a matricula de uma disciplina terminal, até ao 5º dia útil de aulas do 3º
período, pode propor-se a exame na 1ª fase.

TENHA EM ATENÇÃO OS PRAZOS DEFINIDOS PARA A INSCRIÇÃO NOS EXAMES.

2.7 CONDIÇÕES DE APROVAÇÃO – 12º ANO

Este documento destaca alguns pontos importantes do regime de avaliação dos alunos e pode servir de guião de
consulta para alunos e encarregados de educação.

• A aprovação nas disciplinas do 12º ano verifica-se quando o aluno obtém classificação final
igual ou superior a 10 valores.

• Nas disciplinas sujeitas a exame final a classificação final obtida é o resultado da média
ponderada, arredondada às unidades, das classificações obtidas na avaliação interna, relativa aos
anos em que a disciplina foi ministrada e da classificação obtida no exame final, de acordo com a
seguinte fórmula:
CFD = 7CIF + 3CE CDF – classificação final da disciplina
10 CIF*- classificação interna final
CE – classificação de exame final

• Nas disciplinas não sujeitas a exame final, a classificação obtida é o resultado:

a) da avaliação da frequência no final do 3º período quando nessa disciplina não se realiza prova global
(EDF, DPS, EMRC).
b) da média ponderada da avaliação da frequência e da prova global, de acordo com a fórmula:
CI = 3CF + PG CI* - classificação da avaliação interna da disciplina
4 CF – classificação da avaliação da frequência no final do 3º período
PG – classificação da prova global

• Na disciplina de Educação Física a classificação da frequência não é considerada para efeitos de


aprovação desde que o aluno a frequente com assiduidade regular; no caso de exclusão por faltas e
para obter aprovação na disciplina o aluno terá de realizar uma prova de exame.
Não é permitida a anulação de matrícula apenas a Educação Física.
A classificação final a Educação Física não é considerada no cálculo da classificação de acesso ao
ensino superior, mas conta para o cálculo da classificação final do ensino secundário.

• Condições de admissão a exame final (1ª fase)


Sempre que a obtenção de aprovação na disciplina implique a realização de exame final de âmbito
nacional o aluno não é dispensado da respectiva prestação.

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Podem apresentar-se à realização de exames finais de 12º ano os alunos que:
a) tenham obtido aprovação em todas as disciplinas do 10º e 11º anos, ou em todas menos uma ou duas;
b) na classificação interna final da disciplina tenham obtido classificação igual ou superior a 10 valores;
c) tenham anulado a matrícula à disciplina até ao 5º dia de aulas do 3º período lectivo.**

• Condições de admissão a exame final (2ª fase)


Para efeitos de conclusão de curso é facultada a apresentação a exame na segunda fase em todas as
disciplinas terminais (estão nessa situação os alunos não aprovados nas disciplinas terminais por não
terem obtido classificação igual ou superior a 10 ou por terem sido excluídos por faltas nessas
disciplinas).**

* Em disciplinas plurianuais CIF e CI farão média com as classificações obtidas nos outros anos em que a disciplina é ministrada.
** Nestes casos, se o aluno for aprovado no exame, a classificação final da disciplina é a mesma da classificação obtida em exame.

3. A LEGISLAÇÃO ESSENCIAL
3.1 SUPORTE LEGISLATIVO DE APOIO AO DIRECTOR DE TURMA

Documento Síntese

2001

Despacho Normativo n.º 15/2001, de 19 de Regulamento dos exames no ensino secundário (o capítulo II é
Março sobre Conselhos de Turma para Avaliação).

Despacho SEE/2001, de 16 de Março Alteração ao regulamento das provas globais.


Princípios orientadores de organização e de gestão curricular
Decreto-lei n.º 7/2001, de 18 de Janeiro dos cursos gerais e dos cursos tecnológicos do ensino
secundário regular.

Decreto-lei n.º 6/2001, de 18 de Janeiro Organização e gestão curricular do ensino básico.

2000
Decreto-lei n.º 259/2000, de 17 de Outubro Promoção da educação sexual nas escolas.
Circular 83/DES/2000, de 30 de Maio Inserção das línguas estrangeiras nos planos de estudos dos
alunos que não frequentaram duas línguas estrangeiras no
ensino básico.
Despacho Normativo n.º 26/2000, de 23 de Define a situação dos alunos que, tendo frequentado apenas
Maio uma língua estrangeira no 3º ciclo, estavam obrigados a
matricular-se numa segunda língua no 10º ano.

1999
Decreto Regulamentar n.º 10/99, de 21 de Estabelece o quadro de competências das estruturas de
Julho orientação educativa e o regime de exercício de funções de
coordenação das estruturas referidas (artigos 6 a 9 – compe-
tências do director de turma e do coordenador de ciclo).
Despacho n.º 10317/99, de 26 de Maio Gestão do crédito horário global.
Ofício Circular n.º 98/DES/99, de 25 de Uniformização do tratamento a dar às situações de incapacidade
Maio para a prática das aulas de Educação Física.
Despacho n.º 9590/99, de 14 de Maio Gestão flexível do currículo nas escolas do ensino básico.

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1998
Decreto-lei n.º 329/98 de 2 de Novembro Frequência da disciplina de Educação Moral e Religiosa nas
escolas públicas.
Decreto-lei n.º. 296-A/98, de 25 de Regula o regime de acesso e ingresso no ensino superior.
Setembro
Decreto-lei n.º 270/98, de 1 de Setembro Estatuto do aluno e medidas educativas disciplinares.

Despacho n.º 9921/98 (2ª série), de 12 de Regulamento de atribuição de bolsas de mérito a alunos
Junho carenciados do ensino secundário.
Decreto-lei n.º. 115-A/98, de 4 de Maio Aprova o Regime de Autonomia, Administração e Gestão dos
Estabelecimentos da Educação Pré-escolar e dos Ensinos Básico
e Secundário.

1997
Lei n.º 116/97, de 4 de Novembro Estatuto do trabalhador-estudante.

1996
Despacho n.º 36-A/SEEI/96, de 5 de Versão consolidada do regulamento das provas globais do 3º
Setembro ciclo do ensino básico.
Despacho n.º 22/SEEI/96, de 19 de Junho Criação de turmas com currículos alternativos aos do ensino
básico regular ou recorrente.
Circular n.º 14/96, de 15 de Abril Cálculo da classificação final, no 3º ciclo, em disciplinas com
prova global.
Despacho n.º 13/SEEI/96, de 11 de Abril Regulamento das provas de exame do 9º ano (alunos
autopropostos).

1995
Despacho n.º 30/SEED/95, de 11 de Efeito, transitório, da classificação de Educação Física.
Agosto

1994
Despacho n.º 60/SEED/94, de 17 de Regulamento das provas globais no ensino secundário.
Setembro

Despacho n.º 57/SEED/94, de 17 de Aproveitamento dos tempos de inactividade dos alunos.


Setembro
Despacho Normativo n.º 644-A/94 de 15 Ajustamentos à avaliação no ensino básico.
de Setembro

1993
Despacho Normativo N.º 338/93, de 21 de Regime de avaliação dos alunos do ensino secundário.
Outubro
Decreto-lei n.º 301/93, de 31 de Agosto Regime de matrícula e frequência no ensino básico (este
documento também se aplica ao ensino secundário,
nomeadamente quanto a:
a) Transferências,
b) Dever de frequência
c) Registo e justificação de faltas).

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Despacho n.º. 178-A/ME/93, de 30 de Enuncia as modalidades e as estratégias de apoio pedagógico
Julho aos alunos do ensino básico.

1992
Despacho Normativo n.º 98-A/92, de 20 de Sistema de avaliação dos alunos no ensino básico.
Junho

1991
Decreto-lei n.º 442/91, de 15 de Novembro Código do Procedimento Administrativo.
Despacho n.º 173/ME/91, de 23 de Medidas a aplicar aos alunos com necessidades educativas
Outubro especiais.
Decreto-lei n.º. 319/91, de 23 de Agosto Regime educativo especial para alunos com necessidades
educativas especiais.
Decreto-lei n.º 190/91, de 17 de Maio Serviços de Psicologia e de Orientação Escolar.

Despacho n.º. 28/ME/91 Regulamento dos programas de geminação, de intercâmbio


escolar e de visitas de estudo ao estrangeiro.

1990
Despacho n.º. 142/ME/90, de 1 de Plano de concretização da Área-Escola e seu modelo
Setembro organizativo.

Despacho n.º. 141/ME/90, de 1 de Organização das Actividades de Complemento Curricular.


Setembro
Despacho n.º 43/SERE/90, de 29 de Junho Obrigatoriedade de utilização da caderneta pelos alunos nos 2º e
3º ciclos.

Decreto-lei n.º 35/90, de 25 de Janeiro Gratuitidade da escolaridade obrigatória e apoios sócio-


educativos.

Década de 80
Decreto-lei n.º 286/89, de 29 de Agosto Estabelece os princípios gerais que ordenam a reestruturação
curricular prevista na Lei de Bases do Sistema Educativo.

Despacho n.º 24/SERE/88, de 7 de Julho) Regime de assiduidade dos alunos não sujeitos à escolaridade
obrigatória (o Decreto-lei n.º 301/93, de 31 de Agosto revoga
os aspectos referentes a transferências, dever de frequência e
registo e justificação de faltas).

Despacho n.º 19/SERE/88, rectificação de Modelo de funcionamento do apoio pedagógico acrescido.


7 de Julho
Lei n.º. 46/86, de 14 de Outubro A Lei de Bases do Sistema Educativo estabelece o quadro geral
do sistema educativo.

Ofício-circular n.º 143/80 Dispensa de prática de exercícios físicos.

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1. ESCLARECIMENTOS E OUTROS MATERIAIS DE APOIO

Documento Síntese
Guia Geral de Exames - 2001
Ofício-Circular n.º 1/GD/AJ da DREA, de Guia prático sobre o procedimento disciplinar relativo aos
10 de Abril de 2000 alunos.
Circular da DREA 1311/2000, de 27 de Esclarecimento EMR e DPS.
Janeiro
DSTP da DREA, de 3 de Janeiro de 2000 Faltas de material.
Ofício-circular nº. 391/95, de 14 de Repetição da frequência de ano no ensino secundário pelos
Novembro alunos que reuniram condições de transição para o ano
seguinte.
FUP 863/DES de 12 de Janeiro de 1995 Avaliação/classificação na disciplina de Educação Física.
De momento a legislação referida no índice encontra-se apenas em suporte de papel.

O guião completo foi entregue a todos os Directores de Turma, no início do ano

lectivo.

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